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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Yeda Crusius de novo no banco dos réus

Posted by Pax em 18/11/2010

Segundo notícia do jornal Zero Hora, Yeda Crusius deve voltar a ser indiciada no caso da Operação Rodin, de fraudes no Detran-RS.

Caso Detran: Yeda volta a ser ré em ação de improbidade administrativa
STJ derrubou a decisão do TRF, que havia excluído a governadora do processo

Uma reviravolta no caso da fraude no Detran deve colocar a governadora Yeda Crusius (PSDB) novamente como ré no processo de improbidade administrativa que tramita na Justiça Federal.

Na quarta-feira, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou a decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) em Porto Alegre, que havia excluído Yeda do processo ao entender que a governadora era imune à Lei de Improbidade Administrativa, que não se aplicaria a agentes políticos.

O Ministério Público Federal (MPF) havia recorrido da decisão do TRF e o relator do processo, ministro Humberto Martins, decidiu que a lei é aplicada a agentes políticos, o que inclui a governadora. Para o ministro, a decisão do Tribunal Regional “foi proferida em claro confronto com a jurisprudência do STJ”.

Os advogados de Yeda ainda podem entrar com um agravo regimental, pedindo ao colegiado que analise a decisão do relator. Em nota, o advogado de Yeda, Fábio Medina Osório, classificou a decisão como “monocrática”. Segundo o jurista, a matéria deve ser resolvida novamente no STF após o exame de agravo da Segunda Turma do STJ.

A suposta fraude, revelada pela Operação Rodin, da Polícia Federal, teve início quando o Detran contratou sem licitação, em julho de 2003, a Fatec, fundação ligada à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) para realizar as provas de aptidão dos candidatos a obter ou renovar a carteira de habilitação. (continua no Zero Hora…)

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122 Respostas to “Yeda Crusius de novo no banco dos réus”

  1. Patriarca da Paciência said

    Dona Yeda é um caso típico de pessoa que não consegue conviver com a fama.

    Ela ia muito bem até que obteve realmente sucesso – senadora, governadora etc.

    Aí desgrigolou.

  2. Jose Mario HRP said

    E o pior ….é paulista de nascimento.
    Foi contaminar o RS com o veneno genetico dos tucanos paulistas!

  3. Zbigniew said

    Os tucanos paulistas e o consórcio midiático já estão há toda: ENEM, PETROBRÁS e contratos de licitação, o processo da Dilma no STM. O blocão do PMDB. Pois é, 2014 já começou.

  4. Zbigniew said

    Há esses socialistas! Economistas charlatães que deram ao povo a possibilidade de comprar carro mil a R$250,00 a prestação. Essa história de crédito fácil. Pffff! É por isso que morre gente atropelada. Que o diga o jornalista da RBS.

  5. Chesterton said

    Patriarca, quando eu leio alguma coisa sobre o Suplici, me lembro de você.

  6. Zbigniew said

    E aqui a Casa Grande estrebuchando:

  7. Pax said

    Caro Zbigniew, em #3,

    A história do PMDB parece que incomoda, sim. Não acredito que Ricardo Kotscho escreveria um post como este, no link, sem fundamento.

    http://colunistas.ig.com.br/ricardokotscho/2010/11/19/o-dilema-de-dilma-na-divisao-do-bolo/

  8. Zbigniew said

    Certamente, Pax. A Presidente terá trabalho na questão de alinhavar sua base de apoio. Mas sabemos que quem tem o PMDB na base, não terá – pelo menos numa parte dela – a confiabilidade que seria desejada numa aliança bem amalgamada. Espero que o Lula ajude a Dilma neste aspecto. É bem complicado.

    Quando falo em 2014 e a imprensa, a qual chamo de “engajada” ou “consórcio midiático”, não faço aqui uma provocação, mas trago apenas a certeza de que estes grupos de mídia – que, sim, têm todo o direito e o dever de publicar sobre o assunto – torcem contra o governo. Não há, nem nuca haverá honestidade de intenções do consórcio midiático (Globo, Abril, Folha de São Paulo e Estadão) em relação a um governo do PT. A questão é do modelo de negócios e passa por concepções ideológicas bem distintas. Principalmente agora que se está a aprofundar as discussões sobre o marco regulatório da mídia.

    Felizmente as coisas estão mudando neste país. Não prego a destruição ou o desaparecimento de nenhum veículo de comunicação, por mais venal que seja. Mas modificações devem ser empreendidas pela sociedade. Parece que isto já está começando:

    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-perda-de-participacao-da-globo

    Especificamente em relação à Globo, dou só um exemplo. Torço para que a emissora perca a exclusividade de transmissão, mas não quero que perca o direito de transmissão. Se a exclusividade passar para a Record ou qualquer outra emissora, nos mesmos termos atuais, continuará o vício, que é prejudicial para a sociedade.

  9. Zbigniew said

    Desculpe: no comentário acima, torço pela perda da exclusividade de transmissão do futebol, para que se combata o monopólio e se amplie as opções para a população.

  10. Eduardo said

    O caso de Yeda ilustra o aparelhamento das instituições brasileiras.

    A justiça é exemplo crasso. A influênia de Yeda é regional (TRF, TC) e não nacional. lulla teria o mesmo destino sobre os escâncalos da casa civil, mas stf, tcu e pf (cúpula) estão no bolso do poder executivo.

  11. Chesterton said

    Quem vai ficar no lugar do Meirelles?

  12. Spit Fire (Carlão) said

    Dilma evita comentar abstenção brasileira na ONU sobre apedrejamento
    ou
    dilma Evita comentar abstenção brasileira na ONU sobre apedrejamento

    FHC sabe das coisas…
    a dilmita já anda chorando ao agradecer aos 3 porquinhos…

  13. Chesterton said

    Dilma era a dona da chave do paiol do terrorismo. Ela distribuía granadas, fuzis, metralhadoras e sabia das ações com três dias de antecedência…
    Da Folha de São Paulo:

    A presidente eleita, Dilma Rousseff, zelava, junto com outros dois militantes, pelo arsenal da VAR-Palmares, organização que combateu a ditadura militar (1964-1985). Entre os armamentos, havia 58 fuzis Mauser, 4 metralhadoras Ina, 2 revólveres, 3 carabinas, 3 latas de pólvora, 10 bombas de efeito moral, 100 gramas de clorofórmio, 1 rojão de fabricação caseira, 4 latas de “dinamite granulada” e 30 frascos com substâncias para “confecção de matérias explosivas”, como ácido nítrico. Além de caixas com centenas de munições. A descrição consta do processo que a ditadura abriu contra Dilma e seus colegas nos anos 70. A Folha teve acesso a uma cópia do documento. Com tarja de “reservado”, até anteontem ele estava trancado nos cofres do Superior Tribunal Militar. Trata-se de depoimento dado em março de 1970 por João Batista de Sousa, militante do mesmo grupo de guerrilha do qual Dilma foi dirigente…

    Quarenta anos depois, Sousa confirmou à Folha o que havia dito aos policiais -e deu mais detalhes. Dilma já havia admitido, em entrevista à Folha em fevereiro, que na juventude fez treinamento com armas de fogo. O documento do STM, porém, é a primeira peça que a vincula diretamente à ação armada durante a ditadura. Procurada pela Folha, a presidente eleita não quis falar sobre o assunto. O armamento foi roubado do 10º Batalhão da Força Pública do Estado de São Paulo em São Caetano do Sul (SP), de acordo com o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social). A ação ocorreu em junho de 1969, mês em que as organizações VPR e Colina se fundiram na VAR-Palmares.

    Sousa disse que foi responsável por guardar o arsenal após a fusão. Com medo de ser preso, fez um “código” com o endereço do “aparelho” -como eram chamados os apartamentos onde militantes se escondiam. Para sua própria segurança e do arsenal, Sousa dividiu o endereço do “aparelho” em Santo André (SP) em duas partes. Assim, só duas pessoas juntas poderiam saber onde estavam as armas. Uma parte da informação foi entregue a Dilma, codinome “Luisa”. A outra, passada a Antonio Carlos Melo Pereira, guerrilheiro anistiado pelo governo depois de morrer. O documento registra assim a informação: “Que, tal código, entregou a “Tadeu” e “Luisa”, sendo que deu a cada um uma parte e apenas a junção das duas partes é que poderia o mencionado código ser decifrado”. “Fiz isso para que Dilma, minha chefe na VAR, pudesse encontrar as armas”, diz, hoje, Sousa.

    Sousa contou que tinha três “pontos” -como eram chamados os locais e horas de encontro na clandestinidade – com Dilma nos dias seguintes à sua prisão. Mas disse que não entregou as datas e endereços durante as sessões de tortura -inclusive com choques elétricos na “cadeira do dragão”. Sousa participou de operações armadas, como assaltos a bancos e mercados. “Informava todas as ações para Dilma com três dias de antecedência”, declarou. Com a “dinamite granulada”, por exemplo, ele afirma ter feito bombas com canos de água “cortados no tamanho de quatro polegadas, com pregos dentro”. Quando 18 militares à paisana cercaram seu “aparelho”, Sousa os recebeu com rajadas de metralhadoras e com as bombas caseiras. Um militar ficou ferido. Os agentes conseguiram uma trégua após duas horas de intenso tiroteio. Sousa diz que, meses depois, Dilma contou a ele que, quando ele não apareceu nos encontros previstos, ela usou o código para pegar o arsenal: Dilma e Melo encontraram a casa perfurada de balas e a rua semelhante a uma trincheira de guerra, com enormes buracos. O depoimento registra 13 bombas jogadas contra os militares

  14. Patriarca da Paciência said

    Ô Chesterton,

    realmente eu não entendi o comentário nº 05.

    Poderia explicar melhor?

  15. Patriarca da Paciência said

    Ô Chesterton,

    E o Sir Winston Leonard Spencer-Churchill, você já parou para pensar quantos armamentos (realmente mortíferos) o grande “Sir” teve sob sua guarda?

  16. Jose Mario HRP said

    Bem, o que a turma queria encontrar no processo?
    Confissões de assassinato?
    Tortura?
    Acusações com provas fraudadas e distorcidas?
    Encontraram…..
    Encontraram o que os milicos quiseram que se encontrasse.
    Não havia principio da ampla defesa, nem habbeas Corpus, nem a advogado acompanhando os interrogatorios e outras coisas básicas tipo peritos serios, medicos legistas decentes…..
    Crap como dizem os americanos!
    Esse processo , pra mim , como todos os processos da época são lixo!
    Nem história eles fazem fazem um sujeito como eu que nasci em 56 ter vergonha de ter vivido nessa época.
    Tres decadas perdidas para satisfazer os desejos de uma burguesia maltrapilha e caipira e a militares de meia pataca.
    Um tempo que eu queria mas teimo em não esquecer!

  17. Patriarca da Paciência said

    Lula ganha prêmio Indira Gandhi para a Paz
    19/11/10

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi escolhido para receber o prêmio Indira Gandhi para a Paz, o Desarmamento e o Desenvolvimento de 2010 em uma decisão de um júri internacional presidido pelo primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

    O presidente, que deixará o cargo em 31 de dezembro de 2010, foi premiado porque trabalhou “pelo reforço das relações entre as nações em desenvolvimento, e em particular por seu importante apoio à cooperação” entre Índia e Brasil, explicou Singh.

    Ele também disse que o brasileiro se esforçou para adotar políticas com o objetivo de eliminar a fome e promover o crescimento do Brasil.

    Lula já recebeu outras premiações internacionais, como o de “Estadista Global” em janeiro deste ano no Fórum Econômico Mundial, e o Prêmio pela Paz 2008, da Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), em maio do ano passado.

