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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Dabate do debate

Posted by Pax em 06/08/2010

Plínio de Arruda Sampaio, candidato do PSOL, foi o único a surpreender. Sem chances na disputa não só pela atual posição na corrida como pela própria divisão interna de seu pequeno partido, foi o único que conseguiu se diferenciar num debate de pouca emoção.

Dos outros candidatos: Serra queria uma goleada que não aconteceu, Dilma iniciou nervosa, melhorou sua participação e saiu sem acusar nenhum grande golpe do principal adversário e Marina não empolgou como vários esperavam.

Se houve um vencedor no debate de ontem, foi o já derrotado Plínio. Não fosse sua participação o sono teria vencido.

Cada um tem sua avaliação. O espaço está aberto ao debate sobre o debate.

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38 Respostas to “Dabate do debate”

  1. Jorge said

    O melhor foi o Plinio, depois Dilma, Marina e Serra.
    Agora, a melhor notícia foi que o vice do Serra apareceu! Dilma deve crescer nas próximas pesquisas.

  2. Carlão said

    Sem comentários…

  3. Chesterton said

    Joãozinho chega cedo ao colégio e diz à professora:
    – Tia, lá em casa nasceram oito cachorrinhos e todos vão votar na Dilma.

    – É mesmo? – diz a professora petista toda feliz…

    Uns quatro ou cinco dias após, o Joãozinho novamente chega à professora e diz:
    – Tia, dos oito cachorrinhos que nasceram lá em casa, cinco vão votar na Dilma.

    Então, a professora intrigada pergunta:
    – Uééé… Não eram oito cãezinhos???

    – Eram, mas três já abriram os olhinhos.

  4. Jorge said

    a grande surpresa foi a Dilma toda bonita… quem diria que a presidenta do Brasil iria colocar a Hillary no chinelo.

    Eh, Carlão, lá no comitê do Serra voces ficarão desanimados total, não é? Esperavam uma goleada do Serra e só viram um zero a zero, hehehehehe, até o Noblat desanimou. heheheheheheh. Mas é impressionante o seu profissionalismo, está aí, firme e forte. Parabéns cara!

    O indio voltou ao noticiário! Dilma deve subir nas próximas pesquisas!

    Chesterton, o comunista ganhou o debate ontem, todo mundo está dizendo, cara, o comunista ganhou e voces da ultradireita não fazem nada? Já tiveram tempos melhores… hehehehehehehe

  5. Carlão said

    Jorge
    Sabia que você ia gostar companheiro de luta.
    “Eh, Carlão, lá no comitê do Serra voces ficarão (sic)) desanimados total, não é? Esperavam uma goleada do Serra e só viram um zero a zero, hehehehehe, até o Noblat desanimou. heheheheheheh. Mas é impressionante o seu profissionalismo, está aí, firme e forte. Parabéns cara!”

    grato pelo elogio, mas o mérito não é meu.
    @exilado – é o cara do momento!
    Infelizmente companheiro, Dilma é isso aí.
    Ou quase, sei lá!
    Alguém sabe?

    Respostas pra Campanha da Dilma, do PT(?).
    URGENTE

  6. Carlão said

    sem comentários…

    sorry…

  7. Jorge said

    Carlão, Dilma bonita e sorridente ninguém esperava, surpreendeu todos nós!

  8. Chesterton said

    Plinio Sampaio não ganhou, só fez rir, animou o espetáculo. Aos 80m anos de idade ele ganhou o direito de dizer besteira, pois não influencia.
    Mas vi o video da Dilma, que desastre aí em cima.
    Petistas, se aprumem: o O globo acaba de abandonar a candidatura Dilma, a briga vai ser para vocês tentarem reverter o quadro. Quatro noticias de alto de página anunciam a mudança:
    1. Minimo em alta de 53% e não de 74% como citou Dilma
    2.Rodovias: estudos confirmam críticas
    3. Apaes criticam governos por não poderem mais dar recursos
    4. Dilma apresenta números inflados sobre reforma agrária
    Nunca vi uma mudança de tom tão brusca nesse jornal.
    E tem uma coluna-artigo do Fiuza, destroçando o que restava da credibilidade da vossa candidata.

  9. Chesterton said

    e agora vi o video do Carlão, hilário.

  10. Patriarca da Paciência said

    Carlão e Chesterton,

    a mesma agenda de sempre! Desqualificar a Dilma.

    Como disse o Pax, 4% já é alguma coisa, até para sustentar uma revista tipo Veja, ou como disse o Reinaldão, o Plínio tem apenas 1%, qual movimento social ele representa?

    Pois é, quem tem 4% já tem mais que 1%.

    Hilário por hilário, os vídeos do Serra ganham disparado.

    Pode continuar Chesterton, pelo menos em persistência vocês tem alguma virtude.

    Dilma já está garantida no primeiro turno.

  11. Zbigniew said

    Foi esta a edição contra a Dilma? A oposição já foi mais eficiente. A Dilma estava realmente nevorsa, mas isto não vai prejudicá-la, principalmente por ter sido o batismo de fogo. Esperemos os próximos.

  12. Patriarca da Paciência said

    Veja a “reação” do Serra:

  13. Patriarca da Paciência said

    Veja a Dilma em grande forma:

  14. Jorge said

    Patriarca,
    voce devia ter lembrado aquele vídeo do Serra dizendo que devemos ficar longe dos porcos para não pegarmos a gripe suína, é hilário, basta colocar no youtube serra gripe suína. É claro que do ponto de vista da saúde pública é criminoso.

