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Corrupção e desenvolvimento

Posted by Pax em 02/05/2011

Artigo de Renato Janine Ribeiro no Valor Econômico coloca em xeque a afirmação que nos países mais liberais a corrupção é menor. Vale o debate.

A corrupção e o desenvolvimento – Valor Econômico – 02/05/2011

Começo a colaboração nesta página sentindo-me honrado e, também, ansioso por contribuir para um debate respeitoso entre posições que podem ser divergentes. Sem divergência, é difícil haver debate; sem respeito, é impossível. Proponho hoje uma questão que sei candente, a da corrupção. Cresci, acreditando que corrupção e subdesenvolvimento andavam juntos. Alguns achavam que o Brasil era subdesenvolvido, porque corrupto; sem chegar a tanto, eu considerava nosso país corrupto, porque subdesenvolvido. Mas será mesmo assim?

Porque, mundo afora, se vê que também os países mais ricos e desenvolvidos mostram bastante corrupção. Nem eu, nem nenhuma entidade que estude a corrupção, temos dados consistentes sobre sua dimensão real. Mesmo o indicador mais utilizado, o da Transparência Internacional, fala em percepção da corrupção. É possível que a corrupção maior passe despercebida. Talvez nunca venhamos a saber dela. Quando o portal do Governo revelou os gastos com cartões corporativos, mesmo os que causaram maior indignação eram de pequena monta; certamente, grandes corruptos não deixam pistas. Mas, de todo modo, o que se lê sobre as nações mais desenvolvidas, com a exceção dos países escandinavos, aponta escândalos espantosos. Não falemos apenas na Itália de Berlusconi, na França de Chirac, nas acusações a ex-primeiros-ministros espanhóis ou na crise holandesa de 1976, quando se soube que o marido da rainha recebera suborno da Lockheed. Concentremo-nos na invasão norte-americana do Iraque e nos contratos que ela proporcionou.

Em 2003, eu lecionava na Universidade de Maryland. No seu campus de College Park, vi um debate sobre a invasão iminente. Um seu defensor explicou que ela nada custaria aos contribuintes, porque seria paga com o petróleo iraquiano. Nunca antes eu tinha visto um ladrão ser tão explícito. Mas a verdade é que não apenas o ouro negro do Iraque foi entregue a quem os invasores quiseram, como também o orçamento dos Estados Unidos foi sangrado a fundo. Contudo, as denúncias de benefícios a empresas vinculadas ao então vice-presidente norte-americano não levaram a nenhum inquérito mais exigente. Comparando, o fato de estarem hoje indiciados Chirac, na França, e entre nós os suspeitos pelo mensalão do PT, é um diferencial significativo, embora muitos creiam que nada disso resultará em condenações.

Ou pensemos historicamente. Uma das fases de maior desenvolvimento econômico dos Estados Unidos, o final do século XIX, é também o apogeu dos “robber barons”, barões ladrões, alcunha dada a industriais e financistas que não tinham escrúpulos no trato dos empregados, fornecedores, concorrentes e na sonegação tributária. Suas práticas indecentes não impediram o país de crescer economicamente.

Considero muito bom que, em nossos dias, movimentos militem por um ambiente de negócios marcado pela honestidade. Ter garantias éticas é essencial – sustenta André Franco Montoro Filho num bem argumentado artigo do livro “A cultura das transgressões”, editado pela ETCO – para que o capitalismo funcione. Torço para que ele tenha razão. Mas penso que essa é uma forma apenas de capitalismo, que não funcionou em todas as épocas nem em todos os lugares. Certamente, é o preferível para a sociedade como um todo; deve melhorar a vida dos funcionários, dos concorrentes, sobretudo os pequenos empresários, e o papel do Estado. Mas não significa que seja essa, necessariamente, a tendência dominante do capitalismo.

Quer isso dizer que devamos nos resignar à corrupção? De forma alguma. Porém, primeiro, não devemos confundir sua percepção com sua realidade. Hoje, a boa notícia é que se denuncia mais a corrupção do que sob a ditadura. Mas isso não quer dizer que o regime de exceção fosse mais honesto – apenas, que era mais difícil descobrir e relatar o mau uso do dinheiro público. A sociedade está mais exigente. É preciso que tanto os órgãos da Justiça quanto a imprensa aperfeiçoem seus meios de identificar e denunciar os atos de corrupção. Mas também há um segundo aspecto que devemos apontar.

É frequente ouvir-se, hoje, que ser ético agrega valor. Em certos casos, é verdade. A empresa que promove um recall, o governante que corrige uma política, o jornalista que reconhece um erro podem sofrer um impacto negativo em sua imagem a curto prazo, mas depois disso conseguem maior confiança de seu respectivo público. Perdem no varejo, ganham no atacado. Nosso tempo valoriza essas condutas, e isso é bom. Só que políticos, empresas e jornais também lucram com práticas, digamos, menos ortodoxas. Dos exemplos de boas práticas, não podemos inferir que sempre a ética é bom negócio. Porque nem sempre é. E, sobretudo, não deve ser negócio.

Não há ética sem o risco do prejuízo e do fracasso. Quando pregamos que a ética é vantajosa ou mesmo rentável, esquecemos que muitas vezes ela não o é. “Hoje, para ser ético, às vezes é preciso ser herói”, diz um personagem no romance “A casa da Rússia”, de John LeCarré. Nem todos nós teremos estofo ou disposição para o heroísmo. Mas devemos reconhecer que as razões para combater a corrupção e assegurar a lisura na política, na economia e na sociedade são, afinal de contas, éticas mesmo. Combater a corrupção para melhorar o ambiente econômico é muito bom, mas não basta. Prometer a jovens – empresários, políticos ou jornalistas – um mundo ao mesmo tempo lucrativo e decente é correr o risco de não fortalecer sua fibra moral. Quando tiverem de escolher, saberão fazê-lo? Terão a coragem necessária para enfrentar o prejuízo que a decência, por vezes, exige?

Renato Janine Ribeiro é professor titular de ética e filosofia política na Universidade de São Paulo. Escreve às segundas-feiras

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104 Respostas to “Corrupção e desenvolvimento”

  1. iconoclastas said

    “Artigo de Renato Janine Ribeiro no Valor Econômico coloca em xeque a afirmação que nos países mais liberais a corrupção é menor.”

    vc deve ter deixado de colar uma parte do texto.

    ;^)

  2. Chesterton said

    isso é PT

  3. Carlão said

    Eu também acho que o Renato fala bobagens mas sem dúvida houve alguma edição.
    O enunciado acima não bate com o conteúdo.
    Cá entre nós, alguém duvida que um pais subdesenvolvido e com instituições ineficientes (Poder Legislativo e Poder Judiciário)e recém saído de um processo de hiper-inflação (corrupção moral e social)como é o caso do Brasil, a corrupção é relativamente mais abundante?

    Até o Janine parece concordar comigo: É possível que a corrupção maior passe despercebida. Talvez nunca venhamos a saber dela. Quando o portal do Governo revelou os gastos com cartões corporativos, mesmo os que causaram maior indignação eram de pequena monta; certamente, grandes corruptos não deixam pistas. Mas, de todo modo, o que se lê sobre as nações mais desenvolvidas, com a exceção dos países escandinavos, aponta escândalos espantosos.

    a quem Janine estaria se referindo aos “grandes corruptos dos cartões corporativos do Governo lula” que não deixam pistas ? Passaram a ser segredo de estado. Segurança Nacional?

    Respostas aqui para a redação

  4. Chesterton said

    Não, ele estava isentando de culpa o PT, a priori, daquilo que ele chama grande corrupção….

  5. Zbigniew said

    Vou dizer uma coisa: o cara diz que mata outro, coloca a mídia pra repetir “ad nauseam” que o cara é o cara mesmo,tira foto, faz exame de DNA e depois some com o corpo, jogado no mar?!!!!!!
    Será que todo mundo é trouxa ou entendi errado?!!!
    Até acredito que o cara tá morto, mas tem muita coisa mal explicada nisto tudo.
    Parece com os casos de corrupção do nosso Brasil varonil.

