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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Sirkis coordenará campanha

Posted by Pax em 22/01/2010

Alfredo Sirkis será o coordenador nacional da pré campanha de Marina Silva pelo PV. Em seu site expõe o processo que o levou à essa posição e seis dos doze nomes que formarão sua equipe no chamado Comitê Verde da Pré Campanha.

No mesmo dia a notícia que o PSOL desiste da aliança e lança três pré-candidatos próprios: Martiniano Cavalcanti, Babá e Plínio de Arruda Sampaio.

O convite para assumir a coordenação da pré-campanha foi feito por Marina em Copenhagen, durante a COP 15.

Foto: site do Alfredo Sirkis

Fontes: site do Alfredo Sirkis e blog do Fernando Rodrigues – do Uol.

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31 Respostas to “Sirkis coordenará campanha”

  1. Elias said

    Cidadão de respeito, esse Sirkis.

  2. Pax said

    Também acho, Elias.

  3. fk said

    Só falta agora um partido de respeito.

  4. Elias said

    Também acho, FK.

  5. Pax said

    Então, isto posto, acredito que vocês entendem porque acompanho amiúde essa promessa de um novo PV…

    Cá, confesso, com uma enorme desconfiança, após a confirmação da aliança no Rio. O caminho apontado por lá não indica um novo PV e até contraria o que o Sirkis afirma em seu post, ou seja, que não serão uma “linha auxiliar” do PSDB.

    No fundo no fundo, o mais lógico é o irreal:

    PT com o PSDB
    PV com PSOL
    PMDB com PMDB (o que seria o mesmo que dizer que esquizofrenia tem cura)
    DEM com DEM (que, efetivamente, definiria uma direita para os que tanto desejam)

    O que não acontecerá.

    Vamos aguardar os próximos capítulos.

  6. Elias said

    Pois, Pax,

    Do ponto de vista político e ideológico, o PV está mesmo bem mais próximo do PT e do PSDB, ou seja, do centro-esquerda.

    Claro que Sirkis deseja que o PV avance no sentido de fixar uma fisionomia própria. Isso seria bom pro PV e pro país.

    Acontece que esse propósito se choca com os projetos de pessoas e grupos locais. É o caso do Gabeira, no RJ, que também quer o Sirkis ao seu lado porque é bom pra sua imagem.

    Sirkis topou, o que significa, inevitavelmente, adiar a caminhada do PV na direção da fisionomia própria. Por quanto tempo, só o tempo dirá…

    Acresce, ainda, que a disputa política de 2010 se encaminha para o caráter plebiscitário: é PT ou PSDB.

    Num contexto assim, a tendência do resto é fazer o papel de “linha auxiliar”, que Sirkis tanto abomina.

    E aí está a equação:

    aliança com o PSDB nos Estados + eleição plebiscitária = linha auxiliar.

    Queira o Sirkis ou não.

  7. Pax said

    Digamos que conheço alguém que fará parte da pré-campanha… e que sei que esse alguém já votou tanto no PT quanto no PSDB. E que talvez não seja um só que esteja falando.

    Ou seja, tenho que concordar contigo, Elias, o PV está mais para esse meio de campo.

    Mas…

    Acontece que o PT não apoiou Marina, ou Marina não se sentiu apoiada como queria pelo PT, principalmente pelos assessores mais diretos de Lula, segundo o que consta (leia aqui o Dirceu e a própria Dilma). Acabou saindo. Cá, entre nós, achei que foi uma perda para o PT. Mas, enfim, leite derramado. Até hoje não atira pedras no PT, o que acho que faz muito bem, não só pela sua característica pessoal como por toda a história que teve no partido.

    Para o PSDB seria uma boa. Não a ponto de chegar a vice porque aí acredito que o PSDB está mais como o PT, querendo espaço na TV e base eleitoral mais forte, mais palanques onde subir. Esse jogo você conhece bem melhor que eu.

    E Marina, cá entre nós, não parece muito a cara do DEM, o principal aliado do PSDB, para desgraça deste segundo. Assim como o PMDB para o PT.

    Isto posto, justifica o que disse, ainda seguindo um raciocínio que a gente vem debatendo aqui, o melhor para Marina seria realmente expurgar a parte podre do PV e tentar alguma aliança que lhe desse maior volume de jogo aos 15 do primeiro tempo.

    Não sendo PT nem PSDB, o mais natural seria o PSOL, que é de esquerda, não tanto quanto o PSTU e outros, somado com a simpatia que Heloísa Helena tem por ela etc.

    Mas, enfim, não deu.

    Foi por isso que coloquei o raciocínio acima do PV com o PSOL. Nada de novo, assunto que já havíamos tratado por aqui.

  8. Elias said

    É, Pax.

    Marina também não pode atacar o PT, porque, no Acre, o PV apoiará o candidato petista.

    Meu questionamento é com a tal “linha auxiliar”, que tanto desagrada o Sirkis.

  9. Uma idéia das iniciativas deste novo PV é o debate aberto sobre o programa de governo que está sendo travado no site da Fundação Herbert Daniel, na forma de rede social e aberto a quem quiser participar. Estou dando minha contribuição no debate sobre política externa e, apesar de minhas propostas à Kissinger, tendo sido ouvido e aceito. Valeria dar uma olhada.

  10. Pax said

    É onde estou mais “de olho”, Elias.

    Boa dica, Paulo.

  11. Jorge said

    desculpem, mas o PV desmoraliza a agenda verde. Em São Paulo, próceres do PV, Eduardo Jorge e Soninha, um trabalhando para o Kassab e a outra para o Serra, ficam calados diante do Rodoanel que cruza mananciais, diante destruição de canteiros e árvores para construção de pistas para carros e por aí vai. Lembram como o Eduardo Jorge era o primeiro a criticar qualquer coisa que o PT fizesse de errado? No Rio de Janeiro, o partido é instrumento do oportunismo político do Gabeira, que entra e sai dele de acordo com suas conveniências eleitorais. Marina Silva cometeu um grave erro ao sair do PT. Enfraqueceu os verdes dentro do partido e foi parar nesse PV que ninguém sabe o que é, além de linha auxiliar da candidatura Serra.

  12. Jorge said

    me enganei, a Soninha trabalha para o Kassab, subprefeita da Lapa. Não ouvi nenhuma declaração dela sobre as enchentes na capital. Nem do Eduardo Jorge.

  13. Pax said

    Jorge,

    Não compartilho da sua opinião. Tanto o Sirkis quanto a Marina merecem respeito, como muitos concordam.

    E ambos falam de uma agenda de transformação do PV. A discussão que estamos tendo é se conseguirão, como e quando. E se um dia isto representará um peso importante no quadro político nacional, e, mais a curto prazo, qual será este peso no jogo eleitoral em 2010.

    Todos entendemos que o PV se perdeu no passado, eles próprios falam sobre isso.

    Carregando nas tintas, poderia comparar da seguinte forma:

    – Afirmar que o PT quer implantar o comunismo no Brasil. Muitos da oposição mais ferrenha querem criar este monstro. Estou fora dessa visão, absolutamente fora.

    – Afirmar que o PSDB é a extrema direita do Brasil. Muitos da situação mais ferrenha querem … idem. Também estou fora dessa visão.

    etc.

    Calma, em política o jogo não é claro o suficiente para que, em minha opinião, a gente determine verdades absolutas.

    Ok, a questão do Gabeira no Rio faz pensar? Claro que faz. Para onde a aliança carioca levará a proposta do novo PV que Marina e Sirkis falam? Não sei.

