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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Operação Carcará: desvio de verbas federais de merenda, medicamentos e obras

Posted by Pax em 10/11/2010

Segundo notícia da Folha de São Paulo, há indícios que funcionários públicos e empresários desviavam verbas federais de merenda escolar, medicamentos e obras públicas.

Operação da PF prende prefeitos da BA por suspeita de fraudes e desvios – MATHEUS MAGENTA – Folha.com

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (10) uma operação para prender sete prefeitos de municípios baianos e outras 39 pessoas suspeitas de envolvimento num suposto esquema de desvio de verbas federais e fraude em licitações.

A Operação Carcará da Bahia, que contou com o apoio da CGU (Controladoria-Geral da União) e do MPF (Ministério Público Federal) na Bahia, deve cumprir até o final do dia 82 mandados de busca e apreensão e 46 mandados de prisão (27 deles foram cumpridos até as 10h). Entre os suspeitos há também funcionários públicos e empresários.

Segundo a PF, os suspeitos fraudaram licitações com uma divisão do mercado entre as empresas envolvidas, utilizaram notas fiscais frias e superfaturaram preços de produtos e serviços. Há indícios de desvio de verbas federais que seriam usadas para a compra de merenda escolar, medicamentos e obras públicas em 20 municípios baianos.

A CGU estima que os prejuízos aos cofres públicos cheguem a R$ 60 milhões. A investigação teve início há mais de um ano, a partir de denúncias envolvendo a empresa Sustare Distribuidora de Alimentos Ltda, sediada em Itatim (BA), e outras empresas do grupo.

A investigação apontou Edison dos Santos Cruz, que comanda o grupo de empresas, como o mentor do suposto esquema. Ele é o único que teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Os outros foram presos temporariamente. A reportagem não conseguiu localizar o advogado dele. (continua na Folha…)

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42 Respostas to “Operação Carcará: desvio de verbas federais de merenda, medicamentos e obras”

  1. Pax said

    Antigamente eu pescava estas notícias na Agência Brasil. Hoje em dia eles resolveram acabar com a corrupção no Brasil acabando com as notícias sobre o tema. Um enorme desserviço.

    Depois reclamam da imprensa. É ruim mesmo, mas, ao menos, aponta essas coisas.

    O que fazer com:

    1 – uma agência de notícias oficiais que esconde corrupção?

    2 – funcionários públicos e empresários que desviam verbas de merenda e medicamentos?

  2. HRP depois de todas as pragas! said

    Bom, se no codigo penal existem as qualificadoras para os crimes, essa coisa de roubar comida das crianças deveria ter um bonus bem grande em anos a mais para o autor!

  3. Chesterton said

    depois o Elias diz que isso não é um problema financeiro, é só moral.
    Porra, cada noticia dessas dói no bolso do contribuinte.

  4. Chesterton said

    quarta-feira, 10 de novembro de 2010
    A REFORMA NEO-LIBERAL ASSASSINA EM CUBA
    Estou muito preocupado com a saúde mental de Emir Sader. O governo do bandoleiro Raúl Castro anunciou a reunião do Partido Comunista de Cuba depois de 13 anos e lá eles vão tomar medidas neo-liberais para “preservar o socialismo”.

    Meu Deus, o que diria Plínio de Arruda Sampaio ao saber que Raúlzito quer renegociar a DÍVIDA EXTERNA? Sim, o Partidão cubano QUER PAGAR O QUE DEVE NO EXTERIOR!!!

    Depois de botar no olho da rua 500 mil (!!!) funcionários públicos, Raulzito, el Liberal, quer acabar com subsídios a estatais deficientes. É isso mesmo! O governo VAI FECHAR as empresas que dão prejuízo! Imagine uma atitude dessas aqui no Brasil? O que não diriam os cubanófilos da Carta Maior?

    Os turistas cheios de grana também serão beneficiados. Lembram-se do vídeo onde Cabral, acompanhado de Lula, esculacha um morador da favela de Manguinhos chamando-o de canalha? Pois bem, neste vídeo, o Çábio de Garanhuns responde assim ao garoto quando soube que não pode jogar tênis:

    – Isso é esporte da burguesia!

    E em Cuba, a Disneylândia comunista, estão previstas contruções de campos de golfe para milionários que lá pretendem passar sus vacaciones. Mais socialista que isso é impossível.

    Alguns funcionários públicos só serão promovidos agora por mérito. Diga isso a um sindicato de barnabés aqui no Brasil Pandeiro e eles vão pra rua exigindo tratamento igual: os incompetentes têm que ganhar o mesmo que os competentes!

    E a cesta básica? O Partidão quer acabar com essa moleza também! Cuba quer respeitar contratos! Quer descongelar o mercado imobiliário! Quer expandir o setor privado!

    Meus Deus do Céu! Só falta Cuba aderir ao Consenso de Washington!

    Emir Sader vai precisar de Maracujina e Passiflorine.

    Saiba mais aqui, aqui, aqui.

