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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Eleições 2014: temporada de corrupção à vista

Posted by Pax em 23/10/2013

Em entrevista com o delegado da Polícia Federal Oslain Santana, publicada em O Globo de hoje, a informação é que 50% das operações de combate à corrupção tem como pano de fundo o financiamento das campanhas eleitorais.

Neste aspecto os principais partidos brasileiros em disputa, PT e PSDB, não têm qualquer diferenciação. Os dois chafurdam com profissionalismo na questão, basta observar o farto noticiário disponível.

Campanhas eleitorais concentram corrupção – O Globo

‘Financiamento de campanha atual estimula corrupção’, diz Oslain Santana, diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal

BRASÍLIA — O diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Oslain Santana, terceiro na hierarquia da instituição e tradicionalmente avesso a declarações públicas, afirma que pelo menos metade dos casos de corrupção tem relação com financiamento de campanhas eleitorais. Ele coordenou todas as grandes operações de combate contra fraudes em licitações, superfaturamento de contratos e contratação de ONGs de fachada desde 2011.

Podemos falar sobre a relação entre corrupção e campanhas eleitorais?

Cinquenta por cento das operações da Polícia Federal contra corrupção têm como pano de fundo financiamento de campanha. Quando você investiga um caso de corrupção, desvio de dinheiro público, vai ver lá na frente que tinha um viés para financiar campanha política. Então, se resolvessem fazer uma reforma política, diminuiria muito o crime de corrupção. Isso é fato. Normalmente, numa investigação, é um prefeito desviando dinheiro, parte do dinheiro vai para seus interesses pessoais e parte do montante, para financiar a campanha. Essa é a realidade hoje. Um prefeito, um deputado, um governador e por aí vai. Não dá para precisar em números, mas é fato. É a sensação que temos nas várias investigações em que trabalhamos. E são todos os partidos. Não é privilégio desse ou daquele. Todos. As várias investigações da PF e do Ministério Público comprovam o que a gente está comentando agora. (continua em O Globo…)

Observação do site: Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/campanhas-eleitorais-concentram-corrupcao-10439104#ixzz2iXzGpsx8
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76 Respostas to “Eleições 2014: temporada de corrupção à vista”

  1. Otto said

    Ora, Pax, o PSDB, deixou de ser um dos principais partidos brasileiros. Agora é um nanico à beira da inanição.

    O PT sempre foi favorável ao financiamento exclusivamente público de campanhas.

    Agora, o PSDB… A exceção é este deputado citado aí pelo delegado…

  2. Elias said

    Otto,
    Duvido que o “financiamento exclusivamente público” funcione.

    Esse conceito bate de frente com a liberdade de expressão.

    E se um cara fundar um jornal, ou criar um blog na internet? E se esse cara resolver fazer campanha para um determinado candidato? Quem tem o direito de impedir? Ninguém, certo?

    E quem garante que esse cara não estará sendo financiado pelo tal candidato, ou por uma empresa comprometida com este último? É só disfarçar o financiamento com verbas publicitárias, por exemplo…

    “Financiamento exclusivamente público” de campanha eleitoral não funciona numa democracia.

    O que poderia reduzir a corrupção no financiamento da campanha, a meu pensar, seria o barateamento da campanha.

    E uma das coisas que podem baratear a campanha é o voto distrital.

    Um dos fatores que mais eleva o custo de uma campanha proporcional, p.ex., é o fato do sujeito ter que espalhar sua propaganda política em toda a cidade (vereador) ou em todo o Estado (deputado estadual e federal).

    Com o voto distrital, o carinha só poderá fazer campanha no distrito pelo qual está se candidatando. Zera a despesa com passagens aéreas, rodoviárias, fluviais, etc.

    Também ajudaria se a legislação brasileira se aprofundasse um pouco mais nas chamadas “restrições de mídia”.

    Atualmente, já estão proibidos os out doors e os cartazes. Seria uma boa proibir os carros som (o quê, de quebra, também ajudaria a reduzir a poluição sonora), e limitar a realização de comícios às sextas e sábados, e apenas — digamos — das 19 às 21 horas.

    Além de reduzir o custo das campanhas eleitorais, essas medidas também reduziriam a poluição sonora e o coeficiente de encheção das nossas bolsas escrotais. Mataria 3 coelhos com uma só caixa d´água…

    Um outra medida que reduziria não só o custo das campanhas eleitorais, mas também a própria despesa pública, como um todo, seria a extinção do Senado Federal, essa instituição de inutilidade pública que deveria ter sido extinta há um século, quando foram extintos os Senados Estaduais.

    Enfim, tem um monte de coisas que, exatamente por causa de sua evidente eficácia, jamais seriam cogitadas pelas Excelências… Afinal, essas figuras estão na cômoda posição de quem pode legislar em causa própria… Ninguém espere que eles tomem a iniciativa de reduzir seus próprios privilégios e facilidades mil…

  3. Elias said

    “Atualmente, já estão proibidos os out doors e os cartazes.”

    Na realidade não é bem isso. Os cartazes continuam valendo, desde que sejam expostos em cavaletes. Ou seja, não podem ser fixados em postes, paredes ou muros.

  4. Patriarca da Paciência said

    Eu sou favorável ao seguinte: televisão e rádio são concessões, então o tempo de televisão e rádio, para todos os candidatos, deveria ser o mesmo, não importa de que partido fosse. E que fossem estabelecidas regras para manter o nivelamento técnico, de forma que um candidato não pudesse apresentar um programa infinitamente superior a outro. Acho que assim teríamos uma boa democratização das campanhas eleitorais.

    Agora, sem a menor sombra de dúvida, o financiamento privado de campanha é a maior fonte de corrupção que existe. Não há um só partido que fique imune, já que é da própria natureza do “homem de negócios”, não oferecer nada de graça! Então, é pura ingenuidade achar que um empresário irá financiar um políticos gratuitamente.

    Quem são as maiores financiadoras de campanhas?

    Ora, construtores e seguradoras!

    E quais as empresas que os políticos podem oferecer suas “ajudazinha” sem se comprometer?

    Justamente construtoras e seguradoras.

    Os órgãos públicos estão carregados de grande patrimônio que precisam se segurados!

    Da mesma forma é o governo o maior contratador de obras que existe, em qualquer parte do mundo !

    Então a coisa é muito complexa mesmo. Uma pessoa astuta, e é da própria natureza do políticos ser astuto, sempre encontrará um meio de tirar proveito da situação.

  5. Patriarca da Paciência said

    Engraçado, nisso eu e o Elias discordamos totalmente!

    Minha opinião é que deveria ser extinta a Câmara dos Deputados! Ficaria só o Senado, com a mesma quantidade de parlamentares atualmente e com todas as funções do Legislativo.

    Ficaria bem mais fácil de fiscalizar!

  6. Pax said

    Finalmente, ufa, consegui concordar com o caro Elias. Nem nisto o discurso do PT acerta mais. E vamos combinar que os caixas de campanha já estão abarrotados. De todos os lados.

    Nas eleições de 2014, como em todas que já vivenciamos, quem fizer aquelas campanhas lindas, altos filmes, altas produções, imagens em todos os cantos do Brasil, vai simplesmente expor a seguinte verdade:

    “Roubamos um bocado para mostrar para você nossas promessas que não cumpriremos”.

    Triste.

    Acho que não deveriam tirar a possibilidade de participação de pessoas físicas nas doações de campanha. Porque mesmo eu não posso, como pessoa física e dentro de limites razoáveis, doar dinheiro para um candidato que acredito?

    Afora a questão distrital, que também, por incrível que pareça, volto a concordar com o Elias.

    Acho que é a volta do Chesterton…. sei não, sempre disse que o Chesterton é o “objeto de desejo do caro Elias”.

    =)

    (tentando publicar este comentário desde às 11h02… mas não posso reclamar porque senão o Elias diz que meu discurso é direitopata…. sei…)

  7. Zbigniew said

    Na verdade deveriam acabar com esse negócio de programa eleitoral. O espaço deveria ser concedido para que o candidato explanasse, sem efeitos, truques ou imagens, suas ideias e programa de governo. Um fundo azul e a cara do indigitado eram mais que suficientes.

    E depois, debates. E o povo que chegasse às suas conclusões.

    Doações: pessoas físicas. As jurídicas deveriam ficar de fora. Sem dinheiro público. E que os órgãos de fiscalização realmente fiscalizassem, cruzassem informações e punissem que deveria ser punido. Sem fiscalização e com vista grossa fica essa zorra que é atualmente.

  8. Otto said

    Sim, concordo com doações de pessoas físicas — até determinado valor por pessoa.

    Agora, do jeito que está, não é democracia, é plutocracia. Quem pode mais (paga mais), ganha mais. Quantos representantes de latifundiários e empresários temos no Congresso? E de camponeses e trabalhadores?

    Voto distrital, tenho medo da formação de pequenos coronéis por território. Representantes de categorias, cujos votos não são distribuídos geograficamente mas por setores sociais, seriam prejudicados.

    Sou a favor do horário eleitoral gratuito, cujo tempo é conforme o número de representantes nas assembleias ou de votos nas últimas eleições. Gratuito, porque senão só quem tem dinheiro vai comparar espaço, como nos EUA. proporcional porque não tem sentido um partido sem voto ter o mesmo tempo de um com milhões de votos.

    Mas a base da corrupção — no Brasil, nos EUA e no mundo — está na doação de grandes grupos econômicos. E o Caixa 2? Ora, puna-se com severidade — mas a todos os partidos.

  9. Zbigniew said

    Não. Tempos iguais para todos, independentemente da representação no Congresso. Reduziria em muito o poder de algumas legendas que se transformaram em verdadeiros cânceres do sistema político brasileiro (a primeira letra é PMDB) e, de quebra, contribuiria para uma alteração no sistema eleitoral proporcional, no que se refere à formação de coligações com o único intuito de se buscar um maior tempo de exposição no rádio e televisão. Em tese as coligações seriam mais ideológicas e programáticas e menos pragmáticas.

