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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Pedrinhas é o Brasil dos Sarney, mas não só deles.

Posted by Pax em 10/01/2014

As barbáries noticiadas sobre a violência descontrolada no presídio de Pedrinhas, Maranhão, que se projetou para fora dos muros e nos brinda com cenas de crianças queimandas vivas em ônibus e presos descarnados e decaptados, não só faz pensar sobre o resultado de governos dedicados décadas a desviar dinheiro público – segundo farto noticiário – como impele a refletir as consequências deste descaso nacional em matéria basilar para a sociedade: segurança. Ou, melhor dizendo, insegurança pública.

Ao mesmo tempo que podemos afirmar que Maranhão e Alagoas, terra dos Sarney e de Renan Calheiros são símbolos do atraso de um país ajoelhado aos velhos e novos coronéis, esta questão não está somente circunscrita nestes exemplos clássicos de corrupção que se perpetuam no poder.

Estados como RS, ES e RJ estão aí para que não coloquemos a culpa somente em Roseane Sarney, a filha do imperador que consegue licitar milhões em lagostas, camarão, uísque escocês e caviar ao mesmo tempo que trata como lixo os presos de seu estado.

As verbas para o sistema prisional nacional tinham previsão orçamentária de quase R$ 1 bilhão em 2013. Foram gastos menos de 10% deste orçamento. Presídio novo não dá voto. Polícia às ruas prendendo prendendo pobres e negros, sim. É o Estado policial em ação.

No fundo é o desvio, não só de conceitos, como dos cofres públicos e objetivos estratégicos para um país.

Ontem, numa tentativa de apagar o fogaréu descontrolado, nosso fraco Ministro da Justiça esteve com a governadora do Maranhão, aprendiz dedicada do modelo de governar de seu pai, para anunciar medidas para melhorar a situação do Maranhão, nesta crise que parece não ter fim.

E a velha máxima deve ser lembrada, se não quer resolver coisa alguma, cria logo uma comissão e coloca a notícia nos jornais.

Cardozo e Roseana anunciam medidas para melhorar situação de presídios maranhenses

Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil

Brasília – A governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anunciaram hoje (9) um pacote de medidas com objetivo de resolver os problemas no sistema carcerário do estado. Cardozo se reuniu com Roseana, em São Luís, no início desta noite, para definir ações conjuntas envolvendo os vários níveis de poder.

Entre os 11 pontos anunciados, ficou acertada a criação de um comitê gestor da crise no sistema carcerário, que deverá contar com medidas integradas dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário locais.

A Defensoria Pública, por exemplo, fará um mutirão para analisar a situação dos presos a fim de colocar em liberdade os que cumpriram suas penas, além de buscar alternativas penais, como monitoramento eletrônico, para os que forem de menor periculosidade e estão em condições de receber esses benefícios. Essas medidas poderão ajudar a desafogar o sistema prisional, que sofre com a superlotação.

O ministro e a governadora também anunciaram que, até a próxima semana, será organizada a transferência dos presos para presídios federais. O governo federal já havia oferecido as vagas a fim de retirar das unidades prisionais maranhenses os líderes das facções criminosas que deram as ordens para os atos de terror na cidade.

Os ataques resultaram na queima de ônibus e tiros contra delegacias em São Luís. Uma criança morreu devido às queimaduras provocadas pelo fogo. Ela estava com a mãe e uma irmã em um dos ônibus atacados. As duas também ficaram feridas e ainda estão internadas.

Além dos atos de violência contra a população, os presos divulgaram imagens de colegas decapitados dentro dos presídios e denunciaram que mulheres de detentos foram estupradas no interior das unidades prisionais nos dias de visita.

Em Brasília, o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), presidido pela ministra Maria do Rosário, reuniu-se para discutir a situação dos presídios do Maranhão. Organismos internacionais têm pressionado o governo brasileiro por causa das constantes denúncias de violações de direitos humanos nas unidades prisionais do estado e a morte de 60 presos no ano passado.

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317 Respostas to “Pedrinhas é o Brasil dos Sarney, mas não só deles.”

  1. Patriarca da Paciência said

    Fora do tema.

    Vejam só o que a gente fica sabendo, mesmo por linhas tortas:

    “O curioso é que o apartamento adquirido por Barbosa em Miami, nos Estados Unidos – numa negociação ainda envolta em diversas irregularidades –, teve um aumento na taxa equivalente ao nosso IPTU de 37% entre 2010 a 2013. Só no último ano o aumento foi de 20%.

    O valor do imposto em Miami em 2013 pago por Barbosa foi US$5.582,54 (cerca de R$13.230,00). Em 2012 foi US$4.640,35. Em 2011 foi praticamente o mesmo valor de 2012. Em 2010, a antiga proprietária do imóvel pagou US$4.073,38. ”
    (blog Limpinho e Cheiroso)

    Para quem vive dizendo que nos Estados Unidos Maravilha se paga pouco imposto, o Barbosão vai “contribuir” para o Tio San com R$ 13.230,00 (treze mil, duzentos e trinta reais) só de IPTU. E ele que não pague para ver o que acontece!

  2. Patriarca da Paciência said

    Ou seja, só de IPTU para Miami, o Barbosão desembolsa uma quantia mensal que muitos brasileiros recebem de salário.

  3. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    sinceramente, acho que o que acontece no Maranhão é lamentável, mas não é nenhuma exceção!

    E a resposta foi rápida e precisa, todos os bandidos já foram presos, coisa que não acontece em São Paulo!

    São Paulo já passou por uma verdadeira guerra civil, quando os bandidos decretaram que matariam dois policiais por cada bandido morto! E cumpriram a promessa! Muitos PMs morreram!

    Afora isso, em São Paulo, quase todas as semanas há chacinas. Muitas vezes de cinco a dez pessoas são simplesmente metralhados em bares e calçadas!

    E o PSDB já governa São Paulo por vinte anos! Qual a influência do Sarney em São Paulo?

    É igual ao chororô do Campos! O neto malogrado do Miguel Arraes vem atacando a Dilma desde que começou sua campanha para presidente e acha tudo “normal”. Já se o PT responder a alguma difamação, é “afronta”.

    Os militantes do PT estão gargalhando adoidado. Teve um que já postou que é o autor das provocações contra o TRAÍRA Campos.

    Não vi nenhuma charge mostrando o Campos e o Serra frente a frente, com o Campos dizendo: “Eu sou você amanhã!”. Se algum chargista quiser usar a ideia, fique à vontade!

    O Campos me parece uma repetição do Serra, logo, é também uma farsa, ou seja, julga-se o brasileiro “mais preparado” de todos os tempos, “o melhor governador que o Brasil já teve” etc.etc.etc.

    Eu acho que os dois são apenas bebês chorões.

  4. Elias said

    Patriarca # 1

    Dia desses, eu disse aqui que a tendência, para os próximos anos, é de mais (muito mais!) impostos, e mais (muito mais!) despesa pública.

    Isso em todo o planeta…

    O Chester, como sempre, me contestou.

    O pior cego, é aquele que é cego, surdo e doidim…

  5. Elias said

    O “Comitê Gestor” é o sucessor da “Comissão de Alto Nível” de há alguns anos.

    Sempre que um problema que existe há décadas, se agravando a cada dia, fica fora de controle e explode sob a forma de uma catástrofe ou de uma onda de violência, e o governo não sabe nem quer fazer nada a respeito, anuncia-se a criação de um “Comitê Gestor”, para “estudar o assunto e propor medidas imediatas (emergenciais) e mediatas para um enfrentamento consequente do problema”.

    É o modo mais desonesto e cínico de não fazer nada, fingindo que está fazendo alguma coisa.

    O caso dos presídios maranhenses é exemplar, no pior sentido do termo.

    Os presídios brasileiros são verdadeiros depósitos de carne humana. Em regra, estão superlotados e suas instalações são inadequadas.

    O sistema penal brasileiro praticamente não gera receita. Todo o seu custo desaba nos bolsos dos contribuintes. O correto seria fazer os apenados produzirem alguma coisa, dentro e fora dos presídios. O produto do trabalho deles ajudaria a manter os presídios e também constituiria uma renda para o próprio apenado ou para a família deste. Mantidos no ócio, em condições desumanas, os apenados se degradam ainda mais.

    Pra piorar, tem o atual sistema de avaliação para condicional, que aumentou brutalmente o poder do crime organizado. Hoje, quem decide quem vai ou não obter a condicional são os chefes das quadrilhas.

    Resultado: se um criminoso “avulso” é preso (um cara que matou ou feriu gravemente outro numa briga de bar, p.ex.), ele só sai em condicional de ingressar numa quadrilha. Caso contrário, vai morgar até o fim da pena. Isso transformou os presídios brasileiro num poderoso campo de recrutamento para novos membros das quadrilhas, que se tornaram imensamente mais numerosas que antes.

    Essa estrutura tem que ser reformulada, de alto a baixo. Do contrário, vai piorar ainda mais.

  6. Pax said

    Caro Patriarca,

    Resposta rápida e precisa?

    2 anos que o CNJ aponta o problema… o CNJ!!!!

    1 ano de mortes neste presídio, chegando a 60 !!!

    Isso lá é rapidez? Só se for em terra de tartarugas mancas, aí pode ser.

    Desculpe-me, mas prefiro minha lupa.

  7. Pax said

    Conseguimos concordar em alguma coisa, caro Elias?

    Peraí que vou ali repensar um pouco.

    =)

  8. Zbigniew said

    Não vai resolver nada.

    Vai amenizar a situação no MA, mas, enquanto usarmos da hipocrisia para apontarmos e enfrentarmos os problemas no país, nada sairá do campo das conjecturas desonestas.

    Agora, como é o Sarney, cacete pra cima (sem duplo sentido, por favor!).

    Mais uma vez, não se trata de defender A ou B, mas de se resolver os problemas de forma madura, coisa que está faltando – e muito – na nossa república.

    O que acontece no Maranhão é gravíssimo, mas, assim também como o que aconteceu em SP em 2006, através da atuação do PCC, e a sociedade paulistana não conseguiu apreender a real dimensão daquela tragédia.

  9. Patriarca da Paciência said

    “O pior cego, é aquele que é cego, surdo e doidim…”

    É bem isso, Elias,

    o Chester ainda vive na ilusão de que “cada um procurando apenas o que é bom para si, estará procurando também o que é bom para todos”. É uma doutrina muito mais ingênua do que a tal doutrina do “bom selvagem, ou seja, de “que todas as pessoas nascem generosas e solidárias e a sociedade os corrompe”.

    É impressionante! Os seres humanos são os filhotes mais vulneráveis que existem! Sem os cuidados dos adultos, nenhum se criaria.

    Tudo que foi criado no mundo, o foi pela socialização. Dez pessoas trabalhando em equipe produzem bem mais que dez pessoas trabalhando individualmente.

    Seres humanos doentes, famintos e incultos, nada produzem. Seres humanos sadios, bem alimentados e bem educados, são altamente produtivos!

    Numa sociedade onde a maioria das pessoas ainda estão no primeiro caso, ou seja, doentes, famintas e incultas, o Chester acha “que basta cortar custos, reduzir impostos, reduzir mão-de-obra e reduzir o Estado ” e tudo estará resolvido!

    Ainda ter gente que acredite nessa doutrina furada de “Estado mínimo” é algo espantoso.

    Sem a mão pesada do Estado, os Estados Unidos mergulhariam numa crise talvez pior do que aquela atravessada pela Alemanha na primeira metade do século XX.

    Imagine-se um país com uma dívida pública superior ao PIB, sem o rigoroso controle do Estado.

    Só mesmo gente cega, surda e doidim… ainda defende o tal “Estado mínimo””

  10. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    eu falei em rapidez em prender os bandidos que assassinaram a criança. Pelo noticiado, prenderam todos.

    Quanto ao problema dos presídios, acho que é o mesmo em todo o Brasil, inclusive em Santa Catarina, um estado relativamente bem administrado.

    Em Santa Catarina, no ano passado, houve também a mesma história com ordem dos presídios para a queima de ônibus e muitos foram queimados, não só na Capital como em Joinville, Blumenau e outras cidades e também muitas pessoas foram feridas e alguns policiais assassinados!

    Os juízes corregedores daqui também faz anos que lutam por melhorias nos presídios e os progressos tem sido poucos.

    O problema com a Roseane é o mesmo que o PIG sempre inventa, ou seja, encontrar um bode expiatório!

  11. Patriarca da Paciência said

    Para complementar o post acima.

    Em Santa Catarina o problema foi bem mais difícil de resolver e perdurou por meses. Quando reforçavam a segurança numa cidade, apareciam ônibus incendiados em outras. O problema só foi resolvido com a ajuda do governo federal.

  12. Pax said

    Caro Patriarca,

    Respeito tua admiração pelo Cardozo. Mas o considero realmente fraco.

    Aliás, onde estão os processos que abriria contra todos que o acusaram? Não vi um sequer.

  13. Chesterton said

    Dia desses, eu disse aqui que a tendência, para os próximos anos, é de mais (muito mais!) impostos, e mais (muito mais!) despesa pública.

    Isso em todo o planeta…

    O Chester, como sempre, me contestou.

    O pior cego, é aquele que é cego, surdo e doidim…

    chest- não, não contestei, só não gostei da idéia, como você que acredita que a solução para tudo : “! mais impostos, mais emprestimos!”. Que os políticos vão sempre querer mais, e que os de esquerda vão sempre querer mais ainda, é fato inconteste. Quero saber é se o povo vai concordar.
    Mas Elias, ao contrario do Patriarca (que é meio leso), você já sabia disso.

  14. Chesterton said

    Pax, como é que você respeita a admiração por alguem que considera fraco

  15. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    eu não falei que admiro o Cardozo, o que eu falei e é fato real, é que o problema só foi solucionado em Santa Catarina com a participação do governo federal.

    E é também fato que o problema em Santa Catarina foi mais sério que no Maranhão.

    E o problema de São Paulo é muitíssimo mais sério que o problema do Maranhão, chegando ao ponto dos bandidos “declararem guerra aberta” à polícia e não houve nenhuma intervenção.

  16. Chesterton said

    e tem mais, alé de impostos er emprestimos esse governo rouba descaradamente..mas foi pego

    Uma auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), órgão vinculado à Presidência da República, aponta que, em 2012, a Caixa Econômica Federal promoveu uma espécie de confisco secreto de milhares de cadernetas de poupança. Em um minucioso relatório composto por 87 páginas, os auditores da CGU revelam os detalhes da operação definida como “sem respaldo legal”, que envolveu o encerramento de 525.527 contas sem movimentação por até três anos e com valores entre R$ 100 e R$ 5 mil.

    Os documentos obtidos por ISTOÉ mostram que o saldo dessas contas foi lançado, também de forma irregular, como lucro no balanço anual da Caixa, à revelia dos correntistas e do órgão regulador do sistema financeiro. No total, segundo o relatório da CGU, o “confisco” soma R$ 719 milhões. O documento foi remetido à Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério da Fazenda e ao Banco Central e desde novembro auditores do BC se debruçam sobre a contabilidade da Caixa para apurar as responsabilidades. ISTOÉ também teve acesso a cinco pareceres do Banco Central que foram produzidos após as constatações feitas pela CGU.

    Em todos eles os técnicos concluem que a operação promovida em 2012 foi ilegal. No documento redigido em 4 de novembro do ano passado, o Departamento de Normas do BC (Denor) adverte que a operação examinada consiste em “potencial risco de imagem para todo o Sistema Financeiro Nacional”.

    http://istoe.com.br/reportagens/342813_O+ROUBO+SECRETO+DA+CAIXA

  17. Pax said

    Ora, caro Chesterton (em #14), porque aprovo e estimulo a diversidade de opiniões, não acho que estou sempre certo, respeito as opiniões alheias etc.

    Simples.

    Seria muita burrice da minha parte achar que só eu estou certo em tudo. Claro que não estou.

    Mas precisa ter argumento muito bom para me convencer o contrário quando formo opinião sobre alguma coisa. É difícil me demover dela. Não impossível, mas difícil, sim.

    Levei somente 12 horas para postar esse comentário… dentro dos padrões Paulo Bernardo para as Telecomunicações Brasileiras.

  18. Pax said

    Notícia de hoje na Ag Brasil

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-10/maranhao-devolveu-quase-metade-dos-recursos-recebidos-em-15-anos-para-construir-presidios

    Complementa a notícia acima. Não acho que seja um (des)privilégio do Maranhão. Notícia que vi em algum telejornal disse que a verba da União para sistema prisional era de quase 1 bi (890 mi se não me engano) e que foram efetivamente gastos menos de 90 mi. Algo assim, se achar por aí trago o link.

    Ou seja, tinha dinheiro, pra variar tudo empacado na União. Estados e Municípios em suas eternas caminhadas com pires nas mãos pedindo dinheiro pra União.

    E a reforma tributária espera a reforma política que espera algum governo que queira realmente mudar um pouco a cara do país neste sentido.

  19. Pax said

    Caro Patriarca,
    Não sei se concordo que a situação em SP seja pior que no MA. Como poderíamos medir? Sei que os problemas nos presídios no RS, RJ, ES, MA são críticos. E que o crime organizado em SP, RJ e vários outros estados também. Mas como medir e afirmar que SP é pior que MA?

  20. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    basta compararmos a proporção da coisa. Em 2006 São Paulo viveu uma verdadeira guerra civil, com guerra declara entre bandidos e policiais.. Lembro-me que quando o Claudio Lembo assumiu, fez uma declaração: “gente, eu não tenho mais idade para isso! É bomba, é metralhadora, é ônibus incendiado para todo lado !”

    E de 2006 até hoje, quanto ônibus incendiados já houve em São Paulo? Quanto chacinas? Quantos policiais mortos?

    Mesmo considerando a população de São Luis e a População de São Paulo, a situação de São Paulo é bem pior!

  21. Pax said

    Caro Patriarca,

    Acho que estaríamos comparando uma dúzia de laranjas com o motor de um caminhão com uma dúzia de pistões. O crime organizado é um problema nacional e tudo indica que SP é campeão, talvez empatado com o RJ.

    Outra coisa é a questão dos presídios. O desvio das verbas para este fim, o estado dos mesmos em cada estado etc.

  22. Otto said

    Olá, companheiros: já etão a par da “Operação banqueiro”?

  23. Chesterton said

    A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB-MA), foi orientada a pedir ajuda ao governador tucano do Paraná, Beto Richa. Em telefonema na quinta-feira, Roseana pediu socorro para tentar resolver a sangrenta crise prisional no Maranhão. Na próxima terça-feira, Richa vai enviar a São Luís sua secretária de Justiça, Maria Tereza Uille, para repassar o modelo de um premiado programa implantado no estado.

  24. Chesterton said

    com legendas em portugues

  25. Patriarca da Paciência said

    “Outra coisa é a questão dos presídios. O desvio das verbas para este fim, o estado dos mesmos em cada estado etc.”

    O problema é exatamente este, caro Pax,

    A situação em São Paulo ou no Maranhão, ou em Santa Catarina ou no Paraná (Beto Richa é hilário!) é o mesmo, só muda o endereço!

    Presídios superlotados, imundos e facções organizadas por hierarquias, dentro dos presídios, “lutando pelo poder” e comandando comparsas de fora dos presídios, os quais obedecem ordens e praticam crimes, ordenados pelos chefes presos!

    E de vez em quando, para “demonstrar força”, mandam queirmar ônibus ou matar policiais, ou membros das facções que desobedeceram ordens !

    Qual a diferença?

    Acontece em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Maranhão, Rio Grande do Sul, Paraná ou qualquer lugar do Brasil!

    A tática é mesma, todos aprenderam na mesma cartilha. E a situação do presídios em todo o Brasil também é a mesma, ou seja, pavorosa.

  26. Patriarca da Paciência said

  27. Patriarca da Paciência said

    “O programa implantado no Paraná se chama “Business Intelligence Carcerário do Paraná”. Ele interliga as informações do Executivo e do Judiciário e consolida dados detalhados de cada preso. Além disso, um mutirão da Defensoria Pública do Paraná permitiu a revisão de 30 mil processos de presos, reduzindo em 62% a superlotação das cadeias. Segundo Richa, vários detentos estavam presos indevidamente e foram soltos – ao todo, foram assinados 5.901 alvarás de soltura.

    De acordo com dados do governo paranaense, a superlotação caiu de 10.118 em 2010 para 3.850 em 2013.”
    (blog 247)

    Ou seja, o “método richa” é dar liberdade aos presos e não prender! Ele se “esqueceu” de dizer quantos mandados de prisão aguardam cumprimento no Paraná!

    “Assim é fácil”, como disse uma vez o governador de Santa Catarina Vilson Kleinubing.

    Mas será que resolve o problema da criminalidade no Brasil?

  28. Chesterton said

    Então chamar o Richa foi mais um erro do governo do PT

  29. Patriarca da Paciência said

    Ao que me consta, o Richa está se “oferendo” para resolver os problemas dos presídios no Maranhão.

    Ao que me consta, resolve mesmo, mas apenas o problema da superlotação!

  30. Patriarca da Paciência said

    Ao que me consta, o Richa está se “oferecendo” para resolver os problemas dos presídios no Maranhão:

    “Governador paranaense Beto Richa, do PSDB, se propõe a exportar ao Maranhão seu modelo de gestão de presídios; “encontramos um sistema prisional em uma situação delicada e refizemos o modelo”, diz ele; “criamos mais de 7 mil novas vagas, acertamos uma parceria com o Ministério da Justiça para construção e ampliação de outras 20 unidades prisionais”; nesta terça, secretária paranaense de Justiça, Maria Tereza Uille, chega a São Luís; Richa também se prontificou a viajar ao Maranhão”
    (blog 247)

  31. Patriarca da Paciência said

    “Assim é fácil”, como disse uma vez o governador de Santa Catarina Vilson Kleinubing.

    Diga-se que Vilson Kleinubing já é falecido e à época, era senador e fez a declaração a respeito do seu sucessor ter criado um sistema “criativo” para simplesmente não pagar as dívidas do estado!

  32. Chesterton said

    http://blog.jornalpequeno.com.br/linhares/2014/01/09/respeitem-sarney-e-parem-de-preconceito-afirmou-lula/

  33. Patriarca da Paciência said

  34. Otto said

    Vocês sabiam que o presídio de Pedrinhas foi privatizado?

    Que eficiência, hein!

  35. Chesterton said

    https://imageshack.com/i/na3igcj

    um país que espera ser próspero aumentando impostos de sues cidadãos.

  36. Chesterton said

    a eficiencia das privatizações petistas…

  37. Chesterton said

    No final da década de 1980, um conhecido economista europeu me fez uma pergunta interessante: por que os brasileiros estão sempre querendo reinventar a roda na economia?

    Analisando não só as políticas econômicas brasileiras e seus resultados, mas também as reações a elas, conclui que ele tinha razão. Há, de fato, uma visão muito difundida de que governo progressista deve adotar políticas originais e não testadas.

    O resultado dessa criatividade é negativo. Os períodos de melhores resultados macroeconômicos do país ocorreram quando foram aplicadas políticas já testadas e analisadas em diversos países, com eficácia comprovada

    Numa analogia médica, seria como se os médicos brasileiros, para serem bons profissionais, tivessem de refutar tratamentos testados e aprovados na maioria dos países e devessem sempre inventar fórmulas “geniais”. Seria muito arriscado para nós, pacientes.

    Na economia não é diferente. Políticas econômicas como equilíbrio fiscal, meta de inflação e câmbio flutuante têm eficácia comprovada em diversos países, com estudos acadêmicos analisando resultados em casos suficientes para ter relevância estatística.

    Mas esse contexto é estranho a muitos analistas brasileiros devido à politização do debate econômico.

    Quando aplicamos, logo no início, um conjunto de políticas testadas e analisadas em diversos países, como sistema de metas de inflação, câmbio flutuante e superavit primário capaz de assegurar trajetória cadente da dívida pública, fiquei surpreso com análises e críticas de que estávamos “imitando” o governo anterior, como se todas essas políticas tivessem sido “inventadas” na outra gestão.

    Na realidade, fomos um dos últimos países relevantes a adotar, em 1999, o regime de metas de inflação, criado no final dos anos 1980 na Nova Zelândia. Tampouco fomos pioneiros na parte fiscal ou cambial, e não há nenhum demérito nisto.

    Política economicamente bem-sucedida é a que faz diagnóstico correto da situação e toma medidas suficientemente fortes para resolver os problemas. Em nossa administração, sempre mantivemos foco nos resultados, não no politicamente correto.

    Em resumo, é importante que não só aprendamos com nossos erros e acertos, mas que analisemos e aprendamos com a experiência internacional. Políticas bem-sucedidas são resultado de várias experiências internacionais, não são propriedade de nenhum governo ou país.

    Políticas econômicas criativas e inovadoras, mas que fracassam, devem ser corrigidas. A experiência histórica mostra que o melhor caminho é adotar políticas que deram certo em grande número de países, inclusive no Brasil.

    henrique meirelles

  38. Pax said

    Estava até a pouco com Amelinha Teles. Devo voltar logo mais. Quero saber o que acha sobre eleições 2014.

    Caso tenham curiosidade, procurem.

  39. Pax said

    De 6 eleitoras do PT, 4 delas que assinaram ficha do partido em 1980, só 1 ainda votará em Dilma.

    A coisa está ficando esquisita.

    Entre as feministas a avaliação do governo é de péssima pra baixo. Por conta da traição programática.

    Duas delas não veem diferença conceitual entre Dilma e Campos. Mas provável que não votem nele por conta de Marina. Essa galera é contra qualquer sentido religioso, mesmo a mais vaga possibilidade, formando governo.

    Lindbergh e Malafaia foi prato servido nesta mesa… entre vários outros.

    Uma das frases desta mesa: “Antigo MDB virou à direita. PSDB virou à direita. Mas o pior de tudo foi o PT virar à direita, foi a mudança mais radical delas todas”.

  40. Pax said

    O apartheid brasileiro:

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-12/pm-prende-tres-pessoas-apos-%E2%80%9Crolezinho%E2%80%9D-em-shopping-na-zona-leste-de-sao-paulo

    e também acho que vale a pena ler o Renato Rovai da Forum

    Uma outra leitura do não vai ter Copa e a disputa histórica das Jornadas de Junho

    http://revistaforum.com.br/blogdorovai/2014/01/08/uma-outra-leitura-do-nao-vai-ter-copa-e-a-disputa-historica-das-jornadas-de-junho/

  41. Pax said

    Mais sobre as manifestações, de um cara que sigo no FB

    “Adriano Pilatti
    há 12 horas · Editado
    Costa e Silva, o marechal semi-ágrafo, recebeu uma comissão da passeata dos cem mil em 68. Não ficou de mimimi a inquirir se tinha “líder”, se tinha “ideologia”, se tinha “projeto”. Num de seus raríssimos (e provavelmente o último) acessos de lucidez, simplesmente reconheceu a evidência das ruas e abriu a porta do gabinete presidencial.
    A semana findou com a notícia de que a presidente quer ampliar o diálogo com os movimentos. O que já é uma ambiguidade: ampliar o nada – até aqui o único “diálogo” foi delegado às PMs e à “Força Nacional” – pode significar apenas mais do mesmo, ou seja, nada. De concreto, só a criação de dois cargos de presumíveis negociadores. Resposta burocrática típica de alguém cuja soberba mantém tapados os ouvidos, os olhos e o entendimento. As ruas não precisam de mais dois burocratas gratificados, as ruas precisam que os que estão no poder as considerem politicamente e tomem a sério o que têm a dizer.
    O pogrom midiático presidencial na virada do ano – com a tríade “guerra psicológica”, “centrais de flagrância”, “10 mil homens pra reprimir protestos na Copa” – só produziu um efeito: ampliar nas redes e nas ruas o uso do – e a adesão ao – “Não Vai Ter Copa!” Ao mesmo tempo, projetos de lei liberticidas começam a tramitar no Congresso, e outros virão, podem escrever, gestados nos piores gabinetes desta República.
    Lastimavelmente, muitas críticas e questionamentos legítimos à escalada repressiva, às remoções de pobres e outros desatinos do governo e seus aliados têm merecido, de alguns setores petistas, respostas extremamente agressivas com uso de tons ameaçadores. Se o governo continuar se encaminhando para o tudo ou nada, estará criando irresponsavelmente a possibilidade de acirramento dos ânimos e, aí sim, a instalação de uma situação incontrolável.
    Conversei na última quinzena com três importantes quadros do PT em seus respectivos Estados (dois). Pertencem àqueles setores do partido que não se apequenaram, são pessoas de reconhecida lisura em suas vidas pessoais e políticas, participaram intensamente das lutas democráticas e ajudaram a fazer as boas mudanças dos últimos anos. Todos foram unânimes em reconhecer que o governo, em especial a presidente, continua reagindo mal ao que de promissor e problemático as ruas trouxeram. Todos temem um agravamento do quadro se a repressão continuar sendo a única resposta efetiva do governo aos protestos que também consideram ser favas contadas.
    Ao mesmo tempo, há todo um universo de apoiadores do governo e seu partido que têm uma trajetória de esquerda, defendem com razão as boas políticas distributivas, lutaram contra a ditadura, mas desde junho se dedicam a um esforço permanente de não ver, não entender, não aceitar simplesmente a existência das ruas – nunca pisaram lá pra ver por si mesmos. Ficam indignados com as arbitrariedades do processo e execução da AP 470, mas não escreveram uma linha contra a selvagem repressão que há oito meses desaba sobre jovens (pobres em sua maioria) e pobres em geral que se levantam por direitos. Neste momento, estão obcecados pelo processo eleitoral, reduzindo tudo ao cálculo do benefício ou do prejuízo para a reeleição daquela senhora. E o pior é que estão calculando errado: se continuar ombreando com Cabral, Paes e seus atos de lesa-pobre, Dilma vai perder a eleição no Rio. O(a)s pobres sabem, a cada remoção um pouco mais, que a luta dos menino(a)s intrépido(a)s é por ele(a)s.
    É a estes petistas que me dirijo, incluindo o(a)s que, amigo(a)s, não confundiram o político com o pessoal e eventualmente ainda me leem: evitar o pior também é uma responsabilidade de vocês. Vocês podem exercer uma influência altamente positiva se começarem a sugerir ou cobrar (conforme seu grau de respeito pela liberdade e pela integridade dessa meninada) do PT e do governo que tomem juízo, que baixem a bola, que ouçam seus próprios quadros independentes, inclusive largas faixas da juventude do partido, e abram um diálogo real com as ruas, como elas quiserem se apresentar. Nada mais do que isso, pra evitar uma nova – e possivelmente maior – enxurrada de hematomas, fraturas, globos oculares estourados por balas de borracha, intoxicações, prisões arbitrárias, torturas… Nada mais do que isto: peçam publicamente que ela não se revele menor que Costa e Silva e abra o diálogo com as ruas. E que, ao contrário dele, ela não proponha nem sancione nada que faça lembrar um triste Ato. Depende de vocês também, e ainda há tempo.”

  42. Patriarca da Paciência said

    “A coisa chegou ao ponto de pura esculhambação. O presidente do STF, Joaquim Barbosa, vetou recursos do ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha. Com a empáfia habitual, decretou a prisão imediata do réu, mas não assinou a papelada. E daí? Lá se foi Barbosa de férias, exibindo desprezo absoluto por trâmites pelos quais ele deveria ser o primeiro a zelar. Resultado: o condenado, com prisão decretada, está solto. Mas se era para ficar solto, por que decretar a prisão do modo que foi feito? Já ações como a AP 477, que pede cadeia para o deputado Paulo Maluf, dormitam desde 2011 nos escaninhos do tribunal.

    A destemperança seria apenas folclore não implicasse riscos institucionais presentes e futuros. Reconheça-se que muitas vezes vale tampar o nariz diante deste Congresso, mas entre ele e nenhum parlamento a segunda alternativa é infinitamente pior. Na vida cotidiana, as pessoas costumam se referir a chefes e autoridades como aqueles que “mandam prender e mandam soltar”. No Brasil, se quiser prender alguém, o presidente da República precisa antes providenciar um mandado judicial –sorte nossa! Barbosa dispensa esta etapa: como ele “se acha” a Justiça, manda prender, soltar, demitir, chafurdar, cassar, legislar –sabe-se lá onde isto vai parar, se é que vai parar.”

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/147503-o-ensaio-de-golpe-branco-do-stf.shtml

  43. Otto said

    Para o Pax:

    O ensaio de golpe branco do STF

    Ricardo Mello, na Folha

    Sem ser nova na política, a expressão golpe branco tem sido atualizada constantemente. Designa artifícios que, com aura de legalidade, usurpam o poder de quem de fato deveria exercê-lo. Para ficar apenas em acontecimentos recentes: a deposição do presidente Zelaya, em Honduras (2009), e o impeachment do presidente Lugo, no Paraguai (2011). Nos dois casos, invocaram-se “preceitos constitucionais” para fulminar adversários.

    O Brasil já teve momentos de golpe branco –a adoção do parlamentarismo em 1961, por exemplo. A intenção era esvaziar “constitucionalmente” João Goulart, enfiando um primeiro-ministro goela abaixo do povo. O plano ruiu temporariamente com o plebiscito de 1962, pró-presidencialismo. A partir de 1964, os escrúpulos foram mandados às favas muito antes do AI-5. Os militares trocaram a caneta pelos fuzis e o resto da história é (quase) sabido.

    Hoje a situação não é igual, ainda bem. Mas é inegável que a democracia brasileira vem sendo fustigada pela hipertrofia do papel do Judiciário, em especial do Supremo Tribunal Federal. Há quem chame isto de judicialização da política. Ou quem sabe ensaio de golpe branco em vários níveis da administração.

    Tome-se o ocorrido em São Paulo. A Câmara Municipal, que mal ou bem foi eleita, decidiu aumentar o IPTU. Sem entrar no mérito, o fato é que a proposta contou com os votos inclusive do PMDB -partido ao qual pertence o presidente da Fiesp, garoto propaganda da campanha contra o reajuste. O que fizeram os derrotados? Mobilizaram os eleitores?

    Nem pensar. Recorreram a um punhado de desembargadores para derrubar a medida. Até o Tribunal de Contas do Município, que de Judiciário não tem nada, surfou na onda para barrar… corredores de ônibus! Tivesse o TCM a mesma agilidade para eliminar seus próprios descalabros e sinecuras, quando não a si mesmo, a população ganharia muito mais.

    A decantada independência de poderes virou, de fato, sinônimo de interferência do Poder Judiciário. Tudo soa mais grave quando a expressão máxima deste, o Supremo Tribunal Federal, comporta-se como biruta de aeroporto. Muda de ideia ao sabor de ventos (mais de alguns do que de outros), e não do Direito. Ao mesmo tempo, deixa em plano secundário assuntos eminentemente da competência judiciária –como o quadro de calamidade nos presídios brasileiros.

    Os casos do mensalão e assemelhados retratam os desequilíbrios. O mais recente: enquanto o processo dos petistas foi direto ao Supremo, o do cartel tucano, ao que tudo indica, será dividido entre instâncias diferentes. Outro exemplo, entre outros tantos, é a descarada assimetria de tratamento em relação a José Genoino e Roberto Jefferson.

    A coisa chegou ao ponto de pura esculhambação. O presidente do STF, Joaquim Barbosa, vetou recursos do ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha. Com a empáfia habitual, decretou a prisão imediata do réu, mas não assinou a papelada. E daí? Lá se foi Barbosa de férias, exibindo desprezo absoluto por trâmites pelos quais ele deveria ser o primeiro a zelar. Resultado: o condenado, com prisão decretada, está solto. Mas se era para ficar solto, por que decretar a prisão do modo que foi feito? Já ações como a AP 477, que pede cadeia para o deputado Paulo Maluf, dormitam desde 2011 nos escaninhos do tribunal.

    A destemperança seria apenas folclore não implicasse riscos institucionais presentes e futuros. Reconheça-se que muitas vezes vale tampar o nariz diante deste Congresso, mas entre ele e nenhum parlamento a segunda alternativa é infinitamente pior. Na vida cotidiana, as pessoas costumam se referir a chefes e autoridades como aqueles que “mandam prender e mandam soltar”.

    No Brasil, se quiser prender alguém, o presidente da República precisa antes providenciar um mandado judicial –sorte nossa! Barbosa dispensa esta etapa: como ele “se acha” a Justiça, manda prender, soltar, demitir, chafurdar, cassar, legislar -sabe-se lá onde isto vai parar, se é que vai parar.

    – See more at: http://www.ocafezinho.com/2014/01/13/outro-motim-na-folha-colunista-diz-que-stf-prepara-golpe-branco/#sthash.QCrlX2ma.dpuf

  44. Chesterton said

    “Antigo MDB virou à direita. PSDB virou à direita. Mas o pior de tudo foi o PT virar à direita, foi a mudança mais radical delas todas”.

    chest- só porque finalmente o cara admitiu que 2+2 não é igual a 5 não quer dizer que é de direita.

  45. Otto said

    Patriarca, só vi agora que vc. já tinha postado o mesmo texto. Sorry!

  46. Olá!

    Pax, sobre o seu comentário naquele outro post, eu sei que você é social-democrata. Apenas considero estranho que você faça referência e reverência a pessoas como Idioelber Avelar e à revista governisto-chapa-branca Fórum.

    O tipo de ordem social que esse povo deseja passa bem longe da sua ideia de social-democracia escandinava, a começar pela extrema hostilidade que essa gente tem pelo liberalismo econômico, que está na base das instituições econômicas que sustentam o Welfare State da Escandinávia.

    Outra coisa curiosa é que você se considera um cara balanceado entre a esquerda e a direita, mas não lembro de nenhum comentário seu indicado uma leitura que tenha mais afinidades com as ideias direitistas. É só coisa de esquerda e, ainda por cima, do pior tipo de esquerda.

    Mas, enfim. . .

    Até!

    Marcelo

  47. Olá!

    Pax, por qual razão meus comentários passaram a ser moderados?

    Se você considera que não sou bem vindo aqui, é só dizer. Não precisa ficar nessas frescurinhas de moderação e coisas tais.

    Até!

    Marcelo

  48. Pedro said

    José Sarney anuncia candidatura a governador “para salvar o Maranhão”

    O ex-presidente da República e senador pelo Amapá desde 1991, José Sarney, anunciou na manhã desta quinta-feira (9) a intenção de retornar ao governo do Maranhão, cargo que exerceu entre 1966 e 1971. “Maranhensos e maranhensas, essa suposta onda de violência criada pela mídia tem que parar, e ofereço meu sacrifício democrático para que a ordem seja restaurada”, disse Sarney, em discurso transmitido por todas as suas emissoras de rádio e televisão e e reproduzido em todos os seus jornais. “Vou salvar o Maranhão, mais uma vez”, emocionou-se.

