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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Estadão e Maria Rita Kehl

Posted by Pax em 07/10/2010

Explodiu na internet uma discussão sobre a demissão da psicanalista Maria Rita Kehl do Estadão. Facebook e twitter lotados com o assunto de ontem para hoje. Vamos aos fatos.

Dia 2 de outubro, véspera da eleição, Maria Rita faz um artigo interessante (Dois pesos…) sobre o editorial publicado uma semana antes, dia 25 de setembro, quando o Estadao declarou apoio ao candidato José Serra (O mal a evitar).

Ontem Maria Rita Kehl foi demitida, ou substituída, como queiram.

Bob Fernandes, Editor-chefe do site Terra Magazine, fez o trabalho que todo jornalista deveria fazer, ouvir os dois lados. Aqui estão suas entrevistas:

Maria Rita Kehl: “Fui demitida por um ‘delito’ de opinião”

Diretor do Estadão: “Não houve censura a Maria Rita Kehl”

A história rende um bocado de discussão pelos bits que trafegam no protocolo TCP/IP Brasil afora. Não dá para deixar de registrar o fato se estamos acompanhando as eleições 2010. Quem tem razão? Maria Rita Kehl é conhecida. E respeitada. O Estadão é conhecido. E respeitado. Ao menos por uma parte da sociedade. Há quem o questione. Mas nunca vi maiores questionamentos sobre a integridade de Maria Rita, uma excelente psicanalista. Muito ao contrário. Há ainda os que dizem que houve um tremendo mal entendido, um tremendo boi na linha.

Nestas horas, como sempre, faz um bem danado ouvir o que Eugênio Bucci tem a dizer. Aqui está: O valor do pluralismo

Um trecho para provocar a leitura na própria fonte, curiosamente o próprio Estadão.

É por isso que liberdade de imprensa é sinônimo de imprensa com liberdade. Ou não é liberdade de imprensa. Instalada no poder, a intolerância põe em risco a democracia. Instalada na imprensa, põe em risco a própria imprensa. É suicídio. Em poucas palavras – aqui onde já há muitas -, o jornalismo só prospera se souber desenvolver uma escuta sincera, interessada e aberta às vozes e aos pensamentos divergentes. Quem sabe ouvir os divergentes – sobretudo se não concorda com eles – ganha pontos no placar da credibilidade e na condição legítima de mediar o debate público. Uma publicação em que o contraditório não se acomoda bem é uma publicação que não se acomoda bem na sociedade pluralista.

É claro que cada diário, cada revista e cada site terão um modo particular de responder a esses desafios. A receita não é universal, ainda bem. Mas, de todo modo, hoje boa parte dos problemas graves da imprensa brasileira tem que ver com esta palavra em desuso: pluralismo. Tem que ver não exatamente com tolerar, mas com prestigiar as posições divergentes, pois não basta publicá-las, é preciso realçar nelas o que há de bom e de positivo.

Sugiro, também, a leitura do último post do meu colega em Pandorama, o Catatau, aqui: Mal a evitar?

Espero tomar um chope em breve com alguns amigos para ouvir mais sobre esta questão, apesar de entender que o que de mais importante está em jogo, neste momento, é a presidência do Brasil e não exatamente a credibilidade deste ou aquele veículo da imprensa. Jornais, tvs, revistas, sites, o que for, que se garantam com um bom jornalismo tanto informativo como opinativo. Mais informativo que opinativo, de preferência. Mas o Estadão fica realmente pior ao perder Maria Rita Kehl como integrante do seu quadro de colunistas. Um nome como este, se não agrada a linha editorial de certa coluna, que seja aproveitado em outra.

E, por fim, olhando a crônica do Eugênio Bucci, que a liberdade de imprensa não seja questionada. Nem mesmo se eventualmente o Estadão tenha cometido um tremendo erro, o que não quero julgar. O Estadão, seus acionistas e diretores de conteúdo são menores que a instituição Imprensa. A tal que precisa ser livre e plural.

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95 Respostas to “Estadão e Maria Rita Kehl”

  1. “liberdade de imprensa é imprensa com liberdade”. Golaço do Eugenio Bucci

  2. Quando o patrão começa a colocar o emprego de quem trabalha bem em risco, as coisas vão mal

  3. Pax said

    Grande Tiago, do grande Guaciara. Eugênio Bucci é um nome e tanto. Não? Cá confesso que admiro muito o que ele escreve sobre Imprensa. O cara sabe o que diz.

  4. vilarnovo said

    “O Estadão, seus acionistas e diretores de conteúdo são menores que a instituição Imprensa. A tal que precisa ser livre e plural.”

    Concordo em gênero número e grau. Supunhetemos (como dizia um professor meu) que o Estadão realmente demitiu a psicanalista pelo o que ela escreveu.

    Isso é um atentado à uma imprensa plural? A uma imprensa livre?

    Digo novamente. A única entidade capaz de causar dano à liberade de imprensa chama-se ESTADO.

    Um jornal demitir alguém que lhe desagradou não se enquadra nisso.

    ATENÇÃO: Jornais são empreendimentos PRIVADOS. Eles fazem o que bem entendem, contratam e demitem quem bem entendem.

    Comparar uma decisão judicial, com uma demissão, simplismente é uma tentativa expúria, mais uma vez, de pautar o Estadão.
    Chega a ser ridículo comparar uma coisa com a outra.

    A psicanalista pode continuar a escrever o que quiser em outro veículo. Onde houve censura?

  5. Luiz said

    Pax,

    Aqui pra nós e as torcidas dos clubes da 1º divisão: o Estadão pisou feio.

    Não está em discussão o direito de qualquer empresa dispensar ou realocar seus colaboradores (eita palavrinha sem-vergonha…). Mas pela situação que o Estadão enfrenta (censura por parte dos Sarney), e por ter tomado partido explicitamente na eleição, o jornal deveria ser o último a tomar esse tipo de medida.

    Não vem ao caso que a versão do diretor do jornal seja a verdadeira ou não.
    Mesmo que seja, eles teriam que engolir esse sapo agora e tomar as medidas que desejassem à posteriori. Pois o que fizeram manchou indelevelmente a credibilidade do jornal e acabou respingando na candidatura que eles apoiam (como se essa candidatura já não criasse problemas demais por si só…), conhecida por pedir a cabeça de jornalistas e colunistas incômodos.

    E no caso (na minha opinião bastante provável) de a psicanalista estar com a verdade, então…

  6. Olá!

    Funcionários de empresas são demitidos todos os dias.

    Alguns espertalhões que odeiam a liberdade utilizam essa senhora como moeda de troca no seu (deles) eterno combate à liberdade de expressão — não será nenhuma surpresa se aqueles malucos que chamam a imprensa de golpista se aproveitarem desse episódio para destilar mais ódio aos veículos jornalísticos.

    Pluralismo é um termo um tanto estranho. E se um jornal decidir adotar uma linha unicamente comunista? Ou capitalista? É direito do jornal. Em um país livre as coisas funcionam assim: As entidades são livres para escolher.

    Até!

    Marcelo

  7. vilarnovo said

    Marcelo – Vc já viu na Carta Capital alguém escrever algo positivo sobre o liberalismo? E no Diplô? No jornalzinho do MR-8?

    É óbvio que estão gritando porque foi o Estadão que faz parte do “PIG”.

    Aconteceu a mesma coisa com aquele rapaz que disse cobras e lagartos, se não me engano, da Folha pelo Twitter…

    E nesse caso, nem bem parece problema de opinião já que a coluna da dita cuja foi publicada. Como acusar de “censura”, “falta de pluralidade”, uma coluna publicada?

    A lógica passa longe…

  8. Jorge said

    Liberdade de imprensa para o Estadão: jornalista ou colunista que não seguir o catecismo dos donos do jornal é demitido. Voces podem escrever o que quiserem, desde que concordem comigo.

    Isso se chama abuso do poder. Caso ocorresse no Itaú ou Banco do Brasil, no Mackenzie ou na Unibam, seria assédio moral.

    Na TV Cultura, vinculada ao governo estadual, foi a mesma coisa. Heródoto Barbeiro discordou de serra foi demitido na hora. O estadinho agiu igual. Esses hipócritas ainda falam em liberdade de imprensa. Podridão, podridão.

    Essa é a liberdade dos demotucanos e aliados. Ainda bem que o serra irá perder e não teremos esse tipo de perseguição no governo federal.

  9. vilarnovo said

    “No Rio, Lula diz que em seu governo ‘polícia bate em quem deve bater’ ”

    Se é o Bolsonaro que diz isso, logo apareceriam setecentos e quarenta grupos do “movimento social” falando de tortura, maus tratos, totalitarismo, facismo etc… etc…

    Mas como é o Lula, e o Lula é inimputável… pode tudo.

  10. Chesterton said

    Achei a falácia: Maria Rita Kehl: “Fui demitida por um ‘delito’ de opinião”

    Falacia: Red Herring

    chest- por acaso o Estadão a colocou na cadeia? A idiota, achando que é tão inimputável quanto Lula, crê que todos vão cair nessa casa de banana?
    Ora, so poderia acusar “delito” (s.m. Crime, fato voluntário punível pela lei penal.)se o Estadão tivesse poder de polícia.
    Manda essa idiota embora para que ela tenha tempo de estudar. Nem sei o que ela escreveu, nem vou querer saber, o simples fato de ela ter usado a palavra “delito” de modo tão falacioso já demonstra a falta de caráter individual.

  11. Olá!

    “Marcelo – Vc já viu na Carta Capital alguém escrever algo positivo sobre o liberalismo? E no Diplô? No jornalzinho do MR-8?”

    Nunca, Vilarnovo. Até pelo fato de esses veículos serem “progressistas”.

    Na Carta Capital tem — ou tinha — o Delfim Netto, que, segundo o Darcy Ribeiro, é neoliberal igual ao Roberto Campos:

    Juca Kfouri: O senhor acha que a idéia nacionalista ainda perdura?