    Chesterton, o que que é isso Fiúza??? Nossa Senhora, cada cacareco que aparece… Bem, recomendo que voce leia o equivalente ao RA, Fiúza e DM no polo ideológico oposto. Ele detona o Serra, os tucanos e os direitistas. E usa um linguajar que voce irá gostar!

    http://www.esquerdopata.blogspot.com/

  15. Patriarca da Paciência said

    Pois é, Jorge,

    agora a gente deve ficar a uma distância segura de Miriam Leitão também.

  16. Chesterton said

    Primeiro derrubar a Dilma,d epois o serra, nessa ordem

    Fim da História? Miriam Leitão

    O Globo – 05/08/2010

    Se você quer que seja mantido o equilíbrio fiscal, controle da inflação e o câmbio flutuante é simples: basta votar em um dos três candidatos mais competitivos nas eleições presidenciais de outubro.

    Os três prometem que não vão mexer no “tripé”: as três políticas implantadas pelo governo Fernando Henrique e mantidas pelo governo Lula.

    Há sinceridade no que dizem?

    Se há, não há mais diferenças entre os candidatos.

    Estamos portanto numa espécie de fim da História: não há mais divergência ou dúvida sobre política econômica no Brasil. Seria bom se fosse simples assim — até porque há vários outros temas exigindo atenção —, mas neste, como em vários outros assuntos desta difícil campanha, há pouca verdade no que os candidatos dizem e muito truque de marqueteiro.

    “É o tripé que está dando certo e em time que está ganhando não se mexe”, resumiu numa declaração originalíssima o presidente do PT, José Eduardo Dutra. Vamos pular aquela parte em que o mesmo PT dizia que tinha recebido uma herança maldita e que essa eram políticas neoliberais.

    Nesta reta final do governo Lula, políticas têm sido adotadas diariamente que quebram a longo prazo um pé do tripé. Os aumentos de gastos públicos, a criação de despesas permanentes, a construção de atalhos fiscais para o endividamento público, a ressurreição da política industrial do governo militar, as exceções criadas na Lei de Responsabilidade Fiscal, tudo isso está, na prática, minando as bases do equilíbrio fiscal.

    A política de metas de inflação que vigora há 11 anos pressupõe a não interferência nas decisões do Banco Central. O BC sozinho não resolve o problema, tem que ser ajudado pelo primeiro pé do tripé, mas é condição essencial a autonomia do Banco. Todos os candidatos disseram que respeitarão a autonomia do Banco Central. Há dúvidas razoáveis sobre a real intenção de pelo menos os dois com maiores intenções de voto. O ex-governador José Serra já mostrou em várias entrevistas que esse é um assunto que não está pacificado em suas convicções.

    Ele acha que o BC errou nos últimos anos, já deu declarações contraditórias o suficiente para se duvidar da sua convicção quando diz que, se eleito, manterá a política atual. Sobre a ex-ministra Dilma Rousseff repousa a mesma dúvida. Sua formação econômica incipiente e seu entorno fomentam a certeza de que algo de diferente ela vai tentar. Por enquanto, ela está repetindo as frases e palavras que o ex-ministro Antonio Palocci a ensinou.

    A sua formação leva a crer que o que ela tem dito não passa de mais um truque de marketing.

    A candidata do PV, Marina da Silva, é a menos conhecida dos três por vários motivos. Nunca falou muito desses assuntos econômicos e a imprensa tem obsessivamente perguntado a ela sobre outro tripé: célula tronco-criacionismocasamento gay. Quando consegue fugir dessa pauta pobre, Marina tem admitido que votou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e contra o Plano Real, mas que mudou de ideia, se convenceu de que estava errada, por isso defende a consolidação dos ganhos dos últimos 16 anos dessa política.

    Os pés do tripé estão relacionados. Dilma acredita no expansionismo do gasto público, tem demonstrado que sustenta os mesmos ideais do governo militar no que se refere à ampliação da estatização.

    Para fazer frente a uma política fiscal frouxa decorrente dessas convicções, a política monetária teria que ser mais e mais apertada. Alguém realmente acredita que Dilma toleraria altas das taxas de juros sequenciais sem interferir? Lula compensou seu parco conhecimento do tema com uma visão profundamente pragmática e sua capacidade de aprender com os dados da realidade. Visto que a inflação sob controle era garantia de popularidade, ele jogou fora a velha cartilha do PT e manteve o que prometeu que mudaria.

    O terceiro pé é o câmbio flutuante. Está relacionado aos outros dois. Altas taxas de juros atraem capital especulativo, principalmente em momentos de boom internacional, e isso aprecia a moeda nacional. Os exportadores reclamam. Tanto o entorno de Dilma Rousseff, quanto o candidato da oposição, José Serra, já demonstraram que são sensíveis ao lobby exportador.

    A única forma de manter o tripé é fazer um aperto fiscal forte, uma política de austeridade que significaria fazer escolhas difíceis, rever a excessiva estatização e os subsídios extravagantes dados às grandes obras iniciadas neste fim de governo Lula, ser capaz de cortar gastos correntes, abandonar a política dos anos 70 que voltou a vigorar no BNDES.

    Uma verdadeira política de austeridade criaria um círculo virtuoso: reduziria a necessidade de elevação das taxas de juros, o que reduziria a apreciação cambial. Se o eleito ou a eleita continuar mantendo um discurso de ambiguidade em relação ao Banco Central, a instituição terá que, de novo, conquistar reputação, o que significa manter juros altos por mais tempo.