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  7. Olá! Pax,
    “Artigo de Renato Janine Ribeiro no Valor Econômico coloca em xeque a afirmação que nos países mais liberais a corrupção é menor. Vale o debate.”
    Pax, sinceramente, não vi onde o autor do artigo conseguiu colocar em xeque o fato de que os países mais liberais também são os menos corruptos. O autor não apresentou nenhum dado sobre corrupção e níveis de liberalismo (político, econômico e etc.) e muito menos procurou correlacionar essas duas variáveis. Assim fica complicado de defender o ponto de vista dele, pois casos de corrupção sempre existirão tanto nos países mais pobres quanto no mundo civilizado. O autor cita alguns casos que aconteceram (e continuarão a acontecer) no mundo desenvolvido. O detalhe é que ele não pegou uma série histórica dos casos de corrupção nesses países e uma outra série relativa aos países mais pobres para compará-las e verificar a frequência com que a corrupção acontece, a maneira como a população lida com essa corrupção, as punições via instituições e etc. Tendo essas duas séries em mãos, o autor poderia se perguntar algumas coisas: Por quê nos países mais pobres a corrupção é galopantes? Quais instituições existem nos países pobres e nos mais desenvolvidos? Qual a funcionalidade dessas instituições? E etc., etc., e etc. O que o autor faz é pegar casos esporádicos de corrupção ocorridos nos países mais avançados com o objetivo de sustentar o argumento dele, ao mesmo tempo em que ignora dados que podem contradizer tal argumento. Ele, o autor, poderia pelo menos ter feito uma coisa simples: Pegar os mapas da corrupção e da liberdade econômica (uma forma de liberalismo) para compará-los lado a lado. Olhando esses dois mapas, a conclusão inescapável a que se chega é que os países mais economicamente livres também são aqueles onde há pouca corrupção. Por quê isso acontece? A explicação é bem vasta e abrange vários campos, mas, quanto à liberdade econômica, a tendência é que quanto maior for a liberdade econômica, menores são as possibilidades de corrupção com o dinheiro público, pois, em um ambiente de elevada liberdade econômica, o cidadão comum não paga impostos exorbitantes (isto é, menos dinheiro nas mãos dos políticos), o governo oferece poucas camadas de burocracia para que os empreendedores atuem (o que diminui as chances de um empreendedor ter que subornar funcionários públicos e/ou lidar com a corrupção), o governo não se aventura a dar uma de empresário (o que significa ainda mais dinheiro público sob a tutela dos políticos), deixando esse papel para o setor privado. No Brasil esses três pontos citados acima são muito comuns: Impostos exorbitantes; muita burocracia; e o Estado é empresário. Isso significa que há muito poder econômico concentrado nas mãos de uma única entidade, o Estado, oque ocasiona, quase que inevitavelmente, corrupção. Estranho não é o fato de que haja muita corrupção no Brasil, mas, sim, se não houvesse tanta corrupção quanto há, dado que o Estado brasileiro concentra muitos recursos. Eu, sinceramente, não vi onde o autor do artigo conseguiu colocar em xeque o fato de que os países mais liberais (em termos políticos, econômicos, e etc.) também são os menos corruptos. Até eu que nem sou dessa tosca área de “humanidades” conseguiria escrever um artigo melhor, pelo menos eu mostraria dados para sustentar a minha opinião e não pegaria casos esporádicos de corrupção no mundo desenvolvido para dizer que nos países onde há níveis elevados de liberdade a corrupção também é grande. Alguns comentários sobre alguns excertos do artigo.
    “orque, mundo afora, se vê que também os países mais ricos e desenvolvidos mostram bastante corrupção. Nem eu, nem nenhuma entidade que estude a corrupção, temos dados consistentes sobre sua dimensão real. Mesmo o indicador mais utilizado, o da Transparência Internacional, fala em percepção da corrupção. [. . .]”
    Vejamos a uma lista contendo os países mais economicamente livres do mundo no período de 1995 até 2011: Legenda: Coluna 1: Anos Coluna 2: Índice de Liberdade Econômica (Heritage Foundation) Coluna 3: Índice de Percepção da Corrupção (Transp. Intern.) Coluna 4: Nomes dos Países 1996 . . . 74.7 . . . 70.0 . . . Argentina 1997 . . . 73.3 . . . 52.0 . . . Argentina 1998 . . . 70.9 . . . 34.0 . . . Argentina 1999 . . . 70.6 . . . 28.0 . . . Argentina 2004 . . . 70.3 . . . 25.0 . . . Armenia 2006 . . . 70.6 . . . 31.0 . . . Armenia 1995 . . . 74.1 . . . 70.0 . . . Australia 1996 . . . 74.0 . . . 70.0 . . . Australia 1997 . . . 75.5 . . . 88.0 . . . Australia 1998 . . . 75.6 . . . 86.0 . . . Australia 1999 . . . 76.4 . . . 89.0 . . . Australia 2000 . . . 77.1 . . . 87.0 . . . Australia 2001 . . . 77.4 . . . 87.0 . . . Australia 2002 . . . 77.3 . . . 83.0 . . . Australia 2003 . . . 77.4 . . . 85.0 . . . Australia 2004 . . . 77.9 . . . 86.0 . . . Australia 2005 . . . 79.0 . . . 88.0 . . . Australia 2006 . . . 79.9 . . . 88.0 . . . Australia 2007 . . . 81.1 . . . 88.0 . . . Australia 2008 . . . 82.2 . . . 87.0 . . . Australia 2009 . . . 82.6 . . . 86.0 . . . Australia 2010 . . . 82.6 . . . 87.0 . . . Australia 2011 . . . 82.5 . . . 87.0 . . . Australia 2006 . . . 71.1 . . . 84.0 . . . Austria 2007 . . . 71.6 . . . 87.0 . . . Austria 2008 . . . 71.4 . . . 86.0 . . . Austria 2009 . . . 71.2 . . . 81.0 . . . Austria 2010 . . . 71.6 . . . 81.0 . . . Austria 2011 . . . 71.9 . . . 79.0 . . . Austria 1995 . . . 76.2 . . . 70.0 . . . Bahrain 1996 . . . 76.4 . . . 70.0 . . . Bahrain 1997 . . . 76.1 . . . 70.0 . . . Bahrain 1998 . . . 75.6 . . . 70.0 . . . Bahrain 1999 . . . 75.2 . . . 70.0 . . . Bahrain 2000 . . . 75.7 . . . 70.0 . . . Bahrain 2001 . . . 75.9 . . . 70.0 . . . Bahrain 2002 . . . 75.6 . . . 70.0 . . . Bahrain 2003 . . . 76.3 . . . 70.0 . . . Bahrain 2004 . . . 75.1 . . . 70.0 . . . Bahrain 2005 . . . 71.2 . . . 61.0 . . . Bahrain 2006 . . . 71.6 . . . 58.0 . . . Bahrain 2007 . . . 71.2 . . . 58.0 . . . Bahrain 2008 . . . 72.2 . . . 57.0 . . . Bahrain 2009 . . . 74.8 . . . 50.0 . . . Bahrain 2010 . . . 76.3 . . . 54.0 . . . Bahrain 2011 . . . 77.7 . . . 51.0 . . . Bahrain 2001 . . . 71.5 . . . 70.0 . . . Barbados 2002 . . . 73.6 . . . 70.0 . . . Barbados 2003 . . . 71.3 . . . 70.0 . . . Barbados 2005 . . . 70.1 . . . 70.0 . . . Barbados 2006 . . . 71.9 . . . 73.0 . . . Barbados 2008 . . . 71.3 . . . 67.0 . . . Barbados 2009 . . . 71.5 . . . 69.0 . . . Barbados 2006 . . . 71.8 . . . 75.0 . . . Belgium 2007 . . . 72.5 . . . 74.0 . . . Belgium 2008 . . . 71.7 . . . 73.0 . . . Belgium 2009 . . . 72.1 . . . 71.0 . . . Belgium 2010 . . . 70.1 . . . 73.0 . . . Belgium 2011 . . . 70.2 . . . 71.0 . . . Belgium 2010 . . . 70.3 . . . 58.0 . . . Botswana 1996 . . . 70.3 . . . 90.0 . . . Canada 2000 . . . 70.5 . . . 92.0 . . . Canada 2001 . . . 71.2 . . . 92.0 . . . Canada 2002 . . . 74.6 . . . 92.0 . . . Canada 2003 . . . 74.8 . . . 89.0 . . . 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Finland 2003 . . . 73.7 . . . 99.0 . . . Finland 2004 . . . 73.4 . . . 97.0 . . . Finland 2005 . . . 71.0 . . . 97.0 . . . Finland 2006 . . . 72.9 . . . 97.0 . . . Finland 2007 . . . 74.0 . . . 96.0 . . . Finland 2008 . . . 74.6 . . . 96.0 . . . Finland 2009 . . . 74.5 . . . 94.0 . . . Finland 2010 . . . 73.8 . . . 90.0 . . . Finland 2011 . . . 74.0 . . . 89.0 . . . Finland 2010 . . . 70.4 . . . 39.0 . . . Georgia 2011 . . . 70.4 . . . 41.0 . . . Georgia 2002 . . . 70.4 . . . 76.0 . . . Germany 2006 . . . 70.8 . . . 82.0 . . . Germany 2007 . . . 70.8 . . . 82.0 . . . Germany 2008 . . . 70.6 . . . 80.0 . . . Germany 2009 . . . 70.5 . . . 78.0 . . . Germany 2010 . . . 71.1 . . . 79.0 . . . Germany 2011 . . . 71.8 . . . 80.0 . . . Germany 1995 . . . 88.6 . . . 90.0 . . . Hong_Kong 1996 . . . 90.5 . . . 90.0 . . . Hong_Kong 1997 . . . 88.6 . . . 71.0 . . . Hong_Kong 1998 . . . 88.0 . . . 70.0 . . . Hong_Kong 1999 . . . 88.5 . . . 73.0 . . . Hong_Kong 2000 . . . 89.5 . . . 78.0 . . . Hong_Kong 2001 . . . 89.9 . . . 77.0 . . . Hong_Kong 2002 . . . 89.4 . . . 77.0 . . . Hong_Kong 2003 . . . 89.8 . . . 79.0 . . . Hong_Kong 2004 . . . 90.0 . . . 82.0 . . . Hong_Kong 2005 . . . 89.5 . . . 80.0 . . . Hong_Kong 2006 . . . 88.6 . . . 80.0 . . . Hong_Kong 2007 . . . 89.9 . . . 83.0 . . . Hong_Kong 2008 . . . 89.7 . . . 83.0 . . . Hong_Kong 2009 . . . 90.0 . . . 83.0 . . . Hong_Kong 2010 . . . 89.7 . . . 81.0 . . . Hong_Kong 2011 . . . 89.7 . . . 82.0 . . . Hong_Kong 1997 . . . 70.5 . . . 90.0 . . . Iceland 1998 . . . 71.2 . . . 90.0 . . . Iceland 1999 . . . 71.4 . . . 90.0 . . . Iceland 2000 . . . 74.0 . . . 93.0 . . . Iceland 2001 . . . 73.4 . . . 92.0 . . . Iceland 2002 . . . 73.1 . . . 91.0 . . . Iceland 2003 . . . 73.5 . . . 92.0 . . . Iceland 2004 . . . 72.1 . . . 94.0 . . . Iceland 2005 . . . 76.6 . . . 96.0 . . . Iceland 2006 . . . 75.8 . . . 95.0 . . . Iceland 2007 . . . 76.0 . . . 97.0 . . . Iceland 2008 . . . 75.8 . . . 96.0 . . . Iceland 2009 . . . 75.9 . . . 92.0 . . . Iceland 2010 . . . 73.7 . . . 89.0 . . . Iceland 1997 . . . 72.6 . . . 84.0 . . . Ireland 1998 . . . 73.7 . . . 85.0 . . . Ireland 1999 . . . 74.6 . . . 83.0 . . . Ireland 2000 . . . 76.1 . . . 82.0 . . . Ireland 2001 . . . 81.2 . . . 77.0 . . . Ireland 2002 . . . 80.5 . . . 72.0 . . . Ireland 2003 . . . 80.9 . . . 75.0 . . . Ireland 2004 . . . 80.3 . . . 69.0 . . . Ireland 2005 . . . 80.8 . . . 75.0 . . . Ireland 2006 . . . 82.2 . . . 75.0 . . . Ireland 2007 . . . 82.6 . . . 74.0 . . . Ireland 2008 . . . 82.5 . . . 74.0 . . . Ireland 2009 . . . 82.2 . . . 75.0 . . . Ireland 2010 . . . 81.3 . . . 77.0 . . . Ireland 2011 . . . 78.7 . . . 80.0 . . . Ireland 1995 . . . 75.0 . . . 90.0 . . . Japan 1996 . . . 72.6 . . . 90.0 . . . Japan 1997 . . . 70.3 . . . 67.0 . . . Japan 1998 . . . 70.2 . . . 71.0 . . . Japan 2000 . . . 70.7 . . . 58.0 . . . Japan 2001 . . . 70.9 . . . 60.0 . . . Japan 2006 . . . 73.3 . . . 69.0 . . . Japan 2007 . . . 72.7 . . . 73.0 . . . Japan 2008 . . . 73.0 . . . 76.0 . . . Japan 2009 . . . 72.8 . . . 75.0 . . . Japan 2010 . . . 72.9 . . . 73.0 . . . Japan 2011 . . . 72.8 . . . 77.0 . . . Japan 2004 . . . 72.4 . . . 48.0 . . . Lithuania 2005 . . . 70.5 . . . 47.0 . . . Lithuania 2006 . . . 71.8 . . . 46.0 . . . Lithuania 2007 . . . 71.5 . . . 48.0 . . . Lithuania 2008 . . . 70.9 . . . 48.0 . . . Lithuania 2010 . . . 70.3 . . . 46.0 . . . Lithuania 2011 . . . 71.3 . . . 49.0 . . . Lithuania 1996 . . . 72.5 . . . 90.0 . . . Luxembourg 1997 . . . 72.8 . . . 90.0 . . . Luxembourg 1998 . . . 72.7 . . . 90.0 . . . Luxembourg 1999 . . . 72.4 . . . 86.0 . . . Luxembourg 2000 . . . 76.4 . . . 87.0 . . . Luxembourg 2001 . . . 80.1 . . . 88.0 . . . Luxembourg 2002 . . . 79.4 . . . 86.0 . . . Luxembourg 2003 . . . 79.9 . . . 87.0 . . . Luxembourg 2004 . . . 78.9 . . . 90.0 . . . Luxembourg 2005 . . . 76.3 . . . 87.0 . . . Luxembourg 2006 . . . 75.3 . . . 84.0 . . . Luxembourg 2007 . . . 74.6 . . . 85.0 . . . Luxembourg 2008 . . . 74.7 . . . 86.0 . . . Luxembourg 2009 . . . 75.2 . . . 84.0 . . . Luxembourg 2010 . . . 75.4 . . . 83.0 . . . Luxembourg 2011 . . . 76.2 . . . 82.0 . . . Luxembourg 2009 . . . 72.0 . . . 57.0 . . . Macau 2010 . . . 72.5 . . . 54.0 . . . Macau 2011 . . . 73.1 . . . 53.0 . . . Macau 1995 . . . 71.9 . . . 70.0 . . . Malaysia 2008 . . . 72.6 . . . 51.0 . . . Mauritius 2009 . . . 74.3 . . . 47.0 . . . Mauritius 2010 . . . 76.3 . . . 55.0 . . . Mauritius 2011 . . . 76.2 . . . 54.0 . . . Mauritius 1996 . . . 78.1 . . . 90.0 . . . New_Zealand 1997 . . . 79.0 . . . 96.0 . . . New_Zealand 1998 . . . 79.2 . . . 94.0 . . . New_Zealand 1999 . . . 81.7 . . . 92.0 . . . New_Zealand 2000 . . . 80.9 . . . 94.0 . . . New_Zealand 2001 . . . 81.1 . . . 94.0 . . . New_Zealand 2002 . . . 80.7 . . . 94.0 . . . New_Zealand 2003 . . . 81.1 . . . 94.0 . . . New_Zealand 2004 . . . 81.5 . . . 95.0 . . . New_Zealand 2005 . . . 82.3 . . . 95.0 . . . New_Zealand 2006 . . . 82.0 . . . 96.0 . . . New_Zealand 2007 . . . 81.4 . . . 96.0 . . . New_Zealand 2008 . . . 80.7 . . . 96.0 . . . New_Zealand 2009 . . . 82.0 . . . 94.0 . . . New_Zealand 2010 . . . 82.1 . . . 93.0 . . . New_Zealand 2011 . . . 82.3 . . . 94.0 . . . New_Zealand 2000 . . . 70.1 . . . 90.0 . . . Norway 2009 . . . 70.2 . . . 87.0 . . . Norway 2011 . . . 70.3 . . . 86.0 . . . Norway 1995 . . . 70.2 . . . 70.0 . . . Oman 1995 . . . 71.6 . . . 50.0 . . . Panama 1996 . . . 71.8 . . . 50.0 . . . Panama 1997 . . . 72.4 . . . 50.0 . . . Panama 1998 . . . 72.6 . . . 50.0 . . . Panama 1999 . . . 72.6 . . . 50.0 . . . Panama 2000 . . . 71.6 . . . 50.0 . . . Panama 2001 . . . 70.6 . . . 50.0 . . . Panama 2011 . . . 70.5 . . . 70.0 . . . Qatar 2010 . . . 70.5 . . . 71.0 . . . Saint_Lucia 2011 . . . 70.8 . . . 70.0 . . . Saint_Lucia 1995 . . . 86.3 . . . 90.0 . . . Singapore 1996 . . . 86.5 . . . 90.0 . . . Singapore 1997 . . . 87.3 . . . 93.0 . . . Singapore 1998 . . . 87.0 . . . 88.0 . . . Singapore 1999 . . . 86.9 . . . 87.0 . . . Singapore 2000 . . . 87.7 . . . 91.0 . . . Singapore 2001 . . . 87.8 . . . 91.0 . . . Singapore 2002 . . . 87.4 . . . 91.0 . . . Singapore 2003 . . . 88.2 . . . 92.0 . . . Singapore 2004 . . . 88.9 . . . 93.0 . . . Singapore 2005 . . . 88.6 . . . 94.0 . . . Singapore 2006 . . . 88.0 . . . 93.0 . . . Singapore 2007 . . . 87.1 . . . 94.0 . . . Singapore 2008 . . . 87.3 . . . 94.0 . . . Singapore 2009 . . . 87.1 . . . 93.0 . . . Singapore 2010 . . . 86.1 . . . 92.0 . . . Singapore 2011 . . . 87.2 . . . 92.0 . . . Singapore 1995 . . . 72.0 . . . 70.0 . . . South_Korea 1996 . . . 73.0 . . . 70.0 . . . South_Korea 1998 . . . 73.3 . . . 50.0 . . . South_Korea 2009 . . . 70.1 . . . 67.0 . . . Spain 2011 . . . 70.2 . . . 61.0 . . . Spain 2002 . . . 70.8 . . . 94.0 . . . Sweden 2004 . . . 70.1 . . . 93.0 . . . Sweden 2006 . . . 70.9 . . . 92.0 . . . Sweden 2008 . . . 70.8 . . . 92.0 . . . Sweden 2009 . . . 70.5 . . . 93.0 . . . Sweden 2010 . . . 72.4 . . . 93.0 . . . Sweden 2011 . . . 71.9 . . . 92.0 . . . Sweden 1996 . . . 76.8 . . . 90.0 . . . Switzerland 1997 . . . 78.6 . . . 88.0 . . . Switzerland 1998 . . . 79.0 . . . 88.0 . . . Switzerland 1999 . . . 79.1 . . . 86.0 . . . Switzerland 2000 . . . 76.8 . . . 89.0 . . . Switzerland 2001 . . . 76.0 . . . 89.0 . . . Switzerland 2002 . . . 79.3 . . . 86.0 . . . Switzerland 2003 . . . 79.0 . . . 84.0 . . . Switzerland 2004 . . . 79.5 . . . 85.0 . . . Switzerland 2005 . . . 79.3 . . . 88.0 . . . Switzerland 2006 . . . 78.9 . . . 91.0 . . . Switzerland 2007 . . . 78.0 . . . 91.0 . . . Switzerland 2008 . . . 79.5 . . . 91.0 . . . Switzerland 2009 . . . 79.4 . . . 90.0 . . . Switzerland 2010 . . . 81.1 . . . 90.0 . . . Switzerland 2011 . . . 81.9 . . . 90.0 . . . Switzerland 1995 . . . 74.2 . . . 90.0 . . . Taiwan 1996 . . . 74.1 . . . 90.0 . . . Taiwan 1998 . . . 70.4 . . . 50.0 . . . Taiwan 1999 . . . 71.5 . . . 50.0 . . . Taiwan 2000 . . . 72.5 . . . 53.0 . . . Taiwan 2001 . . . 72.8 . . . 56.0 . . . Taiwan 2002 . . . 71.3 . . . 55.0 . . . Taiwan 2003 . . . 71.7 . . . 59.0 . . . Taiwan 2005 . . . 71.3 . . . 57.0 . . . Taiwan 2008 . . . 70.3 . . . 59.0 . . . Taiwan 2010 . . . 70.4 . . . 57.0 . . . Taiwan 2011 . . . 70.8 . . . 56.0 . . . Taiwan 1995 . . . 71.3 . . . 70.0 . . . Thailand 1996 . . . 71.0 . . . 70.0 . . . Thailand 1995 . . . 71.8 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 1996 . . . 74.0 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 1997 . . . 74.5 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 1998 . . . 74.5 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 1999 . . . 74.7 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 2000 . . . 73.9 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 2001 . . . 74.8 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 2002 . . . 74.4 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 2003 . . . 73.5 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 2004 . . . 72.1 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 2005 . . . 72.6 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 2006 . . . 72.3 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 2007 . . . 72.0 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 2008 . . . 71.1 . . . 70.0 . . . The_Bahamas 2009 . . . 70.3 . . . 50.0 . . . The_Bahamas 1997 . . . 70.4 . . . 87.0 . . . The_Netherlands 2000 . . . 70.4 . . . 90.0 . . . The_Netherlands 2001 . . . 73.0 . . . 90.0 . . . The_Netherlands 2002 . . . 75.1 . . . 89.0 . . . The_Netherlands 2003 . . . 74.6 . . . 88.0 . . . The_Netherlands 2004 . . . 74.5 . . . 90.0 . . . The_Netherlands 2005 . . . 72.9 . . . 89.0 . . . The_Netherlands 2006 . . . 75.4 . . . 87.0 . . . The_Netherlands 2007 . . . 75.5 . . . 86.0 . . . The_Netherlands 2008 . . . 77.4 . . . 87.0 . . . The_Netherlands 2009 . . . 77.0 . . . 90.0 . . . The_Netherlands 2010 . . . 75.0 . . . 89.0 . . . The_Netherlands 2011 . . . 74.7 . . . 89.0 . . . The_Netherlands 1997 . . . 71.3 . . . 50.0 . . . Trinidad_and_Tobago 1998 . . . 72.0 . . . 50.0 . . . Trinidad_and_Tobago 1999 . . . 72.4 . . . 50.0 . . . Trinidad_and_Tobago 2000 . . . 74.5 . . . 50.0 . . . Trinidad_and_Tobago 2001 . . . 71.8 . . . 50.0 . . . Trinidad_and_Tobago 2002 . . . 70.1 . . . 53.0 . . . Trinidad_and_Tobago 2004 . . . 71.3 . . . 49.0 . . . Trinidad_and_Tobago 2005 . . . 71.5 . . . 46.0 . . . Trinidad_and_Tobago 2006 . . . 70.4 . . . 42.0 . . . Trinidad_and_Tobago 2007 . . . 70.6 . . . 38.0 . . . Trinidad_and_Tobago 1996 . . . 71.6 . . . 90.0 . . . United_Arab_Emirates 1997 . . . 71.9 . . . 90.0 . . . United_Arab_Emirates 1998 . . . 72.2 . . . 90.0 . . . United_Arab_Emirates 1999 . . . 71.5 . . . 90.0 . . . United_Arab_Emirates 2000 . . . 74.2 . . . 90.0 . . . United_Arab_Emirates 2001 . . . 74.9 . . . 90.0 . . . United_Arab_Emirates 2002 . . . 73.6 . . . 90.0 . . . United_Arab_Emirates 2003 . . . 73.4 . . . 90.0 . . . United_Arab_Emirates 1995 . . . 77.9 . . . 90.0 . . . United_Kingdom 1996 . . . 76.4 . . . 90.0 . . . United_Kingdom 1997 . . . 76.4 . . . 90.0 . . . United_Kingdom 1998 . . . 76.5 . . . 90.0 . . . United_Kingdom 1999 . . . 76.2 . . . 82.0 . . . United_Kingdom 2000 . . . 77.3 . . . 87.0 . . . United_Kingdom 2001 . . . 77.6 . . . 86.0 . . . United_Kingdom 2002 . . . 78.5 . . . 87.0 . . . United_Kingdom 2003 . . . 77.5 . . . 83.0 . . . United_Kingdom 2004 . . . 77.7 . . . 87.0 . . . United_Kingdom 2005 . . . 79.2 . . . 87.0 . . . United_Kingdom 2006 . . . 80.4 . . . 86.0 . . . United_Kingdom 2007 . . . 79.9 . . . 86.0 . . . United_Kingdom 2008 . . . 79.4 . . . 86.0 . . . United_Kingdom 2009 . . . 79.0 . . . 84.0 . . . United_Kingdom 2010 . . . 76.5 . . . 77.0 . . . United_Kingdom 2011 . . . 74.5 . . . 77.0 . . . United_Kingdom 1995 . . . 76.7 . . . 90.0 . . . United_States 1996 . . . 76.7 . . . 90.0 . . . United_States 1997 . . . 75.6 . . . 78.0 . . . United_States 1998 . . . 75.4 . . . 77.0 . . . United_States 1999 . . . 75.5 . . . 76.0 . . . United_States 2000 . . . 76.4 . . . 75.0 . . . United_States 2001 . . . 79.1 . . . 75.0 . . . United_States 2002 . . . 78.4 . . . 78.0 . . . United_States 2003 . . . 78.2 . . . 76.0 . . . United_States 2004 . . . 78.7 . . . 77.0 . . . United_States 2005 . . . 79.9 . . . 75.0 . . . United_States 2006 . . . 81.2 . . . 75.0 . . . United_States 2007 . . . 81.2 . . . 76.0 . . . United_States 2008 . . . 81.0 . . . 73.0 . . . United_States 2009 . . . 80.7 . . . 72.0 . . . United_States 2010 . . . 78.0 . . . 73.0 . . . United_States 2011 . . . 77.8 . . . 75.0 . . . United_States 2001 . . . 70.7 . . . 44.0 . . . Uruguay Média . . .75.9 . . . 75.7 Esses dados são uma enorme ironia ao argumento do autor do artigo. O que os dados mostram é exatamente o contrário do que ele sustenta: Os países mais economicamente livres também são aqueles onde há pouca corrupção. Observem bem que no conjunto de dados acima também há países onde existem elevados níveis de liberdade econômica e muita corrupção (Argentina, Armenia, El Salvador e etc.). Porém, na média, a corrupção é baixa nos países com grande liberdade econômica. Após ter avaliado o liberalismo na sua vertente econômica, vejamos como o liberalismo na sua vertente política se relaciona com a corrupção. Abaixo há uma lista contendo os países mais politicamente livres segundo o Democracy Index da The Economist Intelligence Unit, bem como os seus níveis de liberdade econômica e de corrupção. O critério utilizado para compôr a lista abaixo consiste em pegar os países mais economicamente livres e verificar os seus níveis de liberdade política e de corrupção. Eis a lista: Legenda: Coluna 01: Anos Coluna 02: Índice de Liberdade Econômica (Heritage Foundation) Coluna 03: Índice de Percepção da Corrupção (Transp. Intern.) Coluna 04: Índice de Democracia (The Economist Intel. Unit) Coluna 05: Processo Eleitoral e Pluralismo Coluna 06: Governo Funcional Coluna 07: Participação Política Coluna 08: Cultura Política Coluna 09: Liberdades Civis Coluna 10: Nomes dos Países 2006 . 70.6 . 31.0 . 4.15 . 4.33 . 3.21 . 3.89 . 3.13 . 6.18 . Armenia 2006 . 79.9 . 88.0 . 9.09 . 10.0 . 8.93 . 7.78 . 8.75 . 10.0 . Australia 2008 . 82.2 . 87.0 . 9.09 . 10.0 . 8.93 . 7.78 . 8.75 . 10.0 . Australia 2010 . 82.6 . 87.0 . 9.22 . 10.0 . 8.93 . 7.78 . 9.38 . 10.0 . Australia 2006 . 71.1 . 84.0 . 8.69 . 9.58 . 8.21 . 7.78 . 8.75 . 9.12 . Austria 2008 . 71.4 . 86.0 . 8.49 . 9.58 . 7.86 . 7.78 . 8.13 . 9.12 . Austria 2010 . 71.6 . 81.0 . 8.49 . 9.58 . 7.86 . 7.78 . 8.13 . 9.12 . Austria 2006 . 71.6 . 58.0 . 3.53 . 3.50 . 2.57 . 2.78 . 5.00 . 3.82 . Bahrain 2008 . 72.2 . 57.0 . 3.38 . 2.58 . 3.57 . 2.22 . 5.00 . 3.53 . Bahrain 2010 . 76.3 . 54.0 . 3.49 . 2.58 . 3.57 . 2.78 . 5.00 . 3.53 . Bahrain 2006 . 71.8 . 75.0 . 8.15 . 9.58 . 8.21 . 6.67 . 6.88 . 9.41 . Belgium 2008 . 71.7 . 73.0 . 8.16 . 9.58 . 8.21 . 6.11 . 7.50 . 9.41 . Belgium 2010 . 70.1 . 73.0 . 8.05 . 9.58 . 8.21 . 5.56 . 7.50 . 9.41 . Belgium 2010 . 70.3 . 58.0 . 7.63 . 9.17 . 7.14 . 5.56 . 6.88 . 9.41 . Botswana 2006 . 77.4 . 85.0 . 9.07 . 9.17 . 9.64 . 7.78 . 8.75 . 10.0 . Canada 2008 . 80.2 . 85.0 . 9.07 . 9.17 . 9.64 . 7.78 . 8.75 . 10.0 . Canada 2010 . 80.4 . 87.0 . 9.08 . 9.58 . 9.29 . 7.78 . 8.75 . 10.0 . Canada 2006 . 78.0 . 74.0 . 7.89 . 9.58 . 8.93 . 5.00 . 6.25 . 9.71 . Chile 2008 . 78.6 . 73.0 . 7.89 . 9.58 . 8.93 . 5.00 . 6.25 . 9.71 . Chile 2010 . 77.2 . 69.0 . 7.67 . 9.58 . 8.57 . 3.89 . 6.88 . 9.41 . Chile 2006 . 71.8 . 54.0 . 7.60 . 9.17 . 6.79 . 6.67 . 6.25 . 9.12 . Cyprus 2008 . 71.3 . 56.0 . 7.70 . 9.17 . 6.07 . 6.67 . 7.50 . 9.12 . Cyprus 2010 . 70.9 . 64.0 . 7.29 . 9.17 . 6.43 . 6.11 . 5.63 . 9.12 . Cyprus 2006 . 75.4 . 95.0 . 9.52 . 10.0 . 9.64 . 8.89 . 9.38 . 9.71 . Denmark 2008 . 79.2 . 95.0 . 9.52 . 10.0 . 9.64 . 8.89 . 9.38 . 9.71 . Denmark 2010 . 77.9 . 93.0 . 9.52 . 10.0 . 9.64 . 8.89 . 9.38 . 9.71 . Denmark 2006 . 74.9 . 60.0 . 7.74 . 9.58 . 7.50 . 5.00 . 7.50 . 9.12 . Estonia 2008 . 77.9 . 67.0 . 7.68 . 9.58 . 7.50 . 5.00 . 7.50 . 8.82 . Estonia 2010 . 74.7 . 66.0 . 7.68 . 9.58 . 7.50 . 5.00 . 7.50 . 8.82 . Estonia 2006 . 72.9 . 97.0 . 9.25 . 10.0 . 10.0 . 7.78 . 8.75 . 9.71 . Finland 2008 . 74.6 . 96.0 . 9.25 . 10.0 . 10.0 . 7.78 . 8.75 . 9.71 . Finland 2010 . 73.8 . 90.0 . 9.19 . 10.0 . 9.64 . 7.22 . 9.38 . 9.71 . Finland 2010 . 70.4 . 39.0 . 4.59 . 7.00 . 2.14 . 3.89 . 3.75 . 6.18 . Georgia 2006 . 70.8 . 82.0 . 8.82 . 9.58 . 8.57 . 7.78 . 8.75 . 9.41 . Germany 2008 . 70.6 . 80.0 . 8.82 . 9.58 . 8.57 . 7.78 . 8.75 . 9.41 . Germany 2010 . 71.1 . 79.0 . 8.38 . 9.58 . 7.86 . 7.22 . 8.13 . 9.12 . Germany 2006 . 88.6 . 80.0 . 6.03 . 3.50 . 5.71 . 5.00 . 6.25 . 9.71 . Hong_Kong 2008 . 89.7 . 83.0 . 5.85 . 3.50 . 5.71 . 5.00 . 5.63 . 9.41 . Hong_Kong 2010 . 89.7 . 81.0 . 5.92 . 3.50 . 5.36 . 4.44 . 6.88 . 9.41 . Hong_Kong 2006 . 75.8 . 95.0 . 9.71 . 10.0 . 9.64 . 8.89 . 10.0 . 10.0 . Iceland 2008 . 75.8 . 96.0 . 9.65 . 10.0 . 9.64 . 8.89 . 10.0 . 9.71 . Iceland 2010 . 73.7 . 89.0 . 9.65 . 10.0 . 9.64 . 8.89 . 10.0 . 9.71 . Iceland 2006 . 82.2 . 75.0 . 9.01 . 9.58 . 8.93 . 7.78 . 8.75 . 10.0 . Ireland 2008 . 82.5 . 74.0 . 9.01 . 9.58 . 8.93 . 7.78 . 8.75 . 10.0 . Ireland 2010 . 81.3 . 77.0 . 8.79 . 9.58 . 7.86 . 7.78 . 8.75 . 10.0 . Ireland 2006 . 73.3 . 69.0 . 8.15 . 9.17 . 7.86 . 5.56 . 8.75 . 9.41 . Japan 2008 . 73.0 . 76.0 . 8.25 . 8.75 . 8.21 . 6.11 . 8.75 . 9.41 . Japan 2010 . 72.9 . 73.0 . 8.08 . 9.17 . 8.21 . 6.11 . 7.50 . 9.41 . Japan 2006 . 71.8 . 46.0 . 7.43 . 9.58 . 6.43 . 6.67 . 5.63 . 8.82 . Lithuania 2008 . 70.9 . 48.0 . 7.36 . 9.58 . 5.71 . 6.11 . 6.25 . 9.12 . Lithuania 2010 . 70.3 . 46.0 . 7.24 . 9.58 . 5.71 . 5.56 . 6.25 . 9.12 . Lithuania 2006 . 75.3 . 84.0 . 9.10 . 10.0 . 9.29 . 7.78 . 8.75 . 9.71 . Luxembourg 2008 . 74.7 . 86.0 . 9.10 . 10.0 . 9.29 . 7.78 . 8.75 . 9.71 . Luxembourg 2010 . 75.4 . 83.0 . 8.88 . 10.0 . 9.29 . 6.67 . 8.75 . 9.71 . Luxembourg 2008 . 72.6 . 51.0 . 8.04 . 9.17 . 8.21 . 5.00 . 8.13 . 9.71 . Mauritius 2010 . 76.3 . 55.0 . 8.04 . 9.17 . 8.21 . 5.00 . 8.13 . 9.71 . Mauritius 2006 . 82.0 . 96.0 . 9.01 . 10.0 . 8.57 . 8.33 . 8.13 . 10.0 . New_Zealand 2008 . 80.7 . 96.0 . 9.19 . 10.0 . 8.93 . 8.89 . 8.13 . 10.0 . New_Zealand 2010 . 82.1 . 93.0 . 9.26 . 10.0 . 9.29 . 8.89 . 8.13 . 10.0 . New_Zealand 2006 . 88.0 . 93.0 . 5.89 . 4.33 . 7.50 . 2.78 . 7.50 . 7.35 . Singapore 2008 . 87.3 . 94.0 . 5.89 . 4.33 . 7.50 . 2.78 . 7.50 . 7.35 . Singapore 2010 . 86.1 . 92.0 . 5.89 . 4.33 . 7.50 . 2.78 . 7.50 . 7.35 . Singapore 2006 . 70.9 . 92.0 . 9.88 . 10.0 . 10.0 . 10.0 . 9.38 . 10.0 . Sweden 2008 . 70.8 . 92.0 . 9.88 . 10.0 . 10.0 . 10.0 . 9.38 . 10.0 . Sweden 2010 . 72.4 . 93.0 . 9.50 . 9.58 . 9.64 . 8.89 . 9.38 . 10.0 . Sweden 2006 . 78.9 . 91.0 . 9.02 . 9.58 . 9.29 . 7.78 . 8.75 . 9.71 . Switzerland 2008 . 79.5 . 91.0 . 9.15 . 9.58 . 9.29 . 7.78 . 9.38 . 9.71 . Switzerland 2010 . 81.1 . 90.0 . 9.09 . 9.58 . 9.29 . 7.78 . 9.38 . 9.41 . Switzerland 2008 . 70.3 . 59.0 . 7.82 . 9.58 . 7.50 . 6.67 . 5.63 . 9.71 . Taiwan 2010 . 70.4 . 57.0 . 7.52 . 9.58 . 7.14 . 5.56 . 5.63 . 9.71 . Taiwan 2006 . 70.4 . 42.0 . 7.18 . 9.17 . 6.79 . 6.11 . 5.63 . 8.24 . Trin._&_Tob. 2006 . 80.4 . 86.0 . 8.08 . 9.58 . 8.57 . 5.00 . 8.13 . 9.12 . UK 2008 . 79.4 . 86.0 . 8.15 . 9.58 . 8.57 . 5.00 . 8.75 . 8.82 . UK 2010 . 76.5 . 77.0 . 8.16 . 9.58 . 7.86 . 6.11 . 8.13 . 9.12 . UK 2006 . 81.2 . 75.0 . 8.22 . 8.75 . 7.86 . 7.22 . 8.75 . 8.53 . USA 2008 . 81.0 . 73.0 . 8.22 . 8.75 . 7.86 . 7.22 . 8.75 . 8.53 . USA 2010 . 78.0 . 73.0 . 8.18 . 9.17 . 7.86 . 7.22 . 8.13 . 8.53 . USA Média. 76.3 . 76.4 . 8.04 . 8.79 . 7.96 . 6.57 . 7.81 . 9.10 O que os dados indicam é que, no geral, os países mais economicamente livres também são aqueles onde há pouca corrupção e uma elevado nível de liberdade política (ou seja, o processo eleitoral é justo, o governo é funcional, há elevados níveis de participação política, cultura política e liberdades civis). Vejam, há dados dentro dessa lista que possuem elevada liberdade econômica e liberdade política mediana/baixa. São os casos de Armênia, Hong Kong e Cingapura. Liberdade econômica não é condição suficiente para liberdade política. É condição necessária. Vejamos agora os mesmos dados acima, mas para os países menos livres em termos econômicos: Legenda: Coluna 01: Anos Coluna 02: Índice de Liberdade Econômica (Heritage Foundation) Coluna 03: Índice de Percepção da Corrupção (Transp. Intern.) Coluna 04: Índice de Democracia (The Economist Intel. Unit) Coluna 05: Processo Eleitoral e Pluralismo Coluna 06: Governo Funcional Coluna 07: Participação Política Coluna 08: Cultura Política Coluna 09: Liberdades Civis Coluna 10: Nomes dos Países 2006 . 60.3 . 25.0 . 5.91 . 7.33 . 5.07 . 4.44 . 5.63 . 7.06 . Albania 2008 . 62.4 . 26.0 . 5.91 . 7.33 . 5.07 . 4.44 . 5.63 . 7.06 . Albania 2010 . 66.0 . 34.0 . 5.86 . 7.42 . 5.07 . 4.44 . 5.00 . 7.35 . Albania 2006 . 55.7 . 27.0 . 3.17 . 2.25 . 2.21 . 2.22 . 5.63 . 3.53 . Algeria 2008 . 56.2 . 31.0 . 3.32 . 2.67 . 2.21 . 1.67 . 5.63 . 4.41 . Algeria 2010 . 56.9 . 32.0 . 3.44 . 2.17 . 2.21 . 