políticAética

Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

  • Sobre o blog

    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
  • Categorias

  • Arquivos

  • Páginas

  • Meta

Úbere público, de silicone

Posted by Pax em 16/07/2011

Deputado estadual do PCdoB do Piauí, Robert Rios, utilizou verbas públicas para implantes de silicones nos seios de sua ex-mulher. É um enorme engano acharmos que a classe política brasileira chegou ao fundo do poço. Eles conseguem nos surpreender diuturnamente.

Deputado utilizou verba para pagar silicone da mulher
MATHEUS MAGENTA – RODRIGO VIZEU – Folha de São Paulo

Um relatório do Tribunal de Contas do Estado do Piauí aponta que o deputado estadual Robert Rios (PC do B) usou R$ 9.455,70 da Assembleia Legislativa para pagar implantes de silicone para os seios para sua então mulher, em 2009.

Nove deputados são suspeitos de desviar R$ 150 mi no Piauí

O procedimento foi realizado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Após o tribunal apontar as irregularidades, no ano passado, Rios devolveu o dinheiro. (continua na Folha…)

Anúncios

15 Respostas to “Úbere público, de silicone”

  1. Chesterton said

    LULA VIAJA EM JATINHO DO DEPUTADO SANDRO MABEL, HOMEM FORTE DO PR QUE O CHAMA DE ‘QUERIDO EX-PRESIDENTE’
    Luiz Inácio Lula da Silva pegou carona no início da noite de quinta-feira, de Goiânia para São Paulo, num avião King Air do deputado federal Sandro Mabel, presidente do PR em Goiás.
    Lula foi à capital goiana participar do congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), e depois visitou Aparecida de Goiânia. Nessa cidade, viu casas populares do programa Minha Casa, Minha Vida — em conjunto que será batizado com o seu nome — e encontrou-se com Mabel. O petista chegou a fazer um brincadeira, afirmando que iria também à fábrica do parlamentar, dono da empresa Biscoitos Mabel.
    — Vou dar uma passada lá e comer um biscoito — disse Lula.
    O ex-presidente foi para Goiânia num voo comercial e retornaria para São Paulo também em avião de carreira. A assessoria de Lula confirmou nesta sexta-feira a carona e informou que o petista estava atrasado e receoso de perder o horário do avião, marcado para o fim da tarde de quinta-feira. Mabel, então, ofereceu seu avião.
    Na comitiva de Lula, além de um assessor de imprensa e de alguns seguranças, estava também Luiz Dulci, ex-ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência na sua gestão. Dulci trabalha com o ex-presidente no Instituto Cidadania, que será batizado de Instituto Lula.
    Antes de comentar que gostaria de comer biscoitos da fábrica de Mabel, Lula, no seu discurso, esqueceu de citar o nome do parlamentar do PR entre as autoridades presentes. Mabel notou que seu nome ficou de fora e levantou o braço. Lula, então, fez a menção. No seu Twitter, Mabel registrou o encontro com Lula: “Acabo de chegar na prefeitura de Aparecida de Goiânia juntamente com nosso querido ex-presidente Lula”.
    Mabel teve seu nome envolvido no mensalão. Ele foi acusado pela ex-deputada Raquel Teixeira (PSDB-GO) de lhe oferecer R$ 1 milhão e mais R$ 30 mil por mês para trocar seu partido pelo PL, legenda que Mabel integrava à época e que virou o PR. Por unanimidade, 14 a 0, Mabel foi absolvido pelo Conselho de Ética. Do site
    Postado por Aluizio Amorim

    cherst- se não é facismo me avise, quem sabe eu estou enganado….

  2. Chesterton said

    será que consumiral biscoito e cachaça neste vôo?

  3. Chesterton said

    Liberdade de expressão poara mim, mas não para “tu”:

    Liberdade de expressão?
    Todo mundo lembra dos belíssimos discursos dos ministros do STF quando debatiam a tal marcha da maconha, não?

    “A Constituição assegura a todos o direito de livremente externar suas posições, ainda que em franca oposição à vontade de grupos majoritários”. (Celso de Mello)

    “A liberdade de expressão, enquanto direto fundamental, tem caráter de pretensão que o Estado não exerça censura.” (Luiz Fux)

    Pois é… Como eu disse, tudo balela de selvagem brincando de civilização (“Uga! Mim juiz! Tu deputado! Uga!”). Bastou alguém falar o que não devia e a justiça tratou de mandar a tal liberdade de expressão pro ralo:

    CAMPO GRANDE – A Justiça Federal de Dourados, no Mato Grosso do Sul, condenou o advogado e articulista Isaac Duarte de Barros Júnior, do jornal O Progresso, de Dourados, a dois anos de reclusão, no processo em que foi acusado de preconceito racial contra os indígenas. A ação foi proposta pelo procurador da República Marco Antonio Delfino de Almeida no início de fevereiro de 2009, depois de receber denúncias dos índios de que em artigo publicado no dia 27 de dezembro de 2008 sob o título “Índios e o retrocesso…”, o autor disparava frases pejorativas e ofensivas à população indígena.