    Darcy Ribeiro: Venha cá. O Roosevelt se comprometeu, construiu [Volta Redonda] durante a guerra e inaugurou em 1945. Dar agora, por questão de lucro ou achando que banqueiro é melhor do que servidor público… não há coisa melhor do que servidor público, servidor público como eu é mil vezes melhor do que gerente. Gerente não é gente, gerente pertence ao patrão, eu pertenço à minha pátria. [‘Se todos fossem iguais a você’.., diz uma voz masculina] Há muita gente assim, há muita gente boa. Então essa loucura dessa entrega por um preconceito neoliberal, o mesmo neoliberalismo do Roberto Campos, do Delfim [Netto], que arrasou o Brasil, arrasou o emprego, criou o desemprego, criou este problema tremendo no país. Agora veja. Então, Volta Redonda foi feita assim. No mesmo ato, o Getúlio, os ingleses reivindicaram um crédito aberto, comprar fiado. Getúlio aceitou vender fiado. Durante toda a guerra, os ingleses, tudo o que eles quisessem, vendeu, desde que eles devolvessem. As minas de ferro de Minas Gerais e a estrada Vitória-Minas. A Vale do Rio Doce é uma das empresas que mais cresceu no mundo. Tem associação com dezenas de empresas. Por que querer vender, então, à canalha de banqueiro? Por que querer entregar? Sabe que a Vale controla minérios, fontes de minérios, ferro, manganês, ouro, cobre, que valem muitos trilhões de dólares? É claro que algumas empresas podem tirar isso do chão mais depressa. Mas a […?] o que fez no Brasil, o que faz… essas empresas, a empresa de minério, deixa buraco e mineiro pobre. Não deixa nada. Então, Fernando Henrique está sendo compelido a fazer coisas dessas e nós temos que ter oposição.

    É o Darcy Ribeiro dando um show de economia! Aliás, não deixa de ser paradoxal que, ao mesmo tempo em que esquerdistas do porte de um Darcy Ribeiro hostilizam os valores que construíram o mundo civilizado (basta ver o rótulo de neoliberal), se vangloriem do fato de Getúlio Vargas ter mendigado uma siderúrgica para um país que foi construído sobre esses valores. Mas, enfim. . .

    Voltando à senhora demitida do Estadão.

    Imaginem se o Reinaldo Azevedo fosse demitido neste exato momento da Revista Veja, isso seria um ataque à liberdade de imprensa, ao pluralismo e à imprensa com liberdade?

    Esse episódio dessa colunista do Estadão apenas evidencia mais uma das característica da mentalidade esquerdista: A indignação seletiva.

    Até!

    Marcelo

  12. Chesterton said

    Mudei de idéia, a seguir parágrafo da “que se crê inimputável”

    O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições.

    chest- esse parágrafo é um atentado contra o caráter do pobre. Ela sugere, mais que isso, diz que trabalhar em troca de dinheiro é moralmente inferior a receber esmola. Essa idéia está na gênese de todo problema brasileiro, do Jeca-Tatu até o funcionário público Barnabé. Uma pessoa pobre porém inteira, não admitiria receber esmolas enquanto tivesse 2 braços e 2 pernas. Os políticos populistas de todas as tendências tentam diariamente quebrar a espinha do pobre o maculando, tachando, como imprestável à vida produtiva. Essa mentalidade tem eternizado a pobreza, esse é o espírito que derruba qualquer cidadão.

    Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200?

    chest- o bolsa familia colocou um teto na renda do cidadão que se beneficia dela. Não só lhe deu uma sobrevida miserável como cortou para sempre, para toda a vida, o ímpeto necessário para deixar de ser pobre. O bolsa familia destroçou o indivíduo. Nunca ele vai se levantar pelas próprias pernas enquanto ela, a bolsa familia, existir. poderia ter beneficiado 30% da população do Brasil, seriam 30% de aleijados espirituais.

    Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de “acumulação primitiva de democracia”.

    chest- o estado não garantiu direitos dos cidadãos ao dar o bolsa familia, deu-lhe benefícios. A população não se politiza porra nenhuma, vira escrava do político que mais promete. Fica viciada numa droga chamada esmola, que derruba qualquer chama empreendedora do pobre. O pobre material vira pobre de espírito, o que é muito mais grave até porque os pobres de espírito nunca conseguirão bens materiais de modo autônomo. A isso se chama de ” acumulação primitiva de miséria moral”.
    Como é que o Estadão do PD deixou essa anta tanto tempo escrever em suas páginas?

  13. Carlão said

    “DELITO DE OPINIÃO” OU “CONFLITO DE OPINIÃO”?
    Eu já fui demitido umas 3 ou 4 vezes por “conflito de opinião” com meus ex-chefes.
    Eu achava que podia dizer a eles como dirigir a empresa deles…eles não.
    Simples assim. Sem dramas e com resgate do Fundo de Garantia.

    Li no site do Nassif:
    Do Terra Magazine

    Diretor do Estadão: “Não houve censura a Maria Rita Kehl”

    Bob Fernandes

    O diretor de conteúdo do Grupo O Estado de S.Paulo, Ricardo Gandour, conversou com Terra Magazine sobre a demissão da colunista Maria Rita Kehl, psicanalista, que, no último sábado (2), publicou no jornal um artigo no qual tratava da “desqualificação do voto dos pobres”. Gandour, para começo de conversa, diz que “não houve demissão”:

    – Não é demissão. Colunistas se revezam, cumprem ciclos.

    Disse ainda o diretor de conteúdo do Grupo O Estado de S.Paulo:

    – Havia uma discussão em torno de novos rumos para a coluna, essa conversa começou na última terça-feira pela manhã, (…) Horas depois, houve um vazamento na internet que precipitou a decisão. Não houve censura. Tanto que a coluna saiu integralmente.

    Terra Magazine – O que aconteceu entre o jornal o Estado de S.Paulo e a colunista Maria Rita Kehl?
    Ricardo Gandour – O projeto original no caderno C2 + Música é de de ter ali, aos sábados, um espaço em torno da psicanálise. Um divã para os leitores. Mas esse não era o enfoque que ela vinha praticando e frequentemente conversávamos sobre isso.

    quem quiser ler mais vá lá!

    factóide? exploração política ???
    ;)

  14. Chesterton said

    Carõa, de novo. Esse pessoal pega o bonde andando e quer sentar na janelinha.

  15. Chesterton said

    Carõa= Carlão (essa reforma ortográfica atrapalha a digitação)

  16. Pax said

    Tem uma contradição na declaração do diretor de conteúdo do Grupo O Estado de S.Paulo, Ricardo Gandour, na entrevista ao Bob Fernandes e o que o Estadão publicou quando anunciou, em fevereiro, a inclusão de Maria Rita em seu quadro de colunistas. Senão vejamos:

    Da entrevista de hoje ao Bob Fernandes:

    Terra Magazine – O que aconteceu entre o jornal o Estado de S.Paulo e a colunista Maria Rita Kehl?
    Ricardo Gandour – O projeto original no caderno C2 + Música é de de ter ali, aos sábados, um espaço em torno da psicanálise. Um divã para os leitores. Mas esse não era o enfoque que ela vinha praticando e frequentemente conversávamos sobre isso.

    E o que está na notícia da entrada de Maria Rita, em fevereiro:

    Maria Rita Kehl estreia como cronista no ‘Caderno 2’

    Crônicas

    Maria Rita Kehl é autora ainda de outros seis livros (quadro ao lado), incluindo três volumes de poemas – “do tempo em que eu ainda tinha coragem de publicar poesia” – e o recente ensaio O Tempo e o Cão (Boitempo, 2009), em que aborda o significado da depressão como sintoma psíquico da sociedade contemporânea.

    Mas os leitores não devem esperar que ela aborde temas como depressão ou a mulher freudiana em sua coluna no Caderno 2. Ao menos não é essa, a princípio, a sua intenção. “A psicanálise é uma profissão à qual me dedico com paixão, mas acho que, se aceitei o convite para escrever nesse espaço, foi para tentar outra coisa. Só vou tocar em temas com os quais lido na profissão quando não tiver assunto, mesmo”, brinca.

    Apesar de se sentir mais à vontade no texto ensaístico e acreditar que se destaca por “um perfil mais analítico ou polemista”, Kehl está disposta a experimentar agora um outro formato.

    “Preferia anunciar isso depois, mas, tudo bem, vou arriscar. Gostaria de aprender a fazer crônicas. É um gênero belíssimo, que pode ser sério na despretensão, até mesmo para falar de política, por exemplo. Dizem que é uma forma menor, mas, para mim, é menor como o conto ou a poesia, no sentido de que trabalha muito mais com elipses, entre o dito e o não dito. É menor pela modéstia, não pela qualidade.”

    Obs.: o negrito, acima, é meu. Ressalta que o Estadão sabia que ela escreveria sobre política, também. Na entrevista Gandour diz que queriam mudar a coluna, sim, é fato, mas ele escorrega ao dizer que O projeto original no caderno C2 + Música é de de ter ali, aos sábados, um espaço em torno da psicanálise. Um divã para os leitores.. Uma coisa não bate com a outra. E ambas são responsabilidade do Gandour, me parece que sim. Estava claro desde o início que Maria Rita não escreveria sobre psicanálise. É só ler o link da notícia de fevereiro.

  17. Carlão said

    Chest #15

    No problems my friend
    Meu teclado tem algumas teclas apagadas e vira e mexe escrevo errado.
    Mas não por isso escrevo asneiras ou espalho boatos.
    Mentiras é o que esse povo do pt gosta…hehehe
    O tio RA lançou um desafio hoje, interessante:
    O PT fala a verdade sobre Dilma e o aborto e Serra fala a verdade sobre as privatizações.
    que tal?
    ;)

  18. Carlão said

    Mais factóides para serem comentados enquanto se apura se Maria Rita Kehel teria ou não sido “exterminada” do Estadão por “conflito de opinião” ou por “delito de opinião” conforme #13 acima

    Da série O RABO ABANA O CACHORRO:

    1.A reação de Lula
    lulalá reagiu com irritação ao saber que o valor das ações da Petrobrás teria despencado, hoje, sob o impacto(?) do boato espalhado por um blog de aluguel de que a revista VEJA trará no fim de semana reportagem capaz de causar sérios embaraços à empresa. A um auxiliar, Lula disse:
    – A VEJA quer fuder a Petrobrás só para eleger Serra.
    Explica PHA: “Este ordinário blogueiro soube que a última flor do Fascio, a Veja, virá esta semana com uma “reportagem” para destruir a imagem da Dilma”.

