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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Chefe da quadrilha do ISS acusa Kassab

Posted by Pax em 08/11/2013

Apontado como chefe da quadrilha que fraudava ISS, Ronilson Rodrigues afirma, em grampo, que prefeito deveria ser investigado

Auditor preso diz que Kassab e secretário sabiam de esquema – Estadão

O Estado de S. Paulo
Preso desde o dia 30 sob acusação de chefiar a quadrilha suspeita de fraudar o recolhimento do Imposto sobre Serviços (ISS) e de desfalcar os cofres municipais em ao menos R$ 500 milhões, o subsecretário da Receita na gestão Gilberto Kassab (PSD), Ronilson Bezerra Rodrigues, disse em telefonema gravado com autorização da Justiça que o secretário e o prefeito com quem trabalhou “tinham ciência de tudo”, segundo áudios revelados nesta quinta-feira, 7, pelo Jornal Nacional.

O diálogo ocorreu no dia 18 de setembro entre Rodrigues e uma pessoa chamada Paula, que seria a auditora fiscal Paula Sayuri Nagamati, ex-chefe de gabinete do secretário de Finanças na gestão Kassab, Mauro Ricardo. Ele reclama com a auditora de uma publicação no Diário Oficial da Cidade na qual era intimado a prestar esclarecimentos à Controladoria-Geral do Município (CGM) já na gestão de Fernando Haddad (PT).

“É um absurdo, Paula. Tinha de chamar o secretário e o prefeito também, você não acha? Chama o secretário e o prefeito com quem eu trabalhei. Eles tinham ciência de tudo”, afirma Rodrigues, sobre a investigação da CGM, que, em parceria com o Ministério Público Estadual (MPE), resultou na sua prisão e de outros três auditores.

Em nota, Kassab afirma que as afirmações “são falsas” e que “repudia as tentativas sórdidas de envolver o seu nome em suspeitas de irregularidade que pesem contra funcionários públicos municipais admitidos há anos por concurso, cujo objetivo escuso é única e exclusivamente atingir a sua imagem e honra”. Os ex-secretários de Finanças da gestão Kassab, Mauro Ricardo e Walter Aluísio Rodrigues, não foram localizados. (continua no Estadão…)

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12 Respostas to “Chefe da quadrilha do ISS acusa Kassab”

  1. Pedro said

    O humor, sempre o humor. Do Tutty:

    O Kassab sabia? – só se fala disso nos pontos de ônibus de São Paulo!

    Bons tempos aqueles em que as dúvidas que se levantavam sobre o ex-prefeito eram coisas tipo “é casado?”, “tem filhos?”

  2. Patriarca da Paciência said

    Afinal, o K sabe ou não sabe?

    Tudo indica que o K sabe!

  3. Patriarca da Paciência said

    O K é também o principal personagem dos livros de Kafka!

  4. Pax said

    o quê mesmo o PSD faz na base do governo?

    o quê mesmo Guilherme Afif Domingos faz à frente do Min da Micro e Pequena Empresa?

    vale a pena ter uma base aliada com essa configuração?

    a base puxa o PT ou o PT puxa a base?

    por fim, continuo com um profundo interesse em saber mais dessa história dos negócios envolvendo a família do Jilmar Tatto. confesso que fico curioso, mesmo que não gostem dessa minha curiosidade…

  5. Elias said

    I
    NeoP # 4,

    Faz um post….

    II
    Nunca imaginei sair em defesa do Kassab, mas acho que a insinuação do tal de Ronilson tem a mesma credibilidade da bandidagem em geral. Bandido sempre mente, tentando tumultuar as investigações.

    A título do quê o Kassab teria “ciência de tudo”? Só se fosse pra levar algum, certo?

    Pelo que foi apurado (e divulgado), o caixa recebedor da bandalheira era o tal de Ronilson, certo? Até porque, se o ladravaz da empresa fosse pagar pro Kassab mais alguma coisa, no mesmo nível do que era pago pro tal de Ronilson, a sacanagem não valeria a pena… Seria melhor, mais simples, e sem nenhum perigo, pagar o imposto devido.

    Logo, se o Kassab recebeu alguma coisa, foi da mão do Ronilson. O que este pilantra está esperando pra demonstrar? Vai pintar pelo menos o saque em dinheiro. Nesse caso, quem retirou? Quando? Pelo que se sabe, o que foi sacado pelo tal de Ronilson foi o que ele gastou comprando coisas pra ele mesmo.

    Então…

    Dificilmente se encontrará político metido nesse tipo de lance varejista de purga de autuação… Deixa rastro demais…

    A menos que seja político pé-de-chinelo…

    Os cardeais operam em outra frequência… O negócio deles é nas licitações para grandes projetos, onde rola um volume muito maior de dinheiro e praticamente não se deixa rastro (só quando o pessoal vai com muita sede ao pote…).

  6. Pax said

    Fazer post, caro Elias?

    Mas é uma questão de corrupção ou do tal neoPetismo?

    Eu não coleciono posts sobre os rumos do neoPetismo. Tem gente que faz e faz melhor e de forma mais profissional que eu faria.

