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Temer: devolta os 4,7 milhões do ParlamenTurismo

Posted by Pax em 16/11/2009

Michel Temer deveria fazer jus à sua vontade de ser vice-presidente do Brasil na chapa PT-PMDB, agindo para que os 265 deputados que chafurdaram com passagens aéreas para parentes, apaniguados, amantes e toda sorte de gente viajassem às custas dos cofres públicos nos berços do ParlamenTurismo.

Algo me diz que Temer, um mestre em agradar gregos e troianos e, principalmente, deputados do baixo clero, vai sentar em cima do assunto, assim como do projeto de lei Ficha Limpa.

Do Correio Braziliense
Cerco judicial à farra das passagens

Ministro do TCU utilizou uma passagem reservada ao deputado João Otávio Germano

Assessoria de Augusto Nardes diz que ele já prestou esclarecimentos sobre o caso

Ação popular é a última chance de punição a parlamentares envolvidos no uso indiscriminado de bilhetes aéreos na Câmara. Recurso cobra o ressarcimento aos cofres públicos

Descrente com a possibilidade de uma resposta das autoridades, o advogado sul-mato-grossense Fernando Gonçalves, de 47 anos, decidiu levar a farra das passagens aéreas dos deputados para a Justiça. Logo após o escândalo vir à tona, em abril deste ano, Gonçalves entrou com uma ação popular em que cobra de 265 deputados e ex-deputados a fatura por terem repassado, em 2007 e 2008, bilhetes de viagens a terceiros.

A conta pela transferência das passagens, segundo o advogado, ficou em R$ 4,7 milhões, incluindo as taxas de embarque. Esse foi o valor estipulado pelo site Congresso em Foco, autor das primeiras reportagens sobre o caso.

Para o advogado, os parlamentares atentaram contra a “moralidade pública” ao utilizarem as cotas aéreas para fazer turismo ou beneficiar terceiros. Ele questiona a alegação de que não haveria ilegalidade nesse uso, uma vez que não existia à época, conforme argumentam os parlamentares, norma que proibisse as autoridades de agir dessa forma. “É para uso dos parlamentares desempenharem seu trabalho”, afirmou Fernando Gonçalves.

“Não é possível que mais esse mau uso do dinheiro público fique impune.”

Continua…

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