    Criado em 1986, o troféu indiano já foi concedido ao ex-presidente da União Soviética Mikhail Gorbachev em 1987; o primeiro presidente da República Tcheca, Václav Havel, em 1993; o ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter, em 1997; e o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Mohamed ElBaradei, em 2008.

    Fonte:Folha de São Paulo (www.folha.uol.com.br)

  18. Chesterton said

    Lembrando as vítimas, inocentes, das duas organizações a que ela pertenceu, cujas famílias não tiveram direito a indenização: Comando de Libertação Nacional (Colina) e Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). O segredo de aborrecer é dizer sempre a verdade. Se a presidente eleita se orgulha tanto de seu passado, não custa, então, homenageá-la com nomes. Mas atenção, hein? A arma não estava na sua mão. Ela só era guardiã do arsenal.

    PESSOAS ASSASSINADAS PELO COLINA OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
    – 29/01/69 – José Antunes Ferreira – guarda civil-BH/MG
    – 01/07/68 – Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen – major do Exército Alemão – RJ
    – 25/10/68 – Wenceslau Ramalho Leite – civil – RJ

    PESSOAS ASSASSINADAS PELA VAR-PALMARES OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
    – 11/07/69 – Cidelino Palmeiras do Nascimento – Motorista de táxi – RJ
    – 24/07/69 – Aparecido dos Santos Oliveira – Soldado PM – SP
    – 22/10/71 – José do Amaral – Sub-oficial da reserva da Marinha – RJ
    – 05/02/72 – David A. Cuthberg – Marinheiro inglês – Rio de Janeiro
    – 27/09/72 – Sílvio Nunes Alves – Bancário – RJ

    PESSOAS ASSASSINADAS PELA VPR OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
    – 26/06/68- Mário Kozel Filho – Soldado do Exército – SP
    – 27/06/68 – Noel de Oliveira Ramos – civil – RJ
    – 12/10/68 – Charles Rodney Chandler – Cap. do Exército dos Estados Unidos – SP
    – 07/11/68 – Estanislau Ignácio Correia – Civil – SP
    – 09/05/69 – Orlando Pinto da Silva – Guarda Civil – SP
    – 10/11/70 – Garibaldo de Queiroz – Soldado PM – SP
    – 10/12/70 – Hélio de Carvalho Araújo – Agente da Polícia Federal – RJ
    – 27/09/72 – Sílvio Nunes Alves – Bancário – RJ

    Nota – A VAR-Palmares foi a fusão do Colina, de Dima, com a VPR, de Carlos Lamarca. Os assassinatos praticados por essa última corrente estão aqui porque, na fusão, creio que o grupo levou o seu ativo moral – vale dizer: os seus cadáveres.

    Por Reinaldo Azevedo

  19. Jose Mario HRP said

    Vitimas?
    Agentes do estado?
    Repressores?
    Fala sério Chester!
    Quantos anos voce tinha na época?
    Não lembra como era aquele tempo?
    A alcaguetagem corrente.
    Os agentes do SNI, da policia civil, os dedo duros, os milicos e seus parentes, os padrecos, aquele empresariado nas tetas dos militares e seu credito facil.
    Sei lá……sei lá…

  20. Jose Mario HRP said

    Chestinho, uma visão mais ampla sobre quem matou e quem morreu mais:

  21. Jose Mario HRP said

    aqui….http://pt.wikipedia.org/wiki/Desaparecidos_pol%C3%ADticos_no_Brasil

  22. Chesterton said

    O gfrupo da Dilma foi só um dentre vários que assassinavam e explodiam. Houve mais ou menos um empate de mortos nessa guerra. Ainda bem que a Dilma perdeu. Aliás, ainda bem para ela, pois se tivesse vencido certamente não sobreviveria às disputas comuns nesses sistemas que ela quis implementar. Quantos colegas de Fidel foram presos ou mortos? Aliás, quem mais matou comunistas no século 20 foram outros comunistas.

  23. Jose Mario HRP said

    A Dilma era só um dos setores da sociedade que lutaram de varias formas para nos tirar do arbitrio……alguém disse que os militares só sairam por que quiseram.
    Ao contrario eles sairam por que não tinham mais vez, eram vivos mortos andantes.
    Empate?
    Leia o link da wiki e veja que não foi bem assim!
    Agora colocar as pescadas na brasa….almoço saindo!

  24. Chesterton said

    Negativo, Dilma era parte de um grupelho minúsculo que desde 1962 tentou instalar uma ditadura cubana no Brasil, na ponta da baioneta. Sifu.

  25. Patriarca da Paciência said

    A brilhante geração que lutou contra a ditadura militar pode ter perdido algumas batalhas… mas terminou ganhando a guerra.

    E agora, democraticamente, como desejava que fosse também naquele tempo, realiza tudo que idealizou.

    Um Brasil soberano, próspero e orgulhoso de si mesmo.

    É muito bom estar presente quanto tudo isso se realiza!

  26. Spit Fire (Carlão) said

    dilma tocava piano e servia chazinho a seus companheiros terroristas, enquanto estes planejavam “expropriações”revolucionárias.E nunca fez um pronunciamento dizendo que tinha se arrependido de participar de ações qua acabaram por matar inocentes.
    Ou pior ainda “Os agentes do SNI, da policia civil, os dedo duros, os milicos e seus parentes, os padrecos, aquele empresariado nas tetas dos militares e seu credito facil”, como disse um idiota aí em cima.
    Pelo jeito ele e ela acham que eles mereciam ser “justiçados” pelos terroristas companheiros.
    O Brasil ainda vai pagar caro ter elegido esta mulher.

  27. Chesterton said

    será que ela vai segurar os raivosinhos de sempre, ou vai arrisdcar seu mandato?

  28. Spit Fire (Carlão) said

    Este editorial do Estadão é arrasador
    Um crime dentro de outro

    O desfecho do julgamento do primeiro dos sete acusados do sequestro e assassínio do então prefeito petista de Santo André, Celso Daniel, em janeiro de 2002, fez justiça à convicção do Ministério Público de que ele não foi vítima de um crime comum, como sustenta a Polícia paulista, mas de um crime político – encomendado, no dizer do promotor Francisco Cembranelli, “por uma corja de malfeitores, verdadeira máfia, alojada na administração petista”.

    http://www.estadao.com.br/noticias/geral,um-crime-dentro-de-outro,642931,0.htm

  29. Chesterton said

    Segundo a a coluna do Ancelmo Góis, Fernando Haddad curtia uma boquinha livre na área vip do show de Paul McCartney quando alguns jovens começaram a gritar: “cadê o Enem?”. O ministro da Educação, de pronto, mostrou o dedo indicador para a garotada, mandando-os para aquele lugar. Educado, o ministro, vocês não acham? Aliás, o ministério do PT tem este estranho hábito de expressar com as mãos o que sentem em relação às tragédias que afetam as pessoas ou alguém esquece do Marco Aurélio Garcia mandando sinal semelhante para as vítimas do Boeing da Tam? Coronel

    chest- o problema dos fascistas é o grotesco das situações.

  30. Jose Mario HRP said

    Sem politica mas com muita tecnologia…..o futuro!
    http://meioambiente.terra.com.br/interna.php?id=250&canal=5

  31. Elias said

    HRP

    Perda de tempo argumentar com algumas pessoas sobre determinados assuntos.

    Não adianta dizer que a esquerda armada — os “terroristas”, no jargão da direita — surgiu depois do golpe militar (era a 3ª Lei de Newton funcionando na política).

    Não adianta dizer que, em situação de guerra, há uma enorme diferença entre matar em combate e assassinar prisioneiros (o grupo do Lamarca assassinou um prisioneiro, tenente do Exército; salvo engano, o assassinato foi cometido pelo Yoshitame Fujimore, principal auxiliar de Lamarca no Vale da Ribeira).

    Também não adianta dizer que o regime militar matou algumas dezenas de militantes da esquerda armada debaixo de porrada, depois de prendê-los, quando era seu dever garantir a integridade dos prisioneiros, conforme estabelecem as convenções em vigor e os Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas do Brasil. O Exército, a Marinha e a Força Aérea do Brasil, como qualquer outra força armada, de qualquer outro país, ensinam a matar em combate, mas não preconizam o cometimento de assassinatos. Cometer assassinato é ato indigno pra qualquer militar brasileiro, não importa a circunstância.

    Se alguém levantar esse assunto, imediatamente a direita lembrará que houve uma lei de anistia, etc, etc.

    Não defendo a esquerda armada brasileira. Pra mim, não foram além de vários bandos de desesperados, sem praticamente nenhum apoio político da população, que se julgaram capazes de desfechar um golpe de Estado, tal como a direita fizera antes.

    Assim como dois erros não fazem um acerto, dois atos ilegais não fazem um ato legal ou legítimo.

    Pra mim, as ações da esquerda armada são tão criminosas e ilegítimas quanto criminoso e ilegítimo foi o golpe de Estado de 1964. O fato do golpe ter acontecido primeiro atenua, mas não inocenta.

    Só que houve uma anistia, né? E os termos da anistia foram estabelecidos ainda pelo próprio regime militar, não foram?

    Se é pra tirar esqueletos do armário, vamos nessa! Mas vamos tirar todos os esqueletos de todos os armários.

    Vamos pedir a anulação da anistia e vamos levar a julgamento todos os sobreviventes daquela época, que cometeram ou concorreram para o cometimento de atos criminosos, tal como tipificados pela legislação em vigor à época em que foram cometidos.

    E, aí, sem chororô, certo?

  32. Jose Mario HRP said

    Elias:
    O caso é o seguinte:
    Os militantes que praticaram a luta armada na sua totalidade foram descobertos e ou fugiram ou morreram na porrada, em combate ou cumpriram penas.
    Já os terroristas de estado jamais pagaram por seus atos.
    Se anularem a anistia só um lado teria o que pagar ainda…….duvideódó!

  33. Elias said

    HRP

    Pois foi por isto mesmo que eu disse o que eu disse.

    Na verdade, a turminha aí não digeriu a sova que levou nas urnas, e se pendura no que pintar pra fazer um esforço de desgaste da Dilma.

    Usaram essa mesma tática contra o Lula, por outras vias. E tome de “apedeuta”, “noço guia”, Foro São Paulo…

    Que eu saiba, o único militante da esquerda armada ainda vivo na época da anistia e que, em tese, não poderia ser alcançado por ela foi o Betinho, irmão do Henfil. Segundo o regime militar, ele era culpado de “crime de sangue”.

    Porém, na interpretação de Petrônio Portela, que teceu o texto da lei com mãos de ourives, nem isso poderia ser argüído, já que só se considera um indivíduo culpado de um crime depois de esgotadas todas as instâncias de julgamento.

    Não era o caso do Betinho, que acabou voltando ao país e realizando um belíssimo trabalho político, na acepção mais elevada do termo.

  34. Chesterton said

    A “luta armada” começara ainda durante o governo democrático de João Goulart, em 1961 e, se teve que ver com alguma ditadura, foi com a cubana. No dia 1º de maio daquele ano a revolução cubana abraçou oficialmente o comunismo e tornou-se uma cabeça de ponte soviética na América Latina. Note-se também que neste ano houve uma radicalização da guerra fria e a construção do Muro de Berlim. A exportação da revolução para o resto do continente começou imediatamente visando, primariamente, a Venezuela – por causa do petróleo – e o Brasil – por seu imenso território e importância estratégica em função da industrialização que avançava lentamente, mas de forma segura. E também por possuírem as Forças Armadas mais capacitadas do continente e era necessário vingar-se de 35. A esquerda brasileira, que tinha um pé firme no governo federal, imediatamente aliou-se a Cuba com a finalidade de implantar um regime idêntico aqui.