    E ainda, uma modificação do sistema proporcional (porque os distritais mistos, puros, por lista, etc., terminam por manter ou dar muito mais poder aos caciques dos partidos) que elimine a distorção da aplicação do coeficiente eleitoral de forma indistinta e que provoca a eleição de candidatos com votações inexpressivas que são habilitados ao mandato em face do puxador de votos. Talvez com o descarte do voto de legenda empregado em relação ao candidato inexpressivo.

  10. Pax said

    Só aqui entre meia dúzia de comentaristas já surgem várias ideias interessantes que poderiam mudar o quadro de extrema corrupção que se tornou o nosso processo eleitoral.

    E, desculpem-me a sinceridade, mas quem mesmo, realmente, quis e fez alguma coisa no Congresso?

    Ninguém, nenhum partido.

    No discurso um monte de baboseiras repetidas pelos repetidores de plantão.

    Na prática, nada, absolutamente nada.

  11. Pax said

    faço post quando voltar…. agora vou pra estrada

    http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,alstom-recomenda-uso-de-lobistas-e-fala-em-amigos-politicos-no-governo-tucano-,1089046,0.htm

  12. Elias said

    Se o neoPax está concordndo comigo, melhor repassar com cuidado minhas opiniões. Tem que haver alguma coisa errada nelas…

    Patriarca,

    O Senado, supostamente, representa os Estados. Isso só faz sentido em países como os EUA, onde os Estados têm muito mais autonomia que no Brasil. Aí, sim, é necessária uma instância pra compatibilizar as coisas. Caso contrário, haveria uma multidão de leis aprovadas no âmbito federal que, simplesmente, não vigorariam numa porção de Estados. O Senado atenua isso.

    No Brasil o Senado é uma redundância. No início da Primeira República, foram extintos os Senados Estaduais. Na mesma época, era pra ter sido extinto o Senado Federal. Isso só não aconteceu dpor causa da americanofilia então dominante, que tentava imitar, a todo custo, as instituições americanas. Daí a denominação aprovada pelo país: “República dos Estados Unidos do Brasil”.

    Ridículo!

    Nos EUA, tudo bem, foram 13 colônias que se constituíram sob a forma de Estados, e se uniram dando origem ao país. O Brasil, ao contrário, se tornou politicamente independente de Portugal já sob a forma de um Estado unitário, condição a quye chegara desde que foi declarado Reino Unido.

  13. Elias said

    O problema do “custo legislativo” poderia ser enfrentado mudando a proporcionalidade. A Câmara Federal, as Assembleias Legislativas e as Câmaras Municipais deveriam ter as respectivas composições reduzidas em, pelo menos, um terço.

    Por favor, Pax, não concorda comigo!

  14. Pax said

    Em defesa da minha pessoa, diria que não existe um neoPax.

    Existe um neoPT e um neoElias.

    Que passaram a aceitar tudo em nome da tal governabilidade e reclamar de qualquer um que reclame desse estado lamentável que o partido adentrou.

    No fundo, no fundo, acho isso.

    Desde que deixei de ser comunista, faz um bom tempo, quando tinha uns 20 anos, adotei o modelo social-democrata como meu sonho de consumo e continuo nele, sem abrir mão para a direita, tal como Sarney, Renan, Kassab, Kátia Abreu, Maluf, Collor, Valdemar da Costa Neto, Silas Malafaia etc etc.

    Quem mudou foi o PT, é o neoPT.

    Hoje se tivesse que mudar, iria ainda mais à esquerda, talvez optando pelo PSOL ou PSTU se radicalizasse de vez.

    Então, caro neoElias (gostei do jogo…), de novo, não me acuse do que você e seu partido se tornaram.

    Negue, se for capaz, diga com dados e fatos, mostre-me se minto neste meu raciocínio.

    Vaccarezza passou a ser a cara do neoPT, isso sim.

  15. Chest said

    Chest- um petista com miolos capazes de não aceitar incoerência a autoritarismo.

    À Direção Nacional do Partido dos Trabalhadores, PT

    C/C À direção Municipal e Estadual do PT do Rio de Janeiro

    É com tristeza que me despeço dos companheiros! Durante décadas ajudei a construir o PT. Dediquei grande parte de minha vida ao partido, e o único partido ao qual me filiei. Nunca tive cargo no partido e em nenhuma empresa e governo, como também nunca o desejei. Que fique claro que não tenho nada contra quem ocupa cargos, muito pelo contrário, acho legítimo! O leilão de Libra, para mim, é a gota dagua que faltava para me afastar definitivamente de um partido que, a cada dia, se torna mais entreguista e neoliberal.

    O Partido dos Trabalhadores se coloca agora contra uma das principais bandeiras do povo brasileiro, o qual foi para as ruas na década de 40 e 50, na campanha “O petróleo é Nosso!”, a maior campanha cívica que este país conheceu! Continuarei a participar ativamente dos movimentos sindicais e sociais, mas não posso levar nas costas o peso de um partido que tão importante para a organização da classe trabalhadora e a democratização do país, transformando-se hoje num partido burguês, a serviço do grande capital dos patrões e a defender privatizações, com ajuda até do exército, diga-se de passagem.

    Como se não bastasse, o PT continua a defender o governador do Rio, Sérgio Cabral, símbolo da corrupção no país, e apóia também o prefeito do Rio, Eduardo Paes. Sérgio Cabral e Eduardo Paes mandaram a PM bater em professores! Não dá para um militante socialista, com o mínimo de dignidade e de compromisso com a classe trabalhadora e a soberania de nosso país, continuar no PT.

    Levo saudades de muitos companheiros. Muitos dependem do partido para sobreviver, esqueceram-se da vida e se dedicaram integralmente ao partido e hoje são reféns dessa política. Outros que merecem nosso respeito são aqueles que tentam mudar o partido por dentro. Honestamente, para mim não dá mais! Muitos dirão:” já vai tarde…,..mas ele já não tinha saído do partido?” Com certeza, muitos destes são os grandes culpados pela deterioração das políticas do PT.

    Saudações Socialistas,

    Rio de Janeiro, 19 de outubro de 2013.

    Emanuel J. A. Cancella

    Secretário-Geral do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional do Federação Única dos Petroleiros

  16. Pax said

    Faz tempo que o tal neoPT perde apoiadores de sua base, caro Chesterton, velho e bom Chesterton.

  17. Patriarca da Paciência said

    Última pesquisa do IBOPE: Dilma ganha no primeiro turno em todas as simulações. Qual é mesmo a crise do PT? Onde é que o PT está perdendo apoio? Campos não deslancha, Aécio anda para trás, Marina não avança e sempre vai um pouquinho para trás a cada pesquisa e… a cada vez que a Marina fala é um desastre, quando ela entrar de cabeça na campanha, então vai ser uma trombada de carreta, como dizia o saudoso Chico Anísio.

    E o Serra? Bem, o Serra continua o mesmo de sempre, “o maior ministro da saúde que o Brasil já teve, o maior senador que o Brasil já teve, o maior governador que o Brasil já teve, o maior prefeito que o Brasil já teve etc.etc.etc.

    Continua o mesmo emperrado e emburrado de sempre:

    “Houve um entendimento de que O PSDB deve se definir, definitivamente, a respeito da eleição, a partir de março ou abril do ano que vem. E se você me perguntar: ‘Você gostaria de ser um presidente da República?’. Eu gostaria. Eu me acho preparado para isso e saberia como me desempenhar. Mas isso não é uma escolha pessoal: é uma escolha da população, das circunstâncias. E as circunstâncias estão dadas. Teremos novas. De maneira que vamos aguardar e vamos continuar trabalhando, discutindo, e é o que eu tenho feito”

    Ou seja, o homem não larga o osso por nada! Será que o Aécio vai ser tão generoso?

    Elias, eu falei em manter apenas o Senado, mas com todas as funções legislativas, não com as funções que desempenha hoje.

    Meu velho pai dizia sempre: “O Brasil já tem leis mais que suficientes e boas! O que falta é executar as leis!”

    A grande façanha de um deputado é apresentar um projeto de lei. Todos os anos são “criadas” um grande número delas. Leis que “pegam”, leis que “não pegam”. Leis que o povo brasileiro sequer vem a saber da existência. Leis para regulamentar e leis para desregulamentar. É uma verdadeira suruba! Inclusive leis inconstitucionais, como o artigo 305 do Código de Trânsito!

    Eu também tive um professor de direito que dizia sempre: “As leis brasileiras são um verdadeiro cipoal! O que o Brasil precisa mesmo é formar uma equipe de grandes juristas e colocá-la para eliminar todas as leis inúteis, todas as leis contraditórias, todas as leis inconstitucionais, todas as leis redundantes (segundo esse professor, há no Brasil várias leis sobre a mesma matéria), compactar e simplificar tudo, deixando os códigos enxutos e sem contradições.”

    Uma lei só deveria ser criada quando absolutamente necessária, não para servir de palanque para algum deputado !

    Então, que exista um Senado enxuto e com todas as funções legislativas, formado por pessoas experientes e de bom senso, fiscalizadores, não de “fabricadores de leis”.

  18. Patriarca da Paciência said

    A título de curiosidade:

    Art. 305. Afastar-se o condutor do veículo do local do acidente, para fugir à responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída:
    Penas – detenção, de seis meses a um ano, ou multa.

