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Lavanderia condenada pelo STF

Posted by Pax em 14/09/2012

Mais uma fatia do julgamento do mensalão do PT termina com a condenação de 8 acusados.

STF condena oito réus do mensalão por lavagem de dinheiro

Danilo Macedo e Débora Zampier – Repórteres da Agência Brasil

Brasília – Encerrando o julgamento do quarto capítulo da Ação Penal 470, conhecida como processo do mensalão, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, votou pela condenação de oito dos dez réus dos chamados núcleo financeiro e núcleo publicitário por lavagem de dinheiro. Esses grupos são representados por pessoas ligadas ao Banco Rural e à SMP&B, agência de Marcos Valério. Com o voto de Ayres Britto, os oito réus foram condenados pelos ministros do STF (veja placar abaixo).

O presidente inocentou apenas Ayanna Tenório, ex-diretora do Banco Rural, e Geiza Dias, ex-gerente financeira da SMP&B. Ele disse que se convenceu facilmente sobre a inocência de Ayanna, mas teve “mais trabalho” para chegar à mesma conclusão sobre Geiza. Apesar disso, o ministro disse acreditar que a ex-funcionária da SMP&B apenas cumpria com seu trabalho, sem conhecimento do esquema.

“Eu confesso que conversei com a ministra Rosa Weber e ambos tivemos a oportunidade de nos reportar a servidores nossos e que, por vezes, seguem nossas orientações – é claro que as nossas orientações são lícitas-, mas eles seguem com tanta devoção, e isso é próprio de servidores que não têm o poder de mando”.

Essas foram as únicas rés absolvidas pelo plenário nesta etapa. A maioria dos ministros, em placar unânime em seis casos, votou pela condenação de Marcos Valério, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz, Rogério Tolentino, Simone Vasconcelos, Kátia Rabello, José Roberto Salgado e Vinícius Samarane.

Hoje, os ministros não fizeram o intervalo rotineiro durante as sessões e falaram ininterruptamente das 14h30 às 20h40. A medida faz parte de uma das alternativas tomadas pelo STF para racionalizar o julgamento, além da busca por votos mais resumidos e pontualidade para começar as sessões.

Na próxima segunda-feira (17), a Corte começa a analisar o sexto capítulo da denúncia do Ministério Público Federal (MPF), que trata de corrupção ativa, corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro dos partidos de base aliada do governo. No final da sessão de hoje, o relator Joaquim Barbosa voltou a pedir que a Corte realize uma sessão extra, pelo menos nesta etapa, que segundo ele, é a mais exaustiva.

Ayres Britto chegou a propor aos colegas uma sessão extra na próxima quarta-feira pela manhã, mas como a Corte já estava sem alguns ministros, os que estavam presentes optaram por decidir a questão só no dia 17. Depois desse item, o STF ainda terá que analisar o capítulo sobre lavagem de dinheiro envolvendo integrantes do PT e um ex-ministro dos Transportes (sétimo); e evasão de divisas e lavagem de dinheiro envolvendo o publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes (oitavo).

O segundo capítulo, que trata do crime de formação de quadrilha, será apreciado só no final. Segundo o relator Barbosa, é mais fácil contextualizar se houve formação de quadrilha quando os demais crimes já tiverem sido apresentados.

Veja como ficou o placar de votações relativo ao quarto capítulo – lavagem de dinheiro no núcleo financeiro e no núcleo publicitário:

a) Kátia Rabello: 10 votos pela condenação
b) José Roberto Salgado: 10 votos pela condenação
c) Ayanna Tenório: 10 votos pela absolvição
d) Vinícius Samarane: 8 votos a 2 pela condenação (Divergência: Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello)
e) Marcos Valério: 10 votos pela condenação
f) Ramon Hollerbach: 10 votos pela condenação
g) Cristiano Paz: 10 votos pela condenação
h) Rogério Tolentino: 8 votos a 2 pela condenação (Divergência: Ricardo Lewandowski e Antonio Dias Toffoli)
i) Simone Vasconcelos: 10 votos pela condenação
j) Geiza Dias: 7 votos a 3 pela absolvição (Divergência: Joaquim Barbosa, Luiz Fux e Marco Aurélio Mello)

