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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Veta ou veta, Dilma

Posted by Pax em 27/04/2012

A presidente Dilma está em uma sinuca de bico. A força da base ruralista conseguiu aprovar o novo Código Florestal, retirando de seu texto algumas importantes correções produzidas pelo Senado.

Aldo Rebelo, a contradição em forma de gente, meio comunista e meio representante dos grandes proprietários rurais, produziu o Código Florestal que os desmatadores queriam.

Eles não são fracos. Têm poder, dinheiro e uma verdadeira rede de influências bastante questionável.

Se observarmos alguns de seus nomes, como Blairo Maggi, Ronaldo Caiado e Kátia Abreu, temos noção da força retrógrada envolvida na questão.

E, também, têm habilidade política, mesmo que duvidosa.

De um lado colocaram no mesmo saco grandes e criminosos desmatadores, como os investimentos pecuários de Daniel Dantas na Amazônia, com os pequenos produtores rurais que necessitam realmente de tratamento diferenciado para sobreviver. Conseguiram, com essa manobra malandra, adesão de uma enorme parcela de trabalhadores e pequenos produtores mal amparados pelo governo e sob a espada muitas vezes corrupta de órgãos como o Ibama e correlatos, ou parte de seus quadros, alguns canalhas bandidos travestidos de funcionários públicos, que utilizam o antiquado e impreciso velho Código Florestal para estabelecer dificuldades e vender facilidades.

De outro lado os ruralistas envolveram os eternos descontentes, bezerros mamões da base aliada, sempre exigindo mais do governo, mais fatias dos cofres públicos, para satisfazer seus projetos absolutamente apartados das verdadeiras necessidades da sociedade brasileira.

Foi um verdadeiro massacre que expôs a fragilidade das alianças do governo, bem como uma fraquíssima capacidade de articulação política atual.

Como resultado final a Câmara aprovou, com folga, o novo Código do Desmatamento nacional.

O Brasil resolveu adotar a contramão de toda evolução do pensamento moderno que tenta encontrar soluções conciliatórias envolvendo a necessária produção agropecuária com a visão científica de preservação e conservação ambiental que permitirá um planeta viável para as futuras gerações.

Sobrou para Dilma a batata quente de vetar todo o novo Código, ou pedaços do estropício criado que anistia os maiores criminosos ambientais do país.

Grande Aldo Rebelo! Conseguiste produzir um problema de dimensão global.

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133 Respostas to “Veta ou veta, Dilma”

  1. Pax said

    Fico imaginando a vergonha que podemos passar na Copa. Pelo tamanho da vergonha que passaremos na Rio +20.

    Dá-lhe Aldo Rebelo.

  2. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Vontade da maioria
    27 de abril de 2012 | 3h 08
    DORA KRAMER – O Estado de S.Paulo

    Goste-se ou não, a aprovação final do Código Florestal na Câmara dos Deputados seguiu a regra do jogo: expressou a vontade da maioria que, no caso, não guardou relação com o tamanho ou a fidelidade genérica da base de sustentação governista.
    Disse respeito muito mais à representação da sociedade no Parlamento que à lógica de derrotas ou vitórias cravadas na conta do Palácio do Planalto.
    O resultado não foi o que a presidente Dilma Rousseff gostaria. Muito bem, o que se há de fazer?
    Existem possibilidades: o governo veta o Código todo e abre uma crise sem precedentes nem subsequentes previsíveis; veta parcialmente e edita uma medida provisória recuperando o artigo derrubado na Câmara sobre a obrigatoriedade de reflorestamento nas margens dos rios; simplesmente aceita o resultado.
    A julgar pelo que se diz, a probabilidade maior seria a do veto parcial com a edição da MP para dar eficácia imediata ao ponto que teria agradado ao Planalto ver aprovado.
    Problema resolvido? A própria manifestação do secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, indicando que Dilma examinará “com cautela” a decisão a ser tomada, sinaliza que a solução não é tão fácil assim.
    O recurso à medida provisória não tem necessariamente o condão de transformar em vitória um assunto em que o governo só colecionou derrotas. Duas completas na Câmara e uma parcial no Senado.
    Da mesma forma como o Planalto não teve maioria para impor sua posição naquelas ocasiões, não teria para aprovar a medida provisória.
    Isso sem nem considerar que a mudança no rito nas MPs determinada recentemente pelo Supremo Tribunal Federal, reafirmando o preceito constitucional da exigência da manifestação do Congresso sobre a urgência ou relevância da medida, ainda criaria dificuldade adicional ao governo.
    Levando apenas em conta que a medida provisória pudesse ir diretamente ao plenário como tem sido o hábito ao arrepio da Constituição, ainda assim a questão voltaria ao seu ponto de origem: a posição de maioria.
    Se editada, quando fosse à votação, a medida provisória enfrentaria a mesma correlação de forças expressa nas votações anteriores. Ou seja, seria rejeitada ou inteiramente modificada para se adequar à escolha já feita pelo Parlamento.
    Por isso é que até no PT há quem enxergue “exagero ambientalista” por parte do Planalto – uma vez que a legislação brasileira nesse aspecto é por si garantidora da preservação ambiental – e considere que o melhor a fazer no momento seria a presidente da República aceitar o resultado e não mexer mais no assunto a fim de não sofrer mais um e inútil revés.

    Névoa seca. Baixou o mutismo no governo sobre a Lei de Acesso à Informação, marcada para entrar em vigor a partir do mês que vem.
    Pedidos de esclarecimentos sobre o que está sendo feito para assegurar a execução da lei são simplesmente ignorados. Nada se diz e nada se comenta a respeito até a edição do decreto presidencial regulamentando a lei cujo objetivo é abrir ao público dados oficiais não enquadrados na rubrica segredo de Estado, onde por ora parecem incluídas as medidas em prol da transparência.
    Uma das questões em discussão é a imposição ou não de sigilo sobre os salários do funcionalismo. Se a decisão for contrária à divulgação dos valores recebidos pelos servidores, a lei já entra em vigor sinalizando o tamanho da dificuldade de se instituir no Brasil a cultura do compromisso de nitidez do Estado em relação à sociedade.
    Nos Estados Unidos, por exemplo, o cidadão tem acesso aos salários pagos pelo governo no site da Casa Branca.

    Avesso. Os melhores argumentos em favor da CPI do chamado esquema Cachoeira são justamente aqueles apresentados por quem considera imprudente fazer a CPI, a fim de preservar dedos coroados e anéis consagrados da República.

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª

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  3. Pax said

    Gerson Camarotti

    http://g1.globo.com/globo-news/globo-news-em-pauta/videos/t/todos-os-videos/v/dilma-decide-se-vai-vetar-trechos-do-codigo-florestal/1921885/

  4. Pax said

    O dinheiro da motoserra

    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,piau-recebeu-r-990-mil-de-produtores-rurais-diz-psol,864930,0.htm

  5. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    sobre o Aldo Rebelo temos opiniões bem divergentes. Eu o considero um ótimo deputado e também ótimo ministro- digno, calmo, ponderado e sábio. Pestou um grande serviço ao Brasil.

    As últimas alterações que a Câmara dos Deputados acrescentou realmente merecem serem extirpadas e, tudo indica, serão vetadas pela presidenta.

    O Brasil não poderia continuar como estava, no setor agrário – precisava mesmo de uma regulamentação. E acredito que, se não foi a melhor, foi a única possível.

    Plantações de uva, arroz, maçã, etc. pelo gosto dos ambientalistas, seriam todas proibidas.

    Cidades como Bento Gonçalves, Gramado, Petrópolis etc. – demolidas.

    Lembro do Jânio Quadros, o qual tinha um projeto de desapropriar um quilômetro das margens do Tietê e transformar tudo num grande bosque.

    Maravilhoso. São Paulo ficaria lindo. Mas há condições de realizar tal projeto?

    Temos que trabalhar com a realidade.

    O Brasil é um dos poucos países onde ainda resta mais de 60% de natureza intocada.

    Isso não é pouco.

    Se conservarmos o que ainda temos, e que apenas Rússia e Canadá estão à nossa frente, já será uma grande realização.

  6. Elias said

    É… Patriarca.

    Mas o novo Código Florestal não é bom pro país, não…

    É uma pena ver o Brasil “flexibilizar”, exatamente no momento em que a maior parte das democracias tende a adotar medidas cada vez mais rígidas no sentido da preservação da biomassa…

    Mas a jornalista Dora Kramer, no artigo transcrito pela Michelle, tá coberta de razão: o texto final do Código Florestal reflete a representação da sociedade brasileira no Parlamento.

    Pelo menos neste momento, isso é isso.

    Acho que Dilma vai partir pros vetos parciais e negociar a aprovação de alguns desses vetos (ou seja, alguns vetos funcionariam como bois de piranha; iriam pro sacrifício e seriam rejeitados, pra que não se dissesse que o Legislativo se curvou ao Executivo, e sim que houve uma negociação republicana entre os 2 poderes, etc e tal…).

    Só que isso será apenas metade do percurso. A outra metade será a MP, que viabilizaria a vigência do Código e cuja aprovação terá que ser negociada, também.

    Problema: quanto custará a aprovação dos vetos e da MP?

    Porque é certo que a negociação terá pouco de republicana…

    Parece que a coisa tá do jeito que o diabo gosta. A turma do balcão não tem do que se queixar. O jogo foi armado a gosto pra ela…

  7. Otto said

    Off-topic:

    Gente, eu não entendo isto! Como pode uma país pobre, totalitário, corrupto, pervertido, pária, rebelde, teimoso ter indicadores sociais melhores que o do país mais poderoso e rico do mundo?

    Cuba registra taxa mais baixa da história de mortalidade infantil
    País fechou 2010 com taxa de 4,5 pessoas mortas a cada 1000 nascidas.
    Em 2009, indicador estava em 4,8.

    Cuba fechou 2010 com uma taxa de mortalidade infantil de 4,5 por 1.000 nascidos vivos, a mais baixa de sua história, o que posiciona o país como melhor no lugar da América quanto a esse indicador, afirmou nesta segunda-feira (3) o jornal oficial Granma.
    “A taxa alcançada em 2010 – sem precedentes em Cuba – é a confirmação de um colossal esforço de um país pobre e criminalmente bloqueado (pelo embargo dos Estados Unidos), que conseguiu reduzir a mortalidade infantil”, diz o jornal na primeira página.
    A taxa de mortalidade infantil em Cuba, em 2009, registrou 4,8 por 1.000 nascidos vivos, segundo os dados oficiais. Informes do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) situam Cuba com taxas de mortalidade semelhantes às do Canadá, numa situação melhor que a dos Estados Unidos.
    Em 2010, foram registrados 127.710 nascimentos na Ilha – de 11,2 milhões de habitantes -, uma diminuição da natalidade de 2.326 na comparação com 2009. Cuba dedica mais de 60% de seu orçamento à educação e à saúde – que são gratuitos desde a vitória da revolução de 1959.

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/01/cuba-registra-taxa-mais-baixa-da-historia-de-mortalidade-infantil.html

  8. Pax said

    Ora, caro Otto,

    Fidel teve suas conquistas. O custo? A liberdade de seu povo. E um tanto de atraso, também.

    Vale a pena?

    Prefiro ir e vir, prefiro opinar e poder emitir estas opiniões, prefiro participar da evolução democrática da sociedade em que vivo, através do voto ou qualquer outra participação que me venha à cabeça.

    Ditadura nunca mais!

    Enviado via iPhone

  9. Chesterton said

    SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
    OFICIALIZA RACISMO NO BRASIL

    Hoje, 26 de abril de 2012, é uma data histórica. Hoje, a suprema corte judiciária do país oficializou, por unanimidade, o racismo no país. Hoje, o STF revogou, com a tranqüilidade dos justos, o art 5º da Constituição Federal, segundo o qual todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza. A partir de hoje, oficializa-se a prática perversa instituída por várias universidades, de considerar que negros valem mais do que um branco na hora do vestibular. Parafraseando Pessoa: constituições são papéis pintados com tinta. Que podem ser rasgados ao sabor das ideologias.

    No que não vai nada de novo. Em maio do ano passado, o STF revogou de uma penada o § 3º do art. 226 da Carta Magna: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. Ao reconhecer a união estável para casais do mesmo sexo, o excelso pretório jogou no lixo a carta aprovada por uma Constituinte. Onde se lia homem e mulher, leia-se homem e homem, ou mulher e mulher e estamos conversados. A partir de hoje, onde se lia “todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza”, leia-se: todos são iguais perante a lei, exceto os negros, que valem mais. Simples assim.

    Os considerandos a favor do racismo são vários. Segundo o ministro Cezar Peluso, “há graves e conhecidas barreiras institucionais do acesso aos negros às fontes da educação”. Como se não houvesse barreiras institucionais também para os brancos. Se o vestibular barra negros, barra também brancos, amarelos, verdes ou azuis. “É preciso desfazer a injustiça histórica de que os negros são vítimas no Brasil”, continuou o ministro. Como se os milhões de brancos que vivem na miséria não fossem vítimas de injustiças históricas.

    Segundo o ministro Joaquim Barbosa, as ações afirmativas tentam neutralizar o que chamou de “efeitos perversos” da discriminação racial: “As medidas visam a combater a discriminação de fato, de fundo cultural, como é a brasileira. Arraigada, estrutural, absolutamente enraizada na sociedade. De tão enraizada as pessoas nem a percebem, ela se normaliza e torna-se uma coisa natural”.

    Barbosa é aquele ministro negro, que chegou a mais alta corte do país e ainda continua se queixando de racismo. Como Lula, que continua denunciando as elites depois de virar elite, esqueceu de virar o disco. Barbosa empunha as ações afirmativas, recurso racista dos negros americanos para ganhar no tapetão na hora de entrar na universidade. As tais de ações afirmativas tiveram certo prestígio quando surgiram. Hoje, o sistema de cotas é ilegal nos Estados Unidos. Sempre na rabeira da História, o Brasil adota hoje o que nos Estados Unidos foi jogado na famosa lata de lixo da História.

    Para Rosa Weber, o país precisa reparar, por meio de políticas públicas, os danos causados pela escravidão de negros no Brasil. “O fato é que a disparidade racial é flagrante na sociedade Brasileira”, disse. “A pobreza tem cor no Brasil: negra, mestiça, amarela”. Ora, a escravatura foi abolida há mais de século. Comentei ontem as famigeradas leis Jim Crow nos Estados Unidos, que constituíram a partir de 1880 a base legal da discriminação contra negros nos Estados do Sul, proibindo até mesmo um estudante passar um livro escolar a outro que não fosse da mesma raça. Só foram declaradas inconstitucionais pela Suprema Corte americana em 1954, isto é, há pouco mais de meio século. Nunca tivemos leis semelhantes no Brasil, nem nunca um negro foi proibido de entrar numa escola, ônibus ou bar com base em um documento legal.

    Ao afirmar que a pobreza tem três cores no Brasil, a negra, a mestiça e a amarela, a ministra parece padecer de uma estranha espécie de cegueira, que não reconhece a cor branca. Para a ministra, os negros têm menos perspectivas na sociedade brasileira. “Se os negros não chegam à universidade, não compartilham, com igualdades de condições, das mesmas chances que os brancos”, afirmou. Esquece que, com a lei de cotas, milhares de brancos não compartilharão, com igualdades de condições, das mesmas chances que os negros.

    Celso de Mello citou, em seu voto, convenções internacionais que estabelecem formas de se combater o preconceito e garantir condições de igualdade. “As ações afirmativas são instrumentos compensatórios para concretizar o direito da pessoa de ter sua igualdade protegida contra práticas de discriminação étnico-racial”, disse. Pelo jeito, o arguto ministro não foi informado que as cotas hoje são ilegais no próprio país onde surgiram. “Uma sociedade que tolera práticas discriminatórias não pode qualificar-se como democrática”, continuou. Será democrática uma sociedade que discrimina em função da cor da pele?

    Para Luís Fux, a sociedade precisa reparar o dano causado aos negros diante do histórico de escravidão no Brasil. O ministro acredita que é preciso implementar políticas afirmativas que levem à integração social dos negros no meio acadêmico. De novo as políticas afirmativas, que no Primeiro Mundo já demonstraram não dar certo. Segundo o ministro, “a opressão racial dos anos da sociedade da escravocrata brasileira deixou cicatrizes que se refletem, sobretudo, no campo da escolaridade, revelando graus alarmantes de diferenciação entre alunos brancos e afrodescendentes. Por isso que, de escravos de um senhor, passaram a ser escravos de um sistema”. Pelo jeito, a opressão racial penetrou nos genes dos negros e hoje, mais de século após a abolição, continua se transmitindo de pai a filho. Se cicatrizes se refletem no campo da escolaridade, não será em função da escravatura, já que hoje qualquer negro recebe o ensino de qualquer branco. Negro pobre não tem acesso às melhores escolas? De fato, não tem. Mas branco pobre também não.

    Quando entrei na universidade, nota de negro valia o mesmo que nota de branco. Tive colegas negros nos dois cursos que fiz, e aliás nem notava que eram negros. Imagine se eu prestasse vestibular hoje e fosse preterido em função das cotas. É claro que eu nutriria uma boa dose de hostilidade em relação àqueles que, por terem uma pele preta, tomaram meu justo lugar na universidade. Se alguém achava que o Brasil era um país racista, prepare-se para o que verá pela frente. A decisão do STF só vai estimular o ódio racial entre brasileiros.

    Há mais de década venho afirmando que o sistema de cotas é uma armadilha. Antes das cotas, eu não teria restrição alguma em consultar um médico negro. Depois das cotas, não quero nem ver médicos negros perto de mim. Sei que entraram, de modo geral, pela porta dos fundos da universidade. E se entraram pela porta dos fundos, não será na porta da frente que serão barrados.

    Negros honestos, que não querem favores na hora da competição, já estão sentindo o problema. Ainda hoje, recebi de mãos amigas o comentário de uma aluna negra do curso de engenharia eletrônica da UERJ: “Isso só vai nos prejudicar, a nós que enfrentamos o vestibular sem cotas. Quando alguém analisar o currículo e descobrir que sou negra, vai pensar: essa entrou na faculdade pelas cotas. Adeus emprego”.

    Cá entre nós, penso que devia constar de todos os diplomas, daqui pela frente, se o diplomado entrou pelo sistema de cotas ou se disputou lealmente sua vaga na universidade. No diploma dos negros que entraram na universidade por este sistema, que conste em letras garrafais:

    ADMITIDO NA UNIVERSIDADE PELO SISTEMA DE COTAS

    Afinal, se cotas é privilégio do qual nenhum beneficiado deve envergonhar-se, não deve ser infamante registrá-las no diploma.

    – Enviado por Janer @ 7:59 PM

  10. Otto said

    Pax:

    boa parte dos problemas de Cuba é por conta dos EUA, que, além do embargo, ainda hoje hoje destinam cerca de 40 milhões de dólares por ano para desestabilizar o regime. Agora, a falta de liberdade pra ir e vir em Cuba é balela. Eu mesmo estou conversando com um cubano que está escolhendo entre o Brasil e a Espanha para fazer o seu doutorado,
    Fora isso, Cuba é um exemplo de que com vontade política pode se fazer muita coisa.

  11. Chesterton said

    Cuba registra taxa mais baixa da história de mortalidade infantil
    País fechou 2010 com taxa de 4,5 pessoas mortas a cada 1000 nascidas.
    Em 2009, indicador estava em 4,8.

    chest- quando nesce bebê com defeito, eles deixam morrer e não contam na estatistica. Assim como abortos eugenicistas.

  12. Otto said

    Chesterton:

    quantos médicos negros você conhece?

  13. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Esta é especial para Otto, o bonehead:

    Cartas de Havana 02.09.2011
    Despedida

    Essa é a última de minhas
    Cartas de Havana.
    Acabo de voltar ao Brasil com meu marido, depois de ter vivido na ilha por alguns meses. Para quem não sabe, fui à Cuba para que meu marido, que é cubano, pudesse completar seu doutorado na Universidade de Havana.

    Quando cheguei éramos noivos, pois eu o conheci no Brasil, onde ele fazia parte de sua pesquisa. Em Havana nos casamos e lá vivi a grande contradição da minha vida: estava no momento mais feliz como pessoa, mas vivendo num lugar onde era impossível realizar qualquer projeto de vida.

    Tivemos que ir embora mais cedo que o planejado (nossa idéia era ficar um ano) por dois motivos. Primeiro, o gasto excessivo de dinheiro com os papéis do casamento e documentos do meu marido (todos em dólar), aliados ao fato de eu não poder exercer minha profissão de jornalista no país, fizeram com que nosso orçamento fosse ficando cada vez mais escasso.

    Depois percebemos que, quanto mais ele se comprometesse com a universidade e eu com as cartas, que já começavam a ser notadas, mais difícil se faria sua saída. Decidimos sair e foram três meses de muito desgaste, papéis e mais gastos para conseguirmos tudo.

    Não me arrependo de ter vivido lá. De Havana levo recordações de lugares queridos, meus amigos sinceros e minha família cubana, que amenizaram a vida difícil em todos os momentos. Morro de saudades, todos os dias.

    Também trago no coração a esperança de que um dia, a exemplo de tantos outros países nessa recente história, as coisas em Havana e em toda Cuba possam mudar.

    Não mudanças de fachada, como as que anuncia o novo governante, que nada mais é que irmão e continuísta do antigo. Mas sim mudanças que possam fazer com que esse povo, tão parecido com o brasileiro, possa ter direitos e deveres como todo cidadão, não apenas obrigações e penas.

    Sei que não foi fácil para meu marido tomar essa decisão e o admiro por isso. Nunca foi o que ele quis. Mas sei também que, como cada cubano que saiu do seu país, ele continuará lutando e se expressando (pois agora tem liberdade de expressão) para que sua pátria um dia possa viver uma democracia.

    Me despeço de vocês agradecendo todos os comentários aqui e no meu blog. Recebi muito apoio do Brasil e isso foi importante nessa minha estadia em Havana. E termino repetindo o que se diz por aí: vá a Cuba antes que Fidel morra. Vale a pena conhecer essa ilha tão maravilhosa e tão idiossincrática.

    Hasta siempre!

    http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/09/02/despedida-402874.asp

    Preciso desenhar ou já ficou claro, Bonehead?

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª

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  14. Otto said

    Gente:

    vazou o inquérito da PF sobre o Cachoeira. Vejam no portal 247. Tem trechos no Viomundo do Azenha.
    A Veja realmente se associou ao Cachoeira!!!

  15. Otto said

    Do excelente blog:
    http://www.ocafezinho.com/2012/04/27/o-policarpo-nunca-furou-com-a-gente/

    “O Policarpo nunca furou com a gente”

    Atenção, este post ainda está sob vigilância. Um leitor alertou-me que o relatório do 247 não está na íntegra, e que o vazamento foi feito pela própria turma do Demóstenes. Não sei se isso procede. O site Brazil 247 diz que é a íntegra. De qualquer forma, é muito material. Em pouco tempo, isso estará melhor esclarecido. O mesmo leitor informou-me que o relatório está inteiro neste link (ps: acho que meu leitor tem razão).

    O site Brasil 247 conseguiu a íntegra (?) do relatório da Polícia Federal sobre a Operação Monte Carlo. O documento andou indo e vindo entre a PF, o STF e a recém-criada CPI do Cachoeira. Nesse ir e vir, acabou vazando. O Cafezinho baixou os arquivos, por precaução. Isso é um tesouro!

    Olha só que eu já encontrei, no documento principal, página 10 (ver diálogo baixo). Demóstenes fala com Cachoeira, que Policarpo “é de confiança”, “nunca furou com a gente”. E Cachoeira chama Policarpo de “Poli”. São indícios de um jornalismo bandido: Demóstenes e Cachoeira tratavam Policarpo quase como alguém de sua própria quadrilha. Os dois usam, e aparentemente com aval deste, o repórter da Veja para fazer ataques políticos a seus adversários, com objetivo de derrubar figuras e substitui-las por gente do “esquema”.

    HNI: Só um minutinho que que que o professor tá aqui

    C: Oi doutor.
    D: Fala mestre. O Policarpo [Policarpo Júnior, repórter-editor da Veja]
    C: Que que tem o Poli?
    D: É o Poli. ta aí, o Aredes se recusou a recebê-lo. O Norton disse que é
    tudo mentira, que não tem nada disso, e aí ele resolveu explodir o cara.
    Ele me ligou e falou: “esse cara é vagabundo, e tal…” e eu falei “não,
    espera um pouco aí…”. Você podia interferir, as vezes o cara resolve, e
    fala logo, fala em off. Fala pra ele que é de confiança o homem, você
    sabe que ele nunca furou com a gente, uai. Agora se ficar um contra o
    outro é diferente né?
    C: Vou falar com ele, marquei 7 horas da noite. Tem que guentar a mão
    aí.
    D: E ele ta aí em Goiânia, puto da vida. Acabou de me ligar.
    C: Tá, já vou olhar aqui.
    D: Então falou, um abraço.
    13/5/2009, às 16:01

  16. Pax said

    Caro Otto,

    Tá parecendo conversa com um sobrinho enfeitiçado pelas ideias anacrônicas do PSTU.

    Não tenho mais muita paciência para este tipo de discussão.

    Ditadura, meu caro, é ditadura. Não tem meia gravidez. Quando vontade política passa a ser vontade de um ditador, por mais que tenhamos – ou não – nossas simpatias, não pode ser chamado de vontade política.

    Democracia é um sistema cheio de problemas. Basta ver o Brasil e a tal base aliada formada por gente de quem jamais compraríamos um carro usado. Basta ver Israel governada por uma direita sustentada por fanáticos religiosos.

    Mesmo assim, caro Otto, não consigo ver sistema melhor.

    De ditaduras eu quero distância. Já me bastam as tristes memórias dos torturados e mortos pela nossa recente, que foi covarde pacas.

    Seu amigo pode escolher entre Espanha e Brasil? Porque a blogueira não pode sair do país? Só porque ela discorda do governo?

    Aqui até um histérico titio pode escrever verborréica e diuturnamente sobre sua infelicidade pelo sucesso de Lula e Dilma que eu defendo seu direito de ter suas opiniões e emiti-las quando bem entender.

    E lá, na Cuba de Fidel?

    Não sei tua idade mas posso te dizer que vivi uma ditadura e tenho certeza que não vale a pena, seja ela qual for.

    Enviado via iPhone

  17. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    PAX
    Concordo com vc 100%.
    Em gênero, número e grau.

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª

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  18. Chesterton said

    Chesterton:

    quantos médicos negros você conhece?

    chest- ´pessoalmente, no meu círculo de amizades, 5. Um é meu sócio, o outro minha anestesista. Ta todo mundo puto com essas cotas.

  19. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda, de Lamartine Babo.

    O ex-ativista italiano Cesare Battisti pode se transformar num novo Fernando Gabeira.
    As trajetórias são semelhantes, na opinião do advogado e ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalg.
    Ele fez o comentário ao participar, em São Paulo, na quinta-feira à noite, do debate que precedeu o lançamento do novo livro de ficção de Battisti, Ao Pé do Muro. Greenhalg lembrou que Gabeira foi guerrilheiro nos anos da ditadura militar, exilou-se e, ao retornar ao Brasil, dedicou-se a escrever livros e à atividade jornalística. Seu livro O Que É Isso Companheiro foi um grande sucesso editorial.
    Battisti, por sua vez, participou da luta armada na Itália. Já morava no exterior quando foi condenado, à revelia, pela morte de quatro pessoas. Ficou preso no Brasil, brigou na Justiça para não ser deportado e, finalmente, obteve autorização para permanecer como imigrante legal. Agora se dedica à literatura. Ele já tem 17 livros publicados, a maioria sem tradução para o português. Seu próximo trabalho pode ser uma autobiografia.

    O debate e os autógrafos aconteceram no campus da USP, no anfiteatro do curso de geografia.
    Foi um evento marcado sobretudo pela política. As poucas intervenções de Battisti sobre o trabalho literário ficaram espremidas numa sucessão de discursos nos quais se criticou dos ministros do STF ao reitor da USP, João Grandino Rodas.
    O senador Eduardo Suplicy (PT-SP), único político presente ao evento, cantou os primeiros versos de uma música recém-incluída em seu repertório: Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda, de Lamartine Babo.

    COMENTÁRIO: FUI ALUNA DESTE AUTISTA DE CORAÇÃO MOLE NA FGV-SP e sei do que estou falando.SUPLICY É UM AUTISTA SOCIAL…
    Adora agradar …até perguntou-me que nota eu estava precisando pra “passar” na sua matéria ( Macro-Economia).O IDIOTA IDIOTA DE CORAÇÃO MOLE nem sabia que eu já havia “passado”, sem necessidade de pontuar no exame final.

    Seu caso, na minha opinião de leiga, é de terapia de grupo..de psiquiatras pra ajudar o meu “querido ex- professor”…Bunitinho (à epoca ..década de 70) mas maluco de pedra. Mogadon.
    Depois conto mais sobre Guido Mantega…também contemporâneo desta
    tchurma de “seres estranhos”.
    Nesta época Luiz Carlos Bresser Pereira era da direita (para agradar Abilio Diniz) e ultimamente, se tornou de esquerda (para agradar Abilio Diniz).

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª

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  20. Otto said

    Bom, Chesterton:

    eu não tive a mesma sorte. Nunca vi um médico negro na minha vida. A não ser em seriados americanos.

  21. Otto said

    Pax:

    eu devo ter quase a tua idade.
    Quando eu disse vontade política, eu não quis dizer que ela é necessariamente fruto de uma ditadura. Eu quis dizer que falta aos nossos políticos — que representam nossas elites — esta vontade. Ou será que é nosso sistema que impede isso? Essa nossa democracia que é mais uma plutocracia? Quando eu falo “nossa”, não me refiro apenas ao Brasil, mas ao sistema eleitoral de quase todo o Ocidente.
    Há democracia plena nos EUA? Com dois partidos que são duas faces da mesma moeda? Qual a chance de um candidato independente se eleger lá? Você vota num político, mas ele foi eleito com o dinheiro de um empreiteiro, ou de um banqueiro, ou de uma bicheiro… Ele vai ser fiel a quem? Ou seja, é muito complicado referir-se ao nosso sistema como uma democracia, isto é, o poder do povo… Sem falar que quando é eleito alguém de quem eles não gostam, eles o derrubam, com golpe, ou fraude. A democracia ocidental é marketing. Quando ela ameaça o capital, ele é defenestrada. Você só pode brincar de democracia enquanto não incomoda o interesse das grandes corporações. Veja a Grécia, governada por um cara agora que não teve um voto, a serviço da Troika.
    Mas tudo bem, eu prefiro isto ainda isto a qualquer democracia…

    “Seu amigo pode escolher entre Espanha e Brasil? ”

    Sim, ele pode escolher. Estive na Espanha, na Universidade de Santiago,e conversei com um estudante cubana. Estava lá numa boa, não era exilada, foragida…

    “Porque a blogueira não pode sair do país?”

    Você está mal informado, Pax. Ela já saiu várias vezes. Já morou inclusive na Suíça.

    E quanto a direitos civis, você soube daquele cidadão norte-americano que pediu asilo na Suécia depois de se declarar cansado de ser torturado pelo FBI?
    E o Assange, preso a mando dos EUA porque furou uma camisinha.. Que país é esse (aquele)?

  22. Michelle de Souza Malone said

    (continuação)
    Chest…deixa comigo:

    Otto: Quem mandou assistir “seriados americanos” demais?
    Você acreditou na BESTA (Blogueiros Estatais)? Agora aguente.

    Num acidente em 1973 em Salgueiro-PE, fui tratada no pronto-socorro pelo Dr. Antonio, de pele escurecida pela etnia…Excelente e competentíssimo médico. Devo muito a eles por minha recuperação.Uma “família maravilhosa” no PS de Salgueiro, (a equipe) que me acolheu e tratou-me como filha.

    Num acidente em NY em 2005, fui tratada por um competentíssimo
    médico “negro”..o Doctor Cobb, que (pra minha total surpresa!) travando uma conversa de relaxamento sobre minha nacionalidade, elogiou o José Serra, Ministro da Saúde do Brasil, por ter enfrentado o monopólio dos laboratórios americanos no tratamento da AIDS. Quebrou as patentes, reduzindo o preço das drogas necessárias para o tratamento.

    Fiquei surpresa, pois achei que ele iria elogiar o Carnaval, o futebol, lula, o Pelé ou Ronaldo Fenômeno. Celebridades à época.

    Otto: vá e não peques mais contra nossa inteligência!
    Deixe esta tarefa para petralhotários mais experientes.
    De casco duro.

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª

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  23. Otto said

    Chesterton, sobre as cotas eu penso mais ou menos como o Paulo Moreira Leite escreveu:

    STF mostra abismo entre elite e o país

    A decisão do Supremo sobre cotas marca um momento histórico. A mais alta corte de Justiça do país admitiu não só que existem brasileiros tratados como cidadãos de segunda classe, mas que eles têm direito a um tratamento especial para vencer a desigualdade.

    A votação unânime mostrou, do ponto de vista jurídico, que as cotas são um projeto compatível com a Constituição.

    Do ponto de vista histórico, é a decisão mais relevante sobre o assunto desde a Lei Áurea. Pela primeira vez o Estado brasileiro não se limita a punir o racismo, como se faz desde os anos 50, mas pretende tomar medidas efetivas para beneficiar a população negra e ajudá-la a vencer uma perversidade histórica. Sai de uma perspectiva formal para assumir as funções concretas de combater a desigualdade na vida cotidiana.

    A decisão mostrou, do ponto de vista político, um abismo entre nossa elite econômica e política e o conjunto do país.

    O STF uniu-se para defender as cotas. Ministros chamados conservadores e progressivas responderam, cada um à sua maneira, às alegações dos adversários das cotas.

    Embora tenha usufruído de um espaço imenso nos meios de comunicação, no placar do Supremo o combate às cotas ficou ainda menor do que o partido que a patrocinou, o DEM, cada vez mais insignificante na definição dos rumos do país. Mas um partido político pode ser desfeito, incorporado a outro, reformado e assim por diante.

    Mas o que faz uma elite que não consegue compreender para onde vai o país onde ocupa o topo da sociedade, dirige a economia e tem uma influencia importância na ação do Estado, mesmo que o governo não esteja nas mãos de seus representantes prediletos?

    Essa é a pergunta.

    Ficou claro que, do ponto de vista dos ministros, nos últimos anos o Brasil foi inundado por argumentos retóricos, falsas questões, ginásticas verbais e até teses desqualificadas demais para serem levadas a sério.

    Vários ministros ensinaram aos interessados que a principal tese contra as cotas – de que elas ameaçam a igualdade entre os cidadãos – é puro improviso jurídico.

    Para começar, vários grupos sociais diferenciados – mulheres, crianças, deficientes físicos – têm direito a preferências negadas aos demais. Ninguém, nunca, achou ruim.

    Vários ministros lembraram Ruy Barbosa, que ensinou que é preciso tratar os iguais com igualdade e os desiguais com desigualdade.

    Cezar Peluso explicou que só é possível falar em disputa pelo “mérito individual” para ingresso nas universidades públicas entre pessoas que competem em situação de igualdade ou pelo menos “assemelhada.”

    Marco Aurélio Mello disse que o combate às cotas se alimenta de uma visão preconceituosa da própria Constituição. Lembrou que dez anos de experiência com o sistema em nada contribuíram para transformar o Rio de Janeiro num estado “racialista”, um dos fantasmas originalíssimos dos adversários, que querem nos fazer acreditar que o racismo brasileiro iria início com as políticas de ação afirmativa – e não seria fruto de um passado perverso, onde a escravidão foi abolida sem que se tomassem medidas coerentes para integrar os negros ao conjunto da sociedade.

    Celso Mello lembrou que o país se libertava, naquela votação, do pensamento que havia criado a “ideia, ou mito, da democracia racial” de Gilberto Freyre, para aderir a visão do professor Florestan Fernandes, autor do clássico A Integração do Negro na Sociedade de Classes, e seu aluno, Fernando Henrique Cardoso.

    Celso Mello ainda homenageou uma militante aguerrida do movimento negro, Edna Roland, uma das principais ativistas no combate ao racismo.

    Mencionando ironicamente um fato ocorrido durante a ditadura militar, Celso Mello lembrou que, ao ser questionado em organismos internacionais sobre medidas que havia tomado para enfrentar a discriminação racial, o governo dos generais escreveu a seguinte resposta: “não há medidas a relatar porque não há discriminação racial no Brasil.”

    Essa feia realidade começou a se transformar em entulho após a decisão do Supremo.

    O Brasil está mudando e tem gente que não percebe. Vários ministros falaram sobre a necessidade de modificar e ajustar a política de cotas, em particular na forma que ela assumiu na Universidade de Brasília, que foi o foco do julgamento. Este é o debate para o futuro.

    A lição de ontem foi vencer o passado, mostrando que não é possível manter eternamente um sistema de opressão e preconceito que prejudica e humilha 51% dos brasileiros.

    Quem queria, de verdade, que a desigualdade fosse vencida por idéias clássicas que nunca foram implementadas – como escolas melhores nos bairros pobres — deve reconhecer que o tempo histórico para iniciativas convencionais já passou. Foram décadas e décadas de promessas jamais cumpridas.

    Também cabe perguntar: se as escolas públicas ficaram piores até mesmo em bairros de classe média, por que se deveria levar a sério a promessa de ocasião de que irão melhorar na periferia?

    Vamos combinar: seria até falta de respeito pedir aos cidadãos negros que aguardassem o tempo histórico de várias gerações em nome da promessa de que, um dia, seus bisnetos e tataretos quem sabe poderiam disputar um lugar ao sol como os demais brasileiros.

    Seria lhes pedir — olha o tamanho da indignidade — que aceitassem a posição subalterna por muitos e muitos anos ainda, concordassem com a cidadania de segunda classe em nome do conforto alheio. Em resumo: o que se queria é seguissem concordando com a própria discriminação.

    Isso é até possível sob uma ditadura. Mas é difícil sob uma democracia, onde os homens e mulheres não são iguais mas, a cada quatro anos, cada um vale um voto. Essa é, no fundo, a grande mensagem da votação. Quem não entendeu, não entendeu o país.

  24. Chesterton said

    Você se importa

    Chesterton, sobre as cotas eu penso mais ou menos como o Paulo Moreira Leite escreveu:

    chest- nem sei o que ele escreveu, mas esse sujeito tem o miolo mole. Escreve para a torcida.

    STF mostra abismo entre elite e o país

    chest(?) – isso é uma opinião.

    A decisão do Supremo sobre cotas marca um momento histórico. A mais alta corte de Justiça do país admitiu não só que existem brasileiros tratados como cidadãos de segunda classe, mas que eles têm direito a um tratamento especial para vencer a desigualdade.

    chest- os brancos passaram a ser tratados como cidadãos de segunda classe. O que ele quer dizer, mas não tem coragem de admitir, é que na verdade pensa que os negros são cidadãos de segunda classe, ele é racista.

    A votação unânime mostrou, do ponto de vista jurídico, que as cotas são um projeto compatível com a Constituição.

    chest- palavras tem significado, a constituição foi afrontada.

    Do ponto de vista histórico, é a decisão mais relevante sobre o assunto desde a Lei Áurea. Pela primeira vez o Estado brasileiro não se limita a punir o racismo, como se faz desde os anos 50, mas pretende tomar medidas efetivas para beneficiar a população negra e ajudá-la a vencer uma perversidade histórica.

    chest- vá ver como estão os negros na África, para saber se houve realmente prejuizo aos descendentes de escravos. Não esqueça do que disse Joe Frazil, boxeur negro ao chegar no Zaire: ” ainda bem que meu avô entrou naquele barco…”. De qualquer maneira, seguindo esse raciocínio, amarelos, italianos, indios, todos são descendenes de “injustiçados”.

    Sai de uma perspectiva formal para assumir as funções concretas de combater a desigualdade na vida cotidiana.

    chest- vai piorar a situação dos negros na vida cotidiana. Vão ter eternamente na testa que carregar a pecha de COTISTA. Já aconteceu em outros lugares do mundo. Você vai consultar um neuro-cirurgião negro sabendo que ele é médico cotista? E por aí vai.

    A decisão mostrou, do ponto de vista político, um abismo entre nossa elite econômica e política e o conjunto do país.

    chest- porque?

    O STF uniu-se para defender as cotas. Ministros chamados conservadores e progressivas responderam, cada um à sua maneira, às alegações dos adversários das cotas.

    chest- o STF usurpou a prerrogativa do legislativo e mudou a constituição.

    Embora tenha usufruído de um espaço imenso nos meios de comunicação, no placar do Supremo o combate às cotas ficou ainda menor do que o partido que a patrocinou, o DEM, cada vez mais insignificante na definição dos rumos do país. Mas um partido político pode ser desfeito, incorporado a outro, reformado e assim por diante.

    chest- não me preocupo com o DEM, mas com o principio. O que vai acontecer com essa lei é que nunca ninguem mais vai respeitar a opinião de um negro, muito menos ele. O resultado será desastroso, e aí tentarão (vão conseguir?) impor cotas nas carreiras, tantos negros aqui, tantos negros ali, vai ser um desastre e nem eles vão aguentar.

    Mas o que faz uma elite que não consegue compreender para onde vai o país onde ocupa o topo da sociedade, dirige a economia e tem uma influencia importância na ação do Estado, mesmo que o governo não esteja nas mãos de seus representantes prediletos?

    chest- esquece a elite, nós estamos bem e só podemos ganhar com as cotas, pois vamos intermediar o conflito. A questão é de princípio, o branco pobre vai ser fudido pelo negro rico junto com o negro pobre. Cotas são mais uma invenção esquerdoide fracassada.

    Essa é a pergunta.

    Ficou claro que, do ponto de vista dos ministros, nos últimos anos o Brasil foi inundado por argumentos retóricos, falsas questões, ginásticas verbais e até teses desqualificadas demais para serem levadas a sério.

    chest- é, tão pouco serio que acabou no STF. Foi derrotada, pois vivemos tempos interessantes de relativismo mora, subjetivismo epistemológico. É uma comédia para quem entende. Sai cara, mas quem se fode é o povão não melanodérmico.

    Vários ministros ensinaram aos interessados que a principal tese contra as cotas – de que elas ameaçam a igualdade entre os cidadãos – é puro improviso jurídico.

    chest- ai, o oposto é o contrario, e você vai viver para testemunhar isso.

    Para começar, vários grupos sociais diferenciados – mulheres, crianças, deficientes físicos – têm direito a preferências negadas aos demais. Ninguém, nunca, achou ruim.

    chest- então os negros são uns maricas infantis e fisicamente e intelectualmente incapacitados. Você tem noção da barbaridade que este jornalista acabou de escrever? Mas é justamente assim que eles vão se sentir. E pior, se der certo estará provado que os negros são seres inferiores aos demais humanos. É um jogo de cartas marcadas para fuder com os negros brasileiros o século 21 inteiro.

    Vários ministros lembraram Ruy Barbosa, que ensinou que é preciso tratar os iguais com igualdade e os desiguais com desigualdade.

    chest- então os negros são inerentemente inferiores. Já estou com pena e acho que eles precisam de compaixão(ai, ai).

    Cezar Peluso explicou que só é possível falar em disputa pelo “mérito individual” para ingresso nas universidades públicas entre pessoas que competem em situação de igualdade ou pelo menos “assemelhada.”

    chest- e há alguma lei que proiba negros de estudarem e de se inscreverem no vestibular? Não, há mais de 100 anos não há. Agora, se os negros são pobres e por isso não podem estudar como queriam, lembre-se que há muito mais pobres que negros no pais. Porque esqueceram deles? Porque esta é uma agenda política, é de propósito para transformar os negros todos num rebanho dependente de favores do estado. Como surgirá uma liderança empresarial num grupo desses? Nunca, vão ser eternos servidores servis do estado.

    Marco Aurélio Mello disse que o combate às cotas se alimenta de uma visão preconceituosa da própria Constituição. Lembrou que dez anos de experiência com o sistema em nada contribuíram para transformar o Rio de Janeiro num estado “racialista”, um dos fantasmas originalíssimos dos adversários, que querem nos fazer acreditar que o racismo brasileiro iria início com as políticas de ação afirmativa – e não seria fruto de um passado perverso, onde a escravidão foi abolida sem que se tomassem medidas coerentes para integrar os negros ao conjunto da sociedade.

    chest- simplesmente os negros cotistas não apareceram formados. Onde estão? Sentados em cima de um diploma inútil que não lheS adianta para nada? Você tem que entender que hoje em dia diploma universitario não é garantia de nada, o mercado exige competencia, e crianças covardes , afeminadas, inseguras e mentalmente incapacitadas (foi ele que fez a comparação) não se tornam competentes por decreto.

    Celso Mello lembrou que o país se libertava, naquela votação, do pensamento que havia criado a “ideia, ou mito, da democracia racial” de Gilberto Freyre, para aderir a visão do professor Florestan Fernandes, autor do clássico A Integração do Negro na Sociedade de Classes, e seu aluno, Fernando Henrique Cardoso.

    chest- claro, o STF inventou a tirania racial…ai, ai, ai

    Celso Mello ainda homenageou uma militante aguerrida do movimento negro, Edna Roland, uma das principais ativistas no combate ao racismo.

    chest- deve estar se virando no túmulo.

    Mencionando ironicamente um fato ocorrido durante a ditadura militar, Celso Mello lembrou que, ao ser questionado em organismos internacionais sobre medidas que havia tomado para enfrentar a discriminação racial, o governo dos generais escreveu a seguinte resposta: “não há medidas a relatar porque não há discriminação racial no Brasil.”

    chest- exato, hoje temos leis raciais no país, como na Africa do Sul teve, como a Alemanha nazista teve.

    Essa feia realidade começou a se transformar em entulho após a decisão do Supremo.

    chest- acha feio espera para ver daqui para frente…

    O Brasil está mudando e tem gente que não percebe. Vários ministros falaram sobre a necessidade de modificar e ajustar a política de cotas, em particular na forma que ela assumiu na Universidade de Brasília, que foi o foco do julgamento. Este é o debate para o futuro.

    chest- o Brasil definitivamente está mudado, mas é para melhor?

    A lição de ontem foi vencer o passado, mostrando que não é possível manter eternamente um sistema de opressão e preconceito que prejudica e humilha 51% dos brasileiros.

    chest- mentira, os negros mais os pardos podem fazer 51% (41,4% se autodeclararam brancos, 46,2%, pardos e 9,9%, pretos. A soma dos dois últimos dá 56,1% de negros – uma virada sem precedentes na história. ULTIMO CENSO segundo a revista raça Brasil). quer dize, ele uma hora fala de negros, outra de pretos, pardos +pretos = negros, aí chega na hora quem decide se o pardo é suficientemente negro para ser cotista. Ora, os brancos se não mais puderem entrar em universidades publicas vão arrumar outra maneira de continuar ricos, pois como salientou PML, os negros são infantis, afeminados, inseguros e mentalmente deficientes.

    Quem queria, de verdade, que a desigualdade fosse vencida por idéias clássicas que nunca foram implementadas – como escolas melhores nos bairros pobres — deve reconhecer que o tempo histórico para iniciativas convencionais já passou. Foram décadas e décadas de promessas jamais cumpridas.

    chest- o que tinha que ser feito não foi feito e aí PML at caterva resolve cagar tudo de uma vez. Não existe maneira de subir na vida honestamente sem competencia e esforço. O famoso jeitinho braisleiro aparece para que os governantes não façam o que tem que ser feito. Este STF cairá no lixo da história, guarde bem isso.

    Também cabe perguntar: se as escolas públicas ficaram piores até mesmo em bairros de classe média, por que se deveria levar a sério a promessa de ocasião de que irão melhorar na periferia?

    chest- meu Deus, esse cara não conhece causa e consequencia.

    Vamos combinar: seria até falta de respeito pedir aos cidadãos negros que aguardassem o tempo histórico de várias gerações em nome da promessa de que, um dia, seus bisnetos e tataretos quem sabe poderiam disputar um lugar ao sol como os demais brasileiros.

    chest- eles podem disputar , e disputaram e venceram desde a lei Áurea. E agora, não mais podem disputar, pois acabou a disputa, eles passaram na frente sem disputar. Espero que não se tornem motoristas de taxi com diploma de engenheiro debaixo do braço, pois assim como muito brasileiro sai da escola analfabeto, pode ocorrer de alunos negros sairem despreparados da faculdade que entraram sem competir.

    Seria lhes pedir — olha o tamanho da indignidade — que aceitassem a posição subalterna por muitos e muitos anos ainda, concordassem com a cidadania de segunda classe em nome do conforto alheio. Em resumo: o que se queria é seguissem concordando com a própria discriminação.

    chest- que indignidade, o que meu anestesista e meu sócio vão pensar disso, que são de segunda classe? Certamente não, pois provaram o que tinham que provar.

    Isso é até possível sob uma ditadura. Mas é difícil sob uma democracia, onde os homens e mulheres não são iguais mas, a cada quatro anos, cada um vale um voto. Essa é, no fundo, a grande mensagem da votação. Quem não entendeu, não entendeu o país.

    chest- claro que entendemos, não concordamos, e nem seremos prejudicados, porque na minha casa quanto maior a dificuldade, melhor o gosto da vitória. Que não deverá ser tão difícil competindo (rs) com, segundo a descrição de PML, concorrentes inseguros, efeminados, mental e fisicamente deficientes e por acaso com excesso de melanina na pele.

    Otto, quer apostar que logo logo o xingamento COTISTA! será crime? O país mudou, para pior, na ditadura do politicamente correto (não se pode falar que o rei está nu, lembra da historia?) que na prática prejudica quem quer ajudar. Boa sorte a todos nós.

  25. Patriarca da Paciência said

    Por unanimidade os ministros do STF DECIDIRAM que as cotas para universidades são CONSTITUCIONAIS.

    Se o Reinaldinho Cabeção, se o Chesterton, se a Sra. BESTA, acham que o STF está errado, então que mudem a CONSTITUIÇÃO, ou troquem todos os ministros do STF. Outra alternativa seria aprender a aceitar o sistema democrático, mas isso é impossível para certos “seres superiores”.

    Há ainda uma outra alternativa – aprovem uma emenda CONSTITUCIONAL onde fique escrito claramente que negros não podem entrar nas universidades através de COTAS.

  26. Patriarca da Paciência said

    Para mim o voto unânime do STF etá mais que claro:

    “Para começar, vários grupos sociais diferenciados – mulheres, crianças, deficientes físicos – têm direito a preferências negadas aos demais. Ninguém, nunca, achou ruim.

    Vários ministros lembraram Ruy Barbosa, que ensinou que é preciso tratar os iguais com igualdade e os desiguais com desigualdade.”

    Será que os “seres superiores” são capazes entender isto?

  27. Chesterton said

    será que os seres inferiores sabem que desse jeito o abismo social vai aumentar em vez de diminuir?

  28. Patriarca da Paciência said

    Os “seres superiores”, ou seja, os 4% de leitores da revista Veja, são mesmo grandes sabichões. Sabem até falar em “abismo social”.

  29. Patriarca da Paciência said

    Ô Chesterton,

    certa vez o Tim Maia se tornou o papa de uma religião denominada “Racional Superior”. Por acaso você não é algum papa de uma nova religião denominada “Seres Superiores”?

  30. Elias said

    Agora, que começou a vazadeira de gravações da PF, com as conversas do famoso jornalista-professor Cachoeira, o verdadeiro editor da revista Veja, uma turminha aqui vai postar, desesperadamente, comentários sobre o presídio da família Castro.

    Acho melhor esse pessoal escrever pros professores-doutores Coisa Ruim, Praga de Mãe e Cara de Cavalo, membros do Conselho Editorial da Veja, pra que a revista faça umas reportagens especiais sobre a Venezuela (único país do mundo governado pelo PSOL), e sobre a Bolívia (onde o PSOL governa em coligação com o PSTU).

    Talvez isso desvie a atenção das pessoas…

    Se não der certo, sugiro uma reportagem de capa sobre a Albânia do tempo do Enver Hodja, quando aquele país ganhou o penta campeonato de “País mais chato do mundo”, porque, lá, naquela época, todo mundo era obrigado a se filiar ao PC do B. (se, então, o Aldo não fosse apenas um estudante que amava Marx, Stalin e Enver Hodja, talvez ele se dispusesse a fazer um Código Florestal pra Albânia, autorizando a derrubar as árvores das praças do país, mas — vejam bem! — só se essas árvores estivessem a pelo menos 40 centímetros distantes das margens do Rio Jordão…).

    Se nada disso der certo, e as pessoas continuarem lendo as gravações das conversas sobre a quadr…, digo, sobre a equipe de marg…, digo, de jornalistas da Veja, sinceramente, não sei mais o que recomendar aos Civita…

    Talvez eles devam mandar o consigl…, digo, o assessor jurídico Tom Hagen, pra buscar apoio junto aos hermanos Rosatto…

  31. Elias said

    Interessantes as ressalvas em alguns blogs.

    Mais ou menos assim:

    “Nos textos a seguir, transcritos de gravações realizadas pela Polícia Federal, uma pessoa é citada como “PJ” e/ou “Poli”, cujo e-mail é ou era “pjjunior@abril”. Para todos os fins e efeitos da lei, este blog declara expressamente que não afirma nem tem como afirmar, sem sombra de dúvida, que referida pessoa é o jornalista Policarpo Júnior, editor-chefe da revista “Veja”, publicada pela Editora Abril.”

    Claro! É isso mesmo! Se o cara é citado como “PJ” e/ou “Poli”, e o e-mail dele é ou era “pjunior@abril”, como afirmar que se trata do Policarpo Júnior, editor-chefe da revista “Veja”, publicada pela Editora Abril?

    Se o cara é citado como “PJ” e/ou “Poli”, e o e-mail dele é ou era “pjunior@abril”, é muito mais provável que ele seja o nosso companheiro Roberto Marinho, gerente do jornal “Voz da Unidade”, sucursal do além-túmulo…

    Nada a ver com a Editora Abril, portanto.

    Além disso, todos sabem que o verdadeiro editor-chefe da revista “Veja” é o jornalista-professor Cachoeira…

  32. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Petralhotários como V.Ex.ª sempre fazem uma confusão danada.

    “Para começar, vários grupos sociais diferenciados – mulheres, crianças, deficientes físicos – têm direito a preferências negadas aos demais. Ninguém, nunca, achou ruim.” (Pau Mo Le)

    É claro que a própria Constituição brasileira abriga o fundamento da Discriminação Positiva e que esta já se encontra presente numa porção de leis (Mulheres, Crianças, Idosos e Deficientes Físicos, neste caso)
    Quando, no entanto, esse tipo de política solapa direitos de terceiros — E NÃO PRIVILÉGIOS —, estamos é diante da Discriminação Negativa mesmo, apenas com outra roupagem ou, se quiserem, com outra cor de pele.

    Ignorancia e má fé é uma merda.Ler a BESTA dá nisso.

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  33. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Petralhotários sempre fazem uma confusão danada.

    “Discurso anti-imprensa ‘perde força’, diz Alvaro Dias
    Vazamento do inquérito da operação Monte Carlo derruba tese dos que pretendiam usar a CPI do Cachoeira para atacar o jornalismo investigativo

    Por Gabriel Castro

    O vazamento do inquérito da operação Monte Carlo comprova que o suposto conluio entre a imprensa e a quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira nunca passou de uma invenção de grupos hostis à liberdade de expressão – o que inclui setores do PT e seus aliados. A íntegra das investigações reforça o óbvio: o jornalismo investigativo cumpriu o seu papel sem se sujeitar à máfia.

    Em um dos trechos interceptados pela Polícia Federal, o senador Demóstenes Torres diz a Cachoeira que tentará esvaziar os efeitos de uma reportagem de VEJA sobre a empresa Delta, publicada há cerca de um ano. O senador diz que o assunto vai esquentar no Congresso. Afirma que alguns colegas, como Alvaro Dias (PSDB-PR), já tentavam levar os representantes da construtora para falar ao Congresso.

    O trecho revela que a quadrilha e seu mais fiel aliado político foram atingidos pela denúncia contra a companhia, que atuava como um braço da máfia, e tentaram minimizar o estrago e esvaziar o discurso da própria oposição. Em uma segunda conversa, dias depois, Demóstenes afirma ter cumprido o objetivo. Eis a transcricão feita pela Polícia Federal: “Ah num deu em nada não cê viu né? Eu arrumei um… uma maneira de fragilizar o discurso”.

    O senador Alvaro Dias afirmou neste sábado ao site de VEJA que as revelações do inquérito devem amenizar o ímpeto dos parlamentares que pretendiam usar a CPI do Cachoeira para agredir a imprensa: “Agora esse discurso perde força. Mas que houve uma tentativa de avançar sobre a imprensa, houve”. Ele chama de “fascista” a ofensiva sobre os meios de comunicação e diz que a explicação para o rancor está clara: “São os adeptdos do mensalão tentando se vingar dos algozes deles”.

    Líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR) também acredita que o vazamento do inquérito deve colaborar para desmoralizar o discurso anti-imprensa. “Da nossa parte, isso não vai prosperar. É um vezo autoritário, uma tentativa de constranger o jornalismo investigativo”, afirma. O parlamentar diz que os ataques aos meios de comunicação são uma tentativa de tirar o foco do essencial: as ramificações políticas da quadrilha de Cachoeira.

    Jogo duplo – Na conversa com o contraventor, Demóstenes revelou preocupação com a cobrança feita pelos oposicionistas depois da reportagem de VEJA: “Estou te ligando por isso, avisar o pessoal que está todo mundo em cima, Alvaro Dias, não sei que…”

    Mencionado na conversa, o senador Alvaro Dias conta que, na época, a estratégia de Demóstenes não ficou clara. Mas ele diz ter notado, mais de uma vez, um comportamento intrigante no colega: “Ele avançava e recuava. Batia onde podia e recuava em outras situações. Agora é que a gente começa a entender”, diz ele.

    Leia mais:
    Reinaldo Azevedo: Demóstenes tentou abafar apuração sobre a Delta
    Entrevista: ‘Ele é um leão enjaulado’, diz mulher de Cachoeira”

    ***
    Ignorancia e má fé é uma merda.
    Ler a BESTA ( ou o J.E.G jornalistas da esgotosfera governista dá nisso).

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª

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  34. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Petralhotários sempre fazem uma confusão danada.
    Ler a BESTA ( ou o J.E.G jornalistas da esgotosfera governista dá nisso).
    Para aprender e entender V.Ex.ª deveria ler o editorial do Estadão. Impecável!

    Justiça com lentes coloridas
    28 de abril de 2012 | 3h 08
    O Estado de S.Paulo

    A discriminação racial no Brasil é constitucional, segundo decidiram por unanimidade os ministros do Supremo Tribunal (STF), num julgamento sobre a adoção de cotas para negros e pardos nas universidades públicas. Com base numa notável mistura de argumentos verdadeiros e falsos, eles aprovaram a reserva de vagas para estudantes selecionados com base na cor da pele ou, mais precisamente, na cor ou origem étnica declarada pelo interessado. Mesmo enfeitada com rótulos politicamente corretos e apresentada como “correção de desigualdades sociais”, essa decisão é obviamente discriminatória e converte a raça em critério de ação governamental. Para os juízes, a desigualdade mais importante é a racial, não a econômica, embora eles mal distingam uma da outra.

    O ministro Cezar Peluso mencionou as diferenças de oportunidades oferecidas a diferentes grupos de estudantes. Com isso, chamou a atenção para um dos maiores obstáculos à concretização dos ideais de justiça. Todos os juízes, de alguma forma, tocaram nesse ponto ou dele se aproximaram. Estabeleceram, portanto, uma premissa relevante para o debate sobre a formação de uma sociedade justa e compatível com os valores da democracia liberal, mas perderam-se ao formular as conclusões.

    O ministro Joaquim Barbosa referiu-se à política de cotas como forma de combater “a discriminação de fato”, “absolutamente enraizada”, segundo ele, na sociedade. Mas como se manifesta a discriminação? Candidatos são reprovados no vestibular por causa da cor? E os barrados em etapas escolares anteriores? Também foram vítimas de racismo?

    A ministra Rosa Weber foi além. “A disparidade racial”, disse ela, “é flagrante na sociedade brasileira.” “A pobreza tem cor no Brasil: negra, mestiça, amarela“, acrescentou. A intrigante referência à cor amarela poderia valer uma discussão, mas o ponto essencial é outro. Só essas cores identificam a pobreza no Brasil? Não há pobres de coloração diferente? Ou a ministra tem dificuldades com a correspondência de conjuntos ou ela considera desimportante a pobreza não-negra, não-mestiça e não-amarela.

    Mas seus problemas lógicos são mais amplos. Depois de estabelecer uma correspondência entre cor e pobreza, ela mesma desqualificou a diferença econômica como fator relevante. “Se os negros não chegam à universidade, por óbvio não compartilham com igualdade das mesmas chances dos brancos.” E concluiu: “Não parece razoável reduzir a desigualdade social brasileira ao critério econômico”. A afirmação seria mais digna de consideração se fosse acompanhada de algum argumento. Mas não é. O fator não econômico e estritamente racial nunca foi esclarecido na exposição da ministra nem nos votos de seus colegas.

    Nenhum deles mostrou com suficiente clareza como se manifesta a discriminação no acesso à universidade ou, mais geralmente, no acesso à educação. O ministro Celso de Mello citou sua experiência numa escola pública americana sujeita à segregação. Lembrou também a separação racial nos ônibus escolares nos Estados Unidos. Seria um argumento esclarecedor se esse tipo de segregação – especificamente racial – fosse no Brasil tão normal e decisivo quanto o foi nos Estados Unidos.

    Talvez haja bons argumentos a favor da discriminação politicamente correta defendida pelos juízes do STF, mas nenhum desses foi apresentado. Brancos pobres também têm dificuldade de acesso à universidade, mas seu problema foi menosprezado.

    Se um negro ou pardo com nota insuficiente é considerado capaz de cursar com proveito uma escola superior, a mesma hipótese deveria valer para qualquer outro estudante. Mas não vale. Talvez esse branco pobre também deva pagar pelos “danos pretéritos perpetrados por nossos antepassados”. Justíssimo?

    Como suas excelências poderão ser envolvidas em outras questões de política educacional, talvez devam dar uma espiada nos censos. Os funis mais importantes e socialmente mais danosos não estão na universidade, mas nos níveis fundamental e médio. Países emergentes bem-sucedidos na redução de desigualdades deram atenção prioritária a esse problema. O resto é demagogia.

    ***
    Ignorancia e má fé é uma merda.
    Ler a BESTA ( ou o J.E.G jornalistas da esgotosfera governista dá nisso).

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª

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  35. Patriarca da Paciência said

    Cara Sra. Besta,

    “Vários ministros lembraram Ruy Barbosa, que ensinou que é preciso tratar os iguais com igualdade e os desiguais com desigualdade.”

    Como se pode ver, os ministros do STF ilustraram seu voto com Ruy Barbosa. Vossa Bestialidade sempre ler o Reinaldinho Cabeção para saber no que anda pensando.

    Sinceramente e tranquilamente eu fico com os ministros do STF e com Ruy Barbosa.

  36. Patriarca da Paciência said

    “Documentos do STF vazados na web ligam, definitivamente, Policarpo Jr. e a Veja ao crime organizado por Cachoeira e Demóstenes”

    http://limpinhocheiroso.blogspot.com.br/2012/04/documentos-do-stf-vazados-na-web-ligam.html

  37. Patriarca da Paciência said

    Está definitivamente provada a associação: Demóstenes, Carlinhos Cachoeira e Veja na espionagem do José Dirceu:

    http://esquerdopata.blogspot.com.br/2012/04/cachoeira-de-lama-cachoeira-arrumou.html

  38. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Petralhotários sempre fazem uma confusão danada.

    “Vários ministros lembraram Ruy Barbosa, que ensinou que é preciso tratar os iguais com igualdade e os desiguais com desigualdade.”

    V.Ex.ª não entendeu a frase de Ruy Barbosa e nem leu o editorial do Estadão.
    Ter nascido com cor de pele diferente não se transforma em PRIVILÉGIO. Não transforma ninguém em ser inferior que como tal precisam da proteção do Estado.
    Mas o STF disse que sim.
    Disse que os não brancos de pele, devem ser tratados como seres inferiores ( “desiguais” como se referiu Ruy Barbosa) e precisam de uma “muleta” na legislação que ainda não foi elaborada, porque fazer leis é função do Legislativo e não do Judiciário.
    Mas V.Ex.ª concorda, sem pestanejar. Ruy Barbosa deve ter se revirado no túmulo ao escutar o STF usá-lo para fazer o contrário.

    Brancos pobres serão preteridos na hora da seleção do vestibular das universidades que aderirem ao sistema de “cotas raciais”.
    Como numa democracia ninguem ninguém é obrigado a nada senão em virtude da Lei, a manifestação do STF ão mudou nada, apenas disse que não é ilegal desrespeitar uma das cláusulas pétras da Constituição artigo 5o. Todos são iguais perante a Lei, menos os de etnia negra ou mestiços.
    A discriminação positiva só é aplicada para mulheres, crianças, idosos, indígenas e deficientes físicos. Isso é Lei.
    A Constituição. O STF incluiu os não brancos entre os grupos sociais acima. Decidiu contra a Constituição.O Judiciário não faz leis
    que são função do Legislativo.
    Os cidadãos brasileiros de pele não branca passarão a serem tratados como seres inferiores, como V.Ex.ª os considera (conforme o STF acatou a tese) e precisam da proteção do Estado.
    Discriminar cidadãos brasileiros pela cor da pele É RACISMO. O STF oficializou o racismo.
    E Tribunais Raciais que irão determinar que merece a vaga baseado na cor da pele declarada pelo candidato.
    O filho de uma casal mestiço e pobre que por questões genéticas nasce com pele mais clara será preterido pelo outro candidato de pele mais escura. Racismo.
    V.Ex.ª é racista?
    Se é admita.SAIA DO ARMÁRIO, rascista asqueroso.

    Se não é …pensa bem na asneiras que aqui escreveu.
    Só existe uma raça- a Humana. Etnias são várias e não devem ser objeto de discriminação positiva ou negativa.
    Somos todos iguais.
    Embora eu considere V.Ex.ª uma anta petralhotária.
    Uma sub-etnia do grupo social dos petralhas.

    P.S. V.Ex.ª continua a me confundir com a Sra. sua mãe (chamado-me pelo apelido íntimo familiar
    com que trata aquela santa senhora- D. Besta).
    Tenha mais respeito por sua mãe, idiota solteirão.
    ***
    Ignorancia e má fé é uma merda.
    Ler a BESTA ( ou o J.E.G jornalistas da esgotosfera governista, dá nisso).

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª

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  39. Otto said

    Sobre o tiozinho histérico.
    Do Portal 247:

    28 de Abril de 2012 às 16:40

    247 – Não deve ser fácil ser Reinaldo Azevedo nos dias de hoje. A antiga referência moral no Congresso, Demóstenes Torres (sem partido/GO), é uma monstruosidade. Quem o levou para a Abril, Mario Sabino, caiu em desgraça. O amigo Diogo Mainardi refugia-se na Itália. E a defesa apaixonada da casa perde credibilidade a cada dia.

    Num texto postado neste sábado, ele pinça um ponto do inquérito vazado pelo 247 para “provar” a independência de Veja em relação a Carlos Cachoeira. É um diálogo em que o bicheiro comenta com Demóstenes erros de um matéria publicada por Veja sobre a Delta – o principal erro seria o vínculo da construtora com José Dirceu. “Não tem essa ligação com o Zé Dirceu”, diz Cachoeira, que, na conversa com Demóstenes, sugere ações para abafar o impacto da reportagem (leia aqui o texto completo de Reinaldo).

    O fato de Cachoeira ter ficado contrariado com uma reportagem, no contexto de uma parceria editorial que durou mais de uma década, foi a tábua de salvação à qual Reinaldo se agarrou.

    Ocorre que o inquérito vazado ontem já revelou que, em vários momentos, Veja trabalhou em defesa dos interesses do bicheiro. Como quando Cachoeira se vangloriou de “colocar no r…” de Luiz Pagot. Ou quando discutiu com Demóstenes como “f… um secretário”, valendo-se dos préstimos de “Poli”, o jornalista Policarpo Júnior. Ou ainda quando planejou a reportagem de capa sobre os encontros de figuras petistas no hotel Naoum (leia mais aqui). Há até o episódio em que o bicheiro discute com Cláudio Abreu se uma nota de seu interesse deve ser publicada na coluna Radar, de Lauro Jardim, ou na revista impressa. Sim, Cachoeira era uma espécie de “editor at large” da publicação.

    O fato de uma reportagem ter desagradado a este “editor” não significa que ele não tenha emplacado uma série de outras – como já ficou amplamente demonstrado. E que não atendiam ao interesse público, mas sim ao interesse privado de um dos maiores contraventores que o Brasil já conheceu.

    Em sua reflexão sobre ética jornalística, Eurípedes Alcântara diz que o critério de Veja na relação com fontes criminosas é baseado na avaliação de que a publicação de uma notícia deve sempre contribuir para reduzir o raio de ação de corruptos. Tendo Veja como aliada, Cachoeira deixou de ser um personagem menor de Goiás para dominar boa parte do País e se tornar até sócio de empreiteira.

    Reinaldo, que denuncia a ação de obscurantistas contra a liberdade de expressão, tem se esforçado muito. Mas seu poder de convencimento é cada vez menor. Até porque a Inglaterra, um país livre, já demonstrou que o debate sobre métodos dos meios de comunicação é salutar. Em vez de solapar, aprofunda a democracia.

  40. Patriarca da Paciência said

    Sra. BESTA,

    vou me dar ao trabalho de respondê-la novamente , embora rapidamente.

    Não vejo como, onde ou o porquê de um EDITORIAL do Estadinho, o qual já declarou apoio formal ao José Serra, ter mais credibilidade do que o voto de 10 ministros do STF.

    Só mesmo na cabeça de Vossa Bestialidade.

  41. Michelle de Souza Malone said

    ooday everyone

    Petralhotários sempre fazem uma confusão danada.Duvida?
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª, o babaca.

    “Está definitivamente provada a associação: Demóstenes, Carlinhos Cachoeira e Veja na espionagem do José Dirceu”

    Está provado o que? Ó antas petralhotárias.

    que a Veja obteve uma fita supostamente entregue pelo contraventor a um jornalista
    da Veja sobre atividades estranhas do ZD e a tornou pública.
    Supostamente ó anta, porque as palavras o grampo do Cachoeira podem ser mentira.
    Como Cavendish, ao se ridicularizar, dizendo que estava apenas “bravateando” com seus ex sócios ao afirmar que era muito fácil comprar políticos e Brasília.E já tinha comprado.
    Lula já disse, ao se ridicularizar, que o Mensalão não existiu.
    Lula disse ter se sentido traído …por “algo que não existiu”.
    O mentiroso ex-presidente nem senso de lógica demonstra e se acha o máximo. E V.Ex.ª o adora caninamente.

    Para V.Ex.ª e demais idiotas, tudo o que Cachoeira falou era a mais pura verdade?
    Se acredita que sim, eu sugiro suspender a medicação e aguardar a consulta com o veterinário.
    Se não, parae de falara asneiras.

    Algum dia V.Ex.ª já se perguntou por que o ZD estava se encontrando com ministros, políticos e até o presidente da Petrobrás num quarto de hotel?
    Por que não num restaurante ou até “num boteco da esquina”, se afinal nada havia a esconder?
    E por que não noticiar no site do partido… com orgulho?
    Reunião de líderes do partido discutindo futuros rumos do PT. Um baita lead de artigo.
    Por que esconder algo inocente e produtivo?
    Essas coisas não passam pela cabeça dos petralhotários, porque afinal das contas, o ZD ( o chefe da organização criminosa)
    pode fazer o que quiser (escondido) que nenhum petralha ficará desconfiado.

    V.Ex.ª perdeu (se alguma vez teve) o senso de ridículo, uma vez o senso de lógica já havia perdido anos atrás, ao nascer.
    D. Besta, aquela santa, não é culpada.
    ***
    Ignorância e má fé é uma merda.
    Ler a BESTA ( ou o J.E.G jornalistas da esgotosfera governista, dá nisso).

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª, o babaca.

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  42. Michelle de Souza Malone said

    (continua)

    Petralhotários sempre fazem uma confusão danada.Duvida?
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª, o babaca.

    “Não vejo como, onde ou o porquê de um EDITORIAL do Estadinho, o qual já declarou apoio formal ao José Serra, ter mais credibilidade do que o voto de 10 ministros do STF.”

    Desde quando um jornal declarar apoio formal a um candidato à presidente é crime? Ó anta petralhotária.
    Vou cobrar essas suas asneiras cabeludas durante e depois do julgamento do Mensalão.
    Aquele que não existiu. Lula disse ter se sentido traído …por “algo que não existiu”.
    O mentiroso ex-presidente nem senso de lógica demonstra e se acha o máximo.
    E V.Ex.ª o adora caninamente.
    Abana feliz o rabo diante da figura.

    ***
    Ignorância e má fé é uma merda.
    Ler a BESTA ( ou o J.E.G jornalistas da esgotosfera governista, dá nisso).

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª, o babaca.

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  43. Otto said

    Para quem ainda tinha dúvida sobre a relação da Veja com o esquema Cachoeira:

    “Vamos facilitar a vida dos jornalistas, expremidos entre a escassez de “fontes” e/ou condenados a liberdade de concordar com o seu patrão ou perder o emprego. Abaixo apresento todas as gravações transcritas que comprovam o envolvimento criminoso, ou no mínimo suspeito, da revista Veja com a quadrilha de Carlinhos Cachoeira retirados do inquérito do STF. Disponível na íntegra em http://migre.me/8RUQy.”

    Leiam o restante aqui:

    http://margemesquerda.blogspot.com.br/2012/04/quadrilha-veja-cachoeira-em-provas.html

  44. Otto said

    Michelle:

    lamentavelmente eu ainda não vi NENHUM médico negro.

    Se 51% da população brasileira é negra ou parda, cadê os 51% de médicos e médicas negros e/ou pardos?

    Bom: vamos para outras averiguações. Quantos coronéis negros vocês conhecem? E juízes? E mega-empresários?
    Sim, um ou outro vocês conhecem, puxando pela memória a gente se lembra de um. Mas estes representam a proporcionalidade de negros na sociedade?

    Bom, eu estudei na PUC de Curitiba. Ao lado dela há uma favela. Caminhando por ela você que mais da metade das pessoas são negras ou mestiças. Aí você atravessa a ponte e entra na Universidade. É como se você tivesse saído do Caribe e entrado num país escandinavo.
    Se no setor de Humanas você ainda via uma pessoa mais escurinha, nos setores de Exatas ou Biomédicas aí não tinha ninguém com mais melanina na pele. Ninguém. Salvo os seguranças e as encarregadas da limpeza.
    Michelle, você poderia me explicar esta discrepância?

  45. Chesterton said

    Otto, vá para a Bahia. mas, de acordo com a nova lei, há vagas para médicos negros (futuros) mas faculdades publicas brasileiras. Logo, logo, você terá a oportunidade de ser atendido por médicos negros que tiveram sua carreira facilitada, e se formaram sem mérito completo. Não enha vergonha se em seu diploma estiver escrito COTISTA.

  46. Otto said

    Chesterton:

    Alunos cotistas costumam ter notas superiores a alunos não-cotistas. Uma coisa é entrar na faculdade. Outra coisa é se formar.
    Agora, que mérito tem um cara que passou no vestibular estudando nas melhores escolas, fazendo os melhores cursinhos, sem precisar trabalhar, tendo um quarto só para si para estudar? Não tem mais mérito alguém que passou tendo que associar estudo com trabalho, dando um duro, pegando ônibus na chuva, morando a duas horas do trabalho, numa rua mal iluminada?
    Que ideia esdrúxula você tem de mérito? Que mérito tem alguém que vence uma corrida se ele saiu cem metros a frente?
    Você sabe que os negros, por conta do racismo, conseguem os piores empregos, recebem menos que os brancos, logo seus filhos, que muitas vezes precisam começar a trabalhar desde a adolescência, e estudam em escolas piores, não poderão competir com os outros em iguais condições. Fora isso, o Brasil tem uma dívida histórica com negros e índios.

  47. Patriarca da Paciência said

    “Agora, que mérito tem um cara que passou no vestibular estudando nas melhores escolas, fazendo os melhores cursinhos, sem precisar trabalhar, tendo um quarto só para si para estudar? Não tem mais mérito alguém que passou tendo que associar estudo com trabalho, dando um duro, pegando ônibus na chuva, morando a duas horas do trabalho, numa rua mal iluminada?
    Que ideia esdrúxula você tem de mérito? Que mérito tem alguém que vence uma corrida se ele saiu cem metros a frente?”

    É isso aí, meu caro Otto, mas as cabeças de certas pessoas são mesmo impenetráveis.

    E quanto à Veja, durante uma década soube de todas “transações” do Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres e nada denunciou.

    Cúmplice ou sócia?

  48. Patriarca da Paciência said

    Sra. BESTA,

    EDITORIAL significa a opinião do editor, então, se o editor tem um partido, é algo essencialmente partidário.

    Voto de ministro do STF significa julgamento, então, já que todos tem como finalidade a justa sentença, é algo essencialmente técnico.

    Mas será que Vossa Bestialidade entende a diferença?

  49. Chesterton said

    Alunos cotistas costumam ter notas superiores a alunos não-cotistas.

    chest- então tá, o cara é um genio que só não consegue nota no vestibular. Ora, se assim fosse não precisava de cota. Claro que na disciplina “Teatro de Vanguarda!”, Geografia da Dominação” ele spodem se dar bem, mas quero ver é matemática e física.

  50. Otto said

    Chesterton:

    “então tá, o cara é um genio que só não consegue nota no vestibular. Ora, se assim fosse não precisava de cota.”

    Claro, durante o ensino médio, o futuro aluno cotista está, além de estudando (e em escola pública), trabalhando, ao passo que o outro, além de estudar em escola de ponta, não trabalha.
    Agora, quando os dois vão estudar na mesma faculdade, a coisa muda de figura.

    Deu pra entender?

    O resto é preconceito e racismo.

  51. Chesterton said

    Então dar por lei a preferencia a brancos em universidades na Africa do Sul não era racismo? Explique-me seu principio!

  52. Pax said

    Prezados,

    Continuo achando que colocaram Dilma numa tremenda sinuca de bico.

    A tal base traír… digo, aliada, fez deste episódio do estropício do novo Código Florestal, produzido por nosso mutante comunista / representante de grandes produtores rurais desmatadores, uma cavalo de batalha para forçar a presidente a ceder mais e mais dos cargos e cofres públicos.

    De outro lado, se oscultarmos a sociedade, o povo, bravo povo brasileiro, veremos que este está com a cabeça bem melhor formada sobre a questão. Já são décadas de formação de uma nova consciência ambiental, só rejeitada por uma extrema direita que nega os perigos que caminhos insustentáveis trazem ao planeta.

    Mais que somente perigos. Já temos situações concretas em que as agressões ao Meio Ambiente causam inviabilidade e danos irreversíveis com os quais teremos que lidar daqui em diante.

    E agora?

    Bem, agora Dilma tem que vetar todo o novo código, ou partes deste. Caso não o faça, não só perderá boa parte do apoio que recebe dos brasileiros como, também, de sua credibilidade e boa imagem internacional.

    Dilma tem alta aceitação porque faz por merecer.

    Neste jogo canalha ela tem se saído bem. Quem dança por envolvimento com corrupção não tem recebido guarida. O povo, bravo povo brasileiro, não é burro. Ao contrário. Parece ter uma visão do todo maior que supõem os integrantes da oposição que ainda não viram os resultados políticos de se governar para o todo, para a maioria, e não para os interesses das classes mais privilegiadas.

    Esta é a diferença entre um FHC e um Demóstenes Torres. Esta é a diferença entre um FHC e um Serra e Alckmin, que governaram e governam São Paulo para uma casta de privilegiados.

    FHC, por mais críticas que os situacionistas tenham, plantou as bases para o sucesso que Lula e Dilma obtiveram e obtém até agora. Seus sucessores se agarraram e aprofundaram a enorme oportunidade. Assim como FHC, governaram para a maioria. Aprofundaram o caminho apontado.

    Os três, FHC, Lula e Dilma, e não podemos esquecer do saudoso Itamar Franco, por mais que tivessem que torear as forças retrógradas, correram pelo povo, bravo povo brasileiro, acima de tudo.

    E o fecho deste raciocínio? Bem, a base traír… digo, aliada, aproveitou deste estropício criado por Aldo Rebelo, e viu nesta questão uma brecha para minar Dilma onde existe alguma fraqueza. De que forma? Ora, bem simples, caso Dilma vá no caminho contrário ao dos ruralistas desmatadores, os grandes e poderosos, eles estarão ao seu lado. A grande maioria destes parlamentares não sabe nem o que significa o verbete bioma. Só sabem que estando do lado contrário, ou ameaçando cambar para lá, tem chance política de explorar o governo para seus interesses.

    Interesses estes que raramente sintonizam com os interesses da nação. E não venham me dizer o contrário. Ou me apontem algum projeto para o povo, que lhes venha à cabeça e que lembra um Sarney, um Renan, um Jucá, um Fernando Collor, etc como líder, como força política motriz.

    O novo Código Florestal, ou Código do Desmatamento Nacional, da forma que está, traz não só anistia para os grandes criminosos ambientais, como profundas incisões no orçamento da União em favor de alguns políticos da pior categoria.

    O pior de tudo? Conseguiram ludibriar boa parte dos pequenos produtores, aqueles que realmente precisam de tratamento diferenciado. Colocaram os criminosos ambientais escudados pelos pequenos que precisam regulamentar suas propriedades. Essa foi uma jogada de mestre. Só que esta maestria foi serviço da bandidagem ambiental.

    Grande Aldo, conseguiste produzir um problema de dimensão global com este comunismo que veste pele de cordeiro em czares.

    (em tempo: data máxima vênia, caro Patriarca)

    Enviado via iPhone

  53. Patriarca da Paciência said

    Bom Pax,

    eu continuo achando que o Código Florestal foi elaborado de maneira bem democrática e saiu o único código possível.

    Foram ouvidas todas as partes interessadas e todos puderam opinar.

    Todas as votações foram democráticas e abertas.

    O governo não ficou totalmente satisfeito mas terá que aceitar o inevitável.

    Creio que a presidenta vetará alguns artigos.

  54. Otto said

    Chesterton:

    “Então dar por lei a preferencia a brancos em universidades na Africa do Sul não era racismo? Explique-me seu principio!”

    Não entendi o que isso tem a ver com o nosso assunto. Os brancos na África do Sul sempre gozaram de privilégios racistas.
    Preferência deve ser dada sempre a quem não usufrui de privilégio.

    Você está me saindo um triste racista, Chesterton.

  55. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Petralhotários ( e simpatizantes) sempre fazem uma confusão danada.

    Código: um veto de minoria
    29 de abril de 2012 | 3h 07
    JOÃO BOSCO RABELLO – O Estado de S.Paulo
    Votado duas vezes na Câmara e uma no Senado, o Código Florestal aprovado quarta-feira em sua versão final, encerra um raro episódio de reafirmação da vontade de uma ampla maioria congressual suprapartidária, refratária a todas as pressões para revisão de suas posições. Senão inédito, registra um momento singular, especialmente se considerada a amplitude de uma base aliada mais das vezes submissa ao governo.

    Tal cenário responde pela cautela e “sangue-frio” que orientarão a presidente Dilma Rousseff ao avaliar a pressão da minoria vencida, pelo veto integral ao projeto, segundo o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Na verdade, a circunstância descrita acima deveria levar a reflexão mais apurada sobre a conveniência até de vetos parciais que possam significar mudança de mérito naquilo que mereceu tão ampla e reiterada aprovação parlamentar.

    Aos ambientalistas veto parcial não satisfaz, conforme afirma a ex-ministra Marina Silva. Por isso, antes da votação definitiva, com a antevisão da derrota, iniciaram uma campanha, de irrecusável leitura autoritária, para obter, pelo constrangimento, o veto presidencial.

    Marina Silva reflete o ranço autoritário de correntes ambientalistas que jamais quiseram acordo, mas a imposição de suas ideias. O discurso ambientalista segue a clássica frase de Carlos Lacerda ao combater a candidatura de Juscelino: “Ele não será candidato; se for, não vencerá as eleições; se vencer, não tomará posse; se tomar posse não governará”.

    Não obstante, Juscelino foi candidato vitorioso e cumpriu o mandato.

    Cachoeira tinha escolta da PM

    Antes de ser preso na Operação Monte Carlo, Carlos Cachoeira servia-se de agentes da polícia militar para sua segurança pessoal. Num dos grampos da Polícia Federal, ele avisa que vai passar a noite “na casa do Adão” em Anápolis (GO) e pede a Ananias, um ex-policial com influência na PM goiana, um reforço de segurança. Cerca de 40 minutos depois, Ananias avisa a ele que a viatura já está lá, na porta da residência. Noutro áudio, um integrante da quadrilha reclama que tem apenas R$ 1,6 mil para dividir entre 20 policiais. “Eu ando fazendo milagre, vão pegar aqui 40 conto pra cada”, lamenta.

    Carta na manga

    O líder da maioria no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), adiou a indicação dos quatro suplentes do bloco do PMDB na CPI. A estratégia é indicar a si próprio ou um nome de sua confiança, como Romero Jucá (RR), para votações estratégicas ou depoimentos decisivos. O líder pode substituir integrantes da comissão a qualquer momento.

    O efeito Pagot

    Dificilmente o governo conseguirá impedir a convocação do ex-diretor do Dnit Luiz Antônio Pagot – que se desfiliou do PR – para depor na CPI. O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) já apresentou requerimento nesse sentido. O governo teme a verborragia de Pagot, que já deu entrevistas acusando assessores do Planalto de tramarem sua saída do cargo. Ele alega que enquanto esteve no comando do órgão, manteve a Delta afastada das obras do governo.

    Entrementes…

    Em clima de CPI, a ministra Ideli Salvatti deve depor dia 9 na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara, que aprovou sua convocação para explicar a compra de lanchas-patrulha pelo Ministério da Pesca por empresa que doou R$ 150 mil à sua campanha em Santa Catarina.

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª e do Otto Bonehead

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  56. Chesterton said

    Pax, o que sustenta a popularidade de Dilma é o lucro do agronegocio.

    Otto, quando a lei racial é pró branco, é racismo, quando a lei racial é pró-negro, é o quê?

  57. Otto said

    Chesterton:

    se negros e brancos vivessem em iguais condições seria racismo. Mas, como você sabe, não é o caso.

    Torno a perguntar:

    Quantos vigilantes negros você conhece?
    E quantos engenheiros?

    As estatísticas mostram que a pobreza no Brasil tem cor:

    “Na pirâmide social, 26,5% de brancos fazem parte das classes mais ricas, detentora de uma significativa fatia da riqueza nacional. 78% dos pretos e pardos compõem a população pobre do país, sendo que 18,8% dos negros vivem abaixo da linha de pobreza. Apenas 8% de indivíduos brancos estão nessa posição.”

    (…)

    – De cada dez brasileiros pobres, seis são negros;

    – A mortalidade infantil é 60 por cento superior entre as crianças negras;

    – Uma negra, pobre, nordestina, moradora da área rural ganha, hoje, em média, um terço do que ganha um cidadão branco;

    – No Brasil, os negros são quase três vezes mais atingidos pela insegurança alimentar do que os brancos;

    – Entre os 10% mais ricos apenas 18% são negros (pardos ou pretos). Já na parcela dos 10% mais pobres, 71% são negros;

    (…)

    – Os negros, que têm rendimentos, em média, de R$ 390,90, recebem em média 46% a menos do que os brancos, que ganham, em média, R$ 718,50 por mês. Já os pardos (rendimento médio de R$ 441,50) ganham 39% a menos do que os brancos. Essa diferença é verificada em todos os segmentos passíveis de análise, sem que importe a ocupação, o setor de atividade, a escolaridade ou as horas trabalhadas: os brancos ganham sempre mais do que negros e pardos.”

    Estes dados são de 2007, de uma pesquisa da UFRJ, cujo resumo você pode consultar aqui:

    http://www.interney.net/blogs/lll/2008/11/15/alguns_numeros_do_racismo/

  58. Otto said

    Chesterton:

    Mais dados do mesmo estudo:

    “Segundo esses dados, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o número de alunos brancos é de 76,8%, o de negros 20,3% para uma população negra no estado de 44,63%; na Universidade Federal do Paraná (UFPR) os brancos são 86,6%, os negros, 8,6%, para uma população negra no estado de 20,27%; na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), brancos são 47%, negros 42,8% e a população negra no estado, 73,36%; na Universidade Federal da Bahia (UFBA), 50,8% são brancos, 42,6% negros e 74,95% a população negra do estado; na Universidade de Brasília (UnB ), são brancos 63,74%, são negros 32,3%, tendo o Distrito Federal uma população negra de 47,98%; na Universidade de São Paulo (USP), os alunos brancos somam 78,2%, os negros, 8,3% e o percentual da população negra no estado é de 27,4%. Vê-se, assim, que o déficit produzido por essas diferenças é bastante desfavorável ao negro nos estados onde se encontram essas universidades: 24,33% na UFRJ, 11,67% na UFPR, 30,56% na UFMA, 32,35% na UFBA, 15,68% na UnB e 19,1% na USP.”

  59. Chesterton said

    e negros e brancos vivessem em iguais condições seria racismo. Mas, como você sabe, não é o caso.

    chest- estou falando de principios, não de igualdade. Onde há essa igualdade em países dominados , ou onde os negros são hegemônicos?

    Torno a perguntar:

    Quantos vigilantes negros você conhece?

    chest- nenhum

    E quantos engenheiros?

    chest- uma meia duzia. quantos você conhece que querem ser engenheiros (alias, querem ESTUDAR engenharia?)

    As estatísticas mostram que a pobreza no Brasil tem cor:

    “Na pirâmide social, 26,5% de brancos fazem parte das classes mais ricas, detentora de uma significativa fatia da riqueza nacional. 78% dos pretos e pardos compõem a população pobre do país, sendo que 18,8% dos negros vivem abaixo da linha de pobreza. Apenas 8% de indivíduos brancos estão nessa posição.”

    (…)

    – De cada dez brasileiros pobres, seis são negros;

    chest- de cada 10 brasileiros 5 são negros (lembre que aqui é usado o parametro das cotas, pretos +pardos)

    – A mortalidade infantil é 60 por cento superior entre as crianças negras;

    chest- ou é culpa das mães ou do PT, afinal o lula falou que o SUS está perto da perfeição…

    – Uma negra, pobre, nordestina, moradora da área rural ganha, hoje, em média, um terço do que ganha um cidadão branco;

    chest- por falta de universidade? não, por falta de segundo grau.

    – No Brasil, os negros são quase três vezes mais atingidos pela insegurança alimentar do que os brancos;

    chest- claro, o pt descobriu que não há mais fome. as negras do rio de janeiro são obesas em sua maioria.

    – Entre os 10% mais ricos apenas 18% são negros (pardos ou pretos). Já na parcela dos 10% mais pobres, 71% são negros;

    (…)

    – Os negros, que têm rendimentos, em média, de R$ 390,90, recebem em média 46% a menos do que os brancos, que ganham, em média, R$ 718,50 por mês. Já os pardos (rendimento médio de R$ 441,50) ganham 39% a menos do que os brancos. Essa diferença é verificada em todos os segmentos passíveis de análise, sem que importe a ocupação, o setor de atividade, a escolaridade ou as horas trabalhadas: os brancos ganham sempre mais do que negros e pardos.”

    chest – de novo você acha que as cotas vão promover o igualitarismo. nã vão, vã piorar a situação e a estatistica. PRESTENÇÃO, ANOTE AÍ. a ELITE NEGRA VAI ARRUMAR UM DIPLOMA (EPA, CAPSLOCK), subir discretamente na vida, e sabe o que mais? vão ter poucos filhos e casar com brancas. e os negros pobres vão se procriando enquanto os pretros ricos vão branqueando. não precisa nem ser alfabetizado para perceber que a estatistica vai piorar e vai haver um fosso entre pretos diplomados e pretos sem diploma.

    Estes dados são de 2007, de uma pesquisa da UFRJ, cujo resumo você pode consultar aqui:

    chest- ja trabalhei la, antro de petistas incultos.

  60. Chesterton said

    ais dados do mesmo estudo:

    “Segundo esses dados, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o número de alunos brancos é de 76,8%, o de negros 20,3% para uma população negra no estado de 44,63%; na Universidade Federal do Paraná (UFPR) os brancos são 86,6%, os negros, 8,6%, para uma população negra no estado de 20,27%; na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), brancos são 47%, negros 42,8% e a população negra no estado, 73,36%; na Universidade Federal da Bahia (UFBA), 50,8% são brancos, 42,6% negros e 74,95% a população negra do estado; na Universidade de Brasília (UnB ), são brancos 63,74%, são negros 32,3%, tendo o Distrito Federal uma população negra de 47,98%; na Universidade de São Paulo (USP), os alunos brancos somam 78,2%, os negros, 8,3% e o percentual da população negra no estado é de 27,4%. Vê-se, assim, que o déficit produzido por essas diferenças é bastante desfavorável ao negro nos estados onde se encontram essas universidades: 24,33% na UFRJ, 11,67% na UFPR, 30,56% na UFMA, 32,35% na UFBA, 15,68% na UnB e 19,1% na USP.”

    chest- segundo paulo moreira leite é porque os negros brasileiros são afeminados, infantis e intelectualmente deficientes…

  61. Otto said

    Chesterton:

    você mente descaradamente.

    Fui.

    Não converso com racistas.

  62. Chesterton said

    Onde? Quando? Voc~e é tão cego de ódio, que não consegue raciocinar…

  63. Chesterton said

    os cariocas racistas elegeram uma negra, pobre e favelada a prefeitura..

  64. Chesterton said

    insegurança alimentar (dos outros, é claro)

  65. Chesterton said

    Slaves captured from the Congo aboard an Arab slave ship intercepted by the Royal Navy (1869).

  66. Chesterton said

    Christian slavery in Barbary. As late as 1798 the islet near Sardinia was attacked by the Tunisians and over 900 inhabitants were taken away as slaves.[33]

  67. Chesterton said

    Eos racistas gauchos elegeram o dr negrão para governador (que claro largou e nega antonia e se juntou com uma secretaria louríssima…..(ai, ai, não falha)

  68. Chesterton said

    Slavery in North Africa
    Elikia M’bokolo, April 1998, Le Monde diplomatique. Quote:”The African continent was bled of its human resources via all possible routes. Across the Sahara, through the Red Sea, from the Indian Ocean ports and across the Atlantic. At least ten centuries of slavery for the benefit of the Muslim countries (from the ninth to the nineteenth).” He continues: “Four million slaves exported via the Red Sea, another four million through the Swahili ports of the Indian Ocean, perhaps as many as nine million along the trans-Saharan caravan route, and eleven to twenty million (depending on the author) across the Atlantic Ocean”[28]
    Medieval slave trade in Europe was mainly to the East and South: Byzantine Empire and the Muslim World were the destinations, Central and Eastern Europe an important source.[29] Slavery in medieval Europe was so common that the Roman Catholic Church repeatedly prohibited it—or at least the export of Christian slaves to non-Christian lands was prohibited at, for example, the Council of Koblenz in 922, the Council of London in 1102, and the Council of Armagh in 1171.[30] Because of religious constraints, the slave trade was monopolised in parts of Europe by Iberian Jews (known as Radhanites) who were able to transfer the slaves from pagan Central Europe through Christian Western Europe to Muslim countries in Al-Andalus and Africa.[31] So many Slavs were enslaved for so many centuries that word ‘Slav’ became synonymous with slavery. The derivation of the word slave encapsulates a bit of European history and explains why the two words (slaves and Slavs) are so similar; they are, in fact, historically identical.[32]

    Christian slavery in Barbary. As late as 1798 the islet near Sardinia was attacked by the Tunisians and over 900 inhabitants were taken away as slaves.[33]
    Mamluks were slave soldiers who converted to Islam and served the Muslim caliphs and the Ayyubid sultans during the Middle Ages. The first mamluks served the Abbasid caliphs in 9th century Baghdad. Over time they became a powerful military caste, and on more than one occasion they seized power for themselves, for example, ruling Egypt from 1250–1517. From 1250 Egypt had been ruled by the Bahri dynasty of Kipchak Turk origin. White enslaved people from the Caucasus served in the army and formed an elite corp of troops eventually revolting in Egypt to form the Burgi dynasty.[34]
    According to Robert Davis between 1 million and 1.25 million Europeans were captured by Barbary pirates and sold as slaves to North Africa and the Ottoman Empire between the 16th and 19th centuries. The coastal villages and towns of Italy, Portugal, Spain and Mediterranean islands were frequently attacked by them and long stretches of the Italian and Spanish coasts were almost completely abandoned by its inhabitants; after 1600 Barbary pirates occasionally entered the Atlantic and struck as far north as Iceland. The most famous corsairs were the Ottoman Barbarossa (“Redbeard”), and his older brother Oruç, Turgut Reis (known as Dragut in the West), Kurtoğlu (known as Curtogoli in the West), Kemal Reis, Salih Reis and Koca Murat Reis.[35][36]
    In 1544, Hayreddin Barbarossa captured the Ischia, taking 4,000 prisoners in the process, and deported to slavery some 9,000 inhabitants of Lipari, almost the entire population.[37] In 1551, Dragut enslaved the entire population of the Maltese island Gozo, between 5,000 and 6,000, sending them to Libya. When pirates sacked Vieste in southern Italy in 1554 they took an estimated 7,000 slaves. In 1555, Turgut Reis sailed to Corsica and ransacked Bastia, taking 6000 prisoners. In 1558 Barbary corsairs captured the town of Ciutadella, destroyed it, slaughtered the inhabitants and carried off 3,000 survivors to Istanbul as slaves.[38] In 1563 Turgut Reis landed at the shores of the province of Granada, Spain, and captured the coastal settlements in the area like Almuñécar, along with 4,000 prisoners. Barbary pirates frequently attacked the Balearic islands, resulting in many coastal watchtowers and fortified churches being erected. The threat was so severe that Formentera became uninhabited.[39][40]
    Sahrawi-Moorish society in Northwest Africa was traditionally (and still is, to some extent) stratified into several tribal castes, with the Hassane warrior tribes ruling and extracting tribute – horma – from the subservient Berber-descended znaga tribes. The so-called Haratin lower class, largely sedentary oasis-dwelling people of Africa.
    [edit]

  69. Chesterton said

    ccording to Robert Davis between 1 million and 1.25 million Europeans were captured by Barbary pirates and sold as slaves to North Africa and the Ottoman Empire between the 16th and 19th centuries. The coastal villages and towns of Italy, Portugal, Spain and Mediterranean islands were frequently attacked by them and long stretches of the Italian and Spanish coasts were almost completely abandoned by its inhabitants; after 1600 Barbary pirates occasionally entered the Atlantic and struck as far north as Iceland. The most famous corsairs were the Ottoman Barbarossa (“Redbeard”), and his older brother Oruç, Turgut Reis (known as Dragut in the West), Kurtoğlu (known as Curtogoli in the West), Kemal Reis, Salih Reis and Koca Murat Reis.[35][36]
    In 1544, Hayreddin Barbarossa captured the Ischia, taking 4,000 prisoners in the process, and deported to slavery some 9,000 inhabitants of Lipari, almost the entire population.[37] In 1551, Dragut enslaved the entire population of the Maltese island Gozo, between 5,000 and 6,000, sending them to Libya. When pirates sacked Vieste in southern Italy in 1554 they took an estimated 7,000 slaves. In 1555, Turgut Reis sailed to Corsica and ransacked Bastia, taking 6000 prisoners. In 1558 Barbary corsairs captured the town of Ciutadella, destroyed it, slaughtered the inhabitants and carried off 3,000 survivors to Istanbul as slaves.[38] In 1563 Turgut Reis landed at the shores of the province of Granada, Spain, and captured the coastal settlements in the area like Almuñécar, along with 4,000 prisoners. Barbary pirates frequently attacked the Balearic islands, resulting in many coastal watchtowers and fortified churches being erected. The threat was so severe that Formentera became uninhabited.[39][40]

  70. Elias said

    I
    “Pax, o que sustenta a popularidade de Dilma é o lucro do agronegocio.” (Chesterton)

    Huá! Huá! Huá! Huá!

    O estado em que se encontra a direita brasileira há muito se tornou um problema médico…

    II
    “O vazamento do inquérito da operação Monte Carlo comprova que o suposto conluio entre a imprensa e a quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira nunca passou de uma invenção de grupos hostis à liberdade de expressão – o que inclui setores do PT e seus aliados. A íntegra das investigações reforça o óbvio: o jornalismo investigativo cumpriu o seu papel sem se sujeitar à máfia.” (Gabriel Castro, citado pela Michelle)

    Eu não disse?

    Esse tal de “PJ” ou “Poli”, cujo e-mail é, ou era “pjunior@abril”, não tem nem nunca teve nada a ver com o Policarpo Júnior, editor-chefe da Veja.

    Tá na cara: “PJ” ou “Poli”, cujo e-mail é, ou era “pjunior@abril”, é um designativo do nosso companheiro, jornalista Roberto Marinho, chefe da sucursal do jornal Tribuna da Luta Operária, no aquém do além, dadonde que veve os morto. Daí as iniciais “PJ” — “P” de Roberto e “J” de Marinho — e o dimunutivo carinhoso “Poli”, que significa “Bob” em sânscrito subclássico…

    Já o jornal Tribuna da Luta Operária, a TLO, é aquele bravo jornal em cuja redação o Aldo aprendeu a redigir Códigos Florestais (e vou logo avisando: “desflorestais” é a PQP…!)

    No mais é isso. E isso é isso.

    O Brasil inteiro é vítima da ação deletéria e subversiva daqueles que se opõem à liberdade de expressão do jornalista-professor Carlinhos Cachoeira, editor da revista Veja, que costuma se expressar falando ao telefone com um senador bundão, bocudo, boquirroto, língua de trapo, pelo que acabou por entregar-se à sanha assassina daqueles que tramam contra a liberdade de expressão dos bicheiros, traficantes e proxenetas, que tanto fazem pela grandeza do Brasil e pela prosperidade da Editora Abril (a rima é menos que casual…).

    O professor-jornalista Carlinhos Cachoeira, editor da revista Veja, merece estátua em praça pública. É um mártir da liberdade de expressão em nosso país…

  71. Chesterton said

  72. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Petralhotários são animais sinantrópicos.

    “O professor-jornalista Carlinhos Cachoeira, editor da revista Veja, merece estátua em praça pública.
    É um mártir da liberdade de expressão em nosso país…”

    Eu sugiro um estátua gigante do lula em Juazeiro do Norte substituindo o Padim Ciço.rsrsrs

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª e do Otto Bonehead.

    Sent from my iPad

  73. Zbigniew said

    Elias, os direitobas estao cada vez mais com a cara da revista que tanto defendem. Numa outra realidade.

    Serio. Vao terminar acreditando que a vitima e o Cachoeira.

  74. Zbigniew said

    Alias, nos sabemos porque o PIG gosta tanto dos tucanos e vao defende-los ate o fim.

    “publicado em 29/04/2012 às 17h53: Serra deu R$ 34 milhões à revista
    Veja quando era governador de SP
    Tucano escolheu um ex-jornalista da revista para assumir sua campanha à Prefeitura de SP

    Do R7
    Compra das assinaturas representava cerca de 25% da tiragem da Nova Escola

    Em levantamento feito junto ao Diário Oficial do Estado de São Paulo mostra que o ex-governador José Serra, quando ocupava o cargo, pagou cerca de R$ 34 milhões ao longo de um ano ao Grupo Abril, responsável pela publicação da revista Veja.

    A pesquisa feita pelo jornalista Altamiro Borges em 2010, do jornal Correio do Brasil, revela que o dinheiro era transferido do governo paulista para o grupo por causa da assinaturas de revistas.

    Parte do dinheiro foi destinado para a compra de cerca de 25% da tiragem da Nova Escola e injetou alguns milhões nos cofres de Roberto Civita, o empresário que controla a Editora Abril.”

  75. Elias said

    Zbigniew,

    O advogado Tom Hagen, assessor jurídico dos Civita, já está nos EUA, negociando apoio dos grupos empresariais Barzini e Tataglia.

    Moe Greene seria outro empresário que poderia ajudar a Editora Abril nesta hora difícil. Isto não será possível, infelizmente, por causa de um acidente que vitimou aquele jovem empreendedor, numa sala de massagem. Mas os herdeiros de Barzini e Tataglia já garantiram que os pedidos de Tom Hagen serão atendidos. “Não deixaremos nossos irmãos Civita sozinhos, neste momento de provação…”, disseram os porta-vozes dos Barzini e dos Tataglia.

    Como isso não custa pouco, os Civita terão que vender zilhões de revistas aos governos estaduais e prefeituras municipais.

    Dá pra imaginar o esforço que os tucanos farão nos próximos meses.

    A vida não está fácil para os baluartes da liberdade de expressão dos zooempresários, gigolôs, empresários atacadistas de substâncias viciantes, senadores e deputados bundões da língua grande…!

    Carlinhos Cachoeira, professor-jornalista, mártir da liberdade de expressão dos bicheiros, traficantes e exploradores de casas de lenocínio e editor e diretor geral da Veja, convocou uma reunião do Conselho Editorial da revista, formado pelos filósofos e humanistas Praga de Mãe, Cara de Cavalo e Coisa Ruim, para definir a estratégia geral emergencial da Veja, nas eleições municipais de 2012.

    Cachoeira quer que a revista ponha em segundo plano a bandeira de luta:

    “liberdade de expressão para bicheiros, traficantes e carachués”;

    substituindo-a por:

    “liberdade para zooempresários, investidores de estruturas empresariais dedicadas à produção e comércio atacadista de substâncias causadoras de self-induction e empreendedores de estabelecimentos direcionados ao pleno exercício da sexualidade, em suas múltiplas variações, tendo como condição uma adequada contraprestação pecuniária.”

    O jornalista-professor e editor da Veja, Carlinhos Cachoeira, garante que a nova formulação de bandeira de luta é mais precisa, mais consentânea com a conjuntura política atual e mais ajustada ao o nível cultural de leitores e bate-paus da revista e da família Civita.

    Além do mais, diz Cachoeira, “…eu já não aguento mais ficar aqui, feito bosta n´água, curtindo cana dura por causa da merda daquela revista, da porra daquele senador imbecil e daquele jornalista bunda mole…”.

    O “jornalista bunda mole” é o “PJ”, também conhecido como “Poli”, que não tem nada a ver com o também jornalista Policarpo Júnior. Pra quem ainda não sabe, “Poli” significa “Bebeto” , no idioma proto-indo-europeu, dialeto uralo-siberiano…

  76. Elias said

    Zbigniew,

    Dia desses, Cachoeira revelou: “…Nunca mais expressarei minha liberdade de expressão, me expressando ao telefone com a porra desses senadores de merda nem com a merda desses jornalistas da porra dessa revista Veja de merda…”.

    Parece que ele anda um pouco aborrecido com a revista que ele tão bem dirigiu, e por tanto tempo…

    Por que será? Realmente não sei…

  77. Elias said

    Pax,

    Um ófitópique (mas que tem tudo a ver com a finalidade do PolíticAética).

    É um dos desdobramentos da privataria tucana.

    O grupo empresarial Rede, que controla a Celpa (Centrais Elétricas do Pará), requereu a “Recuperação Judicial” da dita cuja.

    Pra quem não sabe, “recuperação judicial” é a alcunha pela qual deve ser agora chamado o quê, nos termos da antiga legislação, atendia pelo vulgo “CONCORDATA”.

    A Celpa arrasta um buraco de R$ 2,3 bilhões — isto mesmo: 2 bilhões e 300 milhões de reais — em dívidas que ela não consegue pagar. Não tem com quê nem a quem pedir…

    No meio desse buraco, estão os milhões de ICMS, que ela cobrou e recebeu dos consumidores, mas não recolheu aos cofres estaduais. Pessoalmente, calculo o buraco do ICMS da Celpa em mais de R$ 100 milhões.

    No sábado, anteontem, dia 28, encerrou o prazo pra Celpa apresentar seu plano de recuperação econômica à Assembléia de Credores. Se essa assembléia não aceitou o plano de recuperação, ela deverá requerer a falência da Celpa.

    A Celpa ficou célebre por ter sido o menor ágio da privatização: 0,1%, parece. Além disso, o Estado do Pará privatizou só o ativo da empresa. O passivo ficou para o Estado (ou seja, para os contribuintes…).

    Privatizada, a Celpa reduziu pra menos da metade as equipes de manutenção e praticamente zerou os investimentos na infraestrutura de distribuição de energia elétrica.

    Resultado: apagões pra tudo que é lado.

    Além disso, por acaso, descuido ou distração, ela cometeu um singelo erro no cálculo do ICMS cobrado nas contas de energia elétrica. Lógico que o erro foi involuntário… Tadinha…

    Resultado: cobrou mais de R$ 80 milhões a mais dos consumidores que, agora, estão entre os maiores credores da Celpa. Ela já prometeu devolver o dinheiro cobrado a mais, sob a forma de descontos nas contas de energia elétrica, mas não tem a mínima idéia de como fazer isso nem quando começar.

    O pior é que parece que a Rede drenou recursos da Celpa pra ajudar a bancar uma hidrelétrica no Centro Oeste. Só que a hidrelétrica não deu certo (parece que a obra parou, ou algo assim…), e, agora, a Rede não tem como devolver à Celpa o dinheiro desviado (o que faz da Celpa mais uma vítima da famigerada “Teoria dos Vasos Comunicantes” que, em português de botequim, é conhecida pelo termo bem mais preciso de “auto canibalização”, que tem ferrado com tantos grupos empresariais por esse Brasil afora… E adentro…).

    Resultado: mandou para os píncaros o inadimplemento de dívidas, que passaram a se amontoar no passivo da empresa.

    Mas que ninguém procure se informar da situação da Celpa nos órgãos da imprensa paraense. Por quê? Sei lá…!

    Só sei que os órgãos de comunicação pertencentes à família Barbalho (dele mesmo, do Jader) — a saber: Rádio Clube do Pará, TV RBA (repetidora da Bandeirantes) e o jornal “Diário do Pará” (que é o jornal de maior circulação no Estado) — devem mais de R$ 4 milhões à Celpa.

    Já o outro grupo de comunicação, da família Maiorana — e que envolve a Rádio Liberal, a TV Liberal (repetidora da Globo), e o jornal “O Liberal” — deve mais de R$ 8 milhões à Celpa. O dobro do que deve Jader.

    Há quem diga que uma coisa tem a ver com a outra. As tevês, os jornais e as rádios não pagam à Celpa a energia elétrica que consomem. A Celpa não corta o abastecimento da energia elétrica das tevês, dos jornais e das rádios. Em troca, as tevês, os jornais e as rádios fazem cara de paisagem e não tugem nem mugem sobre a situação da Celpa.

    É possível, né?

    Mas pode ser que a Celpa esteja fazendo isso por patriotismo… Por amor à liberdade de expressão… Como a Veja…

  78. iconoclastas said

    # 44

    “Bom, eu estudei na PUC de Curitiba.”

    sério?

    ;^?

  79. Elias said

    Antes que o Chesterton tente me corrigir, esclareço:

    “POLI” significa:

    a – “Bob”, em sânscrito subclássico;

    b – “Bebeto” em proto-indo-europeu, dialeto uralo-siberiano.

    Nada a ver com o jornalista Policarpo Metacarpo Falange.

    “Poli” e “PJ”, são, apenas, diferentes formas de se referir ao nosso companheiro, jornalista Roberto Marinho, chefe da sucursal do jornal “Hora do Povo” no Purgatório, ante-sala do Quinto dos Infernos…

  80. Zbigniew said

    Caro Elias, fico espantado como o sistema tende a preservar o seu braço midiatico. Nem o PT com uma chance única de varrer de seus quadros ou pelo menos enfraquecer a “banda podre”, parece querer enfrentar o desafio de regular o sistema de comunicações no pais. E uma oportunidade única porque já foi provado que no nosso atual estagio civilizatorio esse papo de auto-regulação e conversa pra boi dormir.

  81. iconoclastas said

    para a turma que trata de cotas e educação, saquem esse:

    http://maovisivel.blogspot.com.br/2012/04/mais-que-mil-vale-um-milhao-de-palavras.html

    confiram a relação na Alemanha…

    ;^/

  82. Elias said

    Zbigniew,

    É isso aí!

  83. Chesterton said

    “…Nunca mais expressarei minha liberdade de expressão, me expressando ao telefone com a porra desses senadores de merda nem com a merda desses jornalistas da porra dessa revista Veja de merda…”.

    Parece que ele anda um pouco aborrecido com a revista que ele tão bem dirigiu, e por tanto tempo…

    Por que será? Realmente não sei…

    chest- vai ver os jornalistas ferraram com ele…

  84. Elias said

    Foi…

    E vice-versa!

    Sem esquecer dos senadores.

    Enfim, eles que são sócios, que se entendam…

  85. Pax said

    Prezados,

    Indiquem-me um link para eu me inteirar dessa história do Policarpo Jr.

    Mas um link que mereça respeito, por favor.

    Não uso como fonte blogs extremados, como todos sabem.

  86. Pax said

    Brizola Neto é o novo Ministro do Trabalho. Pois é, trocaram o Carlos Lupi pelo Brizola Neto. Aliás, o próprio Lupi que indicou o Brizola Neto, segundo a Agência Brasil.

    Mas, cá entre mim e meus botões, não parece trocar seis por meia dúzia?

  87. Elias said

    Na sexta passada a Petrobras aprovou a distribuição de R$ 2,6 bi, como antecipação de remuneração aos acionistas, sob a forma de juros sobre o capital próprio. Dá um valor bruto de R$ 0,20 por ação ordinária (PETR3) ou preferencial (PETR4).

    Vai ser pago até 30 de junho, com base na posição acionária de 11 de maio de 2012.

    É só um adiantamento… Vai ser descontado da distribuição que for autorizada no encerramento de 2012. No momento do desconto, o valor adiantado vai ser corrigido monetariamente pela variação da Selic, da data de pagamento até 31-12-2012.

    Uma boa notícia sempre cai bem…

  88. Elias said

    Pax,

    Sobre o Policarpo.

    Pega o link que o Otto deu, acima, e vai direto nos autos do processo, inclusive com a degravação feita pela Polícia Federal.

    A CPI do Cachoeira tem tudo pra se chamar “O triste fim do Policarpo Falange”…

  89. Elias said

    Qual é o problema com o Brizola Neto?

  90. Pax said

    Caro Elias,

    O problema não é bem o Brizola Neto. É o partido como um todo.

  91. Chesterton said

    20 centavos de dividendo, e o preço da ação em 20 reais, dá 1%, não é a toa que caiu bem.

    http://finance.yahoo.com/q/bc?s=PETR4.SA+Basic+Chart&t=6m

  92. Zbigniew said

    Sejamos francos. Quem alimentou a áurea de paladino da ética na política sobre a personalidade do senador Demóstenes Torres? Quantas levantadas de bolas para que um assunto sobre corrupção e seus atores fossem abordados de forma ordenada e concatenada, sempre na dobradinha Revista (Veja e Época, principalmente) – Jornal Nacional (Rede Globo de Televisão) tendo como fonte o Cachoeira?
    E por que tantos telefonemas entre uma diretor da revista Veja e o esquema criminoso? Era só a busca pela verdade pura e cristalina em prol do sofrido povo brasileiro que só a “indispensável” seria capaz de intentar ou seria possível relacionar interesses outros que pouco têm a ver com a pureza das intenções? Sim porque é altamente improvável que a cúpula da revista Veja, tampouco o Plicarpo Jr., não soubessem das atividades do Carlinhos Cachoeira. Daí podermos perquerir sobre a utilização sistemática de fontes criminosas como forma de alimentar as páginas do panfleto. Uma vez é uma coisa; muitas caracteriza associação. E quem se associa ao crime é criminoso. Seria um serviço ao país se a CPI não se furtasse a investigar as relações da Veja (Editora Abril).

  93. Chesterton said

    ZIB- Era só a busca pela verdade pura e cristalina em prol do sofrido povo brasileiro que só a “indispensável” seria capaz de intentar ou seria possível relacionar interesses outros que pouco têm a ver com a pureza das intenções?

    Elias- com a merda desses jornalistas da porra dessa revista Veja de merda…

    Chest- não parece que a relação dele com a Veja lhe trouxe muitas vantagens (rsrsrsrs)

  94. Elias said

    “20 centavos de dividendo…”

    Dividendo? Quem falou em dividendo? A notícia foi sobre uma ANTECIPAÇÃO, um ADIANTAMENTO, em junho de 2012, POR CONTA do lucro que VAI SER APURADO em 31-12-2012.

    Mas é aquele negócio: pra bom entendedor… Já pro mau entendedor, nem meio milhão de palavras é suficiente…

    Como é o Chesterton, vou facilitar um pouco mais: quantas empresas de capital aberto estão antecipando, em junho de 2012, a distribuição dos lucros que serão apurados em 31-12-2012?

    Dá uma verificada… Tens ações de empresas de capital aberto? Quais? E quais delas estão antecipando distribuição de lucros de 2012?

  95. iconoclastas said

    “E por que tantos telefonemas entre uma diretor da revista Veja e o esquema criminoso? Era só a busca pela verdade pura e cristalina em prol do sofrido povo brasileiro que só a “indispensável” seria capaz de intentar ou seria possível relacionar interesses outros que pouco têm a ver com a pureza das intenções?”

    pouco provável, o mais certo é que fosse para ter informação que alimentasse reportagens que gerassem vendas da revista.$$$

    “Sim porque é altamente improvável que a cúpula da revista Veja, tampouco o Plicarpo Jr., não soubessem das atividades do Carlinhos Cachoeira. Daí podermos perquerir sobre a utilização sistemática de fontes criminosas como forma de alimentar as páginas do panfleto.”

    naturalmente que tinham domínio sobre a natureza das atividades do meliante, mas e daí?

    “Uma vez é uma coisa; muitas caracteriza associação.”

    e quem determinou que deve ser assim?

    “E quem se associa ao crime é criminoso. Seria um serviço ao país se a CPI não se furtasse a investigar as relações da Veja (Editora Abril).”

    conclusão baseada em uma premissa falsa não permite falseamento…

    petistada tem que agradecer muito a Veja, pois as reportagens do ano passado empurraram a presidente a demitir meia dúzia de delinquentes, o lhe legou fama de faxineira e ganho em popularidade…

    ;^)))

  96. Elias said

    “…não parece que a relação dele com a Veja lhe trouxe muitas vantagens (rsrsrsrs)” (o Chester, tentando preparar terreno pra começar a dizer que Veja é a maior inimiga do Demóstenes e de seu próprio editor geral, o professor-jornalista Carlinhos Cachoeira)

    Ora, Chester: é certo que os caras são marginais. Mas não é por isso que devam ganhar todas, né? Às vezes, marginal se ferra, também…

    Olhaí o Demóstenes, a esperança branca da direita, transformado no Gregor Samsa…

    Agora é a vez do Cachoeira e do Policarpo Metacarpo Falange — quem sabe? — caminhando para um triste fim…

    Mas ainda tem o Sérgio Cabral — que, provavelmente, vai retaliar em cima do casal Molequinho… — (oba!!!); tem os os Civita… E — estou atirando no escuro, mas acho que tenho uma chance — vem coisa aí pra cima da FSP…

    De qualquer forma, espero que tenhas razão, e que nenhum deles tenha “muitas vantagens” em ter se associado aos demais. Basta as vantagens que já tiveram até aqui, e não foram poucas…

    E gostei do teu “(rsrsrsrs)”. Espero que, ao longo de todo este ano, não te faltem motivos pra rir em circunstâncias semelhantes.

    Huá! Huá! Huá! Huá! Huá!

  97. Pax said

    Vamos lá, ao que interessa: existe alguma prova concreta que o tal Policarpo Jr recebeu grana do Cachoeira, ou de seu assecla, o Demóstenes, ex-ídolo da oposição, para fabricar notícia?

    Até agora não vi isso no que li. Pode ser que não tenha lido nos lugares certos, mas confesso que não li.

    Bem diferente dos mimos em presentes e numerário que o Demóstenes, ex-ídolo do titio histérico, do velho e bom Chesterton e das socialites paulistanas, recebeu, segundo farto noticiário.

    E o Marconi Perillo também, ainda segundo farto noticiário.

    E o Agnelo parece que também.

    Assim como deputados, vereadores, etc, de vários partidos, incluindo PT e PSDB.

    E o Cavendish também – vide post novo.

    Ou seja, Cachoeira era o imperador da República do povo, bravo povo brasileiro.

    Li, de fontes desconfiáveis, que o PT quer tirar a Delta do foco de investigações. Como a fonte é desconfiável vou dar uma de João Sem Braço e achar que o PT jamais cometeria uma burrice dessas.

    Há uma bela hora dos principais partidos brasileiros, ao menos no que se refere a respeito, PT e PSDB, fazerem uma parada para arrumação. Isto não virá de seus dirigentes, mas das bases, da militância aguerrida que não mama em teta alguma.

    Se não fizerem teremos todos os partidos galopando para a peemedebização geral.

    Aí, meus amigos, não só a vaca estará no brejo, como todo o rebanho.

    Vai ser duro de agüentar tanta encomenda de porrete de aroeira que virá do povo, bravo povo brasileiro.

    Espero que ao menos Dilma não tenha recebido mimos do Cachoeira. Nem vou perguntar para minha falecida bistataravó, aquela safada, quem pagou seu caixão.

    Enviado via iPhone

  98. Chesterton said

    Tenho ações da Petrobras antiquíssimas, iam bem, mas agora estã lá embaixo. Fui ver agora quanto de dividendos a Petrobras pagou em, 2011….60 centavos por ação, 3%…melhor a poupança. Quer comprar minhas ações, Elias?
    Se você não fosse tão abestado te dava umas dicas.

  99. Chesterton said

  100. Patriarca da Paciência said

    “Vamos lá, ao que interessa: existe alguma prova concreta que o tal Policarpo Jr recebeu grana do Cachoeira, ou de seu assecla, o Demóstenes, ex-ídolo da oposição, para fabricar notícia? ”

    caro Pax,

    existem provas mais que concretas que o Policarpo Foda (conforme o Reinaldinho Cabeção) já há quase uma década sabia de todas as “transações” entre o Cachoeira e o Senador Demóstenes Tôrres e, durartante todo esse tempo, não publicou uma vírgula sequer sobre tais “transações”.

    A pergunta é: sócio ou cúmplice?

    E, conforme várias declarações, devidamente com áudios, o Sr. Cachoeira, durante essa quase década, direcionava todos os grandes “furos bombásticos” publicados pela revista Veja, sendo estes sempre com intenção de chantegear o governo para obter vantagens particulares.

    Então, durante muito tempo a revista expressou a opinião do “professor” Cachoeira, ou seja, ele foi o verdadeiro editor da revista Veja.

    O Policarpo era apenas o seu auxiliar direto.

  101. Pax said

    Mas, caro Patriarca,

    Uma coisa é o cara receber dinheiro para publicar uma notícia e outra é ele ser um jornalista de quinta categoria que só publica o que interessa a um determinado lado político.

    Nesta segunda situação a gente tem uma lista sem fim, sejam do lado do governo, sejam nomes do lado da oposição.

    Por essas e outras que insisto em afirmar que temos uma imprensa ruim, péssima, se falarmos de jornalismo político.

    Insisto no meu ponto: há algum elemento concreto nesta história que prove grana ou outra forma de pagamento direto ao tal Policarpo Jr?

    Caso contrário ainda haveria a possibilidade deste jornalista ser somente um zero à esquerda, um péssimo profissional, assim como é o veículo para quem trabalha.

    Enviado via iPhone

  102. Zbigniew said

    Perceba-se.
    Um jornalista “zero à esquerda” é ponte entre um grande e importante grupo de comunicação para levantar os podres de políticos que se utilizaram dos serviços da própria fonte. E que, num “delitum continuum”, retroalimenta o sistema de denúncias seletivas.
    Pergunta: isso é ou não associação com o crime, no caso o esquema de corrupção?

  103. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    além do Policarpo poder ser denunciado como associado ao crime organizado, conforme o Zbigniew postou acima, quem tem conhecimento de um crime e não o denuncia se torna cúmplice.

    Em qualquer das hipóteses o Policarpo está em maus lençóis.

    Não é um simples caso de mau profissional.

  104. iconoclastas said

    “quem tem conhecimento de um crime e não o denuncia se torna cúmplice.”

    mas o melhor ato que essa criatura pode fazer para a humanidade é doar para estudo essa cx. que é suportada pelo seu pescoço…

    ;^)))

  105. Chesterton said

    “Eu não sabia” (rsrs)

  106. Zbigniew said

    Tem mais jornalista se enrolando nesse novelo…

    Será que tem mais?!!!

    “Carlinhos intermediou um negócio envolvendo Cláudio, o diretor da Delta, com o jornalista alagoano Cláudio Humberto. O jornalista estava incomodando ao falar das ligações da Delta com Sergio Cabral (PMDB), governador do Rio de Janeiro e Cláudio resolveu pagar o jornalista através de Marconi Perillo (PSDB).

    Marconi Perillo tinha combinado com o jornalista Cláudio Humberto que ia levar uma empresa privada para ele. Cláudio Humberto faria uma mídia mensal para o grupo que ficaria por conta de Lulinha, aquele que entrega o material de Dadá para o Mino Pedrosa, que iria cobrar entre R$ 5 mil e R$ 7 mil para fazer uma coluna diária nesse jornal do Cláudio Humberto.

    Essas conversas mostram que Marconi Perillo não apenas se encontrava com Carlinhos Cachoeira em ocasiões festivas como também o ajudava em vários negócios, até mesmo no pagamento de jornalistas através da Delta.
    (…)”

    Dêem uma olhada no link. Tem o teor da conversa. Claro que a fase é de investigações, mas é importante observarmos como funciona esse esquema de denúncias contra políticos.

    http://cachoeiradedados.wordpress.com/2012/04/30/marconi-demostenes-carlinhos-e-o-jornalista-claudio-humberto/

  107. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Petralhotários são animais sinantrópicos. Duvida?

    1.Brizola Neto:
    Dilma bateu o martelo numa reunião com o presidente do PDT federal, Carlos Lupi.
    Sim, é isso mesmo.
    A presidente da limpeza escolheu o substituto da sujeira numa conversa com o resíduo.
    Haja reciclagem!

    2.Por Luciana Marques, na VEJA Online:
    Por mais inusitado que pareça, integrantes do PDT estão revoltados com a indicação do deputado Brizola Neto (PDT-RJ) para o Ministério do Trabalho. Eles avaliam que a decisão da presidente Dilma Rousseff foi pessoal e que, por isso, a legenda não precisa assumir nenhum compromisso com o governo nas eleições de 2012 e de 2014. “A decisão agradou a poucos”, disse um parlamentar da legenda que preferiu não se identificar.

    O próprio presidente do PDT, Carlos Lupi, que se reuniu com Dilma nesta segunda-feira, havia comentado recentemente que era melhor o partido abrir mão do cargo caso o escolhido fosse mesmo Brizola Neto. Mesmo contrariado, Lupi teve de aceitar a imposição da presidente. Além dele, reprovaram a indicação o deputado Vieira da Cunha (RS) e o secretário-geral da sigla, Manoel Dias, ambos cotados para assumir a vaga. Segundo um parlamentar do PDT, o líder da legenda na Câmara, André Figueiredo (CE), ficou “furioso” com a decisão do Planalto.

    3.Por trás da escolha do novo ministro, às vésperas do Dia do Trabalhador, está a disputa eleitoral em São Paulo. Tradicional aliado do PT, desta vez o PDT abriu negociações com os tucanos para apoiar José Serra, e mantém um pé em cada canoa.

    No vôo de volta de Brasília a São Paulo, às nove da manhã da última quinta-feira, sentou-se atrás de mim o deputado pedetista Paulinho da Força, que não parou de falar um minuto para relatar ao seu interlocutor as negociações do PDT com “a Dilma” e “o Serra”, tendo como pano de fundo a disputa paulistana.

    Pela conversa, bastante contrariado com a demora em se chegar a um acordo para resolver a questão do Ministério do Trabalho, Paulinho, também ele anunciado como pré-candidato, parecia mais animado ao falar de Serra.

    O problema para Dilma e Lula é que, até o momento, Fernando Haddad, o candidato do PT, ainda não conseguiu fechar nenhuma aliança para aumentar seu tempo de televisão. A nomeação de Brizola Neto pode agora facilitar as negociações com o PDT.

    Falta ainda acalmar os “independentes” do PR, outro aliado descontente por não ter recebido de volta o Ministério dos Transportes, que também está com um interino desde o final do ano passado.

    Como se vê, está todo mundo com um olho na Esplanada dos Ministérios e outro na disputa eleitoral em São Paulo.

    4. “O preço a pagar pela sua não participação na política é ser governado por quem é inferior”.
    (Platão 400 BC)

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª e do Otto Bonehead.

    Sent from my iPad

  108. Pax said

    Caro Zbigniew,

    Esta informação, acima, já é bem mais complicada, ou seja, envolve pagamento de jornalista para produzir notícia para um grupo político.

    Tem $$$ envolvido e, caso se comprove, a tal fonte usada pelo nosso caro Chesterton, velho e bom Chesterton, fica em perigosa evidência.

    Tempos atrás perguntei para uns amigos jornalistas, conhecidos pelo público da blogosfera, sobre o tal CH.

    A resposta?

    Um sonoro: “não vale nada”.

    Várias vezes tentei alertar nosso velho e bom Chesterton sobre esta fonte que ele usava/usa(?). E todas as vezes minha salutar tentativa de alerta ao amigo foi rejeitada.

    Pois bem, nada como um dia após o outro e uma noite no meio, como diz o dito popular …

    Mas, vejam, estes fatos só reforçam a posição deste blog de não usar fontes partidárias desequilibradas. No frigir dos ovos tais fontes não só demonstram que as informações advindas delas são casca de banana, como a insistência em adotar suas linhas de raciocínio acabam por obstruir a essência da informação. De tanta distorção não temos notícias, mas, sim, desvios.

    Agora os amigos governistas vão me criticar um bocado porque afirmo, de dedos em cruz do meu forte ateísmo, que esta visão se dá para os dois lados.

    Assim como há jornalistas e analistas políticos antolhados de um lado, há, também e mesma dimensão, do outro.

    E alguns dos jornalistas governistas têm, também, suspeitas sob suas cabeças.

    Ou seja, vamos devagar nas pedras que há muitos santos de barro nesta história.

    Por fim, acho ótimo que muitas denúncias desta natureza estejam se descortinando. Faz-nos o favor de aprimorarmos nosso exercício de separar o joio do trigo.

    Enviado via iPhone

  109. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Pax, petralhotários são animais sinantrópicos. Duvida?

    A gepone apoiando o Brizola Neto na sua campanha à Dep. Federal.
    Dilma acha que ele faz “blogs maravilhosos”…

    “O preço a pagar por sua não participação na política é ser governado por quem é inferior”.
    (Platão 400 BC)

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª e do Otto Bonehead.

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  110. Chesterton said

    pax, informação não tem cor, policia tem informante no underground assim como no jornalismo. você não vai me dizer que só deveria haver jornalismo cristão, tem que se informar com tudo. E é legal. a fonte é protegida por lei.
    Agora, se alguem andou escrevendo por dinheiro, como os jornalistas a soldo do PT e Ze dirceu, aí é outra história.
    deem-me os detalhes dos crimes de ch.

  111. Chesterton said

    ou então faz como Lula, diz eu não sabia.

  112. Patriarca da Paciência said

    Pois é, Pax,

    o Chesterton vai alegar que “não sabia” que o Cláudio Humberto também anda envolvido com o Carlinhos Cachoeira.

  113. Patriarca da Paciência said

    Eu escrevi o comentário 112 antes de ler o comentário 111.

    O Chesterton é totalmente previsível.

  114. Patriarca da Paciência said

    Assim como a Sra. BESTA e suas bestialidades.

    Fica sempre repetindo as mesmas bobagens.

  115. Pax said

    Este fim de semana procurei um livro para ler enquanto via e ouvia a interminável chuva. Pois bem, me atraquei num que tinha tentado ler e desistido. Estava na lista de espera da biblioteca rural.

    Chama-se “Os progressos da psicanálise” que Joan Rivieri organizou. Fala sobre evoluções que Melanie Klein, Paula Heimann e Susan Isaacs fizeram à teoria freudiana. Editora LTC.

    A leitura é casca grossa, pra não dizer chata mesma. Mas o assunto me interessa tanto que insisto em insistir.

    Pois bem, em várias passagens os herdeiros de Freud exploram “o conceito da transformação direta da libido em ansiedade, que ele subseqüentemente modificou para englobar a atividade da agressão no processo…”.

    Quando vejo jornalistas e blogueiros muito agressivos me lembro deste conceito Freudiano e me lembro da grande Melanie Klein, que gosto bocado.

    Aí fico me perguntando se este blog já perdeu a libido, por não participar deste processo histérico que vemos no jornalismo político nacional. É assustador.

    Aí me lembro da vontade do porrete de aroeira e fico mais tranquilo com relação à estas questões libidinosas. Ufa!

    Ainda bem que, segundo o que acho, minha libido em questão não é homoposicionada, mas pluriposicionada.

    Pra mim o porrete de aroeira vai pra quem merecer, independente do lado, seja do governo ou da oposição.

    Mas, sim, ainda existe a libido e a sua transformação em ansiedade e agressão. Não escapo desta verdade.

    Freud é froda!

    =)

    Enviado via iPhone

  116. Chesterton said

    Não , Anta sem Paciencia, sugeri ao Claudio Humberto que alegasse o mesmo argumento do LULA.

    Pax…..hein? Agressão homoafetiva? Eu hein?

  117. Patriarca da Paciência said

    Jumento Chesterton,

    você acho que o Cláudio Humberto vai ler seu comentário?

    Vou repetir o que você escreveu:

    “sugeri ao Claudio Humberto que alegasse o mesmo argumento do LULA”.

    Apesar do CH ser seu ídolo, acho que muito difícil ele ler seu comentário.

    Se você dissesse sugereria… faria um pouco de lógica.

    Mas “sugeri”, francamente, Jumento Chesterton !

  118. Pax said

    Vai perguntar pro teu colega Freud, caro Chesterton.

    Não falei em homossexual, citei a tese da tranformação direta da libido em ansiedade e agressão.

    E estendi o raciocínio para aqueles que só agridem o sexo, digo, a posição política contrária à sua própria. Repare que estes são, via de regra, os mais rábicos.

    Faz um esforço que você chega lá. Por burro nas passas. Nem insista!

    =)

    Enviado via iPhone

  119. Chesterton said

    acho que muito difícil ele ler seu comentário.

    chest- alguem me ajude, pelo amor de Deus, assim não dá. Patriarca Lusitano, vou te explicar pela terceira vez…..não, não dá. Socoooooorrroooooo!!!!!

  120. Chesterton said

    Nem o Janer aguenta msi:

    O significado cambiante das palavras, que são empunhadas da forma que melhor convém a quem as empunha, me diverte. Triste sina a da direita no Brasil, escrevia eu em 2005. Em países mais civilizados, ser de direita é não concordar com as propostas da esquerda, direito legítimo de todo cidadão. No Brasil, direita significa portar toda a infâmia do mundo. Que o diga Clóvis Rossi, quando afirmou: “É um caso de estudo para a ciência política universal. Já escrevi neste espaço uma e outra vez que o PT fez a mais radical e rápida guinada para a direita de que se tem notícia na história partidária do planeta”.

    Isto é: se o PT se revela corrupto, ele não é mais esquerda. É direita, porque só a direita é corrupta. Mesmo que o PT seja hoje o mesmo desde que nasceu, mesmo que os grandes implicados na corrupção – Genoíno, Mercadante, Zé Dirceu, Lula – sejam seus pais fundadores. Segundo Rossi, o PT guinou para a direita. E por que guinou para a direita? Porque suas falcatruas foram trazidas à tona. Permanecessem submersas, o partido continuaria sendo de esquerda.

  121. Chesterton said

    Pax, entendi seu chiste….não vai dar uma de luso agora, já chega por hoje.

  122. Chesterton said

    A coluna do janer está ótima

    SCHADENFREUDE NUTRE ESQUERDAS

    O significado cambiante das palavras, que são empunhadas da forma que melhor convém a quem as empunha, me diverte. Triste sina a da direita no Brasil, escrevia eu em 2005. Em países mais civilizados, ser de direita é não concordar com as propostas da esquerda, direito legítimo de todo cidadão. No Brasil, direita significa portar toda a infâmia do mundo. Que o diga Clóvis Rossi, quando afirmou: “É um caso de estudo para a ciência política universal. Já escrevi neste espaço uma e outra vez que o PT fez a mais radical e rápida guinada para a direita de que se tem notícia na história partidária do planeta”.

    Isto é: se o PT se revela corrupto, ele não é mais esquerda. É direita, porque só a direita é corrupta. Mesmo que o PT seja hoje o mesmo desde que nasceu, mesmo que os grandes implicados na corrupção – Genoíno, Mercadante, Zé Dirceu, Lula – sejam seus pais fundadores. Segundo Rossi, o PT guinou para a direita. E por que guinou para a direita? Porque suas falcatruas foram trazidas à tona. Permanecessem submersas, o partido continuaria sendo de esquerda.

    É o que os franceses chamam de glissement idéologique. O conceito de esquerda sempre muda, à medida em que se corrompe. A direita é a caixa de Pandora, o repositório de todos os males do mundo, inclusive os das esquerdas. Pois quando as esquerdas cometem crimes – ou “erros”, como preferem seus líderes – é que não eram esquerda, mas direita.

    Mas o conceito de direita também muda. Ou pelo menos muda no bestunto dos correspondentes tupiniquins na Europa. É o que deduzimos de artigo do correspondente Jamil Chade, do Estadão: “Considerada uma ameaça à democracia por incitar ao racismo e à xenofobia, a extrema direita adaptou seu discurso e, diante da crise financeira européia, chegou ao poder nos últimos anos em vários pontos da Europa. Nove países europeus já têm partidos de extrema direita em suas coalizões de governo central ou como peças fundamentais nos Parlamentos”.

    O que um dia foi direita é hoje extrema direita. Trocando em miúdos: quando os líderes de direita têm votação inexpressiva e estão afastados do poder, a direita continua sendo direita. Mas se consegue captar um quinto do eleitorado, vira incontinenti extrema-direita. O articulista situa os partidos de extrema direita na Holanda, Dinamarca, Noruega, Finlândia, Áustria, Hungria, Suíça, Suécia e Itália. Por que extrema direita? Existe algum partido propondo o extermínio de judeus ou árabes, campos de concentração ou segregação racial?

    Pelo que sabemos, não. O que existe são cidadãos preocupados com a economia – e também com o sistema jurídico – de seus países, que pedem a repatriação dos imigrantes sem papéis e a limitação da imigração. Não há xenofobia, mas desejo de preservação da própria cultura e dos empregos. Muito menos racismo. Existe uma repulsa ao islamismo, mas Islã não é raça. É religião. Os muçulmanos, oriundos de países teocráticos, não entendem a divisão entre igreja e Estado e querem impor a sharia na Europa. Os europeus reagem e, a meu ver, reagiram muito tarde.

    Aconteceu no primeiro turno destas eleições na França. Marine le Pen conseguiu quase vinte por cento dos votos. Marine era de direita. Agora, foi promovida à extrema direita, uma ameaça à democracia por incitar ao racismo e à xenofobia. Marine é filha de Jean Marie Le Pen, líder do Front National, tido como nazista. Ora, desconheço qualquer ligação de Le Pen com o nazismo ou com ideais nazistas. Nazista foi, isto sim, François Mitterrand, que recebeu uma condecoração do governo de Vichy, a Francisque. Mas ninguém ousa – nem ousou – rotular Mitterrand como nazista. Afinal, aderiu ao socialismo.

    As esquerdas têm a Europa engasgada na garganta. O ódio à Europa está na primeira frase do Manifesto Comunista. Claro que as esquerdas adoram as cidades, a gastronomia, o luxo europeus. O problema é que os europeus chegaram lá não via marxismo, mas via capitalismo. Seria bem mais fácil, para as viúvas do Kremlin, gostar da Europa se a prosperidade do continente fosse decorrência da doutrina aquela que morreu no século passado.

    Falar em prosperidade, uma discreta Schadenfreude tem alimentado as esquerdas nestes dias de crise européia. Schadenfreude é a palavra que os alemães usam para definir o sentimento de alegria ou prazer pelo sofrimento ou infelicidade dos outros. Ainda há pouco, Luís Fernando Verissimo via, no naufrágio do transatlântico Concordia, nas costas italianas, um símbolo da decadência do continente. Calma, companheiro. A Europa precisa ainda decair muito para um dia empatar com o Brasil.

    Semana passada, o sóbrio Estadão publicou uma notícia insólita. Que muitos holandeses, para enfrentar a crise, estão vendendo o que sobra da comida feita em casa ou freqüentando bares onde se pode levar a própria refeição. Consegue alguém acreditar nisto? Quem vende restos de comida? Para começar, se a comida é escassa, cozinha-se de modo a não sobrar nada. Continuando, restos de comida nunca vão constituir fonte de renda. E quem vai bater de casa em casa para comprar restos de comida?

    Mais insólita ainda é a idéia de freqüentar bares onde se pode levar a própria refeição. Se tenho comida em casa, por que iria deslocar-me até um bar para comê-la? Não faz sentido. Que mais não seja, algo o bar vai cobrar-me pelo uso de mesas, toalhas, pratos, talheres. Se me falta dinheiro para comer, por que iria eu encarecer o pouco de comida que me resta? O repórter fala de um bar no qual os clientes trazem sua própria comida, que é aquecida pelos funcionários de graça. Só é preciso pagar pelas bebidas. Até pode ser. Mas se trata de UM bar. Que encontrou uma fórmula de vender bebidas. É de supor-se que os holandeses tenham como aquecer a comida em casa.

    Outro exemplo deste repúdio à Europa e suas instituições é o recente escândalo em torno ao rei da Espanha. De repente, Juan Carlos foi anatematizado por praticar um esporte perfeitamente legal, caçar elefantes, esporte que deve ter praticado desde que se conhece por gente. Mais ainda, a imprensa encontrou uma amante para o rei, enfeite que nenhum estadista dispensa. Na Espanha, já há quem fale em fim da monarquia e abdicação de Don Juan Carlos.

    Não bastasse isto, li em algum jornal, já não lembro qual, que o rei teria tido 1.500 amantes. Por um lado, nada de surpreender. Para um homem que detém o mais alto poder de um país, a cifra é perfeitamente exeqüível. Mas como é que não sabíamos disto? Alguém acredita que entre as 1.500 a nenhuma – nenhumazinha – ocorreu bater com a língua nos dentes? Ora, certamente centenas entre 1.500 não resistiriam a falar aos jornais sobre a real preferência. Strauss-Khan que o diga. Sem ter a visibilidade de um rei, por uma piguancha perdeu a chance de ocupar hoje o lugar do socialista François Hollande.

    Leitores me perguntam o que acontecerá com a França caso vença Hollande. Ora, não vai acontecer nada. Como nada aconteceu na transição de Giscard d’Estaing para Mitterrand, nem na de Mitterrand para Chirac ou Sarkozy.

    Desiludam-se as esquerdas. A França não muda.

  123. Patriarca da Paciência said

    Jumento Chesterton,

    é claro que com toda a sua jumentícia sabedorrência “você sabia” que o Cláudio Humberto está envolvido com o Carlinhos Cachoeira.

    Você só está “testando” as pessoas.

    É claro, é claro!

  124. Chesterton said

    Não, seu idiota arrogante, o que eu disse e v. não entende é que, caso CH seja culpadol ele pode usar o mesmo argumento do LULA! Foi o que eu sugeri, que pode acontecer.

    (os burros são legião, e gostam da própria voz)

  125. Michelle de Souza Malone said

    Gooday everyone

    Pax, “O preço a pagar por sua não participação na política é ser governado por quem é inferior”. (Platão 400 BC)

    E os petralhotários são animais sinantrópicos. Duvida?

    “E estendi o raciocínio para aqueles que só agridem o sexo, digo, a posição política contrária à sua própria. Repare que estes são, via de regra, os mais rábicos”. (1)

    Concordo. Seu blog é um “estudo de caso”. Tem até “solteirões” agressivos, confundem a toda hora, mamãe com D. Michelle, na hora de garrunchar e ainda se acham. rsrsrs

    ERA DA MERDIOCRIDADE
    Basta ver os escritos de V.Ex.ª e do Otto Bonehead.

    1. (Ah Pax se alguém ainda não te informou, “via de regra” é vagina.)

    Sent from my iPad

  126. Chesterton said

    Nelson Rodrigues acordou especialmente inspirado em 20 de maio de 1969. “Nada mais XIX que o século XX”, descobriu já na primeira linha da coluna que O Globo publicaria no dia seguinte. Abstraídas “a praia e as medidas masculinas dos quadris femininos”, não havia nada que permitisse distinguir uma época de outra. As semelhanças escancaradas começavam pela consolidação do fenômeno que, segundo o cronista genial, configurou a marca mais notável do século XIX: “a ascensão espantosa e fulminante do idiota”.

    Até então, uma nulidade do gênero se limitava a babar na gravata. “O idiota era apenas o idiota e como tal se comportava”, explicou Nelson Rodrigues. “O primeiro a saber-se idiota era o próprio idiota. Julgando-se um inepto nato e hereditário, jamais se atreveu a mover uma palha, ou tirar uma cadeira do lugar. Nunca um idiota tentou questionar os valores da vida”. Como ocorrera desde o começo dos tempos, decidiam pelos idiotas os que tinham cabeça para pensar e sabiam o que faziam. Os rumos eram ditados pelos melhores e mais brilhantes.

    As coisas mudaram dramaticamente quando a tribo dos cretinos fundamentais se descobriu majoritária. “Houve, por toda parte, a explosão de idiotas”, avisou a crônica que, escrita há quase 42 anos, parece descrever o Brasil deste começo de milênio. Nos trêfegos trópicos, a praga que afligiu o século XIX e consolidou-se no século XX assumiu dimensões siderais. Em suas infinitas versões ─ o espertalhão, o otário, o vigarista, o fanático, o farsante, o bobo alegre, o cafajeste, o prepotente, o gatuno ─, os idiotas elegem e são eleitos, escolhem e são escolhidos, nomeiam e são nomeados. Estão por toda parte.

    No nono ano da Era da Mediocridade, a espécie em acelerada expansão é representada no governo e na oposição, no Ministério e no segundo escalão, no Congresso, nos tribunais e na imprensa, na plateia que assiste à passagem do cortejo ou nos andores da procissão de espantos que começou há oito anos, não foi interrompida sequer pelas festas de fim de ano e seguiu seu curso no primeiro mês do governo de Dilma Rousseff. O imenso viveiro de cérebros baldios não se assusta com nada.

    De partida, Lula foi premiado com caminhões de presentes, passaportes diplomáticos expedidos ilegalmente para alegrar a filharada e um salvo-conduto para bronzear-se no forte do Exército reduzido a pensão de governantes ociosos. De chegada, Dilma montou o ministério mais bisonho de todos os tempos, escalou para gerenciá-lo um estuprador de contas bancárias e recolheu-se ao silêncio de quem não tem nada de proveitoso a dizer nem dispõe de alguma ideia para trocar. Só recuperou a voz depois de surpreendida por uma tragédia anunciada.

    Ao fim do passeio pela Região Serrana do Rio, Dilma prometeu fazer amanhã o que Lula jurou ter feito em 2005, solidarizou-se com as famílias assassinadas pela incompetência dos governos federal, estadual e municipal e elogiou o comparsa Sérgio Cabral. O governador devolveu o elogio, agradeceu a Lula por oito anos de providências imaginárias e debitou o massacre premeditado na conta dos antrecessores, de São Pedro, do imponderável e dos mortos.

    Nesta quinta-feira, em depoimento no Congresso, Luiz Antonio Barreto de Castro, demissionário do cargo de secretário de Políticas e Programas do Ministério de Ciência e Tecnologia, implodiu com seis palavras a conversa fiada sobre a catástrofe que até então contabilizava 762 mortos e 400 desaparecidos. Depois de revelar que não conseguiu incluir no PAC a implantação de um sistema de alerta com radares, orçado em R$ 115 milhões, que ajudaria a prever desastres em áreas de risco, Barreto resumiu o espetáculo do cinismo homicida: “Falamos muito e não fizemos nada”. Embora saiba disso há oito anos, a oposição oficial nada fala e nada faz. A idiotia é suprapartidária.

    Mas também há mais de 40 milhões de brasileiros que enxergam as coisas como as coisas são e contam o caso como o caso foi. Não é pouca gente. E a munição é farta, como mostrarão os posts que pretendem retratar em preto e branco o verão brasileiro de 2011.
    Augusto Nunes

  127. Patriarca da Paciência said

    Jumento Chesterton,

    para esclarecimento de Vossa Jumentícia sabedorrência:

    Na opinião do Pax, somente se o Policarpo tivesse recebido dinheiro para publicar matérias, estaria cometendo crime.

    Na minha OPINIÃO, o Policarpo pode ser indiciado por crime de associação ao crime organizado e também por cumplicidade.

    É simples opinião, mas fundamentada na realidade.

  128. Chesterton said

    NELSON RODRIGUES
    Antigamente, o idiota era o idiota. Nenhum ser tão sem mistério e repito: — tão cristalino. O sujeito o identificava, a olho nu, no meio de milhões. E mais: — o primeiro a identificar-se como tal era o próprio idiota. Não sei se me entendem. No passado, o marido era o último a saber. Sabiam os vizinhos, os credores, os familiares, os conhecidos e os desconhecidos. Só ele, marido, era obtusamente cego para o óbvio ululante.
    Sim, o traído ia para as esquinas, botecos e retretas gabar a infiel: — “Uma santa! Uma santa!”. Mas o tempo passou. Hoje, dá-se o inverso. O primeiro a saber é o marido. Pode fingir-se de cego. Mas sabe, eis a verdade, sabe. Lembro-me de um que sabia endereço, hora, dia etc. etc.
    Pois o idiota era o primeiro a saber-se idiota. Não tinha nenhuma ilusão. E uma das cenas mais fortes que vi, em toda a minha infância, foi a de uma autoflagelação. Um vizinho berrava, atirando rútilas patadas: — “Eu sou um quadrúpede!”. Nenhuma objeção. E, então, insistia, heróico: — “Sou um quadrúpede de 28 patas!”. Não precisara beber para essa extroversão triunfal. Era um límpido, translúcido idiota.
    E o imbecil como tal se comportava. Nascia numa família também de imbecis. Nem os avós, nem os pais, nem os tios, eram piores ou melhores. E, como todos eram idiotas, ninguém pensava. Tinha-se como certo que só uma pequena e seletíssima elite podia pensar. A vida política estava reservada aos “melhores”. Só os “melhores”, repito, só os “melhores” ousavam o gesto político, o ato político, o pensamento político, a decisão política, o crime político.
    Por saber-se idiota, o sujeito babava na gravata de humildade. Na rua, deslizava, rente à parede, envergonhado da própria inépcia e da própria burrice. Não passava do quarto ano primário. E quando cruzava com um dos “melhores”, só faltava lamber-lhe as botas como uma cadelinha amestrada. Nunca, nunca o idiota ousaria ler, aprender, estudar, além de limites ferozes. No romance, ia até ao Maria, a desgraçada.
    Vejam bem: — o imbecil não se envergonhava de o ser. Havia plena acomodação entre ele e sua insignificância. E admitia que só os “melhores” podem pensar, agir, decidir. Pois bem. O mundo foi assim, até outro dia. Há coisa de três ou quatro anos, uma telefonista aposentada me dizia: — “Eu não tenho o intelectual muito desenvolvido”. Não era queixa, era uma constatação. Santa senhora! Foi talvez a última idiota confessa do nosso tempo.
    De repente, os idiotas descobriram que são em maior número. Sempre foram em maior número e não percebiam o óbvio ululante. E mais descobriram: — a vergonhosa inferioridade numérica dos “melhores”. Para um “gênio”, 800 mil, 1 milhão, 2 milhões, 3 milhões de cretinos. E, certo dia, um idiota resolveu testar o poder numérico: — trepou num caixote e fez um discurso. Logo se improvisou uma multidão. O orador teve a solidariedade fulminante dos outros idiotas. A multidão crescia como num pesadelo. Em quinze minutos, mugia, ali, uma massa de meio milhão.
    Se o orador fosse Cristo, ou Buda, ou Maomé, não teria a audiência de um vira-lata, de um gato vadio. Teríamos de ser cada um de nós um pequeno Cristo, um pequeno Buda, um pequeno Maomé. Outrora, os imbecis faziam platéia para os “superiores”. Hoje, não. Hoje, só há platéia para o idiota. É preciso ser idiota indubitável para se ter emprego, salários, atuação, influência, amantes, carros, jóias etc. etc.
    Quanto aos “melhores”, ou mudam, e imitam os cretinos, ou não sobrevivem. O inglês Wells, que tinha, em todos os seus escritos, uma pose profética, só não previu a “invasão dos idiotas”. E, de fato, eles explodem por toda parte: são professores, sociólogos, poetas, magistrados, cineastas, industriais. O dinheiro, a fé, a ciência, as artes, a tecnologia, a moral, tudo, tudo está nas mãos dos patetas.
    E, então, os valores da vida começaram a apodrecer. Sim, estão apodrecendo nas nossas barbas espantadíssimas. As hierarquias vão ruindo como cúpulas de pauzinhos de fósforos. E nem precisamos ampliar muito a nossa visão. Vamos fixar apenas o problema religioso. A Igreja tem uma hierarquia de 2 mil anos. Tal hierarquia precisa ser preservada ou a própria Igreja não dura mais quinze minutos. No dia em que um coroinha começar a questionar o papa, ou Jesus, ou Virgem Maria, será exatamente o fim.
    É o que está acontecendo. Nem se pense que a “invasão dos idiotas” só ocorreu no Brasil. Se fosse uma crise apenas brasileira, cada um de nós podia resmungar: — “Subdesenvolvimento” — e estaria encerrada a questão. Mas é uma realidade mundial. Em que pese a dessemelhança de idioma e paisagem, nada mais parecido com um idiota do que outro idiota. Todos são gêmeos, estejam uns aqui, outros em Cingapura.
    Mas eu falava de que mesmo? Ah, da Igreja. Um dia, ao voltar de Roma, o dr. Alceu falou aos jornalistas. E atira, pela janela, 2 mil anos de fé. É pensador, um alto espírito e, pior, uma grande voz católica. Segundo ele, durante os vinte séculos, a Igreja não foi senão uma lacaia das classes dominantes, uma lacaia dos privilégios mais hediondos. Portanto, a Igreja é o próprio Cinismo, a própria Iniqüidade, a própria Abjeção, a própria Bandalheira (e vai tudo com a inicial maiúscula).
    Mas quem diz isso? É o Diabo, em versão do teatro de revista? Não. É uma inteligência, uma cultura, um homem de bem e de fé. De mais a mais, o dr. Alceu tinha acabado de beijar a mão de Sua Santidade. Vinha de Roma, a eterna. E reduz a Igreja a uma vil e gigantesca impostura. Mas se ele o diz, e tem razão, vamos, já, já, fechar a Igreja e confiscar-lhe as pratas.
    Cabe então a pergunta: — “O dr. Alceu pensa assim?”. Não. Em outra época, foi um dos “melhores”. Mas agora é preciso adular os idiotas, conquistar-lhes o apoio numérico. Hoje, até o gênio se finge imbecil. Nada de ser gênio, santo, herói ou simplesmente homem de bem. Os idiotas não os toleram. E as freiras põem short, maiô e posam para Manchete como se fossem do teatro rebolado. Por outro lado, d. Hélder quer missa com reco-reco, tamborim, pandeiro e cuíca. É a missa cômica e Jesus fazendo passista de Carlos Machado. Tem mais: — o papa visitará a América Latina. Segundo os jornais, teme-se que o papa seja agredido, assassinado, ultrajado etc. etc. A imprensa dá a notícia com a maior naturalidade, sem acrescentar ao fato um ponto de exclamação. São os idiotas, os idiotas, os idiotas.

  129. Chesterton said

    Patriarca, leia o NR, você venceu.

  130. Patriarca da Paciência said

    Pois é, Chesterton,

    o idiota do Nelson Rodrigues nunca teve a modéstia de se declarar um idiota, mesmo sabendo-se um completo idiota.

    O idiota do Nelson Jobim, que relembrou o texto do iditota do Nelson Rodrigues, num discurso mais idiota ainda, também nunca teve a modéstia dse se declarar idiota, masmemo sabendo-se um completo idiota.

    E o Jumento Chesterton, mesmo sabendo-se um completo idiota, também não tem a modéstia de declarar-se um idiota, mesmo sabendo-se um completo idiota.

    As pessoas são mesmo arrogantes, não é jumento Chesterton?

  131. Patriarca da Paciência said

    O idiota do Nelson Jobim, que relembrou o texto do idiota do Nelson Rodrigues, num discurso mais idiota ainda, também nunca teve a modéstia de se declarar idiota, mesmo sabendo-se um completo idiota.

    E o Jumento Chesterton, mesmo sabendo-se um completo idiota, também não tem a modéstia de declarar-se um idiota.

    As pessoas são mesmo arrogantes, não é jumento Chesterton?

  132. Patriarca da Paciência said

    Só para relembrar:

    Jumento Chesterton,

    é claro que com toda a sua jumentícia sabedorrência “você sabia” que o Cláudio Humberto está envolvido com o Carlinhos Cachoeira.

    Você só está “testando” as pessoas.

    É claro, é claro!

  133. Patriarca da Paciência said

    Bom, jumento Chesterton,

    vou dormir pois já estou com sono.

    Será que você vai ter a modéstia de se declarar um idiota, por ter a certeza de que é um completo idiota?

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