2.78 . 5.63 . 4.41 . Algeria 2006 . 43.5 . 20.0 . 2.41 . 0.50 . 2.14 . 1.11 . 5.63 . 2.65 . Angola 2008 . 46.9 . 22.0 . 3.35 . 1.75 . 3.21 . 3.89 . 4.38 . 3.53 . Angola 2010 . 48.4 . 19.0 . 3.32 . 1.33 . 3.21 . 4.44 . 4.38 . 3.24 . Angola 2006 . 53.4 . 25.0 . 6.63 . 8.75 . 5.00 . 5.56 . 5.63 . 8.24 . Argentina 2008 . 54.2 . 29.0 . 6.63 . 8.75 . 5.00 . 5.56 . 5.63 . 8.24 . Argentina 2010 . 51.2 . 29.0 . 6.84 . 8.75 . 5.71 . 5.56 . 6.25 . 7.94 . Argentina 2008 . 69.8 . 29.0 . 4.09 . 4.33 . 3.21 . 3.89 . 3.13 . 5.88 . Armenia 2010 . 69.2 . 29.0 . 4.09 . 4.33 . 3.21 . 3.89 . 3.13 . 5.88 . Armenia 2006 . 53.2 . 19.0 . 3.31 . 3.08 . 0.79 . 3.33 . 3.75 . 5.59 . Azerbaijan 2008 . 55.4 . 24.0 . 3.19 . 3.08 . 0.79 . 3.33 . 3.75 . 5.00 . Azerbaijan 2010 . 58.8 . 19.0 . 3.15 . 2.17 . 1.79 . 3.33 . 3.75 . 4.71 . Azerbaijan 2006 . 52.9 . 15.0 . 6.11 . 7.42 . 5.07 . 4.44 . 6.25 . 7.35 . Bangladesh 2008 . 44.2 . 20.0 . 5.52 . 7.00 . 5.07 . 4.44 . 3.75 . 7.35 . Bangladesh 2010 . 51.1 . 21.0 . 5.87 . 7.42 . 5.43 . 4.44 . 5.00 . 7.06 . Bangladesh 2006 . 47.5 . 33.0 . 3.34 . 2.58 . 2.86 . 3.33 . 4.38 . 3.53 . Belarus 2008 . 45.3 . 21.0 . 3.34 . 2.58 . 2.86 . 3.33 . 4.38 . 3.53 . Belarus 2010 . 48.7 . 20.0 . 3.34 . 2.58 . 2.86 . 3.33 . 4.38 . 3.53 . Belarus 2006 . 54.0 . 32.0 . 6.16 . 6.83 . 6.43 . 3.89 . 6.88 . 6.76 . Benin 2008 . 55.2 . 25.0 . 6.06 . 7.33 . 6.43 . 4.44 . 5.63 . 6.47 . Benin 2010 . 55.4 . 31.0 . 6.17 . 7.33 . 6.43 . 5.00 . 5.63 . 6.47 . Benin 2010 . 57.0 . 52.0 . 4.68 . 6.25 . 5.36 . 3.89 . 4.38 . 3.53 . Bhutan 2006 . 57.8 . 22.0 . 5.98 . 8.33 . 5.71 . 4.44 . 3.75 . 7.65 . Bolivia 2008 . 53.1 . 27.0 . 6.15 . 8.33 . 5.71 . 5.00 . 3.75 . 7.94 . Bolivia 2010 . 49.4 . 30.0 . 5.92 . 7.92 . 5.00 . 5.56 . 3.75 . 7.35 . Bolivia 2006 . 55.6 . 31.0 . 5.78 . 8.25 . 3.29 . 4.44 . 5.00 . 7.94 . Bosnia_Herz 2008 . 53.9 . 29.0 . 5.70 . 7.83 . 3.29 . 4.44 . 5.00 . 7.94 . Bosnia_Herz 2010 . 56.2 . 32.0 . 5.32 . 7.33 . 3.29 . 3.33 . 5.00 . 7.65 . Bosnia_Herz 2006 . 68.8 . 60.0 . 7.60 . 9.17 . 7.86 . 5.00 . 6.88 . 9.12 . Botswana 2008 . 68.2 . 56.0 . 7.47 . 9.17 . 7.50 . 5.00 . 6.25 . 9.41 . Botswana 2006 . 60.9 . 39.0 . 7.38 . 9.58 . 7.86 . 4.44 . 5.63 . 9.41 . Brazil 2008 . 56.2 . 33.0 . 7.38 . 9.58 . 7.86 . 4.44 . 5.63 . 9.41 . Brazil 2010 . 55.6 . 35.0 . 7.12 . 9.58 . 7.50 . 5.00 . 4.38 . 9.12 . Brazil 2006 . 64.1 . 41.0 . 7.10 . 9.58 . 5.71 . 6.67 . 5.00 . 8.53 . Bulgaria 2008 . 63.7 . 40.0 . 7.02 . 9.17 . 5.36 . 6.11 . 5.63 . 8.82 . Bulgaria 2010 . 62.3 . 36.0 . 6.84 . 9.17 . 5.71 . 6.11 . 4.38 . 8.82 . Bulgaria 2006 . 55.8 . 30.0 . 3.72 . 4.00 . 1.79 . 2.78 . 5.63 . 4.41 . Burkina_Faso 2008 . 55.7 . 32.0 . 3.60 . 4.00 . 1.79 . 2.78 . 5.00 . 4.41 . Burkina_Faso 2010 . 59.4 . 35.0 . 3.59 . 4.00 . 3.57 . 2.22 . 3.75 . 4.41 . Burkina_Faso 2006 . 48.7 . 30.0 . 4.51 . 4.42 . 3.29 . 3.89 . 6.25 . 4.71 . Burundi 2008 . 46.2 . 24.0 . 4.51 . 4.42 . 3.29 . 3.89 . 6.25 . 4.71 . Burundi 2010 . 47.5 . 19.0 . 4.01 . 3.42 . 3.29 . 3.89 . 5.63 . 3.82 . Burundi 2006 . 56.7 . 10.0 . 4.77 . 5.58 . 6.07 . 2.78 . 5.00 . 4.41 . Cambodia 2008 . 55.9 . 21.0 . 4.87 . 6.08 . 6.07 . 2.78 . 5.00 . 4.41 . Cambodia 2010 . 56.6 . 18.0 . 4.87 . 6.08 . 6.07 . 2.78 . 5.00 . 4.41 . Cambodia 2006 . 54.6 . 21.0 . 3.27 . 0.92 . 3.21 . 2.78 . 5.63 . 3.82 . Cameroon 2008 . 54.3 . 23.0 . 3.46 . 1.67 . 4.29 . 2.22 . 5.00 . 4.12 . Cameroon 2010 . 52.3 . 23.0 . 3.41 . 1.17 . 4.29 . 2.78 . 5.00 . 3.82 . Cameroon 2006 . 58.6 . 30.0 . 7.43 . 9.17 . 7.86 . 5.00 . 6.88 . 8.24 . Cape_Verde 2008 . 57.9 . 40.0 . 7.81 . 9.17 . 7.86 . 6.67 . 6.25 . 9.12 . Cape_Verde 2010 . 61.8 . 51.0 . 7.94 . 9.17 . 7.86 . 6.67 . 6.88 . 9.12 . Cape_Verde 2006 . 54.2 . 30.0 . 1.61 . 0.42 . 1.43 . 1.67 . 1.88 . 2.65 . CA_Republic 2008 . 48.6 . 24.0 . 1.86 . 1.75 . 1.07 . 1.67 . 1.88 . 2.94 . CA_Republic 2010 . 48.4 . 20.0 . 1.82 . 1.75 . 1.07 . 1.11 . 2.50 . 2.65 . CA_Republic 2006 . 50.0 . 17.0 . 1.65 . 0.00 . 0.00 . 0.00 . 5.00 . 3.24 . Chad 2008 . 47.8 . 20.0 . 1.52 . 0.00 . 0.00 . 0.00 . 4.38 . 3.24 . Chad 2010 . 47.5 . 16.0 . 1.52 . 0.00 . 0.00 . 0.00 . 4.38 . 3.24 . Chad 2006 . 53.6 . 34.0 . 2.97 . 0.00 . 4.64 . 2.78 . 6.25 . 1.18 . China 2008 . 53.1 . 33.0 . 3.04 . 0.00 . 5.00 . 2.78 . 6.25 . 1.18 . China 2010 . 51.0 . 36.0 . 3.14 . 0.00 . 5.00 . 3.89 . 5.63 . 1.18 . China 2006 . 60.4 . 38.0 . 6.40 . 9.17 . 4.36 . 5.00 . 4.38 . 9.12 . Colombia 2008 . 62.2 . 39.0 . 6.54 . 9.17 . 5.36 . 5.00 . 4.38 . 8.82 . Colombia 2010 . 65.5 . 38.0 . 6.55 . 9.17 . 7.14 . 3.89 . 3.75 . 8.82 . Colombia 2010 . 44.9 . 25.0 . 3.41 . 3.92 . 2.21 . 3.33 . 3.75 . 3.82 . Comoros 2006 . 65.9 . 49.0 . 8.04 . 9.58 . 8.21 . 6.11 . 6.88 . 9.41 . Costa_Rica 2008 . 64.2 . 41.0 . 8.04 . 9.58 . 8.21 . 6.11 . 6.88 . 9.41 . Costa_Rica 2010 . 65.9 . 51.0 . 8.04 . 9.58 . 8.21 . 6.11 . 6.88 . 9.41 . Costa_Rica 2006 . 56.2 . 20.0 . 3.38 . 1.25 . 2.86 . 3.33 . 5.63 . 3.82 . Côte_d’Ivoire 2008 . 53.9 . 21.0 . 3.27 . 1.25 . 2.86 . 2.78 . 5.63 . 3.82 . Côte_d’Ivoire 2010 . 54.1 . 20.0 . 3.02 . 0.33 . 2.86 . 2.78 . 5.63 . 3.53 . Côte_d’Ivoire 2006 . 53.6 . 35.0 . 7.04 . 9.17 . 6.07 . 6.11 . 5.63 . 8.24 . Croatia 2008 . 54.1 . 34.0 . 7.04 . 9.17 . 6.07 . 6.11 . 5.63 . 8.24 . Croatia 2010 . 59.2 . 44.0 . 6.81 . 9.17 . 6.07 . 5.56 . 5.00 . 8.24 . Croatia 2006 . 29.3 . 37.0 . 3.52 . 1.75 . 4.64 . 3.89 . 4.38 . 2.94 . Cuba 2008 . 27.5 . 35.0 . 3.52 . 1.75 . 4.64 . 3.89 . 4.38 . 2.94 . Cuba 2010 . 26.7 . 43.0 . 3.52 . 1.75 . 4.64 . 3.89 . 4.38 . 2.94 . Cuba 2006 . 66.4 . 42.0 . 8.17 . 9.58 . 6.79 . 7.22 . 8.13 . 9.12 . Czech_Rep 2008 . 68.2 . 48.0 . 8.19 . 9.58 . 7.14 . 6.67 . 8.13 . 9.41 . Czech_Rep 2010 . 69.8 . 52.0 . 8.19 . 9.58 . 7.14 . 6.67 . 8.13 . 9.41 . Czech_Rep 2010 . 41.4 . 17.0 . 2.15 . 2.58 . 1.07 . 2.22 . 3.13 . 1.76 . DR_of_Congo 2006 . 53.2 . 30.0 . 2.37 . 2.50 . 1.43 . 0.56 . 5.00 . 2.35 . Djibouti 2008 . 51.2 . 30.0 . 2.37 . 2.50 . 1.43 . 0.56 . 5.00 . 2.35 . Djibouti 2010 . 51.0 . 30.0 . 2.20 . 0.83 . 1.43 . 1.11 . 5.00 . 2.65 . Djibouti 2006 . 56.3 . 29.0 . 6.13 . 9.17 . 4.29 . 3.33 . 5.63 . 8.24 . Dominican_Rep 2008 . 57.7 . 28.0 . 6.20 . 9.17 . 4.64 . 3.33 . 5.63 . 8.24 . Dominican_Rep 2010 . 60.3 . 30.0 . 6.20 . 8.75 . 5.00 . 2.78 . 6.25 . 8.24 . Dominican_Rep 2006 . 54.6 . 24.0 . 5.64 . 7.83 . 4.29 . 5.00 . 3.13 . 7.94 . Ecuador 2008 . 55.2 . 23.0 . 5.64 . 7.83 . 4.29 . 5.00 . 3.13 . 7.94 . Ecuador 2010 . 49.3 . 20.0 . 5.77 . 7.83 . 4.64 . 5.00 . 3.75 . 7.65 . Ecuador 2006 . 53.2 . 32.0 . 3.90 . 2.67 . 3.64 . 2.78 . 6.88 . 3.53 . Egypt 2008 . 58.5 . 33.0 . 3.89 . 2.67 . 3.21 . 4.44 . 5.00 . 4.12 . Egypt 2010 . 59.0 . 28.0 . 3.07 . 0.83 . 3.21 . 2.78 . 5.00 . 3.53 . Egypt 2006 . 69.6 . 42.0 . 6.22 . 9.17 . 5.43 . 3.89 . 4.38 . 8.24 . El_Salvador 2008 . 68.5 . 40.0 . 6.40 . 9.17 . 5.71 . 3.89 . 5.00 . 8.24 . El_Salvador 2010 . 69.9 . 39.0 . 6.47 . 9.17 . 6.07 . 3.89 . 5.00 . 8.24 . El_Salvador 2006 . 51.5 . 10.0 . 2.09 . 0.00 . 2.86 . 1.11 . 5.00 . 1.47 . Eq._Guinea 2008 . 51.6 . 21.0 . 2.19 . 0.00 . 2.86 . 1.67 . 4.38 . 2.06 . Eq._Guinea 2010 . 48.6 . 17.0 . 1.84 . 0.00 . 0.79 . 1.67 . 5.00 . 1.76 . Eq._Guinea 2010 . 35.3 . 26.0 . 2.31 . 0.00 . 2.14 . 1.11 . 6.25 . 2.06 . Eritrea 2006 . 50.9 . 23.0 . 4.72 . 4.00 . 3.93 . 5.00 . 6.25 . 4.41 . Ethiopia 2008 . 52.5 . 24.0 . 4.52 . 3.00 . 3.93 . 5.00 . 6.25 . 4.41 . Ethiopia 2010 . 51.2 . 26.0 . 3.68 . 0.00 . 3.93 . 4.44 . 5.63 . 4.41 . Ethiopia 2006 . 58.4 . 30.0 . 5.66 . 6.50 . 5.21 . 3.33 . 5.00 . 8.24 . Fiji 2008 . 61.8 . 40.0 . 5.11 . 6.08 . 3.21 . 3.33 . 5.00 . 7.94 . Fiji 2010 . 60.3 . 40.0 . 3.62 . 0.42 . 2.86 . 3.33 . 5.00 . 6.47 . Fiji 2006 . 61.1 . 71.0 . 8.07 . 9.58 . 7.50 . 6.67 . 7.50 . 9.12 . France 2008 . 64.7 . 74.0 . 8.07 . 9.58 . 7.50 . 6.67 . 7.50 . 9.12 . France 2010 . 64.2 . 69.0 . 7.77 . 9.58 . 7.14 . 6.11 . 7.50 . 8.53 . France 2006 . 56.1 . 33.0 . 2.72 . 0.50 . 3.21 . 2.22 . 5.63 . 2.06 . Gabon 2008 . 54.2 . 30.0 . 3.00 . 1.25 . 2.21 . 3.33 . 4.38 . 3.82 . Gabon 2010 . 55.4 . 31.0 . 3.29 . 2.17 . 2.21 . 3.89 . 4.38 . 3.82 . Gabon 2006 . 64.5 . 20.0 . 4.90 . 7.92 . 1.79 . 3.33 . 5.00 . 6.47 . Georgia 2008 . 69.2 . 28.0 . 4.62 . 7.00 . 0.79 . 4.44 . 4.38 . 6.47 . Georgia 2006 . 55.6 . 36.0 . 5.35 . 7.42 . 4.64 . 4.44 . 4.38 . 5.88 . Ghana 2008 . 57.0 . 33.0 . 5.35 . 7.42 . 4.64 . 4.44 . 4.38 . 5.88 . Ghana 2010 . 60.2 . 39.0 . 6.02 . 8.33 . 5.00 . 5.00 . 5.00 . 6.76 . Ghana 2006 . 60.1 . 43.0 . 8.13 . 9.58 . 7.50 . 6.67 . 7.50 . 9.41 . Greece 2008 . 60.6 . 44.0 . 8.13 . 9.58 . 7.50 . 6.67 . 7.50 . 9.41 . Greece 2010 . 62.7 . 47.0 . 7.92 . 9.58 . 6.43 . 6.67 . 7.50 . 9.41 . Greece 2006 . 59.1 . 22.0 . 6.07 . 8.75 . 6.79 . 2.78 . 4.38 . 7.65 . Guatemala 2008 . 59.8 . 26.0 . 6.07 . 8.75 . 6.79 . 2.78 . 4.38 . 7.65 . Guatemala 2010 . 61.0 . 31.0 . 6.05 . 8.75 . 6.43 . 3.33 . 4.38 . 7.35 . Guatemala 2006 . 52.8 . 25.0 . 2.02 . 1.00 . 0.79 . 2.22 . 3.75 . 2.35 . Guinea 2008 . 52.8 . 19.0 . 2.09 . 0.00 . 0.43 . 3.33 . 3.75 . 2.94 . Guinea 2010 . 51.8 . 16.0 . 2.79 . 3.50 . 0.43 . 3.33 . 3.75 . 2.94 . Guinea 2006 . 46.5 . 10.0 . 2.00 . 2.08 . 0.07 . 3.33 . 1.88 . 2.65 . Guinea-Bissau 2008 . 44.4 . 10.0 . 1.99 . 2.08 . 0.00 . 2.78 . 1.88 . 3.24 . Guinea-Bissau 2010 . 43.6 . 19.0 . 1.99 . 2.08 . 0.00 . 2.78 . 1.88 . 3.24 . Guinea-Bissau 2006 . 56.6 . 30.0 . 6.15 . 8.33 . 5.36 . 4.44 . 4.38 . 8.24 . Guyana 2008 . 48.8 . 25.0 . 6.12 . 7.83 . 5.71 . 4.44 . 4.38 . 8.24 . Guyana 2010 . 48.4 . 26.0 . 6.05 . 7.92 . 5.36 . 5.56 . 4.38 . 7.06 . Guyana 2006 . 49.2 . 15.0 . 4.19 . 5.58 . 3.64 . 2.78 . 2.50 . 6.47 . Haiti 2008 . 49.0 . 18.0 . 4.19 . 5.58 . 3.64 . 2.78 . 2.50 . 6.47 . Haiti 2010 . 50.8 . 14.0 . 4.00 . 5.17 . 1.86 . 2.78 . 3.75 . 6.47 . Haiti 2006 . 57.4 . 23.0 . 6.25 . 8.33 . 6.43 . 4.44 . 5.00 . 7.06 . Honduras 2008 . 58.9 . 25.0 . 6.18 . 8.33 . 6.07 . 4.44 . 5.00 . 7.06 . Honduras 2010 . 58.3 . 26.0 . 5.76 . 7.50 . 5.71 . 4.44 . 4.38 . 6.76 . Honduras 2006 . 65.0 . 48.0 . 7.53 . 9.58 . 6.79 . 5.00 . 6.88 . 9.41 . Hungary 2008 . 67.6 . 52.0 . 7.44 . 9.58 . 6.07 . 5.56 . 6.88 . 9.12 . Hungary 2010 . 66.1 . 51.0 . 7.21 . 9.58 . 6.07 . 5.00 . 6.88 . 8.53 . Hungary 2006 . 52.2 . 28.0 . 7.68 . 9.58 . 8.21 . 5.56 . 5.63 . 9.41 . India 2008 . 54.1 . 33.0 . 7.80 . 9.58 . 8.21 . 5.56 . 6.25 . 9.41 . India 2010 . 53.8 . 34.0 . 7.28 . 9.58 . 8.57 . 4.44 . 4.38 . 9.41 . India 2006 . 51.9 . 20.0 . 6.41 . 6.92 . 7.14 . 5.00 . 6.25 . 6.76 . Indonesia 2008 . 53.2 . 24.0 . 6.34 . 6.92 . 6.79 . 5.00 . 6.25 . 6.76 . Indonesia 2010 . 55.5 . 26.0 . 6.53 . 6.92 . 7.50 . 5.56 . 5.63 . 7.06 . Indonesia 2006 . 45.0 . 29.0 . 2.93 . 0.08 . 3.57 . 3.89 . 5.63 . 1.47 . Iran 2008 . 45.0 . 27.0 . 2.83 . 0.92 . 2.86 . 3.33 . 5.00 . 2.06 . Iran 2010 . 43.4 . 23.0 . 1.94 . 0.00 . 3.21 . 2.22 . 2.50 . 1.76 . Iran 2006 . 64.4 . 64.0 . 7.28 . 9.17 . 6.64 . 7.78 . 7.50 . 5.29 . Israel 2008 . 66.3 . 59.0 . 7.48 . 8.75 . 7.50 . 8.33 . 7.50 . 5.29 . Israel 2010 . 67.7 . 60.0 . 7.48 . 8.75 . 7.50 . 8.33 . 7.50 . 5.29 . Israel 2006 . 62.0 . 48.0 . 7.73 . 9.17 . 6.43 . 6.11 . 8.13 . 8.82 . Italy 2008 . 62.6 . 49.0 . 7.98 . 9.58 . 6.43 . 6.67 . 8.13 . 9.12 . Italy 2010 . 62.7 . 48.0 . 7.83 . 9.58 . 6.79 . 6.11 . 8.13 . 8.53 . Italy 2006 . 66.4 . 33.0 . 7.34 . 9.17 . 7.14 . 5.00 . 6.25 . 9.12 . Jamaica 2008 . 65.7 . 37.0 . 7.21 . 9.17 . 6.79 . 5.00 . 6.25 . 8.82 . Jamaica 2010 . 65.5 . 31.0 . 7.21 . 9.17 . 6.79 . 5.00 . 6.25 . 8.82 . Jamaica 2006 . 63.7 . 53.0 . 3.92 . 3.08 . 3.79 . 3.89 . 5.00 . 3.82 . Jordan 2008 . 64.1 . 53.0 . 3.93 . 3.17 . 3.21 . 4.44 . 5.00 . 3.82 . Jordan 2010 . 66.1 . 51.0 . 3.74 . 3.17 . 4.64 . 3.33 . 3.75 . 3.82 . Jordan 2006 . 60.2 . 22.0 . 3.62 . 2.67 . 2.14 . 3.33 . 4.38 . 5.59 . Kazakhstan 2008 . 61.1 . 26.0 . 3.45 . 2.67 . 2.14 . 2.78 . 4.38 . 5.29 . Kazakhstan 2010 . 61.0 . 22.0 . 3.30 . 1.33 . 2.14 . 3.33 . 4.38 . 5.29 . Kazakhstan 2006 . 59.7 . 21.0 . 5.08 . 4.33 . 4.29 . 5.56 . 6.25 . 5.00 . Kenya 2008 . 59.3 . 22.0 . 4.79 . 3.50 . 4.29 . 5.56 . 5.63 . 5.00 . Kenya 2010 . 57.5 . 21.0 . 4.71 . 3.92 . 4.29 . 4.44 . 5.63 . 5.29 . Kenya 2006 . 66.5 . 46.0 . 3.09 . 1.33 . 4.14 . 1.11 . 5.63 . 3.24 . Kuwait 2008 . 68.1 . 48.0 . 3.39 . 1.33 . 4.29 . 2.78 . 5.00 . 3.53 . Kuwait 2010 . 67.7 . 43.0 . 3.88 . 3.58 . 4.29 . 3.33 . 4.38 . 3.82 . Kuwait 2006 . 61.0 . 22.0 . 4.08 . 5.75 . 1.86 . 2.78 . 5.00 . 5.00 . Kyrgyz_Rep. 2008 . 61.1 . 22.0 . 4.05 . 4.83 . 1.86 . 3.89 . 4.38 . 5.29 . Kyrgyz_Rep. 2010 . 61.3 . 18.0 . 4.31 . 5.75 . 1.14 . 5.00 . 4.38 . 5.29 . Kyrgyz_Rep. 2006 . 47.5 . 10.0 . 2.10 . 0.00 . 3.21 . 1.11 . 5.00 . 1.18 . Laos 2008 . 50.3 . 26.0 . 2.10 . 0.00 . 3.21 . 1.11 . 5.00 . 1.18 . Laos 2010 . 51.1 . 20.0 . 2.10 . 0.00 . 3.21 . 1.11 . 5.00 . 1.18 . Laos 2006 . 66.9 . 40.0 . 7.37 . 9.58 . 6.43 . 6.11 . 5.63 . 9.12 . Latvia 2008 . 68.3 . 47.0 . 7.23 . 9.58 . 5.71 . 6.11 . 5.63 . 9.12 . Latvia 2010 . 66.2 . 50.0 . 7.05 . 9.58 . 5.36 . 5.56 . 5.63 . 9.12 . Latvia 2006 . 57.5 . 27.0 . 5.82 . 7.92 . 2.36 . 6.11 . 6.25 . 6.47 . Lebanon 2008 . 60.0 . 36.0 . 5.62 . 7.92 . 3.21 . 6.11 . 5.00 . 5.88 . Lebanon 2010 . 59.5 . 30.0 . 5.82 . 7.92 . 3.93 . 6.67 . 5.00 . 5.59 . Lebanon 2006 . 54.7 . 30.0 . 6.48 . 7.92 . 6.43 . 4.44 . 6.25 . 7.35 . Lesotho 2008 . 52.2 . 32.0 . 6.29 . 7.42 . 6.07 . 5.56 . 5.63 . 6.76 . Lesotho 2010 . 48.1 . 32.0 . 6.02 . 7.42 . 6.07 . 6.11 . 3.75 . 6.76 . Lesotho 2010 . 46.2 . 24.0 . 5.07 . 7.83 . 0.79 . 5.56 . 5.00 . 6.18 . Liberia 2006 . 33.2 . 25.0 . 1.84 . 0.00 . 1.64 . 1.11 . 5.00 . 1.47 . Libya 2008 . 38.7 . 27.0 . 2.00 . 0.00 . 2.14 . 1.11 . 5.00 . 1.76 . Libya 2010 . 40.2 . 26.0 . 1.94 . 0.00 . 2.14 . 1.11 . 5.00 . 1.47 . Libya 2006 . 59.2 . 27.0 . 6.33 . 8.25 . 4.50 . 7.22 . 3.75 . 7.94 . Macedonia 2008 . 61.1 . 27.0 . 6.21 . 8.25 . 4.14 . 6.67 . 3.75 . 8.24 . Macedonia 2010 . 65.7 . 36.0 . 6.16 . 7.75 . 4.64 . 6.11 . 4.38 . 7.94 . Macedonia 2006 . 61.0 . 31.0 . 5.82 . 5.67 . 5.71 . 5.56 . 6.88 . 5.29 . Madagascar 2008 . 62.4 . 31.0 . 5.57 . 5.67 . 5.71 . 5.56 . 5.63 . 5.29 . Madagascar 2010 . 63.2 . 34.0 . 3.94 . 2.17 . 2.14 . 4.44 . 6.25 . 4.71 . Madagascar 2006 . 55.4 . 28.0 . 4.97 . 6.00 . 5.00 . 3.89 . 4.38 . 5.59 . Malawi 2008 . 52.7 . 27.0 . 5.13 . 6.08 . 5.00 . 3.33 . 5.63 . 5.59 . Malawi 2010 . 54.1 . 28.0 . 5.84 . 7.00 . 5.71 . 5.00 . 5.63 . 5.88 . Malawi 2006 . 61.6 . 50.0 . 5.98 . 6.08 . 5.71 . 4.44 . 7.50 . 6.18 . Malaysia 2008 . 63.9 . 50.0 . 6.36 . 6.50 . 6.07 . 5.56 . 7.50 . 6.18 . Malaysia 2010 . 64.8 . 51.0 . 6.19 . 6.50 . 6.79 . 5.56 . 6.25 . 5.88 . Malaysia 2006 . 54.1 . 32.0 . 5.99 . 8.25 . 5.71 . 3.89 . 5.63 . 6.47 . Mali 2008 . 55.6 . 28.0 . 5.87 . 8.25 . 5.71 . 3.89 . 5.63 . 5.88 . Mali 2010 . 55.6 . 31.0 . 6.01 . 8.25 . 6.43 . 3.89 . 5.63 . 5.88 . Mali 2006 . 67.3 . 68.0 . 8.39 . 9.17 . 8.21 . 6.11 . 8.75 . 9.71 . Malta 2008 . 66.0 . 64.0 . 8.39 . 9.17 . 8.21 . 6.11 . 8.75 . 9.71 . Malta 2010 . 67.2 . 58.0 . 8.28 . 9.17 . 8.21 . 5.56 . 8.75 . 9.71 . Malta 2006 . 55.7 . 30.0 . 3.12 . 1.83 . 4.29 . 2.22 . 3.13 . 4.12 . Mauritania 2008 . 55.2 . 31.0 . 3.91 . 2.08 . 4.29 . 4.44 . 3.75 . 5.00 . Mauritania 2010 . 52.0 . 28.0 . 3.86 . 3.00 . 4.29 . 3.89 . 3.13 . 5.00 . Mauritania 2006 . 67.4 . 41.0 . 8.04 . 9.17 . 8.21 . 5.00 . 8.13 . 9.71 . Mauritius 2006 . 64.7 . 36.0 . 6.67 . 8.75 . 6.07 . 5.00 . 5.00 . 8.53 . Mexico 2008 . 66.2 . 33.0 . 6.78 . 7.92 . 7.14 . 5.00 . 5.00 . 8.82 . Mexico 2010 . 68.3 . 36.0 . 6.93 . 8.75 . 7.14 . 6.11 . 5.00 . 7.65 . Mexico 2006 . 58.0 . 23.0 . 6.50 . 9.17 . 4.29 . 6.11 . 5.00 . 7.94 . Moldova 2008 . 57.9 . 32.0 . 6.50 . 9.17 . 4.29 . 6.11 . 5.00 . 7.94 . Moldova 2010 . 53.7 . 29.0 . 6.33 . 8.75 . 5.71 . 6.11 . 3.13 . 7.94 . Moldova 2006 . 62.4 . 30.0 . 6.60 . 9.17 . 6.07 . 3.89 . 5.63 . 8.24 . Mongolia 2008 . 63.6 . 28.0 . 6.60 . 9.17 . 6.07 . 3.89 . 5.63 . 8.24 . Mongolia 2010 . 60.0 . 30.0 . 6.36 . 8.33 . 5.71 . 3.89 . 5.63 . 8.24 . Mongolia 2010 . 63.6 . 34.0 . 6.27 . 8.75 . 5.00 . 5.56 . 5.00 . 7.06 . Montenegro 2006 . 51.5 . 32.0 . 3.90 . 3.50 . 3.79 . 2.78 . 5.63 . 3.82 . Morocco 2008 . 55.6 . 32.0 . 3.88 . 3.50 . 3.93 . 2.22 . 5.63 . 4.12 . Morocco 2010 . 59.2 . 35.0 . 3.79 . 3.50 . 4.64 . 1.67 . 5.00 . 4.12 . Morocco 2006 . 51.9 . 28.0 . 5.28 . 5.25 . 5.71 . 4.44 . 6.88 . 4.12 . Mozambique 2008 . 55.4 . 28.0 . 5.49 . 6.17 . 5.36 . 5.56 . 6.25 . 4.12 . Mozambique 2010 . 56.0 . 26.0 . 4.90 . 4.83 . 4.64 . 5.56 . 5.63 . 3.82 . Mozambique 2006 . 60.7 . 41.0 . 6.54 . 4.75 . 4.00 . 6.67 . 8.75 . 8.53 . Namibia 2008 . 61.4 . 41.0 . 6.48 . 5.25 . 5.36 . 6.67 . 6.88 . 8.24 . Namibia 2010 . 62.2 . 45.0 . 6.23 . 5.25 . 5.36 . 6.67 . 5.63 . 8.24 . Namibia 2006 . 53.7 . 28.0 . 3.42 . 0.08 . 3.57 . 2.22 . 5.63 . 5.59 . Nepal 2008 . 54.1 . 25.0 . 4.05 . 1.33 . 4.29 . 2.78 . 6.25 . 5.59 . Nepal 2010 . 52.7 . 27.0 . 4.24 . 1.83 . 4.29 . 3.89 . 5.63 . 5.59 . Nepal 2006 . 63.8 . 27.0 . 5.68 . 8.25 . 5.71 . 3.33 . 3.75 . 7.35 . Nicaragua 2008 . 60.8 . 26.0 . 6.07 . 9.17 . 4.36 . 3.89 . 5.00 . 7.94 . Nicaragua 2010 . 58.3 . 25.0 . 5.73 . 7.42 . 4.36 . 3.89 . 5.63 . 7.35 . Nicaragua 2006 . 52.5 . 22.0 . 3.54 . 5.25 . 1.14 . 1.67 . 3.75 . 5.88 . Niger 2008 . 52.9 . 23.0 . 3.41 . 5.25 . 1.14 . 2.22 . 3.75 . 4.71 . Niger 2010 . 52.9 . 28.0 . 3.38 . 5.25 . 0.43 . 2.78 . 3.75 . 4.71 . Niger 2006 . 48.7 . 16.0 . 3.52 . 3.08 . 1.86 . 4.44 . 4.38 . 3.82 . Nigeria 2008 . 55.1 . 22.0 . 3.53 . 2.92 . 3.21 . 3.33 . 4.38 . 3.82 . Nigeria 2010 . 56.8 . 27.0 . 3.47 . 3.83 . 3.21 . 3.33 . 3.13 . 3.82 . Nigeria 2006 . 4.00 . 10.0 . 1.03 . 0.83 . 2.50 . 0.56 . 1.25 . 0.00 . North_Korea 2008 . 3.00 . 10.0 . 0.86 . 0.00 . 2.50 . 0.56 . 1.25 . 0.00 . North_Korea 2010 . 1.00 . 5.00 . 1.08 . 0.00 . 2.50 . 1.67 . 1.25 . 0.00 . North_Korea 2006 . 67.9 . 89.0 . 9.55 . 10.0 . 9.64 . 10.0 . 8.13 . 10.0 . Norway 2008 . 68.6 . 88.0 . 9.68 . 10.0 . 9.64 . 10.0 . 8.75 . 10.0 . Norway 2010 . 69.4 . 79.0 . 9.80 . 10.0 . 9.64 . 10.0 . 9.38 . 10.0 . Norway 2006 . 63.7 . 61.0 . 2.77 . 0.00 . 3.07 . 1.67 . 5.00 . 4.12 . Oman 2008 . 67.3 . 54.0 . 2.98 . 0.00 . 3.57 . 2.22 . 5.00 . 4.12 . Oman 2010 . 67.7 . 55.0 . 2.86 . 0.00 . 3.57 . 2.22 . 4.38 . 4.12 . Oman 2006 . 57.9 . 21.0 . 3.92 . 4.33 . 5.36 . 0.56 . 4.38 . 5.00 . Pakistan 2008 . 55.6 . 22.0 . 4.46 . 6.08 . 5.71 . 1.11 . 4.38 . 5.00 . Pakistan 2010 . 55.2 . 25.0 . 4.55 . 5.17 . 5.71 . 2.22 . 4.38 . 5.29 . Pakistan 2006 . 65.6 . 37.0 . 7.35 . 9.58 . 7.14 . 5.56 . 5.63 . 8.82 . Panama 2008 . 64.7 . 31.0 . 7.35 . 9.58 . 7.14 . 5.56 . 5.63 . 8.82 . Panama 2010 . 64.8 . 34.0 . 7.15 . 9.58 . 6.79 . 5.56 . 5.00 . 8.82 . Panama 2010 . 53.5 . 20.0 . 6.54 . 7.33 . 6.43 . 4.44 . 6.25 . 8.24 . P._New_Guinea 2006 . 55.6 . 19.0 . 6.16 . 7.92 . 5.00 . 5.00 . 4.38 . 8.53 . Paraguay 2008 . 60.0 . 26.0 . 6.40 . 8.33 . 6.07 . 5.00 . 4.38 . 8.24 . Paraguay 2010 . 61.3 . 24.0 . 6.40 . 8.33 . 6.07 . 5.00 . 4.38 . 8.24 . Paraguay 2006 . 60.5 . 35.0 . 6.11 . 8.75 . 3.29 . 5.56 . 5.00 . 7.94 . Peru 2008 . 63.8 . 33.0 . 6.31 . 8.75 . 4.29 . 5.56 . 5.00 . 7.94 . Peru 2010 . 67.6 . 36.0 . 6.40 . 8.75 . 5.00 . 5.00 . 5.00 . 8.24 . Peru 2006 . 59.3 . 35.0 . 7.30 . 9.58 . 6.07 . 6.11 . 5.63 . 9.12 . Poland 2008 . 60.3 . 37.0 . 7.30 . 9.58 . 6.07 . 6.11 . 5.63 . 9.12 . Poland 2010 . 63.2 . 46.0 . 7.05 . 9.58 . 6.07 . 6.11 . 4.38 . 9.12 . Poland 2006 . 62.9 . 63.0 . 8.16 . 9.58 . 8.21 . 6.11 . 7.50 . 9.41 . Portugal 2008 . 63.9 . 66.0 . 8.05 . 9.58 . 8.21 . 5.56 . 7.50 . 9.41 . Portugal 2010 . 64.4 . 61.0 . 8.02 . 9.58 . 7.50 . 6.11 . 7.50 . 9.41 . Portugal 2006 . 62.4 . 52.0 . 2.78 . 0.00 . 3.43 . 1.67 . 5.00 . 3.82 . Qatar 2008 . 62.2 . 60.0 . 2.92 . 0.00 . 3.57 . 2.22 . 4.38 . 4.41 . Qatar 2010 . 69.0 . 65.0 . 3.09 . 0.00 . 3.21 . 2.22 . 5.63 . 4.41 . Qatar 2006 . 43.8 . 23.0 . 3.19 . 1.42 . 2.86 . 2.22 . 5.63 . 3.82 . Rep_of_Congo 2008 . 45.4 . 22.0 . 2.94 . 1.25 . 2.86 . 3.33 . 3.75 . 3.53 . Rep_of_Congo 2010 . 43.2 . 19.0 . 2.89 . 1.25 . 2.86 . 3.33 . 3.75 . 3.24 . Rep_of_Congo 2006 . 58.2 . 29.0 . 7.06 . 9.58 . 6.07 . 6.11 . 5.00 . 8.53 . Romania 2008 . 61.7 . 31.0 . 7.06 . 9.58 . 6.07 . 6.11 . 5.00 . 8.53 . Romania 2010 . 64.2 . 38.0 . 6.60 . 9.58 . 6.43 . 5.00 . 3.75 . 8.24 . Romania 2006 . 52.4 . 28.0 . 5.02 . 7.00 . 3.21 . 5.56 . 3.75 . 5.59 . Russia 2008 . 49.8 . 25.0 . 4.48 . 5.25 . 2.86 . 5.56 . 3.75 . 5.00 . Russia 2010 . 50.3 . 21.0 . 4.26 . 5.25 . 3.21 . 5.00 . 3.13 . 4.71 . Russia 2006 . 52.8 . 10.0 . 3.82 . 3.00 . 3.57 . 2.22 . 5.00 . 5.29 . Rwanda 2008 . 54.2 . 25.0 . 3.71 . 3.00 . 3.57 . 1.67 . 5.00 . 5.29 . Rwanda 2010 . 59.1 . 30.0 . 3.25 . 0.83 . 4.64 . 1.67 . 5.00 . 4.12 . Rwanda 2006 . 63.0 . 34.0 . 1.92 . 0.00 . 2.36 . 1.11 . 4.38 . 1.76 . Saudi_Arabia 2008 . 62.6 . 33.0 . 1.90 . 0.00 . 2.86 . 1.11 . 3.75 . 1.76 . Saudi_Arabia 2010 . 64.1 . 35.0 . 1.84 . 0.00 . 2.86 . 1.11 . 3.75 . 1.47 . Saudi_Arabia 2006 . 56.2 . 30.0 . 5.37 . 7.00 . 5.00 . 3.33 . 5.63 . 5.88 . Senegal 2008 . 58.3 . 33.0 . 5.37 . 7.00 . 5.00 . 3.33 . 5.63 . 5.88 . Senegal 2010 . 54.6 . 34.0 . 5.27 . 7.00 . 4.29 . 3.89 . 5.00 . 6.18 . Senegal 2010 . 56.9 . 34.0 . 6.33 . 9.17 . 4.64 . 6.11 . 4.38 . 7.35 . Serbia 2006 . 45.2 . 23.0 . 3.57 . 5.25 . 2.21 . 2.22 . 3.75 . 4.41 . Sierra_Leone 2008 . 48.3 . 22.0 . 4.11 . 6.58 . 1.50 . 2.78 . 5.00 . 4.71 . Sierra_Leone 2010 . 47.9 . 19.0 . 4.51 . 7.00 . 1.86 . 2.78 . 5.63 . 5.29 . Sierra_Leone 2006 . 69.8 . 40.0 . 7.40 . 9.58 . 7.50 . 6.11 . 5.00 . 8.82 . Slovakia 2010 . 69.7 . 50.0 . 7.35 . 9.58 . 7.50 . 5.56 . 5.00 . 9.12 . Slovakia 2006 . 61.9 . 60.0 . 7.96 . 9.58 . 7.86 . 6.67 . 6.88 . 8.82 . Slovenia 2008 . 60.2 . 64.0 . 7.96 . 9.58 . 7.86 . 6.67 . 6.88 . 8.82 . Slovenia 2010 . 64.7 . 67.0 . 7.69 . 9.58 . 7.14 . 6.67 . 6.25 . 8.82 . Slovenia 2006 . 63.7 . 46.0 . 7.91 . 8.75 . 7.86 . 7.22 . 6.88 . 8.82 . South_Africa 2008 . 63.4 . 46.0 . 7.91 . 8.75 . 7.86 . 7.22 . 6.88 . 8.82 . South_Africa 2010 . 62.8 . 49.0 . 7.79 . 8.75 . 8.21 . 7.22 . 6.25 . 8.53 . South_Africa 2006 . 67.5 . 45.0 . 7.88 . 9.58 . 7.14 . 7.22 . 7.50 . 7.94 . South_Korea 2008 . 68.6 . 51.0 . 8.01 . 9.58 . 7.50 . 7.22 . 7.50 . 8.24 . South_Korea 2010 . 69.9 . 56.0 . 8.11 . 9.17 . 7.86 . 7.22 . 7.50 . 8.82 . South_Korea 2006 . 68.2 . 71.0 . 8.34 . 9.58 . 7.86 . 6.11 . 8.75 . 9.41 . Spain 2008 . 69.1 . 68.0 . 8.45 . 9.58 . 7.86 . 6.67 . 8.75 . 9.41 . Spain 2010 . 69.6 . 65.0 . 8.16 . 9.58 . 8.21 . 6.11 . 7.50 . 9.41 . Spain 2006 . 58.7 . 35.0 . 6.58 . 6.92 . 5.00 . 5.56 . 7.50 . 7.94 . Sri_Lanka 2008 . 58.4 . 31.0 . 6.61 . 7.42 . 4.64 . 5.56 . 7.50 . 7.94 . Sri_Lanka 2010 . 54.6 . 32.0 . 6.64 . 7.00 . 6.07 . 5.00 . 6.88 . 8.24 . Sri_Lanka 2006 . 55.1 . 43.0 . 6.52 . 9.17 . 6.07 . 4.44 . 5.00 . 7.94 . Suriname 2008 . 54.3 . 30.0 . 6.58 . 9.17 . 6.07 . 4.44 . 5.00 . 8.24 . Suriname 2010 . 52.5 . 36.0 . 6.65 . 9.17 . 6.43 . 4.44 . 5.00 . 8.24 . Suriname 2006 . 61.4 . 30.0 . 2.93 . 1.75 . 2.86 . 2.22 . 3.13 . 4.71 . Swaziland 2008 . 58.4 . 25.0 . 3.04 . 1.33 . 2.86 . 2.22 . 4.38 . 4.41 . Swaziland 2010 . 57.4 . 36.0 . 2.90 . 0.92 . 2.86 . 2.22 . 4.38 . 4.12 . Swaziland 2006 . 51.2 . 34.0 . 2.36 . 0.00 . 1.79 . 1.67 . 6.88 . 1.47 . Syria 2008 . 47.2 . 29.0 . 2.18 . 0.00 . 2.14 . 1.67 . 5.63 . 1.47 . Syria 2010 . 49.4 . 21.0 . 2.31 . 0.00 . 2.50 . 1.67 . 5.63 . 1.76 . Syria 2006 . 69.7 . 56.0 . 7.82 . 9.58 . 7.50 . 6.67 . 5.63 . 9.71 . Taiwan 2006 . 52.6 . 20.0 . 2.45 . 1.83 . 0.79 . 2.22 . 6.25 . 1.18 . Tajikistan 2008 . 54.4 . 22.0 . 2.45 . 1.83 . 0.79 . 2.22 . 6.25 . 1.18 . Tajikistan 2010 . 53.0 . 20.0 . 2.51 . 1.83 . 0.79 . 2.22 . 6.25 . 1.47 . Tajikistan 2006 . 58.5 . 28.0 . 5.18 . 6.00 . 3.93 . 5.06 . 5.63 . 5.29 . Tanzania 2008 . 56.5 . 29.0 . 5.28 . 6.50 . 3.93 . 5.06 . 5.63 . 5.29 . Tanzania 2010 . 58.3 . 30.0 . 5.64 . 7.42 . 4.29 . 5.56 . 5.63 . 5.29 . Tanzania 2006 . 63.3 . 36.0 . 5.67 . 4.83 . 6.43 . 5.00 . 5.63 . 6.47 . Thailand 2008 . 62.3 . 36.0 . 6.81 . 7.75 . 6.79 . 5.56 . 6.88 . 7.06 . Thailand 2010 . 64.1 . 35.0 . 6.55 . 7.83 . 6.07 . 5.56 . 6.25 . 7.06 . Thailand 2010 . 45.8 . 22.0 . 7.22 . 8.67 . 6.79 . 5.56 . 6.88 . 8.24 . Timor-Leste 2006 . 47.3 . 10.0 . 1.75 . 0.00 . 0.79 . 0.56 . 5.63 . 1.76 . Togo 2008 . 48.9 . 24.0 . 2.43 . 2.17 . 0.43 . 1.67 . 4.38 . 3.53 . Togo 2010 . 47.1 . 27.0 . 3.45 . 4.00 . 0.79 . 3.33 . 5.00 . 4.12 . Togo 2008 . 69.6 . 32.0 . 7.21 . 9.58 . 6.79 . 6.11 . 5.63 . 7.94 . Trin._&_Tob. 2010 . 65.7 . 36.0 . 7.16 . 9.58 . 7.14 . 6.11 . 5.00 . 7.94 . Trin._&_Tob. 2006 . 57.5 . 50.0 . 3.06 . 0.00 . 2.36 . 2.22 . 6.88 . 3.82 . Tunisia 2008 . 60.1 . 46.0 . 2.96 . 0.00 . 2.86 . 2.78 . 5.63 . 3.53 . Tunisia 2010 . 58.9 . 44.0 . 2.79 . 0.00 . 2.86 . 2.22 . 5.63 . 3.24 . Tunisia 2006 . 57.0 . 32.0 . 5.70 . 7.92 . 6.79 . 4.44 . 3.75 . 5.59 . Turkey 2008 . 60.0 . 38.0 . 5.69 . 7.92 . 6.07 . 4.44 . 5.00 . 5.00 . Turkey 2010 . 63.8 . 46.0 . 5.73 . 7.92 . 7.14 . 3.89 . 5.00 . 4.71 . Turkey 2006 . 43.8 . 20.0 . 1.83 . 0.00 . 0.79 . 2.78 . 5.00 . 0.59 . Turkmenistan 2008 . 43.4 . 22.0 . 1.72 . 0.00 . 0.79 . 2.22 . 5.00 . 0.59 . Turkmenistan 2010 . 42.5 . 18.0 . 1.72 . 0.00 . 0.79 . 2.22 . 5.00 . 0.59 . Turkmenistan 2006 . 63.9 . 26.0 . 5.14 . 4.33 . 3.93 . 4.44 . 6.25 . 6.76 . Uganda 2008 . 63.8 . 27.0 . 5.03 . 4.33 . 3.93 . 3.89 . 6.25 . 6.76 . Uganda 2010 . 62.2 . 26.0 . 5.05 . 5.25 . 3.21 . 5.00 . 5.63 . 6.18 . Uganda 2006 . 54.4 . 22.0 . 6.94 . 9.58 . 5.71 . 5.56 . 5.63 . 8.24 . Ukraine 2008 . 51.0 . 28.0 . 6.94 . 9.58 . 5.36 . 5.56 . 6.25 . 7.94 . Ukraine 2010 . 46.4 . 25.0 . 6.30 . 9.17 . 5.00 . 5.00 . 4.38 . 7.94 . Ukraine 2006 . 62.2 . 61.0 . 2.42 . 0.00 . 3.07 . 1.11 . 5.00 . 2.94 . UAE 2008 . 62.6 . 62.0 . 2.60 . 0.00 . 3.93 . 1.11 . 5.00 . 2.94 . UAE 2010 . 67.3 . 59.0 . 2.52 . 0.00 . 3.57 . 1.11 . 5.00 . 2.94 . UAE 2006 . 65.3 . 62.0 . 7.96 . 10.0 . 8.21 . 5.00 . 6.88 . 9.71 . Uruguay 2008 . 67.9 . 64.0 . 8.08 . 10.0 . 8.21 . 5.00 . 7.50 . 9.71 . Uruguay 2010 . 69.8 . 69.0 . 8.10 . 10.0 . 8.57 . 4.44 . 7.50 . 10.0 . Uruguay 2006 . 48.7 . 23.0 . 1.85 . 0.08 . 0.79 . 2.78 . 5.00 . 0.59 . Uzbekistan 2008 . 51.9 . 21.0 . 1.74 . 0.08 . 0.79 . 2.22 . 5.00 . 0.59 . Uzbekistan 2010 . 47.5 . 18.0 . 1.74 . 0.08 . 0.79 . 2.22 . 5.00 . 0.59 . Uzbekistan 2006 . 44.6 . 23.0 . 5.42 . 7.00 . 3.64 . 5.56 . 5.00 . 5.88 . Venezuela 2008 . 44.7 . 23.0 . 5.34 . 6.58 . 4.29 . 5.56 . 4.38 . 5.88 . Venezuela 2010 . 37.1 . 19.0 . 5.18 . 6.17 . 3.93 . 5.56 . 4.38 . 5.88 . Venezuela 2006 . 50.5 . 26.0 . 2.75 . 0.83 . 4.29 . 2.78 . 4.38 . 1.47 . Vietnam 2008 . 50.4 . 26.0 . 2.53 . 0.83 . 4.29 . 1.67 . 4.38 . 1.47 . Vietnam 2010 . 49.8 . 27.0 . 2.94 . 0.00 . 4.29 . 3.33 . 5.63 . 1.47 . Vietnam 2006 . 52.6 . 24.0 . 2.98 . 2.67 . 2.71 . 2.78 . 4.38 . 2.35 . Yemen 2008 . 53.8 . 26.0 . 2.95 . 2.17 . 2.50 . 3.33 . 5.00 . 1.76 . Yemen 2010 . 54.4 . 23.0 . 2.64 . 1.33 . 1.79 . 3.89 . 5.00 . 1.18 . Yemen 2006 . 56.8 . 26.0 . 5.25 . 5.25 . 4.64 . 3.33 . 6.25 . 6.76 . Zambia 2008 . 56.2 . 26.0 . 5.25 . 5.25 . 4.64 . 3.33 . 6.25 . 6.76 . Zambia 2010 . 58.0 . 28.0 . 5.68 . 6.17 . 5.36 . 3.89 . 5.63 . 7.35 . Zambia 2006 . 33.5 . 23.0 . 2.62 . 0.17 . 0.79 . 3.89 . 5.63 . 2.65 . Zimbabwe 2008 . 29.4 . 24.0 . 2.53 . 0.00 . 0.79 . 3.89 . 5.63 . 2.35 . Zimbabwe 2010 . 21.4 . 18.0 . 2.64 . 0.00 . 1.29 . 3.33 . 5.63 . 2.94 . Zimbabwe Média. 56.5 . 33.1 . 5.08 . 5.53 . 4.56 . 4.15 . 5.30 . 5.88 Nos países menos livres em termos econômicos, a tendência que predomina consiste em baixos níveis de liberdade política. Porém, há países que contradizem tal tendência, pois nessa lista acima há democracias bem estabelecidas (em minoria, mas há). Assim posto, o que predomina nos países mais economicamente livres é uma ordem social onde há pouca corrupção e elevados níveis de liberdade política. Liberdade econômica não é condição suficiente para que haja pouca corrupção e elevados índices de liberdade política, pois há países no mundo que contradizem tal tendência, ainda que sejam minoria, mas, mesmo assim, servem de contra-exemplo e devem ser observados no sentido de não cometer os mesmos erros que tais países cometeram. Tanto os dados sobre liberdade econômica quantos os dados sobre liberdade política contradizem a hipótese de que países com elevados índices em ambas as liberdades também são muito corruptos. Os dados mostram o contrário disso. Até! Marcelo
  8. Olá!

