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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Revista Veja e Arruda

Posted by Pax em 17/02/2010

Em julho de 2009 a jornalista blogueira Paola Lima fez um post que merece destaque, Páginas amarelas citando um contrato de R$ 442.462,50 que o Governo do Distrito Federal fez com a revista Veja e, na sequência, José Roberto Arruda é o entrevistado das páginas amarelas com o título “Ele deu a volta por cima“.

Segundo Paola Lima: há quem veja mais do que uma simples coincidência.

Algumas acabam por, digamos, gerar dúvidas sobre determinados meios de comunicação.

Sugiro a leitura de artigo de Luciano Martins Costa de hoje, no Observatório da Imprensa: O carnaval de Arruda

Reproduzo a parte que toca no assunto:

Nem mesmo Veja poupou Arruda, mas seu material mais interessante só pode ser lido no blog Radar Online. A revista da Editora Abril não pode escapar de sua própria história: por mais agressiva que procure parecer agora, ao noticiar o escândalo de Brasília, não dá para esquecer que, em julho do ano passado, Veja havia oferecido ao então governador a entrevista principal da edição número 2.121 em suas outrora nobres páginas amarelas.

“Ele deu a volta por cima”, dizia então o título da entrevista, que procurava mostrar o governador como um político capaz de superar seus próprios erros e seguir adiante. Na ocasião, chegou a ser noticiado que a decisão editorial, honrosa para José Roberto Arruda, havia passado pelo departamento comercial da revista.

O governo de Brasília havia firmado parceria com a Abril para distribuir milhares de exemplares de Veja nas escolas públicas do Distrito Federal, mas quem revelou a negociação não foi a grande imprensa. Foi uma blogueira de Brasília, Paola Lima, que publicou cópias da documentação que previa a compra de revistas, no total de R$ 442.462,50, durante um ano.

Esse foi o preço da entrevista de Arruda.

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53 Respostas to “Revista Veja e Arruda”

  1. Jorge said

    realmente, o arruda e o kassab foram a pá de cal no sonho da mídia em criar novos herois direitistas da política brasileira. Por isso os blogueiros e comentaristas neocons do rádio, tv e jornal estão nesse baixo astral incrível. Cara, jogaram a toalha até mesmo em relação ao serra. Será que vão mesmo radicalizar e descambar para o golpismo aberto como sugerem algumas análises?

  2. Chesterton said

    OLha, pelo tom nas páginas da VEJA.com.br, se Arruda comprou, não pagou.

  3. Chesterton said

    A revista tem 4 páginas descascando o Arruda…é, será que ele deixou uma prestração em estado de inadimplência? Comprar uma revista e não pagar pode provocar a ira de jorn alistas temíveis.

  4. Clever Mendes de Oliveira said

    Pax,
    O Cherteston disse ai em outro post que se pode criticar a Veja, mas não pode fechá-la. Há muito que eu não leio a Veja, às vezes vou no arquivo dela buscar uma entrevista nas páginas amarelas. A de José Guilherme Melchior é uma das melhores entrevistas e deveria ser leitura de cabeceira de Chesterton para ele descobrir o que é o moderno na direita. De todo modo, gostando ou não da Veja, não faz sentido querer fechá-la. E esse é assunto até fora de pauta porque não foi de fechamento da Veja que trata o seu post.
    Bem, não penso que a Veja não deva ser fechada, mas esse imbricamento da Veja com o José Roberto Arruda deveria ser mais divulgado. Uma divulgação que deveria estar associada a discussão sobre até que ponto uma grande empresa de jornalismo animada pelo espírito animal do capitalismo é uma imprensa independente.
    Lembro que no governo de Itamar Franco houve uma história envolvendo a Veja e compras de assinatura pelo Banco do Brasil para clientes ou funcionários.
    E no governo do PT há dois momentos da Veja que suscitam sérias dúvidas sobre a autonomia da empresa. Houve o caso dos contratos do PT com o Banco Rural, apresentados pela Veja com exclusividade. Depois a CPI declarou que os contratos eram forjados. A Veja nada disse. Pareceu-me que havia sido o próprio PT que passou a matéria para a Veja.
    Houve depois a crise com o extrato do caseiro. Lula foi a televisão pedir para que se tivesse muito cuidado porque a economia brasileira ainda se encontrava fragilizada e assacar acusações contra as autoridades enfraquecia a economia ainda mais. Era ano de eleição para Presidente da República. A Veja então soltou umas 6 páginas mostrando a força que era a economia brasileira. Se aquilo não era propaganda paga, então eu não sei o que era.
    Por isso que há um bom tempo eu venho defendendo a tese que livres e independentes, ainda que vinculados ideologicamente ao governo ou a oposição, somente os blogs na internet que não dependem de ganhos maiores para poder crescer. Qualquer empresa de jornalista que funcione no formato de empresa capitalista: auferir mais lucros para crescer com mais investimentos fica subordinada ou a banca do governo ou a banca privada.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 17/02/2010

