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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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A exoneração do general

Posted by Pax em 10/02/2010

O general Maynard Marques de Santa Rosa será exonerado do cargo de chefe do Departamento Geral Pessoal do Exército por ter assinado nota em que afirma que a Comissão da Verdade, criada pelo governo para apurar os crimes cometidos na ditadura, seria comandada por “fanáticos”.

A nota do general na íntegra, no Estadão:

“A verdade é o apanágio do pensamento, o ideal da filosofia, a base fundamental da ciência. Absoluta, transcende opiniões e consensos, e não admite incertezas.

A busca do conhecimento verdadeiro é o objetivo do método científico. No memorável “Discurso sobre o Método”, René Descartes, pai do racionalismo francês, alertou sobre as ameaças à isenção dos julgamentos, ao afirmar que “a precipitação e a prevenção são os maiores inimigos da verdade”.

A opinião ideológica é antes de tudo dogmática, por vício de origem. Por isso, as mentes ideológicas tendem naturalmente ao fanatismo. Estudando o assunto, o filósofo Friedrich Nietszche concluiu que “as opiniões são mais perigosas para a verdade do que as mentiras”.

Confiar a fanáticos a busca da verdade é o mesmo que entregar o galinheiro aos cuidados da raposa.

A História da inquisição espanhola espelha o perigo do poder concedido a fanáticos. Quando os sicários de Tomás de Torquemada viram-se livres para investigar a vida alheia, a sanha persecutória conseguiu flagelar trinta mil vítimas por ano no reino da Espanha.

A “Comissão da Verdade” de que trata o Decreto de 13 de janeiro de 2010, certamente, será composta dos mesmos fanáticos que, no passado recente, adotaram o terrorismo, o seqüestro de inocentes e o assalto a bancos, como meio de combate ao regime, para alcançar o poder.

Infensa à isenção necessária ao trato de assunto tão sensível, será uma fonte de desarmonia a revolver e ativar a cinza das paixões que a lei da anistia sepultou.

Portanto, essa excêntrica comissão, incapaz por origem de encontrar a verdade, será, no máximo, uma “Comissão da Calúnia”.

Gen Ex Maynard Marques de Santa Rosa”

Minha curta análise num dito popular: Quem acompanha morcego, morre queimado. Provavelmente o general entrou na paranóia de meia dúzia de histéricos aloprados, viúvas inconsoláveis do poder, que escrevem diuturnamente que o Brasil está a caminho de uma ditadura socialista.

Não, o Brasil está no caminho da democracia e não será um general destemperado que vai tirar o país deste rumo. O esforço de alguns para apagar a ditadura da história deve ser repelido. Se a tropa está inquieta, insatisfeita, é bom que coloque suas barbas de molho. Se alguém quer tirar o poder do governo atual, que consiga nas urnas, em outubro.

Não há outra opção e nenhuma negociação possível nesta questão.

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50 Respostas to “A exoneração do general”

  1. Chesterton said

    aí um bravo.

  2. fk said

    Tem que manter a ordem e a hierarquia: exoneração nele!

  3. José Antonio Lahud Neto said

    Pax,
    Queremos apenas que os sicários da ditadura sejam julgados por seus crimes. Crimes acobertados por um governo que praticava terrorismo de Estado, assim como Tomás de Torquemada e seus sicários.Excelente comparacão ilustre General!

  4. Chesterton said

    Acho que se tem alguem que quer apaga a sua atuação duante o período militar são os terroristas e guerrilheiros de origem marxista. Maquiaram seus currículos ao máximo, tentando “ensinar” que lutavam, assaltavam, matavam, sequestravam e justiçavam até mesmo seus companheiroscom fins democráticos.
    Quando é que essa farsa vai acabar?

  5. José Antonio Lahud Neto said

    Pax,
    Os dois militares que explodiram a si mesmos no Riocentro estavam lá a mando de Stálin(redivivo). Além de imcompetentes(sorte!) eram comunistas, os canalhas!

  6. Chesterton said

    Esse fato histórico é imutável, nem esses militares alegam estar a serviço de alguem que não eles mesmos.

  7. José Antonio Lahud Neto said

    Chesterton,
    Hahahahahahaa…pobres…

  8. José Antonio Lahud Neto said

    Chesterton,
    Hahahahaha…quando criança, lá na minha terra, eu acreditava em mula sem cabeça com estrela na testa. Hoje, acredito piamente que elas existem.

  9. vilarnovo said

    Querem saber de uma coisa: JUSTÍSSIMA a exoneração. Essa velharica do Exército tem que aprender a ficar calada.

    Se o que se chama de direita no Brasil não aprender que o Regime militar em nada teve de liberal, em nada teve de democrático, em nada teve semelhança com valores ensinados por Locke, Jefferson, Washington, Ortega y Gaset, Ayn Rand e todos os outros grande autores liberais não só na parte sociológica como na parte econômica não vai conseguir avançar suas idéias no país.

