políticAética

Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

  • Sobre o blog

    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
  • Categorias

  • Arquivos

  • Páginas

  • Meta

Arquivo da categoria ‘Amaury de Jesus Machado’

Sarney: cachaça e ressaca

Publicado por Pax em 01/07/2009

José Sarney vive a ressaca do poder. DEM, PSDB e PDT pedem seu afastamento e o PT decide hoje sua posição, que poderá não ser mais unânime. A questão que fica: algo mudará?

Três partidos pedem afastamento de Sarney, mas presidente diz que saída não está em análise

Agência Senado

[Foto: presidente do Senado, José Sarney]

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), informou nesta terça-feira (30), por meio de sua assessoria de imprensa, que a possibilidade de afastar-se da presidência da Casa “sequer está em análise”. Sarney disse ainda que, diferente do que foi publicado pela imprensa, não está recebendo qualquer pressão familiar para deixar a Presidência do Senado e que, de qualquer forma, a decisão seria dele e não da família ou de outras pessoas.

A declaração de Sarney foi divulgada no fim da tarde, depois que as bancadas de três partidos – DEM, PSDB e PDT – pediram o seu afastamento do cargo enquanto estiverem sendo realizadas investigações sobre supostas irregularidades administrativas na Casa. Já o PMDB e o PTB confirmaram o apoio a Sarney.

O PT, por sua vez, decidiu, após reunir a bancada ao final do dia, que anunciará sua posição apenas nesta quarta-feira (1º de julho), após encontro com Sarney.

No fim da manhã, o PSOL já havia protocolado no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar representação contra Sarney e o ex-presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).

No Plenário após reunião da bancada, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), anunciou que o partido defende o licenciamento do presidente durante as investigações das irregularidades administrativas.

- Não peço a renúncia, mas sim que Sarney se afaste pelo tempo necessário às investigações – disse Arthur Virgílio.

Por entender que está difícil enfrentar as bases partidárias com as acusações de irregularidades que pesam sobre a instituição, o Democratas decidiu por consenso, em reunião da bancada pela manhã, pedir a Sarney que se afaste da Presidência para assegurar completa isenção nas investigações que estão sendo conduzidas por comissões de sindicância, Ministério Público, Tribunal de Contas da União e Polícia Federal.

O líder do PDT, senador Osmar Dias (PR), também anunciou em Plenário que a bancada de seu partido decidiu recomendar que Sarney se licencie do cargo. Ele afirmou que não se trata de um prejulgamento de Sarney.

- O que estamos fazendo é pedir que, ao se licenciar, ele permita uma investigação livre de qualquer influência e um julgamento isento – disse.

Já o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) leu em Plenário nota na qual o PMDB reitera o apoio ao presidente José Sarney. Ao comentar o pedido, feito por DEM, PDT e PSDB, de que Sarney se licencie do cargo durante as investigações, Raupp afirmou que o afastamento seria um “prejulgamento”.

- Por que não se inverte isso? Em vez do afastamento, que se dê 60 dias para que Sarney prove sua inocência – argumentou Raupp.

A nota do PTB em favor da permanência de Sarney e dos demais integrantes da Mesa foi lida no Plenário à noite pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR). De acordo com a nota, sob a presidência de Sarney, a Mesa vem realizando esforços para tornar mais transparente a estrutura do Senado.

Silvia Gomide / Agência Senado

Sarney: afastamento não está em análise

Permanência de Sarney é inviável, diz Arthur Virgílio em nome do PSDB

Raupp lê nota em que PMDB confirma apoio a Sarney

DEM pede o licenciamento de Sarney

PDT recomenda que Sarney se licencie da Presidência do Senado

Mozarildo diz que PTB continua apoiando Sarney

PSOL protocola representação contra Sarney e Renan

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

PT deve anunciar nesta quarta-feira decisão sobre Sarney, diz Mercadante

[Foto: líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP)]

O líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), anunciou que os integrantes do partido pretendem se reunir na manhã desta quarta-feira (1º) com José Sarney, para só então decidir qual a posição da legenda quanto à situação do presidente da Casa. Ele fez o anúncio na noite desta terça-feira (30), após reunião com os outros senadores do partido – apenas Delcídio Amaral (MS) não participou do encontro.

- O PT anuncia amanhã [quarta-feira] sua posição – disse Mercadante.

DEM, PDT e PSDB pediram que Sarney se licencie enquanto se realizam as investigações sobre irregularidades no Senado. Já PMDB e PTB confirmaram seu apoio ao presidente da Casa.

