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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Congresso de umbigo grande

Posted by Pax em 16/12/2010

O pior Congresso de todos os tempos não faz a mínima questão de cuidar de sua imagem. Ontem aprovou um aumento astronômico para os ocupantes de suas nababescas cadeiras. Exatamente no momento que tem a obrigação de aprovar o orçamento de 2011 que apertará as verbas para o povo que representa.

Senado aprova aumento salarial para parlamentares, ministros e presidente

Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Os senadores aprovaram o reajuste salarial que eleva para R$ 26.723,13 os rendimentos de deputados, senadores, ministros, presidente e vice-presidente da República. A matéria foi votada hoje mais cedo na Câmara e assim que chegou ao Senado foi posta em votação.

Agora, caberá ao presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney (PMDB-AP), promulgar o projeto de decreto legislativo apresentado pela Mesa Diretora da Câmara.

Pelo texto aprovado, deputados e senadores, que ganham atualmente R$ 16,5 mil, terão a partir de fevereiro um reajuste de 61,8%, mais as vantagens que recebem além dos salários. O reajuste para o salário de presidente da República será de 133,9%, já que hoje o salário do chefe do Executivo é de R$ 11,4 mil. Para os ministros de Estado, que recebem R$ 10,7 mil, o percentual do reajuste será ainda maior.

No caso do reajuste dos parlamentares, haverá um efeito cascata, já que pela Constituição deputados estaduais e distritais recebem até 75% do vencimento dos parlamentares federais. O impacto poderá chegar também nos municípios, que podem ou não reajustar os salários de vereadores e prefeitos baseado no aumento de hoje.

No caso das Câmaras Municipais, o percentual de reajuste permitido varia de acordo com o tamanho do município e não é automaticamente incorporado. Considerando que o teto seja aplicado para todos os vereadores e prefeitos do país a partir de 2013, quando eles podem incorporar o reajuste, o impacto pode ser de R$ 1,8 bilhão.

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47 Respostas to “Congresso de umbigo grande”

  1. Pax said

    É péssimo ver o Congresso, que tanto precisamos, andar neste tom de pouca vergonha. O que esperar dessa turma que elegemos? Ficar à cabresto do Executivo parece o destino.

    Agora é aguardar sentado as consequências, aumentos das outras verbas, dos assessores etc etc.

    Este impacto de 1,8 bi é para inglês ver. Será muito maior que isto.

  2. MBSantiagoJr said

    :: O Natal este ano vai ser de comemoração na casa do Tiririca. Parabéns São Paulo.

  3. eemerse said

    Parabéns eleitores que votaram com alegria, garra ,simpatia e levantando bandeiras aos ladrões
    e corruptos. Tem ums frase que faz tanto sentido agora: “Tu te tornas eternamente responsável por
    tudo aquilo que cativas..”
    Acho que tem gente que vai repensar em seus votos!E saber que tem muita gente chamando-os de BURROS!!!
    Parabéns para vcs que elegeram essa gente!!

  4. Patriarca da Paciência said

    Urros, gemidos e grunidos de perdedores!

    Fazer o quê?

    Eu aconselharia que, pelo menos, tentassem aprender com os seus erros!

  5. Pax said

    Caro Patriarca,

    Neste caso não acredito que haja vencedores. O Congresso é a casa do povo, a casa dos nossos representantes. Não consigo ver nenhum ganho para a sociedade com esta atitude que eles tomaram, ou seja, situação e oposição no Congresso legislaram em causa própria com um aumento que ofende a sociedade.

    Aqui não entra o jogo da torcida, ao que me parece.

  6. Spit Fire (Carlão) said

    Um Congresso de “tiriricas” morais e um ministério de nulidades é a verdadeira herança maldita destes 8 anos
    de lula.
    A sociedade brasileira deve (deveria) estar pensando o que vai acontecer “quando Carnaval passar…”

  7. Rodrigo Cunha said

    Eles fazem isso pq o povo deixa se formos todos as ruas e protestar com vontade duvido eles ficarem nessa mamata toda, mas o brasileiro eh burro e acomodado, fica com raiva mas nao age, fica pensando no jeitinho brasileiro!
    VERGONHA!

  8. Elias said

    Pax,

    O negócio é reforma política já!

    Sou absolutamente contrário ao congresso bicameral. A meu pensar, o Senado é uma instituição supérflua. Poderia ser extinto a qualquer momento, que não faria a menor falta. Dele restariam só as más lembranças e uma puta economia de dinheiro!

    Mas entendo que, para um povo conservador, como o brasileiro, pedir a extinção do Senado é ir longe demais.

    Sendo assim, bem que essa instituição de inutilidade pública poderia ser reduzida de dois terços: em vez de 3 senadores por Estado, seria um.

    Isso, mais um corte nas quantidades de deputados federais e estaduais e vereadores e, ainda, outras regrinhas já existentes em boa parte dos países civilizados, disciplinando, inclusive, a fixação da remuneração de Suas Excrecências… já seria alguma coisa.

  9. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    eu concordo que o aumento dos deputados foi exagerado.

    Que o parlamento brasileiro deveria ser bem menor. Por mim o número de parlamentares poderia ser três por estado e tudo o mais.

    Mas achar que todos os parlamentares brasileiros são ladrões
    e corruptos é um completo despropósito.

    Estamos vivendo o mais longo período de democracia do Brasil, ou seja, estamos apenas aprendendo o que é viver em um regime democrático.

    Vamos fiscalizar e aperfeiçoar o que já existe.

    Vendo as coisas de maneira imparcial, não somos melhores ou piores que qualquer outro país.

    Essa história de achar que “quem não concorda com o que eu penso é idiota” é que é uma simplificação pueril.

    O que acontece mesmo é que nós não estávamos mesmo acostumados a viver num país democrático.

    Lá nas “Oropas” e “Steites”, atriz pornô, palhaços, cantores etc. participam de política e… muitos se elegem.

    E nem por isso o mundo acaba!

    Ronald Reagan, um ator de segunda categoria, foi presidente dos Estados Unidos e… se reelegeu.

  10. Pax said

    Caro Elias,

    Reforma política já – concordo completamente, mas não sei se haverá vontade política e mobilização popular para isto.

    Unicameralismo – não tenho esta certeza, acredito que uma enorme discussão se faz necessária. Mas concordo de imediato com a redução do número de deputados e senadores, estes últimos ainda mais. E o fim imediato dos suplentes.

    Reduzir as mordomias seria outro bom motivo de mobilização popular.

    Caro Patriarca,

    Uma coisa é olharmos o momento com bons olhos, o tal maior período democrático etc. Outra é entendermos que o caminho está correto. No meu entender não está. Longe disso. A forma que se faz política hoje passa longe do que considero minimamente razoável, principalmente no que se refere ao Congresso que me parece ter se perdido completamente numa corrupção generalizada. E é exatamente o Congresso que mais está diretamente ligado ao povo, onde deveríamos cobrar diuturnamente.

  11. Spit Fire (Carlão) said

    polyana falou e disse, como sempre…
    hehehe

  12. Pax said

    O caro Elias já havia nos noticiado o acontecido.

    A Justiça confirmou a sentença.

    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=620CID004

    É o caso da agressão que o jornalista Lúcio Flávio Pinto sofreu.

