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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Diretrizes do governo Dilma

Posted by Pax em 07/01/2011

O site da Presidência da República divulgou as diretrizes definidas por Dilma para seu governo.

(dica do blog do Fernando Rodrigues – Uol)

  • Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e socialmente.
  • Crescer mais, com expansão do emprego e da renda, com equilíbrio macroeconômico, sem vulnerabilidade externa e desigualdades regionais.
  • Dar seguimento a um projeto nacional de desenvolvimento que assegure grande e sustentável transformação produtiva do Brasil.
  • Defender o meio ambiente e garantir um desenvolvimento sustentável.
  • Erradicar a pobreza absoluta e prosseguir reduzindo as desigualdades. Promover a igualdade, com garantia de futuro para os setores discriminados na sociedade.
  • O Governo de Dilma será de todos os brasileiros e brasileiras e dará atenção especial aos trabalhadores.
  • Garantir educação para igualdade social, a cidadania e o desenvolvimento.
  • Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica.
  • Universalizar a Saúde e garantir a qualidade do atendimento do SUS.
  • Prover as cidades de habitação, saneamento, transporte e vida digna e segura para os brasileiros.
  • Valorizar a cultura nacional, dialogar com outras culturas, democratizar os bens culturais e favorecer a democratização da comunicação.
  • Garantir a segurança dos cidadãos e combater o crime organizado.
  • Defender a soberania nacional. Por uma presença ativa e altiva do Brasil no mundo.

Veja a íntegra do documento no site, neste link.

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43 Respostas to “Diretrizes do governo Dilma”

  1. Chesterton said

    ei, o Lula já não erradicou a pobreza?

  2. Chesterton said

    O Governo de Dilma será de todos os brasileiros e brasileiras e dará atenção especial aos trabalhadores.

    chest- quero uma audiencia.

  3. Olá!

    “Estão previstas mudanças tributárias que racionalizem e reduzam os efeitos da estrutura atual com o objetivo de beneficiar a produção nacional e a exportação.”

    Ué. . . Mas isso não é “neoliberalismo”?

    Pelo menos foi isso que o PT disse na TV.

    Até!

    Marcelo

  4. Chesterton said

    dilma neoliberal…..os sindicatos vão fazer greve segunda-feira…

  5. Elias said

    “Estão previstas mudanças tributárias que racionalizem e reduzam os efeitos da estrutura atual com o objetivo de beneficiar a produção nacional e a exportação.”

    Existem no mundo algumas centenas (acho que umas 800, talvez mais) de Zonas de Processamento de Exportações. As ZPEs. Metade delas nos EUA (“livre comércio” é balela, viu Chesterton?). Outra grande área de concentração de ZPEs é o litoral chinês. Mas as ZPEs também existem no Japão, no Reino Unido, na Itália, no México, na Alemanha…

    As ZPEs concedem favores tributários, administrativos e cambiais a estruturas que se dediquem a produzir para exportação. Em geral, o limite máximo de produção para o mercado interno é de 20% sobre a produção total. E os favores tributários, administrativos e cambiais não valem para os bens comercializados internamente.

    No Brasil, está autorizada a implantação de 17 ZPEs, desde o governo Itamar Franco. Nenhuma, até agora, em funcionamento.

    Pelo que estou entendendo, parece que o governo Dilma vai tentar fazer com que as ZPEs brasileiras saiam do papel.

    Boa!

    Mas é bom que isso não implique dar mais barretada com chapéu alheio… Do contrário, as desigualdades regionais não só não vão diminuir, como, ao contrário, vão aumentar.

    Ah, sim: ZPE não tem nada a ver com liberalismo. Nada, mas nada mesmo, a ver com a teoria liberal do comércio internacional.

    ZPE é protecionismo institucionalizado e escancarado! O objetivo da ZPE é jogar e não deixar jogar.

    Atualmente, essa é a dança que se dança. Se não… dança!

  6. Chesterton said

    Ato de rotina

    Diário do Comércio, 7 de janeiro de 2011

    Quem não sabia, com meses de antecedência, que o Sr. Luiz Inácio iria jogar todo o peso da sua autoridade de presidente numa última cartada espetacular em favor do terrorismo internacional? Quem não sabia que Cesare Battisti, ao fugir para o Brasil, escolhera o melhor lugar do mundo para tipos como ele, o porto seguro, o abrigo infalível de terroristas e narcotraficantes?

    “Quem não sabia?” Que pergunta mais idiota. Eu sabia, meus colegas e leitores do Diário do Comércio sabiam, a parcela ínfima da população brasileira que se mantém informada sabia e, é claro, a turma do Foro de São Paulo sabia.

    O resto da humanidade ignorava-o por completo. Esperava de Lula outra atitude, simetricamente inversa, compatível com a imagem estereotipada de estadista sereno e pragmático que a mídia internacional forjou para torná-lo atraente aos investidores.

    De toda parte, as reações indignadas ao gesto de solicitude paternal do nosso ex-presidente para com um notório terrorista e assassino vieram com aquela expressão de surpresa e desencanto do marido enganado que, até a véspera, confiava cegamente na esposa.

    Definitivamente, ninguém na grande mídia ou nos altos círculos da Itália, de qualquer outro país europeu ou dos EUA tem ou quer ter a menor idéia de quem é Luís Inácio Lula da Silva.

    Sem a mais leve pretensão de infundir nas cabeças dessas mimosas criaturas um conhecimento que não desejam, do qual fogem como da peste, assinalo aqui alguns lances memoráveis do curriculum vitae do ex-presidente:

    1. Ele teve como seu constante mentor espiritual, desde a juventude até a velhice, o ex-frade Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, colaborador fiel do governo de Fidel Castro e co-autor da Constituição Cubana. Jamais renegou o guru.

    2. Logo após a queda da URSS, nosso personagem aderiu ao lema “reconquistar na América Latina o que perdemos no Leste Europeu” e para isso fundou em 1990 e presidiu por doze anos o Foro de São Paulo, coordenação estratégica do movimento comunista na América Latina, irmanando num plano estratégico abrangente partidos legais e organizações criminosas. Em comunicado oficial no décimo-quinto aniversário do Foro, as Farc, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, reconheceram que essa iniciativa salvara da extinção iminente o movimento comunista internacional.

    3. Ao eleger-se presidente, fingiu afastar-se do Foro de São Paulo mas continuou extra-oficialmente no comando da entidade por intermédio de seus ministro Marco Aurélio Garcia e de seu assessor de imprensa Gilberto Carvalho.

    4. Jurando não ter tido jamais qualquer contato com as Farc, ele presidiu assembléias do Foro ao lado do comandante da narcoguerrilha colombiana, Manuel Marulanda, e permitiu que membros do seu governo, junto com figuras estelares do seu partido, se associassem ao mesmo Marulanda na direção da mais importante revista de debates internos do movimento comunista no continente, “America Libre”.

