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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Alteração na tendência – Ibope

Posted by Pax em 22/04/2010

A última pesquisa Ibope, realizada entre os dias 13 e 18 de abril a pedido da Associação Comercial de São Paulo, indica uma alteração nas tendências. Serra continua à frente e Dilma parou de subir.

A campanha mal começou. Este ano, apesar de todo o atraso político nacional, teremos uma festa democrática com uma disputa que se inicia cabeça a cabeça.

Lula conseguiu o que queria pois ao que tudo indica teremos uma eleição plebiscitária, com Ciro Gomes saindo da disputa e a candidatura de Marina Silva patinando em torno dos 8% de intenções.

Aos números:

Serra – 36% (tinha 35 em março)

Dilma – 29% (tinha 30)

Ciro – 8% (tinha 11)

Marina – 8% (tinha 6)

Fonte: iG – Pesquisa Ibope mantém Serra à frente de Dilma

Os vices:

Segundo Josias de Souza, jornalista político da Folha, Francisco Dornelles passa a ser a opção de vice para José Serra. Como dito no post anterior, ninguém quer o DEM na sua chapa, partido que tende a minguar e talvez sumir do cenário político nacional, enterrado com pá de cal com o escândalo de Brasília.

Michel Temer tem tudo para confirmar sua participação na chapa de Dilma, assegurando que o preço do PMDB será pago pelo PT. Para desgosto de muitos simpatizantes.

Segundo o Correio Braziliense, o PV bate o martelo do vice de Marina Silva, confirmando Guilherme Leal, um dos principais sócios da Natura Cosméticos, como vice.

Ciro? Bem, Ciro afunda em seu projeto furado. Queria que Dilma não decolasse e virasse a opção política da situação. Não aconteceu e agora o PSB tende a lhe negar a candidatura. O PT teme que Ciro saia atirando pedras para todos os lados, inclusive o seu e deve lhe oferecer um lugar “cala boca” na campanha de Dilma. Resta saber o que o pouco temperado deputado cearense, com título transferido para São Paulo, fará daqui para frente. O PSB bate martelo sobre sua candidatura no próximo dia 27 de abril.

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45 Respostas to “Alteração na tendência – Ibope”

  1. Eu só acho estranho que em nenhuma das análises ninguém tenha estranhado que o Serra tenha crescido tão pouco depois do lançamento da campanha, viagem a MG, capa de revista, matérias na TV. A Dilma na mesma situação cresceu mais de 5%. O Serra só variou na margem de erro. No Ibope abriu 2% (cresceu 1% e a Dilma caiu 1%). Isso numa época em que a Dilma cometeu “gafes na rádio”, saiu do governo e também deixou de aparecer tanto nos veículos de comunicação ao lado do Lula.

  2. Pax said

    Fala, Lauro,

    Veja, não fiz análise nenhuma, só olhei as curvas. Teus pontos acima são merecedores de atenção, sim.

    Tenho visto muita discussão sobre as pesquisas, Sensus, Vox Populi, Ibope etc. A mim não interessam muito as análises feitas por torcedores. Colocam sempre as paixões em cima das razões. E confesso que estou bastante sem paixão nestas eleições. Gostaria mesmo é de ver preto no branco as propostas de governo, as discussões sobre o tamanho do Estado que Dilma e Serra pensam, onde e como pretendem atuar, e quanto, afinal, vão dedicar em seus eventuais governos para questões que mais me preocupam:

    1 – Educação – qual o plano? E se puderem, não me poupem dos detalhes.
    2 – Segurança Pública – idem, como integras as forças nacionais com as estaduais e até municipais, como a PF vai agir contra o tráfico de drogas e de armas e contras as máfias, como por exemplo a dos jogos que acaba se misturando com as outras, pelo que me parece.
    3 – Reforma política – qual a proposta?
    4 – Reforma tributária – como simplificar a vida de quem quer produzir, como reduzir o tamanho da corrupção de todos os lados, seja dos que sonegam seja dos que fiscalizam, seja dos políticos e emendas orçamentárias etc etc etc. Aqui a lista é longa.

    Enfim, esqueço de um monte de pontos, na correria do lado de cá, mas, então, qual a proposta?

    Espero, sinceramente, que esta discussão possa emergir no meio das paixões das torcidas que não me interessam em nada.

  3. Pax said

    Ah, para quem não sabe, o Lauro e o Tiago Mesquita capitaneam um excelente blog, que sempre leio, o Guaciara.

    Aqui – http://guaciara.wordpress.com/

  4. Oi Pax, pra ser sincero, as torcidas também não me interessam nem um pouco e só coloquei essa observação como uma coisa que vem sendo pouco falada sobre a pesquisa mesmo.

    Mas tenho achado a toada dos candidatos bem pouco interesaante e com aquela carga de despolitização pouco útil.

    Os dois candidatos até agora mostraram pouco do que poderão fazer. Afora uma acusação ou outra e uma proposta sobre o Mercosul do Serra e sobre a Internet da Dilma, pouca coisa relevante apareceu no horizonte. O dose é que interlocutores mais fortes também não cobram. Pessoal tem de começar a usar a internet para inundar esse pessoal de comentários e obrigar eles (ou assessores) a responderem.

  5. Pax said

    Lauro,

    Concordo completamente com você. Até agora não há o que se possa chamar de “a proposta” de Dilma ou do Serra.

    “Despolitização pouco útil” é uma expressão muito feliz.

    E, por fim, concordo também. Deveríamos elaborar cobranças sistemáticas, desapaixonadas, para os candidatos e suas equipes.

  6. vilarnovo said

    Vocês tem um otimismo que eu não possuo… rs

    Lauro – Concordo em muitos pontos que você. Mas como já falei isso aqui antes, a falha não aconteceu apenas com Serra. Essa falha foi muito mais gritante com Dilma quando sua “subida meteórica” foi apaixonadamente medida não como um reflexo da saída da Heloisa Helena da disputa e sim como um crescimento de fato de sua candidatura. Se a HH ainda estivesse no páreo é bem capaz que a diferença entre Dilma e Serra fosse bem maior.

    Outro ponto é que sejamos justos, Dilma está em campanha há mais de um ano e se analisarmos que seu crescimento se deu muito mais pela saída da HH do que um crescimento orgânico a turma da Dilma está em maus lencóis. Por isso apostam todo as as fichas na transferência de votos da popularidade de Lula para ela. Se essa popularidade tiver sido medida da mesma maneira que o Sensus faz as pesquisas eleitorais o PT terá que rebolar muito.

  7. Elias said

    É…

    Mas é a primeira vez que Dilma cai nas pesquisas, salvo engano.

    Certo, foi só um 1 ponto percentual. Mas isso é muito, pra quem precisa crescer pelo menos 15 pontos no 1º turno.

    Ou seja, não significa apenas cair. É mais que isso. Significa que caiu, quando deveria continuar crescendo. Pior: ela caiu ao mesmo tempo em que Serra subiu o mesmo ponto percentual. Vale dizer: no período, a distância entre os dois é o dobro do crescimento de Serra.

    Na minha modesta, isso é grave. E o pessoal da coordenação deve estar dando tratos à bola pra reverter o treco.

    Dilma vai ter que melhorar seu futebol — e muito! — sem Lula por perto. Até porque o outro lado não deixará por menos. É só dar uma olhada na Veja, pra se ter uma idéia.

    O pior já foi feito: conferir um caráter plebiscitário às eleições de 2010. Mas isso, por si só, não é garantia de vitória.

    O fato de que a aprovação do Lula se mantém firme, acima de 70%, é um indicador dos caminhos por onde devem transitar o discurso da Dilma e a tática de desconstrução da candidatura do Serra.

    Quanto aos programas de governo a que o Pax se refere, eles virão sob a forma de “compromissos de palanque” ao longo da campanha.

    O que não é garantia de nada, né?

    Programa de governo assumido em campanha, onde e quando isso funciona, só funciona porque não é programa de candidato, e sim do eleitor.

  8. vilarnovo said

    “O pior já foi feito: conferir um caráter plebiscitário às eleições de 2010. Mas isso, por si só, não é garantia de vitória. ”

    Isso é um belo de um wishful thinking que é derrubado pela própria lógica e pelos números das pesquisas.

    Fato 1: Lula possui alta popularidade.
    Fato 2: A campanha da Dilma é baseada nessa popularidade.
    Fato 3: Se esse tal caráter plebscitário realmente existisse isso seria demonstrado no resultado das pesquisas.

    Isso é lógica básica. Ou das duas uma: ou não existe essa lógica plebscitária ou a situação de Dilma é muito pior do que se imagina.

    Eu realmente acho que é a primeira opção.

    Colocar essa eleição como algo plebscitário só existe na cabeça dos fazedores de campanha do PT. Criaram essa verdade do nada. Chega a ser constrangedor ouvir os petistas dizerem isso como se pudessem criar um fato repetindo isso mil vezes (onde será que já ouvi isso?).

    Fizeram isso com o ‘crescimento meteórico rumo ao Planalto’ de Dilma e estão fazendo isso novamente com o ‘carater plebscitário’ da campanha.

  9. Elias said

    Vilarnovo,

    Entendo que, por torcer por quem você torce, o tal caráter plebiscitário não interessa nem um pouco.

    O que já diz muito…

    Mas, veja: quando os demais candidatos vão tirando o time, ou quando a candidatura deles não decola, restando só 2 no páreo, temos uma eleição com caráter plebiscitário.