    Opa! Corrupção, liberalismo e níveis de desenvolvimento eu conheço um pouco a partir das singelas análises estatísticas que tenho feito no meu humilde blog.

    Vocês podem ler sobre como a corrupção se relaciona com outras variáveis (liberdade econômica, renda per capita, burocracia e etc.) neste link. Sugiro a leitura do seguinte post:

    A Relação Entre o Índice de Percepção da Corrupção e o Índice de Liberdade Econômica no Período de 1995-2010.

    Há também uma série de posts que avalia como a liberdade econômica se relaciona com diversas outras variáveis (burocracia, corrupção, nutrição, imigração, IDH, renda per capita e etc.). Neste link vocês poderão ler a respeito disso. Sugiro a leitura do seguinte post:

    A Relação Entre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a Liberdade Econômica no Período de 1980-2010

    Até!

    Marcelo

  9. Patriarca da Paciência said

    Meu caro Pax,

    se considerarmos uma pessoa que pratica os mais diversos “malabarismos empresariais”, tais como, burlar as leis, insensibilidade social, sonegação dse impostos, regime trabalhista semi-escravo, concorrência desleal, etc.etc.etc. e além dos mais essa pessoa apropria para si a remuneração de mil trabalhadaores, coloca à sua disposição vários jatos de último modelo, coloca todas as suas despesas particulares na contabilidade da empresa etc.etc.etc. pois muito bem, tem muita gente que considera tais procedimentos “práticas empresariais brilhantes”.

    Parece que o Fernando Henrique Cardoso definiu o Daniel Dantas como uma “pessoa brilhante”.

    E ninguém tem nada a ver com isso.

    Afinal, o cara é simplesmente “brilhante”!

  10. Patriarca da Paciência said

    “Ou pensemos historicamente. Uma das fases de maior desenvolvimento econômico dos Estados Unidos, o final do século XIX, é também o apogeu dos “robber barons”, barões ladrões, alcunha dada a industriais e financistas que não tinham escrúpulos no trato dos empregados, fornecedores, concorrentes e na sonegação tributária. Suas práticas indecentes não impediram o país de crescer economicamente.”

    Alguém poderia ser mais cristalino?

    Como se poderia “editar” tais informações?

    Só mesmo na cabeça de alienados!

  11. Pax said

    Caro Marcelo Augusto,

    Nos meus tempos, um dia fui apresentar um projeto grande, havia trabalhado um bocado nele, tinha dados para todos os lados, queria mostrar para todos, e…. dancei. Porque? Ninguém prestou atenção na montanha de números que mostrei no projetor. Os integrantes do Comitê Executivo da tal grande empresa nem mesmo considerou o que apresentei.

    À saída um cara, um dos membros do tal Comitê, hoje um amigo, me chamou e indicou um artigo muito bem escrito sobre como montar apresentações. Poucos números, muito bem tabulados, nenhum com mais de 2 dígitos, tudo mastigado, muito simplificado, mas absolutamente consistente.

    dica, deixe tudo em uma planilha como anexo e traga somente o resumão, se alguém reclamar ou quiser se aprofundar em um número, uma informação, você oferece os dados para quem quiser se debruçar sobre eles

    Refiz a apresentação e aprovei o projeto, 3 meses depois. Perdi um tempão porque não sabia apresentar. Acho que aprendi, ao menos um pouco, depois dessa lição que tive quando era “jovem a menos tempo” que sou agora.

    Pena que não tenho o tal artigo, teria imenso prazer em te apresentar.

    Caro Patriarca

    Confesso que li o artigo, reli, me incomodei um bocado, procurei saber mais sobre o autor, etc etc. Há alguns pontos que realmente incomodam, mas um deles é exetamente o de mostrar que nem sempre uma situação corrupta é necessariamente improdutiva.

    Nem em países liberais nem em países sociais democratas.

    Dói no estômago, sim.

  12. Patriarca da Paciência said

    “Em 2003, eu lecionava na Universidade de Maryland. No seu campus de College Park, vi um debate sobre a invasão iminente. Um seu defensor explicou que ela nada custaria aos contribuintes, porque seria paga com o petróleo iraquiano. Nunca antes eu tinha visto um ladrão ser tão explícito.”

    NUNCA ANTES EU TINHA VISTO UM LADRÃO SER TÃO EXPLÍCITO.