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24 Respostas to “Lavanderia condenada pelo STF”

  1. Edu said

    Jajá sobrarão apenas os peixes grandes…

    Aguardo ansiosamente o aparecimento das donzelas arrependidas. Gostaria que o Marcos Valério escrevesse um livro, por exemplo… na cadeia ele vai ter bastante tempo pra isso.

  2. Edu said

    Otto e Pax,

    Ao contrário do que o Otto pensa. Eu, como “direitoba” e leitor ávido do PIG, não acho ruins os textos do LFV não!

    Concordo com ele e com o que o Pax diz que todos devem merecer o mesmo tratamento.

    Inclusive, já que o Brasi anda criando os “tribunais históricos”, por que não passar a história dos últimos 50 ano do Brasil a limpo de uma vez por todas?

  3. Jose Mario HRP said

    A ingenuidade dos que acreditam que estamos vendo o país “sendopassado” a limpo me faz dar belas gargalhadas.
    Mesmo os cínicos e hipócritas me dão motivo para boas gargalhadas idem.
    Cada camara de vereadores, cada assembléia e ,claro, no Congresso, agora, coisas e loisas estão acontecendo e dependendo de quem estiver no poder, aparecerão como crime ou trabalho a ser elogiado!
    Também há o quesito dimensão, que transforma pecados em crimes a serem punidos com a pena de morte!
    KKKK…Nesse momento estão sendo feitos tratos mil que jamais terão seu carater obscuro desvendado e até serão elogiados conforme a quem beneficiarem .
    Agora mesmo a Dilma e o empresariado portuário estão confeccionando novas leis e complementos que vão tirar direitos de milhares de trabalhadores portuários, criminosamente tirando esperanças de familias de criar seus filhos dignamente, mas que para a mídia e os “empresários” será mais um passo na busca pela competitividade de nossa economia, a la FOXCOM e o jeito chines/neoliberal de tratar “colaboradores”.
    Enfim, como vem nos demonstrando o intelectual Tzvetan Teodorov, o franco /bulgaro, filosofo e escritor, os conceitos de liberdade, combate a criminalidade e a forma de encarar democracia estão sendo distorcidos asperamente, trazendo de volta a moda do pensamento conservador, misturando conservadorismo, a falsa idéia e conceitos de democracia, liberdade num quase messianismo do mercado e seus milagres.
    O STF está fazendo a sua parte em “combater a corrupção, até que isso não seja mais necessário para que as forças reacionárias voltem ao poder, sem perigo de perde-lo de novo.
    A Utopia do mercado incorruptível e bonzinho!

  4. Edu said

    HRP,

    “A Utopia do mercado incorruptível e bonzinho!”

    Discordo.

    Eu diria: “A realidade de imperfeição, em que as regras de mercado podem evoluir para ser cada vez mais claras e permitir a convivência mais justa dos indivíduos”

  5. Chesterton said

    “Não podem condenar só os mequetrefes. Só não sobrou para o Lula porque eu, o Delúbio e o Zé não falamos” ─

    “Lula era o chefe”.

    “Dirceu era o braço direito do Lula, o braço que comandava”.

    “O Delúbio dormia no Alvorada. Ele e a mulher dele iam jogar baralho com o Lula à noite”.

    “O caixa do PT foi de 350 milhões de reais”.

    “(Depois da descoberta do escândalo), meu contato com o PT era o Paulo Okamotto. O papel dele era tentar me acalmar”.

    “O PT me fez de escudo, me usou como boy de luxo. Mas eles se ferraram porque agora vai todo mundo para o ralo”.