    Um primeiro turno com cara e corpo de segundo…

    A candidatura de Marina foi vista com muitos olhos bons pelo PSDB, porque este achava que ela iria roer votos do PT, pela esquerda.

    Se isso acontecesse, o papo seria outro.

    Não aconteceu. E o PSDB terá que dançar a dança que se dança.

    Senão… dança!

    Depois de um tempão em cima do muro (novidade…), os cobras criadas tucanos (que não são poucos) já sacaram isso.

    E já começaram a mostrar serviço…

    Não é preciso queimar o sofá, Vilarnovo.

  10. vilarnovo said

    Elias – Fique tranquilo. A minha torcida por Serra é bem menos, digamos, fundamentalista do que parece. É a mais pura e completa falta de opção. E ainda não abortei totalmente a idéia de votar nulo.

    Mas sigamos.

    “Mas, veja: quando os demais candidatos vão tirando o time, ou quando a candidatura deles não decola, restando só 2 no páreo, temos uma eleição com caráter plebiscitário.”

    Bom, então em TODAS as eleições que vão as segundo turno temos uma eleição assim. Concluindo, não há lógica nenhuma em dizer o “o PT conseguiu conferir um caráter plebscitário à eleição”. Se algo SEMPRE acontece não há muito o motivo para lutar para que esse algo aconteça não é mesmo?

    Apenas um exercício de lógica.

    Quem lê o que você escreve parece que Dilma está liderando as pesquisas desde o início. Isso sem contar que Dilma está em campanha há mais de um ano pelo menos e mesmo assim nada. Está (não quer dizer que irá ficar) no patamar histórico do PT.

    Sinceramente ainda estou tentando compreender essa arrogância toda.

    Além disso, nada mais natural que o pessoal do PSDB comece a se mexer, afinal a campanha do Serra começou agora. O que você queria? Que eles ficassem parados? Talvez essa sua noção se deva ao fato do PT já estar em campanha há muito tempo, do PT ter sido uma única voz para a disputa presidencial, agora que o PSDB realmente entrou na parada, acha ruim.

    Talvez acho que você quisese que o PSDB repetisse o que fez com o Alkimim quando descartou Serra que tinha mais chances para colocar um que tinha menos votos…

  11. Caro Vilarnovo e Elias, boas colocações, mas vamos lá. Não tinha considerado o efeito HH sobre as pesquisas, muito bem observado, mas acho engraçado que nem uma parte pequena desses votos tenha se transferido a Marina. Desde já, uma candidata com aracterísticas muito mais próximas da Dilma.

    Essa queda da Dilma pode servir como alarme mesmo, mas acho que a gente ainda precisa esperar os próximos resulatdos de pesquisa pra ver se essa tendência se confirma.

    Acho que essa eleição vai ser diferente de todas as outras (inclusive pela previsibilidade dos principais candidatos e pela ausência do Lula na lista). De qualquer forma, a eleição de FHC, que também colocou um gestor pouco conhecido no Brasil na presidência tem muitas semelhanças com a eleição atual.

    Um candidato ancorado na popularidade do presidente (até Lula, Itamar foi o presidente mais bem avaliado da história do País) e em um programa de governo bem reconhecido pelo eleitorado. É certo que o PAC hoje não chega nem perto do que foi o Real em 94. De qualquer forma, a ascensão do FHC só começou em agosto. Em abril de 94, as pesquisas davam 16 pontos de Lula sobre FHC (37% a 21%). Em três meses ele foi de 17% a 45%.
    Sei que o momento é outro e os candidatos também, mas a comparação não é completamente esdrúxula. Acho que a campanha só vai ganhar a dimensão depois da Copa, até aí as coisas vão se armando e eu acho que só com um fato muito extraordinário pra evolução dos votos mostrar alguma coisa definitiva.

  12. Desculpa, escrevi tudo errado. Agora vai a versão certa:

    Caro Vilarnovo e Elias, boas colocações, mas vamos lá. Não tinha considerado o efeito HH sobre as pesquisas, muito bem observado, mas acho engraçado que nem uma parte pequena desses votos tenha se transferido a Marina. A afinidade da Marina com a Heloísa Helena e a semelhança das duas deveria jsutificar esse apoio, não é não?

    Essa queda da Dilma pode servir como alarme mesmo, mas acho que a gente ainda precisa esperar os próximos resulatdos de pesquisa pra ver se essa tendência se confirma.

    Acho que essa eleição vai ser diferente de todas as outras (inclusive pela previsibilidade dos principais candidatos e pela ausência do Lula na lista). De qualquer forma, a eleição de FHC, que também colocou um gestor pouco conhecido no Brasil na presidência, tem muitas semelhanças com o pleito atual.

    Fernando Henrique foi um candidato ancorado na popularidade do presidente (até Lula, Itamar foi o presidente mais bem avaliado da história do País) e em um programa de governo bem reconhecido pelo eleitorado.