  5. Chesterton said

    A Veja é odiada porque é a revista de maior circulação nacional. E as esquerda não sabe fazer revista, ou seu eleitorado não as compre. Não estou dizendo que no Brasil as eleições são decididas por quem usa jornal para limpar a bunda, não é isso…..mas pode ser isso.
    Agora, se se vende, se é é ruim, aí vá lá no Observatorio da Imprensa, o OI, que tem pencas de jornalistas nitidamente invejosos que a malham toda santa semana. O Janer acusa agora o correspondente em Paris de plágio. Enfim, Veja é o Schumacker, aquele que todos querem superar (sempre odiei o Schummi).

    E se v. me chamar de Cherteston, vou de chamar de Unclever Mente na Oliveira.

  6. Clever Mendes de Oliveira said

    Chesterton (5) (17/02/2010 às 23:33),
    Eu nunca me adaptei com o nome Chesterton. Dá a impressão de produto de supermercado.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 27/02/2010

  7. Chesterton said

    esperava mais de alguem com o nome esperto.

  8. Carlão said

    Chesterton

    Mais um sintoma da inépcia do Clever ao ler a Veja e copiar nomes de pessoas. José Guilherme Melchior nunca deu entrevista na Veja. Foi o José Guilherme Merquior.

  9. Comprar a Veja por 400 mil reais? 400 mil reais mesmo,é essa a “denúncia”? O preço de tabela de uma página da Veja é R$ 235 mil, mas com 400 mil você compra a revista inteira, forjando uma entrevista nas páginas amarelas?
    Se é pra criar um factóide, por que não dizer logo 400 milhões ou 400 bilhões? Ao menos não fica tão embaraçoso, conspirações com milhões ou bilhões são mais charmosas.
    Ou então vamos juntar uma turma e comprar a Rede Globo! Pelo mesmo “raciocínio”, a Globo deve custa 1 milhão e meio de reais, no máximo. Eu posso levar a Fiorella Mattheis de troco lá pra casa?
    Deus do céu, a que ponto chegamos.

  10. Zéantonio Lahud said

    Pax,
    a Veja atual faz jus ao nome, é só para ver, não para ler…

    Fogão 2×1…cadê os gols, isso sim dá prazer de ver.

  11. Chesterton said

    Lula Borges, o Pax está comprando a Veja por 40 mil hoje mesmo, parece que baixou o preço. Os vendedores já foram na casa dele e protemeteram vender tudo direitinho. Legal, né?

  12. Chest, eu sou publicitário e, claro, já comprei páginas da Veja para meus clientes centenas de vezes. Se eu soubesse que era tão barato comprar a revista inteira, eu mesmo poderia ter colocado uma entrevista minha nas páginas amarelas no pacote!

  13. Pax said

    Zéantonio: não consigo comentar no teu blog cara, ele pede que eu seja um usuário do Windows Live ou coisa parecida… Não dá para trocar para alguma coisa mais aberta?

