Publicado por Pax em 15/04/2009
O deputado José Paulo Tóffano (PV-SP) também usa verba da Câmara para pagar uma doméstica. Alice Maria da Silva atua no apartamento funcional do congressista em Brasília.
Segundo o deputado, a principal função de Alice é servir o seu café da manhã e ajudar em recepções na casa dele. Tóffano diz, porém, que ela realiza trabalhos esporádicos em seu gabinete –para onde a reportagem ligou duas vezes e foi informada de que nenhuma Alice trabalhava lá.
A Folha já revelou que Arnaldo Jardim (PPS-SP) também pagava sua empregada doméstica com dinheiro da Câmara.
Além dele, Osório Adriano (DEM-DF) mantinha como sua funcionária a doméstica do deputado licenciado e atual secretário de Transportes do DF, Alberto Fraga (DEM). Osório, suplente de Fraga, exonerou a funcionária. A Câmara, porém, nada fez para mudar a prática.
Continua no site da Folha Online
Nota minha: Ou Sarney e Temer tomam medidas para sanear estes problemas ou a pauta negativa não mudará. É necessário que mude. O Brasil precisa do Congresso funcionando e respeitado. Vi uma notícia que Sarney recebe a comissão especial criada para reformar o Regimento Interno do Senado. Vamos aguardar mais informações sobre essas propostas. Há para a Câmara? Não sei.
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Publicado por Pax em 10/04/2009
da Folha de S.Paulo, em Brasília
A cúpula da Câmara promete criar normas mais claras para proibir que a Casa empregue funcionários que exerçam trabalhos pessoais dos congressistas. Apesar disso, o deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) não vai receber nenhum tipo de punição por pagar o salário de sua empregada doméstica, Maria Helena de Jesus, com verba do gabinete.
A justificativa é que o ato da Mesa da Câmara que trata da contratação dos funcionários é amplo, falando apenas que eles devem exercer “funções relacionadas ao exercício do mandato parlamentar”. Jardim poderia argumentar, por exemplo, que não precisaria da doméstica se não morasse em Brasília para exercer o mandato.
O caso do deputado foi revelado ontem pela Folha. Maria Helena trabalhou no jantar em que Jardim lançou, em seu apartamento, uma frente parlamentar contra a corrupção. Ele alega que ela trabalhava também em seu gabinete, fazendo serviços como servir café. Ela ganhava R$ 1.608,10 como secretária parlamentar.
Continua no link acima.
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