Mercadante também informou que o PT vai sugerir a criação de uma comissão com o objetivo de “promover uma profunda reforma no Senado, o que incluiria uma ‘lei de responsabilidade fiscal’ para a Casa e o fechamento de algumas de suas estruturas”. Essa comissão, acrescentou o senador, seria formada por senadores, “que representariam os blocos partidários”, e funcionários da Casa, “principalmente consultores”.

Enviado em Agaciel Maia, Amaury de Jesus Machado, Bello Parga, Congresso Nacional, CPI da Petrobras, Delcídio Amaral, DNIT, Elga Mara Teixeira Lopes, Epitácio Cafeteira, Fausto Rabelo Cosendey, Fernando Nelmásio Silva Belfort, Isabella Murad, Ivan Celso Sarney, João Fernando Sarney, Jorge Murad, José Adriano Cordeiro Sarney, Maria do Carmo Macieira, Nathalie Rondeau, Pandorama, Petrobras, Renan Calheiros, Rosângela Terezinha Michels Gonçalves, Roseana Sarney, Sarcris, Senado, Shirley Duarte de Araújo, Silas Rondeau, Valéria Freire dos Santos, Vera Portela Macieira Borges, Virgínia Murad de Araújo | 2 Comentários »

Sarney: Retrato em Branco e Preto

Publicado por Pax em 30/06/2009

A base aliada resolveu instalar duas CPIs em troca de um pouco de sossego para José Sarney envolvido em escândalos por todos os lados: Petrobras e Dnit. A música de Chico Buarque na voz de Elis Regina parece dizer tudo a respeito.

Duas CPIs para amenizar crise do Senado e preservar Sarney

Correio Braziliense

Duas comissões parlamentares de inquérito e, em troca, um pouco de sossego ao presidente do Senado, José Sarney. Interessados em tirar de foco as denúncias sobre atos secretos e a série de reportagens que deixou Sarney na defensiva, os líderes aliados ao governo decidiram instalar a CPI da Petrobras e, ao mesmo tempo, indicar, ainda nesta semana, os integrantes da CPI que investigará suspeitas de irregularidades em obras tocadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit).

Continua…


Enviado em Agaciel Maia, Amaury de Jesus Machado, Bello Parga, Congresso Nacional, CPI da Petrobras, Delcídio Amaral, DNIT, Elga Mara Teixeira Lopes, Epitácio Cafeteira, Fausto Rabelo Cosendey, Fernando Nelmásio Silva Belfort, Isabella Murad, Ivan Celso Sarney, João Fernando Sarney, Jorge Murad, José Adriano Cordeiro Sarney, Maria do Carmo Macieira, Nathalie Rondeau, Pandorama, Petrobras, Renan Calheiros, Rosângela Terezinha Michels Gonçalves, Roseana Sarney, Sarcris, Senado, Shirley Duarte de Araújo, Silas Rondeau, Valéria Freire dos Santos, Vera Portela Macieira Borges, Virgínia Murad de Araújo | 3 Comentários »

Virgílio lista 18 denúncias e vai ao Conselho de Ética contra Sarney

Publicado por Pax em 29/06/2009

Saiba quais são as 18 denúncias que Arthur Virgílio faz contra José Sarney pedindo que o Conselho de Ética abra investigação.

Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Com uma lista de 18 denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), justificou o pedido que fez hoje (29) ao Conselho de Ética para que abra uma investigação contra Sarney. A denúncia foi feita de forma individual, sem a deliberação do partido.

No documento, o tucano diz que o fato do neto de Sarney, José Adriano Cordeiro Sarney, ter autorização para trabalhar com crédito consignado no Senado torna “imprescindível” a investigação do Conselho de Ética pela prática de facilitação na operação dos empréstimos com desconto em folha.

A situação, acrescentou Virgílio, caracteriza a “privilegiada situação de seu neto [de Sarney] nas autorizações junto ao Senado Federal”.

Virgílio subiu hoje na tribuna e disse que Sarney “não tem nenhuma condição” de permanecer do cargo. Ele cobrou uma investigação de todos os senadores que estiveram na presidência e na primeira-secretaria nos 14 anos que o Agaciel Maia foi diretor-geral da Casa.