    Como “editar” este parágrafo?

    Qual o duplo sentido que existe aí?

    Quem fica com alguma dúvida em ler tal parágrafo?

    E os caros em ficam “se achando” q

  13. Patriarca da Paciência said

    E os caras ainda ficam “se achando” que eles é que são honestos!

  14. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    considero o texto do professor do professor Renato Janine Ribeiro simplesmente ótimo, irretocável.

    Concordo com todas as suas afirmações e conclusões.

  15. Pelo menos na questão do petróleo iraquiano ele está completamente errado.

    “Mas a verdade é que não apenas o ouro negro do Iraque foi entregue a quem os invasores quiseram, como também o orçamento dos Estados Unidos foi sangrado a fundo.”

    Não, não foi não.

    Na primeira rodada quem mais abocanhou foi a China com a CNPC com 5 campos. Depois foram os malaios com a Petronas com 4 campos. Os americanos da Exxon ficaram com 3 juntamente com os anglo-holandeses da Shell, os turcos com a TPAO e o chineses novamente com a Sinopec. BP, ConocoPhillips, a chinesa CNOOC e a Coreana Kogas ficaram com 2 campos. Outras doze empresas ficaram com um campo cada.

    Em outras fases entraram empresas russas como a Lukoil, a francesa Total e a japonesa Japex.

    Um artigo que fala da segunda rodada é bem explícito:

    “Oil companies from the U.S. weren’t interested in the country’s second bidding round as none of them submitted an offer, contrary to the view of many people who thought that American firms would win the bulk of Iraqi oil contracts as a result of the U.S.-led invasion in 2003.”

    Traduzindo: companhias petrolíferas americanas não se interessaram pela segunda rodada do leilão sendo que nenhuma delas encaminhou uma oferta, contrariando a visão de muitas pessoas que pensaram que as firmas americanas iriam ganhar a maioria dos contratos de exploração do petróleo iraquiano como resultado da invasão americana em 2003.

    Claramente percebe-se que a China foi a maior investidora nos campos do Iraque e diga-se de passagem o Iraque está mostrando ao Brasil como se faz para explorar petróleo. Enquanto aqui há concentração nas mãos da Petrobrás, lá há concorrência.

    E pagaram muito cara para poderem estar lá. Não foi de graça não.

    Bom, um cara que é professor de faculdade, dá aula nos Estados Unidos, ao escrever um artigo, deveria saber do que está falando.

    ===================

    Pax, sinceramente tenho que concordar com a opinião do Ico #1. Não consegui ver a relação que vc chegou. Seria apenas porque ele falou dos EUA???

  16. Elias said

    Pax,

    É lamentável que setores da oposição — da qual eu agora faço parte — ainda sejam imbecis a ponto de engulir balelas do tipo: “os países mais bem sucedidos são mais honestos” ou “os países mais honestos são mais bem sucedidos”.

    Acreditar em idiotices desse tipo é desconhecer por completo a história da humanidade e, assim, perder o senso de direção de nossa própria história.

    Se há uma coisa que a história nos ensina, com a mais absoluta clareza, é que os países mais bem sucedidos são, exatamente, os que mais roubaram de outros países.

    A grandeza de Alexandre, do Egito, da Babilônia, da Pérsia, de Roma, da Inglaterra, dos EUA, etc, foi erguida sobre os cadáveres dos conquistados, e com a riqueza pilhada nas conquistas.

    Alguém ignora como a Califórnia, o Texas, o Arizona, etc., se tornaram territórios americanos?

    E, se alguém pensa que foi só porrada em cima dos cucarachas, pode tirar o cavalinho da chuva… Tanto quanto a porrada, correu solto o jabaculê, que fez superfortunas, fortunas e fortuninhas, de cucarachas ladravazes e gringos corruptões, tanto quanto. Aliás, alguns desses ladrões eméritos hoje são nome de rua nos EUA…

    Os tolinhos já esqueceram o que os civilizados belgas, da civilizada Bélgica, fizeram no Congo?

    No Egito, os ingleses saquearam até os fundilhos dos cadáveres das mulheres dos faraós (quem tiver dúvida, é só dar uma olhada em certos e determinados museus ingleses). Na África do Sul, os mesmos ingleses cavaram até à placenta do planeta pra tirar bilhões em diamantes, enquanto mantinham porrilhões de negros em regime de servidão, subnutridos, doentes, seminus, sujos e fedorentos, morrendo feito moscas…

    E, se fosse só nesses lugares, seria pouco. Veja-se o que os ingleses fizeram na China, na Índia, etc, etc, etc.

    Nunca Roma foi tão corrupta do que quando se expandiu mundo afora. Nunca houve tantos nem tão grandes ladrões romanos quanto nessa época.

    A riqueza das nações, a verdadeira riqueza das nações, é produto da pilhagem feita nas nações mais fracas.

    Os países mais bem sucedidos não são os mais honestos; são os mais agressivos, os mais violentos e os mais inescrupulosos.

    Se voce se der bem, pode escrever a história do jeito que você quiser. Escrever, não: mandar escrever, que sempre haverá pena pra isso, a bom preço (depois vão descobrir que é tudo mentira, mas… e daí?). Pode, até mesmo, criar uma entidade que, mais tarde, dirá que seu sucesso econômico foi proporcionado pela “liberdade de empreender” (omitindo que, na origem, o que realmente se empreendeu — e com toda a liberdade! — foram ações de rapina).

    Faço um apelo aos verdadeiros oposicionistas brasileiros: deixem de ser idiotas! Parem de se enganar e de tentar enganar as pessoas com essas imbecilidades. Ninguém mais acredita nessa merda, pessoal!

    Vamos ser práticos.

    Vamos denunciar com veemência os governos petistas por essa merdolência iniciada pelo Lula — e que, aparentemente, será mantida pela Dilma — de dar tratamento especial a países pobres, como a Bolívia e alguns países africanos.

    Sabem o que Lula fez? Ele ANISTIOU a dívida desses países com o Brasil! Isso mesmo, ANISTIOU A DÍVIDA desses países!

    Absurdo! Isso tá errado! Assim o Brasil nunca será como a Bélgica. Pra ser como a Bélgica, o Brasil tem que fazer como a Bélgica fez.

    Esses miguelitos que vivem em torno do Brasil — da Venezuela à Patagônia — estão aí pra ser explorados. Deixados a si mesmos, eles jamais serão grande coisa. Mesmo o pior dos esquerdistas — Karl Marx — num raro momento de sinceridade, disse o que disse do México, quando os EUA meteram o cacete nos mexicanos (em mais de um sentido, os americanos também meteram o cacete nas mexicanas).

    O Brasil cometeu um grande erro, na Guerra do Paraguai, ao se portar com decência. Não tem o direito de repetir esse erro. Principalmente agora, que não é necessário sair por aí, matando a torto e a direito (certo que alguns vão morrer de fome, mas… paciência, nada é perfeito).

    Taí uma grande bandeira pra oposição: um projeto de poder continental pro Brasil. Vamos dar um sentido histórico à existência dos miguelitos. Nada mais honroso e digno de orgulho para um verdadeiro e bom miguelito, do que nos servir.

    Fora com esse papo de fraternidade latinoamericana agitada pela corja petista!

    Por um Brasil grande, rico, forte e protetor de seus miguelitos!

    (Pax, “on” praquele modo…)

  17. Patriarca da Paciência said

    “A produção industrial registrou queda de 2,1% em março ante o mesmo mês no ano passado, a primeira redução desde outubro de 2009 (-3,1%). Nesse confronto, fevereiro havia apresentado expansão de 7,3%.

    Na comparação livre de influênciais sazonais com fevereiro, houve alta de 0,5%, divulgou o IBGE nesta terça-feira. O resultado mostra desaceleração frente ao mês anterior, quando o setor havia registrado expansão de 2,0%.

    Já na taxa acumulada no primeiro trimestre, a produção da indústria apresenta alta de 2,3% e, nos últimos 12 meses encerrados em março, de 6,8%.!”

    Eis aí um ótimo exemplo do que seja “editar” um texto.

    Basta colocar o último paráagrafo no lugar do primeiro e também como manchete que o muda totalmente o “sentido”.

    É claro que gente deve ler a folha sempre pelo inverso.

  18. Patriarca da Paciência said

    Outros “editamentos” interessantes:

    “Delúbio Soares, ex-tesoureiro durante o escândalo do mensalão do PT”

    Aécio Neves, ex-governador e atual senador que foi pego digindo bêbado e com carteira vencida”

  19. Olá!

    Pax, os números eu coloquei para corroborar meu argumento. Se alguma pessoa quisesse comprovar por si própria o que está posto no comentário, ela teria todos os dados à sua disposição.

    O comentário pode ser lido descartando as tabelas com dados.

    Até!

    Marcelo

  20. iconoclastas said

    orgulhoso de sua híbridez, “o brasileiro” prefere expurgar os seus.

    falta segurança, falta saúde, falta instrução, mas sobra generosidade com a grana alheia…

    de fato uma gente muito nobre.

    ;^/

  21. Patriarca # 17 – Isso depende se você é um investidos, um economista ou um administrador ou se vc é um quadro e um militantes.

    O primeiro parágrafo é o mais importante pois ele mostra a tendência atual:

    “A produção industrial registrou queda de 2,1% em março ante o mesmo mês no ano passado, a primeira redução desde outubro de 2009 (-3,1%). Nesse confronto, fevereiro havia apresentado expansão de 7,3%. ”

    Uma pessoa que acompanha o mercado olha esses números, avalia e projeta o futuro. Não é só simplesmente a queda, mas o contexto que ela se enquadra.

    “Na comparação livre de influênciais sazonais com fevereiro, houve alta de 0,5%, divulgou o IBGE nesta terça-feira. O resultado mostra desaceleração frente ao mês anterior, quando o setor havia registrado expansão de 2,0%. ”

    Se eu fosse um “quadro” da oposição, como você é da sitação, poderia ter chiado por terem tirado fevereiro, mas tirar esse mês, do ponto de vista econômico é correto pois é um mês atípico, curto e com a influência de vários feriados.

    O último parágrafo que vc acha que deveria ser o primeiro para “embelezar” a economia é importante mas por outro aspecto. Na verdade para um economista ele é o menos importante. Pois uma das primeiras coisas que aprendemos na escola é que “ganhos passados não representam certezas futuras”.

    Acontece que o crescimento industrial nos últimos 12 meses estava “poluido” pela política expansionista do governo Lula e não refletem ainda os cortes de custos e o congelamento do crédito.

    E é justamente por isso que o primeiro parágrafo é o mais importante, pois é livre da influência macroeconômica passada e já começa a demonstrar as tendências futuras.

    Há um ano atrás vivíamos com expansão do crédito, juros estáveis e inflação ainda em viés de alta, hoje vivemos uma retração de crédito, juros aumentando e inflação já alta.

    E isso irá refletir naturalmente nos números de produção industrial. Não ontem, mas hoje.

    Ok? Ok.

    P.S.: Acho que o ponto de exclamação no final do texto tenha sido uma pequena editada sua não é? Aliás, o que está errado no seu post #18?

  22. Pax said

    Prezados,

    Passo dois dias fora, ou três. Até.

    (o tema é bom, sim)

  23. Olá!

    É engraçado o tratamento histórico que os esquerdistas dão ao liberalismo e ao capitalismo. Na cabeça dessas pessoas, apenas esses dois cojuntos de valores é que são imorais, corruptos, exploratórios, desumanos e etc. Parecem se esquecer — espertamente? — de que todas as outras maneiras de organização social e econômica foram piores e construiram organizações sociais onde poucos tinham acesso ao que hoje muitos tomam como algo corriqueiro.

    Países mais poderosos e ricos sempre buscaram subjugar nações mais fracas, atrasadas e pobres. Isso acontece desde tempos imemoriais e não é uma invenção capitalista, liberal ou seja lá o que for.

    A Inglaterra, por exemplo, já foi colônia romana e, em seguida, se tornou domínio dos invasores anglo-saxões e nórdicos. Seu povo foi escravizado e pilhado pelos colonizadores e invasores. A mesma inglaterra que, mais tarde, construiria um dos maiores impérios que já existiu e iria submeter incontáveis povos às mesmas brutalidades que ela, a Inglaterra, um dia sofreu. Mas, ao que parece, apenas os ingleses é que são imorais.

    A Índia, por exemplo, era extremamente civilizada na época em que a Inglaterra (sua posterior metrópole) conhecia a civilização apenas através daquilo que os romanos trouxeram. A Índia de então possuía um nível de desenvolvimento civilizacional inimaginável na maior parte do mundo daqueles tempos. O sistema numérico utilizado hoje se originou lá; uma parte considerável da matemática e das demais ciências exatas também devem muito ao que os indianos fizeram nesses campos. Sem contar outros avanços nas demais disciplinas.

    Os indianos de então guerrearam, pilharam, mataram e exploraram outros povos e mesmo entre si, mas, ao que parece, apenas os capitalistas e liberais é que são imorais.

    A mesmíssima coisa poder ser dita sobre as demais potências que já passaram por este mundo: Os gregos antigos, Roma, Bizâncio, os Califados (Ortodoxo, Omíada, Fatímida, Almóada e etc.), Otomanos, Mongóis, China, Europeus, e etc. Mas, na cabeça da esquerda, apenas o capitalismo é imoral.

    Os fatos que a história claramente mostra é que os povos sempre guerrearam entre si e sempre buscaram pilhar e escravizar uns aos outros.

    Por isso é importante a nós — pessoas, povo — buscar construir instituições e cultivar valores que evitem ao máximo possível que o nosso país e nossos compatriotas venham a ser conquistados, pilhados e subjugados por uma ameaça externa. E não apenas isso, mas também buscar adaptar e melhorar essas instituições de tal maneira que elas possam bem servir às pessoas e possam lidar adequadamente com as adversidades — internas ou externas — que venham a surgir.

    Essa foi uma das falhas que aconteceu em países como Índia e China: Antes nações extremamente civilizadas (e que pilharam, mataram, escravizaram e brutalizaram outros povos), ambas não conseguiram adaptar-se às novas ameaças que iam surgindo e, para piorar, não conseguiram fazer reformas no conjunto central de valores que guiavam as suas populações, instituições, economias e etc. Quando isso ocorre, tal sociedade terá sorte de não cair sob domínio externo.

    Coitado de quem não fizer isso.

    Até!

    Marcelo

  24. Olá!

    O caso da Califórnia é bem interessante. Marx deu uma declaração bastante racista sobre os mexicanos, dizendo que eles eram preguiçosos demais para ficarem com algo tão manífico quanto a Califórnia.

    Deixando esse racismo marxista de lado, seria interessante se perguntar: Se a Califórnia tivesse ficado nas mãos dos mexicanos, ela seria como é hoje? Haveria por lá algo como o Vale do Silício? Haveria todas aquelas start-ups que tem se multiplicado desde os idos de 1970 e mesmo antes (Apple, Google, YouTube, Yahoo, Hewlett-Packard, Intel e etc.)?

    Se tivesse ficado com os mexicanos, provavelmente, a Califórnia seria, hoje, muito parecida com aqueles estados fronteiriços com os Estados Unidos e suas cidades, em vez de serem verdeiros pólos tecnológicos, de inovação e de civilização, seriam tomadas por traficantes de drogas, gangues e prostituição.

    O fato de o pior IDH do lado americano da fronteira México-EUA ser melhor do que até mesmo o melhor IDH do lado mexicano dá uma boa medida dos valores e instituições que ambos os países puderam cultivar e construir ao longo das suas histórias. De um lado, liberalismo e capitalismo, do outro, a velha e tosca ladainha latino-americana.

    Dizer que o colonialismo é a razão do atraso e pobreza dos países latino-americanos é apenas a busca tola por desculpas para o fracasso dessas nações. Os principais responsáveis pela atual situação desses países são eles próprios, pois tais países, desde as suas respectivas independências, cometeram erros que tiveram efeitos desastrosos para as suas populações (por exemplo, estatismo, populismo, patrimonialismo, burocracia, nacionalismo, e etc.) e, pior ainda, não conseguiram estabelecer instituições que permitissem a essas pessoas experimentar e absorver os valores que construíram o mundo civilizado.

    Mesmo em pleno século XXI, há, na América Latina, vertentes políticas que ainda teimam em cultivar valores que fracassaram fragorosamente e mostram uma extrema hostilidade aos valores que construíram o mundo civilizado. Excerto:

    “LENDO O ESTATUTO NO QUE TANGE A FIDELIDADE PARTIDÁRIA, ACHO QUE FICA A DESEJAR UM ÍTEN QUE FAZ INFIEL AQUELE FILIADO, PARLAMENTAR, DIRIGENTE QUE ATUAR CONTRÁRIO AOS PRINCÍPIOS IDEOLÓGICOS DO PARTIDO.

    PARA ISSO, COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS, É PRECISO QUE TENHA UM ARTIGO QUE DEFINA E CONCEITUE QUAL É A IDEOLOGIA POLITICA, ECONÔMICA E SOCIAL QUE O PT DEFENDE. DIZER SOMENTE QUE É SOCIALISTA NÃO É SUFICIENTE. É PRECISO DEFINI-LO DE FORMA PRAGMÁTICA, PRÁTICA. EXEMPLO : QUE TIPO DE SOCIALISMO QUEREMOS ?

    O PARTIDO É NACIONALISTA ? (acredito) COMO ?

    SE FOR NACIONALISTA , DEFENDE O DOMINIO DE EMPRESAS NACIONAIS NAS ATIVIDADES ECONÔMICAS OU ESTATAIS ? OU MISTO ? E QUEM PREDOMINARIA NO CASO DE MISTO ?

    QUAL DESSES CAMINHOS CHEGAREMOS AO SOCIALISMO TÃO DESEJADO ? O PARTIDO ESTÁ REALMENTE A ESQUERDA ? ISTO É, ELE É PROFUNDAMENTE DIFERENTE DOS PARTIDOS DE DIREITA E ENTREGUISTAS COMO O PSDB=DEM ?

    ESSAS SÃO QUESTÕES QUE ACREDITO DEVERIAM ESTAR BEM CLAROS NO ESTATUTO PARA EVITAR O INGRESSO DE PESSOAS COM TENDENCIAS ANTI-NACIONAIS, ENTREGUISTAS, FISIOLÓGICAS, REACIONÁRIAS ETC. [. . .]”

    Depois, a esquerda vem dizer que a culpa é dos americanos, do colonialismo, do capital financeiro, da globalização, do capitalismo, dos colonizadores europeus malvados, dos especuladores de Wall Street agarrados ao Consenso de Washington, do imperialismo, do mercado, da globalização e coisas afins.

    Seria interessante perguntar às pessoas que esposam os valores que estão destacados no excerto acima: Qual país civilizado foi construído com esse tipo de valores? Qual ordem social minimamente civilizada foi construída através desses valores?

    Nos tempos de hoje, guerras de conquistas e expansionistas não fazem mais sentido. A última empreitada desse tipo ocorreu lá pelos idos de 1930-1945 e teve nos regimes coletivistas (marxismo, nazismo, socialismo e etc.) seus principais atuantes.

    Hoje, o cenário é outro. É um cenário que preza pela inovação, pela ciência, pela tecnologia, pelas start-ups e coisas afins. Países que não dão suficiente liberdade econômica aos seus cidadãos e que não fizeram reformas estruturas básicas (educacional, tributária, fiscal e etc.) estão à margem desse processo, pois nada têm a oferecer nesse sentido.

    A Apple, o Google, a Microsoft e a Hewlett-Packard possuem um valor de mercado muito acima do valor das estatais brasileiras e nenhuma dessas empresas americanas, para desespero dos nacionalistas brasileiros, recebeu aporte de capital ao estilo BNDES e coisas tais.

    Todas essas empresas americanas acima citadas tiveram um começo bastante humilde, todas começaram em garagens, e se desenvolveram por mérito próprio. Não há notícias de que nessas empresas a alocação dos cargos importantes ocorra via processo político-ideológico. Não há notícias dessas empresas serem usadas em propagandas do governo para estimular o ufanismo. São empresas que não têm pré-sal, não têm minério de ferro, alguns dos seus fundadores sequer terminaram a universidade e coisas tais. O que essas empresas fazem, basicamente, é ordenar sequências binárias de zeros (0) e uns (1). Basicamente é isso. E vejam só o que elas são.

    E o que o Brasil, por exemplo, estava fazendo na mesma época em que as empresas citadas acima se desenvolviam? O Brasil também quis desenvolver uma indústria de computadores e software, mas com forte atuação do Estado — houve até mesmo estatais da informática. Aí, houve todo aquele desastre de reserva de mercado, financiamentos camaradas via BNDES, corrupção, patrimonialismo e etc, etc., e etc.

    As experiências brasileira e americana no setor de computadores pessoais ilustra bem o tipo de valor que cada um dos respectivos países buscou cultivar ao longo do tempo e os resultados finais que cada um colheu a partir dessas escolhas.

    Mas o quê? Para um esquerdista, o mérito da existência de uma Apple ou de um Google reside no fato de os Estados Unidos terem conquistado, por vias bélicas, a Califórnia e não em toda a rede de instituições, direitos e valores que os americanos implantaram por lá após a conquista. Rede essa que, aliás, até hoje inexiste no México e em boa parte da América Latina. Basta ver o IDH e a renda per capita de tais países.

    Até!

    Marcelo

  25. Marcelo – Se o mundo tivesse se densenvolvido da maneira que o Elias acha, Portugal e Espanha seriam até hoje as maiores potências mundiais.

    Chega um momento que cansa de ficar explicando o óbvio.

  26. Marcelo – Outra coisa. Está na Constituição do Texas. Basta que 2/3 da população queria que o Texas se separa dos EUA.

  27. Olá!

    Apenas para complementar os meus dois comentários anteriores, sobretudo o último, eis aqui um excerto que exemplifica bem a mentalidade da esquerda brasileira de hoje (fonte):

    “A dinâmica econômica e social imprimida nas décadas de 80 e 90 do século passado produziu consequências materiais e culturais desastrosas para os e as jovens brasileiros. A falta de emprego, a miséria e a violência desagregaram os laços sociais e enfraqueceram a capacidade de organização e mobilização juvenil. A criminalização da política e dos movimentos sociais, a propagação do individualismo e do empreendedorismo descrente da construção de alternativas coletivas tornaram hegemônica uma cultura política adversa aos sonhos e utopias. [. . .]”

    Depois da tal criminalização dos movimentos sociais, eis aí a criminalização do empreendedorismo e dos direitos individuais!

    É a velha história: A arcaica e tosca esquerda brasileira gosta mesmo é de sem-terra, sindicato e estatal. Ela hostiliza os valores que deram ao mundo coisas como o Google, o iPhone e a Internet. O excerto acima é bem emblemático quanto a isso.

    “[. . .]

    Como consequência, interrompemos o avanço do neoliberalismo em nosso continente e iniciamos a construção de uma nova hegemonia democrática e popular, através de um programa de Revolução Democrática, que tem transformado a consciência do povo brasileiro, iniciado uma mudança na natureza do Estado brasileiro e alterado a correlação de forças no país. A terceira vitória consecutiva sobre as forças neoliberais expressam a força da atual consciência anti-liberal do povo brasileiro. Essa consciência é hoje mais nacional, popular, democrática, confiante e esperançosa no futuro.”

    Hehehehehehehe. . . Seria complicado dizer se há esse espírito anti-liberal no brasileiro, mas para verificar isso na realidade, basta perguntar se o brasileiro concorda em deixar quantidades grandes de dinheiro, algumas centenas de bilhões de dólares, nas mãos dos políticos.

    Até!

    Marcelo

  28. Carlão said

    Marcelo

    Alguns dos escrevinhadores daqui do pedaço pensam que corrupção é apenas distribuição de propinas ou desvio de verbas públicas, como o Mensalão do lula, se e quando forem denunciados e punidos.
    O Brasil conforme seu post acima comprova sofre de algo muito mais… demais doente…a corrupção de valores. Regredimos.
    O exemplo mais recente – a desmedida corrupção moral eleitoral que o lula promoveu, pairando acima da Lei e da ética de um presidente da República, nas eleições passadas. Esperteza sem limites conforme a lei de Gérson, na famigerada propaganda, da era inflacionária.
    Levar vantagem passou a ser a palavra de ordem petista.
    A vitória da dilma comprova que apesar de sermos uma das maiores economias do mundo ocidental, permaneceremos 12 anos sem aperfeiçoamentos significativos da educação, de sistemas de saúde precários, previdência social quebrada e do aumento aumento da violência(e das drogas).
    Falta software…
    Quando o PT “descobriu” a resposta, o mundo mudou a pergunta
    O PT nada fez de significativo nessas áreas.Andou de lado ou piorou.
    E tem gente achando ótimo.
    Torcem para um desempenho medíocre da muito medíocre presidente para que lula tenha motivos para se candidatar já em 2014.
    O Brasil fica em segundo lugar diante do partido.
    Se eles – os escrevinhadores soubessem do que estamos falando provavelmente entrariam em depressão profunda com esta realidade do país, que eles tanto insistem em negar. Janine entre eles.
    É o famoso na média estamos bem do professor articulista e do mantega ao falar sobre inflação.Era da Mediocridade. Dos médios e corruptos funcionários do governo.(lembram da Erenice?)
    Na velocidade atual conseguiremos ficar atrasados mais uns 50 anos, por baixo…infelizmente.
    Muito infelizmente.
    Ah! por oportuno, #14 o artigo do professor do professor Janine é uma bosta!

  29. Olá!

    Vilarnovo, você tem razão nos seus dois comentários.

    Admito que também me sinto cansado de ter de explicar o óbvio. Isso, de fato, cansa. Ainda mais quando outro lado nada tem a oferecer como argumentos.

    Até!

    Marcelo

  30. Carlão said

    continuo…
    No mesmo tema Corrupção de Valores:

    Do site http://www.implicante.org/noticias/incompetencia-faz-governo-liberar-a-gastanca-nas-obras-da-copa-de-2014/

    Leiam o que informam Dimmi Amora e José Ernesto Credendio na Folha de hoje:

    O governo quer estender para todas as obras ligadas à Copa-2014 os efeitos da medida provisória 512, encaminhada ao Congresso, que permite a realização de contratos sem que haja um limite para o aumento de custos além do valor original.
    Antes, o texto estabelecia que as regras que driblam a Lei das Licitações valeriam somente para os aeroportos da Copa e os projetos ligados à Olimpíada de 2016.
    A medida provisória cria o chamado RDC (Regime Diferenciado de Contratações). Por esse mecanismo, licitações para obras e serviços dos eventos deixam de ser regidas pela lei 8.666.
    O governo já havia tentando aprovar esse regime quando criou a APO (Autoridade Pública Olímpica), no início do ano, para aeroportos e Olimpíada. A tentativa foi barrada pela oposição.
    Agora, o governo tenta de novo criar a legislação especial para projetos de estádios e de transporte para a Copa.
    Nela, está previsto que as obras dos dois eventos possam ser contratadas no chamado “turn key” (empreitada) -o governo dá apenas as diretrizes do que quer contratar e os licitantes estabelecem por quanto podem fazer.
    Com o “turn key”, em tese, o governo deixa o risco de imprevistos das obras por conta do vencedor da licitação. Mas a lei deixa uma brecha para, se o governo quiser, aumentar o tamanho do projeto, sem limite. Hoje, pela Lei das Licitações, esses aditivos estão limitados a 25% (obras novas) e 50% (reformas).
    (…)
    Outro ponto polêmico é o orçamento secreto. Em vez de o governo apresentar uma estimativa prévia de preços, o texto permite que isso ocorra depois que as empresas tenham apresentado proposta.

