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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Posts de 29 junho, 2009

Virgílio lista 18 denúncias e vai ao Conselho de Ética contra Sarney

Publicado por Pax em 29/06/2009

Saiba quais são as 18 denúncias que Arthur Virgílio faz contra José Sarney pedindo que o Conselho de Ética abra investigação.

Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Com uma lista de 18 denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), justificou o pedido que fez hoje (29) ao Conselho de Ética para que abra uma investigação contra Sarney. A denúncia foi feita de forma individual, sem a deliberação do partido.

No documento, o tucano diz que o fato do neto de Sarney, José Adriano Cordeiro Sarney, ter autorização para trabalhar com crédito consignado no Senado torna “imprescindível” a investigação do Conselho de Ética pela prática de facilitação na operação dos empréstimos com desconto em folha.

A situação, acrescentou Virgílio, caracteriza a “privilegiada situação de seu neto [de Sarney] nas autorizações junto ao Senado Federal”.

Virgílio subiu hoje na tribuna e disse que Sarney “não tem nenhuma condição” de permanecer do cargo. Ele cobrou uma investigação de todos os senadores que estiveram na presidência e na primeira-secretaria nos 14 anos que o Agaciel Maia foi diretor-geral da Casa.

Arthur Virgílio pediu que o Conselho de Ética escolha um relator para colher o depoimento de Sarney, num prazo de cinco dias úteis, a partir da intimação do parlamentar. As denúncias apresentadas por Virgílio para que o Conselho de Ética investigue o presidente do Senado são:

1) Maria do Carmo Macieira, sobrinha de Sarney, nomeada por ato secreto no gabinete da senadora Roseana Sarney, filha do presidente do Senado;

2) Vera Portela Macieira Borges, sobrinha de Sarney, nomeada por ato secreto no gabinete do senador Delcídio Amaral, em Campo Grande;

3) João Fernando Sarney, neto de Sarney, nomeado e exonerado por ato secreto no gabinete do senador Epitácio Cafeteira;

4) Rosângela Terezinha Michels Gonçalves, mãe de João Fernando Sarney, neto de Sarney, nomeada logo após a exoneração do seu filho;

5) Nathalie Rondeau, filha do ex-ministro Silas Rondeau e afilhado político do Sarney, nomeada para trabalhar no Conselho Editorial do Senado. Sarney preside o Conselho;

6) Amaury de Jesus Machado, funcionário da senadora Roseana Sarney na casa dela em Brasília, é lotado no gabinete da senadora;

7) José Sarney emprestou seu imóvel funcional ao ex- senador e seu aliado Bello Parga;

8) Elga Mara Teixeira Lopes, especialista em campanha eleitoral, nomeada e exonerada através de ato secreto entre o 1º e o 2º turnos da campanha de Roseana Sarney para o governo do Maranhão, em 2006. A exoneração foi cancelada posteriormente por meio de ato secreto;

9) Valéria Freire dos Santos, viúva de um ex-motorista do Sarney, mora há quatro anos num imóvel localizado no térreo de um dos prédios exclusivos para os senadores. Ocupa cargo comissionado no Senado Federal;

10) Fausto Rabelo Cosendey, gerente administrativo da empresa do neto de Sarney (SARCRIS, no Maranhão), José Adriano Sarney, é lotado no gabinete do deputado Sarney Filho;

11) Isabella Murad, sobrinha de Jorge Murad (marido de Roseana), nomeada por ato secreto para o gabinete de Epitácio Cafeteira. Ela mora na Espanha;

12) Virgínia Murad de Araújo, prima de Jorge Murad (marido de Roseana), nomeada no gabinete da liderança do governo no Congresso pela senadora Roseana Sarney;

13) Ivan Celso, irmão de Sarney, teve cargo de confiança no Senado;

14) Fernando Nelmásio Silva Belfort, diretor executivo do museu e também mausoléu de Sarney, foi lotado na Liderança do Congresso Nacional;

15) Shirley Duarte de Araújo, cunhada de Sarney, lotada durante seis anos no gabinete da senadora Roseana Sarney;

16) José Sarney encabeça os atos que criaram pelo menos 70% dos cargos de direção da Casa;

17) José Sarney recebia auxílio-moradia no valor de R$ 3,8 mil mesmo tendo casa em Brasília;

18) José Sarney ordenou que quatro servidores da área de segurança do Senado Federal fossem deslocados para reforçarem a segurança de sua casa no Maranhão.