    Somente sugiro não determinar, me repetindo, verdades absolutas. Seria o mesmo que dizer que o PT agora é o partido do coronelato, porque se aliou ao Sarney e ao PMDB etc, ou que o PSDB é o partido da extrema direita que quer privatizar tudo e acabar com todas as ações sociais e investimentos públicos do Brasil.

    Nenhuma dessas verdades é absoluta e este caminho de discussão, no meu entender, é improdutivo.

    E talvez eu trocasse tua afirmação que Marina cometeu um grave erro ao sair do PT. Já disse acima e em outras ocasiões: acredito que o PT cometeu um grave erro ao criar um ambiente que fizesse Marina sair de lá. Se eu estivesse nos sapatos do comando do PT, pensaria seriamente em cuidar da “relação” e tentar aproximá-la.

    Lembre que todas as pedras que forem jogadas no primeiro turno podem voltar no segundo. Cipó vai, mas volta.

  14. Pax said

    Sugestão de leitura:

    Artigo do Rudolfo Lago, editor executivo do site Congresso em Foco

    Além de Dilma Rousseff e José Serra
    http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=31566

    Coloca bem os movimentos dos outros partidos, incluindo aqui o PV, o PSOL, o PSTU, o PCO, e o PTB.

    Há mais forças políticas, afinal.

  15. Chesterton said

    Como se fosse por acaso, Emílio Odebrecht, o mega financiador de campanhas petistas que, nesta semana, ganhou o monopólio da petroquímica de presente do Lula e o ex-ministro da Sealopra, Mangabeira Unger, escrevem sobre saúde em colunas na Folha de São Paulo, neste domingo. Este é o tema central da agenda de José Serra(PSDB-SP), tendo em vista o seu sucesso como ministro, somado ao fato que a “saúde quase perfeita” do Lula é o calcanhar de aquiles para a próxima campanha. A saúde no Brasil do Lula deveria render ao atual ministro a alcunha de serial killer. Olho vivo, tucanos. Só falta perder esta bandeira.

    chest- coronel coturno…Pax, isso tb não seria corrupção?

  16. Anrafel said

    A aliança do PV com o PSOL não poderia dar certo mesmo. Era artificial demais. O ambientalismo do PSOL é absolutamente tático; decorre da imensa dificuldade encontrada para ganhar espaço nos sindicatos de trabalhadores, na vida acadêmica e nas entidades civis. Daí, a opção de atuar na sociedade através da luta ecológica, que, no Brasil, virou pau pra toda obra.

    A apresentação desses nomes para candidatar-se à Presidência da República é um sintoma de realismo político. Heloisa Helena e Chico Alencar não querem jogar fora uma eleição segura à Câmara Federal, no que fazem muito bem.

  17. Pax said

    Chesterton,

    Você e teus blogs preferidos, da oposição mais extremada, querem fazer esta associação. Não gosto desses extremos e dessas posições e opiniões. Evito por aqui. E, se não for pedir muito, fique no tema do post, por favor.

    Anrafel,

    Bom ponto. O último filme da campanha do PSOL, especialmente a fala da Heloísa Helena, é carregada de ambientalismo. Cheguei a comentar num post abaixo sobre isso. Você traz uma análise que parece pertinente, que é motivado por falta de espaços políticos que o partido tem. Faz sentido.

    De outro lado, acho que no âmbito pessoal, Heloísa e Marina se afinam, sim. Ao menos é o que dizem abertamente por aí.

  18. Chesterton said

    Como é que é? Se isso não é corrupção, o que é corrupção? Financiar campanhas em troca de obras é o tipo de corrupção mais velho desse país e você não quer ver? Ora, que diabos de blog anti-corrupção é esse?

  19. Pax said

    Chesterton,

    Repetindo: “E, se não for pedir muito, fique no tema do post, por favor.”

    Sugestão: você quer editar os blogs que frequenta. Te conheço neste mundo virtual já de um bom tempo. Crie um para você, desenvolva teus temas.