    Por tudo o que os candidatos têm escondido do que realmente pensam sobre a política fiscal, monetária e cambial; por tudo o que já disseram; por suas ambiguidades; pelo que dizem em assuntos que estão relacionados com esses, a verdade é que mesmo hoje, 16 anos depois da maior vitória que o Brasil teve na luta contra a inflação, não há garantias. Ao contrário do que se poderia esperar, alguns candidatos mais que outros estão prontos para cometer erros velhos. Profissões de fé no chamado “tripé” convencem pouco quem tem mente treinada.Fim da História? Miriam Leitão

    O Globo – 05/08/2010

    Se você quer que seja mantido o equilíbrio fiscal, controle da inflação e o câmbio flutuante é simples: basta votar em um dos três candidatos mais competitivos nas eleições presidenciais de outubro.

    Os três prometem que não vão mexer no “tripé”: as três políticas implantadas pelo governo Fernando Henrique e mantidas pelo governo Lula.

    Há sinceridade no que dizem?

    Se há, não há mais diferenças entre os candidatos.

    Estamos portanto numa espécie de fim da História: não há mais divergência ou dúvida sobre política econômica no Brasil. Seria bom se fosse simples assim — até porque há vários outros temas exigindo atenção —, mas neste, como em vários outros assuntos desta difícil campanha, há pouca verdade no que os candidatos dizem e muito truque de marqueteiro.

    “É o tripé que está dando certo e em time que está ganhando não se mexe”, resumiu numa declaração originalíssima o presidente do PT, José Eduardo Dutra. Vamos pular aquela parte em que o mesmo PT dizia que tinha recebido uma herança maldita e que essa eram políticas neoliberais.

    Nesta reta final do governo Lula, políticas têm sido adotadas diariamente que quebram a longo prazo um pé do tripé. Os aumentos de gastos públicos, a criação de despesas permanentes, a construção de atalhos fiscais para o endividamento público, a ressurreição da política industrial do governo militar, as exceções criadas na Lei de Responsabilidade Fiscal, tudo isso está, na prática, minando as bases do equilíbrio fiscal.

    A política de metas de inflação que vigora há 11 anos pressupõe a não interferência nas decisões do Banco Central. O BC sozinho não resolve o problema, tem que ser ajudado pelo primeiro pé do tripé, mas é condição essencial a autonomia do Banco. Todos os candidatos disseram que respeitarão a autonomia do Banco Central. Há dúvidas razoáveis sobre a real intenção de pelo menos os dois com maiores intenções de voto. O ex-governador José Serra já mostrou em várias entrevistas que esse é um assunto que não está pacificado em suas convicções.

    Ele acha que o BC errou nos últimos anos, já deu declarações contraditórias o suficiente para se duvidar da sua convicção quando diz que, se eleito, manterá a política atual. Sobre a ex-ministra Dilma Rousseff repousa a mesma dúvida. Sua formação econômica incipiente e seu entorno fomentam a certeza de que algo de diferente ela vai tentar. Por enquanto, ela está repetindo as frases e palavras que o ex-ministro Antonio Palocci a ensinou.

    A sua formação leva a crer que o que ela tem dito não passa de mais um truque de marketing.

    A candidata do PV, Marina da Silva, é a menos conhecida dos três por vários motivos. Nunca falou muito desses assuntos econômicos e a imprensa tem obsessivamente perguntado a ela sobre outro tripé: célula tronco-criacionismocasamento gay. Quando consegue fugir dessa pauta pobre, Marina tem admitido que votou contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e contra o Plano Real, mas que mudou de ideia, se convenceu de que estava errada, por isso defende a consolidação dos ganhos dos últimos 16 anos dessa política.

    Os pés do tripé estão relacionados. Dilma acredita no expansionismo do gasto público, tem demonstrado que sustenta os mesmos ideais do governo militar no que se refere à ampliação da estatização.

    Para fazer frente a uma política fiscal frouxa decorrente dessas convicções, a política monetária teria que ser mais e mais apertada. Alguém realmente acredita que Dilma toleraria altas das taxas de juros sequenciais sem interferir? Lula compensou seu parco conhecimento do tema com uma visão profundamente pragmática e sua capacidade de aprender com os dados da realidade. Visto que a inflação sob controle era garantia de popularidade, ele jogou fora a velha cartilha do PT e manteve o que prometeu que mudaria.

    O terceiro pé é o câmbio flutuante. Está relacionado aos outros dois. Altas taxas de juros atraem capital especulativo, principalmente em momentos de boom internacional, e isso aprecia a moeda nacional. Os exportadores reclamam. Tanto o entorno de Dilma Rousseff, quanto o candidato da oposição, José Serra, já demonstraram que são sensíveis ao lobby exportador.

    A única forma de manter o tripé é fazer um aperto fiscal forte, uma política de austeridade que significaria fazer escolhas difíceis, rever a excessiva estatização e os subsídios extravagantes dados às grandes obras iniciadas neste fim de governo Lula, ser capaz de cortar gastos correntes, abandonar a política dos anos 70 que voltou a vigorar no BNDES.

    Uma verdadeira política de austeridade criaria um círculo virtuoso: reduziria a necessidade de elevação das taxas de juros, o que reduziria a apreciação cambial. Se o eleito ou a eleita continuar mantendo um discurso de ambiguidade em relação ao Banco Central, a instituição terá que, de novo, conquistar reputação, o que significa manter juros altos por mais tempo.