  13. Pax said

    Para ficarmos ainda mais enojados desta decisão do Congresso

    Congressistas brasileiros ganharão 8% mais que americanos e 84% mais que britânicos

    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,congressistas-brasileiros-ganharao-8-mais-que-americanos-e-84-mais-que-britanicos,655043,0.htm

  14. Spit Fire (Carlão) said

    Ricardo Setti imperdível
    http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/a-mulher-que-se-dizia-filha-de-getulio-e-o-homem-que-se-acha-pai-do-brasil-maravilha/
    *
    Vim buscar a chave do Banco do Brasil”, comunicava a mulher negra e miserável que aparecia de vez em quando na minha casa em Taquaritinga. Eu tinha menos de 10 anos e era filho do prefeito. Ela tinha pouco mais de 40 e decidira que era filha de Getúlio Vargas, de quem havia herdado o banco estatal. Só fiquei intrigado na primeira visita. Nas seguintes, até tentei esticar a conversa com a doce maluca antes de fazer o que minha mãe ordenara: devia recomendar-lhe que resolvesse o problema com meu irmão mais velho, funcionário da agência local. Pacientemente, Flávio explicava que não podia entregar a chave sem conferir a certidão de nascimento. A órfã do presidente prometia buscá-la no cartório. Três ou quatro meses mais tarde, lá estava ela no portão para a reprise do ritual.
    Lembrei-me da doida mansa com quem contracenei na infância ao saber que o presidente Lula registrou em cartório um Brasil imaginário. É uma Pasargada retocada pelo traço de Oscar Niemeyer. Tem trem-bala, aviões pontuais como a rainha da Inglaterra, rodovias federais de humilhar alemão, casa e luz para todos, três refeições por dia para a nova classe média, formada pelos pobres de antigamente. Quem quiser ver mendigo de perto deve voar até Paris e sair à caça de algum clochard. A transposição das águas do São Francisco erradicou a seca e transformou o Nordeste numa formidável constelação de lagos, represas e piscinas. Os morros do Rio vivem em paz e quem mora nas favelas do Alemão não troca o barraco por nenhum apartamento de cobertura no Leblon.

    No país do cartório, o governo não rouba nem deixa roubar, o mensalão é coisa de Fernando Henrique Cardoso, os delinquentes engravatados foram presos pela Polícia Federal, os ministros são honestos, os parlamentares servem à nação em tempo integral e o presidente da República cumpre e manda cumprir cada um dos Dez Mandamentos. Lula fez em oito anos o que os demais governantes não fizeram em 500. A superexecutiva Dilma Rousseff precisa acautelar-se para não exagerar na eficiência: se melhorar, estraga.

    Daqui a alguns anos, é possível que um filho do prefeito de São Bernardo do Campo tenha de lidar com um homem gordo, de barba grisalha, voz roufenha e o olhar brilhante dos doidos de pedra, querendo que a paisagem real seja substituída pela maravilha registrada no cartório. A cobrança da filha de Getúlio tropeçava na falta da certidão de nascimento que o pai do novo Brasil acaba de providenciar. Depois de repetir que governou a República, ele vai reclamar o que lhe pertence sobraçando um calhamaço cheio de selos, carimbos, rubricas e assinaturas.

    “Nada é impossível neste país”, deu de repetir Lula ultimamente. Nada mesmo. É possível até um ex-presidente acabar trepado num caixote, na praça principal de São Bernardo, exigindo aos berros a existência de um Brasil que inventou.
    *
    lula é isso!!!
    <ou menos

  15. Spit Fire (Carlão) said

    lula enlouqueceu no poder – o primeiro operário perdeu a noção da realidade.
    E quem paga a conta?
    Nós.
    Ele foi eleito como a solução e se transformou em problema.
    Virou o patrono da imoralidade e manipulador da opinião pública inconsequente.
    e agora aguentem dilma, a fantoche e seu ministério de
    farsantes incompetentes.
    e um congresso de “tiriricas morais” e ministros da Olimpíada que
    vai virar olim-piada logo logo.
    Betty da Matilde deve estar ‘inseguro’ mas prefere negar
    a finalidade da oposição.Que é criticar a situação.
    Não sabe ganhar e ainda critica a oposição, por se opor.
    Parou de tomar o remédio, querida?

  16. JM HRP RELOADED! said

    Oposição?
    Que oposição???
    Com esse bando de meninos mimados e metidos a democratas mas cheios de vontades ditatoriais fica fácil governar!
    AFFFFFF!!! 16 para 20 anos de PSDB em Sampa!
    ……vou vomitar……BLEARGHHHHHHHHH

  17. Patriarca da Paciência said

    Para esse loucos de pedra que vivem por aí pregando suas alucinações.

    “Perfil de Dilma foi notícia mais lida do ano em site de jornal britânico

    Jornal destacou a atuação de Dilma na luta contra a ditadura
    Um perfil de Dilma Rousseff publicado antes do primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras foi a notícia mais lida do ano no site do jornal britânico The Independent, segundo uma lista publicada nesta quinta-feira pelo próprio site.

    A reportagem, publicada no dia 26 de setembro, previa a eleição de Dilma já no primeiro turno, uma semana depois, e dizia que ela se transformaria com isso na “mulher mais poderosa do mundo”.

    “A mulher mais poderosa do mundo vai começar a despontar no próximo fim de semana”, iniciava o texto, intitulado “Ex-guerrilheira Dilma Rousseff pronta para ser a mulher mais poderosa do mundo”.

    Apesar do favoritismo indicado pelas pesquisas de opinião uma semana antes da eleição, Dilma acabou não tendo votos suficientes para vencer a disputa no primeiro turno e foi obrigada a disputar o segundo turno com o ex-governador de São Paulo José Serra.

    ‘Forte e poderosa’

    A reportagem do Independent, porém, dava sua vitória já no dia 3 de outubro como quase certa. “Forte e poderosa aos 63 anos, esta ex-líder da resistência a uma ditadura militar apoiada pelo Ocidente (que a torturou) está se preparando para tomar seu lugar como presidente do Brasil”, dizia o texto.

    “Como chefe de Estado, a presidente Dilma Rousseff deixaria para trás Angela Merkel, a chanceler (premiê) da Alemanha, e Hillary Clinton, a secretária de Estado dos Estados Unidos: seu enorme país de 200 milhões de habitantes está se esbaldando em sua nova riqueza petrolífera. A taxa de crescimento do Brasil, que rivaliza com a da China, é uma que a Europa e Washington podem apenas invejar”, afirmava a reportagem.

    No início de novembro, já depois do segundo turno vencido por Dilma, a presidente eleita foi classificada pela revista americana Forbes como a 16ª pessoa mais poderosa do mundo.

    A lista da Forbes traz duas mulheres à frente de Dilma – Merkel, na 6ª posição, e a líder do partido majoritário indiano, Sonia Gandhi, na 9ª. Hillary Clinton era listada como a 20ª pessoa mais poderosa do mundo.

    A relação das notícias mais lidas no ano no site do Independent coloca o perfil da futura presidente do Brasil à frente de notícias como a publicação da autobiografia do escritor Mark Twain um século após sua morte (2ª mais lida) e sobre uma pesquisa que poderia levar à cura do resfriado comum (3ª). “

  18. Spit Fire (Carlão) said

    Fernando Pessoa disse certa vez :
    “ Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura”.
    Corremos o risco de estar subestimando a importancia do fenômeno do lulismo ?
    Ou, ao contrário, estamos diante de uma superestimação do que seria efetivamente o lulismo ?
    Estamos tentando examinar os astros com um microscópio ?
    Ou simplesmente examinando uma formiga com a lente invertida de uma luneta ?

    IMPERDÍVEL!
    Lulismo : O Futuro de uma Ilusão :: Mauricio Dias David*
    http://gilvanmelo.blogspot.com/2010/12/lulismo-o-futuro-de-uma-ilusao-mauricio.html

    *Doutor em Ciências Econômicas pela Universidade de Paris XIII(Sorbonne), professor da UERJ-Universidade do Estado do Rio de Janeiro, ex-economista do BNDES

    enquanto isso os brasileiros mais conscientes da realidade se perguntam:
    Afinal…Dilma é merda ou chocolate?