    O Maranhão é atualmente governado por sua filha, Roseana, reeleita para o cargo em 2010 após assumi-lo em 2009 por uma decisão, certamente imparcial, do Judiciário local. Ela ainda foi governadora entre 1995 e 2002. “O povo de nosso estado sofre as consequências nefastas do governo de Jackson Lago, entre 2007 e 2008, que interrompeu o ciclo virtuoso que vinha desde 1966”, afirmou o ex-presidente. “Não podemos esquecer também que sofremos com a herança maldita de Victorino Freire”, completou, lembrando o governador eleito em 1945.

    Crise – A crise de violência no Maranhão começou dentro dos presídios entre facções criminosas e tomou as ruas, provocando a morte de uma menina de 6 anos queimada dentro de um ônibus. Sobre os fatos, Sarney culpou a imprensa e o preconceito contra o Nordeste, pois “se o PIG, através da Folha e da Veja, não tivesse divulgado vídeos dos decapitados e da menina Ana Clara em chamas, a população estaria tranquila”.

    Sarney ainda negou que as recentes compras de mais de R$ 1 milhão em lagosta, camarão e filé mignon tenham sido feitas para abastecer a geladeira do palácio do governo. “São inverdades, toda essa comida vai para as escolas públicas do Maranhão, as melhores do país e que têm as crianças mais bem nutridas”, bradou. Ele disse que parte da 1,5 tonelada de camarão vai para o presídio de Pedrinhas: as cabeças.

  49. Patriarca da Paciência said

    CAMPINAS: 13 MORTOS E CHAMAS (vários ônibus incendiados). INTERVENÇÃO?

    http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/126745/Campinas-13-mortos-e-chamas-Interven%C3%A7%C3%A3o.htm

    Por que será que o Beto Richa não exportou ainda o seu “modelo” para São Paulo?

  50. Patriarca da Paciência said

    “No final de semana, uma onda de assassinatos varreu a cidade, com treze mortos na madrugada do domingo 12 para a segunda-feira 13. Um grupo de cerca de 20 homens invadiu um terminal rodoviário e ateou fogo em três ônibus. Os crimes aconteceram após a divulgação da morte de um policial militar.

    Na capital paulista, no final de semana outros quatro ônibus foram incendiados.”

    Do link acima

  51. Chesterton said

    SEGUNDA-FEIRA, 13 DE JANEIRO DE 2014
    Perda de valor da Petrobras descapitaliza o Previ do Banco do Brasil. Aposentados perdem benefício especial e voltam pagar contribuição previdenciária.

    Não são apenas os acionistas que estão sendo “roubados” pela má gestão da Petrobras. Os fundos de pensão que participam do capital da empresa estão vendo seus investimentos minguarem. Os primeiros prejudicados são os aposentados pelo Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil, que, tendo em vista o mau desempenho da Petrobras, começam a pagar o preço da incompetência petista. Leiam, abaixo, nota oficial informativa:

    Prezado Participante,

    Após sete anos de utilização dos superávits do Plano 1 contabilizados em fundos específicos – conforme determinam as normas que regem os fundos de previdência fechados – será encerrado o pagamento do Benefício Especial Temporário (BET), bem como será retomada a cobrança das contribuições. Essa medida se dá em cumprimento às normas que determinam que a distribuição de superávit só pode ocorrer se a Reserva de Contingência for equivalente a 25% das Reservas Matemáticas.

    O encerramento do pagamento do BET e a retomada da cobrança das contribuições ocorrem a partir deste mês para todos os participantes do Plano 1 e também para o Patrocinador.

    Cabe lembrar que ao longo desses sete anos de distribuição de superávits, foram repassados aos associados mais de R$ 10 bilhões em benefícios, fato inédito na história dos fundos de pensão brasileiros.Alguns deles foram definitivamente incorporados ao Plano, como foi o caso da redução das contribuições em 40%, ocorrida em 2006, e a incorporação dos benefícios especiais de remuneração e proporcionalidade.

    Com a suspensão das contribuições, a partir de 2007, os associados da ativa e aposentados foram beneficiados com mais de R$ 4,3 bilhões. Já o pagamento do BET proporcionou entre 2011 e 2012 um repasse de R$ 4,6 bilhões, beneficiando inclusive pensionistas.

    Ciente de sua responsabilidade estatutária, a Diretoria da PREVI reconhece a importância desses benefícios para a vida de todos os participantes. No entanto, em consequência do resultado do exercício encerrado em 31/12/2013, existe a necessidade de recompor a Reserva de Contingência com os recursos existentes nos Fundos de Destinação e de Contribuições do Superávit dos Participantes e do Patrocinador, conforme determina o artigo 18 da Resolução CGPC nº 26/2008.

    O Plano 1 permanece superavitário e sem riscos para o seu equilíbrio e solidez, proporcionando tranquilidade a seus participantes. Contudo, o excedente contabilizado em Reserva de Contingência ao final de 2013 ficará inferior a 25% das Reservas Matemáticas, exigindo a sua recomposição. Com isso, será necessário utilizar a totalidade dos recursos, hoje contabilizados nos Fundos de Destinação e de Contribuições dos Participantes e do Patrocinador, para cumprir a regulamentação, não sendo mais possível continuar com o pagamento do BET e com a suspensão das contribuições.

    Para os funcionários da ativa, vale esclarecer que os valores repassados para o Saldo Individual do BET não serão utilizados na recomposição da Reserva de Contingência. O saldo é de titularidade do participante e continuará a ser corrigido até o momento da aposentadoria do funcionário pela PREVI, conforme estabelecido no artigo 91 do Regulamento do Plano 1.

    A diminuição do superávit acumulado do Plano 1 da PREVI é fruto das dificuldades conjunturais enfrentadas pelo mercado de capitais (a Bolsa de Valores iniciou 2013 com 60.952 pontos e fechou o ano em 51.507, queda de 15,50%). Além disso, houve aumento expressivo das Reservas Matemáticas do Plano (R$ 9,4 bilhões, aumento de 8,97%), reflexo do aumento da expectativa de vida dos participantes, dos reajustes salariais dos colegas da ativa e da correção atuarial dessas reservas (INPC + 5%).

    Convém lembrar que, entre 2003 e 2012, enquanto a meta atuarial do Plano 1 variou em 207%, as aplicações em renda variável obtiveram uma rentabilidade de 601%, o que permitiu a utilização dos recursos excedentes para a melhoria de benefícios aos participantes a partir de 2006, inclusive o pagamento do BET.

    Apesar do quadro conjuntural que prejudicou a geração de superávits superiores a 25% das Reservas Matemáticas, a Diretoria da PREVI mantém a convicção de que sua Política de Investimentos está no rumo certo e de que o resultado de 2013 será revertido no futuro com a melhoria no valor dos ativos, o que pode gerar novos superávits para o Plano.

    A Diretoria da PREVI gostaria, mais uma vez, de se solidarizar com todos os participantes nesse momento. Reconhecemos nosso dever fiduciário ao tomar essa decisão, com o intuito de cumprir as normas vigentes, proteger a PREVI e garantir sua solidez ao longo do tempo. Em um contexto econômico desafiador, a gestão deve ser cada vez mais prudente com os recursos dos participantes que receberão seus benefícios ao longo de muitos anos.

    Diretoria Executiva

  52. Chesterton said

    Dilma f.ude.n.do com os trabalhadores e aposentados.

  53. Pax said

    Caro Marcelo Augusto, em #46,

    Você se diz um liberal só que não aceita qualquer opinião que não seja a tua. Se há alguma divergência, para você é de um idiota ou qualquer coisa parecida.

    Idelber Avelar é meu amigo, não respondo por ele, não sei dizer quais são suas convicções, se é, hoje, um socialista, um social democrata, o que for. Só sei que é um cara profundo. Não preciso concordar com ele em tudo – e não concordo em vários pontos. Mas o respeito pela opinião alheia é tão importante quanto a liberdade de expressão.

    Solicito que você reflita se quer participar aqui. E esta condição é, sim, exigida: Respeito às opiniões alheias.

  54. Pax said

    E uma pergunta que não me sai da cabeça:

    Porque não se vê um político sequer defendendo a gurizada dos rolezinhos?

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/01/1396820-depoimento-em-itaquera-pm-dizia-a-quem-passava-vou-arrebentar-voce.shtml

  55. Chesterton said

    porque fazem arruaça?

  56. Chesterton said

    As exportações do agronegócio do Brasil alcançaram a cifra recorde de 99,97 bilhões de dólares em 2013, alta de 4,3% em relação a 2012, informou o Ministério da Agricultura nesta segunda-feira, destacando que a China superou a União Europeia como o principal destino das vendas do setor do país. As importações do agronegócio cresceram 4%, atingindo 17,06 bilhões de dólares, e o saldo do comércio exterior do setor foi positivo em 82,91 bilhões de dólares. As vendas externas de soja em grão e derivados (farelo e óleo) somaram 30,96 bilhões de dólares, liderando a pauta do setor com 31% das exportações.

  57. Pax said

    Caro Chesterton, velho e rabugento Chesterton,

    Leia o link que postei em #54.

  58. Chesterton said

    não entendo a raiva da esquerda contra os frequentadores de shopping, afinal, quem vai a estes shoppings são pobres e remediados.

  59. Pax said

    Zeca Baleiro sugeriu guilhotina por lá, em sua terra.

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-13/presidente-da-oab-no-maranhao-denuncia-tortura-em-pedrinhas

  60. Pax said

    Para o Chesterton, Geraldo Alckmin, comandante em chefe da PM de SP e o juiz que decretou multa de 10 mil para a gurizada, são de esquerda.

    Pra mim, tanto eles quanto esse novo PT são completamente de direita.

  61. Pax said

    Se não há nada social democrata que me represente, quem sabe uma guinada à esquerda mais radical? …. bobeia a média ponderada chegue onde quero.

    http://www.pstu.org.br/node/20254

    De direita basta o PSDB e o PT.

    Extrema direita tem um monte.

  62. Chesterton said

    ja começou a operação Omo Total da esquerda….se o Pax, gosta, é esquerda, se o Pax não gosta, é direita, mais relativismo …. (sei, é ironia).

    Aprende, Pax. Só porque as pessoas aprendem matemática e notam que a realidade existe, isso não significa que viraram à direita.

  63. Chesterton said

    O “rolezinho” da periferia é mais uma expressão do novo momento político que vivemos. As pessoas estão descobrindo as ruas, recuperando o espaço privatizado do shopping para o protesto popular.

    chest- os retardados mentais esqueceram que o espaço do shopping não é “privatizado”, mas sim privativo. Propriedade particular aberta ao público. O que eu gostei é da regra que menor só entra acompanhado dos pais, acaba com a impunidade dos arruaceiros menores de 18 anos. Já os maiores se comportam para não ir em cana e machucar o rabicó.

  64. Chesterton said

    link

  65. Patriarca da Paciência said

    “Embora tenham me ligado muito a Antônio Carlos Magalhães, eu nunca estive ligada a ele. Pelo contrário. Quando eu me candidatei a uma vaga no STJ, me disseram que ele tinha um candidato: Lázaro Guimarães. Todos os políticos me perguntavam: a senhora é da Bahia, porque a senhora não está com Antonio Carlos? Soube que o senador dizia: “Eu não conheço bem esta moça, mas eu só sei que ela não fez nada pelo carlismo”. Terminei indo, por um amigo, conversar com Edison Lobão [Ministro de Minas e Energia e senador licenciado pelo PMDB-MA] e Jader Barbalho [senador pelo PMDB-PA]. O Jader disse para mim: “Eu conheço a senhora, a senhora votou contra mim no caso do polígono dos castanhais [que foi um processo contra grilagem], mas eu gosto de juiz correto. Eu vou ajudar a senhora”. Eu não acreditei, mas ele ajudou. Durante o processo, o candidato de ACM não entrou na lista de escolhidos, quem entrou fui eu concorrendo com Ellen Gracie, do Rio Grande do Sul. Eu soube que já estava tudo certo para ela ser apresentada como a primeira mulher a entrar no Superior Tribunal de Justiça no dia 8 de março (Dia internacional da Mulher). Segundo Jader, Ellen era a candidata do presidente [Fernando Henrique Cardoso]. Liguei para Edison Lobão e ele disse que apenas uma pessoa desmancharia isso: Antônio Carlos Magalhães. Entrei em contato com Tomás Bacelar, que foi meu professor, expliquei a situação e disse que eu precisava de alguém que chegasse até Antônio Carlos Magalhães e dissesse que, embora eu não fosse a candidata dele, eu era da Bahia. Pedi também a outros amigos que falassem com o senador, mas ninguém me dava resposta. Decidi ligar para ele. Consegui o telefone com Josafá Marinho [ex-senador pelo PFL-BA], liguei a primeira vez, em um domingo, e ele não atendeu. Um dia, de noite, o telefone tocou. “Doutora Eliana, aqui é Antônio Carlos.” Eu nem acreditei, pensei que fosse trote. “Está nervosa?”, eu respondi: “A alma está saindo pela boca”. Ele deu risada e disse “Fique calma, já tomei todas as providências. Não vai sair nada amanhã, vai demorar. Não estou prometendo nada, porque o presidente está irredutível, mas disse a ele que nós precisávamos conversar porque ele tinha um compromisso com a Bahia. Era doutor Lázaro, mas ele não entrou. Então, vamos ver.” Foram três meses esperando. Algumas vezes, ele ligava e dizia: “Esta gaúcha está danada, mas estamos no páreo, eu estou insistindo”. Neste período, fizeram dossiê contra mim, disseram que eu julgava contra a União e eu tive que fazer um contra-dossiê. Foi um inferno. Finalmente, fui eleita pelas mãos de Jader e Antônio Carlos, porque os dois ficaram unidos. Esta é a história de Eliana unida a Antônio Carlos. Não tive mais nada a ver com ele.
    (Eliane Calmon, ex-ministra do STJ e candidata a senadora pelo “Sustentabilidade”)

    Agora me digam aí qual é a “política nova” que esse pessoal propõe? Os conchavos são os mesmos. A ex-ministra parece que usou dos meus métodos do ministro Fux!

    E na política então? A mulher já vem apadrinhada e diplomada pela mesma “capacitação” !

    E o Campos ta reclamando de quê? Ser chamada do Playboy e vazio de conteúdo? Mas é apenas uma constatação!

  66. Olá!

    Pax, não que eu considere o Idioelber alguém que valha a pena, mas como o motivo inicial da nossa desavença e da minha subsequente moderação nos comentários foi eu tê-lo rotulado como idiota, vou utilizá-lo como, digamos, estudo de caso para esclarecer algumas questões levantadas por você.

    “Você se diz um liberal só que não aceita qualquer opinião que não seja a tua. [. . .]”

    Isso não é verdade, Pax. Sendo eu um liberal-direitista, acredito firmemente no livre mercado de ideias. Não quero impor minha opinião a ninguém e nem mesmo censurar as pessoas. Bem diferente do que o Idioelber fazia (e ainda faz?) no antigo blog dele.

    “[. . .] Se há alguma divergência, para você é de um idiota ou qualquer coisa parecida.”

    Pax, certas coisas devem ser chamadas pelo nome que têm. Para eu considerar alguém como idiota, a pessoa precisou ir bem ao limite da minha tolerância a idiotices — e olha que essa tolerância é elevada, dada a brutal hegemonia do pensamento esquerdista nos meios cultural, jornalístico, artístico e etc.

    Quando eu rotulei o Idioelber de idiota, não o fiz sem razão, Pax.

    Apenas um singelo exemplo ilustra isso: Quando o Idioelber afirma que o liberalismo econômico nada teve a ver com o processo que possibilitou o enriquecimento e desenvolvimento dos EUA, e que isso só ocorreu “às custas de processos que muito pouco têm a ver com a retórica da livre concorrência, como a escravidão, a expoliação de recursos alheios através da guerra e o protecionismo tarifário“.

    Afirmar que o liberalismo não está na base do desenvolvimento dos EUA é um ato muito inerente a alguém que une de forma magistral a burrice à boçalidade.

    Outro exemplo da idiotice do Idioelber (muito cômico, aliás), foi este post aqui na época do auge do Mensalão e do Dossiê dos Aloprados.

    Nesse post em particular, o Idioelber fez uma coletânea de comentários do Blog do José Dirceu para atacar um suposto complô da direita brasileira contra a candidatura do Lula e coisas tais. É um emaranhado tosco de clichês esquerdistas.

    Só sendo um completo idiota para retirar do Blog do José Dirceu argumentos para defender o Lula das acusações do Mensalão e do Dossiê dos Aloprados. Hoje, o Dirceu está encarcerado por causa do. . . Adivinhem? Adivinhem? Por causa do Mensalão!

    O mais tosco desse post foram estes trechos (grifos no original):

    Ao presidente Lula, o que assina este blog só tem um recadinho: cadeia nacional de televisão, presidente. Avise à canalha golpista que se houver brincadeirinha de impugnação de candidatura, ou do seu segundo mandato, o sr. leva o povo às ruas. E aí vamos ver se golpistas como esse ou esse têm coragem de dizer o que o dizem na frente do povo.

    À canalha golpista, o que assina este blog tem outro recado: muito, muito, muito cuidado com o que estão fazendo.”

    Hehehehehehehehe. . . Isso é ridículo!

    Bom, o resto é história, pois, assim como no Mensalão, no Dossiê dos Aloprados, ficou provado que houve a participação da cúpula petista para que tal esquema se realizasse.

    Mas o ne plus ultra da idiotice do Idioelber foi naquele post em que ele deu as boas-vindas ao Mahmoud Ahmadinejad.

    É estranho que um cidadão que defende ferozmente o casamento e demais direitos dos homossexuais faça um monte de firulas para o presidente de um país que massacra homossexuais da maneira mais brutal possível.

    Já pensei a respeito dessa atitude contraditória que os esquerdistas geralmente têm de defender certas vítimas sociais e, ao mesmo tempo, não perdem a primeira oportunidade de se aliar e/ou dar loas a grupos que brutalizam tais vítimas (a exemplo do Idioelber na questão Ahmadinejad x Homossexuais), mas precisaria me alongar ainda mais neste comentário. Claro, não há dúvidas de que isso se trata de idiotice, além de ser a mais óbvia e descarada hipocrisia.

    Pax, ainda assim, por incrível que pareça, eu leio os textos do Idioelber. Faço isso desde os idos de 2007 e, até hoje, nunca me convenci do contrário em relação àquilo que ele escreve.

    Até!

    Marcelo

  67. Pax said

    Caro Marcelo Augusto,

    Não tem mais restrição aos teus comentários. Aliás, não tem mais restrição alguma no blog. Tirei todas.

    Mas se você se tornar um monotônico de novo para agredir o Idelber, que, aliás, é um tanto mais profundo e substanciado ao defender suas causas que você, por exemplo, infelizmente vou restringir teus comentários, de novo.

    Aliás, idiota talvez seja quem insiste em colocar mais de 5 links num comentário depois de eu ter alertado que o WordPress bloqueia isso. Umas 200 vezes, mais ou menos.

    Caramba, que saco. Não tem nenhum blog de extrema direita pra você descarregar tua bílis por aí?

  68. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    eu sempre achei que o Marcelo vive num mundo totalmente à parte. Ele parece acreditar que seja um supremo sapiente ou até um onisciente, tal qual o reinaldo rola-bosta.

    O reinaldo rola-bosta já disse que polemizou com o Vaticano sobre questões teológicas e foi o Vaticanos que reconheceu o erro. Já falou para o Ministro Celso de Mello, “agora chega ministro, o senhor já falou muitas bobagens”. Já disse que a OAB e o STF nada entendem de Constituição e são pilantras etc.etc.etc. O cara se julga o supra sumo da sabedoria, um verdadeiro onisciente!

    Veja esse parágrafo do Marcelo: ” Pax, certas coisas devem ser chamadas pelo nome que têm. Para eu considerar alguém como idiota, a pessoa precisou ir bem ao limite da minha tolerância a idiotices — e olha que essa tolerância é elevada, dada a brutal hegemonia do pensamento esquerdista nos meios cultural, jornalístico, artístico e etc.”

    Ou seja, para o Marcelo esquerdistas, as pessoas de cultura, jornalistas, artistas etc.etc.etc. são todos idiotas!

    Precisa mais dizer alguma coisa?

  69. Patriarca da Paciência said

    “PMDB usa força máxima para tirar senador do páreo para o governo do Rio de Janeiro; vice-presidente Michel Temer tem missão de fazer PT aceitar nome do vice-governador Luiz Fernando Pezão; ex-presidente Lula será procurado; senador Lindbergh Farias tem apoio da máquina partidária chefiada por Rui Falcão, mas presidente Dilma Rousseff prefere aliança com Sergio Cabral; governador até prometeu abrir mão de ser candidato ao Senado para ser moeda de troca com o PT; momento decisivo”

    Eu acho impressionante essa história do PMDB querer impor a candidatura do Pezão a todo custo. Todos sabem que o cara não tem a menor chance! É uma verdadeira birra do Sérgio Cabral!

    Acho que é uma boa chance do PT romper com o PMDB.

    Quem sabe se através de linhas tortas sai alguma coisa aproveitável daí!

  70. Pax said

    Triste ler isso (aliás, dica do Idelber)

    “Os indígenas são críticos do atual governo. “O mandato de Dilma é o que mais massacrou os indígenas desde a ditadura”, afirma Amarildo Tenharim. “O indígena não pode mais fazer manifestação que ela manda a Força Nacional. A PF mata índio. A autonomia na saúde foi retirada. Tudo foi no mandato dela. Ela não tem diálogo com as organizações indígenas. Os ruralistas foram recebidos com 20 dias de mandato. Nós, não”, acusa.”

    http://www.apublica.org/2014/01/matar-um-indio-para-pegar-uma-india/

  71. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    a questão dos indígenas é bem delicada! Não é porque alguém seja “inimputável” que pode fazer “o que bem lhe der na telha” Os índios Tenharim cobravam pedágios na base de R$ 40,00 a R$ 120,00 reais (conforme noticiados nos telejornais), numa rodovia federal que simplesmente passa por terras indígenas. Ao que tudo indica, alguém mais esquentado se recusou a pagar e os índios o mataram. Os moradores da cidade próxima, revoltados, foram lá e destruíram todos os postos de pedágios indígenas. Agora a Dilma é quem é culpada?

    Qual é a culpa da Dilma nessa história?

    O papel do governo é acalmar os ânimos e procurar a saída mais justa para o impasse e é isso que o governo está fazendo!

  72. Olá!

    Pax,

    “Não tem mais restrição aos teus comentários. Aliás, não tem mais restrição alguma no blog. Tirei todas.”

    OK, Pax.

    “Mas se você se tornar um monotônico de novo para agredir o Idelber, que, aliás, é um tanto mais profundo e substanciado ao defender suas causas que você, por exemplo, infelizmente vou restringir teus comentários, de novo.”

    Não quero ser chato e ficar martelando nessa tecla o tempo inteiro, mas, pelo menos de uma coisa, eu tenho certeza: O Idioelber não tem noção nenhuma daquilo que ele escreveu sobre o liberalismo e o processo de desenvolvimento econômico dos EUA através dos valores liberais.

    Nesse aspecto, no entanto, ele é raso como um pires.

    “Aliás, idiota talvez seja quem insiste em colocar mais de 5 links num comentário depois de eu ter alertado que o WordPress bloqueia isso. Umas 200 vezes, mais ou menos.”

    Sim, Pax, eu sabia dessa advertência sobre a quantidade de links e coloquei exatamente 5 links no corpo do texto do meu último comentário.

    “Caramba, que saco. Não tem nenhum blog de extrema direita pra você descarregar tua bílis por aí?”

    Você está me expulsando, Pax?

    Até!

    Marcelo

  73. Pax said

    Não estou te expulsando de nada, Marcelo Augusto, estou te convidando para o debate civilizado. Não é achando que somente nós temos todas as certezas do mundo e quem não tem a mesma opinião que a nossa é um idiota que se debate democratica e civilizadamente, no meu entender.

  74. Pax said

    Caramba, caro Patriarca, aqui divorciamos as opiniões de novo.

    Dilma, Gleisi Hoffmann, Eduardo Cardozo, são o pior símbolo de abandono dos indígenas que poderia imaginar.

    Dilma começou, pelo que me consta, com esse deseja que me parece esquizofrênico de governar para o Bem Estar Social e querer, ao mesmo tempo, ser uma desenvolvimentista estatal. Ou se faz uma coisa, ou outra.

    E Belo Monte sempre foi, para ela, de novo, assim me parece, um “ponto de honra”. Fazer porque tem que fazer. Sabe-se lá se algum compromisso de campanha está envolvido nessa decisão. Nao posso afirmar, posso desconfiar.

    E aí atropelou o que estivesse à sua frente e foi à além. Chegando ao cúmulo de abraçar Katia Abreu, do DEM (disfarcada, agora, no PMDB) e os ruralistas no MS e MT. Enfim, como disse, acho, sim, que Dilma nas questões indígenas, é uma catástrofe.

  75. Otto said

    Idelber idiota?

    Dê uma olhada no lattes dele.

    Aliás, essa maneira de debater ad hominem é que é idiota.

  76. Chesterton said

    Idelber…lattes….

  77. Otto said

    São dois pesos e duas medidas.

    Afinal, na terra do queridinho Alckmin, os PCCs da vida fazem infinitamente mais estragos no sistema carcerário do que em qualquer outro estado da federação

  78. Pax said

    Se vocês ainda não leram, sugiro com muita veemência este texto:

    http://www.oene.com.br/rolezinho-e-desumanizacao-dos-pobres/

    Para entender e discutir os tais rolezinhos… mas, por favor, não leiam com pressa. É longo, mas preciso.

  79. Pax said

    Caro Otto, em #77

    Em SP há um problemão, com certeza. Mas torcida partidária não é a melhor forma de análise, me parece.

    SP está pior que MA? Hum…

  80. Chesterton said

    Onda de “rolezinhos” deixa Dilma e shoppings em alerta

    Por Leandro Machado, Giba Bergamin Jr. e Natuza Nery, na Folha:
    Os shopping centers do país estão se preparando para enfrentar uma onda de “rolezinhos”, encontro de jovens marcados nos centros por meio das redes sociais. A possível multiplicação dos encontros, que podem assumir caráter de protesto, também preocupa a presidente Dilma Rousseff. Ontem, ela surpreendeu sua equipe ao convocar uma reunião para tratar do assunto. O maior temor da presidente é que os “rolezinhos” tenham adesão de adeptos da tática de protesto “black bloc”. Ontem, o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, defendeu que a PM use a força contra os “rolezinhos” se for necessário. Antes restritos à periferia de São Paulo, os eventos ganharam apoio de movimentos sociais nos últimos dias. A tentativa dos shoppings de proibir os “rolezinhos” no fim de semana insuflou a organização de novos encontros.

    chest- agora Otto e Pax vão falar mal dos rolezinhos…

  81. Elias said

    Era só o que faltava…

    Vão politizar e partidarizar os rolezinhos…

    Putz!

  82. Chesterton said

    TERÇA-FEIRA, 14 DE JANEIRO DE 2014

    Por que Devemos Colocar um Limite de Tempo para Permanência no Bolsa Família?
    Em 2004 5 milhões de famílias eram atendidas pelo Bolsa Família. Hoje são aproximadamente 14 milhões de famílias, algo próximo a 50 milhões de pessoas, isto é, 1 em cada 4 brasileiros recebe benefícios desse programa. Em outras palavras, 3 a cada 4 brasileiros é obrigado a trabalhar para sustentar o quarto. Resta evidente que um programa dessa magnitude, e que só faz crescer o número de beneficiários, não pode ser sustentável a longo prazo. Sim, é verdade que os gastos desse programa são relativamente baixos (em torno de 1% do orçamento federal), é verdade também que esse programa tem fortes e positivos impactos sociais.

    O grande problema do Bolsa Família é sua porta de saída: depois que passam a fazer parte do programa as famílias dificilmente saem dele. Desde o seu começo em 2003, algo em torno 2 milhões de pessoas que recebiam o benefício o deixaram de receber (pois saíram da linha de pobreza coberta pelo programa). Esse número expõe uma realidade cruel: o Bolsa Família, apesar de ajudar o beneficiário, é um completo fracasso no que se refere a sua habilidade de “ensinar a pescar”, isto é, em preparar o beneficiário a seguir em frente sozinho.

    Minha sugestão para esse problema é operacionalmente simples: colocar um limite máximo de tempo, ao longo da vida, que cada pessoa poderia receber ajuda do Bolsa Família. Minha sugestão é que seja criado um limite máximo de 5 anos, ao longo de toda a vida, que a pessoa poderia receber Bolsa Família. Sendo que esse período seria dividido em duas partes. A primeira com limite máximo de 3 anos; e a segunda com limite máximo de 5 anos descontado o tempo que foi utilizado na primeira vez. Sendo que o indivíduo apenas poderia usar o benefício pela segunda vez depois de um espaçamento mínimo de 3 anos, após ter usado o benefício pela primeira vez.

    Exemplo prático: João passou a usar o Bolsa Família e usou esse benefício por 2 anos e 10 meses (lembre-se que nessa primeira fase o limite máximo de tempo é de 3 anos). Depois disso conseguiu um emprego, mas 4 anos depois precisou novamente do programa (lembre-se que existe um intervalo obrigatório mínimo de 3 anos entre o final do recebimento do benefício e o começo do direito de se receber o benefício novamente). Como João já havia recebido o Bolsa Família por 2 anos e 10 meses, ele tem direito a receber o benefício por mais 2 anos e 2 meses (2 anos e 10 meses + 2 anos e 2 meses = 5 anos (tempo máximo do benefício)).

    A exigência de tempo máximo faz uso de 3 premissas econômicas importantes: expectativas racionais, aversão ao risco, e incentivos corretamente alinhados. Sabendo que ficarão sem o benefício o próprio indivíduo, apoiado por sua família, tentará sair dele o mais rápido possível. Afinal, quanto mais tempo permanecer no programa, maior será o risco de uma adversidade futura (quando o tempo de benefício somado não poderá exceder 5 anos). O próprio indivíduo tentará se qualificar, e terá os incentivos corretos para sair do programa o mais rápido possível.

    Claro que devemos nos lembrar de CANCELAR o Bolsa BNDES. Afinal, não faz sentido estimularmos o pobre a trabalhar e não procedermos da mesma maneira para com os ricos.

    OSTADO POR ADOLFO SACHSIDA

  83. Elias said

    Fora do tema.

    Do noticiário da ADVFN:

    “A PETROBRAS (PETR4) possuía 16,565 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) em reservas comprovadas no final de 2013 anunciou a companhia. O relatório, que soma as reservas de petróleo (óleo e condensado) e gás natural, foi apresentado ontem à noite. O volume corresponde à um crescimento de 0,8% em relação ao ano de 2012. A maior parte das reservas (81,5%) se encontra no Brasil e em petróleo. A relação Reserva/Produção ficou em 19,2 anos, que seria o tempo que levaria para a companhia exaurir suas reservas com o nível de produção atual, sem a adição de novos poços. Em contrapartida, para cada barril de óleo equivalente extraído no ano de 2013, foi apropriado 1,14 barril, resultando em um índice de reposição de reservas de 114%. ”

    Duvido que essa taxa de reposição de reservas (114%) se mantenha por muito tempo.

    O mais razoável é esperar que, no futuro, as reservas continuem crescendo, porém à taxas decrescentes. Em seguida, a evolução seria francamente negativa, ou seja, as reservas passariam a diminuir.

    Em 30 anos, restarão só os buracos e a catinga…

    A maior parte do mundo que conta está investindo os tubos na busca de alternativas para os combustíveis fósseis. De preferência, alternativas que apresentem neutralidade quanto à emissão de carbono.

    É uma pena que o Brasil não esteja fazendo o mesmo. A alternativa hidrelétrica está se exaurindo, e o etanol simplesmente não cola (não há por que encarar com seriedade um “substituto” que só sobrevive com o apoio do “substituído”; além do mais, a pouca poluição que o etanol gera ao ser consumido, é mais do que compensada pela paquidérmica poluição que ele gera ao ser produzido).

    A maior parte do mundo que conta procura seus substitutos para os combustíveis fósseis com base naquilo que tem em abundância. Luz solar, vento, etc.

    O Brasil tem muita água, o que, em princípio, deveria apontar para células de hidrogênio, alternativa que não polui na produção nem no consumo (o subproduto do hidrogênio usado é água pura…).

    Mas parece que a gente vai perder essa corrida, também… Como tantas outras…

  84. Elias said

    O texto que o Chester postou (# 82) é bem um exemplo de como esse pessoal não entende lhufas do mundo em que vive…

    Qual o principal objetivo estratégico de qualquer país? Extinguir a miséria, claro!

    Qual o único programa governamental brasileiro que — mais ou menos, e não mais do que mais ou menos… — tem demonstrado alguma eficácia na consecução desse objetivo? O Bolsa Família, claro!

    O que representa o Bolsa Família, no montante dos gastos federais? Pouco mais de 1%.

    E o que propõe o Adolfo, guru do Chester? Um megacontrole burocrático pra “eficientizar” o Bolsa Família!

    Não é ser muito doido?

    Suponhamos que a Dilma também ficasse doida varrida, e pegasse corda do Adolfo maluquete, Napoleão de hospício.

    Aí ela criaria uma regulamentação detalhada pro assunto, implantaria um megacontrole burocrático de longo prazo (o que constituiria mais uma oportunidade de corrupção, com o pessoal falsificando informações pra driblar a barreira dos 5 anos), etc, etc, etc.

    Também suponhamos que isso resulte numa “racionalização” de gastos de aproximadamente 30% (o que não seria pouco…).

    O que isso significaria? Significaria uma economia de 0,3% do Orçamento Geral da União.

    E quanto custaria o aumento de despesa pra implantar e manter o tal controle dos 5 anos? Imaginem só se, pra conseguir essa estonteante economia de 0,3%, o governo federal tivesse que aumentar a despesa em 1%, com a implantação e a manutenção de burocracia, num país que já vive soterrado sob toneladas burocráticas).

    E imaginem quanto custaria uma solução criada pelo Adolfo, pra racionalizar os 99,7% restantes do Orçamento da União!!!

    Insisto: o pior tipo de cego, é aquele que é cego, surdo e doidim…

  85. Elias said

    Pax,
    O Brasil quase nunca consegue aplicar mais do que 10% da dotação orçamentária destinada à expansão, modernização e melhoria dos chamados “estabelecimentos prisionais” do país.

    Ao final de cada ano, são canceladas as dotações orçamentárias do Ministério da Justiça para esse fim. São canceladas porque não foram usadas. No ano seguinte, novas dotações serão abertas para o mesmo fim, que novamente serão canceladas ao final do ano… E assim por diante.

    Se fores olhar de perto, verás que é a mesma escrita do PAC, cujas dotações também acabam sendo canceladas a cada ano, e reabertas no ano seguinte (daí, também, porque o programa de maior eficácia no combate à miséria continua sendo o Bolsa Família).

    Qual é o problema? Cometimento de irregularidades, pelos Estados e Municípios, na aplicação dos recursos repassados pela União. Aí as obras são paralisadas, os convênios acabam sendo cancelados, os convenentes são declarados inadimplentes e, por isso, ficam impedidos de obter novos financiamentos da União.

    A situação permanece desse jeito até a posse de um novo governo. Como a Resolução nº 1/97 da STN impede que a gestão sucessora seja penalizada por irregularidades cometidas pela antecessora, o ordenador de despesa que deu causa à declaração de inadimplemento é inscrito na Dívida Ativa da União, restabelecendo-se o crédito para novas transferências voluntárias… Só que — advinha! — a nova gestão logo estará enrolada com o cometimento de irregularidades, tal como ocorrido com a gestão anterior, e aí…

    …Aí, a coisa volta ficar como dantes, no quartel de Abrantes…

    Há alguns anos, vi, no Senado — minha instituição de inutilidade pública preferida! — um levantamento que computou mais de 10 mil obras nessa situação, em todo o país.

    O Tribunal de Contas da União piora tudo, porque só consegue analisar as coisas do estreito ponto de vista burocrático. Claro que, assim, as coisas ficam mais cômodas pro TCU… Mas isso faz com que o TCU acabe sendo parte do problema, quando ele deveria ser parte da solução…

    A meu pensar, existem certas situações que poderiam ser resolvidas caso a CF autorizasse intervenções administrativas localizadas, priorizando a conclusão das obras (que, quase sempre, ficam abandonadas, expostas ao sol e chuva, deteriorando-se e fazendo escoar pelo ralo toda a dinheirama que foi aplicada nelas…).

    Claro, também, que a missão e o regimento interno do TCU têm que ser revistos. Se o TCU continuar na linha em que se encontra, vai acabar, no frigir dos ovos, se tornando tão inútil quanto o Senado.

    Finalizando, tu, Pax, tens que continuar discordando de mim.

  86. Pax said

    Falar mal dos rolezinhos, caro Chesterton? Que nada, estou planejando uma formação de quadrilha para um rolezaço em frente a ANATEL. Me aguarde.

    E quero mais é que essa molecada coloque em cheque a turma toda. É um absurdo. Pega o caso do Mc Donalds, essa empresa que vende lixo com corante para parecer carne. Fazem propaganda para a classe C, nos veículos que atingem a classe C, mas viram a cara quando a molecada vai comer um BigMac num shopping.

    Eu quero é mais e mais rolezinho, mais e mais gente às ruas. As sociedades mudam quando a coisa fica fora de controle. Pode até piorar num momento inicial, mas os canalhas da política, uma hora, têm que se reinventar. E estão precisando mesmo.

    Discordar de você, caro Elias? Bem, um enorme discurso sobre a inutilidade do TCU (que é inútil e corrupto mesmo), mas nenhum sobre a chaga que gera o TCU… a corrupção.

    Depois discordam quando digo que esta chaga, que vai de filisteus a fariseus, de gregos a troianos, é o que impede este país de andar à frente.

    Enfim…

  87. Chesterton said

    Qual o principal objetivo estratégico de qualquer país? Extinguir a miséria, claro!

    chest- mas isso é que é pensar pequeno, hein. Que aspiração de bosta.

  88. Otto said

    Chest:

    por que não um prazo também para expirar as pensões de filhas de militares?

    E aliás, por que elas precisam de pensões?

    São incapazes de trabalhar?

  89. Elias said

    Chester, ceguim, doidim…

    Dá uma olhada no que os países dizem de si mesmos.

    Dá uma olhada no que países como Noruega, Alemanha, EUA, Inglaterra, Japão, Suécia, etc., declaram como sendo seus principais objetivos estratégicos.

    Sabes o que vais encontrar lá, entre os principais objetivos estratégicos? Acabar com a miséria, doidim…

    Evidentemente que, se fosses tu o mandachuva de qualquer desses países, provavelmente o principal objetivo estratégico seria pontilhar o país de leiterias e quitandas…

    Pão e vinho sobre a mesa e um cheirinho de alecrim (pra disfarçar o fedor de mijo e bosta de vaca…).

    Ora, pois!

  90. Elias said

    “Discordar de você, caro Elias? Bem, um enorme discurso sobre a inutilidade do TCU (que é inútil e corrupto mesmo), mas nenhum sobre a chaga que gera o TCU… a corrupção. Depois discordam quando digo que esta chaga, que vai de filisteus a fariseus, de gregos a troianos, é o que impede este país de andar à frente.” (Pax)

    Tu podes fazer melhor do que isso, Pax.

    Não te deprecia assim (tem gente olhando…).

    Huá! Huá! Huá! Huá!…

  91. Chesterton said

    O Brasil medíocre optou por ser exportador de comodities, tem um deficit que esta ficando cronico de 80 bi por ano. Se nega a fazer o sacrificio de tentar ser exportador de ideias, know-how, produtos industrializados, enfim, tem preguiça, e Elias acha que só eliminar a miséria vai servir de estratégia para o século 21…ai, ai, ai.
    Só de pensar assim já é “miserável”.
    Sem falar que o Bolsa Familia é uma fábrica de miseraveis-dependentes.
    Mais uma vez hipotecamos o futuro para subornar os “presentes”. Mas ninguem aqui tem filhos e se preocupa com eles?

  92. Pax said

    Mas, caro Elias, você não havia me pedido para discordar?

    E eu discordo, sim.

    Caso não esteja enganado, já te vi comentando algumas vezes por aqui que a corrupção não é lá o grande problema. Aliás, já vi muita gente falando a mesma coisa. Já eu tanto insisto neste ponto que mantenho este blog por tantos anos.

    Muita gente olhando? Ora, caro Elias, sempre fiz questão que este blog fosse pequeno, um espaço aberto para poucos – e bons – discutirem o mote do blog.

    Tem meia dúzia que lê e comenta isto aqui e eu gosto muito que seja assim.

    Tem mais uma meia dúzia que lê e não comenta, mas tem, sim.

    Tá bom demais.

    =)

    (arruma mais um item pra gente discordar, senão perde a graça)

  93. Chesterton said

    Pax, para de baixar as calças quando tentas argumentar.

  94. Pax said

    pescado do FB … é assustador… nossas Forças Armadas evoluíram para pior !!!

    Adriano Pilatti
    é preciso ler pra compreender o que pode vir por aí, todo(a)s, especialmente os governistas reticentes quanto à escalada repressiva que se prepara

    Pablo Ortellado
    É impressionante o documento das forças armadas que dá diretrizes para a atuação do exército nas cidades. Metade dele é orientado a movimentos sociais e a despeito de retórica, trata esses movimentos como inimigos a serem subjugados (não dizimados, mas derrotados). Que esse documento seja elaborado durante o governo de um partido político que emergiu dos movimentos sociais e foi alvo, mais de uma vez, de dura repressão policial é sinal de quão distante o partido está das suas origens. Eu confesso que esperava outra postura do governo no trato com os movimentos, mas parece que os compromissos assumidos para os grandes eventos falam mais alto. O documento está aqui: http://www.defesa.gov.br/arquivos/File/doutrinamilitar/listadepublicacoesEMD/md33_m_10_glo_1_ed2013.pdf E aqui alguns trechos dignos de destaque: “Forças Oponentes (F Opn) são pessoas, grupos de pessoas ou organizações cuja atuação comprometa a preservação da ordem pública ou a incolumidade das pessoas e do patrimônio (…) 4.2.4.3 Esta dissuasão deve ser obtida lançando-se mão de todos os meios à disposição, podendo incluir o Princípio de Guerra da Massa, que fica caracterizado ao se atribuir uma ampla superioridade de meios das forças empregadas em Op GLO em relação às F Opn. 4.2.4.4 Nesse mister, demonstrações de força e de poder de combate superior ao oponente e da ampla utilização de policiamento ostensivo, resultarão no desestímulo para as ações das F Opn (…) 4.3.1 Em Op GLO não existe a caracterização de “inimigo” na forma clássica das operações militares, porém torna-se importante o conhecimento e a correta caracterização das forças que deverão ser objeto de atenção e acompanhamento e, possivelmente, enfrentamento durante a condução das operações. 4.3.2 Dentro desse espectro, pode-se encontrar, dentre outros, os seguintes agentes como F Opn: a) movimentos ou organizações; b) organizações criminosas, quadrilhas de traficantes de drogas, contrabandistas de armas e munições, grupos armados etc; c) pessoas, grupos de pessoas ou organizações atuando na forma de segmentos autônomos ou infiltrados em movimentos, entidades, instituições, organizações ou em OSP, provocando ou instigando ações radicais e violentas; e d) indivíduos ou grupo que se utilizam de métodos violentos para a imposição da vontade própria em função da ausência das forças de segurança pública policial 4.4 Principais Ameaças Entre outras, podem- se relacionar os seguintes exemplos de situações a serem enfrentadas durante uma Op GLO: a) ações contra realização de pleitos eleitorais afetando a votação e a apuração de uma votação; b) ações de organizações criminosas contra pessoas ou patrimônio incluindo os navios de bandeira brasileira e plataformas de petróleo e gás na plataforma continental brasileiras; c) bloqueio de vias públicas de circulação; d) depredação do patrimônio público e privado; e) distúrbios urbanos; f) invasão de propriedades e instalações rurais ou urbanas, públicas ou privadas; g) paralisação de atividades produtivas; h) paralisação de serviços críticos ou essenciais à população ou a setores produtivos do País; i) sabotagem nos locais de grandes eventos; e j) saques de estabelecimentos comerciais”

  95. Chesterton said

    por que não um prazo também para expirar as pensões de filhas de militares?

    chest- Otto, por mim tudo bem, não acho isto correto.

  96. Chesterton said

    pescado do FB … é assustador… nossas Forças Armadas evoluíram para pior !!!

    chest- está dizendo que durante o regime militar era melhor?

  97. Pax said

    Não, caro Chesterton, estou dizendo que ao invés de se modernizarem, em análise, estratégias e táticas, parecem ter involuído… em doutrina.

    acho um absurdo essa tal pensão das filhas dos militares — no fundo acho mesmo que é roubo de dinheiro público

    conheço caso mulheres que não casam para mamar nessa teta.

  98. Pax said

    Até que enfim Haddad dá uma dentro. Mas expõe Dilma e Cardozo, em contraponto.

    http://outraspalavras.net/blog/2014/01/14/a-fala-de-haddad-e-o-silencio-de-dilma/

  99. Pax said

    A Justiça de SP (que não difere muito do resto do país) aprontando das suas

    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2014/01/14/justica-de-sp-encerra-processo-contra-ustra-por-ocultacao-de-cadaver.htm

  100. Chesterton said

    Haddad causa a Sao Paulo o mal que Brizola causou ao Rio.

  101. Pax said

    Brizola causou mal ao RJ, Chesterton?

    Tão mal que foi imitado por inúmeros estados. Seus CIEPS proliferaram.

    Há, sim, uma questão sobre o posicionamento dele e o tráfico de drogas. Há quem diga que Brizola deixou a coisa barata e degringolou nesta ocupação do “não Estado” dentro do Estado. É um ponto a ser discutido, pelo que me parece.

    Mas sua dedicação vitalícia à questão da Educação me parece bem maior que esta possível mazela.

  102. Chesterton said

    Eleitoreira, é claro. Um bode facista como Getulio.

    Alguem tem filhos aqui no blog?

  103. Chesterton said

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/12/121218_armas_brasil_eua_violencia_mm.shtml

  104. Chesterton said

    O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) aumentou em 0,5 ponto porcentual, para 10,5% ao ano, a taxa básica de juros (Selic) nesta quarta-feira, em decisão unânime, sem viés — ou seja, a decisão é válida até o próximo encontro, em fevereiro de 2014. Trata-se da sétima elevação consecutiva do juro básico da economia desde o início do ano passado. A trajetória de alta teve início em abril, quando a autoridade monetária subiu a Selic de 7,25% (mínima histórica) para 7,5%.

    chest- claro, gasta o que não tem, não corta despesas, sabe que se tentar arrecadar mais acaba arrecadando menos….tem que pedir emprestado: Ta bem, eu empresto. Mas olhe lá, se continuar assim vou pedir juros mais altos.

  105. Chesterton said

    “There is, in fact, a manly and lawful passion for equality which excites men to wish all to be powerful and honored. This passion tends to elevate the humble to the rank of the great; but there exists also in the human heart a depraved taste for equality, which impels the weak to attempt to lower the powerful to their own level, and reduces men to prefer equality in slavery to inequality with freedom.”

    —Alexis de Tocqueville

  106. Patriarca da Paciência said

    Sobre a velha política que alguns querem apresentar como nova:

    “O motivo da “indignação” de Vargas é o fato de Aécio Neves ter sido diretor da Caixa Econômica Federal aos 24 anos, nomeado por José Sarney, após a morte do avô Tancredo Neves. “O senador Aécio, antes de criticar um banco como a Caixa, deveria ter olhado a própria biografia”, disse o deputado paranaense. “Ele foi diretor do banco quando ainda era um garoto recém-formado, tendo como única credencial no currículo o fato de ser neto do Tancredo”.
    (blog 247)

    Eu acho que o Aécio “não se segura em pé” como candidato. Poucas pessoas tem tanto rabo de palha, seja na vida pessoal, seja na vida política!

    Aécio é um verdadeiro “tiro ao álvaro”. Atira com uma espingarda e é alvejado com uma bala de canhão!

    Outro também que eu acho que não se segura em pé como candidato é o Barbosão. Além de não levar o menor jeito para político, sendo um José Serra ao quadrado, ao se embabacar com qualquer provocação, a saúde dele não é lá essas coisas. Assisti a uma coletiva do Barbosão e ele respondia as perguntas com uma voz pastosa, pose pedante, além de apresentar espasmos no rosto com frequência, característica de quem toma fortes medicamentes. É uma verdadeira temeridade querer colocar o Barbosão como candidato, em todos os sentidos!

  107. Patriarca da Paciência said

    http://www.brasil247.com/pt/247/video/126953/Beb%C3%AA-dem%C3%B4nio-aterroriza-moradores-de-Nova-York.htm

  108. Pax said

    Esta notícia me interessa, sim. Sou leitor assíduo. A última mexida deles foi para pior. Espero que dessa vez seja ao contrário. Espero mesmo. Mais que isso, torço muito para que fique melhor. Quem tem críticas à imprensa tradicional, como eu, tem a EBC como uma válvula de “contraponto”. Em assuntos delicados onde a torcida partidária pode dar um viés ruim para alguma pauta brasileira, a EBC é, continua sendo, uma forma de equilibrar o jogo.

    Eu vejo assim. E acho um dos caminhos de democratização da informação mais importantes e reais que já existem e devem ser explorados.

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-15/novos-sites-da-agencia-brasil-e-da-radioagencia-terao-visual-mais-moderno-e-funcional

    merece post? vocês é que mandam.

  109. Pax said

    Segundo forte conjunto de indícios, Michel Temer dará uma surra em Dilma e o PMDB abocanhará uma fatia ainda maior nas sesmarias brasileiras.

    O PT, de tanto se abaixar, deixa seu orifício anal exposto para os maiores deleites dos estupradores nacionais.

    O que deixa mais triste é constatar que parece que o estuprado gosta, cada vez mais, de ser abusado. Tanto, mas tanto, que se torna, a passos largos, igual a seus molestadores.

    (sei, é poético… mas não deu para resistir)

  110. Otto said

    Caro Pax, em 79 #

    “Há uma semana, um editorial da Folha de S. Paulo defendia a intervenção federal no Maranhão, após a morte da menina Ana Clara, vítima de um ataque criminoso a um ônibus em São Luís. Para justificar a medida extrema, a Folha também se valeu de um vídeo, divulgado por ela própria, com imagens de barbárie no presídio de Pedrinhas. “Não por acaso ganha adeptos a ideia de que o Estado deveria sofrer intervenção federal, prevista na Constituição, entre outras hipóteses, a fim de garantir a observância dos direitos humanos –dependendo, neste caso, de manifestação do Supremo Tribunal Federal”, dizia o texto.

    Nesta quinta-feira, a Folha volta a abordar o tema da segurança pública em seu editorial principal. Mas aborda São Paulo – e não o Maranhão – onde, em Campinas, 12 pessoas foram mortas presumivelmente por policiais. Neste caso, não se usa a palavra intervenção e o jornal demonstra plena confiança na capacidade do governo estadual, de Geraldo Alckmin, de colocar ordem na Polícia Militar.”

    Quem politiza é a Folha, Pax.

    Afinal pau que dá em Chico também dá em Francisco.

    Ou não?

  111. Pax said

    Caro Otto,

    Mas aí estaríamos comparando um saco de batatas com uma caixa de parafusos.

    O que disse em #79, rebatendo teu #77, era sobre a comparação do sistema carcerário.

    Volto a insistir. Não me parece que o problema carcerário paulista seja pior que o maranhense.

    Se quisermos falar de crime organizado, então coloquemos a pauta devidamente exposta.

    Sacou o ponto?

  112. Otto said

    Pax, eu estou falando de intervenção por problemas drásticos na segurança.

  113. Chesterton said

    109…..é o troca-troca? Pax, mas o PT vem melhorando, antigamente era o pior de todos, agora é igual a todos….

  114. Chesterton said

    Nos últimos dias os chamados “rolezinhos” têm causado impacto no debate nacional. Jovens, através das redes sociais, marcam encontros em shoppings centers, sem um propósito claro. Em São Paulo, onde esse tipo de evento está gerando maior repercussão, os estabelecimentos comerciais que receberam as centenas de jovens, grande parte da periferia, recorreram à Justiça para controlar e impedir a prática.
    O Instituto Millenium entrou em contato com o advogado Sebastião Ventura, que acha importante determinar os objetivos desse tipo de fenômeno: “A Constituição assegura o direito a reuniões pacíficas em qualquer espaço público. Os shoppings centers são espaços privados e é natural que a empresa responsável defina regras de funcionamento. Se a intenção dos envolvidos é depredar o patrimônio e atemorizar as pessoas, as empresas e a própria segurança pública podem tomar atitudes para preservar a ordem”, acredita.
    Para o advogado Juarez Dietrich, o “rolezinho” revela uma encalhe do processo civilizatório brasileiro”. “Não se pode sair correndo e gritando em um aeroporto, por exemplo. É uma conduta inaceitável que deve ser repreendida”. O advogado criticou o que chama de “revolução brasileira”, ao afirmar que ações como essa têm natureza revanchista. Segundo ele, para as pessoas que participam da prática “há a necessidade clara de confrontar a outra classe”.
    Mesmo crítico aos “rolezinhos”, Juarez não concorda com a proibição da entrada de jovens em shoppings. “Esses lugares são de livre acesso ao público, sendo assim, as segregações são ilegais e absurdas. Mas há regras de conduta que devem ser respeitadas”.
    Presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, Antenor Barros Leal acrescenta que a prática prejudica a economia. “As lojas localizadas em shoppings centers têm uma atividade econômica legal, pagam impostos e geram riquezas. Esses estabelecimentos não podem ser perturbados por grupos que querem promover um impacto político”, explica.
    Barros Leal, também especialista do Imil, acredita que as autoridades responsáveis pela segurança devem impedir qualquer manifestação de caráter ilegal que prejudique a atividade empresarial. “Isso pode causar prejuízos à população, aos clientes e aos trabalhadores. É um absurdo”.

    chest- aqueles que acham que a civilização só traz desgraças, e que toda regra deveria ser abolida, devem se lembrar que num colapso da civilização, os previamente civilziados tem muito maior chance de sobreviver que os silvícolas e simpatizantes.

  115. Chesterton said

    Em seguida se ouve (lê) isto…..

    “Apartheid no shopping A ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros (PT), acusa a polícia e os frequentadores de shoppings de discriminar jovens negros nos “rolezinhos”. “As manifestações são pacíficas. Os problemas são derivados da reação de pessoas brancas que frequentam esses lugares e se assustam com a presença dos jovens.” Para ela, a liminar que autorizou os shoppings a barrar clientes “consagra a segregação racial” e dá respaldo ao que a PM “faz cotidianamente”: associar negros ao crime.

    *

    Incômodo Para a ministra da Igualdade Racial, um naco da elite brasileira se incomoda ao encontrar jovens negros no shopping. “Uma parcela da sociedade não quer a presença deles em determinados lugares”, diz.

    Conselheira Bairros integrou o grupo seleto de três ministros convocados para aconselhar Dilma Rousseff sobre os “rolês” na terça-feira. Também participaram José Eduardo Cardozo (Justiça) e Marta Suplicy (Cultura).

    Abusados O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes (SP), afirma que shopping não é lugar de manifestação. “Esse negócio de ‘rolezinho’ é um abuso. Precisamos ter civilidade nas relações, ou a vida fica insuportável”, diz o tucano.

    Cavalões “Levei meus netos ao Morumbi Shopping no domingo”, conta o senador. “Imagine como eu e outros avós reagiríamos caso um bando de cavalões cismasse em dar um rolê por lá.”

    Bárbaros Nunes se diz incomodado com o debate político sobre o fenômeno. “Ir ao shopping barbarizar não é um ato de esquerda. Tem gente saudosa de uma revolução que não fez e não fará.”

    Pagantes Para o líder do PSDB, a defesa do “rolezinho” é um discurso de “bacaninhas e politicamente corretos”. Ele acrescenta que lojistas “pagam caro” pelo ponto e podem ser prejudicados pela correria nos shoppings.

    Bombas O governo paulista recomendou que a PM evite “excessos”, mas autorizou que siga a doutrina que prevê o “uso progressivo da força” para conter tumultos. Na prática, isso significa que não está descartado o uso de bombas de efeito moral em áreas externas de shoppings.

    Elite branca O ex-governador Cláudio Lembo (PSD) critica a reação aos “rolês”. “Isso não é problema de polícia. Os jovens não estão fazendo nada de errado”, diz.

    Constituição Lembo diz entender que o shopping é um espaço público e que sua administração não pode escolher quem entra. “Está na Constituição”, sustenta.”

    chest- porra nenhuma.

  116. Elias said

    “O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) aumentou em 0,5 ponto porcentual, para 10,5% ao ano, a taxa básica de juros (Selic) nesta quarta-feira, em decisão unânime, sem viés — ou seja, a decisão é válida até o próximo encontro, em fevereiro de 2014. Trata-se da sétima elevação consecutiva do juro básico da economia desde o início do ano passado. A trajetória de alta teve início em abril, quando a autoridade monetária subiu a Selic de 7,25% (mínima histórica) para 7,5%.”

    “chest- claro, gasta o que não tem, não corta despesas, sabe que se tentar arrecadar mais acaba arrecadando menos….tem que pedir emprestado: Ta bem, eu empresto. Mas olhe lá, se continuar assim vou pedir juros mais altos.”

    Chester, tu continuas mais doidim do que nunca.

    Quando o governo tá sem caixa, rapaz, ele puxa os juros PRA BAIXO, exatamente por isso. Pra captar mais, pagando menos.

    Quando o governo empurra os juros PRA CIMA, é porque tá com medo de outra coisa… Uma coisa chamada INFLAÇÃO.

    Em português do Brasil, isso significa que a ocupação da capacidade instalada do aparelho produtivo bateu com a cabeça no teto. Assim, qualquer aumento de consumo pode provocar uma explosão nos preços.

    Só tem duas formas de travar isso antes que a coisa se descontrole: aumentar impostos ou aumentar juros.

    Aumentar impostos é complicado, porque tem que levar em conta um monte de outras coisas, tempo inclusive. No máximo, pode-se mexer nas alíquotas, mas isso reduz a margem de manobra do governo, na gestão das tais “políticas setoriais”.

    Aí resta o juro, como ferramenta de ação geral, imediata e mais branda. Se não for suficiente, o governo aumenta a taxa de depósito compulsório na AM sobre depósitos à vista (retirando, fisicamente, dinheiro de circulação), e assim por diante.

    Ao contrário do que tu imaginas, essa elevação da taxa básica de juros é um indício de VITÓRIA da política econômica da Dilma.

    Não esquece, deslembradim, que Dilma foi obrigada a baixar drasticamente a taxa de juros, pra dar vazão à capacidade ociosa do aparelho produtivo, e pra evitar que a grana injetada pela Alemanha, a custo zero, no mercado financeiro Europeu, viesse drenar dinheiro brasileiro no mercado spot (os grande operadores pegariam dinheiro a custo zero na Europa e viriam aplicar no Brasil, com taxa acima de 10%). A Dilma travou isso baixando a taxa de juros no Brasil e ameaçando aumentar a alíquota do imposto sobre operações financeiras (como fez Lula, no passado, aliás também compensando parcialmente o fim da contribuição compulsória sobre movimentação financeira).

    Dilma foi obrigada a praticamente emparelhar a taxa básica de juros com a taxa da caderneta de poupança (7% a.a.). Discutimos isso aqui, lembra desmemoridoidim?

    Ao retornar a taxa básica de juros aos níveis anteriores, o governo está dizendo que: (a) não existe mais o risco de ataque em massa do dinheiro obtido a custo zero na Europa; (b) a capacidade ociosa no aparelho produtivo acabou ou está reduzida a níveis suportáveis; (c) por isso mesmo, o aparelho produtivo não precisa mais da bengala dos juros baixos; (d) se os juros continuassem baixos, eles acabariam produzindo inflação.

    Ou: se os juros continuassem baixos, o governo teria que aumentar impostos.

    Acontece que o aumento de imposto está sendo reservado pra outra coisa: para o aumento do investimento público (50 em cada 10 grandes empresas brasileiras não param de pressionar para que isso aconteça logo; esse papo de “custo Brasil” é só pra agitar a galera e enganar trouxa…).

  117. Otto said

    Olha, Chest, onde começaram os rolezinhos:

    ‘Rolezinhos’ são realidade há anos em shoppings dos EUA

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140115_rolezinhos_eua_pai.shtml

  118. Chesterton said

    Quando o governo empurra os juros PRA CIMA, é porque tá com medo de outra coisa… Uma coisa chamada INFLAÇÃO.

    chest- ai, ai, ai, é contador e não entende na da de economia. Claro que tem medo da inflação, PORQUE gastou alem da conta e andou imprimindo moeda sem lastro (uma das hipóteses possiveis) para pagar as contas. Não é à toaque a esquerda briga com a calculadora quando ela dá resultados reacionarios.

  119. Chesterton said

    Ao contrário do que tu imaginas, essa elevação da taxa básica de juros é um indício de VITÓRIA da política econômica da Dilma.

    chest- meu Deus. O Brasil então é economicamente o país mais vitorioso do mundo.

  120. Pax said

    Nesta discussão sobre vitória ou derrota da política econômica de Dilma a gente pode ver o copo meio cheio, ou meio vazio.

    Se considerar que a taxa de emprego é ótima, que não afundamos na crise, não entramos em recessão nem em depressão, podemos olhar o copo meio cheio.

    Se considerarmos que o país cresceu muito pouco, se considerarmos que a taxa de investimentos é baixíssima, se considerarmos que o país perde galopantemente investimentos internos (empresariado) e externos (investidores), podemos olhar o copo meio vazio.

    E me parece que é isso mesmo. Se o Elias quiser cantar “vitória” de Dilma esse mais-ou-menismo, que cante. E se o Chesterton quiser declarar “derrota” de Dilma por o país não definir nada à frente que seja louvável, que cante.

    Ou seja, posso ficar a ver os passarinhos cantarem à vontade que nenhum deles vai tocar Villa Lobos, ou algum canto de sabiá laranjeira. Vai ser piado de saracura mesmo. Muito grito pra pouca melodia.

  121. Chesterton said

    Não, Pax, o engraçado é a mediocridade ineficiente declarar vitória. Bom , para quem quer pouco, vitória é qualquer coisa.

  122. Elias said

    Chester, bobim…

    O excesso de gasto público é UMA das causas da inflação. Não é a única, nem necessariamente, a principal, em certas circunstâncias.

    Uma das principais causas da inflação, bobim, é o desequilíbrio entre o consumo e a produção.

    Os juros baixos estimulam o consumo, via crédito. O crédito é uma antecipação de gasto. A pessoa gasta agora, a renda que só vai ganhar no futuro.

    Ou seja, o crédito é uma forma de injetar dinheiro na economia. É a chamada “renda sem produto”.

    Se isso acontece no momento em que o aparelho produtivo está funcionando a plena carga, a inflação é certa. É a velha lei da oferta e da procura, bobim… Quando a demanda aumenta, sem que haja aumento na oferta, gera-se um novo preço de equilíbrio. Coloca isso num eixo de ordenadas & abcissas (ou seja, desenha, tu mesmo), que não terás dificuldade em entender.

    E aí vais entender porque os críticos do governo tanto reclamam da ausência de investimentos na produção. É que, sem investimentos na produção, não dá pra sustentar por muito tempo um aumento no consumo. Sem aumento na produção, a demanda tem que ser contida, pra não gerar inflação.

    Sacou, bobim?

    O aumento da taxa de juros diminui o dinheiro em circulação, porque torna o crédito mais salgado. Isso contribui para reduzir um eventual desequilíbrio entre demanda e oferta e/ou para travar uma tendência nesse sentido.

    Vai daí que a taxa básica de juro é, e sempre foi, e sempre será, uma das mais poderosas ferramentas de combate à inflação. Ela faz parte do estoque de ferramentas de política monetária. Dá uma olhada nas atas do COPOM — notadamente na época do FHC — e verás algumas dezenas de exemplificações práticas do que estou dizendo.

    Na verdade, doidim, qualquer coisa que contribua pra DIMINUIR a quantidade de moeda em circulação é uma medida antiinflacionária.

    Além da elevação da taxa básica de juros, pode-se citar a elevação da taxa de redesconto e a elevação da taxa de depósito compulsório do sistema financeiro junto à autoridade monetária, sobre depósitos à vista.

    Vou explicar, doidim.

    TAXA DE REDESCONTO. Os bancos comerciais costumam pegar as duplicatas que descontou de seus clientes, e redescontá-las, antes do vencimento, junto ao Banco Central. Com isso, “fazem” dinheiro para novas operações. Quando o Banco Central AUMENTA a taxa de redesconto, essa operação fica menos interessante para os bancos comerciais. Mesmo que a façam, eles receberão menos dinheiro para cada R$ 1,00 de título descontado. Ou seja: menos dinheiro em circulação. Entendeu, bobim?

    AUMENTO DA TAXA DE DEPÓSITO COMPULSÓRIO. Cada vez que alguém faz depósito à vista no sistema financeiro, esse alguém está DUPLICANDO a quantidade de moeda em circulação. Por que? Porque tanto essa pessoa como o banco, passam a dispor, nominalmente, da mesma importância depositada. Assim, R$ 100,00 depositados à vista, se tornam R$ 200,00 em circulação (o depositante considera que DISPÕE de R$ 100,00 no banco, e este considera que DISPÕE de R$ 100,00 do depositante). Para evitar essa “duplicação de moeda”, os governos obrigam os bancos a recolher ao Banco Central uma parte desse depósito à vista. É o chamado “depósito compulsório junto à Autoridade Monetária”. Quando o governo aumenta a taxa de depósito compulsório, ele está RETIRANDO moeda de circulação.

    Conclusão: qualquer medida do governo, tendente a RETIRAR moeda de circulação é, sobretudo, uma medida antiinflacionária, exercida sobre a face NOMINAL da economia.

    Entendeu, bobim?

    Vocês, oposicionistas de Naenderthal, precisam ser menos doidins. Tem horas que criticam o governo porque ele não está conseguindo executar toda a despesa autorizada.

    Aí, sem quê nem pra quê, começam a achar que o governo tá gastando demais.

    Afinal, os caras estão gastando pouco ou muito?

    Chester, doidim… Nem toda medida de política econômica — principalmente POLÍTICA MONETÁRIA — tem a ver com gasto público.

    Não que nunca tenha… Mas não necessariamente.

  123. Elias said

    Copo meio cheio e meio vazio é conversa pra boi dormir.

    O que eu disse, Pax, foi que O GOVERNO BRASILEIRO AUMENTOU A TAXA DE JUROS PORQUE ESTÁ COM MEDO DA INFLAÇÃO.

    É isso, e pronto!

    Não tem nada de copo cheio, ou meio seco, ou sei lá o quê…

    O Chester, com o raciocínio de quitandeiro português do século XIX, é que acha que toda inflação, qualquer inflação, em qualquer época e lugar, é causada, sempre, por excesso de gasto governamental.

    Burrice! Se ele nunca ouviu falar de “inflação de demanda”, ele não tem recheio pra 5 minutos de prosa inteligente.

    Por que eu falei em “vitória” da política econômica da Dilma?

    Porque, há um tempo atrás, ela foi forçada a baixar artificialmente a taxa básica de juro, pra conter o ataque do euro. Nós debatemos isso aqui. Pela primeira vez, num porrilhão de anos, os rendimentos da caderneta de poupança ficaram, na prática, acima da taxa básica de juros (o que obrigou o governo a tomar medida especiais que evitassem uma “corrida” em direção à poupança).

    Se vocês já esqueceram dessa discussão, a memória de vocês é bem ruinzinha…

    Se hoje, o governo já pode restabelecer a taxa básica de juros a mais de 3 pontos percentuais acima da poupança, é porque aquela ameaça externa já não existe mais.

    E essa ameaça externa era, de longe, o pior dos fantasmas a assombrar o sono da dona Dilma.

    Vai daí que…

    Além disso, o país estava operando com uma capacidade ociosa enorme (que pode ser rapidamente detectada na evolução do emprego)

    Quando o país começa a se preocupar com inflação de demanda, é porque a capacidade ociosa do aparelho produtivo foi zerada, ou está próxima disso. Daí a repercussão sobre o emprego: capacidade ociosa é sempre = a desemprego.

    Não é que tudo esteja bem, até porque todos sabem que não está. Mas é melhor operar num contexto de “excesso de aquecimento” do que “excesso de desaquecimento”.

    Até porque é mais fácil “desaquecer” do que “aquecer”.

    Ou, como dizia aquele mau patrão (provavelmente português, o que já é pleonasmo): “dos vales, o menor…”.

  124. Chesterton said

    Claro Elias, o aumento da taxa de juros é um sinal do sucesso da politica econômica assim como o problema da violência nos presídios maranhenses é decorrente do aumento da riqueza no estado….

    Porque não importar quando a capacidade da indústria se esgota? Porque falta dólares na balança comercial. Porque? Porque em vez de investir em produção o governo estimulou o consumo. Logo não temos o que vender, não há poupança para investir.

  125. Chesterton said

    literatura recomendada

    http://www.amazon.com/gp/product/0810124882/ref=pe_226970_112028370_em_r_im

  126. Patriarca da Paciência said

    Alex Rodrigues
    Repórter da Agência Brasil

    “Brasília – O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Arnaldo Melo (PMDB), arquivou o pedido de impeachment da governadora Roseana Sarney. O requerimento havia sido protocolado na terça-feira (14) por sete advogados e um bacharel de direito que pediam a saída de Roseana por não garantir direitos e garantias individuais dos presos maranhenses, sobretudo dos que cumprem pena no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.

    Segundo a assessoria da Assembleia Legislativa, Melo optou pelo arquivamento do pedido com base na recomendação jurídica da Procuradoria-Geral da Casa. A decisão já foi encaminhada para publicação no Diário Oficial, o que deve ocorrer amanhã .”

    Provavelmente o “líder” do PSDB agora vai entrar com um processo no STF. Ele fez isso com a mensagem de Natal da presidente Dilma.

    Mas não seria de entrar com um pedido de impeachment do Alckmin também?

    Ou será que o Pax tem razão e as condições das penitenciárias do Maranhão são bem piores que aquelas de todo o Brasil?

    O PCC do Maranhão mata mais que o PCC de São Paulo?

  127. Pax said

    Aqui um artigo do Lucas Mendes, que não podemos chamar de petista… diz que o copo, para alguns, é meio cheio. E, para outros, meio vazio. Interessante, vale a penar ler. O mais importante: cada dólar investido nos trabalhadores geram outros 10 dólares em vendas, num dos exemplos.

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140116_lucasmendes_tp.shtml

  128. Chesterton said

    trabalhador, não funcionario público.

  129. Patriarca da Paciência said

    E a polícia do Maranhão, será que mata mais que a polícia de São Paulo?

  130. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    você não acha que essa ganância toda em abrir processos contra a presidente Dilma e o PT (abrem processos até por causa de mensagens de Natal!) teria alguma coisa a ver com os processos que o Cardozo está movendo contra os seus difamadores do PSDB ?

  131. Otto said

    Vejam antes que seja censurado novamente:

  132. Chesterton said

    O Golpe da Balinha Toffoli e o Império da Impunidade
    O militante petista infiltrado no STF, Toffoli, deu um golpe no TSE ao proibir o ministério público de investigar crimes eleitorais. Em qualquer país sério do universo esse elemento seria sumariamente impichado e expulso a pontapés dos tribunais que infestou, na selva ele é festejado pelos seus padrinhos e patrões do ABC a Papuda.
    POSTED BY SELVA BRASILIS

  133. Otto said

  134. Chesterton said

    O governo federal reduziu os repasses financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS) a Estados e municípios na virada do ano, revelam dados levantados pelo Estado. O expediente, que “poupou” R$ 2,66 bilhões do Tesouro Nacional em dezembro de 2013 na comparação com mesmo mês de 2012, ajudou o governo Dilma Rousseff a cumprir a meta de economia para pagar juros da dívida pública, o chamado superávit primário.

    Dados do Fundo Nacional de Saúde (FNS), agente financeiro do SUS vinculado ao Ministério da Saúde, evidenciam o recuo, em dezembro, nas transferências cujo repasse é automático pelo modelo “fundo a fundo”: em 2012, foram repassados R$ 8,6 bilhões. Em 2013, R$ 5,94 bilhões. As principais reduções ocorreram nas parcelas de procedimentos de média e alta complexidade, atenção básica e gestão do SUS.

    São recursos para financiar ações como saúde da família, agentes comunitários, saúde bucal, serviço de atendimento móvel de urgência, pronto atendimento, cirurgias, radioterapias, transplantes, próteses e aquisição de medicamentos, além de monitoramento e auditoria do sistema.

    Secretários estaduais da Fazenda e da Saúde apontam a redução da parcela de dezembro como uma tática para adiar gastos e reforçar a meta de superávit de R$ 75 bilhões, cujo anúncio de cumprimento foi antecipado de maneira inusual pelo ministro Guido Mantega, no início de janeiro.

    O represamento da parcela tem sido “compensado” nestes primeiros dias de janeiro. Até esta quinta-feira, R$ 3,82 bilhões foram transferidos aos Estados – 80% para média e alta complexidade. Em todo o mês de janeiro de 2013, a conta somou R$ 1,209 bilhão, segundo o FNS. Essa diferença de R$ 2,61 bilhões repõe quase todo o valor represado.

    Nos últimos 15 anos, em valores atualizados pelo IGP-DI, só houve registro de redução substancial de transferências automáticas em relação a dezembro do ano anterior em 2000 e 2009, ambos períodos pós-crise econômica, mostram estatísticas do FNS compiladas pela ONG Contas Abertas.

    O mais afetado pelo represamento no fim do ano passado foi São Paulo, que recebeu R$ 538,4 milhões abaixo da parcela de 2012. Em Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro, foram R$ 200 milhões a menos nos cofres. Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Paraná tiveram “perda” acima de R$ 150 milhões no período.

    As estatísticas do FNS mostram elevação nas transferências de dezembro, em valores correntes, em quatro ocasiões – 2007, 2008, 2011e 2012. Nas demais, os pagamentos foram distribuídos de maneira uniforme ao longo do ano. “É uma nova face: a contabilidade postergada, irmã da criativa”, avalia Gil Castelo Branco, do Contas Abertas, em referência às reiteradas manobras fiscais batizadas de “contabilidade criativa” pelos críticos do governo. (Estadão)

    chest- sucesso da economia no governo dilma

  135. Chesterton said

    O Brasil não pode ser uma ilha
    17/01/2014 03h00

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    A intensa proliferação de acordos comerciais eleva ao grau de urgência a definição de uma nova política de comércio exterior para o Brasil, de forma a romper o isolamento internacional a que o país se submeteu nos últimos anos.

    A falta de ação nessa área retarda ainda mais nossa integração à economia globalizada e atrasa a retomada do crescimento interno. A estratégia para dar mais fluidez às relações de troca com outras economias exige ações em diversas frentes -entre elas os acordos comerciais merecem atenção especial.

    O país ficou à margem do forte movimento de negociações bilaterais que modificou a dinâmica nos fluxos comerciais e redesenhou o mapa de produção ao redor do planeta. Dados da OMC (Organização Mundial do Comércio) mostram que os acordos deixaram de ser só instrumentos para facilitar transações comerciais e se tornaram o motor na evolução do intercâmbio global.

    Em 1991, a entidade contabilizava 50 acordos em vigor. Dez anos depois, o número já havia saltado para 200, e, em julho de 2013, atingiu o patamar de 379. Os Estados Unidos participam de 14 tratados desse tipo, enquanto a União Europeia está envolvida em 35.

    Ao priorizar as negociações multilaterais em detrimento dos acordos preferenciais, o Brasil assumiu o papel de espectador nesse processo. A pujança do mercado interno contribuiu para tal alienação, como se o incentivo ao consumo local e o estímulo ao intercâmbio internacional fossem excludentes.

    As raras iniciativas para estreitar relações comerciais externas ocorreram por intermédio do Mercosul e da Aladi (Associação Latino Americana de Integração), mas a falta de vigor de ambos não permitiu avanços substanciais.

    Mesmo os poucos acordos firmados diretamente com outros países se revelaram excessivamente modestos, tanto no número como na relevância dos parceiros e na abrangência dos termos negociados, limitados a tarifas preferenciais e sem aprofundar questões importantes como o acesso a mercados e serviços.

    O isolamento internacional do Brasil poderá se aprofundar caso o país não se integre à tendência de mega-acordos, desencadeada em 2011 com o lançamento da TPP (Trans-Pacific Parnership), que envolve Estados Unidos e outros 11 países de três continentes, e com a TTIP (Transatlantic Trade and Investment Partnership), reunindo EUA e União Europeia, cujas bases foram estabelecidas no ano passado.

    Distante dessa movimentação, o Brasil deixará de usufruir dos benefícios destinados aos países participantes, como tarifas especiais, padronização de procedimentos e desburocratização, entre outros. Bens exportados atualmente por empresas brasileiras passarão a sofrer concorrência mais acirrada por parte de mercadorias produzidas em países signatários de tais acordos.

    Além disso, com a multiplicação no número de tratados comerciais, as vantagens que o Brasil usufrui em acordos ora vigentes poderão deixar de existir, já que outros países conquistarão condições semelhantes.

    Vale lembrar o exemplo do Chile, que celebrou anos atrás um acordo com o Mercosul, garantindo acesso preferencial para produtos e serviços do bloco vizinho. O país, porém, firmou vários outros acordos com economias de peso no cenário mundial, como EUA, China e União Europeia, o que, na prática, anula parte dos benefícios concedidos originalmente aos membros do Mercosul.

    Ou seja, a demora em formular políticas comerciais adequadas coloca nossa economia diante de duas ameaças imediatas: não colher os ganhos gerados por novos acordos e perder acesso privilegiado já existente a mercados no exterior.

    A lenta inserção do Brasil na economia internacional também inibe o seu desenvolvimento econômico. A pouca exposição à concorrência externa não estimula investimentos em inovação e gestão empresarial.

    A intensificação no fluxo de comércio com outros países, tanto na importação como na exportação, possibilitaria a integração às cadeias globais de valor, permitindo o acesso a insumos mais baratos e tecnologias mais avançadas. Assim, uma política de comércio exterior que rompa o isolamento brasileiro traria ganhos para toda a economia.

    Uma condição é necessária para que isso ocorra: o Brasil precisa rapidamente ganhar competitividade, o que, por seu turno, requer que sua produtividade aumente e que o governo desenvolva bons programas em educação e infraestrutura.

    pedro luiz passos
    Pedro Luiz Passos

  136. Pax said

    Desde ontem sem internet de novo. Quer dizer, sempre sem internet. Às vezes, aos espasmos, aparece um sinal por aqui. Meu protocolo de 12 de agosto de 2013 na ANATEL já foi fechado 34 vezes pela Vivo.

    Agora vi notícia sobre Kassab ter recebido fortuna da empresa Controlar, de inspeção veicular. Claro que merece post. E eu consigo?

    A notícia que Dirceu usou celular na Papuda, levado por um amigo, nem vou fazer.

    Mas o crime, mesmo, é essa ANATEL com as operadoras e o nosso ministro pra lá de suspeito. De incompetência não é suspeito não. É fato notório, público, descarado. Esse cara é um caos. Deveria ser promovido para o quinto dos infernos.

    —> falando com a atendente da Ouvidoria da VIVO, Tainara… vários protocolos que me passaram não existem, nem foram registrados.
    —> nenhum protocolo diz a localidade do meu problema, todos dizem que no endereço de COBRANÇA (que é em SP) não há qualquer problema, que a taxa/velocidade está acima da contratada.
    —> eu não aguento mais !!!! caramba. SOCORRO.

  137. Pax said

    –> me mandou aguardar, que ia falar com supervisor…

    o que aconteceu?

    —> DESLIGARAM NA MINHA CARA !

    PUTA QUE O PARIU

    GOverno de MERDA

  138. Pax said

    –> Farei campanha para qualquer partido que não tenha PAULO BERNARDO em seus quadros. Simples assim.

  139. Otto said

    Estadão manipula dados sobre casa alugada por família de Genoino

    por Conceição Lemes

    O leitor Álvaro Vianna postou no Facebook do Viomundo:

    O Estadão online noticia, hoje, que Genoíno teria alugado, através de seu filho, imóvel de alto padrão, em Brasília, onde cumpriria a prisão domiciliar. Informação com todo o jeito da manipulação corriqueira dos nossos jornalões. Será que teria como nos dar a informação mais correta?

    Álvaro refere-se à reportagem publicada em o Estado desta quinta-feira 16, que afirma:

    Ao mesmo tempo que alega dificuldades financeiras que o levaram a fazer uma “vaquinha na internet” para pagar a multa pela condenação no processo do mensalão, o ex-deputado José Genoino (PT) acaba de alugar por R$ 4 mil mensais uma casa de 450 metros quadrados em área de classe média alta de Brasília, onde passou a cumprir prisão domiciliar. Há três semanas, o ex-deputado e sua mulher ocupam o imóvel de três suítes.

    No Facebook, Miruna, filha de Genoino, responde:

    Sim, alugamos uma casa em Brasília. Por quê? Porque meu pai está em prisão domiciliar FORA DE SEU DOMICÍLIO. Esse aluguel está sendo pago com muito sacrifício, entre eles, meu, do meu marido e dois filhos. Nos mudarmos para a casa dos meus pais [em São Paulo] para podermos ajustar nossa vida financeira graças a essa injustiça que está acontecendo. Agora, eu não fui para a Europa com o dinheiro público, como o presidente do STF. Não. E ainda assim, o escândalo que a mídia quer criar é ESTARMOS PAGANDO PARA MEU PAI CUMPRIR PRISÃO DOMICILIAR FORA DE SEU DOMICÍLIO. Francamente…

    Realmente, a matéria do Estadão manipula as informações sobre o aluguel da casa. Cheira má fé.

    Aos fatos.

    Em função do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ter negado a José Genoino prisão domiciliar em São Paulo, onde o ex-deputado federal e ex-presidente nacional do PT tem a sua casa própria, sua família teve de alugar um imóvel em Brasília. Portanto, Genoino está sendo obrigado a pagar aluguel para cumprir a pena.

    Em Brasília há setores de condomínios de alto padrão e setores de condomínios de classe média. A casa alugada pela família de Genoino está localizada em um condomínio de classe média. Fica em um terreno de 450 metros quadrados. Ela não tem 450 metros quadrados de construção, como diz o Estadão.

    A casa não é para abrigar apenas José Genoino e sua esposa Rioco, mas para acolher toda a família. Afinal, não se sabe por quanto tempo Genoino terá de permanecer em Brasília. Portanto, a casa é para hospedar Rioco, Genoino, os três filhos, dois genros e dois netos. Motivo pelo qual há necessidade de três quartos.

    E justamente por não se ter certeza de quanto tempo Genoino permanecerá em prisão domiciliar em Brasília, a casa — toda mobiliada — foi alugada por temporada. O aluguel custará R$ 4 mil mensais. Aluguel por temporada — todo mundo sabe — custa mais caro.

    A casa não foi alugada apenas por Ronan, filho de Genoino, como consta na matéria do Estadão. Ela foi alugada em nome de Ronan e de um dos cunhados. O dinheiro virá de recursos dos filhos e da própria aposentadoria de Genoino.

    Como a matéria do Estadão tem informações equivocadas, ensejou comentários maldosos nas redes sociais. Diziam que o dinheiro do aluguel seria desviado das doações para pagamento da multa de R$ 667,5 mil a Genoino imposta pela Justiça. É muita maldade junta. São pessoas que usam régua própria, e em si, para medir outras.

    A casa foi alugada antes de ter início a campanha para levantamento de recursos para pagamento da multa. E tão logo alcance o valor, será encerrada. Tudo está sendo conduzido com muita transparência.

    A propósito. As doações já atingiram R$ 530.984, 53 – 79,5% do total multa.

  140. Chesterton said

    SOCORRO! PAPAI VIROU PETISTA!’ (uma história verídica)

    O pai chega em casa vestido numa novíssima camisa do PT. Entra no quarto do filho e beija o retrato de Che Guevara na parede.

    O rapaz espantado pergunta:

    – Que é isso paí? Ficou maluco? Logo você que é o maior “coxinha”, “reaça” de primeira vestindo a camisa do PT?

    – Que nada filho! Agora sou petista! Conversamos tanto sobre o Partido que você me convenceu! PT! PT! VIVA O PT! – grita o velho.

    O rapaz, membro do DCE da universidade onde já faz um curso de quatro anos (há oito anos) e fiel colaborador da JPT não se aguenta de tanta alegria!

    – Senta aí companheiro! Vamos conversar! O que foi que te levou a essa decisão?

    O pai senta-se ao lado do filho e explica:

    – Pois é… cansei de discutir contigo e passei a achar que você tem razão. Por falar nisso, lembra do Luís, aquele que te pediu dois mil reais da tua poupança emprestado para dar entrada numa moto?

    – O que tem ele? Pergunta o filho…

    – Pois é.. Liguei pra casa dele e perdoei a dívida. E fiz mais! Falei que ele não precisa se preocupar com as prestações, pois vou usar oitenta por cento da sua mesada para pagar o financiamento!

    – Pai!!!!! Você ficou louco? Pirou?

    – Filho, lembre-se que agora nós somos petistas” Perdoar dívidas e financiar o que não é nosso, com o que não é nosso, é a nossa especialidade!
    Temos que dar o exemplo! E tem mais! Agora 49% do seu carro eu passei para sua irmã. Vendi pra ela quase a metade do seu carro!
    Dessa forma você continua majoritário mas só podendo usá-lo em 51% do tempo!

    – Mas o carro é meu, papai! Não podia fazer isso! Não pode vender o que não é seu!

    – Podia sim! Nossa Presidanta fez isso com a Petrobrás e você foi o primeiro a apoiar! Só estamos seguindo o caminho dela!

    O garoto, incrédulo e desolado entra em desespero, mas o pai continua:

    – Outra coisa! Doei seu computador, seu notebook e seu tablet para os carentes lá do morro. Agora eles vão poder se conectar!

    – Pai! Que sacanagem é essa?

    – Não é sacanagem não, filho! Nós petistas defendemos a doação do que não é nosso, lembra? Doamos aviões, helicópteros, tanques…
    O que é um computador, um tablet e um note diante disso?

    Prestes a entrar em colapso, o garoto recebe a última notícia:

    – Filho, lembra daquele assaltante que te ameaçou de morte, te espancou e roubou teu celular?
    Vou agora mesmo retirar a queixa e depois para a porta da penitenciária exigir a soltura dele, dizendo que ele é inocente!

    – Pai… pelo amor de Deus… Você não pode fazer isso… O cara é perigoso!

    – Perigoso nada! É direitos Humanos que nós pregamos, filho! Somos petistas com muito orgulho!

    – Mas o cara me espancou! Me roubou, pai!

    – Alto lá! Não há provas disso! Isso é estado de exceção! O rapaz é inocente! Nós fizemos a mesma coisa com os companheiros acusados no mensalão!

    – Mas ele estava armado quando a polícia chegou!

    – E daí????? Ele estava armado mas quem prova que a arma era dele? A revista Veja? Isso é coisa de reaça, filho!

    – Papai, você ficou doido!

    E o pai finaliza:

    – Eu fiquei doido, ô seu safado? Na hora de defender bandido que roubou uma nação você é petista, mas se roubarem você, deixa de ser.
    Na hora de doar, perdoar dívidas e fazer financiamentos com o que é dos outros, você é petista. Mas se fizer o mesmo com você, deixa de ser.
    Na hora de dilapidar o patrimônio nacional, vendendo o que é mais precioso e não pertence ao PT e sim ao povo, você é petista, mas se vender metade do que é seu, você deixa de ser!

    Dito isso, tirou o cinto de couro grosso e mandou a cintada no moleque!

    – TOMA ISSO SEU CRETINO PRA APRENDER A SER HOMEM E ASSUMIR SUAS IDÉIAS!
    – VAGABUNDO! SALAFRÁRIO! PEGUE SUAS COISAS E SUMA DAQUI!

    – Vou pra onde, papai? Perguntou chorando…

    – VIRE-SE! Agora você é um dos sem-teto que você defende! E se precisar, vai se consultar com médico cubano, porque eu cancelei teu plano de saúde!

    Dois dias depois o moleque bateu na porta curado. Não era mais petista e não havia mais DCE ou JPT. E nem chamava o pai de “reaça”.

    O milagre da educação aconteceu. O mal do petista é falta de cintada no lombo! ‪

  141. Pax said

    Este texto é teu, caro Chesterton? (#140)

    Caso contrário, caso não seja teu, fica um pouco esquizofrênico você gostar de um texto sobre apropriação de bens alheios.

    Né não?

  142. Chesterton said

    anonimo

  143. Pax said

    Anônimo = é meu sim, foi eu quem escrevi

    ou

    Anônimo = achei por aí e não consegui descobrir o autor, mas trouxe para o blog

    ou

    Anônimo = como não descobri o autor, fiz que parecesse meu num comentário de um blog

  144. Chesterton said

    Lê direito.

  145. Chesterton said

    anonimo do Facebook

    http://cristaldo.blogspot.com.br/2014/01/viuvas-saudosas-do-kremlin-sonham.html

  146. Patriarca da Paciência said

    Essas piadinhas que Chesterton “arrecada por aí” contra o PT são profundamente patéticas! São visões de pessoas exageradamente simplórias!

  147. Chesterton said

    Bu!

  148. Zbigniew said

    Olha o lado bom do PT aí, Pax.

    “(…)
    Em um primeiro momento, espontaneamente os viciados saíram das ruas para hotéis, banharam-se, vestiram roupas limpas.

    Uma ação conjunta das Secretarias de Assistência Social, da Segurança Urbana, e da Coordenação de Subprefeituras, mais a de Trabalho e de Saúde – em parceria com o governo do estado – criou a rede que será a base da reciclagem dos viciados.

    Foram atendidos pelo serviços de saúde, para uma primeira checagem e ganharam empregos temporários no sistema de varrição da cidade, quatro horas de trabalho a R$ 15,00 por dia.

    ***

    Todos os passos do programa foram negociados diretamente com eles, inclusive a promessa de não mais voltarem para o local. Para tanto, Haddad abriu as portas da Prefeitura, expôs a proposta, ouviu as ponderações. De uma viciada ouviu a promessa: “Se eu largar o vício o senhor me garante emprego com carteira assinada?”.

    ***

    E o centro da cidade amanheceu em paz. No dia seguinte, jornalistas incrédulos testemunharam viciados ajudando a limpar a cidade. Despidos dos andrajos e da sujeira, um deles foi reconhecido por um colega que fez doutorado com ele em Portugal; outro foi localizado pela família, que o reconheceu em um programa de televisão.

    Que o caminho aberto seja trilhado por outros prefeitos de boa vontade.”
    http://jornalggn.com.br/noticia/a-vitoria-civilizatoria-na-cracolandia#comments

  149. Pax said

    Nunca disse que não há um lado bom no PT, caro Zbigniew.

    O que venho dizendo é que o lado mau está ficando muito maior.

    Sem falar no lado incompetente mesmo.

    Infelizmente o lado bom do PT está perdendo de goleada, faz um bom tempo. O time dos “Vaccarezza, Lindbergh etc – muitos etc” está nadando de braçadas. E o pior que isso é que com orientação do próprio Lula, sejamos muito sinceros.

  150. Zbigniew said

    Com todo respeito, caro Pax, entendo que o lado bom do PT dá de goleada no lado mal.

    Não há comparações entre o sucesso das políticas sociais e de distribuição de renda com os problemas de gestão e corrupção. Lógico, isto é uma opinião pessoal minha.

    Outrossim tua opinião – pela qual dispenso todo respeito – é de um bom classe média.

  151. Pax said

    Caro Zbigniew,

    Não é o que estamos vendo às ruas. Com todo respeito que dispenso às tuas opiniões.

  152. Chesterton said

    Sem respeito algum, e mandando esses fru-fruzinhos (com todo repseito isso, com todo respeito aquilo…) acordarem para a realidade, mostro que mais um socialista que prometeu o paraiso na Terra se deu mal…

    http://oglobo.globo.com/opiniao/franca-de-hollande-se-curva-realidade-11321550

  153. Chesterton said

    Com todo respeito, caro Pax, entendo que o lado bom do PT dá de goleada no lado mal.

    chest-
    bom – mau
    bem – mal

  154. Patriarca da Paciência said

    Eu nunca entendi o socialismo como uma a tentativa de criar o paraíso na Terra e, sim, uma ação realista e corajosa para que a Terra não se torne um Inferno inabitável!

  155. Patriarca da Paciência said

    o François Hollande ganhou as eleições porque o Nicolas Sarkozy era bem pior e a França estava totalmente estagnada fazia anos e Paris estava se transformando numa verdadeira bagunça com arruaças e carros incendiados quase todos os dias. Pelo meno isso parece que o Hollande resolveu!

  156. Patriarca da Paciência said

    “Decisão judicial tornada pública nesta sexta-feira desmoraliza manchetes da Folha e do Estado de S. Paulo, ancoradas em reportagem de ontem do Jornal Nacional, em que uma “testemunha” anônima acusava o ex-prefeito Gilberto Kassab de receber uma fortuna da empresa Controlar; objetivo das reportagens era pressionar o juiz Luiz Valdez a condenar Kassab e afastá-lo da disputa pelo governo de São Paulo em 2014; decisão do magistrado, no entanto, veio na direção oposta: ex-prefeito foi absolvido”
    (blog 247)

    Ao contrário do Barbosão, o juiz que julgou o processo do Kassab não julga algo relevante simplesmente porque saiu no Jornal Nacional.

  157. Pax said

    É muita falta de vergonha…

    http://exame.abril.com.br/economia/noticias/joao-rezende-e-confirmado-para-a-presidir-a-anatel

  158. Pax said

    E é isso que recebo….
    1840 packets transmitted, 712 packets received, 61.3% packet loss
    round-trip min/avg/max/stddev = 81.436/52794.332/199067.231/47228.637 ms

  159. Pax said

    Como disse acima, acho que o PT e a Dilma já deram o que tinham que dar… infelizmente não vejo mais “cura”.

  160. Zbigniew said

    Pax, continuando com o respeito, tua avaliação sobre o PT passa muito pelo teus humores com a ANATEL (e, dou toda a razão a vc). Entretanto, teu julgamento é de um classe média que, por mais que reconheça os avanços sociais, jamais poderá ter a exata dimensão desses fatos. Tuas preocupações e aborrecimentos são outros, similares a de outros nichos, mas de uma parcela da população que pouco ganhou com o PT.

  161. Chesterton said

    Pax, fica quieto que tua reclamação é de classe média e esse governo é para os pobres…aliás, perpetuando a pobreza e dependência dos pobres do estado….ah ambição de ser um grande país, nunca mais.

  162. Chesterton said

    Ministra Marta Suplicy, a sexóloga do petismo, é condenada por improbidade.

    A boquirrota Marta Suplicy, sexóloga do lulopetismo, ex-prefeita de São Paulo e agora ministra da Cultura do governo Dilma, foi condenada por improbidade administrativa e teve seus direitos políticos suspensos por três anos. Andou fazendo negócios com uma ONG para assessorar, ahn, “questões de sexualidade” nas subprefeituras:

    A ex-prefeita Marta Suplicy (PT) foi condenada pela Justiça de São Paulo por improbidade administrativa em razão de um contrato firmado sem licitação, durante sua gestão na Prefeitura de São Paulo (2001-2004). Em decisão de primeira instância, o Juiz Alexandre Jorge Carneiro da Cunha Filho, da 1ª Vara de Fazenda Pública, condenou a ex-prefeita a suspensão dos direitos políticos por três anos e ao pagamento de multa no valor de 50 vezes a sua remuneração como prefeita.

    Na decisão, da última quarta-feira, 9, o Justiça acatou a denúncia do Ministério Público de São Paulo, que apontou irregularidades na contratação, em 2002, de uma ONG para assessorar o desenvolvimento de ações referentes a planejamento familiar, métodos contraceptivos, questões de sexualidade nas subprefeituras de Cidade Ademar e Cidade Tiradentes. O juiz estende a condenação também a então secretária de Educação Maria Aparecida Perez. A defesa de Marta Suplicy informou que vai recorrer, já que contrato semelhante foi considerado legítimo pela Justiça (leia abaixo). A defesa de Maria Aparecida não foi encontrada para comentar o caso.
    De acordo com a promotoria, o contrato de R$ 176,7 mil com o Grupo de Trabalho e Pesquisa de Orientação Sexual (GTPOS) é irregular por ter sido firmado sem a realização de licitação. A secretaria teria desconsiderado também os requisitos necessários para a dispensa da pesquisa de preços. “Houve infração do princípio da moralidade, já que a ré Marta Suplicy, prefeita de São Paulo à época da celebração do contrato, era intimamente ligada à entidade contratada”, acrescenta o juiz na sentença, de novembro de 2013.
    Na ocasião da denúncia, os advogados de Marta Suplicy e da secretária de Educação defenderam a legalidade do contrato. Sustentaram ainda que os serviços foram devidamente prestados pela ONG. (Continua) Tambosi

  163. Chesterton said

    como o Brasil trata quem trabalha

  164. Patriarca da Paciência said

    “Em oito dias, o site criado para arrecadar doações para pagamento da multa do ex-deputado federal José Genoino, condenado na Ação Penal 470, alcançou, praticamente seu objetivo; segundo informou a família nesta sexta-feira (17), já foram arrecadados R$ 660 mil dos R$ 667 mil necessários; prazo determinado pelo juiz para o pagamento expira na próxima segunda-feira (20); ”
    (blog 247)

    Petistas e simpatizantes provam com todas as letras que “não abandonam companheiros sangrando à beira da estrada – isto é coisa do PSDB”.

  165. Patriarca da Paciência said

    “São bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade”, disse Constantino ao se referir a jovens pobres e negros das periferias que querem apenas ter acesso às coisas que o senso comum diz que significam sucesso: bens materiais”
    (blog 247)

    Finalmente as “zelites” conseguiram verbalizar aquilo que vinham tentando dizer faz tantos anos.

    Pois não é? Agora as coisas estão colocadas nos seus devidos lugares. Quer dizer que o janotinha de merda acha que os jovens pobres e negros são “inferiores”!

    Agora ele que aguente as consequências pela seu surto de sinceridade!

    Mas será que isso não é coisa da KGB?

    A KGB anda pregando muitas peças ultimamente!

  166. Pax said

    Brasil – um país de todos

    Será?

    http://vejasp.abril.com.br/materia/video-rolezinho-itaquera

  167. Pax said

    Tem a turma que adora achar que a culpa é do tal do PIG. Pois bem. Nunca adotei esta nomenclatura e sempre desconfiei dessa reclamação, da forma que é colocada. Idelber, mais uma vez, mata a pau (em seu Facebook):

    Idelber Avelar Guarani Kaiowá
    há 9 horas · Editado
    É uma graça ver os governistas brasileiros falarem de “PIG que quer derrubar a Dilma” quando a realidade continua mostrando, uma e outra vez, que sempre que estão em jogo os interesses dos poderosos, o governo e a grande imprensa estão juntinhos: foi assim na criminalização dos protestos de 2013, é assim com as remoções e violências da Copa do Mundo e é assim no caso da Usina de Belo Monte.

    Quem não assistiu ao Jornal Nacional hoje, per favore, clique aqui (http://glo.bo/9awZSP) e veja sete minutos e meio de pura propaganda de Belo Monte. Desta vez eles nem disfarçaram. Toda a matéria é narrada do ponto de vista da Norte Energia que, sabemos, vem mentindo descaradamente desde o início do processo. A matéria só repete os mantras “energia limpa”, “mais eficiente”, “abastecer 1/4 da população brasileira”, “em vez de alagar milhões de hectares”, “quando a usina ficar pronta, as críticas vão ser águas passadas” etc. Uma peça de propaganda que nada tem de jornalismo.

    Nada sobre as remoções sem indenização, nada sobre o dano ecológico, nada sobre a explosão da violência sexual, nada sobre o preço fictício do megawatt-hora no leilão, nada sobre o aumento de 1.000% no valor da obra, nada sobre o colapso em Altamira, nada sobre o curioso processo que é o dinheiro público financiando lucro privado, nada sobre o fim da navegabilidade da Volta Grande, da qual dependem os povos da região, nada sobre os especialistas que apontam que só com a recapacitação das usinas existentes o Brasil produziria muito mais que um Belo Monte inteiro de energia, nada sobre a insegurança alimentar trazida pelo fim da possibilidade da pesca. Nada sobre as violações da lei já apontadas incontáveis vezes. Só as maravilhas anunciadas pelo consórcio, que já se provaram falsas em Tucuruí, falsas em Jirau, falsas em Santo Antônio.

    Até mesmo a fala do representante do Instituto Socioambiental, que é contra Belo Monte, parece ter sido recortada para incluir somente a ressalva positiva que ele fez (o que não desculpa o representante do ISA, claro, que na melhor das hipóteses foi ingênuo).

    E a Globo é “o PIG que quer derrubar a Dilma”. An-ham.

    Para saber o que antropólogos, especialistas em energia não alinhados ao governo, o Ministério Público, lideranças indígenas e os povos da região têm dito sobre Belo Monte, continuo recomendando: “Cinquenta leituras sobre o ecocídio de Belo Monte, parte 1” http://bit.ly/sfMrEl e “Cinquenta leituras sobre o ecocídio de Belo Monte, parte 2” http://bit.ly/ziQJqY.

    Esta compilação bibliográfica que fiz está na internet há mais de dois anos, recebeu algumas centenas de milhares de visitas, foi citada algumas centenas de vezes, e até hoje governista nenhum respondeu aos argumentos que estão lá.

    Nem aos argumentos sociais e humanos, nem aos ecológicos, nem aos econômicos, nem aos energéticos.

  168. Pax said

    Marta condenada.

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2014-01-17/marta-suplicy-e-condenada-por-improbidade-administrativa-e-perde-direitos-politicos

  169. Pax said

    Falar bem de qualquer governo me parece coisa de coxinha, desculpem-me dizer. Haddad cometeu um erro que nunca sairá de sua biografia: abraçar Alckmin em Paris e apoiar a porradaria nos jovens que protestavam em junho do ano passado. É essa imagem que tenho dele aprioristicamente.

    Mas não posso deixar de elogiar essa iniciativa que tem agora. Tomara, muito, que dê certo. Tomara que não se mostre fraco e recue. Tomara que tenha culhão pra bancar o sucesso desse projeto. Confesso que duvido. Mas, de novo, tenho que elogiar, sim.

    http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,contra-cracolandia-haddad-da-casa-comida-e-emprego-a-usuario-de-droga-,1118556,0.htm

  170. Chesterton said

    Haddad transforma São Paulo num mega-favelão.

  171. Patriarca da Paciência said

    Meu caro Pax,

    realmente, você querer que 200 milhões de brasileiros sejam prejudicados para não incomodar 200 indígenas, é algo meio incompreensível.

    Parece aquela história que o Lula gosta de relembrar, quando a construção de uma ponte importantíssima para dois estados, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, foi embargada várias vezes devido a algumas pererecas nativas do lugar e que não poderiam ser incomodadas!

    É claro que nossos índios precisam ser respeitados. Infelizmente, devido ao contato com os “brancos”, agora precisam de vacinas, remédios, médicos, educação, tecnologia e tudo o mais. Já ouvi declarações de vários indígenas dizendo, “índio também gosta de conforto!” Quem não gosta?

    Agora, deixar dois terços do Brasil intocados, quando ainda há milhões de brasileiros necessitados, é algo incompreensível!

    Aí ficam falando que o Brasil “perdeu o bonde” porque não se abasteceu de energia!

    Mas como? Se para construir uma usina importantíssima, que irá produzir bem mais energia que o lado brasileiro da Itaipu, torna-se necessário todo dia derrubar embargos e mais embargos!

  172. Patriarca da Paciência said

    post, 163,

    O Brasil, dentro de no máximo dez anos, será o maior produtor de alimentos da Terra. Faz muitos anos é o maior produtor de café e cana de açúcar, se tornou o maior produtor de carne bovina, carne de frango, suco de laranja e vários outros produtos e, em 2013, se tornou o maior produtor de soja.

    Vai ser difícil superar os Estados Unidos em milho, mas também não é impossível!

    Só mesmo cego, surdo e doidim, como diz o Elias, para supor que o Brasil vai mal na agro-pecuária!

  173. Chesterton said

    Vai ótimo na agropecuária APESAR do pt, lulla, dilma, mst, intelectuais, esquerda, indigenistas, ambientalistas…quem segura a balança comercial são produtores PRIVADOS com capital próprio.

  174. Zbigniew said

    Haddad tem tentado, e dentro da arte do possível, deu passos importantes no âmbito social – inclusive de mobilidade – numa cidade extremamente complicada, dominada por uma oligarquia insensível e provinciana.
    Erros existem e devem ser apontados, mas os sucessos devem ser reconhecidos e celebrados.
    O Brasil dos governos petistas é bem melhor do que os dos governos anteriores e, cá pra nós, do que os dos tucanos em SP e MG, observando tratar-se de estados ricos, beneficiados por décadas de políticas centralizadoras de recursos.

  175. Zbigniew said

    A classe média meritocrática está perdida. Principalmente a “arrependida” de ter votado no PT. Não suporta o “Aecim”, nem o Dudu bornhauseano que se apresenta como o “novo”. Vai preferir o Randolfe, porque só ele para aplacar a sanha ética de uma política de puros por um Brasil melhor, seja lá o que isto represente. Mais um salvador da pátria para modificar os costumes a fogo e ferro, para colocar os criminosos do Congresso nos eixos.

  176. Zbigniew said

    Enquanto isso o Judiciário barbosiano continua sua trajetória impassível e contínua de servir SEMPRE a interesses poderosos política e economicamente falando. À frente um presidente comprometido com seus próprios interesses, passando por cima de práticas jurídicas codificadas, sob os aplausos daqueles que acreditam no momento redentor da AP 470, tal qual o brado do Ipiranga retratado por Debret..

  177. Otto said

    Conta na Suíça de Pizzolato é novo factóide?

    Miguel do Rosário

    A pauta do mensalão é cansativa. A mídia tenta se impor pelo cansaço. É humanamente impossível rebater a contento a artilharia diária de mentiras, distorções e manipulações.

    Em se tratando de Henrique Pizzolato, acusá-lo virou uma espécie de esporte, praticado inclusive por pessoas de boa fé, não ligadas à mídia. Em novembro do ano passado, até mesmo o nosso velho Nassif, ao escrever um post em que denuncia o erro da Procuradoria e do Judiciário no caso Visanet, pois o dinheiro teria sido regularmente usado em campanhas publicitárias, vem com uma acusação insólita:

    “Antônio Pizzolato cometeu crime, sim, mas de outra natureza e gradação. Trabalhou para antecipar o pagamento à DNA, antes de executados os trabalhos. Aplicando no mercado financeiro, a DNA teve um lucro estimado de R$ 2 milhões. Em troca, Pizzolato recebeu os R$ 326 mil de Marcos Valério, que provavelmente não se destinavam ao caixa do PT, conforme alegado por ele.”

    É surreal. Em primeiro lugar, quando se trata de acusar Pizzolato, parece que todos os cuidados se esvaem. Nassif não se preocupa sequer em escrever seu nome corretamente. Não é “Antônio Pizzolato”. É “Henrique Pizzolato”. E o erro continua lá, três meses depois…

    Em segundo lugar, os documentos mostram que Pizzolato não tinha nenhuma ingerência sobre os fundos da Visanet, cuja gestão financeira estava a cargo de outros servidores. Como pode ter “trabalhado” para pagar antecipadamente à DNA?

    Em terceiro lugar, a DNA vinha recebendo esse tipo de antecipação há muitos anos, muito tempo antes da entrada de Pizzolato na direção de marketing do Banco do Brasil. Se você ler o Laudo 2828, ou as auditorias do Banco do Brasil sobre a relação entre a DNA, o BB e a Visanet, encontrará um monte de advertências contra eventuais irregularidades (não necessariamente criminosas), mas as principais delas aconteceram antes da entrada de Pizzolato.

    A grande ironia é que a gestão de Pizzolato promoveu uma série de reformas no sentido de dar mais transparência e rigor aos contratos publicitários do Banco do Brasil. E que, durante sua gestão, o Banco do Brasil conseguiu ampliar de maneira espetacular o seu market share no uso de cartão de débito no país.

    Hoje a própria defesa de Dirceu é a primeira a afirmar que o desvio de R$ 74 milhões do Fundo Visanet – do qual se acusa Pizzolato – é o pilar de toda a farsa da Ação Penal 470.

    E agora, a mídia aparece com outra informação bombástica: Pizzolato teria movimentado conta na Suíça com até 2 milhões de euros.

    Parentes de Pizzolato contatados pelo blog, que ainda tem contato com o mesmo, negaram peremptoriamente a existência de tal conta. E perguntam:

    “Que conta é essa, tão secreta, que não se sabe nem o banco?”

    De fato, as notícias sobre a conta na Suíça de Pizzolato não poderiam ser mais vagas.

    Hoje, o Globo repercute a notícia. Como todos os outros jornais, a fonte é o Estadão, agora convertido em fonte primária. Folha, Veja, Brasil 247 também deram a notícia sobre a conta , sempre citando o Estadão, como se o Estadão fosse o próprio governo Suíço.

    Só que o próprio Globo, ao publicar a matéria, traz uma informação contraditória, escondida envergonhadamente ao final dela:

    ScreenHunter_3187 Jan. 18 10.14

    Ué, a própria nota do Globo inicia dizendo que “autoridades brasileiras e suíças investigam uma conta secreta movimentada por Henrique Pizzolato”. Como é que, após tal início, a matéria desmente a si mesma dizendo que as autoridades suíças “desconhecem” qualquer cooperação neste sentido?

    Essa nova informação da Globo desmente todas as notícias anteriores. E aí? É incrível como, em se tratando de mensalão, qualquer preocupação com objetividade, coerência, ou simples bom senso, vão para o beleléu.

    Estaremos diante de mais um factóide? De mais uma mentira?

    Os familiares de Pizzolato lembram que uma das primeiras medidas da Justiça, quando começou a investigar o réu, foi quebrar todos os seus sigilos. Com anuência do próprio Pizzolato, que considerava isso uma questão de honra. Sua vida financeira e fiscal foi devassada em mais de 25 anos. Não se encontrou nada.

    E agora descobrem uma conta de 2 milhões de euros na Suíça? No caso das contas suíças dos trensaleiros, sabemos o banco, o número da conta, há documentos, datas de saques e depósitos. Com Pizzolato, não há necessidade de nada disso. Não se informa banco, nem número da conta, nem nada. É apenas uma “suposta conta”, que ele “supostamente” teria utilizado.

    Ora, sou um blogueiro adulto. Não me surpreenderia se até o Papa tivesse uma conta secreta na Suíça. Ficaria espantado, até mesmo decepcionado, se descobrisse que Pizzolato escondia uma gorda conta secreta na Suíça. Mas não seria a primeira vez que teria esses sentimentos, nem isso mudaria a minha convicção, baseada em documentos, de que o dinheiro da Visanet não foi desviado, nem era público.

    Se o Estadão e as misteriosas autoridades que lhe deram a informação, apresentarem provas convicentes sobre a tal conta na Suíça de Pizzolato, aí sim, poderem cogitar em levar o assunto a sério. E mesmo assim, ainda terei de investigar por conta própria, porque infelizmente não dá para acreditar em nada do que diz a mídia brasileira, sobretudo quando o tema é mensalão.

    Só que não posso levar a sério esse tipo de acusação, apresentada sem nenhum tipo de prova, ainda mais considerando o histórico de mentiras que caracterizou toda a Ação Penal 470.

    Se a mídia ou “autoridades” têm alguma prova de que Pizzolato tem “conta secreta” na Suíça, terão que oferecer alguma coisa mais concreta. Não existe “suposta conta”, ninguém faz “supostos saques”. Ou a conta existe ou não. Ou se faz saque ou não. Quando eu disse que a família Marinho, proprietário da Globo, tinha conta no Panamá, eu apresentei documento. Quando dei o furo da sonegação da Globo, apresentei documentos. Temos que nos acostumar a só fazer acusações se há provas para fazê-las. Da mesma forma, só devemos acreditar em acusações minimamente embasadas em provas.

    Da parte das fontes no Brasil, também nota-se algo estranho. Os jornais ora falam que é a Polícia Federal que investiga a suposta conta de Pizzolato na Suíça, ora falam que é o “governo do Brasil”, ou “governo brasileiro”.

    Mas também não há nenhuma identificação. Nenhum delegado, nenhum departamento específico da PF, nada. O Brasil 247 ilustra o post em que reproduz a matéria do Estadão com uma foto do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso; só que o Cardoso não deu nenhuma declaração sobre a suposta conta na Suíça de Pizzolato. Ao contrário, afirma outra coisa, que desvia o assunto para outra esfera:

    “Caso o governo italiano entenda que ele não possa ser extraditado, a alternativa será voluntária do governo brasileiro. Enviaremos cópia para que a Justiça italiana o processe lá. Se ele for condenado como cidadão italiano, cumprirá pena lá”, declarou Cardozo, esclarecendo que, por ter cidadania italiana, um eventual pedido de extradição de Pizzolato poderia ser negado.

    A declaração de Cardoso foi imediatamente abafada por toda a mídia, que morre de medo de que o mensalão seja investigado na Itália, por um Judiciário fora de sua zona de influência.

    O fato é que o mensalão, enquanto um processo político, não é, definitivamente, uma página virada. Muitas águas correrão ainda por essa ponte…

    – See more at: http://www.ocafezinho.com/2014/01/18/conta-na-suica-de-pizzolato-e-novo-factoide/#sthash.tnSrR6gX.dpuf

  178. Patriarca da Paciência said

    “Quando questionado se havia preocupação de “espalhar” a Cracolândia por outras regiões da cidade, como aconteceu em uma operação há dois anos, Haddad afirmou que isso não deve acontecer pois essas pessoas não estão sendo expulsas.

    “Estamos integrando elas a um programa de trabalho e saúde. A parte assistencial foi muito bem conduzida e agora entra a parte de saúde e trabalho. O trabalho é para que tenham uma condição de dignidade, para comprar um sapato, uma meia, pasta de dente, coisa mínima. Os centros de apoio darão oportunidade de tratamento de saúde e boa parte vai conseguir deixar a droga”, disse.

    Para o prefeito, o trabalho irá demorar para ser solucionado, mas necessitava de uma ação da administração municipal. “Isso não se faz da noite pro dia porque são muitos anos de drogadição, mas eles terão força de vontade pra sair. Aqueles que pedirem um tratamento mais forte, o governo do estado colocou leitos à disposição. Foi conversado longamente com o próprio governador que por horas explicamos qual era a estratégia da prefeitura e tivemos o apoio. Não podemos em três dias resolver um problema de dez anos. Temos de ter paciência porque não podemos fazer isso com violência”, explicou.”

    Eis aí a grande diferença! INCLUSÃO, NÃO ELIMINAÇÃO OU EXCLUSÃO!

    O pessoal da direita prega simplesmente a ELIMINAÇÃO OU A EXCLUSÃO! Como “a cada ação, corresponde uma reação, em sentido inverso e com a mesma intensidade”, o resultado é simplesmente uma GUERRA!

    Como diz o Bisol, “a política brasileira é de ELIMINAÇÃO do adversário e não de simplesmente vencê-lo”.

    Enquanto não perdermos esse velho ranço de nos julgarmos no “direito” de eliminar o adversário, em vez de procurar a convivência e a competição saudável, não encontraremos soluções definitivas para nada!

    Haddad está no caminho certo ! A aposta de Lula na RENOVAÇÃO do PT torna-se cada vez mais viável!

    Eu aposto no Haddad para o presidente do Brasil, daqui a alguns anos!

  179. Zbigniew said

    Parece que o PT não é tão odiado assim.
    “Felizes com a colaboração de brasileiros de diversas partes do Brasil e do mundo, familiares e amigos do ex-presidente do PT, José Genoíno, anunciaram na sexta-feira, dia 17, que praticamente bateram a meta de arrecadação para pagamento da multa do petista com o Supremo Tribunal Federal (STF).

    Em apenas oito dias, o site em apoio a Genoíno arrecadou R$660 mil dos R$667 mil necessários para o pagamento da multa do ex-deputado com a Justiça, após a condenação dele no caso do “Mensalão”.

    A multa foi imposta a Genoíno pelo juiz da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, indicado pelo presidente do STF para executar as penas dos réus condenados no processo do chamado “mensalão”.

    O prazo determinado pelo juiz para o pagamento da multa expiraria no dia 20 de janeiro e a família do ex-deputado não tinha recursos para bancar a despesa. A venda do único imóvel que eles têm no bairro do Butantã, Zona Oeste de São Paulo, chegou a ser cogitada para o pagamento da multa.

    Entre as doações ao petista está um quadro do artista plástico Enio Squeff, nascido em Porto Alegre e radicado em São Paulo, que será leiloado para completar a “vaquinha” em favor dos familiares.”

  180. Otto said

    O ciclo do PT ainda não e esgotou, Pax.

    Com a reeleição e Dilma, serão 16 anos.

    Os democratas ficaram 20 com Roselvet!

  181. Pax said

    Meu caro Patriarca, (em #171)

    Você tem todo direito de achar que Belo Monte é uma questão de somente “200 indígenas”. E eu tenho todo direito de achar que você é bastante desinformado sobre a questão.

    Se tiver saco, dá uma lida, mesmo que de través, nos links que o Idelber coloca acima.

    Aqui somente um deles, que fala sobre algumas mentiras sobre o orçamento de Belo Monte e a quem mesmo interessa essa obra.

    http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4045:belomonte091209&catid=69:especial-belo-monte&Itemid=179

    Mas não se contente com esse link não, há dezenas.

    Agora, se você quer ficar na torcida empedernida, é um direito totalmente assegurado teu, é o teu livre arbítrio, afinal.

  182. Zbigniew said

    Belo Monte é estratégica. Um país como o Brasil não pode abrir mão de uma fonte dessas.

  183. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    li o artigo. Apenas formula uma porção de hipóteses sem apresentar um único fato concreto. Até parece a famigerada ação penal 470!
    O rio Xingu é imenso, um dos maiores rios do mundo, não fosse um afluente do rio Amazonas. As chuvas que caem na nascente do rio, muito tempo depois chegarão à foz, , onde justamente se localiza a barragem.

    Essa história de “vazão inconstante” não se sustenta.

    A floresta amazônica, por onde 100% do rio passa, está intacta, inclusive o rio banha o famoso Parque do Xingu, uma das maiores reservas do mundo! Maior que muitos países!

  184. Patriarca da Paciência said

    Alto Xingu[editar | editar código-fonte]
    O rio Xingu nasce em Mato Grosso, ao norte da região do Planalto Central, na união entre as serras do Roncador e Formosa, aos 600m de altitude. O rio se alimenta com a confluência de três rios principais: pelo oeste, o rio Ferro (400 km), que recolhe as águas do lado oriental da Serra Formosa, com seus afluentes Steinen, Ronuró e Jabota; pelo sul, o rio Betavil (330 km); e pelo leste, o rio Culuene, o mais importante e caudaloso, um grande rio de 600 km de extensão que recolhe as águas do lado noroeste da Serra do Roncador e possui muitos afluentes, como os rios Auiita, Culiseu, Tanguro, Sete de Setembro y Conto de Magalhães. O rio Xingu tem suas fontes em uma região onde outros importantes rios brasileiros também nascem, como o rio Teles Pires y o rio Guaporé, afluentes do rio Amazonas, ou o rio Cuiabá, que deságua na Bacia do Rio da Prata, a mais de 4.000 km de distância.
    A região de sua nascente está no Parque Indígena de Xingu. O rio Xingu corre em seu curso alto na direção sul, dentro do parque, por uns 150 km, um trecho em que recebe vários afluentes, como os rios Manissauá-Miçu, Arraias e Suiá-Miçu (450 km). Ao sair do parque entra na Área Indígena Jarina, onde recebe os rios Huaiá-Miçu, Aiuiá-Miçu e Jarina. Neste trecho o rio é atravessado a unos 40 km a oeste de São José do Xingu (5.267 hab. en 2010 pela rodovia BR-80, em uma prolongamento que a liga com Brasília.
    Médio Xingu[editar | editar código-fonte]
    O rio cruza a fronteira com o estado do Pará, onde corre quase unicamente pelo município de Altamira (que com 159.696 km², é o maior município do Brasil e do mundo). Recebe pela direita o rio Liberdade (450 km), o Paz e o rio Porto Alegre. Neste trecho médio, o rio é o limite ocidental por mais de 100 km do território indígena Kapayó, que o cruza em um de seus extremos. O curso do rio dentro do território Kapayó é muito acidentado, com as cachoeiras Ananá e a corredeira Porto Seguro. Ao sair da área indígena segue o curso caudaloso, com as cachoeiras de Mucura e Gorgulho do Santo Antônio, antes de chegar à primeira localidade de importância nas margens do rio, São Felix do Xingú, onde recebe pela direita outro de seus principais afluentes, o rio Fresco (560 km).
    Continua descendo por uma região pouco habitada, tornando-se cada vez mais largo, em um curso com muitas ilhas, bancos de areia e cachoeiras. Neste trecho recebe vários afluentes, como os rios Triunfo, Pombal, São José e Pardo, que marca o início de um novo território indígena, o dos Araweté / Igarapé-Ipuxina. Limite da área indígena, o rio corre em um trecho curto entre duas novas áreas indígenas menores, a de Koatinemo, a leste, e a de Cararaô, a oeste. O rio recebe pela esquerda o principal de seus afluentes, o rio Iriri, de mais de 1.100 km de extensão.
    Baixo Xingu[editar | editar código-fonte]
    Se inicia o curso baixo do rio Xingu, com um curso muito largo e com muitas localidades em suas margens, algumas de certa importância: Novo Acordo, Altamira (96.842 hab. em 2008), Paquicama, Belo Monte do Pontal, Vitória do Xingu (13.480 hab.), Aricaria e Senador José Porfírio. Nestr trecho recebe pela direita as águas do rio Bacajá. A rodovia Transamazônica atravessa o rio Xingu em um serviço de balsas em Belo Monte, conectando-se a Altamira, pela outra margem.
    A partir de Aricaria, o rio Xingu se abre em um lago imenso, ou estuário. No fim suas águas se misturam com as do rio Amazonas, através de um arquipélago coberto de florestas, entre as quais se sobressai a ilha de Urucuri por seu tamanho, com quase 40 km de longitude. Quase na desembocadura, recebe pela margem esquerda seu último afluente, o rio Jarauçu. Em todo o trecho final do estuário, percebe-se o efeito da maré.
    Bacia[editar | editar código-fonte]
    A bacia do rio Xingu compreende uma superfície de 531.250 km2, uma superfície maior que a da Espanha, o que faz dela a 54ª maior do mundo. Ela cruza dois grandes biomas do Brasil, o Cerrado e a Floresta amazônica.
    História[editar | editar código-fonte]

    No Alto Xingu havia um território antropogênico indígena auto-organizado, incluindo depósitos férteis de terra preta, com uma rede de núcleos políticos e estradas que cobriam uma região de 250km.1
    Parque Indígena do Xingu[editar | editar código-fonte]

    Na região de sua cabeceira abriga o Parque Indígena do Xingu, o primeiro parque indígena do Brasil, criado por Darcy Ribeiro em 1961, após a expedição dos Irmãos Villas-Bôas no começo dos anos 1940 durante o Estado Novo de Getúlio Vargas. Foi o maior parque indígena do mundo na data de sua criação, tendo uma extensão territorial comparável à da Bélgica. É a principal fonte de água e alimentos para uma população de cerca de 5.500 indígenas de quatorze etnias diferentes pertencentes às quatro grandes famílias linguísticas indígenas do Brasil: caribe, aruaque, macrotupi e macrojê. Constantemente ameaçado pela expansão da fronteira agrícola, com o consequente desmatamento na região de seus principais formadores, que se encontram todos fora da área do Parque.
    Usina de Belo Monte[editar | editar código-fonte]

    O governo federal do Brasil está construindo a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que será a terceira maior usina hidrelétrica do mundo no Baixo Xingu. A construção da usina está atualmente sendo disputada judicialmente por grupos indígenas e ambientalistas, que afirmam que a usina terá impactos sociais e ambientais negativos, ao mesmo tempo em que reduzirá o fluxo do rio em até 80% num trecho de 100km conhecido como Volta Grande.2
    Na cultura popular[editar | editar código-fonte]

    É o nome de um conto de Edith Wharton de 1911.
    “Xingu” é o nome de uma canção no álbum Waterfall Cities de Ozric Tentacles, lançado em 1999.
    O rio é homenageado em uma música no álbum do Aguas da Amazonia do compositor Philip Glass com a banda brasileira de percussão alternativa de Belo Horizonte, Minas Gerais, Uakti.
    Uma cerveja é produzida perto do rio e comercializada internacionalmente com o nome “Xingu”.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Xingu

    É o nome do filme Xingu, longa-metragem de Cao Hamburger, lançado em 2012. O filme conta a trajetória dos irmãos Villas-Bôas a partir do momento em que se alistam para a Expedição Roncador-Xingu, parte da Marcha para o Oeste de Getúlio Vargas, em 1943.

  185. Chesterton said

    ENQUANTO O BRASIL DEBATE “ROLEZINHOS”, CIÊNCIA E TECNOLOGIA AVANÇAM NO MUNDO CIVILIZADO. TÁXIS FLUTUANTES COMEÇAM A FUNCIONAR EM ISRAEL NESTE ANO DE 2014!

    Quando ouço ou leio sobre as bizarras reuniões destinadas a solucionar o que na novilíngua politicamente correta denominam “mobilidade urbana”, sempre costumo afirmar que não passam de bobagens promovidas por gente idiota metida a especialista e cercada de jornalistas completamente desinformados que levam a sério esses convescotes cretinos e transformam um turbilhão de idiotice em notícia pretensamente jornalística.
    Enquanto o Brasil sob o reinado do PT do mensalão, dos “rolezinhos” e black blocs sociológicos é petrificado pela idiotice comunista, os países verdadeiramente democráticos e genuinamente capitalistas avançam de forma vertiginosa no âmbito da ciência e sua aplicação, ou seja, a tecnologia.
    É o caso de Israel, um pequenino país cercado por todos os lados pelos fanáticos islâmicos que desejam varrê-lo do mapa. Israel tem uma população de cerca de 7 milhões de pessoas, ou seja, do tamanho da população de Santa Catarina. Está edificado num pedaço de terra minúsculo e inóspito. No entanto, Israel é um dos países mais avançados do mundo em ciência e tecnologia!
    Este post devo ao excelente blog Notícias de Sião, editado por um brasileiro que vive em Israel. Leiam o que ele noticia e vejam se não é uma excelente alternativa para a tal “mobilidade urbana”, conceito que confere um suposto verniz de racionalidade e inteligência a um monte de bobalhões que gastam à farta o dinheiro público em seminários e reuniões para tentar resolver o problema caótico do trânsito no Brasil. E não acrescentam nada, nada!
    O que me entusiasma é ter a certeza que logo ali, mais adiante, os veículos de transporte coletivo serão completamente assépticos em todos os níveis. Com a vantagem de não terem nem motorista, nem cobrador, nem catraca, nem cartão magnético. Por isso mesmo, também o público estará livre da maldição dos sindicaleiros profissionais e suas greves. Computadores de altíssima performance comandarão todo o sistema. O público utilizará apenas um iPhone para comprar passagens. Só! Adeus filas! Adeus bate-paus incendiários do PT.

    http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/01/enquanto-o-brasil-debate-rolezinhos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+BlogDoAluizioAmorim+(BLOG+DO+ALUIZIO+AMORIM)

  186. Pax said

    O ciclo do PT não se esgotou. Disso tenho certeza.

    O PT é que se esgotou. Virou – uma enorme parcela, incluindo sua direção – um puta esgoto.

    Dilma vai ganhar 2014. Provável que em 1o turno.

    E o PT vai piorar ainda mais. Teremos modelito Sarney associado ao modelito Malafaia. Que será o fim de qualquer futuro apreciável para o PT.

    Mas é a opção do poder pelo poder. Como respeito o livre arbítrio das pessoas e agremiações, só posso lamentar.

  187. Patriarca da Paciência said

    Renda per capita:

    Listenstaine 141,100 2008 – 1º
    Catar 104,300 2011
    Luxemburgo 81,100 2011 2º
    Mónaco 63,400 2009 3º
    Singapura 60,500 2011 4º
    Ilhas Falkland 55,400 2002 5º

    Israel 31.400,00 2011 35º
    (Fonte Cia World Factbook)

    Ou seja, mesmo as “Ilhas Malvinas” tem uma renda per capita quase duas vezes a de Israel!
    Listenstaine quase cinco vezes a renda per capita de Israel.

    Pelo jeito, o Capitalismo de Israel não é tão bom assim! Aliás, Israel foi criado como um Estado socialista e, até hoje, talvez seja bem mais socialista que o Brasil !

    Caro Pax,

    pode ficar tranquilo, o Brasil não acabou em 2013 mas… de 2014 não passa!

  188. Patriarca da Paciência said

    Esqueci de observar que as maiores rendas per capita do mundo, do 1º ao quinto lugar, são todos países bem menores que Israel!

  189. Chesterton said

    Patriarca, tua burrice não me comove mais.

  190. Chesterton said

    A Justiça quer saber se o chefe da quadrilha do mensalão fica com telefone à noite no presídio – algo terminantemente proibido, qualquer que seja o réu, qualquer que seja a pena:

    A pedido da Justiça, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal abriu processo administrativo para investigar se o ex-ministro José Dirceu usou um celular dentro da penitenciária da Papuda, onde está preso desde novembro, para conversar com um secretário do governo da Bahia.

    A coluna Painel, da Folha, revelou ontem que James Correia, titular da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração na gestão Jaques Wagner (PT), confirmou que conversou com o petista no último dia 6 pelo celular de um amigo em comum que visitava o ex-ministro na Papuda.

    O prazo para a conclusão da investigação é de 30 dias, informou a Secretaria de Segurança do DF, em nota. De acordo com a secretaria, só o juiz da VEP (Vara de Execuções Penais), Bruno Ribeiro, pode definir alguma punição a Dirceu caso fique comprovado que ele falou ao telefone dentro da prisão. Ontem, Ribeiro visitou a Papuda.

    A entrada de celulares no presídio é proibida e, de acordo com a Lei de Execuções Penais, configura falta grave utilizar aparelho telefônico “que permita a comunicação com outros presos ou com o ambiente externo”.

    chest- as mães agora para tentar acalmar seus filhos rebeldes dizem em bom tom…” se você não se acalmar vou chamar o Zé Dirceu!”

  191. Chesterton said

    que ironia…com fotos

    http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/sem-categoria/resgate-de-cubanos-em-alto-mar-por-navio-da-disney/

  192. Chesterton said

    http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/acre-quer-fechar-fronteira-e-impedir-entrada-de-haitianos-ou-pimenta-no-olho-dos-outros-e-refresco/

  193. Chesterton said

    Alguns esquerdistas que frequentam diariamente meu blog indicaram um texto de uma cientista social e antropóloga (tinha que ser!) como se fosse uma pá de cal me enterrando de vez, com argumentos supostamente irrefutáveis contra a tese da esquerda caviar.

    Essa gente precisa desesperadamente de algum apoio, pois não aprendeu a pensar por conta própria e tampouco deseja um debate sincero sobre ideias. “Ela te humilhou!”, eles bradam, como fazem em relação ao debate que travei, anos atrás, com Ciro Gomes (truculência e monopólio da palavra viraram sinônimo de vitória em debate por aqui, e dane-se o argumento).

    O nome dela é Rosana Pinheiro-Machado (foto). Seu blog já mostra o sensacionalismo na largada, com a foto de uma mulher pobre tentando vender comida no semáforo, com cara triste. Logo abaixo, sua própria foto, sorrindo, jogando a cabeça para trás, maquiada e com cabelos bem cuidados. Legítima esquerda caviar.

    Pois bem, uma vez que a moça é professora em Oxford e bate em alguns pontos bastante repetidos por aí, creio que vale o ping-pong. Ela em vermelho, eu em azul, como de praxe:

    “Esquerda-caviar” (*) é nova expressão inventada por gurus da direita conservadora e reacionária. E como muitas expressões levianas, elas se espalham por meio de um bando de seguidores, os quais, sem saber exatamente o que isso significa, reproduzem uma ideia falaciosa: a de que a esquerda tem que ser paupérrima. Mas só para começar a nossa discussão, é bom lembrar que a pobreza é uma invenção do capitalismo.

    Aqui confesso quase ter desistido. O tempo é valioso. Como é que é? A pobreza é uma invenção do capitalismo? Quer dizer que todos eram ricos antes do advento capitalista e da revolução industrial? A senhora não sabe que Adam Smith escreveu seu clássico sobre a riqueza das nações justamente porque a perplexidade era como algumas poucas nações conseguiam enriquecer, enquanto todos viviam na maior miséria?

    O estado natural da humanidade é a pobreza. Lutar contra a natureza não é fácil. A população ficou estagnada durante séculos, e de repente deu um baita salto. Graças ao capitalismo! Foi ele que tirou milhões da miséria. Os países que ainda estão longe do capitalismo são os mais miseráveis. A afirmação da antropóloga é tão absurda que deveria chocar. Só não o faz porque é uma estupidez bastante repetida pelos nossos professores marxistas, que pensam que riqueza brota do solo ou cai do céu, e que basta distribuir melhor. Roberto Campos nela:

    “Os socialistas, e em especial os marxistas, sempre pensaram que existia um estado natural de abundância. Nada mais simples, portanto, que a economia de Robin Hood: tirar dos ricos para dar aos pobres.”

    Nesses livros escritos por uma corja de gente que não toma banho, eu nunca aprendi que eu não poderia consumir. Eu apenas aprendi que havia algo errado no mundo: alguns têm muito e outros – a grande maioria – têm muito pouco. Os que têm pouco não possuem instrumentos para reverter esse quadro porque historicamente foram roubados por quem tem muito. Assim, eu, uma pessoa de classe média, tornei-me socialista. Ou quiçá, uma integrante da esquerda caviar.

    Uma vez mais, a velha falácia de economia como jogo de soma zero. Pedro é rico porque João é pobre. O que seria da esquerda sem esse engodo? Quer dizer que Steve Jobs ficou bilionário porque roubou dos africanos? Conta outra! A riqueza no mundo como um todo é crescente, graças aos ganhos de produtividade do capitalismo. Mas se ainda existem muitos pobres, isso se deve normalmente aos obstáculos criados pelo intervencionismo estatal, defendido pela esquerda.

    Vários milionários americanos ficaram ricos abrindo empresas em garagens com capital extremamente limitado. Exploraram quem? O povo pobre do Piauí? Os miseráveis do Maranhão? E eu poderia jurar que as oligarquias locais e o coronelismo nordestino, aliados do PT de esquerda, tinham responsabilidade por isso, e não o capitalismo liberal. Acorda!

    Só mais uma coisa: claro que ela era de classe média, provavelmente de classe média alta! Proletário nunca quis fazer revolução comunista, e trabalhador quer melhorar de vida, em vez de estudar antropologia e culpar os ricos pela pobreza alheia. É a classe média alta, com estabilidade de emprego, que adora uma revolução socialista, como expliquei no livro (que ela não leu).

    Na primeira versão deste texto que aqui apresento, este exato paragrafo iniciava-se com uma série de mea-culpa sobre meu background familiar e até meus atos de consumo do dia-a-dia. Também pensei em explicar porque um conhecido meu comunista tem uma caminhonete. Ele tem sido acusado nas redes sociais de esquerda-caviar por ter um adesivo de Che em um carro dos sonhos da direita. Quanta contradição! Comunistas deveriam andar a cavalo! Ainda eu poderia responder a Rodrigo Constantino, que teve a infelicidade de dizer que a deputada Manuela Dávila, uma vez dita comunista, não poderia optar por ser feliz em sua vida conjugal, já que isso significava uma vida liberal burguesa.

    Acho que a antropóloga precisa retornar aos livros de seus gurus. Leu mesmo Marx? Leu Che? Comunismo não era aquele que defendia o fim da propriedade privada? Então não é incoerente um comunista com um carrão importado? Então não é contraditório uma comunista que coloca a própria felicidade, sua e de sua família, acima dos interesses do Partido e da causa revolucionária, preferindo posar para revista de patricinhas?

    Será que a antropóloga, que dá aulas em Oxford, realmente não sabe que os comunistas sempre ridicularizaram a busca individual pela felicidade, como coisa de pequeno-burguês, ainda mais com interesses tão mesquinhos como a vaidade de ficar bonita na foto em uma revista feita sob medida para burgueses?

    Apesar de escrever coisas que configuram uma ignorância tremenda – como no caso da deputada – o guru da Veja, Rodrigo Constantino, não é nada ignorante. Ele certamente sabe que a esquerda pode se casar e ser feliz. Ele é apenas da extrema direita e tem um papel messiânico de espalhar medo e desinformação sobre a esquerda. (Permita-me, por favor, abrir um parêntese: como é interessante usar a expressão ‘messiânico’ para se referir a alguém da direita – esta palavra tão usada para classificar a nós, da esquerda radical e que-deveria-ser-fedorenta). Ainda pior que esse sujeito que intencionalmente joga claro sua posição politica, são aqueles que, sem qualquer conhecimento do que é o socialismo, saem reproduzindo essa falácia nas redes sociais.

    Obrigado por não me achar ignorante. Gostaria de poder dizer o mesmo a seu respeito. Mas quando vejo a acusação de que sou de “extrema direita”, não consigo. O que é isso? Não vai dizer que é o nacional-socialismo de Hitler, que odiava o capitalismo liberal e disputava almas com os comunistas?! Hayek era de “extrema direita”? Defender o livre mercado é de “extrema direita”? O nível é mesmo muito fraco desses professores esquerdistas.

    Já sobre messianismo eu prefiro deixar com a esquerda. Culto da personalidade, pai dos pobres, salvador da Pátria, ídolo Che Guevara, El Comandante Fidel Castro, enfim, quem adora um messias é a esquerda revolucionária. Os liberais clássicos e os conservadores preferem a sabedoria da tradição, sem esse peso todo em heróis que vão concentrar o poder para fazer a “justiça social”.

    ( o autor é R Constantino da Veja)

    Como justificar que o capitalismo é melhor se um socialista também tem pequenos prazeres materiais e simbólicos? Se essa pessoa foi educada que, no socialismo, as pessoas compartilham escovas de dente, como aceitar e justificar que um sujeito da ideologia perigosa tem um carro melhor que o meu? Se o cara tem um carrão, porque ele não fica feliz de ele ser o 1% da população mundial? Para que complicar as coisas e ainda querer mais igualdade? Isso realmente fica fora da cartilha da extrema direita. O mais fácil mesmo é desqualificar os socialistas, como sujeitos contraditórios.

    Pequenos prazeres materiais e simbólicos? Pausa para rir. Para rir muito! Se a antropóloga tivesse lido meu livro, saberia que esses “pequenos prazeres” da esquerda caviar envolvem jatos particulares, mansões, luxos que fariam um rei corar de inveja, coberturas milionárias, apartamentos para as férias em Paris, etc. São esses os “pequenos prazeres materiais” da esquerda caviar?

    Querer “igualdade” dirigindo uma Ferrari é mole! Basta falar que gostaria que todos tivessem uma igual, e continuar circulando com a sua, bem diferente, bem desigual. Tem otário que cai nessa! Tem até professora em Oxford que vai nessa!

    Sinto muito. A esquerda consome e também goza de pequenos prazeres das coisas materiais. Mas existe uma grande diferença entre isso e o acúmulo de propriedade privada. Essa diferença é ética: a não ostentação, o não excesso e a consciência da origem dos produtos e das questões injustas de propriedade intelectual. Difícil definir o limite dessa ética? Sim, muito difícil, ainda que a própria acepção filosófica da palavra ética já resolva essa dificuldade.

    E ela repete os pequenos prazeres! Mas atentai: a diferença é ética! É que essa gente não ostenta, sabe? Por isso não vemos excessos na vida das celebridades que adoram Che Guevara. Quem ostenta mesmo são os liberais, claro. Hayek ou Mises, por exemplo. Roberto Campos, aqui no Brasil. Que ostentador! Compare isso ao estilo de vida de Sean Penn ou Barbra Streisand, dois ícones da esquerda caviar retratados no meu livro (que ela não leu). Piada!

    A injustiça da propriedade intelectual é mesmo um problema e tanto para essa turma. Vide a reação sobre as biografias não-autorizadas. O maior problema para eles, reunidos na ONG Procure Saber, liderada por Paula Lavigne, era o artista ficar sem ganhos extras com livros sobre suas trajetórias.

    Tempos atrás eu vi algo no Facebook que dizia “socialismo não é ser contra i-phone, mas a favor de que todos tenham um i-phone”. Eu discordo. Um produto de uma empresa que explora o trabalho escravo, entre outros problemas, não é o melhor exemplo do que significa socialismo. Mas a ideia que está por trás dessa frase está correta. Socialismo é uma sociedade democrática e mais igualitária em que todos possam ter as mesmas condições de partida. E nessa sociedade as pessoas compram o que quiserem – até mesmo um i-phone, se for o caso. Socialismo é a luta pela participação política de todos os sujeitos na sociedade e contra o monopólio das grandes corporações.

    A Apple explora trabalho escravo? Eu poderia jurar que todos os seus funcionários escolheram, voluntariamente, trabalhar lá. E quem quiser sair, tenho bastante convicção de que não será ameaçado com o uso de coerção física pelo CEO.

    Todos comprarem o que quiserem. Que coisa linda! Eu quero uma Ferrari. Vou virar socialista então. Quero uma Ferrari! Onde já se viu o monopólio da corporação Fiat, a única que fabrica as Ferraris? Nada disso! Só os artistas ricos da esquerda caviar podem comprar um carrão desses enquanto pregam o socialismo? Quero a minha Ferrari!

    A ideia socialista de igualdade e liberdade é ameaçadora porque fere a distinção social brasileira, fonte de grande prazer de poucos. Mas os tempos estão mudando. E todos nós agora queremos caviar. E mais: entendemos que a ausência de caviar é apenas uma questão política e não de mérito.

    Todo socialista deveria bater na boca ao pronunciar a palavra liberdade. Quando foi que o socialismo preservou a liberdade? Aguardo uma resposta da estudada antropóloga. Há liberdade em Cuba? Na Coreia do Norte? Havia na União Soviética? Na China de Mao? No Camboja de Pol-Pot?

    A ausência de “caviar” é apenas uma questão política. Ou seja, basta o governo resolver distribuir para todos! Mérito? Isso é coisa de liberal da “extrema direita”. Onde já se viu falar que alguns trabalham mais que outros, são mais competentes, mais criativos, mais aptos, mais habilidosos e mais capazes de satisfazer a demanda alheia? Claro que não! Abaixo a meritocracia! Vamos dividir igualmente as notas dos alunos daqui para frente, independentemente de quanto cada um tirar na prova…

    Nesse contexto ameaçador, é preciso requentar a mitologia anti-comunista, reproduzida sem qualquer conexão com a realidade. Comer criancinha não cola mais. Colava durante a ditadura militar, quando jovens “fanáticos” davam a sua vida pela liberdade.

    Se a antropóloga tivesse lido meu livro ou estudado história, saberia que até isso aconteceu de fato, ou seja, comunistas comeram crianças! Na China fizeram pior: obrigaram os familiares a comerem partes das vítimas, mortas diante de seus olhos. Mas estudar dá trabalho. É muito mais fácil repetir mentiras por aí e ironizar uma suposta “paranoia” de quem conhece melhor os fatos.

  194. Pax said

    Caro Chesterton,

    Constantino? Não se deprecie tanto.

    Fique com Olavão e titio.

  195. Patriarca da Paciência said

    Chesterton,

    você é tão simplório que fica com história de “liberdade individual”, “democracia” e cita Israel!

    Para começar, Israel não é e nunca foi uma democracia. Nasceu como um país socialista e se tornou uma teocracia. Teocracias são bem menos democratas que países socialistas.

    Liberdade individual em Israel? Todos lá são obrigados a ser soldados, sejam homens ou mulheres e.. onde que soldado tem liberdade? E também a seguir os leis religiosas, as quais nunca foram democratas em qualquer país do mundo!

    Ora, Chesterton, você não é só simplório, você é também cego, surdo e doidim, como diz o Elias.

    A tua ingenuidade me comove!

  196. Patriarca da Paciência said

    Post 193,

    cuidado gente, a União Soviética vai dominar o mundo! Comunistas comem criancinhas! Na sua casa vão morar várias famílias de pobres! Suas propriedades vão ser confiscadas! Você vai ser obrigado a ser ateu! Você vai ser obrigado a adorar o Karl Marx! Você vai ser obrigado a dedurar sua família! Você vai ter comida racionada! Você vai ser obrigado(a) a casar com quem o Estado determinar!

    Pois não é?

    Vamos ajudar o Constantino e o Chesterton a assustar o povo!

    Os caras vivem em plena Guerra Fria !

    O Chesterton foi criado vendo os filmes “C” norte-americanos, feitos especialmente para assustar o povo, ficou com o cérebro condicionado a isso e não consegue aprender mais nada! Vai morrer assustado com a “Guerra Fria”. O tal Constantino dever ter sido fabricado especialmente para esse fim!

    Só que o povo não está nem mais aí para a tal de Guerra Fria!

  197. Chesterton said

    não comem?

  198. Chesterton said

  199. Chesterton said

  200. Chesterton said

    http://www.fas.harvard.edu/~hpcws/lelivrenoir.htm

  201. Chesterton said

    No Congresso, o petista José Genoino negociava com partidos os votos a favor do governo em troca de dinheiro. Presidente do PT na ocasião do escândalo do Mensalão, ele assinou falsos contratos para justificar a entrada de dinheiro de corrupção nos cofres do partido. Foi denunciado por formação de quadrilha e corrupção ativa.

    Foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal por corrupção ativa e formação de quadrilha no julgamento do mensalão, em outubro de 2012. Pelos crimes, recebeu pena de 6 anos e 11 meses de reclusão, o que indica regime semiaberto, além de multa de R$ 667,5 mil.

    A família de José Genoino, após intensa campanha nas redes sociais, abriu uma conta para receber doações identificadas para pagar a multa recebida como pena acessória pelo crime cometido. Esta conta foi aberta na Caixa, aquela mesma Caixa que tungou mais de 500 mil poupadores, desviando mais de R$ 700 milhões de contas inativas para a conta de lucros.

    Hoje, após poucos dias, a conta já recebeu mais de R$ 600 mil. O responsável pela arrecadação, que é Coordenador do Setorial Jurídico do PT, Marco Aurélio Carvalho, informa que existem mais de 1.000 doadores, com valores que variam entre R$ 10 e R$ 40 mil. Podemos dizer que se há mil doadores e R$ 600 mil na conta, a média das doações é de R$ 600. Não é pouco.

    Existe uma nítida movimentação partidária na arrecadação. Desta forma, é justo que a conta deva ser aberta e publicada, como se fosse uma conta eleitoral. Além disso, tendo em vista que José Genoino é um criminoso condenado pela Justiça, com relação comprovada com outros condenados pelos mesmos crimes do Mensalão, é necessário saber de onde veio o dinheiro. É dinheiro limpo? Existem “laranjas” entre os doadores? Existe algum criminoso que tenha doado dinheiro sujo? Quem duvida que o petista foragido Henrique Pizzolato, que movimentou conta fantasma de mais de R$ 3 milhões na Suiça, não tenha feito um DOC para o companheiro?

    Os brasileiros não podem aceitar que criminosos ligados umbilicalmente ao Governo Federal abram contas em banco estatal para receber doações para pagar multa à Justiça, sem saber de onde veio o dinheiro. Sem investigar a origem do numerário. Ainda mais tratando-se de um condenado por crimes que desviaram mais de uma centena de milhões dos cofres públicos. Se José Genoino pode receber dinheiro sem dar explicações, Fernandinho Beira-Mar também pode. Corruptos e traficantes devem ter os mesmos direitos.

    http://coturnonoturno.blogspot.com.br/2014/01/de-onde-veio-o-dinheiro-da-vaquinha-do.html

  202. Patriarca da Paciência said

    “Eu mesmo, fiz minha doação a Genoino na conta de uma pessoa que estava recebendo doações de todos os valores para repassar a ele. Segundo me relatou, houve depósitos de 30, 50, 100 reais. Não sei quantas pessoas foram, mas não foram poucas.

    Arrisco dizer, porém, que umas vinte mil pessoas devem ter feito doações, se não forem mais.

    Perguntei-me: quantos políticos podem dizer que, caso precisassem, receberiam tal solidariedade. Imagino que José Dirceu também receberia. E acho que todos os outros petistas condenados no julgamento do mensalão também. Duvido, porém, que os condenados de outros partidos ou políticos em geral, de qualquer partido, conseguiriam tal feito.

    Esse fenômeno que beneficiou o ex-deputado, no entanto, praticamente não ganhou destaque na mídia.

    Enfim, se minha estimativa de 20 mil contribuintes for razoável – e não vejo como não seria –, trata-se de gente suficiente para lotar um pequeno estádio de futebol. São políticos, sindicalistas, estudantes, donas de casa, pedreiros, marceneiros, advogados, engenheiros, filósofos, artistas, religiosos, jornalistas… E por aí vai.

    Serão todos “mensaleiros” ou “apoiadores de bandidos”? Famílias inteiras contribuíram. Alguns, sei que doaram mesmo passando por dificuldades financeiras. Conheço gente desempregada que contribuiu.

    Não foi um bando de ingênuos, de caipiras ou de ladrões que apoiou o ex-deputado. Foram cidadãos educados, de várias classes sociais, politizados, muitos dos quais nunca viram esse homem na vida. Doaram porque, no fundo de suas consciências, tendo acompanhado cada passo do julgamento do mensalão, entenderam que a condenação de Genoino foi injusta.

    Essa realidade incomoda os carrascos do ex-deputado – a mídia (adiante de qualquer outro), o STF, o PSDB, o PPS, o DEM, o PSOL e todos os que, políticos ou não, fazem oposição cerrada ao PT e não tiveram um pingo de comiseração por uma família que, além de tantos sofrimentos, atravessa dura crise financeira e, sobretudo, emocional.

    A família de Genoino, para arcar com a vida em Brasília – uma das cidades mais caras do Brasil, onde o ex-deputado, em contrariedade às leis penais, cumpre prisão domiciliar –, já vem tendo que se desfazer dos poucos bens que esse homem acumulou ao longo de décadas na política. Mesmo assim, o jornal O Estado de São Paulo não teve dó.

    Matéria repugnante desse jornal, em tom de denúncia, revelou que a casa que essa família alugou em um condomínio fechado tem aluguel de 4 mil reais. Citou “três suítes” nessa “mansão”. Um “escândalo”…

    Aluguel nesse valor em uma cidade como Brasília, contudo, só dá para uma casa comum de classe média. E o imóvel, obrigatoriamente, tem que ser num condomínio fechado, pois a família de Genoino já esteve sob ameaça de antipetistas fanáticos após se instalar naquela cidade para cuidar dele durante sua prisão domiciliar

    Vale lembrar, ainda, que o ex-deputado está em prisão domiciliar devido a seus problemas de saúde.

    Essas milhares de pessoas que apoiam Genoino, a própria situação financeira dele e dessa família composta por pessoas simples como a professorinha Miruna – a filha que tem lutado como uma leoa pelo pai, expondo-se à virulência das redes sociais e da mídia com uma coragem rara –, são fatos mortais para a teoria de que ele é um “bandido”.

    Que bandido é esse que, ao longo de toda uma vida na política, mergulha em situação financeira tão grave que obriga sua família a vender um de seus dois automóveis (com anos de uso) para poder pagar o aluguel da “mansão” que o Estadão, de uma forma inimaginavelmente calhorda, inventou?

    Tudo isso não combina com a imagem que a mídia, o STF e os inimigos do PT em geral criaram para Genoino, pois não? Daí o constrangimento dos carrascos dele.”

    http://www.blogdacidadania.com.br/2014/01/apoio-a-genoino-constrange-seus-carrascos/

  203. Chesterton said

    Caro Chesterton,

    Constantino? Não se deprecie tanto.

    chest- Um Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica ao seu autor e não ao seu conteúdo.1 2 Um argumentum ad hominem é uma forte arma retórica, apesar de não possuir bases lógicas.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_hominem

  204. Pax said

    Não, caro Chesterton, não é argumento ad hominem como você quer acusar.

    É argumento contra um imbecil capaz de escrever isso aqui abaixo:

    Não toleram as “patricinhas” e os “mauricinhos”, a riqueza alheia, a civilização mais educada. Não aceitam conviver com as diferenças, tolerar que há locais mais refinados que demandam comportamento mais discreto, ao contrário de um baile funk. São bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade, e morrem de inveja da civilização.

    Quando um cidadão escreve que uma turma de brasileiros que quer se divertir, consumir, atender ao modelo consumista a que foram moldados, e não encontram opção para fazer isso senão nos shoppings e lá são barrados, discriminados, apartados, então, quando um cidadão como esse imbecil do Constantino escreve que essas pessoas são “incapazes de reconhecer sua própria inferioridade”, não há alternativa a não ser chamá-lo disso mesmo: imbecil.

    Sacou ou quer que desenhe, caro Chesterton?

    Depois reclamam que não há quem represente os conservadores, liberais, ou “de direita”.

    Claro que não há, quando imbecis como esse Constantino passam a ser porta-voz deste “conservadorismo”, não há qualquer possibilidade de um movimento conservador, liberal, qualquer denominação que queiram, ir dois passos à frente.

    E o pior é que a turba que se diz conservadora alimenta imbecis idiotas como esse.

    Então que fiquem com seus ídolos. Paciência, o que vou fazer? O livre arbítrio acima de tudo.

  205. Chesterton said

    Essa turma só é igual perante Deus. Perante a lei ão superiores a mim, pois estão acima da lei. Você tem razão,Constantino se equivocou, eles tem mais direitos, podem cometer crimes sem punição, enfim, são os novos índios. Podem fazer arrastões, podem roubar, depredar pois tem um exército de defensores que os torna inimputáveis.

    Shoppings fecham por causa deles, prejudicando primeiramente quem lá trabalha. Mas isto não tem importancia, pois agora eles podem ir ao bolsa-familia. Triste país de vadios que não deixam quem quer trabalhar.

  206. Chesterton said

    Aí, Pax, quando um bando pretendia fazer um rolezinho na sua fazenda você se cagou todo. Você abriu a porteira e os recebeu de braços abertos…

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/01/1399817-para-evitar-rolezinho-shopping-no-rio-decide-fechar-portas-no-domingo.shtml

  207. Chesterton said

    Chega de trabalho, basta de tanto “lero-lero”, não vou mais encher minhas mãos de calo. Vou viver da bolsa do “Fome Zero”. Minha mulher está muito feliz, já pediu dispensa do trabalho. Não quer mais ser uma faxineira, Pra Viver dessa bolsa brasileira. Por isso, eu canto “Obrigado Presidente!” Por o senhor ter estendido a mão. Distribuindo esmola via cartão. Retribuindo com a sua reeleição. Este é o país que vai prá frente, com essa massa ociosa e contente. Vivendo na ociosidade, diz ainda que isso é brasilidade. Por isso, eu canto “Obrigado Presidente!” Por o senhor ter estendido a mão. Distribuindo esmola via cartão, contrariando o nosso “Rei do Baião”. Chega de trabalho, basta de tanto “lero-lero”. Não vou mais encher minhas mãos de calo. Vou viver da bolsa do “Fome Zero”. Minha mulher está muito feliz, já pediu dispensa do trabalho. Não quer mais ser uma faxineira. Prá Viver dessa bolsa brasileira. Por isso, eu canto “Obrigado Presidente!” Por o senhor ter estendido a mão, Distribuindo esmola via cartão. Retribuindo com a sua reeleição. Este é o país que vai prá frente com essa massa ociosa e contente, Vivendo na ociosidade, diz ainda que isso é brasilidade. Por isso eu canto “Obrigado Presidente!” Por o senhor ter estendido a mão, Distribuindo esmola via cartão, contrariando o nosso “Rei do Baião” Por isso, eu digo “Obrigado Presidente!” Por o senhor ter estendido a mão, Distribuindo esmola via cartão. Retribuindo com a sua reeleição. Por isso, eu digo “Obrigado Presidente!” Por o senhor ter estendido a mão. Distribuindo esmola via cartão, contrariando o nosso “Rei do Baião”. Por isso, eu digo “Obrigado Presidente!” Por o senhor ter estendido a mão, Distribuindo esmola via cartão, Retribuindo com a sua reeleição. Por isso eu digo “Obrigado Presidente!” Por o senhor ter estendido a mão. Distribuindo esmola via cartão, contrariando o nosso “Rei do Baião”.

    http://mais.uol.com.br/view/e8h4xmy8lnu8/pt-censura-musica-no-carnaval-de-recife-04029B3468C8C13326?types=A

  208. Chesterton said

    O Brasil cansa. Há muito analfabetismo funcional e muita, mas muita má-fé de alguns. Meu primeiro texto sobre os tais “rolezinhos” colocou a esquerda em polvorosa. Justiça seja feita, até alguns “liberais” ficaram horrorizados. O motivo? Esse trecho:

    Não toleram as “patricinhas” e os “mauricinhos”, a riqueza alheia, a civilização mais educada. Não aceitam conviver com as diferenças, tolerar que há locais mais refinados que demandam comportamento mais discreto, ao contrário de um baile funk. São bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade, e morrem de inveja da civilização.

    Alguns querem que eu seja processado. Outros, que eu vá preso. Um chegou a me ameaçar de morte. E vários apelaram para o argumentum ad hitlerum, conhecido nas redes sociais: faltam argumentos? Diga que o sujeito é nazista e parece um Hitler.

    Hitler, o nacional-socialista? O mesmo que detestava o liberalismo e o capitalismo? Esse Hitler? Aquele que achava que os arianos eram superiores geneticamente? Como eu disse, cansa. Mas é preciso colocar os pontos nos “is”, para efeito pedagógico.

    Quando se fala em cultura superior, isso não tem nada a ver com nazismo, que defendia uma superioridade racial, ou seja, genética. Culturas evoluem, mudam, avançam, regridem. Tem ligação com os costumes, os hábitos, as normas, o estoque de conhecimento, as crenças de um povo.

    Acusar de “etnocentrismo” quem apenas reconhece que há culturas que evoluíram mais é artimanha de relativista cultural. Então a cultura ocidental não garante mais liberdade e direitos para as minorias, para mulheres e gays, por exemplo? E isso não é um avanço em relação ao Irã? O que Hitler tem a ver com tal constatação?

    Voltando ao trecho em destaque, que despertou a fúria dos boçais: eu não disse que todo funkeiro é um sujeito inferior. Precisam melhorar muito a interpretação de texto (malditas escolas públicas sucateadas pelos governos!). O que eu disse, veja bem, é que quem faz “rolezinho” achando que um shopping center é um baile funk demonstra inveja dos outros e um comportamento bárbaro, pouco civilizado, desrespeitoso. Entenderam a diferença?

    O sujeito pode adorar baile funk, no local adequado para baile funk. E depois pode ir ao shopping com a família, fazer compras, passear, lanchar, ir ao cinema, sempre com um comportamento civilizado, pertinente. Esse não foi alvo de minha crítica em momento algum.

    Sei que explico o óbvio para pessoas razoáveis, e peço desculpas por isso. Mas é que tem muita gente por aí que, ou não compreende o que lê, ou é tão cega ideologicamente falando que precisa agredir e ofender aquele que diz certas obviedades ululantes.

    Portanto, repito: o comportamento de algumas pessoas denota clara barbárie, falta de apreço pela civilização, pelo respeito aos demais, às regras e normas da sociedade, aos preceitos básicos de uma boa educação, que não depende de renda. Ficou claro agora? Ou vão continuar tentando me intimidar como faria um típico nazista?

    Tags: funk, Hitler, rolezinho
    constantino

  209. Chesterton said

    comentaristas do Constantino sendo educados por ele

    Humanista Babilônico – 17/01/2014 às 4:56
    Rodrigo, o pessoal que participa do rolezinho são pessoas pobres, da periferia. Isso evidencia o fato ululante que a condição social da pessoa condiciona (isso se não determina) o grau de “civilidade” que ela apresenta. Como o comportamento “bárbaro” não é genético, como você mesmo admitiu, então ele é adquirido durante a vida através da cultura em que o cidadão está inserido e da educação que a ele é dado. Então a frase “o comportamento de algumas pessoas denota clara barbárie, falta de apreço pela civilização, pelo respeito aos demais, às regras e normas da sociedade, aos preceitos básicos de uma boa educação, que não depende de renda” está errada, pois o comportamento da pessoa depende, sim, da renda. A tal “barbárie”, na maioria das vezes, não é inerente nem à índole do individuo, mas sim à cultura em que ele foi criado. Aí quando esses “monstros bárbaros” se encontram com as “pessoas de bem” acontece essa conjuntura estabelecida atualmente: estes ficam chocados com o comportamento daqueles e mandam a polícia, que é o braço armado da burguesia, “descer o pau nesses vagabundos”. Isso apenas mostra como é discrepante a sociedade brasileira (discrepância que os próprios cidadãos de bem criaram e/ou fomentaram). Se a sociedade fosse mais igualitária a ponto de não criar condições em que se propague o comportamento “bárbaro” isso não estaria acontecendo.
    Comento: há gente de baixa renda educada e civilizada, nesse aspecto que me refiro, e gente rica sem um pingo de educação.

  210. Chesterton said

    Elaine – 16/01/2014 às 15:48
    Tenho algumas considerações para fazer, eu venho de uma classe pobre, sou negra e oriunda de colégios públicos. Atualmente curso Direito e meu irmão Medicina. Falta de dinheiro não é desculpa para falta de educação e de modos. As vezes vou ao shopping com a minha filha de 3 anos e se em algum momento eu me deparar com uma situação dessas eu me retiro do local na mesma hora, pois não quero que a minha filha presencie esse tipo de ” manifestação”. Esses rolezinhos deveriam ser marcados em bibliotecas e outros locais que tragam a possibilidade de se adquirir cultura e educação, que pelo visto está em falta.

    chest- essa eu comento: “Tiro o chapéu”.

  211. Chesterton said

    Paulo – 15/01/2014 às 16:28
    O autor esquece que “comportamento pertinente” é um mero ponto de vista, completamente enviesado pelo ambiente social e cultural de cada sujeito. Da mesma forma, ignora que “cultura evoluída” e “civilização” são termos completamente referenciais, que dependem de uma visão de mundo específica.
    Esses conceitos já foram utilizados para justificar grandes perseguições e genocídios ao longo da história humana, como o genocídio dos povos indígenas e tradicionais da América Latina e o Caça as Bruxas da Igreja Católica na Idade Média.
    Revela-se, defendendo certa “hierarquização de culturas”, como se uma pudesse ser mais evoluída do que outra, não apenas um sujeito ignorante mas também dependente da crença de que é, por alguma razão, superior aos “bárbaros” que tanto critica em suas linhas.
    Comento: quer dizer que só um ignorante afirmaria que a cultura suíça é mais avançada do que a dos nambiquaras? Só um ignorante diria que a cultura britânica é superior a dos aiatolás que impedem mulheres de dirigir, vestir-se como desejarem ou manter o clitóris intacto aos 5 ou 6 anos? Nossa, como vc é sábio…

  212. Chesterton said

    Os “rolezinhos” aconteceram, até agora, no Campo Limpo, em Itaquera, em Guarulhos e no Tucuruvi, longe da área nobre. Quem se assustou e defendeu a proibição dos encontros não parece ser muito diferente dos que foram lá em bando. “Gosto de ‘rolezinhos’, mas não da parte em que ninguém respeita ninguém. Tem que ser sem roubo nem intriga”, disse uma garota de 15 anos ao “G1”.

    Outro chavão que ganhou força nas análises é culpar a falta de opção de lazer na periferia, mas ninguém perguntou isso aos jovens. Se houvesse museus, teatros, parques, eles abririam mão dos “rolezinhos” nos shoppings? Nos bairros ricos, há tudo isso por perto e, mesmo assim, a garotada não sai das praças de alimentação.

    Suzana Singer é a ombudsman da Folha desde 24 de abril de 2010. No jornal desde 1987, foi Secretária de Redação na área de edição, diretora de Revistas e editora de “Cotidiano”. Escreve aos domingos na versão impressa. E-mail: ombudsman@uol.com.br

  213. Pax said

    Chesterton, em #206,

    Mas tu és pândego mesmo ou incapaz?

    Dizer que todos, ou mesmo a maioria, ou mesmo a uma parte significativa das pessoas que vão aos rolezinhos são iguais aos assaltantes que vieram na minha casa é sinal de incapacidade.

    Ou de galhofa da tua parte.

    Ou, o que é mais provável, de uma completa poluição mental de tanto ler esses idiotas que você gosta de ler.

    Ontem eu fui no shopping aqui da cidade. É o shopping que atende toda a região. Tinha um rolezinho programado, peguei meu celular e minha máquina fotográfica e fui pra lá, de moto. Convidei 2 amigos que se recusaram a ir. Estavam com medo. Fui sozinho mesmo.

    Cheguei lá o portão principal dos carros estava fechado, só um segundário aberto, lotado de seguranças. Entrei pela entrada de motos e logo vi que o shopping parecia um deserto. Como atende 5 cidades pequenas da região, afora a cidade do shopping mesmo, aos sábados fica completamente lotado. Estava vazio.

    Fui nas portas de pessoas e tinham cópias da decisão judicial que estavam proibidos menores de 18 anos das 17 às 22h de ontem. Alegando motivo de segurança etc. Um absurdo.

    Encontrei com uns moleques típicos dos rolezinhos, bonés, correntão, tênis coloridos etc. Parei para conversar, pedi para tirar foto, deixaram, conversaram na boa, simpáticos pra caramba.

    Alex (17) e Renerson (16). Os dois cursam o 2o ano do ensino complementar de uma cidade de baixa renda da região. Alex trabalha como tapeceiro e Renerson foi dispensado de uma loja de bicicletas depois que passou o natal.

    Me falaram que não aprovam rolezinho zoeira, mas acham um absurdo proibirem de entrar no shopping. “Trabalho a semana inteira e não posso passear no shopping?”.

    Ou seja, caro Chesterton, eu não fico esperando um idiota como o Constantino ou o titio, ou qualquer imbecilizado desses, sentado num computador e descarregando suas bílis apodrecidas, para me dizer o que pensar. Eu vou lá saber o que rola.

    Na boa? Confesso que convidaria esses dois com quem falei para virem até em casa. Moleques educados, simpáticos. Um negro, outro pardo.

    Procure o que ler, caro Chesterton. Algo que preste.

    (obs.: tenho fotos desse passeio que diz, da ordem judicial na porta, dos dois moleques sentados do lado de fora etc etc).

  214. Otto said

    Chest: rolezinho de calouros da USP pode?

    “São Paulo – Um grupo de jovens ocupa o primeiro piso de um shopping da zona oeste de São Paulo. Eles são muitos e impõem sua presença cantando músicas e gritos de guerra. O cenário poderia ser um dos “rolezinhos” marcados pela internet nas últimas semanas, mas faz parte da programação tradicional do trote dos alunos da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo).
    Apesar da semelhança entre os dois eventos, os acadêmicos nunca foram barrados pelos seguranças nem causaram alvoroço entre os frequentadores do shopping Eldorado, na zona oeste de São Paulo.”

    http://www.ilustrado.com.br/jornal/ExibeNoticia.aspx?NotID=51015&Not=Alunos%20da%20FEA-USP%20fazem%20%27rolezinho%27%20em%20shopping%20desde%202007

  215. Chesterton said

    Rolezinho de 2 mil pessoas com arrastão, depredação não pode. Se comportar decentemente pode. Tem que desenhar? Depende do comportamento, como diz o Constantino pobre em geral se comporta melhor que rico. Mas a esquerda sempre quer politizar.

    “Toda inclusão econômica exige, em um segundo momento, o reconhecimento da pertença a uma nova classe social. Claro que os jovens da periferia não pertencem a essa classe que compra nos shoppings, mas chegaram mais perto dela. E muitos deles hoje podem comprar algumas mercadorias que estão ali. A performance dos rolezinhos funciona como denúncia da discriminação, mas não sei se eles fazem isso conscientemente ou apenas movidos pelo mal-estar de saber que não são bem-vindos nos templos do consumo de uma sociedade que, até o momento, só promoveu inclusão via consumo — e não via cultura, acesso a serviços públicos de qualidade etc.”

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/que-pena-sai-a-estetica-osklen-john-john-dos-excluidos-entra-o-estilo-sujinho-ensebado-universitario-das-mafaldinhas-remelentos-incluidos-sem-o-povo-os-rolezinhos-ficaram-mais/

  216. Chesterton said

    olha se esse rico não merece uma surra..

  217. Pax said

    Que triste, Chesterton, você ter a visão de mundo através destes teus ídolos.

    Mas, enfim, o arbítrio de cada um é, e tem que ser, livre mesmo.

  218. Otto said

    Chest 215#

    Esse rolezinho dos calouros da FEA-USP é muito mais baderneiro do que os relezinhos dos manos: gritos de guerra, bagunça, como todo trote, e consumo da Praça da Alimentação sem pagamento das contas.

    Aliás, eu não vi anda nenhuma vitrine quebrada nesses rolezinhos, nem barricadas ou depredação como nos “rolés” da junho de 2013…

  219. Chesterton said

    Isso tem nome, Pax. Realidade, verdade, fato.

  220. Chesterton said

    Art. 42. Perturbar alguem o trabalho ou o sossego alheios:

    I – com gritaria ou algazarra;

    II – exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais;

    III – abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;

    IV – provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda:

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del3688.htm

  221. Pax said

    Chestertonm #220,

    Agora você tocou num ponto importante. O Planalto, a Dilma, e o fraquíssimo José Cardozo, se uniram com Joseph Blatter, Grupo Gereissati dos shoppings e outros para sentar a porrada na molecada e nos manifestantes.

    Este governo cada vez mais se afasta do povo e se une aos oligopólios e corruptos.

    Uma tristeza.

    Sobre o tal Constantino, nem dá pra dar trela. É um idiota completo.

  222. Chesterton said

    ad hominem. Você fez uma objeção, mostrei a respostga dele muito mais convincente), e em seguida você o chama de idiota…toing

  223. Otto said

    Do Brasil 247:

    Numa de suas melhores frases, o senador Roberto Requião, afirmou que “todo paladino da Justiça é um Demóstenes enrustido”; antes afirmou que a multa a José Genoino ajudará o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, a passear “pelas Oropa” com diárias pagas pelo Erário; depois questionou a mordomia: “convidado para palestrar nosso Joaquim provavelmente teve cachê, alimentação e passagem paga por quem convidou. Por que, então, a diária?”

    http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/127478/Requi%C3%A3o-sobre-Barbosa-um-Dem%C3%B3stenes-enrustido.htm

  224. Chesterton said

    http://www.diariodopoder.com.br/coluna/saude-firma-contrato-milionario-sem-licitacao/

  225. Chesterton said

    CADÁVER DE NEGRO HOMOSSEXUAL
    VALE OURO PARA AS ESQUERDAS

    De repente, não mais que de repente, vejo no Globo News manchete falando na morte de um tal de Kaique, como se fosse um personagem que a ninguém é dado desconhecer. Imaginei que fosse uma dessas tantas celebridades que surgem da noite para o dia, e que geralmente desconheço. O nome soava a jogador de futebol, motivo a mais para eu desconhecer.

    Não era. E sim um jovem gay – pelo menos assim a imprensa insiste em caracterizá-lo – que aparentemente se suicidou jogando-se de um viaduto. O rapaz alimentava inclusive uma espécie de diário, onde escreveu que tomaria “uma atitude, uma decisão” até segunda-feira (13). Deixou também um “adeus às pessoas que amo”.

    Parentes e amigos não acreditam em suicídio e suspeitam que o jovem tenha sido vítima de crime de homofobia. Negro e homossexual, só podia ter sido vítima desse crime que ainda não existe em nosso Código Penal. Contrariando a perícia policial, a secretária nacional dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, do PT, emitiu nota oficial denunciando o crime. “As circunstâncias do episódio e as condições do corpo da vítima, segundo relatos dos familiares, indicam que se trata de mais um crime de ódio e intolerância motivado por homofobia” – diz a nota expedida pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

    Depois da queda do Muro de Berlim e do desmoronamento da União Soviética, cadáver de negro homossexual vale ouro para as esquerdas. Particularmente nestes dias, em que outra celerada, a ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros – não por acaso também do PT – acusa a polícia e os freqüentadores de shoppings de discriminar jovens negros nos ditos “rolezinhos”. Como se negros um dia tivessem sido proibidos de entrar em shoppings. Luta de classes mortas, luta racial posta, costumo afirmar há mais de dez anos. E luta racial é mais consistente. Se as classes se diluem ou se mesclam, o mesmo não acontece com a cor. Negro nasce negro e morre negro, branco nasce branco e morre branco. É um projeto para a eternidade.

    O lobo jamais come o cordeiro sem antes fazer um discurso. Quem sabia muito bem disto era Swift, que escreveu há três séculos As Viagens de Gulliver. Na viagem a Lilipute, uma autoridade explica ao capitão Lemuel como se divide sua sociedade:

    — Embora o nosso Estado pareça florescente aos olhos do estrangeiro, o que é certo é que temos dois grandes males a debelar: de dentro, uma poderosa facção; de fora, a invasão de que estamos ameaçados por um formidável inimigo. Com respeito ao primeiro, preciso é que saiba que há setenta luas existem dois partidos contrários neste império, sob os nomes de Tramecksan e Slamecksan, termos derivados de altos e baixos tacões dos seus sapatos, pelos quais se distinguem. Não falta quem seja de opinião, é fato, que dependem da coroa. Pode mesmo verificar que os tacões de Sua Majestade imperial são, pelo menos, mais baixos um drurr do que os de qualquer outra pessoa da corte. (O drurr é aproximadamente a décima quarta parte de uma polegada). O ódio dos dois partidos — continuou Keldersal — estão em tal grau, que não comem, não bebem juntos, nem se falam. Temos quase que a certeza de que os Tramecksans ou tacões altos são em maior número do que nós; a autoridade, porém, está na nossa mão. Contudo, andamos suspeitosos de que sua alteza imperial, o presuntivo herdeiro da coroa, tem alguma inclinação para os tacões altos; pelo menos tivemos ocasião de ver que um dos tacões é mais alto do que outro, o que o faz coxear um pouco. Mas os Tramecksan não constituem a única ameaça ao poder:

    – Ora, no meio destas dissensões intestinas, estamos ameaçados de uma invasão pelo lado da ilha de Blefuscu, que é outro grande império do universo, quase tão grande e tão poderoso como este, porque, segundo temos ouvido dizer, há outros impérios, reinos e Estados no mundo, habitados por criaturas humanas tão grandes e tão altas como vós; os nossos filósofos, porém, põem suas dúvidas e preferem conjecturar que caístes da lua ou de alguma estrela, porque o que é fato é que meia dúzia de mortais do vosso tamanho consumiria em pouco tempo toda a fruta e todo o gado dos Estados de Sua Majestade imperial. Demais, os nossos historiógrafos, há seis mil luas, não fazem referência a outras regiões senão aos dois grandes impérios de Lilipute e de Blefuscu.

    – Mas o avô de Sua Majestade imperial, em criança, estando para comer um ovo, teve a infelicidade de cortar um dedo, o que deu motivo a que o imperador, seu pai, lavrasse um decreto, em que ordenava aos seus súditos, sob graves penas, que partissem os ovos pela extremidade mais delgada. Este decreto irritou tanto o povo, que consoante narram os nossos cronistas, houve por essa época seis revoltas, em uma das quais um imperador perdeu a coroa. Estas questiúnculas intestinas foram sempre fomentadas pelos soberanos de Blefuscu e, quando as sublevações foram sufocadas, os culpados refugiaram-se neste império. Pelas estatísticas que se fizeram, onze mil homens, em diversas épocas, preferiram morrer a submeter-se ao decreto de partir os ovos pela extremidade mais delgada. Foram escritas e publicadas centenas de volumosos livros acerca deste assunto; mas os livros que defendiam o modo de partir os ovos pela extremidade mais grossa foram proibidos desde logo, e todo o seu partido foi declarado incapaz de exercer qualquer função pública. Durante a ininterrupta série daqueles motins, os imperadores de Blefuscu fizeram freqüentes recriminações por intermédio dos seus embaixadores, acusando-nos de praticar um crime, violando um preceito fundamental do nosso grande profeta Lustrogg, no quinquagésimo quarto capítulo de Blundecral (que é o seu Corão).

    – Isto, porém, foi considerado como uma simples interpretação do sentido do texto, cujos termos eram: que todos os fiéis quebrarão os ovos pela extremidade mais cômoda. Na minha opinião, deve deixar-se à consciência de cada um a resolução de qual seja a extremidade mais cômoda, ou pelo menos, é à autoridade do soberano magistrado que compete resolver. Ora, os partidários da extremidade mais grossa, que se encontravam exilados, viram tanta deferência na corte do imperador de Blefuscu e tanto auxílio e apoio no nosso próprio país, que se seguiu uma guerra sanguinolenta entre os dois impérios, guerra que durou trinta e seis luas, com vário êxito para cada uma das partes. Nesta guerra perdemos quarenta naus de linha e um grande número de navios com trinta mil dos nossos mais valentes marinheiros e soldados; dá-se como certo que a perda sofrida pelo nosso inimigo não foi inferior. Seja como for, o que é fato é que os de Blefuscu preparam agora uma temível esquadra, para operar um desembarque nas costas do nosso império.

    Salto alto ou salto baixo, ponta grossa ou ponta fina, o ser humano sempre encontrará razões para lutar contra alguém. As esquerdas encontraram um imenso filão de ouro na luta racial. Se a luta um dia foi entre burgueses e proletários, hoje decreta-se que é entre brancos e negros. Com uma imprensa cúmplice, nunca foi tão fácil fabricar uma guerra.

    – Enviado por Janer Cristaldo

    chest- o PT é o que há de mais baixo na politica nacional

  226. Pax said

    Caro Chesterton,

    O idiota diz que:

    Não toleram as “patricinhas” e os “mauricinhos”, a riqueza alheia, a civilização mais educada. Não aceitam conviver com as diferenças, tolerar que há locais mais refinados que demandam comportamento mais discreto, ao contrário de um baile funk. São bárbaros incapazes de reconhecer a própria inferioridade, e morrem de inveja da civilização.

    e depois precisa escrever um novo post para dizer que:

    O que eu disse, veja bem, é que quem faz “rolezinho” achando que um shopping center é um baile funk demonstra inveja dos outros e um comportamento bárbaro, pouco civilizado, desrespeitoso. Entenderam a diferença?

    Ou seja, disse merda, precisou se explicar, e disse mais merda ainda.

    É um idiota completo. Um bobalhão. Quer 5 minutos de fama. Não passa disso.

    E repito minha colocação:

    Quem tem ídolos como esse e não entende porque não há um movimento de direita que preste (ou liberal, ou conservador, como queiram chamar), parece não entender que essa turma de compartamento bárbaro, pouco civilizado é, simplesmente, o povo brasileiro, uma boa parte do povo brasileiro, instigada e financiada ao consumo e tem, sim, todo direito de ir a qualquer shopping que, se é aberto ao público, não tem qualquer direito de discriminar quem pode e quem não pode entrar, seja por poder econômico, muito menos por cor, aparência etc.

    Este teu ídolo é uma tremenda canoa furada. Mas… claro, fique à vontade para idolatrá-lo.

    Só tenha paciência porque vais ler em dobro. Diz uma idiotice e depois escreve de novo pra dizer que a idiotice não foi bem compreendida. É do tipo que precisa explicar suas idiotices.

    Fique com o titio, ao menos não deixa ambiguidade. Escreve suas idiotices de uma vez só, sem deixar dúvidas.

  227. Pax said

    Ricardo Kotscho é realmente muito bom.

    Não se recusa a “elogiar” Aécio Neves, quando acha que deve.

    http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/01/16/aecio-nao-sera-candidato-do-tudo-ou-nada/

    Tomara que esteja com razão em sua frase final:

    Tranquilo e afiado nas respostas, citando muitos dados e números para dizer que o país vai mal e quer mudanças, Aécio evitou fazer críticas diretas a Dilma e Lula, mostrando um estilo mais “low profile” do que seus antecessores nas campanhas tucanas, o que pode indicar que este ano teremos uma disputa mais civilizada. Como o estilo de Eduardo Campos é semelhante ao de Aécio, e a última pessoa interessada num confronto mais radical seria a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, poderemos nesta campanha ter mais discussões sobre o futuro do país do que ataques entre os adversários. Melhor assim.

    Mas acho que não. A turma do novo PT vai partir para baixaria. E a turma do velho PSDB idem.

    Teremos uma campanha de baixíssimo nível com custos estratosféricos, bancadas pelos desvios e mais desvios que todos praticam.

    Infelizmente não consigo ter o otimismo do Kotscho.

  228. Chesterton said

  229. Chesterton said

    Quem tem ídolos como esse e não entende porque não há um movimento de direita que preste (ou liberal, ou conservador, como queiram chamar), parece não entender que essa turma de compartamento bárbaro, pouco civilizado é, simplesmente, o povo brasileiro, uma boa parte do povo brasileiro, instigada e financiada ao consumo e tem, sim, todo direito de ir a qualquer shopping que, se é aberto ao público, não tem qualquer direito de discriminar quem pode e quem não pode entrar, seja por poder econômico, muito menos por cor, aparência etc.

    chest- não tenho ídolos, Pax, só os conheço pelos escritos. O povo brasileiro é ordeiro e conservador, como ja foi demonstrado por inumeras pesquisas, enquetes e plebiscitos, a turma da arruaça e do comportamento bárbaro é inferior ao povo brasileiro e não apoia muito a civilização em geral. Ninguem tem o direito de combinar rolezinho de 2 mil pessoas em lugar algum para a pratica de arruaça, arrastão, depredações e roubo. Os proprietários do shopping tem o direito, ou melhor, o dever de chamar a policia para proteger os clientes e empregados desses estabelecimentos. Nunca se ouviu de proibição de ir a shopping por causa de cor e de raça, portanto seja intelectualmente honesto uma vez pelo menos , mesmo porque essses shoppings invadidos foram construídos na periferia de SP.

    Funk é inferior a música erudita
    Arruaceiros são inferiores aos que sabem se comportar
    Quem não toma banho é inferior a quem toma banho e não cheira mal
    Analfabeto é inferior a pessoas cultas
    Ladrão é inferior a pessoas honestas

    Logo, que tomem um banho, parem de depredar o patrimonio dos outros, não roubem, aprendam a ler e cultivem um gosto musical mais apurado.

    Pax, por preconceito ou simples ignorancia, você acredita que o pobre seja incapaz de fazer julgamentos morais. Errado, quem se nega a fazer julgamentos morais é a esquerda, que pratica o multiculturalismo, onde a policia é inferior ao criminoso, as leis são inferiores ao fora-da-lei, onde politicos “cupaeros” viram heróis e ídolos, onde o tambor do índio vale mesmo que a orquestra de Viena, onde bandos de arruaceiros são iguais aos ordeiros, onde a civilização não é um valor em si.

  230. Patriarca da Paciência said

    “Funk é inferior a música erudita
    Arruaceiros são inferiores aos que sabem se comportar
    Quem não toma banho é inferior a quem toma banho e não cheira mal
    Analfabeto é inferior a pessoas cultas
    Ladrão é inferior a pessoas honestas”

    Logo, basta tocar um Funk em orquestra sinfônica para que se igualem!

    Logo, basta saber se comportar para ser igual

    Logo, basta tomar banho para ser igual

    Logo, basta adquiri cultura para ser igual

    Logo, basta não roubar para ser honesto!

    Será que alguém minimamente inteligente acredita nesta lógica ?

    Seriam as coisas tão simplórias assim?

  231. Patriarca da Paciência said

    Correção : Logo, basta adquir cultura para ser igual

  232. Patriarca da Paciência said

    “Quem não toma banho é inferior a quem toma banho e não cheira mal”

    Segundo relata Darcy Ribeiro, os europeus aprenderam a tomar banho diariamente com os índios brasileiros.

    Ao chegarem ao Brasil, depois de meses sem trocar as pesadas vestimentas que usavam, trabalhando e dormindo com a mesma roupa, os portugueses tinham um odor pavoroso e os índios comentavam entre si: “Que povo mais fedido!”

    Ao contrário dos portugueses, umas das principais diversões do índios, era tomar banho, como ainda o é até hoje!

    Até hoje, segundo consta, os europeus ainda são poucos chegados a banhos. Ha hotéis de luxo, na Inglaterra, que tem apenas um banheiro por andar!

    Os franceses desenvolveram a famosa perfumaria para disfarçar os odores desagradáveis que damas e cavalheiros exalavam!

  233. Chesterton said

    Bom ponto, Patriarca, mas porque os indios brasileiros não aproveitaram essa vantagem comparativa e montaram uma orquestra? Hoje o banho é valor civilizacional universal. Nem isso os arruaceiros querem fazer?
    A Europa acabou em Aushwitz, trocaram 6 milhoes de judeus, pessoas empreendedoras, educadas e ordeiras por 12 milhoes de islamicos poligamos que vivem encostados na previdencia social, não trabalham e fazem filhos para continuar mamando.

  234. Patriarca da Paciência said

    “mas porque os indios brasileiros não aproveitaram essa vantagem comparativa e montaram uma orquestra?”

    Bom Chesterton, eu acredito que é porque o mundo é muito mais complexo do que sonha a nossa vã filosofia e arrogância !

    Veja só, os índios não montaram uma orquestra sinfônica, mas aí veio o Heitor Villalobos, passou anos pesquisando e analisando os cânticos e rítimos indígenas, compôs inúmeras peças para grande orquestra tomando como base a cultura indígena e que são admiradas e executadas pelo mundo inteiro! Muitos o consideram o maior compositor erudito do século XX.

    Conforme declarou o próprio Tchaicovsky, o tema principal do seu famoso concerto para piano e orquestra nº 1, foi colhido numa feira, ouvindo um cego que cantava.

  235. Chesterton said

    Patriarca, domino o repertorio de Villa Lobos para o violão de trás para frente…não há nada de indígena na sua musica, ha alguma inspiração na floresta….usa-se muito o preludio numero 1 em filmes sobre a amazonia…e mais nada. Se puder ler a contracapa do LP do Turibio ele descreve bem de onde vem cada um.

    Tenta outra.

    Aliás, a mesma coisa fez este meu primo

    http://en.wikipedia.org/wiki/Raul_Bopp

    procure Cobra Norato

  236. Chesterton said

    http://www.ceart.udesc.br/revista_dapesquisa/volume3/numero1/musica/jylson-acacio.pdf

    interessante análise (pode deixar de lado a teoria musical se não é músico) onde os comentarios do Turibio são levados em consideração. Você vai entender o texto, um silvícola nunca.

  237. Pax said

    E, com certeza, caro Chesterton, você com sua educação superior, limpinho, cheiroso, culto pacas, não vê nenhuma homofobia no texto desse teu outro ídolo, em #225.

    Que barbaridade.

    Só li agora essa josta. Nem deveria. Deu embrulho no estômago.

  238. Patriarca da Paciência said

    Chesterton,

    a música para violão de Villalobos, é fundamentada nos chorinhos, muito populares no Rio de Janeiro da sua época, sendo que o compositor fez muitas pesquisas nos morros cariocas e conjuntos de chorões. A música de Villalobos fundamentas em motivos indígenas, são justamente suas grandes obras orquestrais e muitas obras pianísticas.

    Villalobos inclusive se denominava “um índio branco” sendo esta uma das suas mais famosas peças para piano e que, inclusive, ele considerava seu testamento musical, “A Dança do ìndio Branco”.

  239. Chesterton said

    Pax, você realmente não é muito inteligente. Janer Cristaldo conviveu com inumeros homossexuais (como descreve em outros textos) sem querer se meter na vida de ninguem, Nenhum homossexuals inteligente vai concordar com a politização de suas práticas….mas é demais para você entender isto.

  240. Patriarca da Paciência said

  241. Chesterton said

    Patriarca, uma coisa é “evocar” o índio, se inspirar no indio, homenagear o indio. Brincar de indio, fingir que é índio, se fazer de indio. Outra coisa bem diferente é a música indigena, simples, ritmica, bonita. A musica de VillaLobos é de padrão europeu. E alias, machista, pois dizem que se as mulheres olham ou escutam algumas musicas são penalizadas com estupro coletivo…que coisa, né? Que civilizado. Não dá para comparar.

    Mas isso me lembra de algo muito interessante. Os irmãos Tabajara. Indios de verdade, completamente miseraveis vieram a pé para o Rio de Janeiro do sertão nordestino. Pelo caminho encontraram um violão e acabaram tocando Chopin com maestria em Hollywood. Quer dizer, indios são capazes e inteligentes, o problema é a falta de educação. Quando a obtém – e no caso dos Tabajara foi auto-didatismo – alcançam altos niveis.

  242. Pax said

    Paulo Bernardo, este traste de ministro, é amiguinho, segundo o noticiário, do João Resende, presidente da ANATEL.

    Dilma, nossa presidenta que se afasta do povo, reconduziu João Resende para mais um período à frente da ANATEL.

    —> é de chorar, ou desconfiar que a campanha de arrecadação para as eleições de 2014 estão com os caixas (1, 2?) abarrotados.

  243. Chesterton said

    SOBRE SEXO E CEREJAS

    Homossexualismo tem cura? Esta parece ser a grande discussão nacional, nestes dias em que a Câmara debate em Brasília se psicólogos podem ou não oferecer tratamento para a homossexualidade. Na berlinda, projeto de decreto legislativo do deputado João Campos (PSDB-GO), da bancada evangélica, que pretende rever resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe que psicólogos emitam opiniões públicas ou tratem a homossexualidade como um transtorno.

    Proponho outra pergunta: gostar de cerejas tem cura? Claro que evangélicos jamais porão em cheque o apreço por cerejas. Mas se encarniçam contra um outro prazer bem mais intenso que o de comer cerejas. Ainda há pouco, eu manifestava meu espanto com essa obsessiva preocupação que têm certas culturas em determinar como as pessoas devem se comportar na cama. Se não há violência nem desrespeito ao parceiro, que cada um se divirta como melhor lhe apraz e boa sorte a todos.

