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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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JN – Plínio

Posted by Pax em 12/08/2010

do blog do Noblat

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9 Respostas to “JN – Plínio”

  1. Carlão said

    Putz
    hehe esse cara, de repente. atrai a ala jurássica do PT!?? hehe
    Quer quebrar o país!
    Para provar que o governo é forte.
    O próximo passo, tudo leva a crer, seria a escolha, se vier a ganhar, do “irrevogável” Mercadante e da Marta “Jockey Club” Suplicy (neé-Schimidt de Vasconcellos e ex-Matarazzo Suplicy), na Casa Civil pra facilitar a situação da tchurma do Jardim Europa/Morumbí e para mandar o povo relaxar e gozar, diante do estupro iminente.Ela tem experiência.
    Atentai Luis Inácio…diria Mão Santa, num discurso.O fim está próximo!

    “Meu Jesus Cristinho!Nada que é humano, me é estranho” Como declarou Marx exclusivamente para a dupla Patriarca e Paciência, aqui no blog e que sempre nos dá o prazer da sua instrutiva visita.
    O humor na campanha está proibido, né?
    Então vamos nos divertir por aqui com este dinossauro radical.O Plínio.
    Deus nos salve! hehe

  2. Jorge said

    O Plínio tinha que criticar a manipulação midiática. O JN é uma comédia total.

    O debate dos candidatos ao governo de São Paulo foi muito bom, recomendo que os paulistas assistam quando puderem.

  3. Carlão said

    Camaradas
    Curioso fui verificar o biscoito fino.
    http://www.idelberavelar.com/
    Continuaria o tal biscoito fino ainda diante de tanta massa?
    Assustei! Medeus! o cara discorre sobre “José Serra mente até sobre sotaque”…um assombro.
    Reproduzo a parte (menos chata):

    Por mais que um alemão possa testemunhar que a variação dialetal da Bavária lhe causa problemas de compreensão, ou por mais correto que seja supor que um cidadão dos cafundós do Alabama e alguém do norte da Escócia, falando a “mesma” língua inglesa, poderiam não se entender, no Brasil isso não existe. Se há uma coisa que distingue o Brasil de outros países de extensão comparável é a sua assombrosa unidade linguística (com “unidade” aqui, claro, o único que se quer dizer é que todos falam, com incontáveis variações sócio- e idioletais, reconhecidamente a mesmíssima língua). Se você é falante nativo de português nascido no Brasil, a afirmativa de que “não entenderá” o sotaque de tal ou qual lugar é uma patacoada. É como aquele brasileiro que sai “para a América” e um ano depois diz que “esqueceu o português”.

    Por isso, a segunda coisa que um professor de línguas/literatura não deve fazer com a afirmativa de Serra é ceder à tentação de dar-lhe lições de sociolinguística do português brasileiro e passar-lhe um atestado de ignorância.

    Entenderam? Eu também não. Vou pedir à Dilma pra me explicar o que ela acha. Ai ela vai perguntar pra si mesma Se vc me pergunta o que eu acho eu vou responder…eu acho que…

    Conclusão: O Biscoito continua muito fino e mole diante de tanta massa! fiiiiíh

    numa coisa entretanto, concordo com ele…o hemp do Alabama é muito melhor que o brasileiro.
    não é malhado como a paraguaia de Pedro Juan Cabalero vendida em MG.hehe
    Já provei dela aqui onde moro.
    Marvada. E tive pesadelos…
    Por pouco não virei “cientista quântico”. Biscoito me influenciou na delusion …fui fraco e cedi.
    Sonhei com o Ministro Joaquim Barbosa do STF sendo discriminado no STF por culpa por 3 jornalões do Brasil.
    3 Partículas sub-atômicas rebeldes e contrárias à sua sua etnia sub-atômica passivo-negróide. Dos cafundós do Alabama…ou do norte da Escócia.
    Talvez um raro Méson negróide ativo! Desconfiou Biscoito: Coisa de negros americanos emergentes…sugeriu um etéreo biscoito fino.
    Mas Barbosa é apenas um Méson passivo e inocente, sendo maltratado por 3 prótons e pela Lei Maior da Física… insistiu o Mestre da Biscoiteza Fina.
    – Qual “Lei Maior da Física” perguntei eu, no pesadelo….
    e a resposta apareceu: BARBOSA: OU FODE OU DESOCUPA A MOITA!
    Grita a voz rouca das ruas sem variação dialetal!
    hehe o biscoito fino anda meio mole.
    Massa!
    LOL

    Bad trip…

  4. Patriarca da Paciência said

    É muito bom ver pessoas que se mantém coerentes e firmes em suas idéias até o fim.

    Pessoas que renegam aquilo que foram se transformam nessas tristes figuras de FHC, Roberto Freire, Caê etc.