    É certo que o PAC hoje não chega nem perto do que foi o Real em 94. De qualquer forma, a ascensão do FHC só começou em agosto. Em abril de 94, as pesquisas davam 16 pontos de Lula sobre FHC (37% a 21%). Em três meses ele foi de 17% a 45%.

    Sei que o momento é outro e os candidatos também, mas a comparação não é completamente esdrúxula. Acho que a campanha só vai ganhar a dimensão depois da Copa, até aí as coisas vão se armando e eu acho que só com um fato muito extraordinário pra evolução dos votos mostrar alguma coisa definitiva.

  13. Desculpa, escrevi tudo errado. Agora vai a versão certa:

    Caro Vilarnovo e Elias, boas colocações, mas vamos lá. Não tinha considerado o efeito HH sobre as pesquisas, muito bem observado, mas acho engraçado que nem uma parte pequena desses votos tenha se transferido a Marina. A afinidade da Marina com a Heloísa Helena e a semelhança das duas deveria jsutificar esse apoio, não é não?

    Essa queda da Dilma pode servir como alarme mesmo, mas acho que a gente ainda precisa esperar os próximos resulatdos de pesquisa pra ver se essa tendência se confirma.

    Acho que essa eleição vai ser diferente de todas as outras (inclusive pela previsibilidade dos principais candidatos e pela ausência do Lula na lista). De qualquer forma, a eleição de FHC, que também colocou um gestor pouco conhecido no Brasil na presidência, tem muitas semelhanças com o pleito atual.

    Fernando Henrique foi um candidato ancorado na popularidade do presidente (até Lula, Itamar foi o presidente mais bem avaliado da história do País) e em um programa de governo bem reconhecido pelo eleitorado.

    É certo que o PAC hoje não chega nem perto do que foi o Real em 94. De qualquer forma, a ascensão do FHC só começou em agosto. Em abril de 94, as pesquisas davam 16 pontos de Lula sobre FHC (37% a 21%). Em três meses ele foi de 17% a 45%.

    Sei que o momento é outro e os candidatos também, mas a comparação não é completamente esdrúxula. Acho que a campanha só vai ganhar a dimensão depois da Copa, até aí as coisas vão se armando e eu acho que só com um fato muito extraordinário pra evolução das pesquisas mostrar alguma coisa definitiva.

  14. Lauro – Não tem mistério. Desde que a Marina anunciou sua candidatura ela sofreu o processo de “queima” pela esquerda do PT. Falavam que ela tinha “traido” o Lula, que tinha “tucanizado” etc. Nada mais natural que seus votos passassem para alguém que combate o PSDB.

    “É certo que o PAC hoje não chega nem perto do que foi o Real em 94”. Concordo. O PAC não passa do Orçamento da União com outro nome. Agregado de um monte de coisa que não diz respeito ao governo.

  15. Aliás, nesse sentido discordo, inclusive com o título do Post do Pax. Não houve alteração na tendência. Não havia tendência nenhuma. Para nenhum dos lados. É só pegar todas as pesquisas (menos a da Sensus) pós saída da HH e verão que as coisas sempre estiveram mais ou menos na mesma. Pequenas variações dentro das margens de erro.

  16. Jorge said

    Pessoal, os números do ibope variaram dentro da margem de erro. então, o quadro é o mesmo para esse instituto. Vamos aguardar o sensus e o vox.

    O Serra está em campanha há muito mais tempo que Dilma. Impressiona que esteja estacionado nesse teto faz tanto tempo. Lembra o Alckim candidato a prefeito de SP na última eleição. Sai na frente, mas não conseguia crescer.

    No último ano uma quantidade impressionante de publicidade do governo estadual é veiculada em tv, rádio e jornais. Na rádio, creio que o governo do estado já é um dos maiores anunciantes – ao menos na jovem pan, é isso que se vê.

    No mais, a discussão sobre pesquisas geralmente esconde a discussão que verdadeiramente interessa, saúde, segurança, emprego, RI, etc.

  17. “O Serra está em campanha há muito mais tempo que Dilma.”

    Hahahahahahahah. O Jorge não falha!!

  18. Olá!

    Vilarnovo, é a sua vez de lidar com os militantes da maiêutica toscática do pé-quebrado que alguns usam por aqui para interepretar desde a jabuticada até mesmo à invenção da roda e pesquisas eleitorais de opinião.

    Veja, Vilarnovo: É com esse tipo de desonestidade intelectual que temos que lidar por aqui. Eles têm a favor deles a mentira e a desconstrução dos fatos históricos, utilizando ambas de forma indiscriminada para fazer andar a agenda partidária deles. Quando se sentem acuados pela análise lógica e bem estruturada que desconstrói as mentiras deles, partem para o tipo mais rasteiro de argumentação: A acusação. E foi exatamente isso que fizeram com você ao lhe chamarem, guardadas as devidas proporções, de serrista (ou, no mínimo, de eleitor momentâneo do José Serra).