    Detonado por Felipe Flexa à

  5. Chesterton said

    O Nordeste saiu de moda
    Postado por Villa em 09/11/2010

    Publiquei hoje em O Globo:

    Muitos temas ficaram fora da agenda eleitoral deste ano. A discussão sobre o semiárido nordestino certamente foi um deles. Temos o semiárido mais populoso do mundo. A maior parte dos seus habitantes vive próximo da miséria. Seus municípios sobrevivem de duas fontes: a aposentadoria rural e o Bolsa Família, que injetam recursos que são fundamentais para movimentar o comércio.

    Não há economia local. A produção de alimentos mal dá para a subsistência.

    Os rendimentos de agricultura e pecuária são desprezíveis. Nos oito anos da Presidência Lula nada foi feito na região. E não faltaram instrumentos como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Nordeste, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas ou a Superintendência para o Desenvolvimento do Nordeste.

    O Nordeste saiu de moda. E faz tempo. No pré-64 era tema constante em qualquer roda política. Ligas Camponesas, reforma agrária, Sudene eram temas recorrentes. No cinema, música, teatro e literatura, lá estava o Nordeste seco e suas mazelas.

    Durante o regime militar a região continuou em pauta. Várias medidas foram adotadas, como os incentivos fiscais. Com a redemocratização, a região foi caindo no esquecimento. E nos últimos tempos desapareceu do debate político nacional. Nem os velhos setores da esquerda falam do sertão. Até o MST centrou suas ações longe de lá.

    A Amazônia acabou ocupando o espaço que foi durante décadas do Nordeste. Saiu do noticiário o latifúndio improdutivo e entrou o meio ambiente.

    Basta acompanhar as discussões do Congresso Nacional. Vários temas polêmicos envolvem a Amazônia; já o Nordeste ficou esquecido, como se tivessem sido resolvidos, ou, ao menos, encaminhadas as soluções, os seus problemas seculares.

    E seus representantes? As velhas oligarquias continuam firmes e fortes.

    E ainda ficaram mais poderosas nos últimos 8 anos. Os órgãos e as agências estatais que atuam na região foram entregues aos oligarcas.

    São excelentes cabides de empregos e de bons negócios. Fortaleceram ainda mais seus interesses de classe.

    Por outro lado, os sertanejos estão abandonados e cada vez mais dependentes dos oligarcas e de seus instrumentos de dominação, especialmente o Bolsa Família. A maioria das cidades do semiárido tem mais de 60% dos seus habitantes recebendo o benefício.

    Mal conseguem se alimentar e não têm nenhuma perspectiva de futuro.

    Canudos, no Nordeste da Bahia, é um bom exemplo. É conhecida devido à guerra de 1896-1897 e ao maior clássico brasileiro, “Os sertões”, de Euclides da Cunha. Hoje, o município tem pouco mais de 15 mil habitantes, dos quais 2.461 famílias são beneficiárias do programa. Ainda cerca de 500 estão cadastradas e aguardam a sua vez: são um excelente instrumento eleitoral com promessas de que irão fazer parte da lista de pagamentos do programa. As famílias já beneficiadas ficam à mercê do dirigente local: permanecem recebendo o benefício se apoiarem o oligarca local. E como cada família sertaneja, em média, não tem menos que cinco pessoas, hoje representam cerca de 12 mil pessoas, cerca de 80% da população.

    No município não há nenhum trator, porém tem 473 motos. A dependência dos recursos da União ou do governo estadual é absoluta. Basta ver que o imposto territorial rural recolhe aos cofres municipais pouco menos de 5 mil reais; já do Fundo de Participação dos Municípios recebem 8 milhões. Dos 15 mil habitantes, pouco mais de 600 são assalariados, e o PIB per capita é de 2.700 reais.

    Em 2006, no segundo turno da eleição presidencial, Lula obteve 5.768 votos, e Alckmin, 1.621, isto de um total de 7.389 votos válidos. Quatro anos depois, em um universo um pouco maior, de 7.481 votos válidos, Dilma saltou para 6.454, e Serra recebeu apenas 1.027, isto sendo um político muito mais conhecido na cidade, pela atuação no Ministério da Saúde, do que Alckmin. Se nas esferas municipal e estadual mantiveramse os políticos tradicionais, na eleição presidencial o fortalecimento do domínio petista é inconteste.

    E o quadro de Canudos repete-se em centenas de municípios do semiárido.

    Foi forjada uma sólida aliança entre o petismo federal e as oligarquias, transformando a população da região em celeiro de votos para os candidatos governamentais. Se nos últimos anos os indicadores sociais tiveram leve melhora, a sociedade local continua petrificada. Os mandões locais continuam tão poderosos como antes. O potencial de revolta foi domado pelos programas assistencialistas.

    É como se a roda da história não se movesse. E, para piorar o quadro, o Brasil virou as costas para o Nordeste.

  6. Carlão said

    :)
    BANCO PANAMERICANO
    A bolada e a bolinha

    Sílvio Santos leva uma bolada e devolve uma bolinha.

