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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Aécio Neves: aeroporto construído com dinheiro público em terras da família?

Posted by Pax em 21/07/2014

Reportagem da Folha de São Paulo indica que Aécio Neves construiu em seu segundo mandato como governador de MG um aeroporto nas terras de seu tio-avô.

A assessoria de sua campanha emitiu nota tentando se explicar. “é, só que não” diriam os jovens de hoje. A nota é risível, as desculpas parecem esfarrapadas.

Caso confiássemos plenamente em nosso poder de investigação, no Ministério Público e na nossa Justiça, teríamos a chance de enxergar o que há debaixo dessa poeira toda levantada na cabeceira dessas pistas.

As cavalgadas do candidato nas terras da família podem custar caro. Podem.

Caso entendêssemos que Justiça é igual para todos. Infelizmente não parece ser o que vivemos hoje em dia no Brasil. Muito infelizmente.

Obs.: A notícia da Folha afirma que o governo de MG, à época da gestão de Aécio Neves, construiu o aeroporto nas terras de seu parente, aqui a manchete: Governo de Minas fez aeroporto em terreno de tio de Aécio. Este blog coloca uma interrogação ao final do título do post esperando que holofotes esclareçam onde reside a verdade, haja vista o desmentido pouco convincente até o momento.

Governo de Minas fez aeroporto em terreno de tio de Aécio – Folha de São Paulo

LUCAS FERRAZ – Folha de São Paulo
ENVIADO ESPECIAL A CLÁUDIO (MG)

O governo de Minas Gerais gastou quase R$ 14 milhões para construir um aeroporto dentro de uma fazenda de um parente do senador tucano Aécio Neves, no fim do seu segundo mandato como governador do Estado.

Construído no município de Cláudio, a 150 km de Belo Horizonte, o aeroporto ficou pronto em outubro de 2010 e é administrado por familiares de Aécio, candidato do PSDB à Presidência.

A família de Múcio Guimarães Tolentino, 88, tio-avô do senador e ex-prefeito de Cláudio, guarda as chaves do portão do aeroporto. Para pousar ali, é preciso pedir autorização aos filhos de Múcio.

Segundo um deles, Fernando Tolentino, a pista recebe pelo menos um voo por semana, e seu primo Aécio Neves usa o aeroporto sempre que visita a cidade. O senador, sua mãe e suas irmãs são donos da Fazenda da Mata, a 6 km do aeroporto.

Dono do terreno onde o aeroporto foi construído e da fazenda Santa Izabel, ao lado da pista, Múcio é irmão da avó de Aécio, Risoleta Tolentino Neves (1917-2003), que foi casada por 47 anos com Tancredo Neves (1910-1985).

A pista tem 1 km e condições de receber aeronaves de pequeno e médio porte, com até 50 passageiros. O local não tem funcionários e sua operação é considerada irregular pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

A agência federal informou à Folha que ainda não recebeu do governo estadual todos os documentos necessários para a homologação do aeroporto, procedimento exigido por lei para que ele seja aberto ao público.

Sem se identificar como jornalista, o repórter da Folha procurou a Prefeitura de Cláudio na última semana como uma pessoa interessada em usar o aeroporto da cidade.

O chefe de gabinete do prefeito, José Vicente de Barros, disse que Múcio Tolentino deveria ser procurado. “O aeroporto é do Estado, mas fica no terreno dele”, afirmou. “É Múcio quem tem a chave.”

Indicado por Barros, Fernando Tolentino logo se prontificou a abrir o portão do local. “Ele fica dentro da nossa fazenda”, disse. “O aeroporto está no final do processo, mas, para todos os efeitos, ainda é nosso.”

Indagado se seria necessário pagar pelo uso do espaço, Fernando respondeu: “Não, o trem é público, vai cobrar como?” Segundo ele, Aécio visita a fazenda da família em Cláudio “seis ou sete vezes” por ano e vai sempre de avião.

Procurado posteriormente pela Folha, ele negou administrar o aeroporto: “Não tenho nada a ver com isso”. Indagado sobre a frequência das visitas à cidade e o uso do aeroporto, Aécio não respondeu. (continua na Folha…)

A Nota da Assessoria da Coligação Muda Brasil: Fonte – Folha de São Paulo

Com relação à reportagem “Governo de Minas fez aeroporto em terra de tio de Aécio”, publicada na edição de ontem, a Coligação Muda Brasil lamenta os equívocos contidos no texto e esclarece:

1 Não foi feita nenhuma obra na fazenda de familiares. A área em que foi construído o aeroporto de Cláudio pertence ao Estado.

2 Em sua gestão como governador de Minas Gerais, Aécio Neves não construiu um novo aeroporto na cidade de Cláudio. Como parte do programa Pro-Aéreo, que garantiu investimentos nos aeroportos do Estado, o governo de Minas investiu na melhoria das condições da pista de pouso já existente no local. A pista fica em área pública, desapropriada antes da licitação das obras.

3 A documentação para homologação do aeroporto foi enviada à Anac em 22 de julho de 2011. Assim como vários outros aeroportos no Estado, aguarda a conclusão do processo. Em maio de 2014, foi assinado convênio entre a Secretaria Nacional da Aviação Civil e o governo de Minas para a operação do aeroporto.

4 Não houve nenhum tipo de favorecimento, como insinua a reportagem. Tanto que o antigo proprietário da área não concordou com a desapropriação e contesta suas bases na Justiça. Até hoje ele não recebeu nenhum centavo.

5 Todas as atitudes do governo de Minas Gerais referentes ao aeroporto de Cláudio se deram dentro da mais absoluta transparência e lisura.

Otávio Cabral, assessor de imprensa da Coligação Muda Brasil

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566 Respostas to “Aécio Neves: aeroporto construído com dinheiro público em terras da família?”

  1. Patriarca da Paciência said

    Complementando o post:

    “Possível ação judicial por improbidade administrativa contra o presidenciável tucano é baseada em reportagem da “Folha de S. Paulo” do último domingo que atribui a Aécio Neves gasto de quase R$ 14 milhões, então como governador de Minas, em aeroporto construído em propriedade de um tio; o presidente do PT, Rui Falcão, diz que Aécio usou o governo como extensão de suas propriedades, já para o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, caso mostra hipocrisia do PSDB; Aécio nega irregularidade e diz que terreno foi desapropriado; denúncia virou alvo do Ministério Público de Minas Gerais e oposição no Estado já fala em CPI.”
    (blog 247)

    Pois é, o Aécio ficou muito tempo atirando pedras nas vidraças do outros.

    Vamos ver agora como ele se sai quando “os outros” estão atirando pedras na nas vidraças dele.

    Finalmente o PT acordou e parou com a história de ser bonzinho e tolerante.

    Como dizia minha mãe, “cuspa para cima e o cuspe cai no teu próprio rosto”.

  2. Guatambu said

    Isso é realmente uma pedrada na candidatura do Aécio.

    Ele se manifestou dizendo não ser verdade, mas pelo que eu li a resposta foi meio enrolada.

    Vamos ver, só fico chateado porque eu acho que o poder no Brasil deveria trocar de mãos nessas eleições.

    Ainda temos o Campos….

  3. Pax said

    Em outras palavras, caro Patriarca, inaugurada a campanha eleitoral do meu corrupto é melhor que o teu.

    Dilma, por enquanto, não parece ter nada familiar a dever.

    Vejamos o que a campanha de Aécio vai descobrir, ou inventar.

    Fosse Lula o candidato… mas, deixa pra lá, quem faz notícia não é o blog, aqui só se coleciona e se comenta.

  4. Pax said

    Caro Guatambu,

    Também achei a explicação um tanto furada. É, mas não é, o titio vende, mas recorre, mas continua com a chave, o prefeito diz que é dele, a campanha nega, a poeira sobe e a gente fica com a pulga atrás da orelha. Como disse acima, mantenho a interrogação para que todo direito de defesa seja amplamente utilizado, mas…

    E tem as histórias das cavalgadas, das vendas de sentenças apontadas pelo Idelber que não prega prego sem muita estopa, enfim…

    Talvez FHC se arrependa um bocado. Talvez.

    O tiroteio apenas começa.

    E fica cada vez mais evidente que o poder, no Brasil, virou um lixo que parece não ter fim.

    Muito triste isso tudo.

    (Globo e Estadão continuam calado, até onde vi…)

  5. Patriarca da Paciência said

    “Em outras palavras, caro Patriarca, inaugurada a campanha eleitoral do meu corrupto é melhor que o teu.”

    Caro Pax,

    Nada foi provado de corrupção contra a Dilma, até hoje e a Dilma e o PT tem muito a apresentar.

    98% de crianças em sala de aula.

    40 milhões saíram da miséria extrema, ou seja, deixaram de ser os “concorrentes” ideais para os “liberais”.

    40 milhões entraram para a classe média, o que é um bom caminho para a social democracia, assim como as crianças em sala de aula.

    A inflação manteve-se baixa, bem abaixo dos governos PSDB.

    Não houve recessão, ao contrário da Europa.

    O pleno emprego continua.

    Sinceramente, a Dilma vai ter muito, muito mesmo o que apresentar. A oposição, pelo jeito, ficará mesmo só “chafurdando lixo”.

  6. Chesterton said

    como o populismo dilmista f.o.d.e com o pobre

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elenalandau/2014/07/1488829-pela-culatra.shtml

  7. Chesterton said

    Aecio desapropriou a pista e o tio entrou na justiça contra desapropriação.

    O pessoal da Falha de São Paulo acusa que esta denuncia fraca é só para ter pretexto de lançar uma denúncia pesada contra Dilma nas próximas semanas.

  8. Guatambu said

    Chesterton,

    Interessante a análise da Elena.

  9. Chesterton said

    sempre que alguem se propõe a prejudicar o rico para ajudaro pobre o pobre sai com a b.u.n.d.a assada.

  10. Patriarca da Paciência said

    “O pessoal da Falha de São Paulo acusa que esta denuncia fraca é só para ter pretexto de lançar uma denúncia pesada contra Dilma nas próximas semanas.”

    Construir, com dinheiro público, um aeroporto em terras do titio, some-se a isto o fato do aeroporto ter um funcionamento suspeito, é uma denúncia fraca ?

    O que seria então uma denúncia forte ?

    Como disse o Idelber, realmente, o playboy minerim tem ainda muito o que apresentar. O que apareceu até agora é apenas a ponta, da ponta do Iceberg. .

  11. Chesterton said

    Patriarca, essas são acusações de petistas contra FSP> não sei de mais nada.

  12. Patriarca da Paciência said

  13. Patriarca da Paciência said

  14. Elias said

    Patriarca,

    A FSP só publicou a matéria pra se antecipar ao PT, que já ia botar a boca no trombone…

    Seria bobagem continuar guardando esse material embaixo do colchão.

    Vamos ver, agora, se a FSP vai dar suíte… Eu, pessoalmente, duvido!

    De qualquer maneira, para o Aécio, é como dizia aquele mau patrão: dos vales, o menor!

    Pra ele, se é inevitável que a bomba exploda, melhor que ela exploda tão longe das eleições quanto possível. Menos pior agora que daqui a um mês ou dois…

    De qualquer modo, vai ajudar como trava-língua, na campanha: tem o do Aécio, o do Alckmin, o do Serra…

    Creio que agora é a vez do Campos & adjacências.

    Mas o que eu estou esperando, mesmo, é a vez do Barbosão, nessa fila de mimos do saco de maldade…

  15. Patriarca da Paciência said

    Elias,

    pode até ser que a Folha tentou “esvaziar” o escândalo, denunciando ainda longe das eleições. Acontece que as ramificações desse escândalo tem combustível para ultrapassar, em muito, as eleições, como diz o Idelber.

    Ricado Melo

    “Aécio presenteou a família com um aeroporto; a conta, R$ 14 milhões, foi espetada no lombo do contribuinte

    “Os equívocos em relação à Petrobras foram muitos. E taí. Hoje a empresa frequenta mais as páginas policiais […] do que as páginas de economia.” As palavras são do candidato tucano Aécio Neves em sabatina realizada na quarta (16), ao criticar o governo Dilma Rousseff.

    Nada como um dia depois do outro. Graças ao repórter Lucas Ferraz, ficamos sabendo neste domingo (20) que, antes de deixar o cargo de governador, nosso impoluto Aécio presenteou a própria família com um aeroporto no interior de Minas Gerais, na cidade de Cláudio. Deu de presente é modo de dizer. A conta, R$ 14 milhões, foi espetada novamente no lombo do contribuinte. Tudo dinheiro público.

    O Brasil conhece à exaustão obras e estradas construídas perto de propriedades de políticos, sempre sob o argumento de pretensos interesses rodoviários e sociais. Cinismo à parte, para não dar muito na vista, ao menos se permite a circulação de anônimos pelas rodovias.

    No caso do aeroporto de Cláudio dispensaram-se maiores escrúpulos. “Choque de gestão” na veia. A pista é de uso praticamente privado da família Neves e seus apaniguados. Um diálogo esclarecedor: perguntado pelo repórter se alguém poderia usar o aeroporto, o chefe de gabinete da prefeitura local foi direto. “O aeroporto é do Estado, mas fica no terreno dele. É Múcio que tem a chave.” O dele e o Múcio citados referem-se a Múcio Tolentino, tio-avô de Aécio e ex-prefeito do município. Pela reportagem, descobre-se ainda que Aécio é figura frequente no lugar –a cidade abriga um de seus refúgios favoritos.

    Pego no escândalo, o candidato embaraçou-se todo. Alega que a área do aeródromo particular foi desapropriada. O que, vamos e venhamos, já é discutível: no mínimo não pega bem um governador indenizar sua própria família para uma obra de utilidade social mais do que duvidosa.

    Mas a coisa só piora: o processo de desapropriação está em litígio, ou seja, a propriedade permanece sob controle do clã Neves & Cia. Talvez uma ou outra aeronave de conhecidos, ou algum Perrella da vida, tenha acesso à pista. Fora isso, ignoram-se benefícios econômicos gerados pela empreitada ao povo mineiro. Questionado pela reportagem sobre quantas vezes esteve no estacionamento aéreo familiar e o motivo pelo qual uma obra custeada com dinheiro público tem uso privado, Aécio não respondeu. Ou melhor: o silêncio equivale a uma resposta. E a campanha mal começou.”

  16. Pax said

    Pedro Doria mandou bem hoje em seu Facebook.

    Pedro Doria
    há 2 horas próximo a Rio de Janeiro

    500 palestinos mortos nesta última campanha israelense.

    É inacreditável como um grupo como o Hamas, provavelmente no ponto de maior fraqueza e fragilidade desde sua criação, consegue colocar em xeque o governo israelense. Este é, fundamentalmente, uma mostra da incompetência política não só do gabinete Netanyah como de todo o Knesset.

    É bonito imaginar que o Hamas está preocupado com palestinos inocentes. Mas não é como opera. Quanto mais civis morrem em Gaza, maior a publicidade que o Hamas conquista. O Hamas não está nesse jogo pensando em curto prazo, seu objetivo não é a formação do Estado Palestino. O que deseja é o fim de Israel.

    Nenhuma entidade precisa mais do Estado Palestino do que Israel. Os palestinos não irão embora. Pertencem ao lugar e sua população cresce num ritmo maior. Só há três soluções. 1. O fim de Israel. 2. Um estado binacional, que agregue israelenses e palestinos. Em algumas gerações, qualquer característica judaica deste estado vai desaparecer pela pressão demográfica… é o fim de Israel. 3. A criação do Estado Palestino.

    Israel, obviamente, só tem uma escolha. E só há um caminho: fortalecer Mahmoud Abbas e a Autoridade Palestina. Entra ano, sai ano, a única opção possível continua sendo rigorosamente a mesma. Qual a estratégia de Netanyahu? Ampliar o número de assentamentos, provocar mais os palestinos, não ajudar Abbas. Exatamente o que ganha com sua política passa ao largo da compreensão de qualquer pessoa sensata…

    Em um momento de fragilidade, o Hamas ataca. De um lado, Israel tem maior capacidade ofensiva e maior capacidade defensiva. Do outro, Gaza tem uma densidade populacional absurda e o Hamas não tem qualquer pudor de usar a população como escudo. Além do quê, só ganha com a morte de palestinos. O resultado destas aventuras será sempre o mesmo: morrerão muito mais palestinos, uma matança aviltante, covarde e inútil.

    E, politicamente, nada será ganho por ninguém. A não ser, evidentemente, pelos que questionam o direito de existência de Israel.

  17. Chesterton said

    A única maneira de ajudar Abbas é eliminar o Hamas- fisicamente.

  18. Chesterton said

    Pela oitava semana consecutiva, os analistas de mercado cortaram suas estimativas para a expansão da economia brasileira neste ano e, assim, a projeção mediana para o Produto Interno Bruto (PIB) ficou abaixo de 1% pela primeira vez. De acordo com o boletim Focus, do Banco Central, a estimativa caiu de alta de 1,05% para crescimento de apenas 0,97%.

    A revisão para o PIB acompanha a redução nas projeções para a produção industrial. Agora, os analistas esperam contração de 1,15% nesse setor, ante queda de 0,90% na semana passada. Há um mês, o mercado via o PIB crescendo 1,16% e a produção industrial caindo 0,16%. Para 2015, a estimativa para o PIB foi mantida em expansão de 1,50%, mas a da indústria caiu pela quarta semana consecutiva, de alta de 1,80% para 1,70%.

    As notícias mais recentes sobre a atividade econômica em geral e industrial têm mantido o sinal negativo. Na semana passada, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que o índice de confiança do setor atingiu em julho o menor patamar desde janeiro de 1999. O indicador de produção de junho despencou para 39,6 pontos, de 48,4 em maio.

    O Banco Central, por sua vez, mostrou que seu Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) teve contração de 0,18% em maio, ante abril, refletindo especialmente a forte queda da indústria naquele mês. Embora o resultado tenha sido um pouco melhor que o esperado, analistas não viram no número um sinal de reversão das expectativas negativas. O dado, afirmaram, aponta atividade mais fraca no segundo trimestre.

    Outros números mostraram que o enfraquecimento da atividade chegaram ao mercado de trabalho. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) decepcionou novamente em junho ao registrar a criação de 25,3 mil vagas no mês. O resultado foi o pior para os meses de junho desde 1998 e, como em maio, foi puxado pelo fechamento de 28,5 mil vagas na indústria.

    Em função da criação menor de vagas, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, reduziu para 1,1 milhão a estimativa de novas vagas este ano. A estimativa anterior era de 1,4 milhão a 1,5 milhão de empregos novos. (Valor Econômico)

  19. Chesterton said

    Por falar em aeroportos…

    Será esta a bomba que o PT teme?

  20. Elias said

    O artigo da Elena Landau fala em “repasses voluntários da União para a educação básica”.

    É impressionante como o sistema de recursos para a educação é desconhecido no Brasil, mesmo por quem ganha a vida supostamente fornecendo informações à população.

    O Fundeb foi criado em 2007, pelo Lula. Antes dele, havia o Fundef, criado pelo FHC.

    A diferença entre eles é que o Fundef contemplava apenas o ensino fundamental (a partir da 1ª série). O Fundeb ampliou o conceito, abrangendo desde a Educação Infantil (Creche, Jardim I, Jardim II e Alfa) até o Ensino Médio.

    As pessoas — jornalistas principalmente — jamais entenderam o Fundef. Ele acabou e os jornalistas não o entenderam. Agora, não entendem o Fundeb, 7 anos passados desde a sua criação.

    Vai ser preguiçoso e irresponsável assim na baixa da égua!

    Quando as pessoas acabam de ler o que essas murraças escrevem, estão mais ignorantes do que eram, ao início da leitura.

    “Repasses voluntários da União para a educação básica”? Isso não existe!

    Um dos objetivos do Fundef, e, depois, do Fundeb, foi, exatamente, tornar OBRIGATÓRIO o repasse de recursos pela União aos Estados e Municípios.

    Eis um desenho simplificado do sistema:

    i – o Fundeb é um conjunto de 27 fundos: um para cada Estado mais DF;

    ii – cada Estado e o DF repassam para o fundo 20% da receita de oito impostos: FPE, FPM, ICMS, IPI, Desoneração das Exportações, ITCDM, IPVA, ITR-Cota Municipal;

    iii – a União complementa o fundo, casando 10% da contribuição total dos estados e municípios;

    iv – os recursos da União são destinados aos estados em que a arrecadação não tenha sido suficiente para garantir o valor mínimo por aluno, que é estabelecido anualmente (em 2014, o valor mínimo por aluno é de R$ 2.285,57);

    v – a distribuição dos recursos da União é feita com base nas matrículas nos Estados e Municípios, segundo dados do Censo Escolar do ano anterior;

    vi – os Municípios recebem os recursos do Fundeb tomando por base o número de alunos da educação infantil e do ensino fundamental; os Estados, pelo número de alunos dos ensinos fundamental e médio.

    A transformação do repasse de recursos da União para a educação básica, de voluntário em obrigatório, tem méritos e falhas.

    O principal mérito é criar condições favoráveis para a democratização da educação na dimensão qualitativa. O Brasil já democratizou o acesso à educação em termos quantitativos. Já do ponto de vista qualitativo, as disparidades são imensas. A insuficiência de recursos nos Estados e Municípios afeta negativamente a melhoria da qualidade, por motivos que vão da remuneração de docentes à equipagem dos estabelecimentos escolares. O Fundeb está, gradualmente, reduzindo o desnível entre as Unidades da Federação, em termos de disponibilidade de recursos para a educação. Como o repasse é obrigatório, o Estado ou Município recebe recursos do Fundeb, mesmo que esteja registrado como inadimplente no CADIN ou no CAUC (o que não ocorreria se o repasse fosse voluntário).

    A principal falha é que a criação desses fundos (Fundef e, depois, Fundeb), não veio acompanhada de um sistema de fiscalização eficaz, que garanta a aplicação dos recursos em sua verdadeira finalidade. Em muitos municípios brasileiros há uma distância enorme entre a estatística e a contabilidade públicas, de um lado, e, de outro, a realidade. Pesquisadores da UnB (salvo engano), já constataram casos em que menos de 20% dos recursos destinados à educação chegam às salas de aula.

    O problema do IPTU é exemplar.

    Pouquíssimos municípios brasileiros cobram o IPTU com eficácia. Milhares de municípios nem têm Cadastro Imobiliário. Outros tantos têm, mas não usam. Mais outro bocadão usa, porém precariamente. E por aí afora…

    Resultado: o dinheiro do IPTU simplesmente não entra. É uma tributação que serve apenas pra alimentar a farsa do “Custo Brasil”, mas que praticamente não tem existência real (como um porrilhão de outras, aliás…).

    A contribuição para gerenciamento de resíduos sólidos é cobrada junto com o IPTU. Assim, onde não se cobra IPTU (ou seja, em quase todo o Brasil), também não há receita para gerenciamento de resíduo sólido (mais fogo fátuo pro “Custo Brasil”).

    Não há RECEITA para gerenciamento de resíduo sólido… Mas há DESPESA, já que as pessoas produzem lixo o tempo todo, e as Prefeituras têm que recolher esse lixo e dar a ele uma destinação final.

    Como não há receita pra isso, segue-se que as prefeituras se viram desviando recursos de suas finalidades originais. E as duas áreas mais sacrificadas são, exatamente, a Educação e a Saúde.

    Resultado final: o gerenciamento de resíduo sólido é uma merda, porque o desvio de recursos é insuficiente pra bancar um serviço minimamente apresentável; e a Educação e a Saúde são duas outras merdas, por causa dos desvios de recursos.

    E haja maquiagem na estatística e na contabilidade públicas!

  21. Pax said

    Boa, caro Elias. Bem explicado. Desde que tomei bronca justa tento entender o modelo.

    Só acho que esqueces de apontar:

    1 boa parte dos recursos do Fundeb acaba em desvios de fato, não contábeis, roubo mesmo

    2 coleta de lixo sempre foi fonte inesgotável de alta corrupção, como transporte e obras públicas

  22. Elias said

    “É bonito imaginar que o Hamas está preocupado com palestinos inocentes. Mas não é como opera. Quanto mais civis morrem em Gaza, maior a publicidade que o Hamas conquista. O Hamas não está nesse jogo pensando em curto prazo, seu objetivo não é a formação do Estado Palestino. O que deseja é o fim de Israel.” (PD)

    Não é assim que a coisa funciona naquela parte do mundo.

    De fato, cada vez que Israel detona, o Hamas se enfraquece.

    Ele pode até ganhar publicidade. Um monte de anti-semitas vai ganhar as manchetes, ressalvando que não é “anti-semita” e sim “anti-sionista” (ou seja: gosta de queimar judeu, mas dá a este o direito de escolher a fogueira em que prefere ser assado). A esquerda vai se deixar usar (lógico: se Israel é apoiado pelos EUA, sendo os EUA a encarnação do diabo, claro que a esquerda tem de ser contra Israel).

    Mas daí a supor que o Hamas se fortalecerá, a partir dos acontecimentos atuais… É pular uma passagem…

    Ao contrário: como consequência dos acontecimentos atuais, o mais razoável é supor que o Hamas perderá força exatamente na área de recrutamento dele. Os próprios palestinos vão se distanciar ainda mais do Hamas, porque se sentem usados por ele da pior forma possível.

    Tanto é que, hoje, o Hamas não tem nem 10% dos militantes que tinha há alguns anos. Há alguns anos, havia gente fazendo fila pra cometer suicídio em nome do Hamas. Hoje…

    Lembram do Hezbollah? Por causa desses doidos, Israel cometeu o absurdo de detonar com o Líbano, que vinha se recuperando magnificamente da autodestruição que ocorreu no desdobramento da “Guerra do Yom Kippur”.

    Foi uma coisa absurda! Uma matança revoltante!

    Mas a verdade é que, a partir de então, o Hezbollah meteu o rabo entre as pernas. Chiou, ameaçou, ganhou publicidade no ocidente, foi elogiadíssimo pelos anti-semitas e pela esquerda de sempre, vociferou, bravateou, mas… Meteu o rabo entre as pernas, de onde não mais tirou, nos 9 anos que já se passaram, até aqui…

    O que é doloroso é que essas coisas continuem acontecendo, e que uma parcela dos palestinos ainda se deixe enganar por essas picaretagens tipo Hamas e Hezbollah.

    Aí, acima, alguém disse que “Israel não deixa que se crie o Estado Palestino”.

    Mentira!

    Israel não tem como impedir que se crie o Estado Palestino. A criação do Estado Palestino foi autorizada pela ONU desde 1947, e depende, unicamente da vontade dos palestinos. A Autoridade Nacional Palestina — suposto estágio preparatório para a criação do Estado — é reconhecida pela ONU e por quase a totalidade dos países do planeta. Mesmo Israel, que, oficialmente, não reconhece a ANP, na prática colabora com ela, fornecendo inclusive passaportes para palestinos residentes em Gaza e na Cisjordânia (até mesmo para pessoas que fazem a propaganda da extinção do Estado de Israel, como a excelente cantora palestina Ali, a quem conheci aqui, no Brasil). A criação do Estado Palestino depende, exclusivamente, dos palestinos. Não necessitam da permissão de ninguém…

    Fim de Israel? Bobagem! Isso jamais acontecerá.

    Se tiver de acontecer, será, também, o fim do planeta. Israel tem dentes atômicos, e não tem nenhum motivo pra se ver despachado, assim, sem mais aquela, deste vale de lágrimas… Se, na mais absurda hipótese, Israel se for, levará o planeta com ele.

    Estado binacional? Bobagem! Também jamais acontecerá.

    O Estado multinacional só é viável quando as diferentes comunidades se equivalem em poder político, econômico, etc. É o caso do Canadá, da Suíça… Não é o caso da região de que estamos falando. Falar nisso, tentem ver o que acontece na antiga Guiana Inglesa, entre “africanos” (que, aliás, nada têm de africanos), e “indianos” (que, aliás, nada têm de indianos). É um barril de pólvora, com um pavio que, de vez em quando, se acende sozinho… Se Israel fosse transformado em Estado binacional, em menos de um ano suas cidades seriam favelizadas e o país submergiria numa guerra civil interminável…

    Claro que a única saída é a criação do Estado Palestino. É exatamente o que o Hamas não quer, porque sabe que isso será o seu fim (dele, Hamas).

    Assim como o Hamas não quer o fim de Israel, até porque ele sabe que isso é impossível. O fim de Israel é, apenas, o discurso cagado do Hamas, pra enganar otário.

    O que o Hamas quer é a eternização da atual situação. Isso sim, é o que garante sua existência pútrida e criminosa, ainda que residual, como a que lhe cabe agora.

    No mais, da mesma forma que Osama Bin Laden se tornou o grande cabo eleitoral do Baby Bush (cuja aprovação estava mais baixa que poleiro de pato, até a ocorrência salvadora do 11 de setembro…), assim também o apoio às mais esdrúxulas ações das organizações palestinas só tem fortalecido a direita israelense.

  23. Zbigniew said

    Desde tempos imemoriais que ouço falar em desvio de verbas da educação. Desde a questão dos livros didáticos até o roubo puro e simples de merenda escolar.
    E o que falta para um modelo de fiscalização eficaz?
    Por que não utilizar os mesmos princípios aplicados ao Bolsa Família?

  24. Elias said

    Só acho que esqueces de apontar: 1 boa parte dos recursos do Fundeb acaba em desvios de fato, não contábeis, roubo mesmo. 2 coleta de lixo sempre foi fonte inesgotável de alta corrupção, como transporte e obras públicas (Pax)

    Não esqueci. Só que isso não é relevante pra análise que eu estava fazendo.

    No Brasil, TODO dinheiro público é vulnerável à corrupção.

  25. Guatambu said

    Ou seja: quanto mais dinheiro público, mais corrupção?

  26. Pax said

    No Brasil parece que sim, caro Guatambu. Dinheiro público na cabeça de 98,97% dos políticos em atuação, de todas as cores, em todas as esferas, do município de Catolé do Rocha a, principalmente, Brasília, é “dinheiro de ninguém”. Então, quem for mais ixhsperto, mete a mão e pronto, o STF não julga mesmo.

    —-

    Porque não se fiscaliza? Boa pergunta, caro Zbigniew. Precisaríamos de uns 40 exércitos de funcionários públicos, com fiscais de fiscais. E fiscais dos fiscais dos fiscais. E estes, lá de cima, é que comandarão o butim.

    Acredito que deve vir do povo. Talvez seja um sonho meu.

    E aí você pode me perguntar: o quê o governo federal fez, estimulou, criou, incentivou, essa fiscalização popular? E os governos estaduais? E os municipais?

    Como um grosso da verba vem da União, me parece que seria uma boa campanha pra um governo federal. Aguardemos, no décimo sétimo governo do PT talvez alguém de lá que ainda não esteja no esquemão se lembre de fazer isso.

    —-

    Segundo análises que vi na Globonews Painel neste fim de semana, tem uma quarta possibilidade que Pedro Doria não aponta, a limpeza étnica. Israel com seu governo de direita/ultra-direita empurra cada vez mais a cerca, toda hora um assentamento novo pra instalar seus malucos fundamentalistas. Algo como uma expulsão homeopática.

    Elias, em sua análise, esquece desse pequeno porém, da formação do governo israelense do atual presidente.

    Na análise de um dos participantes do Globonews Painel, esqueci o nome dele, um brimo que dá aulas, salvo engano, na FGV, há uma boa discordância na afirmação do Elias que Israel não pode impedir a formação do Estado Palestino.

    Segundo esse analista e o próprio William Waack, Israel teme que o Estado Palestino se forme e acabe nas mãos dos radicais, como Hamas ou Hezbollah ou qualquer um – há inúmeros. Daí, segundo a proposta, que seria Israel devolver algumas terras invadidas e a Palestina aceitar algumas outras como israelenses, os eventuais malucos que estivessem no poder estariam muito perto de Israel pra lançar seus mísseis errantes.

    Ou seja, aquilo virou o barril de pólvora acesa que sempre foi.

    Agora com uma um massacre em andamento. E nós, hoje em dia com muita informação e um caminhão de desinformação, ficamos de expectadores da carnificina de gente explodida, crianças sendo massacradas, tudo em nome de uma tal terra sagrada pra todo tipo de maluco.

    Outra falácia argumentativa é essa que qualquer um que condene esse massacre é antisemita, antisionista ou antijudeu, seja ele de que tipo for. Esse é o argumento que muitos tentam pra calar a grande maioria.

    Parece que não está dando muito certo esse marketing baseado em mentira. Uma enormidade de gente defende o estado de Israel, não tem nada contra judeus mas não aceita o que os malucos fundamentalistas estão fazendo com o povo palestino, seja na faixa de Gaza ou na Cisjordânia. Principalmente com os assentamentos que nunca param, cada hora um pedaço a mais numa gulodice que reforça a tese de limpeza étnica.

  27. Pax said

    caramba, enquanto a gente tecla aqui, Israel bombardeia um hospital…

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/07/1488917-conselho-de-seguranca-pede-imediata-cessacao-de-hostilidades-em-gaza.shtml

  28. Pax said

    E no Brasil assassinam o Estado Democrático de Direito, pelo visto.

    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/07/policia-civil-aguarda-ativista-na-porta-de-consulado-do-uruguai-no-rio.html

  29. Guatambu said

    E a solução é aumentarmos a presença do Estado no Brasil?

  30. Pax said

    Não acho isso, acho que a solução é fazermos o estado funcionar.

  31. Pax said

    Todo dia ele faz tudo sempre igual…

    http://radioagencianacional.ebc.com.br/geral/audio/2014-07/trens-apresentam-falha-em-sp-e-plataformas-ficam-lotadas

    e vai levar o governo de SP em primeiro turno.

    Sem água, sem trem, sem metro, com muita tropa de choque e leva no primeiro turno.

    Vai entender.

  32. Pedro said

    # 31, A alternativa é pior. Mais ou menos como no plano federal.
    Tumufu.

  33. Pax said

    Não sei, caro Pedro, se o Rio não está ainda pior em suas opções. Aqui tem o alckmin, o padilha e o skaf, lá tem garotinho, crivella, pezão e lindbergh.

    Com um platel desses não devemos nos preocupar: vai piorar, sim.

  34. Daise said

    Elias concordo quase completamente com seu post sobre o Hamas.O Hamas não é o povo palestino.
    Finalmente uma análise fria e objetiva da situação.
    Nada de bobagnes sonháticas.
    No Oriente Médio, o Hamas está cada vez mais isolado.
    Eles colocam baterias de mísseis ao lado de hospitais e quando o alvo militar é destruído saem gritando contra Israel: Carnificina!!!
    Quanto mais mortos melhor para o marketing da nojenta facção.

    No Iraque e na Syria os árabes cristãos, antes protegidos por Sadam, são obrigados pelos muçulmanos radicais do Islamic State of Iraq and Greater Syria (ISIS) a se converterem ao islamismo, sob pena de crucifixão, caso discordem.
    _____________

    Deprimido em São Paulo? Mude o domicílio eleitoral.

    Ninguém é obrigado a sofrer impotentemente.Os masoquistas até gostam e pedem mais.
    Não é o caso do bravo povo paulista.

    P.S. Os trens começaram a parar de novo porque começou a campanha eleitoral e os petistas estão chateados com a provável vitória do PSDB de cabo a rabo
    Enquanto isso o prefeito Haddad entrou em férias..

  35. Daise said

    Ele já sabia mas morreu sem ver…

    A HORA DA SAIDEIRA
    João Ubaldo Ribeiro O Globo 1/10/2012

    Na semana passada, li um artigo do professor Marco Antonio Villa, que não conheço pessoalmente, mostrando, em última análise, como a era Lula está passando, ou até já passou quase inteiramente, o que talvez venha a ser sublinhado pelos resultados das eleições. Achei-o muito oportuno e necessário, porque mostra algo que muita gente, inclusive os políticos não comprometidos diretamente com o ex-presidente, já está observando há algum tempo, mas ainda não juntou todos os indícios, nem traçou o panorama completo.

    O PT que nós conhecíamos, de princípios bem definidos e inabaláveis e de uma postura ética quase santimonial, constituindo uma identidade clara, acabou de desaparecer depois da primeira posse do ex-presidente. Hoje sua identidade é a mesma de qualquer dos outros partidos brasileiros, todos peças da mesma máquina pervertida, sem perfil ideológico ou programático, declamando objetivos vagos e fáceis, tais como “vamos cuidar da população carente”, “investiremos em saneamento básico e saúde”, “levaremos educação a todos os brasileiros” e outras banalidades genéricas, com as quais todo mundo concorda sem nem pensar.

    No terreno prático, a luta não é pelo bem público, nem para efetivamente mudar coisa alguma, mas para chegar ao poder pelo poder, não importando se com isso se incorre em traição a ideais antes apregoados com fervor e se celebram acordos interesseiros e indecentes.

    A famosa governabilidade levou o PT, capitaneado por seu líder, a alianças, acordos e práticas veementemente condenadas e denunciadas por ele, antes de chegar ao poder. O “todo mundo faz” passou a ser explicação e justificativa para atos ilegítimos, ilegais ou indecorosos.

    O presidente, à testa de uma votação consagradora, não trouxe consigo a vontade de verdadeiramente realizar as reformas de que todos sabemos que o Brasil precisa — e o PT ostentava saber mais do que ninguém.

    No entanto, cadê reforma tributária, reforma política, reforma administrativa, cadê as antigas reformas de base, enfim? O ex-presidente não foi levado ao poder por uma revolução, mas num contexto democrático e teria de vencer sérios obstáculos para a consecução dessas reformas.

    Mas tais obstáculos sempre existem para quem pretende mudanças e, afinal, foi para isso que muitos de seus eleitores votaram nele.

    O resultado logo se fez ver. Extinguiu-se a chama inovadora do PT, sobrou o lulismo. Mas que é o lulismo? A que corpo de ideias aderem aqueles que abraçam o lulismo? Que valores prezam, que pretendem para o país, que programa ou filosofia de governo abraçam, que bandeiras desfraldam além do Bolsa Família (de cujo crescimento em número de beneficiados os governantes petistas se gabam, quando o lógico seria que se envergonhassem, pois esse número devia diminuir e não aumentar, se bolsa família realmente resolvesse alguma coisa) e de outras ações pontuais e quase de improviso?

    É forçoso concluir que o lulismo não tem conteúdo, não é nada além do permanente empenho em manter o ex-presidente numa posição de poder e influência. O lulismo é Lula, o que ele fizer, o que quiser, o que preferir.

    Isso não se sustenta, a não ser num regime totalitário ou de culto à personalidade semirreligioso. No momento em que o ex-presidente não for mais percebido como detentor de uma boa chave para posições de prestígio, seu abandono será crescente, pois nem mesmo implica renegar princípios ou ideais. Ele agora é político de um partido como qualquer outro e, se deixou alguma marca na vida política brasileira, esta terá sido, essencialmente, a tal “visão pragmática”, que na verdade consiste em fazer praticamente qualquer negócio para se sustentar no poder e que ele levou a extremos, principalmente considerando as longínquas raízes éticas do PT. Para não falar nas consequências do mensalão, cujo desenrolar ainda pode revelar muitas surpresas.

    O lulismo, não o hoje desfigurado petismo, tem reagido, é natural. Os muitos que ainda se beneficiam dele obviamente não querem abdicar do que conquistaram. Mas encontram dificuldades em admitir que sua motivação é essa, fica meio chato. E não vêm obtendo muito êxito em seus esforços, porque apoiar o lulismo significa não apoiar nada, a não ser o próprio Lula e seu projeto pessoal de continuar mandando e, juntamente com seu círculo de acólitos, fazendo o que estiver de acordo com esse projeto.

    Chegam mesmo à esquisita alegação de que há um golpe em andamento, como se alguém estivesse sugerindo a deposição da presidente Dilma. Que golpe? Um processo legítimo, conduzido dentro dos limites institucionais?

    Então foi golpe o impeachment de Collor e haverá golpe sempre que um governante for legitimamente cassado? Os alarmes de golpe, parecendo tirados de um jornal de trinta ou quarenta anos atrás, são um pseudoargumento patético e até suspeito, mesmo porque o ex-presidente não está ocupando nenhum cargo público.

    É triste sair do poder, como se infere da resistência renhida, obstinada e muitas vezes melancólica que seus ocupantes opõem a deixar de exercê-lo. O poder político não é conferido por resultados de pesquisas de popularidade; deve-se, em nosso caso presente, aos resultados de eleições.

    O lulismo talvez acredite possuir alguma substância, mas os acontecimentos terminarão por evidenciar o oposto dessa presunção voluntarista. Trata-se apenas de um homem — e de um homem cujas prioridades parecem encerrar-se nele mesmo.

    —————————-

    A propósito veja a charge do Nanni:

    DILMA TERÁ MAIS TEMPO DE TV

  36. Guatambu said

    Pax,

    Vc concorda que há conflito de interesse, ao ser do Estado e defender o “funcionamento” do estado, como 11 de cada 10 candidatos hoje?

    Jajá esses caras vão estar dizendo que papai noel não só existe como caminhará pelo Brasil com um saco enoooorme de bondades.

    Eles só não avisarão que esse saco, na realidade é murcho e enrugado, e as bondades são financiadas com impostos.

    Ora…

  37. Chesterton said

    Todo político é ladrão
    Toda esquerda é moralmente falida.
    Todo mundo quer voto tirando uma de esquerdinha…

    Tamufu…

  38. Mona said

    Meninos,
    estou pasma com o que o Pedro Dória disse. DE uma lucidez impressionante. agora, comparem com o artigo do Pondé, de hoje na FSP. Parece que um andou lendo o outro…
    Beijos mis, meus caros.
    Em tempo: horrível o que acontece em Gaza. E eu acho que o Hamas e seus integrantes deveriam queimar no mármore do inferno, por não terem um mínimo de compaixão da pobre população palestina, usada como escudo humano e como bucha de canhão. Ora, se eu estou guerreando com um adversário 1000 vezes mais poderoso, o que devo fazer meu jizuizinho? Sentar, conversar e acordar. Qualquer governante/político decente/racional faria isso. Eu faria isso. Vcs fariam isso Mas, psicopatas assassinos não. Aí, depois, usam as imagens dos bebês despedaçados para massacrarem nossos corações. Hipócritas!

    Luiz Felipe Pondé

    Marketing geopolítico

    O Hamas espera que muitos palestinos morram para dizer que Israel é mau. Isso é puro marketing

    Uma das últimas modas da mídia foi a Primavera Árabe. Neste caso, quase um caso de estelionato geopolítico. O Egito voltou a ser o que era. A Líbia, terra de tribos, caiu no caos. A Síria estava melhor com o Assad mandando. As mentiras do Bush sobre “smoking guns” no Iraque foram também um estelionato geopolítico. Mas, este, todo mundo reconhece. Já a “primavera árabe”, custa a ser vista como é: uma invenção do marketing geopolítico da esquerda de butique.

