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Vox Populi: Dilma 57%, Serra 43%

Posted by Pax em 25/10/2010

Considerando os votos válidos Dilma mantém a diferença de 14 pontos sobre Serra no segundo turno. Resta aguardar os outros institutos de pesquisa para confirmar ou não esta tendência.

Vox Populi: Dilma tem 49%, Serra 38%, indecisos 7%
Candidata do PT ao Palácio do Planalto recuou dois pontos, enquanto tucano oscilou um ponto para baixo; indecisos antes eram 4%

Matheus Pichonelli, iG São Paulo

Pesquisa Vox Populi/iG publicada nesta segunda-feira mostra que, a menos de uma semana das eleições, a candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, mantém a dianteira sobre o tucano José Serra na corrida presidencial. A ex-ministra da Casa Civil oscilou dois pontos para baixo em relação ao levantamento realizado pelo instituto entre os dias 15 e 17 de outubro e agora conta com 49% das intenções de voto. Com isso, ela tem uma vantagem de 11 pontos sobre Serra, que perdeu um ponto e aparece com 38%.

O número de eleitores que pretendem votar nulo ou em branco ainda é de 6% – mesmo índice contabilizado na última pesquisa. O Vox Populi apontou, no entanto, aumento do número de eleitores indecisos ou que não responderam ao questionário: de 4% para 7%.

Considerando-se apenas os votos válidos, Dilma seria eleita com 57% contra 43% de Serra. De acordo com esse critério, a distância entre os dois candidatos é de 14 pontos, igual à apontada pelo último levantamento. Ainda assim, 88% dos eleitores ainda afirma, porém, que já tem certeza da decisão tomada.

O Vox Populi ouviu 3.000 pessoas em 214 municípios, entre os dias 23 e 24 deste mês e, portanto, já refletem a repercussão de episódios que marcaram o debate presidencial na semana passada, como o tumulto em um compromisso de Serra no Rio de Janeiro. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob número 37059/10 em 20 de outubro. (continua no iG…)

Observação do blog: O jornalista Fernando Rodrigues, da Folha/Uol, fez um bom post afirmando que “Desfecho ainda está na mão dos indecisos“. Este post é de sexta feira passada, ou seja, antes do resultado desta pesquisa de agora do Vox Populi que mostra o crescimento dos indecisos de 4 para 7%.

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12 Respostas to “Vox Populi: Dilma 57%, Serra 43%”

  1. Chesterton said

  2. Chesterton said

    Erenice confirmou que usava cargo para aumentar a “taxa de sucesso” dos filhos. Mas a caneta era da Dilma.
    Da Folha de São Paulo:

    A ex-ministra Erenice Guerra mudou a versão que sustentava até agora e confirmou à Polícia Federal que recebeu na Casa Civil empresários que negociavam contrato com a firma de lobby dos filhos dela para obter um empréstimo do BNDES. Na época, a ministra era Dilma Rousseff, atual candidata do PT à sucessão presidencial, e Erenice, seu braço direito. A Folha teve acesso à íntegra do depoimento dela, que durou quatro horas e teve mais de cem perguntas sobre o esquema de tráfico de influência na Casa Civil.
    A assessoria da Casa Civil, por meio de notas oficiais, havia negado por duas vezes à Folha a participação de Erenice na reunião com os empresários de Campinas que negociavam com a empresa de lobby Capital. Em uma delas a assessoria alegou “incompatibilidade de agenda” da então secretária-executiva da Casa Civil.
    Após a Folha publicar a negociação do filho de Erenice com esses empresários, ela deixou o governo.Erenice afirmara, em entrevista à revista “IstoÉ”, após deixar o cargo, que “nunca” recebeu representante da EDRB Brasil, empresa de energia solar de Campinas que procurou a empresa dos filhos dela para obter financiamento do governo.
    Ontem Erenice mudou a versão. Disse à PF que recebeu, no ano passado, os empresários paulistas no prédio do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), onde funcionava provisoriamente o governo. Ela relatou que esteve na reunião “salvo engano, entre 20 e 30 minutos”. Procurada mais uma vez, a Casa Civil disse ontem à Folha que as informações prestadas antes partiram da então ministra e que não iria comentar o depoimento. O dono da EDRB, Aldo Vagner, e o consultor Rubnei Quícoli disseram à PF que após a reunião com Erenice foram procurados pela empresa dos filhos dela para viabilizar o projeto em troca de “taxa de sucesso”.
    A PF perguntou a Erenice se Dilma tinha conhecimento do projeto apresentado na reunião. Ela disse que não saberia responder. Ela negou que tenha pedido, por intermédio do ex-diretor dos Correios Marco Antonio Oliveira (tio de um sócio do filho dela na empresa de lobby), dinheiro para a campanha de Dilma. Erenice afirmou que nem ela nem Dilma conhecem Oliveira. No depoimento, Erenice também confirmou que se encontrou no início do ano, numa padaria de Brasília e em seu próprio apartamento, com outro empresário, da MTA Linhas Aéreas, que contratou a empresa dos filhos.
    Erenice negara os encontros à revista “Veja”. Em nota, a Casa Civil dizia que a ministra só recebia empresários “em seu gabinete, com agenda prévia e pública”. Erenice disse ainda que “não sabia” que seu ex-assessor Vinícius Castro, sócio do filho dela na empresa de lobby, “pretendia assessorar a empresa EDRB no projeto apresentado à Casa Civil”. Também não disse se foi ele quem agendou a reunião. Erenice contou à PF que, “em data não recordada”, o filho Israel lhe disse que “tinha a intenção de montar uma empresa de assessoria na área de aviação”, e que Vinícius Castro seria convidado para futura sociedade. Apesar disso, disse que “não era de seu conhecimento” que Vinícius e Israel estavam procurando empresas