    Observe, Vilarnovo, que poucas críticas construtivas foram feitas direcionadas aos seus argumentos acima. O que fizeram foi uma mescla de acusações baratas à sua pessoa e de destilação dessa cantilena mentalmente pobre contra a atual oposição. É esse o fruto intelectual mais comum produzido nas universidades esquerdo-socialistas que há no Brasil — pelo menos na área de humanidades.

    Até!

    Marcelo

  19. Pax said

    Marcelo Augusto,

    Será que um dia você conseguirá se tornar um debatedor adulto?

    Vilarnovo,

    Procure informações sobre o orçamento de marketing do governo paulista. Talvez o Jorge tenha um ponto não tão risível assim. Ou a gente pode considerar que propaganda da Sabesp no Rio Grande do Norte a coisa mais natural do mundo, claro.

    Não quer dizer que a campanha de Dilma não venha acontecendo já faz um ano ou mais.

  20. Elias said

    Vilarnovo,

    Claro que toda disputa em segundo turno é plebiscitária. Esse é o espírito da coisa. O objetivo do 2º turno é, exatamente, escolher um governante que disponha da aprovação da maioria absoluta dos eleitores.

    Mas não é disso que estávamos falando, né?

    Falávamos de eleições plebiscitárias.

    No caso, diz-se que as eleições são “plebiscitárias” quando, desde o primeiro turno, pintam somente 2 candidatos viáveis. Mais, ainda, se um desses 2 candidatos é da situação.

    Quanto a opções, Vilarnovo, claro que você tem mais de uma. O problema é que você escolheu a pior.

    Ainda bem que ela vai perder…

  21. Olá!

    Pax (ou seria PACs?), não perca o senso de humor! Quem perde o senso de humor envelhece mais rápido.

    Ah, sim: Senti falta da sua isenção lá no outro post quando um camarada me xingou de algumas coisas. E não foi um xingamento aos meus argumentos, mas, sim, à minha pessoa. Vou esperar pela sua isenção.

    Até!

    Marcelo

  22. Olá!

    Nessas últimas pesquisas do DataFolha e do IBOPE, senti falta daquelas tripudiações e estardalhaços dos esquerdo-petistas. Nos blogs e sites amigos do presidente Lula — e, sobretudo, dos Amigos do BNDES –, continuam com aquela tática mentalmente primitiva de dizer que ambos os institutos estão a serviço da candidatura de José Serra e que tais pesquisas não revelam nenhum dado coletado de maneira rigorosa.

    Não brigo com pesquisas de opinião, pois, afinal de contas, números são números. Mesmo a pesquisa Sensus — tão colocada em dúvida — não será questionada por mim.

    Mas vou esperar para ver se alguma daquelas figuraças em interpretação de dados estatísticos aparecem com as suas análises revolucionárias feitas no Excel e coisas tais.

    Até!

    Marcelo

  23. Chesterton said

    Parece que o Ibope não tem a tendência de falsear pesquisas como aquele outro instituto.

  24. Guerra de pesquisas

    Caso o PT saia da catatonia e arranque um posicionamento do TSE, poderemos avaliar se as discrepâncias entre Datafolha, Ibope, Sensus e Vox Populi se devem realmente a distorções de amostragem e apuração, como tantos acusam. Por enquanto, elas apenas evidenciam diferentes metodologias.
    Quem já observou os bastidores desse tipo de levantamento sabe que é fácil induzir resultados usando apenas instrumentos legais ou tolerados. Faz toda a diferença entrevistar pessoas em trânsito ou nas residências, a ordem e o teor das perguntas, o tipo de apresentação dos candidatos.
    Podemos levantar suspeitas sobre institutos que estimulam o entrevistado apenas citando os nomes de Serra e Dilma, não os apresentando como aliados de FHC e Lula, pois é assim que ambos serão identificados na campanha. Este é o consolo dos defensores da petista, e provavelmente o diferencial das enquetes que apontam o tal empate técnico. Eis porque a mídia conservadora tem tanto medo dessas associações.
    A guerra de pesquisas é saudável, principalmente quando seus métodos são elucidados. O público escolhe em que acreditar. Não convém esperar muito da Justiça Eleitoral, mas já seria grande coisa se ela instituísse um pouco de transparência nesse burburinho estatístico.

  25. vilarnovo said

    Elias – Apenas apontei a incoerência de seu comentário alegando que o PT havia conseguido dar um caráter plebscitário ao pleito. Ou seja, algo que o PT trabalhou para acontecer e que, segundo você, teve sucesso.

    Isso vai de encontro com sua outra afirmativa sobre a eleição plebscitária pois há apenas dois candidatos viáveis.

    Em nome da coerência você deve escolher uma das duas opções: ou a eleição é plebscitária pois o PT trabalhou para que isso acontecesse ou é plebscitária pois só existe dois candidatos viáveis.

    Não há melhor opção, apenas a menos pior. E Serra está competindo pau a pau com a anulação do voto.

    Dilma? Sem chance.

    “Ainda bem que ela vai perder…”

    Mais wishfull thinking…

  26. vilarnovo said

    Marcelo Augusto – Não tenho problemas quanto a isso. Já fui vacinado há tempos…

  27. Elias said

    Vilarnovo,

    E por que você acha que só há 2 candidatos viáveis?

    Você acha que foi por obra e graça da pomba do Divino Espírito Santo?

    Ora, Vilarnovo…

    Entendo que você combata ferrenhamente o campo político oposto ao seu.

    Mas chega a ser excesso de ingenuidade não reconhecer nenhum mérito, nenhuma qualidade, nenhuma inteligência, etc, a um campo político, só porque ele é oposto ao seu.

    Isso me faz lembrar dos seguidores do Reinaldo Azevedo que comentavam nos blogs do No Mínimo…

    Passaram 4 anos chamando o Lula de burro, apedeuta e sei lá o quê…

    Aí o burro, apedeuta, iletrado, vai a 2 debates na tevê com o super-híper-ultra bem preparado Alckmim e o que acontece? O super-híper-ultra preparo do tucano semplesmente não deu o ar de sua graça. Pelo menos, não a ponto de marcar uma diferença mínima entre ele e o burro, apedeuta, iletrado… que almoçou e jantou o oponente, como e quando quis.

    Se você prestar bem atenção, Vilarnovo, verá que os possíveis campos auxiliares do PSDB para 2010 foram comidos pelas beiras, feito mingau quente.

    Se você não percebeu isso ou, tendo percebido, não conseguiu distinguir quem comeu de quem foi comido, realmente você não está no jogo que se está jogando…

  28. Elias said

    “SEMplesmente não deu o ar de sua graça”?

    Não… o super-híper-ultra preparo do tucano não deu o ar de sua graça… SIMplesmente.

    Desculpem.

  29. vilarnovo said

    Elias – Para início de conversa, sempre considerei que o PSDB é igual ao PT. Meu provável voto em Serra dar-se-á mais pela falta de opção e por um entendimento que a fralda do PT já está vazando do que estar no mesmo campo ideológico de Serra e companhia.

    Agora vir falar do “campo auxiliar” do PSDB como se isso fosse algum trunfo é dose. É esquecer que quem está no “campo auxiliar” do PT hoje é gente do calibre de Renan, Sarney, Collor, Barbalho, Severino, Garotinho, Sérgio Cabral. Isso para citar uns poucos. A lista é grande.

  30. Chesterton said

    Seu Elias, o presidente é o Meireles, Lula é “o” primeira dama….

  31. Elias said

    Vilarnovo,

    Então seu voto no Serra é quase que um voto envergonhado? Algo assim como o “o candidato em quem vou votar é apenas menos pior que o outro?”.

    A coisa tá pior do que pensei… Se tem muita gente pensando igual a você o Serra tá ferrado!

    Mas não estou fazendo juízo de valor sobre os tais campos auxiliares. Isso é perda de tempo, certo?

    Se formos por aí, vamos terminar — como diz o Pax — falando coisas do tipo “seu” ladrão é mais ladrão que o “meu”.

    Não estou falando disso, Vilarnovo.

    Estou falando do esvaziamento de alguns lances políticos.

    Um lado movimenta suas pedras; o outro tenta neutralizar os efeitos. Sacou?

    O que aconteceu com a candidatura de Marina, por exemplo? Por que ela não decolou?

    Se você é desses que acredita que o PSDB não fez o que pôde pra que ela decolasse e o PT não fez o que pôde pra que ela NÃO decolasse; se você não percebeu os lances, então sua visão política está seriamente prejudicada.

    Houve uma disputa, Vilarnovo. Um lado ganhou, outro perdeu.

    Você não percebeu isso?

    Chesterton,

    Você tá certo. O presidente é o Meirelles.

    Aliás, o principal assessor do Meirelles, que pouca gente conhece, é um ascensorista de elevador do prédio onde mora a irmã do cunhado do primo de um amigo da manicure que atende a ex-mulher do motorista do vizinho da tia do Meirelles.

    É isso aí. Se quiser, espalhe…

    O Lula, como você sabe mais do eu, é um tolo, apedeuta, ignorante, que mal sabe o que está fazendo no mundo. Pra falar a verdade, não sabe mesmo.

    Inteligente mesmo é você. Um gênio da política que já fez o… faz a… bem, não importa que você ainda não tenha feito m… nenhuma. O que importa é que, no dia que você fizer, todos vão ver a m… que vai ser.