Arthur Virgílio pediu que o Conselho de Ética escolha um relator para colher o depoimento de Sarney, num prazo de cinco dias úteis, a partir da intimação do parlamentar. As denúncias apresentadas por Virgílio para que o Conselho de Ética investigue o presidente do Senado são:

1) Maria do Carmo Macieira, sobrinha de Sarney, nomeada por ato secreto no gabinete da senadora Roseana Sarney, filha do presidente do Senado;

2) Vera Portela Macieira Borges, sobrinha de Sarney, nomeada por ato secreto no gabinete do senador Delcídio Amaral, em Campo Grande;

3) João Fernando Sarney, neto de Sarney, nomeado e exonerado por ato secreto no gabinete do senador Epitácio Cafeteira;

4) Rosângela Terezinha Michels Gonçalves, mãe de João Fernando Sarney, neto de Sarney, nomeada logo após a exoneração do seu filho;

5) Nathalie Rondeau, filha do ex-ministro Silas Rondeau e afilhado político do Sarney, nomeada para trabalhar no Conselho Editorial do Senado. Sarney preside o Conselho;

6) Amaury de Jesus Machado, funcionário da senadora Roseana Sarney na casa dela em Brasília, é lotado no gabinete da senadora;

7) José Sarney emprestou seu imóvel funcional ao ex- senador e seu aliado Bello Parga;

8) Elga Mara Teixeira Lopes, especialista em campanha eleitoral, nomeada e exonerada através de ato secreto entre o 1º e o 2º turnos da campanha de Roseana Sarney para o governo do Maranhão, em 2006. A exoneração foi cancelada posteriormente por meio de ato secreto;

9) Valéria Freire dos Santos, viúva de um ex-motorista do Sarney, mora há quatro anos num imóvel localizado no térreo de um dos prédios exclusivos para os senadores. Ocupa cargo comissionado no Senado Federal;

10) Fausto Rabelo Cosendey, gerente administrativo da empresa do neto de Sarney (SARCRIS, no Maranhão), José Adriano Sarney, é lotado no gabinete do deputado Sarney Filho;

11) Isabella Murad, sobrinha de Jorge Murad (marido de Roseana), nomeada por ato secreto para o gabinete de Epitácio Cafeteira. Ela mora na Espanha;

12) Virgínia Murad de Araújo, prima de Jorge Murad (marido de Roseana), nomeada no gabinete da liderança do governo no Congresso pela senadora Roseana Sarney;

13) Ivan Celso, irmão de Sarney, teve cargo de confiança no Senado;

14) Fernando Nelmásio Silva Belfort, diretor executivo do museu e também mausoléu de Sarney, foi lotado na Liderança do Congresso Nacional;

15) Shirley Duarte de Araújo, cunhada de Sarney, lotada durante seis anos no gabinete da senadora Roseana Sarney;

16) José Sarney encabeça os atos que criaram pelo menos 70% dos cargos de direção da Casa;

17) José Sarney recebia auxílio-moradia no valor de R$ 3,8 mil mesmo tendo casa em Brasília;

18) José Sarney ordenou que quatro servidores da área de segurança do Senado Federal fossem deslocados para reforçarem a segurança de sua casa no Maranhão.

Enviado em Agaciel Maia, Amaury de Jesus Machado, Bello Parga, Congresso Nacional, Delcídio Amaral, Elga Mara Teixeira Lopes, Epitácio Cafeteira, Fausto Rabelo Cosendey, Fernando Nelmásio Silva Belfort, Isabella Murad, Ivan Celso Sarney, João Fernando Sarney, Jorge Murad, José Adriano Cordeiro Sarney, Maria do Carmo Macieira, Nathalie Rondeau, Pandorama, Rosângela Terezinha Michels Gonçalves, Roseana Sarney, Sarcris, Senado, Shirley Duarte de Araújo, Silas Rondeau, Valéria Freire dos Santos, Vera Portela Macieira Borges, Virgínia Murad de Araújo | 1 Comentário »

Mordomo de Roseana Sarney é pago pelo Senado

Publicado por tgao em 22/06/2009

Agencia Estado via Estadão

BRASÍLIA - O Congresso abriga mais um exemplo do uso de dinheiro público para bancar despesas privadas da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O mordomo da casa de sua filha, Roseana Sarney, ex-senadora e atual governadora do Maranhão, é um servidor pago pelo Senado. Amaury de Jesus Machado, de 51 anos, conhecido como “Secreta”, é funcionário efetivo da instituição. Ganha, com gratificações, em torno de R$ 12 mil. Deveria trabalhar no Congresso, mas de 2003 para cá dá expediente a sete quilômetros dali, na residência que Roseana mantém no Lago Sul de Brasília.

“Secreta” é uma espécie de faz-tudo, quase um agregado da família. Cuida dos serviços de copa e cozinha, distribui ordens aos funcionários e organiza as recepções que Roseana promove quando está na cidade. Na manhã de ontem, a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo procurou o servidor na casa da governadora. O empregado que atendeu informou que ele estava há dez dias em São Paulo, acompanhando Roseana. Ela ficou até ontem na capital paulista, onde passou por cirurgia para retirada de aneurisma.