    Três mentiras precisam ser desfeitas:

    a- De que a “resistência democrática” começara após o “golpe” de 64. Na verdade, este movimento cívico-militar só ocorreu em conseqüência do grau que já alcançara o avanço revolucionário sobre o poder.

    b- De que a luta armada foi desencadeada após o AI-5. Agitações, atos terroristas, focos guerrilheiros precederam a promulgação do mesmo e foram a sua causa.

    c- De que a esquerda revolucionária lutava para restaurar a democracia. Não conheci – e continuo quarenta anos depois sem conhecer – nenhum esquerdista democrata. A esquerda visa, ao contrário, implantar o comunismo. Só. O resto é balela.

    chest- autor,? Antigo militante que abandonou as esquerdas….

  35. Chesterton said

    Aí, Elias, como vai ficar o banco central? Independente ou vamos ter inflação de novo?

  36. Chesterton said

    Chaves já anuncia que será ditador perpétuo e que a democracia não comporta “burgueses” (os que não apoiam seus métodos). Será esse o caminho do Brasil?

  37. Chesterton said

    Em janeiro de 1961, o dirigente das Ligas Camponesas, Francisco Julião, visitou a República Popular da China, integrando uma delegação de advogados brasileiros, entre os quais Sinval Pereira, militante do PCB, e Aguiar Dias, ministro do extinto Tribunal Federal de Recursos. EmPequim, Julião teve um encontro reservado com dirigentes chineses que, falando em nome de Mao Tse-tung, lhe fizeram uma proposta atraente: treinar militantes das Ligas Camponesas na Academia Militar de Pequim. Julião retornou ao Brasil e iniciou os preparativos para montar o grupo. Três agentes chineses vieram ao Brasil, especialmente destacados para atender as Ligas, encontrando-se com Julião no Rio de Janeiro.

    http://eliteparalisante.blogspot.com/2009/10/francisco-juliao-e-as-ligas-camponesas.html

  38. Elias said

    Chesterton,

    I
    No criterioso e detalhado levantamento do Reinaldo Azevedo, que tu reproduziste no comentário # 18, só aparecem vítimas do lado do regime a partir de 1968.

    Depois do golpe militar, portanto…

    Se a esquerda brasileira estivesse armada antes de 1964, o golpe não teria sido possível sem que fosse disparado um único tiro.

    Os únicos tiros do golpe foram disparados no Forte de Copacabana, no dia 1º de abril de 1964 (que dia!), pra saudar a visita do Marechal Castello Branco, já na condição de líder do golpe vitorioso.

    Foram programadas 21 salvas de canhão, das quais foram disparadas umas 6 ou 7, se tanto. É que a barulheira estava assustando os moradores da vizinhança, e o pessoal houve por bem e quis dar um tempo…

    Se alguém te disse que a esquerda armada já estava ativa antes do golpe e tu acreditaste, problema teu.

    Mas, inteligente e exigente como tu és, acho que deverias buscar pelo menos uma evidência.

    Uma galinha morta a disparos de estilingue, por exemplo.

    Vai que essa galinha poderia ser propriedade de algum militar de alta patente, ou de um empresário de peso, ou de um cardeal da UDN…

    Já seria um bom motivo pra se iniciar uma guerra, né?

    Por pouco mais que isso o Chile atacou a Bolívia e acabou ficando com o deserto de Atacama, única saída boliviana para o mar, e com os imensos depósitos de guano, no litoral que era boliviano e passou a ser chileno. Literalmente, uma guerra por merda, bem ao gosto desta infeliz América Latina (latrina?).

    II
    BC?

    Sei lá, Chester.

    Só ouvi dizer que o Meirelles perdeu uma grande oportunidade pra ficar calado e, por isto, pode rodar.

    Independente, o BC?

    Conta outra, rapaz…

    Dá uma olhada nas atas do COPOM. É só uma reunião da diretoria do BC, Chester…

    Compara com o que acontece nos EUA, p.ex.

    Lá têm assento representantes dos empresários, dos trabalhadores e de outros segmentos da sociedade civil.

    Aqui, cara, é uma reunião de barnabés de alto coturno, todos presos, e muito bem presos, a uma hierarquia funcional que não existe pra fazer graça.

    Um cochicho do Meirelles, dito na hora errada, ao ouvido errado, já poderá lhe ter custado o cargo. Imagina um voto aberto a favor do lado contrário ao lado que é contrário ao lado que é lado de lá…

  39. Chesterton said

    Em julho de 1961 desembarcaram em Cuba treze militantes das Ligas Camponesas que receberiam adestramento militar em Cuba. Entre eles, Adalto Freire da Cruz, paraibano, membro do comitê estadual do PCB em Pernambuco, designado comandante militar do grupo; Amaro Luís de Carvalho, militante do PCB e aluno do curso Stalin; Adamastor Bonilha, militante do PCB, e Joaquim Mariano da Silva, também militante do PCB.
    Os treze militantes foram alojados no quartel de Manágua, 30 quilômetros ao sul de Havana. A maioria tinha feito o serviço militar obrigatóriono Brasil e sabia manejar armas com desembaraço.
    Estabelecida a relação oficial entre as Ligas Camponesas e a Revolução Cubana, o advogado Francisco Julião seria o homem da Organização de Massas (OM), e Clodomir de Morais o homem da Organização Política (OP).
    O plano da esquerda brasileira era que as Ligas Camponesas desatassem a guerrilha rural no Nordeste e Norte brasileiros, enquanto eclodissem simultaneamente outros movimentos revolucionários na Colômbia e na Venezuela.
    Comandando uma força internacionalista, afirmam que Che Guevara pretendia estabelecer-se na Amazônia sul-americana, ligando assim as guerrilhas do Brasil, da Colômbia e da Venezuela.
    Por volta de novembro de 1961, começou a ser executado um projeto político-militar das Ligas Camponesas. Francisco Julião percorria o país convidando militantes do PCB para aderirem à tese da Revolução Socialista através da luta armada. O líder da revolta camponesa de Formosa (Goiás), José Porfírio de Sousa, foi convidado por Julião para ser o instrutor militar da guerrilha.

    chest- o site é de um dilmista

  40. Chesterton said

    Se a esquerda brasileira estivesse armada antes de 1964, o golpe não teria sido possível sem que fosse disparado um único tiro.

    chest- Elias, o aparato militar do Brizola é que estava superavaliado. Só para te dizer uma coisa, conheço intimamente a pessoa que escondeu o Brizola na própria casa antes de este fugir para o uruguai fardado de PM. A fuga de Jango fez o esquema cair como um castelo de cartas, se Jango tivesse resistido, haveria sangue correndo. Inclusive na época poucos militares conservadores acreditavam que seria tão fácil, achavam que os marxistas fossem menos covardes.

  41. Chesterton said

    Elias, tenho a impressão que o Meireles vale mais até que Dilma, Lula e o PT. Tanto que Lula deu a ele status de ministro. Lula, que nunca foi bobo, entendeu rapido a equação. Dilma vai entender?

    (o problema não é o socialismo, esse ninguem teme, pois é impossível. O problema é a tentativa de implementá-lo, que custa muito caro para as finanças de uma nação. Quanto tempo Dilma levará para aprender isso e quanto isso vai custar em dólares?)

  42. Chesterton said

    http://books.google.com.br/books?id=0yxntHiGWnUC&pg=PA21&lpg=PA21&dq=guerrilha+ligas+camponesas&source=bl&ots=y9KXrktmWP&sig=6bdYC-tR2mJ1f307v_rtB4P33Hs&hl=pt-BR&ei=wZjqTIqYPI-t8AarorDxDA&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=10&ved=0CF4Q6AEwCQ#v=onepage&q=guerrilha%20ligas%20camponesas&f=false

    um livro para Elias

  43. Olá!

    Talvez, a questão não seja saber a data exata de quando as esquerdas armadas começaram a matar no Brasil, mas, sim, o fato de que essas esquerdas cometeram os mesmíssimos crimes que os militares também cometeram.

    O lance principal é que houve mortes, torturas, sequestros e execuções de ambos os lados. O detalhe é que os civis prejudicados pelos militares puderam pedir generosas indenizações ao Estado brasileiro, enquanto que os civis prejudicados pelas esquerdas armadas não puderam recorrer a ninguém para serem indenizados.

    Aliás, se alguém souber de algum civil prejudicado pelas esquerdas armadas daquela época e que recebeu alguma polpuda indenização, por gentileza, informe.

    O problema básico dos esquerdistas é que eles não têm como valor essencial a democracia e o repúdio a qualquer tipo de ditadura. Democracia e ditadura boas são apenas as deles. É sempre salutar ter ares de ceticismo quando virem um esquerdista afirmar que repudia ditaduras e coisas tais. Sim, ele repudia, desde que não seja uma ditadura de esquerda. Cuba é o caso mais clássico em que se pode verificar esse tipo de hipocrisia.

    Ao que parece, as esquerdas da época da ditadura não tinham intenção de implantar uma democracia republicana no Brasil. O modelo de país que essas esquerdas queriam era o comunismo ao estilo cubano-soviético. No final das contas, era uma escória combatendo outra escória.

    O que os militares fizeram foi errado do começo ao fim. Sem dizer que o desenvolvimentismo que eles empregaram, enterrando bilhões e bilhões de recursos em estatais, projetos malucos (Programa Nuclear e Lei de Informática) e demais loucuras do estatismo (projetos que deveriam dar retorno imediato não deram e os que dariam retorno a longo prazo não puderam ser concluídos antes que o Estado entrasse em falênciaBy Bob Fields), deixando de lado investimentos em áreas primordiais como educação, segurança pública e saúde, resultou no desastre que foi a década de 1980 e a sua gigantesca hiperinflação — claro, os governos que antecederam os militares também têm uma parcela de responsabilidade nisso — , fora as mazelas sociais que se aprofundaram.

    Excesso de estatismo dá nisso.

    Até!

    Marcelo

  44. Pax said

    O Reinaldo pirou de vez, agora quer tirar o Jaboti do Chico Buarque. Uma hora dança também. Havia um crítico de música na Veja que era desses posicionados como sub do sub, cara que falava mal de todo mundo, sentava o cacete em quem era bom. Só pra ser chato. E um bando de chatos o seguia. Pois bem, de tanta chatice até a Veja não aguentou mais o cara. Dançou. A revista sabia que ninguém mais aguentava.

    O tio segue o mesmo caminho. Aposto uma caixa de Brahma.

    E, bem, vamos lá, estão reclamando? Então vamos parar de brincadeira e colocar tudo às veras. Que tragam os esqueletos à tona, de todos os lados.

    Quero ver se não vai ter um monte de milico velho se borrando nas calças.

  45. Elias said

    Chester,

    I
    Tua memória tá um pouco falha.

    Lula conseguiu o status de ministro pro Meirelles pra blindá-lo num lance que ocorreu… faz uma pesquisa, que eu tô sem saco pra escrever sobre isso agora!

    Pro BC ser realmente independente, seu presidente nem deveria ter status ministro.

    Por definição, ministro é um cargo SUBORDINADO e DE LIVRE NOMEAÇÃO E EXONERAÇÃO pelo Presidente da República.

    Ora, a nomeação do Presidente do BC tem que ser aprovada pelo Congresso. Logo, não é um cargo de livre nomeação e exoneração do Presidente da República.

    O status de ministro teve outra finalidade, Chester. Foi só pra descolar um forozinho privilegiadão pro Meirelles, sacou?

    II
    Agora concordo contigo: SE o Jango houvesse resistido, haveria sangue.