    2.lulalá falando sobre a faixa presidencial: ‘Estou pensando em colar a bicha na barriga’

    a vacina venceu…chamem o Dr. Kalil, o ortopedista da dilma.

    PS. Te cuida Tiririca. Lulalá parece estar com ciúmes.

    :)Pax, rir é o melhor remédio.

  19. Jorge said

    Pax, o sujeito do estadinho inventou a desculpa porque o assunto está bombando na blogsfera.

    Liberdade de imprensa para o Estadão:
    Voces podem escrever o que quiserem, desde que concordem comigo. Jornalista ou colunista que não seguir o catecismo dos donos do jornal é demitido.
    Democracia é quando meu candidato ganha a eleição. Ditadura, quando perde.

  20. Chesterton said

    Os esquerdopatas crêem firmemente que liberdade de imprensa é jornal aceitar artigos apostos a sua linha editorial.
    Pax, deixei recado lá no Catatau.

  21. Carlão said

    :)Pax
    enquanto se apura se Maria Rita Kehel teria ou não sido “exterminada” do Estadão por “conflito de opinião” ou por “delito de opinião”, sugiro esquentar a discussão pra valer.

    Debate sem amarras por Lauro Jardim

    A direção da Band recebeu ontem uma proposta ousada de Luiz Gonzalez, o marqueteiro de José Serra, para o debate de domingo: um formato em que Dilma Rousseff e Serra teriam cada um dois minutos para falar alternadamente.

    A Band poderia, neste formato sugerido por Gonzalez, propor temas para cada bloco mas, novamente, Dilma e Serra teriam dois minutos cada um alternadamente para tratar deles.
    Amanhã, representantes do PT e do PSDB se reunirão na Band para fechar o formato do debate. Se o PT topar, será um verdadeiro debate, o que até agora não aconteceu. Mas é difícil imaginar que isso aconteça.

    Comento
    Lula está com medo que dilma imploda ao vivo e em cores.Acho que o PT vai dizer NÃO.
    Os trackings da campanha petista não parecem favorecer a liberdade de expressão:” o clima aqui está horroroso, ninguém sabe o que fazer para desmanchar os danos do assunto do aborto”.

    Companheiros :
    Vamos ajudar a “desamarrar” os debates ou vamos apoiar a censura?
    DISCUSSÃO DE PROPOSTAS E DE CONSISTÊNCIA DE CANDIDATOS É O QUE O BRASIL PRECISA.
    (comentários aos cuidados do sempre cordato e nada partidário Pax…hehehe)
    Pax que não é estúpido embora se afirme como tal.
    Ele está fazendo o melhor que pode
    e por isso somos intensamente gratos.
    :)

  22. Chesterton said

    Agora Dilma quer direito de resposta na missa….burrice tem limites, pô!

  23. Pax said

    Ué, se alguém quer ser presidente da república tem que enfrentar o que der e vier.

    Por mim o debate seria livre e solto, só em cima de programas de governo e, nos intervalos, escândalos de todos os lados que tem de sobra. Se quiserem faço uma seleção e mando para eles, apesar de achar que existem blogs e sites profissionais que têm isso mais sistematizado. ( Transparência é um – http://www.transparencia.org.br/index.html )

    Por mim que o pau coma até o fim. Quem ficar em pé que leve.

    E, neste embate/debate, hoje em dia não saberia em quem apostar, qual boxeador(a) leva a melhor. Há munição de sobra pra todos os lados.

    Quer saber? Gosto mesmo da ideia. Soltem os bichos no Coliseu. Cada um com uma espada e um escudo. Valendo dedo no olho e tudo mais. Vamos ver quem se segura. Abro até uma cerveja pra ficar assistindo. E ainda pego um caderninho e fico anotando os golpes dados, os sentidos.

    Se ninguém cair a gente declara os pontos que cada um levou. Igualzinho em boxe mesmo. Ou nocaute, ou pontos.

  24. Chesterton said

    Concordo, quer todos tirem o véu e se mostrem inteiros.

  25. Jorge said

    Coordenadora de Serra já fez aborto e defende descriminalização

    Soninha, coordenadora de Serra, declarou que já fez aborto e é a favor da descriminalização

    Soninha Francine, é uma das coordenadoras de campanha de José Serra (PSDB). Soninha é cotada para ser Ministra de Serra, se ele vencesse.

    Ela atua na campanha de Serra, sobretudo na internet. E é pela internet, através de emails em massa, que partidários de Serra espalham a campanha de ódio e difamatória contra Dilma.

    Em 2005, na revista TPM de nº 41, Soninha declarou que já tinha feito aborto, e que era favorável à descriminalização.

    O que diz Soninha na revista? Ela defende a descriminalização do aborto:

    “O budismo, a religião que sigo, diz que você não deve tirar a vida de nenhum ser. Para o budismo, o feto, a célula fecundada, é um ser. Mas não há como negar: as pessoas fazem aborto. E, quanto mais escondido, maior o risco. Se você se espeta com uma agulha de crochê no banheiro da rodoviária é grande a chance de ter uma infecção. Então, a melhor coisa a fazer é tentar diminuir o número de vidas perdidas nesse processo.”

    Nós não somos como eles, e não vamos apedrejar Soninha. O próprio cristianismo ensina que, quem não tiver pecados, que atire a primeira pedra.

    Vamos só denunciar essa hipocrisia, essa má-fé, o falso testemunho, e esse uso do nome do Senhor em vão, com fins eleitoreiros, pelos partidários de José Serra.

    Dilma foi a única candidata que assumiu compromisso dela não alterar a lei atual sobre o aborto

    Lula foi governo por 8 anos, e Dilma ministra por 7 anos. Não mexeram na lei do aborto.

    A proposta de governo de Dilma é inclusão social, tirar as pessoas da pobreza, elevar à classe média, e direcionar as riquezas nacionais para o povo brasileiro. Tudo isso combate as causas associadas a miséria, que levam mulheres em situação de desespero a decidirem recorrer ao aborto.

    É para isso que ela é candidata, é para promover a VIDA digna de todos os brasileiros. Ela nunca foi candidata “para legalizar o aborto”, um assunto que não pertence à decisão de um Presidente da República democrático. E Lula e Dilma foram democráticos: sempre ouviram a sociedade, os movimentos sociais, dialogaram e atenderam as entidades religiosas, sempre que procurados.

    Mas para acabar com boatos, e tranquilizar a população cristã vítima da boataria sobre ela, Dilma assumiu o compromisso dela não mexer nas leis atuais. Até agora foi a única candidata com esse compromisso público.

    Serra diz ser pessoalmente a favor disso, contra aquilo, mas não assumiu nenhum compromisso como governante. E os professores de São Paulo, movimentos sociais conhecem a falta de diálogo de Serra. As próprias igrejas sabem da falta de diálogo dele, tanto em São Paulo, como quando Ministro de Fernando Henrique Cardoso.

    Serra é o único candidato que já assinou medidas para fazer ABORTOS no SUS, quando ministro da saúde

    Para o eleitor votar consciente (seja a favor ou seja contra) e não ser enganado, a primeira verdade que precisa saber é:

    O único candidato a presidente nestas eleições que já assinou medidas para fazer abortos foi José Serra (PSDB), quando foi Ministro da Saúde, em 1998.

    Ele assinou norma técnica para o SUS (Sistema Único de Saúde), ordenando regras para fazer abortos previstos em lei, até o 5º mês de gravidez.

    A íntegra da norma pode ser lida aqui: http://www.cfemea.org.br/pdf/normatecnicams.pdf

    Blog Os Amigos do Presidente Lula

    Leia mais em: ¹³ O ESQUERDOPATA ¹³
    Under Creative Commons License: Attribution

  26. Jorge said

    E olhem como o serra é bom de debate, hehehehehehehehehehehehe

  27. Carlão said

    Ô Jorge hello hello
    “Nós não somos como eles, e não vamos apedrejar Soninha. O próprio cristianismo ensina que, quem não tiver pecados, que atire a primeira pedra.”

    Parei de ler por aí…como o PT não tem pecados, eles sempre atiram a primeira, a segunda, a terceira e assim por diante. Todo dia, 24/7. Year round.
    E aó quando alguém diz Pera lá “cara-pálida”… Explica melhor essa história os petistas exaltados recomeçam de novo o ataque, 24/7. Ou como o “porquinho da fábula do Pax” gritam: LOBO! LOBO! em MONOBLOCO !
    Ou reclamam e se vitimizam por que alguém ousou contestar o supremo governo do lulalá em MONOBLOCO.
    Usam a a mentira o tempo todo e da forma mais sem moral possível, para dizer asneiras:Se pecamos estamos absolvidos porque os outros são iguais.

    Eu prefiro outra citação das palavras de Jesus:
    “Deus abençoe os animais, os idiotas e as crianças porque deles é o reino dos céus”.
    Amém!

    PS. Antes que você faça alguma ILAÇÃO INDEVIDA informo que sou agnóstico.
    Acho TODAS AS RELIGIÕES UM LIXO.
    Sem exceções.