    ISTO É O GOVERNO LULA!
    as inconfessáveis
    canalhices exacerbadas!
    :(
    Lula é um tiririca na vida pública.
    Uma erva daninha.

  7. Chesterton said

    10/11/2010 às 21:37
    Emenda à PEC da Felicidade: “Todo mundo tem direito ao Baú da Felicidade”

    Quero propor uma emenda à PEC da Felicidade, de Cristovam Buarque (PDT-DF). Todo mundo tem de ter o direito de vender um carro usado à Caixa Econômica Federal. Ou melhor: vender, não! A CEF paga R$ 200 mil e se torna sócia do seu Monza 1988, em bom estado. Como poderia dizer Silvio Santos, “todo mundo tem direito ao baú da felicidade da Caixa Econômica Federal”.

    Por Reinaldo Azevedo

  8. Chesterton said

    Do Portal G1:
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) um convite para que o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, prestem esclarecimentos sobre a situação do banco Panamericano, que nesta terça-feira (9) obteve um aporte de R$ 2,5 bilhões do seu principal controlador, por meio do Fundo Garantidor de Crédito.

    Como o requerimento é de convite, os dois não são obrigados a comparecer. A data ainda não foi definida, mas a comissão espera que seja na próxima semana. O requerimento é de autoria de Antonio Carlos Júnior (DEM-BA). Segundo ele, a intenção é saber se a Caixa já tinha conhecimento dos problemas quando, no final do ano passado, injetou recursos no banco, que pertence ao empresário Sílvio Santos.

  9. Chesterton said

    10/11/2010 às 19:42
    E Lula quer um novo TCU…

    “A gente vai ter de fazer, do ponto de vista administrativo, uma revisão do TCU”.

    É Luiz Inácio Depredador de Instituições da Silva referindo-se ao Tribunal de Contas da União, cujo trabalho ele tem procurado desmoralizar há muito tempo. Disse mais: “Se o TCU encontrar alguma irregularidade, segundo a lógica de seus engenheiros e técnicos, pode ficar certo que o ministério atingido ou a empresa atingida vai entrar com recurso, e isso vai ser resolvido”. Para Lula, esse processo é “da normalidade democrática do país”.

    Bem, se é, por que a queixa?

    RA

  10. Chesterton said

    Eu tenho um medo, confesso!

    Meu medo é que, um dia, os reacionários que pululam na política brasileira queiram adotar no Brasil a Constituição da Dinamarca, por exemplo (aqui). Saibam que, naquele fétido e miserável reino — à diferença do Paraíso Perdido do Butão, que inspirou o nobilíssimo senador Cristovam Buarque —, não tem essa de direito à felicidade coisa nenhuma! A Dinamarca é tão atrasada, mas tão atrasada, que nem mesmo torna a morte inconstitucional, como se faz no Brasil. Levada a nossa Constituição ao pé da letra, um morto não é um morto, mas alguém privado do “direito à vida”.

    A Dinamarca também tem um pé na teocracia, de onde resulta o horror que se vive lá. O texto reconhece a Igreja Luterana como oficial e diz que ela será financiada pelo Estado. Marilena Chaui ainda pede um golpe laico e iluminista naquel reino do atraso, com a colaboração de alguns de nossos colunistas. O país vive também sob uma severa ditadura militar. Vejam lá o artigo 80! Forças armadas podem dispersar a multidão em caso de distúrbio público. Só vão tomar o cuidado de fazer três advertências em nome do rei. Se não forem atendidas, porrete! Ah, sim: isso se não forem atacadas antes. Caso o arenque tenha caído mal no almoço e os nativos estejam muito inquietos, o pau come logo de cara. Na ditadura dinamarquesa, o direito de reunião em locais públicos é relativo. Em princípio, pode. Mas a polícia tem o direito de estar presente. Caso se considere que o ato põe em risco a paz pública, a manifestação pode ser proibida.

    O Artigo 75 lembra, mas de muito longe, os princípios progressistas do Brasil e do Butão. Mas que se note, hein!? A Dinamarca está na infância dos direitos sociais. A Constituição diz que todo mundo tem direito ao trabalho… Epa! Não é bem assim. Não é exatamente um “direito”. O texto diz que tudo será feito com o objetivo de garantir o acesso ao trabalho — e em nome do bem comum. Sim, o estado proverá aqueles que não puderem se manter, desde que não haja um responsável legal para fazê-lo. Mas o assistido passa a ter algumas obrigações legais.

    E a felicidade?

    Não! Aquela monarquia teocrática, que tem a coragem de garantir a inviolabilidade da propriedade privada (Artigo 73) e de proibir qualquer restrição ao comércio (Artigo 74), esse país não garante a felicidade de ninguém! Que gente reacionária!

    A Dinamarca não conhece Cristovam Buarque e a esquerda brasileira. Entreguem aquele país a esses valentes por uns quatro anos, e os dinamarqueses saberão como é viver no Butão!!!