    “Vão me matar. Tenho de agradecer por estar vivo até hoje”.

    chest- m.v.

  6. Pax said

    Caro Chesterton,

    Quem é m.v.? Onde está o link desta tua informação?

  7. Jose Mario HRP said

    O velho jornalista , de tantas lutas e memoráveis textos acertando o tiro na mosca novamente:
    http://altamiroborges.blogspot.com.br/2012/09/a-espanha-e-as-licoes-da-soberba.html

  8. Chesterton said

    Marcos Valerio….

  9. Chesterton said

    agora todo mundo quietinho, se fingindo de morto….

  10. Chesterton said

    ainda ninguem….vai se recorde de sumiço.

  11. Pax said

    Caro Chesterton,

    Digamos que a Veja e o Marcos Valério talvez não tenham tanta credibilidade. A acusação é séria pacas, mas tanto a fonte como o veículo não.

  12. Chesterton said

    mata o carteiro Pax. Voc~e é e sempre foi Lulla até debaixo dágua (rsrsrsrsrsrs)

  13. Pax said

    Não, caro Chesterton, é questão de fonte mesmo. Hoje já tem farto noticiário que esta entrevista nem existiu. Como a revista costuma errar e inventar, melhor esperar.

    Como disse no post acima, velho e bom Chesterton, nem todos os pardos são gatos.

  14. Chesterton said

    Pax, antevejo uma fase de grandes problemas psicológicos para você num futuro bem breve.

  15. Pax said

    Pelo contrário,

    O tema do blog, que todos sabem que considero o principal problema estrutural da nossa política, virou pauta nacional e tudo indica que teremos uma nova jurisprudência depois deste julgamento.

    Colarinho branco, lavagem de dinheiro, desvio de verbas públicas, peculato, corrupção passiva, ativa etc, tudo isso tende a dar uma mitigada.

    Diagnóstico errado, caro Doc.

  16. Jose Mario HRP said

    Pois é, o “adevo” do Val negou a entrevista no sábado e ontem a “Óia” já admitia que não houve entrevista e que o texto é todo da seguinte fonte: “Ouvi dizer”!!!!!

  17. Edu said

    Eu não entendo essa torcida da militância… para mim, pessoas públicas devem dar explicações de seus atos públicos.

    Isso vale para o tal do mensalão mineiro tbm.

  18. Olá!

    É um tanto incompreensível essa atitude de certa hostilidade do Pax em relação à Revista Veja.

    Uma coisa chama a atenção: Ao mesmo tempo em que o Pax tem lá as suas desconfianças sobre a Veja, ele considera pessoa bona fide o jornalista Fernando Rodrigues, que foi um dos jornalistas que mais espalharam aquela história falsa do Dossiê Cayman, cujo objetivo era destruir a carreira política e a vida pessoal de indivíduos que não tinham cometido os crimes listados em tal dossiê. Aliás, esses indivíduos, vale lembrar, eram adversários diretos do PT, o que, consequentemente, fez com que o Fernando Rodrigues se colocasse a serviço de um partido. Mas vai ver que, para alguns, isso, sim, que é exemplo de jornalismo isento, imparcial, verdadeiro, moderno e dinâmico.

    Ao que parece, o jornalista nunca pediu desculpas às pessoas que seriam prejudicadas se tal dossiê falso tivesse sido tomado como verdadeiro.

    Até!

    Marcelo

  19. Pax said

    Caro Marcelo Augusto,

    Minha hostilidade é com quem lida com mentira. O principal analista político da revista é useiro e vezeiro desta prática.

    E continuo achando o Fernando Rodrigues um excelente jornalista, sim.

    Nem sabia dessa história que ele foi um dos disseminadores da tal história do Dossiê Cayman.

  20. Olá!

    Pax,

    “Minha hostilidade é com quem lida com mentira. [. . .]”

    Admitindo que você, Pax, realmente, toma isso como um princípio, então o que você teria a dizer sobre a atuação do Fernando Rodrigues na propagação do Dossiê Cayman?

    O Dossiê Cayman, como ficou claro, era falso até a alma, era uma mentira tosca, uma armação grosseira para prejudicar pessoas que não tinham cometido os crimes que ali estavam listados.

    Na sua opinião, Pax, escrever matérias e mais matérias tendo como base um dossiê falso representa bom jornalismo? Nas suas considerações, como você classificaria um jornalista que age dessa maneira?

    Até!

    Marcelo

  21. Pax said

    Caro Marcelo Augusto,

    Tenho menor ideia sobre a posição do Fernando Rodrigues sobre o tal dossiê Cayman que você cita. E nem quero saber. Nem mesmo do século que esta história tenha ocorrido.

    O que sei é que considero este jornalista um dos melhores analistas políticos do Brasil, sim.

    E também tenho minha estreita convicção que a revista Veja tem em seus quadros analistas políticos que mentem. Não só mentem como deixam suas mentiras por escrito. Ponto.

    E o melhor de tudo é que vivemos numa democracia onde você pode escolher as fontes que gosta e eu idem, e nós dois podemos conviver pacificamente e discutir intelectualmente sem que eu o acuse de qualquer coisa sem que possa provar e o inverso se dá da mesma forma.

    Em outras palavras, meu caro Marcelo Augusto, se você acha que a Veja é fonte confiável, se você acha que os analistas políticos da Veja são bons, este é um direito teu. E vou lutar até o fim para que você permaneca com esse direito. Por mais que eu discorde da tua opinião.

    Ok assim?

    Se sim, você me permite optar pelas minhas preferências e fontes?

    Agradeço antecipadamente a compreensão.

    =)

  22. Olá!

    Pax,

    “Tenho menor ideia sobre a posição do Fernando Rodrigues sobre o tal dossiê Cayman que você cita. E nem quero saber. Nem mesmo do século que esta história tenha ocorrido.”

    Mas você deveria pelo menos ler algumas coisas sobre como o Fernando Rodrigues atuou diligentemente para espalhar o conteúdo do falso dossiê. Como, ao que tudo indica, você, Pax, nunca buscou saber nada a respeito, eis dois singelos links que exemplificam a atuação do tal jornalista:

    Dossiê Caribe exumado

    O dossiê que nunca acaba

    Excertos do primeiro link:

    BRASÍLIA – Se tiver juízo, o governo não deveria comemorar a manchete do jornal “O Globo” de ontem (“Suspeito conta como dossiê Cayman foi falsificado”) (sic). Por várias razões. [. . .]

    Na noite de 5 de maio de 99, FHC reuniu-se com o então ministro da Justiça, Renan Calheiros. Decidiu engavetar tudo. Só processou alguns políticos que se meteram de gaiatos na história. Nada mais.
    O engavetador-geral da República, Geraldo Brindeiro, e seu aprendiz de engavetamento, o procurador Luiz Augusto Santos Lima, interromperam o processo investigatório.

    Excertos do segundo link:

    BRASÍLIA – Houve escândalos mais comprovados, mas o do dossiê Caribe parece ser o mais persistente do governo FHC.

    [. . .] Há apenas menção a uma conta na Suíça, num banco de investimento de origem inglesa. O saldo em 31 de julho de 98 era de US$ 352,9 milhões.
    São dúvidas que podem ser esclarecidas por quem tem poder para isso. E, sobretudo, interesse em deslindar a trama. Trata-se, é claro, de FHC.

    Há um trecho do primeiro link que é muito interessante:

    [. . .] Felizmente, essa gente tem poderes limitados. Não é desprezível, portanto, a chance de esse esqueleto um dia ainda ser devidamente exumado.

    E, de fato, o tal dossiê finalmente foi trazido à luz dos fatos e ficou mais do que comprovado que tal dossiê era uma coleção de mentiras e falsidades destinadas a prejudicar a vida de pessoas que não tinham cometido os crimes ali listados. Como ficou claro em uma reportagem da Folha de São Paulo. Excerto:

    A Justiça Eleitoral condenou o pastor evangélico Caio Fábio D’Araújo Filho a quatro anos de prisão por seu envolvimento no chamado “dossiê Cayman” [. . .].

    Aí está, Pax, uma farsa comprovada e que foi espalhada pelo jornalista que você considera praticante do jornalismo ético, moderno, dinâmico, isento, imparcial e etc.

    Se o tal Dossiê Cayman tivesse sido tomado como verdadeiro, muitas pessoas teriam suas vidas pessoal e profissional destruídas. Pessoas essas que não tinham cometido os crimes que tal dossiê afirmava. Afinal de contas, o FHC, o Serra e o Covas não tinham toda aquela dinheirama guardada em paraísos fiscais.

    O Fernando Rodrigues foi um principais jornalistas, senão o principal, a disseminar essa história falsa do Dossiê Cayman. Ele disseminou uma mentira das mais toscas.

    Mesmo após tudo isso, você, Pax, ainda o considera um dos melhores analistas políticos do Brasil/?

    Seria interessante saber como você, Pax, agiria caso esse falso dossiê tivesse sido espalhado pelo pessoal da Revista Veja.

    “E o melhor de tudo é que vivemos numa democracia onde você pode escolher as fontes que gosta e eu idem, e nós dois podemos conviver pacificamente e discutir intelectualmente sem que eu o acuse de qualquer coisa sem que possa provar e o inverso se dá da mesma forma.”

    Sem essa, Pax. Você não quer jogar dentro das regras que você próprio estabeleceu. Lembre-se de que, no seu comentário #19, você afirmou que a sua hostilidade é com quem lida com mentira. Nos links mais acima, ficou mais do que claro que o Fernando Rodrigues atuou muito fervorosamente para espalhar o Dossiê Cayman, um dossiê composto de mentiras e calúnias do começo ao fim, e, mesmo assim, você o considera um dos melhores analistas políticos do Brasil.

    “E também tenho minha estreita convicção que a revista Veja tem em seus quadros analistas políticos que mentem. Não só mentem como deixam suas mentiras por escrito. Ponto.”

    Pode até ser, Pax. Mas vale lembrar para você que o Fernando Rodrigues já fez coisas bem piores na saga do Dossiê Cayman e nem por isso você o considera um jornalista de baixa qualidade. Muito pelo contrário, para você, ele é um dos melhores analistas políticos do Brasil.

    Parece que, nesta situação em questão, o pau que bate na Revista Veja não chega nem perto do Fernando Rodrigues. E olha que este última já fez coisas que mais do que justificariam uma paulada no tipo de jornalismo que ele fez/faz.

    É uma lógica estranha essa sua, Pax. Afinal de contas, o que vale para a Revista Veja, não vale para o Fernando Rodrigues.

    Enfim. . .

    Até!

    Marcelo

  23. Chesterton said

    E também tenho minha estreita convicção que a revista Veja tem em seus quadros analistas políticos que mentem.

    chest- estreita convicção, parece até o Zé Dirceu dizendo que está convencido de sua inocência. Ora, mente? Onde? se está escrito? Mostra!

  24. Pax said

    Caro Marcelo Augusto,

    Tive a “cachorra” de recorrer a um velho amigo (mais de 40 anos de amizade dá pra chamar assim). Jornalista, influente etc.

    Sua resposta:

    Asneira pura. Conheço Fernando muito bem. Corretíssimo, exemplar.

    Me permito, então, fiar-me neste depoimento, à acima de qualquer outra coisa. Sinto muito não entrar em mais detalhes.

    Caro Chesterton,

    Esqueceu do capítulo que pegamos o titio mentindo que era um democrata, que gostava de todas as opiniões em seu blog etc etc?

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