    5. Durante seu governo, muitos concorrentes e dissidentes das Farc foram perseguidos e presos no Brasil, enquanto os agentes da organização continuavam operando livremente no território nacional, não só distribuindo drogas, mas fornecendo armas e treinamento a quadrilhas de bandidos locais e aos militantes do MST, protegidos do governo. Quando o representante das Farc no país, Olivério Medina, foi preso pela Polícia Federal, o partido e o governo de Lula se mobilizaram imediatamente para libertá-lo, dando-lhe, de quebra, a cidadania brasileira e um emprego oficial para sua esposa no ministério então chefiado pela atual presidente da República, Dilma Rousseff (esta negou ter qualquer envolvimento no caso, até que sua assinatura no decreto de nomeação fosse publicada na imprensa). O único militante farqueano que permaneceu preso no Brasil foi Juan Carlos Ramirez Abadia. Esta exceção aparentemente misteriosa explica-se porque o referido, agindo evidentemente à margem das Farc, se envolveu num plano para seqüestrar o filho de Lula, Luís Cláudio (v. http://www.eltiempo.com/justicia/chupeta-frustro-plan-de-secuestro-de-hijo-de-lula_8731901-4).

    6. O governo Lula sempre rejeitou o pedido colombiano de aplicar às Farc o qualificativo oficial de “organização terrorista”, propondo, ao contrário, que a quadrilha de narcotraficantes fosse premiada por seus crimes mediante a anistia geral e a transmutação da coisa em partido político legal.

    7. Em dois discursos oficiais, publicados no site da Presidência da República mas jamais noticiados por qualquer órgão de mídia no Brasil, ele confessou a interferência direta do Foro e de São Paulo e dele próprio na política interna da Venezuela e de outros países, para colocar e manter no poder tipos como Hugo Chávez, Morales e tutti quanti.

    8. É verdade que, no campo econômico, Lula se comportou direitinho e fez tudo quanto o Banco Mundial mandou. Mas só agiria de outro modo se fosse louco. Se o próprio Lênin fez o diabo para acalmar e seduzir os investidores internacionais enquanto consolidava o poder interno dos comunistas na Rússia, por que haveria Lula de entrar em guerra com o capitalismo planetário enquanto ia discretamente ajudando a entregar aos agentes do Foro de São Paulo o controle de várias nações latino-americanas? A tática da dupla face funcionou tão bem que, numa mesma semana, ele foi homenageado pelo Foro Econômico de Davos por sua adesão ao capitalismo e no Foro de São Paulo por sua fidelidade ao comunismo. Os que agora explodem de cólera ante a proteção que ele deu a Césare Battisti só conhecem, decerto, a primeira face. Por isso vêem nessa decisão obscena uma exceção repentina, incoerente, aberrante, inexplicável. Quem conhece a segunda entende que foi um ato de rotina, o último de uma longa série. Incoerência é uma coisa, duplicidade é outra.

    OLAVÂO!!!!!!!!!!!

  7. Alba said

    Elias,

    Bravo! Sempre aprendo com você!

  8. Jose Mario HRP FELIZ! said

    Seu Elias, por não ser liberalismo elas não podiam ser implementadas pelo FHC e sua entourage neoliberal, mas mais além nem por Pallocci, o petista neo liberal.
    Agora ele volta, hummm, sei não!
    A idéia é ótima mas o ministério tem algumas cracas!

  9. Chesterton said

    http://veradextra.blogspot.com/2011/01/farsa-do-vitimismo-afro-descendente.html

    para queimar um dos 2 últimos neurônios do Patriarca. O autor é negro mestiço de indio.

  10. Patriarca da Paciência said

    “Daí meu nojo em relação à coisa toda. Nós negros e mestiços deveríamos dar graças a Deus todos os dias por podermos viver em nações ocidentais decentes ao invés de em alguam ditadura africana. Se estas pessoas aí de fato odeiam tanto os brancos, por que diabos preferem sofrer no meio deles, ao invés de voltarem para a África? Como disse o Michael Savage há uns meses atrás para um ouvinte negro, racista e revoltado com os brancos que governam o país, “Sob o governo de qual ditador africano você preferiria viver, então?”

    É Chesterton, teus dois neurônios não estão funcionando bem mesmo!

    Basta o trechinho acima para ver o nível do autor.

    O sujeito deve ser uma vergonha para os seus pais!

    Que tal os judeus agradecerem aos alemães todos os dias por terem conseguido formar o Estado de Israel?

    Quando eu falo em “proteção aos mais fracos”, não estou querendo fazer apologia ao qualquer “coitadismo” etc.

    O sujeito mais forte ou mais rico, um dia envelhece e também necessitará de proteção.

    As crianças sempre necessitarão de proteção.

    As mulheres sempre necessitarão de proteção quanto à força bruta de alguns maridos.

    e por aí vai.

    São condições inerentes à natureza humana.

  11. Chesterton said

    buuuum, explodiu tudo.

  12. Chesterton said

    Chávez, o chefão da cocaína?

    (agora o patriarca quando sair do choque morre com essa “overdose”)

    DEXTRA

    Um dos maiores traficantes de drogas do mundo pode em breve contar aos procuradores americanos tudo o que sabe sobre os membros do governo venezuelano que foram cúmplices em suas operações de tráfico de cocaína.

    O presidente venezuelano Hugo Chávez deve estar muito preocupado com o fato de que um homem que o presidente Obama definiu como um dos mais importantes chefes do tráfico internacional de drogas, Walid Makled-Garcia, pode contar em breve a procuradores federais americanos tudo o que sabe sobre os altos membros do governo venezuelano que foram cúmplices em suas operações de tráfico de cocaína. O depoimento devastador de Makled-Garcia vem no vácuo de novos indícios do apoio de Chávez a grupos terroristas da Espanha, Colômbia e Oriente Médio e seu apoio ilegal explícito ao programa de armas nucleares do Irã. Lenta mas inevitavelmente, Chávez está sendo desmascarado como o cabeça de um regime criminoso.

    De acordo com um uma acusação formal do governo federal, revelada em Nova Iorque terça-feira passada, de 2006 até agosto de 2010, Makled-Garcia trabalhou com membros do governo venezuelano no envio de toneladas de cocaína a partir de pequenas pistas de pouso naquele país para a América Central, México e por fim aos Estados Unidos. O procurador-público de Manhattan Preet Bharara chamou Makled-Garcia de “o chefe dos chefes.” De fato, o Departamento de Justiça o apontou como “um alvo priortário,” um dos traficantes de narcóticos mais perigosos e produtivos.

    Makled-Garcia já foi conhecido como um dos empresários mais ricos da Venezuela. Ele entrou na mira das autoridades anti-drogas americanas há um ano, quando suspeitou-se que ele estava usando os negócios de sua família na cidade venezuelana de Puerto Cabello e suas ligações com o exército venezuelano e traficantes colombianos para contrabandear cocaína. Com a cumplicidade ativa de dezenas de importantes autoridades venezuelanas, Makled-Garcia supostamente dirigiu uma rede de contrabando usando pistas de pouso em território venezuelano. A família também é acusada de estar envolvida em dezenas de assassinatos, incluindo o de um imporante jornalista venezuelano e um traficante colombiano.