    Sugiro ler antes de comentar…chega de bobagens.
    hello…Betty da Matilde.
    Parou de tomar o remédio, querida?

  19. Patriarca da Paciência said

    A inveja é boa porque mata e corrói.

    Tudo no mundo tem o seu porquê!

  20. Spit Fire (Carlão) said

    “Com o Lula você exagera um pouco, mas é a sua função”, disse. “O nível do mar subiu e o navio subiu junto. De vez em quando, lula pensa que foi ele quem elevou o nível do mar…

    Delfin Neto criticando a tese de dOUTORADO do Mercadante.
    AQUELE QUE ERA ANTES DE TER SIDO – O IRREVOGÁVEL MERCADANTE…
    e dilma também era antes de ter sido…
    no petismo é um padrão…mentir sempre e travestir a realidade
    como Mercadante que confessou sua paixão por lula:
    – “Essa ideia de que o pesquisador tem que dissociar a paixão da racionalidade é uma visão superada pela neurociência”, como desculpa por seus erros de julgamento.
    Ele nem tem idéia do signifia “metodo científico” mas vai se tornar ministro da da Ciência e Tecnologia,e
    os idiotas do pedaço …aplaudem o embuste contínuo…
    comem merda achando que é chocolate e …
    se dedicam a elogiar a “primeira mulher” cercada de lulistas
    incompetentes, mas sempre poderosos corruptores (núcleo duro)
    que serviram o “primeiro operário” para um terceiro mandato espúrio e caviloso.
    e a dúvida continua…o cheiro é ruim…
    Dilma sem lula fungando no pescoço é merda ou chocolate?
    *
    “cocoricar” criticando Serra ou FHC é a maior prova da total idiotia que assola
    Betty da Matilde…a boneca do pedaço, travestido de pesquisador da midia internacional (e de Marx, lembra?)
    (AKA P da P)
    Parou de tomar o remédio, querida?
    hehehahaha

  21. JM HRP RELOADED! said

    É isso aí Patriarca…..
    O cara escreve esses torpedões de “reiva”.
    São 08 + 04 anos de hegemonia gramsciana!

  22. Pax said

    Experimente – vale a pena

    http://www.radiopaisagem.com.br

    Defina uma região, escolha as aves e monte uma rádio para tocar no seu micro.

  23. Pax said

    Um exemplo

    http://www.radiopaisagem.com.br/mata-atlantica.php

  24. Spit Fire (Carlão) said

    falando em exemplos…
    Campanha da ‘despedida’ de Lula custa R$ 20 milhões
    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,campanha-da-%E2%80%98despedida-custa-r-20-mi,655489,0.htm

    Gastos. Segundo dados da Secom, foi gasto, até a primeira semana de dezembro, R$ 1,1 bilhão com propaganda em mídia da administração direta e indireta do governo federal – no ano passado foi R$ 1,6 bilhão. O total não inclui publicidade legal (divulgação de balanços), gastos com produção de comerciais e eventos.

    A maior parte dos recursos foi destinada às emissoras de televisão (R$ 707 milhões). Depois vieram os jornais (R$ 100 milhões), as rádios (R$ 99 milhões) e as revistas (R$ 82 milhões). O Ministério da Saúde foi a pasta que, até agora, usou mais recursos: R$ 137 milhões, seguido pelo Ministério das Cidades, R$ 60 milhões.

    e se ao invés de se auto elogiar esse dinheiro fosse economizado e passado doado para instituições de caridade idôneas.Nada de cumadres companheiros.
    mas o “pequeno napoleão” prefere se auto glorificar com o dinheiro do povo.
    de fato nunca antes neste país se viu um presidente embusteiro apaixonado pela
    própria mentira.
    Dizer q isso é “hegemonia gramsciana” é muito, muito doente.Além de prova de ignorância sobre
    Gramsci. Inventaram corrupção ideológico-financeira como padrão de conduta.
    Esses caras perderam a noção da realidade
    e ainda “se acham”…
    Entendeu Jacinto?

  25. familiabopp said

    Certo dia eu me deparei com uma frase que me soou, no mínimo, estranha. Um juiz federal, que também é professor e escritor de livros para concurso público, chamado William Douglas, falou do “sonho de passar em concurso público”. Se um grupo de pessoas supõe que ser funcionário público é um sonho, é porque as coisas vão de mal a pior. Assustadores são aqueles indivíduos presunçosos, que acham que o estreito mundinho da burocracia seja o mais elevado nível de reconhecimento social e garantia econômica. Esses aí olham a sociedade de cima para baixo, sabe-se lá por quê. Todavia, de uma coisa há de se concluir: quando uma parte não muito pequena da sociedade sonha com cargos públicos, tal fato revela a falta de opção, a pobreza econômica e a visão social turva de uma nação.

    É perfeitamente compreensível entender por que uma boa parte estudiosa e universitária da população procura cargos públicos: a iniciativa privada paga maus salários e os empregos, em sua maioria, aparentam não ser promissores. Os salários de cargos públicos, à primeira vista, são atraentes. Todavia, pouca gente se pergunta o preço dessa mania e por que muitos empregos privados são tão ruins. A fórmula é relativamente simples: cerca de quase metade da renda nacional está nas mãos do Estado. Essa renda toda, decerto, não é produzida pelo funcionalismo, que no país, é um verdadeiro exército de gente empregada e cara. No entanto, mesmo que o cidadão comum pague uma carga tributária pesadíssima, eis o que se vê nos serviços públicos em geral: hospitais e escolas públicas caindo aos pedaços, papeladas e mais papeladas para resolver problemas burocráticos que poderiam ser simples e a corrupção, que em certos setores, se torna generalizada. E seus efeitos são sentidos também na iniciativa privada: pouca acumulação de capital e poupança, salários baixos, escassez de bons empregos e empobrecimento geral.

    Se não bastasse o mercado ser exaurido por conta dessa estrutura estatizante, uma boa parte da sociedade guarda também um sólido ranço mercantilista. A empresa privada brasileira pode ser competitiva e muitos brasileiros são grandes empreendedores. Porém, eles enfrentam toda uma estrutura institucional que parece odiá-los e a hostilizá-los. A mentalidade vigente na política e na economia brasileira não parece gostar de livre concorrência. Empresa privada que se dá bem é aquela que presta salamaleques ao governo e vive numa bizarra espécie de capitalismo sem riscos. Ou melhor, onde os lucros são privados e os riscos são públicos. É possível entender por que muita gente foge do ofício de ser empresário. Há toda uma sorte de dores de cabeça para realizar tal atividade: impostos altíssimos, fiscais da receita ou do trabalho corruptos, direitos trabalhistas altos e impagáveis, contas pesadas a pagar, sem contar as dificuldades inúteis para regularizar uma empresa. Até fechar um negócio se torna dispendioso. A despeito de ser o elemento motivador que gera a riqueza econômica do país, o empresário é estigmatizado como uma criatura exploradora e parasita, cuja atividade é uma “concessão” que o Estado oferece, como um mal necessário. As restrições burocráticas ao livre mercado são assombrosas e desestimulantes. Cabe acrescentar outras dificuldades graves: as reservas de mercado nas práticas empresariais, profissões, ofícios. E também privilégios em relação aos empréstimos, subsídios e incentivos fiscais que o Estado proporciona para certos empresários amigos do rei. A concorrência, neste caso, se torna desleal.