    Chesterton e Lula Borges: vocês podem espernear, a vida está dura mesmo. Mas a notícia está lá e não é minha, somente juntei as peças. Que, infelizmente, fazem sentido. E vocês, para variar, distorcem os fatos. Onde, afinal, está dito que se compra a revista Veja inteira por R$ 400 mil?

  14. Espernear? Dizer que a Veja foi “comprada” por 400 mil é a maior desmoralização que se poderia imaginar para os que gostariam de queimar seus exemplares em praça pública, ao menos é bem didática para mostrar quem são seus inimigos.
    Estou afirmando, como profissional de publicidade há 22 anos, que a tal “denúncia” é inverossímil, simplesmente não é verdade, 400 mil reais é um trocado para a Veja e dizer que, com isso, se compra uma entrevista nas páginas amarelas, é de um ridículo atroz.

  15. Zéantonio Lahud said

    Pax,
    vou mudar, não entendo muito disso. um amigo vai fazer no sábado. E os gols do Fogão?

    A Veja teve um papel importante na luta pela democracia,foi diversas vezes censurada. Desde a saida de Mino Carta sua qualidade foi caindo, o que não é bom para ninguém.

  16. Pax said

    Zéantonio: os gols do Fogão comentei aqui – http://pandorama.com.br/comunidade/futebol/futebol

    Lula Borges: queimar em praça pública? Quem sugeriu isso?

  17. Chesterton said

    não mude de assunto, Pax,você foi pego de calças curtas.

  18. Só a Petrobras vai gastar esse ano, em compra de mídia, 250 milhões de reais (a verba de marketing total deve ultrapassar a marca de 1 bilhão de reais). Se você somar o valor de investimentos publicitários do governo federal e das estatais dá alguns bilhões.
    Vamos considerar que a Veja seja uma revista venal, controlada por gente desqualificada que comercializa matérias como a das páginas amarelas. Então os venais vão ter uma linha editorial que bate no governo que controla os maiores anunciantes do país para tirar 400 mil do Arruda, o valor de um apartamento de classe média?
    Não que as outras “denúncias” contra a Veja sejam menos ridículas, mas essa é tão fácil de demonstrar que valeu responder apenas para ajudar a esclarecer quem realmente pode se deixar levar pela agenda sistemática de desinformação da esquerda e pelos anjos caídos do jornalismo.

  19. vilarnovo said

    Sei não, mas isso é tudo muito circunstancial. Esse é um grande erro: analisar acontecimentos passados com informações presentes. Arruda teve alguma coisa com a Veja? Porque teria?

    Primeiramente deveríamos nos perguntar: Arruda era notícia? Era algo “absurdo” fazer uma entrevista com ele utilizando mesmo aquele título? Um cara que saiu do Congresso por baixo e foi eleito governados do DF.

    O mesmo cara que ERA ELOGIADO POR TODOS, ATÉ DA OPOSIÇÃO PELO GOVERNO QUE VINHA FAZENDO. Eu li isso diversas vezes.

    Em 2004 Antonio Palocci foi capa da revista. Logo depois caiu em desgraça. Ninguém falou que a Veja tinha um acordo com ele.

    O governo enche de dinheiro a Carta Capital. Inclusive filiados do PT tem desconto na assinatura da revista. Onde está a gritaria?

    Arruda era sim notícia. Qualquer jornalista sabe disso. Assim como Palocci era.

    Querer implicar a Veja é mais uma das tentativas bobocas para criticar a revista.

    A qualidade da revista caiu quando Mino Carta saiu? Sério mesmo? Acredita mesmo nisso? Porque a Carta Capital é uma porcaria se Mino é tão bom assim (ou melhor dos que estão na Veja hoje)?

    A Veja tem erros e acertos como todo e qualquer veículo de informação.

