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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Arquivo da categoria ‘Alstom’

Alstom é um pesadelo para o PSDB

Publicado por Pax em 26/03/2010

No jogo de acusações de todos os lados em ano eleitoral, o caso da Alstom em São Paulo é uma das pedras no sapato do PSDB. Agora volta a pauta o pagamento de propinas a políticos brasileiros em São Paulo, envolvendo obras do Metrô e a Eletropaulo.

Suíços acusam Alstom inglesa de corrupção
MARIO CESAR CARVALHO – Folha de S. Paulo – 26/03/2010

Segundo promotores, filial foi usada para pagar propina a políticos brasileiros; nomes e valores não foram revelados

Empresa é suspeita de ter pago para realizar obras em São Paulo a partir de 1995; filial no país diz que “repudia e desconhece” informação

A filial inglesa da Alstom foi usada para pagar propina a políticos brasileiros, segundo informações extraoficiais de promotores suíços transmitidas às autoridades brasileiras que investigam a empresa.
O valor das comissões e os nomes dos beneficiados não foram informados.

A Alstom está sob investigação no Brasil sob suspeita de ter pago comissão ilícita para obter obras públicas em São Paulo a partir de 1995. Nesse período, o Estado foi governado pelo PSDB. Estão sob investigação contratos do governo com o Metrô e a Eletropaulo. As empresas negam ter cometido irregularidades.

Anteontem, policiais ingleses detiveram -e indiciaram- três executivos ingleses da Alstom sob acusação de pagar propinas a políticos para obter obras nas áreas de transporte e energia na Ásia e na África.

Os executivos são acusados de pagamento de comissões ilegais, lavagem de dinheiro e de fraude na contabilidade da companhia.

A ordem de detenção dos executivos partiu da Suíça. Por meio de nota, a Alstom inglesa afirma que seus executivos foram levados para interrogatório e depois liberados.

Segundo as autoridades suíças, a Alstom forjava contratos de consultoria para justificar legalmente a saída do dinheiro que seria usado para pagar comissões a políticos.

A Folha apurou que a documentação que serviu de base para as detenções na Inglaterra também tem informações sobre o Brasil.

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Alston: calcanhar de Aquiles

Publicado por Pax em 13/10/2009

O caso Alston é um dos calcanhares de Aquiles do PSDB, assim como os escândalos do governo de Yeda e o senador Eduardo Azeredo com suas vontades policialescas para a Internet.

Do Metrô, Companhia de Trens a área de energia, há cobras e lagartos. Alguns, ao que tudo indica, descobertos. Vale acompanhar.

Conselheiro do TCE-SP sofre derrota no TJ no caso Alstom

Robson Marinho pediu para ser excluído do processo; defesa diz que provas são “falsas”

Conta na Suíça atribuída ao conselheiro, que teria recebido R$ 1 mi de propina da Alstom, deve continuar bloqueada pela Justiça

MARIO CESAR CARVALHO – DA REPORTAGEM LOCAL
Folha de São Paulo via ANPR – Associação Nacional dos Procuradores da República

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou, em caráter provisório, pedido do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Robson Marinho para excluí-lo da investigação sobre a Alstom e a suspeita de pagamento de propinas a tucanos paulistas.
A multinacional é investigada no Brasil sob suspeita de ter pago comissões ilegais a políticos para obter contratos com o Metrô, a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e a área de energia.

O desembargador Edson Ferreira da Silva se recusou a dar a Marinho a antecipação da tutela recursal. Tutela antecipada é quando o juiz antecipa efeitos do julgamento. No caso de Marinho, seu defensor queria a exclusão do conselheiro do processo. Agora, o tribunal terá de julgar o mérito do pedido.

O advogado de Marinho, Luiz Antonio Alves de Souza, defendeu que o Ministério Público do Estado usou provas “falsas”.

Ainda segundo o advogado, a Promotoria não conseguiu demonstrar o pagamento de propina ao conselheiro do TCE.

O Ministério Público do Estado considera que a principal prova contra o conselheiro é o bloqueio feito na Suíça de uma conta bancária cuja titularidade é atribuída a Marinho.

Essa conta, de acordo com o Ministério Público da Suíça, recebeu mais de US$ 1 milhão de uma conta que foi abastecida pela Alstom a partir de Paris.

Outro brasileiro, o engenheiro Jorge Fagali Neto, teve uma conta bancária bloqueada na Suíça sob suspeita de ter recebido comissões ilegais da Alstom. Fagali Neto é irmão do presidente do Metrô.

