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Arquivo da categoria ‘Adalberto Monteiro’

Caixa de Pandora: pessoas, partidos e empresas acusadas

Publicado por Pax em 02/12/2009

Saiba quem são as pessoas, partidos e empresas acusadas de participar de esquema no DF
Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Nos depoimentos que prestou aos promotores de Justiça Sérgio Bruno Cabral Fernandes e Clayton da Silva Germano, do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) e Territórios, o ex-secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, acusa mais de 30 pessoas e várias empresas de participarem do esquema de desvio e distribuição de recursos públicos à base aliada do governador José Roberto Arruda (DEM).

Brasília - O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, fala com jornalistas sobre as denúncias de suposto esquema de corrupção no seu governo Foto: Valter Campanato/ABr Brasília – O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, fala com jornalistas sobre as denúncias de suposto esquema de corrupção no seu governo Foto: Valter Campanato/ABr



Alegando temer ser apontado como chefe do esquema criminoso comandado, segundo ele, pelo próprio governador, Barbosa entregou aos promotores 30 fitas de vídeo que gravou enquanto negociava ou distribuía aos destinatários, supostamente indicados por Arruda, parte da propina paga por empresas que prestavam serviços ao governo do Distrito Federal. Entre as empresas citadas, estão a Combral, do secretário de governo José Humberto, a Info Educacional, a Vertax, a Adler, a Linknet, o Grupo TBA, entre outras.

Além disso, Barbosa entregou aos investigadores uma quantidade de documentos que reforçariam suas acusações contra o governador, seu vice, Paulo Octávio (DEM), secretários de governo, deputados distritais, integrantes da equipe de governo, um conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal e várias outras pessoas, entre elas o filho de Arruda, Marcos Sant’anna Arruda, apontado como um dos sócios de uma empresa contratada pela Codeplan na época em que esta era presidida por Barbosa, já então um aliado político de Arruda.

Abaixo, a Agência Brasil elenca alguns dos nomes apontados por Barbosa, que, pela gravidade das acusações, teve que ser colocado no Programa de Proteção à Testemunha. Por meio de sua assessoria, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) destacou que todos os citados estão sendo investigados, mas que, até o momento, ninguém foi indiciado e que ainda não há elementos conclusivos sobre a eventual participação de qualquer um deles no suposto esquema. Arruda não está na lista, porque já é o principal acusado por Barbosa.

Adalberto Monteiro – presidente do Partido Republicano Progressista (PRP) no Distrito Federal, teria, segundo Barbosa, recebido R$ 200 mil para que seu partido aderisse à coligação de Arruda. O dinheiro, segundo Barbosa, teria vindo dos recursos desviados de contratos de prestação de serviço na área de informática.

Alcir Collaço - dono do jornal Tribuna do Brasil, foi gravado guardando dinheiro na cueca. A reportagem não localizou nos depoimentos de Barbosa ao MPDFT mais informações sobre a participação do empresário no esquema.

Benedito Domingos – deputado distrital e presidente regional do Partido Progressista (PP), é acusado de ter recebido cerca de R$ 6 milhões para aderir à coligação de Arruda

Cristina Boner – empresária do ramo de informática é dona do grupo TBA, que, conforme o inquérito, conseguiu um contrato de prestação de serviços com o GDF por ter doado R$ 1 milhão à campanha de Arruda. O contrato, classificado como emergencial, previa a prestação de serviços ao programa Na Hora e era gerenciado pelo subsecretário de Justiça e Cidadania, Luiz França, gravado recebendo dinheiro de Barbosa.

Divino Omar Nascimento – presidente do Partido Trabalhista Cristão (PTC) no Distrito Federal, é acusado de ter recebido R$ 100 mil para aderir à coligação de Arruda quando este disputava o governo local, em 2006.