  20. Clever Mendes de Oliveira said

    Chesterton (15) (24/01/2010 às 10:24),
    Segundo você, a saúde é “o tema central da agenda de José Serra(PSDB-SP), tendo em vista o seu sucesso como ministro”.
    A propaganda é a alma do negócio. José Serra é conhecido pelos genéricos e pelo medicamento gratuito para o combate a Aids. Bem, a legislação sobre os genéricos foi de Itamar Franco na época que ele era Presidente da República e o fornecimento de medicamento gratuito contra a AIDS foi medida de lei proposta e defendida pelo na época senador José Sarney, sendo que o então senador José Serra (Ou talvez já ministro da Saúde ou ainda Ministro do Planejamento) fez campanha contra a legislação pela razão de representar aumento de gastos públicos (E, justiça seja feita para quem se importa com o controle dos gastos públicos, boa razão).
    É claro que se deve realçar que após a aprovação da lei de José Sarney, José Serra teve o bom senso de importar o modelo indiano de quebra de patentes para os medicamentos contra a AIDS.
    Vale também ressaltar a participação efetiva de José Serra em fazer a divulgação dos genéricos via propaganda. Não sou médico, mas penso que os médicos sabem o efeito dessa propaganda na televisão: aumenta a quantidade de hipocondríacos e aumenta a quantidade de pessoas fazendo automedicação. Em boa hora o governo federal acabou com essa propaganda que deixou péssimos resquícios bastante revelados quando do surto da gripe suina.
    Não sou também economista, mas os economistas sabem que a maior propaganda de genéricos aumentou o preço dos medicamentos genéricos. E alem disso, levantamento da indústria farmacêutica no Brasil vai mostrar que 90% das importações de medicamentos são feitos por São Paulo, ou seja, a propaganda beneficia a indústria paulista.
    Há medida boa que o José Serra adotou quando ministro da Saúde. Infelizmente ela não me ocorre agora. Talvez seja a justiça divina que me faz esquecer. Não é o caso de justiça divina você dizer que a bandeira da saúde é bandeira do PSDB, esquecendo que o PSDB votou contra a CPMF.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 23/01/2010