Marinho e Fagali Neto dizem não ter conta fora do Brasil.

Marinho foi o segundo homem na hierarquia do primeiro governo de Mario Covas -chefiou a Casa Civil entre 1995 e 1997, quando Covas o indicou para o Tribunal de Contas.

Continua…

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Doleiro trouxe para o Brasil US$ 500 mil que seriam da Alstom

Publicado por Pax em 17/08/2009

Folha de São Paulo via ANPR – Associação Nacional dos Procuradores da República

Luis Filipe Malhão e Souza diz que não sabia que os recursos do suposto esquema de pagamento de propina eram da multinacional

O doleiro também está envolvido na Operação Satiagraha, que investiga eventuais crimes financeiros cometidos por Daniel Dantas

MARIO CESAR CARVALHO
DA REPORTAGEM LOCAL

Doleiro confesso, o português Luis Filipe Malhão e Souza, 52, diz que ajudou a trazer da Suíça para o Brasil pouco mais de US$ 500 mil que a Alstom teria usado para pagar propina a políticos sem saber que os recursos eram da multinacional francesa.

Pode parecer improvável que alguém não saiba quem era o dono de US$ 500 mil que passaram por uma conta sua, mas Malhão e Souza disse em sua primeira entrevista que muitas vezes o doleiro não conhece o verdadeiro dono da operação. O suposto dinheiro da Alstom saiu de uma conta de uma offshore chamada MCA Uruguay.

“A maior parte dos negócios era ligada a bancos e corretoras. Quem me pedia para fazer a operação era o gerente do banco ou corretora. Eu não sabia quem era o cliente final”, afirmou à Folha.

O tempo das operações, feitas em 1998, e volume de dólares que transitou em duas de suas contas talvez expliquem por que ele não se lembra dos clientes: foram cerca de US$ 620 milhões (R$ 1,15 bilhão em valores atuais) em pouco mais de uma década (dos anos 90 a 2003). “Não é um volume grande para esses anos todos. Tem doleiro que movimentou trinta vezes mais do que eu”, relata.

O ex-doleiro foi apanhado em duas das mais ruidosas investigações em curso no país: a Operação Satiagraha, que apura eventuais crimes do banqueiro Daniel Dantas, e a que trata dos supostos pagamentos de propina da Alstom para políticos tucanos paulistas.

Uma das contas que Malhão e Souza usava como doleiro aparece remetendo recursos para fundos no exterior do Opportunity e internando dinheiro que foi usado pela Alstom para pagar comissões ilegais, segundo o Ministério Público da Suíça.

Ele não nega que tenha feito essas operações, mas frisa que evitava trabalhar para políticos. O ex-doleiro tinha uma ética particular: “Sempre tive o cuidado de não fazer operações com políticos e funcionários públicos porque eu sabia que era sacanagem. Se eu soubesse que era de político ou funcionário público, eu não fazia. Funcionário público não tem esse volume de dinheiro. Só pode ser roubo ou maracutaia.”

Malhão e Souza diz, por exemplo, que soube das operações com precatórios da prefeitura de São Paulo nos anos 90 e nunca quis fazer remessas para os envolvidos.

Continua…

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Realpolitik tupiniquim

Publicado por Pax em 09/08/2009

O presidente Lula e o PT colaram definitivamente em suas biografias as fotos de Sarney, Renan e Collor. A defesa da permanência do presidente do Senado foi necessária ao governo às vésperas da inauguração oficial da campanha eleitoral de 2010.

Desde o episódio do Mensalão havia um processo de digestão da realpolitik do atual governo que agora apresenta uma nova crise hepática, como se jogasse outra dose de pinga ruim no combalido organismo nacional de ressaca.

A oposição vai usar e abusar das imagens indigestas dessas últimas semanas querendo demonstrar que o governo atual é mais corrupto que os anteriores, desejando que a memória nacional esqueça suas práticas semelhantes quando está no poder. Na mesma semana os casos de corrupção do PSDB em SP e no RS reaparecem para nos assegurar que PT e PSDB, e todo o resto, são farinha do mesmo saco, como o próprio Sarney afirmou no melhor argumento do seu discurso de defesa.

Nos quatro cantos do planeta há realpolitik. O que diferencia as democracias mais consolidadas das democracias de fachada é a capacidade da sociedade punir criminosos, a permissão da imprensa atuar livremente e a real liberdade de opções políticas, entre outras prerrogativas.