    Claudio

  4. Pax said

    Chesterton, caro velho e bom Chesterton,

    Confessa, você passa os dias procurando obscenidades para trazer para cá. Confesse já!

    É o que dá ter como ídolos o baby Bush e o titio.

    Acho que tem tratamento, sim. Mas vai ser doloroso.

    =)

    (esse Cláudio é aquele jornalista pouco honesto?)

  5. Chesterton said

    é o Avolio. Estou cuidando de uma obrinha aqui, a tarde todacoçando o saco de olho no peão, o grande Chiquinho, que não é macaco grande mas quebra um galho.

  6. Chesterton said

    Meu hobby é discrepâncias e as incoerências.

  7. Chesterton said

    ou meu…são….? (essa reforma ortográfica me mata)

  8. Pax said

    sim, sei, a tal reforma ortográfica.

  9. Chesterton said

    Quem bebe água não morre de sede (Chiquinho, profeta da argamassa)

    _________________

    A última crise do euro não é financeira – ela é, antes de tudo, política. Ela não atesta a avidez dos mercados; ela reflete a irresponsabilidade dos governantes da zona do euro. Ela é menos uma questão de técnica financeira do que o símbolo do mal-estar europeu em geral; menos uma questão de recursos do que de coordenação política. Mais grave ainda: ela era evitável.
    Bastava que 17 membros da união monetária tivessem impedido que a desconfiança dos mercados se estendesse até a Espanha e a Itália, transformando uma dificuldade periférica em crise central. Sabe-se que a dívida pública acumulada dos três países em pior estado da zona do euro – Grécia, Irlanda e Portugal – representava somente de 6% a 7% do PIB da União Europeia. Nada que devesse ultrapassar as capacidades de empréstimo dos 17 membros. Mas estes os criticaram de tal maneira que semearam pânico nos mercados e dúvida sobre a solidez da zona do euro como um todo. Não foram os mercados que impuseram sua lei; foram os Estados que não estiveram presentes!
    No início, tratava-se somente de entrar em acordo sobre um segundo plano de ajuda financeira para a Grécia. O primeiro não foi suficiente. As contas de Atenas estão tão comprometidas (uma dívida pública da ordem de 150% do PIB) que a Grécia não pode financiar seus déficits entrando no mercado. Para que seus bônus do Tesouro encontrem compradores, ela precisaria praticar taxas proibitivas, que só a endividariam ainda mais.
    Os 17 concordaram com uma nova ajuda de cerca de 110 bilhões de euros. Mas, alegando uma possível revolta de seus contribuintes, a Alemanha de Angela Merkel, logo imitada pela Holanda e pela Finlândia, quis que desta vez o setor privado participasse da operação. Estava fora de cogitação ter somente “dinheiro público” vindo do Fundo de Auxílio da União, do Banco Central Europeu (BCE) ou do Fundo Monetário Internacional. Os compradores de bônus do Tesouro gregos – bancos, seguradoras, fundos de pensão, etc. – devem contribuir para o segundo plano de socorro à Grécia.
    É o que se chama de questão da participação do “setor privado”. Ela obedeceria tanto à moral quanto à economia: aqueles que ganharam dinheiro comprando a dívida soberana devem ajudar a salvar os Estados emissores… Correndo o risco, para isso, de sacrificar alguns de seus créditos, seja estendendo os prazos de pagamento, diminuindo o montante ou fazendo novos empréstimos uma vez vencidos.