  20. Pax said

    Já disse aqui que o emprego das verbas publicitárias públicas precisam ser revistas e com urgência. Tanto as federais, e esse absurdo de propaganda da Petrobras é um bom exemplo, como as estatais, como no caso também indigesto de propaganda da Sabesp em Natal.

    Propaganda de governo deve ser para vacinação, educação (lixo, corrupção, sexo seguro etc). E só.

    Chesterton,

    Quem foi pego de calças curtas não fui eu, o Arruda é a bola da vez, carregando o DEM ladeira abaixo e respingando brabo no PSDB. “Nunca antes, na história deste país” houve tantos vídeos e tanta trapalhada. Houve episódios parecidos com os outros, mas com tanta veiculação na TV, nunca. E o pior foi a tentativa de impedir a Justiça, comprando testemunhas. Aí chegou no limite do homens da balança.

    Tomara que vire moda. Tá mais que na hora.

    Mas, voltando, aqui o velho dito popular cabe bem: calça de veludo ou bunda de fora.

    Parece que a que está de fora é a do Arruda e a do Governo do Distrito Federal, uma instituição desnecessária de todo e mais suja que pau de galinheiro.

    Agora Serra negocia palanque por lá com o Roriz, uma flor que não tem lá muito bom perfume. Mas é o que sobrou.

    E quanto a Veja, torço que vocês continuem lendo e comprando. Quem sabe um dia eu volte a lê-la, quando e se ela sair da onda de histerismo e voltar a ser algo que eu entenda que preste. Até lá, sinto pela minha liberdade de opinar e afirmar: o que existe hoje é lixo.

  21. Chesterton said

    gostei dessa dos Anjos Caídos do jornalismo.

  22. Zéantonio Lahud said

    Vilarnovo
    questão de gosto,só queria te lembrar que das quatro grandes revistas semanais do país, Mino Carta foi responsável por tês: Veja, Isto É e Carta Capital. A “porcaria” deve ter alguma qualidade…

    Agora se é verdade o que você diz sobre descontos aos filiados do PT, é lamentável que ocorra.

  23. vilarnovo said

    ““Nunca antes, na história deste país” houve tantos vídeos e tanta trapalhada.”

    Ah… houve sim… um tal braço direito de um tal Zé Direceu e um tal bicheiro no Rio…

    Mas esses eram do partido dos inimputáveis…

  24. Chesterton said

    Arruda foi pego com a mão na botija, assim como Genoino, Palocci e Dirceu e mais em a duzia de Petralhas. Espero que você espere que governistas tb frequentem as celas da prisão.
    Qual revista semanal voc~e assinaria no momento? Não, eu não assino nenhuma, é apenas um exercício.

  25. Pax said

    Atualmente assinaria a Piauí, mas é mensal. As outras deixo de lado. Realmente não gosto de nenhuma das semanais.

  26. Pax said

    Vilarnovo,

    Desde quando eu disse que algum acusado dos mensalões é inimputável?

    Aqui no blog, que iniciou em agosto de 2008, você encontra 35 notícias do Mensalão do PT, 4 notícias do Mensalão do PSDB e 9 notícias do Mensalão do DEM, fora as que eu cataloguei errado.

    Procure por lá e, caso você ache em alguma algo que pareça uma defesa de mensaleiro, traga para cá. Com certeza o debate fica mais objetivo.

  27. Chesterton said

    Mino Carta quase quebrou a VEJA.

  28. Chesterton said

    e a Dicta e Contradicta, conhece?

  29. Pax said

    não, é boa?

  30. Chesterton said

    muito boa, mas é bimensal, me parece.
    Pax, que que você está achando do Climategate?

  31. Chesterton said

    http://www.dicta.com.br/

    um link

  32. Chesterton said

    http://www.dicta.com.br/edicoes/

    aqui edições anteriores na íntegra.

  33. vilarnovo said

    Pax – Eu não falei que você afirmou que são inimputáveis. Se causei esse impressão peço desculpas.