    Com base em seu indiciamento, o governo colombiano prendeu Makled-Garcia em 18 de agosto e agora está analisando um pedido de extradição do réu. Enquanto isto, em uma entrevista à rede de TV colombiana RCN, na semana passada, Makled-Garcia disse ter provas bastantes de corrupção do narcotráfico no alto escalão do governo – inclusive vídeos e dados bancários – “para os Estados Unidos intervirem e invadirem a Venezuela, como fizeram com (Manuel Antonio) Noriega, no Panamá.”

    “Dei dinheiro a 15 generais venezuelanos,” disse o prisioneiro de 41 anos à RCN. “Se eu for preso por causa de um (avião) DC-9 carregado de drogas vindo do Aeroporto Simón Bolivar, o general Hugo Carvajal [diretor da inteligência militar venezuelana], o general Henry Rangel Silva [cheve da inteligência interna], o general Luis Mota [comandante da guarda nacional] e o general Nestor Reverón [chefe da divisão anti-drogas] tem que ir para a cadeia pelo mesmo motivo.”

    Em uma entrevista ao jornal venezuelano El Nacional, mês passado, Makled-Garcia disse: “Como prova do que estou dizendo, tenho recibos e números de contas onde depositei dinheiro em nome de esposas, irmãos e irmãs” de “ministros, generais, almirantes, coronéis e cinco deputados da Assembléia Nacional.”

    Michele M. Leonhart, chefe da [agência nacional de combate às drogas] Drug Enforcement Administration emitiu uma declação na quinta-feira, deixando claro que ela espera que Makled-Garcia seja entregue às autoridades americanas. “Devido ao trabalho excepcional de nossos parceiros na Colômbia e em outras partes, Makled-García está atrás das grades e aguardando a extradição para os Estados Unidos pelos crimes deste inquérito,” ela disse. “Ele construiu um imenso império global do tráfico baseado em atividades criminosas. Sua prisão terá um impacto mundial no fornecimento de drogas e estamos comprometidos com a garantia de que ele vá à justiça nos Estados Unidos.”

    Chávez, é claro, está desesperado para pôr as mãos em Makled-Garcia. Ele apelou ao presidente colombiano Juan Manuel Santos para que mandasse o prisioneiro venezuelano para seu país de origem, onde ele seria sem dúvida silenciado pela polícia e juízes chavistas. É improvável que Santos arrisque a aliança de longa data de seu país com Estados Unidos enviando Makled-Garcia para qualquer parte que não eles. Além do mais, como signatário da Convenção contra a Tortura da ONU, o governo colombiano também deve dissipar as preocupações relativas aos direitos humanos estando determinados a que Makled-Garcia não seja submetido a tortura, como será, se for entregue à Venezuela.

    Em uma entrevista de TV realizada durante uma visita a Cuba, Chávez disse , no domingo, que ele esperava que os Estados Unidos usasem as afirmações Makled-Garcia “contra a Venezuela e seu presidente,” como um pretexto para “levar a Venezuela à Corte Criminal Internacional , para incluir a Venezuela entre os estados que apoiam o narcotráfico e o terrorismo, como parte do jogo do império para promover uma escalada contra a Revolução Bolivariana.”

    A rede criminosa da Venezuela está na mira da polícia e do governo americanos e Makled-Garcia está pronto para envolver ministros e líderes militares. Alguns podem achar que a cabala não vai mais alto do que o círculo íntimo de Chávez. Mas Chávez parece estar mais bem informado.Chávez, o chefão da cocaína?

    Roger F. Noriega : The American, 9 de novembro de 2010
    Article link / Artigo original
    Tradução: DEXTRA

    Um dos maiores traficantes de drogas do mundo pode em breve contar aos procuradores americanos tudo o que sabe sobre os membros do governo venezuelano que foram cúmplices em suas operações de tráfico de cocaína.

    O presidente venezuelano Hugo Chávez deve estar muito preocupado com o fato de que um homem que o presidente Obama definiu como um dos mais importantes chefes do tráfico internacional de drogas, Walid Makled-Garcia, pode contar em breve a procuradores federais americanos tudo o que sabe sobre os altos membros do governo venezuelano que foram cúmplices em suas operações de tráfico de cocaína. O depoimento devastador de Makled-Garcia vem no vácuo de novos indícios do apoio de Chávez a grupos terroristas da Espanha, Colômbia e Oriente Médio e seu apoio ilegal explícito ao programa de armas nucleares do Irã. Lenta mas inevitavelmente, Chávez está sendo desmascarado como o cabeça de um regime criminoso.

    De acordo com um uma acusação formal do governo federal, revelada em Nova Iorque terça-feira passada, de 2006 até agosto de 2010, Makled-Garcia trabalhou com membros do governo venezuelano no envio de toneladas de cocaína a partir de pequenas pistas de pouso naquele país para a América Central, México e por fim aos Estados Unidos. O procurador-público de Manhattan Preet Bharara chamou Makled-Garcia de “o chefe dos chefes.” De fato, o Departamento de Justiça o apontou como “um alvo priortário,” um dos traficantes de narcóticos mais perigosos e produtivos.

    Makled-Garcia já foi conhecido como um dos empresários mais ricos da Venezuela. Ele entrou na mira das autoridades anti-drogas americanas há um ano, quando suspeitou-se que ele estava usando os negócios de sua família na cidade venezuelana de Puerto Cabello e suas ligações com o exército venezuelano e traficantes colombianos para contrabandear cocaína. Com a cumplicidade ativa de dezenas de importantes autoridades venezuelanas, Makled-Garcia supostamente dirigiu uma rede de contrabando usando pistas de pouso em território venezuelano. A família também é acusada de estar envolvida em dezenas de assassinatos, incluindo o de um imporante jornalista venezuelano e um traficante colombiano.

    Com base em seu indiciamento, o governo colombiano prendeu Makled-Garcia em 18 de agosto e agora está analisando um pedido de extradição do réu. Enquanto isto, em uma entrevista à rede de TV colombiana RCN, na semana passada, Makled-Garcia disse ter provas bastantes de corrupção do narcotráfico no alto escalão do governo – inclusive vídeos e dados bancários – “para os Estados Unidos intervirem e invadirem a Venezuela, como fizeram com (Manuel Antonio) Noriega, no Panamá.”

    “Dei dinheiro a 15 generais venezuelanos,” disse o prisioneiro de 41 anos à RCN. “Se eu for preso por causa de um (avião) DC-9 carregado de drogas vindo do Aeroporto Simón Bolivar, o general Hugo Carvajal [diretor da inteligência militar venezuelana], o general Henry Rangel Silva [cheve da inteligência interna], o general Luis Mota [comandante da guarda nacional] e o general Nestor Reverón [chefe da divisão anti-drogas] tem que ir para a cadeia pelo mesmo motivo.”

    Em uma entrevista ao jornal venezuelano El Nacional, mês passado, Makled-Garcia disse: “Como prova do que estou dizendo, tenho recibos e números de contas onde depositei dinheiro em nome de esposas, irmãos e irmãs” de “ministros, generais, almirantes, coronéis e cinco deputados da Assembléia Nacional.”