    Salve Plínio, grande abraço.

  5. Mona said

    Carlão,

    Cara, pelo amor de Deus, veja se consegue postar sua impagável mensagem lá no Biscoito… Ah, o blog é moderado, que sacanagem…

    Porque, se não fosse, iria incendiar o debate por lá. Esses primeiros posts do ômi tão com tudo. Caramba, o Idelber voltou parecendo ter feito um curso de imersão intensivo com o Olavão… Tá mesmo imperdível, véi.

  6. Patriarca da Paciência said

    Pois eu achei o Idelber escreveu algo muito engraçado e inteligente.

    E é isso mesmo, muita gente aponta esse fato bastante positivo dos brasileiros “se entenderem” do Oiapoque ao Chuí, coisa bem diferente do que acontece “noutras paragens”, como Alemanha, Itália, China, Rússia etc.

    E o Serra dizer que não entende algum brasileiro, é realmente passar um atestado de que não tem condições de governar brasileiros.

  7. Patriarca da Paciência said

    Para reflexão do caro Carlão, especialmente retirado da Wikipedia:

    “Não se diz nada que já não tenha sido dito.”

    Terêncio

  8. emerson57 said

    recomendo:
    http://cloacanews.blogspot.com/2010/08/o-estilo-bonner-e-dilma.html
    abrço a todos.

  9. Jorge said

    05/08/2001 – 03h40

    FHC diz que Sarney à frente do Senado seria “maravilha”

    ELIANE CANTANHÊDE
    da Folha de S.Paulo

    O presidente Fernando Henrique Cardoso admite a renúncia de Jader Barbalho (PMDB-PA) à presidência do Senado e já torce até para um candidato ao cargo: José Sarney (PMDB-AP), ex-presidente da República e do Senado.

    Numa conversa com FHC na quinta-feira à tarde, no Palácio do Planalto, a Folha perguntou se Sarney seria o novo presidente do Senado. FHC respondeu de pronto: “Tomara! Ele é um ótimo nome. Tem dimensão, experiência e não causa problema”.

    Lembrado que Jader só está licenciado, FHC se deu conta do ato falho e tentou consertar: “Ih. Tem mais essa. O que eu queria dizer é que o Sarney seria uma maravilha, mas isso é coisa lá deles, do Senado”.
    Também disse não temer eventuais represálias de Jader, pressionado a renunciar: “Eu não tenho nada com isso, não mexi uma palha. E o que ele pode ter contra mim, contra o governo? Nada”.

    FHC atravessou a crise do Senado torcendo e atuando, apesar de insistir que não se mete em assuntos de outro Poder. Mas não se negou a elogiar Sarney, admitindo que telefona sempre para ele e que o visitou em casa depois de uma cirurgia há poucos meses.

    “Um ex-presidente tem que ser discreto, tem que ficar distante, não se meter, não falar mais do que deve e principalmente não criar problema. O Sarney é tudo isso, e é isso também que eu vou querer ser com meu sucessor”, disse FHC na conversa.

    Seria uma crítica ao governador de Minas, Itamar Franco (PMDB)? “Não, que nada. Deixa o Itamar lá quieto no canto dele”, disse, com um sorriso malicioso.

    Itamar foi o principal padrinho da candidatura presidencial de FHC em 1994. Depois, passou a ser um dos seus maiores críticos e hoje é presidenciável na oposição.

    Para FHC, é ótimo que por enquanto haja essa multiplicidade de candidatos à Presidência da República, mas será preciso indicar um candidato do governo até o início do próximo ano, para começar a ser conhecido e deslanchar quando a propaganda gratuita entrar no ar, em agosto.

    “Janeiro é o ideal”, disse ele. “Antes, é muito cedo. O candidato vai andar na rua, falar com as pessoas e ser tratado como abestalhado, porque ninguém o conhece. E depois pode ficar tarde demais para se tornar conhecido e ganhar confiança.”

    FHC também prevê mudanças no quadro de candidaturas da oposição: “Hoje, há uma pulverização de candidatos da oposição, mas você acredita que isso vai continuar? Duvido! Até lá, uns vão acabar saindo, outros, se unindo”, disse. Quanto à pulverização de nomes no campo governista, ele até comemorou: “Ótimo! Nós temos um alvo móvel”.

    Quis dizer, com “alvo móvel”, que o excesso de presidenciáveis passíveis de ter seu aval divide as críticas e insinuações que partem dos adversários. “Quem está na política sabe que tem pancadaria e tem que ter lombo curtido”, disse ele, começando a traçar o perfil que considera ideal para o candidato governista de 2002.