  28. Chesterton said

    Quanto à votação modesta do sr. José Serra, ela já era esperada. Ele só poderia ampliá-la se, em vez das meras e evanescentes alusões que fez à aliança PT-Farc, apresentasse um programa de ação claro, definido, para o desmantelamento do Foro de São Paulo e de todas as articulações criminosas que o compõem. Parece até abusivo ter de lembrar isto a um político profissional, mas falemos o português claro: Candidatos presidenciais não fazem “críticas”, candidatos presidenciais não “denunciam”. Criticar e denunciar, no fim das contas, é somente falar. Isso é para os habitantes do Parlamento, que é um foro de debates, ou para os articulistas de mídia, que não têm poder de mando. Candidatos presidenciais, em vez disso, apresentam propostas de ação. Uma proposta de ação que quebre a espinha da narco-subversão e devolva a paz a um povo atemorizado pela violência – eis o que o eleitorado brasileiro espera. O sr. Serra, em vez de atender ao grito sufocado de uma nação prisioneira, limitou-se à função de crítico, e de crítico inibido pela timidez de ferir seus antigos companheiros de militância, dos quais, por alguma razão, se sente devedor e refém. A crítica, em si, tem seus méritos, e creio tê-los reconhecido sem meias palavras. Mas de um candidato presidencial espera-se muito mais. O sr. Serra que mostre a disposição de fazê-lo, e atrairá para si muito mais votos do que poderá obter mediante arranjos e alianças, nos quais o eleitorado só verá uma confirmação a mais de que votar em Tiririca foi a decisão mais razoável, dadas as circunstâncias.

    O.C.

  29. Chesterton said

    Liberdade de expressão
    Claro que pode ser apenas uma retórica tosquinha, mas é incrível como se confunde liberdade de expressão com forçar terceiros a aceitar – e até pagar – o que alguém diz. A fulana escreveu algo que o Estadão achou em desacordo com seus interesses e, por isso, ela foi demitida. Sobre o episódio, ela soltou a pérola:

    – Que sentimento fica para você?
    – É tudo tão absurdo… A imprensa que reclama, que alega ter o governo intenções de censura, de autoritarismo…
    Uma empresa tem todo o direito de censurar o que os seus funcionários dizem em seu nome e usando de seus recursos. Da mesma forma que o Estadão, no episódio do Marcelo Madureira, a Globo tinha todo o direito de cortar o trecho que ela julgou atrapalhar seus interesses.

    O tema é um pouco delicado, principalmente para nós que temos uma história insignificante no que diz respeito a direitos individuais, mas faça a seguinte analogia: se a sua empregada saísse espalhando pela vizinhança fofocas sobre sua pessoa, você iria mantê-la empregada?

    C Avolio

  30. Chesterton said

    Há uma questão fundamental nesse tema do aborto que está sendo esquecida por todo mundo.
    Uma coisa é cometer um crime, tentar escapar, fugir, se arrepender ou não, pagar por ele ou não.
    Outra coisa bem diferente é o sujeito querer transformar o crime em si em ato normal. Isso é absolutamente revolucionário.

  31. Chesterton said

    Abortion is part of a much larger subject called “Eugenics”. For those wishing to learn more about it, I strongly suggest this text;

    http://pajamasmedia.com/zombie/2010/10/06/this-week-in-eugenics/

    ps: escrevi em inglês pois assim o Patriarca passa batido e nem precisa perder o tempo dele.

  32. Luiz said

    Eu e minha mulher cancelamos hoje nossa assinatura do Estadinho. O malestar já vinha de tempos, pois, um jornal que considera “censura” uma determinação judicial, se acha acima da lei, pois a justiça só vale para o outro e não para ele. Isso além de confundir é perigoso, não saberemos mais distinguir o que é um fato da justiça do desmando arbitrário do poder ditarial ou fascista.

  33. Chesterton said

    Jornal serve para escarafunchar aquilo que os outros querem manter velado.

  34. Carlão said

    Censura? Delito de opinião ou conflito de opinião.
    Blog feito por militantes do PT chama Marina de ‘traíra’

    A previsão feita pelo texto, com a leitura de hoje, é o que os petistas não querem que aconteça: o Blog da Dilma afirmava que Marina iria, no segundo turno, “cair no colo” do candidato do PSDB à presidência, José Serra.

    “Ela alimentava esperanças de que o presidente Lula a escolhesse para ser sua sucessora, e quando percebeu que não seria a escolhida deu o bote tal como uma cascavel”, afirmava o texto assinado por Jussara Seixas, uma das editoras do blog.

    Ontem, o editor geral e criador do “Blog da Dilma”, Daniel Bezerra, afirmou à Folha que a decisão de tirar o texto do site foi dele.

    “Estava viajando e não tinha visto a matéria. Quando cheguei, deletei, não fui a favor da maneira agressiva como a minha editora colocou. Quando escrevo coloco de uma maneira respeitosa”, disse.


    Ela foi demitida? Sei lá…A decisão é do Daniel Bezerra, o Bob Fernandes também não entrevistará a Jussara Seixas, para ouvir os 2 lados.
    Conflito de opinião e censura. Liberdade de opinião? O cacete meu amigo.
    O factóide se esgotou Pax.
    Titica de galinha e galo na meia-idade loucos pelos “15 minutos de fama”.
    Proponho estatizar o Terra Magazine. Que tal?
    Durou pouco.
    Vamos adiante.
    :)
    E o debate …vamos “” abrir”” as regras.
    O Pax topa, eu topo, o chest topa. Alguém mais?
    Dilma topará? lulalá irá ao debate para assistir a criatura?
    O debate é daqui a um pouco mais de 72 horas.
    tic-tac-tic-tac
    lulalá vai soltar a eguninha no pasto?
    O garanhão tá solto…e agora?

  35. Chesterton said

    Dilma + Lula = Dilmula.

  36. Carlão said

    Companheiros de luta

    URGENTE

    Noblat inventou uma eleição de 2 turnos entre Collor e lula em 89 !!!
    O instituto da reeleição se deu durante o governo FHC, Veja informa:
    Desde quanto é permitida a reeleição no Brasil?

    A reeleição para cargos do Poder Executivo entrou em vigência no país em 1998, após a aprovação da emenda constitucional n° 16, de 4 de julho de 1997. Com a mudança, promovida durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso, o político disputou e venceu o pleito de outubro de 1998, tornando-se o terceiro presidente da República a se reeleger no país, depois de Rodrigues Alves e Getúlio Vargas, e o primeiro reeleito no chamado modelo americano, com dois mandatos consecutivos.

    Noblat praspicou-se em público:
    veja aqui:

    a idiotice subiu-lhe à cabeça !
    vamos aguardar os acontecimentos…Noblat acrescentou mais uma derrota em 2 turnos pra lula… até agora.
    Nesta hora. E em seu site ninguém percebeu..

    :) :) :) :) :)

  37. Patriarca da Paciência said

    “ATENÇÃO: Jornais são empreendimentos PRIVADOS. Eles fazem o que bem entendem, contratam e demitem quem bem entendem.”

    Ou seja, “aos amigos tudo, aos inimigos, os rigores da lei”, já o dizia um famoso imperador.

    Esses tais de liberais não engam sequer criancinhas!

  38. Patriarca da Paciência said

    São fascistas mesmo, não enganam ninguém, fascistas com todas as letras!

  39. Zbigniew said

    Se tudo pode por ser um empreendimento privado não vem ao caso. O que importa é que há uma contradição no comportamento de quem se diz sob censura há tanto tempo e não admite uma linha contrária ao seu ponto de vista editorial.

    Não podemos deixar de destacar que no Brasil afigura-se uma ditadura midiática, que não admite ser discutida no seu modelo de negócios sob o falso argumento de que se está a atentar contra a liberdade de imprensa. Para isto blindou-se com o discurso de que o PT é um partido corrupto que quer instalar no país um governo ao estilo chavista. E a galera emprenhando pelos ouvidos.

    Sugiro algumas leituras para aqueles que não querem ficar só na opinião de um lado da “demanda”:

    “O Direito à Honra e à Liberdade de Imprensa
    Por Gilberto de Carvalho

    Segue link para um interessante texto,do prof. Tércio Sampaio Ferraz, que mostra que o assunto já foi debatido até na Suprema Corte do país que tanto preza a Primeira Emenda! Já aqui o assunto nem pode ser falado pois ameaça a liberdade da “grande e impoluta imprensa brasileira
    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-direito-a-honra-e-a-liberdade-de-imprensa

    “A Pluralidade da Mídia Norte-Americana

    Por Raul Reis

    Bom comentário e bons pontos! Aqui nos EUA, o New York Times, que é um jornal considerado mais liberal, tem vários colunistas mais conservadores, como o próprio Thomas Friedman. O Wall Street Journal, que é um jornal bem mais conservador, tem alguns colunistas muito mais à esquerda. Até mesmo o Financial Times, de Londres, que é um ultra-defensor do “market capitalism”, tem articulistas bem mais liberais que a linha do jornal. Tudo faz parte do processo democrático. Conhecer a fundo a opinião de quem é contra seu argumento serve até mesmo para que você possa rever e fortalecer sua opinião. Se expandirmos isso à esfera da sociedade como um todo, o debate de ideias fica ainda mais imprescindível…

    Raul Reis
    Professor, Dept. de Jornalismo, Calif. State Univ. Long Beach
    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-pluralidade-na-midia-norte-americana

    “O Pluralismo na Mídia

    Por Bento

    O artigo (de Eugenio Bucci) me parece um tanto quanto alheio à realidade. Bucci infelzimente foi atropelado pelos fatos. Faria melhor se comentasse a respeito da decisão do jornal em que ora escreve de demitir uma comentarista pelo simples fato de ter emitido uma opinião diversa daquela da linha editorial. Ao se limitar às platitudes da liberdade de imprensa e do tal “pluralismo”, o jornalista acaba por emprestar verniz a uma imagem que há tempos é incapaz de esconder sua decadência, decadência esta oriunda exclusivamente de seus próprios atos e posições, ressalte-se.

    A imprensa brasileira, começando pelo Estadão, dividiu o país. Existe o PT, denominado convenientemente pelo jornal de “partido da bandidagem”, e o restante dos brasileiros. O PT governa exclusivamente em seu próprio interesse (corrupção), cerceia liberdades individuais (autoritarismo), age somente para se perpetuar no poder (fisiologismo) e por isso não tem legitimidade para participar do debate político na mídia.
    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-pluralismo-na-midia

  40. Pax said

    Caro Chesterton,

    Você lê cada porcaria meu caro. Olha este teu comentário #29. O cara compara um jornal com uma família, compara jornalistas com a empregada doméstica que sai espalhando fofoca dos patrões.

    E você ainda acha boas tuas fontes. Caramba.