    .Este direito está consolidado no artigo 5º, inciso LXIII da C.F, senão vejamos: “o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada à assistência da família e de advogado”. O vernáculo preso, neste dispositivo, abrange, conforme uniformizada doutrina e jurisprudência, o indiciado, o investigado e os acusados em geral. Mas o direito ao silêncio, conforme explanado alhures, é apenas uma parte do todo que este princípio representa. O Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos de 1966 [1], do qual o Brasil é signatário, estabeleceu, com uma fórmula ampla, no artigo 14 que: “Toda a pessoa acusada de um delito terá direito, em plena igualdade, às seguintes garantias mínimas: (…) g) a não ser obrigada a depor contra si mesma, nem a confessar-se culpada” [2]. Perfilhando a mesma orientação, o Estatuto da Corte Criminal Internacional acatou um vocábulo amplo, dispondo que “a pessoa não será compelida a se incriminar ou a confessar sua culpa”. (artigo 55)
    (Luciana Fernandes de Freitas*)

  19. Pax said

    Onde é que o PT está perdendo apoio, caro Patriarca?

    – nos seus melhores quadros.

    Já faz um tempo. Erundina é um dos maiores exemplos.

    Enviado via iPhone

    >

  20. Patriarca da Paciência said

    caro Pax,

    eu considero muito natural que políticos concordem e discordem, conforme a orientação de cada um. Se a Erundina acha que o PT não preenche mais sua ideologia, é muito justo que ela procure algo que esteja mais de acordo com suas idéias. Mas, ao que me consta, o PT é um dos partidos que menos tem perdido filiados. O DEM está quase acabando, o PP, que já foi um grande partido, quase não existe mais. O PSDB míngua a olhos vistos. Então é isso aí. É a mesma coisa da Inglaterra ficar criticando a economia brasileira quando, a economia inglesa, há décadas está estagnada!

  21. Patriarca da Paciência said

    E agora, Barbosão?

    “Depois de tanto criticar o suposto “conluio” entre juízes e advogados, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, participou de um jantar oferecido pelo advogado Carlos Siqueira Castro (quarto da esq. à dir.), um dos mais atuantes na corte, de quem é colega na Universidade Estadual do Rio de Janeiro; ao ser questionado, pediu à sua assessoria que informasse que “Barbosa não relata casos do advogado”; informação, no entanto, é 100% falsa; um rápido levantamento, no próprio site do STF, aponta que o presidente do STF atuou não apenas como relator, mas também como juiz, em vários casos relatados pelo amigo Siqueira Castro; faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço?”

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/118802/Exclusivo-Barbosa-omitiu-sua-rela%C3%A7%C3%A3o-com-advogado.htm

    O 247 relacionou uma grande quantidade de recursos onde Barbosão foi relator ou mesmo juiz nos processos do advogado Carlos Siqueira.

    A se acreditar na declaração na declaração da assessoria do Barbosão, a coisa fica mais estapafúrdia ainda, ou seja, como são os assessores que fazem todo o trabalho, cabendo ao Barbosão apenas assinar, ele nem mesmo sabe aquilo que assina!

  22. Elias said

    Fora do tópico (em parte, né?):

    Do noticiário de ontem da ADVFN

    “Maria das Graças Foster, presidente da Petrobras (PETR4), negou ontem novamente que a companhia tem uma data definida para o reajuste no preço dos combustíveis. Foster confirmou que a Petrobras tem disponibilidade em caixa para pagar os R$ 6 bilhões do bônus de assinatura do leilão do campo de Libra sem a necessidade de um aumento no preço da gasolina. Amanhã a Petrobras apresenta o resultado de suas operações referentes ao terceiro trimestre de 2013 e os investidores poderão avaliar as atuais condições financeiras da companhia.”

    E do de hoje:

    “A Petrobras (PETR4) apresentará nesta sexta-feira, após o fechamento do mercado, o resultado das operações referentes ao terceiro trimestre de 2013. Neste trimestre os investidores querem confirmar que a companhia tem caixa suficiente para bancar o leilão do pré-sal do campo de Libra. Maria das Graças Foster, presidente da Petrobras, afirma que a companhia tem folga de caixa. Outra situação que os investidores também irão avaliar é o impacto na importação de derivados de petróleo no balanço da companhia.”

    NeoPax, rapaz!

    Para de me plagiar!

  23. Pax said

    Caro Patriarca,

    De novo, não estou afirmando que o PT é quem mais perde quadros. A discussão é bem outra. E é mais ou menos a mesma que tenho tido com o caro Elias, ou, como ele mesmo fez o enorme favor de me dar o termo correto, o neoElias do neoPT.

    A questão, caro Patriarca, é a qualidade.

    Não sei se haveria neste momento político brasileiro uma outra forma de atuar e se manter no poder. Confesso que não sei, confesso que tenho enormes dúvidas se alguém conseguiria fazer diferente.

    Mas o dado concreto, os fatos, é que o neoPT deixa, sim, muito a desejar. Negar esta realidade é uma forma de tapar o Sol com peneira e, ao mesmo tempo, determinar o apressamento da fadiga de material que sempre ocorre com partidos no poder.

    A questão, o pano de fundo dessa discussão, é que a política brasileira é podre de suja. E o pior dos mundos é que o neoPT não fez absolutamente nada para mudar este rumo trágico, no meu entender. A militância e os simpatizantes insistem que os resultados justificam os meios. É uma forma de argumentar. Só que, neste caminho, passaram a não aceitar qualquer crítica.

    Se você reclama da aliança com Collor você é um coxinha. Se reclama da aliança com a Kátia Abreu, com Maluf? Coxinha, Com Kassab? Coxinha! Ora bolas, você é um coxinha se reclamar de qualquer coisa. Se reclamar que o Lindbergh Farias vai lá beijar o saco do Silas Malafaia você é coxinha. Que saco isso. O neoElias virou isso, agora eu só posso colecionar e reclamar de corrupção se o blog tomar um lado e só falar da corrupção do PSDB ou da ameaça religiosa e não laica da opção Marina. (mas o Lindbergh pode, claro, ele é do neoPT…) E o que é isso senão uma forma pouco democrática de discussão política?

    Neste caminho a própria militância, no meu entender, dá tiros e mais tiros nos próprios pés. Fica chata, fica reacionária, não aceita mais nada a não ser um rumo determinado, mesmo que esse rumo seja deteriorante da essência original do partido.

    O problema, caro Patriarca, me repetindo, é a qualidade do neoPT.

    Quem virou à direita em demasia foi o neoPT e não este que vos fala. Desculpe-me, mas insisto nesse ponto.

  24. Pax said

    Tô dizendo, o neoElias (a quem agradeço imensamente o cunho da expressão), não nega fogo!

    Escrevi o meu comentário acima sem ter lido o neoElias de hoje.

    =)

  25. Zbigniew said

    Em relação à propaganda partidária, não. Acho que tem que ser livre mesmo.
    Quem tem competência, se estabelece. E aí temos que reconhecer os avanços e o direito do PT de celebrá-los e apresentá-los ao país.
    Excelente o programa do partido. E a Dilma foi bem, viu! Não tem como não se emocionar com as melhorias que chegaram aos mais necessitados. Em especial o Bolsa Família e o Mais Médicos.

  26. Elias said

    Patriarca,

    O Senado, supostamente, representa os Estados.

    Isso faz sentido no modelo americano, onde a Constituição Federal regula, principalmente, o relacionamento dos entes da Federação entre si e com a própria Federação. O relacionamento dos cidadãos entre si, e destes com o Estado, é, em sua maior parte, regulado pelas constituições estaduais (por isso é que a Constituição americana é infinitamente mais enxuta do que a brasileira).

    Nos EUA a autonomia dos Estados — legislativa, inclusive — é muito maior do que no Brasil. Algumas leis federais só entram em vigor nos Estados depois de aprovadas pelos legislativos estaduais. Lembre que nos EUA é possível ter pena de morte num estado, e em outro, não. E por aí afora…

    No caso americano, a existência de um Senado, ou seja, de um órgão parlamentar reunindo representantes dos Estados é um imperativo das circunstâncias.

    No Brasil, que antes de se tornar independente de Portugal já era um Estado unitário, uma instituição como o Senado é, na mais branda avaliação, uma redundância. Na mais severa, uma brutal distorção da função parlamentar.

    Já Deputados Federais, diferentemente, não representam entes da Federação. Representam os cidadãos que os elegeram. Isso é a mais clara e direta expressão do regime democrático.

    Tu, eu, e um porrilhão de outras pessoas, podemos achar que um monte de gente está usando mal o direito de têm, de eleger seus representantes. Vai daí que essas pessoas acabam elegendo deputados vira latas, que jamais deveriam receber tão importante e honrosa outorga.

    Paciência! Se estivermos com a razão — e acho que estamos — isso é um problema de educação política; de experiência política; de amadurecimento político. Não é uma fatalidade, nem um determinismo ou uma inevitabilidade história. É algo que pode e deve ser consertado.

    Também podemos achar que há deputados (federais e estaduais) em demasia (vereadores também). É outra coisa que pode ser consertada, na medida em que a população evolua politicamente.

    Enfim, as restrições que podem e devem ser feitas com relação à Câmara dos Deputados são meramente circunstanciais, e nem têm origem na própria Câmara, e sim no nível de formação, educação e vivência política do cidadão brasileiro.

    Com relação ao Senado, a coisa é diferente. A própria instituição é, em si mesma, incompatívei com a organização política do Brasil. Sua sobrevivência decorre, ecclusivamente, do fato de se ter outorgado aos próprios senadores o poder de deliberar sobre a existência ou não da instituição. Deliberando em causa própria, eles mantiveram o Senado Federal, em vez de extingui-lo, quando foram extintos os senados estaduais.

    Agora vou dizer uma coisa que vai chocar um bando de neo-doidins que há por aí.

    É o seguinte: EM REGRA, os deputados federais brasileiros MELHORAM (e muito!!!) os projetos de lei que analisam. EM REGRA, os projetos de lei saem da Câmara dos Deputados melhores (bem melhores!!!) que eram quando entraram.

    Quer checar isso? Escolhe ao acaso um projeto de lei qualquer. Depois, checa as emendas recebidas na Câmara Federal e compara.