    É paradoxal que em nosso país, a iniciativa privada se sinta dependente ou refém do Estado. Contrariamente ao bom senso de todas as filosofias políticas, não é o Estado que se torna elemento subsidiário e marginal da sociedade e da iniciativa privada, mas é a própria sociedade e a iniciativa privada que são elementos subsidiários e marginais do Estado. É como se a iniciativa privada fosse parte do próprio Estado e não um elemento separado, dicotômico, tal como ocorre nas sadias democracias modernas. Daí a promiscuidade entre o público e privado, entre o empresário privilegiado e o político e burocrata vigarista e corrupto. Daí o patrimonialismo, que confunde a autoridade pública abstrata do cargo com a própria pessoa do cargo.

    Um exemplo claro disso é quando o eleitorado vota inspirado no assistencialismo governamental. O retrato dessa anomalia é a bolsa-família e demais subsídios aos pobres. Na mentalidade da maioria dos eleitores ignorantes, o Estado, como um pai, um coronel, um senhor de engenho, foi caridoso, deu de comer aos famélicos coitados. O Estado não é uma figura burocrática e impessoal. Ele tem sentimentos e vontade própria. Sua ação não se faz por conta das leis, para retribuir à sociedade o que recolheu em impostos, mas porque realiza um “favor”, uma generosidade, uma boa ação ao povo pobre. Assim pensaram os eleitores nordestinos que votaram em peso em Dilma Rousseff para presidente. Na mentalidade deles, o Estado não é uma entidade abstrata, porém uma figura personalizada, na pessoa do Sr. Lula. O mesmo se aplica ao chamado Prouni, ao subsídio que o governo federal dá aos estudantes pobres para ingressarem nas universidades.

    Na propaganda do governo, uma atriz relata: – Antes, medicina era coisa pra rico! Tal como um lacaio de senzala ou um menino de recados do Brasil colonial, a criatura reproduz um pensamento secular de servilismo arraigado na população. Claro, o futuro ex-presidente demagogo captou perfeitamente a psicologia dos pobres para tratá-los como “filhos”, tal como um senhor de engenho trataria seus lacaios da fazenda. O mesmo princípio se aplica aos empresários benevolentes e bajuladores do governo, que ganham privilégios com essa aliança subserviente e desigual. A empresa privada vive amarrada numa situação legal de chantagem tributária com o Estado, idêntica a uma relação entre um eterno devedor e um agiota. O governo cria leis tributárias impossíveis de serem cumpridas e o empresário médio se torna um eterno cativo dos fiscais da receita. Na prática, trocou-se o senhor de engenho e o burocrata português pela figura personalista do Estado soberano, do governo federal. A soberania estatal, por assim dizer, virou um grande senhor de engenho. E os seus cidadãos, verdadeiros escravos da senzala, fazem contrição, agradecidos, pela generosidade do ogro filantrópico governamental.

    Mesmo a psicologia da criatura da propaganda do Prouni reflete um atraso civilizador: medicina, como funcionalismo público, não é uma atividade profissional como outra qualquer, dentro de uma nação capitalista e democrática. É uma outorga governamental, um status bacharelesco, que a distingue dos seres mortais, tal como os nobres do Antigo Regime. Por mais que o governo jorre dinheiro para universidades de péssima qualidade, inclusive, sendo que a maioria delas tenha as piores notas no ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), o importante não é ter cultura intelectual séria, mas sim distribuir diplomas a granel, inflar as estatísticas governamentais e formar centenas de milhares de bacharéis analfabetos funcionais.

    Lima Barreto, no seu delicioso romance “Os Bruzundangas”, dizia que a fama generalizada de “doutores” era um simulacro de título de nobreza de toga, tal como a nobiliarquia dos “Dons” da Espanha. O mesmo sentimento se aplica aos funcionários públicos. O “sonho” do concurso público, basicamente, é a mentalidade patrimonialista que se repete de geração por geração, de se achar distinto, por pertencer às esferas do poder estatal.

    É mais compreensível ainda por que a inteligentsia brasileira busque na burocracia, um sinal de ascensão social. Mesmo os mais acérrimos intelectuais críticos do patrimonialismo estatal brasileiro, com sólido pensamento liberal, são ou foram funcionários públicos. Essa questão denuncia a carência ou pobreza, dentro da iniciativa privada, de atividade intelectual fora da influência do Estado. Mesmo a educação privada e universitária brasileira é uma extensão do Estado e segue todas as cartilhas impostas pela burocracia. Não há um reitor, um professor universitário, um livre pensador que questione a intervenção estatal sufocante em escolas e faculdades privadas. Na verdade, livre pensamento no Brasil é estatizado. Historiador, sociólogo, filósofo, professor, economista não é aquele que estuda história, sociologia, filosofia, letras, pedagogia ou economia e sim quem possui diploma desses conhecimentos. Ainda que o indivíduo seja um completo ignorante nessas matérias, o culto da papelada prevalece sobre o conteúdo real. O autodidata estudioso não existe na cultura intelectual brasileira, salvo, é claro, se tiver um papel timbrado. Quando a papelada bacharelesca não resolve ou quando simplesmente não a possui, vira naturalmente funcionário público.

    Os empresários da educação não querem brigar contra o Estado; morrem de medo dos governantes. E professores e alunos parecem crer que seja “natural” que o Estado imponha projetos, políticas pedagógicas ou mesmo reles doutrinação ideológica através de burocracias aladas do MEC (Ministério da Educação), em Brasília. Algum professor do país conhece quem está ditando as cartas para educar os alunos? Algum pai de família questiona o que seus filhos estão aprendendo na escola? Os burocratas socialistas da educação já estão ditando para nós o que devemos ou não ler nas salas de aula: Monteiro Lobato, um clássico infantil de gerações de crianças brasileiras, foi ameaçado de ser banido pelo Conselho de Educação, por ser considerado “racista”. E se não bastasse a perversão pedagógica desses doutos ursos sábios da engenharia social travestida de educação, já querem impor cartilhas homossexuais nas escolas, para menores e adolescentes! Todavia, uma boa parte dos brasileiros confia cegamente na sacrossanta autoridade dos “sonhadores” do concurso público, ainda que contraditoriamente critique seus serviços!

    Embora o concurso público seja um avanço administrativo, pois ajudou a impessoalizar a burocracia estatal, tornando-a mais competitiva e meritocrática (ao menos na seleção dos quadros internos), no entanto, o corporativismo continua atuante e a mania do cargo público constitui uma anomalia social perigosa. Pouca gente percebe nessa onda a feroz concentração de poder estatal, o afunilamento do mercado de trabalho e demais opções de emprego na sociedade civil. A pergunta que fica no ar é: com um exército de funcionários públicos, quem pagará a conta? Quem pagará o déficit da previdência social, que explode a cada dia e endivida cada vez mais o Estado? Alguém já percebeu quem é o sujeito mais privilegiado no recolhimento de impostos? Com certeza não é o contribuinte. Uma parte considerável dos impostos é para pagar a folha de salários do funcionalismo público. Em alguns casos, essas folhas superam, de longe, todos os gastos necessários em serviços, em favor do cidadão comum.

    É inteligível por que muitos indivíduos “sonhem” com o concurso público. O “sonho” do concurso público escamoteia uma realidade perversa da sociedade brasileira: uma nação pobre, dominada por um capitalismo cheio de cartéis, reservas de mercado e distorções governamentais, que encarece a vida econômica e escasseia os empregos. É uma economia rigidamente estratificada, que teme os riscos e cria empecilhos estúpidos para os mais competitivos. Chega a ser paradoxal que os mais competitivos procurem no Estado, aquilo que não acham no mercado. Claro que os “concurseiros” só são competitivos quando estudam para as provas. Depois se tornam parasitários em privilégios. Ciosos do seu bem estar, de sua estabilidade profissional e de suas regalias profissionais, uma parte significativa deles é abertamente hostil a quaisquer mudanças de ordem econômica, quando implicam a diminuição do Estado ou do orçamento.