    Vamos lá, sem desmerecer, em momento algum, a doméstica, claro.

    Um jornal pode ter posição, escolha política e existir. Claro que pode, já falamos disso aqui.

    O que um jornal não pode é somente dar a notícia com uma versão, sem ouvir o outro lado. É notícia ou fofoca? Tem que apurar por obrigação do ofício.

    O ideal é que o jornal, supondo num momento de eleição, fale bem de um lado, bem do outro, descubra problemas de um lado, problemas de outro, apure e divulgue. Seus colunistas e analistas deveriam, para o bem do próprio jornal, também ser divividos entre os que preferem A e os que preferem B. Isto é um bom jornal. E que fique a vontade de colocar em seu editorial que os acionistas preferem o candidato A (ou B) por isso e aquilo.

    Caro Chesterton, por favor, reveja as tuas leituras, ao menos as que você traz para cá. Vamos manter este espaço distanciado desses que escrevem tanta besteira, por favor.

  41. Zbigniew said

    Pelo mundo há diversas formas de regulação do sistema de imprensa e, pasmem, em países democráticos!!! Será que lá (como aqui, segundo alguns) está em curso o poderoso movimento lulo-petista-chavista-bolivariano de conquista do planeta?

    Debate sobre liberdade de imprensa e regulação da mídia avança no mundo.

    Debate sobre liberdade de imprensa e regulação da mídia avança no mundo

    No domingo passado, três dos principais veículos impressos do país voltaram a destacar suas opiniões sobre o que consideram restrições à liberdade de imprensa, depois de críticas feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à cobertura eleitoral. Para o presidente, a imprensa estaria se comportando “como um partido” de oposição.

    Em um gesto pouco comum no Brasil, o jornal O Estado de São Paulo assumiu seu apoio ao candidato da oposição, acusando o governo de “perder a compostura” com as críticas. O editorial da Folha de S.Paulo, publicado na capa, afirma: “Fiquem advertidos de que tentativas de controle da imprensa serão repudiadas – e qualquer governo terá de violar cláusulas pétreas da Constituição na aventura temerária de implantá-lo”.

    A revista Veja trouxe na capa texto sobre o artigo V da Constituição, que garante o direito à livre expressão, sob a manchete “liberdade sob ataque”. A matéria acusa o presidente de censurar a imprensa. “Nos países democráticos, a liberdade de imprensa não é assunto discutível, mas um dado da realidade”, diz o texto.
    (…)

    A “regra” é ter regra

    O papel das leis de imprensa e das leis de mídia é regular as atividades dos meios de comunicação e balancear os limites entre o direito à livre expressão e à informação e os interesses individuais e coletivos de pessoas, empresas e grupos sociais.

    Segundo o pesquisador Murilo César Oliveira Ramos, professor da Universidade de Brasília e conselheiro da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), a maior parte dos países tem regras para estabelecer o que pode e o que não pode no setor audiovisual, o que não significa prejuízo da liberdade de expressão.
    (…)

    Estados Unidos

    Nos EUA, não há uma lei de imprensa e, sim, uma série de regras contidas em diferentes legislações. Mas, segundo a tradição norte-americana, a liberdade de imprensa é garantida pela famosa primeira emenda da constituição, que garante a liberdade de expressão como um dos direitos mais fundamentais da sociedade. Todas as outras regulações da imprensa são elaboradas a partir dessa premissa.

    Assim, os jornais funcionam sem qualquer regulação governamental. O mesmo se aplica à internet. Já os canais de TV e rádio são supervisionados pela FCC (em inglês, Comissão Federal de Comunicações), formada pela Lei de Comunicação de 1934 (são seis membros escolhidos pelo presidente e aprovados pelo Senado) e também por comissões no Senado e na Câmara, além de decisões da corte suprema. A legislação garante o direito de processo caso alguém se sinta vítima de difamação por parte da mídia.

    O professor Murilo Ramos explica que, nos EUA, os canais públicos acabam sendo marginais em relação às grandes empresas comerciais. Mas é um erro afirmar que não há regulação.

    “Há uma regulação forte e um órgão regulador ativo para o setor audiovisual. A FCC tem conflitos o tempo todo com os radiodifusores. E tem ações fortes. Alguns anos atrás, por exemplo, aplicou uma multa pesadíssima contra a CBS porque a cantora Janet Jackson mostrou um seio na final do campeonato de futebol americano”, explica.

    Mesmo assim, a regulação midiática segue uma visão liberalizante: acredita-se que o mercado e a opinião pública devem ser os principais reguladores do conteúdo, com o mínimo de interferência do governo possível. Somente quando há uma percepção generalizada de abuso o FCC estuda novas legislações ou a aplicação da legislação com mais rigidez. Foi o caso do seio de Jackson. As regras vetam, por exemplo, a exibição de cenas consideradas indecentes e obrigam todos os canais a transmitir pelo menos três horas por semana de programação educativa para crianças.

    “A verdade é que os limites de propriedade, que ainda são mais fortes nos EUA do que aqui no Brasil, têm sido abrandados nos últimos anos. Nos anos 1960 havia uma obrigação de ter produções independentes na TV, e isso vem sendo abrandado pelo FCC em prol dos grandes grupos de comunicação”, diz Gustavo Gindre.

    http://operamundi.uol.com.br/reportagens_especiais_ver.php?idConteudo=6654

  42. Zbigniew said

    Mino Carta
    (Editorial: Patética Mídia Nativa)

    (…)

    Registro que o Estadão no domingo 26 decidiu desvendar a evidência. Um humorista diria: surpresa, estão com o Serra, e eu que até ontem não tinha percebido. Melhor o Estadão, de todo modo, do que o resto da tropa de choque, Globo, Folha, Veja, a agirem como partido político, conforme a óbvia constatação do presidente da República. Barack Obama foi além quando disse que não daria entrevista à Fox porque esta não era órgão midiático e sim “partido político”.

    Lula errou, na nossa visão, ao afirmar: “A opinião pública somos nós”. A frase é certamente perigosa. Da mesma forma foi erro incluir tempos atrás no programa de governo a criação de uma entidade destinada a classificar os órgãos da mídia ao sabor dos seus comportamentos em relação aos direitos humanos. Esta não é tarefa governista, e Carta-Capital não usou meias-palavras na ocasião para condenar a iniciativa. Diga-se que o prato indigesto saiu prontamente do cardápio, graças a uma barganha lamentável pela qual se fez a felicidade dos torturadores da ditadura e dos seus mandantes, muitos já no além, ao aceitar a ideia da anistia polivalente.

    CartaCapital reprovou também a criação de uma tevê pública federal por enxergar de saída o seu inescapável destino: servir ao poder contingente, como se dá com a Cultura paulista, em mãos tucanas há 16 anos. Resta ver se o Brasil estaria maduro para uma tevê estatal, nascida do entendimento de que esta há de ser uma instituição permanente a servir à nação em lugar do governo do -momento. -Sinceramente, não aposto nesta maturidade.

    O fenômeno que mais me aflige põe-se, no entanto, a propor por quês. Por que os profissionais da mídia nativa aderem tão compacta e fervorosamente ao pensamento dos patrões? Por que lhe tomam as dores como se eles mesmos pertencessem à categoria? Uma premissa. Em termos econômicos, a situação nas redações é semelhante àquela da população brasileira em geral. Os jornalistas graúdos, assinaturas celebradas, ganham mais que os colegas americanos e europeus, e nem se fale dos salários da nossa televisão. Astronômicos, trafegamos entre nababos. Na zona cinzenta flutuam os remediados. À ralé sobra esperança. A maioria dos recém-formados não tem emprego. Este, ninguém que conseguiu quer perder.

    Pode-se concluir que os graúdos curvam-se diante da generosidade patronal enquanto os miúdos em tempos bicudos contentam-se com as migalhas? Talvez a explicação valha em relação a muitos casos graúdos e miúdos. Mas há que se ressaltar, em relação a outros, o ardor com que assumem os interesses do patrão. Estamos diante de uma identificação visceral, a ponto de justificar, no meu ponto de vista, uma investigação profunda a se valer das lições de Balzac e de Freud. Ambos ficariam muito impressionados, creio eu, ao registrar que os profissionais nativos chamam o patrão de colega, e nisto são únicos no mundo. Quem sabe mais ainda Balzac do que Freud.
    (…)

    http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/patetica-midia-nativa

  43. Chesterton said

    Caro Chesterton,

    Você lê cada porcaria meu caro. Olha este teu comentário #29. O cara compara um jornal com uma família, compara jornalistas com a empregada doméstica que sai espalhando fofoca dos patrões.

    E você ainda acha boas tuas fontes. Caramba.

    chest- Claudio Avolio é um blogueiro muito bom. Porcaria é o Franklin Martins.
    Imprensa é livre, você é F martins a acham ruim. Não conseguem diferencia um fato de uma opinião.

    Eu ( e provavelmente C. Avolio) achamos o Franklim martins ruim, a diferença é que não temos, a exemplo dele, um p-lano para amordaçá-lo.

    http://realityisoutthere.blogspot.com/

  44. Chesterton said

    atriarca Da Paciência disse

    08/10/2010 às 6:50
    “ATENÇÃO: Jornais são empreendimentos PRIVADOS. Eles fazem o que bem entendem, contratam e demitem quem bem entendem.”

    Ou seja, “aos amigos tudo, aos inimigos, os rigores da lei”, já o dizia um famoso imperador.

    Esses tais de liberais não engam sequer criancinhas!

    chest- Patriarca, pelamordedeus, jornal não tem poder de políia. Acostume-se à liberdade de imprensa.

  45. Chesterton said

    São fascistas mesmo, não enganam ninguém, fascistas com todas as letras!

    chest- os fascistas fecharam jornais porque os achavam ruins. Vão você e Pax estudar sobre fascismo.

  46. Chesterton said

    Não podemos deixar de destacar que no Brasil afigura-se uma ditadura midiática, que não admite ser discutida no seu modelo de negócios sob o falso argumento de que se está a atentar contra a liberdade de imprensa.

    chest- mentira, carta Capital, a Hora do Povo e outras publicações de esquerda são livres para circular. O que vocês não se conformam é que o povo brasileiro prefere comprar jornais conservadores.