  27. Zbigniew said

    Vale a pena ver o programa “A Liga” (da Band) sobre a questão levantada pelo Mais Médicos. Excelente. Apresenta o problema de saúde no país por diversos ângulos.Cara! Como somos desiguais! Como isto está incrustrado na nossa sociedade. Como é que os médicos brasileiros, com todo o respeito às suas reinvidicações, que em grande parte são justas, podem querer sabotar ou atrapalhar um programa dessa importância?! Lamentável.

  28. Pax said

    O programa (pago sabemos bem como) exibido é matador… caro Zbigniew

    Como mostrou a pesquisa Ibope de ontem, ganha no primeiro turno.

    (mas eu posso reclamar do Maluf, Collor, Kátia Abreu, Renan, Sarney, Henrique Alves, Kassab, Vaccarezza Cavendish, Lindbergh Malafaia?)

  29. Zbigniew said

    Pax,
    as coisas não são absolutas.
    Hoje reclamamos uma nova postura do PT no trato da política.
    Mas isto não pode nos impedir de reconhecermos os benefícios que as políticas sociais pelo partido implementadas, no exercício legítimo do poder conquistado nas urnas, de forma democrática, trouxeram para o país e seu povo.

    Do mesmo modo que não deve nos impedir de reclamarmos (e você tem todo o direito), criticarmos ou desaprovarmos todo ato ilícito ou desabonador praticado pela agremiação e suas lideranças.

    Ninguém deve passar cheque em branco a ninguém, principalmente em política.

  30. Chest said

    “Dilma privatizou rodovias, portos, aeroportos, o pré-sal e diz que não foi privatização. Não foi? Chamaram a Shell, a Total e as estatais chinesas para morder o nosso petróleo. É um processo de pilhagem”.

    Declaração de Serge Goulart, candidato à presidência do PT,

  31. Patriarca da Paciência said

    “Tucanos apresentarão denúncia contra o PT por ter usado um médico cubano na propaganda partidária que foi ao ar na quinta-feira, 24, em rede nacional; com base no Código Eleitoral, que considera crime a participação de estrangeiros em atividades partidárias, PSDB pedirá corte na propaganda do PT no primeiro semestre de 2014.”´
    (blog 247)

    É uma clara e insofismável demonstração de desespero!

    Pelo andar da carruagem, acho que o Aécio vai mesmo desistir em favor do Serra/Malafaia/Reinaldo rola-bosta e caterva!

    Então, mostrar um fato de amplo conhecimento público, noticiado em todos os jornais e telejornais, é atividade partidária?

    Pobre Aécio!

  32. Patriarca da Paciência said

    Chest é comunista radical !

    O que ele não aceita mesmo é o fato do PT ter se transformado num partido social democrata!

    Ô Chest, ainda existe o PSTU!

    Acho que o PSTU e PSOL receberão o Serge Goulart com tapete vermelho!

  33. Pax said

    Petistas reclamam do PT. Nem todo petista é neoPetista…

    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,petistas-chamam-governo-dilma-de-conservador-e-temer-de-sabotador,1089754,0.htm

  34. Patriarca da Paciência said

    O fato de petistas discordarem da orientação central do PT, apenas demonstra que o partido é democrático! Que discordem mesmo e apresentem suas opiniões de forma clara, mas que também aceitem o que a maioria do partido decidir. Isto é democracia!

    Como já comentou o Elias, dentro de 30 a 40 anos, o petróleo não será mais tão valioso como agora! A Petrobrás sozinha teria muitas dificuldades em explorar o pré-sal. Quando conseguisse chegar a pleno vapor, é provável que o petróleo não compensasse mais ser explorado! Então, tem mais é que buscar parcerias e aproveitar o momento!

    Quanto a aliança com o PMDB, continuo com a mesma opinião, ou seja, o PMDB é o maior partido brasileiro, o que significa que ainda representa milhões de brasileiros!

    E quanto a essa história de “salvador da pátria”, Jânio Quadros que o disse… e Fernando Collor que o diga!

  35. Patriarca da Paciência said

    “Quem não tiver pecado, que atire a primeira pedra”:

    “Jatinhos fretados pelo governo de Pernambuco foram usados em ao menos duas ocasiões para o transporte exclusivo de deputados do Estado e seus familiares.”

    http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2013/10/eduardo-campos-paga-com-dinheiro.html

  36. Jose Mario HRP said

    Essa foi para o Pax:

    Procurador falha e Suíça arquiva caso Alstom

    Rodrigo de Grandis
    Procuradores suíços arquivaram o caso de três acusados de pagar propina a funcionários públicos e políticos do PSDB em negócios que envolvem a multinacional francesa no Brasil; motivo: falta de colaboração do Ministério Público, que não atendeu a pedidos da Suíça para investigar quatro suspeitos, entre eles o ex-diretor da CPTM João Roberto Zaniboni, acusado de receber R$ 1,84 milhão da Alstom; a justificativa do procurador da República Rodrigo de Grandis (foto), responsável pela ação: pedido arquivado na pasta errada; que vexame.

    Brasil 247 – Por falta de colaboração do Ministério Público brasileiro, procuradores da Suíça responsáveis por investigar os negócios da empresa Alstom arquivaram o caso de três suspeitos de ter feito pagamento de propina a funcionários de órgãos públicos no País e a políticos do PSDB.

    As autoridades suíças pediram para que os colegas brasileiros interrogassem e investigassem a vida financeira de quatro pessoas, entre eles o ex-diretor da CPTM João Roberto Zaniboni, acusado de ter recebido US$ 836 mil, cerca de R$ 1,84 milhão, informa reportagem da Folha de S.Paulo.

    Os procuradores suíços pediram que outros três suspeitos de trabalhar como intermediários no pagamento de propina, inclusive a Zaniboni, fossem interrogados: Arthur Teixeira, Sérgio Teixeira e José Amaro Pinto Ramos. Mas nenhum pedido foi atendido pelos procuradores brasileiros.

    Justificativa

    A resposta do procurador da República Rodrigo de Grandis, responsável pelo caso da multinacional francesa no Brasil, foi a de que houve uma “falha administrativa” no gabinete da Procuradoria da República em São Paulo. Simples: arquivaram o pedido da procuradoria suíça numa pasta errada.

    De acordo com informações do gabinete de Grandis, o pedido dos procuradores suíços só foi encontrado na última quinta-feira. Sendo guardado numa pasta de arquivo, o pedido ficou esquecido por dois anos e oito meses. As autoridades brasileiras souberam das solicitações esquecidas apenas nesta semana.

  37. Zbigniew said

    Essa aqui foi de lascar!
    É o primeiro caso de engavetamento explícito assumido por um órgão da República.
    Um vexame que só não é estranho porque diz respeito ao PSDB.
    Aliás, é engraçado como toda falcatrua que envolve os tucanos recebe um tratamento digamos… especial, por instituições que deveriam prezar pela seriedade e objetividade.
    E a cara-de-pau do Procurador? Impressionante!

    “247 – Por falta de colaboração do Ministério Público brasileiro, procuradores da Suíça responsáveis por investigar os negócios da empresa Alstom arquivaram o caso de três suspeitos de ter feito pagamento de propina a funcionários de órgãos públicos no País e a políticos do PSDB.

    (…)

    Justificativa

    A resposta do procurador da República Rodrigo de Grandis, responsável pelo caso da multinacional francesa no Brasil, foi a de que houve uma “falha administrativa” no gabinete da Procuradoria da República em São Paulo. Simples: arquivaram o pedido da procuradoria suíça numa pasta errada.

    De acordo com informações do gabinete de Grandis, o pedido dos procuradores suíços só foi encontrado na última quinta-feira. Sendo guardado numa pasta de arquivo, o pedido ficou esquecido por dois anos e oito meses. As autoridades brasileiras souberam das solicitações esquecidas apenas nesta semana.

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/10/1362510-suica-arquiva-investigacao-de-tres-suspeitos-no-caso-alstom.shtml

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/118902/Procurador-falha-e-Su%C3%ADça-arquiva-caso-Alstom.htm

  38. Patriarca da Paciência said

    “BERLIM, Reuters – Os Estados Unidos podem ter grampeado o telefone de Angela Merkel por mais de 10 anos, de acordo com reportagem publicada neste sábado, que também informou que o presidente norte-americano, Barack Obama, disse à líder alemã que teria suspendido a ação se soubesse antes.”
    (Blog 247)

    O ministro Gilmar Mendes deve estar se corroendo de inveja, afinal todas as pessoas importantes foram grampeadas pelos Estados Unidos, Dilma, Maduro, Cristina, Merkel, Francois Hollande, etc.etc.etc. e o Gilmar Mendes nada?

    Então o homem que vivia apavorado com medo de ser grampeado não desperta o mínimo interesse dos grampeadores universais?

    Onde é que estamos?

    O ministro Gilmar Mendes tem que apresentar uma queixa formal ao Obama!

  39. Patriarca da Paciência said

    Quando eu era criança, minha mãe dizia sempre:

    “Olha, gente, quando eu era criança, o pessoa falava a mesma coisa de hoje – tá tudo pela hora da morte, ninguém consegue comprar mais nada, todo político é ladrão, só pensa em roubar e não faz nada pelo povo”. E minha mãe completava – e até hoje todo mundo continua comprando, todo mundo continua vivendo, e o Brasil continua aí do mesmo jeito, ótimo para se viver!

    E minha mãe tinha toda a razão.

    Vejam só essa marchinha de 1929!

  40. Jose Mario HRP said

    http://www.ocafezinho.com/2013/10/23/quem-pagara-pelos-erros-judiciarios-contra-pizzolato/

    Tudo errado!
    STF/vergonha!

  41. Pax said

    Dois dias mais sem internet e sem poder reclamar para não ser chamado de coxinha pelos coxinhas neoPetistas. Saco.

    Enviado via iPhone

    >

  42. Chest said

    Avançando para trás

    Ouvir o texto
    O Estado brasileiro tem aumentado gradativamente sua participação na economia nas últimas décadas. É um crescimento impressionante e implacável.