    Michele M. Leonhart, chefe da [agência nacional de combate às drogas] Drug Enforcement Administration emitiu uma declação na quinta-feira, deixando claro que ela espera que Makled-Garcia seja entregue às autoridades americanas. “Devido ao trabalho excepcional de nossos parceiros na Colômbia e em outras partes, Makled-García está atrás das grades e aguardando a extradição para os Estados Unidos pelos crimes deste inquérito,” ela disse. “Ele construiu um imenso império global do tráfico baseado em atividades criminosas. Sua prisão terá um impacto mundial no fornecimento de drogas e estamos comprometidos com a garantia de que ele vá à justiça nos Estados Unidos.”

    Chávez, é claro, está desesperado para pôr as mãos em Makled-Garcia. Ele apelou ao presidente colombiano Juan Manuel Santos para que mandasse o prisioneiro venezuelano para seu país de origem, onde ele seria sem dúvida silenciado pela polícia e juízes chavistas. É improvável que Santos arrisque a aliança de longa data de seu país com Estados Unidos enviando Makled-Garcia para qualquer parte que não eles. Além do mais, como signatário da Convenção contra a Tortura da ONU, o governo colombiano também deve dissipar as preocupações relativas aos direitos humanos estando determinados a que Makled-Garcia não seja submetido a tortura, como será, se for entregue à Venezuela.

    Em uma entrevista de TV realizada durante uma visita a Cuba, Chávez disse , no domingo, que ele esperava que os Estados Unidos usasem as afirmações Makled-Garcia “contra a Venezuela e seu presidente,” como um pretexto para “levar a Venezuela à Corte Criminal Internacional , para incluir a Venezuela entre os estados que apoiam o narcotráfico e o terrorismo, como parte do jogo do império para promover uma escalada contra a Revolução Bolivariana.”

    A rede criminosa da Venezuela está na mira da polícia e do governo americanos e Makled-Garcia está pronto para envolver ministros e líderes militares. Alguns podem achar que a cabala não vai mais alto do que o círculo íntimo de Chávez. Mas Chávez parece estar mais bem informado.

  13. Chesterton said

    e se ele sobrevivesse, não iria querer ler isso por nada desse mundo:

    There is a myth hanging over all discussion of the Palestinian problem: the myth that this land was “Arab” land taken from its native inhabitants by invading Jews. Whatever may be the correct solution to the problems of the Middle East, let’s get a few things straight:

    § As a strictly legal matter, the Jews didn’t take Palestine from the Arabs; they took it from the British, who exercised sovereign authority in Palestine under a League of Nations mandate for thirty years prior to Israel’s declaration of independence in 1948. And the British don’t want it back.

    § If you consider the British illegitimate usurpers, fine. In that case, this territory is not Arab land but Turkish land, a province of the Ottoman Empire for hundreds of years until the British wrested it from them during the Great War in 1917. And the Turks don’t want it back.

    § If you look back earlier in history than the Ottoman Turks, who took over Palestine over in 1517, you find it under the sovereignty of the yet another empire not indigenous to Palestine: the Mamluks, who were Turkish and Circassian slave-soldiers headquartered in Egypt. And the Mamluks don’t even exist any more, so they can’t want it back.

    So, going back 800 years, there’s no particularly clear chain of title that makes Israel’s title to the land inferior to that of any of the previous owners. Who were, continuing backward:

    § The Mamluks, already mentioned, who in 1250 took Palestine over from:

    § The Ayyubi dynasty, the descendants of Saladin, the Kurdish Muslim leader who in 1187 took Jerusalem and most of Palestine from:

    § The European Christian Crusaders, who in 1099 conquered Palestine from:

    § The Seljuk Turks, who ruled Palestine in the name of:

    § The Abbasid Caliphate of Baghdad, which in 750 took over the sovereignty of the entire Near East from:

    § The Umayyad Caliphate of Damascus, which in 661 inherited control of the Islamic lands from

    § The Arabs of Arabia, who in the first flush of Islamic expansion conquered Palestine in 638 from:

    § The Byzantines, who (nice people—perhaps it should go to them?) didn’t conquer the Levant, but, upon the division of the Roman Empire in 395, inherited Palestine from:

    § The Romans, who in 63 B.C. took it over from:

    § The last Jewish kingdom, which during the Maccabean rebellion from 168 to 140 B.C. won control of the land from:

    § The Hellenistic Greeks, who under Alexander the Great in 333 B.C. conquered the Near East from:

    § The Persian empire, which under Cyrus the Great in 639 B.C. freed Jerusalem and Judah from:

    § The Babylonian empire, which under Nebuchadnezzar in 586 B.C. took Jerusalem and Judah from:

    § The Jews, meaning the people of the Kingdom of Judah, who, in their earlier incarnation as the Israelites, seized the land in the 12th and 13th centuries B.C. from:

    § The Canaanites, who had inhabited the land for thousands of years before they were dispossessed by the Israelites.

  14. Patriarca da Paciência said

    Chesterton,

    você é mesmo hilário!

    Eu “se abro” com tuas “bombas”!

  15. Chesterton said

    Duas noticias não muito insólitas hoje em jornais brasileiros sobre violencia envolvendo gays.

    1. Dois gays enterram vivo o pai no interior do Maranhão

    2. jornalista portugues encontrado castrado em hotel em NY. Seu namorado está detido.

    chest- que coisa…..

  16. iconoclastas said

    http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1622262-17665-337,00.html

    90 anos…o cidadão aprontou e assume com uma lucidez humilhante para turma daqui – que não chegou aos 60 e já troca as pernas ( se bem que tem uns que devem carregar pobrema de fabrica mesmo…).

    ótimo 2011 para nós!

    ;^/

  17. Chesterton said

    aprontou o que?

  18. Jose Mario HRP FELIZ! said

    Cuidados democratas:
    Cesar Peluso e Gilmar Mendes são um cancro no STF!!!!!!!!!!!!!

  19. Pax said

    Sinceramente? Diretrizes são ótimas, demonstram sinais de alguém que quer governar com espírito empresarial, que entende que planejamento estratégico, definição de diretrizes, estabelecimento de metas e projetos etc é uma forma de administrar o que quer que seja.

    Até aí vejo com bons olhos. Realmente entendo que sim.

    Acontece que governar pressupõe algo á além da questão das técnicas empresariais. Pressupõe saber fazer política, acomodar os parceiros que formam a força do poder. E o maior parceiro é o PMDB que brigou por sua fatia no ministério e agora briga por sua fatia nas estatais, pelos cargos do segundo escalão, que implicam em dirigir empresas que controlam orçamentos maiores que muitos países pequenos.

    E a questão é que sabemos que uma boa fatia do PMDB não quer estes cargos para promover o bem público, mas sim o privado.

    E aí? Como a Dilma vai se comportar quando souber que o orçamento X foi desviado para o bolso Y?

    A estratégia, a diretriz, a meta e o projeto não vão acontecer. Como será a reação?

    O que nos resta é esperar e ver. Mas não só isto. É também abrir o verbo. Imagino que mesmo os petistas devam fazer isto. Para seu próprio bem.