    Não há de surpreender porque o funcionalismo público, em sua grande parte, adota o socialismo como ideologia. Sob o disfarce de um discurso progressista, é uma classe reacionária por excelência, quando a questão é a defesa de seus privilégios. O ódio disseminado contra o patrão, o capitalista real ou o empreendedor privado, no âmago dessas doutrinas estatizantes, coaduna com o amor idolátrico pelo chefe abstrato que é o Estado. Esse chefe abstrato não tem olhos, não tem vida ou comando próprio para cobrar a conta deles. Nem mesmo o contribuinte médio, que supostamente é o seu chefe, tem olhos fiscalizadores para o dinheiro que é tirado de seu bolso. Na verdade, o próprio funcionário público é o chefe, o comando, o próprio Estado. E numa inversão de hierarquias, aquele que deveria ser servido, que é o cidadão comum, é o seu mais atribulado servidor. Ou melhor, o seu mais atribulado servo.

    A segurança estatal ilusória da estabilidade é um dos atrativos da carreira pública. Parte-se do mecanismo psicológico de isenção de responsabilidade individual e da transferência de custos do funcionalismo público para o próprio Estado. Daí a crença fantasmagórica de que o socialismo, expandindo suas garras sobre a sociedade, expandirá também os confortos restritivos da burocracia. Contudo, esses confortos só existem porque há uma margem de mercado livre, com todos os empecilhos burocráticos existentes. São os empresários e trabalhadores privados que produzem os bens de consumos baratos e acessíveis para esse mesmo funcionalismo. Ou mais, é a livre empresa e o trabalhador assalariado da iniciativa privada que pagam os salários e os consumos dos servidores públicos. Sem este mero detalhe, os confortos do grosso da burocracia estatal simplesmente desaparecem. Ou na melhor das hipóteses, só uma nomenclatura bem diminuta se beneficiaria com essa concentração de poder governamental (como de fato, ocorreu em todos os países socialistas).

    Na verdade, o funcionalismo público é, por natureza, um grupo cujos ganhos estão na ineficiência. Quanto mais o Estado gastar com eles, melhor. Não há uma relação direta entre os salários dos cargos públicos com produtividade. Pelo contrário, quanto menos trabalho e maior ganho, maior é a recompensa. Em suma, o funcionalismo público é uma classe que quanto mais se agiganta, mais se torna inútil, mais se torna incontrolável. O potencial de subversão do funcionalismo público é altamente destrutivo. E em nome disso, pode ameaçar tanto a economia, como as liberdades de um país democrático.

    Não condeno quem busca a carreira pública. Sob muitos aspectos, as vantagens do funcionalismo são sedutoras e é uma atividade laboral e honesta como qualquer outra. Em muitos países ricos e democráticos, o funcionalismo público tem um significado bastante secundário, como de fato, deve ser. No entanto, é criticável a mitificação do cargo público como se fosse uma atividade superior, acima do bem e do mal, ou um “sonho”, na visão do juiz William Douglas. Este “sonho” custa muito caro ao país. No Brasil, o cargo público ganha aura mística, sacerdotal, importância desproporcional e absurda. O inchaço do poder público e a expansão da burocracia estatal é uma tragédia para o país. Onera o contribuinte, arruína as contas do Estado e poda o desenvolvimento de uma nação.

    Postado por Conde

  26. Elias said

    Acho que uma das características do serviço público brasileiro é, exatamente, a balbúrdia organizativa. A multiplicidade de critérios (que, no fim, equivale a critério nenhum).

    Tome-se como exemplo o Serviço Público Federal.

    Aí existem áreas profissionalizadas, eficientes e bem remuneradas, como é o caso do Banco Central (na Administração Indireta) e da Receita Federal (na Administração Direta).

    Em compensação, existem áreas subremuneradas. Exemplo: Forças Armadas.

    Um motorista do Senado ganha quase o mesmo — frequentemente, mais — que um capitão do Exército. Qual o critério que respalda isso?

    São rigorosíssimas as exigências que se tem que cumprir — em termos de capacitação técnica, conduta pessoal, etc — para se chegar a capitão das Forças Armadas.

    Acresce, ainda, que o indivíduo fica virtualmente impossibilitado de fincar raízes em qualquer lugar porque, a qualquer tempo, pode se estabelecer a necessidade de transferi-lo para outro lugar.

    A esposa desse cidadão quase sempre vê-se na contingência de abrir mão do emprego, da carreira, pra acompanhar o marido. Sei de casos em que a esposa do oficial, professora de uma universidade estadual, prestou concurso para uma universidade federal. Aprovada, optou por esta última, embora a remuneração seja bem menor. É que, se o marido for transferido — o que pode ocorrer a qualquer tempo — ela poderá pleitear a transferência para outra IES federal.

    E esse casal até hoje se declara privilegiado por estar nessa condição, embora a esposa tenha abandonado uma carreira pra lá de promissora como professora e pesquisadora, tendo que recomeçar tudo de novo.

    Se “privilegiado” é isso, imagine-se os “desprivilegiados”…

    Com muito menos esforço e capacitação, um motorista do Senado obtém uma remuneração equivalente à de um capitão do Exército.

    Professor universitário é outra categoria pessimamente remunerada, o mesmo se aplicando a outras categorias do funcionalismo civil.

    Nos Estados e Municípios, com raríssimas exceções, a balbúrdia é ainda maior. A mesma categoria profissional pode ter remuneração substancialmente diferente, dependendo do órgão ou ente de lotação.

    De igual modo, as exigências quanto ao desempenho funcional diferem substancialmente, de um para outro órgão ou ente, dentro de um mesmo nível de governo. Existem áreas onde a exigência de desempenho elevado é característica marcante. Por outro lado, também existem áreas onde não se faz exigência nenhuma.

    Enfim, não dá pra se falar no serviço público brasileiro como se ele fosse uma coisa monolítica, com um único padrão de desempenho ou de remuneração.

    Claro que é bem mais fácil falar mal do serviço público, desse jeito. Principalmente sob o viés ideológico que tem no Estado a causa de todos os males.

    Mas é o tipo do viés que não leva a lugar nenhum. A menos que se invente uma forma de se viver sem o Estado.

  27. Pax said

    Pois é, caro Elias,

    O pior de tudo é o que o Villas-Bôas insiste em criticar e eu lhe dou razão: Brasília.

    Aquilo se tornou (vide caso do motorista do Senado, e, pior ainda, dos salários da famigerada gráfica do Senado) uma ilha de absoluta fantasia e desrespeito ao povo brasileiro.

    Eles se aumentam, como no caso do Congresso, e estes aumentos acabam se tornando uma bola de neve, uma enxurrada para alguns e não para outros. Em resumo se tem um monte de marajás de um lado e um outro monte de funcionários públicos mal pagos e insatisfeitos.

    O exemplo dos professores universitários é um dos bons. Logo eles que são, no meu entender, pilares da sociedade brasileira, assim como todos os professores das redes municipais e estaduais.

    Se esta tropa não estiver bem remunerada, bem treinada e satisfeita, a Educação no país fica subdesenvolvida. E com educação subdesenvolvida o país inteiro fica subdesenvolvido. Não há escapatória para esta realidade.

    Ótimo que mitigamos a miséria no Brasil e que este caminho será continuado. Com certeza não dá para educar gente que não tem almoço na mesa.