  32. Chesterton said

    Hummm, Elias está nervoso….é, parece que a Dilma não inspira muito seu futuro. Vai ficar sem cargo a patir de dezembro, Elias?
    Falando sério, ninguem chamava o Lula de burro, ao contrário, reconhecidamente é espertalhão para cacilda, porém, é apedeuta comprovado de pai e mãe.
    A política externa do Lula cabe nessa categoria da “esperteza” burra.

  33. Iconoclasta said

    o Pax, sugestao de pauta:

    a divisão do estado do Pará interessa a quem? tem nega subindo nas tamancas com o fim da
    boquinha…

    outra coisa: encara o guri de frente. essas desqualificações só servem para constranger os teus…

    ;^/

  34. Elias said

    Chester,

    I
    A esta altura da vida, estou para emprego assim como cavalo está na parada militar: cagando, andando e sendo aplaudido.

    II
    No contexto atual, divisão do Pará não representa o fim de boquinhas, mas o começo de muitas…

    Neguinho aí que hoje não consegue se eleger deputado estadual, vai ter chance de ser senador. Ou governador…

    Outros que, atualmente, mal conseguem se eleger vereadores, poderão se tornar deputados estaduais.

    Serão pelo menos mais 60 secretários de estado & fauna acompanhante, mais 6 senadores, mais algumas dezenas de deputados estaduais e federais…

    Ou seja, tudo o que a política brasileira precisa pra ficar ainda melhor, no desejo de alguns, ou muito pior, na opinião de outros (é só uma questão de ponto de vista, né?).

    Sou totalmente a favor da divisão do Pará, desde que ela venha no âmbito de uma reforma política, que inclua, dentre outras coisas, o fim do parlamento bicameral (em outras palavras: fim do Senado), o voto distrital, a lista mista, etc.

  35. vilarnovo said

    Elias – “Vilarnovo,

    “Então seu voto no Serra é quase que um voto envergonhado? Algo assim como o “o candidato em quem vou votar é apenas menos pior que o outro?”.”

    É sim. Não tenho porque mentir ou esconder isso. É um voto envergonhado sim.

    “A coisa tá pior do que pensei… Se tem muita gente pensando igual a você o Serra tá ferrado!”

    Aí que você se engana. Se chegou ao ponto de eu votar no Serra mesmo tampando o nariz é porque a outra opção é totalmente inaceitável.

    Concordo com o resto que escreveu.

    “O que aconteceu com a candidatura de Marina, por exemplo? Por que ela não decolou? ”

    Porque a Marina não possui uma máquina política do calibre do PSDB e do PT. Marina hoje joga para o futuro. Sempre soube que seu papel seria secundário. No Brasil de hoje, no sistema político de hoje, o surgimento de um Collor é quase impossível.

    ========

    Concordo e discordo como Elias, a criação de um novo estado (acho que o nome seria Estado de Carajás) é uma afronta a qualquer ser andante no país.

    Porém não é através de uma reforma política que esse seria viável. Seria após uma revisão total no federalismo brasileiro, na divisão dos impostos e etc. Hoje os custos de um estado recaem na União. E a União se torna credora com todas as consequências disso (politicagem, coronelismo, falta de qualidade política etc).

  36. Elias said

    Vilarnovo,

    Sem a reforma política, a reforma tributária não sai.

    No Pará, existem 2 propostas de criação de novos Estados: uma no sudeste (Carajás), outra no oeste (Tapajós).

    Pessoalmente, e em princípio, não sou contra. Mas não acho que seja uma boa criar novos Estados, sem antes rever a estrutura política e político-partidária do Brasil.

    Pra que serve o senador? Por que tantos vereadores, deputados estaduais e deputados federais?

    Não há resposta pelo menos razoável para essas perguntas.

    Se forem criados novos Estados antes de repaginar esse Quasímodo, aí é que não se muda nada mesmo…

  37. Elias said

    Vilarnovo,

    Sua análise sobre a candidatura da Marina é que está simplista demais.

    Claro que há o olhar no futuro (pelo menos no discurso).

    Agora, achar que não se pensava um outro papel para essa candidatura, ainda em 2010, é pular uma passagem…

    O lance não deu certo porque o outro lado jogou melhor, e neutralizou a tentativa onde e quando ela podia ser neutralizada.

    Vou dar uma dica: procure saber onde fica a principal base política de Marina. Depois, verifique a quem essa base política apoiará, nas eleições para governador.

    Feito isso, você só poderá chegar a uma conclusão: o PV acabou entrando fracionado no jogo. E entrar fracionado no jogo é o caminho mais rápido e certo pra se jogar mal. No mínimo, você fica sem ter o que dizer no palanque. Vai ter que dizer que é cristão e muçulmano, ao mesmo tempo.