  20. Pax said

    Aliás, vale lembrar que não são só pmdbistas que podem prejudicar e muito o governo Dilma. Vários petistas também. Se o partido quer futuro, que cuide deles também.

    E ainda insisto na minha velha opinião. Melhor seria um PT junto com o PSDB que com o PMDB.

    Sarney e Renan e etc etc ajudam?

    O PSDB também se perdeu, mas o cerne ainda tem o que preste.

  21. Elias said

    Pax,

    De fato, o que separa o PT do PSDB não são as diferenças.

    São as semelhanças…

    Mas prefiro o PSDB na oposição.

    Até porque, no futuro, prefiro perder pro PSDB. De preferência, pra algo melhor do que Serra ou Aécio.

    Se o PSDB não se esfrangalhar agora, acho que essa alternativa vai pintar.

    Um bom candidato pra 2018…

  22. Chesterton said

    Governo Dilma foi 100% loteado. periga não acabar.

  23. Elias said

    Chesterton,

    Praga de urubu não mata cavalo…

  24. Chesterton said

    Torço pela Dilma, pois com tragédias nada tenho a ganhar. Agora, pelas informações que tive em certo meio brasiliense, sei não.
    Olha a catanhede:

    FOLHA DE S. PAULO, domingo, 9 de janeiro de 2011
    ELIANE CANTANHÊDE

    A novíssima elite

    BRASÍLIA – Tem toda a razão Fernanda Torres ao dizer que “ser considerado parte da elite virou ofensa das mais graves” e em seguida perguntar: “Mas quem é a elite?”.
    Os bancos, que nunca lucraram tanto, as empreiteiras, eternamente gratas a Lula, a oligarquia, recheada de ministérios? Ou as levas de petistas em todos os escalões?
    Há inclusive a elite enxovalhada por Lula e pelos lulistas radicais sempre que lhes falta explicação para alguma peraltice tipo mensalão. Aí, a elite somos nós, que damos um duro danado, ganhamos a vida honestamente, temos apreço aos princípios e exigimos moralidade e exemplo dos governantes.
    Hoje, nada encarna melhor a neoelite que o time de Ronaldinhos de Lula -os Lulinhas. Os meninos são uns craques. Entraram pobres em 2003 e saem com seis empresas em 2011, um deles vivendo em apartamento de R$ 12 mil mensais pagos por empresário com contratos, ora, ora, com o governo do pai.
    Não se pode discordar de Nelson Jobim quando ele diz que é “ridícula” a crítica a Lula por usar dependências militares para veraneio depois da Presidência. Também não é totalmente absurda a fala de Marco Aurélio Garcia de que um passaportezinho diplomático a mais ou a menos não faz mal a ninguém, referindo-se ao passaporte exclusivo de autoridades que Lulinhas sacaram no último dia do governo.

    São, sim, coisas menores. O problema é a cultura, a soma do veraneio, dos passaportes, da Gamecorp, dos padrinhos, dos atos assinados à sombra, das empresas, do aluguel pago pelo amigo. O resultado é que Lula se sente dono do Brasil, acha que os filhos têm de aproveitar a “oportunidade” e desconsidera o exemplo que ele dá à nação como mito, como ídolo que é.

    Se o presidente pode, a ministra da Casa Civil pode, o amigão Sarney pode, todo mundo pode. É educativo. Ou melhor, deseducativo.

    Nunca antes neste país se viu uma herança tão maldita.

    elianec@uol.com.br

  25. Chesterton said

    Em matéria publicada pelo portal Terra, em 02 de agosto de 2010, a candidata Dilma Rousseff prometia cuidar da questão dos aeroportos a partir do primeiro dia de seu governo. Parece que ao menos essa promessa está sendo atendida.

    Hoje, a Folha.com informa que a construção e a operação dos novos terminais em dois dos principais aeroportos do país, Guarulhos e Viracopos, serão entregues à iniciativa privada. As medidas, que determinarão também a abertura do capital da Infraero, deverão ser apresentadas ainda esse mês por meio de uma medida provisória.

    Apesar de ter evitado mencionar o termo privatização durante a campanha eleitoral, Dilma Rousseff, ainda como ministra, já manifestara inclinações em favor de uma discussão de uma política de privatização dos aeroportos. Na campanha, Dilma mostrava simpatia à abertura do capital da Infraero, mas evitava tocar na questão aeroportuária.

    Demonizadas durante o processo eleitoral, as privatizações voltam ao noticiário logo no primeiro dia útil do novo governo, quando os slogans já não bastam e ações se tornam necessárias.

    Como escreveu Pedro Sette-Câmara no Twitter: “O PT promete o estatismo de que o brasileiro gosta e faz o liberalismo de que ele precisa.” Tomara.

  26. Pax said

    Caro Elias, em resposta ao teu #21

    Tenho minhas dúvidas. E pelo jeitão da coisa, Dilma também. O que vemos agora? Um movimento em que há uma forte tentativa de colocar o PMDB para escanteio em várias áreas do governo que são consideradas “território” pmdbista. Telecom, Saúde, núcleo duro do governo etc.

    Há um conflito latente, rola nos bastidores e não sabemos exatamente onde vai dar. Aqui mora o perigo e a oportunidade. Ambos caminhando juntos.

    O perigo é o que o PMDB pode fazer em reação ao seu escanteamento nítido. Qual o tamanho desta insatisfação e qual o poder de fogo no Congresso para exigir de volta seus “potentados” ou contrapartidas pelos potes de ouro perdidos?

    A oportunidade é muitas áreas andarem um tanto melhor com uma eventual redução da corrupção nas áreas retomadas. Se é que a turma do PT seja menos corrupta que a turma do PMDB deposta.

    Não me canso de repetir, Dilma tem uma enorme chance de fazer um bom governo com sua suposta (e eu acredito) capacidade gerencial. O post mostra diretrizes colocadas por escrito e denota um sinal deste viés administrativo que me parece bom. Mas a nossa velha e inaceitável corrupção pode colocar tudo fora dos eixos.

    Seja esta corrupção do PT, do PMDB ou de quem quer que seja.

    O modelo é simples pacas. O orçamento é enorme, o país e os problemas também. Se administrar bem faz-se um bom governo. Se a dinheirama sair pelos ralos da incompetência e da corrupção, faz-se um péssimo governo. Simples que dá dó.

    E como isso pode funcionar cada vez melhor? Contando que o PT seja menos (ou mais, ou igual) corrupto que a, ou b, ou c? Não, claro que não, isso é colocar o problema nas mãos da raposa que cuidaria do galinheiro. Só vai funcionar se a sociedade cobrar. Incluindo aqui os próprios petistas, se é que eles queiram.

  27. Pax said

    Aliás, é bom sempre a gente lembrar quem é quem, nesta equação:

    “Temer pediu passaporte especial para filho

    O vice-presidente da República, Michel Temer, ministros de Dilma Rousseff, além de líderes partidários, solicitaram passaportes diplomáticos e vistos para turismo, muitos deles com familiares, segundo dados da Câmara.