    Por tudo o que os candidatos têm escondido do que realmente pensam sobre a política fiscal, monetária e cambial; por tudo o que já disseram; por suas ambiguidades; pelo que dizem em assuntos que estão relacionados com esses, a verdade é que mesmo hoje, 16 anos depois da maior vitória que o Brasil teve na luta contra a inflação, não há garantias. Ao contrário do que se poderia esperar, alguns candidatos mais que outros estão prontos para cometer erros velhos. Profissões de fé no chamado “tripé” convencem pouco quem tem mente treinada.

  17. Chesterton said

    Não é a mamãe

    Guilherme Fiuza, O Globo, 07/08/10
    No primeiro debate entre os presidenciáveis, na TV Bandeirantes, a candidata do governo disse que “as mulheres brasileiras” estão preparadas para exercer a presidência. E revelouse “particularmente” interessada em investir na prevenção ao câncer. Dilma Rousseff quis dizer, com a sutileza que lhe foi possível: “Sou mulher e tive câncer. Votem em mim.”

    É uma plataforma e tanto. Melhor que isso, só se Dilma fosse negra, pobre e analfabeta. Aí seria realmente imbatível na sucessão do operário nordestino mutilado, que instituiu o mito dos coitados no poder. Ela ainda não foi vista chorando a quatro olhos com Lula, mas isso é questão de tempo.

    Ver Dilma Rousseff num debate ao vivo ajuda a entender por que são criados tantos personagens para fantasiála. Olhar fixo no nada, tom de voz estacionado na veemência automática, frases que ficam pela metade e saltam para uma conclusão categórica qualquer. “Sou contra o spread elevado”, encerrou a candidata, numa explicação tortuosa da política monetária que o governo popular fuma, e jura que não traga.

    Como se sabe, Lula ficou sem sucessor depois que Antonio Palocci e José Dirceu caíram em desgraça. A ideia de oferecer ao país uma “presidenta” se encaixou bem no marketing do governo bonzinho, que dá dinheiro de graça aos pobres e critica o Banco Central (o milagre da oposição a si mesmo). A presidenta não poderia ser a ex-prefeita Marta Suplicy, nem mesmo a senadora Ideli Salvatti ou outra figura mais experimentada. Era preciso alguém que não fosse nada, para que no imaginário popular pudesse ser tudo. Uma espécie de fenômeno Collor.

    A imagem final do debate na TV, com Dilma Rousseff gaguejando e baixando os olhos para ler a cola da mensagem que deveria deixar ao público, não poderia revelar um nada mais eloquente. Ao lado dela, Celso Pitta pareceria um Rui Barbosa.

    É fácil compreender por que o povo, segundo pesquisas qualitativas, não acreditou na Dilma gestora, gerentona, xerifa, dama de ferro, princesa do pré-sal e outras embalagens sugeridas. A líder nas pesquisas de opinião é, basicamente, Lula. Mas como Lula tem barba e vai embora, sua criatura não poderia ficar andando sozinha por aí sem identidade. Surgiu então a solução segura, já posta na rua pelos arautos petistas: Dilma é mãe.

    Não mais a “Mãe do PAC” — até porque o menino, que puxou a ela, tem fisionomia um tanto indefinida. Dilma é simplesmente “mãe”. Aí não pode ter erro. Lula já explicou a abrangência da coisa, numa palestra em Curitiba ao lado de sua candidata: “Se vocês ainda têm preconceito em votar numa mulher, parem de ser besta. Ela lhe pariu, ela formou o seu caráter. Dê uma chance à sua mãe, já que ela deu tantas chances a você.”

    Pronto. Cada brasileiro tem agora a possibilidade de deixar de ser ingrato, e retribuir a quem sofreu para colocá-lo no mundo. O Brasil, que até outro dia tinha 190 milhões de técnicos, agora tem 190 milhões de filhos da Dilma. E um filho do Brasil.

    Depois de se assistir à candidata do governo sozinha na TV se embaralhando com siglas, percentuais e “mágicas financeiras” que ela diz não entender — e disso ninguém duvida —, dá para compreender por que o presidente decidiu botar a mãe no meio. A opção pela mitologia é mais garantida, até porque em time que está ganhando não se mexe. O problema é quando a realidade aparece para estragar o enredo.

    De repente, Lula virou o possível salvador de uma mãe iraniana. Acusada de adultério, ela foi condenada à morte por apedrejamento. O caso logo chegou ao presidente brasileiro, em forma de apelo, por sua relação de camaradagem com o ditador do Irã. Lula foi coerente ao negar ajuda:

    “Um presidente da República não pode ficar na internet atendendo todo pedido que alguém pede de outro país. É preciso tomar muito cuidado porque as pessoas têm leis, as pessoas têm regras. Se começarem a desobedecer às leis deles para atender ao pedido de presidentes, daqui a pouco vira uma avacalhação.”

    A pressão cresceu e Lula acabou cedendo à avacalhação, pedindo clemência à condenada. Não deixou de fazer mais um carinho no presidente sanguinário, “meu amigo Ahmadinejad”, como se pedisse com jeitinho para ele pegar leve desta vez. Foi ignorado.

    Não se sabe o que as mulheres e as mães iranianas pensam de Lula, o chapa do carrasco. Mas possivelmente achassem no mínimo exótico que seja o mesmo a fazer do feminismo e da maternidade a bandeira central da sua sucessão.