    Por Reinaldo Azevedo

    chest- o PT, COMO UM TODO, não tem um pingo de vergonha na cara.

  11. Chesterton said

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou hoje que tenha tratado com o empresário Sílvio Santos a liberação de R$ 2,5 bilhões do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para cobrir o rombo no banco Panamericano. “Isso não é assunto de presidente da República. É assunto comercial do Banco Central”, afirmou.

  12. Carlão said

    :( Mandacarú que vergonha!

    Do Imprensa Marron
    GOVERNO “DOA” CERCA DE R$ 740 MI AO GRUPO SILVIO SANTOS

    O Teleton foi mesmo um sucesso, mobilizando voluntários para ajudar o trabalho da AACD e, com isso, arrecadaram cerca de R$ 24 milhões. Certamente não é pouco, ainda que o grosso tenha vindo de grandes empresas, bancos ou figuras como Eike Batista.

    Mas isso não desmerece de forma alguma a participação dos que acreditaram e, com toda razão e boa vontade, acreditam nesse maravilhoso trabalho.

    Como contribuintes e cidadãos, porém, nossa maior ajuda foi mesmo destinada ao Grupo Silvio Santos que, em 2009, recebeu um aporte da Caixa Econômica Federal de cerca de R$ 740 milhões (especificamente: R$ 739,2 milhões).A CEF adquriu um ativo podre.

    A parte prática é que não precisamos fazer ligação telefônica alguma, já o grande inconveniente foi a destinação: em vez de AACD, o montante caiu direto nas contas do Banco Panamericano (do Grupo SS), que demonstrou “inconsistências contábeis” e, por isso, recebeu aporte de R$ 2,5 bilhões (*) – além de intervenção do Banco Central e da própria Caixa Econômica Federal.

    Por que o dinheiro é “nosso”? Porque a Caixa Econômica Federal é um banco público e, desse modo, seu capital e sua gestão ficam a cargo do governo e seus prepostos. Para dizer o mínimo e ser bem bonzinho, talvez tenha havido alguma distração aí, né? Pois é espantoso que NINGUÉM TENHA NOTADO tais “inconsistências” na hora de adquirir os 49% do capital votante.

    Resta dar aquele glorioso PARABÉNS a exatamente todos os envolvidos. Exceto a todos nós, como sói. Nossa parte é pagar os impostos e, quando convém, fazer algumas ligações doando para que grandes empresas de comunicação (às vezes detentoras de bancos de financiamento) paguem de “boas samaritanas”.
    (*) – sim, o APORTE POSTERIOR veio do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), avalizado por garantia de bens do próprio GrupoSS. Basicamente, a grana veio de algo parecido com o Proer (muitos petistas, agora, ABENÇOAM esse mecanismo criado por FHC, veja a ironia…). Mas o problema maior apontado pelo post, por óbvio, foi a CEF comprar parte do Banco Panamericano JÁ QUANDO HAVIAM AS “INCONSISTÊNCIAS”, sem tê-las detectado e, claro, usando patrimônio público.

    e hehehe lula e ss não tocaram no assunto quando se encontraram em Setembro.
    Só mandacarú acredita!

    ISTO É O GOVERNO LULA!
    as inconfessáveis
    canalhices exacerbadas!
    :(
    Lula é um tiririca na vida pública.
    Uma erva daninha com um microfone na mão.
    ontem o Enem era um sucesso.Assegurou.
    Hoje lula envolve a Polícia Federal e diz que o suposto sucesso
    pode ter sido um suposto fracasso.
    Lula nunca deixa por menos.Fritou o ministro.
    Parou de defender o MEC para defender o jovem.Envolveu a PF
    E fernando haddad nem pensa em renunciar com alguma dignidade.
    lula já o renunciou antecipadamente.
    haddad voltará a escrever livros sobre a educação no sistema soviético.
    Confundindo cabeçario com cabeçalho.
    Brilhante!
    mandacarú reclama do “terceiro turno”, como os mestres PHA e Nassif lhe ordenaram
    dilma já foi “eleita” e lula continua bebado pelo poder.
    Terceiro mandato vai ser foda.

    ah!
    xxxxxxx
    cortado…
    ;)

  13. Carlão said

    ENEM 2009 e 2010
    mandacarú que vexame!

    viva lula, o “primeiro Operário”
    STO É O GOVERNO LULA!
    as inconfessáveis
    canalhices exacerbadas!
    :(
    Lula é um tiririca na vida pública.
    Uma erva daninha com um microfone na mão.
    ontem o Enem era um sucesso.Assegurou.
    Hoje lula envolve a Polícia Federal e diz que o suposto sucesso
    pode ter sido um suposto fracasso.

    Faltam 51 dias…vamos beber!