    A turma do TT (terrorismo e tortura) se merecem. Deveriam estar TODOS na cadeia.

  10. Pax said

    Aqui há uma questão de fundo que precisa de uma análise menos emocionada.

    A maior delas é a questão da submissão das Forças Armadas ao Poder Civil. Este processo começou com Fernando Henrique Cardoso em 1999 e não foi fácil. Nenhum dos ministros esquentou muito a cadeira, vários caíram por “vontade” das próprias Forças Armadas que não queriam perder sua “independência”.

    Aqui, por mais que eu possa não gostar do Jobim (por sua vontade absurda de aparecer e dar foras como aquele de “sim, é um pedaço do Air France” – e era um tonel boiando), há que se considerar que o cara tem mais força política que seus antecessores. E o general quis peitar essa submissão das Forças Armadas ao Poder Civil, fez o que não podia fazer. E paga pelo que fez.

    Enquanto os militares estiverem resguardados em seus quartéis, sem alvoroços e vontades de poder, a Democracia avança. Não será com eles que o país verá o estado democrático ser melhorado. É com a sociedade civil, e é nas urnas. É um processo lento, mas sem força bruta. É nas urnas, e não nas pontas das baionetas.

    Se a terceira revisão do Plano Nacional dos Direitos Humanos incomoda a caserna, que este assunto seja tratado internamente, respeitando a hierarquia e disciplina que sustenta sua existência. Se um general acha que pode sair divulgando notas por aí, instigando seus pares e a sociedade, ele está absolutamente errado e precisa ser calado.

    A discussão da Comissão da Verdade ou qualquer outro item do PNDH deve ser discutida pela Sociedade Civil e não ser subjugada a generais da velha guarda que ainda se acham acima do Poder Civil.

    Algumas viúvas do poder adorariam que a sociedade chamasse os militares para derrubar um governo que não quis o terceiro mandato, como demonstração bastante inequívoca que não há qualquer ameaça ao estado democrático, um discurso histérico.

    Estas viúvas que se proclamam democratas, são, na verdade, as ameaças de hoje em dia. Não acham outros meios nem grandes argumentos e querem a tal histeria coletiva como pilar de uma campanha de retorno ao poder.

    Ainda bem que dia após dia caem em descrença. Ainda bem, também, que o Fernando Henrique Cardoso seja o maior líder do PSDB e não os pugilistas fatricidas internos, alguns destes namorando com esta histeria. (nem preciso citar o DEM, não é?)

  11. José Antonio Lahud Neto said

    Pax,

    Brilhante!!!!

  12. Pax said

    Obrigado, José Antonio,

    Enquanto escrevia meu comentário o Pablo Vilarnovo colocou o dele. O de número #8. E confesso que fico muito feliz de ver sua opinião parecida com a minha. Ainda mais que Vilarnovo e eu temos posições bastante antagônicas sobre diversos aspectos ideológicos.

    Com certeza se faz respeitar ao enunciar sua vontade democrática e, a partir daí, defender seus pontos de vista. Devia servir de exemplo para alguns que acabam perdendo credibilidade por suas tempestividades e intempestividades desnecessárias e pouco construtivas. Alguns, aliás, que escrevem em grandes veículos. E serve também para o outro lado. Esses esquentadinhos de ambos os lados não contróem nada. São desnecessários. E até prejudiciais.

    Foi onde coloquei o dito popular: Quem acompanha morcego, morre queimado.

    Parabéns, da minha parte, Pablo.

  13. fk said

    Mandou bem, Pax.

    Um texto muito bom do Marcelo Rubens Paiva sobre o assunto da anistia.

    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100130/not_imp503836,0.php

  14. Elias said

    Ou, ainda: macaco que muito pula, quer chumbo!

    É isso aí, Pax.

    Se o milico quer fazer política, ele que passe pra reforma e vá em frente.

    Fardado não pode!

    Hierarquia e disciplina são tão essenciais às FAs quanto o oxigênio é para a vida.

    O cidadão aí quebrou a hierarquia. Seu chefe é o Presidente da República. Se ele se sente sem condições de prestar obediência ao Presidente, não tem condições de permanecer na farda.

    Voluntariamente ou compulsoriamente, ele deveria partir.

    O que ele fez é inadmissível para um militar. Lamento que ele seja do Verde Oliva…

  15. José Antonio Lahud Neto said

    FK,
    Bem lembrado, li dias atrás e esqueci de indicar aqui.Extendo os meus elogios ao Vilarnovo.
    Não podemos mais tolerar ditaduras no país. venham de onde vier…

  16. Pax said

    Emocionante o relato do Marcelo Rubens Paiva. Uma história para lá de real.

    Que nos mostra o que é viver numa ditadura. Que nos mostra o quanto a gente tem que ficar alerta para que nunca mais se repita.

  17. José Antonio Lahud Neto said

    Pax,
    Um ditado lá da minha terra: Galinha que aompanha pato, acaba morrendo afogada.