    O total de recursos da sociedade arrecadado pelo governo por meio de tributos equivalia a 14,2% do PIB nos anos 40 (média); foi a 20% nos anos 60; a 25,2% nos anos 70; a 27,2% nos anos 90 e a 33% de 2000 a 2010. Hoje está ainda maior. Em países emergentes como México e China, ela se limita a 23% do PIB.

    Mais de um terço do que os brasileiros produzem já é canalizado ao Estado por meio de impostos. Essa presença tem se acentuado com o aumento do papel das empresas estatais e da dívida pública. Mesmo na década de 1990, quando houve privatização de empresas e serviços públicos, o tamanho total do Estado seguiu aumentando.

    Nas concessões atuais de aeroportos, portos, estradas e campo de petróleo há forte controle estatal -da fixação de retorno do investimento privado ao controle das operações dos concessionários.

    O aumento do papel do Estado é a melhor defesa do interesse público no desenvolvimento econômico, segundo a visão dos que nele acreditam. Mas a avaliação histórica mostra experiência diferente.

    Após a Segunda Guerra, houve grande avanço do Estado na economia europeia. Isso causou ineficiências e distorções, que começaram a ser revertidas nas últimas décadas via privatizações e recuo estatal. Na Europa oriental, o processo foi radical, indo do controle total do Estado no pós-Guerra à economia de mercado pós-colapso do bloco soviético.

    Na Ásia, a evolução se dá na mesma direção. Constatadas as suas ineficiências, o papel do Estado encolhe, processo muito evidente na crescente abertura da economia chinesa, que ressalta a força do capital privado no crescimento do país.

    É possível, assim, concluir que aumentar a força econômica do Estado representa não algo novo e avançado, mas a volta a modelo já revertido em diversas regiões do mundo.

    Cabe notar que, no Brasil, temos outro componente importante nesse processo -a tradição ibérica. Na colonização portuguesa, a presença estatal era total, com períodos nos quais praticamente todas as atividades econômicas eram prerrogativas da Coroa. Mesmo depois da independência, a monarquia brasileira manteve presença predominante na economia.

    Devemos, portanto, analisar com serenidade tal processo, para não implementar políticas supostamente avançadas que, na realidade, se configuram como mera repetição de fenômenos históricos já ultrapassados. Isso é fundamental na discussão, para restaurar taxas de crescimento compatíveis com o potencial brasileiro.

    Divulgação
    Henrique Meirelles

  43. Otto said

    Chest:

    que seria dos EUA sem a mão pesada do Estado?

    Que seria das empresas americanas sem a ajuda amiga da espionagem — estatal — da NSA?

    Que é uma guerra se não um controle estatal sobre toda a sociedade?

    E nós sabemos que os EUA vivem de guerra e guerra…

  44. Patriarca da Paciência said

    “Ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra rechaça críticas sobre privatização em relação ao leilão do pré-sal e defende que “capital estrangeiro que vem investir em infraestrutura e gerar empregos no Brasil é bem-vindo”; para ele, “o que não é bem-vindo é o capital especulativo, que vem atrás da ciranda financeira, de juros altos e que vem aqui receber um dinheiro e vai embora”; segundo Dutra, que hoje é diretor corporativo e de serviços da estatal, mesmo com a participação de investidores estrangeiros, o Campo de Libra manteve intacta a soberania do Brasil.”
    (blog 247)

  45. Chesterton said

    O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), fonte de recursos para o BNDES, o seguro-desemprego e o abono salarial (PIS), caminha cada vez mais rapidamente para um déficit recorde. A previsão é que o Fundo feche o ano com resultado negativo recorde de R$ 7,2 bilhões, o pior desde sua criação, em 1990, segundo fontes do Conselho Deliberativo do FAT. Em 2012, as contas fecharam com superávit de R$ 3 bilhões.

    Para 2014, o déficit projetado chega a R$ 9,3 bilhões, mas poderá ser ainda maior, o que exigirá novos aportes do Tesouro, ou vai forçar redução do patrimônio do Fundo, que já está crescendo menos. Entre 2003 e 2012, o patrimônio avançou 10,1% ao ano, mas, em 2013, até agosto (último dado disponível), a alta foi de apenas 3,88%.

    Uma análise das contas do Fundo nesse período mostra uma explosão das despesas, principalmente com seguro-desemprego e abono salarial. Enquanto as receitas do FAT (oriundas do PIS/Pasep recolhido pelas empresas) subiram 79,5%, de R$ 21,701 bilhões para R$ 38,954 bilhões (valores corrigidos pelo IPCA), os gastos com seguro-desemprego aumentaram 158,4%, passando de R$ 10,999 bilhões para R$ 28,424 bilhões. Com o abono, as despesas subiram 325,5%, de R$ 2,965 bilhões a R$ 12,617 bilhões. Os desembolsos com o seguro, até agosto deste ano, atingiram o montante de R$ 20,510 bilhões e, com o abono, R$ 7,735 bilhões.

    O economista José Roberto Afonso, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, chama a atenção para as elevadas despesas, principalmente com o seguro-desemprego.— Quando temos debates com estrangeiros, há grande dificuldade para explicar por que o desemprego cai e os gastos com seguro-desemprego sobem. É igual jabuticaba, só tem no Brasil — disse. Especialistas destacam que as razões para a piora das contas incluem ganhos reais maiores do salário mínimo, rotatividade dos trabalhadores e até fraudes.

    EXIGÊNCIA DE CURSOS
    Para conter despesas, o governo começou a exigir, no fim de 2011, curso de qualificação para quem recorrer ao auxílio três vezes em dez anos, Semana passada, as regras para receber o benefício ficaram mais rígidas, e o pagamento do seguro foi condicionado à realização do curso de capacitação para quem requisitar o benefício duas vezes em dez anos. Os cursos são gratuitos (no Senai e Senac), do Pronatec, parceria entre os ministérios da Educação e do Trabalho.

    Mas poucos trabalhadores conseguem se matricular nos cursos de formação, o que reduz os efeitos práticos da medida, já que o trabalhador não pode ser prejudicado. Segundo levantamento do Ministério do Trabalho, 7,7 milhões de trabalhadores receberam o seguro no ano passado e só 46.481 foram matriculados. Em 2013, de 5,7 milhões de trabalhadores beneficiados, só 50.803 apresentaram comprovante de matrícula. O Ministério da Educação disse ter recebido valor de R$ 195 milhões do Orçamento da União para remunerar as instituições de ensino, mas quem controla o andamento dos cursos e a frequência dos alunos são as próprias instituições.

    Dados do Ministério do Trabalho revelam, ainda, que mais de um terço dos beneficiários do seguro-desemprego recorrem ao auxílio mais de duas vezes num prazo de dez anos. Entre 2002 e 2011, o benefício foi pago a 62,7 milhões de trabalhadores, sendo que 22.6 milhões pediram o benefício duas vezes, no mínimo, No período, 5,2 milhões de trabalhadores recorreram ao seguro três vezes; 1,4 milhão, quatro vezes; 67,9 mil por seis vezes e 5.6 mil por oito vezes.

    Pelas regras do seguro-desemprego, a recusa por parte do trabalhador de outro emprego condizente com sua qualificação e remuneração anterior pode resultar no cancelamento do benefício, mas faltam funcionários treinados nas agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Há também problemas com a exigência dos cursos de qualificação, a rede do Sistema S não está presente em todos os municípios brasileiros e, além disso, não existem vagas disponíveis. O Senai atende 2.700 municípios e o Senac, 3.154.

    O Ministério da Educação informou que está tomando medidas para ampliar a oferta de curso aos trabalhadores, junto com o Ministério do Trabalho (MTE). A proposta é interligar a rede do Sine ao Sistema de Informações da Educação Profissional e Tecnologia (Sistec) para escolha dos cursos e matrícula. “Isso dará mais agilidade aos procedimentos de matrícula e permitirá ao MTE realizar o acompanhamento on-line da frequência dos alunos” informou a assessoria de imprensa do Ministério da Educação.

    RECEITA COM OUTROS FINS
    No início do ano, o Ministério do Trabalho, por orientação da Fazenda, limitou o reajuste do benefício com valor superior ao mínimo à correção pela inflação (INPC) e não mais pela adoção dos mesmos parâmetros do salário mínimo, com ganhos reais. A medida desagradou as centrais sindicais, mas o governo conseguiu adesão dos empresários no Conselho Deliberativo do FAT para manter a trava. No fim deste mês, haverá reunião extraordinária do Conselho para discutir soluções para o déficit.

    Entre as causas da piora nas contas do FAT, estão os ganhos reais do salário mínimo que impactaram as despesas com o seguro-desemprego e com o abono, com ampliação do universo de trabalhadores beneficiados (renda de até dois salários mínimos). O FAT, por determinação da Constituição, repassa todo ano 40% das suas receitas ao BNDES. Além disso, o governo segura 20% da arrecadação, via Desvinculação de Receitas (DRU), para outras finalidades.

    Para José Matias Pereira, professor de administração pública da Universidade de Brasília, não importa o tamanho do esforço do governo com medidas para reduzir ou controlar as despesas do FAT. É preciso, antes de tudo, combater inúmeros casos de fraude. — Há casos em que a pessoa encontra um emprego, mas pede para a carteira trabalho não ser assinada e assim não perder o seguro-desemprego. Há, ainda, aqueles que trabalham por algum tempo e, quando é possível voltar a receber o benefício, largam o emprego — ilustrou o professor da UnB.

    O presidente da Comissão do Trabalho da Câmara dos Deputados, Roberto Santiago (PSD-SP), defende a redistribuição dos recursos do FAT. Ele observa que, se não houvesse a DRU, o FAT seria superavitário.— O governo precisa ter juízo e parar de usar o dinheiro do FAT, que é dos trabalhadores. (O Globo)

  46. Pedro said

    Bem, depois da sugestão do Elias: cadeia para quem cometer uma infração de trânsito.