    Resta saber o que as brasileiras e os brasileiros acham disso. E do Plano Dilma como promessa nacional de cuidado, carinho maternal e feminilidade. Olhando para o feitio, a oratória e as práticas da candidata, talvez o bebê dinossauro, do famoso desenho animado, soltasse seu bordão de autodefesa: “Não é a mamãe!” Mas dinossauro não vota.

  18. Carlão said

    Ah Patriarca…tenha paciência, meu velho
    Fostes buscar vídeos velhos na CloacaNews…hehehe.
    Que vergonha…E um deles claramente “malhado” na Bolivia do companheiro Evo…crack total
    Lavou as mãos com agua sanitária depois? Não né?!
    Altamente recomendado.Pelo nome já se sabe.
    Senão piora a contaminação por “coliformes fecais” na água mineral…

    Enquanto isso “a gente se diverte” por aqui, meu velho:
    1.Dilma no debate é novo…e virou viral (VERDADEIRO)
    2.Lula e Cabral tentando dar um “passa-moleque” no garoto é novo. Você já assistiu ontem aqui (06/08/2010 às 23:38) e agora terá oportunidade de assistir de novo em blogs de maior divulgação.
    É novo e virou viral…(VERDADEIRO)
    …E agora pintou a PREVI/Dossiês de novo no pedaço…um ex-petista “acordou” resolveu contar tudo…um dossiê vivo e mais um pouco!
    Dor de barriga brava todo dia?
    Raiva não resolve. Não perca a linha.
    Mau-cheiro? Vá ao médico!
    Ou melhor vote no Plínio de Arruda Sampaio,fundador do PT, a “sensação” do debate.
    Ou talvez Marina, fundadora do PT …que pelo menos é autentica, tem alguma experiência e é melhor articulada.

    E… sigamos adiante companheiros.

  19. Patriarca da Paciência said

    Chesterton (ou até Miriam Leitão, se por acaso vier a ler este comentário), entendam de uma vez:

    As leis básicas da economia não são “invenção” do FHC, Itamar ou qualquer outro político brasileiro ou de qualquer outro país.

    São descobertas realizadas ao longo de séculos, pelos mais diversos estudiosos, dos mais diversos países e, que são estudadas por qualquer aluno, em qualquer parte do mundo.

    O que realmente acontece é decisão política de aplicar este ou aquele método.

    No caso brasileiro, a decisão política de aplicar o método correto para controle da Inflação foi do Itamar Franco. FHC apenas fez parte da equipe que realizou a empreitada.

  20. Jorge said

    Patriarca, o Carlão é militante profissional, tem toda uma equipe para abastecê-lo de vídeos, notas difamatórias, etc. Então, não tente competir com ele que é impossível, já que somos apenas cidadãos que apoiam o projeto petista. No mesmo nível do Carlão está o esquerdopata e os amigos do presidente Lula.

    Patriarca, voce acha que um cidadão tucano normal estaria empolgado com a campanha do Serra? Até o Alckmim já pediu para os sindicatos que o apoiam lançar a chapa Geraldilma!

  21. Chesterton said

    As leis básicas da economia não são “invenção” do FHC, Itamar ou qualquer outro político brasileiro ou de qualquer outro país.

    chest- Patriarca, as leis básicas são uma descoberta, que o PT se negava a admitir. Até hoje, nega. Lula deu uma guinada para a direita e tudo que deu certo no governo dele é direita.

  22. Jorge said

    Chesterton, voce cada dia mais brincalhão.
    Tudo o que deu certo no governo Lula é de esquerda: aumento do salário mínimo (proposta da esquerda) bolsa família (proposta da esquerda) política externa independente (proposta da esquerda)estado ativo na economia (proposta da esquerda). O que deu errado no governo Lula: mensalão, ou seja, forma tradicional de fazer política no Brasil (método de dominação da direita que alguns petistas quiseram utilizar e se deram muito mal); omissão no combate ao monopólio da informação no Brasil (proposta da direita.

  23. Patriarca da Paciência said

    Chesterton,

    quando eu falo em leis básicas da economia, eu incluo também Marx, um dos maiores economistas de todos os tempos, reconhecido por todas as grandes universidades do planeta.

  24. Patriarca da Paciência said

    Caro Jorge,

    os vídeos que posto são todos do You Tube, se você pesquisar, estão todos lá.

    O Carlão é que anda delirando.

  25. Chesterton said

    Marques economista deu no que deu, né? Tudo errado. Nem vem Patriarca, tua ignorância remonta à genética de pai e mãe. Lula teve que abandonar tudo o que disse pata governar, tudo, renegou o esquerdismo e assumiu regras que antes condenava como da “direita reacionaria e fascista”. Lula é neoliberal. Lula está à direita de Serra.

    Dora Kramer – Trechos

    “Nem gregos nem troianos

    Definitivamente, o governo do presidente Luiz Inácio da Silva caminha para um final melancólico em matéria de política externa.

    Foi chamado de ingênuo pelo governo dos Estados Unidos por cair na conversa de Mahmoud Ahmadinejad; admoestado pela oposição cubana por causa de suas ironias e indiferença em relação aos dissidentes da ditadura castrista; condenado pelo presidente da Colômbia que considerou “deplorável” sua posição sobre o conflito com a Venezuela; menosprezado pelo amigo iraniano para quem os apelos de Lula em favor da mulher condenada à morte por adultério são frutos de falta de informação.

    Isso em pouquíssimo tempo, convenhamos, representa uma conjunção de repreensões públicas bastante significativas e contrastantes com a quase unanimidade de 80% de aprovação no âmbito interno.