    Vejam vocês como anda a nossa democracia: no início deste ano o governo enviou uma projeto semelhante ao Congresso e a Casa barrou a proposta. Não satisfeito com o resultado, o Planalto convocou a tropa de choque e agora a deputada Jandira Feghalli (PC do B-RJ) reedita a mesma matéria numa tentativa desesperada do governo atrair a iniciativa privada para investir nas obras da Copa de 2014.
    Na prática o projeto permite que o governo contrate empresas sem saber qual o valor final da obra.
    Na primeira tentativa de emplacar o projeto o governo fracassou. Esperamos que as oposições se mobilizem novamente e não permitam que essa medida provisória seja aprovada. Se comerem poeira, quem pagará a fatura dessa irresponsabilidade seremos nós, mais uma vez.

    Comentário: Isso é tudo o que o Diabo gosta!

  31. Patriarca da Paciência said

    Pablo, 21

    Folha, Veja, Estadão, Globo, etc, sempre que se referem ao Delúbio, acrescentam, “ex-tesoureiro durante o escândalo do mensalão do PT”

    Mas ainda não vi uma única vez se referirem ao Aécio assim,

    “Aécio Neves, ex-governador e atual senador que foi pego digindo bêbado e com carteira vencida”

    Meu caro Elias,

    seu comentário 16 está simplesmente impagável!

    Mas não adianta!

    Por mais que você tente dar uma forcinha para a oposição, ela cai na mesma lenga-lenga de sempre de xingar e tentar desqualificar o Lula.

    Atitude que levou o Lula para 87% de aprovação e que, se continuar, levará o Lula para uma verdadeira unanimidade.

    Eu também não acho bom que o Lula não tenha oposição.

    Uma boa oposição e sempre saudável.

    Mas os cara não se ajudam!

  32. Patriarca da Paciência said

    Mas os caras não se ajudam!

  33. Patriarca da Paciência said

    “Para Hegel, nada no mundo é estático, tudo está em constante processo (vir-a-ser); tudo é histórico, portanto. O sujeito desse mundo em movimento é o Espírito do Mundo (ou Superalma; ou Consciência Absoluta), que representa a consciência humana geral, comum a todos indivíduos e manifesta na ideia de Deus. A historicidade é concebida enquanto história do progresso da consciência da liberdade. As formas concretas de organização social correspondem a imperativos ditados pela consciência humana, ou seja, a realidade é determinada pelas ideias dos homens, que concebem novas ideias de como deve ser a vida social em função do conflito entre as ideias de liberdade e as ideias de coerção ligadas a condição natural (“selvagem”) do homem. O homem se liberta progressivamente de sua condição de existência natural através de um processo de “espiritualização” – reflexão filosófica (ao nível do pensamento, portanto) que conduz o homem a perceber quem é o real sujeito da história.[17][18]

    Marx considerou-se um hegeliano de esquerda durante certo tempo, mas rompeu com o grupo e efetuou uma revisão bastante crítica dos conceitos de Hegel após tomar contato com as concepções de Feuerbach. Manteve o entendimento da história enquanto progressão dialética (ou seja, o mundo está em processo graças ao choque permanente entre os opostos; não é estático), mas eliminou o Espírito do Mundo enquanto sujeito ou essência, porque passou a compreender que a origem da realidade social não reside nas ideias, na consciência que os homens têm dela, mas sim na ação concreta (material, portanto) dos homens, portanto no trabalho humano. A existência material precede qualquer pensamento; inexiste possibilidade de pensamento sem existência concreta. Marx inverte, então, a dialética hegeliana, porque coloca a materialidade – e não as ideias – na gênese do movimento histórico que constitui o mundo. Elabora, assim, a dialética materialista (conceito não desenvolvido por Marx, que também costuma ser referida por materialismo dialético).[17][19]

    “ A mistificação por que passa a dialética nas mãos de Hegel não o impede de ser o primeiro a apresentar suas formas gerais de movimento, de maneira ampla e consciente. Em Hegel, a dialética está de cabeça para baixo. É necessária pô-la de cabeça para cima, a fim de descobrir a substância racional dentro do invólucro místico”
    (wikipédia)

    Meu caro Marcelo,

    transcrevi este longo trecho porque acho que você está caindo no mesmo erro que Hegel, ou seja, está vendo as coisas de cabeça para baixo.

    Não é a “liberdade econômica”, muito menos o “liberalismo” que provocam “menos corrupção e mais democracia”

    O que acontece é que, quando as nações atingem uma bom nível de democracia e pouca corrupção, tendem a ter mais liberdade econômica.

    Uma nação pode conseguir uma invejável renda per capita, mesmo dentro da mais medieval teocracia, como acontece em alguns países árabes.

  34. Patriarca – Entendi. Justo. Apenas Aécio não foi pego bêbado. Tirando isso está corretíssimo.

  35. Patriarca –

    “O que acontece é que, quando as nações atingem uma bom nível de democracia e pouca corrupção, tendem a ter mais liberdade econômica.”

    Pela primeira vez você me deixou pensando…

    Num primeiro momento tendo ao concordar contigo. Porém, como liberal, não reconheço a liberdade econômica como um fim absoluto. Ela faz parte de todo uma ideologia. Na verdade o liberalismo econômico é o modelo que melhor se encaixa na ideologia liberal não o contrário. Assim como a estatização da economia se encaixa no modelo socialista/comunista.

    Mas aí chegamos a Cingapura e tudo vai por água abaixo… rs

  36. Elias said

    Pablo,

    Não estou querendo que o mundo se desenvolva de tal ou qual jeito.

    Só estou dizendo que o sucesso de tal ou qual país, desde a antiguidade, não tem norra penhuma com liberdade de empreender. É possível encontrar países que combinam alto nível de sucesso com liberdade de empreender, mas, como diria o Pax, o orifício anal nada tem a ver com as pantalonas.

    Mesmo países que praticam a tal liberdade de empreender, muitas vezes garantiram seu sucesso e sua própria liberdade ferrando com a liberdade de empreender alheia.

    Já discutimos isso, Pablo. Não finja que já esqueceu que você inclusive concordou comigo.

    Pra garantir o lucro de suas indústrias texteis, por exemplo, a Inglaterra PROIBIA — eu disse PROIBIA — que os países por ela dominados fabricassem tecidos.

    Tanto que um dos atos de rebeldia de Ghandi foi, exatamente, fiar o tecido de sua própria roupa. E tanto que a roda de fiar acabou se tornando um símbolo da independência da Índia.

    A “liberdade de empreender” NUNCA FOI UM PRINCÍPIO, PORTANTO!

    Nem foi ela a chave do sucesso. De nada valeria a liberdade de empreender na Inglaterra, na Bélgica, nos EUA, etc., se ela não estivesse apoiada no CERCEAMENTO ou, se fosse o caso, NA COMPLETA ANULAÇÃO da liberdade de empreender em outros locais do planeta.

    Ou seja: tal como Alexandre, Babilônia, Pérsia, Roma, etc., o que garante o sucesso de um país é a capacidade de dominar outros países. O que varia é o método de dominação: militar, político, econômico, etc.

    “Liberdade de empreender” é potoca! Esse conceito tem o mesmo valor científico que histórias como a “Gata Borralheira”, “O gato de botas”, “Branca de Neve e os 7 Anões”… por aí.

    A única forma desse papo ter alguma utilidade é se algumas palestras sobre a “liberdade de empreender” forem gravadas em CDs. Aí os CDs poderiam ser vendidos pra fazendeiros cujos rebanhos estivessem com problemas de insônia (no gado leiteiro, isso prejudica a produção).

    Como conversa pra boi dormir, é excelente!

    E não subestime Portugal. Os joaquins manoéis se deram bem durante vários séculos. Nada impossível que outros façam o mesmo. Mas, primeiro, esses outros têm que fazer, né?

    Patriarca,

    Será uma tarefa e tanto fazer com que a oposição brasileira — da qual eu agora faço parte — pare de se deixar levar por histórias da carochinha…

    Que coisa mais fora de época, rapaz!

    Espero que tenha muitos outros oposicionistas, além de mim, tentando executar essa tarefa.

  37. Elias said

    Patriarca,

    Não perca seu tempo debatendo projeções futuras sobre o desempenho da economia brasileira, tomando por base um único indicador (evolução do PIB) de um único mês.

    Uma análise com tal pretensão teria que contextualizar o indicador, o que demandaria, necessariamente, muito mais informações.

    Isso é só o velho cacoete de alguns membros mais obtusos do campo oposicionista — do qual eu agora faço parte — que só sabem fazer oposição agitando a bandeira da catástrofe iminente.

    Aí eles ficam passando de uma catástrofe pra outra. Sempre no futuro do presente: “o orçamento federal vai explodir”, “o PIB vai despencar”, “a inflação vai voltar com tudo”, etc.

    Nem quando a profecia não se realiza, esses caras se tocam pro ridículo.

    O Alon — hoje uma alternativa inteligente ao RA — ao saber que o orçamento federal fechou o trimestre com superávit, contrariando sua “profecia” de déficit, chegou a conclusão de que só não deu déficit por causa da arrecadação dos impostos e contribuições.

    Algo assim como dizer que a partida de futebol só não terminou empatada — como ele previra — porque um dos times, demonstrando que não entende nada do esporte, danou-se a fazer gols e venceu o jogo…

    Ferradas as profecias catastrofistas sobre o orçamento, o jeito e pegar o que está mais à mão. E tome de profecia catastrofista sobre o desempenho da economia…

    É a “oposição urubu”. Velha macaca de realejo de um truque só.

    Conclamo todas as pessoas que integram o campo oposicionista — do qual eu agora faço parte — a que todas leiam o relatório “Perspectivas Econômicas para a América Latina”, do FMI, divulgado em 11 de abril p.p.

    Está no site da instituição. Pra quem tem preguiça de traduzir do inglês, há uma versão em espanhol.

    Trata-se de uma visão CONSERVADORA, porém muito mais bem fundamentada tecnicamente que essas tosquíssimas, pessimamente alinhavadas, amadorísticas, “projeções” que têm sido publicadas nos jornalões brasileiros.

    Desde já, quero deixar claro que louvo o esforço oposicionista desses jornalões. O propósito deles é altruísta e honesto. Numa palavra: republicano!

    Mas, como oposicionista recém-convertido, porém sincero e dedicado, julgo que é meu dever advertir a todos: esses bundões mais atrapalham que ajudam!

  38. Chesterton said

    É lamentável que setores da oposição — da qual eu agora faço parte — ainda sejam….. (Elias)

    chest- hein?

  39. Elias – Nunca iria concordar com um absurdo desses…

    Usando seus argumentos:

    “Pra garantir o lucro de suas indústrias texteis, por exemplo, a Inglaterra PROIBIA — eu disse PROIBIA — que os países por ela dominados fabricassem tecidos.”

    Ponto 1: A indústria textil inglesa já era extremamente desenvolvida quando a Inglaterra chegou nas Índias em 1858. A revolução industrial inglesa teve início nos anos de 1600. A “spinning mule” que substituia 200 trabalhadores foi inventada em 1779. Sim, a proibição garantia os lucros, não a proibição não fez com que a Inglaterra se desenvolvesse. Ela veio depois. O colonialismo não fez com que a Inglaterra fosse grande. Ele só foi possível porque a Inglaterra JÁ ERA GRANDE. E isso o liberalismo teve grande parte. Goste vc ou não.

    Do Wiki sobre Revolução Industrial:

    “O pioneirismo do Reino Unido
    O Reino Unido foi pioneiro no processo da Revolução Industrial por diversos fatores:

    Pela aplicação de uma POLÍTICA ECONÔMICA LIBERAL DESDE MEADOS DO SÉCULO XVIII. Antes da liberalização econômica, as atividades industriais e comerciais estavam cartelizadas pelo rígido sistema de guildas, razão pela qual a entrada de novos competidores e a inovação tecnológica eram muito limitados. COM A LIBERALIZAÇÃO DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO OCORREU UM ENORME PROGRESSO TECNOLÓGICO E UM GRANDE AUMENTO DA PRODUTIVIDADE EM UM CURTO ESPAÇO DE TEMPO. ”

    Ponto 2: Esse é o ponto “Morreu Neves”. A Inglaterra impedia suas colônias de fazerem manufaturas? Pois bem. Portugal e Espanha faziam o mesmo e nem por isso se desenvolveram tal qual a Inglaterra. Cabe você estudar um pouco os motivos disso.

    Você pode fazer o malabarismo que quiser, mas até agora não consegui nem de longe se mostrar coerente.

    Até porque teria uma enorme dificuldade em responder sobre Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura e todos os países que conseguiram se desenvolver em 30, 40 anos sem possuirem colônias.

    Boa sorte.

    =======
    Não foi só com aumento de impostos que conseguiremos o superáviti primário (não vou falar do déficti nominal galopante). Foi com transferências do Tesouro para o BNDES, para a Petrobrás, foi com a contabilidade criativa, foi com a retirada do PAC das contas… coitado do Alon. Muito ingênuo…

    RIO – Acabou em discussão a polêmica que ainda envolve o processo de capitalização da Petrobras, realizado no ano passado. Mais cedo, em palestra no seminário Cenários da Economia Brasileira e Mundial em 2011, o economista-chefe do Santander Brasil e ex-diretor do Banco Central, Alexandre Schwartsman, chamou de “contabilidade criativa” a cessão onerosa de 5 bilhões de barris da União para a Petrobras.

    Ao ter a palavra no evento, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, defendeu o processo e disse que Schwartsman tinha chamado “indiretamente” o processo de contabilidade criativa.

    – Não foi indireto não – retrucou Schwartsman, que ainda estava na mesa principal do evento, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com o Valor.

    – Porque é verdade – acrescentou Schwartsman.

    Gabrielli voltou a responder ao economista, lembrando que a Petrobras recebeu R$ 132 bilhões pela capitalização e pagou R$ 74 bilhões pelos 5 bilhões de barris.

    – Se isso não é caixa, eu não sei o que é caixa – questionou o executivo.

    – Caixa é dinheiro, não é promessa – voltou a responder Schwartsman.

    Irritado, Gabrielli voltou a questionar o economista do Santander.

    – Não é promessa nenhuma. São fatos. Ele comprou ações por um determinado valor e recebeu dinheiro de outro – afirmou.

    – Cadê o dinheiro? -, voltou a perguntar Schwartsman.

    – Tá no Tesouro – afirmou Gabrielli.

    -Só na cabeça dos contadores do Tesouro – encerrou o economista, recebendo os aplausos de parte da plateia.

    Em sua apresentação, Schwartsman tinha criticado a política fiscal expansiva do governo e afirmado que “entra qualquer coisa” no cálculo do superávit primário e que “houve criatividade contábil” para fechar as contas.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/02/21/gabrielli-ex-diretor-do-bc-batem-boca-por-causa-da-capitalizacao-da-petrobras-923848249.asp

  40. iconoclastas said

    #39,

    pô Pablo, vc se fazendo de cínico e omitindo que o que fez da Inglaterra um império foram “OOOS PIRATA!”…

    ;^))

  41. Elias said

    Pablo,

    Eu ñunca disse que a indústria textil da Inglaterra não era desenvolvida nessa ou naquela época.

    Eu disse, Pablo, E REPITO, que A INGLATERRA, PRA GARANTIR LUCROS PARA SUA INDÚSTRIA TEXTIL, PROIBIA — EU DISSE: PROIBIA — A INDUSTRIALIZAÇÃO DE TECIDOS NOS PAÍSES SOB SUA DOMINAÇÃO.

    Provavelmente você discorda disso.

    Provavelmente, os tais países discordam de você. Provavelmente porque nunca souberam de seus esclarecidos argumentos: como a indústria textil inglesa já era desenvolvida, não precisava coibir a “liberdade de empreender” de ninguém.

    Pena que você tenha nascido tanto tempo depois. Se Ghandi houvesse conhecido Pablo Vilarnovo, tudo ficaria mais simples. Pra ele e pra Índia.

    Então tá!

    Quer dizer que o superávit primário foi conseguido COM A TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO TESOURO PRO BNDES E PRA PETROBRÁS?

    Ensandeceu!

    Quer dizer que quando o Tesouro transfere dinheiro pro BNDES e pra Petrobrás, o superávit AUMENTA?

    Pirou!

    Pablo, agora ficou claro: NÃO TENS A MENOR IDÉIA DO QUE SEJA SUPERÁVIT PRIMÁRIO.

    Se ele aumentar essas transferências, caraca, ele aumenta a despesa de capital, não a receita. Muito menos o encaixe!

    Não entendeste LHUFAS do que o Schwartsman falou. Ele se referiu ao exato oposto, rapaz!

    Lê de novo!

    Como a Contabilidade Pública opera em regime misto (caixa pra receita e competência pra despesa), será fácil pra ele, provar que o caixa não entrou.

    Vamos ver se ele consegue. Até aqui, foi só lero-lero pra platéia aplaudir.

    E, como é que se “tira” o PAC das contas? Quando foi que isso aconteceu? Quanto se “tirou” das contas?

  42. Olá!

    É verdade, Iconoclastas (#40), os piratas, além de terem contribuído decisivamente para que a Inglaterra se tornasse uma potência imperial, também contribuíam para que a temperatura global ficasse em níveis menores do que estão hoje.

    Portanto, pessoal: Ajude a combater o aquecimento global! Vire um pirata!

    Até!

    Marcelo

  43. Elias –

    Não, você disse que o desenvolvimento da Inglaterra deveu-se a exploração das colônias. Aliás vc afirmou que os países só se desenvolveram porque exploravam as colônias.

    A história mostra que não é bem assim. Como falei Portugal e Espanha exploravam colônias bem antes da Inglaterra e não se desenvolveram. A Inglaterra se desenvolveu ANTES de começar a explorar a Índia.

    Não discordo que a Inglaterra proibia a Índia de fabricar tecidos. Só afirmo que isso não foi o motivo para o desenvolvimento industrial e econômico inglês. Pode ter facilitado as coisas, trazido MAIS riquesas, garantido dinheiro. Mas exploração de colônias nunca foi garantia de desenvolvimento.

    =======================

    “Ensandeceu!

    Quer dizer que quando o Tesouro transfere dinheiro pro BNDES e pra Petrobrás, o superávit AUMENTA?”

    O que eu falei que no governo do Sr. Lula isso de fato aconteceu.

    Para colocar dinheiro na Petrossauro e no BNDES o governo tem que EMITIR DÍVIDA. Emite papeis, Letras do Tesouro etc… etc…

    Isso impacta no superávit primário (o que é para inglês ver porque o que interessa é o nominal onde estão os gastos com os juros da dívida pública que só faz aumentar).

    Acontece que depois dos opuscopus, dos Merlins, dos Mestres dos Magos dos contabilistas do Planalto, o que era para ser DÍVIDA virou RECEITA. Receita essa imaginária, que não existe.

    Por isso que o Schwartsman falou que o dinheiro “só está na cabeça dos contadores do Tesouro”.

    Nada muito diferente do que a ENRON fazia. A famosa “contabilidade criativa” que transforma despesas (no caso dívida) em receita imaginária, o que acarretou um aumento no superávit primário.

    Segue o restante da matéria que está no link:

    “Na sua avaliação, o superávit primário foi, na realidade, de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos dos bens e serviços produzidos no país). Cálculos de outros economistas renomados sugerem, citou Schwartsman, algo entre 0,5% e 1%.

    O ex-diretor do BC disse que o corte de R$ 50 bilhões anunciado pelo governo deveria ter sido maior, entre R$ 85 bilhões e R$ 100 bilhões.

    Segundo os dados oficiais do governo, o país fez uma economia de R$ 101,696 bilhões, ou 2,78% do PIB em 2010. Como a meta era chegar a no mínimo 3,1% do PIB, o governo teve de descontar parte dos investimentos feitos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – R$ 11,7 bilhões (0,32% do PIB) – para fazer a conta fechar, como aconteceu em 2009. NESSA CONTA, ENTROU UMA RECEITA EXTRA DE R$ 32 BILHÕES DA CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRÁS.”

    Repetindo:

    NESSA CONTA, ENTROU UMA RECEITA EXTRA DE R$ 32 BILHÕES DA CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRÁS.

    Mais uma vez:

    NESSA CONTA, ENTROU UMA RECEITA EXTRA DE R$ 32 BILHÕES DA CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRÁS.

    Novamente para não deixar dúvidas:

    NESSA CONTA, ENTROU UMA RECEITA EXTRA DE R$ 32 BILHÕES DA CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRÁS.

    Entendeu agora?

  44. Olá!

    Na contabilidade da esquerda, o prejuízo nada mais é do que um lucro negativo.

    Até!

    Marcelo

  45. Elias – Respondendo a sua segunda pergunta:

    “E, como é que se “tira” o PAC das contas? Quando foi que isso aconteceu? Quanto se “tirou” das contas?”

    Resposta:

    Simples. Porque quem define o que entra e o que não entra para o cálculo do superávit primário é o governo através da Lei de Diretrizes Orçamentárias. O governo do PT se especializou nisso. Não vai conseguir atingir a meta? Aumenta a meta. Não vai fechar o número? Tira umas despesas.

    Em 2010 reduziu de 3,5% do PIB para 2,5% do PIB. Tirou algumas contas do PAC do cálculo. Para esse ano já querem tirar TODO o PAC. Aliás, para esse ano, esquece percentual do PIB, querem colocar um valor absoluto.

    Em um relatório conjunto da Câmara e do Senado para o ano de 2011

    “De acordo com o relatório, a principal dúvida ao cumprimento da meta é a falta de limites no mecanismo que permite o abatimento de investimentos do PAC do esforço fiscal. A LDO de 2010 autoriza o desconto de até R$ 29,8 bilhões do programa. No entanto, para o próximo ano, o projeto permite a exclusão de TODAS as despesas do PAC do cálculo do superávit primário.”

    Leia que é interessante. Afinal vc agora é oposição… rsrsrs

    http://www.iparaiba.com.br/noticias,178451,5,meta+do+superavit+primario+em+2011+esta+ameacada+segundo+nota+do+congresso.html

    As vezes me pergunto como os petistas de coração, aqueles que fecham os olhos para tudo, podem colocar a cabeça no travesseiro e dormir. Sério, não consigo ter essa capacidade de ficar me enganando indefinidamente.

  46. Elias – Tem outra reportagem.

    Economista vê pouca atenção à real deterioração das contas públicas
    Para o economista Alexandre Marinis, da Mosaico Consultoria Política, “o mercado está míope e não está olhando a deterioração das contas públicas da maneira que deveria”.

    Ele está muito preocupado com a intenção do governo de, já em 2009, deduzir os investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) da meta de superávit primário do governo central.

    Para Marinis, as razões para o que considera um “artifício contábil” são óbvias: “As contas não fecham sem isso”.

    O economista estimou em R$ 13,1 bilhões a diferença entre o superávit primário que o governo central se comprometeu a fazer, de R$ 42,8 bilhões, e o que ele efetivamente conseguirá fazer, que pelos seus cálculos chegará a R$ 29,7 bilhões.
    Para chegar a esses números, Marinis partiu da constatação de que o comportamento das contas primárias (excluem juros) do governo central ao longo do ano é muito estável desde que o atual regime fiscal foi iniciado, em 1999. Assim, seu cálculo indica que, nos primeiros cinco meses, 40% da receita líquida é acumulada e 36% da despesa é realizada.

    Se isso for correto, a receita acumulada em 2009, levando em consideração que de janeiro a maio foi de R$ 234,5 bilhões, atingiria R$ 593 bilhões. Mas o economista levou em consideração que 2009 pode ser um ano excepcional, que começou numa recessão e pode melhorar sensivelmente no segundo semestre. Assim, ele preferiu projetar para o ano uma receita líquida do governo central 6,5% maior que a de 2008, o que dá R$ 621,2 bilhões.
    Para as despesas, que acumularam R$ 215,2 bilhões até maio, ele simplesmente pressupôs que este valor corresponde a 36% do total, de acordo com a tendência histórica. Isso daria uma despesa total em 2009 de R$ 591,5 bilhões. Deduzindo-se as despesas das receitas, o governo central teria um superávit primário em 2009 de R$ 29,7 bilhões.

    Para chegar aos R$ 42,8 bilhões prometidos, bastaria descontar o orçamento total do Projeto Piloto de Investimentos (PPI), de R$ 13,1 bilhões em 2009, da meta. O problema, porém, como lembra o economista, é que o governo nunca conseguiu investir todo o orçamento do PPI, e chegou em 2008 a um máximo de 63%. Supondo que chegue a 64% em 2009, isso representa R$ 10 bilhões, que abatidos da meta de superávit primário, baixam-na para R$ 32,8 bilhões, ou um total de R$ 3,1 bilhões acima dos R$ 29,7 bilhões que Marinis projeta para o ano.

    Ele ressalva que se pode supor que o governo avance um pouco mais no PPA, o que reduziria aquela defasagem. Além disso, com o próprio economista admite, “R$ 3 bilhões não é muita diferença”.
    A sua grande preocupação, porém, é que há um problema adicional, envolvendo defasagens bem maiores. A meta de superávit primário das estatais federais é de R$ 6,1 bilhões, e, de janeiro a maio, elas tiveram um déficit de R$ 4,1 bilhões. “A diferença é de R$ 10 bilhões, e, agora que a Petrobrás saiu das contas do superávit primário, o governo tem muito menos controle do resultado das estatais”, frisa o economista.

    Ele lembra que o governo central tem obrigação legal de cobrir o não cumprimento da meta das estatais, o que o coloca numa posição ainda mais difícil. É por isso, segundo Marinis, que se planeja descontar os investimentos do PAC, o que exige que se proponha uma lei ao Congresso.

    O economista, que já não aprova o uso do PPI para reduzir a meta efetiva do superávit primário, acha péssimo o precedente do uso do PAC. Ele lembra que o desconto potencial começou com o PPI em 2005, como 0,15% do PIB, e já subiu para 0,65% em 2010, quando todo o PAC poderá ser descontado.