  18. fk said

    Pax, é para lembrar também que não foram só os “terroristas” que sumiram sob as barbas da ditadura.

  19. Luiz said

    Não tem nem o que discutir: o general pisou feio na bola e tem que pagar o preço.

    E sobre esses bolsões de militares metidos a “democratas”, uma coincidência.

    Tenho um grande amigo que estudou em escola militar de nível médio, mas por problemas de saúde não pôde avançar na carreira.

    Os colegas de turma dele estão chegando ao generalato ou quase lá (poucos vão conseguir), e vivem trocando e-mails, alguns dos quais ele me repassa.

    Hoje ele me mandou um que é um primor de distorção dos fatos e de alarmismo beirando a agitação. Fala de como o Governo Lula estaria “calando” as vozes dos jornalistas que lhe fazem maiores críticas.

    Eis o último parágrafo (depois vem as palavras de ordem):

    “Pelo que se vê, Fidel Castro está fazendo escola na América do Sul.
    O primeiro a colocar em prática estes ensinamentos, aniquilando o
    direito de imprensa foi Hugo Chaves, e pelo andar da carruagem o nosso PresiMENTE está trilhando pelo mesmo caminho.”

    Alguém aí me consiga um Engov, rápido…

  20. José Antonio Lahud Neto said

    FK,
    É o que venho dizendo aqui há tempos , querem reescrever a história querendo fazer crer às novas gerações que salvaram a nação da sanha comunista. Perseguiram a todos que se opuseram ao poder discricinário que impuseram ao país.
    É bom lembrar que Alemanha e Itália enfrentaram grupos radicais de esquerda muito mais vilolentos,no mesmo periodo, e nem por isso o regime democrático foi quebrado. Ah,e nem os presos foram torturados. Nem mesmo os que, covardemente, assassinaram Aldo Moro, então primeiro-ministro da Itália. Talvez tenham aprendido que democracia é melhor que nazismo e fascismo.Que não esqueçamos,nós, dos males que a ditadura causou ao país!

    Como disse aqui outro dia, estão latindo outra vez…latir pode, o que não podemos é deixar que nos mordam novamente. A melhor vacina é a democracia. Que “eles” abominam…

  21. José Antonio Lahud Neto said

    Luiz,
    Há uma campanha na Internet à base de insultos e preconceitos contra, nunca de ideias, contra o governo Lula.É a carta que o “professor” fulano de tal, aí vêm os titulos;mais aprofessora ciclana,mais títulos. Reflete bem o que eesa gente é: Covarde, e preconceituosa!

  22. Elias said

    José Antônio,

    Não tem que latir nem morder!

    Tem que bater continência e ficar de bico fechado.

    Militar não deve comentar publicamente decisões do governo a que se subordina — nem a favor nem contra! –, a menos que receba autorização ou determinação expressa de seus superiores nesse sentido, e desde que a autorização ou determinação não constitua infração à legislação vigente nem ao regimento disciplinar da corporação a que pertence.

    É isso e pronto. CQD!

  23. José Antonio Lahud Neto said

    Elias,
    Boa, mas não estava me referindo aos militares, mas sim à direita hidrófoba e histérica…Vivandeiras de quartel!

  24. Elias said

    Não creio que os militares brasileiros tenham motivos pra se sentir satisfeitos com a situação em que vivem.

    Um oficial superior do EB — major ou coronel, p.ex. — rala pra caramba pra chegar a esse posto. Os processos de seleção são rigorosíssimos e a preparação se dá cumulativamente com o exercício das funções que ele ocupa antes da seleção. Em outras palavras: dá teu jeito!

    Nada de errado nisso. Nas melhores FAs, é assim que acontece. O sujeito necessita demonstrar que dispõe de vontade férrea, disciplina física e intelectual e um monte de outros requisitos.

    O problema é que, vencidos todos os obstáculos — que não são poucos nem pequenos — a remuneração que ele recebe é, no mínimo, risível, para um profissional de seu nível técnico.

    A coisa parece mais injusta, ainda, quando se tem em conta o fato de que em outras áreas do Serviço Público Federal, profissionais de nível técnico bem menor, ganham muito mais.

    Compare-se, p.ex., os vencimentos de um motorista do Gabinete da Presidência do Senado com o soldo de um 1º tenente do Exército…

    Exemplo de um outro aspecto do problema: a esposa de um oficial subalterno, que é professora universitária, prestou concurso para uma universidade federal. Aprovada e convocada, ela abriu mão de uma remuneração maior — muito maior, mesmo — que recebia na IES onde trabalhava.

    Motivo: é que o marido dela pode ser transferido para outro Estado, a qualquer tempo. Quando isso ocorre, ela simplesmente tem que largar o emprego, por melhor que seja a sua remuneração. Como professora de uma Universidade Federal, ela tem chance de solicitar e obter transferência para o local (ou proximidade do local) de destino do marido.

    Coisas iguais ou parecidas acontecem às dezenas de milhares, o tempo todo.

    Claro que uma situação desse tipo não pode perdurar pra sempre. Tem que mudar. E é preocupante que as lideranças políticas do Brasil não se disponham a isso.

    Agora, se o militar brasileiro — especialmente um oficial superior — cede à tentação de chafurdar na lama da politicagem, fazendo-se porta-voz da indisciplina e do desprezo à hierarquia, a coisa vira bagunça.

    E militar não pode bagunçar.

    Se um oficial superior cede à tentação da bagunça, o que se poderá esperar dos oficiais intermediários e dos oficiais subalternos, que têm o oficial superior como exemplo?

    E os praças, vão poder também ou ficarão fora da festa?

    Esse general aí foi muito mal. Além do mais, disse besteira, ao criticar a influência da ideologia no julgamento…

    …como se ele próprio não tivesse ideologia nenhuma… e como se a ideologia dele não interferisse nos julgamentos que ele faz…

    Foi mal, esse general. Péssimo exemplo!

  25. vilarnovo said

    Pax e José – Não é questão de dar parabens. É questão de coerência.

    Da mesma forma que eu me coloquei contra ao financiamento público da BBC mesmo reconhecendo sua excelência, não posso, de acordo com minhas crenças liberais, apoiar qualquer tipo de ditadura, de qualquer matriz ideológica.

    Coisa que não sofro é de relatividade moral e nem reconheço que os “fins justificam os meios” como uma assertiva válida.

    E garanto que a infinita maioria dos liberais pensam assim. Já os conservadores…

  26. Os militares vivem uma situação peculiar entre as diversas burocracias de estado no país por conta de seu histórico político. Em outras burocracias do poder executivo – Itamaraty, Receita Federal, Polícia Federal – há um esforço no sentido de elevar sua autonomia, deixando seu comando a profissionais de carreira. Nas Forças Armadas e na Abin a tendência é inversa.

    Isto se deve tanto à memória da ditadura com sua face mais cruel quanto à tradição ibero-americana dos pronunciamentos militares. Na prática, em nossos país houve poucas intervenções militares na política que possam ser consideradas positivas – só consigo me lembrar da Revolução dos Cravos e do regime de Primo de Rivera na Espanha. De Pinochet a Chavez, passando por Franco, o que vemos é um rastro de violência e autoritarismo.

    Acho que as Forças Armadas precisam de um tempo submetida ao poder civil, para purgar esta tradição que paira como uma sombra, até que possamos chegar ao patamar existente nos Estados Unidos e na França, onde as experiências de generais no poder apenas fortaleceram a democracia: Eisenhower e De Gaulle.

  27. fk said

    PRS – O poder militar está submetido ao civil mesmo nos Estados Unidos. Basta ver que o Secretário da Defesa é, quase sempre, um civil. O último Secretário militar foi o Collin Powell, mas ainda assim, na época, era uma figura muito mais política do que um representante do staff militar.

    Os dois casos citados por vc, De Gaulle e Eisenhower, devem suas chegadas ao poder também a um posicionamento político, principalmente por causa da repercussão que tiveram por suas atuações na Segunda Guerra, e, De Gaulle, pelo menos, foi uma exceção na República Francesa sempre civil.

    Já Eisenhower, salvo engano, foi o último presidente militar dos EUA, uma país que já tinha certa tradição em presidentes militares.

  28. Olá!

    Não vi nada demais na carta do general. Em momento algum ele prega golpe militar ou coisa do gênero. Não entendo a reação um tanto hostil de alguns daqui em relação ao que ele escreveu.

    Em termos de atentar contra a democracia, a carta do general não passa de uma brincadeira de playground se comparada com as infindáveis conferências, reuniões e comissões formadas ao longo do governo Lula e que, invariavelmente, atentaram (mais ou menos abertamente) contra os valores democráticos. Isso é um fato. Não lembro de as pessoas, sobretudo os esquerdistas, terem demonstrado a mesma hostilidade à tal da CONFECOM, CNC (Conferência Nacional de Cultura), e o próprio PNDH3.

    O general é certeiro em alguns pontos, sobretudo ao afirmar que a tal da orwelliana “Comissão da Verdade” foi elaborada por fanáticos de uma ideologia assassina que, em um passado recente, colocaram bombas em banca de jornal, aprontaram atentados em aeroportos, sequestraram, torturaram e mataram. Aqui, vale uma indagação: Qual moral terroristas têm para julgar torturadores? A recíproca também é válida.

    Portanto, se terroristas esquerdo-comunistas e militares bandidos tomaram medidas extremadas que se equivalem em essência, por quais razões julgar apenas um dos lados? A esquerda extremada também aniquilou civis.

    Se for para revisar a Lei de Anistia, então, que ela seja revisada para ambos os lados. O problema é que, se isso for feito, antigos esquerdo-comunistas terão que largar as tetas das generosas indenizações e se sentar no banco dos réus, sem dizer que alguns dos principais elaboradores desse troço chamado PNDH3 terão que também se sentar nesse mesmíssimo banco. Assim posto, a Dilma Roussef, em vez de ser candidata à presidência da república, iria responder pelos atos terroristas que seu grupo armado/guerrilheiro cometeu na época da ditadura.

    Isso aqui é por demais tosco:

    “Se a terceira revisão do Plano Nacional dos Direitos Humanos incomoda a caserna, que este assunto seja tratado internamente, respeitando a hierarquia e disciplina que sustenta sua existência. Se um general acha que pode sair divulgando notas por aí, instigando seus pares e a sociedade, ele está absolutamente errado e precisa ser calado.”

    Haja paciência… Se o tal do PNDH3 pretende revisar/anular uma medida histórica tomada pelos militares para que houvesse uma transferência pacífica do poder para os civis, então, os militares têm, sim, que se pronunciar a respeito disso.

    A carta do general em nenhum momento instigou a sociedade e/ou os militares a fazer o que quer que seja. Afirmar que há nessa carta um chamado à agitação civil/militar é ser intelectualmente desonesto.

    É estranho que, das críticas que li a respeito sobre essa carta, pouco ou, geralmente, nada se criticou do conteúdo, dos argumentos postos pelo general. Os esquerdistas podem até não gostar, mas o general não mente quando afirma:

    “A opinião ideológica é antes de tudo dogmática, por vício de origem. Por isso, as mentes ideológicas tendem naturalmente ao fanatismo. Estudando o assunto, o filósofo Friedrich Nietszche concluiu que ‘as opiniões são mais perigosas para a verdade do que as mentiras’.”

    É um belo argumento que acerta na jugular dogmática das esquerdas de um modo geral. Gostaria de ver as esquerdas tentarem rebater esse argumento.

    Uma das bases da estrutura mental esquerdista é a famosa indignação seletiva. Talvez, isso ajude a explicar as reações das esquerdas à carta do general e suas respectivas omissões em episódios muito mais emblemáticos.

    Até!

    Marcelo

  29. Pax said

    Intelectualmente desonesto é não admitir que as viúvas do poder torcem para uma agitação interna nas Forças Armadas. Conheço esse tipo de “honestidade intelectual”.

    Parece que dá até para perceber onde está o líder “intelectualmente honesto” dessa turma.

  30. Olá!

    Outro argumento tosco:

    “Intelectualmente desonesto é não admitir que as viúvas do poder torcem para uma agitação interna nas Forças Armadas. […].”

    Pax, provar isso é por demais complicado e considero não haver fatos o bastante que corroborem essa hipótese. Tu poderias nos dizer quais seriam essas supostas viúvas do poder, Pax? Em quais fatos tu baseias essa tua hipótese, Pax? Eu ficaria grato de saber.

    Eu gosto do bom debate e aprecio em demasia quando os debatedores utilizam argumento contra argumento, fatos contra fatos, idéias contra idéias. Fazer suposições tolas sem qualquer teste perante a realidade, em nada contribui para uma argumentação.

    Até!

    Marcelo

  31. Pax said

    Marcelo Augusto,

    Você tem um sério problema de consistência. Será de honestidade? Caráter? Adora vir aqui (e elhures) com ares de superioridade sobre os outros comentaristas, useiro e vezeiro em desqualificar comentários ou posts com adjetivação rococó e prolixa. Que, aliás, lembram bem alguns profissionais da praça que eu afirmo que não me interessam, que são histéricos e improdutivos, apesar de grande público. Sejam de que lado forem.

    Você afirma que os argumentos que apresentei são uma “desonestidade intelectual”, que são “toscos” e se acredita um debatedor consistente que gosta de “argumento contra argumento, fatos contra fatos, idéias contra idéias”. Você já imaginou a acepção do verbete coerência?

    Você quer achar uma viúva do poder? Uma dessas que andam com calores e desejos que a velharia militar se revolte contra a submissão ao poder civil? Bem, não precisa ir muito longe.

    Você afirma que os militares tem que se pronunciar. E esquece, ou é um excelente exemplo da tal desonestidade intelectual que você tanto usa como “grande argumentação” que existem as normas internas das Forças Armadas para fazerem isso, e que por estas normas precisam de autorização de seus superiores.

    O general cometeu uma falta grave e teve o que mereceu. A sociedade não quer mais os militares na política. E eles devem se submeter ao poder civil.

  32. fk said

    Marcelo Augusto – Essa história de protagonismo público dos militares só acontece aqui na América Latina.

    A nota foi uma clara quebra de hierarquia. Fêz-se apenas o necessário para se restabelecê-la, sem maiores impactos ou dramas.