    Havia um incipiente esquema de sustentação militar nas Forças Armadas Brasileiras que, se acionado, poderia dificultar e, no limite, até inviabilizar o golpe.

    Mas era um esquema POR DENTRO da institucionalidade, Chester. POR DENTRO, caramba! P… nenhuma a ver com grupelhos da esquerda, caramba! Era coisa de general, almirante de esquadra, coronel, capitão de mar-e-guerra, por aí… caramba!

    Já o esquema do Brizola era de outra extração, muito mais ligado às relações que ele construíra quando governador do RS. E, também, nada tinha a ver com a esquerda comunista.

    De qualquer modo, SE o Jango houvesse resistido, no mínimo teria havido bicho bala voando em 1964.

    SE a seleção brasileira não houvesse tomado aquele gol em 1950, no Maracanã, o Brasil teria chegado ao campeonato mundial de futebol bem antes de 1958.

    SE a coalizão árabe houvesse vencido a guerra de 1948, provavelmente hoje Israel não existiria.

    SE Al Gore houvesse vencido as eleições americanas, nunca o Baby Bush teria conseguido invadir o Iraque.

    SE eu tivesse um pouco mais de juízo, não perderia meu tempo jogando conversa fora contigo…

    …e por aí afora.

    Mas, Chester, não estamos conversando sobre o que aconteceria e sim sobre o que aconteceu.

    Certo?

    Em 1964 não houve resistência nenhuma. Foi um passeio (com Deus, pela família…).

  46. Chesterton said

    Claro que sei, Meireles se meteu num rolo de grana de fora, e aí Lula blindou-o. Mais independencia que isso, só se Lula baixa as calças (sorry pelo mau gosto, mas estou contaminado pelo gesto do Haddad para os estudantes).
    Vem cá, e o Jango não tinha nada a ver com o brizola e o RS?
    Sim, 64 foi um passeio, e medici em 70 teve mais popularidade que Lula.

  47. Chesterton said

    http://www.revistabula.com/posts/livros/cuba-era-dona-da-revolucao-brasileira

    Em 1973, com a guerrilha urbana estava devastada, o líder da ALN Carlos Eugênio segue para Cuba. Na ilha, conversa com o comandante do Exército em Havana, Arnaldo Ochoa — fuzilado em 1989, sob acusação de envolvimento com tráfico de drogas —, sobre a possibilidade de voltar ao Brasil. “Ochoa tinha um plano para propor à ALN: entrar no Brasil pelo Rio Amazonas, com um barco levando cem combatentes cubanos bem treinados e todo o armamento disponível. Os militantes da ALN que quisessem voltar também se integrariam. Ochoa viria também. Era a primeira vez que Cuba propunha a entrada de cubanos no Brasil para implantar a guerrilha. A idéia era se instalar na selva amazônica, em seguida, montar depósitos de armas, abrigos, recuos da guerrilha e, em uma fase posterior, começar as ações de guerrilha no campo. Ochoa pensava poder contar com os esquemas de campo da ALN da época de Marighella”. Fidel sabia de tudo. Nas palavras de Ochoa: “O Fidel sabe e jamais admitirá publicamente”.

    chest- é, para mim isso é novidade.

  48. Elias said

    Chesterton,

    I
    É verdade. Médici era mais popular do que Lula.

    Médici foi aplaudido até no Maracanã, onde a tradição manda que dê vaia até em um minuto de silêncio…

    Só tem um probleminha, Chesterton.

    No tempo do Médici, a imprensa estava sob mordaça. Não havia liberdade de associação, e daí por diante.

    Só se podia falar bem. O Estadão chegou a ser punido até por excesso de puxa-saquismo (no final do governo Médici, quando já se articulava o nome do Geisel). O Élio Gaspari contou o episódio em detalhes.

    No tempo do Médici, por menos da décima parte do que tu disseste do Lula em um único mês, irias parar pendurado num pau de arara ou sentado numa cadeira do dragão.

    Quero ver é ser popular com um monte de gente — inclusive gente inteligente — falando mal de ti nos maiores jornais, nas revistas mais lidas e nas tevês de maior audiência.

    Que eu lembre, poucos presidentes conseguiram isso no Brasil: Juscelino — que é, a bem dizer, um monumento! — Lula e… mais quantos?

    II
    Voltando ao BC.

    Todo mundo é livre pra alimentar as ilusões que bem quiser.

    Além disso, nada melhor do que ser subestimado pelo adversário.

    Quem dera que toda a oposição pensasse igualzinho a ti…

    Lembra de quanto tempo vocês perderam, tentando fazer crer que o Lula era um simplório, que chegou onde chegou por um acidente da história?

    Pois é… se ferraram, né? O cara entende de política e sabe fazer política muito mais do que 10 Meireles juntos jamais conseguiriam.

    E, Chesterton, existem poucas atividades onde o ambiente seja mais competitivo do que na política. Decididamente, política não é lugar pra simplórios, nem pra ingênuos, nem pra bobões. É preciso ser fera pra sobreviver nesse ambiente e, no fim, sair por cima.

    O BC é tão independente quanto eu voto no DEM.

  49. Olá!

    Um post interessante.

    Até!

    Marcelo

  50. Elias said

    Mas, Pax,

    Agora vou dar uma de advogado do diabo.

    Da diaba, aliás.

    Duvido que a Yeda Crusius deva ser colocada na cena do crime, por causa de uma contratação fraudulenta feita pelo Detran-RS.

    Dificilmente um governador se envolve pessoalmente nesse tipo de contratação.

    No caso do RS pode até ser que sim, mas acho difícil.

    Isso é problema do diretor (ou superintendente, ou presidente, sei lá) do Detran-RS. Um governador mal sabe que a contratação aconteceu.

    Se o cara usou recursos federais pra pagar a fundação contratada na queda de asa, devo dizer, que além de burro, esse cara é doido.

    Mas acho que Yeda sairá ilesa desse embrulho.

  51. Chesterton said

    Elias, eu sei que política é uma sujeira só, e que ingenuos não se dão bem (quer dizer, tem sempre o Suplicy para nos desmentir).
    mas você está se levando muito a sério. Não quero comparar Medici e sua popularidade com a de Lula, mesmo porque Lula declarou que o sonho dele era voltar aos tempos do milico.

  52. Chesterton said

    Aí, Pax, como é que o Chico tira segundo lugar na eliminatória e primeiro na geral?

  53. Pax said

    Caro Elias, #49,

    A questão é que a governadora e seu ex-marido, pelo que o noticiário indica, foram realmente gulosos no esquema, e, ainda segundo este noticiário, que é bem farto, se envolveram e se apoderaram de alguns maços de papel que depois foi trocado por uma casa reluzente em POA.

    E vai à além do noticiário, mas aí eu tenho que parar por aqui.

    Bem, mas nem precisa de informação adicional, só procure na categoria aí ao lado, veja as notícias sobre DETRAN-RS, Yeda etc que você chega lá.

  54. Pax said

    Caro Chesterton,

    Só você e mais uma meia dúzia para embarcarem nas viagens alucinadas e raivosas do tiozinho. Agora entendeu que tem que atacar quem quer que não seja aliado de suas imbecilidades, chegou ao ponto de atirar sua bílis pro Luiz Schwarcz, editor da Cia das Letras, para atingir o Chico, enfim, a doença está alta pro lado do bobalhão.

  55. Chesterton said

    Por acaso é o inverso.
    Como é que o cara perde para o Ednei Silvestre na especialidade e tira primeiro lugar na geral? Já ficou decidido que o Silvestre é melhor que ele na primeira rodada, dar a ele o primeiro lugar na geral só pode ter um nome: marmelada.

  56. Iconoclastas said

    “Dá uma olhada nas atas do COPOM. É só uma reunião da diretoria do BC, Chester…

    Compara com o que acontece nos EUA, p.ex.

    Lá têm assento representantes dos empresários, dos trabalhadores e de outros segmentos da sociedade civil. ”

    isso Chesterton, compara…compara e vê se acha tais representantes no FOMC, é coisa simples, um clickzinho no nome dos componentes…

    “http://www.federalreserve.gov/monetarypolicy/fomc.htm

    2010 Members of the FOMC

    * Members
    o Ben S. Bernanke, Board of Governors, Chairman
    o William C. Dudley, New York, Vice Chairman
    o James Bullard, St. Louis
    o Elizabeth A. Duke, Board of Governors
    o Thomas M. Hoenig, Kansas City
    o Sandra Pianalto, Cleveland
    o Sarah Bloom Raskin, Board of Governors
    o Eric S. Rosengren, Boston
    o Daniel K. Tarullo, Board of Governors
    o Kevin M. Warsh, Board of Governors
    o Janet L. Yellen, Board of Governors

    * Alternate Members
    o Charles L. Evans, Chicago
    o Richard W. Fisher, Dallas
    o Narayana Kocherlakota, Minneapolis
    o Charles I. Plosser, Philadelphia
    o Christine M. Cumming, First Vice President, New York”

    vigarice? só se surpreende quem quer…

    ;^)

  57. Iconoclastas said

    “chegou ao ponto de atirar sua bílis pro Luiz Schwarcz, editor da Cia das Letras”

    paxman, vc pegou o trem bala em movimento, e na direção contrária…

    agora, numa coisa vc tem razão, em termos de ligeireza vc tá mesmo com a maioria.

    ;^))

  58. Iconoclastas said

    agora, tem o seguinte, quando aqui tinha o CMN com um monte de gente dando pitaco, a coisa funcionava q era uma maravilha, não é mesmo?

    pq afinal, os presidentes da república que os nomeavam eram tão leais as exigências legais qt o são os presidentes do FED. sério.

    em ambos os casos a lei é (ou era) ignorada, no entanto, lá o cara se apega ao CV acadêmico e profissional, enquanto aqui era o CV político…um espetáculo!

    se hoje o subsídio do BNDES sai caro p/ kct, no passado era ainda pior. em período superinflacionário o juro q o “grande empresariado nacional” pagava não podia ser superior a 20% a.a…tetinha da turma de nomeados escolhidos a dedo, formidável, hem?!

    :^)

  59. Spit Fire (Carlão) said

    A tchurma “nassif guiada” por aqui é muito ligeira mesmo.
    Todos juram que não o lêem mas estão sempre criticando cada
    passo do Reinaldo.
    Foi o Luiz Schwarcz quem atacou o RA no domingo na FSP.
    RA até então andava criticando a forma de eleição do ganhador
    do prêmio.
    Aí o Schwarcz resolveu patrulhar e tomou pela fuça.
    e ai o povo daqui do blog resolve dar uma de “mão peluda”
    partino para o costumeiro onanismo ideológico.

  60. Chesterton said

    Pax tem alergia a realidade dos fatos.

  61. Pax said

    Tenho alergia a ser amestrado por “gurus” sub do sub, caro Chesterton.

  62. Jose Mario HRP said

    Gurus tipo reinaldo Azevedo?
    Merlhor seria o Jim Jones!

  63. Chesterton said

    É, bom é o guru Chico, que tira segundo lugar, quer dizer, perde para o Ednei Silvestre, mas em seguida é alçado ao primeiro lugar de paraquedas.
    Me dá uma explicação lógica convincente para isso, ou então cala-te.

  64. Patriarca da Paciência said

    Se o Reinaldinho defende uma coisa… é porque a verdade está do lado oposto ao que ele defende.

    Reinaldinho nunca falha… está sempre do lado errado.

  65. Pax said

    Se a Dilma não fizer um agradecimento público, um reconhecimento, ao esforço que o tio, o Diogo e o Olavo fizeram para elegê-la, definitivamente ela será rotulada como mal agradecida.