A senadora Marina Silva já está em processo de adoção pelo status quo. Mal sua eventual candidatura apareceu, junto com as análises que pode levar o pleito presidencial de 2010 para um segundo turno, e as forças políticas atuais, o PT e o PSDB, a perseguem para que se junte ao modelito nacional da real política tupiniquim.

Sarney sai isento das acusações que lhe imputaram, Collor sai abraçado pelo presidente Lula, Renan como verdadeiro líder do governo no Senado Federal, o jornal O Estado de São Paulo continua sob censura e o PMDB ameaça qualquer um que ouse desafiar seu poder.

O Brasil que cuide do seu fígado, pois é melhor tomar mais uma antes que comecem oficialmente as eleições de 2010.

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O PSDB da Alstom

Publicado por Pax em 08/08/2009

Justiça bloqueia conta atribuída a irmão do presidente do Metrô de SP

da Folha Online

A Justiça de SP determinou o bloqueio de uma conta na Suíça atribuída a Jorge Fagali Neto, irmão do presidente do Metrô, José Jorge Fagali, por indícios de que ela teria recebido recursos ilegais da empresa Alstom, informa matéria publicada na Folha deste sábado (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL). A Alstom é investigada no Brasil e na Suíça por suspeita de pagamento de propina para fechar negócios com políticos do PSDB.

A mesma decisão bloqueia uma conta também na Suíça atribuída a Robson Marinho, conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo.

A conta que seria de Fagali Neto recebeu depósitos em dólares e euros correspondentes a aproximadamente R$ 20 milhões até setembro de 2003. De acordo com os promotores suíços, o saldo atual desta conta corresponde a R$ 13,7 milhões.

Fagali Neto foi diretor financeiro do Metrô de São Paulo em 1993 e secretário de Transportes em 1994, durante o governo de Fleury Filho. Foi na gestão do ministro Paulo Renato na pasta de Educação, entre 2000 e 2003, que Fagali Neto esteve pela última vez em um cargo público.

Em outubro de 2003, um mês depois de a conta atribuída a Fagali Neto ter recebido recursos da Alstom, Geraldo Alckmin, que governava o Estado na época, assinou contrato para a construção da linha 4-Amarela, um negócio de R$ 1,8 bilhão. A Alstom é uma das empresas que compõem o consórcio responsável pela linha.

continua…

Membro do TCE tem contas bloqueadas

Promotores suspeitam que mais de US$ 1 milhão em banco suíço seria procedente do pagamento de propinas

Fausto Macedo – Estadão

13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo decretou o sequestro de valores do conselheiro Robson Marinho, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), depositados na Suíça. A decisão é da juíza Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi, que acolheu ação cautelar de bloqueio movida pela Promotoria de Patrimônio Público e Social, braço do Ministério Público Estadual que investiga Marinho em inquérito civil por suposta improbidade administrativa.

Os promotores calculam que o conselheiro mantém quantia superior a US$ 1 milhão em banco suíço. Eles suspeitam que esse dinheiro seja procedente do pagamento de propinas do caso Alstom – empresa francesa que teria corrompido autoridades nos anos 90 por contratos de expansão do Metrô paulista.

O embargo foi ordenado na semana passada pela Suíça. A juíza Maria Gabriella pede, em ofício àquele país, a manutenção do sequestro de bens. A promotoria não pediu sequestro de recursos do conselheiro no Brasil. O inquérito é formado por documentos enviados pelo Ministério Público suíço e outras provas reunidas pelos promotores brasileiros.

A medida judicial, de caráter liminar, é extensiva a outras 18 pessoas físicas e jurídicas. Entre os citados está o ex-secretário de Transportes no governo Fleury Filho (1991-1994), Jorge Fagalli Neto – que o Estado não conseguiu localizar ontem.

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MPF denuncia consórcio por possíveis irregularidades em obras do metrô de Salvador

Publicado por Pax em 05/06/2009

Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

São Paulo – O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo denunciou à Justiça quatro executivos – dois da construtora Camargo Corrêa e dois da Andrade Gutierrez – por supostas formação de cartel e de quadrilha e fraudes no processo de licitação das obras do metrô de Salvador. A denúncia é baseada em investigações da Operação Castelo de Areia, deflagrada em março deste ano pela Polícia Federal (PF) para investigar supostos crimes financeiros cometidos pelo Grupo Camargo Corrêa, entre eles, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e fraude em licitações.