    Eu sugiro: Enforcamento em praça pública, de quem for pego fazendo caixa dois para campanhas políticas.

    Acho que esta medida simples, resolve o problema. :-)

  47. Jose Mario HRP said

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Barbosa_Lima_Sobrinho
    Grandes Brasileiros.

  48. Jose Mario HRP said

    Luiz Carlos Prestes.
    Cavaleiro da Esperança.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Cavaleiro_da_Esperan%C3%A7a

  49. Jose Mario HRP said

    Mestres da Pátria!
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Evandro_Lins_e_Silva

  50. Pax said

    Porque o neoPetismo não cai de porrada em cima? Ora bolas, porque o neoPetismo se igualou aos meliantes. Neste caso, os meliantes tucanos.

    http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2013/10/28/propinoduto-tucano-15-anos-de-misterio-e-impunidade/

  51. Jose Mario HRP said

    Verdade seja dita , ontem não eram jovens do black bloc destruindo caminhões na Fernão Dias.
    Eram gentes do PCC!
    Vagabundos a toa queimando caminhões no horario em que pessoas trabalham e eles estavam na rua, VAGABUNDEANDO!
    E vejam só……o promotor que comanda equipe a analisar medidas anti black bloc quer indiciá-los com base no entulho da ditadura a, a famigerada Lei de Segurança Nacional!
    O que um FDP desses pensa que é?
    Eu consigo ve-lo, se estivéssemos nos anos 60/70, filiado a ARENA!

  52. Elias said

    NeoPax,

    Como quase todo plagiador, tu acabaste plagiando na direção errada.

    As idéias que tenho defendido aqui, eu as defendo há muito anos, pelo menos em sua maior parte.

    Tu sim, neoPax, é que, aproximando-se o início da próxima campanha presidencial, e preparando o terreno pra fazer campanha pra Marina Collor de Quadros, passaste a exteriorizar a mesma análise remelenta e os mesmos bordões idem da direita, ao mesmo tempo em que criticas o PT por ter se deslocado para a direita…

    Isso é truque velho, neoPax!

    No pré-1964 a velha direita fez isso a dar com os pés (já que a tática é velha, nada mais adequado que a gente se refira a ela usando expressões da época…).

    Arranja outra jogada, neoPax…

    Pedro,
    Brinca de conduzir carro com carteira vencida ou suspensa, no Canadá, nos EUA, na Inglaterra, na França… Pra ver o que te acontece…

    Brinca de receber uma multa de trânsito nos EUA e não comparecer em juízo para refutá-la ou, mesmo, simplesmente não pagar essa multa, pra ver o que te acontece…

    Esse negócio do sujeito dirigir carro como se fosse o dono da rua, sem respeitar as leis do trânsito, sem dar preferência a pedestres… É coisa de bugre brasileiro…

    É típico do povo que teve acesso à tecnologia sem assimilar a civilização.

    A alusão ao enforcamento em praça pública é sintomática. Já vi e ouvi outras pessoas dizerem isso, assim que alguns municípios passaram a adotar o sensoriamento eletrônico.

    Recorre-se à alusão da penalidade extrema e extremada — por quê “enforcar”, e por quê “em praça pública”? — diante da simples menção do cumprimento da lei (a legislação brasileira já prevê a prisão para vários delitos de trânsito, e, aliás, a exemplo do que ocorre com a legislação da maioria dos países civilizados, a legislação brasileira já tipifica os acidentes carro/moto ou carro/bicicleta, como “atropelamento” e não “colisão”, em meio a uma montanha de etcs.). As pessoas que arguem com o “enforcamento em praça pública” não percebem que elas é que estão a favor do atraso…

    A legislação brasileira já prevê a pena de prisão para corruptos, sonegadores, etc. Não recolher a contribuição previdenciária retida do empregado, p.ex., é tipificado como furto pela legislação brasileira, punível com prisão.

    O que falta é cumprir a lei… Abrir processos, instruir processos com elementos probatórios, formular a acusão e, garantindo aos acusados o direito de ampla defesa, provar que eles são culpados.

    Isso feito… Cadeia neles!

  53. Pax said

    Elias,

    Não adianta. Não vou aplaudir o descaminho do neoPT porque você vem aqui dizer que sou o neoPax.

    Quem se perdeu, Elias, não fui eu.

    Pergunta lá pro Kassab, Kátia Abreu, Maluf, Paulo Bernardo, Vaccarezza, Valdemar da Costa Neto, etc. Eles devem saber muito bem como conquistaram o neoPT.

  54. Pedro said

    Ta bom Googlias, (não se ofenda, é elogio).
    Vamos mudar para cadeira elétrica em recinto fechado.

    Se existe lei que pune caixa 2 em campanhas políticas, ela simplesmente não funciona.
    Se fosse pra valer, Duda Mendonça e o Lula deveriam ter sido presos. Conforme confissão, perante toda a nação.

    ……………

    Pelo que sei, sensoriamento eletrônico, não detecta quem está sem carteira ou com carteira suspensa.

    Num país em que apenas 5% dos homicídios são elucidados, querer prender o sujeito flagrado pelo radar, (onde normalmente, a empresa fornecedora recebe uma parte do bolo arrecadado), não considero adequado. Doer no bolso já é o suficiente.
    É o que me parece.

  55. Pax said

    Pergunta básica: o que justifica esse aumento extorsivo do iptu de São Paulo?

    Pra piorar propuseram uma audiência pública para amanhã e estão tramando um golpe para aprovar agora à noite.

    Acompanhe. Fernando Haddad está decepcionando desde a aliança com Alckmin nos massacres de junho.

    Enviado via iPhone

    >

  56. Patriarca da Paciência said

    “Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu explicações sobre o engavetamento do pedido de cooperação internacional feito pela Suíça a respeito do esquema de pagamentos de propinas a representantes do PSDB pela multinacional Alstom; responsável pelo caso, procurador Rodrigo de Grandis alegou ter arquivado o pedido numa pasta errada, numa suposta “falha administrativa”
    (blog 247)

    Se havia alguma dúvida que a famigerada “ação 470” é puramente política, agora não existe mais.

    Tanto o Gurgel de estimação (do PSDB) quanto os procuradores de São Paulo, sempre foram totalmente seletivos nas nas escolhas das ações “que deveriam prosseguir” e naquelas que deveriam ser engavetadas.

  57. Patriarca da Paciência said

    De minha parte, sinceramente, não vejo qualquer “civilização” nos países nomeados como “primeiro mundo”. 70 anos atrás a Alemanha, que naqueles anos era o Top da civilização, praticou os maiores crimes de desrespeito aos direitos fundamentais das pessoas que se tem notícia na história da humanidade. Pessoas eram condenadas à morte mais degradante, espoliadas de todos os seus bens, privadas do direito de ir e vir, escravizadas, etc.etc.etc. sem nenhuma chance de julgamento justo ou respeito pelo bom direito. A Bélgica praticou o mesmo que a Alemanha, apenas que na África. O Inglaterra praticou o mesmo que a Alemanha, não só na África como também na ìndia e na China. A França fez outro tanto na África, Portugal e Espanha com os nativos das Américas. O que eu não compreendo mesmo é de onde alguns brasileiros tiram essa história de que existe, ou existiu algum dia, esse o tal “direito imaculado” em alguma parte do mundo!

  58. Pax said

    Vamos ver no que vai dar. Tem que dar em alguma coisa.

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-29/pgr-quer-esclarecimento-sobre-caso-da-alstom

  59. Patriarca da Paciência said

    “A ex-ministra de Lula continua pedindo “metabolização” e “completude” para “democratizar a democracia”. Isso numa reunião em que se falou em “novo padrão civilizatório” e “inclusão cidadã”. Para quem não quer dizer nada, é tudo”, ironiza o colunista Elio Gaspari; segundo ele, aliança com o PSB, de Eduardo Campos, entrega pouca carne e muita farinha”.
    (blog 247)

    O que todo mundo já previa, quando a Marina começar a falar vai ser um completo desastre. Se tiver a chance de agir, vai ser um desastre completo!

  60. Patriarca da Paciência said

    Post 58,

    eu espero que sim, espero que sim, caro Pax. Felizmente o Gurgel de estimação não “conseguiu fazer o seu sucessor”, o que já é uma grande esperança!.

  61. Elias said

    NeoPax,
    Enquanto não começas a fazer campanha pra Maria de Mello Quadros, vamos conversar sobre outras coisas que têm a ver com o teu blog.

    Olhaí:

    Acaba de sair a Lei Federal 12.850, que, dentre outras coisas, define o que é uma “organização criminosa”.

    Por incrível que pareça, e apesar de ser usado a propósito de um porrilhão coisas (em especial com propósitos político-partidários), o termo “organização criminosa” não tinha uma definição jurídica no Brasil.

    Agora tem. Está no no § 1º do art. 1º da Lei 12.850:

    “Considera-se organização criminosa a associação de 4 (quatro) ou mais pessoas estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, ainda que informalmente, com objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem de qualquer natureza, mediante a prática de infrações penais cujas penas máximas sejam superiores a 4 (quatro) anos, ou que sejam de caráter transnacional.”

    Ou seja: se 2 ou 3 pessoas se associarem para a prática de delitos cujas penas máximas sejam superiores a 4 anos, ou para o cometimento de ilícitos de natureza transnacional, ainda assim esses indivíduos não poderão ser considerados membros de uma organização criminosa. Serão bandidos “avulsos”, “varejistas”…

    Pra quem não sabe ou não lembra, a ausência de uma definição técnica para “organização criminosa” causou um embananamento no STF, quando do julgamento da ação impugnativa de Habeas Corpus nº 96.007, envolvendo um pessoal que respondia pela lavagem de dinheiro, etc e tal.

    A coisa acabou em trancamento…

  62. Zbigniew said

    Como é que um Procurador Geral da República vem a público justificar a falta de informações pedidas por promotores da Suíça sob o argumento de que o processo foi indevidamente colocado numa gaveta e ali esquecido?! Isso é quase uma confissão!

    Por isso que dizemos: do que vale notáveis saberes jurídicos e reputação “ilibada” se o cara quando chega lá começa a fazer m…

    Se provada a prevaricação caía bem uma exoneração e um processo criminal nas costas da dita autoridade. Mas no Brasil é assim: não mexam com os meus que não mexo com os seus. Vide a discussão aqui sobre o acórdão da AP 470.

    E assim caminhamos nessa lógica perversa que perpetua a corrupção. Porque a espada que pende sobre a cabeça de um, pende sobre a do outro. É a paridade das armas que não arreda um milímetro em nenhuma das direções uma vez que as facções dentro das instituições tendem a se equilibrar no jogo armado das facilidades oferecidas e das omissões deliberadas.

    A esperança é que, tendo o conservadorismo, no caso da AP 470, ido longe demais, é possível que ocorra a quebra dessa lógica (daí as manifestações do atual PGR). Entretanto, em face da autopreservação dos poderes políticos, eu quase apostaria que o Dirceu vai se livrar solto e que o propinoduto paulista vai ficar meio que esquecido nessas eleições.

  63. Elias said

    Pedro,

    É só não misturar barafunda com furabunda. Nem pato no tucupi com entupir o cu do pato…

    O sensoriamento eletrônico impessoaliza a autuação por infrações de trânsito. Não dá pra fazer acertos com o radar que fotografa teu carro…

    Paradas sobre a faixa de travessia de pedestres, avanços de sinal e excesso de velocidade em vias urbanas são infrações gravíssimas, porque respondem por expressiva parcela das mortes em acidentes de trânsito. Quando o sujeito comete esse tipo de infração, ele está, na prática, fazendo roleta russa com a vida alheia. São eventos que ocorrem em baixa velocidade, mas que, infelizmente, com muito mais frequência que os demais, resultam em mortes.

    A maor parte das pessoas não se toca muito pra isso, a menos que um desses eventos atinja pessoas de sua família ou de seu círculo de amizade. Quase sempre essas coisas não passam de notícias de jornal, que as pessoas lêem e, em seguida, esquecem.

    Por alguns anos, fiz parte da direção de uma autarquia de trânsito. Nessa condição, fui obrigado a conviver com esses eventos. É difícil passar por isso e não ficar revoltado com a morte de pessoas — crianças e idosos, principalmente — por atropelamento. É difícil passar por isso e não passar a advogar um tratamento severo pra quem dirige alcoolizado e/ou cometendo delitos que colocam em risco a vida ou a propriedade de terceiros.

    O sensoriamento eletrônico do trânsito libera o agente de solo para outras tarefas, dentre as quais a localização e interceptação de veículos que tenham sido autuados por infrações graves.

    Além disso, o sensoriamento eletrônico do trânsito exerce um efeito inibidor na maioria dos condutores de veículos. Sabendo que a via está sendo fiscalizada eletronicamente, os condutores tendem a reduzir a velocidade e a dirigir com mais cuidado.

    Ou seja: o sensoriamento eletrônico tem um efeito preventivo. Por isso mesmo, é comum que as instituições de trânsito comprem, para cada sensor, o triplo ou mais de carcaças. Os sensores são instalados em pontos críticos. Quando eles produzem o efeito desejado, são transferidos para outros locais, deixando-se a carcaça instalada. Como os condutores não sabem se a carcaça está “cheia” ou não, continuam obedecendo os limites de velocidade, as proibições de troca de faixas, etc. Periodicamente, o sensor é reinstalado naquela carcaça… E por aí afora.

    Obviamente que o sensor eletrônico não prende ninguém (é mesmo necessário dizer isso?).

    Só que, se ele autua o veículo, imediatamente o condutor desse veículo passa à condição de infrator.

    No tratamento que defendo, se a penalidade para a infração (autuada por agente de solo ou sensor) fosse a prisão, e esgotado o prazo para recurso, sem que o proprietário do veículo se apresentasse em juízo, ele seria declarado foragido, e o veículo poderia ser interceptado a qualquer tempo, lugar e hora, dentro da jurisdição do Poder que o autuou, mesmo que não estivesse cometendo qualquer ato ilícito. A ordem de busca e captura seria implantada no sistema próprio, com alerta nas telas dos computadores de todas a viaturas policiais, da guarda municipal e da autarquia de trânsito. Caso o veículo fosse interceptado, quem o estivesse conduzindo seria detido para investigação. Em princípio, essa pessoa seria presa, a menos que demonstrasse que, na ocasião em que foi cometido o delito que deu causa à detenção, o veículo estava sendo conduzido por outra pessoa, a quem ela teria que identificar.

    É assim que acontece nos países civilizados… No Brasil, infelizmente, ainda não…

  64. Pax said

    Também aposto que, infelizmente, a questão paulista do “engavetamento” mágico do caso Alstom não vai dar em nada. De novo: infelizmente. Muito infelizmente.

    Acompanho um pouco mais amiúde essa opinião genérica (portanto questionável) sobre os episódios de violência promovidos por mascarados e desmascarados. O que vejo por aí me assusta um pouco. Não os quebra-quebras, mas sim as opiniões pasteurizadas.

    Quando neoPetistas, tucanos e grande mídia começam a emitir as mesmíssimas opiniões fico com a orelha em pé. Agora todos criminalizam todas as manifestações, alguns disfarçadamente e outros abertamente.

    E fico incomodado com o que vejo. Bastante incomodado. Se formos olhar a História, se quisermos aprender um pouco com o que já rolou para tentar entender o que rola, talvez cheguemos à conclusão que as desigualdades sociais é que promovem as verdadeiras revoluções. Por incrível que pareça não é a míséria, mas, sim, as desigualdades.

    Se formos um pouco à além, se quisermos traçar algum paralelo, eu diria que vivemos momentos, tanto no Brasil como alhures, parecidos com a Revolução Francesa e é preciso conhecer um pouco de lá – acho eu – para entender um pouco o agora.

    Lá havia um momento muito especial, os iluminstas já tinham colocado suas visões de mundo, a França não era pobre, detinha uma riqueza considerável, mas estava endividada, o império vivia momentos de desequilíbrio, não os nobres, representados pelos girondinos. Já o outro lado, os jacobinos, eram extremistas e representavam as camadas não nobres, ou, em outras palavras, não faziam parte nem do Primeiro Estado (clero) nem do Segundo Estado (poderíamos dizer que era uma corja que vivia em função da nobreza, orbitava a corte). O Primeiro Estado era formado por 0,5% da população. O Segundo Estado tinha 1,5% da população.

    Isso quer dizer que o Terceiro Estado detinha nada menos que 98% da população. 98%!!!!

    A França tinha 80% de sua economia baseada na agricultura. E a crise que gerou a revolução, veio depois de anos de problemas climáticos que forçaram boa parte da população a migrar dos feudos para as cidades. A revolução industrial já estava em andamento e essa classe vivia a exploração para sustentar os tais Primeiro e Segundo Estado. Enfim, o assunto é longo e merece, sim, ser estudado.

    O que vemos hoje?

    Apesar de termos reduzido a miséria, de termos conquistado uma considerável redução das extremas desigualdades, acabamos (utópico) ou mitigamos as desigualdades a ponto de termos uma sociedade tranquila?

    Olhando de outro lado, os governos ditos sociais-democratas realmente agem para a sociedade como um todo ou continuam privilegiando os já privilegiados?

    O ponto onde quero chegar é que esta análise rasteira que todos os mascarados são bandidos, que toda revolta é ameaçadora etc mais me parece uma auto-defesa do status quo, um movimento natural de auto-proteção do establishment. E para isso usam de tudo, todos os poderes são envolvidos, executivo, legislativo e judiciário (e imprensa) para preservar o que tem e reagir a qualquer ameaça às mudanças.

    Só que… na minha humilde opinião, as mudanças são inexoráveis. Elas acontecerão. A primavera árabe foi uma onda que teve resultados questionáveis. Não acho que parará por aqui. Acredito que haverá outras ondas pela frente.

    Assim como acredito que os movimentos de junho no Brasil, que foram apropriados e desconfigurados, foram uma primeira onda. E outras virão.

    Quem vai entender o momento, traduzir a situação e elaborar as melhores propostas? Não sei. O que sei é o que vejo. Apesar de arriscar o futurologismo que outras ondas virão, não arrisco muito mais que isso.

    E o que vejo é baseado em dados, em fatos, no noticiário que colho da forma que escolho. Não me acho – desculpem-me o umbiguismo de falar de mim – influenciável pela mídia tradicional que defende seus feudos. (aliás, ontem a Argentina deu um passo interessante…) Não mesmo. Sou absolutamente crítico à mídia como sou aos governos. E aí me permito criticar à vontade o governo da vez, mesmo admitindo todos os progressos das últimas décadas.

    No Brasil os privilegiados são extremamente poderosos. Nós temos um modelo quase parecido com a França do século XIX, com 2% de privilegiados e 98% de uma massa que quer mais. Com todo direito. Pagamos muito imposto para pouco retorno. Não diferencia muito do que a França viveu em sua revolução.

    Temos um retorno do Estado muito àquem do que deveríamos ter. Saúde, Educação, Segurança, Infraestrutura… e são as áreas onde o Estado atua e onde há desvios e mais desvios, onde o que chamaria de Segundo Estado, uma camada de corruptos que orbita a corte, vive se fartando.

    Enfim… uma viajada geral pra dizer que não, Elias, não sou um neoPax cara. Não falo da revolução francesa, dos iluministas, e das desigualdades de ontem para hoje. Falo é que existe um neoPetismo que, infelizmente, se rendeu ao Primeiro Estado para viver os privilégios do Segundo Estado. E o Terceiro Estado que se dane (forçando a barra, sim).

