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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Última fase do mensalão petista

Posted by Pax em 21/02/2014

Ontem iniciou-se a última fase do julgamento da AP 470, vulgo mensalão petista. Para a Procuradoria Geral da República o entendimento é por negar os embargos infringentes para os réus condenados por formação de quadrilha.

O ponto é nevrálgico, pode determinar regime fechado para a pena de José Dirceu acusado de ser o chefe do esquema.

Janot pede manutenção das penas do mensalão

Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil Edição: Beto Coura

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) negue os embargos infringentes e mantenha as penas por formação de quadrilha dos condenados no julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão. Hoje (20), o STF iniciou o julgamento dos embargos infringentes relativos ao crime de formação de quadrilha de cinco condenados: os petistas Delúbio Soares, José Dirceu e José Genoino e dos ex-dirigentes do Banco Rural José Roberto Salgado e Kátia Rabello. Se forem aceitos, os recursos podem diminuir as penas dos condenados.

As defesas de Delúbio, Dirceu e Genoino pediram a absolvição, argumentando que não houve formação de quadrilha, mas coautoria no crime de corrupção. No caso dos petistas, para sustentar a manutenção da condenação, Janot citou os depoimentos de outros condenados no processo como Marcos Valério, Roberto Jefferson, Valdemar da Costa Neto, Pedro Corrêa, entre outros, que, de acordo com o procurador comprovam o crime. “A prova apontada nas contrarrazões mostra que era uma organização estável para a prática dos delitos que perdurou de 2003 a 2005” disse.

“Ficou demonstrado que o grupo intentava, como o fez, a prática de crimes dentre eles, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, tanto assim que o próprio Tribunal reconheceu a existência dos crimes e aplicou as penalidades.”, complementou.

Janot refutou também o argumento utilizado pela defesa de Salgado e Kátia Rabello de que os corréus quase não tinham contato e de que a união para a prática do crime foi ocasional. “Não se trata de uma quadrilha às avessas; não se trata aqui de reconhecer uma assembleia que pretende deliberar sobre a realização de delitos. Mas [a partir da] constatação dos delitos que se chegou a tipificação do crime de quadrilha… A organização de uma quadrilha prevê a divisão de tarefas e o não conhecimento de todos os integrantes, até para que, no caso de um núcleo ser desbaratado, não se atingir o núcleo seguinte”, finalizou.

O Tribunal decidiu no início da sessão que o ministro Luiz Fux faria a leitura do relatório sobre os recursos, mas a votação dos ministros será na próxima quarta-feira (26). Após a fala de Janot, o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, chegou a cogitar a realização de uma sessão extra, na manhã da próxima quarta-feira para terminar o julgamento. Os ministros debateram e chegaram a um acordo de que o Tribunal realizaria normalmente a sessão na tarde de quarta-feira e que deixaria pré-agendada uma sessão extraordinária para a quinta-feira de manhã.

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116 Respostas to “Última fase do mensalão petista”

  1. Patriarca da Paciência said

    Caro Pax,

    Merval Pereira, o 12º inquisidor do PT, já jogou a toalha!

    “Acusação de formação de quadrilha deve ser derrubada em julgamento do mensalão. E isso deve deixar os condenados como estão, no regime semiaberto. Já o caso do ex-deputado Eduardo Azeredo é um desafio para o relator, ministro Luiz Roberto Barroso. A tendência do STF tem sido encaminhar para a primeira instância os processos de pessoas que perdem o chamado “foro privilegiado”. Mas, quando há indícios de que a renúncia se trata de uma manobra para postergar o julgamento, o Supremo pode manter o processo.”

  2. Chesterton said

    sexta-feira, fevereiro 21, 2014
    COMUNISMO BOLIVARIANO EM QUEDA LIVRE: PESQUISA REVELA QUE NICOLÁS MADURO TEM APENAS POUCO MAIS DE 10% DE APOIO POPULAR!
    Pesquisa realizada pela empresa venezuelana OCR, revela que os índices de apoio ao ditador Nicolás Maduro despencam entre os próprios chavistas, segundo reportagem do jornalista Antonio Maria Delgado, do jornal El Nuevo Herald, de Miami (EUA), cuja primeira parte transcrevo com link para leitura completa no original em espanhol.
    A pesquisa da empresa OCR constata que a a disposição para protestar continua aumentando, apesar da violenta repressão desencadeada pela polícia chavista e que tem como coadjuvantes os “coletivos”, bandos armados pelo próprio chavismo desde à época do finado caudilho Hugo Chavez.
    Os venezuelanos que se sentiam atraídos pelo projeto comunista-bolivariano de Chávez, agora sentem desconfiança em relação a Maduro.
    Segundo a pesquisa da OCR, apenas 23% dos venezuelanos consultados aprovam a gestão de Maduro, com 15% dizendo que “é boa” e somente 7% afirmando que “é muito boa”.
    Esses 23% de apoio contrasta com os 44% que Maduro amealhava nas pesquisas quando subiu ao poder legado por Chávez.
    Os números refletem de forma inequívoca as imagens das manifestações gigantescas que explodiram na Venezuela: 60% dos venezuelanos se mostram expressamente contra a gestão de Maduro; enquanto a proporção que considera “regular”, alcança apenas 17%.
    Pelos números se constata que a Venezuela não está dividida ao meio de forma equilibrada como certos analisas, especialmente da grande imprensa brasileira, costumam afirmar, escamoteando a realidade. A esmagadora maioria dos venezuelanos não quer mais saber de Maduro e muito menos da desastrada aventura comunista imposta pelo regime chavista. Aliás, isso já se refletiu na última eleição, apesar das fraudes escandalosas. O aviso foi dado pelos eleitores no último pleito presidencial e os números desta sondagem comprovam isso.

    http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/02/em-queda-livre-pesquisa-revela-que.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+BlogDoAluizioAmorim+(BLOG+DO+ALUIZIO+AMORIM)

  3. Chesterton said

    Eis o absurdo que o PT defende:

    1. Condenamos os fatos e ações com vistas a desestabilizar a ordem democrática na Venezuela; rechaçamos ainda as ações criminosas de grupos violentos como instrumentos de luta política, bem como as ações midiáticas que ameaçam a democracia, suas instituições e a vontade popular expressa através do voto. Lembramos que esta não é a primeira vez que a oposição se manifesta desta forma, o que torna ainda mais graves esses fatos.

    2. Nos somamos à rede de solidariedade mundial para informar e mobilizar os povos do mundo em defesa da institucionalidade democrática na Venezuela, fortalecer a unidade e a integração de nossos povos.

    3. Nos solidarizamos aos familiares das vítimas fatais fruto dos graves distúrbios provocados, certos de que o Governo Venezuelano está empenhado na manutenção da paz e das plenas garantias a todos e todas cidadãos e cidadãs venezuelanas.

    http://www.pt.org.br/noticias/view/nota_do_pt_acerca_da_venezuela

  4. Patriarca da Paciência said

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/130984/Secretário-fantasma-vive-nos-EUA-à-custa-do-CNJ.htm

    Mais uma de D. Joaquim I

    Mas isso é apenas uma “bobagem”.

    Afinal um chefe supremo do supremo não pode ser questionado por simples mortais!

  5. Patriarca da Paciência said

    Minha opinião é que o problema da Venezuela é simples alarmismo babaca! Volta e meia acontecem “grandes manifestações populares” nos mais diversos países, inclusive no Brasil.

    Aí o PIG, desesperado com tantas derrotas (a última foi no Chile), vê a chance de tentar um golpe, como já o fez no governo Chavez!

    Logo as coisas se acomodam e a “grande convulsão social” se acomoda também!

    Pessoalmente, acho que o interesse do Brasil na Venezuela é apenas comercial, ou seja, a Venezuela continua sendo um dos maiores parceiros comerciais do Brasil !

    É isso aí, o “resto é silêncio”!

  6. Elias said

    Fora do tópico (mas nem tanto):

    Do noticiário do JusBrasil:

    ===============================================
    “Por 11 votos a oito, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou a proposta de reduzir a maioridade penal dos atuais 18 para 16 anos em casos específicos. O texto, de autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), foi derrubado com o voto de cinco senadores do PT, dois do PMDB e um do Psol, do PSDB, do PCdoB e do PSB. A rejeição foi comemorada por militantes de direitos humanos que lotaram o auditório da CCJ contra a mudança na Constituição. Os debates se prolongaram por mais de duas horas, com a manifestação de posições contrárias e favoráveis à revisão da imputação penal.”

    “Ao grito de ´fascista´, Aloysio Nunes chegou a ser interrompido por um ativista no momento em que defendia a aprovação de sua proposta de emenda constitucional. ´Fascista é quem grita e interrompe. Fascista é você!´, retrucou o tucano.”

    “Pela proposta dele, responderiam criminalmente como adultos adolescentes acusados de praticar delitos inafiançáveis, como crime hediondo, tráfico de drogas, tortura e terrorismo, ou reincidentes em lesões corporais ou roubo qualificado, desde que houvesse, no entanto, parecer favorável de promotor da Infância e autorização da Justiça.”

    “A maioria da CCJ, no entanto, derrubou a PEC de Aloysio, alinhando-se ao senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP), autor de um voto em separado, que classificava como inconstitucional essa tentativa de mudança na Constituição. Para ele, alterar a maioridade penal viola direitos fundamentais, incluídos entre as chamadas ´cláusulas pétreas´, aquelas não passíveis de modificação. Segundo ele, além de inconstitucional, a proposta agravaria o problema do sistema penitenciário brasileiro.”
    =================================================

    No frigir dos ovos, nem o PSDB votou a favor do projeto de lei do tucano…

    Uma pena que um assunto dessa importância seja tratado de maneira tão absurdamente superficial (e, por isto, irresponsável).

    A elaboração e tramitação desse projeto de lei acabou se convertendo numa evidência a mais de que o Senado brasileiro não serve pra coisa nenhuma.

    Claro que o limite da maioridade penal brasileira tem que ser reduzido, pelo menos nos casos de delitos hediondos e/ou inafiançáveis! E claro que 16 anos é o limite ideal (porque desejável e necessário), neste momento.

    Mas claro, também, que isso não pode ser objeto de uma proposta isolada. Tem que ter mais coisa no pacote. Inclusive prazo para início da vigência da lei, que, se conectada a outras medidas, não poderia ser inferior a 3 anos (a fim de que os governos estaduais e o próprio governo federal tivessem tempo de se estruturar para cumprir e fazer cumprir a nova lei).

    Tem que ver a questão do sistema penitenciário, da concessão de habeas corpus, da liberdade condicional (poder decisão que TEM que ser retirado de onde está: das mãos dos chefes de quadrilhas, que usam isso pra recrutar mais e mais elementos para seus grupos), etc.

    Do jeito em que se encontra, o sistema penitenciário brasileiro se tornou a principal ferramenta de recrutamento das quadrilhas. O sujeito é preso por um delito menor (como um furto num supermercado, p.ex.). No presídio, ele acaba ingressando numa quadrilha, pra conseguir a condicional, ou, simplesmente, pra sobreviver.

    Uma proposta simples, que mitigaria enormemente o problema do sistema penitenciário, seria a criação de um sistema de punição não carcerário para delitos não violentos, exceto crimes contra a fazenda pública.

    Justiça seja feita: a FSP vem defendendo isso há décadas…

  7. Elias said

    “…desastrada aventura comunista imposta pelo regime chavista.”

    Aventura “comunista”?

    Um cara que escreve uma m… dessas só pode ser imbecil ou desonesto.

    Imbecil a gente sabe que ele não é.

    Por que ele escreve uma m… dessas? Certamente porque ele pensa que leitores dele que levarão a sério uma m… dessa são imbecis ou desonestos.

    Bem, a gente sabe que nem todos são desonestos…

  8. Elias said

    “As defesas de Delúbio, Dirceu e Genoino pediram a absolvição, argumentando que não houve formação de quadrilha, mas coautoria no crime de corrupção. ”

    Interessante: li a defesa do Dirceu. Em nenhum momento ela fala no reconhecimento da “coautoria do crime de corrupção”.

    O advogado do cara martela, o tempo todo, em teses como: (a) inocência do réu; (b) inexistência de provas nos autos; (c) banalização do conceito de “formação de quadrilha”, e por aí afora…

    Vou ver se consigo as defesas do Delúbio e do Genoíno (estes dois não podem negar participação direta (e conjunta) em muita coisa, já que assinaram documentos, como contratos de empréstimo, etc.).

  9. Otto said

    Pax, só pra trazer mais contextualização ao imbróglio Ucrânia/Venezuela:

    A III Guerra Mundial acontece na mídia e nas redes sociais
    Enviado por Miguel do Rosário on 21/02/2014 – 1:07 pm 0 comentários
    Rodrigo Vianna, em seu blog Escrevinhador, faz uma análise interessante da cobertura da Folha sobre a violenta crise política na Ucrânia. Eu acrescento alguns comentários. É um bocado assustador constatar que o repórter da Folha não faz a pergunta principal: quem financia a oposição?

    Ele vê um sujeito passar o dia inteiro fabricando coqueteis molotov, como se isso fosse muito normal.

    Nem o repórter nem a Folha buscam fazer qualquer análise sobre isso, o que me parece muito estranho.

    Nem falo do custo em si dos coquetéis, e sim da mão-de-obra e do planejamento.

    A Ucrânia se tornou mais um centro de experimentação de golpes fabricados à distância, com ajuda de redes sociais e, obviamente, muito dinheiro.

    Agentes políticos da Europa e dos EUA, talvez com a complacência dos governos (ou talvez mesmo com a participação deles), estão patrocinando o golpe na Ucrânia com objetivo de afastar o país da Rússia. A Ucrânia é uma peça-chave no grande jogo energético jogado entre Ásia, Rússia e Europa.

    Rodrigo Vianna lembra, contudo, que essa guerra, hoje, é jogada principlmente na mídia, em toda parte. Conforme os apoios vão se firmando entre os grupos políticos, consegue-se mais recursos, publicidade e negócios. E qual é o país que exerce a hegemonia absoluta sobre as famosas “redes sociais”?

    Temos que tomar muito cuidado. Agentes poderosos estão se aproveitando do ambiente anárquico das redes para recriar novos impérios virtuais, e que aliás nem são tão virtuais assim.

    *

    Ucrânia e Venezuela: lutar com palavras – não há vândalos em Caracas ou Kiev, só em SP!

    “Lutar com palavras é a luta mais vã. No entanto lutamos mal rompe a manhã.” (Drummond)

    por Rodrigo Vianna, em seu blog.

    Não se trata de poesia. Mas de política. A edição da “Folha” desta sexta-feira é mais uma demonstração de que a batalha nas ruas de Kiev ou Caracas não é feita só de coquetéis molotov, bombas e fuzis. A batalha se dá na mídia, na TV, na internet, nas páginas envelhecidas dos jornais. São Paulo, Caracas, Kiev, Moscou e Washington. A batalha é uma só.

    Reparemos bem. Ao lado, temos a primeira página do jornal conservador paulistano – o mesmo que apoiou o golpe de 64 e emprestou seus carros para transporte de presos durante a ditadura militar. Na capa da “Folha”, ucranianos escalam uma montanha de entulho no centro de Kiev, e a legenda avisa: “Manifestantes antigoverno usam pneus e entulho para montar barricadas…” Logo abaixo, uma chamada sobre reintegração de posse em São Paulo: “Em SP, invasores destroem imóveis do Minha Casa”. Numa página interna, o jornal informa que esse “invasores resistiram e, até a noite, praticavam atos de vandalismo”. (página C-1)

    Ucranianos não praticam “vandalismo”. São tratados de forma heróica. Ainda que se saiba que parte dos manifestantes em Kiev tem um discurso racista, próximo do nazismo. Brasileiros são “vândalos”. Ucranianos são “manifestantes”.

    Mas sigamos adiante. Nas páginas internas, a “Folha” traz vários textos do enviado especial a Kiev. Num deles, o repórter mostra uma pequena fábrica para produção de coquetéis Molotov, dentro do Metrô de Kiev. O cidadão que produz as bombas é descrito assim: “Sem afiliação a partidos ou uma proposta ideológica clara, o cidadão diz ter sido atraído pela praça e pelas manifestações a partir da ideia de que é necessário mudar o sistema político na Ucrânia.”

    Mudar o sistema político. Hum. Não fica claro se o cidadão quer uma ditadura. A Ucrânia não é uma democracia? O governo não foi eleito pela maioria? Hum… “Sem afiliação a partidos” – essa parece ser a chave para legitimar tudo nos dias que correm. A CIA, os EUA, a CNN, a Folha não tem filiação a partidos. Não. Nem o nobre manifestante de Kiev.

    Ao lado da reportagem sobre os molotov, um texto opinativo assinado por Igor Gielow (sobrenome “eslavo”, muito bom! Isso dá credibilidade ao comentário). Basicamente, Gielow diz que a crise na Ucrânia é “reflexo da estratégia de Putin para a região”. Ele não está errado. Pena que esqueça de contar uma parte da história. “O importante não é o que eu publico, mas o que deixo de publicar”, dizia Roberto Marinho.

    Gielow e a “Folha” ensinam: Putin é um líder malvado, que pretende manter na Ucrânia “a esfera de poder dos tempos imperiais e soviéticos”. Aprendam: só a Rússia tem interesses imperiais na Ucrânia. Do outro lado, há cidadãos sem afiliação partidária, lutando contra um insano governo pró-Moscou. Os EUA e a Europa não têm interesses na Ucrânia. Só Putin. A culpa é dos russos.

    Na “Folha” luta-se com as palavras muito antes da manhã começar. Luta-se com as palavras em Kiev, em São Paulo, Moscou. Washington fica invisível. E toda a estratégia passa por aí. O poder imperial só existe por parte da Rússia. Washington não tem qualquer projeto imperial: nem na Ucrânia, nem na Síria, nem tampouco na América Latina…

    Falando nisso, a cobertura sobre a Venezuela é também grandiosa no diário da família Frias. Declarações de Maduro aparecem entre aspas. Velho truque jornalistico para desqualificar, colocar no gueto da suspeição, qualquer fala dos chavistas. Segundo a Folha, o governo de Maduro afirma que o movimento (golpista? Isso a Folha não diz) é uma armação de “forças de ultradireita da Venezuela e de Miami”. No texto original a expressão está assim, entre aspas. Por que? Para dar a impressão de que Maduro é um lunático, e que não há forças de ultradireita lutando nas ruas. Não. Há só “estudantes” e “manifestantes” (e agora sou eu que coloco entre aspas).

    A legenda da foto ao lado (também publicada pelo jornal conservador paulistano) diz: “Estudantes queimam lixo em atos contra Nicolás Maduro”. Primeiro, como se sabe que o sujeito é um “estudante”? Depois, reparem que queimar lixo na Venezuela é “ato contra Maduro“. Queimar prédios em desapropriação, em São Paulo, vira “vandalismo”.

    Em Caracas não há “vândalos”.

    Ao lado da foto, um texto assinado por repórter (que está em São Paulo!!!!!) narra roubo de equipamento da CNN em Caracas: “o ataque à CNN se assemelha a inúmeros relatos de motociclistas intimidando manifestantes, com tolerância e até respaldo das forças de segurança do governo”. O roubo ocorreu em manifestação da oposição. Mas o roubo certamente é coisa dos chavistas. Claro. Nem é preciso ir até Caracas pra saber (registro a bem da verdade factual que o repórter – a quem conheço, ótima pessoa – foi correspondente em Caracas).

    No mesmo texto (assinado, de São Paulo) os grupos que defendem o governo são chamados de “milícias”. Ok. Já estive em Caracas cinco ou seis vezes. E há grupos chavistas que se assemelham mesmo a milícias. Mas do lado da oposição há o que? Não há milícias? A turma de Leopoldo, que deu golpe em 2002, é formada por cidadãos inocentes. E só.

    Quem lê a “Folha” aprende que, em Caracas, há de um lado “milícias chavistas”. De outro, só “estudantes” e “manifestantes”.

    Não há neutralidade no uso das palavras. Nunca houve. Nunca haverá. E quanto mais agudas as crises, mais isso fica claro. Há escolhas. A “Folha” faz as suas. A CNN, a Telesur, a VTV – ou esse blogueiro. A diferença é que uns assumem que têm lado. Outros fingem que estão “a serviço do Brasil”.

    Lutemos, com as palavras. Não há saída. O outro lado luta todos os dias, todas horas.

    “Palavra, palavra
    (digo exasperado),
    se me desafias,
    aceito o combate”

    (Drummond).

    – See more at: http://www.ocafezinho.com/2014/02/21/a-iii-guerra-mundial-acontece-na-midia-e-nas-redes-sociais/#sthash.y96SYJmK.dpuf

  10. c3c2 said

    A síndrome do pombo enxadrista é a definição de uma situação hipotética de autoria desconhecida, que diz que debater com certas pessoas é como jogar xadrez com um pombo, ou seja: o animal estraga o jogo, caga no tabuleiro e sai cantando como se houvesse ganhado . (CZ)

  11. Chesterton said

    ahttp://selvabrasilis.blogspot.com.br/2014/02/vagabundo-e-vagabundo-e-vagabundo.html

  12. Pax said

    Caro Otto,

    Me dei o trabalho de ler o tal Cafezinho de novo. Desculpe-me aí, Chesterton lê as bobagens dele de um lado e você do outro. A visão do cara sobre a Ucrânia é de uma superficialidade e leviana teoría conspiratória que chega a doer.

    C3c2,

    Conte-nos, és ou não a Michelle, o Carlão, ou quem quer que seja. Diga-nos como quer ser chamada. Mas, por favor, vamos tentar manter o blog um debate de ideias não uma arena de ofensas. Pode ser?

    Caro Chesterton, velho e rabugento Chesterton,

    Quando te digo que você é viciado em ler porcaria, você nem se incomoda porque sabe bem disso. Esse post do #11 é o símbolo do que falo. Como um cara pode escrever uma imbecilidade dessas? E, pior, você lê, gosta e replica. Caramba.

  13. Chesterton said

    RIDAY, FEBRUARY 21, 2014

    Finalmente a Imprensa Internacional Fala sobre a Venezuela: Washington Post Detona a Canalha Brasileira
    Parece que o silêncio sobre a implosão da ditadura comunista da Venezuela imposto pelos jornalistas de esquerda que infestam, dominam e manipulam as redações da mídia internacional está chegando ao fim. O Washington Post, por exemplo, bota os pingos nos iis. Acusa o governo Maduro da violência, revela que os Cubanos comandam as milícias e dá um tabefe bem merecido na cara do governo brasileiro pelo seu apoio irrestrito ao regime: Mr. Maduro and government media are trying to portray Mr. Lopez as an extremist, calling him “the face of facism” and alleging he was plotting a coup. In fact, the 42-year-old former mayor is a left-leaning, Harvard-educated moderate who has proven over a decade that he is committed to peaceful and democratic change.Government officials concede that Mr. Lopez was not present when shots were fired last Wednesday following a protest march. Videos and photographs compiled by Ultimas Noticias, a newspaper usually supportive of the government, showed the gunfire came from “individuals identified with uniforms, plates and vehicles of the [state] Intelligence Service accompanied by others dressed as civilians.”As long ago became clear, the extremists in Venezuela are not the opposition leaders or students, but Mr. Maduro and his regime. As the economic crisis they created worsens, they are strangling what remain of free media and the private sector by denying them hard currency needed for imports, including newsprint. They are attempting to terrorize a burgeoning, student-led protest movement into standing down. Scores of activists have been arrested in the last week and some have allegedly been tortured. The foreign meddlers are not at the U.S. Embassy but from Cuba, which has hundreds of operatives across the government helping to direct the repression.Venezuela’s unraveling should be a frightening sight to neighbors such as Brazil, which has stubbornly supported Mr. Maduro and his predecessor Hugo Chavez even as they wrecked what was once Latin America’s richest country.
    POSTED BY SELVA BRASILIS

  14. Otto said

    Pax, é do Rodrigo Vianna o texto!

  15. C3C2 said

    Só vi agora

    C3c2

    Conte-nos, és ou não a Michelle, o Carlão, ou quem quer que seja. Diga-nos como quer ser chamada. Mas, por favor, vamos tentar manter o blog um debate de ideias não uma arena de ofensas. Pode ser? (Pax)

    ********************
    Pax:

    1. Para amenizar o teu desconforto sobre o nick C3c2, eu particularmente prefiro então usar um novo que tu mesmo sugeristes:

    “Michelle ou Carlão ou quem quer que seja”.

    Acabam-se assim as tuas preocupações.Não há mistério.Eu sou a Michelle, o Carlão ou quem quer que seja.

    Pode ser? Tu ficas feliz assim?

    De hoje em diante, se tu quiseres,eu prometo assinar “Michelle ou Carlão ou quem quer que seja”.
    (Pessoal aqui de casa adorou a tua sugestão. Tu es um gênio da rassa, meu velho).

    2. CASA DE FERREIRO ESPETO DE PAU?

    Quanto ao meu comentário anterior sobre a síndrome dos pombos enxadristas nos blogs?
    Achei muito pertinente ao momento politico na internet.

    É a minha opinião.
    Tu discordas? não ha pombos enxadristas na internet?
    Diga teus motivos para podermos discutir. Ou não.

    3. SENADO INÚTIL

    Até a Rachel, aquela megera reacionária do SBT concorda com o que o Elias no comentário #6 defendeu:

    http://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/ee7a69c63c71bbd38c6ce2a29a142035/1a01f63e49a0f61f66d92f64f0cb7d95?autoStart=false&wideScreen=true

  16. c3c2 said

    E POR FALAR NISSO:

    Governo venezuelano cassa credenciais de jornalistas da CNN

    http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,governo-venezuelano-cassa-credenciais-de-jornalistas-da-cnn,1133008,0.htm

  17. c3c2 said

    Esta manchete do 247 é reveladora;

    LULA VAI A ÇUBA CONTRA EFEITO DOMINÓ DA VENEZUELA

    Confira:

    http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/130929/Lula-vai-a-Cuba-contra-efeito-domin%C3%B3-da-Venezuela.htm

  18. Chesterton said

    “Você sabe com quem está falando? Eu sou o menor da tranca”, disse, aos policiais.

    Voltei
    Se há dote que bandido de qualquer idade ou classe social tem é o de aprender com a experiência. É evidente que o “Dimenor” percebeu que virou uma celebridade. Tive informações de que, talvez, ele seja portador de um déficit intelectual importante — hipótese que tem de ser investigada e que deve, então, merecer a devida resposta do estado —, mas a agilidade com que ele apelou ao “sabe com quem está falando?” sugere o contrário. Não estou afirmando, mas fazendo uma conjectura.

    A fala do rapaz ao ser preso, mais uma vez, evidencia como aquele episódio distorceu a verdade dos fatos. Apegaram-se mais ao simbolismo piegas do que à realidade. Sintetizo o espírito de certas intervenções:
    “É a imagem de um país que cultivou a escravidão por mais de 300 anos!”
    “Não fosse um negro, não fariam isso”.
    “Eis mais uma prova de racismo”.
    “É o povo brasileiro que está no tronco”.

    Quanta bobagem!
    Quanta vigarice!
    Quanta conversa mole!

    Até parece que brancos não são linchados todos os dias Brasil afora. O YouTube traz uma penca de horrores. Até parece que fazer justiça com as próprias mãos é algo assim tão raro num país em que há mais de 50 mil homicídios por ano — sem que se saiba, na esmagadora maioria das vezes, a autoria.

    Amarrar bandidos em poste resolve alguma coisa? Não! Torna ainda pior o que é ruim, mas é evidente que não é possível criminalizar, por princípio, a sociedade que reage. É preciso coibir, sim, a justiça feita pelas próprias mãos, mas é preciso compreender, então, a natureza do fato.

    O rapaz atado ao poste não era expressão de racismo, da crueldade com que são tratados os pobres, da perversidade das elites, nada disso! Até porque, atenção!, ESSES JUSTIÇAMENTOS SÃO FEITOS POR POBRES — a esmagadora maioria de pobres que decide trabalhar, que decide estudar, que decide ganhar a vida honestamente. Um país em que o rendimento médio do trabalhador é pouco superior a R$ 1.900 — você que me lê: tente morar com isso, pagar escola com isso, ir ao cinema com isso, comer com isso — é um país… pobre!

    A reação àquele episódio lamentável foi para o lado errado! Os pruridos politicamente corretos vieram à flor da pele como urticária ditada pela boa consciência. E só.

    Mesmo discordando de boa parte da fala de Sheherazade — que foi mandada para o poste —, a verdade insofismável é que ela estava mais no assunto do que boa parte dos textos lacrimejantes e hipócritas que se escreveram a respeito.

    Por Reinaldo Azevedo

  19. Chesterton said

    http://postimg.org/image/56c2eb05l/

  20. Chesterton said

    sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
    SOBRE A VENEZUELA
    Eleição não é e não deve ser o único parâmetro pelo qual se pode julgar se um regime é democrático ou não. O regime militar brasileiro tinha eleições. Os nazistas chegaram ao poder dentro da legalidade da Constituição alemã.

    Democracia é TAMBÉM manutenção das instituições, é não mudar a configuração dos Supremos Tribunais colocando lá só simpatizantes, não mudar Constituições ao bel prazer dos mandantes de turno. É imprensa livre para que VOCÊ filtre suas opiniões. É não armar milícias simpatizantes ao líder carismático da vez.

    Uma Democracia com D maiúsculo tem a obrigação de equacionar as pressões da esquerda e da direita.

    Democracia é Estado de Direito, leis votadas num parlamento eleito. É vez e voz. Democracia não é tiro na cabeça de manifestante. Democracia não é prisão arbitrária. Não é tortura. Não é colocar no seu país agentes de outras ditaduras com as quais o maluco da hora tem afinidades. Democracia não é diminuir pobreza na canetada.

    O caminho é longo, difícil, cheio de espinhos. Mas é o único possível. Pra quem quiser democracia de verdade, lógico.

    Detonado por Felipe Flex

  21. Chesterton said

    Game over, foi para o saco

    Se ha acabado la fiesta para el régimen venezolano
    EN ESPAÑOL – El presidente venezolano Nicolás Maduro está luchando una batalla perdida para salvar a su régimen, y el creciente malestar en las calles es sólo uno de sus problemas. En la medida en que los detalles sobre la quiebra de su gobierno se hacen públicos su base política continuará dividiéndose. Y mientras continúa siguiendo el consejo Cubano de usar la fuerza bruta contra las manifestaciones pacíficas, el ejército nacionalista no tolerará la creciente violencia. En cierto sentido, la condición de Maduro es terminal.
    De acuerdo con una fuente en el Banco Central de Venezuela, las reservas internacionales del país se han reducido a $21 mil millones (menos de la mitad de las reservas con las que cuenta Colombia, una economía del mismo tamaño), de los cuales $12 mil millones son reservas de oro reclamadas por China como garantía por los más de $30 mil millones en préstamos realizados en los últimos años. Debido a que Venezuela no está al día con las entregas de petróleo para dar servicio a la deuda que ha contraído con China, el oro no puede ser tocado por el gobierno venezolano.
    De acuerdo a fuentes dentro del Banco Central, aproximadamente $7,500 millones de las reservas son bonos emitidos por los gobiernos aliados, como Argentina, Bolivia, Cuba y Nicaragua. Al parecer, en el pasado el Banco Central guardaba esa cantidad en bonos del tesoro de Estados Unidos, pero fueron cambiados por bonos inútiles emitidos por algunos de los países más insolventes de la región. Lo que es peor, es que estos bonos no pueden ser liquidados en efectivo, ya que fueron adquiridos con un descuento y valen menos que su valor nominal, por lo que su venta es ilegal bajo la ley venezolana. Lo que queda en el banco, entonces, es menos de medio billón de dólares – lo que no cubriría el costo de más de dos semanas de importaciones. Lo que implica que en las próximas semanas aumentará la escasez.
    Después de dos décadas de mal manejo y corrupción, la vacilante producción de petróleo – provocada por más de una década de mala gestión y corrupción – ya está sobre-suscrita, comprometida con el consumo interno, China y regalos internacionales a Cuba, el partido de izquierda en El Salvador, y el Caribe. Las fuentes indican que el presidente de PDVSA, Rafael Ramírez, tendrá que ponerle un fin a estas donaciones. También continuará defraudando a China con el fin de generar ingresos mediante la maximización de las ventas de petróleo a Estados Unidos. Sin embargo, esta lucha por el dinero en efectivo es a la vez inadecuada e insostenible para satisfacer las necesidades de Venezuela.
    Así, la historia registrará que una revolución dedicada al “socialismo del siglo 21″ se desintegró por la falta de billetes verdes de Estados Unidos.
    La segunda gran crisis de Maduro implica la pérdida de apoyo dentro de las fuerzas armadas del país. Hugo Chávez comandaba el respeto o el miedo de los servicios uniformados, porque era un veterano militar, y consolidó su lealtad, dándoles puestos lucrativos e incitando su participación en el narcotráfico y otros tipos de corrupción. Por supuesto, algunos de los militares -incluyendo jubilados respetados- se alejaron de la corrupción, pero se mantuvieron fieles a su comandante en jefe.
    Ese pilar militar del régimen se ha desmoronando desde la muerte de Chávez en marzo del año pasado. Maduro ha ganado poco respeto dentro de las filas de las fuerzas armadas. Aquellos que se han reunido en torno a él son los que ha cooptado con nuevos puestos y los narcomilitares altamente corruptos – notablemente el presidente de la Asamblea Nacional, Diosdado Cabello – quienes tienen la esperanza
    de aferrarse a sus fortunas ilícitas mediante la preservación del régimen criminal e irresponsable.
    Al ala nacionalista de las fuerzas armadas, le irrita el enorme papel que ocupa el régimen cubano en la administración de Maduro. Un confidente de Chávez se quejó en privado: “Hoy, en Venezuela no existe un gobierno ‘chavista’ – en su lugar existe un gobierno cubano”. Las imágenes de guardias nacionales mal entrenados y de matones vestidos de civiles – disparando, golpeando y deteniendo a los estudiantes en protesta ha alienado aún más a la mayor parte del cuerpo de oficiales del Ejército de Maduro y a su grupo de generales corruptos. Según una fuente de liderazgo, si Maduro proclama una orden al Ejército para desplegar las armas pesadas y las tropas para reprimir las manifestaciones, probablemente se le pondría un fin a su desafortunado mandato.
    Si las demostraciones y las muertes aumentan, los líderes a los que les preocupaba cruzar al voluntarioso Chávez en el pasado no guardarán silencio cuando el tambaleante régimen de Maduro desate las balas contra las multitudes pacíficas.
    Los Estados Unidos emitió una tímida declaración pidiendo al régimen despótico que respetase los derechos humanos y la libertad de expresión y que entrara en un diálogo con la oposición. El domingo, Maduro expulsó a tres diplomáticos en vano en un esfuerzo por culpar al “imperio” por sus errores; pero esta táctica solo atrajo mayor atención internacional a la convulsión en el país y al hecho de que el régimen está perdiendo la batalla por su supervivencia.
    Lo que Hugo Chávez denominaba como la “revolución bolivariana” solo le sobrevivió por un año, dejando atrás un legado tóxico. La comunidad internacional puede ayudar al perseguir a Maduro y a los narcomilitares por sus crímenes, y sus bienes mal habidos deben ser restituidos al pueblo venezolano para apoyar la reconstrucción de un país que ha sido sometido a un infierno.
    ROGER NORIEGA, el autor, fue embajador de EE.UU. ante la OEA y Subsecretario de Estado durante la administración de George W. Bush. Es un investigador visitante en el American Enterprise Institute y director de Visión Américas LLC, que representa a clientes estadounidenses y extranjeros.

  22. Pax said

    E se colocarem o Roberto Jefferson na mesma cela do José Dirceu?

    Dá merda?

    =)

  23. Patriarca da Paciência said

    Eu acredito que o Jefferson realizará o seu sonho!

  24. Otto said

    O que houve com a Veja esta semana, jogou a toalha?

  25. Pax said

    segundo depoimento de general que vejo na timeline do meu facebook, replicado por imbecis…

    em menos de 1 semana!

  26. Patriarca da Paciência said

    Mandado de prisão de Roberto Jefferson só sairá segunda

    http://oglobo.globo.com/pais/mandado-de-prisao-de-roberto-jefferson-so-saira-segunda-1-11684954

    Essa “bondade” do Barbosão com o Jefferson me lembra um pouco uma história que ouvi, ainda na infância.

    Um colega de um irmão mais velho contava:

    Certa criança foi criada, desde bebezinho, por uma freira num convento. Ao crescer, o adolescente fugiu e voltou para seu povo. O povo dele, belicoso e fora da lei, certo dia atacou o convento, destruindo tudo e matando todas as pessoas. A Freire reconhece o seu protegido e exclama – Mas meu filho, eu te criei com tanto amor, desde pequenino e agora você vem me matar? E o seu antigo menininho respondeu – pode deixar tia, eu vou matar a senhora bem devagarzinho !

    É a “bondade” à moda Barbosão!

    Mas o Bob pode ser que finalmente realize seu sonho, ou seja, está a sós com José Dirceu!

  27. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/02/1416387-parlamento-destitui-yanukovich-e-convoca-eleicoes-na-ucrania.shtml

    chest- ucranianos por enquanto livres do putinho.

  28. Patriarca da Paciência said

    “Ex-ministro ultrapassa arrecadação do valor da multa de R$ 971 mil, em campanha; vaquinha chegou a R$ 1.083.694,38 em doações, neste sábado (22); 3.972 pessoas contribuíram com a campanha, entre elas figuras ilustres como o advogado José Roberto Batochio, ex-presidente da OAB, e o ator global José de Abreu; “Graças à colaboração de milhares de brasileiros, atingimos o valor da injusta multa imposta pelo STF ao ex-ministro José Dirceu. Temos certeza que muitos outros também gostariam de colaborar, mas já alcançamos nosso objetivo. Juntos, vencemos esta batalha. Ainda há outras por vir, certamente. E, juntos mais uma vez, estamos pontos para enfrentá-las. Mais uma vez, obrigado a todos. Obrigado Brasil!”, diz mensagem publicado no site “Apoio a Zé Dirceu”
    (blog 247)

    Este é o “ostracismo” que os brasileiros oferecem ao Barbosão .

  29. Chesterton said

    http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/maduro-acusa-capriles-por-corrupcao-e-prostituicao-gay,a4784fac1bf70410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

    Hilário.

  30. Chesterton said

    http://tribunadaimprensa.com.br/?p=79834

    TUMA JÚNIOR CONFIRMA ESCÂNDALO BNDES/FRIBOI E DIZ QUE É A MAIOR LAVANDERIA DA AMÉRICA LATINA

  31. Chesterton said

    Compra de voto pura e simples

  32. Pax said

    Só falta uma coisa nessa notícia: o próprio PT querer mudar o rumo que adotou, que mais parece rumos de Sarney, Renan, Kassab, Kátia Abreu, Maluf e congêneres.

    O recado está bem dado na pesquisa. O povo ainda acredita, mas quer que mude.

    Até o presente momento dá Dilma em 1o turno e a tendência que esse cenário mude não me parece razoável neste momento.

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/153528-brasileiro-quer-mudanca-mas-com-petistas.shtml

    (tem um porém, um detalhe, a turma interna do PT que está fazendo campanha contra Dilma pedido para Lula votar, coisa que o ex-presidente diz, me parecendo sem muita convicção, que não quer)

  33. Patriarca da Paciência said

  34. Patriarca da Paciência said

    Nesse link aí de cima há apenas uma charge do Bessinha. Ótima!

  35. Patriarca da Paciência said

    E aí, meu caro HRP, deu um alô e sumiu novamente?

    Quais são as novidades?

  36. Chesterton said

  37. Chesterton said

    http://www.otempo.com.br/cidades/nove-assaltantes-s%C3%A3o-mortos-em-opera%C3%A7%C3%A3o-policial-em-itamonte-1.793255

    chest- pô, servicinho que deu errado…

  38. Chesterton said

    http://angelicamorabeals.blogspot.com.br/2014/02/llegan-los-rusos.html

    chest- chegam os russos na America do Sul

  39. Otto said

    Notícias sobre a Venezuela:

    Manipulação na Venezuela: as imagens e os fatos

    “Memes” falsos são apenas ponta do iceberg. Estratégia para derrubar governo democrático inclui inventar violência e criar caos

    Por Romain Migus, do Memóire des Luttes | Tradução: Cauê Ameni

    Uma mudança surpreendente produz-se no cenário internacional desde há alguns meses – e está relacionada à onda de revoltas iniciada em 2011. As táticas baseadas em enormes manifestações de rua e, muitas vezes, em ocupação física de praças, estão em disputa. Foram empregadas, a princípio, por movimentos que enfrentavam ditaduras (como no Egito e Tunísia) ou eram muito críticos ao capitalismo (15-M, Occupy). Agora, estão sendo adotadas também por grupos claramente conservadores, capazes de mobilizar parcelas importantes de suas sociedades.

    É o que ocorre, por exemplo, na Ucrânia, onde três organizações de ultra-direita, participam da ocupação da Praça Maidan. Lá, segundo algumas análises, são hegemônicas. Cresceram num cenário marcado por desgaste extremo de um governo autoritário, paralisia da esquerda, vacilações dos partidos da ordem tradicionais. Algo semelhante ocorre na Tailândia. Dezenas de milhares de jovens estão nas ruas. Fazem barricadas, bloqueiam as entradas de prédios públicos. Apoiados pela mídia e pela hierarquia do Judiciário, apresentam um programa espantoso, porque abertamente elitista e pré-moderno. Querem derrubar uma primeira-ministra que ensaia tímidas reformas sociais. Rejeitam eleições (tentaram sabotar as últimas). Exigem um governo não-eleito (sic), formado por “notáveis” e encarregado de reescrever as leis do país…

    Esta tentativa de “capturar” as ruas já foi vivida, no Brasil, em junho de 2013. Dá-se agora na Venezuela, onde os setores mais extremados da oposição ao governo de Nicolas Maduro promovem atos violentos. Desta vez, incorpora um fator novo: o uso sistemático das redes sociais como arma de manipulação de informações – portanto, de produção de desigualdades simbólicas.

    Os “memes” que acompanham a matéria a seguir ilustram esta “novidade”. Nos últimos dias, cenas de violência policial ou de tortura, registradas em muitas partes do mundo (inclusive no Brasil…), são apresentadas, em postagens no Twitter e Facebook, como se tivessem se passado na Venezuela. Não se trata de um caso – mas de um padrão, repetido em sequência. Não é, tudo indica, brincadeira de adolescentes ingênuos.

    Uma questão mais profunda sobressai. Libertadora a princípio, por permitir que seres humanos comuniquem-se sem intermediários ou hierarquias, a internet nada garante, em termos de transformações sociais. Em sociedades (auto-)oprimidas pelo preconceito, marcadas pela alienação e pela quase incapacidade de escutar o outro, “memes” falsificadores podem tornar-se virais. Quem os transmite não deseja compartilhar algo, mas impor uma forma violenta de ver o mundo – que não se abre nem à razão, nem ao sentimento. É a versão virtual dos que amarram pobres pretos aos postes.

    A resposta, óbvio, não é rejeitar as redes – mas compreender que elas, por si mesmas, não são capazes de transformar nada. Podem converter-se, ao contrário, em multiplicadoras aceleradas da barbárie em que vivemos. Para mudar o mundo, continuam indispensáveis visões, lógicas, projetos e políticas… (A.M.)

    Repressão em São Paulo (à direita), durante manifestações de junho. Manipulada, cena transforma-se (esquerda) em denúncia de ataque da polícia… venezuelana
    Quem acompanha o noticiário internacional nesse fevereiro de 2014 pode acreditar que a Venezuela – novamente ela – está sob fogo e sangue. O culpado, segundo as grandes empresas de comunicação, é o mesmo, há quinze anos: o governo bolivariano massacra seu povo – mais uma vez –, como se esse fosse o passatempo favorito dos governantes, desde a ascensão de Hugo Chávez à presidência da República. São esquecidos, porém, os onze chavistas assassinados no dia seguinte à vitória eleitoral de Nicolas Maduro, em abril de 2013; a larga vitória municipal do campo bolivariano em dezembro de 2013. Tenta-se apagar o apoio popular à Revolução Bolivariana, alegando que os venezuelanos estão enfrentando uma “regime” que não hesita em disparar contra seu povo. Um olhar sobre os eventos que sacudiram a Venezuela é, por isso, necessário para compreender o que esta acontecendo agora na terra de Bolívar e Chávez.

    Guerra interna na oposição

    A oposição venezuelana não é um bloco monolítico. Embora todos os partidos compartilhem de um programa comum (1), as estratégias para tomar o poder, e sobretudo a ambição pessoal, sempre reavivam tensões. A liderança que Henrique Crapriles Rodanski construiu desde sua vitória na principal coalizão opositora (Mesa de Unidade Dmocrática – MUD), em fevereiro de 2012, sofreu erosão ao longo de suas quatro derrotas eleitorais. Nas eleições municipais de dezembro de 2013, o partido de Leopoldo Lopez, Voluntad Popular, ganhou mais prefeituras que o Primero Justicia, organização de Capriles.

    Os questionamentos internos, em sequência a repetidas derrotas nas urnas e reviveram os velhos demônios de uma oposição pronta para considerar legitimo qualquer caminho possível para conquistar o poder.

    Aproveitando-se do descontentamento compreensível de uma parte da população, diante de uma guerra econômica que afeta os venezuelanos cotidianamente (3), o setor mais radical da oposição decidiu passar ao ataque. Nos primeiros dias de 2014, Leopoldo Lopez, Maria Corina Machado ou Antonio Ledezma apelam ao “levante” como meio “democrático” para derrubar o governo (4). A Constituição venezuelana prevê, como dispositivos democrático, a convocação de um referendo revogatório, na metade dos mandatos, para confirmá-los ou não. No caso de Capriles, em abril de 2016, Leopoldo Lopez não ficará por ai. Em meio a um encontro, em 2 de fevereiro de 2014, disse a seus apoiadores: “Os problemas que o povo sofre têm um culpado. O culpado é o poder nacional (…) nós não podemos dizer que o problema é apenas Nicolas Maduro. O problema, são todos os poderes públicos nacionais” (5). Golpe de Estado?

    Peregrinação religiosa se transforma em marcha massiva da oposição
    Peregrinação religiosa (direita) transforma-se (esquerda) em marcha gigante da oposição
    No decorrer do mesmo encontro, Maria Corina Machado afirma que “a única resposta possível é a rebelião (…) Alguns dizem que temos que esperar as eleições em não sei quantos anos (…) Mas a Venezuela não pode mais esperar” (6). A mensagem de confronto foi lançada contra o governo, mas também ao MUD e a Capriles. A tentativa de controle da oposição pelo setores mais antidemocráticos do antichavismo foi confirmado por Leopoldo Lopez, quando convocou uma manifestação para 12 de fevereiro de 2014: “Nossa luta passa pela rua (…) eu tenho certeza que, no dia 12 de fevereiro, nós veremos Henrique Capriles na rua. Eu lanço uma chamada [a todos os dirigentes da oposição] mas sobretudo à Henrique, que tem grande responsabilidade, para que se junto a esse clamor de mudanças” (7).

    Dito e feito

    Dia 12 de fevereiro, a manifestação dirige-se contra a sede do Poder Judiciario (Ministério Publico, na Venezuela), situada no centro popular da capital. A maioria dos dirigentes da oposição, incluindo Henrique Capriles Radonski, está ausente. A pequena procissão é composta principalmente de estudantes de classe média alta de universidades privadas. No local, Leopoldo Lopez e Maria Corina Machado inflamam a multidão com falas semelhantes às de alguns dias atrás. Antes de dispersar o evento, enquanto a maioria dos estudantes deixam o local sem ser perturbados, grupos extremistas tomam o lugar. Sinais pacifistas dão lugar a pedras e coquetéis molotov. E tudo muda.

    Estudantes chilenos utilizados como meme pela direita venezuela
    Estudantes chilenos reprimidos (à direita, na Al Jazzera) são apresentadas como “Represión en Venezuela”…
    No meio do confronto, tiros. Juan Montoya (“Juancho”), um militante chavista presente ao local, e Basil da Costa, um estudante da oposição, morrem assassinados com um tiro na cabeça. A policia nacional consegue repelir os provocadores, que se reagrupam em Chacao, bairro chique de Caracas, cujo prefeito, Ramon Muchacho, é membro do partido Primeiro Justicia. Algumas horas depois, os confrontos deslocam-se para esta região da cidade. Roberto Redman, um militante da oposição, que trouxe o corpo do jovem Basil, é também assassinado. A maquina midiática internacional se anima. O governo é acusado de ter originado a sangrenta repressão, embora as forças policiais não utilizem qualquer arma letal para lidar com facções armadas da oposição (8).

    Os meios privados de comunicação passam a denunciar a censura governamental depois que um canal a cabo colombiano, NTN24, foi retirado do ar pelos próprios operadores privados, por ter infringido a lei venezuelana que proíbe a retransmissão ao vivo de imagens de violência na rua. Não se trata de uma censura orquestrada pelo poder: a mídia internacional e nacional cobriu vastamente a parte pacifica da manifestação. Em contrapartida, nenhuma mídia internacional denunciou os ataques com armas de fogo contra a sede da televisão pública VTV, em que uma funcionária foi atingida por um tiro nas costas. Liberdade de expressão com dois critérios?

    Caso de tortura na Espanha, se transforma em espancamento venezuelano
    Caso de tortura na Espanha (direita) converte-se em espancamento venezuelano
    Na noite do dia 12 de fevereiro, havia um saldo de três mortos e diversos feridos, inclusive entre a polícia e os funcionários do metrô de Caracas, apanhados pelos grupos extremistas da oposição. Havia também seis carros da policia queimados, escritórios de instituições públicas destruídos, sem levar em conta os danos colaterais sofridos pelos habitantes da cidade.

    Estas atitudes são criticadas mesmo entre a oposição. Um jornalista do El Universal denuncia a irresponsabilidade e a falta de liderança de Leopoldo Lopez quando ele abandonou os estudantes, assim que os confrontos começaram (9). O prefeito de Chacao publica um tweet contundente: “Nós reconhecemos a falta de liderança da oposição. Só a anarquia reina. É isso que queremos?” (10). Henrique Capriles ecoa, “garras de grupos violentos sobre uma manifestação pacifica” (11).

    Policial egípcio reprimindo manifestante venezuelano?
    Policial egípcio reprimindo manifestante (direita). Para oposicionistas de Caracas, é responsabilidade de Maduro…
    Uma investigação revelará, conforme o ministro do Interior e da Justiça, Miguel Rodriguez Torrez, que as duas pessoas assassinadas nas proximidades do Ministério Público foram alvejadas com a mesma arma, o que reforça a hipótese de infiltração de mercenários paramilitares da oposição, com objetivo de criar o caos e de atiçar as tensões entre os venezuelanos. Um cenário similar ao vivido durante o golpe de Estado de 11 de abril de 2012 (12). Os mais vulneráveis, diante desta estratégia, são, infelizmente, os jovens estudantes, que pensam poder destituir um governo apoiado pela maioria da população e pelo exército.

    Henrique Capriles Radonski solidarizou-se, na sequência, com Leopoldo Lopez, mas insistiu sobre a diferença de estratégia que o opõe a seu antigo aliado (13). O antigo candidato presidencial chegou a convocar para uma manifestação contra a violência e o “paramilitarismo”, esperando atrair os manifestantes dos dias anteriores. Cúmulo da ironia por quem deveria assumir a responsabilidade intelectual pelo assassinato de onze militantes chavistas, logo após sua derrota eleitoral nas eleições presidenciais de abril de 2013 (14).

    Mortos na Síria são vitimas na cidade de Maracay na Venezuela?
    Mortos na Síria (à direita) são “estudiantes muertos en Maracay” na Venezuela?

    A mão do Império não é fantasia

    Nicolas Maduro recebeu mensagens de solidariedade – e de criica à violênia da oposição – enviadas por diversos governos do mundo a União das Nações Sulamericanas (Unasur). Enquanto isso, o governo dos Estados Unidos adotou um tom de ameaça. Num discurso pela TV, o presidente Maduro denunciou as propostas do subsecretário de Estado adjunto para América Latina, Alex Lee. Este havia apresentado uma série de exigências (libertação dos responsáveis pela violência, fim dos processos contra Leopoldo Lopez, diálogo imediato com a oposição), sob ameaça de “gerar consequências negativas em nível internacional” (15)

    Esta chantagem, apenas agora, revelada, resulta da participação ativa dos Estados Unidos nos eventos recentes que sacodem a Venezuela. Em resposta, o presidente Maduro decide expulsar do país três diplomatas norte-americanos, por sua participação ativa no financiamento e formação de estudantes em técnicas de golpe de Estado soft (16).

    Na nebulosa de informações sobre a situação atual, manipulações mediáticas grossiras tentam legitimar o discurso da oposição, que fala de tortura e de repressão sangrenta por parte do governo. Este ciberataque é, sobretudo, um meio de desacreditar a Venezuela em plano internacional, de agitar os espíritos dos partidários da oposição, para gerar uma situação de ingovernabilidade.

    http://outraspalavras.net/mundo/america-latina/venezuela-as-imagens-e-os-fatos/

  40. Otto said

    Pax, esta análise aqui saiu hoje na Folha (você pode ler que é descafeinado):

    A democracia na Venezuela está ameaçada?

    Ignacio Ramonet

    Técnicas de manual

    A Venezuela passou por quatro eleições decisivas recentemente: duas votações presidenciais, uma para governos estaduais e uma para prefeituras. Todas foram vencidas pelo bloco da revolução bolivariana. Nenhum dos resultados foi impugnado pelas missões internacionais de observação eleitoral.

    A votação mais recente aconteceu apenas dois meses atrás e resultou em clara vitória para os chavistas. Desde que Hugo Chávez assumiu a Presidência, em 1999, todas as eleições demonstram que, sociologicamente, o apoio à revolução bolivariana é majoritário no país.

    Na América Latina, Chávez foi o primeiro líder progressista –desde Salvador Allende– a apostar na via democrática para chegar ao poder. Não é possível compreender o que é o chavismo se não for levado em conta o seu caráter profundamente democrático. A aposta de Chávez, ontem, e a de Nicolás Maduro, hoje, é o socialismo democrático. Uma democracia não só eleitoral. Também econômica, social, cultural…

    Em 15 anos, o chavismo conferiu a milhões de pessoas que não tinham documentos de identidade por serem pobres a situação de cidadãos e permitiu que votassem. Dedicou mais de 42% do Orçamento do Estado aos investimentos sociais. Tirou 5 milhões de pessoas da pobreza. Reduziu a mortalidade infantil. Erradicou o analfabetismo. Multiplicou por cinco o número de professores nas escolas públicas (de 65 mil a 350 mil). Criou 11 novas universidades. Concedeu aposentadorias a todos os trabalhadores (mesmo os informais). Isso explica o apoio popular de que Chávez sempre desfrutou e as recentes vitórias eleitorais de Nicolás Maduro.

    Por que, então, os protestos? Não nos esqueçamos de que a Venezuela chavista –por possuir as maiores reservas mundiais de hidrocarbonetos– sempre foi (e será) objeto de tentativas de desestabilização e de campanhas de mídia sistematicamente hostis.

    Apesar de se haver unido sob a liderança de Henrique Capriles, a oposição perdeu quatro eleições consecutivas. Diante desse fracasso, sua facção mais direitista, ligada aos Estados Unidos e liderada pelo golpista Leopoldo López, aposta agora em um “golpe de Estado lento”. E aplica as técnicas do manual quanto a isso.

    Na primeira fase: 1. Criar descontentamento ao tirar do mercado produtos de primeira necessidade. 2. Fazer crer na “incompetência” do governo. 3. Fomentar manifestações de descontentamento. E 4. Intensificar a perseguição pela mídia.

    A partir de 12 de fevereiro, os extremistas ingressaram na segunda fase: 1. Utilizar o descontentamento de um grupo social (uma minoria de estudantes) a fim de provocar protestos violentos e detenções. 2. Montar “manifestações de solidariedade” aos detidos. 3. Introduzir entre os manifestantes pistoleiros com a missão de provocar vítimas de ambos os lados (a análise balística determinou que os disparos que mataram o estudante Bassil Alejandro Dacosta e o chavista Juan Montoya, em 12 de fevereiro, em Caracas, foram feitos com a mesma arma, uma Glock calibre 9 mm). 4. Ampliar os protestos e seu nível de violência. 5. Redobrar a ofensiva da mídia, com apoio das redes sociais, contra a “repressão” do governo. 6. Conseguir que as “grandes instituições humanitárias” condenem o governo por “uso desmedido da violência”. 7. Conseguir que “governos amigos” façam “advertências” às autoridades locais.

    É nesta etapa que estamos.

    Portanto, a democracia venezuelana está ameaçada? Só se for, uma vez mais, pelos golpistas de sempre.

    Técnicas de manual

    A Venezuela passou por quatro eleições decisivas recentemente: duas votações presidenciais, uma para governos estaduais e uma para prefeituras. Todas foram vencidas pelo bloco da revolução bolivariana. Nenhum dos resultados foi impugnado pelas missões internacionais de observação eleitoral.

    A votação mais recente aconteceu apenas dois meses atrás e resultou em clara vitória para os chavistas. Desde que Hugo Chávez assumiu a Presidência, em 1999, todas as eleições demonstram que, sociologicamente, o apoio à revolução bolivariana é majoritário no país.

    Na América Latina, Chávez foi o primeiro líder progressista –desde Salvador Allende– a apostar na via democrática para chegar ao poder. Não é possível compreender o que é o chavismo se não for levado em conta o seu caráter profundamente democrático. A aposta de Chávez, ontem, e a de Nicolás Maduro, hoje, é o socialismo democrático. Uma democracia não só eleitoral. Também econômica, social, cultural…

    Em 15 anos, o chavismo conferiu a milhões de pessoas que não tinham documentos de identidade por serem pobres a situação de cidadãos e permitiu que votassem. Dedicou mais de 42% do Orçamento do Estado aos investimentos sociais. Tirou 5 milhões de pessoas da pobreza. Reduziu a mortalidade infantil. Erradicou o analfabetismo. Multiplicou por cinco o número de professores nas escolas públicas (de 65 mil a 350 mil). Criou 11 novas universidades. Concedeu aposentadorias a todos os trabalhadores (mesmo os informais). Isso explica o apoio popular de que Chávez sempre desfrutou e as recentes vitórias eleitorais de Nicolás Maduro.

    Por que, então, os protestos? Não nos esqueçamos de que a Venezuela chavista –por possuir as maiores reservas mundiais de hidrocarbonetos– sempre foi (e será) objeto de tentativas de desestabilização e de campanhas de mídia sistematicamente hostis.

    Apesar de se haver unido sob a liderança de Henrique Capriles, a oposição perdeu quatro eleições consecutivas. Diante desse fracasso, sua facção mais direitista, ligada aos Estados Unidos e liderada pelo golpista Leopoldo López, aposta agora em um “golpe de Estado lento”. E aplica as técnicas do manual quanto a isso.

    Na primeira fase: 1. Criar descontentamento ao tirar do mercado produtos de primeira necessidade. 2. Fazer crer na “incompetência” do governo. 3. Fomentar manifestações de descontentamento. E 4. Intensificar a perseguição pela mídia.

    A partir de 12 de fevereiro, os extremistas ingressaram na segunda fase: 1. Utilizar o descontentamento de um grupo social (uma minoria de estudantes) a fim de provocar protestos violentos e detenções. 2. Montar “manifestações de solidariedade” aos detidos. 3. Introduzir entre os manifestantes pistoleiros com a missão de provocar vítimas de ambos os lados (a análise balística determinou que os disparos que mataram o estudante Bassil Alejandro Dacosta e o chavista Juan Montoya, em 12 de fevereiro, em Caracas, foram feitos com a mesma arma, uma Glock calibre 9 mm). 4. Ampliar os protestos e seu nível de violência. 5. Redobrar a ofensiva da mídia, com apoio das redes sociais, contra a “repressão” do governo. 6. Conseguir que as “grandes instituições humanitárias” condenem o governo por “uso desmedido da violência”. 7. Conseguir que “governos amigos” façam “advertências” às autoridades locais.

    É nesta etapa que estamos.

    Portanto, a democracia venezuelana está ameaçada? Só se for, uma vez mais, pelos golpistas de sempre.

    http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/02/1416125-a-democracia-na-venezuela-esta-ameacada-nao.shtml

  41. Chesterton said

    Parasitas comunistas

    http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/02/fidel-castro-e-raul-ja-teriam.html

  42. Pax said

    Caro Otto,

    Este artigo do tal Inácio é cheio de meias verdades. O modelo venezuelano quebrou. Fez coisas interessantes de maneira insustentável e quebrou.

    Não é muito difícil entender. Basta ler dos dois lados.

    E outro ponto importante: se corrompeu até acima de todos limites. Um bom exemplo de caminho para não imitarmos.

    Mas parece que teimamos em não observar essa questão.

    Outro ponto relevante que o artigo nem tangencia e me parece muito relevante é que o Maduro não consegue gerenciar nem as forças que o apoiam.

    Enfim, desculpa não entrar nessa teoria conspiratoria que parece te satisfazer em análises que me parecem superficiais demais.

    Enviado via iPhone

    >

  43. Chesterton said

    Fez coisas interessantes de maneira insustentável

    chest- brincadeira…como seria a versão sustentável?

  44. Chesterton said

    mais um general para o Pax

    http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/02/general-vivas-de-arma-em-punha-desafia.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+BlogDoAluizioAmorim+(BLOG+DO+ALUIZIO+AMORIM)

  45. Patriarca da Paciência said

    “Bandido bom é bandido morto”, diz o cara no facebook, enquanto baixa um filme e um software da internet (art. 184 do Código Penal), após dividir uma cervejinha com seu irmão de 17 anos (art. 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente), lembrando da festa de ontem, na qual fumou um baseado com os amigos (art. 33, §3º da Lei n. 11.343) e, mesmo bêbado, conseguiu dirigir (art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro). Daqui a pouco ele tem que alimentar o curió que tem na gaiola e comprou de um criadouro sem licença porque é mais barato (art. 29, § º, III da Lei de Crimes Ambientais). Depois vai no cinema e, como já é formado, coloca o seu nome no atestado de matrícula da UFSC pra pagar meia entrada (art. 299 do Código Penal), enquanto vai comentando nas redes sociais que ladrões devem ser espancados até a morte (art. 286 do Código Penal).

    Acho que o suicídio é um bom meio para os justiceiros começarem a construir a nação que lhes é ideal.”
    (Alexandre Morais da Rosa, Juiz)

  46. Patriarca da Paciência said

    Spok da Silva 23.02.2014 às 21:03

    Esses trolls pagos pelos tucanos têm uma adoração doentia por Dirceu. Adoram tanto que o temem. É que Dirceu tem QI altíssimo e foi capaz de articular a chegada e permanência do PT ao poder. Pior: todos sabem que Dirceu nunca foi nem investigado, quem dirá ter provada alguma participação sua em crime. Não há nada contra ele, nunca houve. Ao contrário dos tucanos Azeredo, Aécio, Serra, FhC, Alkmin, Matarazo, etc, sobre os quais há provas torrenciais das mais bárbaras proezas contra os cofres públicos.
    (Comentário do blog 247)

  47. Chesterton said

    Patriarca, você é parente do ZD?

  48. Patriarca da Paciência said

    http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2014/02/revolucao-cubana-nos-postos-de-saude-4427771.html

    A rotina das médicas começa às 6h, quando uma delas levanta mais cedo para preparar o café. O toque cubano no cardápio são as tortillas de ovo. Às 6h30min, as demais saem da cama e vão para a mesa. Todas começam a trabalhar às 8h. Ao meio-dia, pegam a marmita, aquecem a comida no micro-ondas e fazem a refeição no próprio posto, com outros funcionários. O expediente termina às 17h.

    Elas se reencontram por volta das 18h. É a hora de contar as experiências do dia, de bater papo, de estudar e de mexer no tablet fornecido pelo governo federal.

    — Elas não gostam de TV. São mais ligadas na internet — conta Carmen.

    A única que sai todas as noites é Marlyn. Às 19h, ela ganha a rua e caminha por uma hora e 20 minutos pela beira do Guaíba. Perdeu 10 quilos desde a chegada:

    — Estou fazendo a preparação cardiovascular para quando começar a academia.

    Cada noite, uma das médicas faz o jantar, que será também o almoço, levado na vianda. Nos fins de semana, elas arrumam a casa e passeiam. Costumam pegar o catamarã até o centro de Porto Alegre, onde combinam encontros com cubanos de outras cidades, olham lojas de Guaíba ou arrumam o cabelo em algum salão. Amigos já as levaram à Serra e ao Litoral.

    — Elas adoraram Gramado. Acharam lindo. Encantam-se por coisas que para nós são simples, como a facilidade de encontrar produtos de higiene — diz a diretora de saúde de Guaíba, Fabiani Malanga.

    A vida social gira em torno de amigos brasileiros, como os donos do hotel onde ficaram antes de alugar a casa. Lá, foram protagonistas da festa de Ano-Novo.

    — Tivemos uma noite cubana. Elas trouxeram colegas de Eldorado do Sul e de Porto Alegre, prepararam pratos típicos e colocaram música de Cuba. Dançaram até as 3h. São pessoas animadas — diz Katia Sperotto, 46 anos, proprietária do hotel.

    Uma das principais vitrines eleitorais da presidente Dilma Rousseff, o Mais Médicos nasceu, no ano passado, debaixo de ataques de entidades médicas. Para essas agremiações, não faltam profissionais no Brasil. Além disso, o fato de os participantes do programa terem sido liberados de revalidar seus diplomas no país representaria um risco à qualidade do atendimento.

    — É um projeto demagógico e eleitoreiro. São profissionais que vêm ocupar espaço dos brasileiros. Eles são oferecidos como um milagre, como se o governo tivesse uma varinha de condão para tirar o atendimento médico de uma cartola. Já temos 400 mil médicos no Brasil e mais 17 mil são formados ao ano — critica Maria Rita de Assis Brasil, vice-presidente do Sindicato Médico (Simers).

    Quando ficou claro que os médicos trazidos do Exterior seriam basicamente cubanos, o tom das críticas se elevou e foi reforçado por grupos políticos que viam no Mais Médicos uma forma encontrada pelo governo de fazer populismo eleitoral e financiar a ditadura dos irmãos Castro.

    Enquanto os médicos de outras nacionalidades participantes do programa recebem uma bolsa mensal de R$ 10 mil, os cubanos ganham cerca de R$ 1 mil. O grosso do dinheiro vai para o governo de seu país. Os mais exaltados definem o acerto como trabalho escravo. No início do mês, a cubana Ramona Matos Rodríguez virou notícia ao abandonar o programa, com apoio do deputado ruralista Ronaldo Caiado (DEM). Ela disse que vai acionar o governo brasileiro na Justiça do Trabalho.

    A atitude de Ramona é quase isolada até o momento. De 89 profissionais que abandonaram o Mais Médicos sem justificativa, só quatro vieram de Cuba — em um universo de mais de 5 mil. As médicas de Guaíba, por exemplo, garantem que a participação no programa é interessante do ponto de vista financeiro. Para começar, dizem, o salário que recebiam em Cuba continua a ser pago a suas famílias. Elas reconhecem que a remuneração de R$ 1 mil por mês é baixa, mas lembram que não é só isso que recebem. Do valor entregue pelo governo brasileiro, outros US$ 600 são depositados em uma conta bancária, que pode ser acessada quando voltarem ao seu país. Para os críticos, trata-se de uma forma de Cuba manter os médicos como reféns, obrigando-os a retornar para ter acesso ao dinheiro. Para os profissionais, acaba sendo um belo pé de meia.

    Os benefícios recebidos incluem moradia, transporte e, no caso das cubanas de Guaíba, um auxílio mensal individual de R$ 500 para alimentação — a soma ultrapassa os R$ 3 mil mensais.

    — Os preços aqui são altos, mas como existem vários auxílios fica vantajoso. Mas o mais importante é o lado humanitário e o dinheiro que vai para Cuba, o que ajuda na economia e na saúde, que é gratuita — defende Marlene Muñoz Sánchez, 43 anos.

    Esse tipo de discurso, sincero ou ensaiado, é característico dos cubanos. Eles se dizem agradecidos por ter podido estudar Medicina gratuitamente em seu país e afirmam que não o fizeram para ganhar dinheiro, e sim para ajudar. Diante da afirmação de que estão sendo explorados e vivendo na pobreza, reagem. Para eles, o estranho não é os médicos terem um padrão de vida simples, mas terem um padrão de vida superior ao das outras pessoas.

    — No Brasil a gente nota uma grande distância social dos médicos para os pacientes — diz Diurbys Díaz Utria, 34 anos.

    Contato por e-mail e pelo Facebock com familiares

    A relação com os médicos brasileiros, aliás, não é tranquila. Os cubanos sentem-se incomodados com os ataques.

    — Com os funcionários dos postos, a relação é muito boa, mas com parte dos médicos, não. Alguns nos receberam bem, mas outros não falam conosco nem nos olham — diz Diurbys.

    Essa hostilidade, somada à deserção de Ramona, motivou muitos dos cubanos a evitar a imprensa. Dos 30 médicos de Porto Alegre e dos 10 de Canoas, por exemplo, nenhum topou falar com ZH.

    — Eles estão fugindo de entrevista de tudo que é jeito. Não topam nada. No início, teve uma exposição muito grande, e eles resolveram se preservar — diz Marcelo Bósio, secretário da Saúde de Canoas.

    À dificuldade vivida nos postos de saúde, com os colegas brasileiros, soma-se uma maior, de caráter pessoal: a distância da família. As seis cubanas de Guaíba têm filhos, alguns deles pequenos, que ficaram com parentes. O contato é por Facebook e e-mail. Para chamadas por vídeo, é preciso que o familiar em Cuba vá até um centro de comunicação, o que não custa barato.

    — É a parte mais difícil. Mas não tenho tristeza. Toda manhã, quando acordo, abro o e-mail e tem um “bom dia” do meu marido ou dos meus filhos — conta Marlyn.

    A saudade é aliviada, dizem as cubanas, pela recepção oferecida por pacientes e amigos brasileiros. Fabiani Malanga, a diretora de saúde da cidade, afirma que é comum a prefeitura receber reclamações sobre médicos locais. É raro alguém elogiar. Mas isso tem acontecido em relação às cubanas. Há alguns dias, Marlyn voltou faceira para casa, com um creme e um livro presenteados por um paciente.

    ZERO HORA

  49. Pax said

    Caro Chesterton, velho e rabugento Chesterton,

    De tanto ler porcaria você acaba limitando sua maneira de pensar.

    Um país com enormes desigualdades, fome, miséria etc precisa atuar para que essa situação não perdure. A começar por tirar a fome do seu povo. Lembra da Coréia do Norte pra ter ideia. Alguns anos atrás 10% da população simplesmente morreu… de fome.

    Como seria uma solução, uma possível visão social democrata (me arrisco a desenhar superficialmente):

    Logo em seguida, depois de atuar para que a fome não esteja mais presente, este país deve investir em seu povo para que o país tenha capital humano para produzir ainda mais. Investir em capital humano (educação) em primeiro plano, desenho e plano para uma economia diversificada produtiva (agricultura, indústria, tecnologia, o que seja), infraestrutura para essa produção planejada e seguir um rumo, social democrata.

    Essa é minha visão, de forma muito simplificada.

    O que aconteceu na Venezuela? Ora, fez a primeira parte, baseado na riqueza do petróleo, e parou. O país depende de uma única e esgotável fonte. Não desenvolveu sua economia, gastou o que tinha sem pensar um metro à frente. E o pior, construiu um aparelho governamental corrupto e ineficiente, investiu em militarização (milícias) etc. As consequências estão aí, hoje tem uma população dividida, uma economia estagnada e sem diversificação e pouca luz no fim do túnel.

  50. Patriarca da Paciência said

  51. Chesterton said

    Pax, foi o socialismo que destruiu a Venezuela. O estatismo acabou com a produção de alimentos, fazendas foram simplesmente transformadas em coletivos improdutivos. A dependencia do petroleo foi fabricaqda pelo socialismo. O que falta é capitalismo e liberdade econômica com respeito à propriedade privada. Isso é óbvio e você não vê porque não quer.

  52. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1416607-socialismo-e-barbarie.shtml

  53. Patriarca da Paciência said

  54. Pax said

    Caro Chesterton, velho, rabugento e teimoso Chesterton,

    E desde quando eu defendo socialismo hoje em dia?

    Apresentei de forma simplista uma visão social democrata do que poderia ser solução para um país. Onde é que a social democracia não defende propriedade privada?

    Se a Venezuela misturou sua visão, se a Venezuela não diversificou sua economia, se a Venezuela cometeu os erros que cometeu, a Venezuela que corrija seu rumo, ora bolas. A situação deles, o estado em que chegaram, é complicada pacas. Agora para sair desse imbroglio vão ter que camelar um bocado e o Maduro me parece inapto para essa tarefa hercúlea.

    Mas é o povo de lá que tem que decidir o que quer. E o povo de lá está dividido, sim, exatamente pela metade, está polarizado, 50% de um lado e 50% de outro. Cá, pra mim, dois lados com políticos que não acho competentes.

    O problema é que você vive um tempo que já passou, caro Chesterton. E acho que Chàves também cometeu o mesmo erro, em algumas de suas várias iniciativas erradas.

    Cada um a seu lado, os dois na mesma moeda.

  55. Pax said

    Dois erros que Venezuela e Argentina cometeram e que devemos ficar atentos:

    1 – Militarização (Venezuela). Permanecer no governo na base da força, cedo ou tarde dá merda.

    2 – Intervencionismo exagerado e equivocado na economia (Argentina).

    O Brasil está num rumo ruim, mas não chega perto dos erros cometidos pelos dois. Mas devemos ficar atentos.

    Agora com o AI-5 padrão Fifa tem um monte de bobalhão achando que o caminho é esse, de sentar a porrada no povo, calar as reclamações concretas do povo etc. De Alckmin a Cabral e Dilma todos acham que porrada resolve, segundo me parece. Apoiados por um Congresso que é gerido a cabresto e uma mídia torta.

    De outro lado boa parte do empresariado brasileiro não evoluiu, fica esperando o governo dar as cartas para correr atrás. Vários vivem das tetas do governo mesmo. E a roubalheira consequente só aumenta. Aí o governo ensaia intervenções imediatistas que dão merda. Acontece que o governo não tem bala para determinar tudo da economia. Ou atua no Bem-Estar-Social ou faz os ditames econômicos. Os dois ao mesmo tempo? hum…

    Aqui erramos mais, me parece, no terceiro erro que Venezuela, Argentina e Brasil cometem exageradamente: Corrupção.

  56. Pax said

    Pedro Doria manda bem hoje….

  57. Patriarca da Paciência said

    “Criou indevida controvérsia o fato de os condenados na ação penal 470 estarem recebendo doações de militantes partidários para o pagamento das multas, além das penas de prisão, a que foram condenados.

    Logo, vozes se fizeram ouvir bradando contra o ato de solidariedade aos condenados. A mais estridente delas foi a do Dr. Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Em sua verberação afirma que a pena não pode passar da pessoa do condenado e, por isso, as doações seriam ilegais.

    O Dr. Gilmar comete erros grosseiros no conteúdo e na forma de seu pronunciamento. Brandir, para esse caso, o princípio de que a pena não pode passar da pessoa do condenado é equívoco rasteiro e para o qual não consigo encontrar justificativa válida, ao menos jurídica.

    Ora, o princípio constitucional da intranscendência da pena (art. 5º, XLV ) é uma conquista do Direito Penal dos países civilizados, porque não permite que a condenação penal passe da pessoa do condenado e atinja seus parentes, amigos, etc.

    Nem sempre foi assim. Basta lembrar a decisão condenatória de Tiradentes, à luz do Código Filipino: “…declaram o Réu infame, e seus filhos e netos”.

    É óbvio – embora não para alguns poucos – que os doadores não estão cumprindo a pena no lugar dos réus. Não estão sendo coagidos a nada. Realizam, de forma espontânea, doações aos réus devedores. Os motivos para o seu gesto dizem respeito tão somente a eles.

    A doação é ato previsto no nosso Código Civil (art. 538) e consiste na transferência, por liberalidade, de bens ou vantagens do patrimônio de uma pessoa para o patrimônio de outra pessoa.

    A Constituição da República (art. 155,I) estabelece que sobre as doações incide o imposto de transmissão causa mortis e doação, o ITCD, a ser pago pelo donatário (aquele que recebe a doação) . O doador é responsável solidário pelo pagamento, em caso de inadimplência do donatário. Se o donatário não for domiciliado no Estado, caberá ao doador o pagamento do imposto.

    É simples assim. Não, há, portanto, qualquer razão jurídica para tanta histeria com essas doações.

    Cabe aduzir que considero a pena acessória de multa em condenação criminal anacrônica (duas penas pelo mesmo fato) e injusta, pois não leva em consideração a capacidade contributiva do cidadão apenado.

    Por último, o juiz deve falar nos autos e não pelos cotovelos.

    Wadih Damous é advogado e ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Rio de Janeiro.”

    Parece que não é só o ministro Barbosa que cria trapalhadas jurídicas!

  58. Chesterton said

    Militarização- é o autoritarismo da esquerda de sempre. Você diz não gostar de generais, mas adora um coronel e um comandante.

    Intervencionismo- estatismo! interferencia do estado na economia (leia o link do Ponde). É coisa da esquerda tambem (daí os militares brasileiros de 64 serem de esquerda na parte da economia. A venezuela por acaso não fez isto quando desapropriou fabricas, empresas, fazendas e supermercados? Ora, chame as coisas pelo nome que tem.
    E quem é a metade que vota no socialismo bolivariano? (houve graudes na eleição como você sabe). Aqueles que não produzem nem querem produzir, querem subsidios e mesadas.

  59. Chesterton said

    De outro lado boa parte do empresariado brasileiro não evoluiu, fica esperando o governo dar as cartas para correr atrás. Vários vivem das tetas do governo mesmo.

    chest- o governo retira da população 40% de tudo que se preoduz. É óbvio que ogoverno vai gastar metade disto comprando bens e serviços (a outra metade é para sustentar a maquina administrativa e a maquina de comprar votos). Quem é que vai fornecer esses bens e serviços? Vou te dar uma dica, eles tem cnpj (senão não pdoeriam vender).

  60. Chesterton said

    Um país com enormes desigualdades, fome, miséria etc precisa atuar para que essa situação não perdure. A começar por tirar a fome do seu povo. Lembra da Coréia do Norte pra ter ideia.

    chest- PQP, que mente obtusa. A fome do povo é CAUSADA por governos. Quanto mais intervenção estatal, mais fome. Da para entender isto de uma vez por todas. Coreia do Norte…passa fome, Cuba, passa fome, Venezuela passa fome, até a Argentina passa fome.

    Governos são o problema, não a solução. Dá para entrar isto na sua cabeça de uma vez por todas?

  61. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1416607-socialismo-e-barbarie.shtml

    Se eu pregar que todos que discordam de mim devem morrer ou ficarem
    trancados em casa com medo, eu sou um genocida que usa o nome da
    política como desculpa para genocídio. No século 20, a maioria dos
    assassinos em massa fez isso.

    O Brasil, sim, precisa de política. Não se resolve o drama que estamos
    vivendo com polícia apenas. Mas me desespera ver que estamos na
    pré-história discutindo ideias do “século passado”. Tem gente que ainda
    relaciona “socialismo e liberdade”, como se a experiência histórica não
    provasse o contrário. Parece papo das assembleias da PUC do passado,
    manipuladoras e autoritárias, como sempre.

    O ditador socialista Maduro está espancando gente contra o socialismo
    nas ruas da Venezuela. Ele pode? Alguns setores do pensamento político
    brasileiro são mesmo atrasados, e querem que pensemos que a esquerda
    representa a liberdade. Mentira.

    A maioria de nós, pelo menos quem é responsável pelo seu sustento e da
    sua família, não concorda com o socialismo autoritário que a “nova”
    esquerda atual quer impor ao país. A esquerda é totalitária. Quer nos
    convencer que não, mas mente. Basta ver como reage ao encontrar gente
    inteligente que não tem medo dela.

    Ninguém precisa da esquerda para fazer uma sociedade ser menos terrível,
    basta que os políticos sejam menos corruptos (os da esquerda quase todos
    foram e são), que técnicos competentes cuidem da gestão pública e que a
    economia seja deixada em paz, porque nós somos a economia, cada vez que
    saímos de casa para gerar nosso sustento.

    Ela, a esquerda, constrói para si a imagem de “humanista”, de
    superioridade moral, e de que quem discorda dela o faz porque é mau. Ela
    está em pânico porque estava acostumada a dominar o debate público tido
    como “inteligente” e agora está sendo obrigada a conviver com gente tão
    preparada quanto ela (ou mais), que leu tanto quanto ela, que escreve
    tanto quanto ela, que conhece seus cacoetes intelectuais, e sua história
    assassina e autoritária.

    Professores pautados por esta mentira filosófica chamada socialismo
    mentem para os alunos sobre história e perseguem colegas, fechando o
    mercado de trabalho, se definindo como os arautos da justiça, do bem e
    do belo.

    A esquerda nunca entendeu de gente real, mas facilmente ganha os mais
    fragilizados com seu discurso mentiroso e sedutor, afirmando que, sim, a
    vida pode ser garantida e que, sim, a sobrevivência virá facilmente se
    você crer em seus ideólogos defensores da “violência criadora”.

    Ela sempre foi especialista em tornar as pessoas dependentes,
    ressentidas, iludidas e incapazes de cuidar da sua própria vida. Ela ama
    a preguiça, a inveja e a censura.

    Recomendo a leitura do best-seller mundial, recém publicado no Brasil
    pela editora Agir, “O Livro Politicamente Incorreto da Esquerda e do
    Socialismo”, escrito pelo professor Kevin D. Williamson, do King’s
    College, de Nova York. Esta pérola que desmente todas as “virtudes” que
    muita gente atrasada ou mal-intencionada no Brasil está tentando nos
    fazer acreditar mostra detalhes de como o socialismo impregnou
    sociedades como a americana, degradou o meio ambiente, é militarista
    (Fidel, Chávez, Maduro), e não deu certo nem na Suécia. O socialismo é
    um “truque” de gente mau-caráter.

    As pessoas, sim, estão insatisfeitas com o modo como a vida pública no
    Brasil tem sido maltratada. Mas isso não faz delas seguidores de
    intelectuais e artistas chiques da zona oeste de São Paulo ou da zona
    sul do Rio de Janeiro.

    A tragédia política no Brasil está inclusive no fato de que inexistem
    opções partidárias que não sejam fisiológicas ou autoritárias do
    espectro socialista. Nas próximas eleições teremos poucas esperanças
    contra a desilusão geral do país.

    E grande parte da intelligentsia que deveria dar essas opções está
    cooptada pela falácia socialista, levando o país à beira de uma virada
    para a pré-história política, fingindo que são vanguarda política. O
    socialismo é tão pré-histórico quanto a escravatura.

    Mas a esquerda não detém mais o monopólio do pensamento público no
    Brasil. Não temos mais medo dela.

    luiz felipe pondé

    *Luiz Felipe Pondé*, pernambucano, filósofo, escritor e ensaísta, doutor
    pela USP, pós-doutorado em epistemologia pela Universidade de Tel Aviv,
    professor da PUC-SP e da Faap, discute temas como comportamento
    contemporâneo, religião, niilismo, ciência. Autor de vários títulos,
    entre eles, ‘Contra um mundo melhor’ (Ed. LeYa). Escreve às segundas.

  62. Otto said

    Pax, Venezuela 2014 é muito parecida com Chile 1973.

    Você parece esquecer que os EUA têm investido milhões na desestabilização de países. Só na Ucrânia foram 5 bilhões, segundo um alta funcionária dos EUA.

  63. Otto said

    CIA financia golpes em países desafetos via Anonymous, Canvas e outras ONGs

    Recentemente foi descoberto um esquema de pagamento de valores para recrutamento de jovens de classe média-baixa e baixa para causar tumulto em manifestações, com o intuito de criar clima de comoção pública na população e fragilizar governos que queriam atingir.

    O esquema só foi descoberto porque uma das bombas fornecidas a essas pessoas, foi colocada de forma criminosa para atingir e ferir policiais, mas acabou vitimando fatalmente o cinegrafista Santiago. Identificados os responsáveis, um deles colocou a boca no mundo.

    O PSOL deu apoio político aos protestos violentos, tentou se beneficiar deles politicamente mesmo sabendo que estavam degringolando para uma seara arriscada. Em nenhum momento condenou o quebra-quebra. Um dos seus deputados, chegou a publicar um texto festivo no site do partido onde exaltava a forma corajosa de se manifestar para “proteger” os participantes de manifestações.

    Por essas e outras o PSOL tem sim a sua responsabilidade política no que está acontecendo, mas não tenho como aceitar a versão de um advogado muito confuso e suspeito. Não fecha responsabilizar esse e outros partidos de esquerda, mesmo que radicais, pelo financiamento de grupos que internacionalmente vem tentando alvejar a democracia em países não alinhados com as políticas americanas. Sendo encontradas doações de políticos do PSOL feitas individualmente, mesmo reprováveis, não indicam de forma alguma, como quer agora a Globo e o advogado, que o partido é o responsável pelo financiamento dessas ações. Parece mais que a Globo quer ocultar os verdadeiros financiadores, que não são aliados de última hora do anti-petismo como o PSOL, mas oráculos estrangeiros e partidos de tendência conservadora, como o PSDB e DEM.

    Começa a se desenhar internacionalmente, o mecanismo de funcionamento das ações que iniciaram com a primeira primavera árabe e, se espalharam para países que não manifestam adesão automática às políticas de Washington. Países como EUA, Reino Unido, Austrália, Alemanha, Israel, Arábia Saudita, etc… embora em alguns deles haja uma ditadura ou sistema democrático frágil que só pende para um lado, não tem sinais de insatisfações populares, muito menos nos moldes violentos que vem acontecendo em países árabes, leste europeu e américa do sul, por mais que os efeitos de crises internacionais afetem seus países, tanto ou mais dos que aqueles que enfrentam manifestações de protesto.

    Recentemente o Brasil, ao aprovar junto com a Turquia, um acordo anti-nuclear com Irã, estimulado por Obama a principio mas depois rechaçado pelo mesmo, que pensou que esses países jamais conseguiriam fechar o acordo e, portanto justificaria novas sanções ao seu principal desafeto político: Armadinejah, expôs ao mundo as inconsistência da política externa americana. Dilma ao cobrar publicamente em Setembro explicações sobre espionagem deu um xeque-mate na política do sou forte, faço o que quero. Definitivamente, os primeiros governos brasileiros que não se curvaram às vontades de Washington viraram alvo da ira deles.

    A engenharia do golpe

    A CIA injeta dinheiro em ONGs que dão consultoria metodológica (Como a Sérvia Otpor!, hoje conhecida como Canvas) que produz material didático, indica equipamentos para serem usados em conflitos, dá treinamento virtual para ações em protestos e ensina como criar fraudes com imagens de outros países para arrebanhar incautos. Há dezenas de exemplos na internet dessas fraudes, como há de instruções para Black blocs, em que só se muda o idioma.

    ONGS como o Anonymous, que tem uma rede de seguidores dentro dos próprios países, arrebanhados porque no início pregavam lutar contra o sistema financeiro, recebem de Washington para construir redes de mercenários dispostos a realizar os quebra-quebras. Os geeks do Anonymous, acostumados a golpes na internet, não teriam a capacidade de fazer o trabalho físico da baderna, portanto, jovens pobres e de classe média baixa são recrutados para isso, e eventualmente serem responsabilizados judicialmente.

    Em todos esses países, o sistema se repete, primeiro chegam os Anonymous, convocam manifestações de forma insistente até conseguir alguma adesão, daí aparecem os Black Blocs, com símbolos anarquistas e anticapitalistas para seduzir a juventude, mas que na prática mostram uma incoerência gritante, pois servem aos propósitos do que existe de pior na direita fascista, contra sistemas de governo claramente com viés de esquerda e eleitos democraticamente, como Brasil e Venezuela.

    Como esse blog revelou anteriormente, no Egito, Black Blocs passaram a hostilizar a população que foi a rua protestar contra o golpe de estado praticado por militares apoiados pelo governo americano e, inclusive participaram de uma emboscada junto com o exército Egípcio, que feriu e matou civis.

    Para combater essas tentativas de golpe, é preciso uma ação da inteligência desses países para investigação da ação dessas ONGs e punição em caso de descobrir responsáveis por financiar ações violentas. Além do mais, é preciso um aperfeiçoamento na legislação para prever punição mais rigorosa e com prisão preventiva para quem causar risco de vida a cidadãos, policiais e profissionais de imprensa, e fianças altas para quebra injustificável de patrimônio público e privado.

    A despeito de um medo até justo de que leis bloqueiem protestos pacíficos, a situação como está não pode continuar, então é preciso que as pessoas deixem de lado paixões cegas e a cegueira ideológica para avaliar que uma lei pode ser modificada. Golpes contra a democracia estão acontecendo mundo afora, usando os próprios cidadãos desses países e financiados pela CIA, não vem de quem apenas pede punição efetiva para quem comete CRIMES. O verdadeiro risco para a democracia é ficar de braços cruzados e esperar golpes acontecerem como gado inerte.

    http://pontoecontraponto.com.br/2014/02/17/cia-financia-golpes-em-paises-desafetos-via-anonymous-canvas-e-outras-ongs/

  64. Pax said

    Caro Chesterton, antolhado Chesterton,

    1 – e quem disse que eu gostei do Chávez? onde foi que disse isso? me conta.

    2 – governos causam fome? hum… vai estudar, nem vou começar… para de achar que defendo socialismo cara, sou contra socialismo e sou contra liberalismo. sou social democrata. eita cabeça dura!

    Caro Otto,

    Você ainda vive na guerra fria. Dá um passo à frente cara.

    A Ucrânia está dividida, metade do povo quer cambar para o lado ocidental, metade quer ficar no lado russo. (só não sei exatamente o “tamanho dessas metades”). É isso, e não é tão difícil entender.

    O resto é a velha história que comunista come criancinha e os ianques são os culpados dos males do mundo.

    Menos, caro Otto.

    Caros Otto e Chesterton,

    O Elias vai ficar com ciúmes de vocês. Cada um com uma face da mesma moeda, sei lá, uma hora acabam se beijando.

    =)

    Caro Patriarca,

    Você ainda está na AP470? O mundo andou um passo à frente. Ok, tem os embargos infringentes, detergentes etc, se Dirceu fica no semiaberto ou no fechado, mas agora a inês é morta e o papo é não deixar o Azeredo escapar… ele e sua trupe.

    Vai, Patriarca, anda pra frente que atrás vem gente.

  65. Chesterton said

    para de achar que defendo socialismo cara, sou contra socialismo e sou contra liberalismo. sou social democrata. eita cabeça dura!

    chest- você está de gozação, se diz contra o socialismo mas é SOCIAL democrata…..

  66. Patriarca da Paciência said

    Cara Pax,

    não se esquece tão facilmente um estupro! E também estupro exige reparação!

    A condenação de José Dirceu é um estupro jurídico ! A condenação de José Genoíno é um ato hediondo ! Não serão esquecidas tão cedo e sempre haverá quem lutará por reparação ! O Brasil segue em frente, O que precisa ser feito, será que ser feito. Ninguém está pensando em “parar o Brasil”, ou parar no tempo. Confio totalmente no governo brasileiro. Mas enquanto houver um modo de lutar, estou de pleno acordo que o PT deva tentar! Muita gente, inclusive grandes juristas, já mostraram seu repúdio à famigerada ação 470!

  67. Patriarca da Paciência said

    “chest- PQP, que mente obtusa. A fome do povo é CAUSADA por governos. Quanto mais intervenção estatal, mais fome. Da para entender isto de uma vez por todas. Coreia do Norte…passa fome, Cuba, passa fome, Venezuela passa fome, até a Argentina passa fome.

    Governos são o problema, não a solução. Dá para entrar isto na sua cabeça de uma vez por todas?”

    Caro Pax,

    a coisa é grave mesmo! Se não me engana, isto é o que pregava Bakunin, o mais radical de todos os comunistas !

    Pois não é? Além da surpresa de saber que o Justin Bieber é um comunista roxo, agora sabe-se também que o Chesterton é comunista no nível mais radical já apresentado pela História ! É um bakunista!

  68. Otto said

    Olha, Pax:

    “O estudante venezuelano Ramón Soto denunciou a “manipulação” que a CNN em língua espanhola fez com uma imagem em que aparece com o rosto com marcas de agressão.

    A CNN, segundo ele, mostrou a imagem como se fosse algo ocorrido nos distúrbios de 12 de fevereiro. Na verdade, afirma Ramón, era uma foto de 2013. A agressão, de acordo com o estudante, veio de forças antichavistas.

    É um episódio a mais do que o governo venezuelano chama de ‘guerra midiática’ — fotos que estariam sendo usadas para dramatizar a situação. Cenas de conflitos em outros países, segundo as denúncias, ganham a internet como se tivessem ocorrido na Venezuela.”

    http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/jovem-venezuelano-denuncia-manipulacao-de-sua-imagem-pela-cnn/

    Depois de todas as revelações do Wikileaks você ainda não se convenceu das ações do Governo dos EUA para desestabilizar países não alinhados aos seus interesses?

  69. Patriarca da Paciência said

    Argentina U$ – 17,700 – 2011
    Chile 17,400 2011
    Uruguai 15,300 2011
    Venezuela 12,700 2011
    Brasil 11,900 2011
    Colômbia 10,400 2011
    Peru 10,200 2011
    http://www.indexmundi.com/map/?t=0&v=67&r=sa&l=pt

    Argentina está passando fome com uma renda per capita de U$ 17.700, 00 ?

    Venezuela está passando fome com uma renda per capita de 12.700,00 ?

    Imagine-se então a Colômbio, com uma renda de U$ 10.400,00 e com uma distribuição bem pior que Argentina e Venezuela?

    A Colômbia deve estar no maior misere!

  70. Patriarca da Paciência said

    “A liberdade do homem consiste unicamente nisto, que ele obedece às leis da natureza, porque ele próprio as reconheceu como tal, e não porque foram impostas a ele externamente por qualquer estrangeiros que seja, humana ou divina, coletiva ou individual.”
    (Bakunin)

    De Bakunin, especialmente para o Chesterton

  71. Pax said

    Caro Chesterton, rabugento Chesterton,

    Se pra você social democracia é igual a socialismo, só há uma coisa a ser dita:

    Vá estudar !!!

    =)

    Caro Patriarca,

    Estupro é corromper um país. Estupro é um lote de deputado e apaniguado político em posição de comando em estatal receber dinheiro vivo na boca do caixa…

    Estupro é roubar de trem e metrô e reclamar que o povo reclama de transporte público.

    Estupro, caro Patriarca, é estupro.

    Caro Otto,

    Se você quiser a gente passa dois dias trazendo notícia falsa sobre a Venezuela. Dos dois lados.

    É o que mais tem.

  72. Chesterton said

  73. Pax said

    Enquanto governo, oposição e mídia se unem para implantar lei de mordaça, pra que ninguém reclame do estado corrupto generalizado…

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-02/roubos-crescem-325-no-estado-de-sao-paulo-durante-o-mes-de-janeiro

  74. Chesterton said

    A social-democracia, é uma ideologia política que geralmente tem como objetivo o estabelecimento de socialismo democrático, sendo assim também chamada1 . É uma ideologia política de esquerda surgida no fim do século XIX por partidários do marxismo que acreditavam que a transição para uma sociedade socialista deveria ocorrer sem uma revolução, mas sim por meio de uma gradual reforma legislativa do sistema capitalista a fim de torná-lo mais igualitário. O conceito de social-democracia tem mudado com o passar das décadas desde sua introdução. A diferença fundamental entre a social-democracia e outras formas de socialismo, como o marxismo ortodoxo, é a crença na supremacia da acção política em contraste à supremacia da acção económica ou determinismo económico sócio industrial.

    wiki

  75. Zbigniew said

    Primeiro foi a fome colocada como centro das políticas públicas. Primeira quebra de paradigma do status quo direitista.

    Agora é a própria forma de fazer política.

    Tem razão o Saul Leblon.

    “(…)
    A Venezuela é a frigideira geopolítica da América Latina nesse momento.

    Inútil trata-la à distância, com pinças e luvas cirúrgicas.

    O que se pretende fritar ali é mais que o chavismo.

    Peixes graúdos que se cuidem: se a extrema-direita vencer, o óleo fervente vai se derramar abaixo do Equador.

    O que está em jogo não é só o petróleo –embora incomode que as maiores reservas de óleo pesado do planeta estejam sob a guarda de um socialismo difuso, e não de carmonas, capriles e leopoldos de fácil trato.

    Incomoda, sobretudo, os limites ultrapassados.

    Os interditos rompidos.

    As grandes questões do poder de classe recolocadas na mesa da luta política.

    Incomoda o chavismo ter ‘sujado’ de novo a agenda econômica regional ao escancarar a dimensão política da luta pelo comando do desenvolvimento.

    Chávez e o chavismo esticaram a tal ponto as cordas da história que devolveram pertinência e atualidade a referências e bandeiras que se imaginava silenciadas e calcificadas para sempre.

    As trancas rompidas incomodam setores da própria esquerda moderada.
    (…)”

    http://jornalggn.com.br/comment/230841#comment-230841

  76. Chesterton said

    esticou…esticou…que secaram as fontes de dólares. Socialismo vai até que acabe o dinheiro (dos outros).

  77. Elias said

    A mais recente pesquisa do Data Folha deixou de explicitar uma coisa: a oposição brasileira é burra ou debiloide?

    Caceta! O país açoitado pela crise econômica mundial; o estouro do mensalão na antevéspera da eleição… Tudo junto…

    E, nem assim, a oposição consegue tirar o pé da m…

    Agora, parece que os carinhas estão apostando todas as fichas na crise da Venezuela.

    Vai ver, estão esperando que o Maduro caia de podre (de maduro ele já passou, né?), e que isso melhore o desempenho eleitoral da sopa de letras com que pretendem disputar as presidenciais deste ano.

    É como esperar que uma nevasca no Canadá baixe a temperatura no Raso da Catarina…

    Mas, porém, todavia, contudo, entretanto, no entanto, se estamos tratando de burros e/ou debiloides… Vale tudo!

  78. Chesterton said

    social-democracia

    A sua origem é o tronco marxista, de onde derivou em finais do século XIX, quando alguns partidos se desligaram da ideologia de Marx e assumiram uma orientação política própria de transformação e reforma da sociedade. O primeiro grande ideólogo foi Eduard Bernstein (1850-1932), um antigo discípulo de Marx e Engels, depois líder do Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD). Reconhecendo o erro do marxismo na análise das sociedades capitalistas e do seu projeto de transformação das mesmas, discordando da inevitabilidade histórica das revoluções e até da sua ocorrência, Bernstein afastou-se, a partir de 1897, do Marxismo, plasmamdo as suas ideias em artigos. Discordava da ideia da miséria operária nas economias capitalistas mais avançadas, bem como da diluição da classe média no operariado, que considerava que podia beneficiar da riqueza dos capitalistas por via do consumo de produtos gerados pelo crescimento da produção em massa. O desenvolvimento do capitalismo era pois passível de criar qualidade de vida na população trabalhadora e não necessariamente de a atirar para a pobreza.

    http://www.infopedia.pt/$social-democracia;jsessionid=W1hT6OfPL1e+Px4-wM1mfA__

    chest- é, Pax. Você deve voltar para a escola….

  79. Chesterton said

    A major non-Marxian influence on social democracy came from the British Fabian Society founded in 1884 by Frank Podmore that emphasized the need for a gradualist evolutionary and reformist approach to the achievement of socialism.[13]

    http://en.wikipedia.org/wiki/Social_democracy

  80. Chesterton said

  81. Pedro said

    Patriarca fantasiando que foi estuprado pelo Barbosão……..huuuummmm .

    Vendo a foto que o Chesterton postou no # 29, acho que o Maduro também está louco pra ser estuprado.
    O Maduro é fruta………faz sentido. :-)

  82. Elias said

    Zbigniew,
    A maior parte dos articulistas que deita sapiência sobre a Venezuela, só tomou conhecimento daquela parte do mundo depois que Chavez assumiu o poder… E, assim mesmo, só lembrou daquela parte do mundo, quando viu nisso uma chance pra esculhambar com o Chavez, né?

    O que era a Venezuela antes do Chavez? Petróleo, riqueza pra uma escassa minoria e miséria pro resto. Péssima distribuição de renda… Favela, doença e pobreza absoluta pra tudo que é lado.

    E o que é a Venezuela depois do Chavez? A lesma lerda! Petróleo, riqueza pra uma escassa minoria e miséria pro resto. Péssima distribuição de renda… Favela, doença e pobreza absoluta pra tudo que é lado.

    Com seu porrilhão de defeitos, Chavez até que tentou fazer alguma coisa pra reduzir a miséria.

    Mas, se quisermos ser honestos com o cara, teremos que dar um bom desconto: o “redistributivismo” de Chavez era 80% discurso e 20% resultado concreto. Tanto que a pirâmide social venezuelana praticamente não se alterou, durante o longo tempo em que Chavez permaneceu atracado ao poder (no Brasil, em menos tempo, e com bem menos poderes, Lula conseguiu muito mais). O miserê continuou praticamente o mesmo, naquele nosso vizinho.

    Acontece que Chavez era um caudilho. Tinha carisma. Era idolatrado pelas massas…. Aquele tipo de político que, quando acerta, é endeusado, e, quando erra, as massas dizem: “coitadinho, ele errou tentando acertar…” E continua popularíssimo! Nasce um desse tipo pra cada um milhão que tenta ser assim e não consegue…

    É isso que Maduro não tem. Carisma. Popularidade. Por isso, teria que apresentar resultados concretos, e rapidamente. Não apresentou. Vai ter que pagar a prenda…

    Pra Maduro se manter no poder — e, ainda assim, despencantemente — sem apresentar resultados concretos na economia, no combate à miséria, etc., ele teria que estabelecer mecanismos pra purgar a pressão social. Ou seja, teria que flexibilizar a estrutura autoritária que recebeu de Chavez. No mínimo, teria que partir pra uma “distensão”, tipo Geisel, ou, ainda melhor, pra uma “abertura”, tipo Figueiredo. Aí provavelmente ele seria tolerado, ou até — quem sabe? — se tornaria popular, a depender de como conseguisse gerenciar o desmonte do sistema chavizta.

    Nem sei dizer se ele tentou algo parecido. À primeira vista, parece que não. Consequentemente, não se segura. Vai cair. De um jeito ou de outro, agora ou daqui a mais um tempinho… Mas vai cair. Se apelar pra força, será pior…

    Minha dúvida é se a queda de Maduro vai beneficiar a direita (que tá que tá… Feito jacaré no meio de uma pescaria de bagre…), ou se virá um negócio mais amplo.

    Claro que a direita venezuelana tentará faturar, mas acho que não será tão fácil assim.

    Dificilmente o pessoal que está nas ruas vai tolerar a substituição de um regime autoritário de esquerda por uma ditadura de direita… Até porque, pra quem é tiranizado, pouca diferença faz se a ditadura é de esquerda ou de direita…

    De qualquer modo, uma guinada da Venezuela pra direita, vai repercutir — se repercutir! — no Equador e na Colômbia, que, convenhamos…

    Daí pra baixo, até os confins da Patagônia, vai continuar a ser recitado o catecismo que for homologado por um certo grandalhão, que fala uma língua esquisitíssima, chamada português…

  83. Chesterton said

    MONDAY, FEBRUARY 24, 2014

    Governo Dilma Financia o Caos e Violência com Dinheiro Público
    Evento do MST é financiado com dinheiro público da Caixa e do BNDES, diz jornal. BNDES doou R$ 350 mil e Caixa liberou R$ 200 mil para mostra. Congresso do grupo terminou em tumulto e quebra-quebra
    POSTED BY SELVA BRASILIS AT 2:37 PM

    http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/marcha-do-mst-e-financiada-com-dinheiro-publico-da-caixa-e-do-bndes

  84. Pax said

    Caro Chesterton, velho e bom Chesterton, rabugento, de uma vez por todas e pra ficares satisfeito:

    Eu quero o socialismo comunista e totalitário igualzinho tem na Noruega, Finlândia, Suécia, Dinamarca etc.

    Tá bom assim?

    Vá estudar, Chesterton, velho e bom Chesterton.

  85. Chesterton said

    Pax, você sabe de ouvir falar, nunca leu porra nenhuma.

  86. Pax said

    =)

  87. Pax said

    O caro Elias em #82 me faz pensar que ele pensa como eu a situação da Venezuela.

    Assim não dá.

    Mude logo de opinião, caro Elias !

    =)

  88. Pax said

    O caro Chesterton é um estudioso. Estuda filosofia com Olavo de Carvalho e Pondé, mas seu ídolo mesmo é o Lobão.

    Melhor eu ficar quieto na minha ignorância.

    =)

    O caro Chesterton acha que comem criancinhas na Noruega, que tem comunista implantando míssel atômico nos submarinos do lago Titicaca e pensa que…. peraí que ele vai ler o titio da Veja pra saber o que pensa mesmo.

    =)

    (hoje, sei lá porquê, tô de bom humor…. vou esperar que passe, isso não tem nada a ver comigo quando penso política e ética)

    =)

  89. Zbigniew said

    Elias,

    talvez a “distensão” da qual aludes devesse ter os contornos do pragmatismo típico do lulismo. Todos deveriam sair ganhando, e assim esvaziaria-se o discurso da oposição. Vejam a nossa, aqui por essas bandas. Aécio; Dudu amuletado com a Marina; qual outro nome?! Difícil!

    À falta de uma política nesses moldes, em particular porque a situação no país vizinho é bem diferente da brasileira, Chavez conseguiu ser um fenômeno de massas (pobres e desvalidos) em cima de extensas jazidas de petróleo e às turras com uma oposição conflagrada (representando a parcela CANSEI da Venezuela), apoiada por interesses externos (seja lá como isso esteja ocorrendo, mas que está, está). Com sua morte o Maduro assumiu e, sim, não tem o carisma do anterior e, você tem toda razão, não foi capaz, assim como o governo anterior, de estabilizar a economia daquele país.

    Vai acontecer o que aconteceu com o Yanucovich na Ucrânia? Não sabemos e… não queremos. Entretanto a Venezuela é um parceiro importante do Mercosul e Unasul, e, certamente, o grandalhão que fala português não vai querer uma conflagração que prejudique o grupo. Interessante como certas estratégias podem ser percebidas quando observamos a questão de um mercado comum no sul, a desestabilização paraguaia, agora a Venezuela e os reiterados elogios ao México e a Aliança para o Pacífico, sem falar no Nafta.

    Acredito que o tom mais moderado assumido pelo governo Maduro nos últimos dias já é fruto de tratativas de bastidores que reúnem os atores sulamericanos de maior peso (Brasil e Argentina à frente). Não abrir frentes desnecessárias é um senso comum de uma boa estratégia, assim como diminuir o tom belicoso, mas isso nem sempre é possível. O momento é grave. No entanto, por uma visão otimista, devemos recordar que o Brasil e seus sócios têm se saído bem em situações sensíveis, como no caso da condução da questão paraguaia que, se num primeiro momento apresentou-se como um revés, a posteriori reverteu-se num benefício para o Mercosul, apressando a entrada da Venezuela no grupo, condição que vinha sendo constantemente adiada pela ação do parlamento paraguaio.

  90. Chesterton said

    Se você lesse saberia que existem os socialismos vegetarianos (os sociais-democratas) e os carnívoros (marxistas). Mas ainda assim socialismos. Mas isso é a óbvia realidade, não precisa apelar para Olavo de Carvalho nem para o Reinaldão.

  91. Pax said

    O Kotscho voltou! Oba.

    http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2014/02/24/tres-bons-motivos-para-lula-nao-ser-candidato/

    e ainda manda logo uma boa para os iludidos…

  92. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/02/1416821-governo-venezuelano-bloqueia-acesso-a-redes-sociais.shtml

  93. Chesterton said

  94. Elias said

    Pax, tu estás concordando comigo?

    Putz! Vou repensar… (Huá! Huá! Huá!…)

    Zbigniew,
    Não sei se o Maduro ainda tem tempo de restabelecer alguma coisa…

    Há pouco mais de 10 anos, durante o Fórum Social Pan-Amazônico, vi a força que Chavez tinha junto aos estudantes. Eram manifestações enormes pró Chavez, desmoralizando a campanha sistemática que a dita “grande” imprensa de lá movia contra o caudilho.

    Hoje…

    Uma coisa, pra mim, parece certa: o esquema de poder de Chavez só funcionou com ele, e só funcionaria com outro caudilho, que Maduro não sabe ser.

    A meu pensar, em vez de tentar ser o caudilho que nunca será, Maduro deveria tirar partido de não ser o caudilho que Chavez foi.

    Ele deveria costurar um acordo político para o desmonte da estrutura autoritária. Aí, entraria para a história como o homem que democratizou a Venezuela.

    Claro que não dá pra fazer isso sem abrir mão do poder, pelo menos como possibilidade. Ou seja, ele teria que se submeter ao jogo democrático: perdeu, cai fora!

    Uma complicação é que os conservadores da Venezuela fazem os do Brasil parecer noviças do Convento de Santa Catarina de Sena…

    A experiência da Venezuela é de que um governo democrático só se mantém se apoiado por um forte esquema militar. Era o caso do Chavez: de um lado, ele tinha o apoio quase que incondicional das massas; de outro, tinha o controle quase que total das forças armadas.

    Pelo que vi até aqui, Maduro não parece ter uma coisa nem outra.

    Falar nas forças armadas, é preciso lembrar, também, que boa parte dos militares venezuelanos têm uma forte repulsa à ala política mais conservadora. Pelo que sei, a maioria dos dos oficiais venezuelanos acha que a situação miserável em que se encontra a maior parte da população do país, se deve à desonestidade, à ganância e à insensibilidade social de suas elites econômicas.

    Se não fosse isso, creio que já teria havido golpe há muito tempo. O que não falta na Venezuela é “vivandeira de quartel”, como o falecido marechal Castelo Branco costumava se referir — com desdém! — àqueles políticos vira-latas que, nos anos 1950 e 1960, viviam lambendo coturnos, implorando por um golpe…

    Aqui no Brasil, acho que os sentimentos conservadores se dividem.

    De uma parte, tem aquele rebanho de sempre, que, vendo o herdeiro de Chavez se ferrando, torcem pra que ele despenque de vez, e, de preferência, seja substituído por uma ditadura de direita (evidentemente que em defesa da democracia). Pra todo lado que a gente anda, tem uma parte desse rebanho, balindo, mugindo e grunhindo as mesmas baboseiras de sempre…

    De outra, tem o pessoal que realmente conta e pesa na balança. Durante o primeiro mandato de Lula, as exportações do Brasil para a Venezuela simplesmente quadruplicaram. Chavez substituiu boa parte das importações dos EUA por produtos brasileiros. De lá pra cá, manteve-se uma permanente tendência ao crescimento. Para um monte de exportadores brasileiros, o pior que poderia acontecer, agora, seria a Venezuela trocar de bem com os EUA…

    Daí, talvez, a pressão para que Lula, Dilma, e sei lá quem mais, pelo menos tente botar panos quentes nos nossos vizinhos cabeças quentes…

  95. Guatambu said

    Se tem uma coisa que a direita brasileira deve morrer de vergonha é de ser absolutamente desorganizada.

    Várias teorias. A minha é que a direita, individualista que é, talvez tenha deixado esse elemento subir à cabeça a ponto de impedir a aproximação de pessoas para se organizar ou se mobilizar.

    O Elias faz, com razão, piada disso.

    Já vimos declarações de gente como a Marilena Chauí dizendo que a direita brasileira é a classe média, essa arrogante, asquerosa etc.

    Se for isso mesmo, a dúvida que fica é: se essa direita egoísta é composta de classe média, em quem ela irá votar, posto que o próprio governo do PT foi o responsável pela transformação da classe média em maior classe social do Brasil?

    Por enquanto as pesquisas mostram que a nova classe média é fiel a quem os “criou”: o PT.

    No entanto, a tendência parece apontar para a direção oposta… e aí?

  96. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/02/1416851-ordem-de-busca-e-captura-e-emitida-contra-presidente-deposto-da-ucrania.shtml

  97. Pax said

    Nosso magnífico ministro da Justiça avalia se o método Alckmin de inconstitucionalismos deve ser aplicado em outros estados.

    Impressionante. Agora deram de imitar descaradamente a direita mais deplorável.

    Caramba.

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    >

  98. Pax said

    Acabou meu bom humor.

    Enviado via iPhone

    >

  99. Chesterton said

    Is Sweden Socialist?

    26/10/2009
    The Rise and Fall of the ‘Swedish Model’

    Per Olsson, Rättvisepartiet Socialisterna (CWI in Sweden)

    Within the left internationally, the question often arises about the politics and economy of the Nordic states, particularly Sweden, and whether these societies represent a form of ‘socialism’ or an alternative to neo-liberal capitalism. Per Olsson of Rättvisepartiet Socialisterna (CWI in Sweden) dissects the ‘Swedish model’, or what is left of it.

    Is Sweden Socialist?

    “Sweden has always been a solid market economy”, states the present right-wing government on its website. And that is certainly true. Sweden has never been a socialist society – based on public ownership of production, workers’ control and management, social equality and a democratic plan of production. Neither has Sweden been a ‘mixed economy’ or provided a ‘third way’ – an alternative to both capitalism and socialism, if such a thing were possible.

    However, in the 1960s and in the early 1970s, thanks to the worldwide capitalist boom and a working class movement at home, a welfare system was created that became a model for the rest of the world. Universal welfare financed by public means (through taxation) provided a highly developed education system, world class healthcare, pensions, a childcare system second to none, and numerous other social benefits and insurance cover. The ‘welfare state’ and the social harmony that existed in those days became known as the “Swedish model”, although that term already entered circulation in the 1930s.

    But this Swedish model ceased to exist long time ago. “It is a long way from the halcyon days of the 1970s, when the ‘Swedish model’ of cradle-to-grave welfare for all was held up to the world as an example of modernity and progress”, reported CNN almost triumphally in 2003.

    Nowadays, most capitalist commentators point to a ‘new Swedish model’ of privatisation, deregulation and other market orientated “reforms”. They also point to the way Sweden supposedly managed its banking crisis in the beginning of the 1990s. In short, the present Swedish model reads as a capitalist success story to show that neo-liberalism ‘works’.

    “To speak of Sweden as socialist today is pretty far off the mark. Neo-liberal reforms have gone much further here in some sectors than in the US. Sweden has become a sort of laboratory for privatization”, commented Brian Palmer, a professor of anthropology at Sweden’s Uppsala University. Olle Wästberg, a liberal and the former Consul-General to New York, boasted that: “In many fields, we [Sweden] have more private ownership compared to other European countries, and to America. About 80 percent of all new schools are privately run, as are the railroads and the subway system.”

    The end of the post-war boom in the mid 1970s marked the end of the old Swedish model, but even some years before that the economy entered a phase of stagnation. However, Swedish capitalism benefited enormously from the fact that the country’s productive forces were intact at the end of the World War II – Sweden was not occupied during the war and claimed to be neutral. The capitalists made huge wartime profits, fraternising from the start with Nazi Germany. For many years Germany was the country’s main export market – iron ore and roller bearings made in Sweden were essential for Hitler’s war machine. But when it became obvious the Nazis were going to be defeated, Swedish capitalism turned towards the Allied countries to sell goods, and for protection against the rapidly advancing Stalinist Russia.

    When the war ended there was an enormous worldwide demand for goods – such as steel, iron ore, timber and so on – that Swedish companies could sell at a good profit. At the beginning of the 1950s, Sweden was by far the richest country in Europe.

    During this ‘golden age’ of capitalism 1950-75, when world production and markets were growing at an unparalleled rate, the Swedish economy developed at a rate of 4 percent annually. However, long before the world upswing exhausted itself, Swedish capitalism began to stagnate, while other capitalist countries were catching up or outstripping it. Sweden’s share of the world market began to decrease after 1965.

    The 1970s were a decade of relatively slow growth compared to Sweden’s main capitalist competitors, and a chain of industrial crises. The Swedish shipyard industry, the second largest in the world in 1975, collapsed in the following years, as did the textile industry. Throughout the 1970s, Sweden experienced for the first time in decades a lower annual growth rate than the rest of Western Europe.

    Despite this, the ‘welfare state’ continued to expand in the 1970s. There were many reasons for this: the re-awakening of workers’ struggle, the weight of the labour movement within society, and the process of political radicalisation that set in after France 1968. A big influx of women workers into the workforce vitalised and strengthened the labour movement. In fact the ‘welfare state’ reached its peak in those years. The capitalists were forced to accept reforms in the workplace that gave more rights to the trade unions, for example the Law on Cooperative Decision Making (MBL in Swedish) and Working Environment Law, a new Employment Protection Law, etc. Furthermore, a public childcare system was built up and a progressive Parental Leave Act was implemented.

    Even at this time, however, there were many signs that the capitalist class thought they had given too many concessions and that the clock had to be turned back. The era of social peace was over; there was no longer a material – economic – basis for classical reformism and class collaboration, although the labour leaders still clung to this illusion and the dream of ‘capitalism with a human face’. In 1980, the ruling class tried to draw the line, organising a massive lockout which was followed by strikes by the workers, but this capitalist offensive failed. After being defeated on the industrial arena, the ruling class turned to the political arena. The capitalists and the organisations of the petit bourgeoisie, with the support of the traditional right-wing parties, launched a vicious campaign against the so-called Wage Earners’ Fund. This, in reality harmless idea, had been proposed by the trade union federation, LO, already in 1976 as an attempt to get influence in the running of companies through buying shares. The original proposal of the LO was watered down several times, but the Swedish capitalists campaigned not against the Wage Earners’ Fund as such, but against the general idea of socialism. The counter-offensive by ruling class paid off – the social democrats and the LO leadership gave in, again showing that their intention has never been to really challenge capitalism and its private ownership over the means of production and distribution.

    Likewise, what is sometimes called the ‘mixed economy’ in Sweden was never a mix of public and privately owned companies. In fact, Sweden’s state sector was smaller than in many other countries and the role this state sector played was to provide cheap energy, infrastructure, and research and development (R&D) to the big monopolies that dominate the economy, while the welfare system and social democratic governments would guarantee the necessary political and social stability for capitalist expansion.

    The concentration and centralisation of capital probably went further in Sweden than in most other advanced capitalist countries. “It’s a family business that dominates its country’s business sector with some of Europe’s biggest in its stable…”, wrote the Financial Times (July 12, 2004) in an article about the Wallenberg family and its empire. According to he same article: “No other family dominates the business sector of a developed country in the way that the Wallenberg hold sway in Sweden.” And “Wallenberg dominance of corporate Sweden has been helped by successive social democratic governments.” At one stage, the Wallenberg family controlled almost 40 percent of the shares traded on the Stockholm (Sweden) stock exchange.

    Even Peter Stein, an extreme neo-liberal Swedish economist, admits that “Although nationalisation was a point of principle in the social democrat’s programme it was never implemented. Until 1970 government controlled manufacturing accounted for 5 percent of the total. State ownership and management where they existed were guided by professional ethics and not hampered by political considerations”. (Peter Stein: Sweden: From capitalist Success to Welfare – State Sclerosis, September 10, 1991).

    Nationalisation was never “a principle”. Social democracy ruled the country for almost 40 years concurrently – from the 1930s to 1976 – and during this time hardly nationalised any industry. And the few state-owned companies that do exist are mirror images of privately owned companies, and that is how social democracy and the trade union leaders want things to stay.

    The trade union representatives on the boards of companies act as the defenders of shareholders, not the workers. Being in the boardroom has been a doorway to an extra income for the trade union leaders, and without any democratic control from below, or alternative to capitalism, the trade union representatives have almost always sided with the bosses. Recent examples illustrates this. Olle Ludvigsson, from the Metalworkers’ union, who has been the employees’ representative on the board of Volvo since 1998, even voted for a big increase in dividends in 2009 at the same time as the company sacked thousands of workers. The LO chairperson Wanja Lundby-Wedin voted yes to a generous retirement package for the head of the “pensions company” AMF. The very same AMF lowered its pension payouts to existing pensioners as a result of huge losses in its equity holdings. When this became public knowledge in Spring of 2009, a poll showed that 90 percent wanted Lundby-Wedin to step down as LO chief. Sitting on several company boards gave her an extra half million krona each year.

    In terms of membership, influence and weight in society, the Swedish labour movement was one of the world’s strongest, if not the strongest. At one stage more than 85 percent of the total labour force was organised. The peak year was 1986, with 86 percent. Since then the rate of unionization has fallen, particularly after 2006. It now stands at 71 percent and is heading towards 61 percent by 2025, if the present trend is not reversed.

    During the ‘golden age’ of capitalism the trade unions could deliver steadily increasing wages and there were jobs for all. In that period, class collaboration became the norm; the employers, the LO leadership and the social democratic government worked almost in tandem to advance growth. Collective bargaining was the cornerstone that, “developed into a system of centrally co-ordinated wage bargaining procedures. From the 1950s to the 1980s wage bargaining in Sweden was a question for LO and its counterpart at the time, SAF (the Swedish Employers’ Confederation). It was up to the national unions to adapt the generally set wage framework to their respective sectors of the labour market”, as the LO wrote in a short pamphlet.

    Since then, wage formation as it called in Sweden, has changed. Today, each national union negotiates directly with their counterparts on the employers’ side, and the agreement they sign only guarantees, at best, a minimum wage increase for the workers concerned – the final increase being decided at workplace level or in individual ‘negotiations’. By dissipating collective power, this de-centralisation and individualisation of wages has naturally not benefited workers.

    However, the wage agreement thus accepted is binding upon all workers. Since 1928 it is a criminal act to strike once an agreement – often for a period of two or three years duration – is signed. This in turn, means that the trade unions must pay huge fines (the sum has increased over the years), including their local organisations, if they go on strike or even give verbal support to a strike within the time frame of an existing agreement. Workers involved in a so called ‘wild cat’ strike not only run the risk of fines but also of being sacked. In short, while an agreement is in force there is a ban on strikes.

    Sweden’s labour laws have become more and more repressive over the last 20 years: higher fines, longer warnings in advance of strike action, compulsory meditation by a state body (the National Mediation Office) that has the legal power to postpone industrial action, and so on. All these measures were supported or introduced by the social democrats.

    Against the back drop of the Cold War, with its witch hunt against Communists and other left-wingers, almost all elements of workers’ democracy within the unions were erased in the period following the end of the World War II. The left was marginalised and silenced. The unions became extremely bureaucratised and centralised, ruled by well-paid full time officials (all card-carrying member of the social democratic party), without any channels for members to influence decisions and policies. Already in the 1950s the members lost the right to vote over national wage agreements, to elect trade union officials, while the period between congresses became longer and longer.

    For a long time, the Swedish social democrats, next to their Austrian sister party, was the European party with the highest ratio of members to votes in general elections. The party boasted 1.2 million members in the mid 1980s. This, in a country of just 8.3 million inhabitants (in 1985). Most of the members came from the local trade unions through the process of collective affiliation. However, once collective affiliation was abandoned in 1990, when the social democratic leadership began to refer to the trade unions as “one of several pressure groups”, the membership figure dropped dramatically. It was down to 260,000 already in 1991, and since then the party has lost nearly 10,000 members each year. If present trends continue there will be no members left in 15 years time!

    It was the social democratic government of the late 1980s that started what is known in Sweden as the “the system change” – the rolling back of public welfare combined with deregulation and privatisation. This right-wing turn was made possible due to several international och internal factors: 1) There was no left-wing or oppositional trend within the party that could challenge the new course after the expulsion of the Marxists (CWI members) in the early 1980s. After the expulsions, as we warned at the time, the rest of the left inside social democracy just caved in or moved to the right in search of “new ideas”, at the same time as the number of left-wing activists within the trade unions declined. 2) The stagnation of Swedish capitalism left no room for an expansion of welfare, instead capitalism demanded cuts in public spending and workers’ share of the economic cake. 3) The acceleration of globalisation and increased competition from abroad resulting in a new neo-liberal regime globally, after the failure of Keynesianism in the 1970s. 4) The collapse of the Stalinist states in 1989-1991 gave a further impetus to these trends, including the right-wing turn of social democracy, not only in Sweden. Welfare in Western Europe had also been implemented as a means of gaining social support for capitalism in its race against Stalinism in Russia and Eastern Europe. When Stalinism collapsed the capitalists became even more convinced that welfare was an unnecessary and costly “luxury” and that turning public services into private ones would open new profitable markets.

    In Sweden, the social democrats began the “system change” with deregulation of capital markets and the financial sector. The deregulation of the 1980s created an internal money market as well as an excessively rapid credit boom that fuelled speculation and bubbles (most of the money borrowed was used to buy property). The property bubble created was then followed by large capital outflows, loan losses and insolvent banks. Many banks collapsed and the state had to step in.

    Also in the 1980s less and less was spent for example on the health sector and its share of the GDP fell. “Another sequel is that during the 1980s the percentage of GNP spent on medical care in Sweden actually declined. Sweden was the only nation in the world where that had happened as of 1996”, wrote Andrew C Twaddle in his book “Health care reforms in Sweden 1980-1994”. The old meaning of the term reform was no more – from now on ‘reforms’ became counter-reforms. This was exemplified by the major tax reform, officially named the “tax reform of the century”, implemented in 1991. This so-called reform, jointly worked out by the social democrats in government and the bourgeois liberal People’s Party (Folkpartiet), ended what was left of progressive taxation. The “tax reform” lowered income taxes, particularly for the better off, while increasing sales tax to 23 percent and also rents. “The tax change was controversial because it was seen as a retreat from the ideal many Swedes cherish of creating an egalitarian society”, commented the New York Times (20 February 1990). This was a modest way to describe the scale of opposition and how ordinary people regarded this “reform”.

    This right-wing policy of the social democracy paved the way for a crushing election defeat in September 1991. This coincided with the most severe crisis for Swedish capitalism since the 1920-30s. All the main crisis measures adopted by the conservative government of 1991-1994 were supported by the social democratic party, including the beginning of selling out state-owned companies. However, the crisis got worse, and in November 1992 not even a hike in the central bank’s benchmark interest rates to 500 percent could stop the flight of speculative capital from the country. The government was forced to abandon the fixed exchange rate and carry out a devalutation. This was the dictatorship of the market. “The bank crisis was upon us. To prevent the system from collapsing, the central government was forced to rapidly intervene with a general, overall blanket guarantee that promised that all of the Swedish banks would meet all of their obligations, existing and future, towards all lenders.” (A speech delivered by the central bank deputy governor, Lars Nyberg , March 2006). Several banks were nationalised or compelled to ask for public money to stay afloat.

    The government spent four percent of gross domestic product, or at least 65-70 billion krona – 20 billion in today’s U.S. dollars according to the New York Times – to save the banks. A budget surplus in 1990-91 was turned into a budget deficit of 10 percent of GDP in 1993-94 and gross public debt jumped from 43 percent of GDP in 1990 to 78 percent in 1994. However, when the social democrats returned to power in 1994, the debts and fiscal deficits became an excuse for a savage programme of spending cuts, tax increases and market orientated reforms. This programme was in main supported by the Left Party (the former Communist Party).

    For working class people the crisis certainly was not over. Economic growth after 1994 was not followed by improving living conditions or job security, and did not even offer a pause in the neo-liberal attacks. Quite the opposite.

    “The 1990s can be described as a decade of mass unemployment in Sweden. A considerable part of the population was affected by unemployment at some point in the course of the decade. As many as 1.8 million people – almost 40 percent of everyone aged between 18 and 60 in 1990 – was registered as a jobseeker at some time”, stated the Welfare Commission.

    The number of workers on permanent contracts decreased during the 1990s from 3.6 million to just over 3 million, while the number of temporary workers went up from 400,000 to 520,000 (15 percent of the employed). Despite years of economic growth unemployment stood at 5.6 percent in 1999, compared to 1.7 percent in 1990. Sweden found itself miles away from the social democrats’ old aim of “Jobs for all”. In fact that slogan was dropped at that time. The social democratic government elected in 1994 went even further than its predecessor made up of the traditional bourgeois parties.

    It made cuts in child allowances – for the first time ever the real value of this benefit was cut. Unemployment benefits was cut to 75 percent of income in 1996, down from 90 percent before 1993. However, because of the ceiling that exists in unemployment insurance – the maximum sum payable – fewer and fewer workers got 75 percent. Due to these changes, in 1992-97 the average unemployment benefit level fell from 81.3 to 70.5 percent of wages. (After the present governments’ cuts in unemployment benefit in 2006, average benefit level is down to 51 percent).

    Moreover, sick pay was cut, it became more difficult to receive housing allowances, and so on. Every aspect of the social security system was affected. These attacks provoked the biggest movement of protest for decades. The movement started with strikes and demonstrations by the school students. The struggle of the school students was initiated by the Elevkampanjen, a socialist youth movement set up by young CWI members in 1989-90. 45,000 school students in total, took part in the demonstrations and day of protest organized by Elevkampanjen in Spring 1995. The school students’ struggles were then followed by workers, unemployed, the sick, disabled and other groups hit by the government.

    “Sweden in revolt”, read a headline in one of the biggest newspapers (Expressen) in 1996. At the end of that year, Sweden came close witnessing to a political strike against the government. Before, many workers thought that maybe the social democrats had just lost their way; now they realised that the party had entered upon a completely new capitalist road of dismantling welfare and previous social gains.

    The social democratic Prime Minister even boasted that Sweden was setting a world record in spending cuts. The social democrats and their policy were praised by the IMF for example, which in 1999 wrote: “Fiscal adjustment has been dramatic since the implementation of the consolidation program in 1994. A combination of spending cuts and tax increases, augmented by reduced interest costs, produced a structural improvement amounting to 10 percent of GDP and led to a fiscal surplus of 2.2 percent in 1998…. Looking ahead, expenditure control is being reinforced by a comprehensive reform of the old-age pension system and supplemented by a nascent program of restructuring and privatizing public-sector enterprises..” (IMF on Sweden, September 2, 1999).

    The proportion of private sector employees involved in – privatised or subcontracted – municipal services more than doubled during the 1990s and has kept rising since. The state sector too experienced the same development. The number of state employees halved – from 400,000 in 1997 to 200,000 20 years later. State assets worth 116 billion krona (16.4 billion U.S. dollars) were sold by the social democratic governments that ruled from 1994 to 2006. In many aspects social democrat-ruled Sweden took the lead in implementing the “market reforms” and neo-liberal agenda of the European Union (EU).

    “Public services ‘produced’ by a non-public actor became increasingly common in childcare, education, child and youth social services, and care of the elderly. In 1996, Sweden deregulated its electricity sector, allowing private competition in distribution. Telecommunications, postal services and public transport were also deregulated. And state companies, including banks nationalised during the 1992-93 crisis were sold off, after their losses had been passed over to the public sector.

    “Another area in which Sweden has led the way is in pension reforms… With the implementation of the premium-reserve pension reform of 1998, a system was created that indeed is not guaranteed to result in high pensions for pension savers.” (Sweden in Europe, speech deliver by the deputy central bank governor Lars Nyberg in 2003). This so called pension reform – privatisation of pension savings and lower pensions – caused revolt in the rest of Europe when those governments were trying to copy it.

    Nor did the social democrats reverse the so-called the school choice system introduced by their rivals in 1992, which has paved the way for an upsurge in private schools. In 1991, the share of secondary pupils in privately run schools was 1.5 percent – today’s figure is 17 percent. In the 1990s, the health sector too was opened to private alternatives. The taxes paid in Sweden should entitle citizens to social security, healthcare and so on. But that is only on Paper. In addition to taxes you must also pay fees when visiting a doctor, for being hospitalised, and so on – fees that have increased over the years. It now costs 140 krona (20 U.S. dollars) to visit a doctor in Stockholm, and 300 krona (more than 40 U.S. dollars) to see a specialist. A visit to the dentist costs a fortune, usually more than 600 krona (85 U.S. dollars) for a check up, while a simple filling costs more. 850,000 Swedes can no longer afford to see a dentist, according to a recent study.

    Thanks to the ‘lesser evil’ factor, the social democrats were able to stay in power after the elections of 1998 and 2002. Workers voted against the traditional right-wing parties, rather than in favour of social democracy. The party does not enjoy the same firm support as before, and its share of votes has been in sharp decline since 1994. In the last election, in 2006, the party scored its worse result since 1921, the year the right to vote was introduced for both men and women. It was an electoral disaster forcing the leader, Persson, to resign.

    The party changed leadership, but the policy stayed the same. In some respects the social democrats have moved further to the right since their defeat in 2006, with the new leaders emphasising the need to win middle-class votes in the big cities.

    The present right-wing government, elected in 2006, began its term of office with drastic cuts in unemployment benefit and social insurance with the aim of creating a low-paid labour market. This in turn made the situation even worse when the global capitalist crisis set in. Never in modern history has Sweden entered a crisis with such gaping holes in its social safety net.

    This government also wants to sell out almost all the remaining state-owned companies and open all public sector activity to “competition” and potential takeovers by private companies. Because Swedish workers are less protected than before – more people than ever lack for example unemployment insurance – the present economic crisis is rapidly turning into a social crisis. Over the last twelve months unemployment has soared from 5.9 percent to 8.3 percent and is set to reach 12 percent in 2011.

    It is easy in Sweden to dismiss permanent workers. The bosses just have to claim lack of work to revoke job contracts. This explains why unemployment is rising faster in Sweden than in many other countries while youth unemployment, close to 30 percent, is amongst the highest in Europe.

    The social democrats, Left Party, and the Greens recently formed an alliance called the Red-Greens, but this alliance is neither red nor green. The social democrats and the trade union movement in Sweden are facing a historic crisis. They have lost roots, influence and support, with no prospect of regaining their old ground as their policy and methods mean further attacks on what is left of the general welfare system. The social democratic party has become an empty shell. The new party leader, Mona Sahlin, once said that “Sometimes I fell I’m the youngest member, and I’m 53”.

    The task facing genuine socialists in Sweden and other countries as well, is to rebuild the workers’ movement on socialist lines – to build a new mass socialist workers’ party and transform the trade unions into democratic and fighting organisations. The key lesson that has to be drawn from experiences in Sweden is that no social gain will last unless capitalism is overthrown. This is even more so in a period of crisis, when a revolutionary struggle is needed to win even the smallest concessions from the capitalist class and to save jobs. Therefore, with the basis for social reforms within capitalism having been eroded, the only way forward is a struggle for socialism and a democratically planned economy.

    http://www.socialistworld.net/doc/3752

  100. Chesterton said

    pro Elias

    Hoje a Folha de São Paulo publicou uma reportagem baseada em nada, dizendo que Lula tem criticado Dilma para pessoas não identificadas. Puro factóide. Lula não manda nada. Lula não apita nada. Mas sempre existem lacaios para darem a ele um poder que não tem mais. Agora vejam como o repórter da Folha trata o tema, lá em Bruxelas. Vejam em vermelho. Não há fonte. Não há confirmação. É uma não notícia em busca de uma declaração que a alimente. Alguém imagina Dilma sendo deposta por Lula na convenção do PT? Só mesmo no Brasil, onde a imbecilidade jornalística sempre prospera… Lula assumiu compromisso público com a reeleição de Dilma. Não tem volta. A não ser que Dilma renuncie. Alguém acredita que depois de quatro anos pífios, a “presidenta” entregará seu nome para o lixo da História? Dilma descolou de Lula. Tem a máquina na mão. Faz o que bem entende. Por isso, a choradeira de Lula.

    http://coturnonoturno.blogspot.com.br/2014/02/lula-nao-manda-mais-nada.html

  101. Chesterton said

    O BNDES daqui a pouco vira caso de polícia, e não mais de política. O que o PT fez com o banco é da ordem do horror. Vale lembrar que seu quadro técnico sempre foi um dos melhores do setor público, blindado historicamente da politicagem. Isso até os petistas vislumbrarem, ali, uma fonte de recursos quase infindável para suas estripulias.

    O banco virou hospital de empresas, instrumento de malabarismo contábil para o governo maquiar contas públicas, transferência de renda de trabalhadores de classe média para ricos empresários (Bolsa Empresário), instrumento de seleção dos “campeões nacionais” (Grupo X?), etc.

    E mais: foi também o grande veículo do empréstimo milionário para Cuba, repleto de sigilo. É isso que agora um senador tucano, dos poucos que fazem oposição de fato, quer investigar:

    O senador Alvaro Dias (PSDB/PR) entregou, nesta segunda-feira, ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, um mandado de segurança contra a presidente da República, Dilma Roussef; o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges Lemos; e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, por “ato atentatório à moralidade e transparência pública” em relação a não divulgação dos empréstimos secretos do BNDES a países como Cuba e Angola.

    O mandado tenta reverter uma medida do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, que em junho de 2012 tornou secretos os documentos que tratam de financiamentos do Brasil aos governos de Cuba e de Angola. A determinação foi assinada um mês depois da entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação. Com isso, esses documentos só poderão ser revelados em 2027.

    Enquanto o BNDES se preocupa em manter sigiloso um mais que estranho e suspeito contrato com a ditadura cubana, resolve, aqui no Brasil, liberar verba para invasores de terra do MST, os mesmos que há poucos dias resolveram tocar o terror em Brasília para ganhar, como prêmio pelas dezenas de policiais feridos, uma reunião com a presidente Dilma:

    A Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fecharam contratos sem licitação nos valores de 200.000 reais e 350.000 reais, respectivamente, com entidade ligada ao Movimento dos Sem Terra para evento realizado no 6.º Congresso Nacional do MST. O evento aconteceu há duas semanas e terminou em confronto com a Polícia Militar na Praça dos Três Poderes, em Brasília. No quebra-quebra, 32 pessoas ficaram feridas, sendo trinta policiais. Na ocasião, membros do MST tentaram invadir o Supremo Tribunal Federal. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira pelo jornal O Estado de S.Paulo.

    A Associação Brasil Popular (Abrapo) recebeu os recursos para a Mostra Nacional de Cultura Camponesa, atividade que serviu de centro de gravidade para os integrantes do congresso do MST. As entidades têm relação próxima. Para se ter uma ideia, a conta corrente da Abrapo no Banco do Brasil aparece no site do MST como destino de depósito para quem deseja assinar publicações do movimento social, como o jornal Sem Terra.

    Então ficamos assim: o BNDES empresta nossos recursos escassos para a ditadura comunista de Cuba e para os criminosos socialistas do campo, sendo que, no primeiro caso, sequer aceita divulgar com transparência as condições contratuais.

    É o PT destruindo cada instituição herdada em nossa jovem República. O partido age feito cupim, corroendo as estruturas de dentro delas, até que reste somente pó e nada mais. Até quando?

    Rodrigo Constantino

  102. Patriarca da Paciência said

    “Eu acho que vocês podem tentar de todas as formas criar qualquer conflito, barulho ou ruído entre mim e o presidente Lula, que vocês não vão conseguir”, (Presidenta Dilma)

  103. Chesterton said

  104. c3c2 said

  105. Chesterton said

    Ou Privatizamos a Petrobras ou a Petrobras Privatiza o Brasil
    Você se lembra do sistema Telebrás? Na época em que as telecomunicações eram monopólio do governo 50% das localidades brasileiras não tinha telefone. Isto mesmo: metade das localidades brasileiras não era atendida por telefone algum. Hoje pode parecer estranho, mas em 1994 era assim. Telefone era coisa de luxo. Dois telefones era coisa de rico. Foi a privatização do sistema que tornou o telefone popular no Brasil.

    Telecomunicações era um setor estratégico diziam as vozes contrárias a privatização. Exatamente da mesma forma que as mentes contrárias a privatização da Petrobras argumentam hoje. Todos os argumentos usados contra a privatização da Telebras são usados contra a privatização da Petrobras. Tal como antes, todos estão igualmente errados. A Petrobras é uma fonte inesgotável de corrupção e de ineficiência, exatamente como o sistema Telebras o era no passado.

    Nada contra os funcionários da Petrobras. Mas, é evidente que a Petrobras esta sendo sucateada com finalidade política. Seus cargos de alta gerência são dados a companheiros, e não aos mais capazes. Suas escolhas de produção sao direcionadas para satisfazer acordos políticos, e não metas de eficiência. Enfim, toda a estrutura da Petrobras é utilizada como instrumento de barganha política, desde as peças de reposição das refinarias até a instalação de plataformas maritmas. Tudo segue o critério político.

    A balança comercial vai ficar muito negativa? Não tem problema, lance uma plataforma inacabada da Petrobras no mar e contabilize isso como exportação (mesmo que tal plataforma nunca venha a deixar o país). Precisamos financiar algum jornal amigo? Petrobras neles! Precisamos financiar algum blog de cumpadres? Petrobras neles! Precisamos arrumar verbas para algum movimento “social”? Petrobras neles! Evidente que uma companhia com esse tipo de gestão não pode ser eficiente.

    A magnitude dos valores transacionados pela Petrobras impressiona, o volume de recursos associado direta ou indiretamente a essa empresa é gigantesco. Evidente que isso é uma fonte valiosa de poder e corrupção para quem está a frente do governo. Privatizar a Petobras é uma garantia de tirarmos dos tiranos esse poder. Não é preciso ir longe para ver o perigo que a Petrobras estatal representa: a Venezuela com sua companhia estatal de petróleo é o exemplo mais óbvio de como os recursos do petróleo podem ser utilizados pelo governo para desestabilizar o jogo democrático.

    Ou o Brasil privatiza a Petrobras, tirando do governo essa fonte de poder, ou a Petrobras, tal como ocorreu com a PDVSA na Venezuela, privatiza o Brasil. Se não vendermos a Petrobras, em breve, o poder originado dessa companhia será o combustível que os inimigos da sociedade aberta utilizarão para se propagarem no poder.

    Tal como no passado a venda do sistema Telebras fez bem aos brasileiros (e mal aos políticos), a venda da Petrobras fará bem ao povo brasileiro (e mal aos políticos). Privatizar a Petrobras além das vantagens econômicas é também uma questão fundamental para preservarmos nossa liberdade.
    POSTADO POR ADOLFO SACHSIDA À

  106. Patriarca da Paciência said

    Caro Patriarca,

    “Estupro é corromper um país. Estupro é um lote de deputado e apaniguado político em posição de comando em estatal receber dinheiro vivo na boca do caixa…”

    O PT “corrompeu” o Brasil, caro Pax? Será que você acredita mesmo nesse conto do vigário ? Acho que nem criança acredita !

    Sobre os tais “parlamentares comprados, é bem isso aí, caro Pax, é o que venho dizendo faz muito tempo, ou seja, “os deputados “comprados” são os verdadeiros corruptos. Quem os “comprou” são “corruptores” Mas que raios de processo é esse que só arrola a menor parte dos réus? Eis aí um claro estupro jurídico! Os verdadeiros culpados sequer foram arrolados!

    “Estupro é roubar de trem e metrô e reclamar que o povo reclama de transporte público.”

    Outro claro estupro jurídico, o problema do Metrô é de 1998 ! Até hoje não está sequer em fase de autuação!

    Estupro, caro Patriarca, é estupro.

    Também acho, caro Pax e uma rosa, é uma rosa, é uma rosa!

    Outro tremendo estupro jurídico, as únicas “provas” contra o José Dirceu são as declarações do Bob Jeff, um magoado e ressentido que nunca poderia ser tomado como testemunha idônea !

    Genoíno assinou um contrato que foi liberado e pago! Que raios de crime é esse?

    A ex-mulher do José Dirceu conseguiu financiar um modesto apartamento. Que raios de crime é esse?

    A mulher de João Paulo sacou 50 mil na “boca do caixa” da Caixa. Que raios de crime é esse? É caso para o STF?

    “Azarado Boi Piranha Bode Expiratório” tem direito a ser julgado em 1ª Instância. Por que raios Pizzolato foi “julgado” no STF?

    E olha que eu sequer sou formado em Direito e não sou nenhum especialista da matéria.

  107. Patriarca da Paciência said

    A coisa mais ridícula que existe é atribuir a grande disseminação de celulares e smartphones ser obra da “privatização” do FHC. Este é um fenômeno que está ocorrendo no mundo todo, em qualquer país da América do Sul, da Ásia ou de qualquer outro lugar ! O que as “privatizações”, altamente suspeitas do Brasil, tem a ver com isso! Só louco para acreditar numa bobagem dessa!

  108. Patriarca da Paciência said

    ´Veja só o que eu encontrei, caro Pax,

    Com toda a sinceridade, eu ainda não tinha lido este artigo quando falei em estupro jurídico!

    Já tem muita gente pensando assim, inclusive os profissionais do Direito!

    “Transmissões ao vivo

    “O Brasil é o único país importante do mundo que transmite ao vivo as sessões de sua Suprema Corte. Nos Estados Unidos, por exemplo, só se divulga o resultado. Na Europa há uma série de restrições para coibir o sensacionalismo em torno dos julgamentos criminais”, lembra o advogado Luiz Fernando Pacheco. “Essa cobertura massiva do julgamento criminal influencia os próprios juízes e o resultado do julgamento.”

    “Julgar um processo criminal ouvindo ‘a voz das ruas’ é um ESTUPRO CONSTITUCIONAL, um ATENTADO À CONSTITUIÇÃO” à Constituição e ao Estado democrático de Direito”, diz Almeida Castro. “O processo criminal se faz com base em prova produzida, não em cima daquilo que a imprensa ou quem quer que seja está dizendo que é.”

    Na visão dele, diferentemente do Ministério Público, que tem “obrigação” de investigar as notícias divulgadas na mídia, o Judiciário não pode se manifestar de uma forma concreta com base em notas de jornal. “Principalmente restringindo direito de alguém, sem que se tenha uma investigação séria.”

    http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/02/alianca-da-midia-e-setores-do-judiciario-e-escandaloso-e-ameaca-direitos-3694.html

  109. Pax said

    Caramba, caro Patriarca,

    Você continua na mesma toada? Nem mesmo os réus condenados continuam defendendo o indefensável.

  110. Pax said

    O estrago que essa lei antiterrorismo fará ao governo não vai ser pequeno.

    Achismo meu.

    Anotem aí.

    Já o ministro Cardozo não fará. Fez, faz e continuará fazendo.

  111. Patriarca da Paciência said

    “O Judiciário hoje se encontra numa encruzilhada entre a origem aristocrática de um poder encastelado, que nasceu comprometido com a manutenção do status quo e, por outro lado, o que se tem chamado de ‘tentação populista’: dar respostas que agradem aos meios de comunicação de massa”, afirma o juiz da 43ª Vara Criminal do Rio de Janeiro Rubens Casara. “Existem alguns sintomas desse movimento em decisões recentes”, acrescenta o magistrado, membro da Associação Juízes para a Democracia.”

    Do link do comentário 108,

    Está vendo aí, caro Pax, foi um juiz que declarou !

    “Julgar um processo criminal ouvindo ‘a voz das ruas’ é um ESTUPRO CONSTITUCIONAL, um ATENTADO À CONSTITUIÇÃO” à Constituição e ao Estado democrático de Direito”, diz Almeida Castro. “O processo criminal se faz com base em prova produzida, não em cima daquilo que a imprensa ou quem quer que seja está dizendo que é.”

    Isto está acontecendo no presente, ainda não foi resolvido, José Dirceu tem seus direitos negados por causa de uma simples notinha de jornal !

    Onde já se viu uma coisa dessa?

  112. Patriarca da Paciência said

    Só para complementar, o artigo que postei é do dia 21/02/2014, como pode ser verificado!

  113. Patriarca da Paciência said

    “Embora venha sendo castigada pelo mercado financeiro, a Petrobras, comandada por Graça Foster, anunciou nesta terça-feira um número robusto: bateu o recorde produção no pré-sal, com 407 mil barris/dia; com novas plataformas, deve superar 1 milhão de barris já em 2017; no fim do dia, após o fechamento do mercado, estatal também anunciará seu lucro de 2014; tendência é que os que apostaram no fracasso da estatal e na tese de que o governo Dilma havia “quebrado a empresa” saiam frustrados; Petrobras mostra força e deve começar a reagir na Bovespa”.
    (blog 247)

    Mais uma vez as aves agourentas vão quebrar a cara!

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