    Dirão os que se indignam com o fato haver no Brasil quem se manifeste em oposição a tão adorado presidente, que o mundo conspira, exercita o preconceito das elites, ou quem sabe, é tucano?

    Não, o mundo apenas está tomando contado com o Lula real, em contraposição ao herói da resistência que nunca existiu a não ser na fantasia romântica alimentada por falta de informação e açodamento na expiação de culpas ancestrais.

    Como o senso crítico mundo afora e os critérios para avaliação de governantes são mais rígidos que os vigentes no Brasil, Lula foi perdendo o charme na proporção que iam crescendo suas impropriedades em âmbito internacional.

    Entrou errado numa seara delicada, a dos direitos humanos. Sem capacidade pessoal para avaliar conexões mais elaboradas e sem disciplina nem paciência de ouvir quem poderia lhe ensinar, achando que da mesma maneira que as coisas dão certo aqui podem dar certo de toda parte, o presidente pôs os pés pelas mãos.

    Agora propõe à ONU que evite censurar países violadores dos direitos humanos, argumentando que a denúncia pública e dura de atrocidades não é eficaz.

    Como se a política de boa vizinhança do Brasil com ditaduras tivesse rendido algum avanço ou benefício para as populações desses países.

    Como se alguma ditadura entendesse a linguagem do diálogo e da negociação. Opressor que se preze – e os amigos do governo Lula são convictos no ramo – não dialoga, oprime.

    Só afrouxa o torniquete quando é da conveniência do próprio regime opressor fazer alguma concessão.

    Essa proposta encaminhada pelo Itamaraty à ONU pretende que o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas mude seus critérios de funcionamento e passe a adotar os parâmetros do governo Lula.

    Se a ONU aceitasse, de uma hora para outra o governo brasileiro teria “lavado” seus procedimento que não seria mais condenado nem condenável. Passaria a ser o modelo de correção.

    Se essa hipótese já soaria fora de cogitação em outros tempos, hoje que Lula perde o glamour e a credibilidade no exterior, soa absurda.

    FUNDAMENTO

    O que é mais importante, o nome das coisas ou o que as coisas realmente são? Partindo do princípio de que a designação não altera o significado de nada, o sentido é o que importa.

    Por tanto, não interessa se o nome é dossiê, banco de dados ou carta anônima. A boçalidade da intenção é a mesma: pressionar alguém a curvar-se à vontade de outrem mediante ameaça de exposição da intimidade seja ela lícita ou ilícita, falsa ou verdadeira, tanto faz.”

  26. Chesterton said

    Chesterton, voce cada dia mais brincalhão.
    Tudo o que deu certo no governo Lula é de esquerda: aumento do salário mínimo (proposta da esquerda)

    chest: kakakakakak, FHC subiu mais que Lula.

    bolsa família (proposta da esquerda)

    chest- kakakakaka, isso perpetuará por mais 3 gerações a miseria dessa pobre gente. Não paça de compra de votos.

    política externa independente (proposta da esquerda)

    chest- vide artigo da Dota Kramer aí em cima kakakakakakakak

    estado ativo na economia (proposta da esquerda)

    chest- kakakakakakaka, vai deixar um rombo enorme na previdencia

    . O que deu errado no governo Lula: mensalão, ou seja, forma tradicional de fazer política no Brasil

    chest- deu certo, ninguem foi em cana kakakakakaka

    (método de dominação da direita que alguns petistas quiseram utilizar e se deram muito mal);

    chestomissão no combate ao monopólio da informação no Brasil (proposta da direita.

    chest- o piadista sou eu?

    (sbstituí o hahahah, pelo kakakak a pedido do Elias)

  27. Pax said

    Prezados,

    O blog gosta da convivência de contrários. Não só gosta como estimula.

    Mas desaprova em absoluto o regime de baixarias.

    Custa evitar? Colocando em outra forma: se estimularmos esta abordagem ficaremos igualados aos blogs onde nada de bom acontece na caixa de comentários. Este filme todos conhecemos e não me parece nada bom.

    Bom domingo e feliz dia dos pais para todos.

  28. Chesterton said

    Obrigado.
    Se o bolsa familia existisse naquela época, nunca os Indios Tabajaras teriam saído de sua aldeia pauipérrima. Um presente dos Dias dos Pais,programa do Zanon, para baixar ou ouvir.

    Indios Tabajaras

    http://vcfz.blogspot.com/2006/10/41-indios-tabajaras.html

  29. Chesterton said

    ei, olhem quem tem credibilidade externa….é o Lula?

    http://elespectador.com/noticias/elmundo/articulo-216711-uribe-confirmado-liderar-panel-investigara-incidente-de-flotilla-ga

  30. Patriarca da Paciência said

    O Chesterton pega alguma sandice que alguém da turma dele (Reinaldão, Coturno etc) escreveu e toma como verdade inabalável.

    Opinião de de Dora Kramer é apenas opinião de Dora Kramer.

    Você pode falar à vontade que “Lula caminha para um fim melancólico”, quem é que vai acreditar numa bobagem dessa?

    Você pode falar à vontade que lula é neoliberal, quem vai acreditar numa bobagem dessa?

    Agora, se você falar que Lula não é marxista, aí já tem algum fundamento. Não me lembro de ter ouvido uma só vez Lula fazer citação de Marx.

    Vocês, alarmistas histéricos, é que vivem papagaiando que Lula é stalinista. Nunca vi Lula elogiar Stalin também.

    Lula é um governante essencialmente democrático que conversa com todos. Quando o Bush veio falar de guerra com o Iraque, Lula respondeu:

    Minha guerra é contra a pobreza, nada tenho contra o Iraque.