    Olha a foto, que bonitinha:

    http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2013/11/12/atacado-por-haddad-e-mimado-por-lula-kassab-tira-nexo-da-aliaca-pro-dilma/

    Quer as fotos com Maluf? Com Kátia Abreu? Com Sarney? Tem também.

  7. Elias said

    Virgem de puteiro…

  8. Zbigniew said

    Liga não, Pax.
    A turma aqui costuma misturar alhos com bugalhos e andam ressabiados com a possibilidade real do Dirceu ir para trás das grades. Parece que o Janot vai pedir o encarceramento.
    Sobre a existência ou não do mensalão e do envolvimento do ex-Chefe da Casa Civil: tá tudo lá nos autos.
    Sobre a utilidade dessa condenação no que se refere ao combate à corrupção no país: nenhuma.

  9. Chest said

    12/11/2013 às 21:30
    Outro fiscal faz acordo de delação premiada e confessa que pagava R$ 20 mil por mês ao petista Donato, homem forte de Haddad até esta terça

    Reportagem de César Tralli, que acaba de ir ao ar no Jornal Nacional, informa que mais um fiscal, Eduardo Barcellos, fez um acordo de delação premiada com o Ministério Público. Barcellos confessou ao promotor Roberto Bodini que recebia dinheiro vivo de empreiteiras para liberar o “habite-se” e que dividia os recursos com os demais fiscais da quadrilha dentro da Prefeitura. Mas não só isso: um dos beneficiários do esquema, segundo ele, era justamente o agora só vereador Antonio Donato (PT), que coordenou a campanha eleitoral de Fernando Haddad à Prefeitura e se tornou seu secretário de governo.

    Segundo Barcellos, entre dezembro de 2011 e setembro do ano passado, ele pagou R$ 20 mil mensais a Donato, que receberia o dinheiro em seu gabinete, na Câmara dos Vereadores. Ele afirmou ao promotor que Ronilson Rodrigues, apontado como o chefe da quadrilha, também repassava dinheiro para Donato.

    Na confissão, devidamente assinada, ele afirmou que os fiscais se aproximaram do vereador em 2011 porque pretendiam manter o esquema caso o PT vencesse as eleições. Pois é… Feito secretário de governo, Donato nomeou Ronilson para a diretoria financeira da SPTrans e chamou Barcellos para trabalhar em seu gabinete. Ao Jornal Nacional, o petista afirmou que os fiscais se aproximaram da campanha de Haddad para oferecer estudos sobre o ISS e o IPVA. Ah, bom! De ISS, não tenhamos dúvida, eles entendiam, não é mesmo?

    Rui Falcão e o próprio Fernando Haddad saíram em defesa de Donato e de sua reputação ilibada. Pois é… Imaginem quanta informação não concentra um “coordenador de campanha”… Donato não leva jeito de que tem vocação para Delúbio Soares, aquele que aceita ser o bode expiatório em nome dos sagrados propósitos do partido… Mesmo quando se é petista, sobram franjas de constrangimento. E os dois pareciam bem constrangidos.

    Donato ainda insiste que se está tentando transferir para essa gestão a responsabilidade de um esquema que seria da gestão anterior… Parece que ele ainda não percebeu que o PT não quer briga com Gilberto Kassab. Se Donato quiser a proteção dos companheiros, vai ter de usar como ativo tudo o que sabe. Fora da secretaria, volta para a Câmara. Parece que a cassação do mandato o espreita, quando menos. Barcellos forneceu ao promotor os números de telefone que usava para falar com Donato.

    Por Reinaldo Azevedo

  10. Pax said

    Caiu Donato.

    Em determinado momento falei para não ter muita euforia ao atirar pedras porque o telhado poderia ter alguns vidros.

    Enfim…

    É porque estou repetindo o histérico ídolo do nosso caro Chesterton ?

    Não, é porque o blog acompanha a pauta. Apesar de estar em viagem.

    Virgem de puteiro? Nunca me disse virgem. Nunca disse que defendo, dentro deste modelo que o neoPetismo não quer mudar, um governo sem alianças. Não é isso, caro neoElias do neoPetismo.

    O que disse, digo e vou continuar dizendo se resume em dois pontos:

    1 – tentaria promover as mudanças, fazer as reformas, começando pela mãe delas. O neoPetismo não quis. Diz um monte de mentirinhas pra lá e pra cá, mas nunca moveu uma palha para fazer. Não teve tempo? Ah, conta outra. Não teve apoio? Ah, conta outra. Não quis fazer e pronto. Adorou o jogo jogado.

    2 – tentaria, de todas as formas, não fazer com que tais alianças desconfigurassem a origem ideológica do velho PT, do PT original. O que vemos? Ora, o que vemos é isso, esse neoPetismo que adorou o jogo dos Valdemares, que se desconfigura a cada dia, que ….

    Virgem de puteiro? Pois sim.

    Caro Zbigniew,

    Já são anos de blog, de convivência com colegas de todos os lados. Confesso – vou me permitir – que aprendi com nosso amigo Pedro Doria, que dizia: pra ser blogueiro tem que ter casca dura. Ou aprende ou não faz blog.