    Pra quem advoga mais transparência e coerência na prática política, isso equivale a disputar 100 metros rasos, nado livre, com as mãos atadas às costas.

    Não dá jogo, Vilarnovo.

    Todos tentaram costurar bem. Mas uns costuraram melhor do que outros.

    Cá pra nós, Marina teria feito mais por seu próprio futuro, e pelo futuro do PV, se ela se candidatasse a governadora de seu Estado. Teria uma boa chance de vencer e, vencendo, teria uma boa chance de fazer um bom governo.

    Só que isso não se encaixava na costura que ela & outros tentaram fazer.

    Foi aí que abriram o flanco…

    Observe que em nenhum momento o PT atacou Marina. Daí porque falei em mingau quente, sacou?

  38. Chesterton said

    Então está bem, você não vai ter falta de tetas. Por que o nervosismo?

    Angelo deu uma dentro

    http://angelodacia.blogspot.com/2010/04/imprensa-odeia-dilma-ou-dilma-candidata.html

  39. vilarnovo said

    Simplista ou realista Elias? Não fico inventando um inexistente suposto potencial de Marina em um país onde as estruturas partidárias e o estilo do jogo eleitoral não permite que fora dos partidos hegemônicos aja algum tipo de surpresa.

    Não desgosto de Marina, pelo menos ela é fiel ao que acredita, mas ela é tão despreparada para assumir a presidência da república quanto Dilma.

    Perdão, isso é injusto com a Marina, perto de Dilma ela é superhiper preparada.

    ========================

    Esse governo é tão corrupto que até mesmo dá uma das maiores condecorações nacionais a alguém que a única credencial é ser a mulher do presidente. Lula, em uma atitude ridícula, corrupta, safada, cafageste deu a Ordem do Rio Branco para sua mulher, D. Marisa que NUNCA fez absolutamente NADA para o país, a não ser redecorar o Palácio e mandar plantar uma estrela vermelha na Alvorada.

    E depois ainda pergunta porque esse governo deve ser retirado da presidência.

    E antes que comece a falar, o responsável por definir quem ganha a homenagem é o Presidente da República.

    Ridículo. É revoltante.

  40. fk said

    Kotscho mostrando onde a corda pode apertar no pescoço da Dilma. Muito lúcido:
    http://colunistas.ig.com.br/ricardokotscho/2010/04/28/campanha-de-serra-comeca-na-frente/

  41. Pax said

    Bom o texto do Kotscho, Fk.

    Claro que a torcida organizada não vai gostar, vai acusar o cara etc etc. Mas ele diz algumas verdades.

    Essa campanha pela Internet parece que tá bastante equivocada. Colocaram o Marcelo Branco e logo de cara o sujeito comete algumas varadas. Como diz o dito, pau que nasce torto, morre torto. Quem sabe não trocam logo para evitar mais danos à frente.

    Serra tem ido bem, mas precisa definir um vice. Estão falando em Kátia Abreu ou Dornelles. Se for a Kátia Abreu creio que será bom para Dilma, porque tudo indica que será para ela o Temer, que, segundo minha opinião, é um trunfo para o Serra. O Ciro que saiu cheio de “mágoas” agora anda falando pelos cotovelos, desdizendo o que disse, provavelmente negociando alguma boca. Mas sentou o pau no Temer sem dó nem piedade, algo como “não compraria um carro usado dele”.

    Bem, nem eu, pra ser sincero. Muito menos da Kátia Abreu.

    Peço desculpas pela fraca atualização e participação, mas faz 5 dias que estou realmente derrubado e literalmente de cama, por algo que ninguém ainda descobriu o que é. Nem aqui consigo vir.

    Tô me sentindo um paciente daquele seriado House que a turma gosta tanto. Eu nem tanto. Muito menos desse papel.

  42. vilarnovo said

    Puxa Pax, melhoras aí amigo!

  43. Elias said

    Pô, Pax!

    Fique bom logo.

  44. Elias said

    Vilarnovo,

    Quando mencionei as expectativas que a candidatura Marina despertou, não me referi a você.

    Se você diz que jamais alimentou grandes expectativas em relação a essa candidatura, eu acredito. Não tenho por que duvidar.

    Mas, repito, não estava me referindo a você.

    Eu me referi a todo um imenso conjunto de forças políticas que depositou fichas na possibilidade da candidatura Marina crescer e, assim, roer o eleitorado do PT pela esquerda.

    Aqui mesmo, no PolíticAética debatemos o assunto por vários dias.

    Que a expectativa não se materializou não há duvida. Agora, dizer que ela nunca existiu é… excessivo, né?

  45. vilarnovo said

    Elias – Nem eu nem ninguém. De maneira nenhuma é excessivo, apenas realista.

    E como falei antes se houve um conjunto de forças políticas esse foi do PT ao queimar a Marina Silva antes mesmo dela sair do próprio PT.

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