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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Agência Brasil e a corrupção

Posted by Pax em 18/11/2011

Coluna da Ouvidoria – Uma novela chamada corrupção

18/11/2011 – 12h48 – Coluna do Ouvidor – Agência Brasil

Brasília – A leitora Luciana Rocha escreveu para a Ouvidoria pedindo que a Agência Brasil desse tanto destaque às denúncias de corrupção na Assembleia Legislativa de São Paulo quanto às do Ministério do Esporte: “Eu não vi, nos destaques das notícias, a cobertura do escândalo de corrupção por venda de emendas parlamentares da Assembleia Legislativa de São Paulo. Por favor, vocês não podem ‘sentar em cima do caso’ e não dar o mesmo destaque que estão dando para as denúncias de corrupção que envolvem o Ministério do Esporte!

Nós aqui em São Paulo somos completamente órfãos de uma mídia de qualidade; somos manipulados pela mídia convencional de forma que nunca ficamos sabendo das imundícies e irregularidades que acontecem no estado. Vocês não podem omitir isso do público também, por favor!

Quero ver os escândalos de corrupção no Estado de São Paulo sendo escancarados. O público brasileiro merece saber que aqui também tem corrupção. A política do Estado de São Paulo também precisa de transparência, de divulgação,”, escreveu ela.

A Agência Brasil respondeu: “Como a própria a Alesp não acolheu as denúncias e não instalou uma CPI, não havia fato novo que justificasse a continuidade da cobertura. Estamos atentos ao assunto e, assim que houver fatos novos, retomaremos a pauta.”

O caso do ministro, a que a leitora se refere, resultou em sua renúncia e o assunto sumiu das páginas da ABr à exemplo do que aconteceu depois da renúncia de outros ministros desde o começo do atual governo.

Ao apagar o assunto de sua pauta a mídia passa para o cidadão a falsa idéia de que a corrupção foi extirpada. É como se houvesse um efeito mágico – elimina-se do poder o suposto corrupto e com isso a corrupção desaparece. Até que na semana seguinte surgem novas denúncias contra outros personagens – é apenas mais um capítulo da novela.

Em seu nascimento, o jornalismo brasileiro esteve muito ligado à literatura. Jornalistas eram escritores e vice-versa. Mas de uns tempos para cá o jornalismo parece se aproximar muito mais de autores de novelas, principalmente quando o assunto é corrupção.
Assim, de escândalo em escândalo, talvez a mídia esteja contribuindo justamente para a banalização das denúncias.

A forma como são cobertos os casos de corrupção acabam levando à indiferença do público em relação a eles. Se juntarmos essa indiferença com a morosidade judiciária, a falta de transparência e a impunidade teremos certamente um caldo de cultura riquíssimo para a proliferação da corrupção. Pelo menos é isso que algumas recentes pesquisas demonstram.

Na página eletrônica mantida pela Controladoria-Geral da União – CGU (*), há uma biblioteca virtual de livre acesso, cujo objetivo é divulgar pesquisas e informações sobre corrupção, bem como disponibilizar dados sobre auditoria, fiscalização e ouvidoria. Todo o conteúdo é de domínio público ou obteve prévia autorização dos proprietários dos direitos autorais.

É uma fonte na qual todo jornalista que se dedica ao assunto deveria beber.

A Agência Brasil cobriu os fatos ocorridos na Assembleia Legislativa de São Paulo publicando cinco matérias entre os dias 06 e 27 de outubro, mas nenhuma delas teve o destaque pretendido pela leitora.

As matérias narram um caminho melancólico para as denúncias no qual interesses coorporativos dos parlamentares foram mais uma vez colocados acima do interesse público, conforme descrito na notícia: “Conselho de Ética da Alesp rejeita requerimentos para ouvir secretários sobre denúncia de venda de emendas …” Incapacitado de apurar seus próprios desvios e desmandos o Poder Legislativo estadual e os paulistas ficarão agora aguardando a investigação por parte do Ministério Público. Talvez o assunto não tenha merecido destaque por parte da ABr justamente pelo tipo de desfecho que ensejou.