    Queria dizer que não houve esse (acertada) gritaria quando aconteceu o caso do PT. Não houve manifestantes da porta do congresso pedindo prisão por exemplo.

    Não me referia a você.

  34. fk said

    Vilarnovo – Se a gritaria não aconteceu, deve ser uma questão de incompetência da oposição. Ou talvez medo de tomar uma de volta, afinal, Azeredo joga no tucanismo.

    Agora, quanto à questão da Veja, concordo com vc. Circunstancial. Ainda mais que tanto oposição quanto situação gostavam de afagar o Arruda.

    De qualquer forma, não deixa de chamar a atenção a proximidade entre os fatos apontados pela blogueira.

    Só um p.s: sobre a Carta Capital. Ela tem lá seu valor. É a revista que desde sempre falava sobre o Dantas e tal, ams é fato que, findo governo Lula, finda Carta Capital.

  35. vilarnovo said

    Fk – Incompentência da oposição? Ok. Então para você os gestos dos protestos são puramente políticos eleitoreiros. Aquelas pessoas estão lá a mando de seus partidos e não pensam realmente em melhor o país? É isso?

    O Diogo Mainardi também falou muito sobre Dantas. E coisas mais úteis que a Carta Capital. E só porque falou sobre o envolvimento de Dantas com o atual governo é tachado de estar a soldo do homem…

    Vai entender…

  36. iconoclasta said

    Pax, vc é um fenômeno.

  37. Chesterton said

    pax é mais liso que sabonete.

  38. fk said

    Vilarnovo – Não, os gestos de protesto também refletem uma reivindicação legítima de parte da sociedade.
    Talvez as pessoas tenham ido lá em Brasília porque as imagens são quase definitivas. Por que não fizeram o mesmo no mensalão petista? Talvez pela falta dessas mesmas imagens. Mas também não havia imagens no impeachment do Collor. Daí eu dizer que talvez tenha havido uma inabilidade da oposição, que se alternava entre certo golpismo demo-pefelista e a postura do sangrar-até-morrer do PSDB. Ou seja, ninguém foi competente pra pegar aquele fato contundente e transformá-lo em indignação pública.

    Quanto ao Mainardi, discordo de vc. A Carta Capital foi muito mais sistemática, só que tem muito menos alcance do que o Mainardi.
    Quando a oposição o faz, cria coisas constrangedoras como o tal “Cansei”. Lembra?

  39. vilarnovo said

    Fk – Não taxo o “Cansei” como contrangedor. O problema é que a reivindicação que baseava-se em corte de impostos não encontra eco na população brasileira e um modo geral. O “Cansei” é tão ligítimo quanto os protestos em relação ao Arruda. Usando suas palavras: “os gestos de protesto também refletem uma reivindicação legítima de parte da sociedade.”

  40. fk said

    Claro que é legítimo, mas foi obviamente mal direcionado. Veja a repercussão baixa, ainda que tenha tido certa adesão de setores formadores de opinião da sociedade.
    Talvez vc esteja certo. A questão não era fundamental para a população brasileira de modo geral, provavelmente pela complexidade e tecnicalidade da questão. Mas não é inquietante que, com tanta gente por aí dizendo-se indignada com isso ou aquilo, a oposição não consiga pegar nenhum desses temas e transformá-lo em uma bandeira mobilizadora? Talvez isso ocorra porque a sociedade não vê a oposição como legítima para mobilização de bases, ou talvez porque A GRANDE BANDEIRA, a corrupção, não seja, assim, digamos, muito propícia à oposição.

  41. Chesterton said

    enquanto isso….

    http://www.fff.org/blog/jghblog2010-02-17.asp

    os socialistas quebraram a Grecia….que coisa.

  42. Pax said

    Chesterton,

    Este assunto está em discussão em Pandorama, num excelente post que o Pablo Vilarnovo fez em seu blog e colocou na Comunidade Pandorama.