    E este marketing serve para grupos como o Hamas fingirem que querem a paz, quando, na realidade, querem matar os israelenses. Não por acaso, o Hamas louvou o assassinato dos três adolescentes israelenses.

    Não quero dizer que não exista uma dinâmica política e social no Oriente Médio, quero dizer que esta dinâmica (caótica, violenta, atávica, tribal, religiosa, racial, comercial) nada tem a ver com o que “filósofos queijos e vinhos” pensam que seja.

    Vejamos o caso do Estado de Israel. Aliás, talvez este seja um dos assuntos onde o marketing geopolítico mais faz estrago à reflexão.

    Israel é um “anacronismo” contemporâneo. Primeiro porque não faz marketing geopolítico e isso, aliado ao velho antissemitismo hoje travestido de crítica a Israel, cria o caldo no qual grande parte da mídia discute o conflito entre judeus e árabes no Oriente Médio. Os árabes investem pesado em marketing geopolítico. Israel, não.

    Importante lembrar que os palestinos são uma cabeça de ponte dos países árabes e do Irã que continuam buscando a eliminação de Israel do mapa da região. O marketing geopolítico árabe oculta este fato. O Hamas não lança foguetes pela criação do Estado Palestino, lança pela destruição do Estado de Israel. Sabia disso?

    Desde 1948 alguns países árabes tem uma política chamada “judeus ao mar”, apesar de não se falar dela hoje porque pega mal para o marketing geopolítico dos árabes e do Irã. O mesmo marketing que alimenta ideias falsas como “primavera árabe”. Muitas vezes temos a impressão de que este fator (“judeus ao mar” como política do Hamas inclusive) não existe.

    O filósofo britânico, nascido em Riga, Isaiah Berlin (1909-1997), descreve Israel no artigo “The Origins of Israel” de 1953 (republicado no volume “The Power of Ideas”, Princeton University Press, 2000) como um anacronismo porque fundado nos mais puros ideais da “intelligentsia” liberal russa do século 19: liberdade, igualdade, justiça, ciência, democracia, ou seja, a busca de assimilação dos judeus aos modos da vida moderna da Europa ocidental.

    Para Berlin, se quisermos entender Israel devemos olhar pro século 19. Entretanto, há um outro componente neste processo: a influência das comunidades religiosas judaicas do Leste Europeu. Esta mistura cria um conflito interno no Estado judeu (identificado hoje no conflito seculares x ortodoxos), ainda que, na sua origem, o ideal era que os judeus das comunidades fechadas do Leste Europeu, em algum momento, seriam assimilados ao modo de vida secular. Isso não aconteceu. Ao contrário, as mulheres ortodoxas são três vezes mais férteis do que as seculares.

    Como dizia antes, Israel não trabalha no plano da propaganda geopolítica como o Hamas. O Hamas se esconde atrás da população civil porque sabe que quando Israel é obrigado a revidar, muita gente morre e a mídia internacional embarca de novo no estelionato geopolítico.

    Quer exemplos? 1. No dia 15 de julho, um hospital em Gaza foi danificado por mísseis. Por quê? Porque o Hamas colocou uma base de lançamento de foguetes contra Israel ao lado do hospital. 2. Você já se perguntou por que só aparece foto de criança chorando em Gaza? 3. Quando Israel lança panfletos dizendo para as famílias saírem de casa por conta de ataques na região, se você sair, o Hamas considerará você colaborador do sionismo.

    Os defensores da política de “judeus ao mar” sabem que militarmente perderam todas as guerras, do contrário Israel não existiria mais. Por isso, investiram na mídia: esperam que muitos palestinos morram para dizer que Israel é mau e eles uns “docinhos de coco”.

  39. Pax said

    Caro Guatambu,

    As coisas andam com uma velocidade de tartaruga com artrose. Como já estou passado nos anos vivi a ditadura e vivo hoje.

    Atualmente creio que damos uns passos atrás depois de alguns à frente.

    Politicamente temos um retrocesso com quase todos os lados agredindo o estado democrático de direito na tentativa de esconder suas bundas imundas nessa corrupção generalizada.

    Mas é insustentável. Logo daremos mais pequenos passos à frente, depois outros atrás novamente.

    Parei de ufanismos que a ou b seriam possíveis mudanças substanciais.

  40. Chesterton said

    Grande Ubaldo.

  41. Pax said

    Cara Mona,

    Dizer que é razoável a possibilidade de sentar e fazer acordo com quem todo dia invade tuas terras não é muito razoável.

    Tem o marketing de Israel também. Hoje sob forte influência de facções de ultra direita fundamentalista que quer, sim, uma limpeza étnica e todo território para si.

  42. Pax said

    E toda direita tem como programa de governo “meu aeroporto, minha vida” caro rabugento Chesterton?

  43. Chesterton said

    É Mona, por mim o Hamas pode perder 500, 5 mil ou quantos for preciso. Deve ser perseguido até que nem mais um foguete caia sobre Israel.

    Notaram que segundo os paltestinos de Gaza nem um militante do Hamas morreu, só “civis”?

  44. Chesterton said

    O líder do movimento islamita Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh, pediu nesta segunda-feira (21) o fim do bloqueio israelense à faixa de Gaza e a libertação dos presos detidos na Cisjordânia como condição para pactuar um cessar-fogo com Israel.

    No entanto, tentativas anteriores de cessar-fogo, intermediada pelo Egito, foram descumpridas pelo grupo radical.

    chest- hahahahahaha

  45. Chesterton said

  46. Mona said

    Eita, com relação ao tema do post, começou a temporada do “meu canalha é melhor que o seu”… Oh, Deus, que falta de opção no votar. A diretriz será: “dos males, o menor”, prender a respiração e apertar o botão que lhe aprouver. Triste demais…
    E, ainda acerca do conflito no oriente médio… não dá para ficar nessa história de fulano invadiu sicrano e por isso tem razão assim e assado. Existe uma situação fática, que requer ações de ambos os lados para que seja minimizado um conflito. Acontece que um dos lados não é confiável de jeito nenhum, rompendo acordos atrás de acordos e o outro lado tem uma força desproporcional ao seu favor. Força x hipocrisia/falta de caráter… é duro decidir em meio a esse caos. Se Israel der uma de honrada e se retirar unilateralmente, o hamas – com esse clarão – se sentirá bem à vontade para jogar mais um centena de mísseis, sem se importar onde eles vão cair. Em sendo governante de Israel, qual seria a decisão que cada um daqui tomaria? Se preocuparia com os seus? Ou não?

  47. Daise said

    Cara Mona

    1. Nem se preocupe com isso.O canalha (lula) deles sempre será pior que os nossos.

    2.Conflito Israel x Hamas – concordo integralmente.

    3.Esse “causo mineiro ” após as devidas e necessárias investigações vai acabar passando um atestado de “idoneidade” ao Aécio. Já começou.

    4.A histeria dos pascácios vai retroagir aos resmungos costumeiros contra Paulo Bernardo, Vacarezza, Rosemeiry e outros “bebes diabólicos” do ex-presidente canalha.
    (vide Petrobrás)

    Tudo dentro do esperado.

  48. Daise said

    3.Esse “causo mineiro ” após as devidas e necessárias investigações vai acabar passando um atestado de “idoneidade” ao Aécio. Já começou.

    Entenda por que:

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,apuracao-sobre-aeroporto-de-mg-e-oportuna-diz-aecio,1531967

    Resultado:
    vai sobrar pro prefeito de Cládio que é do PRTB …do partido do ÁEROTREM, que deveria estar cuidando da área que é publica.(vide videos do Patriarca da P. acima) mas…

    AEROMODELISMO E TREM TEM TUDO A VER COM MINAS!

    Eita trem bão!

    E por falar em “trem bão” que tal discutir o TREM-BALA previsto pra custar zilhões ?

    Já foram gastos milhões de reais só pra elaborar um projeto que nunca sairá do papel .
    Mas que deveria estar operando na Copa. Até estatal foi fundada.

    Aí a roda do trem pega feio!

  49. Chesterton said

    resposta “Killer”: Pelo menos Aécio faz aeroporto em Minas, não em Cuba. Dilma faz elefantes brancos no meio do mato. E assim por diante. Essa história está deixando o esfíncter inferior de Dilma ardido. Logo ela estará esbravejando com a graça e educação de sepre pra cima de quem levantou esta lebre.

  50. Chesterton said

    Tudo pela pátria

    “É preciso evitar. Mas, precisamente por essa restauração conservadora, há uma imensa responsabilidade sobre nossos ombros. Mas creia-me: como último recurso de nosso projeto está a minha reeleição em 2017″.

    Rafael Correa, presidente do Equador no poder desde 2007, a um jornalista interessado em saber se concorrerá a mais uma reeleição, informando que, se for para o bem da democracia, não hesitará em proclamar a ditadura

    AN

  51. Chesterton said

    http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,em-video-lula-sugere-que-jovens-parem-de-reclamar,1531903

    Chest Lula mandando alguem trabalhar? hahahahahahahaha

  52. Daise said

    Prezado Chesterton

    AEROPORTOS EM CUBA

    Para que não haja dúvidas, eu republico ( foto maior) a capa do DIÁRIO DE CUBA onde a notícia foi e é ignorada pelo PIG:

    Quanto a Mariel os empresários US se interessaram e fizeram oferta pra operar o sistema portuário.

    Mas Putin resolveu abater a dívida cubana em 29 dos 32 bilhões devidos.
    Condição : controlar Mariel e a base militar de Lourdes( abandonada pelos russos anos atrás)
    E o Brasil

    entrou nessa como “auxiliar executivo de puteiro”. (limpa sujeiras, troca toalhas e lençois e de quebra vende camisinhas e marijuana)

    Via BNDS e Odebrecht que recebe a grana antecipadamente.

  53. Mona said

    Está tudo muuuito hilário… outra coisa acerca dos aeroportos é que a nossa querida presidenta havia prometido dar uma guaribada em uns 800 aeroportos… e não tinha muita coisa a ver com a copa, não. Fazia parte de um desses programas de melhoria da nossa pobre infraestrutura, sei lá, PAC I, II, III, LXCMMM, por aí vai. Pergunto: algum foi feito, melhorado, guaribado ou requalificado? Necas… O Aécio pelo menos pode argumentar que o aeroporto claudiado fazia parte de um programa de melhoria de 29 aeroportos do interior de minas, cuja execução foi feita. De acordo com o relato de um amigo mineiro do Pax (lembra disso, meu amigo?), o que ele promete, cumpre… Às custas do quê, é ouuuutra história. Mas, como já dizia Bernard qualquer coisa em sua “Fábula das Abelhas”, obra que deu origem àquela do Adam Smith, é da soma dos interesses e egoísmos particulares que o coletivo é beneficiado. Beleza, isso.

  54. Chesterton said

    Aí está a Dilma. Vide meu post. 19

  55. Daise said

    ROSEMEIRE NOGUEIRA E SEUS BEBÊS DA ANAC VÃO INVESTIGAR

    Anac investigará pousos e decolagens irregulares no aeroporto de Cláudio
    NATUZA NERY
    DE BRASÍLIA

    21/07/2014 17h25
    A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) vai investigar se aviões pousaram e decolaram a partir do aeródromo de Cláudio, construído num terreno de parentes de Aécio Neves desapropriado pelo governo do Estado.

    Segundo a agência, não há autorização legal para movimentação aérea no local porque o uso da pista ainda não foi liberado perlo órgão de fiscalização. Na prática, o aeroporto ainda não existe.

    Como a Folha revelou no domingo, Fernando Tolentino, um dos primos de Aécio, afirmou que a pista recebe ao menos um voo por semana e que o presidenciável usa o aeroporto sempre que visita a cidade. Aécio possui, em conjunto com familiares, uma fazenda localizada a 6 quilômetros do aeródromo.

    A Anac dará prazo de 10 dias para que o governo de Minas e a prefeitura local se pronunciem e fará diligências no aeroporto de Cláudio e em outros da região para apurar eventuais operações clandestinas.

    Se comprovadas irregularidades, a agência avaliará quais sanções são cabíveis neste caso.

    virou piada de mau gosto!

    Os pascácios estão tristes…nada de bom pode sair daí!

  56. Daise said

    Para quem não lembra, a ANAC era feudo da Rose do Lula, que lá montou um antro de corrupção.

    A campanha de Aécio está entrando com ação contra a ANAC e contra Dilma Rousseff por uso da máquina pública no caso do aeroporto de Cláudio. Para o PSDB, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) fez disputa eleitoral ao divulgar uma nota na segunda-feira argumentando que o aeroporto não poderia operar por não ter autorização do órgão. “A conduta da Anac é vedada pela lei eleitoral, que não permite o uso da estrutura do Estado contra quem quer que seja ou para beneficiar quem quer que seja”, afirmou o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), coordenador jurídico da campanha de Aécio.

    NOTA COLIGAÇÃO “MUDA BRASIL”

    Não é de hoje que o PSDB tem denunciado o uso da máquina pública federal em favor da candidatura da Presidente Dilma Rousseff, inclusive com decisão do TSE já reconhecendo essa prática e aplicando multa a entidade pública. Desta vez, o abuso em favor do PT é da Anac, praticando conduta vedada pela legislação eleitoral.

    É vergonhosa a utilização de mais uma estrutura do estado para perseguir adversários políticos do governo. Estamos representando junto ao TSE contra a Anac e contra a Presidente Dilma para que este ato seja punido de forma rigorosa.

    Registramos, por fim, que o processo de homologação do Aeroporto de Claudio junto à Anac vem ocorrendo de forma legal e transparente como comprovam os inúmeros ofícios trocados entre os órgãos federais e o governo do estado desde 2011. Tanto é verdade que foi a própria Secretaria Nacional de Aviação Civil que, em abril de 2014, transferiu a jurisdição do Aeroporto de Cláudio para o Estado de Minas Gerais sem que qualquer irregularidade fosse indicada.

    Carlos Sampaio – Coordenador Jurídico do PSDB Nacional

    virou piada de mau gosto!

    Os pascácios estão tristes…nada de bom pode sair daí!

  57. Mona said

    Vixe, Chest… Cuba-Cláudio… sei não…já já todo mundo vai querer mudar de assunto. Essa coisa de aeroporto é para biruta acompanhar, kkk. E a coisa tá ficando mais louca. A ANAC diz que vai abrir uma investigação para apurar o uso indevido da pista e o PSDB diz que vai representar contra a ANAC por ela estar usando sua estrutura para prejudicar politicamente o partido. Num disse? É coisa para biruta, mesmo…

  58. Patriarca da Paciência said

    O aeroporto do Aécio, construído com dinheiro público, existe, documentado e comprovado.

    A compra de votos dos parlamentares para a reeleição do FHC também foi documentada e comprovada.

    Já as acusações contra José Dirceu e José Genoino, até hoje, permanecem apenas como hipóteses.

    Só para relembrar:

    FERNANDO RODRIGUES, da Sucursal de Brasília, Folha, Editoria: BRASIL, Página: 1-6

    13/05/1997

    O deputado Ronivon Santiago (PFL-AC) vendeu o seu voto a favor da emenda da reeleição por R$ 200 mil, segundo relatou a um amigo. A conversa foi gravada e a Folha teve acesso à fita.
    Ronivon afirma que recebeu R$ 100 mil em dinheiro. O restante, outros R$ 100 mil, seriam pagos por uma empreiteira -a CM, que tinha pagamentos para receber do governo do Acre.
    Os compradores do voto de Ronivon, segundo ele próprio, foram dois governadores: Orleir Cameli (sem partido), do Acre, e Amazonino Mendes (PFL), do Amazonas.
    Todas essas informações constam de gravações de conversas entre o deputado Ronivon Santiago e uma pessoa que mantém contatos regulares com ele. As fitas originais estão em poder daFolha.
    O interlocutor do deputado não quer que o seu nome seja revelado. Essas conversas gravadas com Ronivon aconteceram ao longo dos últimos meses, em diversas oportunidades.

    Outros venderam
    Nas gravações a que a Folha teve acesso, o deputado acreano diz não ser o único parlamentar que se vendeu na votação da reeleição, no último dia 28 de janeiro, quando a emenda foi aprovada, em primeiro turno, com 336 votos favoráveis na Câmara.
    ”O Amazonino marcou dinheiro para dar (R$) 200 (mil) para mim, 200 pro João Maia, 200 pra Zila e 200 pro Osmir”, diz Ronivon na gravação.
    Os personagens citados são os deputados federais João Maia, Zila Bezerra e Osmir Lima, todos do Acre e filiados ao PFL.
    Outro parlamentar também recebeu dinheiro para votar a favor da reeleição, conforme explicação de Ronivon.
    Eis como Ronivon menciona esse fato em suas conversas: ”Ele (Amazonino) foi e passou (o dinheiro) pro Orleir (…) Mas no dia anterior ele (Orleir) parece que precisou dar 100, parece que foi pro Chicão, e só deu 100 pra mim.”
    Na gravação, Ronivon fazia referência a deputados do Acre. O único deputado do Acre conhecido como Chicão é Chicão Brígido (PMDB), que, sempre segundo as conversas de Ronivon, entrou no negócio na última hora. Por isso, Orleir Cameli precisou de mais dinheiro e teve de dividir uma das cotas de R$ 200 mil.
    Em alguns momentos, entretanto, o deputado sugere que Chicão Brígido e João Maia também receberam apenas R$ 100 mil.
    Dos 8 parlamentares acreanos na Câmara, 6 votaram a favor da emenda da reeleição e 2 contra.

    Venda corriqueira
    Ronivon tem comentado a sua venda de voto a favor da reeleição como se fosse algo corriqueiro. Fala com vários colegas deputados. Algumas dessas conversas casuais é que foram gravadas.
    Nessas gravações, o deputado revela detalhes de toda a operação.
    Primeiro, Ronivon diz que foi contatado pelo governador do Acre, Orleir Cameli. Em troca do voto a favor da emenda da reeleição, cada deputado recebeu R$ 200 mil. O pagamento foi por meio de um cheque pré-datado -deveria ser depositado só depois de a votação ter sido concluída favoravelmente ao governo.
    As fitas apontam que, nos dias que antecederam a votação, cheques nesse valor foram entregues para, pelo menos, quatro deputados acreanos: Ronivon Santiago, João Maia, Osmir Lima e Zila Bezerra.
    Na gravação, Ronivon afirma que os cheques eram do Banco do Amazonas, em nome de uma empresa de Eládio Cameli, irmão de Orleir Cameli.
    Apesar de tudo acertado, a operação acabou não agradando aos deputados nem ao governador acreano. O arrependimento se deu na véspera da votação da reeleição. Era uma segunda-feira, dia 27 de janeiro passado.

    ”Você é infantil”
    De acordo com Ronivon, em conversas posteriores à venda de seus votos, os parlamentares começaram a avaliar que poderiam ser logrados depois da votação. Nada impediria, pensaram, que os cheques fossem sustados.
    Já aos ouvidos de Orleir Cameli chegou um alerta importante do seu colega do Amazonas, o governador Amazonino Mendes.
    Segundo Ronivon relata a seu amigo, Amazonino foi precavido e disse o seguinte a Cameli: ”Você é tão infantil, rapaz. Vai dar esse cheque para esse pessoal? Pega um dinheiro e leva”.
    Depois dessa sugestão de Amazonino Mendes, conta Ronivon Santiago, o governador do Acre ”pegou todo mundo e deu a todo mundo em dinheiro”.
    O dinheiro, emprestado a Orleir por Amazonino Mendes, só foi entregue aos parlamentares na manhã do dia da votação do primeiro turno da emenda da reeleição, 28 de janeiro, uma terça-feira, conforme a gravação.
    A entrega dos R$ 200 mil, em dinheiro, para cada deputado, foi feita mediante a devolução dos cheques pré-datados -que foram rasgados na frente de Orleir, segundo relato de Ronivon .
    A troca dos cheques por dinheiro ocorreu em um local combinado em Brasília. Cada deputado se apresentou, rasgou seu cheque na hora e recebeu o pagamento em dinheiro dentro de uma sacola.
    ”Aí chegou o Osmir, estava lá com a sacola assim… (risos). João Maia com a outra”, relata Ronivon, de bom humor, a cena da manhã que antecedeu a votação.
    ”Sou leso?” Endividado, Ronivon diz que usou o produto da venda de seu voto para diminuir débitos bancários. O deputado disse que saldou uma dívida de ”196 pau” (R$ 196 mil) que tinha contraído em bancos. Nas suas conversas, o deputado cita quatro bancos onde contraiu dívidas: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco de Brasília e Banacre (do governo do Acre).
    Ronivon diz que aproveitou também o dinheiro obtido com a venda de seu voto a favor da reeleição para resgatar cheques sem fundos que havia emitido.
    Cauteloso, não quis fazer os pagamentos logo depois da votação da reeleição. ”Sou leso?”, pergunta aos risos para seu interlocutor em uma das gravações.
    ”Leso”, segundo o ”Novo Dicionário Aurélio”, significa ”idiota” e ”amalucado”. A pronúncia correta pede que a primeira sílaba seja tônica: ”lé-so”.
    Para evitar que fosse rastreado o dinheiro, Ronivon explica que saldou totalmente suas dívidas apenas no início de março -quando dá a entender que já teria recebido todo o pagamento pelo seu voto.

  59. Daise said

    # 58

    Imitando o jeitão Janio de Freitas de escrever…rsrsss

    Só Pascácios impacientes desde 1997 acreditam que se fosse verdade a versão publicada, o PT teria aberto 15 CPIs pra investigar o assunto e punir na forma da lei todos os implicados e até o Presidente Fernando Henrique Cardoso.

    __________

    É fabuloso! este Patriarca da P.

  60. Daise said

    NO QUE SE REFERE…

    Traduzindo para os Pascácios, segundo Élio Gaspari

    DILMÊS

    No que se refere à ligeireza e à confusão das falas da doutora Dilma, ela deu uma boa amostra quando tratou da derrubada do jato da Malaysia Airlines:

    “Acho prudente a gente tomar cuidado porque, ao mesmo tempo, tem um segmento da imprensa que diz que este avião que foi derrubado estava na rota da volta do presidente Putin, que coincidiu a hora.”
    Ganha uma viagem a Kiev quem souber o que é “um segmento da imprensa”.

    De qualquer forma, logo se soube que, mais ou menos à mesma hora do comentário de Dilma, Vladimir Putin tratou do assunto e não mencionou a suspeita. A doutora poderia verificar qual foi o segmento de sua assessoria que sugeriu a fala imprudente.

    DILMA VIROU PIADA!,/b>

  61. Chesterton said

    A história do Século XX provou, de forma dramática, que o sistema capitalista gera enorme prosperidade e que todas as formas de socialismo levam à pobreza e ao colapso.

    O progresso econômico e social das nações capitalistas, principalmente dos Estados Unidos, do Japão e da Europa Ocidental, é inegável. Por outro lado, há exemplos marcantes de como as sociedades socialistas regridem com o tempo.

    Quem visita a outrora belíssima Havana tem a exata impressão de que voltou aos anos cinqüenta do século passado. O que se vê é uma cidade em ruínas, onde a marca mais aparente é a estagnação e a decrepitude, seja na arquitetura, nos veículos e até nas pessoas.

    Pegue-se a Coréia do Norte. Neste caso, uma imagem vale mais do que mil palavras. Basta olhar as fotos noturnas de satélite da Península da Coréia para ter certeza, comparando-se a luminosidade do norte e do sul, de que há algo de muito errado acontecendo no norte, onde prevalece a total escuridão, em pleno Século XXI.

    Mas certamente o maior teste empírico da superioridade do capitalismo sobre o socialismo é Berlim: ali conviveram lado a lado, durante quarenta e cinco anos, a pujança capitalista do oeste e os dramáticos resultados do comunismo no leste. De um lado uma cidade moderna, um próspero centro comercial e financeiro, com o conforto e os benefícios que só o capitalismo produz, e de outro o desamparo e a miséria. Uma diferença gritante, principalmente se levarmos em consideração o fato de que havia ali a mesma geografia, o mesmo povo, a mesma cultura, a mesma educação, a mesma história, enfim, os mesmos recursos humanos e naturais.

    Como se vê, é incontestável a superioridade do capitalismo, comparado com quaisquer das formas de socialismo. Infelizmente, poucos estão conscientes dos argumentos econômicos que suportam o capitalismo, e menos ainda dos fundamentos morais e filosóficos que o sustentam. Essa é a razão por que a maioria das pessoas é incapaz de reconhecer as virtudes desse incomparável sistema. Por outro lado, a doutrina socialista é disseminada ao redor do mundo através de pungentes elegias igualitaristas, principalmente na forma do insidioso sofisma segundo o qual a riqueza de uns é o resultado da miséria de muitos.

    A principal vantagem do capitalismo é precisamente a de que ele realmente funciona, se não idealmente bem, pelo menos melhor do que todas as demais formas de organização econômica e social, justamente porque as pessoas estão liberadas para perseguir os seus próprios interesses, enquanto todos os demais estão apoiados nas inconstantes virtudes humanas, como a solidariedade, a “responsabilidade social”, ou o “bem comum”.

    Eis aqui, portanto, a grande beleza do capitalismo, que muitos não conseguem enxergar: ainda que visem exclusivamente aos próprios interesses, os indivíduos somente serão recompensados quando satisfizerem as demandas dos outros. Meu ganho, meu lucro ou minha remuneração estão diretamente ligados à satisfação do meu semelhante. O livre mercado, embora não pretenda extinguir o auto-interesse inerente à condição humana, nos obriga a pensar nas demandas do próximo, se quisermos ser bem sucedidos.

    Acima de tudo, o capitalismo não foi um modelo projetado, nem é resultado da criação de nenhuma mente privilegiada, mas trata-se de uma ordem espontânea, desenvolvida ao longo dos séculos através da interação humana.

    O capitalismo não é perfeito, assim como nenhum sistema humano é ou jamais será perfeito. Mas os benefícios da sociedade da livre iniciativa são inegáveis – basta comparar a China de apenas 50 anos atrás com a China atual.

    É muito fácil – e não raro politicamente conveniente – desdenhar do único modelo que, até hoje, nos permitiu escapar da pobreza e do desconforto que atormentaram o homem em grande parte de sua existência. A esses eu diria que o maior crime das elites capitalistas não está nas famigeradas desigualdades, no egoísmo ou na ganância intrínsecos à condição humana, mas sim na recusa sistemática de apoiar, divulgar e defender o único modelo que proporcionou à humanidade sair de seu estado natural de miséria, preferindo, ao contrário, fazer apologia de um modelo que, onde quer que já tenha sido testado, só trouxe penúria e miséria.
    João Mauad

  62. Pax said

    simpatizantes do tucanato são muito parecidos com simpatizantes do petismo que são muito parecidos com simpatizantes de qualquer coisa política brasileira

    – não têm a menor vergonha de defender seus corruptos em alto e bom som

    impressionante…

    agora o suposto programa “Meu Aeroporto, Minha Vida” vai virar um exemplo de conduta ética?

    caramba

  63. Guatambu said

    Pax,

    O que vc sugere? Dar uma de BlacBlock e votar nulo?

  64. Pax said

    Não sugiro votar nulo, caro Guatambu.

    Sugiro votar com o maior rigor possível. Infelizmente, com as opções à mesa, será no menos pior. Isso se aplica não só ao candidato como ao partido. Queiramos ou não, se nos desfizermos dos partidos me parece que vai ser um barata voa pior que já é.

    Quem é o menos pior para você pode ser diferente do menos pior para mim.

    Quem decide é a maioria, como deve ser.

    Não serei eu a participar de qualquer proselitismo político nos dias de hoje. Não mesmo. Prefiro, publicamente, ficar onde estou, apontando a mazela da corrupção, seja ela de onde vier.

    Portanto, sinto não lhe responder categoricamente, com mais precisão. Não vou declarar voto.

    Só não vou jogar meu voto no lixo. Até outubro decidirei. De novo, não voto em branco não. Não acho que ajude.

  65. Patriarca da Paciência said

    Boa charge do Bessinha sobre o aeroaécio !

  66. Chesterton said

    64, vai votar no PSOL….

  67. Chesterton said

    Estou tão só…

  68. Chesterton said

    22/07/2014 às 0:32 \ Sanatório Geral
    O problema da solução

    “Os Brics criaram uma nova arquitetura financeira para não depender do FMI nem do Banco Mundial. A Unasul deve fazer o mesmo, criando até, no futuro, a moeda única regional, para sermos menos dependentes dos centros do poder”.

    Rafael Correa, presidente do Equador, sugerindo que os problemas financeiros dos países que compõem a Unasul serão solucionados com a criação de uma versão sul-americana do euro, cuja cotação ficaria sob o controle de estadistas do porte de Nicolás Maduro, Evo Morales, Cristina Kirchner ou Dilma Rousseff.

  69. Guatambu said

    Pax,

    Eu não sei o que você quer dizer com a palavra rigor, porque para mim rigor não se aplica.

    Temos corrupção instalada até o último fio de cabelo de qualquer partido político que apresenta candidato, se formos rigorosos não votaremos em ninguém.

    Para mim a palavra correta é pressão, em que a análise para o voto não vem de olhar as propostas, mas da pressão política que se quer definir.

    Um pouco do meu raciocínio:

    Pelo que conversamos aqui, a coisa funciona de maneira pavloviana: se você reelege um partido, você reforça o modelo de fazer política daquele partido, piorando o lado ruim e torcendo muito para que o partido continue fazendo alguma coisa boa pelo lado bom.

    Isso porque a dinâmica da oposição, imprensa, congresso, acabam continuando muito semelhantes.

    Quando um outro partido é colocado no poder, essa dinâmica que pressiona o partido do poder muda, além disso, o partido que assume tem que se provar, ou seja, mesmo que tenha o lado ruim, o partido tem que apresentar respostas dentro do que prometeu de bom.

    Tanto para SP quanto para o Governo Federal, acho que está mais do que na hora de trocar de administração.

  70. Guatambu said

    Acaba*

  71. Pax said

    O velho e bom Chesterton, rabugento, cara de mau, mas que de noite brinca de Forte Apache com seu filho, agachado de cócoras no tapete da sala, tem o dom dos palpiteiros com bola de cristal, se tornou o novo polvo Paul ou a reencarnação da Mãe Dináh?

    Vai saber…

    Se disser que sou um dos 12% de indecisos ele, o velho rabugento, não acredita. Então nem vou tentar.

  72. Pax said

    Nem sempre, caro Guatambu, nem sempre acontece assim.

    Há partidos e candidatos que estão se lixando para apresentar “respostas dentro do que prometeu de bom.”.

    Há inúmeros exemplos. Vou me ater num só, pra simplificar e exemplificar: você acredita que José Roberto Arruda, antes no DEM, agora no PR, que tenta se candidatar ao governo do DF quer apresentar “respostas ao que prometeu” ou simplesmente assumir o comando do butim novamente?

    Desmancha um pouco o teu raciocínio, condordas?

  73. Guatambu said

    Pax,

    Desmancharia se o DF tivesse a importância que tem SP, MG ou RJ.

    Por acaso não vejo nada do que acontece na política do PA, ou mesmo de SC… é nesses lugares que a corrupção come solta de verdade, porque esses lugares estão distantes dos olhos da imprensa e no final das contas, servem para arrecadar fundos (via caixa 2) para seus partidos alçarem vôos maiores nas próximas eleições.

  74. Guatambu said

    Pax,

    E claro, não adianta vir o Maluf pra SP que não vai rolar, né… nem o próprio PT, hoje amiguinho dele, apoiaria…

  75. Pax said

    Então, caro Guatambu, acho que você concorda comigo…

    Mas não sei se alcancei tudo que quiseste dizer no #73.

    Tem gente que a gente sabe que nem adianta tentar. Voltando ao meu ponto em #72. Isso, pra mim, é rigor, sim. É o tal processo de escolher o menos ruim.

    Mas é difícil ficarmos discutindo aqui quando ali, alhures, a conversa é bem outra, é a do marketing político. Hoje essa atividade comanda muitas das promessas. Exemplos:

    – casamento homoafetivo dá mais voto ou tira mais?
    – descriminalização da maconha?
    – desmilitarização da polícia?

    Aí esses candidatos de partidos que se entregam ao “marketismo político” não tem coragem de abraçar causas. Ficam como no “vai da valsa”.

    E se vendem…. como se vendem.

    Leia aqui, se tiver saco, veja como rola a coisa. Quem manda e desmanda em boa parte do Brasil. E, sim, esses grandes se ajoelham, beijão mãos e pés e nenhuma proposta dessas três mais competitivas mudará esse jogo.

    As quatro irmãs: Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez

    http://apublica.org/2014/06/as-quatro-irmas/

  76. Patriarca da Paciência said

    “Deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) defendeu o presidenciável tucano, Aécio Neves, depois que a Agência Nacional de Aviação Civil anunciou que irá investigar pousos e decolagens do aeroporto do município de Claudio (MG), obra feita quando Aécio era governador de Minas em uma propriedade que pertenceu ao seu tio; em nota, Sampaio acusou o PT de usar a máquina pública para perseguir adversários; “Estamos representando contra a ANAC e contra a presidente Dilma para que este ato seja punido de forma rigorosa”, garantiu; Sampaio disse também que o processo de homologação do aeroporto junto à ANAC vem ocorrendo de forma “legal e transparente”; agência afirma que pousos e decolagens são irregulares”
    (blog 247)

    Este tem sido sempre o “último refúgio dos canalhas”.

    Sempre que eles são pegos com a boca na botija, apelam para os “trâmites processuais”.

    Foi assim que o Daniel Dantas escapou e, continua livre, leve e solto até hoje.

    É assim que todos os envolvidos do “mensalão do PSDB” estão escapando um a um e, ao que tudo indica, nenhum deles levará qualquer punição, pois todos serão absolvidos por prescrição.

    FHC, o único presidente que realmente “comprou” parlamentares, nada sofreu, visto que teve a “esperteza” de nomear um “engavetador geral da República”.

    Barbosão, aquele que “poderia ter sido” e sai apenas como “mais um arrivista”, ficou hipnotizado pelos holofotes, praticando tudo que o mestre PIG mandava.

    Então é isso aí, parece que foi Shakespeare que escreveu que “a vida é uma tragicomédia escrita e dirigida por um louco”..

    Mas, como também dizia Galileu, “apesar de tudo, a Terra se move”.

    E o mundo realmente evolui, apesar de lentamente.

    O mundo já reconhece o Brasil como uma democracia madura e sólida, então, já temos uma ótima base..

    A maior prova da maturidade da nossa democracia é que o Brasil perdeu de 7 a 1 para a Alemanha e o país não acabou, como previa o PIG.

  77. Chesterton said

    Pax vota em quem a Marina mandar.

  78. Elias said

    “Na análise de um dos participantes do Globonews Painel, esqueci o nome dele, um brimo que dá aulas, salvo engano, na FGV, há uma boa discordância na afirmação do Elias que Israel não pode impedir a formação do Estado Palestino. Segundo esse analista e o próprio William Waack, Israel teme que o Estado Palestino se forme e acabe nas mãos dos radicais, como Hamas ou Hezbollah ou qualquer um – há inúmeros. Daí, segundo a proposta, que seria Israel devolver algumas terras invadidas e a Palestina aceitar algumas outras como israelenses, os eventuais malucos que estivessem no poder estariam muito perto de Israel pra lançar seus mísseis errantes.” (Pax)

    Pax, não confunde a obra do Picasso com… Tu sabes, né? Vives falando nela…

    Eu disse que ISRAEL NÃO PODE IMPEDIR a criação do Estado Palestino.

    É isso, Pax. Não pode impedir. Não tem como impedir. Como impediria? Impedindo os líderes palestinos de aprovar a criação do Estado Palestino? E como Israel faria isso? Prendendo todos eles? Fazendo passeatas na Cisjordânia?

    Putz!

    Vou dar um passo além: o Estado Palestino já existe de fato. Faltam, apenas, os atos declaratórios e as medidas político-administrativas — DE COMPETÊNCIA EXCLUSIVA DOS PALESTINOS — para que o Estado Palestino passe a existir de direito.

    Acontece, meu caro Pax — esse enorme poço de ingenuidade… — que, se o Estado Palestino for criado DE DIREITO, ele terá que encarar questões como: como ficarão as forças armadas do novo país? Ficarão com o Hamas? Ficarão com a OLP?

    E aí, Pax? Qual a resposta, na tua opinião?

    A resposta civilizada seria: “as forças armadas do Estado Palestino deverão ficar com o Estado Palestino, sob comando de quem for eleito para governá-lo”, certo?

    Só que, se isso acontecer, o Hamas não poderá mais manter seu exército particular, certo Pax? Nem a OLP, certo Pax? Esses “exércitos” teriam que ser dissolvidos e/ou absorvidos pelas Forças Armadas do Estado Palestino, certo Pax?

    E aí? Tu achas, mesmo, que o Hamas quer isso? E a OLP, Pax? Tu achas, mesmo, que ela quer isso?

    Tu achas, mesmo, Pax, que o Hamas tá muito a fim de perder o poder que ele hoje tem, de “declarar guerra” a Israel a hora que ele bem entende e quer, e ainda dar uma de gostosão, querendo impor condições para um cessar fogo, no momento em que, mantido o fogo, os palestinos só fazem levar farelo?

    Ora, Pax: até as pedras do muro das lamentações, e das mesquitas e sinagogas de Jerusalém sabem, decor e salteado, por onde passa essa carruagem…

    Israel “teme” o Estado Palestino? Claro que teme! Quem não temeria? Só um doido!

    Agora, daí a dizer que ele pode impedir a proclamação desse Estado, vai uma doidice ainda maior!

    E, doido por doido, só os muito doidões não percebem que, com a criação do Estado Palestino, o Hamas tem muito mais a perder que Israel…

  79. Elias said

    Patriarca,
    Se a moda lançada pelo PSDB pegar, o Dirceu bem que poderia processar o Procurador Geral da República e os Ministros do STF, acusando-os de usar a máquina pública pra prejudicar o PT…

    E que lance é esse da “amizade íntima” daquele cara que está (ou estava) preso, com a família Neves?

    Essa “intimidade” era com mulher ou com homem da família?

    Realmente não entendi. Tô passando batido. Qualé a desse pessoal? Tem alguém no armário, ou o quê?

  80. Elias said

    E, Pax,
    O Hezbollah é outro lance. Tem a ver com Líbano, Síria… Por aí. Norte de Israel. Samaria. Galiléia.

    Já Hamas e OLP atuam na outra ponta: Judéia. Gaza e Cisjordânia. Sul de Israel.

    Hamas e OLP em Porto Alegre e Hezbollah no Amapá.

  81. Pax said

    Caro Elias, nenhum argumento ainda mudou a opinião que comunguei, da existência de um invasor e um ocupado, de um opressor e um oprimido, por mais malucos que possam ser – e são – os malucos do Hamas, do Hezbollah ou da OLP.

    Os malucos que estão no poder em Israel parecem nem se importar com os resultados, como estes:

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/bombardeios-de-israel-em-gaza-ja-mataram-121-criancas-diz-unicef.html

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/escola-da-onu-em-gaza-e-atingida-por-ataque-israelense.html

    http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2014/07/16/bombardeio-israelense-em-gaza-mata-4-criancas-da-mesma-familia.htm

    Qual será a alegação? Que erraram a pontaria?

    Sei…

    Enquanto o estado de Israel estiver comandado por essa extrema direita ultra fundamentalista, Israel responde pelos seus atos, sim senhor.

    Todos os israelenses e israelitas? Ora bolas, claro que não, mas quem comanda o estado de Israel, sim.

    Assim como nem todos palestinos em Gaza são malucos extremistas e participam do lançamento de foguetes errantes.

    Gaza, hoje, é uma vergonha. Uma região sitiada, um verdadeiro gueto.

    Ou você acha que não?

  82. Daise said

    David e Golias
    22/07/2014 02h00

    Sempre que escrevo sobre Israel, há um leitor que pergunta: você é judeu? A pergunta é reveladora. Significa que só um judeu pode ser suficientemente louco (ou sanguinário) para considerar que no conflito israelense-palestino é Israel quem tem razão.

    Isso reflete o ar do tempo, devidamente criado pela mídia. É lógico que Israel não tem razão, dizem. É lógico que Israel sempre quis expulsar os palestinos do seu território. É lógico que Israel não quer a paz.

    Infelizmente, nada disso é lógico e, pior ainda, nada disso sobrevive à história. Sim, a construção de assentamentos na Cisjordânia, pior que um crime, é um erro (obrigado, Talleyrand). Sim, Netanyahu é quase uma “pomba” no seu governo cada vez mais radicalizado.

    E, sim, a direita israelense já não acredita na existência de dois Estados depois da retirada de Gaza (e dos foguetes que o Hamas passou a lançar contra Israel).

    Mas antes de chegarmos a essas tristes conclusões, é preciso dizer três coisas que qualquer pessoa alfabetizada consegue entender.

    Primeiro: o Hamas, que é tratado pelo jornalismo como uma mera “facção” (ou até como um interlocutor válido para a paz), é uma organização terrorista e islamita que nem sequer reconhece o direito à existência de Israel. Um pormenor?

    Não. O essencial. O conflito de Israel com a Autoridade Palestina é um conflito territorial. É uma discussão sobre fronteiras; sobre a soberania de Jerusalém; sobre o destino dos refugiados palestinos; sobre o acesso à água -enfim, uma discussão racional.

    O conflito com o Hamas é um problema ideológico. Basta ler a carta fundamental do grupo. Depois de prestar vassalagem à Irmandade Muçulmana (artigo 2) e de invocar os “Protocolos dos Sábios do Sião” (artigo 32) como argumento de autoridade (um documento forjado pela polícia czarista no século 19 para “provar” o conluio judaico para dominar o mundo), o Hamas não quer um Estado palestino junto a um Estado judaico.

    Quer, sem compromissos de qualquer espécie, a destruição da “invasão sionista” (artigo 28) -do mar Mediterrâneo até o rio Jordão. Os foguetes que o Hamas lança não são formas de reivindicar nada: são a expressão da incapacidade de aceitar que judeus vivam no “waqf” (terra inalienável dos muçulmanos -artigo 11).

    Acreditar no Hamas como “parceiro” para qualquer “processo de paz” é não entender a natureza jihadista do grupo. O Hamas não luta em nome da Palestina. Luta em nome de Alá.