  14. vilarnovo said

    A corrupção no Brasil é algo de tão básica…

    Quer dizer que Silvio Santos visita Lula com a ridícula desculpa para que o presidente contribua com o Teleton. Algum tempo depois a Caixa Econômica Federal arremata 49% do banco PanAmericano. Durante a campanha o SBT frauda imagens sobre o incidente com o Serra no Rio de Janeiro. Agora descobre-se um rombo enorme e criminoso no PanAmericano, que por obra do acaso só é divulgado após as eleições mesmo o BC alegando que já sabia do caso há algum tempo.

    Esse país é tão simplório que chega até a dar sono.

  15. BASTARDO INGLORIO HRP! said

    PV……ninguém fraudou nada e veja como é facil provar:

    http://meiradarocha.jor.br/news/2010/10/22/a-grande-armacao-pro-serra-do-jornal-nacional/

    E lembremo-nos do santo PROER!
    A coisa está mais ideologizada do que é, mas…..

  16. Chesterton said

    Realmente é um tédio só.
    Silvio Santos vem aí.
    Silvio Santos si fu del.

  17. BASTARDO INGLORIO HRP! said

    PV, aqui no estadão tão conservador como voce quem bancou a operação do Panamericano…..conte o conto mas não aumente um ponto!

    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101111/not_imp638207,0.php

  18. Carlão said

    Não Mandacarú

    a pergunta é outra:
    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101111/not_imp638153,0.php
    Ainda que, do ponto de vista empresarial, a solução pareça ter sido adequada
    para o momento – cabe ao Ministério Público apurar responsabilidades
    nas operações irregulares detectadas pelo BC e apontar e denunciar seus responsáveis
    -, ficam dúvidas sobre o papel da Caixa Econômica Federal no caso.
    Por que uma empresa pública precisa ter participação tão ampla nesse tipo de banco,
    quase a ponto de estatizá-lo?

    Sílvio Santos leva uma bolada e devolve uma bolinha.

    ISTO É O GOVERNO LULA!
    as inconfessáveis
    canalhices exacerbadas!
    :(
    Lula é um tiririca na vida pública.
    Uma erva daninha.

  19. Carlão said

    censura?

  20. BASTARDO INGLORIO HRP! said

    Outro orgão de midia conservadora:
    http://www.valoronline.com.br/online/banco-central/4676/335387/solucao-para-panamericano-nao-exigiu-dinheiro-publico-diz-meirelles

  21. Zbigniew said

    Caro Pax,

    fui lá na EBC para confirmar a tua suspeita de que a agência não divulgou a informação sobre os prefeitos corruptos. Não para te fazer um contraponto, mas só para confirmar se eles estão fazendo o joguinho cretino de esconder tais fatos.
    Realmente está lá, na seção “Nacional”. O post é de ontem, às 21h20.
    http://agenciabrasil.ebc.com.br/nacional;jsessionid=8EAA9D143224002A128203D6EA7E5117?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_count=1&_56_groupId=19523&_56_articleId=1099976

  22. Pax said

    Obrigado, caro Zbigniew,

    Mas, veja, notícia que foi dada muito antes pela mídia, tomou vulto, apareceu no JN etc. Aí os caras colocam.

    Tiraram uma categoria das notícias que existia: “Corrupção”. Era a aba que eu sempre visitava para trazer notícias para cá. Desta pauta eu tenho alguma manha de acompanhar. Já lá se vão 2 anos e pouco.

    Acredite, minha reclamação tem fundamento.

  23. vilarnovo said

    HRP – A matéria do Estadão não bancou nada. Muito pelo contrário. Afirma que houve uma decisão política do BC ao invés de uma técnica. Não comentou sobre a compra de 49% do Panamenricano pela Caixa, não comentou porque a notícia das dificuldades do banco não foram a público antes, mesmo o BC sabendo do caso a mais de um mês.

    Tenta novamente.

    Agora, Valor Econômico conservador?? Acho que vc nunca leu o jornal.

  24. BASTARDO INGLORIO HRP! said

    Acho que voce não leu nada sobre o caso….como a caixa já tinha 40 por cento do banco não há nada de mais nessa trasação que houve….o que ficou claro é que voce estava desinformado.
    E agora haverá a venda….e o resto é ilações semqualquer prova decente…
    Informe-se melhor.

  25. Chesterton said

    11/11/2010 às 21:10
    Lula vetou comissão do Congresso que fiscalizaria compras feitas pela CEF e pelo Banco do Brasil

    Pois é…

    No dia 22 de outubro de 2008, o Diário Oficial da União publicou a Medida Provisória 443, que autorizou a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil a comprar a participação em bancos em dificuldades. Foi essa MP que permitiu à CEF criar a CaixaPar. O primeiro e único negócio foi feito em 2009: a aquisição dos 49% das ações do Banco Panamericano, processo só concluído há quatro meses, com a bênção definitiva do Banco Central. Em março do ano passado, Maria Fernanda Coelho, presidente da CEF, declarava: “A CaixaPar está sendo criada neste momento; nós estamos nos últimos trâmites legais para publicação do estatuto e nós estamos fazendo prospecção de mercado”. Depois de muito prospectar, chegaram ao… Banco Panamericano. Só que há um probleminha aí.