Segundo a denúncia, as construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez se uniram à Siemens para criar o consórcio Metrosal. Em 1999, o Metrosal participou da licitação para as obras do metrô de Salvador, vencida pelo consórcio Cigla, formado pela italiana Impregilo e pela construtora Soares da Costa. Conforme o Ministério Público, a Metrosal foi declarada vencedora da licitação após a “suposta” desistência da Cigla.

Para o Ministério Público, a exclusão da Cigla se deu de forma ilegal, já que o consórcio recebeu uma compensação financeira de cerca de R$ 11 milhões, paga pelo Metrosal, para deixar a disputa. De acordo com a denúncia, o plano teria sido elaborado pelos diretores Pietro Francesco Giavina Bianchi e Saulo Thadeu Vasconcelos, da Construções e Comércio Camargo Correa, e por Marcio Magalhães Pinto e Casildo Quintino, então diretores da Andrade Gutierrez. Se a Justiça aceitar a denúncia do MPF, os quatro diretores poderão responder a processo por formação de quadrilha, fraudes em licitação e crime contra a ordem econômica (formação de cartel).

Fruto de um financiamento de US$ 118 milhões obtido pelo governo federal no Banco Mundial em 1999, as obras compreendem oito estações entre o trecho Lapa-Pirajá, com cerca de 11,9 quilômetros de extensão. Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), entre os anos de 2000 e 2007, o trecho Lapa-Pirajá recebeu cerca de R$ 465 milhões do governo federal. As obras deverão estar concluídas até dezembro de 2010.

Documentos apreendidos pela PF durante a Operação Castelo de Areia também teriam mostrado que a Camargo Corrêa e a Andrade Gutierrez se uniram a outras concorrentes no processo de licitação para firmar outro acordo, também ilegal: independentemente de qual delas saísse vencedora, as demais participariam da execução da obra e de sua remuneração. Entre essas empresas estariam a Odebrechet, a OAS, a Queiroz Galvão, a Constram e a Alstom. Responsável pelas obras do metrô de São Paulo, a Alstom está sendo investigada pelo Ministério Público Estadual por possíveis irregularidades em licitações com o metrô.

“Ora, se a Camargo Corrêa já participava da licitação em consórcio com a Andrade Gutierrez e a Siemens, obviamente, não poderia participar, novamente, consorciada com as empresas perdedoras”, afirma a procuradora da República Karen Louise Jeanette Kahn, autora da denúncia.

Em resposta, o consórcio Metrosal divulgou nota dizendo que ainda não tinha sido notificado sobre os documentos da denúncia. “O consórcio reafirma que participou e venceu a concorrência pública respeitando integralmente as regras do edital de licitação”, diz a nota.

No ano passado, uma auditoria do Tribunal de Contas identificou indícios de “irregularidades graves” nas obras do metrô de Salvador. De acordo com o relatório de 2008, estariam ocorrendo atrasos na entrega da obra, pagamentos de serviços já realizados e até superfaturamento, já que a extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) não foi excluída em valores pagos a empresas contratadas.

“Esse atraso nas obras não somente traz prejuízo à população, como causa vultosos danos ao erário”, apontou o relatório do TCU, ressaltando que a demora fez aumentarem as despesas com contratos de consultoria para gerenciamento, supervisão e fiscalização da obra e obrigou ao pagamento de uma renovação de apólice de seguros. “A vigência do ajuste iniciou-se em 10 de dezembro de 1999 e a previsão inicial para o final das obras era 10 de abril de 2003, uma vez que o prazo acordado foi de 40 meses. Porém, decorridos cerca de 108 meses, foram executados apenas cerca de 62,7% do contrato (em termos financeiros)”, dizia o relatório do TCU, após fiscalização do metrô feita em junho do ano passado.

Também houve indícios de superfaturamento em um contrato relativo ao custo da Estação Brotas “da ordem de 26,21%”. Segundo o TCU, o superfaturamento nesse contrato seria de cerca de R$ 13 milhões.

A Agência Brasil tentou contato com a empresa Soares da Costa, do consórcio Cigla, mas, até o momento, não obteve retorno.

Em nota, a Companhia de Transportes de Salvador (CTS), gestora das obras do metrô, afirma que a licitação não ocorreu na gestão do atual prefeito, mas diz que está à disposição para cumprir as decisões da Justiça e do Tribunal de Contas. “A CTS tem atendido a todas as determinações do TCU, a exemplo da recente retenção do pagamento das parcelas finais dos recursos destinados ao Consórcio Metrosal.”

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