    Segundo: quando se fala nos “territórios ocupados”, Gaza já não está no pacote. Israel se retirou de Gaza em 2005. O território -um antro de pobreza e corrupção- é governado pelo Hamas desde a vitória nas eleições parlamentares de 2006. A partir desse ano, o Hamas entendeu a retirada israelense como uma vitória do terrorismo -e não como o primeiro passo para criar as bases de um futuro Estado palestino.

    Depois de Gaza, viria a Cisjordânia e finalmente a totalidade de Israel. Uma pretensão lunática que, sem surpresas, começou por embater frontalmente com a posição mais moderada da Autoridade Palestina. Resultado?

    Em 2007, o Hamas e a Fatah (uma facção da OLP) viveram uma guerra civil “de fato” que teve de ser freada por Israel.

    Por último, toda a gente sabe que a solução mais realista para o conflito passa pela existência de dois Estados com fronteiras seguras e reconhecidas.

    Assim foi antes da partição da Palestina pela ONU (relembro a Comissão Peel de 1937). Assim foi com a Partição propriamente dita em 1947. E, para ficarmos nos últimos anos, assim foi em Camp David (2000). Foi o lado palestino que recusou essa divisão -o maior crime cometido por Yasser Arafat contra o seu próprio povo.

    De tal forma que, hoje, já poucos acreditam em divisões. Os líricos falam de um Estado binacional para judeus e árabes (um delírio que ignora, por exemplo, o que se passou na antiga Iugoslávia). Os resignados falam de três Estados: o de Israel, o da Cisjordânia (talvez com ligação à Jordânia) e Gaza (o antro do Hamas).

    Simples meditações de um judeu?

    Não. Para começar, não sou judeu. E, para acabar, não é preciso ser judeu para compreender que, às vezes, e contra as nossas cegas emoções, Golias tem mais razão que David.

    João Pereira Coutinho

  83. Pax said

    Já tinha visto esta análise do João Pereira Coutinho.

    O problema é que ele só pincela uma das faces desse prisma.

    Aqui:

    “Sim, a construção de assentamentos na Cisjordânia, pior que um crime, é um erro (obrigado, Talleyrand). Sim, Netanyahu é quase uma “pomba” no seu governo cada vez mais radicalizado.

    Ou seja, ele tangencia a questão de base, de invasor e invadido, de opressor e oprimido.

    Se olharmos os territórios desde 1947 quando definidos, 48 e 49 Ocupação quando estabelecidos, 56 Suez, 67 Guerra dos Seis Dias, 69-70 Desgaste, 73 Yom Kipur, 82 e 2006 Líbano e a situação em 2008 (o melhor que achei foi esse aqui de baixo), veremos quanta terra foi tomada. Com razão, sem razão, com meia razão, de tudo que é forma.

    Olhem nesse mapa e vejam as colônias estabelecidas na Cisjordânia, por exemplo, mapa de 2008.

    http://www.mundovestibular.com.br/articles/4378/1/A-GUERRA-DOS-SEIS-DIAS/Paacutegina1.html

    De lá pra cá o governo de Israel se tornou mais radical, mais extremado também, com a ultra direita compondo o governo a ponto do articulista acima chamar Netanyahu de “pomba” perto do que tem em volta.

    Aí, então, montamos um quadro que não é bem o que o marketing do governo de Israel quer vender. Vou repetir pra deixar bem claro: o marketing do governo de Israel quer vender.

    Aí faca fácil na cabeça dessa turma bombardear crianças, hospitais, escolas, moleques na praia etc. 3/4 das vítimas são civis, algo assim. dos 600 mortos 1/5 ou mais são crianças… é duro de ver, é duro de aceitar.

    E aí se alguém fala alguma coisa, se fica contra, é declarada antissemita, antisionista, antijudeu etc etc. O que é outra falácia argumentativa das mais baixas.

    Muita gente mundo afora não cai mais nessa. Basta ver a quantidade de protestos que acontecem nas principais capitais dos principais países ocidentais.

    Toda essa galera é anti alguma coisa que se refira aos israelitas ou israelenses?

    A resposta é um sonoro NÃO!

    Toda essa galera é contra a carnificina que estamos vendo, mais uma vez. Que vai dar em nada, mais uma vez.

    Israel continuará fazendo mais e mais assentamentos, agradando sua ultra direita, alimentando Hamas, Hezbollah e congêneres e daqui mais uns anos, quando esta canificina acabar, teremos outras e outras.

    Até que não haja mais um palmo de palestinos em toda região.

    Onde essa turma vai eu não tenho a menor ideia. Os que sobrarem, claro. Se é que sobrarão, claro.

  84. Pax said

    mas a conversa pode arrodear, como dizem, porém não pousa, o papo aqui é o

    meu aeroporto, minha vida

    vergonha dessa poeira alta na cabeceira das pistas…

  85. Daise said

    ISRAEL IMPERIALISTA ?

    Vale a pena examinar a situação de Israel no mapa do Oriente médio que, no mapa abaixo, mais parece David do que Golias;

    O objetivo do Hamas é aniquilar Israel. As mulheres e crianças palestinas que explodam para produzir horror no Ocidente. Épater le bourgeois, (os tais pascácios ocidentais)

    É muito facil cobrar responsabilidade na carnificina de Israel e por outro lado esquecer que o Hamas é constantemente abastecido de misseis pelo Irã e Arabia Saudita (este sim o grande satã), principalmente.

    Sem o largo fornecimento dos mísseis o que aconteceria? Suicídio em massa?

    As “carnifinas” que estão acontecendo agora no Iraque e na Syria entre muçulmanos xiitas e sunitas financiados pela Arábia Saudita sumiram do noticiário, por exemplo.

    Os árabes cristãos e os curdos estão sendo expulsos de suas casas (e sitios Pax) pelo simples fato de não serem muçulmanos. Os cristãos são crucificados como vingança pelas Cruzadas ou por não ir às mesquitas rezar nas sextas feiras ou praticar o Ramadã ( em curso).

    Como disse o Elias, acreditar que Hamas está simplesmente defendendo seus direitos e quer a paz num Estado Palestino é doidice:

    O objetivo é aniquilar Israel. Em nome de Allah!

  86. Daise said

    A prece

    meu aeroporto, minha vida,
    pelo amor de deus surjam provas que eu não fiquei maluco
    ao relacionar aeroportos e cocaína

    Rezo para que a Justiça Mineira conclua que a construção do aeroporto de Claudio tenha sido ilegal e que a Anac (da Rosemeire Nogueira) conclua que o aeródromo além de servir como ponto de encontro de aero modelistas locais também era uma rota de trafico da Bolivia com o nariz do Aecio.

    Amém! rsrsrs

  87. Daise said

    #76

    A maior prova da maturidade da nossa democracia é que o Brasil perdeu de 7 a 1 para a Alemanha e o país não acabou, como previa o PIG.

    medeus….o Patriarca da P. é um barato! O mundo algum dia vai reconhecer esta jenialidade.

    Numa palavra: Estupefaciente!

  88. Daise said

    Preces não atendidas

    Atualizado às 20h02 – São Paulo – Depois de passar o dia recolhido em Belo Horizonte preparando sua defesa no caso do aeroporto construído em Minas em um terreno que pertenceu ao seu tio-avô, o senador Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência, desembarcou em São Paulo no fim da tarde desta terça-feira, 22, e fez uma declaração à imprensa.
    O tucano apresentou dois pareceres assinados por ex-ministros do STF, Carlos Velloso e Ayres Brito, para reforçar o argumento de que não houve ilegalidade na construção de um aeroporto no município de Cláudio, no interior do Estado, em um terreno que foi desapropriado de seu tio-avô.

    Segundo o documento assinado por Velloso, o procedimento adotado foi “correto”.

    “Estando o Estado já investido na posse de bem imóvel, é licita a realização da obra para a qual o ato de desapropriação ocorreu”. Em sua defesa, Aécio alega que o terreno de seu tio-avô foi desapropriado pelo Estado a um preço muito abaixo do que ele valia. “O Estado pagou R$ 1 milhão pelo terreno e meu tio apresentou proposta de R$ 9 milhões. Se houve algum favorecido foi o Estado, não meu tio-avô”, disse Aécio.

    O candidato disse ainda que a denúncia é motivada por seus adversários na campanha eleitoral. “A campanha começou como nossos adversários gostam, com mentiras e ataques, essa é uma praxe de nossos adversários do PT”.

    ———-

    Ah ! talvez os aeromodelos que apareceram nos videos do Patriarca da P. fossem “drones” que distribuiriam a cocaína pelo ar para consumidores da elite mineira.

    É. Talvez..quem sabe? …rsrsss

  89. Elias said

    Pax,
    Conheço um pouco a área. Estive lá mais de uma vez.

    A entrega de Gaza aos palestinos foi uma imensa besteira. Gaza passou mais de 300 anos nas mãos dos turcos. Depois da I GM, foi entregue (pela Inglaterra e a França) ao Egito.

    Na “Guerra dos 6 Dias”, Israel tomou a área dos egípcios (que pretendiam cortar Israel ao meio, com um movimento de “pinças”, deslocando tropas para o leste a partir de Gaza, e para o oeste a partir da Cisjordânia).

    Na porrada que se seguiu, o Egito perdeu Gaza e a Jordânia perdeu a Cisjordânia (depois da I GM, a Jordânia e a Cisjordânia passaram a formar a Transjordânia, lembra?).

    Quando Israel negociou a paz com o Egito, quis devolver Gaza. O Egito não aceitou, por causa dos problemáticos… (o Egito estava rebarbado com o que acontecera ao Líbano).

    Ao longo do período em que esteve sob ocupação israelense, Gaza começou a se tornar uma região próspera. Lá foram aplicadas técnicas agrícolas desenvolvidas em Israel, e Gaza passou a exportar produtos agrícolas (principalmente frutas cítricas e hortaliças).

    Aí houve aquela negociação que concluiu pela entrega de Gaza e da Cisjordânia aos palestinos. Israel retirou toda a judeuzada que morava em Gaza. Quem não quis sair por bem, saiu na porrada, mas saiu.

    Lembro que a gente discutiu o assunto no Weblog. Tive até um ping-pong com o PD a esse respeito. Na ocasião, eu disse não acreditar que aquilo daria certo.

    Por uma simples razão: palestinos e judeus se odeiam, e isso é compreensível. De um e de outro lado, não existe ninguém que não tenha perdido um parente ou um amigo, morto pelo outro lado. Os palestinos muito mais, claro, porque perderam todas, e na guerra é assim: vence quem mata mais gente do lado oposto… Israel venceu porque matou mais, assim como o Brasil venceu o Paraguai porque despachou mais paraguaios deste vale de lágrimas, e… precisa explicar, Pax?

    O único jeito de Israel matar menos que os árabes, seria perdendo a guerra. Mas, Pax, numa boa, o que aconteceria com Israel, caso perdesse uma guerra para os árabes? Sinceramente, Pax, sem porralouquice, o que tu achas que aconteceria?

    Depois de cada guerra, fica o ódio… E, quem faz uma guerra atrás da outra, contra o mesmo inimigo, apenas empilha ódio…

    Tu estás num táxi israelense, passas por um bairro palestino, baixas o vidro, olhas pras crianças brincando na rua, sorris pra elas… Sabes o que elas fazem? Olham pra ti e passam o indicador no pescoço, de um lado pro outro.

    É ódio, Pax. E elas têm razões de sobra pra odiar… Além do mais, são criadas e educadas no ódio. Só que o outro lado também tem as suas razões. E educa seus filhos do mesmo modo. Vai daí…

    Agora, num contexto desse, foi ou não doidice entregar Gaza e Cisjordânia aos palestinos?

    Tu és palestino, e moras na Cisjordânia. Teu irmão mora em Gaza. Se um de vocês decidir visitar o outro, tem que sair do país de vocês, entrar em Israel, atravessar Israel de leste ora oeste ou vice-versa, e sair de Israel pra entrar de novo no país de vocês. A lesma lerda ao voltar pra casa…

    Tu e teu irmão são caras pacíficos, que só querem viver bem com todo mundo. Acontece que há um pessoal que transita de Gaza pra Cisjordânia ou vice-versa, pra se infiltrar em Israel e cometer atentados, suicidas ou não.

    Como é que tu resolves isso? Como distinguir o Pax e o irmão dele, de boa paz, do cara que tem sede de sangue, e só pensa em matar?

    Postos de controle, certo? E sabes o que acontece nos postos de controle? Arbitrariedades. Humilhações. Dezenas delas, todos os dias. Milhares ao mês. Dezenas de milhares ao ano.

    Sabes de que modo isso contribui para o estabelecimento da paz? De nenhum modo, Pax! Só fomenta ódio, num lugar onde se existe algo sobrando, esse algo é ódio…

    Invasão? Claro que houve. E claro que haverá. Terra, ali, é bem escasso. E, em lugar onde terra é bem escasso, a terra é o principal butim da guerra. Tem sido assim desde que a porra deste mundo existe, sob domínio do animal mais feroz do mundo.

    Já sei! Se tu fosses Primeiro Ministro de Israel, logo após a “Guerra dos 6 Dias” tu devolverias à Jordânia todo o território conquistado à custa de sangue, suor e bala. Também devolverias as Colinas de Golan à Síria, e…

    …E tu achas, mesmo, que, com esse papo, tu serás levado a sério por quem quer que use a cabeça pra algo mais que separar as orelhas?

    Porra, Pax! Tem dó, rapaz…

  90. Daise said

    Preces não atendidas (II)

    O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, apresentou nesta terça-feira (22/07) inquérito conduzido pelo Ministério Público de Minas Gerais, que foi arquivado por não ter encontrado nenhuma ilegalidade na construção do aeroporto de Claudio.

    A investigação durou cinco anos, foi aberta a partir de denúncia anônima, e nada de irregular constatou. “A notícia de que o Ministério Público abrirá investigação é muito bem-vinda. Assim como ocorreu em inúmeras obras feitas por nós em Minas Gerais, o Ministério Público investigou essa obra em abril deste ano e arquivou esse processo de investigação, porque não encontrou nenhuma ilegalidade”, afirmou Aécio, no comitê de campanha em São Paulo.

    “As explicações apresentadas pela Secretaria de Transporte e Obras Públicas mostraram-se satisfatórias, não se vislumbrando qualquer irregularidade que justifique a adoção de medidas outras pelo Ministério Público”, determina o parecer do Ministério Público, assinado pela promotora Maria Elmira de Amaral Dick.

    Aécio também entregou à imprensa pareceres dos ex-ministros e ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres de Britto e Carlos Velloso, favoráveis à construção do aeroporto antes do término do processo judicial de desapropriação, já que a terra já era pública.

    “O procedimento é correto. O Decreto-lei número 3.365/41, em seu artigo 15, autoriza, uma vez proposta a ação efetuado o depósito, em razão de alegação de urgência, a imissão provisória de posse. Se o desapropriado não concordar com o valor ofertado, apresentará contestação e a ação prosseguirá, limitando-se a controvérsia à determinação do preço do bem expropriado”, avalia o ministro Velloso.

    No seu parecer, Ayres Britto destaca que “nada de juridicamente inválido nesse proceder administrativo do Estado, que fez prévio depósito judicial do valor indenizatório que lhe pareceu, fundamentalmente, justo”.

    _____

    Citação bíblica:

    “Do pó viestes e para o pó voltarás”

    Eu já sabia…rsrsrs

  91. Pax said

    Ou seja, dizes que apóia as invasões, caro Elias? Cá me permito a total discordância, caso tenha inferido corretamente.

    Onde disse que teriam que morrer mais esses ou aqueles? Isso tende a falácia argumentativa.

  92. Pax said

    Não consigo parar de rir com as explicações…. tem o velho e bom dito popular: quanto mais mexe, mais poeira na cabeceira dessa pista?

  93. Daise said

    #89

    Estou sentindo vergonha alheia. rssrss

  94. Daise said

    #92

    Estou sentindo vergonha alheia. rssrss (II)

  95. Patriarca da Paciência said

    O abaixo assinado contra o genocídio dos palestinos já se aproxima de um milhão e duzentas mil assinaturas:

    https://secure.avaaz.org/po/israel_palestine_this_is_how_it_ends_loc/?sPSqceb

  96. Patriarca da Paciência said

    Sem dúvida nenhuma, Pax,

    o “parecer” do promissor filósofo juridiquês-quântico, Ayres Britto é profundamente hilário. Ainda mais que o antigo presidente do STF foi rebaixado a promotor !

  97. Daise said

    Em processo do TCU, relator do caso da refinaria de Pasadena isenta Dilma

    De fato ela como Presidente do Conselho de Administração -Chairman of the Board of Directors era e continua irresponsável. Não sabia.

    O Planalto controla 2 CPIs no Congresso para provar que ela não sabia que a Diretoria Petrobras estava corrompida. Apenas recebia um “fee” pra não controlar nada.
    Apenas assinar embaixo.
    E olhe lá pois nessa época já era ministra da casa civil de lula.
    A futura mãe do PAC
    Motivo:
    Ela foi enganada pela Petrobrás em 2006 da qual era a dirigente máxima, e só veio a perceber em 2014, quando demitiu o Cerveró

    Nenhuma semelhança é claro, com a Presidência da República onde a madame sabichona continua perdida entre mesas e cadeiras.rsrsrs
    39 assessores de alto nível (ministros) …idem.

    Mas depois da derrota por 7×1 o Brasil não acabou….rsrsrs

    A vergonha alheia continua crescendo com a “poeira das estrelas” do aeroporto de Claudio

    Obra do ET de Varginha….aquele safado!

  98. Daise said

    Putz

    Estou ansiosa pra assistir daqui de casa (Saint Croix), a Sabatina da FSP?UOL/Jovem Pan
    na segunda feira onde a presidente será entrevistada ao vivo e sem poder usar o teleprompter ….

    Confundirá de novo o tubo com o dentifrício ou inventará um novo “bote de fibras óticas” pra salvar as vítimas de enchentes.?

    Entregará o lula?

    João Santana estará presente? Franklin Martins? Mercadante? Erenice?
    Patriarca da P.???

    rsssrss

  99. Daise said

    BOLÃO DA SABATINA FSP

    DILMA PASSARÁ DAS SEMIFINAIS OU PERDERÁ DOS REPÓRTERES ALEMÃES
    ( COM EXCEÇÃO DO KENEDy QUE É AMERICANO E DO BALTHAZAR QUE É 1 DOS 3 REIS MAGOS).

    FAÇA SUAS APOSTAS AQUI NO BLOG.

    O PREMIO É UMA TAPIOCA R$ 8,00 NO CARTÃO DE CRÉDITO MINISTERIAL.
    OFERTA DE ORLANDO SILVA DO PCdoB, ex ministro.

    rsssrss

  100. Daise said

    # 96

    cada louco com sua mania. rsssrs

  101. Daise said

    GALINHAS FILOSÓFICAS

    E agora uma singela homenagem ao Pax que sempre dorme e acorda com as galinhas de seu sítio (horários!)

  102. Chesterton said

  103. Daise said

    GALINHAS FILOSÓFICAS 2

    Era impossível deixar de homenagear a inteligencia do caro camarada Patriarca da P.

    GESTALT!

  104. Pax said

    Le Monde… um ex-oficial das FFAA israelenses afirma que seus comandantes diziam que as operações seriam para “queimar a consciência” dos palestinos para que “consciências queimadas são consciências assustadas”.

    Nada mais a dizer sobre a questão. Leiam em Le Monde.

    http://www.lemonde.fr/idees/article/2014/07/22/un-ancien-officier-israelien-notre-but-etait-de-semer-la-peur_4460857_3232.html

  105. Chesterton said

    Guerra é assim, ou faz o inimigo desistir de lutar ou elimina o inimigo fisicamente.

  106. Pax said

    off topic administrativo:

    de uns dias pra cá tem aparecido comentários estranhos, na verdade sempre aconteceu isso, provavelmente oriundos de gente que quer instalar algum “bicho” nas máquinas do incauto curioso que tecla no autor ou nos links dos tais comentários.

    de uns dias pra cá, sei lá os porquês, aumentou

    sugiro que quando vcs vejam comentários de gente estranha, não entrem, ou, melhor, não cliquem em seus nomes ou links fornecidos

    sempre que posso, vejo e apago esses comentários

    não, não estou me referindo as “trolladas like” que fazem por aqui

    até mesmo porque, por mais chato que sejam, denotam do que se forma a gente que o produz.

    quem quer fazer um blog democrático tem que ter casca grossa, como ensinou o Pedro Doria com quem aprendi a blogar.

    estou me referindo a nomes estrangeiros mesmo, agora mesmo apaguei dois, um com nome que parecia escrito em árabe e outro de um nome que parecia americano

    não entrem nesses comentários, não cliquem em seus nomes, não abram seus links

    uma forma que posso ativar é exigir que qualquer comentarista tenha aprovação de um primeiro comentário

    o wordpress habilita essa possibilidade

    o comentarista digita seu email, o comentário fica aguardando, assim que o moderador (eu) aceito esse comentário, porque o email é válido, o comentarista fica liberado para todos os comentários posteriores, sem nenhuma outra verificação

    a outra possibilidade que nem quero pensar é pré-moderar

    se for pra fazer isso eu paro o blog

    como não vou parar…

    digam-me o que acham que fariam se estivessem nos meus sapatos

    claro que se vocês acharem melhor essa opção de validar o primeiro comentário este blog jamais vai usar ou divulgar esse email

    creio que depois de tantos anos, quem me conhece, sabe que nunca faria isso

  107. Pedro said

    Pax, faça como achar melhor.
    Será que pode ser o computador de alguém que frequenta o blog, totalmente infectado?
    O meu, deu pane total ontem.

    ……………………………

    Israel se esforça, o Hamas tenta, mas não adianta.
    Estamos na frente.

    http://www.onu.org.br/onu-50-mil-pessoas-foram-assinadas-no-brasil-em-2012-isto-equivale-a-10-dos-homicidios-no-mundo/

    Chupa Israel, chupa Hamas…..

  108. Patriarca da Paciência said

    Pedro,

    a conta que você precisa fazer é a seguinte:

    População de Gaza, 2 milhões de habitantes, 200 mortes por dia, 73.000 mortes por ano, o equivalente a 3,65% da população.

    Brasil, 200 milhões de habitantes, 50 mil mortes por ano, o equivalente a 0,0003% da população.

    Só para ilustrar, você sabia que nos Estados Unidos ocorrem 30 mil assassinatos por ano ?

    É claro que é bem menos que o Brasil, mas não é tanto assim.

  109. Patriarca da Paciência said

    Registra a história que, além da guerra contra os “inimigos”, os guerreiros espartanos tinham outra atividade importante, ou seja, “eliminar o excesso” de camponeses. De tempos em tempos os guerreiros espartanos saiam na tal “empreitada”. Parece que Israel está praticando algo semelhante em relação à população palestina.

    Registra a história também que o sonho de Hitler era restaurar o Império Romano, o qual teria também a duração de mil anos.

    Será que Israel pretende restaurar o Império Espartano ?

  110. Elias said

    “Ou seja, dizes que apoia as invasões, caro Elias? Cá me permito a total discordância, caso tenha inferido corretamente.” (Pax)

    Cara,
    Eu já dei minha opinião sobre o assunto centenas de vezes, em outros debates dos quais tu participaste. Por isso, de saída, considero tua pergunta ociosa, mas… Vá lá… Que seja!

    I
    Sou contra o território palestino descontínuo, como atualmente: Gaza e Cisjordânia. A meu ver, Gaza deveria ficar para Israel, já que o Egito não a quis de volta. Em contrapartida, Israel indenizaria o Estado Palestino, em dinheiro, ou, preferencialmente, em obras de infraestrutura na Cisjordânia (que hoje é, verdadeiramente, o território do Estado Palestino): redes de esgoto e ETEs, sistemas de abastecimento e tratamento de água, habitações, escolas, hospitais, estradas, ruas, fábricas, etc.

    Seria um negócio e tanto para os palestinos, já que eles estariam sendo indenizados pela “perda” de algo que nunca foi deles e/ou onde eles nada ou quase nada fizeram (além das cocozadas de sempre): Gaza pertencia à Turquia e, depois, ao Egito, e a infraestrutura que lá existe foi implantada por Israel, durante a ocupação.

    Repito o que eu disse centenas de vezes: a manutenção dos palestinos em territórios descontínuos é uma demência política e um pesadelo logístico para ambas as partes.

    Em Israel, um monte de gente — judeus e palestinos — concorda com o que estou dizendo. (Algumas dessas pessoas — judeus — lamentam a situação atual, não só pela destruição e pela carnificina que ela implica, mas também por terem perdido acesso a uma FEIJOADA CARIOCA, assim mesmo, em maiúsculas, que era feita (será que ainda é?) por uma família palestina, em Gaza, à beira do Mediterrâneo. Feijoada completíssima, mesmo! Daquelas que só falta ambulância estacionada à porta… Aquela feijoada deveria ter sido tombada pela ONU como patrimônio da humanidade! Em vez disso, vai ver que o restaurante é que foi tombado — literalmente — por alguma bomba israelense).

    II
    Sou a favor do muro. É uma coisa dolorosa, mas necessária. Israel é um país rico. A Palestina é um país pobre. Muito pobre. Se Israel escancarar as portas, será invadido por dezenas de milhares de palestinos, a cada dia. Em questão de meses Israel estaria favelizado.

    O muro em torno da Cisjordânia tem, para Israel, não só a óbvia utilidade militar, mas também a função econômico-social de facilitar o controle dos fluxos migratórios. Assim como as cercas no sul dos EUA e no sul da Europa (aliás, norte da África)… Né neném?

    III
    Invasões? Ora, Pax: tu só estás fazendo coro ao discurso genérico… Aquele que precisa ser genérico porque, se for entrar nos detalhes, não se sustenta em pé.

    Quais foram os territórios invadidos por Israel, desde a “Guerra dos 6 dias”? Basicamente: (1) Sinai, (2) Cisjordânia, (3) Gaza e (4) Golan.

    E o que aconteceu com esses territórios? Vejamos:

    (1) Sinai.
    Devolvido ao Egito, de lambuja com uma infraestrutura industrial (petrolífera, principalmente) que antes não tinha. Antes, o Egito nada aproveitava do Sinai. Hoje tira petróleo e derivados, porque Israel fez a prospecção, furou os poços, montou as refinarias, etc., e, depois, entregou tudo isso ao Egito, em troca de paz. Se isso é má vontade…

    (2) Cisjordânia.
    Entregue aos palestinos, que, até agora, só demonstraram à fartura que não sabem o que fazer com ela (até aqui, só fizeram merda, né neném?).

    (3) Gaza.
    Entregue aos palestinos. Idem, idem, como acima, no item “”2”.

    (4) Golan.
    Essa área sim, não foi nem será devolvida à Síria, porque não teria sentido Israel entregar ao inimigo derrotado — e que, até hoje, nunca assinou um tratado de paz — uma plataforma de lançamento de mísseis apontada para o território israelense.

    No atacado, Pax, foi isso, e tens como refutar. Nem tu nem ninguém.

    Fora disso, o que existe é o varejo. São questões menores, pontuais, paroquiais, que poderiam ser facilmente resolvidas numa mesa de negociação, e que se encerrariam com indenizações diretas de Israel aos prejudicados, o que já aconteceu e continua acontecendo, aos milhares, por iniciativa de governos locais — tipo prefeituras — sem nem envolver o governo central (que, aliás, é quem cria a maior parte das cagadas, quando executa obras do muro). Ninguém fala dos milhares de vezes em que a coisa vem sendo resolvida por indenizações diretas aos prejudicados, porque isso não serve pra dar 15 minutos de fama a ninguém… Não pode ser explorado politicamente, não dá margem a abaixo-assinados, etc.

    Hoje, a turma se agarra no varejo, e faz dele seu cavalo de batalha, até porque a questão maior, o atacado, não existe mais.

    IV
    Ah, sim: tem a questão do “genocídio”. O povo palestino é o único no mundo que, à medida em que sofre genocídio, aumenta de tamanho. Fica mais numeroso.

    Os carinhas que usam esse termo sabem disso. Mesmo assim o usam, porque são, essencialmente, desonestos.

    As pessoas que usam esse termo em tais circunstâncias, apenas o banalizam, dele retirando o significado histórico que, por motivos morais, deveria ser mantido e respeitado. Desmoralizam politicamente a si mesmos, porque fazem o jogo dos neonazistas e anti-semitas de sempre (nada agrada mais aos neonazistas e anti-semitas em geral, do que a banalização do termo “genocídio”), e ridicularizam os palestinos, porque reduzem estes últimos a condição de insetos, como as formigas…

  111. Elias said

    “População de Gaza, 2 milhões de habitantes, 200 mortes por dia, 73.000 mortes por ano, o equivalente a 3,65% da população.” (Pax)

    Como se fosse verdade que Israel passa o ano todo matando 200 palestinos por dia, ano após ano…

    Desonestidade.

    Ou não?

  112. Pedro said

    De onde saíram, 73.000 mortos por ano em Gaza?

    Sei não, acho que deu defeito na sua calculadora.

  113. Pedro said

    Googlias, esta é do Patriarca.

    Huuummmm pensamento fixo no Pax. Vai trair o Chesterton? :-)

  114. Pedro said

    Ah Patriarca, eu não sabia que nos Estados Unidos, ocorrem 30 mil assassinatos por ano.

    Vão ter que pedalar muito pra alcançar a gente.

    Chupa EUA.

  115. Patriarca da Paciência said

    Caro Elias,

    desonestidade mesmo é querer comparar 200 mortes POR DIA , numa população de 1 milhão e oitocentas mil pessoas, com 50.000 mortes POR ANO, numa população de 200 milhões de pessoas, como o Pedro comparou..

    Lembro que, no tempo do Pedro Doria, pela ocasião de algo semelhante ao que está acontecendo hoje, a população de Gaza era de 2 milhões de habitantes.

    Isto é que me fez lembrar a “eliminação do excesso” de camponeses pelos espartanos.

    Mas eu concordo com esta ideia:

    “Sou contra o território palestino descontínuo, como atualmente: Gaza e Cisjordânia. A meu ver, Gaza deveria ficar para Israel, já que o Egito não a quis de volta. Em contrapartida, Israel indenizaria o Estado Palestino, em dinheiro, ou, preferencialmente, em obras de infraestrutura na Cisjordânia (que hoje é, verdadeiramente, o território do Estado Palestino): redes de esgoto e ETEs, sistemas de abastecimento e tratamento de água, habitações, escolas, hospitais, estradas, ruas, fábricas, etc.”

    Mas eu não lembro de Israel ter proposto sequer a sombra da sombra de uma proposta assim. Os palestinos foram sempre tratados na base do dedinho mindinho pelos olhos e dentes.

    Israel, ou melhor, a direitona que controla o país, sem a menor sombra de dúvidas, age com total brutalidade e irracionalidade.

    É claro que há muitos israelenses que não concordam com isso. Espero que eles possam ter alguma influência.

  116. Patriarca da Paciência said

    Por incrível que pareça, é consagrado no Direito Brasileiro, que, “toda reação, equivalente à ofensa, é legítima defesa” Já a “reação desproporcional é crime”.

    Nada entendo de Direito Internacional, mas se este é um princípio aceito mundialmente, Israel está praticando CRIME DE GUERRA.

  117. Pedro said

    E esta agora, o desonesto sou eu?
    Me diga, de onde vc tirou, 73.000 mortos por ano em Gaza?
    Aponte, a fonte destes dados.
    Vamos ver quem é desonesto aqui.

    E tem mais, me espera na hora da saída. Quero te dar uma surra, pra deixar ser mentiroso.

  118. Patriarca da Paciência said

    Pedro,

    é muito fácil a conta. 200 mortes por dia, vezes 365 dias do ano. É o que a fúria de Israel faz prever. Eles tem sempre declarado que não tem prazo para terminar a “ofensiva”.

    Agora veja aí a proporção.

    O Brasil apresenta, mais ou menos, duas mortes por assassinato, para cada uma acontecida nos Estados Unidos.

    A proporção de Gaza em relação ao Brasil é quase incalculável. Coisa aí para milhares.

    E eu que vou te esperar na saída para te encher de porradas !

  119. Pedro said

    Não existe este dado, 73.000 mortos por ano em Gaza.
    Deixa de ser mentiroso, ô mãe Dinahda.
    Isto é invenção sua. Ponto.

    E a briga tá marcada: 18 horas no calçadão da Felipe, em frente ao senadinho.

  120. Elias said

    “Mas eu não lembro de Israel ter proposto sequer a sombra da sombra de uma proposta assim. Os palestinos foram sempre tratados na base do dedinho mindinho pelos olhos e dentes.” (Patriarca)

    Israel fez mais que isso, Patriarca: entregou Gaza e Cisjordânia.

    Numa guerra, as reações tendem a ser desproporcionais. Quando isso não acontece, a coisa acaba empatada. Impasse. É sempre uma possibilidade, mas é raro. Na maior parte das vezes, alguém vence, outro alguém perde.

    Para um país vencer uma guerra, ele tem que matar e destruir muito mais que proporcionalmente em relação ao vencido. Numa guerra, matar não é crime. É ato de guerra. Falar em “proporcionalidade” em casos de guerra é pura demência, até porque, na guerra o que conta é, exatamente, a desproporção.

    Numa guerra, considera-se “excesso” a violência contra prisioneiros, o uso de armas consideradas ilegais (aliás, na II GM, o gás era considerado arma “ilegal”; já a bomba atômica…), etc.

    O bombardeio de áreas civis também deveria ser considerado crime de guerra. Deveria ser. Na prática, não é.

    Até à I Guerra Mundial isso quase nunca acontecia. Na II GM, o bombardeio de área civis foi largamente praticado, por todos os países envolvidos, e acabou se tornando quase um sinônimo do conceito de “guerra total”. Todos bombardearam áreas civis, e quase todos tiveram áreas civis bombardeadas. A exceção parece ter sido os EUA, que bombardeou áreas civis sem nunca ter sido bombardeado: o Japão só conseguiu lançar uma única bomba no território norte-americano, e, para azar japonês, essa bomba não explodiu. (O japonês que lançou a tal bomba se tornou uma celebridade na cidade americana que ele “bombardeou”. É que se trata de uma cidade pequenina, caipira, do interior dos EUA, onde não acontece nada importante. O evento mais momentoso já acontecido lá foi o diabo dessa bomba, que não explodiu. Vai daí que, anos depois da guerra, o japonês foi convidado a visitar a cidade e foi recebido pelo prefeito, com banda de música, banquete e tudo o mais. Ridículo! Hoje a bomba está exposta na prefeitura da cidade, juntamente com a espada de samurai do japonês bombardeador (ele pretendia se matar com essa espada…). O japonês acabou se tornando cidadão honorário daquele reduto caipira, que ele ele visitava anualmente, e onde acabou morrendo e sendo sepultado). No mais, é só procurar saber o que aconteceu com Hamburgo, Dresden (onde a população infantil virtualmente desapareceu), Tóquio, etc.

    Em Gaza é uma loucura, realmente!

    O Hamas instala suas bases de lançamento em áreas residenciais, exatamente na expectativa de usar a população civil como “escudo humano”.

    O Hamas acha que, assim, das duas uma: (1) Israel não reage, e eles podem continuar suas agressões sossegada e impunemente; (2) Israel reage, porém arca, sozinho, com o custo político das baixas civis.

    O Hezbollah fez isso no Líbano. Se ferrou! Além disso, o país inteiro quase virou pó, em pouco mais de uma semana. Os supostos “aliados” do Líbano, em especial aqueles que armaram (e ainda armam) o Hezbollah, chiaram, gritaram, ameaçaram, rosnaram, patrocinaram abaixo-assinados, mas… Permaneceram à sombra. Mantiveram, todos, os respectivos briocos encostados à parede… Ninguém moveu uma palha pra sair pros finalmente, em auxílio ao Líbano, que acabou pagando sozinho a conta do seu desgoverno, de sua fraqueza e de seu rabo frouxo.

    Tudo acabou com o Líbano semidestruído e o Hezbollah enfraquecido, com o rabo entre as pernas, e detestado por aqueles a quem ele usou como escudo humano.

    Essa a questão. É uma aposta, de quem acha que Israel não pagará pra ver. Ou, se pagar pra ver, terá um enorme prejuízo.

    Acontece que Israel está cada vez mais propenso a pagar pra ver. Como a coisa deu certo no Líbano, a tendência é achar que também dará certo em Gaza.

    Provavelmente Israel está apostando que, no Ocidente, as pessoas vão chiar por algum tempo. Depois, vão esquecer. Vão deixar de lado. Em Gaza, o ódio aos judeus continuará o mesmo. Só que, agora, as pessoas também vão aumentar a conta do Hamas, no passivo. Vão se sentir usadas, da pior forma possível. Vai ter muito mais gente denunciando instalações do Hamas em áreas civis, facilitando ataques de precisão. Pode até se generalizar a noção de que proteger ou ajudar o Hamas faz mal à saúde… Em um ou dois anos o Hamas estará ainda mais fraco que agora.

    Essa parece ser a aposta israelense.

    Quem, realmente, vai levar vantagem? O tempo dirá.

    Até aqui, Israel faturou todas. Sempre que apostaram no “quanto pior, melhor”, os palestinos levaram farelo.

    É de se ver, agora…

  121. Guatambu said

    Elias,

    Qual é a diferença do problema logístico-militar entre dois povos dentro de um mesmo país e o problema logístico de uma favela brasileira e os centros urbanos?

    – Há muito menos pessoas desonestas que pessoas honestas nas favelas
    – A polícia não trata de maneira menos humilhante pessoas honestas e desonestas
    – A militância de alguns partidos educam as pessoas das favelas a crescerem com o ódio da “elite branca”

    Além disso, e nossas fronteiras?

    Como você vê a política de fiscalização de fronteiras no Brasil?

    Não só estamos permitindo que outros sulamericanos entrem aqui, como estamos convidando outros povos para se instalarem por aqui… isso porque o Brasil nem é tão rico assim.

  122. Pax said

    Não sou guloso! O Chesterton é do Elias e vice versa.

    Não me insiram em briga de marido com marido, por favor.

    Não houve nenhum assentamento na Cisjordânia nos últimos anos? Ai ai ai.

    Mas concordo com um tertitorio palestino unificado e com umas praias e farta compensações. Chegamos finalmente próximos de um acordo blogal.

    Pode propor o tamanho da área e das compensações que iniciamos as negociações.

    Com imediato cessar fogo de ambos os lados.

    Já que a ONU não faz nada, e quando faz Israel não acata, assumimos aqui as negociações de paz.

    Quem desobedecer terá que receber o Chesterton, velho e bom Chesterton, dar uma área para que ele monte seu sítio com consultórios.

    Com jardim para ele montar o forte Apache pros domingos às tardes.

  123. Pax said

    Voltando ao post, o Elio Gaspari parece que não gostou muito das explicações de Aécio e de suas assessorias, nem mesmo quando carimbadas pelos famosos juristas a quem recorreu.

    Uma questão é se a lei pode te pegar ou não. Depois do abafa do mensalão tucano sabemos que a coisa fica sempre esquisita neste aspecto, digamos, legal, nas bandas mineiras. Pelo que contam, no tal poder da imprensa é ainda pior, lá não pode tocar em assuntos de “família”.

    Outra coisa, bem diferente, é quem paga a conta do #MEU_AEROPORTO_MINHA_VIDA

    Como diz o Gaspari, Armínio Fraga diria: “o meu, o seu, o nosso” rico dinheirinho.

    Mas, sabe como é, a Folha é radical de esquerda, petista até o tutano e o Elio Gaspari um antigo agente vermelho… dirão os, bem, deixa pra lá.

    Aqui:

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/177254-a-explicacao-de-aecio-nao-decola.shtml

    Tem poeira debaixo desse tapete. Com certeza o Globo, Estadão etc já enviaram para lá seus melhores repórteres investigativos…. será? Hum, senta aí na cadeira e espera que pode ser como na fila do banco quando o caixa está sozinho…

    Ok, Chesterton, velho e rabugento Chesterton, calma… vai que você ganha um sítio lá no Oriente Médio, com área para consultórios, jardim pro Forte Apache e direito a ver “estrelas cadentes” em abundância?

    Seja otimista, caro Chesterton.

  124. Pax said

    Vai ter briga na saída?

    Onde é a calçada da Felipe, em frente ao Senadinho?

    Vamos às regras: pode dedo no olho, chute no saco, mordida e puxão de cabelo.

    Só não pode míssil, por favor, sejamos civilizados!

  125. Chesterton said

    Muito engraçado ver o Elias domar a burrice do patriarca e o pacifismo do Pax….Agueeenta!

  126. Pax said

    Calma, caros Elias e Chesterton, o casal mais romântico da blogosfera brasileira…

    Não fui eu quem criou, foi uma querida amiga que me mostrou em seu facebook.

    ah, sim, ela é… israelita.

  127. Pax said

    Calma, gente, é só uma piadinha…

    https://br.noticias.yahoo.com/blogs/alpino/a%C3%A9cioporto-111447748.html

  128. Chesterton said

    hahahahaha

  129. Elias said

    Pax # 126

    Essa é velha, Pax.

    Em vários comentários no Weblog eu me referi a essas correntes ortodoxas, pra contestar uma comentarista — Andréa, salvo engano — que identificava os judeus ortodoxos com a direita israelense.

    É o contrário. A maior parte dos judeus ortodoxos é mais crítica em relação a Israel que a mais extrema esquerda.

    A razão é simples: os judeus ortodoxos acreditam que apenas o Messias pode restaurar Israel (e o Templo). Vai daí que eles consideram o Estado de Israel uma blasfêmia…

    Pra respaldar essa crendice, eles não hesitam em falsificar a história às toneladas. Esse agitador de rua que tu linkaste, diz que os judeus viviam “pacificamente” num Estado “palestiniano”…

    Flatulência! Que “Estado Palestiniano” era esse? Isso nunca existiu. Deveria existir agora, mas… Deixa pra lá!

    No auge do Holocausto, os árabes pressionaram os ingleses, a torto e a direito, pra limitar ao máximo — ou seja, ao mínimo! — a imigração de judeus para a Palestina.

    Foi a época do famigerado e pornográfico “Livro Branco”. Os judeus estavam sendo assassinados na Europa, em escala industrial, aos milhões, e os ingleses continuavam a manter as restrições para imigração. Alguns navios entupidos de judeus chegaram a aportar na Palestina, mas os árabes chiaram e a Inglaterra obrigou os navios a voltarem para a Europa. Para a morte… Pelo menos uma vez, os ocupantes de um navio resolveram acabar com tudo: afundaram o navio e se foram com ele.

    Essa história de que árabes e judeus sempre viveram em paz, em países árabes, é pura vigarice. Na Palestina, isso foi verdade, durante algum tempo, não pela boa vontade dos árabes, mas porque se tratava de área sob domínio turco.