    Em meus dias de Folha de São Paulo, quando escrevi um artigo abordando a possível homossexualidade de Cristo – e por que não? Se os evangelhos nada dizem sonbre sua sexualidade, qualquer hipótese é permissível. Assexuado é que não deveria ser – recebi telefonema de um pastor, perguntando se eu não estava precisando de cura. Disse-me que tinha uma casa que abrigavam muitos ex-homossexuais. Ora, pastor, confesso que jamais vi um destes seres de perto. Entendo que uma pessoa possa ser ex-marido, ex-sacerdote, ex-comunista. Mas por que ser ex-homossexual? Se era, a prática lhe era prazerosa. E se lhe trazia prazeres, por que a ela renunciar?

    Quando se pergunta se homossexualismo tem cura, claro está que se fala em doença. Durante séculos, exceto em algumas culturas pagãs, este comportamento foi visto como perversão ou doença, e só em 1973 a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria. Em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais. Em 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.

    No Brasil, a Associação Brasileira de Psiquiatria considerou, em 84, a considerou a homossexualidade como algo não prejudicial à sociedade. No que foi seguida, no ano seguinte, pelo Conselho Federal de Psicologia, que acabou estabelecendo mais tarde regras para a atuação dos psicólogos em relação às questões de orientação sexual. Considerou-se então que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio, nem perversão e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e/ou cura da homossexualidade. E aqui reside o nó górdio da questão. Os evangélicos querem permitir que psicólogos tratem a homossexualidade de clientes. A militância gay vê nesta atitude preconceito.

    Quinta-feira passada, 28 de junho, quando ocorreram os debates em Brasília, foi proclamado o Dia Mundial do Orgulho Gay. Para o deputado João Campos, a resolução do CFP veda que o psicólogo atenda o homossexual que queira se tratar, como se esse paciente fosse um cidadão menor. Ora, por que um cidadão desejaria tratar-se de algo que lhe é prazeroso? Só mesmo por razões religiosas, que vêm no homossexualismo um pecado e incutem no homossexual sentimentos de culpa. Azar de quem é suficientemente pobre de espírito para cair na armadilha dos religiosos.

    Conheço e convivi com homossexuais durante toda minha caminhada. Eles estão a nosso lado, em praticamente todas as circunstâncias da vida, escola, universidade, trabalho ou lazer. Fiz meu ginásio no início dos anos 60, em Dom Pedrito, pequena cidade fronteiriça, que teria na época uns 13 mil habitantes. Em minha classe havia pelo menos três homossexuais, que me acompanharam durante quatro anos. Muito antes que a Associação Americana de Psiquiatria deixasse de classificar homossexualismo como doença, muito antes de a OMS ter retirado a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, não víamos neles nada demais, a não ser uma opção sexual distinta. Claro que alguma piada rolava, mas jamais foram discriminados.

    Dom Pedrito – já contei – foi o berço de Rui Bastide, líder político local, voz de estentor, bom de voto e temível nos debates, que jamais escondeu suas preferências por jovens efebos. Nem por isso deixava de contar com o apreço dos pedritenses. Isso há meio século atrás.

    Alto, apolíneo no porte, dionisíaco na vida, Rui Bastide foi eleito e reeleito vereador várias vezes e chegou a ser prefeito da cidade. Nos anos 70, teve seus direitos políticos cassados, por um ato único do presidente Garrastazu Médici. Honrado com a deferência, comemorou o ato com foguetes. Comentário indiferente na cidade: “O Brasil vai perder muito com esta cassação”. Na época, não se falava em gays, tampouco havia associações de gays e lésbicas. “Já procurei até médico” – confessou-me um dia Bastide -. “Mas que vou fazer? É a minha natureza.” Em tempo: Brasil era um negrão que fazia jus aos favores do futuro alcaide.

    A trajetória do Rui, a meu ver, está à espera de um bom cineasta. Em passadas andanças pela Europa, em vários países relatei este caso pedritense. E vi alemães, franceses, espanhóis perplexos, admitindo que em suas comunidades, por mais abertas que fossem aos novos tempos, não haveria lugar para um prefeito gay. Fala-se muito hoje em abrir o jogo, sair do armário, assumir-se. Tais expressões eram desconhecidas em Dom Pedrito. Se alguém era homossexual, ninguém tinha nada a ver com isso e estamos conversados.

    Para quem se criou em meio a este ambiente de tolerância, causa espécie que hoje, 50 anos depois, esteja se debatendo na capital do país se a prática é ou não doença. Segundo o presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, o profissional que insistir em tratar homossexualidade sofrerá processo ético. Em entrevista à Folha de São Paulo, diz o psicólogo: “A homossexualidade não é doença, não é um distúrbio. É proibido ao psicólogo oferecer tratamento e cura. O psicólogo que entender que é uma doença pode sofrer um processo”.

    Em meio a isto, entra na dança a psicóloga evangélica Marisa Lobo, que explica porque é contra a resolução. Interrogada se é possível tratar a homossexualidade, responde: “É possível atender o sofrimento psíquico, eu não falo em tratamento. É possível uma pessoa buscar ajuda psicológica para mudar sua opção ou orientação. Não estou tendo preconceito. Homossexual que se aceita tem mais é que ser feliz do jeito que ele escolheu, e que lhe sejam garantidos todos os direitos. Mas e esses que procuram ajuda, que não se aceitam?”

    Marisa Lobo, que se apresenta como “psicóloga cristã”, está sendo ameaçada de ter seu registro profissional cassado caso não negue sua fé. O Conselho Federal de Psicologia acatou denúncia contra a psicóloga por divulgar isto nas redes sociais, assim como nas palestras em que participa. Para evitar a cassação, deveria retirar de seus perfis nas mídias sociais toda e qualquer menção à sua fé, ou parar de exercer a profissão.

    Há exageros de parte a parte. Por um lado, nenhum religioso pode impor a uma sociedade laica sua visão de mundo. Se quiser impô-la a seu rebanho, sinta-se à vontade. Por outro lado, se existem até médicos católicos e juízes espíritas, por que uma psicóloga não pode se dizer cristã? De minha parte, acho que quem crê na Santíssima Trindade, na ressurreição do Cristo e na virgindade de Maria, não pode sequer participar de uma banca de doutorado. Mas eu sou teu e isso é apenas meu modo de ver a coisa. Conheço doutores crentes que continuam julgando teses, que se pretendem científicas, e nem por isso o mundo vem abaixo.

    Que mais não seja, se alguém descobriu algo de perverso nas cerejas e quer ajuda para evitá-las, não vejo porque negá-la. O azar é dele.

    – Enviado por Janer

  244. Chesterton said

    Patriarca, nunca foi visto pelos portugueses que aqui chegaram um piano em alguma tribo brasileira, nem uma cravo, pianola, etc….

  245. Pax said

    Notícias que confirmam o que disse acima:

    http://colunas.revistaepoca.globo.com/felipepatury/tag/joao-rezende/

    http://exame.abril.com.br/economia/noticias/joao-rezende-e-confirmado-para-a-presidir-a-anatel

    É, ou não, dar um tirambaço no próprio pé?

    (com a devida licença poética: Porra, Dilma!!!!)

    Ah, vá!

  246. Chesterton said

    Enquanto isso, o ex-comunista da KGB

    http://oglobo.globo.com/mundo/putin-compara-homossexuais-pedofilos-11345223

    MOSCOU -O presidente russo, Vladimir Putin, tentou neste domingo tranquilizar os homossexuais que participarão dos Jogos de Inverno em Sochi, no próximo mês, mas voltou a defender a polêmica lei antigay na Rússia, comparando homossexuais a pedófilos e dizendo que o país precisa de “se livrar’ da homossexualidade se quiser aumentar a taxa de natalidade.

  247. Patriarca da Paciência said

    Acho que você chegou num raciocínio aceitável!

    “Os irmãos Tabajara. Indios de verdade, completamente miseraveis vieram a pé para o Rio de Janeiro do sertão nordestino. Pelo caminho encontraram um violão e acabaram tocando Chopin com maestria em Hollywood. Quer dizer, indios são capazes e inteligentes, o problema é a falta de educação. Quando a obtém – e no caso dos Tabajara foi auto-didatismo – alcançam altos niveis”

    Ou seja, essa história de se julgar “superior” ou “inferior” é pura bobagem!

    Em qualquer meio, em qualquer raça, em qualquer condição, não se sabe bem o porquê, surgem pessoas de grande talento!

    A natureza não privilegia “o mais bonito, o mais saudável, o mais robusto, o mais limpinho e cheiroso” e sim aquele que tem mais adaptabilidade ao meio ambiente.

  248. Chesterton said

    Não, Patriarca, eles eram inferiores, se esforçaram e se tornaram superiores. Da para entender? O problema é a cultura (a falta), o comportamento. Para de valorizar a natureza e comela a pensar em cultura, em CIVILIZAÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!!

  249. Chesterton said

    Final de tarde no Center Norte, sábado, 18 de janeiro. Um calor de matar. Lotado. Minissaias, shortinhos, camisetas, bermudas, sorvetes. Carrinhos de bebês. Ar-condicionado cansado. Parece praia de paulista.

    Gente comum, aquele tipo de gente que os movimentos sociais dizem defender, mas que na realidade detestam, justamente pelo seu amor aos shoppings e ao consumo.

    Se as autoridades cometeram erros na primeira abordagem da baladinha de periferia conhecida como “rolezinho”, os movimentos sociais mais uma vez revelaram seu lado B: são antissociais, míopes, e geradores de ressentimento e ódio. Esses revolucionários do Face são tão alienados quanto “as zelite brasileira”.

    Nada de novo no front: as ciências sociais não entendem nada de gente de verdade. Consideram essa gente sua inimiga porque ela não cabe em caixinhas ideológicas.

    O resumo da ópera do pânico com os “rolezinhos” é “polícia demais no começo, sociologia demais no fim”.

    Até uma alta autoridade do governo cometeu o pecado comum de governos racistas: “esse pânico é coisa de branco”. Não há política nos “rolezinhos” (nos verdadeiros), pelo menos não a política que os revolucionários do Face apreciam.

    Converso com algumas pessoas no shopping. Em meio a população autóctone, muitos adolescentes com roupa “kit rolezinho”. Uma paisagem normal.

    Dizer que o medo que as pessoas nos shoppings tiveram do “rolezinho” é preconceito é típico da ignorância dos movimentos (anti) sociais, do tipo que quis invadir o JK Iguatemi anteontem.

    O que assustou as pessoas (e não falo de “rico”, falo da gente comum que anda e trabalha nos shoppings) foi o número de jovens de uma vez só, a correria, o barulho e alguns furtos.

    Ninguém gosta de bagunça no shopping. Ora, sempre que há multidão, há risco, isso nada tem a ver com racismo ou luta de classes. Quem pensa que tem é a “playboizada esquerdopata” dos colégios de rico da zona oeste, mitomaníacos sociais.

    Olhando para o cenário e para os “atores sociais” ali, eu diria: deixem as pessoas andarem em paz nos shoppings. Que consumam em paz. E se der pra pegar uma mina, melhor.

    PONDE, NA fsp DE HOJE

  250. Chesterton said

    O mapa do crescimento

    Na intensa discussão travada hoje sobre como elevar as taxas de crescimento do país, é importante analisar quais são os fatores determinantes do crescimento sustentável.

    A teoria econômica e estudos empíricos mostram que o crescimento é produto do investimento em capital físico e humano e do aumento consistente da produtividade (ou a capacidade de produção média dos trabalhadores).

    Existe, porém, uma precondição para elevar investimentos e produtividade -a estabilidade econômica, que tem como aspecto central a estabilidade de preços, com inflação estável e na meta.

    A estabilidade econômica é fundamental para dar confiança à poupança e ao investimento e garantir o bom funcionamento da economia e do sistema de preços. Ela permite o planejamento e a correta alocação dos investimentos nos setores de maior demanda e, portanto, mais úteis à sociedade.

    Outro fator crítico da estabilidade é um resultado fiscal que assegure dívida pública estável ou cadente em relação ao PIB. O Estado ou o governo que gasta mais do que arrecada está tomando dinheiro emprestado para financiar despesas. E já sabemos, por experiência histórica, que essa situação leva cedo ou tarde a uma crise fiscal -quando a sociedade perde a capacidade e a confiança para seguir financiando a dívida pública.

    O terceiro fator fundamental da estabilidade, que ficou claro com a crise de 2007/08, é a estabilidade do sistema financeiro e de crédito. Para isso, foram estabelecidas novas regulações para os bancos operarem.

    Uma vez conquistada a confiança dos investidores no futuro, a estabilidade permite que se eleve o nível de investimento e que se dê os próximos passos para o crescimento sustentável.

    Nessa trajetória, é preciso: 1) fornecer um nível adequado de infraestrutura e serviços públicos, para assegurar o bom funcionamento da economia; 2) garantir mercados competitivos e eficientes, com concorrência e sistemas de preços funcionando livremente; 3) elevar a qualidade do sistema educacional, visando o aumento continuado da capacitação dos trabalhadores; 4) integrar o país à economia mundial, com abertura aos mercados competitivos.

    O Brasil, portanto, tem muitas oportunidades, em diversas frentes, para elevar seu crescimento. Para concretizá-las, precisamos de regras previsíveis, simples e eficazes para o funcionamento do mercado, de maior eficiência do Estado em prover serviços e de condições institucionais que fomentem a inovação tecnológica.

    Assim poderemos recuperar as taxas de crescimento de 2003 a 2010 e caminhar para um nível melhor de vida para toda a população.

    HENRIQUE MEIRELLES

  251. Patriarca da Paciência said

    “Chesterton, hoje estou realmente paciente!

    “Não, Patriarca, eles eram inferiores, se esforçaram e se tornaram superiores. Da para entender? O problema é a cultura (a falta), o comportamento. Para de valorizar a natureza e comela a pensar em cultura, em CIVILIZAÇÃO!!!!!!!!!!!!!!!!”

    É bem isso aí, Chesterton, nenhuma raça, nenhuma sociedade, nenhuma pessoa, nenhum homem ou mulher, é superior ou inferior. Ele apenas está exercendo um papel que a sociedade julga importante em determinado momento.

    Mozart viveu entre os servos de determinado bispo, tendo os mesmo “direitos e obrigações” dos outros servos. Certo dia Mozart se dirigiu ao bispo de modo um tanto descontráido e o tal bispo o taxou de um “sujeitinho orgulhoso e impertinente”, o que levou Mozar a deixar o tal trabalho.

    Ou seja, o simples fato de um sujeitinho medíocre exercer o cargo de bispo, naquela época, o tornava “superior” a Mozart.

    Será que o tal bispo era mais “civilizado” que Mozart?

    Será que o tal bispo tinha mais cultura que Mozart?

    Será que o tal bispo tinha mais talento que Mozart?

  252. Chesterton said

    Deixe de miopia , a única coisa que você reconhece é superioridade na conta bancaria. A menos importante dentre outras muito mais importantes. Porque é temporaria, pode mudar. Entendeu?

  253. Elias said

    Um tanto fora do tema.

    Da ADVFN, hoje:

    “Em um dia que deverá registrar fraco volume de operações no mercado nacional por causa do fechamento das bolsas norte-americanas pelo feriado de Martin Luther King, a China traz uma boa notícia: a economia do país cresceu 7,7% em 2013, acima da expectativa dos economistas e do próprio governo chinês. Outro dado positivo foi o crescimento de 9,7% da produção industrial chinesa no mês de dezembro na comparação anual. A notícia poderá afetar as ações de companhia exportadoras, em principal a VALE (VALE5), que possui grande concentração de vendas ao mercado asiático. ”

    7,7% de crescimento num mastodonte daquele tamanho é coisa pra caramba! E 9,7% de crescimento industrial no final do ano…

    Deu pra entender por que a Vale lançou aqueles debêntures há alguns meses… E por que esses debêntures não são conversíveis em ações.

    Os caras estão dando como certo que vão bamburrar em dinheiro vivo!

  254. Elias said

    De volta ao tema.

    É impressionante a capacidade que o Brasil e os brasileiros têm, de frustrar as melhores expectativas (há alguns anos, num desses eventos da OEA, se não me engano, um economista argentino tascou: “Todos sabem que o Brasil é o país do futuro… E sempre será…”. É bem verdade que o cara é argentino, logo, cretino, mas… Nessa ele estava com a razão).

    O Zé Sarney surgiu na política maranhense como uma tremenda promessa… Era da ala “Bossa Nova” da UDN, ou seja, conservador moderado, sem o ranço antidemocrático e golpista característico da ala hidrófoba de seu partido. E, ao contrário dos próceres da ala hidrófoba, Sarney era popularíssimo… Tinha voto.

    A ascensão política de Sarney foi vista como golpe de morte nas antigas oligarquias maranhenses, na época lideradas pelo grupo do “soba” Victorino Freire, a quem Sir Ney derrotou.

    Como se sabe, os maranhenses estavam apenas trocando seis por meia dúzia…

    Aqui no vizinho Pará, em 1982, chegou-se a pensar que os eleitores haviam feito o que se pensou que os maranhenses fizeram décadas antes: os paraenses elegeram governador do Estado um jovem político originário da ala “autêntica” do MDB. Esse jovem político se celebrizara por ter sido, nas duas décadas anteriores, um crítico feroz da corrupção e um lutador sem trégua pelo restabelecimento da democracia.

    O nome desse jovem político? Jader Barbalho.

    Neste final de semana, li um extenso dossiê sobre Mário Covas e sua família. São coisas de estarrecer, que confirmam e agravam o que de pior foi dito de Mário Covas, por alguns comentaristas deste blog.

    Putz! Então não tem um que se salve?

  255. Patriarca da Paciência said

    Chesterton,

    gastando o latim dos outros, “ad hominem”.

    Responda ao argumento e não me venha com julgamentos sobre a minha pessoa.

    Afinal, o bispozinho medíocre era mesmo “superior” a Mozart?

  256. Patriarca da Paciência said

    Elias,

    eu venho comentando, faz alguns anos, que não acredito que existam políticos imaculados nem no Brasil, nem na Terra e talvez sequer no Universo!

    Política não combina com imacularidade!

    Como o diz o sábio conselho do Grande Mestre, “condene os pecados, mas perdoe os pecadores”

    A fórmula política do “por fora” era universal. Eu também não acredito na imacularidade da Marina!

    Agora que a coisa está vindo à tona, aos borbotões, creio que possa até diminuir!

    A coisa começou a aparecer com o Collor. Talvez tenha sido a única grande contribuição que o famigerado governo ofereceu ao Brasil!

    Chegar a um nível “civilizado”, “razoável” “aceitável” é um grande ideal e é o máximo que os ditos países de 1º mundo alcançaram!

    Daí essa grande hipocrisia que é a tal ação penal 470!

    Se deviam ser punidos? Creio que sim, mas dentro da devida proporção jurídica, não essa papagaiada toda que fizeram!

    O Barbosão tem um mínimo de moral para condenar o Genoino?

    Comprando apartamento em Miami, através de empresa com sede em apartamento funcional, empresa que funcionou com o único objeto da compra do tal apartamento, a fim de de driblar o fisco norte-americano?

  257. Pax said

    É muito triste essa verdade…. muito triste. Hora da Dilma apear, infelizmente suas besteiradas estão ficando muito à acima de qualquer limite aceitável. Podem procurar no blog se não é verdade que torci por ela. Torci um bocado. Chega.

    Quem manda se ajoelhar para Kátia Abreu que chamava Lula de bandido para baixo?

    Opção dela, de Dilma, que não deve estar longe da opinião do chefe.

    —————

    No Facebook do Idelber….

    Idelber Avelar Guarani Kaiowá
    Fala o geógrafo Mario Mantovani, da Fundação SOS Mata Atlântica:

    “Os ruralistas acharam um governo que aceitou a chantagem. Até então, essa chantagem se repetia: ‘Se vocês não fizerem tal coisa, não vai ter comida’, diziam. ‘Se não fizerem isso, o Brasil vai ficar nos rincões’. Mas o governo não entrava nisso. O governo dizia: ‘pare de encher o saco, quem está bancando vocês sou eu.'”

    “Você tem 30 milhões de hectares para a soja. Se o cara de Chicago descobre que agora vai ter dois bois por hectare e, portanto, vai sobrar 100 milhões de hectares, isso não quer dizer que vai dobrar a produção de soja. Porque se fizer isso, o preço cai. Esse número [30 milhões de hectares para a soja] é contadinho, não vai crescer. As próprias produtoras de semente param de vender. Não vão arriscar. Então, na realidade estamos fazendo a conta mais imbecil. O Brasil fica falando de ‘uma agricultura que vai produzir alimento para o mundo, nós queremos expandir…’ Não vai expandir. Está no limite. Celulose está no limite, cana no limite, soja no limite. Só não está a abobrinha. E desses R$ 150 bilhões do crédito, não chegam R$ 15 bilhões para a agricultura familiar. E mais uma coisa: 80% dos proprietários têm menos de 20% das terras. E 20% têm 80% da terra. Então é essa desigualdade toda. E é essa a bancada que partiu para a chantagem com o governo. E o governo aceitou.”

    “Eu estou há 35 anos em ONG. Não estou em partido nenhum, nunca tive nenhum vínculo. O que eu vejo que aconteceu? Eu digo: para o meio ambiente, este é o pior governo da história. Porque o Lula pelo menos incorporou, colocou a Marina Silva [no ministério do Meio Ambiente], fez avanços. A lei da Mata Atlântica, por exemplo, foi com o Lula. A Dilma simplesmente passou o trator em cima de tudo. Não tinha o desmatamento na Amazônia porque tinha o controle muito maior, toda a fiscalização. Com o desmonte da Dilma nesses anos, mudou. E a projeção de desmatamento é muito maior daqui para a frente. Ela abriu todos os controles. O desastre que a Dilma causou vai ser uma coisa para os próximos 10, 20 anos”.

    Se ler um único texto hoje, leia este: entrevista com o geógrafo Mario Mantovani, da SOS Mata Atlântica. Íntegra aqui: http://bit.ly/1aE9ZBr.

  258. Otto said

    A última pá de cal na liberdade de imprensa em Minas:

    http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/127564/Est%C3%A1-preso-em-Minas-o-dono-do-Novo-Jornal.htm

  259. Elias said

    “Não tinha o desmatamento na Amazônia porque tinha o controle muito maior, toda a fiscalização.” (Mário Mantovani, citado pelo Idelber, citado pelo Pax)

    Cumequiéquié?

    Quando é quiéqui “Não tinha o desmatamento na Amazônia porque tinha o controle muito maior, toda a fiscalização”?

    Ao longo das décadas, o desmatamento na Amazônia só fez crescer. O governo, nenhum governo, jamais teve controle sobre isso, por mínimo que tenha sido.

    O que se conseguiu foi diminuir as QUEIMADAS, e isso não é mérito de nenhum governo em particular. Começou a diminuir na época do João Figueiredo. Teve aquele aumento brutal durante a Constituinte, pelas razões que todo brasileiro sabe (e se não sabe, deveria saber). A partir do governo FHC voltou a cair, e não parou mais. Hoje há um certo controle sobre as queimadas, ainda sofrível, mas que vem melhorando de ano para ano.

    Isso com relação às queimadas.

    Agora, com relação à derrubada para extração de madeira, é piada de mau gosto dizer que, em algum momento, houve mais “controle” ou “fiscalização”.

    Mentira! Isso nunca houve. Até porque os governos — federal e estaduais — nunca dispuseram de meios pra fazer isso. Se não têm agora, muito menos tiveram no passado.

    Nem que eles quisessem, e por mais que se esforçassem — e jamais quiseram ou se esforçaram — os governos não poderiam fazer isso na Amazônia. Teriam que ter frotas enormes de avisões, helicópteros, barcos, aerobarcos, etc.

    Com a frota disponível — e que, hoje, é muito maior do que no passado — não dá nem pra sonhar em exercer algum tipo de controle sobre o desmatamento (que é infinitamente mais sorrateiro que a bandeirosíssima queimada, certo?…).

    O que acontecem são ações espasmódicas. O governo transfere uma “força-tarefa” pra atuar durante um certo tempo numa determinada região. São feitas algumas apreensões, prisões, etc. Saem algumas manchetes nos jornais, etc, etc. Aí a operação é encerrada, e tudo volta a ser como dantes… E a floresta vai sumindo, principalmente madeira de lei. O jacarandá da Amazônia, p.ex., já dançou há muito tempo; idem o mogno, que, hoje, existe mais em floresta plantada por uns poucos teimosos… E assim por diante.

    Na maior parte dos casos, o “controle” não é feito na extração da madeira, e sim na comercialização. A madeira exportada, p.ex., é quase toda certificada, não tanto por causa do Brasil, mas por exigência dos países importadores.

    Agora, os porrilhões de metros cúbicos de madeira que são consumidos no mercado interno, não têm nenhum tipo de controle de origem. Aí o que vale é o vale-tudo.

    Isso é algo que qualquer brasileiro com mais de 2 neurônios pode checar, sem sair de casa. É só dar um planeio geral sobre quais produtos de madeira ofertados no mercado dispõem de certificação de origem.

    Qualquer pessoa facilmente constatará que, mesmo os produtos que dispõem de certificação de origem não fazem isso cumprindo uma exigência legal (isso sim, a base para um efetivo controle da derrubada ilegal). Quase sempre, a certificação de origem decorre de iniciativa da própria empresa que, assim, “nobiliarquiza” seu produto e se credencia a cobrar mais caro por eles.

    Quando ministra do Meio Ambiente, Marina Silva não avançou um único milímetro no controle e na repressão da derrubada ilegal. Nem ninguém antes dela… Nem ninguém depois dela…

  260. Chesterton said

    Afinal, o bispozinho medíocre era mesmo “superior” a Mozart?

    chest- meu Deus, tem que desenhar? Lógico que não, só tinha mais dinheiro.

  261. Chesterton said

    Gostaria de dizer aos senhores que meu filho continuará brincando de mocinho e bandido, sendo os mocinhos agentes policiais, defensores da lei e da ordem, devidamente aparelhados com armas, algemas e camburões. Em nossas brincadeiras, bandidos seguirão sendo bandidos, e não vítimas da sociedade ou heróis revoltados com a burguesia. Ao final dos trabalhos, antes da nossa hora de escovar os dentes e dormir, todos os malvados serão conduzidos à prisão, onde vão pagar pelos crimes cometidos.

    Gostaria de dizer aos senhores que em minha casa continuarei ouvindo Bach e Beethoven. Direi a meu filho que existe música boa e existe música ruim, sendo que Mozart e Schubert enquadram-se no primeiro caso, e rap e funk carioca enquadram-se no segundo. Quando ele aprender a ler, direi que Cecília Meireles e Fernando Pessoa escrevem bem, ao passo que pichadores de muro e poetas de passeata escrevem mal. Direi que o grafite psicodélico da esquina – como ele próprio observou, aos três anos de idade – é feio, enquanto uma tela de Caravaggio ou uma escultura de Aleijadinho são bonitas. (Descobri que meu filho tem um senso estético mais apurado que a maioria dos intelectuais de esquerda.)

    Gostaria de dizer aos senhores que continuarei fazendo o sinal da cruz ao passar pela frente de uma igreja e rezando silenciosamente antes das refeições ou durante meus passeios matinais com o vira-lata Cisco. Da mesma maneira, continuarei indo às missas do meio-dia na Catedral de Londrina e lendo pelo menos um capítulo dos Evangelhos antes de dormir.

    Gostaria de dizer aos senhores que meu filho ouvirá de mim todos os dias que falar a verdade é certo e mentir é errado. Aprenderá, por força de repetição, que não se deve subtrair o que é dos outros; que um menino educado divide os seus brinquedos com os amiguinhos, mas nunca se apropria do brinquedo alheio sem a devida permissão; que existe uma coisa chamada propriedade privada e que ela merece respeito.

    Gostaria de dizer aos senhores que meu filho aprenderá que existem três coisas chamadas verdade, bondade e beleza – e que elas estão profundamente interligadas. Que invadir o shopping gritando e cantando bobagens é uma atitude inadequada, estúpida, ridícula. Que não se deve perturbar a paz alheia. Que a companhia da família – em geral formada por pai, mãe e filhos – é sempre melhor do que qualquer bem material ou objeto de consumo.

    Gostaria de dizer aos senhores que direi todos os dias ao meu filho que Deus existe, que Jesus Cristo é Seu Filho e que o amor é o caminho para a salvação eterna. E mais não digo porque não preciso.

    Paulo Briguet é jornalista.

    Publicado no blog Com o Perdão da Palavra.

  262. Patriarca da Paciência said

    “Afinal, o bispozinho medíocre era mesmo “superior” a Mozart?

    chest- meu Deus, tem que desenhar? Lógico que não, só tinha mais dinheiro.”

    Agora sim, Chesterton, através dos ensinamentos do grande mestre Sócrates, finalmente, eu fiz você PARIR um raciocínio consistente.

    Dinheiro não torna alguém “superior”, tampouco a falta de dinheiro torna alguém “inferior”. Mesmo porque, os picaretas tem muito mais talento para ganhar dinheiro que as pessoas honestas e sábias!

    Também não é a simples erudição que torna alguém sábio! O simples acúmulo de ensinamentos é algo bem diferente de sabedoria!

    O Constantino pode se tornar o homem mais rico do mundo e ainda continuará um imbecil! Assim como o Reinaldo Azevedo, mesmo tendo acumulado uma boa erudição, ainda continua um tolo.

    Ao contrário de Lula e Lincoln, os quais, mesmo sem diplomas universitários, se tornaram grandes mestres!,

    É isso aí, Chesterton, depois de desenhar nos mínimos detalhes, acho que, finalmente, você entendeu alguma coisa!

  263. Patriarca da Paciência said

    Acho que você está melhorando mesmo, Chesterton,

    O texto do Paulo Briguet é bem razoável. Eu só o aconselharia a pesquisar um pouco se a turma dos rolezinhos vive assistindo as TVs Câmara e Senado, ouvindo discursos de políticos, lendo livros de sociólogos da esquerda ou se, pelo contrário, a turminha aí é fã de uma novela da Globo, não perde um daqueles filmes dos “heroizões” norte norte-americanos que resolvem tudo sozinhos e sempre conseguem destruir não só os adversários, como todos os parentes e amigos destes e também se vivem equipados com as últimas parafernálias eletrônicas!

  264. Pax said

    E eu esperando o prometido novo site da Agência Brasil, torcendo pra que fique bom, anunciado para hoje e….

    Ao acessar o dito cujo:

    Vem aí…
    Acesse a nova Agência Brasil a partir de amanhã, 21.

    Mas… hoje é dia 21!!!

  265. Patriarca da Paciência said

    “247 – A família de José Genoino anunciou ontem que o site criado para arrecadar doações para pagar a multa de R$ 667 mil da AP 470 obteve 100% do valor. Um dos responsáveis por isso foi o ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ex-ministro da Justiça e da Defesa, Nelson Jobim, que fez uma doação de R$ 10 mil para o ex-presidente do PT.

    Segundo a Folha de S. Paulo, caso o site criado para ajudar o petista atingisse o valor da dívida, o cheque de Jobim seria utilizado para pagar o aluguel da casa que o ex-deputado locou para cumprir parte da pena de prisão domiciliar.

    Genoino mora atualmente de aluguel em Brasília com a mulher, após ter sido negado pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa, a voltar para sua casa, em São Paulo.”
    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/127605/Ex-presidente-do-STF-doou-R$-10-mil-a-Genoino.htm

    E agora, Joaquim Barbosa?

  266. Pax said

    Bem, não sou só eu que acha que Dilma anda aprontando… e essa Gleisi! Bem, casada com Paulo Bernardo, que é amiguinho do João Resende, reconduzido para mais um período à frente da presidência da ANATEL sabe-$e lá por que carga$ d’água.

    http://jornalggn.com.br/noticia/e-hora-de-dilma-olhar-para-o-novo

    Uma pena.

  267. Pax said

    Walfrido dos Mares Guia se livrou do mensalão tucano. Completou 70 anos a o crime prescreveu (nessa idade a prescrição cai pela metade, segundo nosso código).

    Pois bem, não veremos os petistas reclamando. Porquê?

    Ora, porque Walfrido dos Mares Guia é amigão de Lula.

  268. Otto said

    Pax, eu reclamo!

  269. Otto said

    E aí, Pax, que tal seria o Brasil com a volta dos tucanos?

    Quando a imprensa denuncia tucano, aí tudo muda de figura. O discurso em prol da liberdade de imprensa se esvai e viramos um Irã, uma Arábia Saudita, uma Coréia do Norte.

    Parece que a situação em Minas Gerais está bem feia. A imprensa que não tem a simpatia da Casa Grande tucana vem sofrendo represálias cada vez mais pesadas, e agora o diretor-proprietário do Novo Jornal, Marco Aurélio Carone, voz solitária no estado a veicular denúncias contra o governo do estado, foi preso, a mando da juíza Maria Isabel Fleck. A arbitrariedade da decisão é gritante: a magistrada decidiu prender o jornalista com base num argumento similar à da doutrina de segurança do Pentágono da era Bush: por “prevenção”, para evitar que ele continuasse a publicar informações “inverídicas”. Sendo que inverídicas, no vocabulário das autoridades pró-tucanas de Minas Gerais são informações incômodas ao governo do estado.

    Para Aécio Neves, jornalista dissidente só é bom em Cuba…

    – See more at: http://www.ocafezinho.com/2014/01/21/justica-manda-prender-jornalista-dissidente-em-mg/#sthash.xZEukFBI.dpuf

  270. Chesterton said

    Dinheiro não torna alguém “superior”, tampouco a falta de dinheiro torna alguém “inferior”. Mesmo porque, os picaretas tem muito mais talento para ganhar dinheiro que as pessoas honestas e sábias!

    chest- mas é você que afirma isto, caramba!!! Você que acha que dinheiro faz alguem superior quando eu venho insistindo que é na educação e comportamento!!!!

  271. Patriarca da Paciência said

    Continue lendo, Chesterton, a resposta está no mesmo post:

    “Também não é a simples erudição que torna alguém sábio! O simples acúmulo de ensinamentos é algo bem diferente de sabedoria!

    O Constantino pode se tornar o homem mais rico do mundo e ainda continuará um imbecil! Assim como o Reinaldo Azevedo, mesmo tendo acumulado uma boa erudição, ainda continua um tolo.

    Ao contrário de Lula e Lincoln, os quais, mesmo sem diplomas universitários, se tornaram grandes mestres!,

    É isso aí, Chesterton, depois de desenhar nos mínimos detalhes, acho que, finalmente, você entendeu alguma coisa!

  272. Elias said

    “Gostaria de dizer aos senhores que direi todos os dias ao meu filho que Deus existe, que Jesus Cristo é Seu Filho e que o amor é o caminho para a salvação eterna. E mais não digo porque não preciso.” (Paulo Briguet, citado pelo Chester)

    Precisa, sim!

    Precisa dizer ao filhão que o mundo foi criado em seis dias.

    E também que um cara chamado Noé fabricou um barcão imenso de grande, e meteu um casal de cada coisa vivente neste planeta, que coube naquela imensidão de barco enorme de grande: foram milhares de espécies de vertebrados e bilhões de insetos, sem falar nos porrilhões de outros seres microscópicos, tudo dentro do barcão imenso do Noé. Alguns animais sobressalentes também foram colocados no barcão imenso de grande, pra servir de alimento pra imensa quantidade de carnívoros que estava dentro do barcão imenso de enorme de grande.

    Ah, sim. Aproveita e explica também pro filhote de Briguet que essas ossadas de dinossauros que, volta e meia, são encontradas por aí, são os restos mortais de animais que não couberam dentro do barcão de Noé. Apesar do barcão ser aquela enormidade de imenso de grande, Noé não conseguiu descolar uns camarotes pros pobrezinhos dos dinossauros. Aí os dinos tiveram que morrer, tadinhos…

  273. Pax said

    Acredito, caro Otto (#269), que se os tucanos voltarem ao poder, o Brasil perde.

    O que me deixa triste é que com os petistas no poder, o que tinha que andar, andou. E foi muito pouco pro necessário.

    E o que vejo agora é o Brasil perdendo um bocado.

    Tá dura de ver a situação.

    Não há um menos ruim. O que há, é, talvez, um menos péssimo.

    O PT foi-se, sem volta. Esses próximos 4 anos de Dilma (quase certo que leva no 1o turno) serão um desastre. A petezada sabendo que é o fim, vai arrancar até as tomadas das paredes antes de deixar a casa.

  274. Pax said

    Caro Otto,

    você, entre 1 milhão de petistas, é um grão de areia.

    destes 1 milhão, uns 90% se tornaram ovelhas.

    tristes ovelhas.

    Caro Chesterton,

    Constantino é um fracasso do que mal começou. Nem insista.

    Fique com o titio.

    Histeria e mentira ainda são melhores que esses novos frutos do sei-lá-dozismo-malfadado-direitismo. Só aparece porcaria. Cada dia um pior que o outro.

    FIco imaginando se eu fosse um liberal. Caramba. Que falta de gente capaz!

    De outro lado, como social-democrata, fico pensando: caramba, todos vergam à direita?

    Como que os países sociais democratas que admiramos andaram à frente? O que fizeram para que isso acontecesse?

    DO que sei:

    1 – investiram em Educação.

    2 – passaram a não admitir corrupção.

    Será assim, tão simples?

  275. Pax said

    Confirmado: A EBC está no mesmo caminho do PT e seu governo. Piorando `a passos largos.

    http://agenciabrasil.ebc.com.br

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica

  276. Chesterton said

    caramba, todos vergam à direita?

    chest- basta ter filhos.

  277. Patriarca da Paciência said

    Elias, 272,

    muito bom esse relato das aventuras do enorme de grande Noé. O homem era mesmo um prodígio! Se avaliarmos bem, deve ter sido o mais imenso de grande herói de todos os tempos.

    Se bem que há aquela história meio mal contada, meio escabrosa, de que suas filhas o deixaram de porre e tiveram filhos com ele. Mas para um herói tão imenso de grande, tudo é permitido!

  278. Olá!

    Para o Pax, agora, tudo parece ter virado à direita. É o Pax Bacamarte.

    Até!

    Marcelo

  279. Olá!

    Pax,

    “Constantino é um fracasso do que mal começou. Nem insista.

    Fique com o titio.

    Histeria e mentira ainda são melhores que esses novos frutos do sei-lá-dozismo-malfadado-direitismo. Só aparece porcaria. Cada dia um pior que o outro.”

    O Rodrigo Constantino escreve muito bem sobre economia e suas explicações de alguns fenômenos econômicos complicados aos leigos estão entre as mais claras que já li. Não gosto muito quando ele se arrisca fora da senda da economia e considero que ele foi infeliz e idiota ao utilizar o termo inferioridade para se referir aos garotos e garotas do rolézinho.