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Virgílio rebate acusações de revista e anuncia apresentação de denúncia contra Sarney

Publicado por Pax em 29/06/2009

[foto: senador Arthur Virgílio ]

O senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) rebateu, nesta segunda-feira (29), em discurso de mais de três horas, reportagem da revista IstoÉ. Ele atribuiu a tentativa de implicá-lo nas irregularidades cometidas pelo ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, aos irmãos Gilberto Miranda Batista e Egberto Miranda Batista, que são seus adversários políticos no Amazonas. O senador disse que a revista “vende opinião”, classificou-a como uma “central de chantagem” e garantiu que não silenciará até que o presidente do Senado, José Sarney, seja substituído, pois “não tem mais a mínima condição moral de permanecer à frente da direção desta Casa”.

- Quero a saída da Presidência da Casa do presidente José Sarney. Funciona muito ao contrário comigo esse tipo de coisa – alertou.

Arthur Virgílio também apresentou, em caráter pessoal e não como líder de partido, uma denúncia ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar contra o presidente do Senado. Ele justificou a iniciativa com a reportagem que revelou o envolvimento de José Adriano Cordeiro Sarney, neto do presidente da Casa, com o licenciamento de instituições financeiras no Senado para atuar na área de crédito consignado. Virgílio também listou outras 18 irregularidades resultantes de atos secretos.

Referindo-se à IstoÉ, o senador disse que a revista pretendeu usá-lo como exemplo e intimidar terceiros para que fiquem calados diante da crise por que passa o Senado. Ele afirmou que não irá se calar.

- Quero a demissão do Sr. Agaciel Maia; quero a demissão do Sr. Zoghbi – disse o senador.

Arthur Virgílio também se referiu a Alexandre Gazineo, que substituiu Agaciel Maia na Diretoria Geral do Senado, dizendo que, embora não quisesse ser injusto, tinha dúvidas se ele merecia permanecer nos quadros do Senado Federal.

O senador defendeu “uma investigação dura” sobre “as correlações possíveis de todos os presidentes” e 1ºs secretários do Senado durante os 14 anos em que Agaciel Maia ocupou a Diretoria Geral.

Arthur Virgílio assumiu total responsabilidade pelo pedido, à Mesa, para que seu funcionário, Carlos Alberto Nina Neto, obtivesse licença para cursar pós-graduação no exterior no período de maio a julho de 2005 e retornou de outubro de 2005 a novembro de 2006 para cursar mestrado.

- Esse é um erro que cometi e é um erro pelo qual mereço ser, sim, criticado – disse o senador.

O senador também rebateu a informação de que sua mãe seria sua dependente no plano de saúde do Senado. Virgílio disse que a sua mãe, paciente de Alzheimer, é pensionista e dependente do seu pai, que também foi senador. Ele assinalou que sua mãe sequer sabia que podia recorrer ao Senado e não o fez por muitos anos. Acrescentou que foi um amigo da família, o procurador aposentado da Fazenda Nacional, Armando Marques da Silva, quem revelou à sua mãe o direito de receber ressarcimento pelo tratamento por ser viúva do senador Arthur Virgílio Filho.

Arthur Virgílio condenou as tentativas de Agaciel Maia de tentar transformá-lo em seu cúmplice, quando o acusa de ilegalidades, dizendo que o ex-diretor “é cúmplice de um bando de senadores covardes, que não estão tendo coragem de apresentar a face”.

- Nós temos o dever de saber quais são esses senadores covardes, corruptos, que protegeram esse desmando o tempo inteiro, porque ele não ficou aí sozinho. Então, tem senador, sim, que apadrinhou esse corrupto para fazer um roubo que não foi de usufruto apenas dele; deve ter dividido com muita gente com assento e com mandato nesta Casa – afirmou.

Em relação à viagem que fez com a esposa e filhos a Paris, o senador fez uma proposta: a abertura do seu sigilo bancário e o de Agaciel Maia para saber se o ex-diretor realmente pagou a sua conta de hotel. Ele apresentou cartões de embarque, contas, recibo de depósito e toda a documentação referente à viagem para provar que utilizou milhagem aérea e solicitou ajuda a um assessor porque seus cartões de crédito estavam bloqueados.