    Depois que os turcos foram expulsos, e a área passou ao controle inglês (e não dos palestinos, como diz o ortodoxo que tu linkaste), começou a porrada… E entraram em vigor as restrições do “Livro Branco”, apesar da “declaração Balfour”.

    Durante a II GM, os ingleses temiam que os árabes passassem a apoiar os alemães, e, por isso, foram particularmente rigorosos no cumprimento das restrições do “Livro Branco”. Ao mesmo tempo, o Mufti de Jerusalém, aliás tio de Yasser Arafat, e líder máximo dos palestinos, vivia de braços e abraços com Adolf Hitler…

    Enfim… Pelo menos 90% do que disse o ortodoxo de rua não passam de falsificações grosseiras.

    “Não matarás”, é? Pena que ele não tenha dito isso a Josué, Gideão, Davi, Salomão… Todos eles mataram pra caraca! E para conquista da “Terra Prometida”… É que Aquele que prometeu a terra aos filhos de Israel, por motivos que Lhe são Seus, não comunicou tal promessa a quem já ocupava essa terra…

    Como dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço, algumas remoções de corpos foram necessárias, né Pax?

  130. Elias said

    Faz parte das superstições alimentadas pelos judeus ortodoxos, a crença de que todo e qualquer mal que atinge os judeus como povo, constitui um “castigo divino” por algum pecado cometido pelos judeus, como povo.

    O principal pecado é, invariavelmente, o afastamento dos judeus, como povo, da religião judaica. Afastou-se da religião? O castigo vem a galope.

    O exílio na Babilônia? Castigo de Deus, porque o povo eleito se afastou da religião. Roma não submeteu a região para controlar o trânsito de cereais do Egito para a capital do império. Roma fez isso como instrumento de Deus, pra castigar os judeus que… E, de cambulhada, ferrou com egípcios, sírios e quem mais teve o imenso azar de estar por perto daqueles pecadores.

    Foi isso o que disse o ortodoxo de rua que o Pax linkou.

    Pra ele, o judeu está no exílio “por decreto divino”, e só sairá dessa por obra de graça do Messias. Até que isso ocorra, faça o favor de esperar… Sentado, de preferência. E que ninguém fale de “livre arbítrio”, porque isso não cabe no esquema de superstições que ele alimenta, e do qual usufrui com comodamente. Quando o interlocutor dele perguntou: “…e por que você voltou?”, ele ficou um tempo calado e… Só voltou a falar pra repetir o esquema de frases feitas que ele aprendeu desde a infância, sem responder à pergunta, até porque não tem resposta pra ela.

    É uma escolha. Os ortodoxos são “objetores por motivos de consciência”. Não prestam serviço militar em Israel. Também não pagam impostos, já que não reconhecem o Estado… Apenas usufruem do resultado da luta que outros travam, e dos benefícios proporcionados pelos impostos que outros pagam (são mantidos pelo Estado cuja existência negam, e cuja destruição pregam).

    Não acho que eles constituam, exatamente, um exemplo edificante…

    Também não creio que Hitler e os nazistas tenham sido “instrumentos de Deus”, para o que quer que seja. Se eles foram instrumento de algum ser sobrenatural, certamente que esse ser não terá sido Deus.

    Eu imaginaria Hitler e os nazistas mais como instrumentos do demônio… Se eu acreditasse em demônios.

  131. Elias said

    A bem da verdade, o “Livro Branco” é bem anterior à II GM. Ao longo do século passado, as restrições que ele impunha foram cumpridas ou relaxadas pela Inglaterra, ao sabor das conveniências da política externa.

  132. Daise said

    1.Pelo visto o companheiro Pax terá que pedir licença ao Elias antes de abrir a boca sobre o conflito Israel x Hamas aqui no blog. Lembrei-me do fatídico 7×1 da Copa. Putz!

    2. Com o caso do “Aécioporto” evoluindo sem maiores novidades permanece no ar a poeira levantada no deserto do Sahara cruzando o Atlântico em direção ao Caribe. Apenas areia.
    A “cocaína” do Pax é malhada. Bolivariana. Puro talco.

    hahaha

  133. Daise said

    Preste atenção na foto abaixo e depois comente:

    uma imagem vale mais que mil palavras como diria o companheiro Patriarca da P.

  134. Daise said

    PASADENA: O JEITÃO PT DE GOVERNAR

    Prejuízo de Pasadena: daria para construir 125 aeroportos como o de Cláudio, em Minas. Ou: A responsabilidade de Dilma

    Postado:Wed, 23 Jul 2014 23:39:27 +0000

    O Tribunal de Contas da União analisou detidamente os números da compra da refinaria de Pasadena. Quem quiser que vá lá desafiar os critérios. Segundo aqueles que são empregados para analisar outras operações, a Petrobras teve um prejuízo com a operação de US$ 792 milhões. Trata-se, obviamente, de uma soma fabulosa. O tribunal aponta como responsáveis 11 ex-diretores da estatal. Os membros do conselho, que era presidido pela então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, foram poupados. Caso haja fatos novos, sua eventual responsabilidade pode ser reexaminada, mas não parece que isso esteja para acontecer.

    Vamos lá. Já se escreveu e se falou muito a respeito do assunto. De fato, não parece que os membros do Conselho possam ser diretamente responsabilizados pela operação. Em situações assim, a tendência é que se fiem na avaliação da diretoria e de consultorias especializadas, que endossaram a compra. A questão que diz respeito à agora presidente Dilma é de outra natureza. Já escrevi aqui e reitero: a mim me incomoda mais a omissão da Dilma como chefe do Executivo do que da Dilma como presidente do Conselho. Por quê?

    Os conselheiros perceberam, sim, que a compra de Pasadena era um mau negócio. Tanto é assim que recorreram à Justiça dos Estados Unidos para se livrar da obrigação de comprar os outros 50% da refinaria. Já ali, perceberam tratar-se de uma opção danosa para a empresa brasileira. Talvez tenha faltado, no entanto, assessoria competente para demovê-los da ideia. Afinal, não havia o que fazer. E a tentativa de abrir mão da obrigação de comprar a empresa custou alguns milhões a mais; só contribuiu para elevar o prejuízo final.

    Assim, a Dilma conselheira já tinha plena ciência da operação ruinosa, realidade que ela vocalizou mais tarde, quando veio a público com o seu “eu não sabia”. Então cabe a pergunta óbvia: como é que Nestor Cerveró, diretor da Área Internacional da Petrobras, que havia deixado o cargo no período, digamos, pós-Pasadena, voltou a uma subsidiária da empresa, na direção financeira da gigante BR Distribuidora? “Ah, uma presidente não cuida dessas miudezas” Lamento! Não se trata de miudeza: nem o prejuízo da Petrobras nem o cargo.

    É claro que a condenação tem um peso político importante. Entre os punidos, está José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da estatal e petista de quatro costados. O PT, no entanto, tentará dar ênfase ao fato de que o TCU poupou a presidente. Uma coisa, no entanto, não dá para disfarçar: uma única operação da Petrobras na gestão Lula, quando Dilma era presidente do Conselho e chefe inconteste do setor energético, gerou um prejuízo à empresa de R$ 1.758.240.000,00: lê-se “um bilhão, setecentos e cinquenta e oito milhões, duzentos e quarenta mil reais.

    Daria para construir 125 aeroportos em Cláudio. E olhem que esse é o prejuízo decorrente de uma única ação, numa só empresa.

    Romulo Arantes, pra quem conhece a tinta.

  135. Patriarca da Paciência said

    Patriarca Da Paciência said

    23/07/2014 at 11:59
    Por incrível que pareça, é consagrado no Direito Brasileiro, que, “toda reação, equivalente à ofensa, é legítima defesa” Já a “reação desproporcional é crime”.

    Repeti o comentário porque hoje deu no telejornal da Globo da noite que a ONU criou um comissão para investigar crimes de guerra praticados por Israel.

    É bem isso aí mesmo. Olho por olho é selvagem, brutal, anterior a Cristo, mas é tolerado pela lei.

    Já um dedinho mindinho por olhos e dentes é desproporcional e é crime. É a mesma história do cara querer se justificar dizendo, “ele me fez careta e eu o matei”.

    Se Israel j continuar assim, vai terminar por causar repulsa na maioria da humanidade e criar um antissemitismo justificável moralmente.

  136. Patriarca da Paciência said

    “Prejuízo de Pasadena: daria para construir 125 aeroportos como o de Cláudio, em Minas. Ou: A responsabilidade de Dilma”

    Isto não é nem mais cara de pau – é total falta de caráter e argumentos.

  137. Daise said

    1. Um bilhão, setecentos e cinquenta e oito milhões, duzentos e quarenta mil reais.

    11 DIRETORES BOCUDOS (vide Ildo Sauer). E NINGUÉM VAI ABRIR A BOCA ???

    Será um MENSALÃOZÃO PTROLEIRO ???

    2. O companheiro Patriarca da P. foi eliminado hoje por mentir sobre números. Recomenda-se moderação nas próximas aleivosias inconsequentes.

  138. Patriarca da Paciência said

    “Contra o voto dos Estados Unidos e com 19 abstenções, o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas aprovou a formação de comissão para investigar governo de Benjamin Netanyahu por crimes de guerra na ofensiva contra a população civil na faixa de Gaza; 29 dos 47 países-membros votaram a favor; comissária da ONU para Direitos Humanos, Navi Pillay fez comentário duro; “Há forte possibilidade de terem sido cometidos crimes de guerra. Cada incidente tem de ser investigado de modo adequado e independente”; 120 crianças já morreram, 900 estão feridas e, segundo a ONU, 107 mil sofreram traumas por perdas de parentes e moradias; baixas civis são mais de 600 entre os palestinos ”
    (247)

  139. Patriarca da Paciência said

    “No sobe e desce da eleição, presidente sai por cima em caso da compra da refinaria de Pasadena, que consumiu rios de tinta da mídia tradicional; senador tucano é surpreendido por denúncia de aeroporto feito em fazenda de seu tio-avô, em Cláudio, Minas; ex-governador de Pernambuco sofre com investigação da PGR sobre relação entre o PSB e o Pros, sob suspeição de propina; TCU isentou Dilma Rousseff por negócio feito por diretores da Petrobras; Aécio Neves se bate para explicar plenamente decisão tomada como governador de Minas Gerais; Eduardo Campos experimenta revés em seus domínios; mudanças contínuas”
    (247)

  140. Daise said

    CORRUPÇÃO: O JEITÃO PT DE GOVERNAR

    Mais um petista de alto escalão vai para a cadeia por corrupção.
    Desta vez, o braço direito de Tarso Genro em Brasília.

    http://blogs.estadao.com.br/fausto-macedo/justica-condena-por-corrupcao-ex-coordenador-do-pronasci/

  141. Daise said

    O 247 adora agradar o Patriarca da P.
    E vice versa.
    Mais versa do que vice.
    GESTALT

  142. Pedro said

    Pax #124, Se não estou enganado, o Patriarca da mentira, segundo ele mesmo, é funcionário público em Fpolis.
    O senadinho é um bar, no centro velho de Floripa, conhecido por ser ponto de encontro de funcionários públicos, aqueles que deixam o paletó na cadeira, e vão pra lá fofocar, esperando o tempo passar, e o pagamento chegar.
    Hoje tive que ir em Floripa, pra registrar uma escritura. Por isso, marquei a briga lá.
    Fui lá, mas ele não apareceu. Acho que ficou vigiando o Barbosão, pela tv justiça.

  143. Daise said

    CONTA DE DIVIDIR: VAMOS DESENHAR

    Um erro com prejuízo comprovado da PTbras em Pasadena
    (custo: Um bilhão, setecentos e cinquenta e oito milhões, duzentos e quarenta mil reais) .
    O dinheiro sumiu. Foi pago à Astra Oil noTexas. Alto custo de manutenção e refinaria dá prejuízos constantes.

    dividido por

    um suposto erro do Aécio em Cláudio(custo 14 milhões de reais pela construção da pista).
    O dinheiro não sumiu. O ativo público está lá. Baixo custo de manutenção.
    Não foi transferido para nenhuma empresa petrolífera estrangeira.
    Pode beneficiar a família Neves?
    Pode. Mas a população local também.

    Resultado: 125 exponencial

  144. Pedro said

    Tudo começou porque tenho pouco conhecimento, sobre esta peleia milenar, entre Judeus e o resto do mundo.
    Estava quieto, aprendendo com o mestre Googlias, (agora em nova fase de apreciador de forte apache), que é um legítimo, palestino judeu, cristão ortodoxo, seguidor de Maomé, Ogum, Oxum, devoto de Santo Expedito e Iemanjá, torcedor do Remo, boleiro, e apreciador de pato no tucupi, enfim, um legítimo brasileiro.

    Aí me ocorreu a ideia, que temos a nossa própria guerra, com 50.000 mortos por ano. Quase não discutimos, por causa dela, mas ficamos discutindo, por esta insanidade religiosa sem fim, que acontece lá, onde as religiões surgiram .

    Nem falei que os 50.000 assassinatos anuais, são culpa do Lula, da Dilma, do FHC, do FMI, do ECA, do Joaquim Barbosa ou do Lewandowhisky. Acho que a responsabilidade e de todos nós, brasileiros. E esta sociedade que criamos.

    Mas, o Patriarca da Mentira, inventa um numero fictício, e ainda me chama de desonesto.

    Aí, não dá. VTNC junto com as suas 73.000 mentiras, Patriarca.

    Quanto a guerra, lá onde as religiões surgiram, não posso dizer muito. Parece que um “brasileiro” filho de carpinteiro, já deu as tintas como se resolveria parada. Mas, parece que ninguém daquelas bandas, gostou muito das ideias dele, nem os judeus, nem os romanos, e muitos menos os seguidores de Maomé.

  145. Chesterton said

    A Justiça Federal no Paraná condenou por peculato e corrupção dirigentes de Oscips e o ex-coordenador nacional do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, Francisco Narbal Alves Rodrigues.

    Segundo a sentença da Justiça Federal foi comprovado crime de corrupção envolvendo Rodrigues, militante do PT no Rio Grande do Sul que ocupava na época dos fatos o cargo de Coordenador Nacional de Projetos do Pronasci no Ministério da Justiça. Ele pegou 5 anos e 11 meses de reclusão em regime inicial semiaberto.

  146. Chesterton said

  147. Pax said

    Bem, então não há assentamentos nos territórios palestinos.

    Sugiro que troquem o texto da Wikipedia. É uma enciclopédia participativa, todo mundo pode se inscrever e propor alteração no texto.

    Por enquanto é esse aqui:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B4nias_israelenses

  148. Pax said

    mas um breve off topic literário, umas poucas frases de Ariano Suassuna.

    “Tenho duas armas para lutar contra o desespero, a tristeza e até a morte: o riso a cavalo e o galope do sonho.
    É com isso que enfrento essa dura e fascinante tarefa de viver”.

    O blog declara a pancadaria entre os caros Pedro Catarina e Patriarca da Paciência empate. Sugere, incluso, um armistício nas expressões de amor dirigidas entre si.

    Fica mais fácil conviver.

    E já temos uma relação linda para observar entre o caro Elias e o caro Chesterton. Não foram abertas novas inscrições neste segmento do blog.

    Nem brigo mais com o Chesterton, velho e bom Chesterton.

    Ele aceitou o título de rabugento, eu aceito o título de pacifista e cada um de nós evita assentar pedras à além dessas em territórios alheios.

    É uma questão simples de tolerância.

    E o Elias é dele, sim. Quando um dos dois falta o blog confessa que escreve aos dois sugerindo suas voltas.

    Nem todo tucano é salafra, nem todo petista é salafra, nem todo desembargador é salafra:

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-07/desembargador-concede-habeas-corpus-para-ativistas

    E nem todas as ONGs mamam no dinheiro público!

    Tudo indica que excetua-se na ultima frase as ligadas ao PCdoB, ou as ligadas ao Ministério do Trabalho, mas resta apurar as que faltam. Xi, pera aí, tem mais, vai longe.

    Então podemos refrasear: nem toda ONG é ligada na atual prática política nacional, seja ela de que cor for.

    Ok, parece que ficou melhor.

    Meus amigos petistas do Facebook (tenho petistas, tucanos, religiosos, ateus, brancos, negros e amarelos) alertam sobre uma tal rádio Arco-Íris.

    Procurem por aí.

    Escrevam no Google: “rádio arco-íris aécio neves””

    Aparece um monte de coisa.

    Sei lá, tá muito cedo pra ficar no Google.

    Tenham um bom dia.

  149. Pax said

    Calma, caro Elias, calma, caro Chesterton…

    O cara puxou 70 dias de cana. Se recusou a lutar.

    Gostei dele. Assim… fácil.

  150. Pax said

    Cá reforço a certeza que nada disso me representa mais. É cada tiro no pé que vou te contar. Aeroporto pra cá, igreja pra lá e você tem que dar razão aos dois lados que escolhem esses estrupícios… de campanha.

    http://oglobo.globo.com/brasil/conselho-de-dilma-decide-criar-comite-evangelico-para-sua-campanha-13349577

  151. Pax said

    ATENÇÃO:, desculpem-me o comentário acima. Não leiam a notícia do link acima.

    Vão vomitar o café da manhã!

  152. Chesterton said

    147, Pax, sempre que depemder de votos da maioria, Israel está perdido.

  153. Patriarca da Paciência said

    “Nem falei que os 50.000 assassinatos anuais, são culpa do Lula, da Dilma, do FHC, do FMI, do ECA, do Joaquim Barbosa ou do Lewandowhisky. Acho que a responsabilidade e de todos nós, brasileiros. E esta sociedade que criamos.

    Mas, o Patriarca da Mentira, inventa um numero fictício, e ainda me chama de desonesto.”

    Pedro, você não só FOI (não estou dizendo que você é) mas você foi muito desonesto comparando os 50 mil mortos por ano no Brasil, um país com 200 milhões de habitantes, com 600 mortos em três dias , numa população de 1 milhão e oitocentos habitantes, como também é mau perdedor.

    Naquele provérbio universalmente aceito, você comparou alhos com bugalhos.

    Como naquela regrinha básica que, antigamente, aprendi-se no primário, “não podemos comparar grandezas, em objetos diferentes”.

    Em suma, você tentou fazer puro sofisma.

    Meu número não é fictício. Se Israel continuar a assassinar 200 pessoas por dia, em um ano, terá assassinado 73.000 pessoas.

    Este número eu mesmo calculei e não foi retirado de nenhuma tabela estatística.

    E eu não vou te esperar mais na saída para te encher de porradas. Minha vontade de brigar já passou.

  154. Pax said

    ufa… um armistício se desenha!

  155. Pax said

    Cada um lê a fonte que quer… eu leio algumas que nem conto pra minha bistataravó, aquela safada.

    http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/07/22/projeto-obriga-candidato-a-informar-eventual-situacao-de-ficha-suja-na-propaganda-eleitoral

  156. Guatambu said

    Pax,

    #148

    Mas…

    – Todo militar é salafra, né?
    – Todo mundo que compra na Zara é elite branca que merece o seu desprezo, né?

    Comemora a saída do Blac Block da cadeia e se chama de pacifista?

  157. Patriarca da Paciência said

    “O senadinho é um bar, no centro velho de Floripa, conhecido por ser ponto de encontro de funcionários públicos, aqueles que deixam o paletó na cadeira, e vão pra lá fofocar, esperando o tempo passar, e o pagamento chegar.”

    E o Pedro continua falando coisas desonestas ( não estou dizendo que você É desonesto) sofismando sobre assuntos dos quais conhece pouco ou nada.

    Se medo de errar, eu diria que os melhores profissionais do Brasil de hoje, estão no serviço público.

    Onde trabalho, todos são sobrecarregados e, ainda assim, apresentam boa produtividade e boa qualidade no serviço.

    Trabalhei 22 anos em iniciativa privada e, durante todo esse tempos. tive muito mais liberdade e menos serviço do que tenho hoje.

    Acho mesmo que hoje trabalho duas vezes mais do que trabalhava na iniciativa privada.

  158. Guatambu said

    Pax,

    Além disso, achei que, por tratar de um blog sobre os desvios, fosse acordar hoje com um post daqueles bonitões sobre os 11 diretores da PTbras…

  159. Guatambu said

    Patriarca,

    Esqueça o volume, foque na produtividade!

    Não é pra qualquer um fazer o que vc faz das 13 as 19…

  160. Patriarca da Paciência said

    Eu trabalho das 13 às 20 horas, sem qualquer intervalo.

  161. Guatambu said

    Patriarca,

    Invejo você!

    O dia que eu puder fazer esse horário eu vou me considerar aposentado!

  162. Guatambu said

    Putz…

    Com tanto avião caindo, ainda bem que a Dilma não é presidenta do mundo!

    Senão amanhã iria ser inaugurado o programa mais milhas…

  163. Patriarca da Paciência said

    Só para ilustrar aquela afirmação de Pirandello de que “a verdade mais pura, mais cristalina, podae brotar da boca de quem menos a merece”.

    Maluf fala a Fernando Rodrigues sobre o Aecioporto:

    http://esquerdopata.blogspot.com.br/2014/07/maluf-aeroporto-feito-por-aecio-nao-e.html

  164. Daise said

    BRASIL

    O Governo brasileiro considera inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina. Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças.
    O Governo brasileiro reitera seu chamado a um imediato cessar-fogo entre as partes.
    Diante da gravidade da situação, o Governo brasileiro votou favoravelmente a resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre o tema, adotada no dia de hoje.

    Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas.

    ISRAEL

    A Chancelaria de Israel afirmou oficialmente que

    “o Brasil está escolhendo ser parte do problema, em vez de integrar a solução”.

    Seu comportamento nesta questão ilustra a razão por que esse gigante econômico e cultural permanece politicamente irrelevante.”

  165. Pax said

    Caro Guatambu, em #156

    Você pode me apontar onde disse que todo militar é salafra? Ou mesmo que todo mundo que compra na Zara é elite branca? Aliás, este termo “elite branca” não me lembro mesmo de ter usado.

    Caso não consigas me apontar, sugiro uma correção.

    Caso consigas, tens minhas desculpas em adiantado.

    Meus comentários nunca foram apagados neste blog, desde agosto de 2008, quando nasceu.

    Sei lá dos tais 11 diretores da Petrobras, qual a notícia? Qual o link? Não tenho o compromisso de ter todas as notícias em dia aqui. Leia o “Sobre o Blog” e veja com o quê me comprometi desde o início, desde o nascedouro deste espaço que considero bastante democrático.

    Enfim, acordei bem cedo, como sempre, dei uma vasculhada onde pude e fiz meu comentário acima.

    Claro que aceito críticas. Sempre foram bem-vindas.

    Só fico um pouco incomodado com colocarem palavras na minha boca. Palavras, tiros e flechadas, depois de disparadas, têm que suportar as consequências, segundo o que penso.

    De cedo até agora, só voltei à internet agora e li os comentários acima, caso contrário teria respondido antes com todo respeito que você sempre mereceu e merece.

  166. Pedro said

    To fudido, empatar com o Patriarca………. Vou ganhar de quem?

    Tudo bem Seu Juiz, decisão judicial a gente acata.

    Mas tenho direito, de deixar bem claro, pra encerrar o assunto:

    Este numero de 50.000 assassinatos por ano no Brasil, é da ONU, tá lá no link. Não fui eu que inventei.

    Não existe este dado de 73.000 mortos por ano em Gaza. É mentira.

    ……………………

    Patriarca do Serviço Competência Dedicação Esforço e Eficiência, só não me diga que vc trabalha na Delegacia Regional do Trabalho. Porque se trabalhar, vou provar que vc está mentindo de novo, e a briga será remarcada.

  167. Guatambu said

    Pax,

    Começando pela Zara e Elite branca.

    Realmente, você não fala sobre elite branca, mas fala claramente sobre elite, especificamente a “elite que gosta de roupa Zara”.

    Veja por si mesmo.

    Eu tinha criticado justamente a sua generalização, quando você se referia da elite paulistana.

    Agora, se “demonstração de caráter” no seu dicionário é muito diferente de “salafra”… então ok… tudo bem. Não faço parte da família Buarque de Holanda…

    Post Paulo Roberto Costa Preso Novamente

    #107

    Caro Guatambu,

    Você não me parece fazer parte dessa tal turma que idolatra Olavo de Carvalho e Reinaldo Azevedo, que acha o Lobão um filósofo etc.

    Nem a minha turma de SP faz parte dessa “elite” que gosta de roupa Zara. Não foi a você a direção do meu comentário.

    Se você desconhece essa turma que gosta de posar nas passarelas do Shopping Iguatemi, sugiro prestar atenção.

    #108

    Eu respondo

    Desde quando comprar roupa da Zara é demonstração de caráter?

    #113

    Vc me responde:

    Caro Guatambu,

    Se você sabe que a Zara utiliza mão de obra similar à escrava e continua comprando roupa dessa marca… Sinto muito, mas diz sim sobre teu caráter.

  168. Pedro said

    Mestre Googlias, Israel chama o Brasil de “anão diplomático”, está com a razão, ou não?

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/israel-lamenta-decisao-do-brasil-de-convocar-embaixador-em-tel-aviv.html

  169. Guatambu said

    Pax,

    Sobre a polícia:

    Novamente: se “as polícias brasileiras hoje atuam, grande parte de seus agentes, para garantirem o seu” ou “só se interessam em arrumar suas formas de privilégios atrás de seus distintivos” são expressões que tem significado distindo de “salafra” no seu dicionário… tudo bem…

    Mas tá aí. Já que me pediu.

    Pax said

    08/07/2014 at 10:33
    Não tenho a menor dúvida que a corrupção do topo interfere, estimula e define parte da violência que sofremos cá embaixo, caro Guatambu.

    As polícias brasileiras hoje atuam, grande parte de seus agentes, para garantirem o seu. De forma ilegal mesmo.

    Olham os exemplos de cima, a impunidade geral e só se interessam em arrumar suas formas de privilégios atrás de seus distintivos.

    São raras as exceções. Raríssimas.

    A desmilitarização das polícias poderia juntar os cacos de segurança espalhados, unir guardas municipais com pms e pc…

    E quem é que dá atenção pra o assunto?

    Congresso? Executivo?

    Vou adiantar a resposta: Ninguém.

  170. Pax said

    Buenas, caro Guatambu, não sei se alcancei o destino exato da tua crítica, mas não mudaria nem uma palavra que escrevi e você repetiu acima.

    Todo caso se te incomodei de forma errada, não tenho menor pudor em pedir desculpas.

    Pelo que escrevi não. Não mudaria vírgula sequer.

  171. Guatambu said

    Pax,

    A mim não incomoda!

    Provoco porque vejo a construção das frases de maneira diferente.

  172. Daise said

    PT: A DIPLOMACIA DE CÓCORAS

    O Brasil não é uma “anão diplomático”. Apenas se agachou a interesses estranhos ao povo brasileiro na Comunidade Internacional e se tornou irrelevante.

    Nestes últimos 12 anos, o Brasil se acostumou à diplomacia de chanchada, à diplomacia circense, à diplomacia momesca.
    Um presidente brasileiro percorreu, por exemplo, ditaduras árabes e se abraçou a facínoras. Emprestou integral apoio a tiranos, enquanto o povo morria nas ruas.
    Flertou com aiatolás atômicos, negou-se a condenar homicidas em massa na ONU, apoiou e apoia protoditaduras latino-americanas.
    De A a Z, a política externa brasileira percorreu todos os verbetes da indignidade.

    O auge da estupidez estava reservado para uma nota emitida nesta quarta. O Itamaraty publicou um verdadeiro repto contra Israel, hoje em guerra com o Hamas, e convocou o embaixador brasileiro em Tel Aviv.

    RESULTADO: TOMOU UM CHUTE NA BUNDA

  173. Elias said

    “Bem, então não há assentamentos nos territórios palestinos.” (Pax)

    Não Pax, isso não é verdade.

    A verdade é que os palestinos foram expulsos de Gaza e da Cisjordânia. Hoje eles moram, todos, no sítio do Pax, como refugiados.

    Bobinho…

    A briga não é com o Hamas? Tu estás dizendo que o Hamas iniciou essa porrada por causa dos “assentamentos nos territórios palestinos”?

    Aperta o teu fornecedor, Pax. O que ele te vendeu pra cheirar ou fumar tá estragado.

    O Hamas não tem porróidas na Cisjordânia, Pax. O negócio dele é, todo, em Gaza.

    Tu estás querendo dizer que há assentamento judeus em Gaza?

    Tu tá doidão, mesmo…

    Pedro,
    Não acho que o Brasil seja um anão diplomático.

    Mas faz parte da tradição diplomática brasileira não meter a mão em cumbuca…

    Na maior parte dos casos, a diplomacia brasileira é orientada por objetivos ECONÔMICOS. Os governos brasileiros fazem diplomacia tendo em vista, principalmente, os interesses ECONÔMICOS do país. Os governos petistas têm mantido esse rumo.

    Lula, p.ex., nunca morreu de amores por Hugo Chavez (que, na prática, disputava com Lula a influência política junto aos vizinhos sul americanos). Algumas atas das reuniões do Conselho Monetário se referiam a um certo “fator chave” de instabilidade, que prejudicava a política anti-inflacionária brasileira (as atas só faltavam mencionar expressamente o Hugo Chavez…). A verdade é que, volta e meia, o Chavez atrapalhava.

    Acontece que, com a pendenga de Chavez com os EUA, o Brasil quadruplicou as exportações pra Venezuela. Vende-se de tudo pra lá. É só imaginar: roupa, carro, serviços, boi em pé, carne bovina, bubalina, ovina e suína beneficiada ou semi-beneficiada, frango abatido, móveis, material elétrico e de construção civil em geral, máquinas-ferramenta e equipamentos em geral, componentes eletrônicos, canetas, cadernos escolares, sapato e o diabo a quatro. Os venezuelanos pagam direito. Pra que brigar com eles?

    Isso explica, também, porque a Dilma ficou de bico calado aquelas questões envolvendo o Maduro…

    Na realidade, as entidades empresariais brasileiras — SINDUSCON principalmente — estavam de joelhos, implorando aos céus para o governo brasileiro não se meter naquela confusão. Tava todo mundo com medo que, se o Brasil começasse a falar besteiras, o governo venezuelano poderia suspender o pagamento às construtoras brasileiras, que estão na Venezuela construindo estradas, pontes, prédios e o escambal.

    Se o governo brasileiro se metesse naquela fria, não contribuiria em nada pra resolver o problema e ainda prejudicaria as empresas daqui.

    Quase sempre, o Brasil só se manifesta mais incisivamente, em caso de tentativa de golpe de Estado, ou coisa assim. Nos demais casos, a tendência é sair pela tangente…

    Os governantes brasileiros em geral se manifestam formalmente com base no que diz a Constituição do país. A Constituição brasileira consagra o princípio da negociação para solução de situações conflituosas, condena o uso da força para esse fim, proíbe a guerra de conquista, etc.

    Dificilmente um governo brasileiro moverá uma palha pra apoiar a política externa israelense. Em primeiro lugar, o Brasil praticamente não tem negócios com Israel; tem com os países árabes. Em segundo, a política externa israelense é guiada por critérios que, para o Brasil, são inconstitucionais.

    Pessoalmente, por motivos óbvios, compreendo e, às vezes, até apoio as ações de Israel contra os países árabes em geral e contra os palestinos em particular. Nem sempre apoio, mas às vezes, sim.

    Mas não acho que o Brasil deva tomar partido nas questões que envolvem Israel e os países árabes, palestinos inclusos.

    A meu pensar, o Brasil deve continuar defendendo a solução pacífica.

    Se e quando israelenses e palestinos resolverem encarar a sério uma negociação de paz, decerto que as comissões de arbitragem não poderão ser integradas por países que tomaram partido, até porque a tendência será que esses países sejam vetados, por um ou outro lado.

    Os grupos de arbítrio provavelmente serão integrados por países que mantiveram um distanciamento crítico em relação às partes…

    Como um certo gigante econômico e cultural que Israel hoje critica, mas que, no momento de negociar a sério, vai adorar que esteja entre os árbitros…

  174. Pax said

    Caro Guatamu,

    Vamos à acepção do verbete: Houaiss – salafrário -“pessoa desonesta, desleal, ordinária”.

    Isso, nada à além disso.

  175. Elias said

    “A desmilitarização das polícias poderia juntar os cacos de segurança espalhados, unir guardas municipais com pms e pc…” (Guatambu)

    Discordo veementemente!

    A meu ver, as guardas municipais devem continuar municipalizadas, só que com ampliação de sua missão institucional. Hoje, elas apenas guardam praças e próprios municipais (e, em alguns municípios, também atuam no trânsito, em caráter suplementar). Defendo que as GMs passem a realizar o policiamento ostensivo nas áreas urbanas.

    Também defendo que desmilitarização das polícias ocorra por meio da modernização da polícia científica.

    No Brasil, hoje, polícia científica é sinônimo de piada. É o policial que recolhe impressão digital com fita adesiva e talco vagabundo… São os IMLs transformados em depósitos de peças que nunca são periciadas, etc. O Brasil não consegue unificar os arquivos digitais de impressões digitais (aliás, nem metade das impressões digitais disponíveis estão digitalizadas). Os equipamentos das polícias científicas são de matar de rir qualquer moleque “incluído digitalmente”…

    Onde não existe polícia científica, o interrogatório se torna o principal “método” de investigação. E, onde o interrogatório é o principal “método” de investigação, predomina o pau puro, a porrada, a tortura e, inevitavelmente, a corrupção e a promiscuidade com indivíduos do lado de lá do muro (o que conduz, também inevitavelmente, à desmoralização da instituição policial).

    A desmilitarização das polícias implicará a gradual substituição do “cowboy”, do semi-gangster, do “botocudo” (como se diz na caserna), pelo profissional com alto nível técnico-científico e aptidões físicas especiais, apoiado por tecnologia de ponta (inclusive — mas não apenas, nem mesmo principalmente — em termos de armas).

    E, evidentemente, com remuneração compatível com essas aptidões físicas e intelectuais, e com o alto risco da ocupação.

    Indo por esse caminho, acho eu, em pouco mais de 20 anos o Brasil terá polícias desmilitarizadas, cidadãs e eficientes.

  176. Elias said

    Em vez do “Ministério da Segurança”, como propôs o PSDB em 2010, o Brasil deveria criar um fundo, tipo Fundeb, pra bancar a modernização da polícia.

    O governo federal estabeleceria metas para Estados e Municípios. Aqueles que fossem atingindo as metas fixadas, passariam a contar com recursos do fundo, que seriam aplicados exclusivamente na remuneração dos profissionais de segurança pública e na compra de equipamentos.

  177. Guatambu said

    Elias,

    Quem defende a desmilitarização da polícia é o Pax!

    Aquele texto é dele! Só trouxe porque ele pediu!

    Na realidade, além de contra a desmilitarização, o que eu sou contra é o uso da palavra salafrário como definição para descrever a maioria dos membros das instituições PM ou PC.

  178. Pax said

    Tem duas questões ou variáveis que não foram observadas pelo caromElias, a do desconforto impeditivo da subordinação das GM às PM e a remuneração. Hoje boa parte das GM ganha mais que as PM. Um chefe pouco preparado que ganmha menios s manda num agente qie ganha mais. Difícil rwsolver essa situação.

    Outro ponto se liga ao primeiro, esses caras ganham de R$ 1 a R$ 2 mil mensais. Com certeza têm atividades extras para manter uma familia com relativo conforto.

    Maioria das vezes o ilegal paga muito mais e exige menos.

    Ai o cara…

    Quando não olhamos este prisma elaboramos soluções que não funcionam.

  179. Daise said

    Putz!

    Apoio integralmente os comentários do Elias.
    As ironias então são fulminantes.
    E ele até sugere boas idéias para um possível futuro do governo do PSDB.

    Sei lá parece… que o Elias está de bem com a vida e anda meio decepcionado com a situação atual.

    Antes tarde do que mais tarde ainda!

  180. Daise said

    Um ponto que gostaria de acrescentar ao comentário ( Israel x Hamas) do Elias, se me permite, é que a meu ver essa atitude do Brasil foi muito mais uma medida voltada para o público interno – eleitores petistas desanimados com o governo Dilma- do que orientado por razões estratégico econômicas, a qualquer prazo.

    Até as pedras do sítio do Pax, sabem que Israel dispõe de ampla e generalizada influência (dinheiro e força politica no Ocidente), e teria sido muito mais sensato o governo, condenar a violência de ambos os lados e se propor a ajudar as negociações de paz, que um dia virão.
    Mas como já foi dito resolveu fazer parte do problema ao invés da solução, pelo governo israelense.

    Essa atitude “irrelevante” do governo brasileiro apenas demonstrou o que acima chamei de PT: A DIPLOMACIA DE CÓCORAS #172

  181. Daise said

    <B.CERVERÓ VAI ABRIR A BOCA?

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,defesa-de-cervero-vai-responsabilizar-dilma-no-caso-pasadena,1533535

    Os pascácios tem largos motivos pra se preocuparem.
    A incompetência sempre tem preço.
    Vale a eleição!

  182. Mona said

    Cara Daise,
    não sei o que anda acontecendo com o Elias, mas o fato é que eu estou lendo o que ele tá postando acerca do conflito eterno lá no O.M. e dando o maior “rapoio”. Confirma tudo o que penso acerca do assunto, e com um cabedal de conhecimento que deu de 7 x 1 no resto dos pobres mortais que frequentam esta simpática bodega. Dá-lhe Elias! E se existe uma classe de gente a quem repudio veementemente é a dos terroristas. Xó, bando de psicopatas!

  183. Patriarca da Paciência said

    Se o Brasil for anão diplomático, o que é Israel ?

    Para começar, Israel deve desconhecer totalmente o que esta palavra significa.

    A direitona assassina de Israel, desta vez, vai se dar muito mal.

    Toda a cúpula do governo atual Israel será julgada por crime de guerra.

  184. Patriarca da Paciência said

    “Até as pedras do sítio do Pax, sabem que Israel dispõe de ampla e generalizada influência (dinheiro e força politica no Ocidente), e teria sido muito mais sensato o governo, condenar a violência de ambos os lados e se propor a ajudar as negociações de paz, que um dia virão.
    Mas como já foi dito resolveu fazer parte do problema ao invés da solução, pelo governo israelense.”

    Vejam só o que estes anões morais tem a cara de pau de propor !

    É de estarrecer !

    Como eu disse antes, Israel vai acabar criando um antissemitismo justificável moralmente.

  185. Chesterton said

    Patriarca, você é um “Nojento!”

    https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRHsEYVt1ZGgcGYHraMcAWeC4_iJ6-_WvjzIzF7MsMzF5h4EkdoRqaVTF0

  186. Chesterton said

    tenho que comprar este livro…

    http://libertatum.blogspot.com.br/2013/02/o-psiquiatra-lyle-rossiter-nos-comprova.html

  187. Chesterton said

    A meu pensar, o Brasil deve continuar defendendo a solução pacífica.

    chest- certo

    Se e quando israelenses e palestinos resolverem encarar a sério uma negociação de paz, decerto que as comissões de arbitragem não poderão ser integradas por países que tomaram partido, até porque a tendência será que esses países sejam vetados, por um ou outro lado.

    chest- muito bem, porque como você falou, Dilma não deu a nota falando de Israel e Palestina? Jogou toda culpa em israel e ainda chamou embaixador para consultas! Ora, é uma agressão, nem um pouco diplomática.

    Agora, Israel um anão diplomático? Hahahahahahah, hilarious. Um país daquele tamanho sobrevivendo entre dezenas de inimigos figadais não consegue fazer isto só pela força física. Hoje, por exemplo, é aliado da Arábia Saudita e da Jordânia ( e quem sabe Egito) na região.

  188. Elias said

    “…não sei o que anda acontecendo com o Elias…” (Mona)

    Mona, sou judeu.

    Na tal blogosfera, venho defendendo esses pontos de vista desde os tempos do Weblog, do PD (que comecei a frequentar em 2005, quando passei a dispor de um tempinho livre…).

    À época, Israel tinha 4 defensores de plantão, entre os comentaristas habituais do Weblog: o nosso querido Mr. X (por onde anda?), o Chester, o Décio e este que vos tecla).

    Já estive lá, na Terra Estranha, mais de uma vez. Tenho, mais ou menos, uma noção dos embananamentos.

    Nem sempre concordo com as reações do governo israelense, mas, se formos analisar as coisas a partir das circunstâncias dele, nos veremos, volta e meia, numa sinuca de bico.

    O Hamas dispara um míssil contra Israel. Depois, outro. O que fazer?

    Pensei, agora, numa alternativa: sempre que o Hamas disparasse um míssil, Israel poderia mandar pra lá um carro-som, tocando a marchinha carnavalesca do Clóvis Bornay: “Paz e amor, paz e amor / Guerra não senhor / Não senhor…”. Em cima do carro-som, iria o Pax, fantasiado de Chiquita Bacana, rebolando loucamente e levando na mão direita uma banana. Com a mão esquerda, ele lançaria rosas vermelhas para os circunstantes…

    É uma alternativa, mas creio que não daria certo… Acho mesmo que o Pax voltaria de Gaza empalhado, ou mais furado que “tauba de tiro ao Álvaro”.

    Por outro lado, quando Israel responde do modo mais escroto possível, acontece toda uma enorme chiadeira, mas, ao fim e ao cabo (como dizem os portugueses), o Hamas acaba metendo o marquês de rabicó entre as perninhas, e sossega por alguns anos (depois, repete tudo outra vez, de novo…).

    Lembra do Hezbollah? Foi a mesma coisa em 2005. Provocou, provocou… Aí Israel reagiu — “desproporcionalmente”, claro, segundo os porraloucas de sempre… — e o Hezbollah se aquietou por 9 anos, até aqui (daqui a pouco ele aproveita e deixa e começa tudo de novo…).

    Na análise de uma ação de guerra, a “proporcionalidade” que tanto preocupa uns e outros, não deve ser medida em relação ao ato ou evento que lhe deu causa (caso contrário, toda guerra feita dentro dos conformes terminaria empatada), e sim em relação aos RESULTADOS que essa ação proporciona.

    Do ponto de vista de Israel, os 9 anos que ele atualmente contabiliza, sem agressões relevantes do Hezbollah, justificam plenamente as ações de guerra de 2005. Elas foram, pois, plenamente “proporcionais”.

    O doloroso disso tudo é que custou ao Líbano a quase destruição do país. Foi uma dolorosa lição para o Líbano. Não dá pra ele manter, em seu território, um exército paralelo disparando contra os outros, com o Líbano apresentando a singela justificativa de que “…Não fomos nós… Foi o Hesbollah… Não temos nada com isso…”. Então tá!