Domingos Lamóglia - ex-chefe de gabinete de Arruda na Câmara dos Deputados, atualmente ocupa o cargo de conselheiro de Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), para o qual foi indicado pelo próprio governador. Junto com Omézio, assessor de imprensa do governo, era, segundo Barbosa, o representante de Arruda durante a campanha de 2006, ou seja, quem dizia o quanto era necessário levantar em dinheiro. Barbosa também acusa Lamóglia e o secretário de Governo, José Humberto, de serem os destinatários do dinheiro por ele coletado em nome de Arruda. Barbosa garante, no depoimento ao MPDFT, ter entregue “lotes de R$ 1 nilhão” a Lamóglia várias vezes.

Eurides Brito – líder do governo na Câmera Legislativa, a deputada distrital (PMDB) é acusada de receber R$ 30 mil mensais em troca do apoio político-partidário ao governo Arruda. Foi um dos alvos dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo STJ e aparece em vídeo enchendo sua bolsa com dinheiro entregue por Barbosa.

Fábio Simão – ex-chefe de gabinete da Governadoria, é apontado por Barbosa como o responsável por “gerenciar os contratos de terceirização de serviços do GDF”, cabendo-lhe “arrecadar dinheiro de propina dessas empresas e repassá-lo a quem Arruda determinasse. Foi um dos alvos dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo STJ e afastado do cargo no último dia 27.

Fernando Antunes – presidente regional do PPS e secretário-adjunto da Secretaria de Saúde, seria, segundo Barbosa, a pessoa autorizada pelo secretário de Saúde, Augusto Carvalho, a negociar o pagamentos de propinas em troca da assinatura de contratos com empresas privadas.

Gilberto Lucena – dono da Linknet, empresa que tem contrato com o GDF, aparece em vídeo reclamando do valor de dinheiro exigido por integrantes do governo, do qual, segundo ele, não estariam sendo deduzidos as quantias pagas a título de adiantamento para o vice-governador, Paulo Octávio; o secretário de Ordem Pública, Roberto Giffoni e o secretário de Planejamento, Ricardo Pena.

João Luiz – médico e atual subsecretário de Recursos Humanos da Secretaria de Saúde do DF, aparece em um vídeo recebendo cerca de R$ 20 mil relativos a um contrato assinado entre a secretaria e a empresa Unirepro, para serviços de impressão, reprografia e gráfica.

José Celso Gontijo – Ou “Zé Pequeno”, como o chama Barbosa no vídeo em que o dono da construtora JC Gontijo Engenharia aparece entregando ao ex-secretários dois pacotes contendo, supostamente, dinheiro. A empresa de Gontijo foi a responsável pela construção da Ponte JK, concluída durante o governo de Joaquim Roriz (então no PMDB, hoje no PSC), obra que o Ministério Público acusou de ter sido superfaturada. Atualmente, a empresa toca a construção da nova rodoviária, inicialmente orçada em R$ 47 milhões.

José Geraldo Maciel – ex-chefe da Casa Civil, teria sido encarregado de, entre outras coisas, pagar aproximadamente R$ 400 mil mensais a alguns deputados distritais da base aliada pelo apoio ao governo Arruda. Um dos alvos dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo STJ. Foi afastado do cargo no último dia 27.

José Humberto – homem de confiança de Arruda, o secretário de governo seria um dos responsáveis por receber o dinheiro recolhido por Barbosa, que garante ter entregue pessoalmente a Humberto “lotes de R$ 1 milhão” em pelo menos duas ocasiões, além de ter deixado iguais montantes na empresa do secretário, a Combral, em pelo menos outras duas ocasiões. A Combral foi alvo dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo STJ.

José Luiz Valente – ex-secretário de Educação, é acusado de ter recebido R$ 60 mil da Info Educacional, empresa contratada para prestar serviços ao GDF. Foi afastado do cargo no último dia 27.

José Luiz Vieira Naves – secretário de Planejamento na gestão de Maria Abadia e hoje presidente da Companhia Habitacional do Distrito Federal, aparece em dois vídeos recebendo valores não declarados “por facilitar a liberação de recursos orçamentários de interesse de Arruda quando este ainda era candidato ao governo do DF.

Júnior Brunelli – deputado distrital (PSC) e atual corregedor da Câmara Legislativa, é acusado de receber R$ 30 mil mensais em troca de apoio político ao governo Arruda. Aparece em vídeos recebendo dinheiro e rezando junto ao também deputado Leonardo Prudente (DEM) e Durval Barbosa.