    =)

  66. Elias said

    Chesterton,

    Vamos lá:

    # 46: “…medici em 70 teve mais popularidade que Lula.” (Chesterton)

    # 50: “…Não quero comparar Medici e sua popularidade com a de Lula…”. (Chesterton).

    Sem comentários.

    Aborrecente,

    Então tu pensas que Sandra Pianalto é representante de Cleveland e Narayana Kocherlakota é representante de Minneapolis no FOMC?

    Além do mais, aborrecente, eu não emiti juízo de valor sobre a maior ou menor independência do BC (vou fazer isso mais abaixo, ainda em resposta ao Chester).

    Eu apenas disse, que nos EUA o Federal é realmente independente, porque a composição do Conselho Monetário envolve a participação de representantes do empresariado, dos trabalhadores e de outros segmentos da sociedade civil.

    Nos EUA, a decisão não está concentrada na esfera federal.

    No Brasil, o COPOM é formado, exclusivamente, pela diretoria do Banco Central, totalmente subordinada ao Executivo federal.

    Por isto, o BC não tem nem terá a independência que alguns lhe atribuem.

    Na maior parte dos casos, a política monetária brasileira acaba sendo decidida no Ministério da Fazenda. Quando Delfin Netto foi Ministro do Planejamento do Figueiredo, era nesse ministério que se batia martelo.

    No governo Collor, houve uma pequena movimentação no sentido de dar um pouco mais de autonomia ao BC, mas, quando se estabeleceu um conflito entre BC e ministérios, o turco pediu pra sair e tudo voltou a ser como antes.

    Chesterton,

    Já que o aborrecente retornou ao assunto, acrescento:

    O Brasil dificilmente adotará para o COPOM uma composição pelo menos próxima à do modelo americano.

    Se fizesse isso, ia ter porrada todos os meses. A condução da política monetária ficaria complicadíssima.

    Os representantes da sociedade civil pressionariam o tempo todo pra baixar a taxa básica de juros, coisa que o Brasil não teria como fazer, sob pena da inflação voltar com tudo.

    Ou seja: ao contrário do que tu imaginas, um BC REALMENTE independente, com o poder decisório saindo da esfera do governo federal para ser compartilhado com a sociedade, implicaria um risco muito maior de retorno da inflação.

    E assim será, enquanto o Brasil for obrigado a operar com uma alta taxa básica de juros.

    Durante a campanha eleitoral, um dos pronunciamentos mais sinceros do Serra foi, exatamente, nesse sentido, matando a pau o factóide da independência do BC.

  67. Elias said

    Pax,

    Li as matérias que você indicou.

    Realmente, a situação da dona Yeda é muito complicada.

    A contratação — com dispensa de licitação — de fundações ligadas a universidades federais parece uma doença nos governos estaduais brasileiros. Essas contratações são usadas como sucedâneos a concursos públicos, o que acaba implicando 2 irregularidades em uma.

    Pensei que a questão do Detran-RS fosse mais uma entre dezenas de outras em vários Estados brasileiros.

    É isso, também. Mas, ao que parece, não é só isso. É muito pior que isso.

  68. Spit Fire (Carlão) said

    Pornografia na Internet ?

    O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vai conceder nesta quarta-feira, 24, às 9h, uma entrevista coletiva para uma parte da blogosfera, que será transmitida ao vivo com exclusividade pelo Blog do Planalto. Será a primeira entrevista coletiva do presidente apenas para jornalistas que atuam na Internet. Foi confirmada pelo Planalto a participação dos blogueiros Altamiro Borges (Blog do Miro), Altino Machado (Blog do Altino), Conceição Lemes (Viomundo), William (Cloaca News), Eduardo Guimarães (Cidadania), Leandro Fortes (Brasilia, Eu Vi), Pierre Lucena (Acerto de Contas), Renato Rovai (Blog do Rovai), Rodrigo Vianna (Escrevinhador) e Túlio Vianna (Blog do Túlio Vianna).

    Aposto que vão descer o cacete no “conservadorismo” que se incrustou em setores da sociedade e dos meios de comunicação.
    hehehe

  69. Chesterton said

    Elias, logo entendo que você aceitou o texto da dilmista sobre guerrilha marxista pré-64….finalmente abriu os olhos.

    38 escreveu sem ler o 37, no mesmo minuto.

  70. Chesterton said

  71. Elias said

    Chesterton,

    1 – Que eu saiba, os comunistas brasileiros quase sempre pregaram a tomada do poder por meio da violência (“violência revolucionária”, no jargão deles).

    2 – O que afirmo, entretanto, é que sempre lhes faltou um mínimo de competência política pra tornar esse projeto minimamente viável. Sem exceção as tentativas que eles realizaram foram cômicas. Tragicamente cômicas. Nunca chegaram perto de alcançar seus objetivos.

    2 – Não creio que, em 1961, Fidel Castro tenha posto seriamente seu presídio a serviço de uma revolução comunista no Brasil.

    Em primeiro lugar, porque ele sabia que as chances seriam menores que mínimas.

    Em segundo porque, por essa época, o Brasil valia mais pra Cuba do jeito que estava.

    Lembre que, a essa altura, Jânio negara apoio à expulsão de Cuba da OEA e firmara contrato para exportação de tratores, máquinas e veículos em geral à Cuba (furando o bloqueio americano). Em troca, Fidel, atendendo pedido de Jânio (“…para Cuba, um pedido do Presidente do Brasil é uma ordem…”), libertara uns padres — ou bispos, sei lá — que ele prendera, e que, àquela altura, eram sérios candidatos ao paredón.

    Por causa desse lance, as cotações de Jânio e do Itamarati foram para os píncaros na Europa de modo geral e, em particular, no Vaticano, de quem partira o pedido para uma intervenção do Brasil pra salvar a vida dos sacerdotes cubanos.

    No desdobramento, Jânio concedeu a “Cruzeiro do Sul” ao Che Guevara, e por aí afora.

    Em resumo: pra Cuba, em 1961, melhor um Brasil afinado com os “não alinhados”, como as coisas estavam se encaminhando.

    3 – Depois de 1964 a coisa mudou de figura. E, ao que parece, comunistas brasileiros também foram treinados na Albânia, China, e sei lá mais onde.

    Pra mim, Chester, não é esse o ponto.

    O que eu sustento, é que nunca, absolutamente nunca, os comunistas brasileiros se mostraram capazes de tomar o poder por qualquer meio, violento ou não.

    Faltou competência política, faltou apoio popular e, quando partiram pra luta armada, faltou armas, faltou quem se dispusesse a empunhar armas… faltou, até mesmo, uma doutrina militar digna desse nome.

    Um dos poucos grupos a elaborar uma doutrina militar foi o PC do B. Essa doutrina está registrada no documento conhecido por “GP” (por extenso: “Guerra Popular, o caminho da luta armada no Brasil”).

    Porém, ao sair do papel para a prática, o PC do B não foi além do “foquismo” que, em termos de doutrina militar, nada tem a ver com “guerra popular”.

    Ou seja: no frigir dos ovos, o PC do B não colocou em prática a doutrina militar que ele elaborou.

    O que equivale a não ter doutrina nenhuma.

    Os demais grupos e grupelhos ditos marxistas-leninistas nem chegaram a isso.

  72. Elias said

    A numeração dos itens no # 70 tá mais doida que a esquerda armada…

  73. Pax said

    Pois é, então…

    O lado lixo da internet

    Clóvis Rossi – na Folha – http://www1.folha.uol.com.br/colunas/clovisrossi/835017-o-lado-lixo-da-internet.shtml

    Qualquer semelhança não é mera coincidência.

  74. Spit Fire (Carlão) said

    Lula antecipando, e já tirando o “cú da seringa” sobre um eventual fracasso da Primeira Mulher e mais arranjando um culpado: a crise internacional.
    O embusteiro discursa:
    – Nada melhor para o país, depois dessa experiência bem-sucedida de um metalúrgico (na presidência da República), que ter uma mulher que não vai receber uma herança maldita. Se tiver que receber será da crise econômica lá de fora, porque aqui dentro estamos crescendo – afirmou.
    No entanto:
    As últimas notícias revelam total incompetência na área de saúde, da educação e na política econômica de Mantega (foi o meu pior professor de Economia na FGV/SP m 72/73 e olha que Suplicy já tentara, sem sucesso na FGV me desencaminhar em Macroeconomia. Fui salvo por Alkimar Moura, depois diretor do BACEN).
    O aeroportos estão saturados…então vamos construir um trem-bala…
    A contabilidade não fecha…vamos martelar o balanço.
    SSbanco está quebrado por fraudes desde 2006 …a CEF compra participação.
    SSbanco é salvo pelo Proer de FHC. Solução de mercado que o embusteiro chama de herança maldita.
    Lula, o maior embusteiro que o Brasil já teve como presidente da República, não perde 1 oportunidade de se auto elogiar falando asneiras, todo santo dia.
    Caga no prato que comeu e se auto proclama um prodígio da Natureza.
    Lula é doente!…Tudo pelo poder.
    O Brasil está doente.
    Dilma aguenta o rojão ou vai abrir o bico nos próximos 6 meses?
    2011 vai ser a quarta-feira de cinzas da era da mediocridade.
    S.O.S


    ANTES QUE ME ESQUEÇA PAX
    pare de falar bobagens.
    8 mil e 500 internautas cidadãos brasileiros acham
    que o prêmio foi injusto e que chico se tiver hombridade
    (qualidade de macho, de hombre em espanhol)
    deveria devolver o Jabuti.
    Luis Schwarcs politizou o assunto e tomou na fuça.
    Leia direito o contexto da coluna do Rossi…ele critica
    indiretamente o Luis Schwarcs.
    hehehe

  75. Chesterton said

    “Alguns governos autoritários estão fazendo experimentos com propaganda ideológica e se tornarão muito ativos na internet. Nada na rede dificulta espalharem sua mensagem com mais ressonância do que nunca”.

    Segundo problema: “Operações sigilosas em que se pagam blogueiros ou se subsidiam sites para tentar mudar a opinião pública”.

    chest- porra, Pax, o Clovis Rossi fala direitinho do PT. Sem tirar nem por.

    Mas fala aí, qual critério para Chico ter garfado o Ednei Silvestre?

  76. Chesterton said

    Elias, de 61 a 64 você nada fala.

  77. Chesterton said

    Carlão, eu não quero nem entrar no mérito se o Chico ou o Ednei Silvestre escrevem melhor que o outro, etc. O que me intriga é na subcategoria um ter ganho enquanto na geral o placar inverte. Qual critério? Só tem um, político. Daí o protesto de quem põe dinheiro nesse concurso.

  78. Chesterton said

    terça-feira, 23 de novembro de 2010
    A ONG DEMÊNCIA SEM FRONTEIRAS AÇPOIA A INICIATIVA DE MAGNO MALTA DE ESPALHAR A BOÇALIDADE PELO MUNDO!!!
    Da coluna de Ancelmo Gois:

    Emenda Tiririca

    O senador Magno Malta, por causa da polêmica em torno da alfabetização do palhaço Tiririca, vai apresentar uma proposta de emenda constitucional para dar aos analfabetos o direito de se elegerem.

    Mas…

    Pensando bem, esta proposta é outro equívoco. Afinal, o país tem mesmo é que acabar com o analfabetismo.

    Caro senador Magno Malta: a ONG Demência Sem Fronteiras conta com o senhor para espalhar a idiotia opcional mundo a fora! O senador pode ir à ONU para lançar o Plano Mundial de Analfabetização – se bem que Paulo Freire foi muito feliz na sua tentativa de espalhar a ignorância pelos quatro cantos do globo terrestre. Com a possibilidade de analfabetos se elegerem, teremos muito mais imbecis para legislar através do Direito oral. Todas as constituições do planeta poderão ser gravadas ao invés de impressas. Será o mundo dos abestados.

    Com Magno Malta no senado e Tiririca na Câmara caminharemos a passos largos para a indigência!

    Força, pessoal!!!

    Detonado por Felipe Flexa

    http://www.novoleitedepato.blogspot.com/

  79. Spit Fire (Carlão) said

    Lula agora inaugura até solda de tubulação.

    Por Leonêncio Nossa, no Estadão Online:
    Depois de esgotar na campanha eleitoral as oportunidades de lançamento de pedra fundamental e início de terraplenagem de obras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta terça-feira, 23, uma nova safra de viagens.
    Ele esteve no final da manhã desta terça em Ribeirão Preto (SP)
    para dar o “primeiro pingo de solda” na tubulação de escoamento
    de álcool de cidades da região e de Goiás para usinas de Paulínia e Taubaté.

    Até o final do ano e do mandato, Lula terá uma agenda movimentada.
    Mesmo sem poder concluir obras, ele pretende participar do maior número possível
    de eventos em canteiros do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
    A seus auxiliares, o presidente repete que não quer viver a sensação de final de festa.

    A agenda inclui viagens especialmente para a Região Nordeste,
    onde ele não conseguirá entregar as mais importantes obras
    de infraestrutura de seu governo.
    Governadores e prefeitos aliados do presidente preparam
    uma série de homenagens. Não faltarão lágrimas, dizem os auxiliares do presidente.

    Lula percorrerá pela última vez no cargo trechos dos canais de transposição
    das águas do Rio São Francisco, no sertão pernambucano.
    A água ainda não chegou às comunidades que enfrentam o problema da seca,
    mas o presidente quer mostrar ao menos seu esforço para concluir as obras.

    Além das obras da transposição, o presidente deixa o governo frustrado
    por não entregar as ferrovias Transnordestina,
    que ligará os portos de Pecém (CE) e Suape (PE),
    e a Leste-Oeste, que começa em Figueirópolis, no Tocantins,
    e termina em Ilhéus (BA).
    As viagens de Lula ao Nordeste na reta final de governo se justificam
    só pelo caráter “sentimental”, dizem assessores.
    e O POVO PAGANDO AS DESPESAS !

    Isso ficará ainda mais claro, segundo eles, numa viagem que Lula fará ao Recife,
    no dia 29 de dezembro.
    Ele participará da inauguração de um museu dedicado ao músico Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.
    Lula ainda mantém a promessa de ir a Guaribas (PI), onde lançou o Fome Zero.
    ALGUEM pode ser mais doente que isso?

  80. Elias said

    Chesterton,

    De 1961 a 1964 a esquerda ficou no corner.

    Jânio renunciou. Aí quem ameaçou romper com a institucionalidade foi a direita, que tentou impedir a posse de Jango.

    Nada de ações armadas da esquerda. O mais próximo que se chegou disso foi a resistência de Brizola, no sul. Mas isso com o apoio do general Machado Lopes que, ao que eu saiba, ,morreu sem nunca ter qualquer vinculação com qualquer grupo marxista.

    Veio o parlamentarismo e, depois o plebiscito. Nada de ações armadas da esquerda…

    Aí vieram as mobilizações pelas “reformas de base”, todas elas em comícios e passeatas, sem uso de armas. Houve, também a chamada “anarquia militar” em todos os escalões das Forças Armadas brasileiras (se o problema fosse só com marinheiros, cabos e sargentos, seria fichinha…).

    Até onde consigo lembrar, não houve atentados, assaltos nem sequestros promovidos pela esquerda entre 1961 e 1964.

    Depois de 1964, sim, a coisa começou a desgringolar. Mas, ainda assim, é preciso dizer que, cronologicamente, o primeiro levante armado contra o regime aconteceu em Aragarças e Jacareacanga, né?

    E Haroldo Veloso não era nem n unca foi comunista. Ele era oficial superior do Exército (coronel) e deputado federal pela Arena.

    OK?

  81. Elias said

    Chesterton,

    Parece que, em um dado momento, logo antes do golpe, o Luiz Carlos Prestes teria declarado que os comunistas já estavam chegando ao poder.

    Não sei se ele realmente disse isso. Se disse, só demonstra o quanto ele vivia longe da realidade brasileira.

    No governo Jango, nenhuma proposta do “programa mínimo” do PCB chegou pelo menos perto de ser colocada em prática.

    Depois do golpe, sim, veio o “estatuto da terra”, mais avançado que a maior parte das propostas de reforma agrária agitadas no pré-64. Inclusive propostas dos comunistas.

    O estatuto da terra era tão avançado que jamais foi colocado em prática.

    A extensão dos direitos trabalhistas ao trabalhador rural também viria pelas mãos do regime militar, já com a população brasileira majoritariamente urbana.

    Enfim, Chesterton, os comunistas brasileiros sempre correram atrás do bloco.

    Dizer que eles, de algum modo, representavam alguma ameaça à institucionalidade é lhes conferir um crédito e um elogio que eles, absolutamente, jamais fizeram por merecer.

  82. Elias said

    Chesterton,

    Uma retificação:

    Haroldo Veloso não era do Verde Oliva. Era da Aeronáutica.

    Também vale a pena dizer que ele chegou a brigadeiro e, hoje, é nome de rua em várias cidades brasileiras. Uma delas, São Paulo.

  83. Elias said

    Chesterton,

    Tô mal.

    Nem Jacareacanga (governo JK), nem Aragarças (Jango).

    No pós-64, Haroldo Veloso participou de outro movimento, em Santarém, no meio da confusão ao cabo da qual seria deposto e cassado o prefeito daquele município, Elias Pinto, pai do jornalista Lúcio Flávio Pinto.

    Em Aragarças, Veloso estava associado ao brigadeiro Burnier, como parte de uma reação à movimentação de Brizola, que contava com o apoio do general Machado Lopes.

    Era parte da anarquia militar nos altos escalões das Forças Armadas brasileiras.

    De qualquer modo, nada a ver com comunistas.

  84. Elias said

    Chesterton,

    Mas também vale a pena dizer que, no episódio do qual resultou a deposição e a cassação de Elias Pinto (que também não era comunista, muito pelo contrário…), Haroldo Veloso ficou com a legalidade.

    Ele fez uma carta, encaminhada ao governador do Pará, aos comandos das Forças Armadas e a várias outras autoridades, denunciando a corrupção — eleitoral inclusive — em seu próprio partido, a Arena.

    Tenho a íntegra da carta, publicada pelo Lúcio Flávio Pinto em um de seus livros.

  85. Chesterton said

    que bom que você está finalmente se interessando pelo estudo desse período.

  86. iconoclastas said

    “Então tu pensas que Sandra Pianalto é representante de Cleveland e Narayana Kocherlakota é representante de Minneapolis no FOMC?”

    não, GÊNIO, vai ver que eles, sendo presidentes do FED dos distritos citados,devem representar a Califórnia a a Flórida.

    “Eu apenas disse, que nos EUA o Federal é realmente independente, porque a composição do Conselho Monetário envolve a participação de representantes do empresariado, dos trabalhadores e de outros segmentos da sociedade civil.”

    blablabla…tente, uma vez ao menos, ser objetivo: qual dos membros do FOMC é representante do setor a sua escolha (exceto financeiro)? aponta aí, pode ser um só um.

    preguiçoso…

    ;^)

  87. Chesterton said

    http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2010/11/24/dilma-vai-abrir-o-capital-da-infraero/

    Dilmka vai privatizar a INFRAERO!!!!!!!!!!

    NEOLIBERAL!!!!!!!!!!!!!!!! (ué, só eu estou gritando?)

  88. Chesterton said

    Dilma já está se cagando de medo
    http://economia.ig.com.br/banco+central+tera+autonomia+total+diz+tombini/n1237838338673.html

  89. Chesterton said

    EDNESDAY, NOVEMBER 24, 2010

    Tombini e a Autonomia do Bacen
    Miriam Leitão, O Globo:
    Alexandre Tombini tem várias qualidades, mas não está sendo escolhido por elas e sim pela suposição de que será dócil ao comando da Fazenda. Com Miriam Belchior no Planejamento e Guido Mantega na Fazenda, o PT fica forte no governo e, dentro do PT, o que está sendo fortalecido é a turma dos gastadores. O problema é que a inflação está subindo.
    O importante não é o nome do presidente do Banco Central, mas sim o princípio da autonomia da instituição. E ela não está garantida, apesar das declarações da presidente eleita, Dilma Rousseff, feitas até agora.
    POSTED BY SELVA BRASILIS A

  90. Spit Fire (Carlão) said

    pelo jeitão das coisas teremos uma nova gestão continuada do governo FHC
    no BACEN.
    mantega continuará falando as mesmas asneiras pra justificar sua incompetência, embora
    tenha uma filha gostosa e “consultora empresarial” de renome internacional.
    RESULTADO: 2% de juros na SELIC só em 201″x”
    onde a incógnita “x” pode ser qualquer valor.
    Eles conseguem ser incompetentes em tudo…mas com o BACEN
    nenhum petista apita.Nem sequer tem noção!
    Os juros vão se manter estratosféricos pra financiar a dívida pública.
    porque o dolar não vai se valorizar…a médio prazo.
    O governo dilma começa neo-liberal e austero no BACEN
    ou se fode antes do meio do ano.

    a entrevista de lula nos blogs progressistas foi altamente regressista…
    lula prometeu ser blogueiro em ingles e espanhol…
    vai governar a partir da internet.
    um anti PIG de pijama
    hehe

  91. Spit Fire (Carlão) said

    Em visita ao Congresso, Serra diz que Lula está em campanha para 2014
    http://www1.folha.uol.com.br/poder/835689-em-visita-ao-congresso-serra-diz-que-lula-esta-em-campanha-para-2014.shtml

    leia e perceba que a autora
    GABRIELA GUERREIRO
    DE BRASÍLIA
    ainda não sabe diferenciar entre mau e mal gosto…
    é jornalista da FSP e não sabe que o antônimo de mal é bem e
    que o de mau é bom.
    bom gosto ou bem gosto? Eis a questão gabriela guerreiro.
    Português mimha filha
    seu revisor também!
    Essa FSP é uma merda.
    de mal gosto!

  92. Chesterton said

    http://articles.latimes.com/2010/nov/21/world/la-fg-south-africa-farms-20101121

    Reforma agrária fracassa na África do Sul, pois 90% das terras foram dadas a pessoas que não sabiam nada de agricultura.
    (mr X)

  93. Patriarca da Paciência said

    Os cães ladram e a caravana passa.

    Dor de cotovelo é uma merda.

    O Brasil já é a 8ª economia e em 2016 será a 5ª.

    Realmente tem um pessoal que sofre muito e ainda vai sofrer muito mais.

  94. Patriarca da Paciência said

    Previsões de futurólogos sem futuro.

    Serra 54%, Dilma 46%

  95. Chesterton said

    Já foi a 5a economia mundial na década de 70….

    Patriarca, já falei que sempro que leio você me lembro so Suplicy?

  96. Chesterton said

    “Com o país crescendo a 7%, com inflação sob controle, com o atual nível de reservas (internacionais)… Eu vou fazer ajuste fiscal para quê, hein? Eu não concordo que o Brasil tenha que se submeter sistematicamente, a cada fim de governo, a um ajuste fiscal”
    (Dilma Rousseff em 7 de agosto de 2010)
    *
    “Eu não autorizo nenhuma avaliação a esse respeito. Eu vi as notícias, lamento, mas vou desmenti-las [sobre ajuste fiscal]. Não tem discussão neste sentido dentro da campanha. Ademais, o Brasil de hoje não é igual ao de 2002″
    (Dilma Rousseff no dia 23 de agosto de 2010)
    *
    “Eu não vou fazer ajuste fiscal em hipótese alguma por um motivo: o Brasil não precisa mais de ajuste fiscal. Ajuste fiscal consiste em duas coisas: corte absolutamente linear de gastos, né? Vale de salário do funcionalismo a investimento público. Além disso, ele caracteriza também por um regime de caixa”
    (Dilma Rousseff no dia 30 de agosto de 2010)
    —————-

  97. Patriarca da Paciência said

    Chesterton,

    já te falei que sempre que sempre que leio seus comentários parece que estou lendo uma cópia do Reinaldinho.

  98. Patriarca da Paciência said

    Não Chesterton,

    O Brasil alcançou a 8ª colocação, no tempo do Médici, mas quando os militares deixaram o governo, o Brasil já tinha descido próximo à 20ª colocação e se manteve por lá até o governo Lula, quando retornou a um crescimento seguro e que agora atingirá um novo patamar.

  99. Pax said

    Caro Elias não vai gostar muito, mas o noticiário tá falando no Palocci para a Casa Civil.

  100. Patriarca da Paciência said

    Pax,

    eu também discordo do Elias nesse ponto. Acho o Palocci um ótimo quadro, com competência para assumir uma posição de destaque no governo Dilma.

    Palocci é ponderado, com firme convicção e sólida cultura.

  101. Jose Mario HRP said

    O problema é moral Patriarca…..sendo verdade ou não seu possivel deslize colou nele e gera sempre mal estar e desgaste.

  102. Pax said

    Questão é:

    Palocci ou quem?

    Há muitos nomes. Um deles, por exemplo, é o Cardozo.

    Mas esta é uma pasta de peso, enorme peso no governo. E já houve problemas o suficiente para que não se repitam. Errar uma vez, tudo bem, errar duas já foi burrice, errar três será suicídio, se quisermos carregar nas tintas.

  103. Chesterton said

    esse papo de quadro é para pendurar na parede.

    Palocci cometeu crime.

  104. Pax said

    Agora a minha vez de reclamar:

    Ontem vi uma notícia que indicava a possibilidade do Edison Lobão voltar para o Ministério das Minas e Energia. Ou seja, desejo do Sarney.

    Fazendo um paralelo patológico e me dando o direito de trocadilhos: já não foi inventado remédio para sarna?

  105. Chesterton said

    Uma confusa “democratização da comunicação”

    Por Mauro Malin em 23/11/2010

    O uso da expressão “democratização da comunicação”, no documento aprovado em 19/11 pelo Diretório Nacional do PT, presta-se (destina-se?) a leituras equivocadas. Repare só nas frases seguintes do documento, ilustre leitor: “Caberá ao partido, ainda, ajudar na renovação da cultura política do país. Respeitando a liberdade de imprensa e de expressão, o PT tem de realizar um debate qualificado acerca do conservadorismo que se incrustou em setores da sociedade e dos meios de comunicação. Medidas essenciais para superar o descrédito de amplos setores de nossa sociedade para com partidos e instituições.”

    Façamos uma análise compassada.

    1) Renovar a cultura política do país. É em nome dessa renovação que se desdobram os itens seguintes. Deve-se anotar que o PT já ajudou a fazê-la, mas regressivamente, ao conviver alegremente com alentado leque de bandalheiras e outras práticas de exibição não recomendadas para menores.

    2) Um debate sobre o conservadorismo que se incrustou (quando?; meu palpite: na gênese do regime escravagista) em setores da sociedade e dos meios de comunicação não deve desrespeitar a liberdade de imprensa e de expressão (por que o faria?; debater tolhe alguma coisa?).

    3) Essas são medidas essenciais para superar o descrédito que cerca partidos e instituições (inteiramente risível: a imagem dos partidos formados por trêfegos, a avacalhação da Câmara dos Deputados e do Senado, de Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais não decorreria de malfeitos, mas de “descrédito”; “amplos setores de nossa sociedade” servem para eleger a candidata Dilma Rousseff, mas não para ter uma visão crítica da cena político-institucional).

    Sensacionalismo e escracho

    Mas a que se refere o documento quando fala em “democratização da comunicação”? Ela está cerceada? Em grande medida, não. Qualquer um é livre para lançar jornal, revista, saite, blogue, tuíter, o escambau. Pode-se dizer o que se quiser dessas mídias, mas não que elas careçam de liberdade. Liberdade, aliás, para escrever muita barbaridade. Como sempre ocorreu, desde o advento da palavra escrita. O que não é desculpa para estultices e delírios.

    Existem problemas com as concessões de rádio e televisão? Existem. Graves.

    Para começar, coronelismo eletrônico, sobre o qual há farta literatura qualificada neste Observatório.

    Além disso, confissões religiosas controlam um naco cada vez maior da radiodifusão. O Estado brasileiro é teoricamente laico, mas associa-se a empresas criadas por igrejas (o ato de conceder um canal de rádio ou televisão não exime a União de corresponsabilidade pelo uso que é feito da concessão; daí poder-se falar em associação).

    E mais: nas vertentes pública e estatal faltam competência e recursos para a prestação de um serviço mais qualificado.

    Finalmente, as redes de televisão independentes: Globo, Bandeirantes, SBT, RBS, Rede TV! etc. Pode-se traçar uma escala que vai da maior competência e da melhor prestação de serviços à maior incompetência e aos maiores desserviços. Isso não será feito aqui. Basta dizer, a esse respeito, que a busca de audiência é frequentemente feita em detrimento da, chamemo-la assim, qualidade cultural, e, muitas vezes, a qualquer preço, na base do puro sensacionalismo e do escracho.

    Educação e democracia

    O que seria, então, a “democratização das comunicações”? No contexto acima examinado, tem cheiro de disputa ideológica e tentativa de hegemonia política. Por isso não vai colar.

    E o pior é que a mídia mais combativa, ou mais engajada, ou com maiores pretensões de influir politicamente, continuará metendo o bedelho pesadamente no teatro político porque a oposição continua tão atônita quanto estava quando ainda nem sabia quem seria o candidato que iria enfrentar a indicada por Lula. Alguém tem que ser oposição para podermos bater no peito e nos orgulharmos de viver numa democracia.

    Bem, e como ficamos em matéria de democratização, sem dúvida necessária em todas as esferas da vida social de um país que passou mais de vinte anos sob ditadura, para falar apenas do último meio século? De um país que ainda é campeão de desigualdades?

    O primeiro e mais importante passo será dar oportunidades iguais para uma educação de qualidade. Passo indispensável, mas incapaz de garantir por si só que o país se mantenha nos trilhos da democracia. Basta pensar na Argentina, que Sarmiento alfabetizou na época da Guerra do Paraguai, ou no fato de que a Alemanha, como anotou Sérgio Buarque de Holanda, era o país mais instruído do mundo quando Hitler tomou o poder.

    Mudanças já começaram

    A agitação da bandeira “democratização da comunicação” não produz o efeito supostamente desejado. Só aumenta a confusão. E, na confusão, como sempre acontece, levam a melhor os mais fortes, ou os mais espertos, ou ambas as coisas.

    Na Folha de 21/11, Melchiades Filho escreve, lucidamente:

    “Mas há mais uma razão para Dilma, a despeito do discurso beligerante do PT, não gastar tempo e energia contra a radiodifusão e a grande imprensa: a ofensiva, silenciosa, já foi feita, sob amparo da tendência de mercado.

    Neste ano, o governo Lula:

    ** acionou os fundos de pensão estatais e chancelou o acordo que passará a portugueses a `supertele nacional´;

    ** decidiu abrir às teles o mercado da TV a cabo;

    ** lançou um plano nacional da banda larga nas mãos de uma estatal com R$ 15 bilhões para escolher quem contratar;

    ** fechou os olhos à entrada dissimulada de capital estrangeiro na imprensa/internet;

    ** ampliou a publicidade em órgãos menos independentes. Coordenadas ou não, essas medidas alteram a correlação de forças na iniciativa privada ‒ ampliam a margem de ação de múltis telefônicas e/ou têm potencial para enfraquecer algumas empresas nacionais. As teles investem por ano no Brasil R$ 20 bilhões ‒ oito vezes o patrimônio total do Grupo Silvio Santos.

    A aposta no Planalto é que vários empresários brasileiros terão de pedir água e, em troca de barreiras protecionistas, aceitar, senão pedir, mudanças na lei das telecomunicações ‒ ideia que hoje rejeitam. Caberia a Dilma, nesse cenário, arbitrar não apenas a nova conjuntura de mercado, mas também o debate sobre o `papel´ da imprensa.”

    Observatorio da Imprensa

  106. Pax said

    A tadinha da Yeda Crusius ficou abandonada neste post.

    Esqueceram da tucana boa de casa. Ou de casa boa, vai saber.

  107. Patriarca da Paciência said

    Meu palpite é que Palocci não vá para a Casa Civil, mas que deve assumir outro cargo importante.

    Palocci cometeu crime?

    Quem, como, onde, quando, alguém provou alguma coisa?

    Foi totalmente absolvido.

    E o Francenildo quer mais é ganhar a sua graninha na moleza.

    E agora o Arthur Virgilio foi defenestrado, junto com o Jereissati e o Heráclito.

    Acabou a “banda” udenista do Senado.

  108. Patriarca da Paciência said

    Pax,
    eu também não aprecio muito o Lobão.

    Dona Yeda sumirá da política. Acho que agora não terá mais nenhum destaque, por isso a falta de interesse.

  109. Patriarca da Paciência said

    Falta de regulamentação dos meios de comunicação é igual a jaboticaba – só existe no Brasil.

  110. Chesterton said

    Enquanto isso, o Rio de janeiro se acaba numa guerra. Começaram as mortes de inocentes, e o Cabral, cumplice ou refem dos grupos de pressão que defendem direitos dos bandidos EM DETRIMENTO do sossego do cidadão comum e DE BEM ( que os há), vai ter que fazer jorrar sangue (de bandido, inclusive os fardados) se quiser acabar com o problema. Aposto que não vai ter coragem.

  111. Elias said

    Pax,

    Não é que eu não goste do Palocci. Acho, apenas, que a contribuição dele deve ser potencializada.

    Creio que a melhor contribuição que Palocci poderia dar ao governo Dilma, seria acrescentar sua ausência.

    No 2º mandato do Lula, por exemplo, essa ausência concorreu bastante para o bom êxito no enfrentamento da crise econômica e para o alcance de altos índices de aprovação do governo.

    Gostei tanto da atuação do Palocci no 2º mandato do Lula que, na remota hipótese do Serra vencer a eleição, torceria pra que ele nomeasse o Palocci para o Ministério da Fazenda, ou do Planejamento, ou o BC.

    Casa Civil?

    Acho que vai depender do papel que Dilma atribuirá à Casa Civil.

    Se ela entregar à Casa Civil a tarefa de coordenar internamente a equipe de governo — tarefa que ela própria executou, no 2º mandato do Lula — será uma boa m…

    Já se ela atribuir à Casa Civil a missão de fazer a interlocução com o Congresso, pode ser que Palocci seja útil, como útil seria qualquer outro ministro com grande experiência no parlamento.

    Dilma tem pouca experiência na política partidária. Ela terá que delegar articulações que, até aqui, têm sido conduzidas pelo próprio Lula. Sua tendência, pelo menos inicialmente, acho, será se envolver mais diretamente com a administração.

    Mas, Pax, em qualquer hipótese, o Palocci é um cara vulnerável. Seu imenso hangar de vidro será uma tentação permanente.

    Na primeira micro ou minicrise, os podres do Palocci serão trazidos à tona. Ele vai consumir energia pra caramba, neutralizando os ataques que certamente receberá.

    Quando o ocupante de cargo público tem que passar muito tempo se defendendo, é porque já passa da hora dele cantar noutro terreiro.

    Sei não… Se o negócio da Casa Civil for mesmo a interlocução política, melhor seria um deputado ou senador sem a folha corrida do Palocci.

    Se Palocci não consegue mesmo viver sem um cargo público, talvez seja melhor nomeá-lo embaixador en la República del Garrotal de Mierda; ou no Kurdistão Oriental do B… por aí.

  112. Elias said

    Alguém sempre poderá dizer: “Ah, mas o Palocci nunca foi condenado…”

    Verdade. Nunca foi.

    O Jader Barbalho também nunca foi condenado. Nem por isso…

  113. Pax said

    Pois então, caro Elias e caro Patriarca,

    Esta é uma enorme questão: quem não tem telhado de vidro? E se considerarmos esta questão como boa, então entramos noutra interessante: como fazer com que o partido resgate sua imagem, ou, pelo menos, tente.

    Mas a questão da questão, ou a questão de fundo, é: o partido quer?

  114. Pax said

    Comentário rápido: São Paulo está interessante mesmo. Estão colocando praça de pedágio em “intenção de estrada”.

    Atesto com minha assinatura. Estrada velha, promessa de duplicação e nada, cheia de buraco pra todo lado, sem acostamento etc, mas a praça de pedácio tinindo de nova.

    Cada coisa que vejo rodando por aí.

  115. Eduardo said

    Para ocupar cargos no governo.

    Difícil ver qual a fruta petista é mais fresquinha, as podres temos aos montes, basta entrar em contato com verba pública que ficam bichados.
    Isso não é exclusividade do pt, mas cá pra nós que talento para a ineficiência e profanação de verbas…

    Das coisas que mais gosto no governo petista é a forma como trata o povo, dando uma saúde pública de primeiro mundo (muito bem vista no programa ‘profissão repórter’), o zelo pela educação de excelência e a inegável proficiência com que trata das obras públicas. Governo austero e responsável jamais teremos nesse país.

    Fica aqui meus parabéns aos 60% de eleitores que não votaram no Avatar, afinal temos mais um grande legado de lula, podemos comemorar o crescimento de 1,15% de nossa dívida pública em out. Agora devemos 1 TRILHÂO e 644 BILHÕES, mais um grande feito de um fantástico presidente.
    http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201011251158_RED_79403408

  116. Chesterton said

    Postado por Villa em 26/11/2010 (para Elias)

    http://www.marcovilla.com.br/2010/11/falacias-sobre-luta-armada-na-ditadura.html

    Este texto foi publicado na Folha de S. Paulo em 19 de maio de 2008.
    Acabou criando uma enorme polêmica:

    A LUTA armada, de tempos em tempos, reaparece no noticiário. Nos últimos anos, foi se consolidando uma versão da história de que os guerrilheiros combateram a ditadura em defesa da liberdade. Os militares teriam voltado para os quartéis graças às suas heróicas ações. Em um país sem memória, é muito fácil reescrever a história. É urgente enfrentarmos essa falácia. A luta armada não passou de ações isoladas de assaltos a bancos, seqüestros, ataques a instalações militares e só. Apoio popular? Nenhum. O regime militar acabou por outras razões.

    Argumentam que não havia outro meio de resistir à ditadura, a não ser pela força. Mais um grave equívoco: muitos dos grupos existiam antes de 1964 e outros foram criados logo depois, quando ainda havia espaço democrático (basta ver a ampla atividade cultural de 1964-1968). Ou seja, a opção pela luta armada, o desprezo pela luta política e pela participação no sistema político e a simpatia pelo foquismo guevarista antecedem o AI-5 (dezembro de 1968), quando, de fato, houve o fechamento do regime.

    O terrorismo desses pequenos grupos deu munição (sem trocadilho) para o terrorismo de Estado e acabou usado pela extrema-direita como pretexto para justificar o injustificável: a barbárie repressiva.

    Todos os grupos de luta armada defendiam a ditadura do proletariado. As eventuais menções à democracia estavam ligadas à “fase burguesa da revolução”. Uma espécie de caminho penoso, uma concessão momentânea rumo à ditadura de partido único.

    Conceder-lhes o estatuto histórico de principais responsáveis pela derrocada do regime militar é um absurdo. A luta pela democracia foi travada nos bairros pelos movimentos populares, na defesa da anistia, no movimento estudantil e nos sindicatos. Teve na Igreja Católica um importante aliado, assim como entre os intelectuais, que protestaram contra a censura. E o MDB, nada fez? E seus militantes e parlamentares que foram perseguidos? E os cassados?

    Quem contribuiu mais para a restauração da democracia: o articulador de um ato terrorista ou o deputado federal emedebista Lisâneas Maciel, defensor dos direitos humanos, que acabou sendo cassado pelo regime militar em 1976? A ação do MDB, especialmente dos parlamentares da “ala autêntica”, precisa ser relembrada. Não foi nada fácil ser oposição nas eleições na década de 1970.

    Os militantes dos grupos de luta armada construíram um discurso eficaz. Quem questiona é tachado de adepto da ditadura. Assim, ficam protegidos de qualquer crítica e evitam o que tanto temem: o debate, a divergência, a pluralidade, enfim, a democracia. Mais: transformam a discussão política em questão pessoal, como se a discordância fosse uma espécie de desconsideração dos sofrimentos da prisão. Não há relação entre uma coisa e outra: criticar a luta armada não legitima o terrorismo de Estado.

    Precisamos romper o círculo de ferro construído, ainda em 1964, pelos inimigos da democracia, tanto à esquerda como à direita. Não podemos ser reféns, historicamente falando, daqueles que transformaram o adversário, em inimigo; o espaço da política, em espaço de guerra.

    Um bom caminho para o país seria a abertura dos arquivos do regime militar. Dessa forma, tanto a ação contrária ao regime como a dos “defensores da ordem” poderiam ser estudadas, debatidas e analisadas. Parece, porém, que o governo não quer. Optou por uma espécie de “cala-boca” financeiro. Rentável, é verdade.
    Injusto, também é verdade. Tanto pelo pagamento de indenizações milionárias a privilegiados como pelo abandono de centenas de perseguidos que até hoje não receberam nenhuma compensação. É fundamental não só rever as indenizações já aprovadas como estabelecer critérios rigorosos para os próximos processos. Enfim, precisamos romper os tabus construídos nas últimas quatro décadas: criticar a luta armada não é apoiar a tortura, assim como atacar a selvagem repressão do regime militar não é defender o terrorismo.

    O pagamento das indenizações não pode servir como cortina de fumaça para encobrir a história do Brasil. Por que o governo teme a abertura dos arquivos? Abrir os arquivos não significa revanchismo ou coisa que o valha.

    O desinteresse do governo pelo tema é tão grande que nem sequer sabe onde estão os arquivos das Forças Armadas e dos órgãos civis de repressão.

    Mantê-los fechados só aumenta os boatos e as versões fantasiosas.

  117. Elias said

    Chesterton,

    Taí… eu concordo com quase tudo o que está dito no texto que tu reproduziste.

    Concordo, principalmente, quando ele diz que:

    a) a esquerda armada não lutou pela democracia mas pela tal ditadura do proletariado;

    b) o restabelecimento da democracia não se deu por causa da esquerda armada, mas apesar dela.

    Meu ponto de divergência, está no fato de que tu, e muita gente boa por aí, dizem que os comunistas eram uma ameaça á institucionalidade brasileira, no pré e pós-1964.

    Disso eu discordo. Os comunistas nunca passaram de grupelhos com escasso número de militantes, que nunca tiveram apoio significativo da população brasileira. Esta sempre os viu com muitas (e fundadas) reservas.

    Quando os comunistas pegaram em armas pra lutar contra a ditadura militar, ficou ainda mais evidente seu isolamento em relação à esmagadora maioria da população.

    Além desse isolamento, também ficou clara a extrema fragilidade desses grupos em termos de treinamento, equipagem e doutrina militar.

    Certo que não lhes faltou coragem. O pessoal envolvido na Guerrilha do Araguaia é bem um exemplo. Tenho o maior respeito por quem encara uma parada desse tipo.

    Mas isso não mudas as coisas: não lutavam por democracia coisa nenhuma; não tinham o apoio das massas e estavam irremediavelmente despreparados para realizar a façanha a que se propuseram.

    Tanta coragem assim merecia ser canalizada para outros fins.

  118. Chesterton said

    Você deve ter o maior respeito por gente que encara a policia encastelada no morro do Alemão, contra efetivos de 22 mil soldados, né?
    Ora, guerrilheiros marxistas são centenas de vezes piores que traficantes. Enquanto uns cometem crimes por dinheiro, os marxistas querem o poder total, ou seja, não querem grana, querem a casa da Moeda.

  119. Elias said

    Chesterton,
    Todo grupo político, no fim das contas, quer a Casa da Moeda.

    O pessoal que deu o golpe em 1964, quis a Casa da Moeda. E ficou com ela plor décadas…

    Pra saber o que essa turma fez, talvez fosse bom que lesses o que disseram o brigadeiro Haroldo Veloso e o Eliézer Batista, pra citar só 2 exemplos.

    Aliás, acho que nem precisas mais ler sobre isso. Deves saber muito bem.

    O problema, Chester, é que não te importas com o roubo dos recursos públicos, quando o ladrão é de direita.

    O roubo só te escandaliza se o ladrão for um socialista, um comunista (do tipo “quanto eu como nisto?”), por aí…

    Ora, Chester, tá na hora de se tornar adulto!

    Desonestidade, corrupção, não é exclusividade de nenhuma cor, nacionalidade, classe social, profissão, credo político ou religioso, etc.

    No quesito “delinquência” as diferenças existem praticamente só entre as classes sociais.

    As classes mais ricas, preferem meios mais sofisticados de delinquir: sonegação de impostos, compra de favorecimentos e outros atos corruptos similares.

    O pessoal das classes ferradas, por não ter acesso a esse tipo de delinquência, acaba se valendo de meios mais primitivos: assaltos, furtos, etc.

    Mas um sujeito não é menos delinquente que outro, só porque teve acesso a meios sofisticados de delinquência. Bem feitas as contas, esse aí é ainda pior que o delinquente ferrado, porque rouba mais, vive mais e quase nunca é punido.

  120. Chesterton said

    Alto lá, me importo tanto com os ladrões de direita quanto com os de esquerda, igualzinho, DESDE QUE não sejam comunistas-marxistas. Não se confunda, para mim FHC é mais a esquerda que Lula. Lula nunca soube o que é marxismo. Essa a questão principal. Esse tipo de roubo é fichinha perto dos marxistas.
    Você parece ter odio de qualquer forma de riqueza, ódio de qualquer rico. Isso me foge á compreensão. Para você todo rico é ladrão. Parece inveja.

  121. Elias said

    Chesterton,

    Mais uma vez estás enganado a meu respeito.

    Não tenho ódio de ninguém. Muito menos, tenho ódio de alguém só porque é rico.

    Várias das pessoas a quem eu mais admiro são (ou eram) ricas. Incluem-se Bill Gates, Buffet, Lennon & McCartney, Roberto Simonsen, Euvaldo Lodi, Enzo Ferrari, Jack Oppenheimer e um porradal de outros & outras.

    Verdade que Lula nunca teve nada a ver com marxismo.

    E daí?

    Nem todo mundo que é de esquerda precisa ser marxista, rapaz.

  122. Chesterton said

    foi o que eu disse.

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