    Não acho que isso seja bom… Pelo contrário, acho lamentável!

    Mas acho mais lamentável, ainda, que essas organizações criminosas continuem usando seu próprio povo como escudo humano, com a conivência covarde dos respectivos governos, e a aceitação tola e irresponsável de um monte de gente ao redor do mundo…

    Patriarca,
    Nada justifica “moralmente” o anti-semitismo.

    Acontece que ele existe, está aí, e qualquer pretexto lhe aproveita.

    Mas o anti-semitismo nunca necessitou de Israel pra existir. Ele é mais antigo que o Estado de Israel, lembra?

    Se Israel for se preocupar com isso… Tá ferrado!

  189. Chesterton said

    Tambem tenho uma revelação: não sou judeu. Apenas não sou de esquerda. Esse relativismo moral da esquerda sempre desemboca (ou se origina, um ciclo vicioso) nas infâmias contra qualquer sanidade intelectual.
    Perdi alguns amigos mantendo meus principios, um perdi ontem. Fodam-se, quem precisa de amigos deste tipo…

    Nunca imaginaria que Elias fosse judeu, mas explica muita coisa, quando a batata esquenta ele mostra que sabe pensar e deixa de pensar torto. Enfim, fica menos petista (petismo intelectual tem equivalência moral com o antissemitismo).

    Adversario de tantas rusgas, fui acusado pelo Pàx de ser amiguinho dele. Não Pax, é que nem ele aguentou seu relativismo de boteco.

    Espero sinceramente que Elias aproveite a janela de oportunidade que sua condição de judeu abriu e se torne um verdadeiro liberal.

    É tão óbvio defender Israel que só sendo esquerdista brasileiro pé rapado chinelão para fazer o contrário.

    E o povo brasileiro cansa de ser tão burro.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergiomalbergier/2014/07/1490456-guerra-em-gaza-expoe-antissemitismo.shtml

  190. Chesterton said

    Pasadena: advogado de Cerveró promete desengavetar Dilma. Presidente é a maior responsável pela compra, segundo ele.

    A presidente Dilma Rousseff será o alvo da defesa do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró em sua argumentação contra a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de responsabilizar a antiga diretoria pela compra da refinaria de Pasadena em condições desfavoráveis à estatal.

    Presidente do conselho de administração da empresa na época da decisão de compra da usina, Dilma foi inocentada de qualquer responsabilidade pelo Tribunal, que considerou que a presidente não teve o acesso devido às informações sobre as condições do contrato. Em contrapartida, o TCU responsabilizou, na quarta, os diretores pela aquisição e decidiu pelo bloqueio dos seus bens.

    O argumento do advogado de Cerveró, Edson Ribeiro, é que, pelo estatuto da empresa, o conselho de administração é o único responsável por qualquer aquisição. Ele cita trechos do estatuto que exigem do presidente do conselho tomar conhecimento dos detalhes das negociações. “O presidente do conselho pode pedir esclarecimentos sobre os contratos. O resumo executivo é meramente uma apresentação, um suplemento ao que é obrigatório”, afirmou.

    Dilma, em resposta à reportagem do Estado de março deste ano, disse não ter sido informada de cláusulas do contrato consideradas inapropriadas. São elas a de Put Option, que prevê que, em caso de desentendimento entre os sócios, a Petrobrás seria obrigada a adquirir a totalidade das ações da refinaria; e a Marlim, que determina que a Astra Oil, então sócia da estatal na usina, teria a garantia de retorno financeiro de 6,9% ao ano.

    “O ministro relator foi induzido ao erro. Ele partiu de um pressuposto falso, que inúmeras vezes repetido, passou como se fosse verdadeiro. É falsa a declaração de Dilma de que o resumo executivo das condições de compra de Pasadena era técnica e juridicamente falho. Essa argumentação acabou responsabilizando quem não deveria ser responsabilizado, os diretores”, argumentou Ribeiro.

    Ele diz que a diretoria, na época, encaminhou documentação sobre as condições do contrato à secretaria-geral da Petrobrás, que tem como obrigação encaminhá-la ao conselho para apreciação. “Se a secretaria não encaminhou, os conselheiros não poderiam ter decidido pela compra”, contestou.

    Além de atacar o conselho de administração da estatal, o advogado de Cerveró focou também no ministro José Jorge, relator do processo no TCU. Por meio de petição apresentada nessa quarta, ele tentará invalidar a decisão do Tribunal de responsabilizar os diretores com o argumento de que o ministro não poderia ocupar a posição de relator por já ter sido membro do conselho da Petrobrás.

    “Ele foi presidente do conselho de administração da Petrobrás em 2001 e 2002, tem interesses em sua decisão. Não basta o julgador ser um homem honesto e íntegro. Ele precisa parecer. Para isso, não deveria ser julgador”, disse Ribeiro. (Estadão)

  191. Daise said

    Extremistas islâmicos do Iraque ordenam mutilação genital em massa
    DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

    O movimento radical Estado Islâmico (EI) ordenou que garotas e mulheres da cidade de Mosul, norte do Iraque, e arredores sejam submetidas a mutilação genital. A informação foi confirmada pela ONU nesta quinta-feira (24).

    O líder do EI, Abu Bakr al-Baghdadi, emitiu um comunicado de Aleppo, na Síria, no último dia 11, no qual ordena a mutilação genital de todas as mulheres que estão sob sua liderança e tenham idades entre 11 e 46 anos.
    O processo deverá ser realizado a exemplo do que “se fazia na cidade sagrada saudita de Medina”, continua o documento.

    O EI capturou diversas cidades do Iraque recentemente e, no mês passado, proclamou a fundação de seu califado (Estado islâmico) –que, no futuro, pretende o grupo, se estenderá por um território que hoje inclui não só o Iraque mas também a Síria.

    Localizada a cerca de 400 km ao norte da capital Bagdá, Mosul é a segunda maior cidade do Iraque, e é a principal atualmente sob controle dos extremistas.

    O EI dizem que o intuito da mutilação genital em massa é “cuidar” da sociedade muçulmana, evitando “a expansão da libertinagem e da imoralidade” entre as mulheres iraquianas.

    De acordo com a coordenadora da ONU no Iraque Jacqueline Badcock, cerca de 4 milhões correm risco de serem atingidas pela medida.

    “Isso é algo muito novo para o Iraque, em especial nesta área, e é uma grave preocupação, que precisa ser tratada”, disse Badcock, de Arbil (Iraque). “Essa não é a vontade do povo iraquiano ou das mulheres do Iraque.”
    Nenhum representante do EI comentou o assunto.

  192. Patriarca da Paciência said

    “O Hamas dispara um míssil contra Israel. Depois, outro. O que fazer?”

    Caro Elias,

    eu acho que existe alguma coisa a fazer. Ao primeiro foguetinho, que realmente não passam de foguetinhos, Israel convocaria uma reunião da ONU e faria uma queixa formal.

    Acho que é assim que agem as pessoas civilizadas agem quando são agredidas por alguma mau elemento, Chamam a polícia, fazem um boletim de ocorrência, a ocorrência vai para o Forum, se transforma num processo, as pessoas são chamadas para uma audiência etc.etc.etc.

    Agora, já pensou se qualquer pessoa que fosse agredida tivesse o “direito” de se armar até os dentes e sair perseguindo o agressor até matá-lo ?

    O mundo se transformaria num verdadeiro inferno !

    E não se pode falar em “guerra” entre um país que dispõe de governo constituído, forças armadas equipadas com os armamentos mais tops, inclusive armas atômicas, , soldados super treinados, etc.etc.etc. contra um acampamento de deserdados.

    O que está acontecendo é pura covardia. Uma verdadeira infâmia que envergonha a humanidade.

  193. Chesterton said

    But Turkey’s Prime Minister, Recep Tayyip Erdogan, has made incendiary comparisons between Israel’s conduct in Gaza and Hitler — and described the incursion as “systematic genocide,” ruling himself out of any role as the region’s ‘honest broker.’ And Israeli ministers see Qatar as complicit in bankrolling Hamas.

    chest- sabia, quem são os turcos para acusar alguem….cadê os assírios, cadê os armênios e os gregos que viviam no Imperio Otomano…

  194. Patriarca da Paciência said

    Uma ótima notícia para o Elias e… péssima para o Chesterton:

    “Papéis da estatal atingem valor mais alto em 22 meses; pico de R$ 21,05, nesta semana, representou alta de 72% sobre pior cotação no ano, de R$ 11,81, em março; além da especulação feita em torno das pesquisas eleitorais, agora investidores reconhecem que elevação para 1,95 milhão de barris/dia de petróleo extraídos pela estatal no País garante ótimos resultados financeiros; da área do pré-sal já saem mais de 500 mil barris/dia nos primeiros poços; “É a Harvard das águas profundas”, comparou, elogiando, o banco Credit Suisse; JP Morgan e Goldman Sachs também recomendam compra dos papéis em razão de “crescimento consistente” na produção; presidente Graça Foster comemora: “Aqui dentro temos uma espécie de mantra: produção, produção e produção”, diverte-se ela”
    (blog 247)

  195. Chesterton said

    Patriarca, eu torço pelo Elias, as açoes só aumentam porque as chances da Dilma perder aumentam a cada dia. Elias está torcendo contra Dilma, entre outros motivos porque ela é ruim para chuchu. E tem as ações que comprou de modo tão descuidado que eu pensei que aloguem de dentro do governo o enganou.

    Patriarca, você está de gozação. Acha que a ONU ajudaria Israel…….hahahahaha

  196. Chesterton said

    DANIEL PIPES | 22 JULHO 2014
    INTERNACIONAL – ORIENTE MÉDIO

    “O Egito não intervirá para deter a guerra na Faixa de Gaza porque o Hamas conspirou com a Irmandade Muçulmana contra o Egito.
    O Hamas trabalhava com a Irmandade Muçulmana contra o exército egípcio”.

    O atual ataque do Hamas a Israel persuadiu a previsível confusão de nacionalistas palestinos, islâmicos, ultra-esquerdistas e anti-semitas de sair da caverna para criticar de forma ameaçadora o Estado judeu. Porém, mais curiosamente, Israel está recebendo apoio, ou contenção e equanimidade pelo menos, de fontes inesperadas:

    O Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon: “Hoje nos enfrentamos ao perigo de uma escalada integral em Israel e Gaza com a ameaça de uma ofensiva terrestre ainda palpável e somente evitável se o Hamás deixar de disparar projéteis”. As Forças libanesas de Interior detinham dois particulares por haver disparado projéteis sobre Israel. Efetivos da segurança egípcia confiscavam uma vintena de projéteis que estavam sendo introduzidos de contrabando em Gaza. Mahmoud Abbas, secretário da Autoridade Palestina, assistia em Israel a uma “conferência de paz” organizada pelo diário Haaretz, a mesma jornada em que começava o atual enfrentamento* e indignou o Hamás por sua disposição a seguir trabalhando com o Governo de Israel. O ministro jordaniano de Exteriores, Nasser Judej exigia que Israel “detenha imediatamente sua escalada”, porém equilibrava isto com chamamentos à “restauração da calma total e o respeito aos civis” e “a volta às negociações diretas”.

    François Hollande, presidente da França, dava a Netanyahu o respaldo mais fervoroso de todos os líderes estrangeiros, ao assegurar ao líder israelense que “a França condena com firmeza os ataques” a Israel, e expressava “a solidariedade da França aos projéteis disparados de Gaza. O governo israelense há de adotar todas as medidas necessárias para proteger sua população de todas as ameaças”.

    Os meios de comunicação convencionais também estão mostrando uma equanimidade inusual à Israel. A BBC publicava o artigo “São precisas as imagens de #GazaUnderAttack?”, relativo a umas fotografias que dizem mostrar os efeitos dos ataques israelenses em Gaza, e concluía que “Parte das fotografias são da situação atual em Gaza, porém a análise #BBCtrending descobriu que algumas remontam a nada menos que 2009, e as há procedentes da Síria e do Iraque”. O jornalista da CNN Jake Tapper perguntava à antiga assessora legal da OLP, Diana Buttu pela gravação de porta-vozes do Hamas que instam os civis de Gaza a proteger as residências dos líderes do Hamás com seus corpos. Quando Buttu replicou chamando esta acusação de racista, Tapper respondeu: “Não é racista, temos o vídeo… Não é racista, é um fato”.

    Impondo-se a todos estes indicadores, mas menos curioso, Rasmussen refere que o provável votante norte-americano culpa mais os palestinos do que Israel, por uma margem de quase 3 a 1 (42 por cento frente a 15 por cento) pelo conflito em Gaza (segundo a sondagem levada a cabo nos dias 7-8 de julho, recém começadas as hostilidades). É talvez a estatística mais importante, com diferença do conflito fora do Oriente Próximo, mais evidentemente que os votos no Conselho de Segurança.

    Comentários:
    (1) A frieza ao Hamas é em grande medida produto do descobrimento tardio de que os islâmicos representam um perigo maior que os sionistas. Porém a sobriedade dos meios convencionais insinua que, em parte, também se depreenderia do rechaço às táticas vis do Hamas e à repulsa a seu repugnante objetivo de destruir Israel.

    (2) Sendo político o objetivo do Hamas nesta guerra, este menor apoio ganha uma importância notável. (11 de julho de 2014).

    *12 de julho de 2014: minhas informações acerca da assistência de Abbas à conferência do Haaretz procediam do artigo de Al-Monitor acima, onde ele diz que “No apogeu dos bombardeios israelenses de Gaza na primeira hora de 8 de julho, o Presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, surpreendeu os palestinos intervindo em uma conferência de paz organizada pelo periódico israelense Haaretz”. Porém, o jornalista Adi Schwartz corrigiu isto, escrevendo-me que Abbas não interveio no ato: “todos os representantes palestinos que se supunha assistiriam, decidiram boicotar a conferência. Ele assina uma coluna no periódico”.

    13 de julho de 2014: “Egípcios esperam que Israel destrua o Hamas”, escreve Halid Abú Toamehed no Gatestone Institute. Alguns extratos: Azza Sami, Al-Ahram: “Obrigado, Netanyahu e que Alá nos envie muitos como tu para destruir o Hamas”. Amr Mustafá, intérprete, dirigindo-se aos palestinos na Faixa de Gaza: “Tens que desfazê-los do Hamas e vamos ajudá-los”. O Hamas deve deixar de se intrometer nas questões internas dos países árabes imediatamente: “Tira os vossos do Egito, Síria e Líbia. No Egito, hoje combatemos a pobreza criada pelas guerras. Temos problemas próprios de sobra. Não espereis que os egípcios dêem mais do que já deu. Tivemos bastante do que fizestes ao vosso país”.

    O Al-Bashayer: “O padrão de vida de um cidadão de Gaza é muito mais elevado do que o de um cidadão egípcio. O pobre do Edito passa mais necessidade que o pobre da Faixa de Gaza. Que Qatar gaste quanto quiser na Faixa de Gaza. Nós não devemos enviar nada que falte em casa”.

    Quando o famoso jornalista e apresentador televisivo Amr Adib criticou “o silêncio” de Sisi sobre a guerra na Faixa de Gaza, muitos egípcios lhe pediram que se calasse. Um exemplo: “O Hamas é responsável pela morte de soldados egípcios”. Hamdi Bakhit, antigo general: Israel deveria voltar a ocupar a Faixa de Gaza porque “seria melhor que o governo do Hamas”.

    A apresentadora da televisão egípcia, Amany al-Hayat, acusava o Hamas de se fazer de vítima de um ataque israelense para obrigar o Egito a reabrir a passagem fronteiriça de Rafaj com Gaza. “Não querem mais que lhes abramos a passagem de Rafah. O Hamas está disposto a que todos os residentes da Faixa de Gaza paguem um elevado preço com o objetivo de se desfazer de sua crise. Não esqueçamos que o Hamas é o braço armado do movimento terrorista da Irmandade Muçulmana”.

    Ahmed Qandil, responsável pelo Programa de Estudos Energéticos da instituição Al-Ahram Estudos Estratégicos, denunciava o ataque às instalações nucleares israelenses de Dimona como “estúpido” e advertia que isto põe em perigo vidas egípcias e árabes: “O Egito tem que adotar medidas de precaução”. Em resposta a esta intervenção, um egípcio escreve: “Que Alá faça vitorioso o Estado de Israel em sua guerra contra o movimento terrorista Hamas, durante este sagrado mês do Ramadán”.

    Mustafá Shardi, jornalista: “Nenhum país árabe fez pelos palestinos o que fez o Egito. Por que o Hamas não acode ao (primeiro ministro turco Recep Tayyi) Erdogan? Onde está Erdogan quando faz falta? Por que guarda silêncio? Se ele abre sua boca, eles (Israel e Estados Unidos) lhe renhirão. O povo egípcio se pergunta: onde estão os nossos seqüestrados e levados à Faixa de Gaza? O Hamas deveria se desculpar pelos milhares de túneis que se costumavam utilizar para introduzir recursos egípcios de contrabando. Todos têm seus próprios aviões privados e contas em bancos suíços”.

    Mohamad Dahlán, antigo responsável do Interior na Autoridade Palestina, prediz que os egípcios não farão algo para salvar o Hamas: “O Egito não intervirá para deter a guerra na Faixa de Gaza porque o Hamas conspirou com a Irmandade Muçulmana contra o Egito. O Hamas trabalhava com a Irmandade Muçulmana contra o exército egípcio”.

    Depois que o secretário da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, telefonou a Sisi para instar-lhe a trabalhar em “um cessar fogo imediato” entre Israel e Hamas, admitia que seu chamamento a Sisi havia fracassado. Segundo Abú Toameh, Sisi (do mesmo modo que muitos egípcios) parece “encantado de que o Hamas esteja sendo fortemente punido”.

    O Hamas fez declarações da postura egípcia. Um porta-voz destacava: “É desafortunado ver que alguns egípcios apóiam publicamente a agressão israelense à Faixa de Gaza enquanto os ocidentais expressam solidariedade com os palestinos e condenam Israel”. Os líderes do Hamas utilizam termos como “traição” ou “conchavados”.

  197. Chesterton said

    Embaixador israelense: Desproporcional é 7×1. Dilma é parte do problema, não da solução. Dilma estimula o terror internacional.

    chest- é, tá na hora de dizer que está com vontade de c.a.g.a.r e sumir.

  198. Patriarca da Paciência said

    247 – “Segundo a colunista Eliane Cantanhêde ação do Brasil tem motivos inquestionáveis: “A posição brasileira, clara e dura, marca uma inflexão da política externa de Dilma, a meses do fim do governo, e confirma que Israel perdeu a guerra da opinião pública internacional e está cada vez mais isolado”

    O Brasil deu ontem um sinal de força contra a escalada da violência na Faixa de Gaza por Israel. A colunista Eliane Catanhêde apoiou a iniciativa e disse que os motivos são inquestionáveis

    “Como não ver, não ouvir e não gritar diante de centenas de mortes de civis palestinos (e de onde quer que seja), ainda mais se grande parte delas são de mulheres e crianças? E como não ver, não ouvir e não gritar que caíram mais de 700 de um lado e menos de 5% disso no outro?”, questiona.

    Segundo ela, a posição brasileira, clara e dura, marca uma inflexão da política externa de Dilma, a meses do fim do governo, e confirma que Israel perdeu a guerra da opinião pública internacional e está cada vez mais isolado”

    Israel é anão moral, anão ético, anão humanitário e gigante da covardia e infâmia !

  199. Patriarca da Paciência said

    Chesterton,

    conforme os analistas internacionais, a ações da Petrobrás estão subindo sob o forte impacta da crescente produção do pré-sal.

    O pré-sal já está produzindo mais de 500 mil barris dia e está num crescendo mes a mes.

    É petróleo de alta qualidade e abundante.

    A “conta petróleo” logo deixará o vermelho e o Brasil se tornará um grande produtor e exportador de petróleo.

    Vocé, como todos os outros que viviam dizendo que o pré-sal não existia, que era simples jogada eleitoral do Lula, agora caíram do cavalo e estão no mato sem cachorro..

  200. Chesterton said

    Patriarca, pode-se tirar um limite de 5 milhoes de barris de peroleo do pré-sal. A questão das ações reflete o desempenho da empresa (lucra?) e não a quantidade de petróleo.

    “Vocé, como todos os outros que viviam dizendo que o pré-sal não existia, que era simples jogada eleitoral do Lula, agora caíram do cavalo e estão no mato sem cachorro..”

    chest- além de burro, mentiroso.

  201. Chesterton said

    O general reformado Hugo Carvajal, ex-diretor de Inteligência Militar e um dos homens mais temidos da Venezuela, foi preso na tarde de quarta-feira no aeroporto internacional Queen Batrix de Aruba, por sua suposta participação em operações de narcotráfico, segundo informa o jornal El Nuevo Herald, de Miami (EUA) em reportagem assinada pelo jornalista Antonio Maria Delgado.
    Carvajal, que em 2008 havia sido incluído na lista negra do Departamento do Tesouro norte-americano, por sua suposta participação nas operações de narco-tráfico das FARC, foi detido após chegar à Ilha de Aruba num avião particular.
    A detenção ocorreu por solicitação das autoridades norte-americanas, que esperam transferir o prisioneiro ao território norte-americano com a maior brevidade possível.
    Segundo fontes consultadas por El Nuevo Herald, Carvajal era uma das engrenagens mais importantes na participação do Exército da Venezuela nas operações de narcotráfico.
    “Esta é a jóia de Coroa. Este é o Pablo Escobar desta história”, disse uma das fontes envolvidas na operação que falou sob condição de anonimato.
    Segundo a reportagem, o tiranete bolivariano Nicolás Maduro e seus sequazes todos histéricos, enlouqueceram com a notícia, enviando a Aruba uma delegação para tentar livrar o famigerado General Carvajal das garras da justiça americana. Já o diário espanhol ABC salienta que Carvajal controlava tudo em ligação com as FARC e promovia a lavagem de dinheiro por meio da PDVSA, a estatal petroleira venezuelana com é a Petrobras no Brasil.
    Transcrevo, por isso, a reportagem completa de El Nuevo Herald no original em español. Carvajal era o homem-forte do finado caudilho Hugo Chávez e de Maduro. Trata-se portanto de peixe bolivariano graúdo. Vale a pena ler:

    El mayor general retirado Hugo Carvajal, ex director de Inteligencia Militar y uno de los hombres más temidos de Venezuela, fue arrestado la tarde del miércoles en el aeropuerto internacional Queen Beatrix de Aruba por su presunta participación en operaciones de narcotráfico, dijeron fuentes cercanas a la operación.
    Carvajal, quien en el 2008 había sido incluido en la lista negra del Departamento del Tesoro por su presunta participación en las operaciones de narcotráfico de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), fue detenido tras llegar a la isla en un avión privado. La detención se produjo por solicitud de las autoridades estadounidenses, que esperan trasladarlo a suelo norteamericano a la mayor brevedad posible.
    Según las fuentes consultadas, Carvajal era uno de los engranajes más importantes en la participación del Ejército venezolano en las operaciones del narcotráfico.
    “Esta es la joya de la corona. Este es el Pablo Escobar de esta historia”, dijo una de las fuentes vinculadas con la operación que habló bajo condición de anonimato.
    “Es el hombre que controla los movimientos [del narcotráfico], controla la operación, controla las entregas y controla el lavado de dinero. Tiene el control de todo el proceso”, agregó.
    Pero el traslado de Carvajal podría demorarse, en vista de los esfuerzos legales para evitarlo emprendidos por el régimen de Nicolás Maduro, que envió un equipo especial a Aruba para que asumiera la tarea de asegurar su liberación, dijeron las fuentes.
    Desde Caracas, el régimen manifestó su rechazo a la detención del mayor general, conocido en Venezuela con el sobrenombre de “el Pollo Carvajal”.
    “Venezuela rechaza enérgicamente la detención ilegal y arbitraria del funcionario diplomático venezolano, portador de pasaporte que lo acredita como tal; Hugo Armando Carvajal Barrios, llevada a cabo en la isla de Aruba por parte de autoridades holandesas”, indicó la Cancillería venezolana en un comunicado.
    “Venezuela hace un llamado firme al Reino de los Países Bajos (del que depende esta zona insular) para que rectifique este hecho injusto e improcedente, y para que sus autoridades en el vecino territorio procedan a la inmediata liberación del funcionario diplomático venezolano Hugo Carvajal”, continuó.
    La detención de Varela se produce a los pocos días de que el ex juez venezolano Benny Palmeri-Bacchi fuese arrestado en el Aeropuerto Internacional de Miami, cuando se disponía a llevar a su familia a pasar unas vacaciones de dos semanas en Disney World.
    Palmeri-Bacchi y el ex director de la Interpol en Venezuela, Rodolfo McTurk, son acusados de ayudar a transportar a través de Venezuela miles de kilos de cocaína destinados a Estados Unidos.
    Palmeri-Bacchi compareció el jueves ante un juez federal de Miami y se declaró inocente. Las autoridades creen que McTurk se encuentra en Venezuela.
    Los fiscales de Miami dijeron que los casos contra Palmeri-Bacchi, Mc Turck y Carvajal son los primeros que vinculan a funcionarios prominentes del chavismo con operaciones del narcotráfico.
    Carvajal, jefe de la Dirección de Inteligencia Militar entre el 2004 y el 2009, había sido nombrado cónsul de Venezuela en Aruba en enero pasado.
    Pero las fuentes dijeron que el mayor general llegó a Aruba con un pasaporte falso.
    Cuando se dio cuenta de que lo estaban arrestando, Carvajal trató de zafarse del problema entregando el pasaporte diplomático que tenía y negando que el primero que había entregado era suyo, aún cuando también tenía su fotografía. Las autoridades de Aruba lo arrestaron de todas maneras y confiscaron los dos pasaportes.
    Hombre cercano al fallecido presidente Hugo Chávez, Carvajal enfrenta varios procesos judiciales llevados en paralelo por distintas jurisdicciones legales de Estados Unidos, incluyendo la corte federal de Miami.
    Según el caso llevado en ese tribunal, Carvajal y “otros militares y funcionarios venezolanos de alto cargo”, asistían las operaciones del narcotraficante colombiano Wilber Arilio Varela Fajardo, también conocido como “Jabón”, antes de que éste apareciera muerto en la ciudad venezolana de Mérida en el 2008.
    La acusación elaborada contra Carvajal señala que éste y los otros funcionarios del régimen asistían a Varela al permitir que su organización exportara cocaína desde Venezuela, protegiendo a la banda de ser capturada y suministrando información sobre las actividades de las fuerzas armadas y de las organizaciones policiales.
    “Tras la muerte de Varela, integrantes de su agrupación continuaron pagándole a Hugo Carvajal Barrios, alias “Pollo”, y a otros militares y funcionarios de los cuerpos de seguridad venezolanos de alto nivel para que siguieran asistiéndoles en sus actividades de narcotráfico”, resalta la acusación.
    El documento de la corte también acusa a Carvajal de vender “cientos de kilos de cocaína a los integrantes de la organización de Varela”.
    El mayor general retirado fue implicado públicamente en el 2010 por el presunto narcotraficante venezolano Walid Makled, quien en una entrevista concedida a la cadena Univisión declaró que Carvajal formaba parte de su nómina.
    En la entrevista, Makled aseguró que la participación de las autoridades venezolanas en los envíos es total.
    “[Es de] 100 por ciento, hermano, claro, porque es territorio venezolano […] En San Fernando de Apure, diariamente de ahí salen cinco o seis aviones cargados con cocaína hacia Honduras, de Honduras hacia México, y de México hacia Estados Unidos”, declaró Makled en la entrevista. Del sítio web El Nuevo Herald

  202. Zbigniew said

    O poderosíssimo Hamas é a desculpa para a política de extermínio praticada por Israel?
    Há sim formas de se caçar esses que agora atacam o país sem necessidade de sacrificar vidas de civis. Ou Israel não soube atingir cirurgicamente lideranças dos grupos, ou vingar as mortes em Munique?
    A técnica de quebrar a resistência pela morte de crianças, mulheres e idosos é covarde e abjeta.
    O Brasil que, na tradição com Osvaldo Aranha, sempre reconheceu o direito de Israel e palestinos, também tem o direito de criticar os atos violentos ali perpetrados e a desproporcionalidade deles.
    Israel chamam o Brasil de anão diplomático. Entretanto, Israel é um anão humanitário.

  203. Otto said

    Aécio e sua “bolsa família”: Parasitismo estatal para si e os seus

    http://www.viomundo.com.br/politica/aecio-e-sua-bolsa-familia-parasitismo-estatal-para-si-e-liberalismo-para-os-outros.html

  204. Patriarca da Paciência said

    chest- além de burro, mentiroso..

    Chesterton, como bem o disse Nietzsche, “meus livros são como um espelho, se um burro neles se mira, não pode ver refletida senão a imagem de um burro”.

    Meus modestos comentários, guardadas as devidas proporções, meus comentários são a mesma coisa. Se você é um burro, não pode ver refletido neles senão a imagem de um burro.

    Você é tão burro, que pensa que chamar alguém de burro significa alguma coisa !.

  205. Guatambu said

    Ninguém dá credibilidade pro Patriarca…

    Ultimamente o Patriarca anda parecido margarina em pão de pobre: esticadinha… fininha… gostinho fraco… ninguém bota uma fé que ela vai dar o gostinho no pão…

    Patriarca, vc faz aniversário por essas datas? Isso tá com cara de inferno astral!

    Cara, eu te apóio, meu sonho de consumo é ter um trabalho como o seu.

  206. Chesterton said

    Zbgw%¨$#%¨, por causa de Oswaldo Aranha o Brasil é credor de Israel?

  207. Patriarca da Paciência said

    Vejam só, nem os tucanos apoiam os anões da moralidade, da ética e da infâmia !

    “Campanha do presidenciável Aécio Neves (PSDB) aprovou posição do Itamaraty contra a ofensiva de Israel na faixa de Gaza; responsável pelo programa de política externa do tucano, o embaixador Rubens Barbosa diz que o país deve se manter firme em favor da criação do Estado palestino e da negociação pelo fim do confronto armado”
    (247)

  208. Patriarca da Paciência said

    Vejam só, nem os tucanos apoiam os anões da moralidade, da ética e gigantes da da infâmia, serem que envergonham a humanidade !

  209. Pedro said

    “Embaixador israelense: Desproporcional é 7×1.”

    Esta doeu. É inadmissível uma ofensa deste nível.
    Desta vez a turma do Bar Mitzvah, passou dos limites.
    Não se pode ofender assim, a turma do Bar Bola.

    E a nossa Diplomacia Gigante bunda mole, não vai desafiar Israel, pra uma partida de futebol?
    Tá esperando o que? Recebe um míssil deste na cabeça e fica quieto?

  210. Patriarca da Paciência said

    “Patriarca, pode-se tirar um limite de 5 milhoes de barris de peroleo do pré-sal. A questão das ações reflete o desempenho da empresa (lucra?) e não a quantidade de petróleo.”

    O grande profeta falou tá falado. Profeta, futurólogo, cartomante, numerólogo etc.etc.etc. Chesterton !

    É claro, grande profeta, a quantidade de petróleo extraído nada tem a ver com o desempenho da empresa. ,

  211. Patriarca da Paciência said

    Pedro,

    o representante do Brasil já se pronunciou e de modo ótimo, ou seja, “o Brasil não responde a tentativas grosseiras de desqualificações”..

    O representante de Israel parece é com isso mesmo, um comentarista de futebol e …dos mais reles !.

  212. Pedro said

    Verdade?

  213. Chesterton said

    Patriarca, não é a quantidade de óleo extraído, é se dá lucro. Aí ações sobrem com lucro ou perspectiva de lucro.

    O governo brasileiro poderia ter ficado de bico fechado, foi dar palpite no que não entende e queimou a rabiola.

  214. Patriarca da Paciência said

    Aliás, o que se pode concluir, é que esse “representante” do governo de Israel é um completo desinformado. Ele acreditava piamente que o Brasil ia acabar por ter perdido de 7 a 1 para a Alemanha. Afinal, no Brasil, as pessoas só se importam mesmo com futebol e carnaval. É a mesma opinião que as pessoas mais medíocres da Europa, e que são em grande número, pensam do Brasil.

    Um parente meu, certa vez, estava na Itália, conversando normalmente, em italiano com algumas pessoas. Notou que tinha um que o ficava olhando de modo meio espantado. Perguntou para ele.

    – E aí, tudo bem ?

    Ao que o outro respondeu:

    – Legal, tudo bem . É que eu pensava que no Brasil todos eram negros e ficavam o dia inteiro pulando carnaval.

    Esta é a imagem que o europeu médio faz do Brasil. E esse representante de Israel é igual a europeu médio, nada mais.

  215. Patriarca da Paciência said

    “Patriarca, não é a quantidade de óleo extraído, é se dá lucro. Aí ações sobrem com lucro ou perspectiva de lucro.”

    É Chesterton, o custo do pré-sal não compensa mesmo. Certa vez eu ouvi um comentário do Joelmir Beting de que, o custo do barril de petróleo, extraído do pré sal era de U$ 12,00 dólares. Logo, com o barril a U$ 100,00 dólares, dá um prejuízo lascado. Tanto que as ações da Petrobrás estão caindo.
    Pode ser que o custo tenha aumentado um pouco, mas não deve passar de um terço do preço de venda, o que é altamente lucrativo em qualquer empresa. Qualquer empresa que apresente um custo desse é altamente lucrativa.

  216. Chesterton said

    Se compensar e ninguem tungar, dá lucro. Aí as ações sobem.

    ———————————————–

    A humilhação de Dilma no Rio.

    A foto é reveladora. Dilma Rousseff, uma senhora de 66 anos, Presidente da República, beija a mão do PMDB do Rio, representada pelas mãos do prefeito do Rio, o assustado e chocado Eduardo Paes. Beija literalmente. Uma cena vergonhosa, despudorada, indecorosa que ocorreu numa churrascaria de beira de estrada na Baixada Fluminense, que reuniu meia dúzia de prefeitos e alguns deputados. Ao fundo, a foto de Pezão, que esteve presente protocolarmente, mas que comanda o projeto Aezão, que tem o apoio de 60 prefeitos peemedebistas.

  217. Patriarca da Paciência said

    Nova denúncia da Folha contra o aecioporto:

    http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/147900/Folha-faz-nova-den%C3%BAncia-sobre-aeroporto-em-Minas.htm

  218. Zbigniew said

    O Brasil procedeu corretamente. Seria inadmissível ficar inerte frente ao massacre de civis palestinos, o que configura a desproporcionalidade frente às partes em conflito.

    Aí vêm justificar que a incursão é perfeitamente aceitável (isto abstraindo a questão da dignidade da pessoa humana) em face dos Qassam (propulsionados por uma mistura de açúcar e nitrato de potássio (fertilizante agrícola)) a um custo talvez inferior a R$ 1.500,00 a unidade em relação aos Tamir (US$ 60 mil a US$ 100 mil a unidade).

    Com tanta tecnologia e poderio não seria, Israel, capaz de esmagar o Hamas sem esses hediondos “efeitos colaterais”? É difícil de acreditar.

  219. Patriarca da Paciência said

    O link original:

    http://oglobo.globo.com/brasil/governo-de-mg-reformou-pista-de-aeroporto-no-norte-do-estado-13372960

  220. Elias said

    “eu acho que existe alguma coisa a fazer. Ao primeiro foguetinho, que realmente não passam de foguetinhos, Israel convocaria uma reunião da ONU e faria uma queixa formal.” (Patriarca)

    I
    “Foguetinho”? Não são “foguetinhos”, Patriarca. São mísseis Katyusha, que já eram temidos durante a II GM. De lá para cá, eles foram aperfeiçoados: aumentaram seu poder de destruição e seu alcance, e simplificaram o processo de lançamento. Ele pode ser lançado da carroceria de um caminhão ou de uma caminhonete, que, no minuto seguinte ao disparo, se retira do local de lançamento e se esconde num pequeno galpão, ou mesmo numa garagem residencial de bom tamanho.

    Katyusha mata, Patriarca. E mata de montão! Se um Katyusha de 120 mm cair agora, a algumas dezenas de tua casa, não vai sobrar ninguém pra te dar boa noite hoje…

    É um míssil sem nenhuma precisão. Sua “mira” é determinada pelo alcance (que varia, conforme o porte de cada modelo), e pelo ângulo de disparo (como se fosse um morteiro: para mais longo alcance, reduz-se a inclinação…). Onde cair… Caiu! É coisa criada pra destruir e matar indiscriminadamente.

    II
    “Protesto formal” na ONU? Patriarca, o problema é que às vezes a gente se concentra num fato, em um dado momento, e age como se aquele fato só existisse a partir do momento em que a gente se concentrou nele.

    Faz o seguinte: entra no Google, ou equivalente, e digita “míssil Katyusha”. Tu vais descobrir que o Hamas vem disparando esse mísseis contra Israel o tempo todo: em 2007, em 2008, em 2009, em 2010, em 2011…

    Ao longo de todos esses anos, o que não faltou foi “protesto formal” de Israel. E sabe no que deu? Em nada.

    Aí, quando Israel finalmente reage, e começa essa história de “proporcionalidade”, etc. e tal.

    É fácil falar dessas coisas, quando a vida da gente não está em jogo.

    Mas… Se os Katyusha estivessem caindo no teu bairro, ano após ano… Sinceramente, Patriarca: tu te contentarias com um “protesto formal” do Brasil na ONU?

    III
    Tem um outro detalhe que os críticos de Israel invariavelmente fazem questão de ignorar: antes de bombardear uma área inimiga, Israel sempre avisa que fará isso. Ele notifica previamente, informando que áreas serão bombardeadas.

    Já o Hamas, não costuma avisar ninguém, né? Pelo contrário… Os críticos de Israel fazem questão de ignorar isso. Assim como se empenham em ignorar a jerda que é o processo de evacuação que o “governo” palestino executa (a meu pensar, exatamente para que a quantidade de mortos e feridos seja a maior possível, e, assim, eles tenham mais publicidade no ocidente, mais “ajuda humanitária” e, consequentemente, mais dinheiro pra roubar).

    IV
    Então o bosta do diplomata israelense tripudiou em cima da nossa humilhante perda internacional, diante da seleção de papa-chucrutes peidões?

    Estou indignado! Proponho:

    1 – Que, no carro-som a ser despachado por Israel para Gaza, o Pax seja substituído pelo Filipão, fantasiado de “Deusa do Asfalto”.

    2 – Que o Pax seja mantido como reserva do Filipão, envergando nova fantasia: em vez de “Chiquita Bacana”, o titular deste blog deverá se fantasiar de “Virgem de Puteiro em Visita ao Sheik Estuprador”.

    3 – Que o bosta do diplomata israelense seja entregue a uma comissão de torcedores brasileiros. Estes, após submeter o bosta do diplomata israelense a uma dieta de carne e toucinho de porco, por aproximadamente três semanas, o recambiarão para o presídio mais próximo, onde ele prestará serviços como “tiazinha” à necessitada população local, por mais três semanas, ou até que o fiofó dele desabroche feito uma papoula. Depois disso, o bosta do diplomata israelense poderá voltar ao seu país… A nado!

  221. Elias said

    “, a algumas dezenas DE METROS de tua casa…”

  222. Guatambu said

    Elias,

    Pergunto novamente: podemos dizer que a situação de israelenses é semelhante às situações de:

    – fazendeiros X índios e MST
    – moradores de copacabana X moradores da favela mais próxima
    – MTST X moradores do centro da cidade de sp e edifícios públicos

    ?

  223. Chesterton said

    é, “foguetinho” no C.U. dos outros é Hipoglós!

  224. Elias said

    “Campanha do presidenciável Aécio Neves (PSDB) aprovou posição do Itamaraty contra a ofensiva de Israel na faixa de Gaza; responsável pelo programa de política externa do tucano, o embaixador Rubens Barbosa diz que o país deve se manter firme em favor da criação do Estado palestino e da negociação pelo fim do confronto armado”. (Notícia transcrita pelo Patriarca)

    Nenhuma novidade no front…

    De Geisel pra cá, a política externa brasileira tem se movido, preponderantemente, em função dos interesses comerciais do Brasil.

    Geisel não puxou o tapete de Portugal, na África, porque o nosso general era comunista (muito pelo contrário, né?).

    Geisel fez isso porque Portugal era um trambolho que pesava demais nas costas do Brasil. Este comprava armas, fardamento e munição pra “doar” a Portugal, e ainda arcava com parte da remuneração, rancho, etc., das tropas portuguesas na África.

    Além do mais, o “milagre” do Delfin tinha acabado e o Brasil não tinha perspectiva de ganhar dinheiro em Portugal… Mas tinha na África.

    Logo, nossos queridos avós quitandeiros & leiteiros foram convidados a almoçaire e jantaire noutro pasto…

    Aí…

  225. Pedro said

    Mestre Googlias, desculpe a ignorância, mas se a política externa brasileira tem se movido, preponderantemente, em função dos interesses comerciais do Brasil.
    Não seria de bom tom, ser o mais amiguinho possível, da judeuzada.
    Este povo tem dinheiro pra baralho.
    Segundo lenda urbana, eles controlam boa parte das finanças internacionais.

    Por falar em dinheiro. Tem algum pra emprestar, a juros simbólicos? :-)

  226. Pedro said

    Voltando ao Post.
    O Tutty dá uma força pro Aécio:

    “Em sua defesa, Aécio Neves pode muito bem alegar que, se fosse construir um aeroporto em benefício próprio na época em que governou Minas, o faria no Leblon, jamais em Cláudio (MG). Cá pra nós, faz sentido!”

  227. Chesterton said

    Boa esta.

    Mas este é um EMBAIXADOR

    http://therightscoop.com/israeli-ambassador-reams-out-cnn-for-not-reporting-un-statement-that-says-hamas-makes-un-schools-a-target/#ixzz38Ti5Qeht

  228. Chesterton said

    http://folhacentrosul.com.br/post-politica/5476/cuba-passa-a-perna-e-leiloa-porto-feito-com-dinheiro-do-povo-brasileiro-para-eua-e-russia

  229. Olá!

    Quanto ao atual conflito entre palestinos e israelenses, eu apoio Israel, pois tal país é a única democracia em todo o Oriente Médio. O resto não passa de tiranias puras e simples ou “democracias” toscas que chegam até mesmo a negar os direitos civis mais fundamentais, como a liberdade religiosa e a liberdade de expressão.

    Israel tem total direito de se defender do terrorismo islâmico, que sempre buscou atingir civis tanto do lado do adversário quanto do seu próprio lado. Em mais de uma ocasião, Israel precisou enfrentar guerras nas quais estava em jogo nada menos do que a sua própria existência e seus inimigos, do quais Nasser e Arafat são os mais notórios, expressaram tal desejo da maneira mais cristalina possível. Excertos:

    “We shall never stop until we can go back home and Israel is destroyed… The goal of our struggle is the end of Israel, and there can be no compromises or mediations… the goal of this violence is the elimination of Zionism from Palestine in all its political, economic and military aspects… We don’t want peace, we want victory. Peace for us means Israel’s destruction and nothing else.

    Yasser Arafat

    Our basic objective will be the destruction of Israel. The Arab people want to fight . . . The mining of Sharm el Sheikh is a confrontation with Israel. Adopting this measure obligates us to be ready to embark on a general war with Israel.

    Abdel Nasser

    É com esse tipo de gente que Israel tem que lidar.

    Não há equivalência moral entre palestinos e israelenses. Basta pegar como exemplo as duas Intifadas. Em ambas, os palestinos e os grupos terroristas por eles apoiados desceram ao mais baixo nível moral possível quando, de forma deliberada, saíam matando civis israelenses, sobretudo mulheres e crianças, e, o mais asqueroso de tudo, comemoravam quando a sua empreitada obtinha os resultados desejados.

    Os israelenses buscam acertar alvos militares e nos poucos casos em que civis de Israel mataram deliberadamente palestinos inocentes, os energúmenos responsáveis por isso não foram sacralizados nos livros escolares israelenses como mártires e as autoridades de Israel agiram para punir os responsáveis, a exemplo do ocorrido no Massacre da Caverna dos Patriarcas (e também no mais recente caso dos israelenses que mataram um indefeso garoto palestino). Os únicos adoradores do Baruch Goldstein são meia dúzia de idiotas radicais.

    Comparem isso à atitude do Hamas, que simplesmente não se importa com a morte de civis e busca maximizar o quanto for possível a quantidade de inocentes mortos em ambos os lados, seja usando o terror para assassinar israelenses inocentes, seja utilizando os próprios palestinos como escudos humanos para proteger o seu arsenal e a sua infra-estrutura. Não raro, Israel tem que desistir de atacar um alvo militar por causa do uso de civis palestinos como escudo humano.

    Uma pergunta interessante: Se Israel utilizasse seus civis como escudos humanos para proteger os alvos que interessam ao Hamas, será que tal grupo terrorista desistiria de atacar tais alvos?

    A resposta dessa pergunta explica bastante a ética de cada um dos lados do conflito.

    Até!

    Marcelo

  230. Zbigniew said

    Os israelenses buscam acertar alvos militares…

    Até que ponto o senso crítico (ou ausência) de uma pessoa leva alguém a afirmar um disparate desses! Quer dizer que as crianças mortas (por efeito colateral) eram alvos militares porque escudos humanos para o Hamas?! Tá justificado?!

    Outrossim, Não há equivalência moral entre palestinos e israelenses

    Quem pode fazer tal afirmação julgando seres humanos (seja de que nacionalidade for) por seus compatriotas radicais e condená-los ao extermínio, sem levar em conta as condições de vida as quais são submetidas? Ou você acha que são as mesmas, para os israelitas e os palestinos?

    Há muita distorção nestas afirmações, porque eivadas da condenação prévia e de ódio, ingredientes que só servem para espalhar mais ódio e injustiça pelo mundo.

  231. Daise said

    A VIOLÊNCIA NO CONFLITO ISRAEL X HAMMAS

    uma imagem que vale por 1000 palavras:

  232. Guatambu said

    Zbigniew,

    “Há muita distorção nestas afirmações, porque eivadas da condenação prévia e de ódio, ingredientes que só servem para espalhar mais ódio e injustiça pelo mundo.”

    Sei…

    Desculpe cara, mas a todo o momento você usa o termo elite, justamente significando que a elite tem menos moral do que outra classe social.

    Você julga, meu caro!

  233. Elias said

    “…mas se a política externa brasileira tem se movido, preponderantemente, em função dos interesses comerciais do Brasil, Não seria de bom tom, ser o mais amiguinho possível, da judeuzada.” (Pedro)

    De jeito nenhum, Pedro.

    As construtoras brasileiras não executam obras em Israel, mas nos países árabes. O Brasil não compra petróleo de Israel, mas dos países árabes. O Brasil não exporta produtos para Israel, mas para os países árabes (falar nisso, quase toda a produção de frangos da família Civita — que é judia — é exportada para países árabes).

    E assim por diante…

  234. Chesterton said

    pragmatismo nojento.

  235. Chesterton said

    Aliás, é uma vergonha a dulpa moral como petistas tratam do assunto. Como se todo mundo pudesse matar crianças árabes (11 mil crianças assassinadas na Siria) e Israel não pode se defender. Agora os terroristas depositam mísseis em escolas da ONU, ao lado ou embaixo de mesquitas. O IAF aida telefone: tem meia hora para sair de perto…e buuuummmm. As explosões secundárias da munição estocada revela a correção do alvo.

  236. Otto said

    Aecio fez apenas 2 aeroportos em MG. Um deles é do titio.

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=19429

  237. Patriarca da Paciência said

    Otto,

    o comentário da Shellen Galdino é fantástico:

    “Sou contra o Bolsa Aeroporto. O Aécio não deveria dar aeroporto aos parentes, e sim ensiná-los a voar”.

  238. Patriarca da Paciência said

  239. Daise said

    Patriarca da P. já decidiu: vai votar em Lula em Outubro.rsrsrs

  240. Elias said

    “Sou contra o Bolsa Aeroporto. O Aécio não deveria dar aeroporto aos parentes, e sim ensiná-los a voar”. (Shellen Galdino, citada pelo Otto)

    Sei não… Já pensou se, depois de aprenderem a voar, os parentes do Aécio começarem a ganhar (se é que já não ganharam) aviões de presente? Pagos com o nosso dinheiro?

    Aqui no Pará o pessoal foi mais discreto: simplesmente roubaram um avião do governo do Estado.

    De onde roubaram? Do aeroporto de Belém, ora… Que atende pelo pomposo título de “Aeroporto Internacional de Val-de-Cans” (não me perguntem o que esse título tem a ver com quê, já que o aeroporto não fica num vale, nem consta que lá jamais tenha existido tanto cão, assim, pra justificar o nome, embora cachorrada não seja, propriamente, algo raro no Pará).

    Quem roubaram? Não se sabemos! Depois de minuciosa e rigorosa investigação, a Polícia Federal e a Polícia do Estado do Pará finalmente não descobriram nada. O então supertira Romeu Tuma também esteve aqui, e, com a competência que lhe era peculiar, ele imediatamente não conseguiu fazer nada pra solucionar o caso.

    Acho tudo isso bastante compreensível. Afinal, todos sabemos como é fácil roubar, esconder e desmanchar aviões. Acho o cúmulo do desmazelo as companhias aéreas deixarem os aviões delas estacionados ao relento, em risco de serem roubados pelos bandos de “puxadores de aviões” que perambulam pelas cidades, e levados para alguma oficina de desmanche…

    Há algum tempo, cheguei a pensar na compra de um “canela dura”, em sociedade com um amigo. Acabei desistindo, porque não tenho per$$onalidade suficientemente forte pra bancar o$$$ cu$$$to$$$ de manutenção.

    Mas, se eu tivesse comprado, é certo que eu não o deixaria estacionado assim, em qualquer lugar de Belém. No mínimo, eu colocaria nele uma trava de direção, daquelas que os bagulheiros costumam vender nos sinais de trânsito…

  241. Daise said

    Os candidatos do PT ficaram com vergonha do nome do partido e resolveram sumir com o nome PT da campanha impressa.
    Resolveram apenas divulgar uma estrela vermelha (copiada do Macy’s, fundada em 1858 ?)
    E o número 13 que no Tarot é simbolizada pela Morte significando necessidade de transformação.
    Explicando melhor: o passado tem que morrer para dar lugar ao futuro.

    Para conferir:

  242. Daise said

    Caro Elias

    Li num de seus comentários que a família Civita é fornecedora de frangos para países árabes.
    Eu não tinha idéia dessa divesificação “editorial” rsrsrs
    Vc poderia me informar onde encontrar mais dados sobre essa empresa fornecedora de carne de frango dos Civita

    Estou curiosa e quero saber se a empresa dispõe de sacerdotes judeus ou muçulmanos para certificar que a comida vendida ao Oriente Médio é feita segundo as respectivas regras religiosas: > kosher e/ou > halal ?

    Vc tem alguma informação a respeito?

  243. Daise said

    13(pt): A DIPLOMACIA DE BANQUINHO

    O fiasco do Mercosul e a diplomacia de banquinho

    ROLF KUNTZ – O ESTADO DE S.PAULO
    26 Julho 2014 | 02h 03

    Foi uma semana dura para a diplomacia brasileira e revoltante para os anões. Na quinta-feira, o governo de Israel ofendeu os baixinhos de todo o mundo ao descrever o Brasil como um anão diplomático. Três dias antes o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, havia cobrado, em tom quase paternal, mais empenho de Brasília para a conclusão do acordo comercial do Mercosul com o bloco europeu. Os dois fatos evidenciaram, mais uma vez, a desmoralização e a falência da política externa brasileira, tanto na área comercial quanto na geopolítica. O fato coberto com maior destaque foi o bate-boca entre funcionários de Brasília e de Tel-Aviv, mas os dois episódios são partes da mesma história.
    Anões, ao contrário da atual diplomacia brasileira, inaugurada em 2003, podem ser inteligentes, eficientes, equilibrados e relevantes. Outros governos têm pressionado o de Israel e cobrado a suspensão ou moderação dos ataques à Faixa de Gaza, mas nenhum deles pagou o mico de se explicar e de responder em tom quase meigo a um porta-voz de chancelaria. A explicação oferecida: o Brasil criticou apenas a violência “desproporcional” de Israel, sem contestar seu direito de defesa. A resposta complementar: o Brasil mantém relações diplomáticas com todos os membros da ONU e, portanto, se houver algum anão, será outro país. A explicação e a réplica foram apresentadas pelo chanceler Luiz Alberto Figueiredo. Polidamente, ele se absteve de mostrar a língua e de chamar de feio o funcionário israelense.
    Ator relevante age com clareza e se dispensa de explicações. A manifestação brasileira nesse caso, como em muitos outros, confirmou a inépcia da orientação formulada no Palácio do Planalto e seguida no outrora respeitado Itamaraty. Esse amadorismo, inspirado num terceiro-mundismo requentado e rejeitado por emergentes de respeito, tem-se evidenciado também na diplomacia comercial.
    O Brasil é a maior economia da América Latina, mas seu governo é incapaz de desemperrar a negociação entre o Mercosul e os europeus. “A mim me parece um bocadinho absurdo que a União Europeia tenha acordos de livre-comércio com praticamente o mundo inteiro e não tenha com o Brasil”, disse na segunda-feira o presidente da Comissão Europeia.
    Por que “um bocadinho absurdo”? Para entender, basta pensar no tamanho da economia brasileira. Esse detalhe foi mencionado também pelo funcionário israelense. Ele qualificou o Brasil como gigante econômico, antes de chamá-lo, por contraste, de anão diplomático. Um contraste semelhante esteve implícito, mesmo com boa intenção, no comentário de Durão Barroso.
    O presidente da Comissão Europeia foi até generoso. Teria sido menos gentil se tivesse ido mais fundo na avaliação do impasse. Absurdo, mesmo, é um país do tamanho do Brasil ter uma diplomacia subordinada aos interesses chinfrins da aliança entre o petismo, o kirchnerismo e o bolivarianismo.
    Comandado por essa aliança, o Mercosul deu prioridade aos chamados acordos Sul-Sul, em geral com parceiros de pouca importância comercial. A aproximação com a Palestina é um marco notável dessa política. O livre-comércio regional com participação dos Estados Unidos foi recusado pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Néstor Kirchner. Nos anos seguintes, outros governos sul-americanos negociaram com Washington, sem o Mercosul, pactos comerciais. Nem sequer com o México, uma das economias mais importantes do hemisfério, foram tentadas negociações ambiciosas. Não se foi além de um limitado pacto de complementação.
    Com a recente formação da Aliança do Pacífico (Chile, Peru, Colômbia e México), foi evidenciada mais uma vez a estagnação diplomática do Mercosul. Os dois blocos poderiam, talvez, promover uma integração. Mas só se os países do Mercosul se tornarem mais abertos, disse em janeiro o presidente do México, Enrique Peña Nieto. Quanto à negociação com a União Europeia, iniciada nos anos 1990, continua emperrada e sem perspectiva de avanço neste ano. O Mercosul permanece incapaz, principalmente por causa da resistência argentina, de apresentar suas ofertas para avaliação e discussão.
    Enquanto isso, europeus e americanos negociam o pacto transatlântico e tentam novos entendimentos com outros parceiros. Asiáticos buscam aproximação com todo o mundo. A União Europeia se amplia e países da vizinhança desfrutam comércio favorecido com o bloco. A nova trama de concessões bilaterais e inter-regionais cresce e torna-se mais complexa, enquanto os líderes da Organização Mundial do Comércio (OMC) tentam reanimar e revalorizar a Rodada Doha.
    Nesse quadro, a posição do Brasil e de seus parceiros do Mercosul se torna cada vez mais desvantajosa. A diplomacia comercial brasileira escolheu como prioridades, há mais de dez anos, a Rodada Doha, multilateral, e a aproximação com países emergentes e em desenvolvimento. O baile promovido pela OMC, a grande rodada multilateral, continua quase paralisado. Sem ingresso para os outros bailes – as dezenas de acordos parciais -, o Brasil tem de continuar no sereno, espiando as festas de fora.
    Muitos empresários brasileiros aceitam sem aparente dificuldade a diplomacia comercial anã. Mostram-se mais interessados no protecionismo, parte importante dessa política, do que em conquistar mercados. Outra parte do empresariado reclama oportunidades comerciais mais amplas.
    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) cobrou do governo mais de uma vez, nos últimos dois anos, empenho maior na busca de acordos bilaterais e inter-regionais. Será impossível atender a essa demanda sem chacoalhar o Mercosul. No limite, restará trocar o status de união aduaneira pela condição, menos ambiciosa e menos limitadora, de zona de livre-comércio. Antes disso, falta o governo abandonar as fantasias terceiro-mundistas e semibolivarianas e redescobrir a noção de interesse nacional.
    ROLF KUNTZ É JORNALISTA

  244. Daise said

    ARIANO SUASSUNA Dilma diria Suassuana rsssr

    MEDO DE AVIÃO

    Numa época em que nem havia tantos acidentes aéreos trágicos como atualmente, Ariano Suassuna já dizia:
    “Só existem dois tipos de viagens de avião: as tediosas e as fatais! Avião é uma coisa tão ruim que a gente reza para a viagem ser tediosa.”

    TUTTY

  245. Daise said

    POLÍTICOS INOCENTES

    Engraçado e “inocente” vídeo russo que nos faz lembrar a atual fase do PT na política brasileira:

    Qualquer semelhança entre o PT e seus aliados políticos no Congresso não é mera semelhança. rsrsrsr

  246. Patriarca da Paciência said

    Parece que, finalmente, as pessoas lúcidas e sensatas de Israel começam a falar.

    A direitona israelense, genocida, começa a ter oposição.

    A entrevista:

    http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/148084/Sand-pede-que-Brasil-lidere-press%C3%A3o-contra-Israel.htm,

    Historiador Shlomo Sand, nascido na Áustria e radicado em Israel desde os primeiros momentos da criação do estado judeu no Oriente Médio, na década de 1940, é uma das figuras mais conhecidas da esquerda israelense; conhecedor profundo do conflito entre judeus e palestinos, Sand diz que a sociedade israelense está ‘radicalizada e racista’ demais para resolver seus problemas de dentro para fora e pede que América Latina faça pressão para for fim ao conflito atual, que já deixou mais de mil palestios mortos”

    Um trecho:

    “Não acredito que Israel, no ponto em que está, possa ser mudado de dentro para fora. Eu já perdi esperança que algo positivo possa vir da política ou da sociedade israelense. O que quero dizer com isso é que não existe nenhuma força política que possa se comprometer com um processo de paz com os palestinos e nem mesmo os palestinos moderados. O processo de paz que os americanos tentaram criar foi uma grande piada. O representante de Obama para as conversas de paz Israel-Palestina no ano passado, Martin Indyk, antes de sua carreira diplomática, era um lobista da Aipac (Comitê América-Israel de Assuntos Públicos, na sigla em inglês, grupo que advoga por políticas pró-Israel junto ao Congresso dos Estados Unidos). Não acredito que Israel possa mudar por dentro se a situação econômica não mudar. A única coisa que acho que pode provocar mudança é pressão externa, com exceção do terror. Toda pressão externa, que não sejam atos de terror, irá ajudar a garantir a existência do estado de Israel. Soube que o Brasil tomou posição e retirou sua embaixadora do país e isso me deixou muito feliz. Esse é o caminho.”

    Vejam só:
    A única coisa que acho que pode provocar mudança é pressão externa, com exceção do terror. Toda pressão externa, que não sejam atos de terror, irá ajudar a garantir a existência do estado de Israel. Soube que o Brasil tomou posição e retirou sua embaixadora do país e isso me deixou muito feliz. Esse é o caminho.”

    GARANTIR A EXISTÊNCIA DE ISRAEL.

    É bem isso aí que temo. Essa direitona genocida e irresponsável pode criar um ódio tão incontrolável, podendo resultar numa nova grande tragédia.

  247. Patriarca da Paciência said

    Assino embaixo:

    Leonardo Attuch, 26/07/2014

    “Israel tem hoje um grande inimigo, com armas de destruição em massa. É um inimigo interno, com potencial para destruir seu próprio estado. Seu nome é Benjamin Netanyahu. Sim, desde a Alemanha nazista, ninguém tem promovido o antissemitismo que se alastra ao redor do mundo quanto o primeiro-ministro israelense, que ocupa o cargo desde 2009 e, desde então, tem ampliado a segregação do povo palestino e ignorado todo e qualquer esforço pela paz.

    Na mais recente escalada de violência, Netanyahu liderou atrocidades que, tivessem sido cometidas por qualquer outro líder mundial, o colocariam na lata de lixo da história e nos tribunais penais internacionais por crimes de guerra. Em seu incessante banho de sangue da operação “Margem Protetora”, Netanyahu foi capaz de bombardear um hospital e até mesmo uma escola da Organização das Nações Unidas que abrigava refugiados na Faixa de Gaza. Atitudes que deixaram o secretário-geral Ban-Ki-Moon “estarrecido” e que devem motivar uma investigação aprofundada das Nações Unidas por crimes de guerra.

    O apoio incondicional de aliados como Estados Unidos e Inglaterra ao “direito de Israel de se defender” alimentou a ilusão, em Netanyahu, de que ele teria salvo-conduto para assassinar civis impunemente, incluindo mulheres e crianças. Ocorre que o apoio a Israel é cada vez mais pesado em sociedades abertas e democráticas. Haverá um dia em que será tão insustentável quanto o apoio que os mesmos americanos e ingleses, com a ajuda de Israel, concederam ao apartheid na África do Sul – aliás, apartheid é uma palavra até moderada para definir o que os israelenses fazem em relação aos palestinos.

    Foi exatamente nesse contexto que a diplomacia brasileira, responsável pelo primeiro voto para a criação do Estado de Israel, mas sempre fiel às questões humanitárias, se levantou contra a barbárie liderada por Netanyahu. A nota, que condena a desproporcionalidade da reação ao Hamas, veio em boa hora e deve servir de alerta ao mundo civilizado com uma mensagem clara de que não há mais espaço, no século XXI, para genocídios.

    Patética foi apenas a reação do governo de Israel, por meio do porta-voz Yigal Palmor, que chamou o Brasil de “anão diplomático” e ironizou a derrota da seleção brasileira por 7 a 1 na Copa do Mundo, que seria “desproporcional”. Comparar um jogo de futebol à matança de mulheres e crianças revela apenas que, a Israel, faltam argumentos e que suas lideranças decidiram jogar no time dos anões morais.”

  248. Otto said

    Se a culpa é da chuva, como falta água em São Paulo e não falta luz no país?

    http://mudamais.com/divulgue-verdade/se-culpa-e-da-chuva-como-falta-agua-em-sao-paulo-e-nao-falta-luz-no-pais#at_pco=smlwn-1.0&at_si=53d54f2d349b524a&at_ab=per-2&at_pos=0&at_tot=1

  249. Guatambu said

    Otto,

    Me pergunto o mesmo com relação à violência: se a culpa da violência é a falta de dinheiro. Como é que, depois de bolsa-tanta-coisa, a violência só cresce?

  250. Chesterton said

    será que o Alckimin está desviando água?

  251. Daise said

    #248 e 249

    TERMELÉTRICAS

    Na segunda-feira, foi batido o recorde de uso de termelétricas – 19 139 megawatts. Tal volume significa a participação recorde de 32,7% das térmicas na geração de toda energia consumida no Brasil.

    De acordo aos números já contabilizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) até junho, mais a previsão das comercializadoras de energia para o restante do ano, o custo total pelo acionamento das termelétricas entre janeiro e dezembro de 2014 deverá alcançar 26,8 bilhões de reais.

    Como só foram pagos às distribuidoras 12,4 bilhões de reais através do empréstimo da CCEE e do Tesouro Nacional, surge a pergunta óbvia: de onde virão os restantes 14,4 bilhões de reais para cobrir o rombo?

    lO banco dos BRICS vai emprestar em 2018,rsrsrs

  252. Daise said

    ( continuando)

    O banco dos BRICS vai emprestar em 2018, rsrsrs

    Até lá basta aumentar em aproximadamente 315% as contas de energia e pronto!
    o problema estará resolvido.
    É sempre assim:

    O PT faz a cagada e o contribuinte limpa.

  253. Pax said

    Alckmin desviando água? Não, claro que não. Desviou todos os conceitos de gestão e insiste no erro de não decretar um racionamento imediato. Afora a inevitável curiosidade de onde foram parar os US$ 500 milhões para reduzir o que sai pelos vazamentoa, mais de 30% da água tratada.

    Fazia tempo que não via uma irresponsabilidade tão grande em gestão pública.

    E ainda vai ganhar no primeiro turno fácil.

    Vai entender.

  254. Chesterton said

    talvez você não tenha razão (uma hipótese de trabalho apenas).

  255. Chesterton said

    Diplomacia, como se sabe, não é exatamente campo adequado para exercícios de militância.

    O Itamaraty, desde os tempos do Barão do Rio Branco, cultivou o que veio a se chamar de pragmatismo responsável, o que o tornou considerado nos fóruns internacionais.

    Sendo o Brasil um país ainda periférico, sem grandeza bélica, sempre evitou entrar em briga de cachorro grande.

    Seu ingresso na Segunda Guerra Mundial foi precedido de amplas negociações com os Estados Unidos, que resultaram na Siderúrgica de Volta Redonda, na Eletrobrás e no consequente up grade em sua infraestrutura industrial. Mesmo assim, só o fez, já na etapa final do conflito, depois de ter navios em sua costa bombardeados pelos nazistas. Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Mas esse era o Itamaraty pré-PT, cujas linhas-mestras sobreviveram aos mais variados governos, incluindo os da ditadura militar.

    O PT introduziu na diplomacia brasileira o vírus da militância. O país deixou de lado seus interesses – comerciais, políticos, estratégicos -, perdendo mesmo a noção de sua desimportância relativa, e passou a orientar sua conduta pelo viés ideológico.

    A adesão ao bolivarismo chavista – de cuja gênese o PT participou, via Foro de São Paulo – o distanciou de parceiros tradicionais, como Estados Unidos e União Europeia.
    Em compensação, o país passou a apoiar – e financiar – ditaduras, como as de Cuba e do Sudão, que contabiliza assassinatos numa ordem de grandeza que supera a soma de diversas Faixas de Gaza. Seus aliados preferenciais, na geopolítica global, são países como Coréia do Norte e Irã.

    Alia-se a forças criminosas como as Farc, que mantêm campos de concentração na selva e vivem do que apuram com sequestros e venda de drogas. O chanceler de fato, Marco Aurélio Garcia, recusou-se a admiti-las como grupo terrorista, optando pela expressão oblíqua de “forças insurgentes”.

    É compreensível, já que suas lideranças sentavam-se lado a lado do PT no Foro de São Paulo. Grande parte dos assassinatos que ocorrem anualmente no Brasil – mais de 50 mil, a maioria pobres e jovens – decorre dessa aliança sinistra, que igualmente supera em muito os até aqui sacrificados da Faixa de Gaza.

    Eis, porém, que, não satisfeito em protagonizar uma diplomacia pelo avesso no continente, o Itamaraty decide incursionar pelo Oriente Médio. Lula já havia aparecido por lá, quando presidente, sustentando que sua experiência de sindicalista, habituado a negociar, seria suficiente para clarear um conflito que há décadas desafia as maiores diplomacias do planeta.

    Expôs-se (e nos expôs) ao ridículo, sobretudo porque, além de não negociar coisa alguma, optou claramente por uma das partes – no caso, os palestinos. Eis que agora o ridículo se repete. E, de certa forma, com maior gravidade, pois a militância diplomática se dá em pleno conflito. Diplomacia não comporta amadorismo.

    O Brasil não integra o grupo de países com expressão geopolítica, que exercem influência na região e nos fóruns internacionais. O primeiro dever da diplomacia é o desconfiômetro, isto é, perceber o seu tamanho. Foi mais ou menos isso que, para nosso constrangimento, nos disse o porta-voz do governo israelense, ao nos qualificar de “anões”.

    O conflito de Gaza tem complexidade bem maior que uma negociação sindical. Não começou hoje e nem se sabe quando, como e se terminará. Apelar ao cessar-fogo – gesto-clichê que as grandes potências fazem enquanto buscam uma saída – implica não julgar as partes em conflito.

    O Itamaraty valeu-se do jargão, para, em seguida, condenar apenas uma das partes, exatamente a que não teve a iniciativa do presente embate. Militância e diplomacia são práticas que se repelem e, quando se insiste em misturá-las resulta no que se viu: vexame.

    Ruy Fabiano é Jornalista.

  256. Daise said

    Fazia tempo que não via uma irresponsabilidade tão grande em gestão pública.

    Parece que o Pax não acompanha o desempenho governo diuma….Paulo Bernardo, Mantega, Gleise e Mercadante são apenas a parte aparente do iceberg de merda que afundou o titanic do governo de diuma.

    São Paulo não quer mudar.Quer Alckmin por mais 4 anos.

    Solução: More em São Paulo e mude o domicílio eleitoral ….

    Sugiro a Nova Oruega hehehe

  257. Daise said

    DILMA E A DEFESA DA PETROBRAS

    Mau começo.

    A presidente Dilma Rousseff em nota ao Estado criou o argumento que amparou a decisão do Tribunal de Contas da União para excluir o Conselho de Administração da Petrobrás do primeiro relatório sobre a compra da refinaria de Pasadena.
    Nesse aspecto, saiu-se bem levando em conta a questão eleitoral. Mas, na Petrobrás o sentimento é o de que para se safar
    a presidente jogou a companhia no fogo.
    Quando o caso veio a público em função da manifestação da presidente, um ministro do TCU confidenciou a um senador governista que a corte estava pronta para aprovar a compra da refinaria com base nos dados fornecidos por José Sérgio Gabrielli e Graça Foster.
    Mas voltou atrás com base na seguinte razão: se ela que era a presidente do conselho disse que o negócio estava errado não seria o tribunal que se arriscaria a aprovar.

    D.Kramer

    DILMA ISENTA DE CULPA

    ela não sabia…a culpa é da Petrobrás!

  258. Chesterton said

    é muita cara de pau.

  259. Chesterton said

    Notícias que circulam por aí dão conta que Paulo Malu(PP) desertou para a campanha de Paulo Skaf(PMDB) por um motivo muito simples e comum entre todas as categorias de mercenários: dinheiro. Alexandre Padilha (PT) havia prometido R$ 10 milhões para o pepista fichado na Interpol, em cinco pagamentos, mas não honrou o compromisso, porque a campanha paulista está quebrada. Padilha não decola e as doações minguam. Agora o PT paulista está pedindo um socorro de R$ 50 milhões para Dilma. De onde vai sair a bolada de dinheiro ninguém sabe. Aliás, todo mundo sabe, só que não pode falar. blog do Coronel

  260. Daise said

    #258

    é muita cara de pau..

    INCOMPETÊNCIA PURA E FALTA DE RESPONSABILIDADE.
    (para proteger os “acertos” políticos de lula).

    Dilma é mau caráter sim.
    (e pretende colocar a culpa nos “outros”.)

    Cerveró e Ildo Sauer vão abrir a boca…

    xiiiii..antes das eleições ????

  261. Chesterton said

    até os leitores da Falha de São Paulo cansaram de terroristas…

  262. Otto said

    “Nunca levei nem busquei ninguém lá no aeroporto, você é o primeiro”, afirma [o taxista] Carlos. “A cidade com tanta necessidade de saúde e educação e os políticos dão essa ‘dinheirança’ ali [no aeroporto]. Quando alguém tem alguma emergência médica, é preciso ir para Divinópolis ou até Belo Horizonte.”
    João, parente de um membro da administração municipal, também não entende por que precisam do aeroporto e, mesmo se precisassem, por que ele fica fechado? “Bom, quando eu tiver meu avião, se Deus quiser, eu vou querer uma cópia da chave para mim também”, brinca ele. ”Mas se for emergência, dá pra ir na prefeitura pedir a chave sim”, completa João.
    A reportagem de Fórum seguiu para a prefeitura da cidade para questionar a respeito das chaves do portão – apesar de ser um sábado -, mas não encontrou nem ao menos um segurança para a eventualidade de o repórter necessitar do aeroporto de maneira emergencial’
    –via Revista Fórum

  263. Pedro said

    Daise #242, Se a família Civita, possui alguma exportadora de frango eu não sei. Aliás,eu não sei mais, de quem é a Sadia, Perdigão, Seara e outras menores. A tal JBS foods (popular friboi) andou comprando quase tudo neste segmento.

    Com bilhões do BNDES, a JBS “fez a limpa” no mercado,
    Os pequenos produtores integrados, estão sofrendo um bocado com o monopólio desta empresa. Ou reza na cartilha deles ou não tem pra quem vender.

    Mas, o que eu queria dizer, que é isso mesmo, que vc colocou.
    Pra exportar frango pros árabes, ele tem que ser abatido conforme determinação deles, degola, se não estou enganado, numa certa posição. Tudo isto, inspecionado por alguém de lá.
    É um frango especial, menor.
    E na Arabia, frango é chamado de “sádia”

  264. Pedro said

    Mestre Googlias, outra dúvida, então os EUA não apoiam Israel incondicionalmente, por causa do looby financeiro, dos judeus de lá. (outra lenda urbana).
    Os EUA apoiam incondicionalmente, por política mesmo, pra mostrar presença naquela parte do mundo?

  265. Elias said

    Daise,
    A família Civita é proprietária da Abrilpar (Abril Participações), uma holding que controla um monte de empresas não financeiras, que não têm nada a ver com a área de comunicação.

    Durante o governo do PT as coisas não têm corrido bem para os Civita. De 2003 pra cá, eles tiveram que vender muitos ativos, encerrar a circulação de inúmeras publicações, demitir funcionários, sair do ramo de tevê, discos, etc. O Grupo Abril foi reestruturado várias vezes no período (e, agora, parece que vai ser reestruturado de novo: fala-se da venda da área educacional, do encerramento da circulação da revista Playboy, e um monte de outras coisas).

    A empresa de criação de frangos ficava no guarda chuva da Abrilpar, mas parece que saiu de lá, numa das reestruturações, e se tornou uma das muitas empresas “solitárias” da família (ou seja, que estão fora dos grupos empresariais controlados pela família). Vou pesquisar, pra tentar descobir onde é que ela está, agora. As informações mais recentes da Abrilpar, que eu li, se referem a 2012, e a coisa parecia não estar muito bem por lá: de 2011 para 2012, o lucro aumentou algo em torno de 6%, enquanto que o endividamento cresceu mais ou menos 20%. Isso foi o que ficou na minha memória. Pode ser que eu esteja errado nas cifras (acho que não estou), mas o sentido geral da coisa foi esse: endividamento crescendo muito mais que o lucro. Salvo engano, a mesma coisa aconteceu de 2010 para 2011.

    Quando isso acontece, geralmente a holding se reestrutura, quanto mais não seja, para se livrar das partes que prejudicam o desempenho global.

    Não sei se aconteceu isso com a área de criação e exportação de frangos. Acho difícil, até porque frango é um ótimo negócio. O Brasil é, atualmente, o maior exportador mundial de carne de frango. Geralmente uma empresa grande (central) controla a reprodução dos frangos, o beneficiamento da carne e a colocação no mercado (nacional ou externo), e terceiriza a engorda. A granja que se dedica à engorda recebe os pintos, a ração e a assistência técnica. A cada 45 dias a empresa central retira os frangos já gordos e paga a terceirizadora, descontando os pintos, a ração e a assistência técnica. O lucro da terceirizadora é de uns poucos centavos por bico, mas, como a escala é de 100 mil, 150 mil ou muito mais (a cada 45 dias), a coisa dá um bom dinheiro, até porque o custo da granja é bancado só com a venda do esterco (algumas não vendem o esterco, mas lucram muito mais usando-o na produção de hortaliças). Como já disse, o giro é rápido: desde que chega na granja, o pinto não para de comer, dia e noite… Os galpões ficam de luzes acesas à noite. Como galinha nunca dorme no claro os bichos não param de comer e, em 45 dias, estão prontos para o abate. Enfim, é um ramo do qual ninguém se queixa, produzindo para o Brasil ou para o exterior.

    A produção de carne de frango para Israel ou para os países árabes tem que ser certificada por um rabino ou um sacerdote islâmico, a fim de garantir que ela ocorreu em observância aos preceitos das religiões judaica ou islâmica, conforme o caso.

    Isso acontece também com os produtos direcionados às comunidades locais. Nos supermercados brasileiros, p.ex., tu podes encontrar vinho para a Páscoa Judaica (Pessach). A produção desse vinho é certificada por um rabino, cujo nome aparece no rótulo (em geral são vinhos de excelente qualidade, ótimos para acompanhar carne ou queijos fortes…).

  266. Chesterton said

  267. Daise said

    Prezado Pedro, permita-me aperfeiçoar o seu comentário.

    INFORMAÇÃO
    Os frangos menores que são vendidos no varejo europeu e americano não são nem halal nem kocher. São cornish hen, uma raça de galinhas de pequeno porte oriundas da Cornualha, uma parte meio céltica da Inglaterra.

    Uma espécie de “galeto al primo canto” das cantinas italianas no Brasil.

    E que podem ser abatidas ou não conforme ritual religioso, que inclui rezar sobre o animal abatido, além da posição da degola (escoamento do sangue). Em hebráico ou em árabe.

    CURIOSIDADE

    Por isso fiquei imaginando como um sacerdote judeu ou muçulmano procede sobre milhares de frangos abatidos diariamente num grande frigorífico como o JBS, o Marfrig ou o Minerva, entre outros.
    E como estes grandes abatedouros lidam com a higiene industrial

    1.com o abate de porcos massivo-China > que árabes e judeus são “proibidos” de comer e, .no caso de bois, os indianos.

    Será que o Googlias sabe?

    Eu não sei e estou curiosa.

    PS. Carne de frango em árabe (em todo o Oriente médio) é دربزين que se pronuncia algo parecido com daj-jadj, como o Googlias deve ter ouvido na Palestina.

    Sádia é lenda urbana. A meu ver.

  268. Elias said

    Pedro,
    O apoio dos EUA a Israel é recente. Antes, o país era apoiado muito mais pela Inglaterra e pela França, com quem Israel tinha acordo para a produção e o aperfeiçoamento de artefatos militares (aviões, armas, blindagem ativa para tanques, etc.).

    Lembra que Israel venceu a “Guerra dos 6 Dias” com aviões Mirage, de produção franco-britânica (com aperfeiçoamento tecnológico em Israel).

    No episódio de Suez, os EUA exigiram a retirada das tropas israelenses, e a ONU acabou estruturando uma força internacional pra supervisionar a retirada dos israelenses, ingleses e franceses (O Brasil participou disso com o “Batalhão de Suez”, que, aliás, teve uma repercussão “fashion” no verde-oliva: foi quando o anacrônico “casquete” foi substituído pela ligeiramente mais elegante boina… Além do mais, todo o fardamento do Exército brasileiro foi redesenhado, com base nas fardas criadas para Suez. Uma outra curiosidade é que, do Batalhão de Suez fez parte do Carlos Lamarca, ainda como tenente).

    Quando Nasser passou a receber auxílio soviético (fundamental para o sufoco que mais adiante foi, para Israel, a “Guerra do Yom Kippur”), os EUA também passaram a apoiar Israel. Isso começou a aconteceu no final dos anos 1960. Claro que existe alguma pressão da comunidade judaica, mas, daí a supor que ela pauta a política externa norte-americana é confundir Nabucodonosor com nabo no cu do senhor. É areia demais pro caminhãozinho judeu…

    Vejo o apoio dos EUA a Israel como uma medida estratégica. A derrubada do Xá do Irã, p.ex., tem muito mais influência nisso do que qualquer lobby judeu. Os EUA se comprometeram demasiadamente com o Xá, apoiaram o lado que perdeu. Disso resultou um regime tremendamente hostil. Num quadro assim, Israel bem armado, militarmente forte, é fator de tranquilidade para os EUA.

    E assim por diante…

  269. Daise said

    DILMA: E assim por diante…

  270. Daise said

    DILMA: É assim por diante…

    http://www.gazetadopovo.com.br/amazon/s3/pancho_270714.jpg?w=625&h=490

  271. Daise said

    DILMA: E OS 7 ANÕES

    http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/26755-charges-julho-2014#foto-422950

  272. Chesterton said

    http://pamelageller.com/2007/08/how-the-kgb-cre.html/

  273. Pax said

    O caro Guatambu pergunta em #249

    Me pergunto o mesmo com relação à violência: se a culpa da violência é a falta de dinheiro. Como é que, depois de bolsa-tanta-coisa, a violência só cresce?

    O que é uma grande pergunta, segundo penso. Um dos maiores problemas brasileiros que não tem bandeira partidária, é geral, amplo, irrestrito, nacional.

    Alguns itens, assim, de chofre, de imediato, me ocorrem e é claro que estou me aventurando numa área que não é minha pauta, logo já deixo claro que não estou falando de cadeira, estou falando de orelhada:

    1 – desigualdade: apesar dos bolsa-tanta-coisa como diz o Guatambu, não temos uma redução substancial de desigualdade. Vá na periferia da Zona Leste de São Paulo e em algum restaurante ou ponto de agito nos Jardins e verás com muita clareza que o Brasil é muito desigual. Tremendamente desigual. Insustentavelmente desigual.

    2 – educação: desde a mais básica, a de casa, até a qualidade da educação formal, a das escolas. É impressionante como as crianças já chegam nas escolas mal educadas por uma sociedade mal educada. A partir daí não só não se corrige – e não é na escola que se corrige essa de casa – como piora.

    3 – polícias de quinta categoria: hoje é muito fácil roubar e matar. O policiamento ostensivo é fraco, o investigativo é praticamente inexistente, há muita corrupção e envolvimento das polícias em atividades criminosas, não há coordenação entre as polícias, não há cooperação entre as polícias, enfim, é uma lista de problemas que tem bastante gente estudando e falando disso. Digite no Google “núcleo de estudos da violência” e veja quantos links aparecem.

    4 – corrupção ampla, geral e irrestrita: tem relação com o de cima. Imagine-se um policial mal pago, mal estimulado, mal preparado, com poderes e armas e vendo o noticiário da corrupção que nos brinda cotidianamente. De Brasília aos Estados e aos Municípios viramos a terra da oportunidade da corrupção.

    5 – crescimento desordenado das cidades: olhe o exemplo acima, da periferia da zona leste paulistana e da região mais central e mais rica e diga se é possível uma cidade assim viver em paz.

    6 – impunidade: não bastasse as polícias serem absolutamente ineficiente, temos nosso modelito de justiça que funciona da forma como sabemos. Quem tem grana não fica preso.

    Enfim, é o que me ocorre agora de manhã, lembrando que preciso ir a São Paulo, quero ir de moto mas está garoando e acabo de saber que um conhecido está entre a vida e a morte com dois tiros, um perfurou seu pulmão e outro se alojou na coluna cervical. Estava de moto, sofreu um assalto e ninguém sabe ao certo porque levou os tiros. Só se sabe que, se sobreviver, provavelmente será um paralítico.

    E aqui não adianta falar que é culpa do PT, ou do PSDB, ou dos raios que nos partem, a culpa é desse todo que funciona mal pacas. PT e PSDB (como forças políticas que atuam no Brasil faz 20 anos) são um caos, nenhuma proposta que eu conheça e, pior, a cada dia nos mostram que adotaram o modelo da bandidagem política para governar. Querer que daí pra baixo a coisa não se reflita é muita torcida pra minha cabeça.

    Os ladrões estão lá em cima. Os mequetrefes assaltam de mão armada, mas os profissionais com ternos e gravatas. E são os que mais prejuízos causam neste quadro geral, me parece.

  274. Pax said

    Até que enfim Israel assume a posição que efetivamente tem. Ultradireita.

    Teremos mais carnificina.

    http://oglobo.globo.com/mundo/novo-presidente-em-israel-sai-nobel-da-paz-entra-ultradireita-13372660

    Mas, claro, eu que sou errado, antisemita, antisionista, anti qualquer coisa. Eu que deveria ter vergonha de não aplaudir milhares sendo explodidos num gueto da vergonha.

    Ok.

  275. Pax said

    Muitos já devem ter visto…

  276. Elias said

    “Mas, claro, eu que sou errado, antisemita, antisionista, anti qualquer coisa. Eu que deveria ter vergonha de não aplaudir milhares sendo explodidos num gueto da vergonha.” (Pax)

    Alguém disse isso do (ou pro) Pax?

    O Pax me faz lembrar uma bruaca que morava perto da minha casa, quando eu tinha lá pelos meus 16 anos. Ela era bonitinha, mas ordinária até a raiz do cabelo tingido de loiro… Quando ela brigava com o marido, ela berrava: “Me xinga! Diz que eu não presto, que eu sou uma vagabunda…!”

    Na cama, ela era ainda mais espalhafatosa. Falava sem parar, gritava, urrava, fazia imitações do Pato Donald…

    Será que o Pax…

    PAX, SUA VAGABUNDA! ANTI-SEMITA, ANTI-SIONISTA, ANTI-QUALQUER-COISA AÍ! EU TE ENCHO DE PORRADA, SUA QUENGA!