    E aí, meus amigos, desculpem-me, mas vou continuar reclamando. Seja este governo o que for. Não passo cheque em branco pra ninguém e, muito menos, para governos.

  65. Elias said

    Patriarca,
    Sempre que se fala em civilização, é sempre uma tentação argumentar com os crimes cometidos pela Alemanha na Europa, pela Bélgica na África, pela Inglaterra na Índia, pelos EUA nos cafundós da baixa da égua, e por aí afora…

    É uma tentação, sim, mas que acaba ignorando o fato de que a história não acabou na Alemanha, em 1945, nem na Bélgica, nem na Inglaterra, e assim por diante.

    Não dá pra negar que esses países aperfeiçoaram suas instituições, investiram na educação de seus cidadãos e, uns mais, outros menos, atingiram um grau de civilização mais elevado, que continua melhorando, em que pesem as limitações próprias do ser humano.

    Dia desses, li a autobiografia de um ex-presidente da Volks no Brasil (Wolffgang Sauer). Ele queria ser presidente da Volks mundial e, pra isso, montou uma estratégia. Começou a implantar, no Pará, um megaprojeto bovino/bubalino para produzir e exportar carne pra Europa. Isso daria à Volks uma posição estratégica na produção de alimentos para a Europa, e faria dele um herói. Daí à presidência da Volks mundial seria um pequeno passo.

    Pra tornar realidade esse sonho megalomaníaco, a Volks brasileira comprou uma vasta área de terra e, para a formação de pastagem, foi realizado uma megaqueimada, com o uso de aviões e produtos químicos fartamente usados na guerra do Vietnã.

    Técnicos da Nasa detectaram o incêndio com fotografias feitas por satélites, e informaram cientistas brasileiros. Acontece que o projeto do “seu” Wolffgang Sauer tinha recebido o sinal verde (verde???!!!) da ditadura militar. Entonces…

    Mas o projeto se ferrou. Sabe por que? Por que a população européia, da Alemanha principalmente, começou a boicotar a Volkswagen, a fazer atos públicos contra a Volkswagen, denunciando a agressão criminosa que ela estava perpetrando no Brasil.

    Aí a Volks trancou o projeto. A megafazenda foi vendida (diz-se que o comprador, brasileiro, tirou o gado da área e deu o calote na Volks, pagando apenas a primeira parcela…). De quebra, Wolffgang Sauer passou de herói a bandido, e teve que arquivar definitivamente o sonho de se tornar presidente da Volks mundial.

    Se a coisa dependesse do exercício da cidadania da bugrada mansa e babaca desta parte do mundo, a megafogueira da Volks continuaria a arder na Amazônia. E sabe-se lá quantas mais haveria…

    Se aquele fogo apagou, devemos isso a alguns técnicos americanos, que botaram a boca no trombone, e a centenas de milhares de alemães comuns, a maior parte deles não filiada a nenhuma organização partidária, mas que, num determinado momento, se importaram com a conduta criminosa de uma de suas maiores empresas, num ponto remoto do planeta, a milhares de quilômetros de distância de onde moravam.

    Isso é civilização, em sua melhor e mais elevada expressão…

    Ou não?

  66. Elias said

    “Quando neoPetistas, tucanos e grande mídia começam a emitir as mesmíssimas opiniões fico com a orelha em pé.” (NeoPax)

    E quando o NeoPax começa a emitir as mesmíssimas opiniões da grande mídia (e do Reinaldo Aevedo), como ele fica?

    De orelha murcha?

  67. Otto said

    Será que vai sair no JN?

    Investigação da Controladoria Geral do Município, criada pelo prefeito Fernando Haddad, resultou na prisão, hoje, de quatro ex-altos funcionários da gestão de Gilberto Kassab; ex-subsecretário da Receita Municipal e ex-diretor de Arrecadação são acusados de liderar quadrilha que abatia irregularmente ISS para grandes construtoras; pertenceram à equipe do então secretário de Finanças Mauro Ricardo, oriundo da gestão de José Serra; dívidas de R$ 480 mil eram resolvidas por R$ 12 mil; centenas de imóveis, carros de luxo e até lotéricas foram comprados com verba desviada; “Não foram indicados por mim”, desviou-se Kassab; operação “acerto de contas” descobriu que escritório da quadrilha era chamado de “ninho”; ficava a 300 metros da sede da Prefeitura.

    http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/119270/Haddad-descobre-%E2%80%9Cninho%E2%80%9D-de-corrup%C3%A7%C3%A3o-de-R$-500-mi.htm

  68. Pax said

    Vai, Elias, vai com teu girondismo…

    =)

    Se você acha que tenho as mesmas opiniões que o titio histérico é porque você, caro neoElias, faz parte dessa massa ignóbil que sustenta o bobalhão.

    Eu decidi, faz um bom tempo, não me poluir.

    Não tens nada melhor pra ler não, caro Elias?

  69. Pax said

    Caro Otto,

    O problema é que o neoPT abraçou o Kassab…. lembra?

    e o neo Fernando Malddad está com práticas muito semelhantes a do cara no que se refere ao Plano Diretor da Cidade. Ontem foi um golpe de sacanagem extrema…. caramba. Inaceitável.

    é disso que falo, é esse o neoPetismo que reclamo.

  70. Patriarca da Paciência said

    Realmente, Elias, um povo saudável, bem alimentado, com bom nível cultural e protegido de situações extremas, tem tudo para ter bons sentimentos e tratar os semelhantes com o devido respeito e consideração que merecem.

    Mas pegue esse mesmo povo que está no topo da civilização, humilhe-o, leve-o a situações extremas de miséria e degradação e “o “verniz civilizatório” desaparece como num passe de mágica. A Alemanha que o diga!

    É claro que sempre existirão as exceções. Entre estes está, Jesus Cristo, Sócrates, e mesmo alguns heróis anônimos!

    Mas são sempre pessoas raríssimas! De tão raras, se tornam pessoas merecedoras de verdadeira adoração!

  71. Pax said

    Dica do Idelber…. no Facebook.

    Como colocar esse cara no meio de uma análise genérica? Não é possível. Desabafo mais que correto, revolta mais que justificada.

  72. Chesterton said

    http://blogdopaulinho.wordpress.com/2012/10/25/ministerio-publico-diz-que-fernando-haddad-e-marta-suplicy-desviaram-r-590-milhoes-em-sao-paulo/

  73. Pax said

    Hum…. caro Chesterton, velho e bom Cheseterton,

    Essa fonte aí, sei não. Nenhuma vontade de defender Fernando Malddad e Martaxa, mas essa info eu passo batido.

    OGX pede Recuperação Judicial. E porque quebrou?

    Segundo o que me informei um pouco mais de gente que trabalhou para eles, o campo (não sei o nome, esqueci) foi inviabilizado. Sua extração ficou impossibilitada por problemas geológicos.

    Mas o buraco ficou maior, muito maior, porque Eike em sua loucura, resolveu fazer tudo megalo. Um mega estaleiro, um mega porto, um mega sei lá o quê. Doido de pedra, aconselhado várias vezes a partilhar os investimentos, escalonar seria a palavra melhor. Mas não, acreditando ser um abençoado saiu gastando e se comprometendo com dívidas insustentáveis caso alguma peça dos negócios não funcionasse. E foi o que aconteceu. Mesmo tendo contratado os melhores geólogos que podia encontrar, a mamãe Natureza pregou-lhe uma peça que hoje deu no que deu, Recuperação Judicial.

    Em português mais erudito: sifo.

  74. Patriarca da Paciência said

    “Descoberta de esquema de desvio de impostos de meio bilhão na cúpula da secretaria de Finanças de Gilberto Kassab, na Prefeitura de São Paulo, atinge politicamente não apenas o ex-prefeito; então titular Mauro Ricardo foi homem de confiança do ex-prefeito José Serra e permaneceu no cargo durante gestão do afilhado político dele; efeitos do achado do “ninho” de corrupção, como era chamado o escritório dos quatro ex-altos funcionários municipais presos hoje, tem reflexos diretos na eleição para o governo de São Paulo em 2014 e no apoio do PSD à reeleição da presidente Dilma ”

    http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/119289/Ninho-de-R$-500-mi-enrola-Kassab-Ricardo-e-Serra.htm

    Esta é a verdadeira notícia. O blog linkado pelo Chesterton informa as coisas ao contrário!

  75. Patriarca da Paciência said

    Ontem, no carro,em rádio FM, ouvi o Caetano Veloso, “interpretando” Help dos Beatles. Uma das coisas mais melancólicas que já ouvi. Melancólica, patética e lamentável. Lembro-me que quando eu era criança, havia o ditado para nominar pessoas que eram profundamente preguiçosas. Dizia-se, “este daí tem preguiça até para comer!” É a impressão que dar! É como se uma pessoa morrendo de preguiça e enfado fosse obrigado a cantar alguma coisa. Chocante mesmo! Lembrou-me também um antigo humorista brasileiro, José Fidélis, qual fazia uma paródia a respeito de portugueses cantando fado, era o português “Jacinto Dores”, cantando ao fado, “Tô de partida”. Depois não querem que baiano tenha fama de preguiçoso!

    Outras coisas que me chamaram a atenção hoje, foram os “projetos de lei”, para regulamentar o peso das mochilas das crianças e cotas para deputados negros. Continua a suruba da ” fabricação” de leis. Coisas que poderiam ser resolvidas por simples decisão administrativa, querem fazer através de emenda constitucional.

    O problema é que o projeto de lei para regulamentar o peso das mochilas é inconstitucional, visto que regulamenta através do peso das crianças, ou seja, a criança magrinho carregará menos peso. Já os gordinhos podem ser castigados com grandes cargas! Fere o princípio da igualdade perante a lei !

  76. Patriarca da Paciência said

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