O senador ainda propôs a devolução de servidores de outros órgãos e o retorno dos servidores do Senado que estejam requisitados; o recadastramento de servidores efetivos, comissionados e terceirizados; a proibição de aditivos em contratos; e a redução no número de cargos comissionados nos gabinetes.

Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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P-SOL entra amanhã com representação contra Sarney no Conselho de Ética do Senado

Publicado por Pax em 29/06/2009

Ivan Richard e Iolando Lourenço – Repórteres da Agência Brasil

Brasília – O P-SOL entra amanhã (30), ao meio-dia, com representação no Conselho de Ética do Senado contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). Se aceita pelo colegiado, a investigação poderá resultar em processo de cassação do mandato do senador. O partido entrará também com representação contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que já presidiu o Senado e renunciou ao cargo para não perder o mandato.

A representação contra Sarney será entregue pela ex-senadora e atual vereadora em Maceió, Heloísa Helena, que preside o P-SOL, ao lado dos parlamentares do partido: senador José Neri (PA) e deputados Ivan Valente (SP), Chico Alencar (RJ) e Luciana Genro (RS).

José Cruz/ABr

Brasília - O líder do PSDB no senado, Arthur Virgílio, disse que as denúncias publicadas pela revista IstoÉ contra ele são uma forma de calá-lo
Brasília – O líder do PSDB no senado, Arthur Virgílio, disse que as denúncias publicadas pela revista IstoÉ contra ele são uma forma de calá-lo

Hoje (29), o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), apresentou, individualmente, denúncia contra Sarney no Conselho de Ética. Entre as irregularidades apontadas pelo tucano, estão supostas facilidades concedidas por Sarney ao neto José Adriano Cordeiro Sarney para trabalhar com empréstimos consignados para servidores do Senado.

Quanto à representação contra Renan Calheiros, o líder do P-SOL na Câmara dos Deputados, Ivan Valente, informou que os parlamentares da legenda vão analisar a questão amanhã. “Se der tempo, entraremos também com a representação contra o senador Renan. É bem provável que entremos [com representação] contra ele também.”

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Executivo dá apoio absoluto a Sarney

Publicado por Pax em 29/06/2009

O ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, disse hoje (29) que o presidente do Senado, José Sarney, tem apoio “absoluto” do governo, sobre a crise vivida na Casa.

Apoio do governo a Sarney é absoluto, diz Múcio sobre crise no Senado

Yara Aquino – Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, disse hoje (29) que o presidente do Senado, José Sarney, tem apoio “absoluto” do governo, sobre a crise vivida na Casa.

“O apoio do governo ao presidente [José Sarney] já foi dito, é absoluto”, afirmou após participar da reunião de coordenação política com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros.

Múcio disse que se reuniu pessoalmente com José Sarney e, na avaliação do ministro, as denúncias estão sendo apuradas e não há evolução do quadro.

Na reunião, também foi reforçada a posição do Brasil de não reconhecer o novo governo de Honduras. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou hoje o que considera um golpe de Estado em Honduras. Segundo ele, a única saída para o país é a democracia.

Além de Lula, participam da coordenação os ministros da Justiça, Tarso Genro, da Casa Civil, Dilma Rousseff, do Planejamento, Paulo Bernardo, da Fazenda, Guido Mantega, da Comunicação Social, Franklin Martins, da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Dulci, e o vice-presidente, José Alencar.

“Apoio a Sarney é absoluto”, diz ministro Múcio

REUTERS – Via JBOnline

BRASÍLIA – O governo não trabalha “em hipótese nenhuma” com a possibilidade de o presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP), deixar o cargo, afirmou nesta segunda-feira o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro.

- O apoio do governo ao presidente (do Senado) já foi dito e é absoluto – afirmou Múcio ao deixar a reunião de coordenação política, que reúne os principais ministros e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Continua…

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Promotorias têm foco na corrupção, aponta estudo

Publicado por Pax em 29/06/2009

AE - Agencia Estado

SÃO PAULO - Investigações sobre atos de improbidade, corrupção e enriquecimento ilícito na administração pública correspondem a 33% das ações civis propostas pelas Promotorias de Defesa do Patrimônio – em 2008, foram abertas 856 ações judiciais por violação aos princípios da moralidade e da impessoalidade na administração. Outras frentes de atuação dessa unidade do Ministério Público de São Paulo também exigem bastante de seus promotores, mas nenhuma atinge índices tão elevados de processos em curso na Justiça – ações sobre meio ambiente representam 8% do total de demandas; habitação e urbanismo, 20%; infância e juventude, 12%; consumidor, 20%; e acidente do trabalho, 7%.