    Dados da segunda-secretaria revelam que Temer, então presidente da Casa, solicitou, em abril do ano passado, passaporte diplomático para seu filho, Michel Temer Filho, 2. Também solicitou visto de turismo para Marcela Temer e o filho irem a Nova York, e para o próprio deputado ir a Dubai.”

    Do site Congresso em Foco.

    Então, lembrando também que o Villas-Bôas Corrêa, que não tem muito papas na língua nem rabo preso, chama o nosso vice de “rei dos agrados do baixo-clero” do Congresso.

    Pois bem, então?

  28. Elias said

    Pax,

    Coeteris paribus, é possível que a relação do PT com o PMDB seja decidida em 2012. Se o PMDB se sair bem, será suicídio rachar com ele. Se fracassar, será desembarcado em proporção equivalente à da perda de gás.

    Coeteris paribus? Mas, o que significa isso em política? Nada, provavelmente, né?

    E se sair a reforma política? Mesmo que não seja aquela pela qual a gente torce… e se houver uma reforma política?

    Sei não… Pra mim, as cartas estão se embaralhando cada vez mais.

    Aqui no Pará, Jader foi esperto. Tão esperto que acabou sendo considerado esperto demais. Acabou cravando algumas dúzias de pregos no próprio caixão.

    Mas o PMDB ganhou 5 secretarias no governo tucano, o que ainda garante uma boa musculatura pro barão de barbalhão.

    O problema de Jader é que, tradicionamente, ele sempre acaba traído por aqueles a quem ele protegeu.

    A exceção, até aqui, foi Jarbas Passarinho, que lhe foi leal ao ponto de sacrificar a própria última chance de permanecer na política. Retirante esse, todos os demais largaram Jader, quando imaginaram que tinham diante de si uma oportunidade de êxito no vôo solo (nem sempre isso deu certo).

    Se a escrita se mantiver, Jader pode ter acabado. E, sem ele, o PMDB paraense dança…

  29. Pax said

    Vamos ver no que vai dar este novo estilo de governar:

    http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/1/13/dilma-cria-conselho-de-gestao

    A priori é claro que é bom. Burro com cenoura à frente e gente com cenoura à trás, andam.

  30. Pax said

    De outro lado…

    http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/1/13/conflito-e-abafado-mas-pmdb-nao-cede-a-avancos-de-petistas

    Um trecho

    O PMDB quer acomodar quatro derrotados nas eleições de 2010: Geddel Vieira Lima (BA), Hélio Costa (MG) e José Maranhão (PB), que foram candidatos a governador, e Orlando Pessutti (PR), que desistiu da candidatura à reeleição no Paraná para apoiar Osmar Dias (PDT).

    Abrigar Geddel? Hélio? Maranhão? Pessutti?

    No governo?

    Absolutamente dispensáveis para o interesse público. Geddel, então…

    Sim, o cara que colocou 50% das verbas de prevenção de catástrofes na Bahia, seu estado. Um único estado. No Rio de Janeiro foi menos de 1%, segundo o noticiário. Será que ele agora, com estas 352 mortes, está se “lixando”?

    Seria interessante entrevistá-lo neste momento.

  31. Olá!

    “[A] primeira reunião ministerial, marcada para amanhã, presidente vai exigir de sua equipe o cumprimento de resultados por setores do governo, impondo um estilo mais ‘empresarial’ de administração; agências reguladoras terão padrão ‘técnico’

    [. . .]

    Na cabeça da presidente está um conceito de governança empresarial, nos moldes do setor privado, que produza um mapa da eficiência de cada área do governo – do primeiro aos demais escalões. O instrumento desse controle será um novo conselho – de Gestão e Competitividade -, ligado diretamente à Presidência da República.”

    Poxa, se eu soubesse que a presidente Dilma iria ser tão. . . como é mesmo aquela palavra que os petistas viviam usando há uns 10/15 anos atrás? Neoliberal! Pois, então, se eu soubesse que ela iria ser tão neoliberal, acho que eu poderia até mesmo ter votado nela.

    “Dilma tem tratado com reservas o tema cambial, mas já confidenciou a interlocutores próximos considerar que o Brasil paga o ajuste da crise de forma indevida, pois fez o chamado dever de casa: câmbio flutuante, superávit maior que a maioria dos países, déficit nominal pequeno e ainda enfrenta protecionismos e a prática de dumping.”

    Mas isso (em negrito) não era neoliberalismo?

    “Para estabelecer um limite aos ministros, costuma filosofar: ‘Não quero a virtude dos homens, mas a das instituições’. Segundo ela, a máquina pública tem de ser transparente e comprometida com a ética e a prática republicanas.”

    Céus! Parece mais um Thomas Jefferson falando e não um petista do alto escalão. Ainda teve um outro trecho em que a presidente Dilma cita Winston Churchill.

    Resumindo:

    01. Visão Empresarial
    02. Eficiência
    03. Alocação Ótima de Recursos
    04. Medidas Neoliberais
    05. Citou Winston Churchill
    06. Declaração Estilo Thomas Jefferson

    Conclusão:

    Quem diria, hein? A presidente Dilma é liberal!

    Até!

    Marcelo

  32. Pax said

    Então, caro Marcelo Augusto. Quem diria.

    Como seria com a opção José Serra?

    Enfim, até o caro Chesterton está torcendo a favor. Como disse no meu comentário, vamos ver no que vai dar. Tomara que dê certo.

    Dinheiro tem. E tomara que ela tenha reações fortes com os incompetentes e, melhor ainda, com os que forem pegos com a mão na cumbuca da viúva.

  33. Olá!

    Pax, não torço contra a presidente Dilma. Ao contrário. Espero que ela, diferentemente do seu antecessor, nos legue pelo menos uma reforma estrutural que este pobre e miserável país tanto precisa.

    Espero que o governo Dilma dê certo e que ela faça o que tenha de ser feito.

    Sucesso para a presidente Dilma!

    Até!

    Marcelo

  34. Pax said

    Só o fato de Dilma contar com a ajuda de Jorge Gerdau já me parece positivo. Sinal que a visão empresarial deverá, supostamente, ser colocada em prática, como aponta a notícia colecionada no Clipping do Minst do Planejamento. Diretrizes, planos, metas, indicadores, cobranças dos responsáveis em cima de dados e fatos etc.

    Acontece que governar não é somente esta faceta da administração. Tem a questão política e aí é onde moram as armadilhas.

    O PMDB é o grande parceiro do governo. E o PMDB, num sobrevoo, não é lá flor que se cheire. O caso Geddel é um típico, há tantos iguais a este. Sarney, Renan, enfim, uma turma que, em minha opinião, contribui negativamente com o que se precisa fazer.

    Mas há que ter apoio político. Ou é com o PMDB ou com um ajuntamento de outros partidos, provavelmente mais pulverizado. E a coisa começa a ficar ainda mais complicada.

    No fundo, o Brasil merece coisa muito melhor que a atual classe política. Não só merece como precisa.

    Mas político é político. O que o povo, a sociedade pode fazer é cobrar, colocar a boca no trambone, exigir mesmo. Ou então a gente define algo diferente de democracia como sistema de governo.