Leonardo Prudente – deputado distrital (DEM), atual presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, aparece em dois diferentes vídeos recebendo dinheiro. Em um deles, de 2006, é flagrado guardando “cerca de R$ 25 mil” em bolsos do paletó, da camisa e até na meia. De acordo com Barbosa, recebia R$ 50 mil mensais do esquema e mantinha parentes e pessoas próximas em cargos estratégicos que lhes permitiam desviar dinheiro de órgãos como o Detran-DF, extorquindo empresários que disputavam licitações. Foi um dos alvos dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo STJ e, no último dia 30, admitiu ter recebido dinheiro para sua campanha e não tê-lo declarado à Justiça Eleitoral.

Luiz França – subsecretário de Justiça e Cidadania, aparece em vídeo recebendo dinheiro de Barbosa. França seria responsável pelos contratos de gestão Na Hora Fixo e Na Hora Móvel

Márcio Machado – Atual secretário de Obras, é presidente do PSDB no Distrito Federal. Barbosa afirma que ele esteve em sua sala e até mesmo em sua casa a fim de negociar a liberação de “dinheiro para saldar compromissos assumidos com os políticos coligados”. Ao MPDFT, Barbosa diz que Machado teria negociado o pagamento de R$ 6 milhões para o deputado Benedito Domingos (PP), além de R$ 200 mil para Adalberto Monteiro, presidente local do PRP e de R$ 100 mil para Omar Nascimento, que comanda o diretório regional do PTC.

Marcelo Carvalho – diretor do grupo empresarial Paulo Octávio. Segundo Barbosa, Carvalho foi diversas vezes ao seu escritório a fim de recolher o dinheiro arrecadado das empresas de informática, cujo percentual da equipe de Paulo Octávio era de 30%. “Marcelo foi um dos responsáveis pela distribuição dos valores arrecadados para pagamento dos deputados distritais da base do governo por conta da aprovação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF, arrecadado entre empresas que se beneficiaram da aprovação do plano”, afirma Barbosa em depoimento ao MPDFT.

Nerci Soares Bussamra – diretora comercial da Uni Repro Serviços Tecnológicos, foi gravada quando entregava a Barbosa uma sacola com dinheiro. No vídeo, Nerci acusa o PPS de chantageá-la e cobrar propina para manter um contrato da Secretaria de Saúde, comandada pelo deputado Augusto Carvalho, filiado ao partido. Ainda segundo o diálogo gravado, parte do dinheiro teria sido destinada ao presidente da legenda, o ex-deputado Roberto Freire (SP), que já anunciou a intenção de processar Nerci.

Odilon Aires – Ex-deputado distrital pelo PMDB e atual presidente do Instituto de Atendimento à Saúde do Servidor do Distrito Federal (DF), aparece em um vídeo recebendo dinheiro de Durval Barbosa, que o acusa de receber R$ 30 mil mensais do esquema.

Omézio Pontes – assessor de comunicação e “homem de confiança” de Arruda, afastado do cargo na última sexta-feira. Junto com Domingos Lamóglia, representante de Arruda durante a campanha de 2006. Aparece em pelo menos dois vídeos recebendo, segundo o depoimento de Barbosa, “mais de R$ 100 mil” da primeira vez e R$ 100 mil da segunda, esta junto com Domingos Lamóglia. Um dos alvos dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo STJ. Foi afastado do cargo no último dia 27.

Orlando José Pontes – Ao lado de seu irmão, Omézio Pontes, e do filho do governador José Roberto Arruda, Marcos Sant´anna Arruda, era dono da empresa de comunicação e marketing Notabilis quando esta passou a prestar serviços à Codeplan, então presidida por Durval Barbosa. Em dezembro de 2005, próximo a posse de Arruda, Omézio e Marcos deixam a sociedade da empresa, que passa as mãos de Orlando e do novo sócio, Milton Dias Guimarães.