    Deles, o que teve maior destaque no noticiário da semana passada foi o ministro Pedro Malan (Fazenda). Mas ele não é político. Teria o “lombo curtido” para enfrentar a “pancadaria”?

    “Ora! Claro que tem! Depois de sete anos no Ministério da Fazenda, apanhando dia sim, dia não, o Malan está bem curtido. Todo mundo pedia a cabeça dele, e ele lá, firme. Firme como uma ostra no rochedo”, respondeu FHC. Então, ele é o candidato?

    Fatores decisivos
    FHC lembra que há outros fatores decisivos. Exemplo: “O candidato tem que querer. E tem que querer muito, porque é uma guerra. E o Malan sempre diz que não quer. Você acha que ele só diz isso para vocês [jornalistas]? Não. É o que ele diz para todo mundo, para mim também”.
    Pergunta obrigatória: “Se diz, é porque o sr. tenta convencê-lo?”.

    Resposta de FHC: “Eu pergunto a todos eles. Pergunto ao Serra [ministro José Serra, da Saúde], ao Tasso [Jereissati, governador do Ceará], ao Paulo Renato [Souza, ministro da Educação]. Nenhum deles diz claramente: “Quero e vou brigar por isso”.

    FHC contou que, ao voltar a Brasília do encontro com o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, na semana passada, reuniu um grupo de ministros e assessores no Alvorada. E perguntou: “Por que vocês não se filiam ao PSDB ou a qualquer partido?”.

    Todo mundo olhou para Malan, mas FHC fez questão de frisar: “Não estou só falando para ele, estou falando para todos”. Armínio [Fraga, presidente do Banco Central], por exemplo, estava lá.

    Ainda como perfil do candidato, FHC defendeu que “seja bom de briga e tenha experiência administrativa, lastro político, vida limpa e boa capacidade de comunicação, porque quem decide a eleição é a televisão e o rádio”.

    Esse perfil é o do Serra? FHC responde ambiguamente: “Pode ser, por que não? Ele é um dos nomes. Mas há outros”.

    Quanto aos baixos índices dos potenciais candidatos governistas nas pesquisas, FHC disse que “isso não tem a menor importância”. Serra, que tem a melhor performance, só teve 8% no último Datafolha, de julho.

    Para FHC, “as pessoas ainda não estão nem aí para a eleição, nem conhecem direito os candidatos”. E exemplificou: “Naquelas pesquisas que não dão os nomes, as pessoas dizem até o meu nome. E eu sou obviamente o anticandidato”.

    Ele também desdenhou do franco favoritismo de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT: “Na minha vez [eleição de 1994″, ele chegou a 42% e perdeu. Agora, fazem essa onda toda, mas tem menos do que isso”. No Datafolha publicado em julho, Lula teve mais de 30% em todos os cenários.

    De qualquer forma, o presidente analisa que o segundo turno tende a ser entre Lula, porque ele e o PT já saem com uma plataforma alta de votos, e o candidato do governo, que também entra na disputa com um patamar alto.

    “Só Deus sabe”
    “Assim por cima, mais de 30% aprovam o governo, e eu tenho 20% de ótimo e bom na média das pesquisas. É claro que o candidato vai ficar com uma boa parte disso.” O presidente também frisou que esses índices, que considera “bons”, foram aferidos “numa época ruim, de baixa [para o governo” e podem melhorar]. E a economia vai melhorar? Responde ao seu melhor estilo: “Só Deus sabe!”.

    E tenta consertar: “Diziam que ia ficar muito pior do que ficou, por causa do racionamento, da crise da Argentina. Mas o que se vê é que o produto está inalterado, e o desemprego até caiu”.

    Segundo ele, o ex-presidente da Colômbia César Gaviria contou-lhe que o país também viveu um racionamento de oito meses, mas as empresas se adaptaram, e o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu em torno de 4%.

    Admitindo plagiar o presidente do Chile, Ricardo Lagos, FHC falou em tom meio sério, meio de brincadeira, que o PIB médio mundial deve ficar em torno de 1,5% e, como do Brasil vai ser em torno de 3%, “vamos ter o dobro do produto internacional”.

    De qualquer forma, a previsão no início do ano era de 4,2%, e o resultado de 3% é muito aquém. Diz FHC: “Todas as expectativas eram muito favoráveis, mas não deram certo. O mundo está caindo. A crise da Argentina, essa coisa toda… Foi culpa nossa? Não. E, do mesmo jeito que as expectativas eram boas e não se concretizaram, pode acontecer também o inverso. Nunca se sabe”.

    Apesar de evitar falar das disputas internas do PMDB, FHC usou o PFL para encerrar a conversa provocando indiretamente o ex-senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), que renunciou ao mandato: “E o PFL, hein? Anda numa fase ótima, excelente”.

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