    Mesmo com essa classe desqualificada de gente rondando a Shangri-lá brasiliense – e em todos os rincões brasileiros – é possível exigir que as coisas andem. Aos poucos acredito que sim.

    Basta nos lembrarmos do recente projeto Ficha Limpa. A sociedade fez a grita, o povo se movimentou, não muito nas ruas, mais pelo web mesmo e o projeto acabou sendo aprovado por unanimidade no Congresso. Nenhum safado, mesmo que sendo afetado pela nova lei, foi capaz de ter coragem de colocar em si a bandeira de ser contrário a essa vontade popular, mesmo que num projeto ainda capenga, mal terminado que acabou empacado no STF. Mas esta não é a grande questão. O pano de fundo é que é importante. É a sociedade mobilizada.

    Uma hora essa mesma sociedade não vai mais aturar tanta bandalheira. Tem que ser assim. Nos países onde a democracia evoluiu é assim que acontece. Corrupção tem pra todo lado, em todos os cantos do mundo. O que não pode haver é impunidade. A lei é a lei. Se não pudermos contar com a instituição da Justiça a vaca vai pro brejo.

    Muito diferente do que Lula afirmou – “que Sarney não poderia ser julgado como uma pessoa qualquer” – qualquer um deve ser julgado como todos os outros. Seja o mais humilde brasileiro ou o mais poderoso corrupto.

  35. Chesterton said

    Só o fato de Dilma contar com a ajuda de Jorge Gerdau já me parece positivo.

    chest- então é melhor a Dilma dar um pé na bunda do PT de uma vez por todas. Será que as esquerdas não tem mais nada de original para apresentar?

  36. Chesterton said

    Daqui a pouco a Dilma manda prender os líderes do MST, privatiza tudo que é cabide de emprego, manda para rua funcionario público em excesso ou não produtivo e desonera a folha de pagamentos das empresas privadas.
    Será que ela vai chutar assim seu passado e sua tradição? E os ideiais pelos quais ela lutou?

  37. Olá!

    “Daqui a pouco a Dilma manda prender os líderes do MST, privatiza tudo que é cabide de emprego, manda para rua funcionario público em excesso ou não produtivo e desonera a folha de pagamentos das empresas privadas.[. . .].”

    Se ela fizesse isso, seria minha candidata para as eleições presidenciais de 2014.

    Aliás, imaginem o salto de qualidade que o país não daria caso a presidente Dilma tomasse decisões que fossem nesse sentido — não precisariam ser essas, mas poderiam ser na mesma vertente poética.

    “[. . .] Será que ela vai chutar assim seu passado e sua tradição? E os ideiais pelos quais ela lutou?”

    Do que valem esses ideais e utopias se ambos não conseguem sequer fazer com que uma tábua flutue?

    Tais valores podem ser muito bons para os corações e mentes inflamados da juventude, mas quando o assunto é construir um país desenvolvido e civilizado, com um elevado padrão de qualidade de vida, esses valores são inúteis, a começar pelo fato de serem uma desastrosa estratégia para solucionar problemas (resumo), sobretudo os problemas de natureza econômica.

    Mais cedo ou mais tarde, as pessoas acabam amadurecendo.

    Não há um problema social, político ou econômico sequer que o capitalismo, o livre mercado e a democracia liberal não tenham resolvido e/ou tratado de maneira muito mais civilizada, humana e eficiente do que qualquer uma das ideologias que se propunham a ser uma alternativa a esses valores. O socialismo, o nazismo e o comunismo que o digam.

    Até!

    Marcelo

  38. iconoclastas said

    “Só o fato de Dilma contar com a ajuda de Jorge Gerdau já me parece positivo. ”

    só isso mesmo, pois com o ministerio que ela escolheu…

    “Sinal que a visão empresarial deverá, supostamente, ser colocada em prática, como aponta a notícia colecionada no Clipping do Minst do Planejamento.”

    errado, sinal apenas que os porta-vozes oficiais (e os oficiosos…)estão bem ativos, mas sem criatividade…

    “Diretrizes, planos, metas, indicadores, cobranças dos responsáveis em cima de dados e fatos etc.”

    opa, exatamente da forma como aconteceu durante os 8 anos em que foi ministra…

    ;^/

  39. Elias said

    Chesterton,

    1 – Planejamento governamental nunca foi monopólio do liberalismo.

    2 – A alusão de Dilma ao protecionismo bate de frente com a concepção liberal do comércio internacional.

    É o anti-liberalismo de carteirinha, Chesterton.

    O liberalismo sempre pregou o livre trânsito de produtos — bens e serviços — entre as economias. É tudo o que ninguém — mas ninguém mesmo!– está disposto a fazer agora. Estamos vivendo na base do “farinha pouca, meu pirão primeiro”.

    Sempre que um governante fala contra o protecionismo de seus parceiros comerciais, ele está, apenas, preparando o ambiente para justificar as medidas protecionistas que ele próprio pretende adotar.

    Até aqui, o Brasil tem jogado em desvantagem. Todos os principais parceiros internacionais do Brasil operam seu comércio exterior com a inestimável ajuda de ZPEs. Se formarmos um grupo com os principais jogadores do mercado internacional, são será surpresa se descobrirmos que o Brasil é o único que não dispõe de nenhuma ZPE.

    Do jeito que as pedras estão sendo colocadas na mesa, idéias como a ALCA — essa sim, um ícone do neo-liberalismo — ficam pras calendas.

    Pelo andar da carroça, o jogo do comércio exterior vai ficar mais pesado do que jamais foi.

    Por quanto tempo, não faço e menor idéia.

  40. Chesterton said

    A alusão de Dilma ao protecionismo bate de frente com a concepção liberal do comércio internacional.

    chest- mas combina muito bem com esse “capitalismo brasileiro”. FHC foi acusado por muito menos.

    Por quanto tempo, não faço e menor idéia.

    chest- eu estou desorientado.

  41. Chesterton said

    SEXTA-FEIRA, 9 DE ABRIL DE 2010

    A tragédia (em sentido estrito) dos desabamentos nas favelas
    O primeiro uso da palavra “tragédia” é simplesmente “um acontecimento triste”. Falamos em tragédia ao contar que o almoço foi péssimo e ao lembrar da bomba de Hiroshima. Isso demonstra o quanto a palavra, em seu sentido corrente, está desgastada. O sentido que me interessa, é claro, é outro, é o sentido mais estrito, que remonta às tragédias gregas.

    Sempre retorno ao assunto, porque meu interesse por ele é enorme. Creio que outra maneira de definir uma situação trágica é ressaltar que, nela, todos os envolvidos são ao menos parcialmente culpados, mas todos os envolvidos têm o poder de resolver a situação por meio da desistência. Creonte ou Antígona poderiam desistir, Édipo poderia desistir, Medéia poderia desistir, e Hamlet não faz outra coisa além de meditar sobre por que não desistir.

    As tragédias dos desabamentos nos morros de Niterói e do Rio são tragédias nesse sentido mais estrito. Não são apenas acontecimentos funestos. São acontecimentos que revelam o que existe de trágico no Brasil.

