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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Picaretas cassam o corrupto Natan Donadon

Posted by Pax em 13/02/2014

Na primeira votação secreta, em 28 de agosto de 2013, Natan Donadon foi salvo por enorme número de picaretas que frequentam o Congresso, em especial a Câmara de Deputados.

Ontem, em votação aberta, 467 deputados federais, incluindo os tais picaretas, votaram por sua cassação. No meio do caminho a pressão da sociedade alterou o modelo da picaretagem geral. Não há mais voto secreto em cassação de corruptos. Aos trancos e barrancos dá-se um passo à frente.

Deputados aprovam cassação de mandato de Donadon

Thaís Antonio – Rádio Agência Nacional – EBC

Na primeira sessão de cassação de mandato com voto aberto, a Câmara aprovou por 467 votos a favor e uma abstenção, a cassação do deputado Natan Donadon (sem partido-RO). Para que o mandato seja cassado, é necessário maioria absoluta da Câmara, o que significa um mínimo de 257 votos. Com a cassação, Donadon deixa a vaga de deputado para o suplente, Amir Lando (PMDB-RO), que será efetivado no cargo.

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114 Respostas to “Picaretas cassam o corrupto Natan Donadon”

  1. Elias said

    ” No meio do caminho a pressão da sociedade alterou o modelo da picaretagem geral.” (Pax)

    Aos poucos, essa figura teimosa e politicamente imatura vai acabar aprendendo que quem moraliza o Estado é a sociedade organizada, e não partidos políticos (até porque estes participam e se locupletam da corrupção), nem baderneiros e assassinos.

    É que as massas não aprendem por aproximações teóricas. As massas só aprendem pela prática.

    E o Pax é massa… Adora um senso comum…

  2. Otto said

    Pax (sobre seu último comentário no texto anterior), você conhece o Caso Dreyfus?

  3. Patriarca da Paciência said

    No final das contas, aquilo que Lula falou, muita gente condenou e condena até hoje, revela-se a mais pura realidade! Realmente a turma é chegada numa picaretagem!

    Voto secreto – absolvição. Voto aberto, condenação unânime!

    Chega a ser espantoso! É pura cara de pau mesmo!

    E os tais “parlamentares comprados”, quais sejam, os verdadeiros corruptos do tal de “mensalão”, não vão aparecer?

    Sem isto não há provas de “compra” de parlamentares! É o mesmo que assassinato sem cadáver!

  4. Chesterton said

    Só falta botar o chefe na cadeia.

  5. Chesterton said

    Souza diz ainda que há pessoas encarregadas de distribuir pedras e apetrechos nos protestos, outras que aliciam jovens para participarem de passeatas e que ele já foi convidado a participar de forma remunerada. Ele conta ter visto cinquenta quentinhas chegarem à Câmara dos Vereadores do Rio, no fim de 2013, para alimentar ativistas que ocupavam o local.

    O jovem negou saber quem são estas pessoas, mas afirma que elas existem. Souza afirma também já ter visto um papel com a contabilidade do dinheiro distribuído aos manifestantes na página do Anonymous Rio e do Black Bloc, no Facebook. O rapaz diz acreditar que os partidos que levam bandeira são os mesmos que pagam os manifestantes. Souza conta já ter visto bandeiras dos partidos PSol, PSTU e Fip (Frente Independente Popular).

    De acordo com ele, a ativista Elisa Quadros, a Sininho, é a pessoa que teria passado o papel da contabilidade para um amigo, que o colocou na rede social. Ele conta que ela não era a líder das manifestações, mas tem poder para manipular como os protestos vão ocorrer.

    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2014/02/13/envolvido-em-morte-de-cinegrafista-diz-nao-ter-acendido-rojao-diz-jornal.htm

  6. Chesterton said

    http://vejadetudo.com.br/mancio-lima/noticias-mancio-lima/5266-o-brasil-merece-uma-punicao-internacional-diz-promotora-sobre-programa-mais-medicos

  7. Chesterton said

    Pax, tem corrupção maior que tráfico de seres humanos?

  8. Chesterton said

    mais corrupção

    ————————-

    Que há militância organizada na rua, isso é inequívoco. Olhem Elisa de Quadros, a tal Sininho. Percebe-se de longe o cheiro da militante profissional. Não se conhece a sua ocupação, embora tenha dois endereços no Rio e dois RGs. Vive de quê? De onde tira o dim-dim que paga o feijão? Atenção, leitores! Nos regimes democráticos, alguém sempre está financiando alguma causa. É parte do jogo. A questão é saber se esse financiamento se dá nos limites da legalidade ou não; a questão é saber se a causa patrocinada civiliza ou embrutece; contribui para uma sociedade mais democrática e tolerante ou promove a violência, o caos e a morte.

    Embora essas confusões de rua sejam um incômodo para o PT e possam criar severas dificuldades para a presidente Dilma durante a Copa do Mundo, o partido vai querer passar longe da questão; vai dar um jeito de olhar para o outro lado. Infelizmente, não vejo a Polícia Federal empenhada em ir a fundo no tema. A razão é simples: OS PETISTAS FAZEM A MESMA COISA. ESSE É O SEU MÉTODO DE AÇÃO. É PRÁTICA CORRENTE NO PT FINANCIAR OS DITOS MOVIMENTOS SOCIAIS.

    Querem exemplos? Na eleição de 2012 para a Prefeitura, apareceu um troço chamado “Existe Amor em São Paulo”. Parecia espontâneo, coisa da sociedade. Descobriu-se depois que era uma criação do comitê de campanha de Fernando Haddad. A turma ganhou até cargo na Prefeitura. O Movimento Passe Livre, que promoveu as primeiras badernas na cidade, em junho, sempre operou em parceria com os petistas. O MST, que botou pra quebrar em Brasília, é parceiro histórico do PT.

    O partido não quer discutir o financiamento ilegal de movimentos de protesto porque isso levantaria óbvias suspeitas sobre a sua própria maneira de se organizar e sobre a sua própria conduta. Os movimentos de sem-teto que infernizam São Paulo nasceram no petismo e têm sólidos vínculos com a legenda até hoje. E é evidente que as outras organizações partidárias sabem disso.

    Pensemos um pouquinho: quando o PT aparelha um sindicato e passa a submeter uma categoria profissional à agenda do partido e às suas necessidades, estará fazendo algo muito diferente do que fazem os que financiam estes que saem quebrando tudo por aí? O crime, evidentemente, é menos grave — mas a ação é igualmente ilegal. Afinal, um sindicato deve pensar primeiro nos interesses dos seus filiados.

    Quando os petistas usam dinheiro público, da administração direta e das estatais, para financiar páginas na Internet que se dedicam à pistolagem política contra a oposição e contra a imprensa livre, estarão atuando de modo muito diverso dos que “contratam” a mão de obra de baderneiros? Talvez seja até um pouco mais grave porque usam dinheiro público.

    O advogado Jonas Tadeu botou o dedo numa ferida importante. Ainda que corra riscos em razão de movimentos que saem do seu controle, o PT não vai querer fazer esse debate. Ao contrário: vai é fugir dele porque, se a legenda X ou Y têm uma Sininho, a Fadinha que acompanha Peter Pan, o petismo tem umas 500, todas elas empenhadas em criar a Terra do Nunca.

    Por Reinaldo Azevedo

  9. Patriarca da Paciência said

    Os malucos agora vão botar a culpa dos black blocs no PT.

    Bom, o Lula é muito poderoso mesmo! Provavelmente o Lula deve estar por trás da tentativa de sabotagem da Copa. Afinal, o Lula muito lutou para que a Copa não acontecesse no Brasil!

  10. Pax said

    Esse papo que manifestante é baderneiro e assassino interessa a quem?

    Meia dúzia de parte dos black bloc, neonazista, fascistinhas de direita e de esquerda estão fazendo a festa de quem não quer o povo às ruas.

    A maior decepção atual que tive, agora, recentíssima, é com Paulo Paim. Poxa, sempre gostei um bocado dele. Confesso, assino embaixo. O cara sempre teve uma linha claríssima, desde muito tempo: reforço do salário mínimo e respeito aos aposentados. Se votasse no RS votaria nele sempre, simples assim.

    E agora? Me sai com a PLS 499/2013, essa da lei antiterrorismo.

    Chego a me permitir – é de uma leviandade sem tamanho, confesso de antemão – que pediram para o Paim assinar essa lei. Não consigo acreditar que tenha saído de sua tinta brilhante (salário mínimo e aposentados) um estrupício desses.

    O pior? É que todo mundo parece se unir neste estrupício. A mídia, o PT, o PSDB, o PMDB, o DEM… claro, povo às ruas ameaçam as estruturas pra lá de corrompidas.

    Triste. Mas Paim, neste momento, conta com meu tchau, by by.

    Dreyfuss, o francês? Conheço, caro Otto. Não é, nem de longe, o caso da AP 470. O dinheiro vivo apanhado na boca do caixa, ou entregue por motoboys, ou pegos pelas esposas, não é prova forjada.

    Você insiste na inocência dos condenados. Eu insisto no contrário.

    Se você insistisse para que eu insistisse no mesmo tratamento para todos, estaríamos juntos, sim.

    Se você insistisse em alertar o PT que o caminho adotado é o caminho do seu fim, ao menos para mim, estaríamos juntos, sim.

    Se você insistisse para que o PT e seus aliados fizessem as reformas necessárias, estaríamos juntos, sim.

    Mas você insiste no que insiste. E é um direito teu, claro que sim. Não vou te considerar um inútil por isso, não vou te considerar um “massa” por isso, mas não consigo comungar dessa tua bandeira. Sinto muito. Aqui divergimos um bocado. Tentando, da forma que consigo, respeitar tua decisão. Mas me permitindo todas as críticas ao contrário.

    Como disse ao Elias no post passado, se algum dia passei dos limites nestas críticas, peço, sem qualquer problema, desculpas. Não me envergonho de dizer que erro. Claro que erro. Erro e erro muito.

    Mas me reservo o direito de errar e, quando necessário, tentar consertar as merdas que faço.

    Caro Patriarca,

    O problema não foi o acerto do Lula ao dizer que havia 300 ou mais picaretas no Congresso. O problema foi adotar as mesmas práticas dos picaretas, a turma do PT no Congresso, em muitos, inúmeros casos.

    Você quer a lista de parlamentares comprados? Basta os que confessaram ou você quer ainda mais? Se bastar os que confessaram, vá na lista dos condenados na AP 470 que você já acha os presidentes dos partidos. É só um começo.

    Há muito debaixo deste tapete, sabemos disso, mas não podemos sair do que está arrolado nos autos. Se formos falar de AP 470.

  11. Otto said

    Pax, o PT foi condenado não pelo que fez (caixa 2), mas pelo que não fez (mensalão).

  12. Pax said

    Prezados, corrigi acima, meu comentário #10.

    Estava “E agora? Me sai com a PLS 499/2013, essa da lei anticorrupção.

    e agora o correto: “E agora? Me sai com a PLS 499/2013, essa da lei antiterrorismo

    privilégios do editor do blog.

  13. Pax said

    Foi mais que caixa 2, caro Otto.

    Veja as tipificações pelas quais os réus foram condenados. Tem peculato, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha…

    Mas bastava, sim, caixa 2.

    De novo, caro Otto, se você insistir para que todos tenham tratamento igual, do DEM, do PSDB, etc etc, estaremos juntos.

    E aí me parece, direito meu de entender assim, o erro do PT. Tá gerando uma ojeriza não necessária ao partido cara.

    Porque tá lá, 50 pra um, 326 pra outro, contrato fraudulento assinado etc etc.

  14. Otto said

    Vem ni mim Tio Rei:

  15. Otto said

    Pax: a semelhança entre AP 470 e caso Deyfus é provas frágeis e manipulação midiática.

  16. Otto said

    “Tem peculato, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha…”

    Tem tem também abdução de alienígenas, estrupo coletivo, antropofagia…

    Com um processo deses, viciado desde o começo, pode meter de tudo.

    Só não tem provas irrefutáveis.

    Sim, Paz, eu quero isonomia para todos os partidos.

    Mas isso não será possível sem uma profunda mudança estrutural — e que me consta você não defendeu aqui uma assembleia constituinte exclusiva pra dar conta disso. Uma assembleia cujos representantes seriam eleitos sem financiamento privado.

    Agora, você ainda não me respondeu a pergunta: POR QUE SÓ O PT FOI CONDENADO?

  17. Chesterton said

    O PT não foi condenado…e deveria. Perder seu registro para começar.

  18. Otto said

    Quem não vence no voto, quer levar no tapetão, não é, Chesterton?

    Igualzinha á velha UDN.

  19. Chesterton said

    Crimosos participando de eleições? Ora, cadeia para eles.

    MILITARES JÁ SABEM QUE SININHO TEM CURSOS DE ATIVISMO POLÍTICO E AGITAÇÃO EM CUBA E NA RÚSSIA.

    Militares já sabem que Elisa de Quadros Pinto Sanzi, de 28 anos, que posa como a patricinha “Sininho” nas redes sociais e já foi detida em várias manifestações, fez pelo menos quatro viagens a Cuba. Uma delas teve duração de seis meses (em geral, o tempo dos cursos de formação revolucionária da juventude na pobre Ilha Perdida dos milionários Irmãos Castro). Também foi registrada pelo menos uma passagem da jovem agitadora pela Rússia – onde ONGs promovem treinamentos de ações de guerrilha urbana e terrorismo.

    “Sininho” já é investigada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, depois de repetidas detenções em manifestações violentas. No dia 19 de janeiro, chegou a ser levada para a delegacia por ter chamado um PM de “macaco”. Ela já responde a dois inquéritos por formação de quadrilha. Natural de Porto Alegre, Sininho deve ser investigada também pela Polícia Federal. A jovem possui duas carteiras de identidade, com números diferentes.

  20. Chesterton said

    Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
    Por Cidinha Campos

    Mesmo quando o vandalismo tomou conta das passeatas e se tornou protagonista das mídias, não faltou quem desse apoio aos chamados black blocs. Grupos de direitos humanos estavam sempre de plantão nas delegacias para livrar arruaceiros da prisão — agora, sabe-se bancado pelo meu, pelo seu, pelo nosso dinheiro. Isso mesmo: somos nós que pagamos os salários de pelo menos três servidores lotados no gabinete do deputado Marcelo Freixo e que atuam diretamente no auxílio aos black blocs em apuros com a lei.

    Thiago de Souza Melo, assessor de Freixo, salário de R$ 5.600, é tesoureiro da ONG Instituto Defensores dos Direitos Humanos. Foi essa ONG que, por duas vezes, livrou da prisão Fábio Raposo, coautor do disparo que matou o cinegrafista Santiago Andrade. Outro é Tomas Fernandes Prisco Paraiso Ramos, membro do conselho deliberativo do IDDH, também lotado no gabinete de Freixo na Alerj. E o terceiro é Pedro Daniel Strozenberg, que trabalha nessa dupla função.

    O presidente do IDDH, advogado João Tancredo, que não está na folha da Alerj, doou R$ 2.200 para a campanha do deputado do Psol. Vários outros membros da ONG fizeram o mesmo, como Marcelo Murteira de Salles, funcionário de Freixo até 2009.
    Na sua página no Facebook, o IDDH convoca ativistas para manifestações oferecendo serviço completo: acompanhamento às delegacias para os que forem detidos e advogados para defendê-los. Para isso, disponibiliza on-line os telefones dos advogados de plantão. Uma banca de respeito. Um estímulo à quebradeira. Tipo: “Pode quebrar tudo que a gente garante.” Só que, agora, surgiu o primeiro cadáver. E agora, companheiro?

    Era tragédia anunciada. Evidente que, em algum momento, alguém ia morrer. Se fosse a cabeça de um PM estourada, dificilmente haveria a mesma comoção. Mas calhou de ser um jornalista, e desta vez não deu para culpar a polícia. Fosse um estudante a vítima e o algoz, um policial, seria a revolução. Edson Luís do século 21. Mas o destino foi caprichoso, e os radicais deram azar. O morteiro partiu de um dos seus. Por essa o Freixo não esperava.

    Coube a uma moça com apelido de fada puxar o fio da meada. Sininho falou demais e revelou portar um pó mágico que fazia brotar advogados de defesa do chão. Assim a farsa foi finalmente revelada. Os advogados, na verdade, brotavam do gabinete de um parlamentar enfant gaté da esquerda e da mídia. Apesar de tantas evidências, o deputado Marcelo Freixo diz que não tem nada a ver com isso. Ele é o Peter Pan. Com Sininho, faz parte do Reino da Terra do Nunca, onde meninos mimados nunca são punidos. São garotos perdidos, sem noção do que significava a palavra limite.

    Cidinha Campos é Deputada estadual licenciada e secretária estadual de Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro.

  21. Chesterton said

    Aí, Otto, então era a CIA que sustentava os Brequibóqui?

    ============================

    13/02/2014 às 16:30
    Vereadores do PSOL, delegado e juiz aparecem em lista de doadores dos Black Blocs. Todos de esquerda, é claro!

    Por Gabriel Castro e Pâmela Oliveira. Volto depois. E como!
    Uma planilha obtida pelo site de VEJA revela, pela primeira vez, nomes de políticos e autoridades do Rio de Janeiro que doaram dinheiro ao grupo Black Bloc, responsável por protagonizar cenas de depredação e vandalismo em manifestações pelo país. A lista cita dois vereadores do PSOL, um delegado de polícia e um juiz. O repasse de dinheiro por políticos e autoridades não configura ilegalidade. Porém, as doações são um caminho para identificar o elo entre políticos e os mascarados que aparecem na linha de frente quando os protestos degeneram em tumulto e confusão. Um dos mais recentes chegou ao extremo de provocar a morte do cinegrafista Santiago Andrade.

    A contabilidade da planilha a que VEJA.com teve acesso se refere a um ato realizado pelo grupo no dia 24 de dezembro, batizado “Mais amor, menos capital”. A manifestação – convocada como um ato cultural – não terminou em vandalismo, como outras organizadas pelo mesmo grupo. Mas a lista de doadores sugere ligações entre autoridades e militantes. A tabela foi repassada por Elisa Quadros, conhecida como Sininho, em um grupo fechado do Facebook. Neste documento, aparecem os nomes dos vereadores Jefferson Moura (PSOL) e Renato Cinco (PSOL), apontados como doadores de 400 reais e 300 reais, respectivamente. O juiz João Damasceno aparece como doador de 100 reais, e o delegado Orlando Zaccone, de 200 reais.

    financiadores black blocs

    financiadores black blocs 2

    financiadores black blocs 3

    financiadores black blocs 4

    Damasceno é um antigo apoiador das manifestações de rua. Ele chegou a gravar um vídeo em apoio aos protestos, apesar da violência causada pelo grupo que se veste de preto e promove depredações. O delegado Orlando Zaccone tem um perfil pouco convencional para delegados, e é conhecido crítico da atuação da própria polícia. Na planilha, além de Sininho, outros nomes aparecem como arrecadadores: Paula, Rosi, Julinho e Pâmela. Também há menções de colaborações do grupo cracker Anonymous, que divulga manifestações na internet e invade sites. Quando a menções a doações de vereadores começaram a surgir nas redes sociais, Sininho se irritou. “Eles deram dinheiro, sim, e não foi nenhum segredo, teve reuniões e isso foi discutido e questionado”, escreveu ela. “Eles doaram como civis e não políticos.”

    Mais um detalhe: a discussão ocorreu na página do Facebook chamada de “Censura Negada”. Um dos administradores das postagens é identificado no mundo virtual como Dik ou Dikvigari Vignole. O nome dele no mundo real: Caio de Silva de Souza. É o jovem que disparou o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade.

    Respostas
    A assessoria de Jefferson Moura admitiu que a doação mencionada na planilha partiu de funcionários do gabinete do parlamentar – e que o vereador já estava de recesso quando os militantes pediram as doações. Mas informou que o parlamentar provavelmente doaria o dinheiro se estivesse presente.

    O delegado Zaccone confirmou ao site de VEJA ter doado 200 reais. Ele disse ter recebido um telefonema de Sininho, até então uma desconhecida para ele, propondo que participasse de um debate no evento “Ceia dos Excluídos”, em 23 de dezembro do ano passado. Como delegado de polícia, ele deveria apresentar sua visão sobre direito de manifestação, Copa do Mundo e cerceamento de liberdade. Segundo ele, advogados e representantes de movimentos sociais integravam o grupo. “Achei interessante falar na Cinelândia. Já dei palestras em universidades e me interesso pelo tema”, disse.

    “Fiz a doação para um evento cultural e vi para o que estava doando. Quando a Sininho ligou, explicou que estava buscando aproximação com instituições e pessoas que não visse o movimento com olhar criminalizante. A doação foi para o ‘Ocupa Câmara’, não foi para o Black Bloc. Não tenho nada a omitir em relação a isso. A Constituição garante o direito de se fazer tudo que não é proibido em lei. E, no Brasil não é proibido fazer doação para evento com distribuição de alimento”, afirmou. “Sou policial. Como vou financiar ou contribuir com pessoas que entram em conflito com policiais?”, disse.

    O juiz Damasceno negou ter contribuído financeiramente “para qualquer manifestação ou entidade da sociedade civil que as convoque”. A assessoria do vereador Renato Cinco informou que está fora do Rio e não foi localizado.

    Por Reinaldo Azevedo

  22. Otto said

    Tio Rei: siga o dinheiro; vc. vai chegar nos EUA, como em 64.

  23. Chesterton said

    feito pelo MST.

    ————————————

    Freixo ligado à CIA? Pô, agora me interessei. Conta para nós.

  24. Elias said

    Não totalmente fora do tópico, já que o assunto é picaretagem.

    Luiz Flávio Gomes, no JusBrasil, sempre inteligente e oportuno:

    ===============================================
    “O inimigo da vez é o terrorista. A Copa do Mundo está chegando e a pressão popular e midiática aumentando. Faltava o pretexto, que veio com os aloprados “Black Blocs” bem como com a morte do cinegrafista Santiago Andrade, durante os protestos no Rio de Janeiro.

    Enquadrar o terrorista na antiga Lei de Segurança Nacional constitui um duplo problema: de legalidade (porque ela não descreve os atos terroristas) e de lembrança da ditadura militar. Algo precisa ser feito imediatamente. Foi acionado o botão verde do deplorável populismo punitivo. O legislador brasileiro populista, de olho nas próximas eleições, está se comportando de forma mais terrorista que todos os supostos terroristas. Ele diz que vai fazer a sua parte, aprovando leis novas mais duras. Típico charlatanismo, que espelha um tipo de bandidagem política.

    ´Quando você pune levemente, você passa para a sociedade a ideia de que o crime compensa. E o crime não pode jamais compensar´ (lição moralista sobre a criminalidade, vinda justamente de quem, pela sua experiência parlamentar, entende do assunto: Renan Calheiros). O primeiro vice-presidente do Senado, o petista Jorge Viana, num surto de histeria e abominável oportunismo, completou: ´Foi, sim, uma ação terrorista o que nós vimos na manifestação´ (do RJ).

    Emocionalmente, sim, jurídica e tecnicamente isso é uma aberração incomensurável, porque confunde o crime comum com o terrorismo. E é o que o irresponsável e irracional legislador, sob “o fogo das paixões” (como dizia Beccaria), está prometendo fazer: deve aprovar um projeto (Romero Jucá foi relator) que transforma todo crime comum que cause ´terror ou pânico generalizado na população´ em terrorismo, esquecendo-se que este exige uma finalidade ou motivação específica (religiosa, política, ideológica, filosófica, separatista etc.), como tínhamos definido na nossa Comissão de Reforma do Código Penal.

    Na sociedade do espetáculo (Debord, Lipovetsky, Vargas Llosa), a lógica da legislação penal emergencial e populista é sempre a mesma: agir logo em seguida a um fato espetacularizado pela mídia, no calor dos acontecimentos e, se possível, com o cadáver ainda sobre a mesa. Assim ocorreu após o sequestro de Abílio Diniz (veio a lei dos crimes hediondos), o assassinato de Daniela Perez (segunda lei dos crimes hediondos), o escabroso assassinato da Favela Naval (lei da tortura), o escândalo dos anticoncepcionais (lei dos remédios falsos, prevendo dez anos de cadeia para a falsificação de esmalte), os ataques do PCC (lei do RDD), a violência nos estádios (estatuto do torcedor), etc.

    Aviso importante ao leitor desconectado: nenhuma dessas leis (150 no total, de 1940 a 2013, sendo 72% punitivas) nunca, jamais, diminuiu qualquer tipo de crime no Brasil. Pura performação simbólica. Mas boa parcela do povo gosta de mais leis, daí o rendimento eleitoral. O sucesso do charlatão está sempre ligado à existência de quem acredita nele.

    É hora de o brasileiro medianamente informado dizer que não quer mais cumprir o papel de otário.”
    ==================================================

    Pra quem não sabe, Luiz Flávio Gomes é jurista, professor e ex-juiz. Sabe do que está falando.

    Leis não resolvem problemas como criminalidade, corrupção, desigualdade social, etc.

    O buraco é noutro lugar.

    Além do mais, “tipificar” crime terrorista é pura vigarice. Qualquer crime (assalto, sequestro, assassinato, etc.) pode ser considerado terrorista. Ou não.

    O que confere o status de “terrorista” ao crime não é o tipo do delito, e sim sua motivação e seu propósito.

    O resto, é só vigarista enganando otário…

    Tenho dito!

  25. Chesterton said

    O sistema de poderes e garantias ancorado na lei é o núcleo central do Estado contemporâneo. É isso que o obriga a punir, no exercício do monopólio da violência, as tentativas de opressão arbitrária de um indivíduo sobre o outro. Não há como pensar a sobrevivência da sociedade dos indivíduos-cidadãos sem imaginar a presença do poder repressivo do Estado. O descumprimento do dever de punir pelo ente público termina por solapar a solidariedade que cimenta a vida civilizada, lançando a sociedade no desamparo e na violência sem quartel.

    luiz gonzaga belluzo, carta capital (que em geral só diz bobagens)

    chest- Exatamente o que a Sherazade disse.

  26. Chesterton said

    A sociedade foi benevolente é o BARALHO… A sociedade no geral sempre se mostrou hostil e avessa a esses caras, o homem comum nunca endossou esse movimento. Quem foi benevolente com eles foram vocês da imprensa, que ficaram reverenciando essa turma como se fosse uma espécie de primavera tupiniquim. Agora não venha querer rachar a conta do chopp com a gente, porque vocês beberam tudo sozinhos, agora paguem.

    chest- comentario sobre a coluna da FSP de Rogerio Gentile

  27. Pax said

    Caro Elias,

    Estou até tonto: você, então, concorda comigo que essa lei antiterrorismo é um estrupício?

  28. Pax said

    merece atenção, sim.

    http://blogdomariomagalhaes.blogosfera.uol.com.br/2014/02/11/factoide-contra-marcelo-freixo-anuncia-temporada-de-vale-tudo-no-rio/

  29. Chesterton said

    Factoide?

    Elias deve estar comemorando

    http://www.bolsafinanceira.com/cotacoes/resumo/

  30. Pax said

    Caro Chesterton, em #7,

    Tráfico de seres humanos? No programa Mais Médicos?

    Ah, para.

    Acho que tem muita coisa ruim na Saúde, sim. Mas daí a adotar os mantras da oposição de “escravidão cubana”, “tráfico de pessoas” etc. Ah, pera lá.

    A oposição, fraquinha de dar dó, diga-se de passagem, sabe que o Mais Médicos será um argumento que trará muitos votos para Dilma. Repito, para mim é um tapa-buraco, mas não vejo como um projeto ruim…. peraí, vamos tentar outra abordagem para ver se vc me entende.

    – faz um exercício. Tira médico cubano da história. Fica só com os portugueses, espanhois, uruguaios etc.
    – pensa nos municípios menores, nos rincões dos município etc. Imagina aquela população com acesso a um médico, desses de família que pergunta se o cara escova dente, lava a bunda, tomou vacina, tá com pressão alta, febre etc.
    – para essa população imagino que ter o tal médico, mesmo com carência de recurso, é uma táboa de salvação. E, muitas vezes, esse básico do básico é isso mesmo, a salvação da criatura.

    É lógico que a oposição tem que atirar pedra no programa. Sabe que vai dar voto. Claro que vai.

    Mas se eu esivesse nos sapatos a oposição não partiria para essa baixaria de tráfico de médico cubano, escravidão etc. Há maneiras não só mais elegantes como mais eficiêntes de fazer oposição.

    Uma delas, por incrível que pareça, é ter algum projeto, um que seja, que possa parecer melhor. Algo que fale ao povo que não está nem aí pra essa discussão abestalhada que rola em rede social, facebook, blog, instagram, twitter etc. Esse povo tá lá, na roça. E a possibilidade dele poder ser atendido por um “doutor” de branco e estetoscópio não só é bom pra ele como, acho eu, pode, sim, salvar muita gente.

    Sem torcida pro lado do PT que não é do meu feitio, velho e rabugento Chesterton. Na boa, o que escrevi acima é o que me parece.

  31. Chesterton said

    quem diz são os cubanos fugitivos.

    Pax, o Brasil não tem mais jeito, nosso destino é a Venezuela, a menos que o povo acorde….mas duvido, uma vez que os politicos prometem o paraiso na terra, o povo cai na armadilha. Sai o PT, entra um que prometeu mais. Ética do trabalho? Esquece. Só me resta gozar da cara dos patetas. Ridendo castigat mores.

  32. Patriarca da Paciência said

    “Caro Patriarca,

    O problema não foi o acerto do Lula ao dizer que havia 300 ou mais picaretas no Congresso. O problema foi adotar as mesmas práticas dos picaretas, a turma do PT no Congresso, em muitos, inúmeros casos.

    Você quer a lista de parlamentares comprados? Basta os que confessaram ou você quer ainda mais? Se bastar os que confessaram, vá na lista dos condenados na AP 470 que você já acha os presidentes dos partidos. É só um começo.

    Há muito debaixo deste tapete, sabemos disso, mas não podemos sair do que está arrolado nos autos. Se formos falar de AP 470.”

    Caro Pax,

    chefes de partidos são CORRUPTORES, parlamentares “comprados” são os verdadeiros corruptos! Volto a insistir, se essa famigerada ação 470 tem algum fundamento, puniu apenas a menor parte dos “culpados”. É uma ação perneta e maneta, tem uma só perna e um só braço!

    E se a mulher do João Paulo sacou os tais 50 mil, ela que deveria ser arrolada no processo!

    E se a ex-mulher do José Dirceu conseguiu um empréstimo para financiar um apartamento, ela que respondesse se é ilegal financiar um apartamento!

    Se o Pizzolato é acusado de ter recebido 326 mil, ele que respondesse pelo fato dentro da devida proporção jurídica!

    E por aí vai.

    Mesmo para mim, que não sou nenhum especialista em Direito, veja um monte de irregularidades na tal ação.

    Como diz Dalmo Dallari, a ação penal 470 não tem valor jurídico!

    D. Joaquim I continua praticando seu direito seletivo, deixando o Bob Jeff livre, leve, solto e ainda debochando, “há pessoas que são mais iguais que as outras”.

    Se o Bob Jeff tivesse algum direito a tratamento diferenciado, deveria estar contido nos autos e determinado na sentença!

    Não dá, Pax, minha consciência nunca vai aceitar tamanhos absurdos!

    Eu não sei o que vai acontecer, mas acredito que dificilmente as coisas continuarão como estão!

  33. Patriarca da Paciência said

    Eis aí o verdadeiro diálogo de surdos:

    Pax:
    – faz um exercício. Tira médico cubano da história. Fica só com os portugueses, espanhois, uruguaios etc.
    – pensa nos municípios menores, nos rincões dos município etc. Imagina aquela população com acesso a um médico, desses de família que pergunta se o cara escova dente, lava a bunda, tomou vacina, tá com pressão alta, febre etc.
    – para essa população imagino que ter o tal médico, mesmo com carência de recurso, é uma táboa de salvação. E, muitas vezes, esse básico do básico é isso mesmo, a salvação da criatura.

    Aí o Chesterton responde:

    Pax, o Brasil não tem mais jeito, nosso destino é a Venezuela, a menos que o povo acorde….mas duvido, uma vez que os politicos prometem o paraiso na terra, o povo cai na armadilha. Sai o PT, entra um que prometeu mais. Ética do trabalho? Esquece. Só me resta gozar da cara dos patetas. Ridendo castigat mores.

    Pois é, caro Pax, oferecer o a mínima das mínimas esperanças para o povo pobre, para o Chesterton, é prometer o “paraíso na Terra”.

    Estou desconfiado que o Chesterton é analfabeto funcional!

  34. Chesterton said

    Banho de sangue na Venezuela, soldados cubanos chegando aos milhares matam o povo indiscriminadamente nas ruas.

  35. Elias said

    “Elias: Estou até tonto: você, então, concorda comigo que essa lei antiterrorismo é um estrupício?” (Pax)

    Tonto por que, cara pálida?

    Putz, Pax!

    Eu sempre disse que:

    1 – As “manifestações” — inclusive as de 2013 — não passam de um “BADERNÃO LUMPEM”. Usei a expressão “badernão lumpem” dezenas de vezes.

    2 – As “manifestações” de 2013 seriam um fracasso político. Tirei até sarro contigo, quando disseste que pretendias participar das “manifestações” deste ano…

    Jamais, de nenhum modo, nem por insinuação, falei em “terrorismo”. Isso é lá com o Chester, nosso português de piada de estimação.

    Insisto, Pax: as organizações com respaldo no movimento popular, em sua quase totalidade, NÃO PARTICIPARÃO de manifestações no primeiro semestre de 2014. Com o assassinato do cinegrafista da Rede Bandeirantes, o pequeno apoio que algumas dessas organizações estavam dando vai michar ainda mais.

    Sobrou, apenas, o pessoal da baderna. Em São Paulo e Rio, não são mais do que uns 200 ou 300 desordeiros.

    Politicamente falando, esse pessoal é representativo tanto quando são politicamente representativos os sacanas que participam dos “arrastões” nas praias, nos centros comerciais, etc.

    São, de fato, marginais ou, com o máximo de condescendência, “border lines”, que usam os problemas do país para “justificar” um comportamento facinoroso.

    São uns filhos da puta que tentam conferir significado político à sua própria delinquência.

    Chamar essas pessoas de “terroristas” seria um enorme elogio.

    Esses rebotalhos não são terroristas. São apenas bandidos. Não é por falta de lei que essas pústulas ainda estão nas ruas.

    Não há razão para ficares tonto com minhas declarações, rapaz.

    Estou, apenas, reiterando…

  36. Elias said

    “Banho de sangue na Venezuela, soldados cubanos chegando aos milhares matam o povo indiscriminadamente nas ruas.” (Chester)

    Não disse que o Chester é o nosso português-de-piada de estimação?

  37. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/02/1411960-suspeito-e-amarrado-a-poste-apos-assalto-em-lanchonete-de-sc.shtml

    chest- o delegado vai prender quem maltratou o coitadinho.

  38. Chesterton said

    terça-feira, fevereiro 11, 2014
    ARQUIVO-BOMBA! COMPUTADORES DE PIZZOLATO APREENDIDOS PELA POLÍCIA ITALIANA PODEM CONTER REVELAÇÕES INÉDITAS SOBRE O MENSALÃO.

    Como se pode inferir a partir desta foto que circula pelas redes sociais, Pizzolato é unha e carne de Lula, desde os primórdios do PT.
    Oficiais da polícia da Itália acreditam que os equipamentos eletrônicos apreendidos quando da prisão do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, em Maranello, na Itália, podem conter informações inéditas sobre o caso mensalão. A revelação foi feita por uma fonte da Interpol envolvida na investigação.
    “Temos provas sólidas sobre a falsificação de documentos, mas suspeitamos que haja informações sobre dinheiro e bens de Pizzolato na Europa, dentro do caso pelo qual ele foi acusado no Brasil”, disse o policial, explicando por que precisa da colaboração da polícia brasileira. “O governo e a polícia italiana não conseguem examinar todas as informações por não compreenderem os meandros do caso brasileiro”, explicou, referindo-se ao mensalão.
    Nesta segunda-feira, 10, o diretor da Divisão de Cooperação Internacional da polícia italiana, Francesco Fallica, se reuniu por mais de três horas com o adido da Polícia Federal do Brasil em Roma, Disney Rosseti. Em nome do governo brasileiro, Rosseti solicitou acesso ao computador pessoal e a um tablet apreedidos com Pizzolato na cidade de Maranello. Para tanto, porém, o Ministério da Justiça do Brasil precisa fazer uma requisição formal à Justiça italiana, uma burocracia que pode levar de 24 horas a 48 horas. Conforme Rosseti, “há muito o que ser feito no caso”.

    Além disso, o governo brasileiro já comunicou informalmente as autoridades italianas que pedirá a extradição de Pizzolato. Estima-se que o prazo para uma resposta definitiva da Justiça e, a seguir, no Ministério da Justiça da Itália seja de 45 a 50 dias. O governo brasileiro tem 40 dias – a contar da prisão – para apresentar um pedido formal de extradição. (Andrei Netto, AE) Do site Diário do Poder
    por Aluizio Amorim

  39. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/02/1411974-vereadores-do-psol-e-delegado-fizeram-doacoes-para-manifestantes.shtml

  40. Chesterton said

    De acordo com a imprensa internacional, a situação política na Venezuela é de crise muito séria. Segundo relata o jornal El Nuevo Herald, apesar das ameaças, prisões e censura por parte do governo do tiranete comunista Nicolás Maduro, os estudantes e o povo retornaram às ruas, conforme relata o jornal El Nuevo Herald.
    Com a imprensa censurada na sua quase totalidade (as emissoras de televisão estão todas nas mãos do governo) e os grupos para-militares armados pelo chavismo se espalham pelas cidades venezuelanas espalhando o terror.
    Nesta madrugada, conforme noticiei em post mais abaixo, a ditadura de Maduro determinou à empresa estatal CanTV o bloqueio do Twitter, rede social usada intensivamente pelos venezuelanos e que se tornou o único território livre da internet onde são trocadas informações entre os cidadãos.
    Apesar disso, experts em tecnologia já difundiram uma fórmula para quebrar a censura do Twitter, mesmo assim a comunicação por essa rede social foi prejudicada.
    Dado ao clima de terror imperante na Venezuela, com o governo acossado pelas multidões nas ruas, há informações extra-oficiais veiculadas pelo Twitter revelando que haveria dissensões nas Forças Armadas e que agentes cubanos estaríam atuando dentro do Forte Tiuna, instituição militar, para evitar o que poderia ser o estopim de uma sublevação. Haveria militares que não estariam concordando com as mortes de estudantes ocorridas nos últimos dias.
    Essas mesmas informações que correm anônimas pelo Twitter alertam que o regime chavista estaria tentando criar um clima de comoção social, com atentados à bomba em edifícios públicos e privados, de forma a criar as condições para um autogolpe de estado. Isso possibilitaria ao regime decretar o toque de recolher e mobilizar as Forças Armadas, colocando as tropas do Exército nas ruas e sitiando as pessoas em suas casas.
    Nesta madrugada houve uma manifestação popular na frente do Forte Tiuna, em Caracas, exigindo que os militares apoiem o povo contra o regime comunista de Nicolás Maduro, conforme atestam as fotos abaixo.

  41. Chesterton said

  42. Chesterton said

    http://www.elnuevoherald.com/2014/02/14/1679632/estudiantes-vuelven-a-las-calles.html

  43. Chesterton said

    Estava pensando…
    Meu cachorro dorme, em média, 10 horas por dia.
    Ele tem toda a comida preparada para ele. Recebe em horas certas e come a hora que quer. A comida é dada, sem qualquer custo a ele.
    Ele visita o veterinário uma vez ao ano ou quando necessário, se algum mal aparece.
    Recebe vacinas de graça e por isso ele também não paga nada, e nada, em troca, é pedido a ele.
    Mora em boa vizinhança, em uma casa muito maior do que necessita, mas não precisa limpar nada. Se ele faz sujeira, alguém limpa.
    Ele escolhe os melhores lugares da casa para dormir e recebe essas acomodações completamente de graça.
    Vive como um rei e não tem mesmo nenhuma despesa. Todos os seus custos são pagos por outras pessoas que têm que sair de casa para ganhar a vida todo o dia.
    Fiquei pensando…
    Pensando…
    Pensando…
    De repente, veio a trágica constatação:
    MEU CACHORRO É PETISTA !!!!

  44. Chesterton said

    http://www.elnuevoherald.com/2014/02/14/1679623/grupos-armados-chavistas-y-policias.html

  45. Chesterton said

    QUINTA-FEIRA, 13 DE FEVEREIRO DE 2014
    Escuridão: o desfecho do lulopetismo.

    O tiranete “Barba” e sequazes tentaram matar a política, a ética e o conhecimento. Quanto ao conhecimento, em relação às universidades, o objetivo foi conseguido. A ética rasteja no asfalto, debaixo de sol, espancada e mal alimentada, e a política foi submetida a intenso bombardeio de corrupção institucionalizada. Mas a política, ao que parece, ressurge das cinzas através de candidatos que não tratam Dilma como a donzela democrática que ela nunca foi. Quanto à infra-estrutura, estamos no buraco, literalmente, nas estradas ou na distribuição de luz. O desfecho do lulismo é a escuridão:

    Pela primeira vez, o governo mudou o tom em relação aos recorrentes problemas de energia elétrica que ocorreram nos últimos meses e admitiu o risco de desabastecimento. Em extensa nota divulgada nesta quinta-feira, 13, pelo Ministério de Minas e Energia, no trecho final, em que o governo assegura a normalidade no fornecimento de eletricidade este ano, a garantia é condicionada a fatores climáticos e ao consequente comportamento dos reservatórios das hidrelétricas.
    “Portanto, a não ser que ocorra uma série de vazões pior do que as já registradas, evento de baixíssima probabilidade, não são visualizadas dificuldades no suprimento de energia no país em 2014”, diz o comunicado.
    A nota foi divulgada durante reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). O secretário de Energia Elétrica do Ministério, Ildo Grüdtner, limitou-se a ler o comunicado, sem responder às perguntas dos jornalistas.
    O teor da nota oficial contrasta com as recentes afirmações do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Um dia antes do apagão do dia 4 de fevereiro, Lobão disse que o risco de desabastecimento era nulo. “Estamos com mais de 40% nos principais reservatórios. Não enxergamos nenhum risco de desabastecimento de energia. Risco zero”, afirmou na ocasião.
    O governo confirmou que as chuvas e o volume de água que chega aos reservatórios das hidrelétricas do País foram inferiores ao esperado. Segundo o comitê, em janeiro e na primeira semana de fevereiro, as afluências ficaram em 54% da média histórica nas regiões Sudeste/Centro-Oeste e de 42% no Nordeste. (Estadão). do blog do Tambosi

  46. Chesterton said

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/02/manifestante-e-morto-em-protesto-na-venezuela-dizem-testemunhas.html

  47. Chesterton said

  48. Elias said

    Do Google Notícias, edição venezuelana:

    “Juan Montoya `Juancho`, o líder comunitário assassinado nesta quarta feira no centro de Caracas, era membro de vários “coletivos” da organização “23 de Janeiro”, e um ativo participante do “Movimento pela Paz e pela Vida”, promovido pelo presidente venezuelano Nicolás Maduro.”

    Segundo o Google, há evidências de que a outra pessoa assassinada na quarta feira, logo após o assassinato de “Juancho”, foi baleada com a mesma arma usada para matar o líder comunitário, a quem o atual presidente venezuelano conhecia pessoalmente.

    Ou o Google se tornou bolivariano-esquerdista-comunista-fascista-forunistaSP-xiíta-maronita-dos-putos-dentro-das-calças-de-extrema/extrema-do-B., ou o Chester, nosso luso-de-piada-de-português de estimação, está pagando mico, “vendo” tropas cubanas, armadas até os dentes, desembarcando nas praias da Venezuela e atirando indiscriminadamente na população.

    Mas, se “Juancho” foi morto por um policial venezuelano, espero que, AGORA, o Chester, nosso quitandeiro-de-piada-de-português de estimação, finalmente concorde que os policiais devem, sim, responder criminalmente pelas mortes que eles provocam, não apenas inclusive, mas, principalmente, no exercício da profissão.

    A direita brasileira tá mais doida que nunca…

    Se continuar assim, vai acabar peidando na igreja, comendo cocô e rasgando dinheiro…

  49. Elias said

    “Meu cachorro dorme, em média, 10 horas por dia. Ele tem toda a comida preparada para ele. Recebe em horas certas e come a hora que quer. A comida é dada, sem qualquer custo a ele. Ele visita o veterinário uma vez ao ano ou quando necessário, se algum mal aparece.” E daí por diante… (Chester, nosso verdureiro-de-piada-de-português de estimação, que copiou esse monte de bobagens de algum idiota, que acha que o seu — dele! — cachorro é petista, reconhecendo publicamente que esse cachorro é muito mais inteligente que o dono).

    Mas é disso que eu falo, há vários anos…!

    Nisso a direita brasileira está coberta de razão!

    As pessoas vivem dizendo que o Brasil precisa gerar emprego, mas reclamam e dizem o diabo contra os postos de trabalho gerados pelo pessoal da UDR, só porque esse trabalho é trabalho escravo…

    Absurdo!

    O que essas pessoas pretendem, meu Deus do céu!?

    O escravo das fazendas do pessoal da UDR só precisa trabalhar como escravo durante 40 anos, 50, no máximo… Tempo que passa rápido!

    Depois disso, o escravo das fazendas do pessoal da UDR deixa de ser escravo. É promovido a cachorro, sem outra obrigação que não a de roer osso, coçar pulga e dormir nos avarandados e terreiros da fazenda… Pede-se dele apenas o favor de latir furiosamente, ante a aproximação dessa gentalha do MST…

    Né-não, Chester?

  50. Otto said

    Elias, admiro sua paciência com os piguentos!

  51. Chesterton said

  52. Pax said

    Caro Elias, #35,

    Acho que você está vendo uma realidade diferente da realidade que estou vendo.

    1 – Não é um badernão lumpem não

    Quê isso companheiro camarada? Lumpem significa pessoa desprezível, abaixo do proletariado. E eu não vi ninguém assim nas manifestações. Começou com uma galera do MPL que é uma entidade misturada com esquerda universitária, com aquele teu Consulta Popular (que dizer enorme e ninguém conhece bem, tive que pedir ajuda aos universitários) etc. E depois foi a classe média mesmo que entrou no jogo, gente que não gostou nem um pouco de baterem em jovens, em jornalistas etc, do babacão dizendo que a molecada não valia R$ ,20 etc. Aí houve aquela grande manifestação em SP dia 17/jun e nela estava essa classe média, mas a nova classe C, a molecada etc.

    Lumpem? Longe disso. Aqui acho que erras um bocado. Estive lá, fotografei.

    Dia 20, logo de pois (ou foi 21?), mais manifestações. Dessa vez fui aqui na cidade, de moto pra lá e pra cá, fotografia pra todo lado, fotografei cartazes principalmente, tenho uma coleção. Famílias, pai, mãe, filhos, cartazes pedindo Escola, Hospital, Fim de Corropção, contra a Copa etc etc.

    Nada de lumpem.

    2 – os quebradores, saqueadores, vândalos

    Até aqui há que se separar. Há um tal movimento black bloc que todo mundo agora quer definir. E ninguém, pelo menos que tenha visto, conseguiu muito bem. Porquê? Ora, porque eles são desorganizados mesmo. E diferentes. Nos EUA tiveram BB assim, no Occupy Wall Street eram bem diferentes, na Europa outro grupo. É uma turma, a parte que se diz “idealista” que acha que quebrando símbolos do modelão planetário (bancos, lojas do McDonalds etc) estarão de alguma forma muito louca mudando alguma coisa. Acho que eles acham isso. E outros que não tem muito o que fazer, que participar, quebrar, sei lá o que mais, é mais divertido que ir pra shopping sem ter grana pra gastar. E vários outros, com outros motivos, como disse, não vi ainda uma boa explicação que comporte todo tipo de gente dentro desse tal BB.

    Saqueadores: bem, esses são o que são. Coloque-se no lugar de um bandido profissional ou de um amador ou de um que acha esses outros dois ídolos que devem ser seguidos? Lógico, a confusão está armada, que tal arrumar umas peças de roupa chique, uns eletrodomésticos, uns relógios etc?

    Vândalos: Sei lá, talvez os inserisse no mesmo grupo primeiro, dos BB, sei lá.

    E você, nesse reducionismo que falas acima, acha que isso tudo pode ser definido como badernão lumpem.

    Não consigo discordar mais.

    Agora o que acho, já disse, vou repetir. O povo está lotado, vou falar bem alto: LOTADO de motivos para reclamar. Acho um erro de alguns da situação (Gilberto Carvalho chegou a dizer que se sentia traído pelas manifestações, algo assim) acharem que só porque 30 milhões (ou mais) saíram da fome e passaram a consumir (o que é ótimo na minha interpretação), que tudo está as mil maravilhas.

    Caramba, isso é uma visão pra lá de torta, de errada. Esse mesmo povo que saiu da fome e hoje anda de avião, compra moto, não passa fome, faz churrasco e toma cerveja, serviço não falta, tá de saco cheio do hospital ruim, da escola de merda que o filho estuda, do assalto de manhã, de tarde, de noite, uma porrada deles já sofreu humilhação em abordagem policial, o trem que falha dia sim e outro também, o ônibus lotado que não chega, o metro que mais parece curral de boi e falha toda semana etc etc etc.

    Achar que esse povo (principalmente das periferias das cidades mais importantes – lógico, foram expulsos do campo vão pra onde?) está satisfeito, que não tem nada pra reclamar, é de um embaçamento da visão que chega quase numa cegueira.

    Junta esses, nova classe C, com a antiga classe C, a classe B- a B+ a A-, a A+ etc, e todos estão incomodados. Sejam eles politizados (uma minoria que não deve chegar a 5%) ou não. E notícia de corrupção todos os santos dias, pululando em jornal, rádio, tv etc. Sim, é uma das reclamações mais presentes e persistentes. Mesmo do carinha que sonega, que paga guardinha pra não tomar multa, claro que ele também reclama do político que pega jatinho da FAB pra implantar pentelho no saco escrotal de sua cabeça de filho de um girico.

    3 – O que rola é que o PT acha que: “falou de corrupção, falou comigo, meteu minha mãe no meio!”. Enquanto o PSDB fica lá com: “eu não sabia, tem mais é que apurar, veja que absurdo, roubaram de nós…”. E todos roubam igual. Quer dizer, tem o DEM, esse é malaco antigo, malandro de paletó, quando suja geral (Demóstenes, Arruda e outros) expulsam e ficam com aquele pose de poste. Só que esses são os tais mortos insepultos.

    4 – No fundo me parece que todos estão assustados. Sabem que há uma represa de insatisfações e que a taipa da represa está rachada e vazando água, cada vez mais forte, quase rompendo a barragem.

    5 – Essas manifestações violentas tiraram a massa das ruas, agora há mil teses que foram estimuladas por x ou y, do partido a ou b, financiadas ou não, um monte de coisa surgindo. A morte do Santiago da Band gerou um caminhão de acusações de todos os lados.

    6 – No meio disso a mídia, veja só que interessante. Arrota que é séria, que vê todos os lados, mas coloca 10 min de Jornal Nacional tirando como certo que o deputado do PSOL financiou fulano que matou beltrano seja por querer ou por engano. Baseado em quê? Num tal de Badulaquinho, Barulhinho, Sininho, que teria dito que avisou o estágiário do advogadozinho, que por acaso é suspeitinho, que defende um que acusa o outro, que disse que disseram pra ele no salão de cabelereiro que minha bistataravó era safada. E dá, sim, 10 min no Jornal Nacional, mais 10 no Jornal da Band, páginas e páginas no Estadão, na Folha, no Globo e os desesperados de público da Veja fazem a festa dos velhos e rabugentos Ches… quer dizer, dessa turma aí.

    7 – Mas a represa está lá, cada dia a rachadura abre mais um pouco, ao contrário do Sul, SE e NE, está com o nível máximo, pronta pra levar tudo pra casa do sambalo.

    8 – Junta com isso vem a Copa, uma multidão revoltada com a dinheirama, com a roubalheira em estádios, estradas, portos, aeroportos, e todo mundo olhando o Joseph Blatt mandando Dilma isso, Aldo Rebelo aquilo, dando bronca em povo de estádio… vai “carculando” como dizem aqui na roça…

    9 – Cansei de escrever, preciso sair… mas vai juntando tudo, com certeza também erro alguns pontos da análise.

    e, pra completar 10…

    10 – Agora pega item por item acima e diz onde estou errado e porque.

    (por favor, juntemo-nos no exercício, cara um contribui, escolhe um número, fala sobre o item, cria um novo, derruba um existente)

    até daqui a pouco.

  53. Pax said

    Caro Chesterton, #51,

    Qual a fonte? Essa carta do Gilmar Mendes para o Suplicy é verdadeira?

    Se for…. sinceramente, o senador poderia passar sem esse pito.

  54. Elias said

    Pax,

    I
    Vou repetir:

    As manifestações DE 2013 — repetindo outra vez, de novo, novamente: AS MANIFESTAÇÕES DE 2013 — foram produto de uma ampla mobilização de um igualmente amplo leque de organizações populares. A “Consulta Popular” deu a direção do espetáculo. Ligada à Igreja Católica (principalmente à Cáritas, salvo engano), a CP é a única organização do movimento popular efetivamente atuante em todo o território brasileiro. Vou repetir: a CP é a única organização do movimento popular que efetivamente atua em todo o território brasileiro. Algo que o PSOL e o PSTU dos teus sobrinhos nem nos seus (deles) mais delirantes sonhos (e, quando se trata de PSOL e PSTU, delírio é que não falta), conseguem fazer.

    Só que, em 2013, essas organizações perderam o pé. Perderam o controle da movimentação, que, em vários locais, degenerou em quebra-quebra. Puro vandalismo!

    EM 2014 — repetindo pra ti, Pax: EM 2014 — as tais organizações puseram um pé atrás, porque não desejam que o trabalho político que elas realizam sejam capitalizados por partidos políticos.

    Além do mais, existe a avaliação comum a várias delas, segundo a qual o empastelamento da Copa vai atrair mais repulsa do que apoio popular.

    Isso tudo levou ao esvaziamento político das manifestações em 2014. Sobraram esses gatos pingados sobre os quais analistas respeitáveis como o Rui Castro & outros já disseram o que há pra dizer e não vale a pena ficar repetindo.

    Amarrando as coisas: NÃO CONFUNDIR MANIFESTAÇÕES DE 2013 COM MANIFESTAÇÕES DE 2014, nem barafunda com furabunda…

    O quebra-quebra de 2013 foi a DEGENERAÇÃO de um movimento que começou sério, politicamente válido e respeitável. O quebra-quebra de 2013 aconteceu porque os organizadores perderam o controle da situação. Deram início a algo maior que sua capacidade de direção…

    O quebra-quebra de 2014, pelo oposto, é um movimento que já começou degenerado.

    Basicamente, essa a diferença. O resto é detalhe. Em qualquer das duas ocasiões, quem procurar não terá dificuldade de achar pessoas sérias, que participam das manifestações acreditando, sinceramente, que estão contribuindo para melhorar o país.

    Mas não é disso que estou falando. Estou me referindo ao perfil predominante, entendeu, Pax?

    II
    Os teus “idealistas”, que acham que quebrando tudo estarão mudando alguma coisa, Pax, já foram tipificados pela Ciência Política há décadas.

    Há um abismo ideológico, Pax, entre o sujeito que se manifesta politicamente tentando despertar a simpatia, o apoio e, principalmente, a participação de setores cada vez mais amplos da população, e outro sujeito cuja exteriorização política tem por objetivo INTIMIDAR as pessoas.

    Um desses dois indivíduos tem a violência e a baderna como instrumento preferencial de expressão da sua vontade política. Advinha qual…

    A essa altura do campeonato, Pax, esse negócio já é quase tão velho quanto a posição de fazer cocô…

    “Idealista”? Ora, Pax: “idealista” é qualquer um que tem um ideal e luta por ele.

    E daí? Ter um “ideal” não santifica ninguém, nem torna válida qualquer ação.

    Um militante fascista, ou neofascista, ou nazista, ou neonazista, é um idealista. Notadamente numa época como a atual, em que se tornou politicamente correto ser antifascista ou antinazista, um indivíduo que se conduz politicamente usando métodos francamente fascistas, é, reconhecidamente, um idealista.

    Mas isso não faz dele um cidadão de respeito. É o oposto, Pax.

    Entendeu, Pax?

    Até entendo a tua obsessão em fazer oposição a qualquer custo. Também compreendo o primarismo político que reduz tudo a uma operação de multiplicação/divisão de números relativos: o amigo de meu amigo é meu amigo (+ com + dá +); o inimigo do meu inimigo é meu amigo (- com – dá +); o amigo do meu inimigo é meu inimigo (+ com – dá -); o inimigo do meu amigo é meu inimigo (- com + dá -). No passado recente, no Weblog, a gente usava isso pra tirar sarro com o Chester.

    Só que isso não leva muito longe, não, Pax. E, sobretudo, nunca leva a algo melhor…

    “Reducionismo”? Lê com atenção o que tu escreveste…

  55. Elias said

    Mais uma do Luiz Flávio, no JusBrasil:

    “Foram identificados, pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, os dois primeiros suspeitos de terem torturado e amarrado um jovem nu a um poste na Avenida Oswaldo Cruz, no Flamengo. Os dois, embora presumidos inocentes, apresentam extensa folha de registros criminais. João Vitor é acusado de estupro, lesão corporal, furto em um condomínio e ameaça. Raphael responde por uso de drogas e por recusa ao serviço eleitoral. Parafraseando a linguagem chula e apologeticamente criminosa de Sheherazade, “estão mais sujos do que pau de galinheiro”. Seriam, portanto, segundo seu padrão aético e imoral de ver o mundo, ´marginais´ que estariam prontos para serem ´adotados´. Ela deveria dar o primeiro exemplo.

    Testemunhas afirmam que o espancamento foi feito por 30 pessoas. Todos seriam, conforme a linguagem apologética, criminosa e bandida de Sheherazade, ´cidadãos de bem´, ´desarmados´ (coitadinhos indefesos!), que estariam apenas cumprindo a lei e se defendendo na condição de ´legítimos representantes da sociedade civilizada´. Não há que se falar em excesso porque esse tipo de vingança e de violência dos ´justiceiros de classe média´, como ela sublinhou, ´é compreensível´.

    O que Sheherazade pretende com esse discurso maluco, criminoso e mentecapto? Para além de ganhar Ibope, da forma mais irracional possível (que falta lhe faz a leitura dos racionalistas do Iluminismo), o que ela e tantos outros adeptos da bandidagem midiática ou social querem é a nossa cumplicidade. Como explica Calligaris (Todos os reis estão nus), ´gritam o seu ódio na nossa frente para que, todos juntos, constituamos um grande sujeito coletivo [imbecil] que eles representariam: nós, que não matamos [nem roubamos, nem furtamos, nem estupramos, nem nos drogamos], nós, que amamos e respeitamos as leis e as pessoas de bem, nós que somos diferentes desses outros [desses negrinhos], nós temos que linchar os culpados´.

    Esses agitadores e bandidos, tanto sociais como midiáticos, querem nos levar de arrastão para a dança da violência identitária, tal como faziam ´os americanos da pequena classe média, no sul dos EUA, no século XIX, que saíam para linchar os negros procurando uma só certeza: a de eles mesmos não serem negros, ou seja, a certeza da diferença social´ (Calligaris, cit.). Sheherazade faz na TV a mesma inescrupulosa apologia dos alemães que saíram pelas ruas para saquear os comércios dos indefesos judeus na Noite dos Cristais. O que ela, os justiceiros da classe média, os alemães saqueadores e os pequenos burgueses americanos querem ou queriam? Afirmar a sua diferença. Eles representam uma coisa que desgraçadamente está dentro de nós, que não é justiça, e sim vingança. A necessidade tresloucada de nos diferenciar dos outros nos leva mentecaptamente a massacrá-los, dando ensejo a uma violência infinita. Barbárie ou civilização: eis o dilema do século XXI!”

  56. Chesterton said

    É o que eu digo, governos fazem la a saude, quanto menores menos mal fazem a saude. Retiram da sociedae tudo, empobrecem a população e gastam de forma errada, desviam, roubam. A moralidade da coisa publica sempre foi horrível, mas agora o PT institucionalizou a falta de ética, levando a lugares nunca antes alcançados a corrupção no país. Nunca antes nesse pais….

    Eduardo Giannetti: Igualdade de quê?
    13/02/2014 03h00

    O filósofo grego Diógenes fez do controle das paixões e da autossuficiência os valores centrais de sua vida: um casaco, uma mochila e uma cisterna de argila na qual pernoitava eram suas posses.

    Intrigado, o imperador Alexandre Magno foi até ele e propôs: “Sou o homem mais poderoso do mundo. Peça o que desejar e lhe atenderei”. Diógenes não titubeou: “O senhor poderia sair um pouco de lado, pois sua sombra está bloqueando o meu banho de sol”.

    O filósofo e o imperador são casos extremos, mas ambos ilustram a tese socrática de que, entre os mortais, o mais próximo dos deuses em felicidade é aquele que de menos coisas carece. Alexandre, ex-pupilo e mecenas de Aristóteles, aprendeu a lição. Quando um cortesão zombava do filósofo por ter “desperdiçado” a oferta que lhe fora feita, o imperador retrucou: “Pois saiba, então, que se eu não fosse Alexandre, eu desejaria ser Diógenes”. Os extremos se tocam.

    O que há de errado com a desigualdade do ponto de vista ético? Como o exemplo revela, a desigualdade não é um mal em si –o que importa é a legitimidade do caminho até ela.

    A justiça –ou não– de um resultado distributivo depende do enredo subjacente. A questão crucial é: a desigualdade observada reflete essencialmente os talentos, esforços e valores diferenciados dos indivíduos ou, ao contrário, ela resulta de um jogo viciado na origem –de uma profunda falta de equidade nas condições iniciais de vida, da privação de direitos elementares e/ou da discriminação racial, sexual ou religiosa?

    O Brasil fez avanços reais nos últimos 20 anos, graças à conquista da estabilidade econômica e das políticas de inclusão social. Continuamos, porém, sendo um dos países mais desiguais do planeta. No ranking da distribuição de renda, somos a segunda nação mais desigual do G-20, a quarta da América Latina e a 12ª do mundo.

    Mas não devemos confundir o sintoma com a moléstia. Nossa péssima distribuição de renda é fruto de uma grave anomalia: a brutal disparidade nas condições iniciais de vida e nas oportunidades das nossas crianças e jovens de desenvolverem adequadamente suas capacidades e talentos de modo a ampliar o seu leque de escolhas possíveis e eleger seus projetos, apostas e sonhos de vida.

    Nossa “nova classe média” ascendeu ao consumo, mas não ascendeu à cidadania. Em pleno século 21, metade dos domicílios não tem coleta de esgoto; a educação e a saúde públicas estão em situação deplorável; o transporte coletivo é um pesadelo diário; cerca de 5% de todas as mortes –em sua maioria pobres, jovens e negros– são causadas por homicídios e um terço dos egressos do ensino superior (se o termo é cabível) é analfabeta funcional.

    Faltam recursos? Não parece ser o caso, pelo menos quando se trata de adquirir uma nova frota de jatos supersônicos suecos; ou financiar a construção de estádios “padrão Fifa” (boa parte fadada à ociosidade); ou licitar a construção de um trem-bala de R$ 40 bilhões ou bancar um programa de submarinos nucleares de R$ 16 bilhões. O valor dos subsídios cedidos anualmente pelo BNDES a um seleto grupo de grandes empresas-parceiras supera o valor total do Bolsa Família. O que falta é juízo.

    O Brasil continuará sendo um país violento e absurdamente injusto, vexado de sua desigualdade, enquanto a condição da família em que uma criança tiver a sorte ou o infortúnio de nascer exercer um papel mais decisivo na definição do seu futuro do que qualquer outra coisa ou escolha que ela possa fazer.

    A diversidade humana nos dá Diógenes e Alexandre. Mas a falta de um mínimo de equidade nas condições iniciais e na capacitação para a vida tolhe a margem de escolha, vicia o jogo distributivo e envenena os valores da nossa convivência. A desigualdade nas oportunidades de autorrealização, ouso crer, é a raiz dos males brasileiros.

    EDUARDO GIANNETTI, 56, é economista, doutor pela Universidade de Cambridge e escritor

  57. Chesterton said

    O pt tem medo de acabar como a Clareta

    http://www.lettera43.it/foto/il-bunker-di-hitler_4367524148_6.htm

  58. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/02/1412215-em-carta-a-suplicy-gilmar-mendes-pede-vaquinha-para-recuperar-r-100-milhoes-do-mensalao.shtml

  59. Chesterton said

    serve a fonte da FSP ou ela tb é suspeita?

  60. Chesterton said

    Médica cubana cobra na Justiça indenização de R$ 149 mil

    Por Marcela Mattos, na VEJA.com:
    A médica cubana Romana Rodriguez entrou nesta sexta-feira com uma ação trabalhista e por danos morais na Vara do Trabalho de Tucuruí, no Pará, pedindo indenização de 149.693,37 reais. Romana deixou a cidade de Pacajá (PA) no início do mês, onde trabalhava como única médica de um posto de saúde pelo programa federal Mais Médicos, alegando se sentir enganada por receber menos que os outros participantes do programa federal. A ação é contra a União e o município de Pacajá.

    No documento, Ramona alega que recebia 22% da remuneração ofertada aos demais médicos apesar de exercer a mesma função deles. De acordo com contrato firmado com a Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Médicos Cubanos, a médica teria direito a receber cerca de 1.000 reais mensais (400 dólares) e seriam destinados 600 dólares para uma conta em Cuba, cujo valor total poderia ser sacado ao fim do programa – em três anos. Enquanto isso, os participantes – brasileiros e estrangeiros não cubanos – recebem 10.000 mensais.

    “Tal fato demonstra a discriminação sofrida pela reclamante e a violação aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e igualdade. Não há justificativa plausível para explicar o fato de os profissionais cubanos receberem valor menor que os profissionais de outra nacionalidade, com a anuência do governo”, alega o advogado João Brasil de Castro na ação.

    A defesa alega ainda que a cubana vivia “sob constante monitoramento, sendo vigiada por um supervisor a quem deveria se reportar quando pretendia alterar sua rotina” e que o pedido de autorização para sair de casa se estendia inclusive durante o período de descanso. “A reclamante sofreu tratamento discriminatório desde a sua chegada em nosso país. Com efeito, a cooptação da trabalhadora fere os direitos estabelecidos em nossa Carta Constitucional, os quais pareceram ser mitigados em desfavor da estrangeira, que vem de uma nação que vive sob o jugo de um regime totalitário”, diz o advogado.

    Somente por danos morais, a defesa pede uma indenização de 80.000 reais. Os outros pagamentos são referentes a 13º salário, diferença salarial referente aos quatro meses em que atuou no programa, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e multas. Além disso, a ação pede, de forma liminar, o bloqueio dos valores destinados para Cuba que seriam pagos para Ramona.

    A médica conseguiu refúgio provisório no Brasil e começou a trabalhar nesta semana na Associação Médica Brasileira (AMB), com salário de 3.000 reais.

  61. Chesterton said

    14/02/2014 às 18:22
    E o “Mais Médicos” é, agora oficialmente, um “caso de polícia”. Espantoso!

    Já escrevo o post “IRRESPONSÁVEIS 2 (ver post anterior)”. Antes, quero chamar a atenção de vocês para outra coisa estupefaciente. Uma medida aparentemente lógica, até óbvia, denuncia a delinquência intelectual, moral e profissional do programa “Mais Médicos”. Segundo informa a Folha, quando um médico do programa deixar de comparecer por dois dias ao trabalho, é preciso chamar a polícia. A determinação foi publicada no Diário Oficial pelo Departamento de Planejamento e Regulação da Provisão de Profissionais da Saúde. O governo divulgou uma lista com 89 desistências — 80 seriam brasileiros. Não sei como entram na lista oficial os 27 cubanos que já caíram fora.

    A justificativa para chamar a polícia, claro!, é meritória. Aliás, quando é que as tiranias tomam medidas e admitem que o fazem porque, afinal de contas, são tiranias? O Brasil é uma democracia eivada de tentações autoritárias. Tudo seria feito pensando na segurança dos doutores. Uma ova! Quem não conhece esse governo e o PT, que compre a mercadoria que eles vendem, não é mesmo?

    É evidente que se trata de terrorismo oficial contra os médicos cubanos — que estão sendo advertidos de que passarão a ser caçados pela polícia. Será que estou exagerando? Então pensemos um pouco. Que outra atividade profissional no país obedece a esse tipo de regulação OFICIAL? Desde quando faltar dois dias ao trabalho vira uma questão de polícia? Já imaginaram se o Estado brasileiro tivesse esse cuidado e esse rigor na máquina pública? Seríamos de um rigor alemão com precisão suíça. No entanto, o nosso serviço público, no geral, tem rigor e precisão brasileiros mesmo…

    Por Reinaldo Azevedo

  62. Chesterton said

    Barbosa deixou João Paulo Cunha fora da cadeia por mais um tempo para colaborar com a Interpol que investigava Pizzo-lato. A manobra deu certo e agora ambos estão na jaula.

    http://www.canalgama.com.br/noticias/bomba-pizzolato-depositou-da-italia-50-mil-euros-na-conta-de-delubio-soares

  63. Chesterton said

    O maior medo da cúpula petista é que a Polícia e a Justiça da Itália tenham sucesso na devassa em contas correntes e operações bancárias feitas pelo mensaleiro Henrique Pizzolato – que ontem foi indiciado por falsidade ideológica, crime de substituição de pessoa e falso testemunho a um oficial público. Condenado pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil a 12 anos e sete meses de prisão em regime fechado, o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil tem chances reais de extradição – o que pode acontecer daqui a uns seis meses, bem perto da eleição presidencial brasileira, para terror da petralhada.

    A Polícia Italiana constatou que Pizzolato, antes de ser preso no dia 5 de fevereiro, fez transações bancárias de milhares de Euros. Documentos analisados até agora demonstram que ele se preparava para grandes investimentos na Itália. Os italianos analisam três computadores e vários Pen drives apreendidos na casa que ele alugava em Porto Venere, perto de La Spezia. Na Itália, vazou a informação de que Pizzolato estaria disposto a fornecer mais dois computadores com informações comprometedoras sobre os petistas. O material serviria para provar que sua extradição representaria risco concreto de morte. Pizzolato teme ser um novo Celso – não seu irmão, mas o Daniel, prefeito petista de Santo André barbaramente torturado, seviciado e assassinado em 2002.

    A Polícia Federal tem informações da Interpol que Pizzolato tinha uma conta corrente em banco suíço – que já estaria monitorada. Também há informações sobre pelo menos duas contas correntes abertas na Espanha – que não se sabe se entram no monitoramento. Os dois novos computadores onde estariam as bombas que Pizzolato ameaça estourar, em troca de uma deleção premiada com os italianos, supostamente estão guardados em território espanhol. Verdade ou blefe? Com petralhas fica impossível saber se versões e fatos são tomadas ou focinhos de porco.

    O caso Pizzolato também chamou a atenção para a facilidade com que se falsifica documentos no Brasil. Pizzolato fugiu para a Itália usando um passaporte em nome de seu irmão Celso Pizzolato, falecido em 1978. Henrique montou o esquema de fraude para a fuga em 2007. Tirou título de eleitor em nome do irmão. Conseguiu até votar em 2010 – o que evidencia a fragilidade do sistema de cadastro eleitoral. Quantos outros fantasmas como ele podem existir e votar?

    Pelo sistema atual é possível tirar carteiras de identidade em diferentes estados, sem que uma fiscalização seja possível. O cadastro único, anunciado anos atrás, só tem previsão de sair do papel daqui a cinco anos. Está claro que não interessa ao esquema governista. O risco de um eleitorado falso – com dezenas de milhares de zumbis votantes – assombra a eleição de 2014 – da qual o PT só não sairá derrotado se houver fraude eleitoral. O risco de haver é real – e sem possibilidade de auditoria dos votos pelo vulnerável esquema de urnas eletrônicas, transmissão de votos e processamento final sem transparência.

    chest- na mão da Interplo e da Policia italiana. Aliás, a alfândega italiana está mandando de volta para casa brasileiros que lá chegam por qualquer pretexto, pressão para ver se Battisti seja finalmente deportado e pague por seus crimes, o que não aconteceu até agora por causa de seus cúmplices brasileiros.
    Alias, hoje no Oglobo Nelson Motta pergunta: “Desde quando o respeito à lei e ao Estado de Direito viraram coisa “de direita”?”
    Ora, Nelsinho, para o PT e seus correlatos partidos de esquerda desde sempre. São ladrões e vigaristas que apostam em atos ilegais criminosos para manter-se no poder.

    http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2014/02/14/quem-tolera-intolerancia-por-nelson-motta-524375.asp

  64. Olá!

    Quanto à mais recente polêmica envolvendo as declarações da jornalista Rachel Sheherazade sobre a ação de justiceiros ser “compreensível” é que ela utilizou as palavras e, principalmente, a análise erradas, sobretudo o termo “compreensível”. Nesse ponto, a jornalista acabou chegando perto do que os esquerdistas sempre afirmam sobre o que causa o crime e que pode ser resumido naquele tosco clichê que apenas a mais jumêntica esquerda seria capaz de produzir: O crime é culpa da sociedade.

    Há um fato inegável na realidade deste país desde quando o PT assumiu o poder em 2003: Houve uma verdadeira explosão nos índices de violência. Ano passado, foram 50000 brasileiros assassinados. Não demora muito e a marca dos 60000 será atingida.

    A explosão da violência deixa algumas coisas bastante evidentes, como a total incompetência da esquerda triássica para gerenciar e tratar as questões de segurança pública. Mas há também alguns fatores ocultos nisso, sendo o principal deles a demanda dos cidadãos por melhores e mais eficientes serviços nessa área.

    Como toda e qualquer pessoa com pelo menos dois neurônios deve saber, toda demanda, mais cedo ou mais tarde, acabará sendo atendida. No Brasil, serviços de segurança pública são uma atribuição do Estado e como tal atribuição é muito mal e porcamente executada, as pessoas que precisam desses serviços irão procurá-lo em outras fontes ou irão se organizar por conta própria para suprir essa necessidade. Não será surpresa nenhuma se tais fontes/organizações forem compostas por justiceiros, traficantes, milícias de morro, bandidos, policiais corruptos e etc.

    Quando uma demanda não é atendida, inescapavelmente as pessoas buscarão outras fontes para suprir essa carência ou tomarão iniciativa própria para tal finalidade. Uma demanda não fica no vácuo e é apenas questão de tempo para surgir alguém ou algo disposto a preencher esse espaço.

    Quando no poder há uma esquerda jurássica que considera que o crime é culpa da sociedade; que considera que armas de fogo legalizadas são fonte de violência e que, portanto, o cidadão deve ser desarmado; que anda de mãos dadas e lambendo as bolas dos narco-terroristas das FARC, uma organização que tem impacto direto na violência brasileira via tráfico de drogas e de armas; que considera que o bandido é um agente da história na luta pela redução das desigualdades sociais e que o ato criminoso dele é compreensível já que, quando ele rouba, ele está apenas tomando para si uma coisa que a sociedade lhe negou; quando um governo tem no seu comando um grupo que considera tais pontos como valores ideológicos nobres, brutalidades, como essas a que o garoto delinquente foi submetido, acabam acontecendo.

    Ser amarrado e preso com um cadeado de bicicleta ao redor do pescoço é um ato de extrema brutalidade, que humilha e desumaniza qualquer um. Não há dúvidas quanto a isso. As instituições de uma sociedade devem ser direcionadas no sentido de eliminar ações desse tipo e punir os responsáveis.

    O principal erro da jornalista Rachel Sheherazade foi ter utilizado o termo “compreensível” para justificar a existência do grupo justiceiro que brutalizou o delinquente, pois, ao fazer isso, ela se aproxima da esquerda dinossáurica brasileira que, antes e depois de chegar ao poder, vivia repetindo que o criminoso só comete os seus atos porque, ao longo da sua vida, ele não teve acesso a uma boa escola, a um bom hospital, a uma boa moradia e coisas afins, daí ser compreensível o que ele faz.

    Há duas grandes ironias nisso, pois a esquerda dinossáurica brasileira e amante do Estado forte/interventor afirmava que, quando chegasse ao poder, tudo isso iria mudar, pois ela iria construir, para os pobres, escolas no padrão escandinavo, hospitais no padrão escandinavo, casas no padrão escandinavo e etc. Prometeu uma educação escandinava, mas entregou Paulo Freire e sua pedagogia do oprimido. Prometeu hospitais suecos, mas entregou medicina e médicos cubanos. Prometeu programas habitacionais de primeiro mundo, mas entregou as casas caindo aos pedaços do Minha Casa, Minha Vida.

    Para uma esquerda estatista e amante do Estado grande/interventor/forte é irônico que ela tenha entregado um Estado Mínimo exatamente nas áreas que, segundo sua visão de mundo, são cruciais para evitar os problemas sociais.

    A outra ironia é que um Estado Mínimo custa barato ao cidadão. No Brasil, onde há um Estado Mínimo em educação, saúde, segurança pública e afins, os impostos são confiscatórios e o cidadão tem que pagar duas ou três vezes mais por quase tudo. É o Estado Mínimo mais caro do mundo.

    Até!

    Marcelo

  65. Chesterton said

    estado mínimo mais caro do mundo…se você não patentear a expressão, vou roubá-la.

  66. Pax said

    Lula no AeroWalfrido… preciso dizer alguma coisa a mais? É dar muita chance às críticas. Paciência, a gente apenas coleciona notícias e comenta sobre elas.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2014/02/1412739-lula-foi-a-minas-no-jato-de-reu-com-crimes-prescritos-do-mensalao-tucano.shtml

  67. Patriarca da Paciência said

    http://esquerdopata.blogspot.com.br/2014/02/apoio-incondicional-ao-psol-contra.html

  68. Chesterton said

    Os servos cubanos
    Escravo, sobretudo nas cidades, prestava igual serviço àquele executado pelo homem livre

    PEDRO DUTRA
    Publicado:
    15/02/14 – 0h00
    Os romanos os chamavam de servos, pois eram, entre os vencidos na guerra, aqueles separados para o trabalho forçado. Dez séculos depois, os germanos os chamavam de escravos, pois eram os eslavos assujeitados por eles a essa mesma condição. Servos e escravos tornaram-se sinônimos, daquele vocábulo derivando outro, serviço, a atividade prestada pelo servo e também pelo homem livre.
    “Desde que o homem é reduzido à condição de coisa, sujeito ao poder e domínio ou propriedade de um outro, é… privado de todos os direitos.” Assim escreve Perdigão Malheiros em sua obra jurídica sobre o regime servil no Brasil, publicada 22 anos antes da sua abolição. O servo estava sujeito ao poder, ao domínio do seu senhor: era propriedade sua. Este podia vendê-lo ou alugá-lo. Alugá-lo a terceiro, que, como contraprestação dessa locação de coisa, remunerava diretamente o senhor do escravo. O servo não era titular do seu próprio esforço, como não são (no plano jurídico) os animais de carga. Percebia o senhor a renda do trabalho do servo, em troca de lhe assegurar mínima subsistência física, bastante a seguir ele rendendo.
    O escravo, sobretudo nas cidades, prestava igual serviço àquele executado pelo homem livre — carpinteiro, pintor, etc. Porém, este último recebia a paga pelo seu serviço, e o escravo, não. Sobre a indignidade da escravidão em si, uma questão surgiu a confundir a disciplina jurídica da relação servil. Materialmente, nada distinguia a locação de coisa — o serviço prestado pelo escravo — da locação de serviço, assim denominada a prestação de serviço (de igual serviço, inclusive) pelo homem livre. Por vezes, mostrava-se o escravo mais habilitado, agravando a iniquidade da regra jurídica a fazer tal distinção, que só subsistia devido ao regime servil, cuja abolição entre nós tardou.
    Destinar, compulsoriamente, a terceiro, à pessoa física ou jurídica, ou, ainda, ao Estado a paga pelo serviço prestado por qualquer trabalhador é reviver uma das formas nefastas do regime servil: a expropriação do labor alheio — do esforço físico, intelectual e psíquico que permite ao homem livre consagrá-lo à sua realização e aperfeiçoamento existencial.
    O Estado cubano não pensa assim, ao apropriar-se da renda do trabalho dos médicos, que inscreve na sua pauta de exportação. E tampouco o governo brasileiro, que cumpre as condições desse negócio, ao beneficiar-se dos serviços aqui prestados pelos médicos cubanos.
    O Brasil precisa de mais médicos, assim como de mais professores etc. E, também, de mais atenção da sua sociedade, pois a complacência do governo com regras transviadas do regime servil, sob quaisquer formas insinuadas nas relações humanas, corrói o espírito de liberdade que anima a nossa imatura democracia.

    Chest- O PT reinstituiu a escravidão no país. É um regime pária que deve ser execrado pelo mundo todo. Fidel Castro trata sua população como mercadoria, e DILMA compra. Cadâ os direitos humanos? Cadê a democracia? cadê o estado-de-direito?
    Ninguem diz nada, pois os eleitores do PT são cúmplices, o povo que se consulta com médicos-escravos é cúmplice de um CRIME. Cadê a ONU? Cadê a ministra dos direitos humanos? Cadê todo mundo que nada fala?

  69. Chesterton said

    A bondade dos assassinos
    País começou a matar Santiago ao ficar na dúvida sobre o que fazer diante dos boçais mascarados e seus chiliques medievais

    GUILHERME FIUZA
    Publicado:
    15/02/14 – 0h00
    O Brasil bonzinho assassinou o cinegrafista Santiago Andrade. Não foi outro o criminoso. Quem matou Santiago foi esse Brasil envernizado de bondade e infernizado de hipocrisia. Nenhum débil mental mascarado poderia ter matado Santiago sem a cumplicidade desse monstro.
    A herança maldita da Primavera Burra foi apontada exaustivamente neste espaço. Os bem-pensantes e os demagogos — hoje praticamente indiscerníveis — continuaram matraqueando que os políticos precisavam ouvir “o recado das ruas”. Mentira. Não houve recado nenhum. Não há uma mísera mensagem aproveitável daquele carnaval cívico, onde multidões exuberantes marcharam contra tudo e contra nada — na mais patética perda de oportunidade política na era do Império do Oprimido.
    É claro que esse heroísmo imaginário das passeatas não poderia acabar bem. Qualquer bando de almas penadas que fechava uma rua podia ser aplaudido pela sociedade engarrafada. “Desculpem o transtorno, estamos mudando o Brasil”, diziam os revolucionários de videogame. Mudando o Brasil para onde? Para o Afeganistão?
    Ninguém perguntou. E a natureza não perdoa: onde não há luz, há treva. Rapidamente, o espaço sacralizado da revolução sem cabeça foi tomado pelo obscurantismo. E o Brasil começou a matar Santiago Andrade quando se permitiu ficar na dúvida sobre o que fazer diante dos boçais mascarados e seus chiliques medievais. Ou melhor: a parte mais bondosa e solidária desse Brasil não ficou na dúvida. Criou um movimento pela libertação dos detidos nas arruaças, black blocs e idiotas associados.
    Deputados bonzinhos, intelectuais do bem e artistas antenados gritaram — alto — pela liberdade dos presos em manifestações. Não há artefato mais letal do que a bondade prenhe de ignorância e flacidez moral. E os comandantes da segurança pública, intoxicados pelo arrastão populista, passaram a declarar que “a polícia não está preparada para esse novo tipo de manifestação”. Um escárnio. A barbárie nunca foi tratada com tanto carinho.
    Ora, o que se faz com criminosos que saem pelas ruas destruindo o patrimônio público e privado, sitiando cidadãos e atentando contra a sua integridade física? Prende-se. Depois processa-se, julga-se e condena-se. Com as leis que estão aí, com o aparato judicial e policial que está aí, sem um segundo de conversa fiada sobre novos tempos e nova boçalidade. Esse Brasil progressista que matou Santiago se permitiu hesitar diante da afronta ao estado de direito. Confundiu atentado com protesto, e resolveu (embora jamais vá confessar isso) relativizar a violência. Assassino.
    Os criminosos que explodiram o crânio do cinegrafista foram identificados sem dificuldade, e estão presos. Mas eles mesmos e seus coleguinhas de terror se cansaram de protagonizar atos igualmente letais, fartamente filmados e fotografados — e puderam voltar tranquilamente para o Facebook e combinar o próximo programinha. Isso porque a sociedade civilizada cismou que não sabe combater “esse novo tipo de manifestação”. A mãe do sujeito que disparou contra Santiago, assustada, não sabia que tinha um criminoso em casa. O Brasil escondeu isso dela.
    Quem se meteu a investigar os computadores dos covardes mascarados, chegando a deter alguns dos articuladores desse câncer, foi bombardeado pelos progressistas nas redes sociais. E lá ia o Brasil discutir se pode ou não pode condenar os facínoras ideológicos, deixando as mamães sem uma notícia decente de quem eram os seus pimpolhos homicidas.
    Brasil, explique isso agora aos filhos de Santiago.
    Não, ninguém vai explicar nada. Já estão chovendo teorias sobre o que é terrorismo, o que é black bloc, que reformas devem ser propostas ao Congresso Nacional (só rindo). Daqui a pouco o irrevogável Mercadante propõe um “plebiscito popular”, e o país volta tranquilamente à sua letargia assassina. Por falar em assassinato, os diplomatas do MST deixaram dez policiais gravemente feridos em Brasília. O Brasil está esperando um deles morrer para se horrorizar.
    E o que aconteceu com os agressores? Foram recebidos em seguida por Dilma Rousseff no palácio, para um bate-papo de uma hora sobre reforma agrária. O que você está esperando para pegar sua borduna e ir atrás do que é seu?
    Mas vá logo, porque o que é seu está sendo devorado rapidamente pelos amigos do povo — esses que a Primavera Burra não viu. Santiago morreu cobrindo um suposto protesto contra aumento das passagens de ônibus, e não se viu um único revolucionário ninja apontando sua revolta contra a usina de inflação do governo popular S.A. E Dilma pode ir ao aniversário do PT apoiar os mensaleiros presos — numa boa, sem nem um herói das ruas para vaiá-la na saída.
    Santiago não teve sorte. Quem tem sorte no país dele é Delúbio Soares, que arrecada pela internet R$ 1 milhão em uma semana — livre de impostos e de covardes mascarados.

  70. Chesterton said

    SATURDAY, FEBRUARY 15, 2014

    Gilmar Mendes Trata Suplicy como Ele Deve Ser Tratado: Como um Débil Mental Irresponsável
    A carta que Gilmar Mendes escreveu para o senador Suplicy joga uma pá de cal na ilegalidade das doações “anônimas” para os mensaleiros e pede a eles para organizarem doações para pagar o buraco de 100 milhões de reais que eles roubaram do contribuinte para Lula e o PT. Mas o fato mais marcante dela é que Gilmar trata o senador da república Suplicy como um idiota, um simpleton, um bobalhão, um débil mental, um palerma, um pateta infantil, irresponsável, calhorda, ignorante e boçal. Pena que até aí não tem novidade para ninguém.
    POSTED BY SELVA BRASILIS

  71. Chesterton said

  72. Chesterton said

    Pizzolato, peixe pequeno, estava montado na grana; Dirceu, o tubarão, tadinho!, precisa pedir esmola na Internet!

    A polícia italiana encontrou na casa de praia em Porto Venere, na Itália, um dos esconderijos de Henrique Pizzolato, recibos que indicam que ele sacou, em dinheiro vivo, entre 20 mil e 30 mil euros. Detalhes: o dinheiro foi transferido da Espanha, e o saque foi feito em nome de Celso Pizzolato, seu irmão, que morreu em 1978. Como vocês sabem, Henrique tirou todos os documentos em nome do Celso, o que o auxiliou na fuga.

    Que coisa, né? Dos peixes graúdos do mensalão, Pizzolato é o menor. Dá para perceber que ele, definitivamente, não enfrentava dificuldades financeiras, não é mesmo? Já o Zé Dirceu, que era o tubarão, este, coitado!, não conseguiu guardar um vintém e não tem dinheiro para pagar a multa, daí que precise recorrer à Internet. Sei que vocês não conseguem ler isso sem chorar.

    Em dois dias, o site de Dirceu já conseguiu arrecadar mais de R$ 200 mil. Qualquer pessoa razoável desconfia desse troço. Mas digamos que seja verdade: aí é pior, né? Trata-se de um sinal evidente de que há mais sem-vergonhas por aí do que a gente imagina.

    Por Reinaldo Azevedo

  73. Chesterton said

    MENSAGEM DA MAFIA DO CRIME ORGANIZADO , A ESQUERDA ASSASSINA AMEÇA SEUS COMPONENTES

    “Pensam que não estamos de olho????
    NINGUÉM, ABSOLUTAMENTE NINGUÉM TEM O DIREITO DE EXPOR A IMAGEM DE QUALQUER PESSOA QUE ESTEJA NA LUTA FAZENDO ACUSAÇÕES SEM PROVAS.
    Manifestantes que se diziam “Brabos” agora estão com medo e expondo a imagem de pessoas que não tem nada a ver. NÃO TEM OUTRO NOME PRA ISSO DO QUE COVARDIA E TRAIÇÃO.
    SE CONTINUAREM, MEDIDAS SERÃO TOMADAS
    Vamos expor todos os “falsos manifestantes”
    Batem nas suas costas dizendo que são irmãos, mas na verdade estão ali pra te f¨%$ e expor sua vida quando percebem o perigo se aproximando. NÃO TEM A CAPACIDADE DE ENFRENTAR E ENTÃO PONHE O DO OUTRO PRA TIRAR O SEU DA RETA.. COVARDES!
    É isso que o governo quer (não sermos unidos e com isso diminuir as manifestações). Essa é a hora onde separamos claramente os verdadeiros dos traíras!
    NÃO PASSARÃO
    AGUARDEM”

  74. Chesterton said

    Tesoureiro da quadrilha petista usava nome de irmão morto para sacar dinheiro

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/02/1412638-pizzolato-usou-nome-do-irmao-para-sacar-dinheiro.shtml

  75. Chesterton said

    A esquerda e os liberais, por Marcos Lisboa

    Marcos Lisboa, que já presidiu o IRB no governo Lula e hoje é vice-presidente do Insper, sustenta em artigo publicado hoje na Folha que a discussão política sobre esquerda e direita acaba confusa no Brasil por conta do regime militar.

    Segundo ele, o estereótipo habitual de retratar a direita como autoritária na política e liberal na economia, e a esquerda como democrática e desenvolvimentista (i.e., intervencionista), não faz muito sentido. A nossa ditadura, afinal, vista como de direita, era altamente desenvolvimentista.

    Para Lisboa, ambos, esquerda e militares, compartilhavam o autoritarismo e o diagnóstico que enfatizava o papel estatal como locomotiva econômica. A disputa era apenas para ver quem iria liderar este processo. Quando pensamos que Geisel foi o criador de várias estatais, esta afinidade entre esquerda e militares fica mais evidente no campo econômico.

    Os liberais, ao contrário dos esquerdistas, são céticos sobre visões de mundo mais ideológicas e demonstram mais apreço pelos dados empíricos. Os processos e procedimentos são muito caros aos liberais, enquanto a esquerda tende a focar mais nos supostos resultados, fruto de seus desejos mais do que de experiência.

    Um exemplo citado por Lisboa é o setor de energia, vítima recentemente desta abordagem de esquerda. O governo adotou uma estratégia de forte intervenção no setor, por desconsiderar o mercado e desejar preços menores, independentemente de como isso se daria ou se seria sustentável.

    Como resume Lisboa, “A realidade tem o mau hábito de decorrer de dificuldades técnicas, e não apenas da vontade ou da barganha política, e o resultado foi frustrante”. O custo será altíssimo, e possivelmente ainda teremos apagões. Lisboa conclui, apontando a diferença de postura dos liberais:

    Para os liberais, o debate democrático deve ser resolvido por meio da transparência, para que a sociedade delibere sobre as políticas públicas e, à luz do sol, enfrente dilemas mais difíceis do que o proposto pela retórica da indignação.

    Rodrigo Constantino

  76. Chesterton said

  77. Chesterton said

    Na esteira do desalento com a inconsequência da atuação do governo, vem-se disseminando o temor de que o País acabe transformado numa imensa Argentina. Embora o pesadelo seja compreensível, não faltam bons argumentos para convencer os mais pessimistas de que ainda falta muito para que a Brasília de Dilma se converta na Buenos Aires de Cristina. Mas há que se reconhecer que, em certas áreas, a argentinização vem avançando de forma assustadora. Um bom exemplo é o do setor elétrico.

    Esse é um setor em que, há muitos anos, o governo se tem permitido ser particularmente irracional. Em meados de 2003, a então ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, apresentou uma proposta de reestruturação do setor elétrico que simplesmente não fazia sentido. Entre “pontos inegociáveis” e delírios voluntaristas, a proposta mostrava completo descaso por incentivos e fatores de risco que pautam decisões de investimento no setor. Bem mais de um ano se passou até que, com o País mais uma vez convertido em custoso navio-escola, especialistas de fora do governo conseguissem convencer a ministra a transformar a proposta em algo menos rudimentar.

    Mas o vezo voluntarista e o desprezo pelo mercado não puderam ser eliminados. E, não tendo conseguido construir um ambiente regulatório que engendrasse tarifas módicas naturalmente, o governo vem, já há algum tempo, tentando assegurar modicidade tarifária na marra. No caso das hidrelétricas da Amazônia, fixou tarifas arbitrariamente baixas e, depois, despejou sobre os projetos de investimento todo o dinheiro público que se fez necessário para torná-los “viáveis”.

    Há cerca de um ano e meio, preocupado com a inflação, o governo decidiu reduzir tarifas de energia. Poderia ter diminuído a carga tributária que incide sobre as tarifas. Mas preferiu partir para a redução de preços pagos aos produtores de energia, por meio de truculenta antecipação do vencimento dos contratos de concessão. Até hoje o setor não se recuperou da desorganização deflagrada por essa intervenção.

    Tendo conseguido impor expressiva redução tarifária, o governo logo se deu conta de que tal redução estava fadada a ser revertida, em decorrência da necessidade de repassar aos consumidores os custos de operação das usinas térmicas. E, para evitar que isso ocorresse, permitiu-se, mais uma vez, adotar solução flagrantemente populista: repassar a conta das térmicas para o Tesouro.

    Ter tudo isso em mente ajuda a perceber com mais clareza o entalo em que agora se meteu o Planalto. A precariedade do suprimento de energia elétrica com que hoje conta o País se tornou evidente. E a probabilidade de que um racionamento se torne necessário já passou a ser preocupante.

    Em condições normais, caberia ao governo reconhecer o problema e adotar medidas preventivas de racionalização da demanda, como elevação de tarifas e estímulos à conservação de energia. O grande problema é que, a sete meses e meio das eleições, o governo se recusa terminantemente a reconhecer a simples existência do problema. E é fácil perceber por quê. Tendo feito o que bem entendeu no setor por 11 anos, a presidente não tem a quem culpar. É a única e exclusiva responsável pelo quadro de precariedade da oferta de energia que hoje se vê. A palavra de ordem, portanto, é não admitir, sob nenhuma hipótese, que o problema sequer exista. Negar, negar e negar.

    Salta aos olhos que essa negação, conjugada com a aposta desesperada nas águas de março, é estratégia altamente arriscada. E, até que saiba o desfecho da aposta, o governo estará exposto a grande desgaste. Para evitar que o custo de operação das térmicas seja repassado aos consumidores, o Tesouro terá de arcar com gastos da ordem de R$ 18 bilhões em 2014. Se, num surto de inconsequência, o governo decidir ir em frente com o repasse desse custo para o Tesouro, quando o País se defronta com um quadro de oferta de energia tão precário, o escandaloso populismo da decisão deverá marcar alarmante escalada no processo de argentinização do setor.

    *Rogério L. Furquim Werneck é economista, doutor pela Universidade Harvard, é professor titular do departamento de Economia da PUC-Rio.

  78. Olá!

    Chesterton, sinta-se à vontade para usar as minhas expressões. Não há problemas. :)

    Até!

    Marcelo

  79. Patriarca da Paciência said

    == JOAQUIM BARBOSA E O “MENSALÃO” ==

    ”O Joaquim Barbosa simulando uma diária pra fazer uma conferência de 30 minutos e um passeio numa biblioteca de uma hora, 2 horas, é uma coisa típica da classe média deslumbrada. Então o Joaquim Barbosa revela ali o verdadeiro Joaquim Barbosa, um classe média eventualmente deslumbrado, que foi instrumentalizado pela mídia na questão do mensalão.

    Eu não defendo a utilização do dinheiro público, nem o que ocorreu no financiamento das campanhas, não acho nenhuma graça nisso, mas aquela história do domínio do fato e a influência da mídia em cima do mensalão feriu profundamente as normas do direito brasileiro. O mensalão foi uma aberração jurídica, porque, entre outras coisas, pelo domínio do fato, pela forma com que foi feito o processo, o esquecimento do fato precursor do mensalão, que é o fato mineiro, do Marcos Valério. Então, foi uma aberração jurídica, foi uma manipulação induzida pela mídia e pelo deslumbramento dos ministros. Aquilo foi um show, não foi um julgamento.’
    (Roberto Requião)

  80. Patriarca da Paciência said

    GILMAR MENDES NÃO SABE O QUE DIZ OU NÃO DIZ O QUE SABE
    Insinuações e ironias de ministro do STF não tem apoio nos autos da AP 470

    O esforço de Gilmar Mendes para tentar desmoralizar a campanha de solidariedade de tantos brasileiros aos condenados da AP 470 ajuda a entender o caráter precário do foi chamado de “maior julgamento da história.”

    Ao sugerir que o senador Eduardo Suplicy liderasse uma campanha para ressarcir “pelo menos parte dos R$ 100 milhões subtraídos dos cofres públicos” no caso do mensalão” Gilmar Mendes assume uma postura espantosa para um ministro do STF.

    Faz afirmações que não pode provar, insinua o que não consegue demonstrar.

    A atitude de Gilmar é política.

    As doações, em escala que surpreendeu os próprios condenados, mostram o repúdio de um número crescente de brasileiros diante dos abusos do julgamento.

    Veja só: um ex-ministro do Supremo, como Nelson Jobim — um dos responsáveis pela indicaçao do próprio Gilmar ao STF -, deu um cheque de R$ 10 000 para Genoíno. Celso Bandeira de Mello, jurista de folha irretocável, que patrocinou a presença de Ayres Britto na Corte, deu dinheiro para Genoíno e já disse que vai contribuir para José Dirceu.

    Ao lado de militantes e de cidadãos comuns, a presença de respeitáveis homens de Direito na campanha pelas doações mostra até onde vai a crítica a AP 470.

    Não é para menos.

    A ideia de que houve desvio de recursos públicos é desmentida pelo processo.

    A noção que eles chegam a R$ 100 milhões não tem base real alguma. É apenas um novo chute.

    Quando o julgamento começou, os ministros falavam num desvio de R$ 115 milhões. Recuaram sem maiores explicações para uma estimativa de R$ 73,8 com base num cálculo desinformado, absurdo mas cômodo. Explico os três adjetivos.

    Como esse foi o total de gastos de recursos do Fundo de Incentivo Visanet com a agência DNA naquele período, passou-se a uma crença absurda: de que 100% desse dinheiro foi roubado, não sobrando um único centavozinho honesto para ser gasto com publicidade de verdade. Nenhuma página de jornal, nem um spot de rádio, nem 30 segundos na TV.

    É claro que é uma conta de chegar. Era preciso falar em desvio, era preciso dar um número –- apontou-se para aquele que estava à mão. Parece absurdo e é. Mas absurdos ganham verossimilhança e circulam como afirmações verdadeiras em sociedades onde nenhuma instituição cumpre seu papel de fiscalizar e conferir o que dizem as autoridades. Este papel, como se sabe, deve ser cumprido pela imprensa. Mas você e eu sabemos muito bem onde os repórteres se encontrava no julgamento, certo?

    Numa prova de que são os principais interessados em conferir gastos e e demonstrar o que foi feito, os advogados da defesa acabam de enviar, às 20 maiores empresas de comunicação do país, uma notificação judicial.

    Solicitam apenas que elas confirmem – ou desmintam – aqueles recursos que a DNA declara ter enviado a elas.

    Em novembro de 2005, os parlamentares da CPMI dos Correios receberam um documento “para uso interno – confidencial” da Visanet.

    Os parlamentares perguntaram lá atrás:

    ” A Visanet é uma empresa pública?

    Resposta. “Não. É uma empresa de capital privado.”

    Essa mesma afirmação foi confirmada por uma auditoria do Banco Brasil, encerrada em dezembro do mesmo ano. Ali se diz, com base no estatuto da Visanet, que seus recursos deveriam ser destinados a ações de incentivo, “não pertencendo os mesmos ao BB investimento nem ao Banco do Brasil.”

    Se a denúncia de desvio de dinheiro público está errada, como conceito, também se desmente, nos números. As contas batem, com diferenças contábeis que podem ser explicadas por razões técnicas – e que nem de longe chegam aos R$ 100 milhões a que Gilmar Mendes se referiu.

    (Quantias nesse volume gigantesco, e até maiores, foram mobilizadas por empresas privadas de telefonia que eram clientes das agencias de Marcos Valério. Nenhuma delas, por sinal, foi chamada a prestar contas no julgamento. Nenhuma. Foi assim que se pretendia ” punir os poderosos” , entendeu?)

    Por fim, a afirmação de que foram dirigentes do PT que fizeram esses desvios é ainda mais absurda. Não estou falando de Delúbio Soares, por exemplo, que distribuia recursos para o partido e negociava apoio de empresas.

    Estou falando de quem tinha acesso ao cofre. Sem ele nada se faz, certo?

    Pode-se ler, no laudo 2828, uma questão básica para se entender o papel do PT na denuncia de desvio de recursos – públicos ou privados.

    O relator Joaquim Barbosa pergunta a quem “competia fazer o gerenciamento dos recursos” do Fundo Visanet repassados a agencia DNA?

    Em bom português, o relator queria saber quem fazia os pagamentos – sem o quê, obviamente, não dá para tirar nem uma nota de 1 real de forma indevida.

    O Banco do Brasil responde: quatro diretores eram responsáveis pela gestão do fundo de incentivo entre 2001 e 2005. (Estamos falando dos dois últimos anos do governo FHC, quando a DNA ganhou um bom pedaço da verba publicitária do Banco do Brasil, e dos dois primeiros anos do governo Lula).

    Em sua resposta ao relator, o Banco do Brasil faz até um gráfico pequeno, com nomes e datas, para ninguém ficar em dúvida. Até uma criança pode entender: nenhum dirigente indicado pelo PT encontra-se entre eles. Os responsáveis eram todos executivos indicados pelo PSDB. Está lá, numa tabela. Nenhum deles sentou-se no banco dos réus. Repito porque é escandaloso: nenhum. Quem asssinava os cheques ficou de fora. Eram afilhados tucanos.

    Cabe a cada um fazer a pergunta que não quer calar: por que o laudo 2828, com uma informação tão preciosa, foi mantido em sigilo no próprio STF, e só foi distribuído para o plenário de ministros DEPOIS que a denuncia da AP 470 já fora aceita?

    Minha opinião é a seguinte: temia-se, em 2006, que o debate sobre informações inesperadas e surpreendentes pudessem comprometer a denúncia e estragar o carnaval cívico em torno do STF. Imagine se fosse possível criminalizar o governo Lula — até se falava em impeachment, em 2005 — se a denúncia envolvesse o PSDB, também. Imagine se alguém começasse a perguntar assim: se haviam tucanos no comando do esquema, quem é que colocou essa turma ali?

    Política, meu caro. Política.

    Foi a mesma atitude de 2011, quando os ministros resolveram levar o julgamento em frente sem conhecer o inquérito 2474, com revelações que contrariavam o final feliz já anunciado e prometido. Veja você: desistiram de ler o inquerito 2474 sem saber o que tinha lá dentro.

    Não é de espantar que, agora, se veja uma situação constrangedora e grave de um ministro que faz afirmações que contrariam aquilo que se encontra no processo.

    Ou Gilmar Mendes não sabe o que diz. Ou não diz o que sabe.

    Você decide o que é mais grave.

    (Paulo Moreira Leite)

  81. Chesterton said

    Paulo Moleira de Leite.

  82. Pedro said

    Elementar meu caro Paulo, neste caso do mensalão,o que mais existe, é gente que não diz o que sabe.

  83. Chesterton said

    A Policia Italiana está atrás dos computadores do Pizza-iolato. Dali sai o capeta.

  84. Patriarca da Paciência said

    “Estamos testemunhando um época difícil para o funcionamento regular do STF, e os sinais disso poderiam facilmente ser escrutinados com o comportamento de seu atual presidente Joaquim Barbosa:

    – desqualifica seus pares em diversas oportunidades em que estes tenham posição jurídica divergente da sua;
    – manda que jornalista que deseja lhe entrevistar “vá chafurdar no lixo”;
    – compra apartamento em Miami (EUA) usando artimanhas contábeis para não pagar impostos, criando empresa para alcançar tal fim e oferecendo para esta empresa seu próprio endereço residencial, algo vetado na Lei da Magistratura do Brasil;
    – transforma a prisão de apenados da AP-470 em raro show midiático, transportando-os em voos das cidades em que residem para Brasília e somente depois, aos poucos, para as cidades onde deverão cumprir penas;
    – revoga de maneira monocrática decisões de presidente do STF em exercício (Ricardo Lewandowski), sem ao menos submeter tais ações ao plenário da Corte, como aliás estabelece o artigo 317 do regimento do STF;
    – viaja de férias sem assinar documento hábil para a prisão de um dos apenados (João Paulo Cunha);
    – deixa de mandar prender outro dos apenados (Roberto Jefferson);
    – vaza a um de seus pares (Marco Aurélio Mello) a intenção de se candidatar à presidência da República em outubro de 2014, em coroamento de um processo (AP-470) que ostenta todas as tintas do verniz partidário, onde atuou como perseguidor implacável dos réus e fustigou exatamente aqueles com quem pretende disputar o Palácio do Planalto.”
    (DANIEL QUOIST 15 de Fevereiro de 2014 )

  85. Chesterton said

    viaja de férias sem assinar documento hábil para a prisão de um dos apenados (João Paulo Cunha);

    chest- em ajuda a Interpol para localizar Pizza-o-latto

  86. Patriarca da Paciência said

    É a desculpa mais esfarrapada que alguém pode apresentar! É claro que Pizzolato ia ser encontrado! Se não o fosse, ele se apresentaria espontaneamente! Ele tem tudo a ganhar com um novo julgamento!

    A maneta e perneta ação penal 470 é uma aberração jurídica! Pizzolato não tem nenhum “privilégio” para ser julgado pelo STF.

    Nenhum “não político” do suposto “mensalão” do PSDB será julgado pelo STF.

    Pizzolato não era responsável pelos “pagamentos” alegados na tal ação, como já ficou mais que provado !

  87. Patriarca da Paciência said

    “O Banco do Brasil responde: quatro diretores eram responsáveis pela gestão do fundo de incentivo entre 2001 e 2005. (Estamos falando dos dois últimos anos do governo FHC, quando a DNA ganhou um bom pedaço da verba publicitária do Banco do Brasil, e dos dois primeiros anos do governo Lula).

    Em sua resposta ao relator, o Banco do Brasil faz até um gráfico pequeno, com nomes e datas, para ninguém ficar em dúvida. Até uma criança pode entender: nenhum dirigente indicado pelo PT encontra-se entre eles. Os responsáveis eram todos executivos indicados pelo PSDB. Está lá, numa tabela. Nenhum deles sentou-se no banco dos réus. Repito porque é escandaloso: nenhum. Quem asssinava os cheques ficou de fora. Eram afilhados tucanos.”

  88. Pedro said

    Quem se apresentaria espontaneamente, o Henrique ou o Celso?

    Este Patriarca é um humorista de primeira.

  89. Patriarca da Paciência said

    Mais engraçado ainda é achar que o Henrique Pizzolato fugiria do Brasil com seu próprio passaporte!

    Ele agora vai responder à Justiça italiana, visto que o problema foi ocorrido na Itália, com toda a publicidade que o caso merece e quanto aos tais “computadores comprometedores” que sejam examinados no mínimos detalhes!

  90. Chesterton said

    Patriarca, e se Lula for para a cadeia depois disso?

  91. Patriarca da Paciência said

    Qualquer um pode ir para a cadeia, inclusive o Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes ou Fernando Henrique Cardoso!

    Mandela, considerado um dos maiores vultos do século XX, passou 27 anos presos!

    Aliás, o que mais tem na história humana são julgamentos injustos, desde Sócrates, Jesus Cristo, Galileu, Bruno, Joana D’arc” e outros nomes que honram a humanidade!

    São Pedro, o fundador da Igreja Católica, foi julgado, condenado à morte e crucificado de cabeça para baixo!

  92. Pedro said

    Realmente, um sujeito que vota pelo irmão, (morto há mais de 30 anos), honra a humanidade.

    Agora conta aquela do papagaio.

  93. Patriarca da Paciência said

    Eu não falei que Pizzolato honra a humanidade, também não acho que ele desonre, pra falar a verdade eu pouco sei de Pizzolato!

    Mas do pouco que sei de Direito, minha opinião é que ele não foi julgado corretamente!

    “Em sua resposta ao relator, o Banco do Brasil faz até um gráfico pequeno, com nomes e datas, para ninguém ficar em dúvida. Até uma criança pode entender: nenhum dirigente indicado pelo PT encontra-se entre eles. Os responsáveis eram todos executivos indicados pelo PSDB. Está lá, numa tabela. Nenhum deles sentou-se no banco dos réus. Repito porque é escandaloso: nenhum. Quem asssinava os cheques ficou de fora. Eram afilhados tucanos.”

    Também Pizzolato não é detentor de nenhum “privilégio” para ser julgado pelo STF.

    É realmente quase inacreditável que isso esteja acontecendo no Brasil!

    Mas há pouco mais de 70 anos, Eva Justin recebeu o seu diploma de doutora, pela Universidade de Berlin, defendendo a tese de que crianças judias e ciganas são incapazes de alcançar o nível de ser humano civilizado. E depois da “experiência”, as crianças foram “descartadas”.

  94. Chesterton said

    http://concienciadespiertavenezuela.blogspot.com.br/2014/02/china-planea-enviar-100000-policias.html

  95. Chesterton said

    Patriarca, você nada entende de direito nem de porra nenhuma. Você é um funcionario publico aposentado.

  96. Chesterton said

    Milhares de pessoas continuavam protestando neste sábado e madruga deste domingo na Venezuela, em diversas cidades do país, apesar da repressão brutal desencadeada pela ditadura bolivariana de Nicolás Maduro.

    Com a censura total da imprensa no que respeita às redes de televisão e emissoras de rádio e parcial em sites da internet e jornais impressos, as informações sobre o que realmente está acontecendo na Venezuela são veiculadas pelas redes sociais, pelos próprios cidadãos. Pela sua operacionalidade o Twitter é a principal rede social utilizadas pelos venezuelanos que prometem permanecer em protesto permanente até a decorracada do regime comunista tutelado por Fidel Castro e seu irmão Raúl.

    Na noite deste sábado e agora já na madrugada deste domingo, pelo Twitter os venezuelanos denunciam que a Guarda Bolivariana, a polícia do regime, passou a utilizar o denominado “gás verde”, que compõe o arsenal de armas químicas proibidas. É um tipo de gás nauseante e que causa uma espécie de alergia generalizada no organismo humano podendo levar à morte.

    Um dos maiores protestos deste sábado ocorreu no município de Chacao, que integra a região metropolitana da capital, Caracas. Milhares de estudantes e o povo em geral saíram às ruas desafiando os órgão de repressão do regime comunista, além dos denominados “coletivos”, bandos armados criados já durante o governo do finado tiranete Hugo Chávez, que se utilizam de motocicletas e agem munidos de armamento pesado e são extremamente violentos.

    Há mortos e feridos, mas há também o caso em que agentes da Guarda Bolivariana depõem as armas negando-se a reprimir os estudantes, um caso como este aparece em vídeo que ilustra este post mais abaixo.

    Por enquanto, a grande mídia brasileira praticamente silencia sobre esse verdadeiro estado de guerra civil que ocorre na Venezuela. Da mesma forma, as agências internacionais de notícias parecem renitentes em reportar o mega protesto que ocorre na Venezuela envolvendo milhares de estudantes e populares, indicando que a situação tende a se agravar, já que pelo que se noticia pelo Twitter, o povo venezuelano está exausto com a repressão, censura à imprensa, inflação galopante e a terrível escassez que vai dos alimentos ao papel higiênico. Segundo informam pelas redes sociais, as pessoas gastam até 6 horas numa fila para conseguir um pacote de farinha de trigo ou de milho.

    Outro fator que mobiliza os protestos é a violência que tornou impossível a vida normal na Venezuela, país que sob o regime comunista chavista se transformou num campeão de assassinatos. Na Venezuela, como no Brasil, sob a tutela do Foro de São Paulo dirigido pelo PT, a política de direitos humanos abençoa os bandidos e a impunidade é a regra geral. Quanto a isso, há vídeo de candente depoimento de estudante que está na Argentina que também ilustra este post logo abaixo.

    Resumidamente é isso que se pode reportar sobre a Venezuela como base no que está sendo veiculado pelo Twitter sem parar noite e dia. Basta acessar o microblog para constatar. As fotos são do site venezuelano Notícias24 e os vídeos postados no Youtube têm os links veiculados incessantemente pelas redes sociais, bem como também fotos e informações sobre como os manifestantes devem se proteger das armas químicas, principalmente o temível gás verde.

    O jornal El Nuevo Herald, de Miami, postou no seu site matéria sobre a Venezuela, assinada pelo jornalista Jose Maria Delgado. Transcrevo a parte inicial com link para leitura completa no original em espanhol. Leiam abaixo dos vídeos:

    Estudiantes venezolanos envían mensaje a Maduro: ‘no tenemos miedo’
    Miles de estudiantes retomaron las calles de Venezuela por duodécimo día consecutivo el sábado en una jornada de protesta cada vez más dirigida a propiciar la salida del régimen de Nicolás Maduro, con los jóvenes desafiando los perdigones, los gases lacrimógenos y las amenazas de arresto para expresar tres palabras en unísono: “No tenemos miedo”.
    Las manifestaciones, realizadas simultáneamente en varias de las principales ciudades del país, arrojaron varios heridos, la mayoría de ellos estudiantes alcanzados por perdigones de escopetas disparados por agentes de la Guardia Nacional y personas asfixiadas por los gases disparados, informaron los manifestantes, aunque para el cierre de esta edición se desconocía el número exacto de lesionados.
    Las manifestaciones del sábado se producían al mismo tiempo que Maduro lanzaba una nueva oleada de amenazas contra los jóvenes universitarios, quienes han mantenido las protestas pese a los violentos ataques perpetrados por agentes de la Guardia Nacional y los denominados colectivos, grupos armados al servicio del chavismo.
    Esos ataques han dejado al menos tres muertos, docenas de heridos y más de un centenar de arrestos. Según datos brindados por integrantes de la oposición venezolana, cerca de 50 personas continúan bajo custodia del chavismo.
    Pero los jóvenes universitarios, en un comunicado divulgado el sábado, reiteraron que no están dispuestos a abandonar la lucha.
    “Queremos informarles a papá, a mamá, a nuestros amigos y a ustedes que nos adversan que está lucha que estamos librando sin temor y sin miedo también es para ustedes”, expresaron los estudiantes en el comunicado.
    “No nos vamos a rendir ni aún con la muerte misma porque estamos todos dispuestos a darle a Nicolás [Maduro], sin miedo; a Diosdado [Cabello, presidente de la Asamblea Nacional]. No tenemos ni una gota de temor. No les tenemos miedo ni a sus amenazas, ni a sus fusiles, ni a sus armas, ni a sus actitudes irracionales por una razón muy sencilla: no negociamos nuestros derechos, no negociamos nuestro futuro con nadie”, expresaron.

    http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/02/protestam-nao-cessam-na-venezuela.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+BlogDoAluizioAmorim+%28BLOG+DO+ALUIZIO+AMORIM%29

  97. Chesterton said

  98. Chesterton said

  99. Chesterton said

    http://www.noticias24.com/fotos/noticia/14869/en-fotos-y-video-esta-fue-parte-de-la-protesta-de-los-grupos-estudiantiles-en-chacao/

  100. Pax said

    não quero virar uma Venezuela!

    no Brasil…

    Caetano mandou bem:

    http://oglobo.globo.com/cultura/freixo-outra-vez-11616610

  101. Patriarca da Paciência said

    Chesterton,

    “para seu governo” eu ainda não sou aposentado, estou próximo, mas ainda estou em plena atividade!

    E você não é capaz de entender sequer aquilo que as crianças facilmente entendem !

    “Em sua resposta ao relator, o Banco do Brasil faz até um gráfico pequeno, com nomes e datas, para ninguém ficar em dúvida. Até uma criança pode entender: nenhum dirigente indicado pelo PT encontra-se entre eles. Os responsáveis eram todos executivos indicados pelo PSDB. Está lá, numa tabela. Nenhum deles sentou-se no banco dos réus. Repito porque é escandaloso: nenhum. Quem asssinava os cheques ficou de fora. Eram afilhados tucanos.”

    Também Pizzolato não é detentor de nenhum “privilégio” para ser julgado pelo STF.

  102. Chesterton said

    Caetano é um idiota.

  103. Otto said

    A pergunta de hoje é:

    Por que nem a Folha ou qualquer outro jornal, não informou até agora o aumento dos ônibus metropolitanos e inter-municipais dados pelo governador de S.Paulo ontem dia 15?

    Fui ao google (por volta das 12h00) e nada achei lá. Apenas blogs anunciaram.

    O governador Alckmin pediu e conseguiu silenciar toda a mídia amiga ou comprada.

    Grande parte dos usuários desses coletivos são exatamente de pessoas mais pobres que saem e voltam de cidades vizinhas à capital para trabalhar e estudar.

    Até sexta os preços cobrados variavam de R$3,15 a R$5,00. Esses valores seráo acrescidos de mais 7% a partir de hoje.

    O aumento que o Haddad queria dar em Junho de 2013 e que “irritou” o MPL era de R$3,00 para R$3,20.

    Todo mundo sabe o que aconteceu.

    Agora com Alckmin, não há MPL, FIESP, manifestações, black blocs. Nem manchetes escandalosas. Nada.

    Só amanhã os usuários irão ficar sabendo deste aumento quando subirem nos ônibus.

    Esse serviço não foi prestado aos cidadãos de SP pela imprensa.

  104. Chesterton said

    A Associação dos Oficiais da Polícia Militar dos Distrito Federal (Asof) vem a público repudiar as declarações do ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, dando conta de que a culpa do tumulto ocorrido na manifestação promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) foi da Polícia Militar.

    A Asof declara que a PM tem a missão de proteger o cidadão e o patrimônio público, garantindo a lei e a ordem. Na última quarta-feira (12/02), quando o confronto ocorreu, os procedimentos para garantir a segurança foram os mesmos que são adotados sempre em eventos desta ordem e o objetivo dos Policiais Militares foi, inclusive, o de proteger o Palácio do Planalto, local onde o ministro trabalha, garantindo a sua própria segurança.

    A Associação também ressalta que as declarações do ministro causam estranheza. Pois, quando falta polícia, todos reclamam. Quando a polícia está no local para garantir a ordem pública, conforme prevê a Constituição, é acusada de atrapalhar. Afinal, qual a atitude que a Polícia deve tomar? Deixar de cumprir a lei e permitir que a segurança do cidadão seja comprometida? Deixar que o patrimônio público seja dilapidado?

    Neste debate, a Asof também gostaria de questionar se o MST informou aos órgãos competentes que faria uma manifestação no local. E caso positivo, gostaria de saber se os órgãos estão de acordo com o prejuízo causado à população de Brasília, especialmente no que se refere às complicações no trânsito durante a manifestação.

    Por fim, a Asof manifesta o seu apoio e solidariedade a todos os Policiais Militares que trabalharam no evento, especialmente aos 30 policiais feridos durante o confronto. Se a intenção dos manifestantes fosse pacífica, dentro da lei e da ordem, não ocorreria o confronto e muito menos haveria feridos. Os Policiais Militares estavam ali para cumprir o dever de manter a lei e a ordem.

  105. Otto said

    O Caetano só descobriu agora a Globo é a Globo?

  106. Pax said

    Se essa notícia for verdadeira (e o Josias não me consta como inventor) é o fim do PSB (Eduardo Campos/Marina Silva).

    http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2014/02/17/para-campos-barbosa-seria-imbativel-no-rio/

  107. Chesterton said

    http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/02/video-comprova-agentes-cubanos.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+BlogDoAluizioAmorim+(BLOG+DO+ALUIZIO+AMORIM)

  108. Chesterton said

    http://otambosi.blogspot.com.br/2014/02/massacre-na-venezuela-o-silencio.html

  109. Pax said

    Caro Chesterton, velho, rabugento e leitor de porcaria Chesterton,

    Estou realmente incomodado com o que rola na Venezuela. Gostaria de saber mais. A priori me parece que a situação degringolou a tal ponto que poder e oposição não encontram mais solução democrática para sair do imbroglio que se meteram. Pois bem…

    Esse monte de coisas que trazes, dessas fontes, só fazem atrapalhar minha informação. Quando sites como esses começam a bombardear e bombardear notícias esquisitas, minha tendência é achar que o outro lado é que tem razão.

    E aí vejo outro monte de porcarias do outro lado. Idem ibidem com o anverso da mesma moeda. Sites e “opiniãozistas militantes” do outro lado.

    Aí a coisa ainda piora.

    É o que dá radicalizar. O mínimo do mínimo que acontece é perder credibilidade.

  110. Patriarca da Paciência said

    “Nunca na história do Brasil juízes do Supremo foram tão petulantes, tão desastrados, tão enviesados em seus julgamentos e tão nocivos para a democracia como Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes.

    O Brasil tem visto, nos últimos dias, a exacerbação de um comportamento simplesmente intolerável da parte dos dois.

    Como aceitar que dois juízes da corte mais alta se mostrem tão parciais? Eles deveriam pairar acima das paixões políticas, como todo juiz que se preze, mas eles acabaram absolutamente tragados por elas.

    As frases e as atitudes de Barbosa e Gilmar desafiam o bom senso mesmo, a inteligência e o decoro.

    Gilmar, sem evidência nenhuma, acusou de desonestas as vaquinhas dos petistas condenados. Isto é comportamento de juiz? É este exemplo que ele quer passar para a sociedade? Ele faz ideia de quanto contribui, com gestos desse calibre, para a degradação da imagem da justiça? Ou será que ele acredita que a voz rouca vê nele um herói?

    Se acredita, é um caso de patologia psíquica, de desvinculação da realidade. Que se providencie um alienista.

    Barbosa não fica atrás. Segundo a Veja, agora ele acusou abertamente o PT de ter sido tomado por “bandidos” ”

    http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-pais-tem-que-aprender-a-se-livrar-de-ministros-do-supremo-que-nao-se-comportam-como-juizes/

  111. Patriarca da Paciência said

    “Caetano é um idiota.”

    Que frase mais profunda! Digna de Aristóteles!

    Não tenho mais dúvida de que o Chesterton é analfabeto funcional!

  112. Pedro said

    Esta é pro Chesterton começar a semana menos rabugento (como diz o Pax).

  113. Pax said

    vamos aos trens!

    novo post.

  114. Patriarca da Paciência said

    De minha parte eu quero mais é que a pequeníssima minoria de laranjas podres saiam o mais rápido possível do programa Mais Médicos !

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