  47. Chesterton said

    Gilberto Carvalho, Carta Capital e NY Times….não dá para parar de rir.

  48. Chesterton said

    O Departamento de Imprensa e Propaganda do Estado Novo estará de volta, se depender do PT e da Dilma. Vejam que ao falar do assunto, Franklin Martins, o redator de cartas com ameaças de mortes a sequestrados nos seus tempos de terrorismo armado, já coloca juízo de valor sobre a imprensa: para ele, ser livre não quer dizer que seja boa. Quem é ele para dizer se a imprensa é boa ou ruim? Quem decide isso é o leitor, o ouvinte, o telespectador, livremente. A frase esconde o real sentido da “agência reguladora de mídia”. Ela será o departamento de censura do PT e da Dilma. Só falta colocar os blogueiros de esgostosfera no Conselho de Administração. Clique na matéria para ampliar e ler a matéria do Estadão.
    POSTADO POR O EDITOR Coronel

  49. Pax said

    É, caro Chesterton, você é livre para achar que um cara que compara fofoca de empregada doméstica na rua com imprensa livre é muito bom. Direito seu, claro que sim.

    Afinal você acha que o Olavo de Carvalho é filósofo. E que o Reinaldo Azevedo é analista político de respeito.

    E, meu caro, você neste comentário #45 quer que eu estude sobre fascismo? Me diga, por favor, onde eu disse qualquer coisa a favor de controle social da mídia, ou restrição de liberdade de imprensa ou algo que o valha?

    Que mania de sair acusando os outros sem qualquer fundamento. Feio, caro Chesterton.

    Se você está nervoso porque alguma razão, guarde seus impulsos.

    Ou me aponte onde eu defendi qualquer controle sobre a imprensa, ou admita que você mente, descaradamente.

  50. Pax said

    E sabe o que acontece com as pessoas que mentem, caro Chesterton, mesmo que seja numa resvalada aqui e outra acolá? É que a gente já lê sabendo que não tem muita significância.

    Passa batido.

    Mesmo assim, sinta-se à vontade, aqui não tem censura.

  51. Chesterton said

    , caro Chesterton, você é livre para achar que um cara que compara fofoca de empregada doméstica na rua com imprensa livre é muito bom. Direito seu, claro que sim.

    chest- por enquanto sou livre.

    Afinal você acha que o Olavo de Carvalho é filósofo. E que o Reinaldo Azevedo é analista político de respeito.

    chest- suas opiniões não concordam com as minhas, mas somos livres, certo?

    E, meu caro, você neste comentário #45 quer que eu estude sobre fascismo? Me diga, por favor, onde eu disse qualquer coisa a favor de controle social da mídia, ou restrição de liberdade de imprensa ou algo que o valha?

    chest- Pax, você achar que uma empresa privada não pode colocar no olho da rua quem dela discorda, infelizmente é fascismo do tipo mais autoritário. Fascismo é o estado dizendo ao indivíduo e as empresas como trabalhar. Não tem como fugir. Ou voce é a favor da liberdade de contratar e despedir ou é fascista.

    Que mania de sair acusando os outros sem qualquer fundamento. Feio, caro Chesterton.

    Se você está nervoso porque alguma razão, guarde seus impulsos.

    Ou me aponte onde eu defendi qualquer controle sobre a imprensa, ou admita que você mente, descaradamente.

    chest- sim, pax, ao dar o tom crítico ao post sobre o Estadão e a pscianalista, voc~e está “desapoiando” a liberdade.

    Agora, se você declarar em alto e bom tom, claramente, que a atitude do Estadão em liberar a colunista é absolutamente normal no estado de direito, que não atenta à democracia e que essa atitude não é autoritária, eu retiro minhas palavras e direi então:

    PAX< VOCÊ NÃO É FILOFASCISTA!

  52. Chesterton said

    E sabe o que acontece com as pessoas que mentem, caro Chesterton, mesmo que seja numa resvalada aqui e outra acolá? É que a gente já lê sabendo que não tem muita significância.

    CHEST- então não devo estar mentindo, pois está todo mundo rebatendo o que eu escrevo.

  53. Pax said

    Caro Chesterton,

    Em seu comentário #51.

    Onde eu disse que o Estadão não tinha direito de demitir a Maria Rita?

    Onde eu disse que a imprensa não pode ser livre?

    Aponte. Não fique achando. Aponte, mostre, traga o texto.

    Ou admita que mente.

  54. Chesterton said

    obs isso aí em cima foi uma piada, pois é lógico que popularidade não é atestado de verdade.
    Seria uma falacia,

    argumentum ad populum

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_populum

  55. Chesterton said

    Pax, não dizer que sim não é a memsa coisa que dizer que não.

    Responda às 3 perguntas que eu fiz, saia do muro, tome uma posição de modo claro e inequívoco, aí eu poderei retirar o que eu disse.
    Em cima do muro é uma posição sempre suspeita (sei, você não quer julghar, coisa e tal, )

    Está lançado o desafio:

    “Agora, se você declarar em alto e bom tom, claramente, que a atitude do Estadão em liberar a colunista é absolutamente normal no estado de direito, que não atenta à democracia e que essa atitude não é autoritária, eu retiro minhas palavras”

  56. Pax said

    Caro Chesterton,

    Farei o que você quer, e você fica com a missão de me mostrar onde eu, alguma vez, falei contra a liberdade de imprensa, ou você terá que aceitar que, quando fica nervosinho, sai mentindo descaradamente, ok?

    Estadão liberar a colunista é absolutamente normal no estado de direito: sim, é.

    Não atenda à democracia: sim, não atenta cotra a democracia

    Se é autoritária? – Não não temos condições julgar, esta é a discussão que está na Internet e que eu ainda não emiti uma posição, uma opinião e afirmei e repito: vou tomar um chope na semana que vem e talvez possa firmar opinião.

    Ok?

    Bem, então agora é tua vez, corre atrás para não ficar com pecha de mentiroso quando em estado de nervosinho idiotizado pelos teus ídolos mentais.

    Run, caro Chesterton, run!

  57. Convido a todos para a leitura do artigo “Folha: não dá mais pra ler”, publicado no Observatório da Imprensa ( http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=610JDB016 ) e no meu blog ( http://www.guilhermescalzilli.blogspot.com/ ).
    Um abraço do Guilherme Scalzilli

  58. Chesterton said

    Pax, você é 5/6 não fascista e 1/6 fascista.

  59. Pax said

    Caro Chesterton,

    Você é 5/6 não mentiroso, e 1/6 mentiroso (até que me prove do que você me acusou, traga para todos verem, ou, então, admita que escorregou brabo, o que vai ser mais fácil e bem mais elegante da tua parte).

    E eu não sou fascista. Não preciso da opinião de terceiros para saber disso.

  60. Chesterton said

    pax, ENTÃO VOU USAR SUA TÁTICA:

    “chest- os fascistas fecharam jornais porque os achavam ruins. Vão você e Pax estudar sobre fascismo.”

    CHEST- ONDE FOI QUE O ACUSEI DE FASCISTA? Apenas falei que você precisava conhecer mais sobre o assunto.

  61. Chesterton said

    Mas tem mais uma coisa que me incomoda em seus escritos, PAx. Você disse

    “Você lê cada porcaria meu caro. Olha este teu comentário #29. O cara compara um jornal com uma família, compara jornalistas com a empregada doméstica que sai espalhando fofoca dos patrões.”

    chest- qual o problema? Por acaso uma jornalista-psicanalista vale mais que uma empregada doméstica? Por acaso a familia teria menos responsabilidades que um jornal?

    Por acaso por ser analista tem o direito de fazer fofoca e a empregada não tem?

  62. Pax said

    Chesterton disse

    08/10/2010 às 11:57 e
    Pax, você é 5/6 não fascista e 1/6 fascista.

    Poxa, essa foi fácil, dois comentários acima.

    Run, caro Chesterton, run, para achar provas que eu falei contra a liberdade de imprensa ou faz o mais fácil, peça desculpas e admita que, nervosinho, você tecla como teus ídolos, esses que brigam com a verdade diuturnamente.

  63. Chesterton said

    Pax, você ri 3 vezes de uma piada, quando contam, quanto explicam e quando entende.

    Enquanto você tiver 50% de chance em achar a atitude do Estadão autoritária, há suspeita de 50% neste tópico que você é fascista. Saia do muro, tome seus chpps e aí veremos se se confirma. Hoje você é 1/6 fascista. Zero, Zero, 1/2 = 1/6 .

    Afinal, analista tem mais direito que empregada de fazer fofoca?

  64. Pax said

    O que te incomodou, caro Chesterton, foi eu te mostrar que você lê porcaria mesmo.

    Não distorça o contexto, por favor, vou repetir o que disse para você não ter como fugir do ponto:

    Caro Chesterton,

    Você lê cada porcaria meu caro. Olha este teu comentário #29. O cara compara um jornal com uma família, compara jornalistas com a empregada doméstica que sai espalhando fofoca dos patrões.

    E você ainda acha boas tuas fontes. Caramba.

    Vamos lá, sem desmerecer, em momento algum, a doméstica, claro.

    Um jornal pode ter posição, escolha política e existir. Claro que pode, já falamos disso aqui.

    O que um jornal não pode é somente dar a notícia com uma versão, sem ouvir o outro lado. É notícia ou fofoca? Tem que apurar por obrigação do ofício.

    O ideal é que o jornal, supondo num momento de eleição, fale bem de um lado, bem do outro, descubra problemas de um lado, problemas de outro, apure e divulgue. Seus colunistas e analistas deveriam, para o bem do próprio jornal, também ser divividos entre os que preferem A e os que preferem B. Isto é um bom jornal. E que fique a vontade de colocar em seu editorial que os acionistas preferem o candidato A (ou B) por isso e aquilo.

    Caro Chesterton, por favor, reveja as tuas leituras, ao menos as que você traz para cá. Vamos manter este espaço distanciado desses que escrevem tanta besteira, por favor.