    Voluntário ou forçado, esse compromisso equivale, para as agências de classificação de risco, a declarar a Grécia como inadimplente, ainda que temporariamente, de parte de sua dívida. Isso, o BCE não quer. Seria para a zona do euro uma funesta primeira vez, o que o meio bizarramente chama de “evento de crédito”, na verdade um evento que jogaria o descrédito sobre a união monetária europeia como um todo. Ele prejudicaria a reputação do euro; levaria a um aumento da taxa de juros em toda a zona. Em suma, uma catástrofe!
    Para evitá-lo, há dois meses os 17 vêm buscando um improvável graal: elaborar uma montagem milagrosa que não daria à famosa “participação do setor privado” o deselegante ar de “evento de crédito”. Dois meses em que, de reunião em reunião, eles brigaram a respeito da fórmula certa, anunciaram fragmentos de soluções a conta-gotas, ativeram-se a coisas pequenas e, pior ainda, passaram a impressão da mais completa indecisão, como se tivessem todo o tempo do mundo.
    Some a essa atitude irresponsável alguns questionamentos dos italianos sobre seu próprio reajuste orçamentário, e você tem um incêndio na zona do euro: a dúvida sobre a solidez do conjunto. Essa crise, os 17 a fabricaram sozinhos. Eles exibiram a desenvoltura de Estados que ignorariam o fato de que os mercados, criaturas complicadas, detestam a imprecisão e a indecisão.
    Houve um tempo em que um chanceler alemão nessas circunstâncias – ele se chama Helmut Schmidt ou Helmut Kohl – possuía envergadura política suficiente para dizer a seus parlamentares: o interesse superior da Alemanha é não começar nada que possa fragilizar o euro. Houve um tempo em que o mesmo chanceler podia, apoiado em sua demonstração junto aos contribuintes alemães, mencionar também o interesse superior da Europa…
    Evidentemente, esse tempo não existe mais. A Alemanha é como os outros membros da União: ensimesmada, primeiramente apegada à defesa de seus interesses nacionais – em suma, tem da Europa uma visão estritamente contábil, “à la Thatcher”. Primeira-ministra britânica de 1979 a 1990, Margaret Thatcher fazia questão de que Londres não desse à Europa nenhum centavo a mais do que o que recebesse dela.
    Philip Stephens, o mais europeu dos comentaristas do “Financial Times”, descreve uma Europa que voltou a ser “vestfaliana”. Como queria o tratado de paz da Vestefália assinado em 1648, ela voltou a se organizar em torno da noção consagrada de soberania nacional. Foi o fim – diz Stephens, lamentando – dessa “experimentação pós-moderna que foi (…) uma construção europeia fundamentada na ideia de soberania compartilhada”.
    Para seu azar, o euro sofre do mesmo mal congênito que aquele que afeta as veleidades de política externa e de segurança comuns: ao passo que sua existência pressupõe um mínimo de espírito de solidariedade, o sentimento de um interesse comum, ele foi lançado num momento em que, com ajuda das campanhas soberanistas, os Estados-membros retomariam todas suas prerrogativas à custa das instituições comunitárias. A crise do euro é uma crise da Europa, do desejo da Europa – a história de uma libido que está acabando.
    Tradução: Lana Lim