    Quando a MP bateu no Congresso, recebeu uma emenda: a formação de uma comissão especial para acompanhar as aquisições feitas pelos bancos oficiais. Fazia sentido? Todo sentido, ora essa! São bancos públicos recebendo autorização para ir às compras. Se o Congresso é, por excelência, o “Poder do povo”, por que não? Pois é… Ocorre que Lula vetou a comissão. O episódio foi lembrado hoje pelos deputados Paes de Lira (PTC-SP) e Luiz Carlos Hauly (PR), vice-líder do PSDB.

  26. Pax said

    Este texto é teu, caro Chesterton?

  27. Chesterton said

    Cândido Vacarezza, líder do PT na Câmara, defende o veto. Segundo ele, não se pode fazer comissão para tudo. Afirmou ainda que a CEF não está tendo nenhum prejuízo. Falso, não é? O tombo nas ações do Panamericano diz ou não respeito ao sócio do banco? A proposta previa que a comissão recebesse um relatório sobre a empresa cujas ações estariam sendo compradas e a exposição de motivos. Ela contaria com a colaboração de técnicos do BC, da Receita, do TCU e da Comissão de Valores Mobiliários.

    Se essa comissão existisse, é possível que a barafunda do Panamericano tivesse sido evitada? Não tenho a menor idéia. Considerando que, hoje, ninguém se diz responsável pela lambança, teria sido uma chance a mais de impedir que a CEF torrasse R$ 700 milhões.

    Por Reinaldo Azevedo

  28. Chesterton said

    Pax, sai aí do meio do texto (rsrsrs)

  29. x-Carlão said

    1.O episódio Panamericano piora a cada dia…
    2.Ministro Haddad irá pedir desculpas pelo sucesso..
    3. Dilma acena com älgo misterioso” no futuro, citando Churchill
    Qual será o segredo por ora inconfessável de Dilma?
    Por Nathalia Passarinho, do G1, em Seul.
    Comento em seguida:

    “Disse Dilma: “Tem certas coisas que a gente não confessa nem pra nós mesmos”.
    O óbvio é imaginar o efeito que essas “coisas” teriam ou terão
    quando “confessadas” para todo mundo.
    Preferível silenciar a dizer isso.
    Se a fala é séria, das duas, uma:
    a) ou “a coisa” existe e pode criar um baita tumulto;
    b) ou não existe nada além de perplexidade.
    Se o mercado leva em consideração esse “mistério”,
    já começa a botar um preço na incerteza”.

    “…”copiado do post do RA

    cada dia piora…
    Por que a CEF se meteu com um banco tipo Panamericano?
    ;(
    E a Veja vem aí…

  30. T-Carlão said

    outro comentário censurado?

  31. BASTARDO INGLORIO HRP! said

    Embora aquela coisa de nunca haver lido o Valor seja tipica do PV , lá vai mais um pouco de informação para o cabeça feita!
    http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=185334

  32. BASTARDO INGLORIO HRP! said

    Aqui um jeito de plantar duvida sem conhecimento a la PV!
    Contando a história pela metade……
    http://www.guerreirodepapel.com.br/2010/11/o-caso-do-panamericano-editorial.html

  33. BASTARDO INGLORIO HRP! said

    Aqui outro bom exemplo de não contar toda a história e subverter as informações e mais, distorcer os fatos:
    http://www.guerreirodepapel.com.br/2010/11/o-escandalo-cef-panamericano-do-mundo.html

    Mas desse aí só se espéra isso, certo?
    Pior só o Mainard!

  34. BASTARDO INGLORIO HRP! said

    Por fim a pá de cal no factóide:
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/828468-caixa-nao-deve-assumir-controle-do-panamericano.shtml

  35. Elias said

    HRP

    A grande diferença entre o PROER e o FGC (e que alguns, convenientemente, fingem não perceber) é que o primeiro opera recursos públicos; já o segundo é um fundo mantido pelos próprios bancos.

    Tem gente aí que defendeu com unhas e dentes o uso do PROER no passado e, agora, critica a mobilização do FGC como se isto fosse uma grande irregularidade.

    De qualquer modo, é preocupante saber que o BC continua incapaz de fiscalizar adequadamente os bancos.

    Então os carinhas venderam mais de R$ 2 bilhões de títulos ao próprio sistema financeiro, pegaram o dinheiro, não deram entrada na contabilidade (o que, em tese, permitiria emitir mais R$ 2 bilhões de títulos calçados no mesmo objeto de venda que lastreou a venda não contabilizada), e o BC só descobriu depois do leite derramado?

    Um treco desses coloca todo o sistema sob suspeição (daí, talvez, a pressa dos banqueiros em mobilizar o FGC).

    Quem nos garante que o Itaú Unibanco, mesmo com seus 3 bilhões de lucro no 3º tri de 2009, não está escondendo alguma coisa? E o Bradesco? E por aí afora.

    Sem contar com o fato de que os títulos bichados certamente fazem parte das cestas que remuneram, p.ex., um depósito a prazo que qualquer brasileiro há de ter feito em qualquer banco brasileiro…

    Tá brabo!

  36. Elias said

    Onde está escrito:

    “Quem nos garante que o Itaú Unibanco, mesmo com seus 3 bilhões de lucro no 3º tri de 2009…”

    Leia-se:

    “Quem nos garante que o Itaú Unibanco, mesmo com seus 3 bilhões de lucro no 3º tri de 2010…”

  37. Chesterton said

    Em torno da economia informal
    por Ipojuca Pontes em 12 de novembro de 2010 Opinião – Economia

    Expoliação fiscal, é o que aguarda quem adere a economia formal no país, especialmente agora que a futura presidente pretende aumentar a carga tributária

    Recente pesquisa da Fundação Getúlio Vargas calcula que o movimento da economia informal no Brasil, também conhecida como economia subterrânea ou paralela, atingiu o patamar de R$ 600 bilhões no ano de 2009.

    O estudo, encomendado em causa própria pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco), de São Paulo, ainda dá conta de que a economia informal, compreendendo toda a soma da produção de bens e serviços não declarada ao governo, acarreta “prejuízo” anual de cerca de R$ 200 bilhões aos cofres públicos. Ou seja, aproximadamente 18,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. (Em 2003, era na ordem de 21,5%).

    Como não poderia deixar de ser, o governo perdulário corre como um louco furioso atrás do dinheiro da economia subterrânea, que hoje circunscreve (segundo dados estatísticos imprecisos) mais de 40 milhões de pessoas, entre as que trabalham por conta própria, além de empregados e empregadores das mais variadas atividades, sem falar nos que trabalham sem carteira assinada.

    No cotidiano, cada vez mais ávida, a máquina arrecadadora do Estado não dá sossego à informalidade: ela procura atuar sobre o comércio informal por meio de sofisticados mecanismos de controle, entre eles o da temível nota fiscal eletrônica, ao tempo em que inventa instituições como o “Super Simples” (ilusória redução da burocracia tributária) e intensifica a sedutora propaganda governamental para atrair formalmente os integrantes da economia paralela com a promessa de créditos fabulosos e de baixo custo.

    Não satisfeita, ao saber-se lograda, a hidra faminta desencadeia sobre ambulantes, atravessadores, tarefeiros, profissionais liberais, professores particulares, consultores, pequenos comerciantes e prestadores de serviços que escapam às suas garras uma perseguição feroz, fazendo de tudo para enquadrá-los e levá-los à formalidade.

    Na ordem prática das coisas, todavia, a economia informal não se dobra nem se deixa seduzir. E por quê? – há de perguntar surpreso o interessado leitor. Bem, em primeiro lugar por uma questão de credibilidade: seus integrantes não depositam a menor confiança no governo. Em geral, por experiência própria, boa parte da população que compõe o vastíssimo universo da economia informal está farta de saber que uma vez alinhada no âmbito da economia formal ela será considerada apenas mais um número na rubrica da máquina arrecadadora oficial e condenada a pagar, ad eternum, tributos e mais tributos a um sócio, além de arrogante, predador.

    O negócio não é fácil. Tal como me disse certa vez um camelô ao escapar do “rapa”, os informais fogem do governo como o diabo da cruz. Com efeito, para adotar conscientemente tal providência (tida como lesiva aos interesses do governo), convém ao leitor saber que milhões de pessoas hoje atuantes na economia informal já integraram o vasto mundo da economia formal, terminando por retornar à informalidade depois da amarga experiência, visto não terem obtido qualquer tipo de benefício no exercício da economia formal – salvo o de pagar, em escala crescente, impostos ao governo.

    O próprio governo, ironicamente, tem sido o principal incentivador da informalidade. Por exemplo: no caso especifico do mercado formal de trabalho, em que o empregador ao assinar contrato de trabalho com um hipotético empregado torna-se refém de uma legislação trabalhista inviável, sua prática, no histórico, só tem levado o empregador à falência e o empregado ao desemprego. Fato por demais conhecido, calcula-se em milhões o número de empresas que são largadas hoje no meio do caminho (ou simplesmente deixadas de lado após algum tempo de funcionamento) sem que os empresários postulantes tratem de fechá-las na forma da lei: é que além de impraticável, a tarefa sai mais onerosa e problemática do que abrir uma nova empresa – outra tarefa problemática.

    Por outro lado, o caso da Previdência Social – no momento convivendo com um rombo financeiro superior a R$ 1 trilhão – é monstruoso. Só para ilustrar como se processa o descalabro, o segurado autônomo recolhe aos cofres do INSS durante 30 anos uma contribuição mensal proporcionalmente significativa para auferir, aos 65 anos, já com o pé na cova, o impressionante benefício de R$ 510 – em contraposição ao aposentado do setor público que ganha, às vezes com menos de 50 anos, dez vezes mais do que o aposentado do setor privado, havendo casos em que muitos deles (os célebres “marajás”, denunciados por Collor de Melo) chegam a receber aposentadorias mensais correspondente ao valor de até 80 salários mínimos.