    Se vc não vê um ato de insubordinação na nota desse militar, só pode ser por uma questão ideológica, algum tipo de viuvismo autoritário, talvez uma leve esperança de que os homens de oliva venham a salvar o Brasil dessa ditadura comuno-socialo-trotskista-stalinista-leninista-albanista-iuguslava-bolchevista-menchevista-verde que está se instalando no Brasil -segundo os pirados de plantão, é claro.

  33. Chesterton said

    29 = desonestidade intelectual, dê os nomes aos bois, se é que tem algo a dizer.

  34. iconoclasta said

    “Em quais fatos tu baseias essa tua hipótese, Pax?”

    hummm, judiou…

    #31, Pax, isso lá é maneira de receber as pessoas?

    ;^/

  35. fk said

    Olha, não é por nada não, mas o que eu ouço na rua de gente falando sobre o exército ter que dar um jeito nisso que está aí…

    Mas se vcs quiserem algo mais concreto, comecem a ler a sessão carta dos leitores do Estadão…

  36. Chesterton said

    Você quer achar uma viúva do poder? Uma dessas que andam com calores e desejos que a velharia militar se revolte contra a submissão ao poder civil? Bem, não precisa ir muito longe.

    chest- isso aqui é de uma boçalidade sem fim. Ser subordinado não quer dizer subserviente. Os militares tem obrigação constitucional de defender a Constituição e a integralidade do território nacional. Não é um governinho socialistóide que vai mudar isso. O poder civil, pela própria característica das democracias, a alternancia do poder, é temporário, a instituição Exército Brasileiro é permanente.

  37. fk said

    E onde diabos a Constituição e o território estão ameaçados, meu caro Chest?

    Onde diabos a nota do militar está defendendo o território e a Constituição? Está, isso sim, insubordinando-se contra a hierarquia.

    Huum, talvez vc esteja usando um véu negro…

  38. vilarnovo said

    Pax – Quais são as viuvas do poder? Sinceramente acho que o poder no Brasil não mudou de mãos não… Estão todos alí, agarrados no cordão do Estado como sempre estiveram…

    E para falar a verdade, acho que a coisa piorou.

  39. Chesterton said

    FK, não estou falando nem desse episõdio nem desse general. Acho que ele provocou o episódio para mp0egar o FGTS.
    Pax falou de “uma dessas” e “velharia militar”.

  40. Chesterton said

    Pax tem algum problema com militares.

  41. Chesterton said

    Mulher rancorosa

    No voo de Brasília para o Rio, ontem, o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) manifestava sua preferência eleitoral para presidente: “Prefiro o Serra, porque a Dilma é uma mulher rancorosa. Muito diferente de Lula”.

  42. fk said

    Nossa, esse argumento foi meio a la caetano veloso…

  43. Elias said

    O documento assinado pelo general tem, sim, coisa demais, exatamente porque foi assinado por um militar da ativa.

    Militar da ativa NÃO PODE fazer isso. É quebra de hierarquia. É indisciplina.

    Militar da ativa NÃO PODE, de moto próprio, comentar publicamente nenhuma — absolutamente nenhuma! — decisão do governo ao qual ele é subordinado.

    Não pode comentar publicamente contra, nem a favor.

    Ele só pode se manifestar publicamente sobre uma decisão do governo ao qual ele é subordinado, se lhe for expressamente determinado ou autorizado, por quem tenha o poder de autorizar ou determinar, e desde que isto não constitua descumprimento da legislação em vigor ou do regimento disciplinar da corporação.

    Pisou fora desse caco, já tá na má conduta. Não tem nem talvez.

    Se ele fosse um civil, não teria problema.

    Acontece que ele é fardado. E fardado não pode.

    Oficial superior, pior ainda, porque tem que dar bom exemplo à tropa.

    Pra militar, hierarquia e disciplina é mais do que meio jogo…

  44. Ecos da ditabranda

    Passou despercebido pela blogosfera um artigo publicado na Folha sexta-feira passada chamado “Quem tem medo da verdade?” (só encontrei ligação para assinantes). O causídico, certo Cláudio Guimarães dos Santos, insere-se na vertente revisionista que originou o termo “ditabranda”, usado por Marco Antônio Villa no mesmo espaço do jornal.
    As duas manifestações têm pontos em comum. Seus autores projetam-se da irrelevância escorados em duvidosa infalibilidade acadêmica. Ambos partem de mistificações para desenvolver suas ignomínias: Villa minimiza as violências praticadas pelo regime militar, enquanto Santos responsabiliza a esquerda por elas.
    O que primeiro salta aos olhos é a incoerência desses discursos. O número de vítimas prova que a ditadura foi amena, mas não demonstra a desproporcionalidade de forças perante seus combatentes, muitíssimo menos letais. A ação da guerrilha teria provocado os abusos do regime, enquanto jamais poderia ser justificada por eles.
    Mas pouco adianta argumentar com esses pândegos. Seu projeto é fornecer base “científica” para o desafogo moral dos grandes meios de comunicação, que apoiaram a ditadura desde o início (José Arnaldo, âncora da rádio Bandeirantes, disse que o golpe aconteceu porque “estava tudo uma bagunça”).
    Em troca, recebem fama e folguedos de um neoconservadorismo ávido por ilusões de legitimidade. Mesmo que tamanhas asneiras permaneçam à espera de consolidação futura, elas ajudam a transportar o debate sobre a Anistia para uma esfera conveniente à direita. Ao instituir a ótica relativista para contrapor o movimento pela condenação de assassinos e torturadores, fica mais fácil vender a saída “intermediária” prevista pelo PNDH: os crimes permanecem impunes para sempre, mas são exumados por um falso tribunal sem efeitos práticos.
    Mas não era isso que eles queriam desde o começo?