    Le Monde

  10. Chesterton said

    isso parece o sujeito que põe a culpa da conta do armazem no dono do armazem. Só tem um jeito (já que não querem trabalhar). Os grtegos devem segunda feira declarar guerra a Alemanha e se render na terça feira.

  11. será q minha diverção comenta isso?

    “Dilma roda o mesmo filme de Lula
    Elio Gaspari, O Globo
    O primeiro grande escândalo do governo Lula estourou em fevereiro de 2004, 13 meses depois de sua posse. Custou o cargo a Waldomiro Diniz, subchefe da Casa Civil de José Dirceu. Ele fora filmado num achaque ao tempo em que dirigia as loterias do Rio de Janeiro.
    Até o dia em que deixou o Planalto, em janeiro passado, Nosso Guia foi perseguido por escândalos que se sucederam em intervalos regulares.
    O governo Dilma Rousseff foi mais veloz. Seu primeiro escândalo estourou cinco meses depois da posse e custou o cargo ao chefe da Casa Civil, Antonio Palocci.
    Um mês depois, Dilma perdeu o ministro dos Transportes e o diretor do Departamento de Infraestrutura e Transportes, o Dnit. (Em julho de 2003, quando Lula tinha sete meses de Palácio, o mesmo Dnit deu-lhe uma pequena crise, com o ex-diretor financeiro acusando o ministro Anderson Adauto de favorecer a empreiteira Queiroz Galvão e sendo acusado de embolsar propinas.)
    Deixando-se de lado o varejão da roubalheira, onde ficam contratos de serviços, de publicidade, ou despesas com cartões de crédito, mordomias e viagens, a crônica de nove anos incompletos de governo petista revela que há nele uma engrenagem blindada, metódica e articulada de corrupção.
    Não há novos escândalos, há apenas novas erupções, beneficiadas por uma rotina em que uma crise só se exaure quando é substituída por outra, na qual estão personagens que passaram despercebidos na anterior.
    O centro dessa rede fica no Palácio do Planalto, ora na Casa Civil, ora na coordenação política, e sempre na coleta e repasse de doações. Quando Waldomiro Diniz foi apanhado, pouca gente sabia quem era Delúbio Soares. (Em janeiro de 2003, o tesoureiro do PT organizou uma festa numa fazenda de Buriti Alegre. Entre os convidados estava o deputado Valdemar Costa Neto, do PTB, atual marquês do Ministério dos Transportes.)
    Desde fevereiro de 2004 sabia-se que Delúbio pagava mesadas a deputados do PTB. Entre a crise de Waldomiro Diniz e a seguinte, com o vídeo de um pagamento de propina a um diretor dos Correios passaram-se 15 meses.
    Bastaram mais quatro meses para que daí surgisse a palavra que mudaria a História do PT e do comissário José Dirceu: “mensalão”.
    O novo escândalo expôs o loteamento, pelo Planalto, de cargos nos Correios, Banco do Brasil, Instituto de Resseguros do Brasil e Furnas, bem como a manipulação, pela Casa Civil, dos fundos de pensão de estatais.
    Nos governos anteriores aconteceram episódios semelhantes, mas não tiveram a articulação e a blindagem conquistadas pelo comissariado. Trinta e dois parlamentares acusados de terem participado do “mensalão” e de roubalheiras nas verbas da saúde tiveram um crescimento patrimonial de 32% entre 2002 e 2006.
    O “mensalão” ainda não saíra no noticiário quando puxaram-se as pontas da administração do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, na prefeitura de Ribeirão Preto. Era mais do mesmo.
    Negociando contratos de loterias na Caixa Econômica, Waldomiro Diniz propusera a empresários o serviço da consultoria de Rogério Buratti, ex-secretário de governo de Ribeirão, ex-sócio do chefe de gabinete do ministro da Fazenda.
    Incriminado por Buratti, Palocci agonizou durante um ano. Trazido de volta ao Planalto por Dilma, aguentou 23 dias de crise e saiu de cena sem contar quem eram os clientes que o tornaram milionário.
    Burattis, Waldomiros, Delúbios, Erenices e até mesmo Pagots foram peças acessórias de uma máquina. Isso pode ser entendido quando se vê como saíram de cena.
    Delúbio, reintegrado recentemente à família petista, ensinou: “Faz parte da minha integridade não delatar ninguém”. Na semana passada, o doutor Luiz Antonio Pagot fechou suas oito horas de silencioso depoimento com uma frase: “Sou um leal companheiro”.
    O escandaloso enriquecimento de Palocci foi substituído pelas propinas do Ministério dos Transportes. Como acontece desde o caso de Waldomiro Diniz, será esquecido, diante do próximo.”

    ;^/

  12. Patriarca da Paciência said

    Oi gente, estou de volta.

    Estive em Brasília. Fiquei espantado com o tanto que a cidade cresceu em cinco anos.

    Hora do rush é engarrafamente para todo lado. E diziam que Brasília é uma cidade que já foi feita levando em consideração os automóveis!

    Mas o povo é bom e simpático. Nem parece povo de cidade grande.
    Especialmente para o Chesterton:

  13. Pax said

    Grande Patriarca, bem-vindo de volta.

    Morei em BSB na década de 70. As vias eram tão velozes que fui atrolelado na L2 Sul ao me distrair saindo da escola. Tomei 12 pontos na cabeça por conta dessa.

    Voltei anos mais tarde a trabalho, por algumas vezes. Fiquei impressionado com o trânsito.

    Agora você me diz que piorou. Pois bem, some-se a isso a notícia que o primeiro semestre bateu recorde de venda de automóveis.

    Nossa crise econômica é engraçada, ou, por outro lado, nossa demanda reprimida é enorme.

  14. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    Chega a ser mesmo impressionante a quantidade de veículos em Brasília.

    As vias que ligam Taguatinga ao Plano Piloto são duplas – quatro grandes avenidas de quatro pistas (duas grandes avenidas para cada mão)e, após as 5 horas da tarde, fica tudo congestionado.

    É que, de Ceilândia, cidade que fica após Taguatinga ao Plano Piloto, agora é tudo uma cidade só.

    Por incrível que pareça, os acidentes são poucos.

    Obrigado pelas boas vindas.

  15. Pax said

    Caro Patriarca,

    E este povo todo sendo roubado diuturnamente por um governo (do DF) que nem deveria existir.

    Mas, mudando para uma notícia boa, alvíssaras, Sarney e Roseana anunciam que deixarão a política.

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/945614-sarney-anuncia-que-deixara-a-politica.shtml

Faça seu comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: