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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Roubado não é achado

Posted by Pax em 15/07/2011

Justiça devolve aos cofres públicos R$ 55 mi desviados na fraude no TRT de São Paulo

Débora Zampier – Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Justiça Federal em Brasília determinou nesta semana o depósito imediato de quase R$ 55 milhões do Grupo OK para os cofres públicos. A empresa é do ex-senador Luiz Estevão, cassado após envolvimento na fraude que desviou milhões da construção do Fórum Trabalhista de São Paulo na década de 1990. A decisão da 19ª Vara Federal é do último dia 12, mas só foi publicada hoje (14) no Diário Oficial de Justiça.

Ainda cabe recurso para o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas o dinheiro já foi depositado na Caixa Econômica Federal. O valor vinha sendo penhorado desde 2009, seguindo a execução dos acórdãos do Tribunal de Contas da União (TCU). Dos R$ 55 milhões depositados nesta semana, R$ 30 milhões são relativos a um crédito que o Grupo OK tinha com a empresa Basf e o restante vem de aluguéis de imóveis do grupo.

Cerca de 1.300 imóveis foram penhorados na ação, sendo que alguns deles eram ocupados pela União e pelo governo do Distrito Federal. De acordo com as investigações, vários desses prédios estavam em mome de laranjas, o que dificultou ainda mais a execução judicial. Atualmente, dez desses imóveis estão com os aluguéis penhorados, com depósitos mensais de R$ 2,6 milhões para quitar a dívida.

“Em nenhum outro caso de corrupção houve essa efetividade na recomposição do patrimônio público. É uma conscientização ética da AGU [Advocacia-Geral da União] e do Judiciário para ter coragem de dar uma decisão como esta”, disse o procurador regional da União da 1ª Região, Diogo Palau.

Até abril deste ano, dez anos após a condenação, a dívida estimada do Grupo OK era R$ 1,1 bilhão e até então nada tinha chegado aos cofres públicos. À época da condenação, o rombo foi avaliado em R$ 169,5 milhões.

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5 Respostas to “Roubado não é achado”

  1. Chesterton said

    Mixaria perto do que o PT toma dos contribuintes via BNDES

    ________________

    CARACAS .- El mandatario venezolano, Hugo Chávez Frías, autorizó este jueves la expropiación de una planta procesadora de arroz ubicada en El Sombrero, estado Guárico.

    Chávez explicó que el decreto “ordena la adquisición forzosa de los bienes muebles e inmuebles así como las demás bienhechurías que constituyen o sirven a funcionamiento” de la planta, a la que se le aplicó la medida por violar los derechos laborales de sus trabajadores e incurrir en irregularidades.

    El mandatario explicó que la acción no es un ataque a la propiedad privada sino una medida para garantizar que no existan empresas convertidas “en obstáculos que agreden a la nación y que impiden el desarrollo del país”.

    Por tal motivo, Chávez instó a su gabinete “a tomar el control de esta nueva empresa para que vaya ahora rumbo al socialismo”.

  2. Chesterton said

    Empreiteira Araújo, de Ana Paula Batista Araújo, foi contratada para tocar obras vinculadas a convênios com o órgão que José Sadok de Sá hoje comanda

    Leandro Cólon, O Estado de S.Paulo

    A Construtora Araújo Ltda, da mulher de José Henrique Sadok de Sá, diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), assinou contratos que somam pelo menos R$ 18 milhões para tocar obras em rodovias federais entre 2006 e 2011, todas vinculadas a convênios com o órgão.

    Sadok hoje acumula o cargo de diretor-geral interino do Dnit em substituição a Luiz Antônio Pagot, que tirou férias após ameaça de ser demitido em meio ao escândalo de corrupção no Ministério dos Transportes.

    A mulher de Sadok, Ana Paula Batista Araújo, é dona da Construtora Araújo, contratada para cuidar de obras nas rodovias BR-174, BR-432 e BR-433, todas em Roraima e ligadas a convênios com o Dnit, principal órgão executor do Ministério dos Transportes.

    A aplicação de aditivos, que aumentam prazos e valores, ocorreu em todos os contratos. Sadok trabalhou em Roraima em 2001, no antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), como diretor de obras.

    Em entrevista ontem ao Estado, Sadok de Sá, contou que conhece a empresária desde 2001 e vive com ela há pelo menos quatro anos. “É minha mulher”, disse.

    Ele alegou que, apesar de serem obras vinculadas a convênios com o Dnit, os contratos são assinados com o governo de Roraima por licitações. “Nunca me meti na empresa dela. O contrato do Dnit é com o Estado. O Estado pega e licita as obras”, disse.

  3. mona said

    Como é mesmo aquele ditado?
    A cada enxadada, uma minhoca…
    Aliás, o país está caminhando para ser uma verdadeira fábrica de humus, produto da digestão das inúmeras minhocas cultivadas pelo PT e os demais partidos comparsas.

  4. Pax said

    A Mona voltou!

    =)

    Bem, cara Mona, não são só os partidos em volta do PT, tenha certeza. O que não impede dos oposicionistas se fartarem, claro.

    E a coleção do blog não tem descanso.

  5. Pax said

    No Brasil o crime compensa…

    http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2011/07/15/no-caso-lalau-o-crime-e-um-bom-negocio/

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