    Mas a hora é de pensarmos o passo adiante. E onde está este passo?

    Esta é uma resposta que todos sabem, mas poucos têm coragem de assumir. Melhorou com Lula? Pode ser. Não digo que sim ou que não, não entro nestes dados de mais universidades e escolas técnicas. Só sei que se melhorou foi insuficiente. Sempre acharei insuficiente.

    Não vejo, mesmo tendo olhos que me parecem razoáveis (que batem em todos os lados, acho que sim), que tenhamos tomado a grande decisão ainda. E esta decisão é investir cada centavo em bancos escolares melhores. Só vejo um Brasil realmente bom depois que este caminho for traçado.

    E ele não foi, ainda. Infelizmente.

    Brasília? Funcionários públicos marajás? Cá entre nós, para quê mesmo precisamos de gente assim?

  28. Elias said

    Pax,

    Fico impressionado com a facilidade com que se cria novos órgãos ou entes públicos no Brasil.

    Um candidato diz que vai criar o “Ministério da Segurança”, a outra, quer o “Ministério da Micro, Pequena e Média Empresa”.

    Ora, caramba: o único novo ministério de que o Brasil realmente necessita, é aquele sugerido pelo Chico Buarque: o “Ministério do Vai dar Merda…”.

    Dentre outras coisas, esse ministério talvez servisse pra impedir a criação de novos ministérios. Melhor, ainda, se ajudasse a detonar com alguns já existentes.

    O quê, no máximo, justificaria a criação de um programa de trabalho, acaba servindo pra justificar a criação de um novo órgão. Este, por seu turno, acaba não executando adequadamente o programa de trabalho que, supostamente, lhe teria dado causa.

    Há alguns anos, uma amiga minha, funcionária pública federal em Brasília, fez parte de um grupo de trabalho cuja missão era desmontar a estrutura do Ministério da Cultura, que havia sido extinto.

    Antes do trabalho ser concluído, o ministério foi recriado.

    Creio que a modernização e a maior eficiência do serviço público está relacionada à melhoria tecnológica e à fusão — não o desmembramento — de funções. É, muito mais, uma questão de métodos e processos de trabalho, e não da criação de novos órgãos ou entes.

    Um exemplo disso, foi a junção das ações de arrecadação federal na Receita Federal do Brasil. A arrecadação aumentou e o combate à sonegação ficou mais eficaz, ao mesmo tempo em que o custo dessas ações se reduziu. Agora, com a implantação do SPED os resultados tendem a ser ainda melhores, sem mais custos.

    Para se chegar a esse resultado, não se criou nenhum órgão ou setor; ao contrário, fundiu-se, num único órgão, áreas existentes em vários outros.

    Acho que isso não é tudo, mas já é alguma coisa. Pelo menos, é o esboço de um caminho…

  29. Mona said

    Oi, guys
    Depois de um longo inverno, volto a postar, animada pela qualidade do mais novo “doutor” laureado pela Unicamp. A respeito do assunto, segue um texto do Alexandre Shwartzmann, postado no seu blog “Mão Visível”. Tomem, acadêmicos pós-graduados babacas, que ralam por 3 ou 4 anos, na elaboração e defesa de teses, preocupados com a construção do saber científico. Mirem-se no exemplo do Dr. Mercadante, na minha visão a mais perfeita síntese daquilo em que se tranformou a academia brasileira.

    “Minha primeira reação à defesa de tese do Mercadante foi, confesso, de escárnio. Pensei: “se restava ainda alguma dúvida que um doutorado em Economia [corrigi depois que fui alertado] pela Unicamp e nada fossem a mesma coisa, o senador a dirimiu e, com isso, finalmente fez alguma coisa servindo ao interesse público”.
    Entretanto, a conclusão lógica é bem pior do que minha afirmação (não que ela deixe de ser verdadeira, longe disso). A rigor, se ele conseguiu o título de doutor em Economia “defendendo” uma tese que consiste numa inédita homenagem à sabujice, para que vale o título mesmo?
    A mensagem (apropriada para que demonstra tamanha subserviência a um presidente que, sempre que pode, louva sua própria falta de educação) é simples e direta: todos vocês que ralaram para completar seus doutorados, passando noites em claro, conciliando (como vi de perto) a necessidade de trabalhar com a ambição de terminar uma tese, são uns otários.
    Basta colocar no papel uns tantos elogios ao governante de plantão, juntar meia dúzia de compadres dispostos a participar da farsa, achar um departamento que se sujeite a este tipo de coisa e, parabéns, você é o mais novo doutor em Economia do Brasil, sem ter feito qualquer, minúscula, mísera migalha de contribuição para o desenvolvimento da ciência. De quebra, desmoralizou um título que muita gente boa teve que trabalhar duro para conquistar.

    Talvez dê para descer um pouco mais, mas, sinceramente, vão ter que se esforçar.”

  30. Elias said

    E, Pax,

    Insisto na remuneração dos servidores militares.

    Tome como exemplo um piloto de aviação militar. O país gasta uma grana pra formar um bom piloto militar. E forma excelentes pilotos militares.

    O cara é tenente. A remuneração dele é definida proporcionalmente à remuneração do oficial superior de maior patente: General de Exército, Almirante de Esquadra, etc. Remuneração que não é lá essas coisas…

    A aviação civil paga muito mais a pilotos sem a mesma cancha técnica…

    Resultado: empresas — estrangeiras, principalmente — se esmeram em aliciar pilotos militares brasileiros.

    Uma parcela expressiva, relevando o bem estar da família, acaba sacrificando a vocação e se rende à proposta de uma remuneração muito mais elevada. Vai pela remuneração, mas vive frustrado por ter truncado a carreira.

    A maior parte fica por amor à farda, mas a insatisfação é latente.

    Os que foram, representam uma enorme perda de recursos e tempo, despendidos na sua formação.

    Ou seja: é uma situação em que muitos — e o país principalmente — só perdem.

    Será que já não passa de hora de mudar isso?

  31. Pax said

    Veja, caro Elias,

    Não estou contra que os servidores militares sejam bem pagos. Pelo contrário. O teu exemplo dos aviadores é bom. Há outros.

    Assim como os policiais militares e civis (deveriam, acho, ser uma só categoria) nos estados.

    O que sou contra é a ilha de marajás que Brasília e outros recantos mantém. Esses marajás são nada mais nada menos que sanguessugas, carrapatos, parasitas, que passam os seus dias fazendo nada ou quase nada e planejando mais e mais assaltos aos cofres da viúva. É só ver o caso dos pagamentos de horas extras no Congresso nos períodos de férias, como um dos exemplos.

    E, também insistindo, não esquecer do grande cara que vai tirar o país para um novo patamar: o sr Professor ou sra Professora.

  32. Elias said

    Pax,

    É isso aí!

  33. Pax said

    Então, caro Elias, esquecemos de comentar, mas um bom exemplo que está em prática é, caso eu não esteja enganado, a Policia Federal.

    Segundo me consta, necessitando confirmação, fizeram uma reforma, com bastante exigência para ingresso etc e os salários de hoje são razoáveis.

    Pelo que tenho de informação houve uma melhoria considerável nos quadros da PF, o que é muito bom. Claro que tem gente que reclama, claro que poderíamos ter mais policiais e equipamentos, mas a diferença do que era para o que é agora é enorme.

  34. Patriarca da Paciência said

    Pelo entendimento do comentário 25, funcionários públicos são apenas “despesas”, em nada contribuindo para a geração de riquezas.

    Pelos cálculos realistas, quando o pré-sal estiver a todo vapor, a Petrobrás reprsentará 35% do PIB brasileiro.

    Some-se a isto as hidrelétricas, bancos etc. e, creio, ultrapassará os 50% do PIB.

    No fundo, toda a argumentação do comentário 25, reduz-se apenas a jogo de palavras.

  35. Patriarca da Paciência said

    Eu concordo com o Pax e Elias que o Brasil tem realmente profundas mazelas em relação a funcionários públicos, mas não só a isso, direito de propriedade é tão calamitoso, ou mais, que os problemas dos funcionáirios públicos e, quem mais defende a manutenção desse privilégios absurdos, são os ditos “liberais”.

    Lembro-me que, ao final do governo FHC, foi anunciado que no Brasil havia uma área equevalente a dois estados de São Paulo, cuja propriedade foi obtida simplesmente através grilagem. Anunciaram também que iriam iniciar um processo de desapropriação dessas áreas para fins de reforma agrária.

    Pois muito bem, o assunto foi tão bem abafado que, acredito, poucas pessoas se lembrem disso.

    Mas eu me lembro muito bem. FOI ANUNCIADO, AO FINAL DO GOVERNO FHC, QUE NO BRASIL HÁ ÁREA EQUIVALENTE A DOIS ESTADOS DE SÃO PAULO, CUJA PROPRIEDADE FOI OBTIDA POR GRILAGEM.

    Outro “causo” que eu não esqueço, aconteceu em Santa Catarina. Quando o finado ex-governador Vilson Kleinübing, assumiu a governança do estado, há alguns anos atrás, descobriu que o salário mais alto, pago em todo o estado, pertencia a uma filha de um finado desembargador. A moça já tinha uma boa idade e nunca casara. Se casasse perdia o direito ao polpudo salário.

    Acontece que o finado governador ficou muito indignado com o fato de uma moça solteira, que nada fazia, receber uma remuneração quatro vezes superior àquela paga a um governador.

    Disse que não iria pagar.

    Depois de alguns impasses, foi pedida a intervenção do estado e o governador teve que se dobrar.

    Entendo que as coisas são ainda bem mais complicadas do que parecem.

    Até parece que os descendentes dos donatários das “capitanias hereditárias”, de uma maneira absurdamente astuta, ocupam certos postos chaves no país e… vai ser muito difícil desalojá-los de lá.

  36. Spit Fire (Carlão) said

    Quanto vale um deputado federal?
    http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/12/20/quanto-vale-um-deputado-federal

    fora mordomias…e outras sacanagens.

  37. Spit Fire (Carlão) said

    Abaixo-assinado contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010
    http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4596

    já está com mais de 150 mil assinaturas…e crescendo.

  38. Chesterton said

    O Brasil que trabalha…
    Estado

    Quanto paga ao governo federal Quanto recebe do governo federal Resultado final
    Acre 244.750.128,94 2.656.845.240,92 + 2.412.095.111,98
    Amazonas 6.283.046.181,11 3.918.321.477,20 2.364.724.703,91
    Amapá 225.847.873,82 2.061.977.040,18 + 1.836.129.166,36
    Pará 2.544.116.965,09 9.101.282.246,80 + 6.557.165.281,71
    Rondônia 686.396.463,36 2.488.438.619,93 + 1.802.042.156,57
    Roraima 200.919.261,72 1.822.752.349,69 + 1.621.833.087,97
    Tocantins 482.297.969,89 3.687.285.166,85 + 3.204.987.196,96
    Alagoas 937.683.021,32 5.034.000.986,56 + 4.096.317.965,24
    Bahia 9.830.083.697,06 17.275.802.516,78 + 7.445.718.819,72
    Ceará 4.845.815.126,84 10.819.258.581,80 + 5.973.443.454,96
    Maranhão 1.886.861.994,84 9.831.790.540,24 + 7.944.928.545,4
    Paraíba 1.353.784.216,43 5.993.161.190,25 + 4.639.376.973,82
    Pernambuco 7.228.568.170,86 11.035.453.757,64 + 3.806.885.586,78
    Piauí 843.698.017,31 5.346.494.154,99 + 4.502.796.137,68
    R G do Norte 1.423.354.052,68 5.094.159.612,85 + 3.670.805.560,17
    Sergipe 1.025.382.562,89 3.884.995.979,60 + 2.859.613.416,71
    Goiás 5.397.629.534,72 5.574.250.551,47 + 176.621.016,75
    Mato Grosso 2.080.530.300,55 3.864.040.162,26 + 1.783.509.861,71
    Mato G SUL 1.540.859.248,86 2.804.306.811,00 + 1.263.447.562,14
    Esp Santo 8.054.204.123,9 3.639.995.935,80 – 4.414.208.188,1
    Minas 26.555.017.384,87 17.075.765.819,42 – 9.479.251.565,45
    Rio 101.964.282.067,55 16.005.043.354,79 – 85.959.238.712,76
    São Paulo 204.151.379.293,05 22.737.265.406,96 – 181.414.113.886,09
    Paraná 21.686.569.501,93 9.219.952.959,85 – 12.466.616.542,08
    Rio Gr Sul 21.978.881.644,52 9.199.070.108,62 – 12.779.811.535,9
    S Catarina 13.479.633.690,29 5.239.089.364,89 – 8.240.544.325,4

    Agora você entendeu o porque da popularidade dele…
    A gente paga e eles elegem o Presidente…
    ATENÇÃO ESPECIAL AO MARANHÃO, BAHIA E PARÁ !!!!!

  39. Chesterton said

    O Brasil que trabalha…
    Estado

    Quanto paga ao governo federal—- Quanto recebe do governo federal—- Resultado final
    Acre —- 244.750.128,94—- 2.656.845.240,92—- + 2.412.095.111,98
    Amazonas—- 6.283.046.181,11—- 3.918.321.477,20—- 2.364.724.703,91
    Amapá —- 225.847.873,82—- 2.061.977.040,18—- + 1.836.129.166,36
    Pará—- 2.544.116.965,09—- 9.101.282.246,80—- + 6.557.165.281,71
    Rondônia—- 686.396.463,36—- 2.488.438.619,93—- + 1.802.042.156,57
    Roraima—– 200.919.261,72—- 1.822.752.349,69—- + 1.621.833.087,97
    Tocantins—- 482.297.969,89 —- 3.687.285.166,85 —- + 3.204.987.196,96
    Alagoas —- 937.683.021,32 —- 5.034.000.986,56 —- + 4.096.317.965,24
    Bahia —- 9.830.083.697,06—- 17.275.802.516,78—- + 7.445.718.819,72
    Ceará—- 4.845.815.126,84—- 10.819.258.581,80—- + 5.973.443.454,96
    Maranhão—- 1.886.861.994,84—- 9.831.790.540,24—- + 7.944.928.545,4
    Paraíba—- 1.353.784.216,43 —- 5.993.161.190,25 —- + 4.639.376.973,82
    Pernambuco—- 7.228.568.170,86—- 11.035.453.757,64 —- + 3.806.885.586,78
    Piauí —- 843.698.017,31 —- 5.346.494.154,99 —- + 4.502.796.137,68
    R G do Norte—- 1.423.354.052,68 —- 5.094.159.612,85 —- + 3.670.805.560,17
    Sergipe—- 1.025.382.562,89 —- 3.884.995.979,60 —- + 2.859.613.416,71
    Goiás —- 5.397.629.534,72 —- 5.574.250.551,47 —- + 176.621.016,75
    Mato Grosso—- 2.080.530.300,55 —- 3.864.040.162,26 —– + 1.783.509.861,71
    Mato G SUL—- 1.540.859.248,86 —- 2.804.306.811,00 —- + 1.263.447.562,14
    Esp Santo—- 8.054.204.123,9 —- 3.639.995.935,80 —- – 4.414.208.188,1
    Minas—- 26.555.017.384,87 —- 17.075.765.819,42 —- – 9.479.251.565,45
    Rio —- 101.964.282.067,55 —- 16.005.043.354,79 —- – 85.959.238.712,76
    São Paulo—- 204.151.379.293,05 —- 22.737.265.406,96—- – 181.414.113.886,09
    Paraná —- 21.686.569.501,93 —- 9.219.952.959,85 —- – 12.466.616.542,08
    Rio Gr Sul —- 21.978.881.644,52 —- 9.199.070.108,62 —- – 12.779.811.535,9
    S Catarina —- 13.479.633.690,29—- 5.239.089.364,89 —– – 8.240.544.325,4

    Agora você entendeu o porque da popularidade dele…
    A gente paga e eles elegem o Presidente…
    ATENÇÃO ESPECIAL AO MARANHÃO, BAHIA E PARÁ !!!!!

  40. Chesterton said

    ma pergunta desafiadora…

    Uma grande verdade

    A pergunta mais desafiadora dos últimos tempos
    Eis aqui a pergunta mais desafiadora que ouvi nos últimos tempos…
    O rei do Futebol é negro…

    O político mais poderoso do mundo é negro…

    E o líder da oposição (Partido Republicano) também é negro.

    A mulher mais rica e influente na mídia é negra.

    O melhor jogador de golfe de todos os tempos é negro.

    As melhores jogadoras de tênis do mundo também são negras.

    O ator mais popular do mundo é negro.

    O piloto de corrida mais veloz do mundo é negro.

    O mais inteligente astrofísico na face da terra é negro.

    O mais próspero cirurgião cerebral do mundo é negro.

    O homem mais rápido do mundo é negro.

    ….POR QUE NO BRASIL
    ELES PRECISAM DE COTAS?

  41. Spit Fire (Carlão) said

    chest
    é o famoso “coitadismo” criado por lula…
    o coitadismo é parente do “nãosabismo” – a capacidade de não saber sabendo.
    coisas do pt no poder.Ele não sabia coitado…foi traído.
    e vai piorar…muito

  42. Spit Fire (Carlão) said

    mais uma tunga pra maquiar as contas que insistem em não fechar
    União desvia R$ 43 bi de fundo de telecomunicação

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/848826-uniao-desvia-r-43-bi-de-fundo-de-telecomunicacao.shtml

    mais um embuste que lula “papagaiou” como vitória é revelado…
    outros anteriores…conta de luz, combustíveis e cpmf já foram denunciados
    e tem neguinho aqui reclamando de pedágio caro…
    recomendo lavar a boca com creolina…

  43. Elias said

    Chesterton,

    Esse levantamento de “quanto paga ao governo federal — quanto recebe do governo federal = resultado final” está furadíssimo.

    Pra ele ficar correto, precisaria meter na equação “quanto o Estado perde de tributos ESTADUAIS, por causa de isenções e reduções concedidas pelo governo FEDERAL”.

    O governo federal NÃO deveria ter competência pra conceder isenções fiscais de tributos ESTADUAIS.

    Ao fazer isso, ele está dando “barretada com chapéu alheio”, como dizia o ex-governador paraense Hélio Gueiros.

    No Pará, p.ex., há todo um conjunto de favorecimentos de ICMS para as cadeias do alumínio, do ferro e do cobre.

    Isso não tá computado no levantamento que reproduziste.

    Mas tão computadas lá as “compensações” da Lei Kandir, que não repõem nem a décima parte do que o Estado perde.

    E, de quebra, ainda se tem que aturar idiotices do tipo “Brasil que trabalha”…

    Porra, Chesterton! Eu vivo no pedaço do “Brasil que é roubado pelo Brasil” e já tô de saco cheio!

  44. Patriarca da Paciência said

    O Chesterton, como sempre, sendo manipulado por essa onda de e-mails racistas e regionalistas que infectam a internet.

    Ainda bem que esse pessoal é uma minoria minúscula!

    Que o digam os 87% de bom e ótimo que aprovam o governo Lula.

  45. mais uma tunga pra maquiar as contas que insistem em não fechar União desvia R$ 43 bi de fundo de telecomunicação http://www1.folha.uol.com.br/mercado/848826-uniao-desvia-r-43-bi-de-fundo-de-telecomunicacao.shtml mais um embuste que lula “papagaiou” como vitória é revelado… outros anteriores…conta de luz, combustíveis e cpmf já foram denunciados e tem neguinho aqui reclamando de pedágio caro… recomendo lavar a boca com creolina…

  46. Olá!

    Hum. . .

    Até!

    Marcelo

  47. Zbigniew said

    Pois e. O Lula e uma farsa!

    Essas instituicoes deviam ler mais a Veja e a Folha de Sao Paulo (Ha!, e assistir a Globo).

    PREMIAÇÕES

    Em 2003 recebeu por “Cooperação Internacional” o Prêmio da Fundación Príncipe de Asturias (Espanha). Algumas personalidades de outros anos: Mandela, Al Gore, Mario Soares, Helmut Kohl, etc. F. H. Cardoso recebeu a mesma honraria em 2000.

    2004 : Medalha de Ouro “Aliança Internacional Contra a Fome”, FAO (ONU)

    A maioria dos prêmios, no entanto, é mais recente:

    2008 : Prêmio pela paz Félix Houphouët-Boigny, UNESCO (ONU). Curiosidade : vários dos laureados por esse prêmio receberam o Prêmio Nobel da Paz anos depois (datas do prêmio da ONU e da Fundação Nobel): Mandela+Klerk (1991 > 1993); Carter (1994 > 2002); Martti Ahtisaari (2007 > 2008); Arafat+Peres+Rabin (1993 > 1994)

    2009 : Prêmio Woodrow Wilson pelo Serviço Público. Algumas das personalidades que receberam em outros anos foram Kissinger, John McCain, Colin Powell.

    2009 : 1º Estadista Global, Fórum Econômico Mundial (Davos).

    2010 : Prêmio “Campeão Mundial na Luta contra a Fome”, World Food Programme (ONU). O Brasil foi o país que mais perto chegou dos objetivos de combate a esse flagelo dentre dezenas de países em desenvolvimento. Verdadeira razão de orgulho para nós, e que possamos exportar conhecimento e metodologias para outras nações.

    2010 : Fórum Nova Economia (Espanha.) Premiados em outros anos foram Felipe Calderón, Angela Merkel & Michelle Bachelet.

    Reconhecimentos pela Imprensa

    2004 : Um dos 20 líderes mais influentes, Revista TIME (na primeira seleção feita pela revista.)

    2009 : Uma das 50 personalidades que moldaram a década, jornal Financial Times (Reino Unido) (mencionado com Ahmadinejad; Barack Obama; Angela Merkel; Vladimir Putin; Hu Jintao; etc.)

    2009 : 1º Prêmio L’Homme de l ‘Année (Homem do Ano), jornal Le Monde (França.)

    2009 : Prêmio Personalidade Ibero-Americana do Ano, jornal El País (Espanha.)

    2010 : Um dos 25 líderes mais influentes, Revista TIME (com destaque similar ao das seguintes personalidades em outros anos: Bush (2 vezes), Muqtada al-Sadr, Rainha Elizabeth, Dalai-Lama, Edward Kennedy. Obs.: Barack Obama também apareceu nas 3 últimas listas.)

    2010 : Líder mais eficiente dentre 15 das maiores economias, revista Monocle. Foi o único nota “A”, seguido por Obama e Manmohan Singh (Índia.)

    Grande Lula! Um muito obrigado por tudo!

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