    O tal cara que você troxe falou uma besteira inacreditável, pra variar, e você saiu repetindo sem parar para pensar, pra variar.

    E fica nervosinho quando alguém te pega fazendo isso. Volta e meia.

    Ao menos fique lá com teu tio que erra um bocado, é pouquíssimo democrático em divergência de opinião, mas não erra tão fundamentalmente como esse idiotizado que você trouxe para cá.

    Ora bolas.

    E peça desculpas! Ou admita que é mentiroso! =)

    (é ótimo parecer brabo quando não se está)

  65. Chesterton said

    Qual foi exatamente o erro dele? Falar que é feio e bobo não adianta nada. Aponte com clareza o erro dele.

  66. Chesterton said

    então, pax, qual o erro do texto do Claudio Avolio?

  67. Chesterton said

    então, pax.

  68. Chesterton said

    08/10/2010 | 00:00
    Vingança: Lula
    quer ‘regular a
    mídia’ este ano
    O presidente Lula planeja impor ao Congresso, ainda em seu governo, o projeto do ministro da Propaganda, Franklin Martins, para “regular a mídia”, sobretudo o segmento de rádio e televisão. A intenção do presidente foi segredada a dois senadores aliados recém-eleitos. O projeto tem sido criticado pela oposição por seu viés autoritário, de inspiração fascista, para controlar a imprensa e inibir as denúncias.

    CH

  69. Pax said

    Ora, Chesterton, caro Chesterton,

    Comparar um jornal do tamanho do Estadão com ao fofoca que uma pessoa faz num salão de beleza e querer dizer que é a mesma coisa? Um jornal fala para milhões, tem que ter responsabilidade, tem que apurar as notícias que coloca.

    Não sou jornalista, mas dê uma mínima olhada no que falam os caras sobre isto.

    Se quer optar por um governo ou outro, tudo bem, claro que sim, já disse que sim, mas um jornal não pode plantar fofoca.

    Essas coisas que você lê por aí são lixo puro e você sai acreditando, nem para pra pensar um pouco, depois fica se retorcendo querendo explicar o que o fundilho de uma calça jeans tem com o ânus de uma jibóia. Aí fica nervosinho e sai acusando os outros e resvalando na verdade, sai falando o que não sabe, acusando como padre de Santa Inquisição.

    Caramba, anos de blog e parece que não aprendeu nada, putz.

    Tem certeza que tua capacidade cognitiva ainda está como nos tempos que você prestou vestibular? Não é hora de uns exames não?

    E peça desculpas, antes que eu me esqueça. Vai ficar mais elegante pro teu lado.

  70. Pax said

    Aliás, caro Chesterton,

    Qual foi mesmo a fofoca que a Maria Rita Kehl fez?

    Bora, se coça, pede desculpas e se corrija. Bora Chesterton, caro Chesterton.

  71. Chesterton said

    Comparar um jornal do tamanho do Estadão com ao fofoca que uma pessoa faz num salão de beleza e querer dizer que é a mesma coisa? Um jornal fala para milhões, tem que ter responsabilidade, tem que apurar as notícias que coloca.

    chest- o jornal fala para quem quer gastar 3 reais para acessá-lo. A empregada fofoqueira pode ser responsabilizada por injuria e difamação do mesmo modo que um jornalista-psicanalista. O exemplo é radical, isto é, vai na raiz da questão. Maria Rita Cadillac saiu do jornal atirando, acusando o Estadão de atentar contra a liberdade. ora, que ela deixe de ser ridícula. Aliás, bem feito para o estadão, dá milho aos porcos abrindo espaço para tolos socialistas. Que tenha apreendido a escolher melhor seus colaboradores.

    Não sou jornalista, mas dê uma mínima olhada no que falam os caras sobre isto.

    chest- que caras?

    Se quer optar por um governo ou outro, tudo bem, claro que sim, já disse que sim, mas um jornal não pode plantar fofoca.

    chest- quem plantou fofoca foi a anal-ista.

    Essas coisas que você lê por aí são lixo puro e você sai acreditando, nem para pra pensar um pouco, depois fica se retorcendo querendo explicar o que o fundilho de uma calça jeans tem com o ânus de uma jibóia.

    chest- por aí onde? DE quem você está falando? De qual crime-delito?

    Aí fica nervosinho e sai acusando os outros e resvalando na verdade, sai falando o que não sabe, acusando como padre de Santa Inquisição.

    chest- alto lá, meu caro, quem saiu acusando foi a Maria Rita .
    Caramba, anos de blog e parece que não aprendeu nada, putz.

    Tem certeza que tua capacidade cognitiva ainda está como nos tempos que você prestou vestibular? Não é hora de uns exames não?

    E peça desculpas, antes que eu me esqueça. Vai ficar mais elegante pro teu lado.

  72. Chesterton said

    Qual foi mesmo a fofoca que a Maria Rita Kehl fez?

    chest- essa fofoca (apud Catatau)

    Viomundo – O seu trabalho foi censurado, concorda?

    Maria Rita Kehl – A palavra censura não é boa. No meu conceito, censura seria você não pode escrever sobre isso ou aquilo, corta uma linha aqui, outra ali… O que o meu caso demonstrou é que o jornal não permite uma visão diferente da do jornal nas suas páginas. É isso. Essa é dita imprensa liberal.

    As grandes empresas que controlam a informação no país estão nas mãos de poucas famílias… Teoricamente seriam imparciais, dando voz ao outro lado, só que elas têm um posicionamento muito claro de que não são imparciais. Veja o meu caso. O meu artigo é assinado, não estou falando pelo jornal. Mas nem isso cabe.

    Viomundo – Na verdade, os grandes veículos se dizem imparciais, alardeiam isso para a sociedade, só que a prática é oposta…

    Maria Rita Kehl — Eu acho honesto que o jornal assuma uma posição. É pior dizer que é imparcial e dar a notícia só com um lado. Isso confunde muito mais o leitor.

    É pena que não tenha gente com dinheiro suficiente para apoiar outros candidatos. …Um grande jornal que apóie a Dilma, um grande jornal que apóie a Marina, um grande jornal que apóie o Plínio…

    Na verdade, todos os jornais estão apoiando o mesmo candidato. Esse é o problema da política brasileira, da burguesia brasileira, da concentração do dinheiro na sociedade brasileira… Os donos dos jornais são parciais, mesmo… Ninguém é imparcial. Mas, para que os leitores sejam adequadamente informados e se posicionem, é fundamental ter o outro lado. Infelizmente, o que os donos dos jornais revelam é que não cabe voz a outra posição, nem mesmo em artigos assinados. Que liberdade de expressão é esta?

    chest- a burguesia, concentração, dinheiro, donos de jornais, parcialidade, posicionamento, o outro, expressão….as velhas ladainhas fofoquentas dos socialistas revolucionarios.

  73. Carlão said

    :) PAX

    Putz
    esquecemos de comemorar a derrota do Collor.
    E a nomeação de Ciro Gomes coordenador da campanha da dilma.

    Acho que o PT anda querendo perder.
    Né Não?
    hehehe

  74. Chesterton said

    Eugenio Bucci

    Os recentes ataques contra os jornais disparados dos mais altos gabinetes da República – ataques devidamente rechaçados por jornalistas e empresas de comunicação – talvez nos façam perder de vista que há, sim, problemas graves na imprensa brasileira. É natural que, sob agressão de autoridades, editores e repórteres se unam para se defender e reafirmar sua liberdade. É natural, compreensível e até mesmo necessário. Isso não significa, porém, que os órgãos de imprensa não estejam, permanentemente, sob exame implacável – não do poder, mas do público. ….

    nenhum jornal pode assumir o dever de publicar igualmente todas as opiniões e todos os pontos de vista de todas as pessoas. Isso seria loucura – ou hipocrisia. Uma fórmula editorial é sempre um corte, uma escolha arbitrária, e não há nada de errado nisso.

    Uma opinião que precisa silenciar outra para se afirmar corrói a si mesma. Já temos história suficiente para saber que o vício da intolerância não consegue apagar o intolerado – apenas desacredita o intolerante. É ele, não sua vítima, que perde autoridade.

    chest- aqui ele tenta sugerir que dentro de uma redação de jornal o pluralismo deve ser regra. Ataca o varejo e esquece do atacado. O estado autocrático quando tenta reprimir a opinião discordante perde a legitimidade. Um jornal não pode silenciar a opinião discordante DE OUTRO JORNAL num regime de direito. Como ele diz no começo, os jornais tem todo direito de ter linha editorial definida e parcial. Se o Estadão fizesse ligações telefônicas para tentar calar Maria Rita estaria configurada sim a intolerancia .

    Uma publicação em que o contraditório não se acomoda bem é uma publicação que não se acomoda bem na sociedade pluralista.

    chest- o engraçado é que ele não estava se referindo a imprensa de esquerda…amazing.

    Se me for permitida uma breve confidência, estritamente pessoal, digo que nunca fui chamado a sacrificar heroicamente a vida em prol da liberdade de alguém com quem eu não concordasse. Tive apenas de sacrificar um ou dois empregos, que nem eram grande coisa. Outros jornalistas, melhores do que eu, sacrificaram mais. É da regra do jogo. É e será.

    chest- é isso aí, vai embora sem falar mal do antigo patrão. procure seu caminho. Liberdade de expressão não combina com estabilidade no emprego.
    (êpa, ele falou mal dos antigos patrões)

  75. Chesterton said

    Fui demitida pelo jornal O Estado de S.Paulo pelo que consideraram um “delito” de opinião.

    chest- fofoqueira.

  76. Chesterton said

    Acho absurdo, não concordo, que o dono do Maranhão (senador José Sarney) consiga impor a medida que impôs ao jornal O Estado de S.Paulo, mas como pode esse mesmo jornal demitir alguém apenas por que expôs uma opinião?

    chest- ela realmente perdeu a noção de realidade.

  77. Chesterton said

    E ainda assim o Bucci apanha dos petralhas

    suely gomes , São Paulo-SP – professora
    Enviado em 8/10/2010 às 16:25:57

    Bucci nunca vai perder seu emprego no Estadão como perdeu Maria Rita Kehl. É como papagaio de pirata: só repete o que o dono fala!

    Roberto Almeida , Brasília-DF – jornalista
    Enviado em 8/10/2010 às 16:09:04

    Prezado Bucci, você tem certeza de que lê os mesmos jornais e revistas, vê e ouve os mesmos noticiários de TV e rádios que nós brasileiros? Você mora em que planeta?

  78. Carlão said

    chest
    você tem razão. Pelo que que se depreende do afirmado pelo Gandour ao Terra:
    – Havia uma discussão em torno de novos rumos para a coluna, essa conversa começou na última terça-feira pela manhã, (…) Horas depois, houve um vazamento na internet que precipitou a decisão. Não houve censura. Tanto que a coluna saiu integralmente.

    Ela não era funcionária e portanto não foi demitida. Havia um contrato entre as partes.
    Ela teve seu contrato de prestação de serviços rompido unilateralmente pelo contratante por ter “fofocado” na Internet.
    Desrespeitando a privacidade das reuniões internas que estavam sendo mantidas com a Contratante.
    Em seguida dá uma entrevista em que continua a “fofocar” inventando um tal de “delito de opinião”.
    Deve ter sido oferecido um rompimento amigável e ela não topou…sentindo-se prejudicada ao invés de contratar advogado e processar o Estado histericamente (uso da energia uterina) para “fofocar” nos ombros amigos do Bob Fernandes do Terra. Que automaticamente dá inicio a uma “chantagem indireta ” aos diretores das empresas de comunicação.Inclusive à dele.Repercutindo a fofoca da histérica fofoqueira.
    FOFOQUEIRA
    esta história dessa moça…já era! era um peido no meio do furacão. Serra subiu vertiginosamente.

    ;) Pax
    Sempre foi mentira!O Bolsa família foi adotado o Bolsa Familia por sugestão de um governador do PSDB.

    UM PRESIDENTE DA REPÚBLICA (lula) SENDO DESMENTIDO PELOS FATOS. AO VIVO E EM CORES
    é du grande caralho!
    :)

  79. Chesterton said

    O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, ficou perplexo com a declaração do presidente Lula, no Rio de Janeiro, defendo que “polícia bate em que tem que bater”. Cavalcante ironizou o primarismo de Lula: “Ele parece ter vocação para comandar o Bope”, disse, numa referencia à tropa de choque da Polícia MiIitar conhecida pela atitude violenta no combate ao crime.

    Claudio Humberto

    chest- caramba!

  80. Patriarca da Paciência said

    Como diz o Catatau, a ética de vocês conserva-se ao nível da etologia ( Estudo dos hábitos dos animais e da acomodação dos seres vivos).

    Não passa de pura luta por território, a mesma travada entre qualquer animal irracional.

    Façam bom proveito.

  81. Patriarca da Paciência said

    A ética de vocês ( pseudos liberais, 4% da população brasileira, tendo por líderes, Olavão e Reinaldinho) é pura etologia.

    “Um amigo chamou esse efeito de ‘acumulação primitiva de democracia’. Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do país, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistam direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos, que se consideram classe A, vem a público desqualificar a seriedade de seus votos”.

    (Maria Rita Kehl)

  82. Pax said

    Caro Carlão, #78

    Você procurou saber da qualidade da tua fonte neste vídeo acima?

    Veja aqui:

    http://www.excelencias.org.br/@candidato.php?id=10874&cs=2

    Mais ou menos parecido como chamar do Eduardo Azeredo para explicar o mecanismo de funcionamento do mensalão do PT. Algo por aí.

    Agora, no #73, o vídeo do Ciro Gomes, bem, eu acho que o PSDB tem todo direito de usar a torto e a direito, mesmo que o Ciro seja destes políticos que a gente sabe que vai ao sabor dos ventos. Neste ponto, concordo com você, acho que o PT apontou uma calibre 12 para o próprio pé.

    (Aliás, ontem assisti o Tropa de Elite 2. Uma única palavra: imperdível)

  83. Chesterton said

    Aí, Pax, cassou a palavra de um senador? Que julgamento rápido, hein?

  84. Carlão said

    :)Pax

    Você procurou saber da qualidade da tua fonte neste vídeo acima?

    Você estaria querendo dizer que o Senador “corrompeu” todos os membros do Executivo presentes, inclusive o presidente lula que elogia e agradece em público ao ex-governador pela idéia de unificação a mentir em seu favor na cerimônia filmada no Palácio? É isso?
    O que a “ficha” do Senador tem a ver com a noticia? Seria tudo forjado? Lula e o noticiário foram “comprados”? O lulalá estaria mentindo antes (no filme) ou agora, quando diz que o Bolsa Família é obra exclusiva e inédita do seu governo?
    Explique melhor sua pergunta, por favor.
    :);)

  85. Chesterton said

    Pax só recebe cartas de carteiro ficha limpa, se as cartas que chegam dizem a verdade ou não, ele não se interessa. Carteiro tem que ter ficha limpa.

  86. Pax said

    Opa,

    Me pegaram no contrapé, verdade, no meu comentário #82 eu saí disparando sem ter analisado o vídeo. Explicando, sem com isto justificar, meu link aqui é sofrível como todos sabem, pago R$470,00 ao mês por um link direito no satélite de 200 kbps para download e 30 kpbs para upload. O que isto quer dizer? Que eu não assisto todos os vídeos que colocam aqui nos comentários, quando vejo que é besteirol passo batido mesmo, perder meu tempo assistindo besteirol não é bem lá o que me proponho.

    Aí não vi o vídeo que o Carlão colocou em #78 que falava do lançamento do Bolsa Família, que teria sido uma ideia do Marconi Perillo. Nem sabia disso, confesso de novo, nem que vi o vídeo antes de escrever o #82 nem que Perillo tinha participado da idealização do Bolsa Família no formato que foi lançado por Lula (ao lado do Dirceu, à época Min Chefe da Casa Civil).

    Pois bem, falei besteira ao somente mencionar o curriculum vitae do Perillo que tem catalogado no bom site Excelência, da Transparência Brasil.

    Sim, Perillo tem um “curriculum invejável” de acusações de corrupção, como boa parte dos políticos brasileiros, mas não tira dele o mérito de ter ajudado Lula na concepção do Bolsa Famíla.

    Errei, assumo, peço desculpas.

    Tenho menor problema em assumir meus erros e pedir desculpas. Aí está, então, o pedido público.

  87. Chesterton said

    Aceitas, e o que mais você julgou sem ver?

  88. Pax said

    Sei lá, caro Chesterton, aponte-me que analisarei.

    (em tempo, você não vai me pedir desculpas ao me acusar de fascista?)

    =)

  89. Chesterton said

    até você me responder se o Estadão pode mandar embora a psicanalista petista sem ser acusado de autoritário, você é 16,6% fascista.
    No dia que você decidir (acho que já tomou chopps suficientes)que o Estadão é uma Empresa que pode mandar embora que quiser sem ser acusado de autoritarismo, aí direi que você deixou de ser fascista (ou nunca foi, apenas flertou temporariamente com a ideia)

    obs te convido a dar uma espiada no Catatau, onde estou travando uma batalha conceitual.

  90. Carlão said

    :)Pax

    Traduzindo o post #86
    LULA É UM MENTIROSO.EU NÃO SABIA.
    EU ME DEIXEI ENGANAR PELA MINHA FRACA CONEXÃO COM A REALIDADE.
    AGORA VOU PENSAR ANTES DE ESCREVER.

    hehehe
    ;)

  91. Patriarca da Paciência said

    Chesterton,

    Ninguém aqui está discutindo se o “dono” do Estadão está no direito dele ou não.

    Afinal, conforme as regras dos 4% liderados pelo Reinaldinho (vociferador de ilações em linguagem chula) e Olavão, (o Lula mandou colocar comunistas debaixo da minha cama) ele tem que agir assim mesmo. Afinal, “aos adversários, os rigores da lei”. E o “dono” do Estadão conservou-se dentro da lei.

    Agora, conservou-se dentro da ética?

    Zero de ética.

    Você não convencerá ninguém, a não ser entre os 4% liderados pelo Reinaldinho e pelo Olavão, que o “dono” do Estadão agiu de uma maneira digna.

  92. Patriarca da Paciência said

    Olha, muito antes, mas bem antes mesmo do Marconi Perilo, o Eduardo Suplicy já lutava pelo “renda mínima” que depois viria a ser o bolsa família e que, o PSDB proclamava aos quatro ventos ser “bolsa esmola”.

  93. Chesterton said

    Patriarca, não ´e essa a questão, afinal…..ah, deixa para lá, esqueci o lapis de cor para desenhar para você .

  94. Carlão said

    chest
    nem se preocupe com a Betty da Matilde…hehe
    Ele também tem “FRACA CONEXÃO COM A REALIDADE”
    #92 Olha, muito antes, mas bem antes mesmo do Marconi Perilo, o Eduardo Suplicy já lutava pelo “renda mínima” que depois viria a ser o bolsa família e que, o PSDB proclamava aos quatro ventos ser “bolsa esmola”.
    Vamos aos fatos documentados
    O Estado de S. Paulo, 06/09/2001
    Lula classificou de “bolsa esmola” os R$ 15 pagos pelo governo federal a cada criança atendida pelo programa Bolsa-Escola e os R$ 60 dados às famílias atingidas pela seca.

    Em Brasília, o senador Eduardo Suplicy (SP), também pré-candidato petista à Presidência, voltou a discordar de Lula. Da tribuna, defendeu o direito de todas as pessoas receberem uma renda em dinheiro, e não em cupons de alimentação. “O direito à renda básica será semelhante ao de todos os cearenses tomarem banho de mar nas praias do Ceará”, discursou o senador”.

    Betty da Matilde, os remédios já não estão fazendo mais efeito?
    Tente “Regulador Xavier No.2 – o remédio de confiança da mulher”

  95. Patriarca da Paciência said

    Carlãozinha,

    teu negócio é ficar de quatro sempre que vê um norte-americano. Pode acreditar, eu não tenho nada contra. Faça bom proveito.

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