    do coronel

  3. Patriarca da Paciência said

    É impressionante!

    As mesmas calúnias, as mesmas infâmias, as mesmas atitudes indecorosas de sempre!

    Simples suposições e ilações.

    Ainda bem estamos na última semana.

    Quem diria que no Brasil há pessoas de tamanha pequenez moral!

    Aind abem que são minorias.

    Se a Dilma foi contra a ditudura militar, o Serra o foi também.

    A diferença é que o Serra simplesmente fugiu, não teve coragem de as consequências.

    http://cloacanews.blogspot.com/

  4. Patriarca:
    Nada disso cola nela mais……Palavras ao vento.

  5. Pax said

    Vocês viram o debate ontem?

    O que li, agora de manhã, o que me chamou a atenção, foi isto aqui, no Estadão:

    Análise dos cientistas políticos: Dilma evolui e Serra não convence
    Para Carlos Melo e José Paulo Martins, petista mostrou segurança, enquanto tucano errou ao se colocar como ‘mais estatista do que o PT’

    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,analise-dos-cientistas-politicos-dilma-evolui-e-serra-nao-convence,629944,0.htm

    Eu não assisti, estava fora.

  6. Elias said

    E, Pax,

    A essa altura do campeonato, é mais razoável supor que os indecisos reduziriam a margem de vitória da Dilma, mas não reverteriam a situação em favor do Serra.

    Essa reversão só aconteceria se Dilma perdesse eleitores.

    Mas continuo achando exagerada essa vantagem de 14 pontos nos votos válidos. Creio que a vitória será mais apertada.

  7. Elias said

    Pax,

    A maior parte das pessoas que ainda acompanha os debates pela tevê acha que o formato adotado está esgotado. Já deu o que tinha de dar e não empolga mais.

    Alguns jornais já começaram a repercutir essa opinião.

    Tomara que a coisa pegue e, no futuro, o tal formato venha a ser mesmo modificado.

    Na minha modesta, melhor seria se cada debate fosse dedicado apenas a 2 ou 3 temas. Só o último segmento é que seria genérico.

    Assim, os candidatos teriam que bater chapa com chapa. Cada um teria que mostrar suas propostas e criticar as propostas dos adversários.

    Algo nessa linha faria com que os debates deixassem de ter a profundidade de um pires, que hoje lhes é característica.

  8. Pax said

    Parece uma boa ideia, caro Elias,

    Pega Educação, Saúde, Segurança Pública. Um bloco pra cada. Poderia ter um para infraestrutura também.

    E deixa os caras soltos, que o que tenha melhor proposta ganhe a bandeira.

    Os debates deste ano, os que vi, todos menos o de ontem, foram sonolentos, chatos pacas.

  9. Luiz said

    Que tal debates ao estilo dos que aconteceram na última eleição inglesa?

    Foram três debates: um sobre política externa e defesa, outro sobre economia e outro sobre política interna e administração.

    Cada um exibido por uma rede diferente, e com formatos diferentes: um com uma bancada de jornalistas, outro com perguntas da platéia, e outro com os candidatos ao redor de uma mesa com um moderador.

    E em todos eles poucas amarras…

  10. Pax said

    Boa, também, talvez melhor ainda. Mais tempo para debater os assuntos, caro Luiz.

  11. Elias said

    O negócio é que cada debate deve ser focado em poucos temas, para que seja possível aprofundar a discussão sobre cada tema.

    Exemplo: o debate na estação X seria sobre Educação, Infraestrutura e Saúde. Já na estação Y seria sobre Política Econômica, Política Externa e Esportes e Turismo. E assim por diante.

    Em cada programa, haveria um segmento livre, a modo de quebrar a porrada. Uma espécie de “sessão pinga fogo”, como era prática nas Câmaras Municipais, até um tempo atrás.

    Se alguma estação de tevê copiar esta idéia sem me pagar por ela vou processar a f.d.p.

  12. Pax said

    =)

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