  21. Clever Mendes de Oliveira said

    Pax (5) (22/01/2010 às 12:23),
    Há muitos intelectuais de respeito no Brasil que põem fé na dobradinha PT e PSDB. Dois dentre eles eu gosto de mencionar: o filósofo Renato Janine Ribeiro e o economista José Eli da Veiga. Sem ser intelectual, mas eu me respeito, eu também tenho o meu modo de apresentar essa dobradinha. Digo que houve uma conspiração de um núcleo de esquerda da USP para ficar no poder durante uns vinte anos para se contrapor a herança varguista. É a minha teoria conspiratória da história política brasileira. Foi uma conspiração muito bem elaborada, pois o PT como um representante da esquerda radical não deveria assumir o poder antes da década de 20 e o PSDB, um partido de intelectuais, nunca foi um partido com estofo para chegar ao poder. Chegaram ao poder muito cedo e com muita segurança e conseguiram tirar da raia qualquer outro pretendente. É completamente absurda a disputa em um país conservador como é o Brasil ser já cantada no início de 2008 (Comentei sobre isso em um post no antigo blog do Pedro Doria quando ele trouxe uma reportagem a respeito do governo Lula saída na revista The Economist) e se dar entre dois candidatos da esquerda. E se trata de uma disputa em que a direita que deveria ter no mínimo 30% dos votos do eleitorado brasileiro não possui nenhuma força representando-a.
    Fora desta minha teoria conspiratória e do desiderato de alguns intelectuais não há a mínima razão para imaginar que PT e PSDB possam a se unir. Esta foi uma conseqüência da conspiração: antagonizou o eleitorado do PT e do PSDB. No futuro a cúpula dos dois partidos também será antagônicas.
    Quanto a união de PV com o PSOL, por mais que a candidatura de Marina Silva possa limpar o PV de forças que não representam um partido em defesa da ecologia, o PV não é necessariamente um partido de esquerda e muito da esquerda que está no PV não é propriamente o que convencionalmente se chama de esquerda radical, bem mais próxima do PSOL. O PV é um partido à direita do PT e o PSOL é um partido à esquerda do PT.
    Um exemplo de ação do PV que não encontra sintonia com a ideologia do PSOL eu posso buscar em um representante do Partido Verde Alemão. Nesse sentido faço a transcrição de parte do comentário que enviei em 12/01/2010 às 00:37 para o blog do José Paulo Kupfer junto ao post “O caso do BC argentino e outras assombrações” de 08/01/2010. Lá eu disse:
    “Um dos grandes defensores da idéia de autonomia do Banco Central e que deu entrevista a uma revista ou jornal nacional foi Daniel Marc Cohn-Bendit, apelidado de “Dany, o vermelho”, nas passeatas de Maio de 68, quando da instituição do Banco Central Europeu com autonomia, sendo ele então um deputado pelo Partido Verde Alemão. Não me lembro mais os termos da entrevista, mas era algo como não se devia deixar o Banco Central nas mãos dos políticos oportunistas e sim nas mãos de técnicos competentes.
    Na verdade, Daniel Cohn Bendit apenas externalizava um dos grandes defeitos da esquerda mundial: “a descrença na capacidade do povo em escolher pessoas competentes e a crença na capacidade de se criar mecanismos que consigam impedir que o povo tenha poder de fato ao escolher os seus representantes”. Em razão dessa descrença, a esquerda fica cada vez mais favorável a criar uma legislação técnica para tudo. A Europa é o centro desse desiderato. Lá não há metas de inflação, mas a inflação não pode ser superior a 3%, o déficit público não pode ser superior a 3% e a dívida pública tem de ficar abaixo de 100% do PIB. Assim se engessa o orçamento e se dá pouco espaço para que políticos eleitos pelo povo possam ter margem de manobra.
    Não creio na superioridade de julgamento do povo, mas sou defensor da democracia, principalmente da democracia representativa, e considero que essas legislações são uma forma de tolher, de podar o poder popular.”
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 24/01/2010

  22. Chesterton said

    Serra proibiu a comercialização de álcool líquido em farmacias e criou um mercado paralelo. Só isso que eu falei, e foi crítica.

  23. Chesterton said

    off topic para o Pax, as questões climáticas cada vez mais mergulhadas em fraudes e chutes

    http://pajamasmedia.com/blog/climategate-the-wheels-come-off-for-the-ipcc/

  24. Clever Mendes de Oliveira said

    Chesterton (22) (24/01/2010 às 17:45),
    Para seu consolo, o José Serra não é tão mau assim, pois a legislação sobre a proibição da comercialização do álcool é da ANVISA e não do Ministério da Saúde.
    O que não entendi foi a sua frase “Serra proibiu a comercialização de álcool líquido em farmácias e criou um mercado paralelo”. De onde foi que você retirou essa frase? Era sua intenção colocar o seu comentário aqui neste post ou foi algum equívoco? Este seu comentário (22) de 24/01/2010 às 17:45 tem alguma relação com o meu (20) de 24/01/2010 às 15:30 para se contrapor ao seu (15) de 24/01/2010 às 10:24?
    Em suma, você deve uma penca de explicações.
    Clever Mendes de Olveira
    BH, 24/01/2010

  25. Pax said

    Clever,

    Vou um pouco mais longe. Uma aliança que envolvesse as partes que entendo como boas do PT, a mesma coisa para o PSDB, ambos expurgando suas correntes que já deslizaram ladeira abaixo nos conceitos éticos e morais (*) da sociedade, idem para o PV (expurgos já!) e incluindo os mais moderados do PSOL e pronto, teria, talvez, o partido que eu votaria em 2010.