    “Isso é uma forma torta de reduzir o superávit primário, e acho que há incentivo para que o desconto seja cada vez maior, inclusive com o risco de que os políticos interfiram na escolha de projetos, o que compromete a sua qualidade e vai totalmente contra o espírito inicial do PPI, que era de investimentos vantajosos do ponto de vista da relação custo-benefício, e com alto retorno econômico e fiscal”, ele conclui.

    Do ponto de vista macroeconômico, Marinis acha que o uso do PPI e do PPA para reduzir a meta do superávit primário desancora as expectativas fiscais, aumenta a percepção de risco sobre a trajetória dívida-PIB, e deve levar a juros mais altos, já que a política fiscal se enrijece numa feição expansionista. O resultado é menor crescimento econômico e risco de instabilidade.

  47. Em uma coisa tenho que concordar com vocês: que falta faz uma oposição decente…

    Chupa essa manga!! rs

  48. Olá!

    Pelo método de análise histórica da esquerda, se a Califórnia tivesse ficado com os mexicanos, empresas como Apple, Google, Intel e todo o Vale do Silício teriam aparecido por lá de maneira espontânea.

    Até!

    Marcelo

  49. Patriarca da Paciência said

    “Em 2010 reduziu de 3,5% do PIB para 2,5% do PIB. Tirou algumas contas do PAC do cálculo. Para esse ano já querem tirar TODO o PAC. Aliás, para esse ano, esquece percentual do PIB, querem colocar um valor absoluto.”

    Vilarnovo,

    O que acontece é que para uma uma taxa básica de juros (Selic) de 12,25% este ano e de 11,75% no ano que vem, não é necessário mais 2,5% de superávit primário.

    Já para uma taxa básica de juros de 25% a 30%, como acontecia no governo de Fernando Hernrique Cardoso, era necessário ainda mais que 4% de superávit primário.

    É um cálculo bem lógico e coerente. Não há necessidade de nenhuma “criatividade”.

  50. Patriarca – Achas mesmo que isso cola comigo? Sério? Na boa… Tentas justificar o injustificável. Como já disse: coisa de quadro, de militante. Estás no seu papel. Funciona com pessoas que não entendem patavinas de economia. Aliás, como parece que vc não conhece. Fica repetindo justificativas de seus superiores. Quadro é quadro. Quadro não pensa. Repete o que lhe é dito.

    Uma pequena aula: o governo diminuindo o percentual do superávit ele está dando diversas informações: a) não vai conseguir atingir a meta estabelecida por ele mesmo; b) não vai conseguir economizar o suficiente; c) a inflação continuará aumentando; d) as taxas de juros continuarão subindo (graças a Deus o Tombini deu o ar da graça) e o pior e) informa que não segue nenhum padrão coerente de metas e joga o triplé econômico (aquele que garantiu bons anos ao Sr. Lula) no buraco.

    O triplé é o câmbio flutuante (que se dependesse do Mantega, do Pimentel e do Coutinho já tinha ido pro buraco), a meta de inflação (que já foi para o buraco) e o superávit primário (que também já foi para o buraco).

    O que está salvando esse país ainda é o BC com a taxa de juros.

    Você viu a entrevista do Tombini ontem? Acho que não. Afirmou com todas as letras que a taxa de juros continuará a subir.

    Aliás, será que eu preciso explicar que um superávit primário menor significa mais gasto do governo que significa mais inflação que significa que o BC terá que aumentar mais a taxa de juros?

    Ontem mesmo o governo anunciou que não irá fazer absolutamente nada para combater a valorização do real, pois o dolar baixo ajuda a combater a inflação com a importação de produtos (o que está certo, porém algo sempre debatidos pelos gênios do governo como o Mantega).

    FHC? O motivo de vc ter chamado o FHC na história seria para eu justificar algo da atuação dele? Comparar coisas que não possuem comparação? Amigo, ledo engano. Mais uma tática, bem patética aliás, que não funciona comigo.

    Será mesmo que preciso explicar isso? Não é tão óbvio?

    Talvez não para um quadro.

  51. Tripé e não triplé…

  52. Chesterton said

    lá vem inflação…..

  53. Patriarca da Paciência said

    Vilarnovo,

    pra seu “governo” eu não faço parte de nenhum “quadro militante”, tampouco sou subordinado a qualquer “superior”.

    Não sou formado em economia e sim em contabilidade. Entendo pacas de economia real!

    Leia lá no artigo que você linkou:

    “O superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida pública) em 2011 corre risco de não ser cumprido pelo governo. Segundo nota técnica conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado que analisa a proposta de Lei de Diretrizes.”

    Creio que conheço a tal de “economia real” bem mais que você.

    O superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida pública).

    Precisa de alguma diploma de doutorado para entender isto?

    É cristalino como cristal!

    Você nega que os juros da dívida pública no tempo do Fernando Henrique Cardoso eram de 25% a 30%?

    Então, fica muito claro que seria necessário um percentual de 4,5%.

    Já para juros de 11% a 12%, menos da metade, por que manter um percentual tão alto?

    O que não cola, meu caro Vilarnovo, é ficar arrotando sabedorrências com pose de doutor Pacheco!

    O mundo já não leva mais a sério os pachecos!

  54. Patriarca da Paciência said

    “Aliás, será que eu preciso explicar que um superávit primário menor significa mais gasto do governo que significa mais inflação que significa que o BC terá que aumentar mais a taxa de juros?”

    Aí você precisa novamente de uma aulinha de contablidade, meu caro Vilarnovo.

    Há “gasto” e há “investimento”.

    É uma enorme simplificação dizer, “superávit primário menor significa mais gasto do governo”.

    Mas não é mesmo, meu caro Vilarnovo, nem aqui nem na China!

  55. Patriarca da Paciência said

    Só para concluir:

    Contador trabalha com economia real.

    Economista trabalha com economia hipotética.

  56. Elias said

    Pablo Vilarnovo,

    Vou repetir: TU NÃO ENTENDES LHUFAS DE CONTABILIDADE PÚBLICA. NÃO ENTENDES LHUFAS DE FINANÇAS PÚBLICAS.

    Ficas aí, copiando o que outros escrevem, sem nem mesmo entender o que estás reproduzindo.

    Patético!

    RESULTADO PRIMÁRIO, cacete, decorre do confronto entre RECEITA FISCAL e DESPESA FISCAL. Receita Fiscal MENOS Despesa Fiscal = Resultado Primário.

    Agora esse conceito já não significa mais nada? Quer dizer, então, que a LRF não tem importância nenhuma?

    Se vocês têm que dizer merda, digam merda. Mas, pelo menos, digam merda com merda…

    Claro que, pra apurar o RESULTADO FISCAL (que é o “Resultado Primário”), é necessário excluir da apuração todas as operações não fiscais.

    Nem se pode, também, computar o pagamento da dívida — ou seja: deve-se excluir, da despesa corrente, o pagamento do serviço da dívida e, da despesa de capital, o pagamento da amortização da dívida — porque UMA DAS FINALIDADES DESTA APURAÇÃO É, EXATAMENTE, DETERMINAR A CAPACIDADE DE PAGAMENTO DO ENDIVIDAMENTO.

    A emissão de títulos da dívida, portanto, NÃO INTERFERE na apuração do resultado primário, porque o ingresso de dinheiro a esse título NÃO CONSTITUI receita fiscal.

    RECEITA FISCAL, Pablo Vilarnovo, é aquela decorrente do recolhimento de impostos, contribuições e taxas, MENOS as deduções constitucionais.

    Não entra no cômputo da receita fiscal nem mesmo a receita da privatização e da venda de ativos em geral,

  57. Elias said

    Pablo Vilarnovo,

    Concluindo:

    Não entra no cômputo da receita fiscal nem mesmo a receita da privatização e da venda de ativos em geral, o retorno de operações de crédito, a receita de aplicações financeiras, as transferências intragovernamentais, etc.

    Já da DESPESA FISCAL, são excluídos os gastos com a concessão de empréstimos, a aquisição de títulos de capital já integralizado, o serviço e a amortização da dívida, as transferências intragovernamentais, etc.

    As regras pra apuração do Resultado Primário estão fixadas pela LC 101, a LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL, elaborada pelo governo FHC.

    Se o ex-diretor do BC acha que isso é maquiagem contábil, por que não denunciou antes?

    Lula mexeu nessa lei? Que eu saiba, não!

    Então, todos os bundões que passaram anos aplaudindo a LRF, agora têm que botar o rabinho entre as pernas e ouvir calados.

    Nem um piu!

    Maquiagem foi feita pelo FHC. O governo FHC TRANSFERIU a despesa de Assistência Social do Orçamento Fiscal para o Orçamento da Seguridade Social.

    ISSO SIM, FOI MAQUIAGEM CONTÁBIL! Reduziu a despesa do orçamento fiscal, simplesmente transferindo parte dela pro orçamento da seguridade.

    Aí, o orçamento fiscal do FHC deu superávit.

    Por que o ex-diretor do BC não denuncia isso?

    Ora, porque, se o gamo denunciasse, teria que dirigir o dedão duro pra um espelho, né?

  58. iconoclastas said

    as assertivas de um capial – ou, o cachorro atrás do rabo:

    “Como a Contabilidade Pública opera em regime misto (caixa pra receita e competência pra despesa), será fácil pra ele, provar que o caixa não entrou.”

    ok, e cadê a receita CAIXA de uma operação cuja a grana eu só vou ver “quando e se”? afinal, a diferença entre a receita da cessão onerosa, e as ações recebidas pelo tesouro, foram as ações recebidas pelo FS e pelo BNDES.

    CADÊ o DINHEIRO???

    “RESULTADO PRIMÁRIO, cacete, decorre do confronto entre RECEITA FISCAL e DESPESA FISCAL. Receita Fiscal MENOS Despesa Fiscal = Resultado Primário.”

    pois é, os dividendos das estatais não financeiras inclusive. portanto, em algum momento pode ser que o aumento no capital da Petro gere de fato mais CAIXA para o governo. por ora é só promessa.

    “Claro que, pra apurar o RESULTADO FISCAL (que é o “Resultado Primário”), é necessário excluir da apuração todas as operações não fiscais.”

    então, pq resolveram INcluir??? é maquiagem grotesca.

    ;^))

  59. iconoclastas said

    opa, relendo nosso comentário acima achei uma palavra fora de lugar, que faz significativa diferença.

    não vou corrigir. ganha um chaveiro do Libertad aquele que apontá-la.

    ;^))

  60. Elias said

    Pablo Vilarnovo,

    Na verdade, te dei uma dica no meu comentário # 57, quando citei, entre os volumes EXCLUÍDOS para apuração do resultado primário, as AQUISIÇÕES DE TÍTULOS DE CAPITAL JÁ INTEGRALIZADO.

    Vou ser mais explícito:

    1 – O Poder Executivo pode transferir recursos pra uma empresa estatal, adquirindo títulos do capital já integralizado dessa empresa.

    2 – O desembolso é transformado, portanto, em PARTICIPAÇÃO ACIONÁRIA. As ações passam a integrar o patrimônio do Ente — digamos, a União — sob a forma de títulos mobiliários.

    3 – Para fins de apuração do resultado primário essa operação não conta. Embora possa significar um desembolso muito elevado, ela não é computada na apuração do resultado primário. Contabilmente, ela é uma INVERSÃO FINANCEIRA: um ente da União tinha dinheiro e o transformou em títulos; outro ente da União tinha títulos e transformou em dinheiro.

    SACOU AGORA POR ONDE VAI O RACIOCÍNIO EX-DIRETOR DO BANCO CENTRAL?

    É pura idiotice imaginar que a questão se refere a uma “operação não fiscal” que foi INCLUÍDA nas operações fiscais.

    O nó é o exato oposto: a NÃO INCLUSÃO de uma determinada operação — no caso, uma inversão financeira — nas operações fiscais.

    Qual a abordagem? É que, se determinada operação fosse INCLUÍDA na despesa fiscal, o resultado não seria superavitário (ou o superávit seria bem menor).

    ENTENDEU AGORA, VILARNOVO?

    Claro que o bambi crítico finge esquecer que ele próprio ajudou a criar a regra cuja aplicação ele hoje contesta.

    Claro que o gamo finge ignorar que, se o governo incluísse uma inversão financeira nas operações fiscais, ele estaria descumprindo o que expressamente estabelece a LC 101.

    O problema é que o gracioso galheiro está aborrecidinha ao ver que as regras que ele mesmo ajudou a criar estão sendo usadas pra ferrar as projeções catastrofistas que ele também ajudou a fazer. Como as projeções não se realizam, acabam sendo consideradas inúteis para decisões estratégicas na área financeira.

    Para um economista-chefe de um banco, isso é pior que a grelha mais quente possível de ser fabricada pelo diabo que o carregue!

    Aí o bambinho perde pontos junto aos seus patrões, como vários seus iguais perderam quando se viu transformadas em cocô suas previsões de que, até o final de 2003/meados de 2004, o Brasil estaria falido, por conta da incompetência de Lula e seus cumpanhêro.

    O gamo tá irritadinha, e vai continuar assim.

    Conclamo todos os verdadeiros integrantes da oposição brasileira — da qual eu agora faço parte — a meter o pé na bunda desses vigaristas, que vivem fabricando projeções que nunca se concretizam e, quando se vê que elas estavam furadas, ficam cruzando cabra com luneta, pra tirar bode expiatório.

    Esse tipo de vagabundo só serve pra fazer a oposição perder tempo, se desmoralizar, se fragmentar e se enfraquecer cada vez mais.

    Nós, os verdadeiros oposicionistas, não precisamos dessa ralé!

  61. iconoclastas said

    krai, olha as últimas da criatura rastejante:

    “É pura idiotice imaginar que a questão se refere a uma “operação não fiscal” que foi INCLUÍDA nas operações fiscais.

    O nó é o exato oposto: a NÃO INCLUSÃO de uma determinada operação — no caso, uma inversão financeira — nas operações fiscais.”

    Qual a abordagem? É que, se determinada operação fosse INCLUÍDA na despesa fiscal, o resultado não seria superavitário (ou o superávit seria bem menor).”

    sem comentários

    “Aí o bambinho perde pontos junto aos seus patrões, como vários seus iguais perderam quando se viu transformadas (sic) em cocô suas previsões de que, até o final de 2003/meados de 2004, o Brasil estaria falido, por conta da incompetência de Lula e seus cumpanhêro.”

    o Schwartsman foi diretor do Bacen de 2003 a 2006…

    ;^)))

  62. Elias said

    I
    “pois é, os dividendos das estatais não financeiras inclusive. portanto, em algum momento pode ser que o aumento no capital da Petro gere de fato mais CAIXA para o governo. por ora é só promessa.” (O idiota de sempre)

    “Os dividendos das estatais não financeiras inclusive”?

    Inclusive o quê, babacão?

    Há um porradal de tempo Petrobrás vem gerando lucro, imbecil.

    A Petrobrás proporciona dividendos a todos os acionistas dela, União inclusa, pereba.

    Só que os dividendos que a Patrobrás eventualmente proporcionar à União, como decorrência de uma capitalização feita no PRIMEIRO TRIMESTRE DE UM ANO, NUNCA poderiam influir no resultado primário do mesmo trimestre de aquisição, quadrúpdede.

    Não foi a isso que o ex-diretor do BC se referiu, égua manca.

    Os rendimentos desses títulos só seriam caixa pra União, assim como pra qualquer outro acionista, somente no momento em que houvesse a distribuição do lucro do exercício, asno.

    Daí porque o cara fala em “promessa”. Ele sugere a possibilidade da Patrobrás não dar lucro e, portanto, não remunerar a capitalização feita pela União, orelhudo.

    Tu e o Vilarnovo ouviram o galo cantar e não têm a menor idéia de onde ele está, babaca.

    Eu disse que o Bambi contribuiu na elaboração da LRF, porque sei que ele contribuiu. Ele próprio já se gabou de ter contribuído na elaboração da LRF, pústula.

    Se tu ou qualquer outro demonstrar que ele não contribuiu, pra mim, não tem problema.

    Vou achar que além de tudo, o cara é mentiroso, porque passou anos dizendo que ajudou a elaborar a LRF; que deu pitaco na elaboração do texto que foi encaminhado ao Congresso.

    II
    “Seus iguais perderam quando se viu transformadas (sic) em cocô suas previsões de que, até o final de 2003/meados de 2004, o Brasil estaria falido, por conta da incompetência de Lula e seus cumpanhêro.”

    “Sic” o quê, imbecil?

    “…transformadas em cocô suas previsões”.

    Ordem inversa, idiota. As previsões foram transformadas em cocô.

    “Sic” é o cacete! Pega um curso de análise sintática, cavalgadura.

    Quando escrevi “seus iguais”, eu me referi ao monte de economistas, jornalistas, cientistas políticos, etc, que, em 2002, quando a vitória do Lula já se mostrava praticamente inevitável, saíram pelo mundo fazendo previsões catastrofistas, que acabaram influindo, por algum tempo, no movimento de capital volátil.

    Como essas previsões não se confirmaram na prática, a turminha perdeu credibilidade junto a ouvidos privilegiados.

    Esses são os “iguais” às Cassandras de hoje, que dizem que “o orçamento vai explodir”, “o PIB vai despencar”, “a inflação vai voltar”, etc.

    Eu não disse que foi o ex-diretor do BC que fez as previsões catastrofistas em 2002, idiota.

    Se eu estivesse falando dele, não teria usado a expressão “seus iguais”.

    Imbecil!

  63. Chesterton said

    Definitivamente a passagem da situação para a oposição deixou o Elias transtornado.

  64. Elias said

    Chesterton,

    Acho que tens razão.

    Estou há bem pouco tempo na oposição. Além do mais, não tenho experiência nenhuma em fazer oposição de direita.

    Fico angustiado em estar ao lado de tanto idiota.

    Temos que sair dessa. Temos que nos livrar desse bando de vigarista e de idiotas que se deixam enganar pelos vigaristas.

    Temos que começar a fazer uma oposição inteligente. Dura no combate e na disciplina, mas flexível na tática e inteligente na formulação, como disse Adolf Hitler.

  65. iconoclastas said

    “em algum momento pode ser que o aumento no capital da Petro gere de fato mais CAIXA para o governo.”

    abobado…

    ” Só que os dividendos que a Patrobrás eventualmente proporcionar à União, como decorrência de uma capitalização feita no PRIMEIRO TRIMESTRE DE UM ANO, NUNCA poderiam influir no resultado primário do mesmo trimestre de aquisição”

    o bicho é tão tapado que nem percebeu o erro que estava alí, nem com o incentivo.

    vê se aprende:

    os dividendos das estatais financeiras (BB, BNDES, CEF) contribuem diretamente para o resultado primário.

    os dividendos das não financeiras não contribuem, nem no primeiro nem no último, nem em trimeste algum, pq o que contribui para o resultado primario do setor publico é o próprio resultado das empresas. verme!

  66. iconoclastas said

    “Quando escrevi…”

    blablabla, escreveu mais bobagens para variar…

    ah, e ve se sai desse duto sanitário onde você se esconde, ou, pelo menos, evita de expor o teu estado, pq ninguém é obrigado a presenciar tanta escatologia.

    parasita!

    ;^/

  67. Carlão said

    É a crise de abstinência causada pela ausência de lula. Droga pesada.
    Neguinho tava viciado com lula bravateando mentiras dia sim, outro também.
    Agora perdeu o rumo e fica travando batalhas escritas com a verdade. Diuturnamente e também noturnamente, como diria a presidente.

  68. Chesterton said

    emos que começar a fazer uma oposição inteligente. Dura no combate e na disciplina, mas flexível na tática e inteligente na formulação, como disse Adolf Hitler.

    chest- xiiiiii

  69. Chesterton said

    é Carlão, esperteza demais é burrice.

  70. Patriarca da Paciência said

    É Elias,

    pelo jeito nós vamos ter que criar uma oposição, já que os caras não se ajudam mesmo.

    “É a resistência do ar que permite ao pássaro voar”.

    Sem resistência fica sem graça.

  71. Patriarca da Paciência said

    “…esperteza demais é burrice.”

    Parabéns Chesterton,

    pela primeira vez você escreveu uma coisa absolutamente correta!

  72. Elias said

    Idiota,

    Lê de novo o que escrevi.

    O que eu escrevi, é que, se a inversão financeira, ou seja, a compra de títulos, foi efetuada no 1º trimestre de 2011, os dividendos proporcionados por esses títulos NUNCA poderiamn afetar o resultado primário do mesmo trimestre.

    Os dividendos, otário, só começarão a entrar na primeira distribuição de lucros APÓS a compra.

    Tanto faz que a estatal seja financeira ou não financeira, idiota.

    De mais a mais, imbecil, quem trouxe essa história de dividendos pra conversa foi o idiota aí, não eu.

    O que eu disse — e, aliás, o que o Bambi ex-diretor do BC também disse — é que a NÃO INCLUSÃO da compra de títulos da Petrobrás na despesa fiscal pode, sim, ter afetado a apuração do resultado primário do 1º trimestre.

    Só que essa NÃO INCLUSÃO — vista pelo ex-diretor do BC como um artifício contábil — é um procedimento expressamente exigido na LRF.

    Aí o Vilarnovo apareceu com a história de que a aquisição de títulos da Patrobras teria sido financiada com emissão de títulos da dívida pública (o que, do mesmo modo, não afetaria o resultado primário do 1º trimestre.

    Já o IDIOTA aí saiu com a balela do dividendo das estatais não financeiras.

    Afetando ou não o resultado primário, os dividendos decorrentes da compra de títulos de modo algum poderiam influir nas contas do 1º trimestre. Este foi, apenas, o mês de COMPRA das ações. Neste trimestre, a operação repercute apenas do lado do DESEMBOLSO não do INGRESSO de recursos.

    Babaca!

    Chesterton,

    Lamento pelo choque que te causei.

    Sei que é praxe da direita brasileira nunca assumir publicamente a vinculação direta de suas táticas políticas com as idéias de Adolf Hitler.

    Foi um ato falho de um novato nesse campo.

    Desculpe.

  73. iconoclastas said

    “Tanto faz que a estatal seja financeira ou não financeira,”

    deixa de ser vagabundo e vai estudar um pouquinho.

    “O que eu disse…”

    mais bobagens… eu não vou disputar o que o Schwartsman disse, que vc não entendeu eu já sei, e pouco importa, mas pelo menos se situa (uma chance para vc sair dessa galeria infecta): a questão do impacto da capitalização da Petrobrás no resultado primário das contas públicas é referente ao 3° trimestre de 2010. nada a ver com 1° trimestre. amebóide!

    o que o Pablo falou sobre a emissão de dívida é verdade.

    o Mansueto quebrou o teu galho e fez um algoritmo e, julgo eu, mesmo com toda a tua limitação e indolência, deve auxiliar:

    “O passo a passo dessa operação foi detalhada ontem em uma troca de e-mail que tive com o professor Samuel Pessoa (FGV-RJ) e outros amigos. Samuel detalhou a seguinte seqüência das operações:

    1. A União coloca títulos no mercado e empresta caixa para o BNDES, digamos R$25 bilhões;

    2. Em troca de (1) o BNDES emite dívida é tem sua posição devedora contra a União elevada dos R$25 bilhões;

    3. Do ponto de vista da dívida líquida do setor público (1) e (2) se compensam e não alteram a DLSP;

    4. A União emite títulos, não os coloca no mercado, e transfere diretamente à Petrobrás. Digamos R$50 bilhões;

    5. Em troca de (4), a Petrobrás emite ações e transfere para a União, havendo aumento da participação da União no capital da Petrobrás dos R$50 bilhões;

    6. Do ponto de vista da dívida líquida do setor público, (4) e (5) elevaram a dívida líquida do setor público em R$50 bilhões;

    7. O BNDES compra R$25 bilhões em ações da Petrobrás. Em contrapartida, Petrobrás emite ações no valor de R$25 bilhões e a participação acionária do BNDES na Petrobrás eleva-se;

    8. A Petrobrás adquire 5 bilhões de barris de petróleo da União e paga-os da seguinte forma:

    a. Devolve os R$50 bilhões em títulos que estão no seu ativo em função da operação (4);

    b. Transfere ao Tesouro Nacional R$25 bilhões (tem este caixa pois o BNDES havia lhe transferido este recurso em (7)).

    9. Como resultado da operação em (8), o caixa do Tesouro Nacional elevou-se R$25 bilhões;

    10. Toda a elevação da dívida líquida ocorrida em (4) – veja comentário em (6) – é compensada pela ação (8a) e houve, em função da operação (8b), elevação do caixa do Tesouro Nacional;

    11. Fez-se o milagre da multiplicação dos pães: Do nada, apareceu receita de R$25 bilhões para o Tesouro Nacional! Rigorosamente a União fez uma operação de adiantamento de receita: parte dos barris que estão no pré-sal foi transformada em receita hoje para ser gasta com qualquer coisa.”

    luz é certo que traz, só não sei se isto é bom para uma criatura tão habituada as trevas.

    ps – no comentário #65 eu novamente deixei de fora algo importante. dessa vez quem descobrir ganha 6 canetas do CFC ou um bloquinho do CSC. tá feia a coisa…

    ;^))

  74. Elias said

    Estúpido,

    Se o ingresso no Tesouro foi feito assim como tu descreveste no # 75, então isso não tem porra nenhuma a ver com dividendo.

    Não é imbecil?

    Não estás dizendo merda com merda…

    Segundo a hipótese levantada pelo professor Samuel Pessoa, que tu mesmo reproduziste no # 75, o que teria ocorrido seria uma operação circular: a União bancando a compra de ações da Petrobrás pelo BNDES e a Petrobras, com o dinheiro da venda das ações, antecipando o pagamento à União pela compra de petróleo do pré-sal.

    Absolutamente nada a ver com dividendos, retardoido.

    Volta ao professor e pergunta se os passos “1” e “2” (pra respaldar a operação “8.a”) não estão sobrando…

    Daria pra ir direto, seu trouxa!

    De mais a mais, o BNDES não necessitaria receber títulos da dívida pública da União — ainda no 1º trimestre — pra aumentar sua posição na Petrobras e turbinar o caixa desta.

    Ele poderia comprar as ações no 1º trimestre e só receber o dinheiro do Tesouro em abril, p.ex., com o 1º trimestre já encerrado, dificultando uma conexão direta entre o aumento da dívida pública e o reforço ao caixa fiscal do Tesouro.

    Além do mais, o ex-diretor do BC, EXPRESSAMENTE, colocou em dúvida a afirmação de que o dinheiro teria entrado no caixa do Tesouro, o que contraria a tese do professor Samuel.