Paulo Octávio – vice-governador do Distrito Federal e presidente regional do Democrata, é citado por Barbosa como beneficiário da partilha das propinas pagas por empresas que prestam serviços ao GDF. Empresário do ramo da construção civil, é um dos homens mais ricos do Distrito Federal.

Paulo Pestana – assessor da secretaria de Comunicação Social do GDF, aparece em um vídeo recebendo R$ 10 mil. Segundo ele, o dinheiro era o pagamento por ter ”assessorado Arruda”.

Paulo Roberto – diretor do DFTrans, aparece em vídeo recebendo supostos R$ 20 mil de propina, obtidos graças aos contratos para prestação de serviços de informática no departamento.

Paulo Roxo – apontado como outro dos captadores de recursos para Arruda, exigindo propina das empresas interessadas em contratos de prestação de serviços ao GDF. Um irmão seu chegou a ocupar um cargo na diretoria do Banco de Brasília (BRB) – “um dos setores do governo mais cooptados pela corrupção”, mas foi afastado “porque estava extrapolando nas negociatas”.

Pedro Marcos Dias (Pedro do Ovo) – suplente de deputado distrital (PRP), é outro dos acusados a receber propina em troca de apoio político ao governo Arruda. Foi um dos alvos dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo STJ.

René Abujalski – citado como dono da empresa Nova Fase. Barbosa diz que Arruda o apresentou a Abujalski  antes mesmo de ter sido eleito governador, com a recomendação de que a Nova Fase fosse contratada para prestar serviços à Secretaria de Previdência Social. Dois contratos teriam sido assinados, totalizando a soma de R$ 27 milhões. Em seu depoimento, Barbosa diz suspeitar que Arruda seja o verdadeiro dono da Nova Fase.

Roberto Giffoni – secretário de Ordem Pública, é mencionado pelo empresário Gilberto Lucena, dono da Linknet, como tendo recebido “pedágio” de R$ 280 mil para que o GDF reconhecesse e saldasse dívidas com a empresa.

Rogério Ulisses – deputado distrital (PSB), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Legislativa, é acusado de receber dinheiro do esquema ilegal. Foi um dos alvos dos mandados de busca e apreensão expedidos pelo STJ.

Ricardo Pena – Secretário de Planejamento, seria dono da empresa Soma, contratada para prestar serviços de pesquisa de opinião para o governo.

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Crise entre DEM e PSDB

Publicado por Pax em 02/12/2009

O DEM recentemente pressionou o PSDB a definir seu candidato à presidência. José Serra queria esperar. Talvez tivesse razões que nem ele mesmo supunha.

O PSDB abandonou o DEM em Brasília, mas o DEM não abandonou o PSDB no Rio Grande do Sul, no caso da governadora Yeda Crusius.

Yeda, Arruda e Azeredo fazem a festa da situação. Mas é uma festa que pode acabar em mais tristezas que alegrias. Os casos de corrupção da oposição acabam por lembrar dos casos de corrupção da situação. Não só na lembrança do povo, mas como arma de defesa.

Brasília - O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, fala com jornalistas sobre as denúncias de suposto esquema de corrupção no seu governo Foto: Valter Campanato/ABr Brasília – O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, fala com jornalistas sobre as denúncias de suposto esquema de corrupção no seu governo Foto: Valter Campanato/ABr

Tucanoduto para segundo mandato lembra Valerioduto do Azeredo, que lembra agora o Mensalão do DEM mas que acaba por lembrar do Mensalão do PT e assim as associações se fazem mais cedo ou mais tarde. E basta que um dos operadores ou envolvido resolva contar o que sabe, seja por delação premiada ou por qualquer outro motivo, que as bombas voltam a explodir.

As eleições de 2010 estão definitivamente fadadas ao “meu corrupto é melhor que o teu”.

Se nada mais acontecer até outubro de 2010, o que é praticamente impossível, hoje a situação, mesmo com calças curtas, pode comemorar.

Uma pena que tudo acaba em pizza e o projeto de Lei Ficha Limpa não sai do lugar. A tal apatia da sociedade não faz qualquer pressão significativa no Congresso. Basta ver que é pauta de rodapé nos principais meios de comunicação.