Mas se no episódio a ABr não conseguiu ir além do factual declarado pelos envolvidos, uma notícia publicada no dia 04 de outubro trouxe para os leitores os resultados de uma pesquisa que explicaria antecipadamente os acontecimentos que sucederiam.

A matéria “Pesquisa aponta falhas em órgãos de controle externo e comissões parlamentares de investigação …” traz explicações do pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Bruno Speck, que coordenou um estudo realizado em parceria com o Instituto Ethos no qual procurou-se analisar as razões que levam Tribunais de Contas, assembleias legislativas e comissões parlamentares de inquérito, entre outros, a não funcionarem a contento no país.

Esse jornalismo que vai a busca das causas, das origens e dos mecanismos que facilitam a corrupção contribui decisivamente para a formação da consciência crítica do leitor a respeito do assunto.

Há algo mais pavoroso na corrupção que passa praticamente despercebido no que tange à mortandade provocada pelo assalto aos cofres públicos. Uma das possíveis abordagens seria demonstrar como o dinheiro desviado poderia mudar a realidade se aplicado na saúde, na segurança ou mesmo na educação.

Para fugir do óbvio é necessário um trabalho profundo de investigação, apuração e pesquisa. É preciso cruzar informações, checá-las à luz de fatos não tão óbvios quanto reportar um contrato com uma Ong inexistente. É preciso acompanhar os processos históricos em curso e a execução de políticas públicas com base em critérios que meçam eficácia, eficiência e transparência e contrapor tudo isso com as receitas, as despesas, as metas e os investimentos, conforme a responsabilidade de cada ator envolvido na execução, regulação e fiscalização das políticas públicas.

Essa deveria ser a contribuição do jornalismo para que cumprisse sua função social de debater as grandes questões nacionais. No entanto a atração pela fofoca de bastidores parece ser o caminho mais comum, mais fácil para se obter uma notícia, para impactar a vida do cidadão de maneira mágica, sem maiores explicações sobre o contexto em que esses fatos ocorrem. Explicar porque tais fatos aconteceram e que fatores os determinaram, é muito mais complicado.

Em um dos estudos disponibilizados na biblioteca virtual da CGU sob o título “Relatório corrupção: custos econômicos e propostas de combate” (**), o cidadão encontra uma analise detalhada das razões e das formas de corrupção e como elas influenciam o desenvolvimento do país, inclusive quanto à eficácia das políticas públicas relativas à educação e à saúde. Nele, os pesquisadores trabalham com os índices de percepção da corrupção, ou seja, o grau de consciência e o conhecimento que o povo de uma nação tem dos esquemas e dos meandros da corrupção. É aí que entra a mídia fazendo o papel de dotar o cidadão da informação necessária para que ele descubra, investigue, denuncie e fiscalize os mecanismos de corrupção, corruptores e corruptos.

O documento mapeia esses mecanismos, os classifica e fornece dicas importantes para que a percepção da corrupção se alastre como uma vacina por toda a sociedade. Ele se constitui em um roteiro para os jornalistas montarem pautas consistentes e acompanharem o processo histórico da corrupção, explicando os fatos cotidianos por meio de suas causas estruturais, culturais e políticas.
Uma das conclusões apontadas está diretamente relacionada aos índices de percepção da corrupção e sua correlação com os índices de desenvolvimento comparado entre nações.

O estudo demonstra claramente que quanto mais consciência o cidadão tem a respeito dos fatores que levam a corrupção menores são os danos causados por esses fatores à qualidade de vida do cidadão e à eficácia da ação do estado. Ou seja, cidadãos mais conscientes diminuem o espaço de manobra para os corruptos praticarem seu esporte predileto: desviar recursos públicos.