  45. até que enfim apareceu um heroi, por que muitas vezes não aceitamos a verdade. Por falar nisso, onde anda José Dirceu e Dilma Roussef?

  46. Olá!

    “Você tem um sério problema de consistência. Será de honestidade? Caráter? […].”

    Esse argumento é muito pobre, Pax. Em um debate, você não pode fazer suposições desse tipo sobre o seu adversário, sobre a pessoa dele. Esse é o clássico instrumento retórico (às vezes falacioso) ad hominem.

    Primeiro você desqualifica a minha pessoa para depois atribuir baixas qualidades aos meus argumentos, ao passo que, uma pessoa bem estruturada e articulada em argumentos, iria direto ao ponto, isto é, rebateria argumentos com argumentos.

    […] Adora vir aqui (e elhures) com ares de superioridade sobre os outros comentaristas, useiro e vezeiro em desqualificar comentários ou posts com adjetivação rococó e prolixa.”

    Isso não é verdade, Pax. Quando digo que um argumento é tosco, o faço pelo fato de considerá-lo como tal, mas utilizo bons argumentos para demonstrar essa minha consideração. Não lembro de ter rebatido os argumentos dos demais aqui utilizando ataques pessoais ou coisa do gênero. Se o fiz, foi por um lapso, pois, geralmente, classifico os argumentos. Se afirmo que um argumento é pobre, eu demonstro utilizando argumentos.

    “Você afirma que os argumentos que apresentei são uma ‘desonestidade intelectual’, que são ‘toscos’ e se acredita um debatedor consistente que gosta de ‘argumento contra argumento, fatos contra fatos, idéias contra idéias’. Você já imaginou a acepção do verbete coerência?

    Sim, Pax, alguns dos seus argumentos acima são intelectualmente desonestos por omitirem partes relevantes que, de fato, importam para a argumentação, além de terem colocado sobre a mesa hipóteses (instigar a agitação civil e militar) sem nenhum embasamento na realidade. Um argumento desse gênero, que apela para suposições, acaba desviando o foco principal da argumentação e não possui muito valor nesse quesito.

    No entanto, considero pobres alguns dos seus argumentos acima por uma razão muito simples: Em qual momento você rebateu o conteúdo da carta do general, Pax? Quais argumentos você utilizou para tanto, Pax? Mostro um exemplo de um bom argumento do general que você poderia rebater, ei-lo:

    “A opinião ideológica é antes de tudo dogmática, por vício de origem. Por isso, as mentes ideológicas tendem naturalmente ao fanatismo. Estudando o assunto, o filósofo Friedrich Nietszche concluiu que ‘as opiniões são mais perigosas para a verdade do que as mentiras’.”

    Esse argumento do general resume muito bem como é a composição da estrutura mental daqueles que elaboraram o PNDH3. É uma gente que ainda possui em seu íntimo um ranço esquerdo-comunista contra os militares. Se é para julgar torturadores, então que tal julgarmos também terroristas?

    A dificuldade de alguém tentar rebater esse argumento do general seria equivalente àquela de alguém que tentasse argumentar para demonstrar que a força da gravidade não existe e/ou que amanhã o Sol não irá se levantar. No entanto, convido o Pax a rebatê-lo. Boa sorte, Pax!

    Em vez de o pessoal que afirmou que o general tem que ficar caladinho lá dentro da caserna e/ou que a exoneração dele foi certa/errada, que tal se vocês procurassem rebater o conteúdo da carta que ele escreveu? Há mentiras nessa carta? Os argumentos que o general utiliza são ruins? Quais argumentos são bons? Quais são os ruins? Não vi isso por aqui.

    coerência
    s. f.
    1. Fís. Recíproca aderência que têm entre si todas as partes de um corpo.
    2. Fig. Conformidade entre factos ou ideias.
    3. Nexo, conexão.

    Basta ver acima quem utilizou argumentos desconexos, sem embasamento nos fatos, na realidade.

    “Você quer achar uma viúva do poder? Uma dessas que andam com calores e desejos que a velharia militar se revolte contra a submissão ao poder civil? Bem, não precisa ir muito longe.”

    Tudo bem, Pax. Mas, diga-me: Onde posso encontrar pessoas desse tipo, Pax?