A reportagem falou por telefone com outros funcionários da casa e com amigos da família, que confirmaram a lotação privada do servidor. Ontem, por telefone, a governadora descreveu as funções de Machado assim: “Ele é meu afilhado. Fui eu que o trouxe do Maranhão. Ele vai à casa quando preciso, uma duas ou três vezes por semana. É motorista noturno e é do Senado. E lá até ganha bem.”

Roseana renunciou ao cargo de senadora em abril, para assumir o governo do Maranhão no lugar de Jackson Lago (PDT), cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ainda que estivesse no exercício do mandato, não poderia ter um servidor como empregado doméstico. José Sarney enfrenta há duas semanas denúncias de contratação de parentes, muitos incluídos na folha de pagamento do Senado por meio de “atos secretos” que permitiam fazer nomeações sem que elas fossem publicadas nos boletins oficiais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Enviado em Amaury de Jesus Machado, Congresso Nacional, Roseana Sarney, Senado | Deixar um comentário »

Atos favoreceram mais senadores

Publicado por tgao em 22/06/2009

Rosa Costa, BRASÍLIA - Estadão

Relatório vai revelar que parlamentares que atacam medidas secretas também as usaram em benefício próprio

A investigação interna sobre os mais de 600 atos secretos do Senado vai mostrar que eles também favoreceram senadores que hoje condenam esse tipo de expediente, informaram fontes com acesso às apurações.

Os parlamentares foram beneficiados por autorizações sigilosas para ampliar a cota de papel empregada no material impresso na gráfica do Senado, pela permissão e ajuda financeira para participar de palestras em viagens não oficiais e, ainda, pela nomeação de servidores.

As duas primeiras medidas são permitidas pelo regimento da Casa e não configuram irregularidades, como é o caso da nomeação de parentes e outros servidores fantasmas. A suspeita é que que foram mantidos em sigilo para não expor os favorecidos e, ainda, para evitar que o exemplo fosse seguidos pelos demais parlamentares.

O relatório da comissão, criada pelo primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI), no último dia 28 para investigar os atos secretos, não cita nomes de senadores favorecidos pelas medidas sigilosas. O documento faz um resumo dos procedimentos decorrentes desses atos e das providências que devem ser adotadas para sanar as irregularidades. Mas os atos secretos estão gravados num CD-Rom entregue ao presidente ao Senado na sexta-feira. A assessoria de Sarney informou que esses dados serão divulgados.

O relatório será entregue amanhã aos membros da Mesa Diretora. A reunião foi convocada pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para decidir que encaminhamento será dados aos atos secretos e para definir quais medidas moralizadoras serão adotadas.

Se aceitarem a sugestão da comissão, os senadores vão endossar a tese de que a validade de cada uma das medidas será decidida posteriormente, numa segunda fase de trabalho – o que pode adiar uma solução.

O líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), vai orientar os dois integrantes de seu partido na Mesa – senadores Merconi Perillo (GO) e Cícero Lucena (PB) – para que cobrem a investigação de todas as irregularidades identificadas até agora na administração do Senado.

Entre elas a de que o servidor Amaury de Jesus Machado, conhecido como “Secreta”, trabalha como mordomo na casa da ex-senadora e governadora do Maranhão, Roseana Sarney, como o Estado divulgou no último sábado. “As cobranças são tantas com relação ao que ocorre no Senado que não podemos perder a chance de pedir providências”, alega Virgílio.

A existência de atos secretos na Casa foi divulgada pelo Estado no último dia 10. Desde então, veio à tona a contratação de parentes de Sarney, que afirmou em discurso que a crise não é dele, mas do Senado.

Na semana passada, o presidente do Senado determinou a abertura de uma comissão de sindicância para apurar as denúncias e a criação de um portal de transparência.

Os integrantes da Mesa também devem decidir pela troca do diretor-geral da Casa, Alexandre Gazineo . Ex-diretor adjunto desde 1995, Gazineo substituiu Agaciel Maia, em março último, mas sua situação ficou difícil depois de constatado que ele assinou a maior parte dos atos secretos. O servidor afirma que não participava nem da elaboração nem do encaminhamento dessas medidas sigilosas, que terminavam sendo engavetadas por Agaciel e pelo ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi. Os dois serão investigados na sindicância aberta por Sarney. Mas sua defesa não amenizou as pressões contra sua permanência no comando da máquina.

Enviado em Agaciel Maia, Amaury de Jesus Machado, Atos Secretos, Congresso Nacional, João Carlos Zoghbi, José Alexandre Gazzineo, Senado | Deixar um comentário »

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.