    O que surpreende é que esse neoPetismo acha que todos deveriam adotar as mesmas práticas, o mesmo pragmatismo, que na verdade é uma bela máscara para tentar ocultar as intimidades. Algo como usar mini saia, se abaixar para pegar alguma coisa no chão sem dobrar os joelhos, e achar que ninguém vai ver aquelas intimidades mais fedidas.

    Mas não adianta, ao se abaixar dessa forma todas as bundas mal lavadas acabam aparecendo.

  11. Chest said

    Um megaprotesto de caminhoneiros, que prometem superlotar Brasília no feriadão de 15 de novembro, pode ser o começo de uma grande dor de cabeça para os estrategistas reeleitorais de Dilma Rousseff. Embora a vitória em outubro do ano que vem seja bem provável no discurso de propaganda, na vida real o processo tende a ser complicado por protestos ruidosos e insatisfações setoriais com a gestão da política econômica – na qual alguns indicadores futuros são bastante negativos. O inevitável aumento dos combustíveis pode acender o barril de pólvora…

    O mais assustador deles é o descontrole das contas. A trilionária dívida pública – formada por muitos gastos sem qualidade, desperdício e bastante corrupção – cresce cada vez mais, gerando lucros apenas para a usura dos bancos. O problema tende a se agravar com o aumento dos juros, justificado pelos burocratas para segurar uma inflação do mundo real que é bem maior que os 6,50% da meta (estourada) do governo. A tendência é que a turma de Dilma aposte na solução de sempre, mas que nada resolve: um aperto fiscal que fará a economia crescer menos ainda.

    A grande chance de Dilma para 2014 é a falta de força dos adversários. Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) não têm popularidade suficiente para decolar na campanha. Além disso, as supostas soluções que apresentam para os problemas do Brasil são muito parecidas com as do PT-PMDB, segundo o modelo Capimunista (socialista Fabiano). Os petistas apostam na incompetência da oposição – e podem sair ganhando muito com isto.

    Por enquanto, a única tática clara da pretensa oposição é o ensaio de ataques ao calcanhar de Aquiles do governo: a complicada situação da Petrobras, focando nos problemas gerados pela gestão José Sérgio Gabrielli. Mas tais ataques não têm apelo popular, embora desestabilizem muitos negócios petralhas – pouco conhecidos do eleitorado. O Presidentro Lula fica apavorado quando pipocam os escândalos na Petrobras.

    A estratégia da marketagem oficial é bem clara para o curto prazo. Divulgar “pesquisas” que mostram a força consolidada e o potencial de vitória de Dilma para o ano que vem. Tal trabalho será focado pelas mídias regionais em ação combinada com a militância petista, principalmente a velha máquina sindical. Outra orientação é partir para uma contraofensiva no mundo virtual da internet, onde os petralhas apanham muito.
    Jorge Serrão
    http://www.alertatotal.net/

  12. Chest said

    Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net

    Os russos querem vender ao Brasil três porta-aviões para emprego civil, a fim de facilitar a logística de pousos e decolagens de helicópteros, para troca de tripulação nas plataformas de exploração no pré-sal. Este é mais um negócio intermediado pelos petistas para megainvestimentos na Petrobrás. Nos bastidores da negociação, vazou o nome do principal negociador com a indústria russa: Nelson Jobim, ex-ministro da Justiça, ex-ministro da Defesa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal e eminência parda desde sempre, com direito a quatro estrelas.

    Nas Forças Armadas, vaza outra ação ousada de Nelson Jobim em favor dos russos. Ele estaria fazendo lobby para que a FAB compre caças russos e feche a parceria para desenvolvimento de aviões com os suecos. Militares da Aeronáutica até aceitam bem o negócio com a Saab para o desenvolvimento dos aviões multiemprego Gripen. Mas teme-se a reação norte-americana caso se feche um pacote de aviação com os russos. O fato objetivo é que vencem no final do ano as licenças dos dispositivos eletrônicos dos caças reformados da FAB – a maioria hoje sem condições de sair do chão.

    No caso da Petrobras, a entrada dos russos pode ser atrapalhada porque a empresa tem tudo para se tornar alvo de uma devassa política, por causa de contratos sob suspeita de superfaturamento com a Odebrecht. O Ministério Público Federal, a partir do Tribunal de Contas da União, ameaça convocar diretores da Petrobras para que expliquem como autorizaram, em 2010, um contrato de US$ 825 milhões com a empreiteira.

    O problema atinge, em cheio, a candidatura ao governo da Bahia do petista José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, em cuja gestão o acordo foi firmado. A “transnacional baiana” é uma das maiores doadoras de campanha do Partido dos Trabalhadores. O presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, é interlocutor permanente de Luiz Inácio Lula da Silva. Sempre é recebido pela Presidenta Dilma Rousseff – embora da última vez, em outubro, tenha tomado um chá de cadeira, no Palácio do Planalto.

    Vai pra casa, Padilha!

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