    “Você afirma que os militares tem que se pronunciar. E esquece, ou é um excelente exemplo da tal desonestidade intelectual que você tanto usa como ‘grande argumentação’ que existem as normas internas das Forças Armadas para fazerem isso, e que por estas normas precisam de autorização de seus superiores.”

    Correto, eu afirmei que os militarem têm que se pronunciar a respeito do PNDH3 que pretende revisar/anular uma medida histórica que eles tomaram: A Lei de Anistia.

    Considero errado que se quebre a hierarquia militar e, considerando essa hierarquia no atual momento, uma carta como essa, que o general escreveu, dificilmente viria a público. O conteúdo da carta é muito bom e joga umas boas verdades inconvenientes na lata dos esquerdistas.

    Ah, sim: Eu não discordei da exoneração do general. Nem me apeguei a isso. Esse é apenas um mero detalhe. Considerei muito mais relevante o conteúdo da carta que ele escreveu e que poucos procuraram rebater.

    A maneira como a carta veio a público pode até estar errada. Porém, essa mesma carta contém excelentes argumentos e algumas boas verdades.

    “O general cometeu uma falta grave e teve o que mereceu. A sociedade não quer mais os militares na política. E eles devem se submeter ao poder civil.”

    Eu concordo 100%, Pax. O problema é quando os antigos rivais dos militares querem estabelecer um conjunto de normas com o objetivo de revanche. Aí, a coisa muda, mas não ao ponto de os militares terem que se envolver novamente com política e/ou dar um golpe.

    Para encerrar: Pax, o principal problema de boa parte dos seus argumentos acima não reside no fato de eles não estarem certos, mas, sim, no fato de que esses argumentos muitas das vezes nem mesmo sequer estão errados.

    Até!

    Marcelo

  47. Olá!

    Ao Fk.

    “Se vc não vê um ato de insubordinação na nota desse militar, só pode ser por uma questão ideológica, algum tipo de viuvismo autoritário, talvez uma leve esperança de que os homens de oliva venham a salvar o Brasil dessa ditadura comuno-socialo-trotskista-stalinista-leninista-albanista-iuguslava-bolchevista-menchevista-verde que está se instalando no Brasil -segundo os pirados de plantão, é claro”

    Eu concedo o seu ponto de vista de que a carta do general pode ser considerada uma quebra da hierarquia. Eu utilizo a palavra “pode” pelo simples fato de não entender como funciona a hierarquia militar e suas nuances. Se houve quebra, então o general agiu incorretamente.

    O principal disso tudo, na minha opinião, é o conteúdo da carta que ele escreveu.

    Não houve muitas críticas interessantes a esse ponto.

    Eu não tenho nenhuma pretensão autoritária. Isso eu deixo para o pessoal do PNDH3.

    Até!

    Marcelo

  48. 2% De 3 trilhões said

    Gen Ex Maynard Marques de Santa Rosa
    Concordo plenamente, com o general, ganhou minha admiração.
    Tal julgamento parece repetir a composição em torno da absolvição de Arruda por seus correligionários de modo avesso.
    Afinal quem irá julgar os crimes daqueles que ‘adotaram o terrorismo, o seqüestro de inocentes e o assalto a bancos, como meio de combate ao regime, para alcançar o poder’ e hoje desejam julgar aqueles que os combatiam?
    Nossa justiça virou uma peça maniqueísta do poder. As leis de acordo com quem e para quem exerce o poder.

  49. eduardo machado said

    Bom dia,
    Hierarquia, vamos pensar um pouco, a maior patente do exercito foi desautorizado por quem, não há cinco estrelas, logo……
    Os ”anos de chumbo”, eu os vivi e apanhei muito, quando da invasão do Campus da U.S.P. mas só com gritos epalavras de ordem, jamais em tempo algum pegamos em armas.
    Dilma ou Estla, estava no carro que arremessou uma bomba na porta de um Consul, estava presente no assalto a mão armada a vários Bancos, entrou na casa do governador, que á époda era Adhemar de Barros, roubou do cofre do citado, 2,5 milhões de dólares, fora tantas coisas.
    O únco anistiado que respeito, e que participou do sequestro do embaixador dos USA, chama-se Fernando Gabeira, ele tinha direito a indenização, não aceitou!! E disse: ”FIZ O QUE FIZ, POR IDEOLOGIA, E NÃO PARA GANHAR DINHEIRO”
    Se a senhora Dilma for eleita, será uma aberração, vou embora do Brasil, vou morarno país quenem conheço,pois vim com um ano da Espanha para o Brasil, teho dupla cidadania.
    Só quera saber de uma coisinha a toa: Aonde foi parar ”AMPLA, GERAL E IRRESTRITA??”

  50. eduardo machado said

    DESCULPEM OS ERROS ACIMA ESTÁ ACBANDO A PILHA DE MEU TECLADO

    Eduardo Machdo

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