  277. Pax said

    =)

    meu preço é alto, caro Elias, se quer faz oferta boa.

    E que o rabugento não leia, senão dá merda. Sabe como é, escapadelas mal feitas… pior que o pecado é o escândalo, como dizia minha bistataravó, aquela safada.

  278. Elias said

    Da noticio d´O Globo, que o Pax linkou:

    “Entretanto, enquanto era o presidente do Knesset, o Parlamento de Israel, Rivlin conquistou o apoio da esquerda e até da minoria árabe-israelense, com uma reputação de férreo defensor da democracia e dos direitos civis. A aproximação de Rivlin com os descendentes dos 160 mil palestinos que continuaram no território após a criação do Estado de Israel, em 1948, se converteu numa marca política pessoal.”

    Bem… Se, como presidente do Parlamento — num país parlamentarista! — o cara ganhou reputação de “férreo defensor da democracia e dos direitos civis…” , não há o que se esperar dele.

    Só mais carnificina, né Pax?

    O Pax…

    EU TE SURRAVA, TE DERRUBAVA E TE VIOLAVA NO CHÃO! TE RASGAVA TODA, BRUACA, SE EU SESSE TEU PATRÃO…

    Quenga!

  279. Elias said

    Mas, Pax,
    Israel é assim mesmo. Um país de ultradireita, inimigo de tudo que é bom e honesto, como o Pax.

    Mesmo com o país em guerra, as eleições jamais foram pelo menos adiada. Aliás, em Israel, soldado vota. As urnas vão para os mais distantes e isolados postos de vigilância de fronteira, para que os soldados possam votar.

    E lá tem partido árabe. E partido árabe-israelense. O partido árabe defende o fim do Estado de Israel. Os parlamentares desse partido, defendem, no Knesset, o fim do Estado de Israel.

    Pais de ultradireita faz assim…

    Já nas democracias árabes, de centro-esquerda, esquerda e ultraesquerda…

    O Pax…

    SUA BRUACA ANTI-SEMITA, DA CANA, DA CAMA, FULANA, SACANA, DAS COXAS QUE APAGAM CHARUTOS…!

  280. Zbigniew said

    Independentemente de qualquer coisa explodir inocentes ao argumento de serem escudos humanos e lavar as mãos vai bem na direção do que o sub do sub da chancelaria israelense disse ao fazer gracinha com os 7 x 1 da Copa.

    Demonstra uma total falta de interesse em levar a sério uma questão humanitária que jamais deveria ser relegada a um nada. Não é de espantar tendo em vista a tradição de Sabra e Chatila aos olhos de um Sharon certo de que não há alternativa fora de “um território, um povo”.

    O que temos é uma mistura entre o direito de Israel de se defender dos ataques do Hamas e o dano colateral. Uma coisa não tem nada a ver com a outra exceto pelo fato de que vidas inocentes estão no meio do tiroteio.

    Não sei exatamente quem comparou com as balas perdidas que atingem moradores de comunidades tomadas pelo tráfico de drogas. Alguém uma hora vai ser atingido. Até aceitaria essa comparação exceto pelo fato de que a polícia, por mais despreparada que seja, não faz uma carnificina para alcançar seus objetivos.

    Acredito que o espírito que lidera Israel tem muito mais a ver com o que ocorreu em My Lai, acrescentando nesta equação macabra e infeliz o ódio religioso pregado naquela região e a vontade de dizimar o outro de ambos os lados. Uma história de dor e sofrimento que, na atual situação, só terminará com o desaparecimento de um dos lados, e nós sabemos qual o lado que está mais próximo deste vaticínio. E estaria bem mais se a comunidade internacional não fizesse a pressão que costuma fazer nesta situação. Infelizmente ineficaz para uma solução pacífica e definitiva.

  281. Elias said

    Pax,
    Em Israel, Presidente da República manda tanto quanto ou menos que a rainha da Inglaterra.

    Quem estava na presidência, até semana passada? Não era um Nobel da Pax?

    E, no entanto, o porradal tava comendo solto em cima de Gaza, nera não?

    Como se o presidente fosse um “Nobel da Guerra”…

    Primeiro Ministro, Pax! Esse é o cargo-chave. Primeiro Ministro!

    Quando o sistema de governo é parlamentarista, quem governa é o Primeiro Ministro, entendeu, Pax? Primeiro Ministro, Pax!

  282. Pax said

    Enquanto o democrata Elias nos coloca a forma que gosta de tratar mulheres…

    Já que o democrata Elias pinçou a parte do texto de O Globo que mais lhe emocionou, pinço, cá, a que me parece o motivo de Israel alimentar os malucos que lançam foguetes errantes em sua população:

    Analistas políticos enxergam uma mudança de rumo, com Rivlin se ocupando mais dos assuntos internos, em vez das relações internacionais. Integrante do Likud, partido de direita ao qual também pertence o premier Benjamin Netanyahu, o novo presidente sempre expressou os anseios por um “Grande Israel”, sendo defensor da ampliação dos assentamentos de colonos israelenses na Cisjordânia. Em 2010, Rivlin, antigo oficial da Inteligência do Exército, disse que “preferia aceitar os palestinos como cidadãos israelenses a dividir Israel e Cisjordânia em dois estados”.

    Read more: http://oglobo.globo.com/mundo/novo-presidente-em-israel-sai-nobel-da-paz-entra-ultradireita-13372660#ixzz38ln2pdeb

    Saca como é…

    Grande Israel, ampliação dos assentamentos na… Cisjordânia etc.

    Se é pra estuprar, caro Elias, estupra, mas não mata, já diria o filósofo que 10 entre 10 políticos brasileiros tomam por ídolo.

  283. Pax said

    o primeiro ministro é muito pior, caro Elias…

    ele se delicia com a carnificina.

    deve ter esse tesão que você nos brinda (atenção! os textos abaixo são da lavra do nosso democrata…Elias)

    PAX, SUA VAGABUNDA! ANTI-SEMITA, ANTI-SIONISTA, ANTI-QUALQUER-COISA AÍ! EU TE ENCHO DE PORRADA, SUA QUENGA!

    SUA BRUACA ANTI-SEMITA, DA CANA, DA CAMA, FULANA, SACANA, DAS COXAS QUE APAGAM CHARUTOS…!

    EU TE SURRAVA, TE DERRUBAVA E TE VIOLAVA NO CHÃO! TE RASGAVA TODA, BRUACA, SE EU SESSE TEU PATRÃO…

    fim da filosofia amorosa do caro Elias

    —- e depois de ter feito o uso e o abuso, degolava? —

    =)

  284. Elias said

    Zbigniew,

    Sabra e Chatila foram massacres feitos por LIBANESES. Milícias libanesas.

    A acusação que se faz — e deve ser feita — a Sharon, é de que ele poderia ter impedido esses massacres (embora tendo eles ocorrido fora do território israelense).

    Mantendo a acusação a Sharon, eu diria que, antes dele, as tropas regulares do Líbano também deveriam ter feito isso. Poderiam, ao menos, ter tentado.

    Não o fizeram, porque, na realidade, os libaneses queriam os palestinos fora do Líbano. Não os queriam lá, porque os palestinos se meteram nas disputas internas do Líbano, que estava virtualmente em guerra civil, e que, por isso, foi quase que totalmente destruído (depois se reconstruiria e, em 2006, quase seria destruído novamente, dessa vez por Israel).

    Se quiseres falar em massacres feitos por israelenses, fala no massacre da aldeia de Deyr Yassin, perpetrado pelo pessoal da Irgum (e interrompido pela intervenção da milícia de um Kibutz das proximidades).

  285. Pax said

    não precisa ir tão longe, caro Zbigniew,

    basta ir nesses de Gaza, são massacres, sim.

  286. Chesterton said

    274. falacia do espantalho.

  287. Pax said

    pronto, o rabugento viu tudo…

    e o massacre brasileiro? quer ver de perto?

    http://util.socioambiental.org/byebyexingu/

    (sai de mim, tentação…)

  288. Elias said

    Pax,
    Em mulheres, eu só bato se for com uma flor.

    E não como o Zé Tiriça, vizinho do sítio do meu pai. Ouvindo a ensinança de que em mulheres só se deve bater com uma flor, Zé Tiriça passou a aplicar “corretivos” na respectiva com flor de bananeira (aquele pendão que dá debaixo do cacho…).

    No meu caso, eu estava apenas tentando aplacar tua tara sado-masoquista.

    ENTENDEU, QUENGA ANTI-SEMITA? EU TE COMO (epa!!!) NA CHIBATA DE UMBIGO DE BOI, ATÉ DEIXAR TEU LOMBO EM CARNE VIVA!

  289. Elias said

    E, massacres por massacres, não é por falta de vontade do Hamas e do Hezbollah, né não?

    Bem que eles tentam…

    Não têm é competência, né?

    Mas o Pax acha que eles são moralmente superiores, só porque são tecnicamente incompetentes…

    Esse Pax…

    QUENGA!

  290. Pax said

    Massacre = assassinato em massa.

    Vejamos então os números que o caro Elias quer nos trazer:

    Palestinos assassinados: mil e quantos? nem sei mais o placar, estava internado no maior contíguo do Paranapiacaba, participando de uma reunião do conselho de uma RPPN e fiquei desinformado esses dias.

    Israelenses assassinado: já deu 3?

    Tirem suas próprias conclusões com os ensinamentos de Malba Tahan.

  291. Chesterton said

    Hamas tem que ser eliminado fisicamente. O resto é blá-blá-blá. E o programa nuclear iraniano idem.

    Olhe os filhos de uma puta, pedem trégua e lançam mísseis

    http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/braco-armado-do-hamas-assume-lancamento-de-foguetes-contra-israel

  292. Chesterton said

    Aqui, Pax, o que vale é a intenção. Israel quer viver sem foguetes, enquanto os foguetes eram pequenos e pouco potentes, a proteção bastava. Mas os filhos de uma puta arrumaram foguetes que alcançam Tel Aviv. Aí, só passando o rodo nessa cambada de marginais.

    Sorry, Pax, o resto é coisa de pacifista que se diverte com fogueira de são João.

  293. Zbigniew said

    Elias,
    Sabra e Chatila serve bem para demonstrar o sentimento de ódio que se instalou, e que se abateu em especial sobre mulheres, crianças e idosos (muitos deles cortados em diversos pedaços) e que, certamente, devem ter pepetrado o assassinato do líder de extrema-direita Gemayel (atribuído a grupos palestinos), pertencente à facção cristã Phalange aliada do Sharon. Ah! Desculpe, aí não tem jeito. É efeito colateral da guerra.

    Entretanto a ONU emitiu uma resolução em 82 que declarou o massacre como um ato de genocídio (cerca de 2000 mortos), e a justiça israelense mandou que o então Ministro da Defesa fosse demitido.

    Infelizmente massacre, trucidamento, genocídio, são situações que se apresentam constantemente naquela região, e isto não tem nada a ver com efeito colateral. Que sina!

  294. Chesterton said

    Israel já perdeu uns 50.

  295. Zbigniew said

    Não se trata de quem perdeu mais,ou quem perdeu menos. Não se trata de se Israel fosse hiposuficiente nesta equação (se minha mão fosse uma porca eu teria oito irmãos) o Hamas faria o mesmo. Faria! E quem não sabe disso?! Seria responsabilizado do mesmo jeito. Como vem sendo criticado também pela comunidade internacional.

    Aqui o que se condena é o ato abjeto, covarde de assassinato de inocentes que não têm nem pra onde fugir, como se pudéssemos relativizar vidas humanas sob o argumento de efeitos colaterais de guerra.

  296. Patriarca da Paciência said

    Chesterton,

    Israel não é nenhuma potência, nem econômica nem militar.

    A Alemanha era muitíssimo mais poderosa e os nazistas idem, desfrutando de simpatia de metade da Europa.

    Então, se Israel está contando com a tal lei “o mais forte sempre vence”, está fazendo um péssimo cálculo.

    A Alemanha perdeu e os nazistas foram julgados por crimes contra a humanidade.

    Acho que o Bibi sanguinário, assassino, praticando crimes contra a humanidade, não vai sair bem dessa.

    “247 – O genocida Benjamin Netanyahu, cujo governo classificou o Brasil como “anão diplomático”, está cada vez mais isolado aos olhos da comunidade internacional.

    Em reunião convocada a pedido da Jordânia, o Conselho de Segurança da ONU exigiu um cessar-fogo imediato e incondicional que se prolongue durante a festividade árabe do “Eid ul-Fitr” e além na Faixa de Gaza.

    Com mais de 1.100 pessoas mortas no massacre israelense, o órgão diz que a trégua permitiria a entrega de “ajuda urgente”, segundo a declaração, lida pelo presidente rotativo do Conselho, o embaixador de Ruanda, Eugene- Richard Gasana.”

  297. Patriarca da Paciência said

    Elias,

    eu, sinceramente, com toda a sinceridade mesmo, acho que Israel está enveredando por um caminho perigosíssimo.

    Essa história de falar, como a Globo falou ontem, que Arábia e Egito e não sei quais outros países, são aliados de Israel é conversa para boi dormir Pode até ser que os governos atuais desses países “tolerem” Israel, mas o povo muçulmano nem sempre segue os governos.

    Os muçulmanos, espalhados pelo mundo, são 2 bilhões. Já pensou se uma pequena parte desse povo todo resolver “recolonizar” a Palestina ?

    Se de repente começam a desembarcar na Palestina milhares de navios sobrecarregados de muçulmanos, muitos deles despostos a serem “homens-bombas” ?

    Como se diz no popular, “não se cutuca onça com vara curta, nem se estica uma corda até quebrar”.

    Israel esgotou toda a sua cota de infâmias.

    Ainda que os antigos profetas judeus tenham acumulado benesses para merecerem o céu por várias vezes, seus descendentes já estão no déficit faz muito tempo.

  298. Chesterton said

    Os muçulmanos, espalhados pelo mundo, são 2 bilhões. Já pensou se uma pequena parte desse povo todo resolver “recolonizar” a Palestina ?

    chest- mas é muita inocência. e lá povo muçulmano faz alguma coisa sem ser manipulado por um líder.?

    Se de repente começam a desembarcar na Palestina milhares de navios sobrecarregados de muçulmanos, muitos deles despostos a serem “homens-bombas” ?

    chest- há um bloqueio naval muito eficaz por parte de Israel justamente por isso. Vide os barcos turcos que foram abordados.

    Como se diz no popular, “não se cutuca onça com vara curta, nem se estica uma corda até quebrar”.

    chest- a onça é Israel. Os muçulmanos de tanto cortar clitóris de suas filhas e de casar com irmãs tem o miolo mole.

  299. Chesterton said

    Chesterton,

    Israel não é nenhuma potência, nem econômica nem militar.

    chest- não é né, não tem o melhor exército do mundo, né?

    A Alemanha era muitíssimo mais poderosa e os nazistas idem, desfrutando de simpatia de metade da Europa.

    chest- comparação infame…..e idiota (bem, vindo de quem vem….)

    Então, se Israel está contando com a tal lei “o mais forte sempre vence”, está fazendo um péssimo cálculo.

    chest- se Isra\el perder uma única guerra, deixará de existir.

    A Alemanha perdeu e os nazistas foram julgados por crimes contra a humanidade.

    chest- no caso a Alemanha perdeu e Israel apareceu. Se a alemanha ganhasse Israel não existiria (mas você tá mal hoje, hein?)

    Acho que o Bibi sanguinário, assassino, praticando crimes contra a humanidade, não vai sair bem dessa.

    chest- sei, Hamas lançar foguetes contra civis é coisa de benemérito.

    “247 – O genocida Benjamin Netanyahu, cujo governo classificou o Brasil como “anão diplomático”, está cada vez mais isolado aos olhos da comunidade internacional.

    chest- não Patriarca, quem se isola é o PT. Até entre os leitores da Folha 80% é a favor de Israel, e olha que a Folha é esquerdinha.

    Em reunião convocada a pedido da Jordânia, o Conselho de Segurança da ONU exigiu um cessar-fogo imediato e incondicional que se prolongue durante a festividade árabe do “Eid ul-Fitr” e além na Faixa de Gaza.

    chest- manda o Hamas parar de lançar foguetes primeiro, aí se conversa. Já viu os países que compõe o CDH da ONU?

    Com mais de 1.100 pessoas mortas no massacre israelense, o órgão diz que a trégua permitiria a entrega de “ajuda urgente”, segundo a declaração, lida pelo presidente rotativo do Conselho, o embaixador de Ruanda, Eugene- Richard Gasana.”

    chest- Sei Ruanda anda agora no conselho de segurança da ONU? Vai ser burro, Patriarca, vai comer capim.

  300. Chesterton said

    Foi mal, enmtendi Conselho de Direitos Humanos, o burro fui eu (mas só aqui Patriarca hahahaha). Vai comer mais capim.

  301. Chesterton said

    Essa merda de ONU não serve pra nada, Ruanda apitando alguma coisa, tem que fechar as portas logo de uma vz

    http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=2837395

  302. Elias said

    Pax, meu caro poço de ingenuidade, autopiedade e sadomasoquismo.

    Se o Hamas e o Hezbolah matam poucos israelenses, não é por falta de vontade, nem por não tentarem.

    Acontece que o alvo deles desenvolveu meios e modos de reduzir ao mínimo as consequências dos ataques, e, só por isso, o Hamas e o Hezbollah matam menos.

    Quando o Iraque disparou mísseis contra Israel, os danos a pessoas foram bastante reduzidos, porque os mísseis iraquianos, em sua maior parte, foram destruídos ainda no ar, bem antes de atingirem seus alvos. A mesma coisa aconteceu quando a Síria e o Egito dispararam mísseis contra Israel.

    Entendeu, poço de ingenuidade, autopiedade, sadomasoquismo e relativismo?

    O Hamas matou poucos israelenses, nestes dias? Sim! Verdade!

    Mas isso não confere superioridade moral ao Hamas, entendeu, poço de ingenuidade, autopiedade, sadomasoquismo e relativismo?

    Ele tentou matar o máximo que lhe permitem suas forças. Acontece que o Hamas é incompetente, e não consegue atingir os objetivos que persegue.

    Do ponto de vista moral, ele não é melhor que aqueles que, reagindo aos ataques, fazem o que fazem.

    Talvez o tu ficasses menos indignado se o Hamas houvesse conseguido matar uns 200 israelenses ou mais. Com carradas de razões, os israelenses se permitem escolher outras opções…

    Se tu colocares esse tipo de questão em termos numéricos, teremos que considerar moralmente inferiores todos os que venceram guerras, e moralmente superiores aqueles que perderam.

    Na II GM, p.ex., os alemães e japoneses seriam moralmente superiores aos aliados, já que alemães e japoneses mataram substancialmente menos. Inclusive — aliás, principalmente — em termos de população civil.

  303. Daise said

  304. Otto said

    Então? Uma semana passou, e Aécio Neves ainda não respondeu se usava ou não o aeroporto de Cláudio para chegar à Fazenda da Mata, de propriedade de sua família, que fica a 6 km do local.

  305. Elias said

    “…se minha mãe fosse uma porca eu teria oito irmãos.” (Zbigniev)

    É… Talvez.

    Mas há, também, uma forte possibilidade de que a família toda já tivesse virado presunto. Ou mortadela, ou salame, sei lá. E aí, não existirias mais nem terias um único irmão ou parente vivo. Mais, ainda: pode ser que o presunto, a mortadela e o salame já houvessem sido consumidos. Aí a família inteira teria se transformado em outras coisas…

    “Responsabilizar os culpados”, Zbigniev, não significa muita coisa pra quem morre.

    No caso de Sabra e Chatila, o Sharon (por quem jamais tive a mínima simpatia) foi “responsabilizado” por não ter impedido os massacres. O que isso aproveitou pra quem foi massacrado?

    Seria uma burrice extrema o governo israelense deixar que o Hamas, ou o Hezbollah, ou seja lá quem for, massacrasse cidadãos de seu país, só para Israel “não perder a razão”, e, assim, poder “responsabilizar” os assassinos.

    Essa argumentação é típica de quem está a milhares de quilômetros de distância do local onde as coisas estão acontecendo, não tem parentes nem amigos sujeitos a ser mortos por um míssil do Hamas ou do Hezbollah.

    Não nego o direito de alguém pensar assim, nessas circunstâncias. É compreensível. Agora, é uma pena que essas pessoas não consigam se colocar na posição de quem elas criticam.

    Se um irmão de uma dessas pessoas, ou a mãe dessa pessoa, houvesse sido assassinada num ataque do Hamas, será que essa pessoa se contentaria com um protesto formal na ONU, que, em consequência, “responsabilizaria” o Hamas (ou “Hodeias”) pelo assassinato?

    Dificilmente, né?

  306. Pax said

    E fogem e fogem do assunto chave:

    o novo presidente sempre expressou os anseios por um “Grande Israel”, sendo defensor da ampliação dos assentamentos de colonos israelenses na Cisjordânia. Em 2010, Rivlin, antigo oficial da Inteligência do Exército, disse que “preferia aceitar os palestinos como cidadãos israelenses a dividir Israel e Cisjordânia em dois estados”.

    Ou seja, é tomar tudo e chamar de antisemita, antisionista ou antiqualquer coisa quem não acatar o marketing…

    E partir pra cima, pouco importa se a carnificina é grande ou pequena, “naquele gueto” só vive povo que merece morrer, desaparecer do mapa.

    Tô vendo meu vizinho, cada dia, puxando a cerca pro meu lado, minha casa cada vez menor e menor, futuro desenhado que serei expulso e não posso reagir. Nem ficar maluco e atirar pedra, tiro, míssil… nada. Mesmo porque se eu chamar a polícia o que ela fizer o vizinho desrespeita.

    Então tá, entendi.

    Melhor eu aceitar que o errado são os palestinos, aquelas crianças bombardeadas na praia eram meros calibradores de pontaria e futuros homens-bomba, homens-hamas, então melhor matar logo antes que a chance vingue.

    Ok, sou puta, quenga, vadia, pacifista.

    Segundo a turma que quer todo o território palestino como terras da “Grande Israel” eu devo ficar calado ou, no máximo, exaltar a boa pontaria do exército israelense que usou umas crianças para ajustar sua artilharia.

  307. Pax said

    Pois bem, como dito acima, aqueles 4 moleques despedaçados na praia eram só pra ajustar a pontaria.

    Agora, ajustada, é hora de mandar bala. É o que estão fazendo com a pontaria aprimorada.

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/missil-atinge-campo-de-refugiados-em-gaza-e-causa-morte-de-criancas.html

  308. Zbigniew said

    Elias.
    Não se nega o direito de Israel se defender. Tampouco de eliminar quem atenta contra sua integridade. Mas a questão é bem mais complexa do que simplesmente destruir túneis ou bases de lançamento de foguetes artesanais.
    O problema é de proporcionalidade. E isso só acontece porque, como você bem descreveu mais acima, o ódio é a tônica das relações locais.

    Acontece também porque a política de contenção de palestinos, com todas as justificativas que possam ser levantadas para sua prática, segrega uma população inteira e limita o seu desenvolvimento. Os palestinos são um problema para Israel e, enquanto encarados como inimigos, continuarão afirmando a velha dicotomia derivada da relação Sara-Agar, de tradição religiosa.

    Sendo assim fica difícil discutirmos em termos de dignidade da pessoa humana quando falamos em guerra, ainda que, neste caso, seja uma nação contra um grupo insurgente, considerados terroristas, deliberadamente localizados no meio da população civil, que, bem podem odiar Israel, mas não são do Hamas, ou do Hezbollah. E também são vítimas destes grupos com o agravante de não terem um anjo que os pegue pelas mãos para que não morram no deserto, como aconteceu com Ismael. O aumento da escalada de ódio na mente destas pessoas a cada resposta de Israel são de responsabilidade desta nação. Não há como fugir disso.

    Essa história me lembra a rixa entre famílias que se matam continuamente durante o tempo e que só fazem incrementar o ódio entre si. Há relatos de que algumas conseguiram chegar à pacificação, depois de décadas de sangue e lágrimas, e hoje celebram missa de ação de graças pelo contento. E nem estou considerando a paridade de armas.

    Você tem suas razões em reclamar de quem não está lá, no calor da refrega, do dia-a-dia, do medo, da vivência do ódio contínuo entre dois povos muito próximos geograficamente, mas tão distantes nos corações e nas mentes. Mas aqui não é o caso de se julgar um povo (os israelenses), mas suas autoridades, seja por omissão (como o fez Sharon ao contribuir com as milícias cristãs no Líbano), seja por ação (em todos esses anos de bombardeios em cima de uma faixa de terra, estreita e densamente povoada).

    Daí podermos afirmar que Israel não está só em guerra. Está punindo todo um povo na figura de inocentes trucidados nos escombros de Gaza.

  309. Daise said

    Guia para entender o conflito Israel-Hamas sem precisar ler extremistas
    (GUGA CHAKRA)

    As pessoas perderam a noção em artigos nos principais jornais e revistas do Brasil.
    Primeiro, um artigo na Folha dizia que os palestinos não existiam e foram inventados por Yasser Arafat nos anos 1960. E, hoje, a Folha publica artigo dizendo que a única solução para o Oriente Médio seria Israel não existir. Em vez de pluralidade, a Folha publica extremismo e bobagens (isso não inclui o ótimo correspondente Diogo Bercito e o editor de Inter Fabio Zanini, que fazem um ótimo trabalho).
    Nos dois lados, no Brasil, tenho lido absurdos envolvendo o conflito entre Israel-Palestina escritos por pessoas sem o menor conhecimento do tema e que nunca pisaram em Tel Aviv, Gaza, Jerusalém, Ramallah, Nazaré e Haifa. Eu não critico ninguém no meu blog, pois acho que cada um deva ter uma opinião. Mas chegou o momento de pessoas como eu se levantarem contra os radicais dos dois lados que vêm alimentando os sentimentos antissemitas, islamofóbicos, anti-árabes e anti-cristãos em grandes órgãos de imprensa, como a Folha.

    Portanto fiz este guia para entender o atual conflito:

    1. Israel e Palestina estavam bem próximos de um acordo de paz meses atrás. Os dois lados concordavam em praticamente tudo. Basicamente, um Estado palestino seria criado na maior parte da Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Os principais blocos de assentamento ficariam com Israel em troca de outras terras. A Palestina seria desmilitarizada, com a segurança inicialmente nas mãos de Israel em uma transição para a OTAN (Costa Rica também é desmilitarizada). Jerusalém seria uma municipalidade unificada, mas capital dos dois Estados. Os refugiados palestinos poderiam retornar para o novo Estado, mas não para o que hoje é Israel. Vale lembrar que, em 2013, morreram apenas 36 pessoas no conflito, sendo 33 palestinos e 3 israelenses. É menos do que o total em 8 horas nos últimos dias.

    2. O plano, que ainda pode dar certo, apenas não foi assinado por divergências no processo, incluindo mal-entendidos entre Israel e EUA. Os israelenses enxergavam o processo (não o acordo) como a libertação de prisioneiros palestinos durante quatro etapas em troca de a Palestina não ingressar em entidades internacionais até o acordo definitivo e de o governo poder autorizar novas unidades residenciais em assentamentos que em um acordo final ficariam no lado de Israel. A Autoridade Palestina e os EUA argumentavam que o acordo previa a libertação de palestinos e árabes-israelenses em troca apenas de os palestinos não ingressarem em entidades internacionais. O mal entendido teria ocorrido em conversas entre o secretário de Estado John Kerry e o premiê Benjamin Netanyahu nas quais os termos não ficaram claro. Além disso, o líder israelense cedeu a pressões de alas extremistas de seu governo, como Naftali Bennet, em vez de se aproximar mais de figuras moderadas como Yair Lapid e Tzipi Livni.

    3. Depois de o plano fracassar, a Autoridade Palestina, com o aval dos EUA, fez um governo tecnocrático com o apoio do Fatah e do Hamas, mas sem a presença de membros dos dois partidos. Israel, em vez de enxergar o acordo como um concessão do Hamas, que pela primeira vez apoiava um governo reconhecendo o Estado israelense, viu como uma provocação do presidente palestino Mahmoud Abbas. Os dois lados romperam.

    4. Semanas depois, três colonos adolescentes israelenses foram sequestrados na Cisjordânia em uma área sob controle civil e militar de Israel. O governo israelense imediatamente acusou o Hamas e disse ter provas. Os EUA dizem que havia indicações de que poderia ter havido envolvimento do Hamas, mas nunca cravou. Israel não tornou públicas as provas. Mas lançou uma mega operação em Hebron, na Cisjordânia, prendendo centenas de palestinos e matando ao menos três. O Hamas nega envolvimento, mas celebrou o sequestro, visto na Palestina como um crime comum. Dias depois, os corpos dos adolescentes israelenses foram encontrados. E extremistas judaicos sequestraram e queimaram vivo um adolescente palestino para se vingar. Os extremistas judaicos estão presos. Os suspeitos palestinos ainda não foram encontrados.

    5. Tudo isso na Cisjordânia. Na Faixa de Gaza, Israel bombardeou um túnel do Hamas usado para contrabando e invasão do território israelense. Militantes do grupo morreram. A organização palestina intensificou o lançamento de foguetes contra o território israelense. Israel iniciou os bombardeios contra a Faixa de Gaza. Depois de alguns dias, o Egito propôs um cessar-fogo. O Hamas não aceitou, mas Israel, sim. Em seguida, o governo israelense iniciou uma mega ofensiva por terra. Mais de mil palestinos morreram, a maioria civil, incluindo dezenas de crianças. Trinta e cinco israelenses morreram, a maior parte militar. A diferença no total de vítimas se deve em parte à precariedade dos armamentos do Hamas e ao escudo anti-mísseis de Israel. Mas uma série de países, incluindo os EUA, dizem que Israel deveria fazer mais para evitar a morte de civis. Israel retruca dizendo que ninguém no mundo faz mais do que os israelenses para evitar baixas civis.

    6. Hoje existe um esforço internacional, com apoio de quase todas as nações do mundo, para um cessar-fogo. Israel e Hamas não aceitam, a não ser por pequenas pausas humanitárias para resgatar corpos. Os dois levam em conta seus interesses. Os israelenses acham melhor seguir com a ação militar mais algum tempo para eliminar o máximo possível de túneis do Hamas. O grupo palestino, por sua vez, isolado depois de perder apoio do Irã, da Síria e do Egito, tenta se fortalecer vendendo o atual conflito como vitória. Para atingir este objetivo, precisa reduzir a intensidade do bloqueio em um cessar-fogo definitivo. A tendência é o conflito se encerrar em alguns dias ou semanas com cessar-fogo unilateral dos dois lados, como ocorreu em 2009.

    Agora, sério, recomendo pararem de ler extremistas que apenas falam bobagens dos dois lados e ficam discutindo história seletiva de questões de séculos ou décadas atrás.

  310. Pax said

    E eu que não sabia do aeroporto de Montezuma? Basta ficar 3 dias no mato que fico desatualizado da corrupção dos ilibados… que vergonha. Sou um incapaz.

    http://m.oglobo.globo.com/brasil/governo-de-mg-reformou-pista-de-aeroporto-no-norte-do-estado-13372960

    Tem muia poeira na cabeceira dessas pistas.

  311. Daise said

    DEUS NOS SALVE

    Das supostas poeiras de Minas eu não entendo.O Pax sim.

    O Pax é que é o “entendido” e deve ter suas ilibadas fontes, conforme farto noticiário na insuspeita EBT (Lulanews). Afinal, o Pax não acredita em boatos.

    Explico:
    Em São Paulo, há tempos, ele vem “comendo poeira” com seus candidatos derrotados no 1o. turno…putz… desde o século passado.

    Imaginem Lula, Marta Suplicy, Zé Genoino ou Mercadante como governadores de São Paulo…
    São Paulo já teria se transformado na NOVA ORUEGA !

    L.O.L

  312. Daise said

    2 notícias:

    http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,crise-da-agua-cai-nas-agencias-reguladoras,1534504

    http://blogs.estadao.com.br/fausto-macedo/racionamento-ja-recomenda-ministerio-publico-federal-ao-governo-de-sp/

    A Rose e seus bebes reguladores….

  313. Daise said

    DILMA: A MINEIRA BURRA

    Perguntada, na sabatina realizada hoje pela FSP no Palácio do Alvorada, por que guardava R$ 152 mil em dinheiro, em casa, Dilma respondeu:

    Uma parte disso a gente deposita ao longo do ano. São coisas que a gente incorpora. Sete anos da minha vida eu vivi fugida. Durante muito tempo eu dormi de sapatos. Eu dou dinheiro pra minha filha, eu gosto de guardar dinheiro em casa, eu sou assim. Já me perguntaram isso, eu falei que eu sou desse jeito, eu sou assim. Na minha época o valor fundamental era que a gente ia transformar o brasil. Já vivi muito tempo sem dinheiro, com dinheiro, ninguém vai mudar meu jeito de ser assim, ser mineira, eu guardo dinheiro em casa mesmo.

    No final da sabatina , Dilma cometeu uma gafe e tentou corrigi-la a tempo: tentando explicar a mania de guardar dinheiro vivo em casa (152.000 reais, segundo a declaração entregue ao Tribunal Superior Eleitoral). Ela lembrou os tempos em que foi perseguida pela ditadura, mas não conseguiu apresentar uma explicação convincente: “Tenho essa mania com esses meus 150.000 reais que não vou mudar”.
    Um dos entrevistadores afirmou que, se investisse esse montante na poupança, Dilma ganharia pelo menos 10.000 reais por ano.
    Dilma respondeu: “O que que é 10.000?”.
    Segundos depois, ela percebeu o potencial negativo da frase e emendou:
    “Eu acho que 10.000 são muito, eu não jogo fora nenhum dinheiro”.
    ……………

    Idiota? Não, A presidanta é simplesmente burra.

  314. Elias said

    Zbigniew,
    É isso mesmo. Na prática, Israel está punindo todo um povo, por causa da agressão de uns poucos marginais. Foi o mesmo que aconteceu no Líbano, em 2006.

    Repito o que disse mais acima: isso é terrível! Pena que não haja outra estratégia mais eficaz e menos dolorosa.

  315. Elias said

    “E fogem e fogem do assunto chave: `o novo presidente sempre expressou os anseios por um “Grande Israel”, sendo defensor da ampliação dos assentamentos de colonos israelenses na Cisjordânia. Em 2010, Rivlin, antigo oficial da Inteligência do Exército, disse que “preferia aceitar os palestinos como cidadãos israelenses a dividir Israel e Cisjordânia em dois estados`. (o Pax, como sempre)

    Pax, em Israel há um monte de gente que pensa como ele.

    Aliás, Pax, a proposta de um “Estado binacional” é defendida muito mais pela esquerda — ESQUERDA, Pax! — do que pela direita. E isso não apenas em Israel.

    Quando tu analisas Israel, Pax, tens que mudar alguns paradigmas teus. Do contrário, não vais entender nada!

    “Aceitar os palestinos como cidadãos israelenses” foi tudo o que o antigo Partido Trabalhista — que realmente fundou, organizou e solidificou Israel, e que hoje é uma organização política decadente — desejou e tentou, ao longo de várias décadas. Tanto é que ainda hoje existem, em Israel, os partidos árabe e árabe-israelense (este último, marxista).

    O que Rivlin diz querer, palestinos como cidadãos do Estado de Israel — no que faz coro com a esquerda israelense — não acontecerá mais do que já aconteceu até aqui.

    Há várias razões para isso, Pax.

    1 – Uma delas, está dita no artigo do PD, do qual tanto gostaste: se Israel absorvesse os palestinos, em poucos anos os judeus seriam uma escassa minoria.

    2 – Outra: há um abismo econômico e social entre o israelense médio e o palestino médio. Israel é um país rico, Pax. Ele funciona com um sistema eficaz de seguro social, que torna a miséria praticamente impossível. O seguro-desemprego, p.ex., segura a barra por vários anos, com uma bolsa que chega a 90% da última remuneração. O cara é demitido, pega o seguro-desemprego e vai estudar, pra melhorar ou mudar a qualificação e, assim, se reinserir de maneira mais vantajosa no mercado de trabalho. Aposentadoria tranquila, sem despencar a qualidade de vida. Educação de altíssimo nível, totalmente estatizada e gratuita. Idem proteção à saúde. Etc.

    Isso funciona pra uma população pequena. Se Israel absorver os palestinos, em pouco tempo o país todo se converterá numa enorme favela, no mais rigoroso modelo sul americano.

    Defender isso é pura viagem… Duvido que o Rivlin seja levado a sério com essa proposta. Como não é levado a sério o partido árabe-israelense (de ESQUERDA, viu Pax?) que defende a mesma coisa há décadas. Por isso mesmo, talvez, nunca tenha passado do que é: um partido nanico, que, até onde lembro, jamais conseguiu eleger mais do que 2 parlamentares para o Knesset.

    Quando se trata de Israel, Pax, passar a régua, qualificando de “esquerda” ou “direita” uma proposta política referente aos palestinos, às vezes é só um exercício de ignorância…

    Lá tem direita e tem esquerda defendendo o Estado Palestino. Tem direita e tem esquerda defendendo o Estado binacional. Tem direita e tem esquerda defendendo a integração dos palestinos no Estado de Israel (que uma coisa diferente da proposta de Estado binacional). E por aí afora…

    Aquilo lá é uma terra estranha, Pax. Lá, teus paradigmas verde-e-amarelos simplesmente não servem pra nada…

  316. Elias said

    “O governo (de MG) sustenta ainda que Montezuma ´está situada em uma das regiões mais pobres do estado e tem como principal eixo estratégico para o seu desenvolvimento a atividade turística a ser desenvolvida a partir do balneário de água quente´.”

    Considero a explicação simples, completa, correta, aceitável e irrefutável.

    O fato de Aécio ser dono de uma agropecuária na região não tem nada a ver. É meramente circunstancial.

    O que caracteriza a região? É das mais pobres de MG, certo?

    E pra que servirá o aeroporto: pra incrementar o turismo.

    Lógico! Uma das coisas que turista mais gosta é de ver miséria. Tem pobreza? Turista tá lá! Só mesmo os muito idiotas não sabem disso. Há pessoas que viajam dezenas de milhares de quilômetros, só pra passar uma temporada no coração de uma favela, dormindo em barracos, sendo assaltado…

    Quando Aécio for presidente, ele vai mostrar pra vocês com quantos aeroportos se faz um eixo estratégico…

    Ele vai transformar as favelas cariocas em parques de diversão pra turista sueco entediado.

    Os materiais de divulgação oferecerão opções com adrenalina, tipo um passeio da Favela do Esqueleto com direito à participação num tiroteio entre a polícia e algumas quadrilhas de traficantes.

    Puro ouro!

  317. Daise said

    Companheiros de Infortúnio

    Parece que a “qualis” do PT, na sabatina FSP da Dilma hoje, apontou resultados negativos…
    Pax, Elias, Kostcho e Gilbertinho imediatamente saíram a campo pra atacar o Aécio.

    Amanhã cedo…Patriarca da P. Otto e Ziggy reforçarão a falange de adoradores da “vaca sagrada”…que admitiu guarda “no colchão” ~150 mil reais em casa (talvez várias caixas de sapato..? ) por que?
    porque ainda se considera “vítima” da ditadura. Insegura, traumatizada e como mineira blá,blá,blá

    Ou seja, ~50 anos depois.de 64 e no cargo de Presidente da República, legitimamente eleita, …ela continua “doente”. E gorda. Com medo do 2o. turno. e debates ários.

    O fracasso lhe fez mal.

  318. Patriarca da Paciência said

    “Analista” de economia e política do PSDB: Forma uma boa parceria com a Daise:

  319. Patriarca da Paciência said

    “Concluindo, se Palmor – que parece falar em nome do governo israelense, já que até agora sequer foi admoestado – quiser exemplo matemático ainda mais contundente, bastaria lembrar-lhe que, no covarde “esporte” de matar seres humanos indefesos – entre eles velhos, mulheres e crianças – disputado pelo Hamas e a direita sionista israelense, seu governo está ganhando de goleada, desde o início da crise, pelo brutal – e desproporcional placar – de quase 300 vítimas palestinas para cada civil israelense.”
    (Mauro Santayana)

  320. Patriarca da Paciência said

    247 – “Segundo o economista Antônio Delfim Netto, apesar do pessimismo interno com relação ao crescimento de 2014, segue em alta a sensação de bem-estar da pessoa comum, “que é mais sensível à segurança do seu emprego, à capacidade de compra do seu salário real, e à diminuição das desigualdades de rendas”.

    Ele aponta um gráfico do Ipea que mostra a evolução que o cidadão vem escalando desde a estabilização monetária bem-sucedida do Plano Real. “De 2003 a 2010, o avanço foi muito rápido. Houve maior foco na política distributiva e uma contribuição não pequena do aumento da renda produzido pela enorme melhoria das nossas relações de troca em resposta à entrada da China na OMC”, afirma.

    Segundo o economista, o cidadão médio pouco sofisticado em matéria financeira, concentrado em ganhar a vida honestamente para si e sua família, “sente” apenas que continua subindo a escada do “bem-estar” com degraus de alturas diferentes, mas sempre subindo. Para ele, é essa expectativa parece determinar o resultado da eleição (leia mais).”

    Ao que tudo indica, a grande maioria do povo brasileiro não está acreditando nas baboseiras que a Daise posta diariamente aqui no blog do Pax.

    Pode continuar postando, Daise, como disse o Haddad, “serve de parâmetro para a gente medir o nível dos adversários”.

  321. Zbigniew said

    Aí eu vou discordar de vc, Elias.
    Há sim uma estratégia mais eficaz e menos dolorosa.
    Mas infelizmente não está ao alcance dos senhores da guerra.
    Esses mesmos que cultivam o ódio nas mentes das futuras gerações.

    Israel, por ser hipersuficiente, a parte mais forte da demanda (mais forte chega até a ser irônico), deveria sim, empreender e fomentar o desenvolvimento dos palestinos, ainda que, inicialmente (como não poderia deixar de ser), cada um respeitando o seu espaço. E a autoridade palestina deveria conter os grupos radicais fomentando o processo de paz e de um cessar-fogo duradouro. Isto diminuiria os argumentos contrários a uma solução pacífica e traria os moderados para o centro das decisões.

    Esse desenvolvimento deve passar pelo campo econômico e educacional, com a ajuda da comunidade internacional. Sei que há sabotadores e desconfianças de ambos os lados, ódios que não se dissiparão em uma geração, que é um desafio enorme, mas, se não for por esse viés a solução será a redução da palestina à irrelevância populacional e geográfica, como já está acontecendo hoje em dia.