    No entanto, ainda assim, há menos populismo e demagogia nessa atitude tosca dele do que na atitude do pessoal de esquerda que, de bate-pronto, passou a dar uma atmosfera de conflito racial e de classe a uma situação que consiste apenas em jovens buscando se divertir. Quem não leu por aí os esquerdistas dizendo algo mais ou menos assim: “Jovens negros/pardos, pobres e da periferia são barrados de se divertir no shopping da elite branca, rica e racista que mora em condomínio fechado!!!!!” Isso é de uma demagogia tremenda mesmo. São os gigolôs do vitimismo barato.

    “FIco imaginando se eu fosse um liberal. Caramba. Que falta de gente capaz!”

    Já reparei em uma situação interessante: Todo e qualquer esquerdista brasileiro com o qual pude interagir sempre repete essa cantilena de que não existem, no Brasil de hoje, autores liberais que valham a pena e sempre citam algum liberal brasileiro já falecido como exemplo de grande liberal.

    Isso já acontecia nos tempos do Roberto “Bob Fields” Campos e do José Guilherme Merquior, quando a esquerda afirmava que eles não passavam de dois toscos. O Darcy Ribeiro apenas se referia ao Merquior como reacionário, ao passo que o Bob Fields, para a esquerda paleo-burra deste Brasil varonil, sempre será um entreguista da pior estirpe, apesar de, até hoje, não ter surgido contra ele nem mesmo 1% daquilo que colocou os mensaleiros em cana.

    Fiquei surpreso quando o Pedro Doria, um esquerdista declarado, no seu antigo blog, sacou da algibeira a formação universitária e a atuação do Bob Fields nas funções de Estado para diminuir a reputação de um autor conservador, afirmando que direitista bom mesmo era o Bob Fields!!!

    “De outro lado, como social-democrata, fico pensando: caramba, todos vergam à direita?”

    Considerando que o tipo de social-democracia que você, Pax, defende é aquela ao estilo escandinavo, como você próprio já afirmou em outras ocasiões, quando você parasse para analisar as instituições econômicas que sustentam esse tipo de ordem social, sua reação mais imediata seria a de dizer que tais instituições estão muito vergadas à direita.

    “Como que os países sociais democratas que admiramos andaram à frente? O que fizeram para que isso acontecesse?

    DO que sei:

    1 – investiram em Educação.

    2 – passaram a não admitir corrupção.

    Será assim, tão simples?”

    Essa é uma simplificação muito extrema.

    No Brasil de hoje, não adiantaria muita coisa investir no atual sistema de educação, pois tal sistema não existe com a finalidade de educar os estudantes, de ensiná-los a ler, escrever e calcular. Esse sistema existe para atender aos interesses corporativistas dos seus burocratas, funcionários, sindicatos e afins, a educação fica sendo uma das últimas prioridades.

    A questão da redução da corrupção é mais complicada, pois é difícil reduzir o tamanho do Estado e do seu poderio econômico. Quando o FHC fez uma leve redução disso através das privatizações e da modernização de algumas legislações, o que não faltou foi gente dizendo que ele havia “vergado à direita”, enquanto que, na realidade, ele apenas buscou implementar no Brasil medidas semelhantes àquelas que a esquerda civilizada havia feito nos países desenvolvidos.

    Até!

    Marcelo

  280. Chesterton said

    O PT diminuiu a corrupção? Ora, que diminuiu foi o poder judiciario colocando petistas na Papuda.

    ———————————

    Esta impressionante ministra dos Direitos Humanos disse o seguinte, num determinado momento: “Quando o governo investe no sistema prisional, nós recebemos críticas também…”

    É mesmo? Recebe críticas de quem? Quando é que vocês viram um governo, em qualquer esfera, ser criticado por investir em presídios? Epa! Esperem! É verdade. Quem costuma fazer essa crítica é justamente o petismo. Lula, o Apedeuta-chefe, disse certa feita que ele preferia construir escolas a construir cadeias. Bidu! Com esse pensamento, o Brasil tem hoje um déficit de umas 200 mil vagas mais ou menos. RA

    chest- típicaboçalidade de minisro petista, do pior governo que já apareceu por aqui.

  281. Chesterton said

    …..a conduta lastimável da ministra Maria do Rosário, que anunciou ao Brasil a falsa ocorrência de um crime. Resgatemos dois trechos de sua nota:
    ANÚNCIO DO FALSO CRIME:
    “A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) vem a público manifestar solidariedade à família de Kaique Augusto Batista dos Santos, assassinado brutalmente no último sábado”
    MOBILIZAÇÃO DA AUTORIDADE
    “SDH/PR está acompanhando o caso junto às autoridades estaduais, no intuito de garantir a apuração rigorosa do caso e evitar a impunidade.”

    O que diz o Código Penal no Artigo 340? Isto:
    “Art. 340 – Provocar a ação de autoridade, comunicando-lhe a ocorrência de crime ou de contravenção que sabe não se ter verificado:
    Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.”

    RA)

  282. Chesterton said

    Aí, Patriarca, Deus existe?

  283. Pax said

    Off topic de extrema importância… =) (porra, sacanagem isso)

    Idelber Avelar Guarani Kaiowá
    há 7 horas · Editado
    Você aí que bebe cerveja, tem notado nos últimos tempos uma sensação diferente, de empanturramento estranho depois de umas duas ou três Brahmas, Skol, Antárcticas? Pois é, isso se deve ao fato de que você está ingerindo, não cerveja, que desde os persas é feita com cevada, mas um suco de milho transgênico. As cervejas da Ambev — todas elas — passaram a ser feitas com um teor de milho (sempre transgênico) que chega a 45%. Aqui, a lista das cervejas brasileiras feitas com milho e aquelas que ainda levam cevada: http://bit.ly/1jm6d4p.

    Mas como sabemos que tudo o que está ruim pode piorar, a cerveja que você ingere agora poderá também perder o lúpulo e receber leite e mel, além de mais milho e, pasmem, ervas aromáticas: http://bit.ly/1cSAorM. Se essa porra ainda pode ser chamada de cerveja, eu sou, sei lá, físico nuclear.

    Nunca tive frescura com cerveja e sempre bebi qualquer uma, desde que fosse, ora bolas, CERVEJA. Mas chegou-se a um ponto em que alguém teria que puxar boicotes, protestos, qualquer coisa. É caso de revolução armada, o que estão fazendo com a cerveja.

  284. Pax said

    Tá um bochincho danado sobre uma tal entrevista da Luiza Trajano no Manhattan Connection

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,luiza-trajano-envia-e-mail-para-mainardi-com-dados-de-inadimplencia,175914,0.htm

    Estes ídolos da galera conservadora, liberais, ou de direita, como queiram se chamar, só reforçam a ideia que não há partido que os represente porque quem os representa não representa porcaria nenhuma que preste.

    (sorry, Chesterton)

  285. Chesterton said

    fiquei sabendo agora, não vejo mais tv. A capitalista Luiza Trajano sempre foi minha “ídala”. me explica a confusão.

  286. Chesterton said

    http://www.worldbank.org/projects/P087713/br-bolsa-familia-1st-apl?lang=en&tab=overview

    chest- não sei se entendi direito, emprestimo no FMI para pagar bolsa familia?

  287. Pax said

    Caro Chesterton,

    vi no bochincho do Facebook…

    também não sei bem, parece que Luiza Trajano afirmou que o varejo estava muito bem (cresceu 6% em 2013, algo assim) e o bobalhão do Mainardi disse que ela estava errada, que tinha subido a inadimplência, sei lá…. e Luiza mostrou que eles estavam gorando o que está bom.

    Como se o Mainardi entendesse mais de varejo que ela…. pois sim. Babaca, quando é dedicado, é competente, sim.

    Caso consiga (eu não consigo por conta do meu link Tsunami terra arrasada do Paulo Bernardo), assista aqui:

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,luiza-trajano-envia-e-mail-para-mainardi-com-dados-de-inadimplencia,175914,0.htm

  288. Pax said

    Caro Chesterton,

    Como tenho curisidade para saber como vivem os “animais” conservadores, liberais, de direita, como queiram se chamar, me conte: “porquê você não assiste mais tv?”.

    Vive só com o que acha na web? O que assiste? Não vê filmes? Documentários?

  289. Pax said

    Caro Chesterton,

    Teu amigo (nosso), Pedro Doria, filiado faz tempo ao “emcimadomurismo”, comenta o caso do bobalhão do Mainardi.

    Pedro Doria compartilhou um link.
    há 14 minutos próximo a Rio de Janeiro
    Está, por aí, uma baita celebração da ‘surra’ que Luiza Trajano, do Magazine Luiza, deu em Diogo Mainardi durante o último Manhattan Connection.

    Eu me perdi.

    Não tenho qualquer simpatia pelos colunistas ideológicos, seja à direita ou à esquerda. Tratam tudo de forma maniqueísta e o outro está sempre errado.

    Só eu não vi essa surra?

    Vi, sim, que Mainardi não conhece os números de inadimplência no varejo brasileiro. Fez uma afirmação forte desconhecendo o tema, levou um fora daqueles que jornalista nenhum gosta de levar. Na próxima, que se prepare melhor para a entrevista.

    Ele está, porém, corretíssimo em seu outro argumento: no Brasil, as coisas custam caro demais. Isso não tem nada a ver com o PT. Já custavam muito caro no governo FH, no de Itamar, Collor e por aí vai. Produtos como roupas, eletrodomésticos, eletrônicos, equipamento digital, carros saem por duas, três, quatro, às vezes cinco vezes mais do que na Europa ou nos EUA. É um problema que o governo atual sequer tentou resolver. Como seus antecessores.

    Luiza não tenta responder. Diz que, com bom atendimento, a gente compra.

    Ou seja: somos otários. Por um sorriso bonitinho da vendedora a gente paga R$180 pela camisa de US$25.

    É isso mesmo.

    Pois, por um sorriso simpático da excelente vendedora Luiza, estamos todos comprando a ‘surra’ que Mainardi levou. Compramos tanto que até celebramos seu argumento: brasileiro paga mais, dane-se. Ela não é a única a pensar assim. Já ouvi o mesmo do gerente geral, no Brasil, de uma grande marca de computadores. Mesmo com os impostos, poderia custar menos. Mas o brasileiro paga e empresário não está aí para jogar dinheiro fora.

    Num debate há forma e conteúdo. Na forma, Mainardi perdeu. É evidente. Se vc faz afirmativas fortes baseadas em dados errados, roda. No conteúdo…

    Empresária fala sobre comércio e economia no Brasil – GloboNews – Vídeos do programa Manhattan…
    g1.globo.com
    Luiza Helena Trajano Inácio Rodrigues, empresária que comanda a rede de lojas Magazine Luiza, falou sobre a situação do varejo no país e deu sua opinião

  290. Chesterton said

    Pax, a função da Luiza é cobrar o mais caro possivel e ter o maior lucro possivel sobre as mercadorias que vende. Compra quem quer. Agora é óbvio que brasileira(a) é babaca, compra qualquer coisa por qualquer preço, e a situação é sustentada por crédito fácil que no primeiro tropeço acaba…tal qual piramide.

    ————————————–

    O BC surpreendeu os analistas ao elevar a taxa Selic para 10,50% ao ano na semana passada, enquanto a projeção da maioria (e minha também) era 10,25% ao ano. Só não chegou a ser uma surpresa completa porque os preços prevalecentes às vésperas da reunião do Copom embutiam uma probabilidade grande (mas não a certeza) do aumento de meio ponto percentual.

    Com esse resultado, é bastante provável também que a Selic, ao final deste ciclo de aperto monetário, atinja 10,75% ao ano, o mesmo nível observado no início do atual governo, se não ainda um pouco mais elevada (talvez 11% ao ano).

    Descontadas as (elevadas) expectativas para a inflação nos próximos 12 meses, a taxa real de juros se encontra ao redor de 4,5% ao ano, bastante superior aos 2% ao ano estabelecidos pela presidente como objetivo para seu governo, mas insuficiente para domar a inflação, que teima em permanecer na casa dos 6% (ou mais).

    Precisamente em razão da resistência da inflação se espera que o BC seja forçado a um segundo ciclo de elevação da taxa de juros, devidamente passadas as eleições.

    Para um governo que se propôs a fazer o país crescer forte, com inflação na meta e juro de 2%, os resultados observados nos últimos anos (todos sabemos, mas vale repetir: crescimento medíocre, inflação alta e sendo forçado a voltar atrás no seu objetivo de juros) deveriam levar a uma reflexão profunda acerca dos rumos de política econômica. Como não há a menor chance de que isso ocorra, ofereço as minhas ponderações, sem, é claro, nenhuma esperança de que sirvam para o aprendizado dos (ir)responsáveis de plantão.

    Conforme alertei quando o BC promoveu o “cavalo de pau” na gestão da política monetária, em agosto de 2011, a redução na marra das taxas de juros nos custou muito. Mesmo com o “apito amigo” (a mudança no cálculo do IPCA, que reduziu o índice em 0,7% em 2012 e, mais recentemente, os controles dos preços administrados), a inflação não convergiu à meta. Pelo contrário, a tendência tem sido de aceleração.

    Ademais, ao continuar reduzindo taxas de juros com a inflação em alta, o BC conseguiu demolir a credibilidade conquistada em anos anteriores. As expectativas de inflação, que antes se agrupavam ao redor da meta, hoje se situam confortavelmente acima dela, algo como 1,5 ponto percentual em 2014 e 1 ponto percentual no ano que vem. Apenas esse desenvolvimento já forçaria o BC a trabalhar com uma taxa de juros entre 1 e 1,5 ponto percentual a mais do que seria requerido caso tivesse mantido as expectativas sob controle, mas o impacto não se
    encerra aí.

    Ninguém sabe o valor preciso, mas estima-se que, para trazer a inflação de volta à meta (e apenas ao fim de 2015), o BC teria que elevar a Selic para mais de 12% anuais ainda no primeiro semestre deste ano. Em contraste, se tivesse feito seu trabalho quando havia tempo e credibilidade para tal, hoje muito provavelmente poderia manter a Selic abaixo de 10% ao ano com a inflação controlada.

    Não o fez por subserviência a um governo voluntarista que acredita dominar todos os botões necessários para controlar o funcionamento da economia, da taxa de juros ao retorno requerido pelos empresários na operação dos seus negócios, passando, é claro, pela taxa de câmbio “Cachinhos de Ouro”, nem quente o suficiente para acelerar a inflação nem fria o bastante para desestimular a indústria nacional.

    Diante do fracasso retumbante de sua política, o BC tenta, tardiamente, recuperar a credibilidade perdida. No entanto os limites à sua ação ficam claros na própria comunicação aos mercados. Ao sugerir que sua atitude mais dura se limita ao atual momento e evitar um compromisso mais forte com a meta de inflação, o BC revela não dispor da autonomia para fazer o necessário no campo da política monetária.

    Da mesma forma que em 2011, tal política ainda há de nos custar caro, mas certas lições parecem nunca ser aprendidas.

    alexandre schwartsman
    Alexandre Schwartsman, formado em administração pela FGV-SP e em economia pela USP, é doutor em economia pela Universidade da Califórnia (Berkeley). Ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central e sócio-diretor da Schwartsman & Associados Consultoria Econômica, é também professor do Insper. Escreve às quartas, semanalmente.

  291. Chesterton said

    Porque não assisto TV? Bem, talvez a internet seja minha TV, infinitos canais e assuntos, farta BIBLIOGRAFIA ROYALTY FREE, não tem propaganda (os pop-up são fáceis de ignorar) , meu filhote monopoliza a TV no JN, que aliás é dilmista até a alma, não assisto futebol, nem F1, tenho acervo salvo em disco de musicas e livros de minha preferencia para escutar e ler no proximo decênio, enfim, sei lá….mas você tem razão, a direita tolera menos a vulgaridade que predomina.

  292. Patriarca da Paciência said

    “Aí, Patriarca, Deus existe?”

    Essa é boazinha Chesterton,

    Logo eu, vou algo que ninguém até hoje respondeu?

    Mas existe uma resposta que satisfaz plenamente os conceitos de lógica, ou seja, sobre o assunto há três resposta bem honestas!

    1ª) Eu ACREDITO que Deus existe.
    2ª) Eu NÃO ACREDITO que Deus existe.
    3ª) Ninguém pode afirmar, com toda a certeza, cientificamente, se Deus existe ou não existe.

    Qualquer pessoa que fale nestes termos está sendo honesto!

    Minha posição é a terceira, eu sempre falei que sou agnóstico e continuo sendo.

    Agora, acreditar num Deus que mais parece um velho chefe tribal, barbado, ciumento, vingativo, distribuidor de castigos e benesses, realmente, é algo que minha lógica não aceita e… desde que eu era criança!

  293. Patriarca da Paciência said

    Mas existem respostas que satisfazem plenamente os conceitos da lógica, ou seja, sobre o assunto há três respostas bem honestas!

    1ª) Eu ACREDITO que Deus existe.
    2ª) Eu NÃO ACREDITO que Deus existe.
    3ª) Ninguém pode afirmar, com toda a certeza, cientificamente, se Deus existe ou não existe.

    Qualquer pessoa que fale nestes termos está sendo honesto!

  294. Chesterton said

    Boa resposta. Você crê na possibilidade de a ciência provar (um dia) que Deus existe ou que ele não existe?

  295. Patriarca da Paciência said

    Não Chesterton,

    Há vários assuntos que estão além das possibilidades da ciência ou da lógica humana: a determinação do início da existência do Universo, a extrema grandeza e a extrema pequenez, se há possibilidade o Universos vir a ser extinto ou se Deus existe ou não existe.

    Para mim, é pura perda de tempo querer apresentar alguma resposta definitiva sobre tais assuntos.

    A ciência lida com fenômenos que podem manipulados por qualquer pessoa, devidamente capacitada, obtendo sempre os mesmos resultados.

    O resto são puras suposições!

  296. Chesterton said

    Mas a ciencia mostra que o universo teve um inicio e que as leis da natureza e o próprio tempo tambem tiveram um inicio. E me parece que tudo que teve inicio teve uma causa. O que “causou” o universo?

  297. Elias said

    Patriarca,
    A
    Quem transou com as filhas! — e fez filhos nelas — foi o Lot, sobrinho do Abrahão. O problema é que a mulher do Lot ficou com saudade dos hábitos de Sodoma e deu pra trás (pra quem não sabe, na tradição judaica a Bíblia comporta 4 tipos de leitura: literal, alegórica, metafórica e mística). Aí foi transformada numa estátua de sal.

    Alegadamente com a descendência em perigo, as filhas de Lot resolveram o problema traçando o velho…

    Na mais inocente e bem intencionada tradição da dialética judaica, o episódio me suscita uma questão talmúdica: e se a mulher do Lot não houvesse sido banida da história, o que fariam as filhas dele? Esperariam que fossem gerados os irmãozinhos delas, esperariam os irmãos crescerem e, assim que fizessem sombra… Cráu?

    Sei não… Pra mim, essas quengas eram mesmo chegadas a um incesto… Pervertidas!

    Lot acabou carregando Sodoma & Gomorra na bagagem…

    Outras questões talmúdicas: (I) Adão, que não teve mãe, tinha umbigo? (II) Até onde vai a onipotência de Deus? Ela é absoluta ou relativa? Se for relativa, porque se diz que Ele é onipotente? Ele pode fazer não apenas aquilo que é FISICAMENTE impossível ou ser humano, mas também o que é LOGICAMENTE impossível ao ser humano? Deus pode, p.ex., fazer um quadrado redondo?

    B
    E o Mainardi?

    Ele é o nosso Bôbo da Corte. Vai bem quando se limita a ser engraçado, rindo do poder e fazendo a gente rir com isso.

    Mas tem dois problemas.

    Um deles, é que sua vida útil acabará quando o PT sair do poder. Mainardi é ideológico, e não fará com a direita o que faz com o PT.

    Mas isso é problema dele.

    Outro problema que ele tem é que só faz besteira quando tenta ser “sério”. É mal preparado, é mal informado, e raciocina mal.

    Essa parada do varejo é exemplar.

    Na realidade, o inadimplemento caiu no Brasil, em 2013. Foi o menor dos últimos 14 anos.

    E o governo federal não teve nada a ver com isso.

    O mérito é totalmente das empresas varejistas.

  298. Patriarca da Paciência said

    Tens razão Elias,

    eu confundi o Noé com o Lot. Acho que é porque os dois sobreviveram a uma total destruição por parte de Jeová!

    Mas essas questões teológicas/talmúdicas são mesmo complicadas!

  299. Pax said

    O que “causou” o Universo?

    boa pergunta, caro Chesterton.

    Se “alguém causou”, então quem causou este alguém? Vais entrar numa Lemniscata de Bernouilli.

  300. Elias said

    Pax,
    O varejista pouco influi na formação do preço final ao consumidor.

    O varejo é uma das poucas área da economia brasileira em que a concorrência existe de modo mais ou menos equilibrado.

    Quem bobear na etiquetagem acaba acumulando estoque, virando a temporada. E estoque de produto vencido dá prejuízo. Acaba sendo vendido na promoção, pela metade do preço (ou por menos que isso, pras chamadas “lojas populares”).

    Quando se trata de vestuário para as faixas de consumo A e B, por exemplo, o produto final não é apenas a roupa, mas TAMBÉM aquilo que se agrega a ela.

    É o “sorriso” da Luiza… O atendimento…

    Supõe, p.ex., uma loja voltada para a mulher de 35 a 45 anos, com renda própria de média-média pra cima, família, carro, etc.

    Essa mulher trabalha em média 10 horas por dia, e ainda cuida da família, marido, filhos…

    Quase não tem tempo pra ela mesma.

    Quando essa mulher entra numa loja pra comprar roupa, falta pouco para que ela entre em pânico: não sabe o que escolher, o que comprar e, a bem da verdade, nem tem tanto tempo, assim, pra ficar na loja, escolhendo. Com alguns minutos, o celular começa a tocar… Algumas delas perigam se sentir culpadas por estarem “perdendo tempo” na loja.

    É aí que entra o “atendimento” de que fala a Luiza: consultoras de moda, esteticistas, desfiles para grupos fechados, atendimento personalizado com hora marcada, etc.

    Na prática, a loja se especializa em mimar essas mulheres… Se especializa em dar a elas, a atenção e o cuidado que elas não recebem no dia-a-dia.

    Mas isso tem custo. As modelos que desfilam com exclusividade pra tua esposa não fazem isso de graça…

    E o custo entra na composição do preço.

    E, por fim, quem não usa esses serviços não paga por eles.

    Esse tipo de coisa passou longe do “pensamento” do Mainardi.

    Ele fala como se ainda estivéssemos nos anos 1965, por aí…

    Melhor que ele continue como bôbo da corte…

  301. Chesterton said

    Então temos que admitir que o universo saiu do nada, de forma espontanea e sem uma causa? Cadê a lógica?

  302. Chesterton said

    Os naturalistas sempre afirmaram que o universo seria eterno, o Big Bang foi um choque para eles.

  303. Elias said

    Patriarca,
    Entre as questões “teológicas/talmúdicas”, como as rotulaste, talvez a mais complicada seja a questão da teodicéia.

    Como conciliar o sofrimento do inocente com a existência de um Deus que se quer onipotente, onipresente, onisciente, justo, compassivo, piedoso, etc? Se Ele é tão bom e justo, e, ao mesmo tempo, tão poderoso, porque permite que os inocentes sofram?

    O Talmude tem mais de 750 tratados. Nenhum deles explica isso. Na verdade, a Bíblia tem um livro (em forma de poema), que trata exclusivamente da teodicéia: Jó. E termina sem resposta a essa questão.

    Mas concordo com o Chester — CACETA! CONCORDEI COM O CHESTER! O QUE FIZ DE ERRADO? — quando ele argumenta com as leis da mecânica universal (que nem são tão “universais” assim, né?).

    O acaso tende ao caos, não à ordem. Se colocarmos 100 pecinhas numeradas de bingo num saco, e as tirarmos aleatoriamente, nem em um trilhão de tentativas conseguiríamos que as pecinhas saíssem em sequência crescente ou decrescente, de 1 a 100 ou na ordem iversa. A tendência seria uma combinação caótica.

    Se o acaso tende ao caos, segue-se que as leis da mecânica universal, assim como as leis da natureza, não podem ser produto do acaso. E, se não são produto do acaso, é porque alguém as criou. Logo…

    Agora, uma enorme parcela da Bíblia não deve ser interpretada literalmente. As consequências disso são simplesmente ridículas, quando não são trágicas…

  304. Pax said

    Cadê a lógica de não aceitar que o universo saiu do nada? Quem criou o alguém que criou o alguém que criou o alguém que criou o universo?

    Diogo Mainardi é um desses “pensadores” liberais, ou consevadores, ou de direita, como queiram se chamar. Ele e mais uma meia dúzia que agora tem o Lobão de bobão da corte.

    E depois reclamam porque não há um partido que os represente.

    Com esse tipo de “pensador” fica difícil mesmo.

    Mas… cada um gosta do bobo que fala as besteiras que se quer ouvir. Defendo até a morte o direito das pessoas gostarem do que quiserem. Com pouquíssimas exceções, tipo pedofilia, genocídio indígena, devastação do meio ambiente, ou torcer pelo Inter no RS.

    =)

  305. Chesterton said

    Elias, não conheço ninguem que leve a Biblia ao pé da letra exceto você.

    Se você acredita no desenho inteligente você é teísta.

  306. Chesterton said

    Bom, quem criou o universo era (ou é) infinitamente poderoso, atemporal e imaterial.

  307. Elias said

    Elias, não conheço ninguem que leve a Biblia ao pé da letra exceto você. (Pax)

    Tu tá doido, mesmo!

  308. Pax said

    Caramba, agora eu sou culpado até pelos textos do Chesterton, Elias?

    Esse amor entre vocês dois acaba dando nisso. Mas me incluam fora dessa suruba.

    =)

  309. Pax said

    E quem criou quem criou o universo?

  310. Chesterton said

    alguma coisa imaterial, atemporal, infinitamente poderosa e ainda eterna.

  311. Pax said

    e quem criou essa “coisa imaterial, atemporal, infinitamente…”?

  312. Elias said

    Pax,
    Nunca ouviste falar numa coisa chamada “literalismo”? Um pessoal aí que toma a Bíblia ao pé da letra?

    Porra…!

    O próprio Cristianismo, de modo geral, tem uma tendência “literalizante”.

    Exemplo: o livro de “Esther” é tido pelos cristãos como um livro “histórico”. Ou seja, eles acreditam que houve, mesmo, uma mulher judia chamada “Esther”, que se tornou rainha da Pérsia, etc. e tal, contra todas as evidências históricas de que essa mulher nunca existiu.

    A mesma coisa de aplica ao livro de Ruth.

    Na verdade, esses livros usam a ficção tendo em vista um determinado propósito.

    O livro de Ruth, p.ex., foi escrito em época posterior ao exílio, relatando uma história supostamente ocorrida na época dos Juízes (ou seja, muito antes do exílio).

    É uma contestação às normas rígidas impostas por Esdras, que obrigou a dissolução de casamentos de homens judeus com mulheres não judias. Esdras estabeleceu uma distinção entre as mulheres judias (mulheres “da Aliança”), e as não judias (mulheres “da carne”), disso resultando a norma de que os judeus só deveriam se casas com mulheres “da Aliança” (durante o exílio, um porradal de homens judeus havia se casado com mulheres persas e o escambal a quatro…).

    A reação às normas de Esdras resultou no livro de Ruth. Esta seria uma mulher MOABITA (não judia, nem mesmo israelita, portanto), que teria se casado com Boaz, e assim, se tornou bisavó de Davi. A tese é de que a condição de “judeu” (conceito ampliado pelos cristãos para “povo eleito”), deve ser aberta a qualquer um que decida assumir essa condição submetendo-se voluntariamente às restrições e obrigações que isso implica (o que nos conduz a outra questão talmúdica: particularismo ou universalismo?).

    O arranca rabo que esse livro provocou resultou na flexibilização das leis de Esdras, e na adoção das normas de Neemias, que deu uma outro entendimento aos conceitos de “mulheres da carne” e “mulheres da Aliança”.

    Mais à frente, a alegoria de Ruth acabou sendo tomada como fato histórico, ou seja, literalmente. No Cristianismo isso foi formalizado pelo evangelhista Lucas (que era um dos mais cultos discípulos de Jesus). Lucas expôs uma genealogia de Jesus, que até hoje é aceita por muitos cristãos como verdadeira. Nessa genealogia, ele situa Ruth como alguém que realmente existiu e que foi ancestral de Jesus, além de reduzir drasticamente a idade da terra (a julgar pelo que escreveu Lucas, nosso planeta seria um adolescente de mais ou menos 4 mil anos… e olha lá!).

    Ou seja, Pax: quem interpretava a Bíblia literalmente era a tua vó…

    Ou não?

  313. Chesterton said

    hahahahahaha, Elias, não foi o Pax que falou, fui eu….o doidim é você.

    Pax, essa coisa é eterna. Aí que os naturalistas se ferraram, pois eles achavam que o universo era eterno e foi visto que não é, teve inicio. Qual a dificuldade em crer que seu criador era eterno (ou é)? Simples: ateismo.

  314. Chesterton said

    http://brazilleaks.wordpress.com/2014/01/22/mas-parece-que-a-dilma-gosta-de-corrupcao-futuro-ministro-da-saude-e-investigado-por-improbidade/

  315. Chesterton said

    http://bdadolfo.blogspot.com.br/2014/01/estadio-de-15-bilhoes-de-reais-continua.html

  316. Pax said

    Deixem minha bistataravó, aquela safada, fora dessa suruba de vocês dois, Chesterton e Elias.

    E nem precisam entrar em detalhes de quem é ativo, passivo, pavãozivo, chupetivo, recursivo etc. Por favor, me poupem.

    =)

  317. Chesterton said

    OS “JOVENS” E OS “EVENTOS”

    Leio na Folha de São Paulo de hoje:

    ASSOCIAÇÃO DE LOJISTAS RELATA PREJUÍZOS E MEDO DE CONSUMIDORES COM EVENTOS

    Alshop quer que o governo se reúna com líderes e negocie o fim dos eventos, que já ocorrem em todo o país.
    Como os eventos deixaram as fronteiras de São Paulo, a associação teme o aumento dos prejuízos. Os centros de compras têm optado por fechar as portas para impedir a realização dos “rolezinhos”.
    Na avaliação da associação, os eventos também levam insegurança e perturbam os consumidores.
    Os jovens que promovem os eventos pelas redes sociais dizem que só querem se divertir, dançar, namorar e passear dentro das instalações.
    “Vamos entrar em contato com a Presidência [da República] para tentar uma reunião. A Dilma [Rousseff], que chamou as lideranças das manifestações do ano passado, tem de chamar as lideranças desses eventos também”, diz Nabil Sahyoun, presidente da Alshop.
    Após ação policial em um “rolezinho” no shopping Metrô Itaquera, no começo do mês, com bombas de gás e balas de borracha, movimentos sociais como o dos sem-teto passaram a apoiar e a promoverem também eventos dentro de centros de compra.

    Em apenas uma reportagem, o jornal repete sete vezes a palavra eventos. A rigor, está correta. Evento é algo que acontece, tanto um comício como um jogo de futebol. A própria Folha organiza eventos em seu teatro no shopping Higienópolis. Mas o que está acontecendo, antes de ser evento, é baderna, invasão de um espaço público.

    Não sei se o leitor notou, mas quando a polícia sobe o morro em busca de drogas ou traficantes, os jornais não dizem em suas manchetes que a polícia busca drogas ou traficantes. Mas que a polícia invadiu a favela. Como invadiu? Favela – perdão, comunidade – é por acaso território estrangeiro, área diplomática, onde a polícia nacional não pode entrar? A polícia está exercendo seu dever de combater o crime, nada mais que isso. No entanto, pelo jornais, a polícia invade.

    Diga-se o mesmo das invasões do MST. Não são invasões. São ocupações. Invasão é palavra feia, até parece crime. Ocupação soa melhor. Soa até como um direito.

    A própria palavra rolezinho é safada. O diminutivo dáá a aparência de algo banal, inocente, quase simpático. Ninguém promove uma baderna, principalmente os baderneiros. Dar um role foi expressão que significava dar um giro, um passeio. De rolê a rolezinho foi um passo.

    Mas parece que a palavrinha que já se desgastou. Melhor eventos. E quem são os responsáveis pelos “eventos”? Os “jovens”, é claro. Você não vai chamar um jovem de invasor ou baderneiro. Jovem não faz isso. Invasão e baderna são palavras mais adequadas a adultos. Nem nisto a imprensa nossa é original. Na França, não são os árabes que queimam carros. Mas “les jeunes”.

    O ataque a shoppings era previsível. É o local ideal para destilar o ressentimento das periferias. Criou-se a imagem de templos de consumo, como se consumo fosse pecado ou crime, ainda mais em um governo que facilita o crédito para que até mesmo os “excluídos” – outro eufemismo dos bons – tenham carro próprio.

    De cambulhada, ressuscitou uma palavrinha já soterrada, pela história. “Alerta, alerta, alerta à burguesia. Ou deixa o rolezinho ou vai ter ato todo dia”. “Ei, burguês, a culpa é de vocês”. Nos estertores do século passado, os petistas ainda cantavam:

    Ai, quem diria? Ai, quem diria?
    O proletário derrotando a burguesia.

    A burguesia fede
    fede
    fede

    Mais um pouco e chegamos no século passado.

    Tampouco a idéia de hostilizar shoppings é nova. Talvez ninguém mais lembre, mas nasceu em São Paulo. O “evento” ocorreu em 2011, quando os “jovens” promoveram uma churrascada frente ao shopping Higienópolis. Higienópolis – ou Idischienópolis, como preferem certas línguas – é um dos bons bairros para se viver em São Paulo. Há quem diga que é o melhor. Não é exatamente meu bairro ideal. Arquitetura vertical me desagrada, achata muito o ser humano. Prefiro aquelas cidades baixas, tipo Paris, Madri ou Lisboa. Mas não me queixo do pedaço. Tem cerca de 35 mil habitantes, é relativamente calmo e oferece pelo menos uma meia centena de restaurantes abordáveis.

    A quinze minutos a pé de onde moro, há uma praça agradável, a Vilaboim, onde geralmente costumo almoçar. Em apenas uma quadra, tem uns dez ou mais restaurantes com cozinha para todos os paladares: francesa, japonesa, alemã, italiana, árabe, mexicana, brasileira e tem também uma coisa ianque que serve sanduíches tão ao gosto de quem gosta de comer mal. É o que em Paris se chamaria de village, uma espécie de ilha nesta cidade desvairada.

    Surgiu naqueles dias uma polêmica que assumiu dimensões nacionais. Pretende-se – ou se pretendia – criar uma estação de metrô na avenida Angélica, principal artéria do bairro. Um grupo de higienopolitanos fez um manifesto contra a estação. O governo recuou e a transferiu para mais adiante. Por que não se quer uma estação de metrô no bairro? Porque bocas de metrô atraem camelôs, mendigos e mesmo assaltantes.

    Há dois metrôs a uns 500 metros de distância de onde moro. Um deles, o Santa Cecília, até poucos anos atrás, era um pátio de milagres, com dezenas de mendigos atirados na calçada, fedendo a urina e fezes. Impediam até mesmo a limpeza da praça. Quando chegavam os carros da Prefeitura, defensores dos tais de direitos humanos é o que não faltava para se jogar na frente das mangueiras de água e impedir a limpeza.

    Na ocasião, cheguei a protestar junto a Prefeitura. O alcaide era o Maluf. Recebi minha carta de volta, com mais de uma dezena de pareceres e carimbos de diversas repartições e a conclusão final: que qualquer solução era inviável. A Prefeitura acabou encontrando um remendo, entregou o espaço aos camelôs. Que fizeram o que a polícia não conseguiu: expulsaram os molambentos do pedaço. Mas tomaram conta da praça. Quanto ao cidadão que paga honestamente IPTU, este foi expulso do largo.

    Alguns palhaços planejaram um churrasco de protesto em frente ao shopping Higienópolis, que depois teria sido transferido para a praça Vilaboim. (Sempre em lugares agradáveis, onde quem trabalha e ganha honestamente seu sustento vai espairecer). A baderna ocorreu finalmente frente ao shopping, interditando a avenida Higienópolis. A alegação era que os residentes do bairro não queriam pessoas pobres por perto. No fundo, petistas que queriam desgastar o governo estadual.

    Eram as viúvas do Kremlin que queriam ressuscitar em meu bairro a finada luta de classes. Prova disto foi a declaração do cacique do partido. Disse Lula na ocasião: “Eu acho um absurdo, porque isso demonstra um preconceito enorme contra o povo que anda de transporte coletivo neste País”. O petista acusou os moradores que protestaram contra o metrô de tentar impedir a circulação de pobres no bairro de alto padrão. “Sinceramente, não posso conceber que uma pessoa que estudou e tem posses seja tão preconceituosa e queira evitar que as pessoas mais humildes possam transitar no bairro onde mora”.

    Como se algum dia, algum pobre, negro ou mendigo fossem proibidos de circular no bairro. O PT é exímio em criar argumentos inexistentes para melhor atacá-los.

    Não vai demorar muito para que os “jovens” promovam um “evento” no shopping Higienópolis. Aliás, me espanta que ainda não o tenham feito. Nem só a imprensa, mas também as também as autoridades têm sido lenientes. Não se pode pode proibir reuniões ou a livre expressão dos “jovens”.

    Mas baderna, invasão, pode sim senhor. Por isso os jornais estão procurando – com a Folha à frente – dar novos nomes a coisas antigas. Ainda há pouco, eu parafraseava o Discurso da Desigualdade, de Rousseau:

    O primeiro homem que deitou na calçada e disse ser isto um direito seu e encontrou pessoas que acreditaram nele foi o fundador da desordem urbana. Daí vieram muitos assaltos e roubos, insegurança social e lixo humano, que poderiam ter sido evitados se alguém tivesse arrancado fora os colchões e papéis que lhes servem de cama e alertado para que ninguém aceitasse este impostor. Não podemos esquecer que as ruas pertencem a todos nós e a cidade também.

    A batalha foi perdida no primeiro dia em que as autoridades deixaram um único homem morar na rua, como se rua residência fosse. Os “eventos” vão se espalhar pelos grandes centros e com eles o cidadão urbano terá de conviver.

    – Enviado por Janer @ 9:15 PM

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