    Os primeiros personagens são os favelados. Dizer que eles não são responsáveis por morar nas favelas é tratá-los com uma condescendência vil. Há uma deliberação na escolha da moradia. Quem escolhe morar num lugar que pode simplesmente ser soterrado é responsável por isso. Ainda mais depois das imagens da pousada soterrada em Angra dos Reis.

    É claro, porém, que os favelados foram limitados em suas escolhas pelas autoridades. O excesso de legislação, de planos de desenvolvimento, de projetos, de associações ilícitas com empresários — pensemos no lobby das empresas de ônibus — limita as opções de moradia. A deliberação necessária para morar na favela leva em conta o custo das demais opções, custo que, graças ao governo, só faz aumentar. Há também o famoso “alto custo da legalidade”, que leva muita gente, inclusive muita gente de classe média, para a economia informal. Assim, o segundo personagem, o governo, não quer abrir mão de “liderar o desenvolvimento”, nem das benesses advindas da corrupção que o “desenvolvimento” sempre traz.

    O terceiro personagem é a parcela da sociedade civil que, dispondo de meios, inclusive materiais, poderia ter-se mobilizado, nem que fosse para pressionar o governo. De minha parte, sempre defendi, seguindo Hernando de Soto, que os favelados recebessem títulos de propriedade de suas moradias. Mas entendo a classe média. Pagando impostos sem parar, é difícil agüentar que pessoas que não os pagam subitamente ganhem riqueza. Bem, um dia nossos antepassados também ocuparam as áreas onde vivemos, é hora de nós mesmos olharmos quietos para a ocupação feita por outros. Simples assim. Poderíamos ter a opção de comprar barracos e urbanizar propriamente as favelas — os favelados que vendessem suas propriedades acreditariam ter feito um bom negócio e todos ficariam felizes. Mas não, a classe média sempre quis que os favelados fossem simplesmente removidos.

    Ninguém fala isso porque, oras, se existe algo que você preza acima de tudo, TUDO, é que ninguém pense que você tem inveja. Por isso as favelas são um gigantesco não-assunto. Isso também é trágico. Porque há problemas reais nas favelas. A experiência acaba de mostrar que algumas delas realmente deveriam ter sido removidas, e provavelmente outras deverão também. O fato de as pessoas de esquerda quererem lançar a pecha de “anti-favelados” a qualquer pessoa que quisesse vagamente sugerir que, talvez, sei lá, pô, bem, veja só, aquela encosta é um perigo, é também trágico. Ninguém quer ficar mal visto e mal falado. A esquerda não quer abrir mão da sua auto-ilusão de superiodade moral, isto é, do seu “direito” de linchar.

    O impasse trágico está formado. Os favelados não saem, as autoridades não agem, a sociedade não discute, a esquerda chique não quer menos do que uma mudança total de tudo. Todos estão simultaneamente justificados e encurralados. Enquanto isso, há um único risco, real, previsível, que é, como num efeito especial, como num mito de um povo primitivo, o céu e até a terra desabarem sobre as cabeças das pessoas.
    Publicado por Pedro Sette-Câmara

  42. Elias said

    Chesterton,

    Estás desorientado porque queres.

    Na concepção liberal do comércio exterior — praticada apenas nos discursos de quem não tem reponsabilidade de fazer comércio exterior — deve haver livre trânsito de economia entre países. Quanto menos Estado, menos taxas e sobretaxas, melhor.

    Na dura realidade do mundo das coisas reais, o papo é outro. No comércio exterior, a regra é jogar e não deixar jogar. Cada economia se esforça em conseguir o máximo de facilidades para vender seus produtos e criar o máximo de dificuldades para a venda dos produtos de seus concorrentes, para onde quer que seja.

    Entre os grandes exportadores do planeta — exceto o Brasil — proliferam as aqui chamadas Zonas de Processamento de Exportações. As ZPEs. As empresas instaladas nas ZPEs têm por obrigação destinar no mínimo 80% de sua produção para o comércio exterior.

    A parte exportável da produção, quanndo efetivamente exportada, recebe uma série de favores administrativos, fiscais, cambiais e creditícios. O objetivo é tornar o produto mais barato que um eventual concorrente que não disponha dos mesmos favorecimentos e, assim, levar a melhor na competição.

    Na minha memória, existem cerca de 800 ZPEs em todo o mundo. Metade delas nos EUA. Pelo menos a quarta parte na China. O restante fica distribuído na UEE principalmente, mais umas poucas na América Latina. No Brasil, nenhuma, embora esteja autorizada a implantação de 17 ZPEs desde o governo Itamar Franco. Nem os governos estaduais — a quem competiria implantá-las, nem o dinâmico empresariado brasileiro — parecem estar muito interessados no tema.

    De qualquer modo, Chesterton, a política de exportações fundada nas ZPEs é a completa negação da teoria liberal.

    Nada de livre trânsito de mercadorias. O negócio é criar o máximo de facilidades para os exportáveis e o máximo de dificuldades para a importação de produtos concorrentes (e não é só para a importação, não: cria-se dificuldades também para a exportação de produtos concorrentes para mercados nos quais uma dada economia esteja interessada).

    Estou dizendo isso só pra acender uma lanterninha na pôpa de quem pensa ver liberalismo no discurso da Dilma.

    Operar com a iniciativa privada, tentar reproduzir modelos de funcionamento que deram certo na iniciativa privada não é monopólio do liberalismo.

    No frigir dos ovos, Chesterton, o liberalismo é apenas uma superstição, que atribui poderes mágicos a uma entidade imaterial, chamada “mão invisível”.

    De acordo com essa crendice, a “mão invisível” teria o poder miraculoso de corrigir todas as distorções criadas pelos fluxos e contrafluxos da iniciativa individual, cuja atuação implica, necessariamente, a oposição de interesses diferenciados e, não raro, antagônicos.

    Onde e quando a tal “mão invisível” já operou esses milagre, ninguém sabe dizer. Quando confrontados, os liberais sempre recorrem à mesma desculpa: “Ah, mas é porque não deixaram a `mão invisível´ funcionar… O Estado não deixou…”.

    A única exceção nessa crendice é, novamente, o Brasil. Aqui, o Ruy Barbosa, ministro da economia, deixou tudo na mão da “mão invisível”.

    Em pouquíssimo tempo, o Brasil estava completamente falido. Foi a época do “encilhamento”. A Inglaterra, principal credora do país, acabou intervindo no Brasil pra receber o que lhe deviam. Empresas inglesas assumiram as geradoras e distribuidoras de energia elétrica do Brasil, as ferrovias e o diabo à quatro.

    Jamais soube de um liberal, ou neo-liberal, ou liberal-baby, ou coisa que o valha, que soubesse explicar, com argumentos mais claros que o arroto de um camelo bêbado, porque a “mão invisível” não realizou, no Brasil de Ruy Barbosa, o milagre que, de acordo com a sua superstição, lhe é tão fácil operar…

  43. Elias said

    Mas a mão invisível do PMDB parece que funciona: quase R$ 500 milhões!

    Mão grande!

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