Denúncias contra Arruda desencadeiam crise entre DEM e PSDB

Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil

Brasília – As denúncias contra o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), que segundo inquérito da Polícia Federal seria o chefe de um esquema de pagamento de mesada a deputados distritais e assessores, podem ter abalado a relação entre DEM e PSDB, os dois principais partidos de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na tarde de hoje (1°), após reunião da direção nacional do PSDB, o presidente tucano, senador Sérgio Guerra (PE), classificou as acusações contra Arruda de gravíssimas e determinou o desligamento de todos os tucanos do governo do democrata.

Um pouco mais tarde, o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), disse que se crises como a enfrentada atualmente pelo DEM fossem motivos para impedir candidaturas, o PSDB não poderia lançar candidato à Presidência da República no ano que vem.

Questionado se o escândalo envolvendo Arruda poderia prejudicar a aliança entre tucanos e democratas, Maia tentou minimizar eventuais desgastes. No entanto, comparou a crise no DF com a vivida pela governadora Yeda Crusius (PSDB) no Rio Grande do Sul.

Para Maia, falar em sucessão presidencial neste momento é “misturar assuntos”. “Não sei quem entrou nessa tese da discussão de chapa presidencial. Da mesma forma que a direção nacional do Democratas foi solidária com a crise que passa até hoje o PSDB no Rio Grande do Sul, não entendo porque alguns tentam misturar temas”, disse o presidente do DEM.

“Vamos julgar o governador Arruda nesse plenário, nessa executiva e não estamos tratando, nesse momento de eleição, até porque, se crises como essa fossem impeditivos de alguma coisa, talvez, o PSDB, se fosse o caso, não poderia ter candidato próprio para presidente. Crises, infelizmente, acontecem”, argumentou Maia.

Leia também – Agência Brasil:
Decisão sobre punição a Arruda provoca racha no DEM
Presidente da Câmara Legislativa do DF pediu afastamento do cargo

Leia também – Folha de São Paulo
Ah, se meu panetone falasse…

Atualização: Este assunto tende a nos deixar em looping, como numa lemniscata, e acabo de me lembrar: o PT não abandonou José Sarney nos escândalos do Senado com contratação e loteamento de cargos e favores para apaniguados. Mas o PMDB não é lá tão fiel assim nos estados. Basta ver o recente lançamento da pré-candidatura à presidência de Roberto Requião, governador do Paraná pelo PMDB.

Atualização2: Leia no R7
Chapa “puro-sangue” do PSDB ganha força com escândalo do DEM no Distrito Federal

Atualização3: Leia no Terra Magazine
“Isto aqui não é a Santa Inquisição”, diz ACM Neto

Atualização4: Veja a charge do Nani – dica do blog Pena de Morte Política para…
O meu mensalão é tão grande quanto o de vocês

Atualização5: Os nomes da Operação Caixa de Pandora na Agência Brasil
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Atualização6 em 03/12: PSDB discute chapa puro-sangue, no Estadão
No PSDB, aumenta pressão por ”chapa puro-sangue”

Enviado em Adalberto Monteiro, Alcir Collaço, Benedito Domingos, Cristina Boner, DEM, Divino Omar Nascimento, Domingos Lamoglia, Eurides Brito, Fábio Simão, Fernando Antunes, Gilberto Lucena, Júnior Brunelli, João Luiz, José Celso Gontijo - Zé Pequeno, José Geraldo Maciel, José Humberto, José Luiz Valente, José Luiz Vieira Naves, José Roberto Arruda, Leonardo Prudente, Luiz França, Marcelo Carvalho, Márcio Machado, Nerci Soares Bussamra, Odilon Aires, Omézio Pontes, Operação Caixa de Pandora, Orlando José Pontes, Pandorama, Paulo Octávio, Paulo Pestana, Paulo Roberto, Paulo Roxo, Pedro Marcos Dias - Pedro do Ovo, René Abujalski, Ricardo Pena, Roberto Giffoni, Rogério Ulisses | 6 Comentários »

 
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