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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Serra 34, Dilma 31

Posted by Pax em 03/04/2010

A última pesquisa eleitoral mostra Dilma a apenas 3 pontos de diferença de Serra. Na penúltima mostrava 9, com Serra subindo e Dilma descendo. A atual mostra Serra no mesmo patamar e Dilma em ascensão, chegando bem perto do candidato da oposição.

Urna eletrônica brasileira - foto da Wikipédia

Pesquisas diferentes, uma da Datafolha e esta última da Vox Populi com poucos dias de diferença. Há uma gritaria generalizada de ambos lados. Surgiu o fenômeno da disputa de credibilidade dos institutos de pesquisa. Faz parte do jogo. Mas são análises de torcidas que dissipam informação e conhecimento. Gente que torce muito e, na maioria das vezes, distorce um bocado. Seja por amor ou temor.

Neste momento tudo indica uma eleição plebiscitária acirrada e qualquer prognóstico antecipado é tanto válido quanto descartável.

Infelizmente as discussões são de baixíssimo nível e não colocam no tabuleiro as propostas de governo para análise dos eleitores.

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11 Respostas to “Serra 34, Dilma 31”

  1. Jorge said

    e ainda tem gente que tem coragem de defender o datafolha… dataserra, do jornal que publicou a ficha falsa da Dilma. rede globo, veja e folha, credibilidade zero quando se trata de política.

  2. Olá!

    Aqui está uma diferença: Eu não vou colocar em dúvida a credibilidade do Vox Populi quanto à essa última pesquisa de opinião. Isso é coisa de gente intelectualmente canalha.

    O resultado é, em parte, uma surpresa, pois mostra o José Serra ainda à frente sem nem mesmo ter feito campanha no mesmo nível feito por sua adversária.

    Até!

    Marcelo

  3. Pax said

    Marcelo Augusto,

    E quem disse o que você considera “intelectuamente canalha”, que na verdade parece um eufemismo para chamar de canalha propriamente dito?

    Não encontrei essa frase nem no Google.

  4. Jorge said

    Marcelo Augusto, voce ainda não respondeu o que acha do episódio da publicação da ficha falsa da Dilma pelo folha de sp. O que vc achou do episódio? Coisa de canalhas? Quem manipula informação em um democracia é inimigo da democracia e do povo.

  5. Xandão said

    Pax,
    isso tá tudo muito estranho. A diferença entre as duas pesquisas não é pequena. São 6 pontos. Alguém aí tá metendo os pés pelas mãos, e isso em uma época em que eleição é tão importante para a população quanto, digamos, haver água em Marte. Pra quê essa desonestidade de um ou de outro tão longe de outubro? Meus oráculos nada dizem. Conto com os seus.

  6. Paulo Roberto Silva said

    O debate sobre propostas não acontece porque a diferença entre eles não está no estratégico, mas no pontual. Apoia ou não o Irã, formato do Pronera, coisas assim. No estratégico – política econômica, política social e previdenciária, educação, saúde e segurança – não há diferença. Por isso o debate descamba para o emocional.

  7. Olá!

    Pax, gostaria de sugerir, com a devida licença, que esse esquema de respostas nos comentários fosse retirado e voltássemos ao esquema anterior, pois, no esquema de resposta, o leitor não sabe qual comentário foi respondido — tendo que clicar no link para ir até a resposta –, sem dizer que a leitura dos comentários não fica em um formato sequencial e mais organizado, como era antes de ser introduzido esse novo esquema.

    É apenas uma sugestão.

    Até!

    Marcelo

  8. Pax said

    Acatado, Marcelo Augusto.

  9. Elias said

    Não sei se é o caso de se dizer que tal ou qual instituto de pesquisa está sendo desonesto.

    Hoje, cada partido dispõe de seus próprios esquemas de pesquisa, que funcionam em caráter permanente (e não apenas às proximidades das eleições). Dificilmente uma dessas pesquisas publicadas diz alguma novidade à maioria dos partidos. Quase sempre, os resultados divulgados já foram antecipados pelas paroquiais.

    Por isto mesmo, qualquer iniciativa no sentido de corromper uma pesquisa é detectada — e até com certa facilidade — por quem vem monitorando a coisa 12 meses ao ano.

    A essa altura da disputa presidencial, creio que continuará a ocorrer muitas mudanças nas intenções de voto. As razões, a meu pensar:

    1 – Como disse o Pax, as eleições presidenciais de 2010 tendem a plebiscitárias, ou seja, vão se concentrar em apenas 2 candidatos. Os eleitores que, originalmente, se inclinavam a votar em outros candidatos no 1º turno, podem se decidir por um dos 2 principais, desde já.

    2 – Há um contingente expressivo de indecisos. Uma parcela ponderável desses indecisos pode ser conquistada nos primeiros dias da campanha, o que reduzirá esse contingente às taxas históricas.

    Num quadro essencialmente dinâmico — é só olhar as variações nas taxas de intenção de voto… — pesquisas feitas com alguns dias de diferença podem chegar a resultados substancialmente diferentes.

    Que não se descarte coisas do tipo: “vamos divulgar a pesquisa até o dia x, porque ela nos é favorável. Se formos até o dia y já não será tão boa assim”. Mas isto certamente será encarado mais como esperteza do que desonestidade.

    São os valores que crescem e florescem no Brasil, a pátria que me pariu.

  10. Pax said

    Também não entro na histeria de uma turma, tanto de um lado quanto de outro, que ficam acusando os institutos de pesquisa.

    Prefiro olhar os números e as tendências, os movimentos. Isso é papo de gente de torcida organizada e famosos jornalistas dados à histeria que tem tanta clareza como as águas do rio Tietê passando por São Paulo ou as águas da Baía da Guanabara.

  11. Silêncio estranho

    Há meses o contribuinte paulista financia a campanha presidencial de José Serra, em anúncios de caráter falsamente institucional espalhados por todo o país. Os veículos de comunicação divulgam diariamente suas “realizações”, escondendo uma greve que levou milhares de professores às ruas da capital, omitindo a infiltração de policiais à paisana entre os grevistas e o espancamento destes pela PM.
    Agora Serra deixa o Rodoanel inacabado, mesmo depois de submeter os trabalhadores a turnos seguidos de trabalho, durante as madrugadas, em ritmo marcial. O motorista encontra uma estrada sem sinalização nem aparelhos de segurança e resgate. Não há sequer policiamento. E ele ainda pagará pedágio pela merreca, na terra das maiores tarifas do país.
    Mas, diante de tudo isso, resta uma dúvida incômoda: por que o PT e a campanha de Dilma Rousseff não fazem nada a respeito? Onde estão as representações judiciais e o escândalo indignado que mobilizariam a oposição caso estivesse em situação contrária? Sim, sabemos, que seria quase impossível romper o silêncio da imprensa e a omissão do Judiciário. Mas desde quando os petistas perderam a sanha combativa?
    Sei lá. A aceitação passiva de tantos e tamanhos absurdos deixa a impressão de que se trata de um posicionamento consciente. Na melhor das hipóteses, é apenas uma estratégia muito burra.

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