Os dados constam do inédito Relatório Diagnóstico do Ministério Público que o procurador-geral de Justiça, Fernando Grella Vieira, entregou ao Conselho Superior da instituição. O documento é uma completa radiografia de todas as promotorias no período entre 2002 e 2008 e foi entregue também ao Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça e à Corregedoria-Geral do Ministério Público.

Continua…

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Conta de mentiroso

Publicado por Pax em 29/06/2009

Heráclito Fortes divulga 663 atos secretos, mas esconde outros 737, inclusive aqueles em que aprovou gastos de R$ 700 mil do Senado

Brasília - O primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), atribuiu a Brasília – O primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), atribuiu a “dificuldades internas para se tomar as providências” a manutenção de 21 das 50 diretorias que tiveram a extinção anunciada em março Foto: Antonio Cruz/ABr

Fonte: IstoÉ – via ANPR – Associação Nacional dos Procuradores da República

Octávio Costa e Sérgio Pardellas

Na verdade, não interessa às “nobres excelências” abrir a caixa-preta do Senado. Afinal, a bilionária estrutura da Casa foi montada justamente para beneficiálos. Em 2008, por exemplo, os gastos com passagens aéreas somaram R$ 19 milhões, fortuna capaz de financiar várias voltas ao mundo. As diárias no País e no Exterior totalizaram R$ 1,3 milhão.

O Senado Federal tem um dos mais altos orçamentos da República. Em 2008, a Casa consumiu dos cofres públicos – ou seja, do dinheiro de impostos pagos pelos brasileiros – R$ 2,7 bilhões. Só em salários e demais proventos para os dez mil funcionários foram cerca de R$ 2 bilhões.

Considerando-se que esse mar de recursos é gasto para justificar o trabalho dos 81 senadores, cada “excelência” custa ao contribuinte R$ 33 milhões ao ano. Mais grave é que não há a mínima transparência no uso desse dinheiro. No auge da crise que está sacudindo a Casa, foi revelada a existência de atos secretos para beneficiar parentes e gerar benefícios.

São decisões da Mesa Diretora que passam ao largo dos registros oficiais. Diante da denúncia sobre favorecimentos e mais de 250 nomeações irregulares, o primeiro secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI), providenciou, em tempo recorde, a criação de uma comissão de sindicância. “Vamos ter todo o cuidado e a rigidez no sentido de apurar e punir os culpados”, garantiu.

Com uma agilidade de fazer inveja à contagem de votos na eleição do Irã, a comissão distribuiu um relatório com 663 atos secretos, envolvendo 37 senadores. Tudo indicava que o Senado finalmente havia se rendido à necessidade de jogar luz sobre seus atos. Mas não foi dessa vez. O resultado é tão confiável quanto o do pleito iraniano. Diretores da Casa informaram à ISTOÉ que houve uma providencial triagem na divulgação dos atos secretos, cujo total chegaria a 1.400.

Heráclito teria divulgado apenas os atos administrativos. Entre as outras decisões, haveria despesas de R$ 700 mil autorizadas por ele mesmo entre 2005 e 2006, quando presidia o Grupo Brasileiro de União Interparlamentar. Portanto, Heráclito administrou uma meia transparência e torna-se, agora, um protagonista no escândalo. Heráclito nega que a lista de atos secretos seja maior do que a divulgada. “isso é uma molecagem, não assinei nenhum ato secreto. está cheio de casca de banana por aí”, disse.

Outro dado que impressiona ao mergulhar sobre o Orçamento executado no ano passado é o total de dinheiro liberado para serviços médicos hospitalares e odontológicos: R$ 59 milhões. Há gastos individuais de senadores e respectivos parentes que ultrapassam meio milhão de reais. Trata-se de um descolamento total da realidade do brasileiro que precisa amargar horas na fila para tentar ser atendido.

Continua…

Enviado em Antonio Carlos Júnior, Atos Secretos, Congresso Nacional, Delcídio Amaral, Efraim Morais, Fernando Collor, Fundação José Sarney, Heráclito Fortes, José Adriano Cordeiro Sarney, José Sarney, Lobão Filho, Pandorama, ParlamenTurismo, Senado, Valdir Raupp | 2 Comentários »

 
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