    Evidente que é uma utopia. Dentro dela ainda caminho um pouco mais, exigindo um projeto para o país que abrisse a discussão com a sociedade e envolvesse uma reforma geral, com uma constituinte dentro do plano e com o foco no futuro, na preparação do país para o século XXI. O Brasil, meu caro, tem a bola quicando na frente da área e ninguém consegue marcar o tal do gol.

    Veja nesta loucura toda que me permito tirar as extremas, tanto as de um lado quanto do outro.

    Com certeza essa minha opinião é diferente de outras. Gostaria muito de ver quais seriam as propostas dos liberais mais à direita e dos socialistas mais à esquerda.

    (*) Aqui, caro, é outra enorme discussão. O que entendemos como Ética e Moral? Qual a metodologia aceitável? Vai da ironia e maiêutica Socrática e seu postulado eudemonístico e, dando enormes saltos, passando por Descartes e exigindo a visão de liberdade que Spinoza nos traz.

  26. Chesterton said

    Sim, Clever, quando serra era ministro e não tinha o que fazer obrigou supermercados a vender alcool gel, aí em consultórios não se podia mais usar o liquido. Era para evitar queimaduras. Aí só em Madureira se encontrava alcool pereira 96 e sem nota, um pouco mais caro. Se não me engano o filho do Serra andou ganhando uma grana com genericos.

  27. Elias said

    O Chesterton tem razão nessa questão do álcool em gel. Foi criado um mercado paralelo, que encheu os bolsos de uns e outros.

    E as suspeitas em relação ao filho do Serra não são apenas do Chesterton. Há um monte de gente com toneladas de razões pra pensar a mesma coisa.

  28. Clever Mendes de Oliveira said

    Chesterton (26) (25/01/2010 às 9:11)
    Como eu disse no meu comentário (24) de 24/01/2010 às 18:42, a medida não foi do Ministério da Saúde, mas sim da ANVISA. Não creio que tenha sido uma medida correta, mas me parece que o álcool não é nenhuma brastemp como anti-séptico. Não é minha área e a sua opinião aqui é mais abalizada, mas me parece que a sua grita é mais de um umha-de-vaca.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 25/01/2010

  29. Clever Mendes de Oliveira said

    Pax (25) (25/01/2010 às 8:13),
    É mais ou menos isso. Só que acho que a sua utopia fica cada vez mais distante e cada vez mais a situação caminha para o quadro como eu descrevi.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 25/01/2010

  30. Clever Mendes de Oliveira said

    Elias (27) (25/01/2010 às 9:26),
    No meu comentário (20) de 24/01/2010 às 15:30 para o Chesterton, embora seja apenas opinião, eu apresento fatos. Não acompanho muito essa tendência mundial em ficar acusando pessoas de benefícios econômicos com medídas tomadas pelos políticos. Como defendo há muito tempo, por que as pessoas não esperam a trânsito em julgado de uma sentença para então assacar as acusações que possuem?
    Quanto ao álcool o Chesterton deve ter razão sobre o surgimento do mercado paralelo, mas não creio que tenha sido nada expressivo ou se importante apenas dentro da faixa dos que são conhecidos por unha-de-vaca. No mais vale repetir: foi decisão da ANVISA e não do Ministério da Saúde.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 25/01/2010

  31. Chesterton said

    não sou unha de vaca, o problema é ir a Madureuira. Você iria lá para mim?
    O Serra foi fundamentalmente um tolo na ocasião. Queria deixar uma marca, mostrar a que veio, intervir, fazer a diferença, enfim, como todo político de merda, se meter onde não foi chamado para defender intresses de pessoas que não pediram para serem defendidadas e resolver problemas que ou não existem ou foram criados por eles mesmos.
    Claro que a Dilma é mil vezes pior, pois além de oligofrênica é guerrilheira.
    Serra é ruim por ser político, Dilma é o capeta.

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