A transparência é o melhor antídoto contra a corrupção – muitas mortes poderão ser evitadas se o jornalismo cumprir seu papel de investigar, apurar, pesquisar e informar sobre os caminhos obscuros onde se abrigam corruptos e corruptores.
Até a próxima semana.

(*) – disponível em: https://bvc.cgu.gov.br/home.jsp
(**) – disponível em: https://bvc.cgu.gov.br/handle/123456789/3113

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12 Respostas to “Agência Brasil e a corrupção”

  1. Pax said

    1 – desconheço o ouvidor da Agência Brasil

    2 – não concordo integralmente com a opinião acima

    3 – tempos atrás enviei mensagem à própria ouvidoria da Agência Brasil reclamando que não há mais a “tag” corrupção no site

    4 – no meu entender a própria Agência Brasil comete um erro grotesco, ao tentar eliminar um dos principais assuntos nacionais, no meu entendimento (claro, puxo a brasa para “minha sardinha”). Me responderam educadamente, me falaram que abriram um processo interno, me deram um número que, obviamente, esqueci, e … esqueceram do assunto. Havia esta classificação, uma forma fácil de acessar tudo que saía na ABr sobre corrupção. Quando mudaram o site (para muito pior) sumiram com a classificação.

    ————-

    mudando de notícia, mas não de assunto

    A PF acaba de nos mostrar que qualquer insinuação de nova CPMF ou algo dessa estúpida natureza (aumento de impostos) para a Saúde é absolutamente desnecessário até que a devida depuração esteja resolvida em todas as unidades federativas

    Aqui, em O Globo – http://oglobo.globo.com/pais/operacao-da-pf-prende-oito-deputados-de-rondonia-3267004

    ———

    Só para constar, até este momento não há qualquer notícia na Agência Brasil sobre esta operação da Polícia Federal, que é, pasmem, também do governo.

    ou seja

    O governo é o último a publicar as notícias boas do próprio governo, neste caso, da boa atuação da PF.

    ——

    Sem esquecer, claro, do que fala a Ouvidoria, que a imprensa geral esqueceu dos problemas da Assembléia paulista.

    over and out

  2. Zbigniew said

    A nossa tão zelosa imprensa no que se refere a corrupção nos ministérios ocultou o quanto pode o vazamento da Chevron. O Governador do Rio, onze dias após o acidente, e q se digna a emitir uma nota sobre o caso. E se fosse a Petrobras? O q diriam o Globo, a Veja e etc?! E nessa imprensa q confiamos a apuração de casos de corrupção?!

  3. Chesterton said

    é o oposto, o assunto não sai dos jornais, e a Petrobras é sócia, portanto tb responsavel.

    Zbn%&$# é aprendiz de Desinformação.

  4. Patriarca da Paciência said

    Pax,

    O que eu acho mesmo é que seria muito bom que a nossa “grande imprensa” assumisse a causa do combate à corrupção.

    Mas o que a tal de “grande imprensa” tenta mesmo é inviabilizar o governo!

    Em lugar de apontar claramente quem e quais são os corruptos, fica só na generalidades e acusações seletivas.

    E, pior ainda, nos sensacionalismos.

    Aí não pode elogiar!

    Essa história de ricar procuarando pecadilhos e imacularidades é mesmo de lascar!

  5. Patriarca da Paciência said

    Correção:

    Essa história de ficar martelando em cima de pecadilhos e imacularidades é mesmo de lascar!

    Mais uma vez o Lula está com a razão.

    A imprensa quer mesmo é derrubar o governo do PT.

  6. Zbigniew said

    Deram qdo nao puderam mais esconder. Safados! O bom e q não fazem mais a cabeça de ninguém.
    “*manifestantes anti-corrupção aguardam a convocatória da mídia  para a passeata contra a lambança das licitações tucanas  no metrô de São Paulo** a menos de 24 hs das eleições para a sucessão de Zapatero, a Espanha é a síntese de uma Europa esmagada entre a ganância dos mercados e a rendição socialdemocrata ao neoliberalismo** ‘indignados’ fazem vigília na praça do Sol antecipando o contraponto das ruas  à prevista volta do extremismo conservador ao poder em Madrid** atos de solidariedade ao Occupy Wall Street,desalojado esta semana, multiplicam-se nos EUA** Universidade de Berkley  é tomada pelos estudantes”
    http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm

  7. Pax said

    Prezados Patriarca e Zbigniew,

    Este mantra que a imprensa quer derrubar o governo do PT não me convence.

    O que aceito discutir é que alguns veículos da grande mídia tem lado político. E, tendo lado político, que é um direito, atacam o governo com mais afinco.

    Daí a inferir que há um complô articulado para derrubar o governo do PT eu acho um salto muito grande beirando a teoria da conspiração e não consigo comungar.

    Aliás, muito cá entre nós, acho mesmo um erro do PT querer colocar este mantra como hino nacional. Não só não rola como, de outro lado, desgasta um bocado o partido. E também se torna uma trincheira frágil. Basta apontar algum problema de corrupção do governo que tentam se esconder embaixo de um telhado de vidro.

    Aqui é onde tenho muitas discordâncias, principalmente do “afinador” geral da banda do mantra, que me parece ser o Zé DIrceu.

    Agora mesmo há uma notícia (li no Kotscho, acabei de chegar de uma pequena viagem) e fui conferir na Folha, apontando problemas no Metro de SP, com cheiro ruim para o lado do governo Serra e com continuidade no governo Alckmin.

    Então os tucanos devem afirmar que há uma imprensa golpista que quer derrubar o governo tucano paulista? Não lhes parece um tanto sem fundamento?

    O que se pode, e deve, é apontar onde esta imprensa falha. Ao abandonar o caso Alston, ao abandonar o caso do Rodoanel em SP, ao abandonar o caso do impedimento de abertura da CPI dos pedágios em SP, ao dar o mínimo espaço para os problemas da Assembléia paulista etc etc etc.

    Daí a entrar em teorias da conspiração eu me permito ficar de fora deste jogo.

  8. Zbigniew said

    A imprensa tem lado e derruba governos, sim. Por omissão ou apoiando uma determinada ideologia. Que o digam Papandreu, Berlusconi e outros mais q não servirem para os propósitos ideológicos dos verdadeiros donos do poder. E não e teoria conspiratoria, não. E da natureza humana. Sempre foi.

  9. Chesterton said

    QUINTA-FEIRA, 17 DE NOVEMBRO DE 2011

    A outra turma (17/11)
    835

    As alternativas supostamente anticapitalistas são só colagens fantasmagóricas de filantropias, multiculturalismos, ambientalismos e simpatias pela ação direta, esta célula-mater do terrorismo

    Os ocupantes contra Wall Street veem seu movimento envelhecer precocemente. Ao contrário dos conservadores radicais do Tea Party, não têm uma estratégia de saída.

    Marchar nas ruas, ocupar praças e oferecer “photo ops” à imprensa entretém enquanto é novidade. Mas uma hora o público cansa e troca de canal.

    A estratégia de saída do Tea Party foi lutar por espaço no Partido Republicano, e até agora o êxito é notável. Elegeram bancadas parlamentares aguerridas, ainda que minoritárias.

    Na prática, definiram a pauta, a do próprio partido e a do adversário. E quem acompanha os debates republicanos rumo a 2012 notará que todos os candidatos batem continência é para o Tea Party.

    Outro limite da contestação de esquerda ao modelo capitalista-liberal americano é a ausência de propostas sobre o que colocar no lugar. A alternativa clássica seria o socialismo, mas ele está ausente do picadeiro.

    Inclusive porque os mecanismos capitalistas têm sido boia de salvação para países liderados por partidos e líderes vinculados ao discurso socialista.

    Cuba recorre à forte expansão da propriedade privada para tentar alcançar um grau de properidade que impeça a deslegitimação do regime. Mesmo a Coreia do Norte procura copiar aspectos do modelo chinês, que antes rejeitava.

    Sem falar na esquerda social-democrata que governa potências capitalistas, como por exemplo o Brasil. Aqui, o socialismo desapareceu completamente dos discursos, das metas.

    Talvez permaneça congelado na doutrina, como homenagem póstuma a um passado emotivo, e a um futuro que não acontecerá.

    A crise de 29 encontrou o movimento comunista bastante organizado e a Revolução Russa era uma vitrine fresquinha do “outro mundo possível”. E agora? Agora nada.

    As alternativas supostamente anticapitalistas são só colagens fantasmagóricas de filantropias, multiculturalismos, ambientalismos e simpatias pela ação direta, esta célula-mater do terrorismo.

    No filme Reds, sobre “Os dez dias que abalaram o mundo”, a obra literário-jornalística do americano John Reed, os revolucionários russos substituem “luta de classes” por “guerra santa” quando vão levar a mensagem da nova era às províncias islâmicas do velho império dos czares.

    Não sei se aconteceu de fato ou se é só cinema. Mas a coincidência é notável.

    É para o islamismo radical e militante que certa esquerda lança o olhar esperançoso, sequiosa de uma ideia global organizadora que possa fazer frente ao “Grande Satã”.

    É uma óbvia degeneração. À qual corresponde certa reação newtoniana, com as sociedades ocidentais inclinando-se para o nacionalismo, o etnocentrismo e a xenofobia.

    Quem aparece nas fotos, no noticiário, é a turma do #occupy. Mas quem está ganhando as eleições é o pessoal do lado oposto.

    Peço vênia

    O ministro do Trabalho tornou-se um ônus pesado demais para o governo e o partido dele. Se vai cair ou se ficará como peso morto na Esplanada, os fatos dirão. Um fato, porém, é que na prática deixou de ser ministro.

    Transformou-se na bola da vez para Dilma Rousseff aplicar mais uma marca no cabo do machado que decepa cabeças. Dar um “refresh” no marketing da faxina.

    O que mais barulho faz na crise do ministério do Trabalho é a história do tal avião. E as inevitáveis ONGs.

    Depois que o furor passar, talvez valha a pena apontar o binóculo para outro ponto: os critérios para chancelar sindicatos.

    A coisa funciona assim. As centrais sidicais repartem a verba oficial conforme a representatividade, medida em entidades filiadas. Mas é o Ministério do Trabalho quem diz se o sindicato é ou não legítimo.

    Sacaram? É um poder e tanto.

    Um mecanismo e tanto de cooptação pelo governo federal. Deve-se também a isso a notável paz dos cemitérios no movimento sindical.

    Fazem uma firula aqui, uma pedalada ali, sai uma ou outra notinha contra o Banco Central por causa dos juros. E só.

    O razoável seria acabar com isso. Por que o Ministério do Trabalho deve manter o poder de dizer quem representa tal ou qual categoria profissional?

    Essa pauta emociona menos que ONGs picaretas ou jatinhos comprometedores. Mas é bem mais relevante.

    Com a devida vênia a quem acha o contrário.
    Alon Fireworker

  10. Chesterton said

    É para o islamismo radical e militante que certa esquerda lança o olhar esperançoso, sequiosa de uma ideia global organizadora que possa fazer frente ao “Grande Satã”.

    chest – o Olavão fala disso há 15 anos…

  11. RHANDERSON dr fGUEIREDO gILBERTO bortolotti said

    Ja trabalhei com eventos e gostaria muto de vota…só não posso ser registrado…tenho 1,75 de altura,brnco.e cabelos e ohos prtos

  12. RHANDERSON dr fGUEIREDO gILBERTO bortolotti said

    Bom tnho rinta ano já trabalhei com eventos e agora vina trabalhando em shoping te facilidade de me dar cm o publico,,,so´não posso ser registrado temporariamente,,,valeu

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