    Admiro o esforço do professor Samuel Pessoa, mas, por ora, o esquema dele não passa de mais uma teoria da conspiração que, além de tudo, não confere com as denúncias do ex-diretor do BC.

    Se a tese do professor Samuel é montar OUTRA denúncia, tudo bem.

    Mas tem que parar de dizer: “A União emite, digamos, R$ 25 bi em títulos e, digamos, empresta esse dinheiro ao BNDES que, digamos, compra ações da Petrobrás e esta, digamos, compra, digamos, petróleo da União, pagando, digamos, com o dinheiro que recebeu do BNDES… digamos.”

    Isso aí é — digamos… — uma fantasia fantasiosa demais pra se segurar sozinha.

    O BNDES se endividou em R$ 25 bi? Esse endividamento tem que ter sido, digamos, autorizado. A ata tem que ter sido publicada.

    Cadê?

    Ou o endividamento foi feito na marra, sem autorização de ninguém?

    Se isso aconteceu, o professor Samuel sabe e, digamos, não denuncia, está sendo, digamos, cúmplice.

    E por aí afora.

    Imbecil!

  75. Chesterton said

    Meu Deus, Elias, menos adjetivos e mais argumentos.

    Patriarca, você na direita não, nem vem que não tem.

  76. iconoclastas said

    “Se o ingresso no Tesouro foi feito assim como tu descreveste…”

    puff…caso encerrado.

    todos são testemunhas que eu tentei, mas como eu temia…

    ;^/

  77. Elias said

    Miconoclastas,

    I
    Na fantasia que tu contaste no # 73, CADÊ OS DIVIDENDOS?

    Falaste em:

    1 – Troca de títulos da dívida pública por ações. AÍ NÃO ENTRA DIVIDENDO AO TESOURO.

    2 – Empréstimo do Tesouro, ao BNDES, de dinheiro arrecadado com a venda de títulos da dívida pública. NÃO ENTRA DIVIDENDO AO TESOURO NESSA HISTÓRIA.

    3 – Venda de ações da Petrobrás ao BNDES. TAMBÉM AÍ NÃO ENTRA DIVIDENDO AO TESOURO.

    4 – Compra de petróleo pela Petrobras à União, pagando com o dinheiro recebido do BNDES. NÃO ENTRA DIVIDENDO AO TESOURO.

    5 – Compra de petróleo pela Petrobrás à União, pagando com os títulos da dívida pública recebidos em (1). TAMBÉM NESSE PASSO NÃO ENTROU DIVIDENDO À UNIÃO, NEM ISSO REPRESENTA OPERAÇÃO DE CAIXA.

    CADÊ O DIVIDENDO, Miconoclasta?

    II

    CADÊ A DÍVIDA ASSUMIDA PELO BNDES JUNTO À UNIÃO NO 1º TRI, Miconoclasta?

    De quanto foi essa dívida? Em que instância do BNDES ela foi aprovada? Quando ela foi aprovada? Quando a ata da reunião foi publicada?

    CADÊ A ATA, MICONOCLASTA?

    Tá bom assim, Chesterton?

    Pode ajudar o cara, rapaz!

    Só pra complicar: na hipótese construída pelo professor do Miconoclasta, a maior operação — R$ 50 bi — é, exatamente, uma operação extra-caixa. Primeiro a União troca títulos da dívida por ações da Petrobrás e, depois, esta última usa os mesmos títulos pra “antecipar” o pagamento pela compra de petróleo da União.

    Em nenhum dos dois casos, a operação seria computada no resultado primário.

    No primeiro, porque se trata da aquisição de título representativo de capital integralizado. Isso é EXCLUÍDO da apuração do resultado primário, por determinação expressa da LRF.

    No segundo, porque, sendo uma operação extra-caixa, não pode ser contabilizada na receita. A Lei 4320, em vigor desde 13 de março de 1964, institui o regime financeiro misto para a Administração Pública: CAIXA pra receita e COMPETÊNCIA pra despesa (diferentemente do que acontece na empresa privada, que opera em regime de COMPETÊNCIA pra receita e despesa).

    Se o professor Samuel sabe que uma operação extra-caixa foi contabilizada como caixa pelo Tesouro Nacional, ele deve, de imediato, denunciar o crime ao TCU. Caso contrário, ele se torna cúmplice.

    Se está apenas levantando a hipótese de um crime, pra colocar mais minhoca na cabeça do Miconoclastas, tudo bem.

    Mais merda, menos merda nessa cloaca, pouca diferença faz.

    Entra no debate, Chester. Com argumento…

  78. Carlão said

    Uma pausa para relaxar…

    Tutty Vasques
    Concordância petista
    7 de maio de 2011

    Do leitor Benjamin Bruno, imaginando como a notícia da pneumonia de Dilma Rousseff chegou ao PT:

    “A presidenta está doenta!”

    hahahahaha

  79. iconoclastas said

    remete a algo…

    ;^)))

  80. iconoclastas said

  81. Carlão said

    exatamente !
    vamos mudar de assunto. Esse já deu flor!
    UNIÃO DOS HOMOAFETIVOS E O PAPEL DO STF
    que alterou a Constituição, o que seria
    prerrogativa exclusiva do Legislativo.
    E poucas pessoas se deram conta que a partir de agora
    O poder Juciciário passou a mandae mais que o Executivo por que ainda tem que negociar no Poder Legilativo, com a base, qualquer mudança deste tipo.

    O STF jantou o Legislativo e ninguém no Congresso chia…
    Os fins não justificam os meios ou justificam?
    A Constituição foi alterada na prática e agora cabe ao Congresso se adaptar e fazer a legislação pertinente, ou seja legalizar.Subserviência
    Enquanto isso Sarney culpa a Imprensa.
    piramos de vez!???

  82. Carlão said

    Piramos de vez 2 ?
    O Brasil está doente !!!
    videos de Senadores…atuando mo senadores no Youtube!

    ERA DA MEDIOCRIDADE !!!

  83. Patriarca da Paciência said

    Chesterton, 75,

    Eu? Direita? Nem de brincadeira.

    O Elias já está ajudando vocês bastante. Vocês é que não se ajudam!

    Parecem o Serra, o Carlos Lacerda repetido como farsa.

    Serra, o genêrico.

    Serra, o desastre político ambulante.

    Eu quero que o Lula e a Dilma tenham uma boa oposição.

    Mas que seja uma oposição capaz de apontar caminhos e não apenas espalhadores de lenga-lenga.

    Estou na maior torcida para que os governadores do PSDB encontrem soluções criativas e eficientes para resolver os problemas brasileiros.

  84. Chesterton said

    Serra,…é de esquerda.

  85. Patriarca da Paciência said

    Serra… foi de esquerda, tal como o Carlos Lacerda.

    Mas pendulou feio para a direita.

  86. Jose Mario HRP Santista Feliz! said

    Patriarca Velho de Guerra e sua sensibilidade costumeira em meio a esse Fla X Flu desorientado!
    E lá se vão 09 anos de supremacia Gramsciana!

  87. Elias said

    Patriarca,

    É o seguinte: os caras passaram quase 3 meses dizendo que o orçamento fiscal ia explodir no 1º Tri. Haveria déficit.

    Aí deu superávit.

    Acontece que, arrogantes, pernósticos, como sempre, os caras são incapazes de admitir publicamente que suas previsões estavam furadas.

    Não! Em vez disso, eles se danam a montar explicações estapafúrdias, que vão do non sense à mais mirabolante teoria da conspiração.

    Vai aí um resumo só das hipóteses que foram mostradas nesta lista de comentários:

    1 – Deu superávit porque a arrecadação de impostos e contribuições foi turbinada pelo crescimento da economia (Alon).

    2 – O superávit foi produzido por títulos da dívida, usados pela União pra comprar ações da Petrobrás e por esta pra antecipar pagamento à União pela compra de petróleo (Vilarnovo e um protozoário, este supostamente auxiliado por uma equipe de economistas e um professor da FGV — IMAGINA!!!).

    3 – O superávit foi produzido também por títulos da dívida que: (a) foram colocados no mercado pelo Tesouro; (b) que pegou o dinheiro arrecadado com a venda dos títulos e o emprestou ao BNDES; (c) que usou esse dinheiro pra comprar ações da Petrobrás; (d) que, com o dinheiro recebido do BNDES, antecipou pagamento de petróleo que ela comprou da União (protozoário, supostamente auxiliado por uma equipe de economistas e um professor da FGV).

    4 – Ainda tem a história dos dividendos do protozoário, tão absurda e burra que nem vale a pena continuar comentando.

    Das 4 hipóteses, a do Alan é a mais sensata.

    Claro que tem havido aumento na arrecadação, seja pelo bom desempenho da economia, apesar de tudo, seja porque a máquina arrecadadora está se tornando mais eficiente.

    Por várias vezes eu já disse, aqui no PolíticAética, que a implantação do SPED teria uma repercussão significativa sobre a arrecadação da União, dos Estados e dos Municípios de maior porte.

    O problema é que o Alan coloca esse aumento de arrecadação quase que como se fosse algo negativo. Quase como se reduzir a sonegação fosse algo muito errado!

    Isso só pra não recuar das previsões catastrofistas feitas pro 1º trimestre…

    Em segundo lugar viria a hipótese “3”, que teria que ser provada. Até agora, que eu saiba, não foi.

    A hipótese “2” é simplesmente ridícula. São 2 operações extra-caixa. Em ambas, seria troca de papel por papel. Não entra dinheiro na história.

    Ora, por lei, a Administração Pública opera em regime financeiro misto: caixa pra receita, competência pra despesa. Isso desde antes do golpe militar de 1964. O regime financeiro misto foi instituído pela Lei Federal 4320, sancionada pelo João Goulart, e mantida em vigência até hoje.

    Só se pode registrar na receita pública o dinheiro vivo que efetivamente ingressou nos cofres públicos. Diferentemente do que acontece no direito privado, em que você é obrigado a contabilizar a receita em regime de competência, i.é., você paga impostos diretos e recolhe impostos indiretos incidentes sobre um dinheiro que você não recebeu nem sabe se receberá (um absurdo que, como novo integrante da VERDADEIRA oposição brasileira, hei de combater).

    Se os falsos membros da oposição — ou verdadeiramente membros da falsa oposição — acham que o governo federal contabilizou como caixa uma operação extra-caixa, têm mais é que exigir do TCU a imediata realização de uma auditoria nas contas do 1º Tri.

    Aliás, se é assim, as contas do 1º Tri já deveriam estar em Tomada de Contas Especial.

    O que fazem os deputados e senadores ligados a essas pústulas, que ainda não providenciaram isso?

    Por que eles não fazem isso? Porque sabem que, se fizerem, correm o imenso risco de quebrar a cara. Vão se desmoralizar ainda mais.

    Como esses falsos oposicionistas não sabem fazer outra coisa, senão profetizar catástrofes, a bola da vez, agora, é o desempenho geral da economia.

    Segundo as Cassandras de sempre, o PIB brasileiro vai cair ao longo de 2011. Vamos já entrar em plano inclinado…

    Como é pouco provável que essa catástrofe ocorra — como todas as demais profecias deles — aguarda-se para breve mais uma desmoralização do campo oposicionista.

    Uma vez mais apelo aos verdadeiros oposicionistas brasileiros: vamos meter o pé na bunda dessas prostitutas vagabundas e infectas!

    Vamos reconstruir a oposição com gente que preste!

    Vamos estruturar uma oposição eficiente, inteligente, realista e afirmativa, que seja realmente capaz de se revelar uma alternativa de poder em nosso país.

    Caso contrário, se depender dessa corja de vigaristas que hoje infestam como ratos o campo oposicionista, a hegemonia petista certamente que se prolongará pelas próximas décadas.

    Caros Pax e Patriarca: vocês são testemunhas de que estou fazendo o possível pra ajudar a oposição.

  88. Carlão said

    O Elias virou pmdbista.
    A verdadeira oposição ao PT é o PMDB, qualquer idiota sabe.
    Enquanto isso a gente fica aqui dando palpite errado…hehehe

    E a inflação voltando por culpa do consumidor (que fica comprando carro novo ou em viagens em suaves em “n” prestações e pagando gasolina à vista).
    O Brasil só tem “problemas bons”, como quer a presidenta doenta.
    Como o mercado consumidor aumentou sem planejamento, toda a infraestrutura ficou pequena ou inexistente.Lula liderou e liberou a gastança e sua equipe de ministros incompetentes deixaram a vaca ir pro brejo surfando na popularidade alta do chefe. Ficamos atrasados na educação, saúde, portos, aeroportos e rodovias,combate às drogas etc.
    Um mercado de 1o. mundo criado por governo de Terceiro Mundo, que agora não sabe o que fazer.
    Trombini(BC) já está pedindo pro povo economizar, como última saída.
    Ou mais taxação/juros e redução do crédito ao consumidor.
    Este imprevidente agente econômico perverso – nós consumidores que insistimos em contrariar o pensamento oficial.
    dando palpite errado…sem propor soluções hehehe e consumindo antes que hajam mais sanções financeiras.
    Atento ao fracasso iminente PMDB já afirmou que terá candidato em 2014.
    A guerra intestina já começou.

  89. Patriarca da Paciência said

    Meu caro José Mario HRP Santista Feliz!

    Grande satisfação em revê-lo

    Apareça mais vezes.

    Elias,

    Por mais que a gente tente, a oposição não toma jeito.

    Ora dizer, “Deu superávit porque a arrecadação de impostos e contribuições foi turbinada pelo crescimento da economia” (Alon), é o mesmo que confessar que estava na maior torcida para que tudo desse errado.

    É só o que a oposição sabe fazer, torcer para que tudo saia errado e também xingar e tentar desqualificar o governo Lula e Dilma.

    Pergunte alguma solução e logo vem o famoso, “cortar gastos e reduzir custos”.

    E o “resto se fará por si mesmo”, como já o dizia D. João VI. Aliás, eu tenho uma teoria de que Friedman se fundamentou nas idéias de D. João VI para formular sua doutrina.

    Mas quem sabe um dia eles aprendem.

  90. Carlão said

    A Era da Merdiocridade!
    Muito divertido, nada como os blogueiros de si mesmo…né bettynha da matilde!?
    Ele(a) é o(a) único(a) que se leva a sério, escrevendo asneiras desde o banheiro de sua casa, em úmidas atividades íntimas.

    Pra falar tanta asneira assim a Betty deve ser agente (ou agenta)da oposição escondido(a) no meio da petralhada.
    Epa! esqueci do(a) agarromeu! o(a) assumido, não revisto nos últimos tempos.
    Outro exemplo de “onanista” da Era da Merdiocridade!

    apontar soluções? bettynha…hehehe
    quem pariu mateus que o embale!
    Viva o PMDB do Elias.
    Mau como um picapau!
    A verdadeira oposição!
    Temer, o mordomo de novela de terror, já começou a
    pregar a independência em 2014.
    Ou seja já!
    Elias deve ter ido ao banheiro também!
    Meus caros sugiro lavar as mãos antes de escrever.

  91. Zbigniew said

    Nao se acaba com corrupcao. Se controla. Nao e privilegio deste ou daquele regime. Mas se se tem transparencia, uma imprensa livre, e um regime democratico, as frentes mais eficazes estao lancadas.
    Quanto a pergunta final, nos remete aos 300 (ou mil) de Esparta. A certeza do sacrificio em nome dos valores superiores que sustentam a humanidade.

  92. Chesterton said

    Elias é o revoltado a favor…..

  93. Chesterton said

    http://www.implicante.org/artigos/e-justo-reclamar-do-precojusto/-

  94. Pax said

    Opa, acabo de chegar e ainda não li todos os comentários. Mas chego lá.

    Mas vi, através do Facebook, uma notícia dessas que incomodam. Coisa de piorar a biografia das pessoas a troco de banana estragada, xepa de feira:

    Estadão: Filhos e netos de Lula não devolvem passaporte

    Prazo dado pelo Ministério Público terminou nesta terça-feira; procuradores viram irregularidades na cessão do documento e devem entrar com ação judicial

    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,filhos-e-netos-de-lula-nao-devolvem-passaporte,714461,0.htm

  95. Pax said

    Caro Marcelo Augusto, #19

    Sinto, mas ainda considero desnecessário e ruim. Como disse, um resumo numérico do pensamento é muito mais convincente que uma enormidade de números que enchem o observador que perde o interesse pelo que se apresenta.

    Quando você coloca uma ideia com poucos números, alguém duvida a primeira vez, a segunda, a terceira etc e todas estas vezes você abre os números que sustentam o resumo e sempre, vou repetir SEMPRE os números são confiáveis, você tem a fábula dos porquinhos e do lobo ao contrário, sempre teus números acabarão aceitos a priori.

    Disso que afirmo neste comentário tenho absoluta certeza, vívida e vivida certeza.

  96. Pax said

    Caro Carlão, em #28,

    DIscordo, o artigo é bom, sim.

  97. Pax said

    Caro Pablo, em #34,

    Se ele não tivesse bebido, será que não teria feito o bafômetro na boa, até como modo de passar batido por uma questão bem menos complicada que é ter a carteira somente vencida por alguns dias?

    Humm….. sei não.

    Político, ainda mais mineiro, cheio de conhecimento da arte, não deixaria uma bola fora dessas não. Acho que não. Mas, sim, é isso mesmo, um enorme achismo meu.

    E digo isso incomodado, acredite. Alckmin e Serra já são nomes, ao menos no meu entender, fora do baralho. FHC é velho, infelizmente, e não tem o estilo de colocar o cedro na mesa e dizer “é assim” ou “é assado” como sabemos. Resta o Aécio.

    Se nem isso restar, onde mesmo vamos parar?

    Aí sim que a jurupoca pia e este país vai direto rumo ao totalitarismo. Em outras palavras e com gigantismo de opinião e certeza: TEM QUE TER UMA BOA OPOSIÇÃO !!!. Simples assim.

  98. Pax said

    Caro Elias, em #36,

    Não concordo com essa tua visão que Liberdade para Empreender é um conceito furado.

    Aliás, não concordo em absoluto. Abre uma empresa no Brasil em 150 dias e vê. (sei que vc já fez isso).

    Agora vai para o Chile e abre uma em menos de 20 dias e sente como é bom. (amigo meu, brasileiro, acabou de fazer isso por lá).

    Cara, isso faz uma diferença enorme. E gera empregos, dinamismo etc etc.

  99. Carlão said

    Pax
    Caro Carlão, em #28,

    Discordo, o artigo é bom, sim.

    Pax as evidências provam o contrário: Dos 98 comentarios até agora, menos de 5% trataram do artigo em questão.Passou-se a discutir os erros da atual equipe econômica deste governo.
    Por oportuno, como vc mesmo citou o caso dos passaportes aos lulinhas filhos e netos e eu cito outro recente o “de acumulo de diárias indevidas por parte da MinC (irmã do Chico)”,
    eu pergunto aos presentes:
    Seriam estes casos, exemplos claros da corrupção moral que assola o país – a Era da Merdiocridade!, como eu chamo esta fase inaugurada por lula em 2002?
    Como nunca antes neste país, planeta ou sistema solar…como quer o bravateiro mentiroso

  100. Elias said

    Pax,

    Ponto 1

    Venhamos e convenhamos: quem tem tanta dificuldade, assim, em abrir uma empresa no Brasil?

    Eu, você…

    Uma amiga minha, que acompanha os debates no PolíticAética, fez uma comparação:

    a – de um lado, um amigo nosso, que iniciou em maio de 2010 os procedimentos para legalizar sua empresa (uma pequena indústria que produz temperos e molhos);

    b – de outro lado, a Companhia Alumina do Pará – CAP, empresa do grupo Vale.

    A CAP teve que superar muitas dificuldades.

    Ela seria constituída em associação com capital chinês. Acontece que os chineses pularam fora. Quando isso aconteceu, a Vale já estava negociando com japoneses (e alemães, parece). Estes desistiram. Quando a desistência foi anunciada, a Vale já estava negociando com noruegueses, que acabaram topando. Aí a CAP começou a sair do papel.

    Acabaram as dificuldades? Não!

    A Vale integralizou parcialmente sua participação societária na CAP com um terreno que ela adquiriu na área da Zona de Processamento de Exportação – ZPE de Barcarena. Pra isso, teve que obter anuência da estatal que administra distritos e áreas industriais do Pará.

    Saiba, agora, que uma das 2 empresas concluiu sua legalização em pouco mais da metade do tempo que a outra.

    Qual?

    Vou dar uma pista: a primeira letra da razão social da empresa que se legalizou mais rapidamente é… Companhia Alumina do Pará – CAP!

    Ponto 2

    Há uma turminha que usa a tal dificuldade pra se legalizar a empresa, como uma muleta pra fazer oposição ao PT.

    Essas pessoas certamente que nunca nem tentaram legalizar uma empresa.

    Você e eu já fizemos isso, e por mais de uma vez. Para as empresas pra quem trabalhamos no passado e pra nós mesmos.

    Por isto, nós sabemos que onde o processo flui mais rapidamente é, exatamente, nos órgãos do Governo Federal. A coisa flui mais rapidamente na Receita Federal, no INSS…

    O processo empaca nos órgãos e entes estaduais e municipais: nas Juntas Comerciais, nas Secretarias de Estado da Fazenda, nas Secretarias Municipais de Finanças, nas Secretarias de Estado de Meio Ambiente (ou equivalentes), etc.

    E nós sabemos, também, que as demoras nos órgãos e entes estaduais e municipais decorrem de regulamentações e procedimentos de caráter local.

    Não são coisas que possam ou devam ser solucionadas por legislações federais (poder até que pode, mas seria uma intervenção indevida, que facilmente poderia ser qualificada como “autoritarismo”).

    Sei não…

    Quando vejo esses números que o Marcelo tanto usa pra respaldar a argumentação dele, tenho sempre a impressão de que é a opinião de quem não vive no Brasil. De quem não conhece o Brasil, de quem não entende o Brasil, de quem nunca nem tentou empreender no Brasil…

    Parece mais uma fotografia aérea de baixa definição. Um borrão que, por si, não diz nada.

  101. Carlão said

    Mais um exemplo da Era da Merdiocridade:
    Uma trapaça política, mas com boas ideias
    Planalto, em nome da urgência para obras do Mundial de 2014, atropela Congresso e usa MP sem relação com licitações para mudar legislação

    Em outubro de 2007, o Brasil vibrou ao ser escolhido sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Passaram-se quatro anos e nada há a comemorar. Infraestrutura de transportes precária, atraso em obras, estádios que só existem no papel (ou nem no papel). Passada mais da metade do prazo para preparação do país para o campeonato, o mesmo governo federal que tolerou a inércia propõe flexibilizar as regras para licitar obras públicas. Quer acelerar o procedimento – e, por consequência, as obras e compras.

    Em estilo pouco ortodoxo, mas que se tornou usual no governo do PT, a Presidência fez o projeto chegar ao Legislativo enxertado em uma medida provisória sobre o trabalho de médicos residentes. Mistura alhos com bugalhos. Tudo para votar a proposta em poucos dias. Turbinada por um pedido de urgência, ela deve ir ao Plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira.

    O artigo analisa pontos positivos e negativos da proposta.
    Leia o texto completo aqui:

    http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/uma-trapaca-politica-mas-com-boas-ideias
    ***
    E a gerentona onde estava entre 2007 e Dez de 2010?
    Vamos passar vergonha na Copa?
    Talvez não…mas que muita gente vai encher o rabo de ganhar dinheiro não resta a menor duvida!

  102. Elias said

    “Em 2003, eu lecionava na Universidade de Maryland. No seu campus de College Park, vi um debate sobre a invasão iminente. Um seu defensor explicou que ela nada custaria aos contribuintes, porque seria paga com o petróleo iraquiano. Nunca antes eu tinha visto um ladrão ser tão explícito.” (Renato Janine Ribeiro, citado pelo Pax)

    Ressalvando que, fazer o petróleo iraqueano pagar pela invasão não significa, necessariamente, entregar a exploração do petróleo iraqueano a empresas americanas, acrescento o resumo de uma declaração de uma fera da Bolsa de Valores de Nova York.

    Diz esse cara que, por ocasião da primeira invasão do Iraque, havia a expectativa de que Saddam Hussein incendiasse os poços de petróleo do Kwait e do próprio Iraque, às proximidades da fronteira com o Kwait.

    Na Bolsa de Nova York, apostou-se os tubos nisso.

    Aí, quando a invasão começou, a torcida era explícita: “Vamos lá, Saddam: faça o que você tem que fazer!”

    Insisto: se há uma coisa que a história nos ensina, é que o sucesso de um país nada tem a ver com ética, nem com moralidade, nem com respeito a direitos individuais ou coletivos nem com liberdade de pensar, de se locomover, de falar ou de fazer.

  103. Pax said

    Caro Elias,

    Não estou acusando fulano ou cicrano no meu contraponto em #98. Mas continuo insistindo: empreender no Brasil é um saco.

    Sim, nos Estados é ainda pior.

    Mas não vejo, sinceramente, o governo (Lula e agora Dilma) com grandes preocupações em melhorar a vida de quem quer abrir um negócio.

    Caso contrário, só para ilustrar, você não acha que uma reforma tributária e fiscal não estaria em andamento?

  104. Elias said

    Pax, considere:

    As dificuldades em abrir legalmente uma empresa (que, na prática, só existem para o micro, pequeno e médio empreendimento), quase nada têm a ver com impostos e taxas.

    A exceção talvez sejam as Juntas Comerciais, cujas taxas podem ser consideradas altas para um microempreendedor (um médio, ou mesmo um pequeno, já não acharia essas taxas tão caras assim…).

    Os principais obstáculos, a meu pensar, são os procedimentos burocráticos, mesmo: um único documento — ou sua cópia autenticada — tem que ser apresentado 4 ou 5 vezes para diferentes órgãos, às vezes até para um mesmo órgão, quando se trata de diferentes finalidades; a tramitação, propriamente dita, é extremamente lenta; os processos de acumulam, gerando filas intermináveis; quase nada pode ser feito pela Internet. E por aí afora.

    Quase sempre, as pessoas são levadas a recorrer ao “atravessador”, ao “despachante”, que tem lá seus esquemas e truques pra fazer um processo andar, desde que se pague o pedágio.

    Claro que precisamos de uma reforma tributária.

    Mas é possível avançar na desburocratização da legalização dos micro, pequenos e médios empreendimentos, independentemente de se fazer ou não uma boa reforma tributária (tanto que, em alguns Estados — como Santa Catarina, p.ex. — as dificuldades são substancialmente menores).

    Assim como é possível se fazer uma boa reforma tributária, e, ao mesmo tempo, a legalização dos micro, pequenos e médios empreendimentos continuar a lesma lerda que é hoje.

    Ou não?

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