    Lula é e sempre foi, centro-esquerda, ou seja, conseguir o máximo de benefício social para os trabalhadores, democraticamente.

    É issá aí, Chesterton, no mais, você pode continuar papagaiando à vontade. Os 4% que sustentam a revista Veja e algumas outras publicações, tem todo o direito de existir!

  31. Carlão said

    Paciência Jorge com o Patriarca
    1.”os vídeos que posto são todos do You Tube, se você pesquisar, estão todos lá.
    O Carlão é que anda delirando”.

    Confirmo a informação do Patriarca, os vídeos publicados acima são do YouTube,
    no Canal da CloacaNews confiram http://www.youtube.com/user/cloacanews

    CONCLUSÃO 1: Ando delirando.

    2.Pax sugestão para um novo post no blog:
    UMA CONFISSÃO DESCONCERTANTE (REVISTA VEJA)

    http://arquivoetc.blogspot.com/2010/08/uma-confissao-desconcertante-revista.html

    CONCLUSÃO 2: O Brasil anda delirando…

    Patriarca, procure ajuda antes que seja tarde demais…

  32. Patriarca da Paciência said

    Lá vem o delirante Carlão, monstrando como “provas”, “reportagens” da revista Veja!

    Vai lá, Carlão.

    E o índio, vai aparecer também?

  33. Patriarca da Paciência said

    Quanto a mim, não tenho preconceitos contra ninguém.

    Postei vídeos que estavam no You Tube. Mas vejo blogs do PHA, Cloaca, Reinaldão, Miro, Fiuza, Nassif, Viomundo, etc. Isso, quando tenho tempo!

    Comentar, comento só aqui no Pax e às vezes, no Fiuza e PHA.

    Como dizia Marx, “nada que for humano me é estranho”.

    E como diz Ariano Suassuna, “o homem pode comer quantos hamburgues quiser, desde que não se torne um hamburge”.

    Quanto aos xingamentos do Chesterton, não me fazem sequer cosquinhas!

  34. Chesterton said

    xingamentos a você?

  35. Carlão said

    “Não adianta tentar ensinar um cachorro a miar feito um gato.Ele continuará latindo!”
    (autor desconhecido)

    Impaciente Patriarca
    1.Eu apenas confirmei suas informações quanto ao YouTube,logo devo estar “delirando”.
    E passei o link do mais novo escândalo do PT: PREVI/DOSSIÊS,logo devo estar “delirando”.
    O “Grande Irmão” manda, Patriarca escreve.

    2.E também acho que botar na boca de Marx (1818-1863)uma frase conhecida de Públio Terêncio (184 AC-160 AC) é coisa de gente MUITO saudável.
    É a Novistória de “1984” de George Orwell (1903-1960)ao vivo e em cores aqui no blog do Pax, graças a mais esta “desconcertante confissão” do impaciente Patriarca…(um tanto inseguro quanto a fatos,pessoas e fatos)

    E APROVEITO PARA DAR SEQUÊNCIA… O “Grande Irmão do PT”, supostamente, deve ter ficado “descaralhado”.
    Todo mundo, supostamente, no PT sabe que a frase “Nada do que é humano me é estranho” é do Lula (1941- ), depois de uma suposta reunião com ex-Ministra Dilma (1947- ) e vem dai, supostamente, a frase “aquele animal político não trabalhado”. Lula teria , supostamente,falado em entrevista estes dias.E entre amigos íntimos teria, supostamente,declarado: “Nada do que é humano me é estranho”.
    tsk,tsk,tsk
    Obs.- Situei exatamente as datas de nascimento e morte dos autores pra evitar qualquer novo surto de higidez intelectual do companheiro, supostamente, inseguro e confuso quanto a fatos históricos, pessoas e datas.
    LOL.

    Patriarca, meu velho.
    Como Públio Terêncio (Não Marx) também disse: “Enquanto há vida,há esperança”,eu reafirmo:
    Procure ajuda especializada.Vá ao médico. Coliformes,supostamente,fecais.
    Ainda,supostamente,tem cura.

    Sigamos em frente senhores…

  36. Patriarca da Paciência said

    Caro Carlão,

    é hilário ver você destilar tanta sabedorrência!

    Continue “grande irmão”, continue, quem sabe você não consegue me convencer que é um grande sábio!

    Terência? Caramba! Você foi longe mesmo! Mas será que essa frase não aparece naquele livro indiano muito antigo, Vedas?

    Se você examinar bem, é capaz que a encontre por lá.

    É muito difícil declarar claramente quem seja o verdadeiro “autor” de tal ou tal frase. Há até mesmo uma teroria que todo conhecimento ou descoberta seja coletivo e “nada de novo acontece debaixo do sol.”

    Mas que essa era uma frase favorita do velho Marx, pode ter certeza.

    E o tal índio, vai aparecer ou não vai?

  37. Carlão said

    Jorge
    eu tinha me esquecido de responder 1
    07/08/2010 às 0:32

    Carlão, Dilma bonita e sorridente ninguém esperava, surpreendeu todos nós!

    Eu teria me surpreendido se ela estivesse feia e enfezada. Você não?Jorge?

    “To put “lipstick on a pig” is a rhetorical expression, used to convey the message that making superficial or cosmetic changes is a futile attempt to disguise the true nature of a product.”