    Blog do Pablo Vilarnovo – http://vilarnovo.wordpress.com/

    A mesma discussão na Comunidade Pandorama – http://pandorama.com.br/comunidade/crise-grega-e-o-papel-da-alemanha

  43. vilarnovo said

    Fk – Tudo bem, até concordo contigo que pode ter sido mal direcionada, mas convenhamos que qualquer manifestação nesse país que vá de encontra ao governo atual está fadada ao fracasso.

    A oposição não consegue fazer isso porque a oposição e a situação possuem o mesmíssimo programa, o mesmíssimo DNA.

  44. fk said

    Vilarnovo – Inclusive o mesmíssimo DNA no que tange à corrupção…

    Olha, naquela época do mensalão, sei não…mas, como já dizia o poeta, o que passou, passou.

    Agora só falta o Serra decidir se come ou sai da moita para o trem eleitoral partir de vez. Sinceramente, é ele quem decide o próximo governante do País.

  45. Chesterton said

    perai, não é que a oposição não tenha programa, Lula roubou o programa do PSDB na cara grande, ainda tentou fome zero, sei-la-o-que mais…mas o programa social-democrata é do PSDB, o do PT era outro, e disso todos sabemos.

  46. Pax said

    Chesterton,

    Leia o Alon, vale a pena. É um alerta ao discurso lamentoso do PSDB que, pelo visto, vai fazer água.

    http://www.blogdoalon.com.br/2010/02/o-pt-chega-bem-aos-30-1802.html

  47. vilarnovo said

    Chest – Não existe isso. Programas de governo não são propriedade privada de ninguém.
    O programa do PT é o mesmo do PSDB? Que ótimo. Então o que o PSDB irá fazer depois?

    Concordo com qualquer um que diz que o PSDB fez mais que o PT. Que o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal só seriam equiparados às reformas que o Lula se recusou a fazer. Reforma fiscais, políticas, trabalhistas e etc…

    Mas o que não dá é o PSDB ficar choramingando sobre isso.

  48. vilarnovo said

    Fk – Com certeza absoluta. São farinha do mesmíssimo saco.

  49. Chesterton said

    se é assim, o Serra tem que prometer que vai triplicar o bolsa familia, dobrar as aposentadorias, e dar TV a cabo digratis para todo mundo?
    Porra, mas não tem politico homem, macho para caralho nessa merda de país?

    comentei lá no Pandorama.

  50. fk said

    Chest – Olha, tem tanta coisa que ele podia falar. Poderia fazer um programa revolucionário educacional, nem que fosse apenas para fins eleitoreiros, algo como um fome zero da educação. Essa é uma pauta que dá ibope.

    Pode propor um plano eleitoreiro de segurança, algo grande, enorme, ainda que irrealizável.

    Poderia propor um grande plano de investimento em tecnologia e inovação, para falar em algo mais específico e de alcance na classe média/alta.

    São tantas as possibilidades…mas só se ouvem os grilos cantando lá pras bandas oposicionistas…

    Agora, se for falar em bolsa-família, aí vai se ferrar mesmo, porque o programa é um sucesso.

  51. Chesterton said

    educação nunca deu ibope no Brasil. Taí 7 anos de PT no poder a só piora.

    O bolsa familia é coisa do FHC.

    Mas vem cá, tem que mentir para ganhar eleições? Não consigo acreditar.

    PS. FK, só para voc~e isso aqui, será verdade?:

    http://sorisomail.com/email/6268/noticia-duma-radio-espanhola-de-chorar-a-rir–lindooooooooo.html

  52. fk said

    O bolsa-família pode ter suas raízes no fhc, mas quem deu extenção e corpo ao programa foi o Lula.

    Não precisa mentir, mas, já que o PSDB não consegue inventar nada, vai saber…

    O que precisa é marcar posição. Eu não sei nada sobre o que o Serra pensa. Vc sabe? Eu não sei.

  53. Chesterton said

    Eu acho que o Serra vai ter um tempinho para contar, mas já disse, meu voto é contra a Dilma.

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