    Por causa de tal distorção, só para cobrir o rombo com despesas de aposentadorias e pensões de 900 mil funcionários públicos, o Tesouro Nacional desembolsou em 2009 cerca de R$ 47 bilhões, superando, em muito, a folha de pagamento de 28 milhões de aposentados pelo regime do INSS, que recebem, em média, 1 salário mínimo mensal.

    (No campo da assistência médico-hospitalar assumida pelo governo o caso é bem mais daninho. Uma simples visita a um hospital público, em que pese os bilhões de reais neles investidos, nos leva a acreditar que descemos ao sétimo círculo do inferno traçado por Dante Alighieri na sua “Divina Comédia”: nele, nos deparamos com filas de arrasar quarteirões, corredores repletos de doentes crônicos, pacientes agonizantes à espera do atendimento de falsos médicos, equipamentos hospitalares contaminados ou danificados e, sobretudo, com a falta permanente de leitos e medicamentos indispensáveis ao atendimento dos pacientes).

    De minha parte, penso que não há o que censurar no sujeito que adere à informalidade. Pelo contrário. Em certas circunstâncias, evitar as garras do governo predador passa a ser um ato de legitima defesa. Afinal, por que teria ele de pagar mais imposto a um tirano que adota o acosso fiscal como princípio e a corrupção como norma? Para permitir que Zé Dirceu exerça melhor o seu milionário ofício de lobista? Para garantir que Arnaldo Jabor faça filmes com cenas explicitas de puteiro por R$ 12,5 milhões arrancados do bolso do indefeso contribuinte? Ou para que a classe política, permissivamente bem paga, mas alheia ao interesse geral, recrie mais uma CPMF para espoliar a população?

    Tá doido, meu. Nem que a vaca tussa!

  38. Elias said

    Chester,

    Esse Ipojuca me faz lembrar o Ibrahim Sued.

    Num domingo sim, noutro também, Ibrahim bradava contra a legislação trabalhista brasileira.

    Tempos depois de sua partida deste vale de lágrimas, li várias entrevistas com jornalistas hoje famosos, e que se iniciaram profissionalmente como auxiliares do Ibrahim.

    Uma constante em todos os depoimentos: o turco nunca assinou carteira de ninguém. O filho da mãe ficou rico e morreu sem nunca ter recolhido INSS, FGTS…

    …e ainda reclamava, o sacana!

    Mas, noves fora o chororô do típico sonegador brasileiro, o que dói, mesmo, é um lojista de shopping, um dono de panificadora ou de uma oficina mecânica saber que paga mais impostos — em termos absolutos, inclusive — que uma Rede Globo, um Estadão ou uma Folha de São Paulo.

    Ora, se esse pessoal & afins começarem a pagar COFINS, IR e CSLL, como qualquer empresa decente, pra quê CPMF?

    No máximo, valeria uma CPMF de 0,000 não sei o quê por cento, só pra servir de parâmetro na avaliação da renda declarada de uns e outros.

    Esses uns e outros tremem quando ouves falar nisso. O que há de gente neste país, com movimentação bancária incompatível com a renda declarada, simplesmente não é fácil.

    Voltando ao Ipojuca, vou fingir que não sei que um porradal de camelôs brasileiros, que passam por ser vendedores autônomos, são, de fato, empregados sem carteira assinada de lojas que, assim, escapam da obrigatoriedade de recolhimento dos impostos.

    Não que esses impostos não estejam embutidos nos preços dos produtos, que, afinal, ninguém é de ferro.

    Eles apenas não são recolhidos.

    O Brasil não é pra amadores, já dizia o experiente safado húngaro Peter Kellemann, sócio do líder comunista e ladrão Janos Kadar, na roubalheira que este último promoveu em sua terra natal.

    Kadar acabou chupando o dedo e tendo que roubar tudo de novo. Kellemann sumiu com o produto do roubo, emigrou pro Brasil, fundou um banco, patrocinou o programa do Chacrinha (inaugurando o hábito de jogar bacalhau na platéia), enganou um monte de gente e sumiu de novo.

    Pra nunca mais.

    Bem, esse pelo menos sumiu. Melhor que uns e outros, que não saem de perto e ainda usam seus jornais pra dar lição de moral.

    Nem pra sumir servem…

  39. Chesterton said

    Eu sou a favor da informalidade, ainda que não possa entrar nela.
    Meu sonho era trabalhar dentro de uma favela cobrando baratinho sem prestar contas para o fisco. Mas a realidade é bem diferente. Sou descontado na fonte.

    Governo que arrecada 2 derramas para mim é ladrão.

    Elias, quem é John Galt?

  40. Elias said

    Chesterton,

    John Galt é o Mário…

  41. Chesterton said

    você é o malandro-agulha.

  42. HRP FELIZ said

    É Elias, a desinformação e a má fé não tem limites por aí!

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