    Passar batom nos lábios de um porco, não transformam o porco.
    “Bonita e sorridente ninguém esperava, surpreendeu todos nós!
    O batom te convenceu. Dilma é um frankeistein marqueteiro. E voce está gostando da farsa.
    Jorge vou te contar uma piada mórbida sobre surpresas: – O cara acorda numa profunda ressaca (e põe brava nisso) e, tonto, olha para o lado e não encontra a fogosa “trabalhadora do sexo” da noite anterior.
    Cama cheirando a perfume barato e sexo selvagem. Sente falta. Sente-se só. Carente.
    Tranqüiliza-se ao ouvir ruídos no banheiro …ah ela ainda está aqui.
    Mas num relance…olhando pra mesinha de cabeceira (criado-mudo) ele se surpreende com a pafernália de maquiagem,cílios postiços, dentaduras, peruca e outros recursos falsos usados na noite anterior. Coisas de “mulher”.
    Apavorado, mas agora consciente, grita pra sí mesmo:
    Puta que pariu, caralho…estava tão babado que comí um travestí fantasiado de palhaço!

    Em tempo:
    “Patriarca, o Carlão é militante profissional, tem toda uma equipe para abastecê-lo de vídeos, notas difamatórias, etc. Então, não tente competir com ele que é impossível, já que somos apenas cidadãos que apoiam o projeto petista. No mesmo nível do Carlão está o esquerdopata e os amigos do presidente Lula.

    Patriarca, voce acha que um cidadão tucano normal estaria empolgado com a campanha do Serra? Até o Alckmim já pediu para os sindicatos que o apoiam lançar a chapa Geraldilma!”

    Respondo: Jorge você se enganou…eu não sou um cidadão “normal” como você. Estou fora da curva normal…entendeu? Never mind.
    Eu não me deixo iludir pelo embusteiro-mor.
    Como menino da fábula eu grito: “O rei está nú.”.
    E “travesti fantasiado de palhaço” não é minha praia.
    Eu sou os 4%.

  38. Carlão said

    ****************
    URGENTE – Patriarca da Insegurança de novo mudando a história- a “Novistória de Patriarca” exclusivamente no blog do Pax.
    Nada delirante.Muito saudável!

    Pat disse:

    “…naquele livro indiano muito antigo, Vedas?”
    …então vamos nos informar:
    São estes os quadro livros chamados Vedas:
    * ऋग्वेदः ṛgveda Rigveda: (sânscrito: composto tatpurusha de ṛc- (hino) e veda-) significa “veda dos hinos”. É o primeiro, na ordem comum de enumeração dos quatro Vedas;
    * यजुर्वेदः yajurveda Yajurveda: (sânscrito: composto de yajus- (sacrifício) e veda-) significa “veda do sacrifício”. Contém textos religiosos com foco na liturgia, nos rituais e no sacrifício, e como executá-los.
    * सामवेदः sāmaveda Samaveda: (sânscrito: composto de sāman- (canto ritual) e veda-) significa “veda dos cantos rituais”. É o terceiro, na ordem comum de enumeração dos quatro Vedas;
    * अथर्ववेदः atharvaveda Atarvaveda: (sânscrito: composto de atharvān (um tipo de sacerdote) e veda-). É o quarto veda.

    Após ler os 4 Vedas, no original, fornecido pelo Grande Irmão do PT, Pat confessa seus problemas com Públio Terêncio x Marx.Poderia estar contido nos Vedas.
    Nem Marx nem Terêncio. Lula não foi apesar de ter sido o “autor intelectual” da idéia, conforme informa Gerardo Santiago, o ex-assessor pessoal direto de Sérgio Rosa para assuntos de dossiê durante 7 anos.
    “Mas que essa era uma frase favorita do velho Marx, pode ter certeza”.Pat tenta se defender.
    “Nada acontece de novo de baixo do Sol”. Tenta arrumar inseguro, interpretando os pensamentos e preferências de Marx.Pat tem certeza.
    Tem certeza, Patriarca?
    O Grande Irmão do PT falou.
    Pat tem certeza.


    E o índio?
    Nem se informa a respeito, mas numa “confissão desconcerteza” revela outra das frases preferidas de Marx:Indio quer apito se não der pau vai comer.
    Marx em parceria com artistas goianos, Harildo e Milton
    Indio quer apito se não der pau vai comer.
    Composição: Haroldo Lobo-Milton de Oliveira

    Ê ê ê ê ê índio quer apito
    Se não der pau vai comer

    Lá no bananal mulher de branco
    Levou pra pra índio colar esquisito
    Índio viu presente mais bonito
    Eu não quer colar
    Índio quer apito

    Dizem que quando aquela “turista” ia dar o colar pro “índio” deixou escapar um sonoro peido, daqueles bem fininhos “fiiiiiii” e o indio, que de bobo não tinha nada, falou:
    – Índio não quer colar, índio quer o apito.
    (explicação dos autores)

    Satisfeito Pat? Infelizmente ainda não chegou a sua vez.
    Continue tentando…”fiiiiiii”.
    ****************
    Querido Pat
    hoje não deu.
    Tente amanhã de novo.
    Invente outra história. Uma nova história.
    “A reportagem da VEJA nunca existiu”.
    É “pegadinha” eleitoral.Como no caso da dupla Lula e Cabral filmados fazendo merda no Rio!!!

    A culpa pela corrupção do PT é do FHC e do Serra! Declarou o “Marx” do Pat.
    “Aquele” sabem?
    sigamos adiante…
    Pat…procure ajuda especializada. Lembre-se de Terêncio.
    Afinal você já é um “animal político trabalhado”…
    né,não?

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