    Essa última é a estratégia em voga e que expulsará os descendentes de Ismael lenta e progressivamente daquela região, não desprezando os espasmos de carnificina empreendidos contra apopulação civil inocente. Essa é a postura adotada, hoje, por Israel.

  322. Guatambu said

    Pessoal,

    É impressão minha ou a Dilma quer reinar?

    No valor saem as palavras dela: “Acho inadmissível para qualquer país aceitar qualquer nível de interferência de qualquer integrante do sistema financeiro de forma institucional no sistema político”.

    Ou ela é burra (se for, que fique claro que eu suspeitei desde o princípio); ou ela quer reinar!

    Quem nessa era mundial é capaz de achar que algum integrante do sistema financeiro não interfere no sistema político?! Ela quer o que?! Passa quatro anos minando as bases econômicas e agora quer elogios?!

    O que ela vai fazer? Censurar? Fazer passar uma lei dizendo que “os bancos tem o direito de permanecer calados para seus clientes e seus investidores”, enquanto ela faz o que ela quer e diz o que ela quer?

    Essa mulher não merece ser gerir nem condomínio…

  323. Zbigniew said

    Não vi censura alguma.
    Sequer a Dilma pediu que o banco se desculpasse ou retirasse dos extratos a mensagem.
    Quem se acovardou foi o Banco, ou então a mensagem foi idéia de algum “analista” mais espontâneo ou entusiasmado que não combinou com a Corporação. Se não, deveria ter mantido a mensagem e arcado com as consequências.
    O problema é que grandes corporações não entram no jogo político tão explicitamente. A regra é outra. Porque sempre existem consequências, dependendo do posicionamento.
    Queria ver o que o PSDB faria se o Bradesco começasse a emitir extratos com mensagens contra o Alkmin e sua gestão hídrica.
    É muita inocência.

  324. Guatambu said

    Zbigniew,

    Vc leu a frase dela?

    E não viu censura nisso?

    Eu pagaria para o Bradesco emitir extratos! Mas infelizmente é contra a lei…

    Já mensagens contra Alkmin e sua gestão hídrica, não sei se é da conta de bancos…. tá mais pra população msm. E espero que o desgraçado caia.

    A troca de mãos no Estado é fundamental para descobrirmos os esqueletos das gestões anteriores.

  325. Guatambu said

    Zbigniew,

    Só para constar: o setor elétrico também está em frangalhos.

    Algumas empresas não aderiram à lei 12.783… Ouvi dizer que algumas concorrências não houve participantes suficientes…

    O bicho vai pegar.

    E quem está à frente desse setor desde o governo Lula?

  326. Patriarca da Paciência said

    “Essa mulher não merece ser gerir nem condomínio…”

    Tá Guatambu, , então vote no Aécio.

    Só que eu o faria prometer que nunca mais vai dar bolsa aeroporto aos parentes e, sim, ensiná-los a voar.

  327. Patriarca da Paciência said

    “Quem nessa era mundial é capaz de achar que algum integrante do sistema financeiro não interfere no sistema político?! Ela quer o que?! Passa quatro anos minando as bases econômicas e agora quer elogios?!”

    Eu também acho. O sistema financeiro internacional dever ter total liberdade para “orientar” seus clientes, inclusive indicando as melhores garotas de programa para seus clientes especiais.

  328. Guatambu said

    Patriarca,

    Acho uma ótima ideia… se as pessoas quiserem usá-la… nada contra.

    Agora a profissão de garota de programa foi legalizada, não foi?

    Quanto ao meu voto, não sei… estou esperando chegar o início do horário eleitoral pago com o dinheiro do povo. Lá vai ficar mais claro em quem eu vou votar: naquele que tirar essa pseudo-administradora de condomínio de lá.

  329. Guatambu said

    Alegre-se Patriarca,

    Uma análise interessante:

    http://eleicoes.uol.com.br/2014/noticias/2014/07/28/sete-dos-dez-maiores-doadores-de-campanha-sao-suspeitos-de-corrupcao.htm

    As construtoras ainda apostam no PT, se considerarmos o valor das doações.

  330. Patriarca da Paciência said

    “O guia religioso supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, acusou nesta terça-feira Israel de estar cometendo um “genocídio” em Gaza e pediu ao mundo islâmico que arme os palestinos para lutar contra os iraelenses, reporta a rede CNN. “Um cachorro raivoso, um lobo ganancioso (…) está atacando pessoas inocentes, crianças que perderam a vida. O que os líderes do regime sionista estão fazendo é um genocídio, uma catástrofe histórica”, declarou Khamenei em um discurso coincidindo com o fim do Ramadã – o período religioso em que os muçulmanos jejuam e rezam durante o dia.

    “O presidente americano Barack Obama lançou uma campanha para desarmar a resistência palestina para que não possa responder a estes crimes. Nós dizemos o contrário: o mundo inteiro, e em particular o mundo islâmico, precisa armar o máximo possível o povo palestino”, acrescentou Khamenei, líder máximo iraniano. Em uma conversa com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, Obama afirmou que qualquer solução de longo prazo do conflito entre israelenses e palestinos passa por “desarmar os grupos terroristas e desmilitarizar Gaza”.
    (Revista Veja).

    Um grande líder muçulmano, aliás um dos maiores, já se manifestou.

    É aquilo que venho dizendo. Desta vez Israel passou da conta. Esgotou todo o seu estoque de infâmias.

    Não sei não, mas acredito que a melhor saída seria defenestrar, urgentemente, o Bibi genocida e partir para uma nova mentalidade na política de Israel. Simpatizo bastante com a esquerda israelense, mas a direita israelense, definitivamente, superou os nazistas em infâmia !

  331. Patriarca da Paciência said

    Guatambu,

    caso você não saiba, o PT e, especialmente o Lula, dão total apoio à decisão que proibiu a doação de empresas para campanhas eleitorais. Acontece que o “grande” ministro Gilmar Mendes está sentado em cima do processo e, até agora, apesar da decisão já ser vencedora por maioria dos votos, não pode ser implementada.

    Alguém acredita que uma empresa faça “doações” inocentes ?

  332. Pax said

    hum… Patriarca,

    difícil hoje é acreditar que o Lula fez isso ou apoia aquilo

    Lula, na minha opinião, bate forte e com gosto em sua credibilidade.

    Se Lula estivesse em campanha ao contrário de Dilma, com certeza eu votaria em outra opção.

    Por enquanto estou entre os indecisos.

    O que Lula fez, já desfez um bocado e acelera toda desconstrução que imagino envolvida. De tudo que vejo os interesses de Lula são diversos hoje em dia, e bem apartados do povo brasileiro.

    Como não sei bem, talvez fosse interessante uma entrevista com a Rosemary, ou com o Renan, ou com Romero Jucá, sei lá, pode ser que eles saibam mais que nós.

    Triste dizer isso, vocês ficarão revoltados, mas…

  333. Pax said

    FACEBOOK do

    Pedro Doria
    1 h · Rio de Janeiro ·
    Minha coluna de hoje.
    O objetivo estratégico do Hamas é o fim de Israel.
    Para atingi-lo, precisa primeiro construir um ambiente político no qual Israel fique sem apoio internacional. Depois, deve evitar por mais uma ou duas gerações que a Palestina seja criada. Aí, a demografia cuida do resto: serão tão mais palestinos que judeus que o país Israel perderá a característica judaica.
    O objetivo estratégico de Israel deveria ser primeiro sobreviver e, na sequência, garantir paz a seus cidadãos.
    Do ponto de vista da estratégia de ambos, Israel perdeu esta batalha. E continuará perdendo enquanto não repensar com inteligência suas ações. ‘Estou apenas me defendendo’ pode até ter um fundo de verdade. Não é suficiente.

    http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/israel-perdeu-guerra-1-13415052

  334. Zbigniew said

    Guatambu,
    eu só ouço falar que o apocalipse elétrico está próximo e que a fatura será salgada. Que vai ter apagão e que a culpa é da configuração do sistema elétrico elaborada pela nossa Presidente.

    As empresas ficaram fulas da vida por causa da redução das tarifas (o que, realmente, por outros fatores, foi temerário) e por aí vai.

    O que temos, até agora? Faltou energia? Os preços das tarifas subiram absurdamente? O mundo acabou-se? O setor elétrico entrou em parafuso? Estamos nas trevas?!

    Obviamente temos diversos problemas, inclusive de gestão e perdas, mas nada que se compare à gestão do PSDB ou de qualquer outro partido neste setor. Aliás, é sempre bom lembrar que o único apagão elétrico de proporções universais foi perpetrado pelos “jênios” da gestão, cujo feudo está, hoje, numa bronca mastodôntica na questão hídrica e, cujo candidato à reeleição vai conseguir manter-se no poder simplesmente pelo sentimento de anti-petismo que a mídia corporativa soube tão bem incutir na mente dos paulistas, e também – não deixemos de reconhecer -, por erros de estratégia do próprio PT. Interessante que o atual governador vai levar com a barriga o problema, para não melar a recondução. E o povo só levando fumo. Lembremos também que a população brasileira terminou tendo que pagar a mais (mas bem a mais) pelo “pequeno” erro dos “jênios”.

    Esse sentimento infantil é problemático porque impede que se reconheçam os verdadeiros avanços que tivemos nesses últimos anos no país. Mas é do jogo democrático, temos mesmo é que respeitar, e não se tem o que fazer. Só espero que o melhor para o país aconteça e que, sem rusgas ou maiores sobressaltos, o Brasil siga em frente, rumo a um futuro ainda melhor.

  335. Pax said

    me metendo na conversa alheia, temo, sim, pelos intervencionismos exagerados (vide Argentina) e pela tentativa de controlar a inflação artificialmente (preço da gasolina e da energia)…

    e o custo do Brasil que não para de crescer, ao contrário do investimento que é pífio

    querer ser Estado do Bem Estar social e desenvolvimentista do mesmo tempo dá besteira.

  336. Patriarca da Paciência said

    Pax,

    essa sua “ideia fixa” sobre as ideias do Lula, realmente, não batem com a realidade.

    Faz tempo que o Lula tenta implantar alguma proibição sobre doações de empresas para campanhas eleitorais. Já tentou através de projeto de lei, de acordos etc.etc.

    Acontece que quer não quer mesmo é o “Parlamento” e o ministro Gilmar Mendes.

  337. Elias said

    “Aí eu vou discordar de vc, Elias. Há sim uma estratégia mais eficaz e menos dolorosa. Israel, por ser hipersuficiente, a parte mais forte da demanda (mais forte chega até a ser irônico), deveria sim, empreender e fomentar o desenvolvimento dos palestinos, ainda que, inicialmente (como não poderia deixar de ser), cada um respeitando o seu espaço. E a autoridade palestina deveria conter os grupos radicais fomentando o processo de paz e de um cessar-fogo duradouro. Isto diminuiria os argumentos contrários a uma solução pacífica e traria os moderados para o centro das decisões.” (Zbigniew)

    Isso não é estratégia, Zbigniew. É desejo! Sonho… Nas atuais circunstâncias, quase um delírio.

    A autoridade palestina contendo os grupos radicais? Isso é alucinação, Zbigniew! Assim como o Líbano jamais conteve o Hezbollah, mesmo sob pena da própria destruição, como de fato aconteceu.

    A disposição de Israel de pagar o preço da paz, é algo que só um doido pode negar. Até porque qualquer guerra custa caro. Muito caro. Mais caro do que qualquer paz. Por isso mesmo, podendo optar, Israel escolherá sempre a paz.

    Vê o que aconteceu com o Egito. Quando Israel tomou o Sinai, aquilo era só um deserto, sem nenhum valor econômico para o Egito, mas de grande valor militar para Israel, por causa da profundidade estratégica que ele proporciona (Israel tem profundidade estratégica zero: o inimigo avança 4 ou 5 quilômetros no território israelense e já está dentro de alguma cidade importante…). Em troca da paz — sem nenhuma compensação financeira — Israel devolveu o Sinai ao Egito com poços de petróleo em plena produção, fábricas, refinarias, estruturas de produção de hortifrutigranjeiros, etc. Israel negociou com o Egito e os dois acabaram chegando a um entendimento. Isso não faz do Egito um “aliado” de Israel, como querem alguns, mas… O simples fato do Egito não estar mais se empenhando em destruir Israel já é mais que suficiente. Israel não precisa do Egito pra viver. Se o Egito não mais ficar tentando matar Israel já está de bom tamanho…

    No lado palestino, a coisa é mais complicada. Hoje, nem o Hamas nem a OLP têm interesse em proclamar o Estado Palestino (se tivessem, já teriam proclamado).

    Por que? Porque, se o Estado Palestino for proclamado, os exércitos particulares do Hamas e da OLP terão que ser extintos. Isso mudaria completamente a lógica interna do poder, o processo de decisão sobre política externa, etc.

    Não seria possível, p.ex., alguém simplesmente disparar um míssil contra Israel, e ficarem todos dizendo: “Não fui eu. Não tenho nada com isso. Nem sei quem fez isso.” Não dá, né Zbigniew? No contexto de um Estado Palestino, isso equivaleria a uma declaração de guerra, e o país teria que arcar com as consequências.

    No pé em que as coisas estão, fica tudo muito simples. O Hamas dispara os foguetes dele contra Israel, e acha que os israelenses não devem considerar isso um “ato de guerra”… Além disso, Hamas e OLP podem receber “ajuda humanitária internacional”, de preferência em dinheiro, fazendo a alegria de seus heroicos líderes, que, assim, podem manter as respectivas famílias sofrendo horrivelmente em apartamentos de luxo, na Europa, enquanto a maioria dos palestinos usufrui alegremente das delícias de viver em acampamentos ou favelas, em Gaza e na Cisordânia (é, realmente, admirável, o espírito de sacrifício dos líderes palestinos… Matam Sir Ney de vergonha…).

    Se o Estado Palestino fosse proclamado, certo como 2 e 2 que os palestinos se engalfinhariam numa guerra civil interminável, até porque nem Hamas nem OLP se dispõem a largar a rapadura.

    Tu achas, mesmo, que o governo israelense não percebe isso? Que ninguém em Israel percebe isso? Ora, Zbigniew… Ninguém é tão tolo assim…

    E tu, se fosses governo de Israel, não farias nada pra criar um “cinturão sanitário” entre o teu país e seus problemáticos vizinhos? Não mesmo? Se fosse assim, Zbigniew, não completarias 2 meses no poder, como Primeiro Ministro de Israel…

    O mesmo risco que os palestinos correm, hoje, Israel correu no passado. A Irgum se recusou a ser absorvida pelo país recém-criado, e tentou manter seu “exército” paralelo.

    Ben Gurion não piscou. Mandou ver em cima da Irgum, inclusive mandando explodir um navio cheio de armas, munições e combatentes da Irgum. Foi uma matança feia, logo depois da guerra de 1948, quando Israel ainda necessitava, dramaticamente, de combatentes e de armas.

    Mesmo assim, Ben Gurion fez o que era necessário fazer. A coisa ficou feia pra ele. Ben Gurion passou a ser chamado de “assassino de judeus”, foi comparado a Adolf Hitler, e daí pra baixo…

    Mas era, apenas, a aplicação da velha regra política do velho Nicolau: “Se você tem que fazer o mal, faça logo um grande mal, e faça de uma vez!”. Ben Gurion fez um grande mal, fez de uma vez, e acabou com o risco de um exército paralelo e de uma guerra civil em Israel. O Irgum meteu o rabo entre as pernas, e, junto com outros grupos facinorosos (como o Stern), se transformou num partido legal, de direita (o Likud), e até chegaria ao poder, algumas décadas mais tarde, com o inestimável auxílio de seus cabos eleitorais palestinos (assim como Osama Bin Laden praticamente reelegeu Baby Bush, certo?).

    No lado palestino, será que tem alguém com força e coragem física e moral suficientes pra fazer o que fez Ben Gurion?

    Até onde minha vista alcança, não vejo a menor chance disso acontecer, nem agora nem no futuro próximo.

    Tu, Zbigniew, falas em negociações, acordos de paz, etc. Então fala por inteiro: com quem Israel deve negociar? Com a OLP? Com a Autoridade Nacional Palestina? Com o Hamas? Será que tu poderias informar ao governo israelense quem representa os palestinos? Tu sabes? Se tu sabes, então talvez sejas a única pessoa no mundo a saber…

    Sim, porque o Hamas não se submete à ANP. Já a ANP e a OLP não reconhecem o Hamas.

    Como tu sugeres que Israel inicie conversações de paz com o Hamas, se este nem reconhece o Estado de Israel, cuja destruição é seu objetivo básico, que inclusive precede a própria existência do Estado Palestino? Como tu negociarias com um sujeito que tem como premissa da própria existência (dele), a tua morte?

    Se Israel fechasse um acordo com a OLP e a ANP, quem faria o Hamas acatar os termos desse acordo? Tu e o Pax? E vice-versa?

    Se tu tens resposta para isso, parabéns… Porque eu, sinceramente, não tenho. Não faço a menor ideia de como sair desse embananamento.
    Aliás, sugiro que tu vendas essas respostas… Elas valem um baba, podes crer…

  338. Elias said

    “O objetivo estratégico do Hamas é o fim de Israel. Para atingi-lo, precisa primeiro construir um ambiente político no qual Israel fique sem apoio internacional. Depois, deve evitar por mais uma ou duas gerações que a Palestina seja criada. Aí, a demografia cuida do resto: serão tão mais palestinos que judeus que o país Israel perderá a característica judaica.” (PD)

    Huá! Huá! Huá! Huá!

    E o meu objetivo estratégico é comer a Sandra Bullock (Estou em vias de desistir, dado o avanço na quilometragem dela… Mas não tem problema: escolherei outro objetivo estratégico…).

  339. Elias said

    Essa sacada do Pedro Dória tem, pelo menos, 30 aninhos de idade.

    Ao longo desse período, nada aconteceu que faça crer que Israel esteja mais próximo do fracasso e os palestinos mais próximos do sucesso.

    Ao contrário, Israel só ficou mais rico e militarmente mais forte. Inversamente, os palestinos estão cada vez mais ferrados. Como a população cresce mais intensamente que a produção, a qualidade de vida dos palestinos somente se deteriorou ao longo desses 30 anos. É uma população predominantemente de favelados. A boa vontade dos demais países árabes em relação a eles se reduziu substancialmente, com o fim dos regimes de Saddam Hussein e Muammar Kadhafi, e as crises dos regimes sírio, iraniano, etc.

    Enfim…

  340. Zbigniew said

    Muito bem, Elias.

    Quanto ao cinturão sanitário, obviamente que Israel tem suas razões, mas o efeito de encurralar um milhão de pessoas em alguns quilômetros quadrados em condições de subdesenvolvimento é um fator a mais para insuflar o radicalismo.

    Em relação ao Abas, provavelmente a situação dele é bem diferente da de Gurion que tinha margem de manobra e condições para empreender os seus objetivos, ainda que com grande risco de uma guerra civil. Talvez uma guerra civil entre palestinos seja a pedra de cal nos anseios de um Estado dessa natureza. Fica difícil para a autoridade palestina intervir sem uma força militar e, consequentemente, política, eficaz.

    Outrossim se os palestinos são representados nos fóruns internacionais pela ANP e esta que é reconhecida, deve se com eles que Israel deve tratar.

    Agora, alguns questionamentos: se o problema é a OLP e o Hamas, por que já não se eliminou essas instituições, uma vez que anacrônicas e se configuram como empecilhos para uma solução pacífica? Não seria de interesse comum a estabilização para a resolução dos problemas?

    Qual o interesse do Irã, em apoiando grupos radicais, destruir Israel? Questões puramente religiosas? Ainda existe espaço para este tipo de argumento sem que haja uma intervenção da comunidade internacional? Isso seria o mais puro absurdo! Sim, porque se a questão for de geopolítica, os EUA têm uma presença muito forte na região e são aliados de Israel.

    Enfim, não sei se realmente querem a paz, incluindo aqui o próprio Israel. Não na conjuntura atual. Pra mim tanto árabes como judeus estão, em última instância, esperando o momento certo para eliminar o outro. Afinal de contas, fazer guerra, embora seja caro, enriquece muita gente, e é muito mais fácil matar gente do que assumir desafios que hoje se encontram na esfera dos desejos.

  341. Zbigniew said

    Gente, inocentes, de carne e osso, iguais a mim, vocês, ao Netanyahu, a qualquer outro, e que não têm culpa de serem ensinados a odiar, numa região onde a lei é o ódio e a morte:

    Do B’Tselem

    Israeli media is not listing the names of children killed in Gaza.

    These are their names:

    Nasmah Iyad al-Qasas , 10 |

    Amir Hamudah Hussein a-Najar , 2 |

    Saji Hasan Akram al-Halaq , 4 |

    Amneh Jihad Matar , 10 |

    Suha ‘Abd Rabu Musleh , 2 |

    Asil al-Masri , 15 |

    Suliman Ahmad Abu Jame’ , 14 |

    Ahmad ‘Abd Rabu Musleh , 14 |

    Walaa Muhammad al-Kayed , 15 |

    Siraj Yaser Ahmad Abu Jame’ , 4 |

    Ibrahim a-Sheikh ‘Omar , 2 |

    Wasim Mustafa Salhiyah , 15 |

    Samar al-Qasas , 3 |

    Ibrahim Ramadan Abu Daqah , 10 |

    Khalil Ousamah Khalil al-Hayah , 5 |

    Ahed ‘Attaf ‘Ahed Baker , 9 |

    Ayub Ahmad Abu Jame’ , 10 |

    Jihad ‘Isam Marzuq Sheheibar , 10 |

    Abd a-Rahman Basam Khatab , 5 |

    Islam al-Qasas , 15 |

    Dalal Siyam, 9 months |

    Abd al-‘Aziz Salah a-Din Abu Hasanein , 14 |

    Israa al-Qasas , 7 |

    Hani Suliman Muhammad a-Najar , 7 |

    Abdallah Ramadan Abu Ghazal , 5 |

    Ulfat hussein Abu ‘Atiyeh , 4 |

    Haifaa Tawfiq Ahmad Abu Jame’ , 9 |

    Fadi Diab Hassan Islim , 10 |

    Ahmad Ayman Siyam , 15 |

    Husam Ibrahim a-Najar , 14 |

    Fatmeh Taysir Ahmad Abu Jame’ , 12 |

    Ahmad Nael Mahdi , 15 |

    Basem Salem Kaware’ , 10 |

    Qasem Rabi’ , 12 |

    Muhammad Khalaf Nawasrah , 2 |

    Bisan Basem Ahmad Abu Jame’, 6 months |

    Ghaidaa Siyam , 7 |

    Muhammad Na’im Muhammad Musalam , 15 |

    Hamzah Ousamah Khalil ak-Hayah , 4 |

    Rahaf Khalil Hamadah a-Jabur , 4 |

    Muhammad ‘Ali Kaware’ , 13 |

    Yasmin Muhammad al-Mutawaq , 4 |

    Razan Tawfiq Ahmad Abu Jame’ , 14 |

    Muhammad Rajaa Hindem , 15 |

    Yaser Ibrahim Dib al-Kilani , 8 |

    Rim Ibrahim Dib al-Kilani , 12 |

    Mustafa Siyam , 9 |

    Muhammad Abu Shabab , 15 |

    Sha’ban Jamil Ziyadah , 12 |

    Mahmoud Ahmad al-Qasas , 10 |

    Muhammad Iyad al-Qasas , 4 |

    Manar Majed al-Batsh , 13 |

    Muhammad Ibrahim Faek al-Masri , 14 |

    Muhammad Anwar Suliman a-Darazin , 3 |

    Miriam ‘Atiyeh al-‘Arja , 10 |

    Muhammad Hani Muhammad al-Halaq , 2 |

    Nujud Taysir Ahmad Abu Jame’, 4 months |

    Nidal Khalaf ‘Awad Nawasrah , 4 |

    Amir Iyad Salem ‘Arif , 11 |

    Sajidah Yaser Ahmad Abu Jame’ , 7 |

    Amirah ‘Adel Siyam, 8 months |

    Sarah ‘Omar Sheikh al-‘Eid , 9 |

    Anas Qdeih , 7 |

    Sawsan Ibrahim Dib al-Kilani , 11 |

    Ahmad Sufian a-Jamal , 9 |

    Wisam ‘Isam Marzuq Sheheibar , 7 |

    Siraj Iyad ‘Abd al-‘Al , 8 |

    Ahmad Tawfiq Ahmad Abu Jame’ , 8 |

    Walid Sa’id al-Harazin , 7 |

    Samih Na’im Abu Jarad , 1 |

    Ibrahim Khalil ‘Abd ‘Amar , 12 |

    Zakariyah ‘Ahed Subhi Baker , 10 |

    Safaa Malakeh , 6 |

    Aya Tawfiq Ahmad Abu Jame’ , 12 |

    Jawdat Ahmad Abu Jame’ , 13 |

    Abd a-Rahman Akram a-Skafi , 12 |

    Iman Khalil ‘Abd ‘Amar , 9 |

    Dina ‘Abdallah ‘Aziz , 5 |

    Abd al-Karim Anwar Suliamn a-Drazin , 5 |

    Isma’il Muhammad Subhi Baker , 9 |

    Hadi ‘Abd a-Nabi , 4 |

    Abdallah Muhammad Kaware’ , 12 |

    Adham Ahmad Abu ‘Atiyeh , 4 |

    Hiba Hamed a-Sheikh Khalil , 14 |

    Omar Jamil Subhi Hamudah , 10 |

    Osamah Mahmoud al-Astal , 8 |

    Hatem Na’im ‘Aqel , 14 |

    Fatmeh Mahmoud al-Haj , 14 |

    Ahmad Khaled Muhammad a-Najar , 14 |

    Hussein Yusef Kaware’ , 13 |

    Qasem Jaber ‘Adwan Kaware’ , 12 |

    Muhammad Ziad Saleh a-Rahal , 5 |

    Bader Siyam , 4 |

    Ghadah Subhi Sa’idi ‘Ayad , 13 |

    Muhammad Mansur al-Bshiti , 7 |

    Baraah Saleh Mahmoud a-Raqab , 11 |

    Rahaf Isma’il Abu Jam’ah , 4 |

    Muhammad Salameh Abu Dabagh , 12 |

    Yasin Ibrahim Dib al-Kilani , 9 |

    Rawan Ziad Hajaj , 15 |

    Muhammad Rami Fathi ‘Ayad , 3 |

    Yasmin Nayef al-Astal , 4 |

    Rayan Taysir Ahmad Abu Jame’ , 5 |

    Musa ‘Abd a-Rahman Abu Jarad, 8 months |

    Lamyaa Iyad al-Qasas , 11 |

    Shahd Mu’in ‘Ali Qishtah , 9 |

    Mu’taz Hessein Samir a-Najar , 6 |

    Arwa al-Qasas , 4 |

    Tawfiq Tawfiq Ahmad Abu Jame’ , 4 |

    Maisaa Tawfiq Ahmad Abu Jame’ , 7 |

    Muhmmad Ibrahim Antiz , 13 |

    Muhammad Akram al-Kafarneh , 15 |

    Marah Shaker a-Jamal , 10 |

    Muhammad Jihad Matar , 12 |

    Nabil Mahmoud Muhammad al-Astal , 13 |

    Nur Yaser Ahmad Abu Jame’ , 2 |

    Amjad Salem Khamis Sha’t , 15 |

    Nagham Mahmoud ‘Abd al-Hamid a-Zweidi , 2 |

    Amir ‘Adel Siyam , 12 |

    Saher Abu Namus , 3 |

    Anas ‘Alaa Subhi al-Batsh , 10 |

    Suhelah Basam Ahmad Abu Jame’ , 3 |

    Asil Wisam Marzuq Sheheibar , 7 |

    Siham Muhammad Ibrahim Zu’rub , 11 |

    Ahmad Ramzi Abu Qadus , 13 |

    Walaa Na’im Muhammad Musalam , 14 |

    Salma Salem a-Radi’ , 5 |

    Ibrahim Jamal Kamal Naser , 13 |

    Zeinab Safwat Abu Tir , 3 |

    Samar Musa Abu Jarad , 15 |

    Ibtehal Ibrahim ‘Ayesh a-Ramahi , 4 |

    Hatem Zein Nayef al-Yazji , 3 |

    Asem Khalil ‘Abd ‘Amar , 4 |

    Iman Ibrahim ‘Ayesh a-Ramahi , 14 |

    Dima ‘Abdallah Salim , 3 |

    Abd a-Rahman Mahmoud ‘Ab a-Nabi , 1 |

    Islam Hamudah Hussein a-Najar , 3 |

    Hadi Salah a-Din Abu Hasanein , 12 |

    Abdallah Yusef Daraji , 2 |

    Elyas Ibrahim Dib al-Kulani , 4 |

    Hiba Akram Saleh a-Sha’er , 15 |

    Abeid Fadel Abu Hweishel , 9 |

    Umamah Ousamah Khalil al-Hayah , 8 |

    Haniyah ‘Abd a-Rahman Abu Jarad , 3 |

    Fatmeh Ahmad al-‘Arja , 14 |

    Ahmad Walid Nasrallah Samur , 9 |

    Husam Husam Abu Qainas , 7 |

    Fares Jum’ah a-Tarabin، 3 months |

    Ahmad Na’Im Muhammad Musalam , 11 |

    Bader Hatem ‘Amish , 9 |

    Qusai ‘Isam al-Batsh , 12 |

    Muhammad Mustafa Malakeh , 2 |

    Bitul Basam Ahmad Abu Jame’ , 4 |

    Raed Muhammad Thari , 4 |

    Muhammad Salem Antiz , 3 |

    Yamen Riyad al-Hmeideh , 4 |

    Ru’ya Mhamhmoud ‘Abd al-Hamid a-Zweidi , 5 |

    Muhammad Ramez ‘Izat Baker , 11 |

    Yasmin Mahmoud al-Astal , 5 |

    Rizeq Ahmad al-Hayek , 2 |

    Musa Muhammad Taher al-Astal , 15 |

    Kinan Hasan Akram al-Halaq , 6 |

    Rinat Taysir Ahmad Abu Jame’ , 2 |

    Mu’in Muhammad Siyam , 5 |

    Muhammad Ahmad As’ad al-Bidi, 3 months |

    Tala Akram al-‘Atawi , 10 |

    Mahmoud Jihad ‘Awad ‘Abdin , 12 |

    Muhammad Iyad Salem ‘Arif , 10 |

    Muhammad Ayman a-Sha’er , 5 |

    Marwah Suliman Ahmad a-Sarsawi , 12 |

    Muhammad Ashraf Rafiq ‘Ayad , 3 |

    Mariam Shybub a-Shanbari , 11 |

    Nur al-Islam Ahmad Abu Hweishel , 6 |

    Amal Bahaa al-Batsh , 2 |

    http://www.btselem.org/

  342. Guatambu said

    Zbigniew,

    Hoje as coisas em política se tornam “grandes problemas nacionais” aparecem somente depois que a população sente o drama.

    Por que? Porque o PT, partido da situação tem um discurso preparado para a população que quer informação rápida e só enxerga o curto-prazo:

    Porque até lá é tudo intriga da oposição.

    Até lá é a elite branca que não quer dividir o pão com pobre.

    Até lá são os imperialistas querendo dilapidar o patrimônio nacional.

    Até o momento em que mensalões estouram… aí vira choradeira. E não só a choradeira, ainda hoje, depois da sentença ter transitado em julgado, o PT, na voz do Lula, se nega a aceitar a decisão! O que é um disparate para quem foi Presidente da República.

    Até o momento em que Pasadenas aparecem, aí é necessário contratar o PGR para arquivar o processo contra a Dilma (claro, sob o discurso do que antes na história se fez o mesmo para o FHC), e o Brasil é o único país do mundo onde um erro não só justifica o outro como vira jurisprudência política!!

    Até o momento que o PIB começa a beirar 1%, a inflação começa a ficar perto dos 7%, e o cansado discurso contra a The Economist (porque são gringos e gringos tem mais é que cuidar de suas vidas), ou que o discurso de quaisquer mídias veiculadas que se atrevem a criticar esse expediente (porque fazem parte do PIG e de grandes famílias coronelistas)…

    Isso acontece tanto, e de maneira tão descarada, que eu proponho que criemos um novo verbete pra isso: politiquisprudência…. ou errisprudência!

    E o PSDB? Bom…

    O PSDB é burro suficiente para não apelar para esses discursos, que evitariam que o banana do Alckmin fosse metralhado publicamente por qualquer meio de comunicação.

    Por outro lado, o PSDB, que é um partido de esquerda, é esperto o suficiente para não seguir o mesmo discurso do PT, de dizer que é tudo intriga da oposição, elite branca, imperialismo e quetais, justamente porque faz os direitistas mais burros acreditarem que o PSDB é a melhor alternativa ao PT, dada a falta de direita no Brasil.

    Não é! Todos nós sabemos que o PSDB é tão irresponsável quanto o PT em sua gestão.

    Por isso que o Alckmin não abre a boca para falar porcaria nenhuma. Planejou mal, fez besteira, e agora está cansado de aparecer com cara de bobo nos jornalões. Mas a falta d’água está atingindo a população. Até o Lula, que nunca soube absolutamente de nada do que estava acontecendo debaixo do nariz dele no mensalão, sabe disso. O Lula foi falar disso! Aí é fácil!

    Difícil é saber, como eu sei, que as empresas de geração de energia elétrica estão sem recursos financeiros para fazer investimentos e manutenção de seus equipamentos, e saber que a lei 12.783 praticamente força todas as concessionárias a devolver as concessões para o poder público, e que isso pode implicar em uma crise energética no futuro, e ter que ouvir que enquanto não houver apagão, a gestão é boa pra todo mundo!

    Não é porque o paciente está respirando por equipamentos que ele vai sobreviver!

    Então qual é o ponto?

    O ponto é que o poder tem, obrigatoriamente que mudar de mãos agora.

    Porque os partidos se acomodaram. Construiram suas bases, seus esquemas, o povo perdeu a informação do que está realmente acontecendo. Seja em SP, seja no Brasil. Toda vez que se troca de partido, especialmente pelo partido de oposição, há uma revoada de baratas apontando os esqueletos deixados pelos outros partidos, além das tais heranças malditas.

    Está na hora de verificarmos, de todos estes que estão aí, quais são essas heranças malditas.

  343. Guatambu said

    Patriarca,

    O Lula é muito engraçadinho!

    Na realidade, o que vc fala comprova o caráter desse cara.

    Já que vc gosta de analogia, vou te trazer uma analogia bem análoga:

    É como o patrão que chega pro funcionário que tem 2 filhos pequenos, e cuja mulher é dona de casa, e diz assim: então devido a corte de custos, vou te demitir. Eu sei que moralmente não é muito bacana o que eu estou fazendo, eu sei que o juninho, que é mais novo que vc, acabou de sair da faculdade, tem muito mais empregabilidade que você, e produz o mesmo que você poderia ser demitido. Mas como a lei não me obriga a demitir ele, e tá na lei que eu posso fazer isso com vc, pode ir embora que vc tá demitido.

    Eu fui contra a doação de empresas para campanhas! Mas como é permitido eu as aceito!

    Eu sou contra o caixa 2! Mas como todo mundo faz, não tem problema fazermos também!

    É de um caráter fantástico.

  344. Pax said

    fui contra as estrepulias do Paulo, filho do FHC, mas já que o jogo é esse, deixa eu cuidar muito bem do meu…

    ——–

    do outro lado esse ano teremos picolé de xuxu na seca, em primeiro turno

    seca por culpa de São Pedro, que não deve orar na Opus

    Mas… será mesmo que a residência da culpa está com endereço correto?

    http://exame2.com.br/mobile/brasil/noticias/vai-faltar-agua-6-perguntas-e-respostas-sobre-a-crise-em-sp

  345. Pax said

    Não tendo muito o que fazer, o ministro prepara um centro de produção duvidosa

    http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2014/07/29/exercito-remodela-centro-de-inteligencia-para-monitorar-movimentos-sociais/

    Duvidosa em termos, com certeza farão merda, como sempre.

  346. Daise said

    ,DILMA ESTÁ DOENTE?

    Sim ela sofre de PTSD – (PT STRESS DISORDER) em estágio avançado.

    Ou outra coisa ? Vou desenhar:

    Dilma não tem (vide declaraçãoTSE) outras fontes de renda, além das oficiais e regulares, portanto passando pelo sistema bancário através de “ordens de pagamento bancárias” nominais e instrumentos semelhantes: TEDs ou cheques por exemplo,

    Portanto tudo oficial e transitando pelos bancos. Segurança bancária. Nada por fora. Risco praticamente nulo.

    OK. E como explicar então?

    que uma pessoa educada de 66 anos e que dispõe da máxima segurança possível no Brasil como Presidente…decida transformar dinheiro em contas bancárias em dinheiro em espécie e guardar em casa.

    Mais ainda… e que lhe causa um “prejuízo pessoal” de ~10 mil por ano.
    O que que é R$ 10 mil?

    Tudo porque há ~45 anos atrás ela foi terrorista e se sente insegura até hoje.

    Ou ela está doente ou esses 152 mil chegam à casa dela de outros modos, menos “kosher”.

    DILMA ESTÁ DOENTE OU ESTÁ CORRUPTA?

    Com a palavra os pascácios novos e os de sempre…

    TRANSCRIÇÃO OFICIAL DA SABATINA DA FSP

    Josias de Souza – Gente, eu vou fazer uma pergunta que comporta uma resposta rápida da senhora. Na sua declaração patrimonial, encaminhada à Justiça Eleitoral, a senhora informou que mantém em seu poder R$ 152 mil em espécie. O sistema bancário brasileira está relativamente sólido, não se espera que o seu governo faça nenhum confisco da poupança. O que leva a presidente da República a manter R$ 152 mil em dinheiro vivo em casa?
    Olha, uma parte disso a gente deposita ao longo do ano.

    Ricardo Balthazar – Deposita?
    Eu deposito, eu boto na poupança.

    Josias de Souza – Mas está em espécie.
    Está em espécie depois eu boto na poupança.

    Josias de Souza – A senhora guarda aqui, no Alvorada?
    Não vou te contar, nem ver [risos]. Agora, vou te falar uma coisa. Sabe o que é isso, também? Sete anos da minha vida eu vivi fugida. As coisas que você incorpora. Por muito tempo, Josias, eu dormia de sapato. Ninguém vai acreditar, né, mas eu já dormi muito tempo de sapato. Porque é muito forte a experiência que você passa em determinados momentos. Eu tenho essa prática.

    Ricardo Balthazar – Mas o que isso tem a ver com guardar o dinheiro?
    Ah, porque eu dou dinheiro pra minha filha, porque depois eu dou dinheiro pra ela viajar.

    Josias de Souza – Mas hoje tem o TED, tem a transferência bancária
    É, mas eu gosto assim. Eu sou um pouco…

    Kennedy Alencar – Uma coisa para se prevenir, presidente, essa coisa de dormir com o sapato, na época da ditadura militar?
    Você sabe, eu fiquei presa três anos, na ditadura militar. Eu fiquei presa, no presídio Tiradentes, durante três anos. Então, naquela época eu vivia fugindo.

    Josias de Souza – Presidente, mas a senhora não vai fugir agora, né, presidente?
    Não, querido, não vou, não.

    Ricardo Balthazar – Estamos de volta à democracia há quantas décadas, presidente?
    Já me perguntaram isso, aí eu fiquei pensando: por que será que eu gosto de fazer isso? Eu acho que tem uma parte que é por isso. E porque eu sou uma pessoa, nessa área… Eu sou de outra geração, né? Pra mim, o sucesso não era isso. Nós vivemos uma época… Quantos anos você tem, Josias?

    Josias de Souza – Eu tenho 52.
    Ah, não, você é novo, então. Eu tenho 66. Na minha época, o valor era o seguinte. O valor fundamental era que a gente ia transformar o Brasil. Então, já vivi muito sem dinheiro, já vivi com dinheiro. Tenho essa mania com os meus R$ 150 mil que vocês não vão mudar.

    Josias de Souza – Pode pôr na poupança que a senhora vai ganhar uns R$ 10 mil por ano.
    O que que é R$ 10 mil?

    Ricardo Balthazar – Obrigado, presidente. Infelizmente o nosso tempo acabou
    Eu acho que R$ 10 mil é muito. É muito. Eu não jogo fora, nem ver. Porque também eu sou mineira.

    Ricardo Balthazar – Muito obrigado, presidente. Queria agradecer novamente a sua participação. Está encerrada a sabatina.

  347. Daise said

    CORREÇÃO:

    Tudo porque há ~45 anos atrás ela foi presa e torturada como terrorista que pretendia derrubar o governo militar e coitadinha se sente insegura até hoje.
    Presa no passado e com medo do futuro.
    Até hoje ela não consegue dormir “descalça”.

    DILMA: É, mas eu gosto assim. Eu sou um pouco…

    POUCO ????

    Imagino o que seria se ela fosse um muito…

  348. Daise said

    DILMA AO VIVO E EM CORES CONFESSANDO QUE É UM POUCO…

  349. Daise said

    ,b>GRANDE JOÃO UBALDO !

  350. Daise said

    PT: O Partido do Terror, da censura e do silêncio.
    Ou: Funcionária do Santander já foi demitida, como exigiu Lula

    O terror petista já está em curso.
    A “analista” do Santander, que não teve seu nome divulgado, já foi demitida.
    A informação foi passada aos jornalistas pelo presidente mundial do banco, Emilio Botín, que foi chamado por Lula, nesta segunda, durante encontro da CUT, de “meu querido”.
    O chefão petista, aliás, puxou o saco do banqueiro e demonizou a pobre bancária.

    Afirmou que a moça não sabia “porra nenhuma”, nesses termos, e que o seu amigão deveria dar a ele, Lula, o bônus que caberia à então funcionária.

    Só para lembrar: correntistas com conta acima de R$ 10 mil receberam uma avaliação sobre a situação política e econômica do país. O texto informava que os indicadores pioram se aumentam as chances de Dilma ser reeleita. Grande coisa! Isso já virou lugar-comum. O PT, no entanto, se aproveitou para inventar uma guerra dos ditos “ricos” contra o PT. Prefeituras do partido que têm a conta salário no banco falam em romper o contrato. A militância estimula os filiados a retirar seu dinheiro do banco. Não passa de oportunismo eleitoral.

    Un peu d’ histoire

    Certa feita, um adversário de Marat, o porra-louca jacobino da Revolução Francesa, afirmou sobre o seu furor punitivo: “Deem um copo de sangue a este canibal, que ele está com sede”. Falo o mesmo sobre Lula e o petismo: deem copos de sangue aos canibais; eles estão com sede.

    INTIMIDAÇÃO

    É claro que se trata de uma ação para intimidar o debate. A partir de agora, nas instituições financeiras, bancos ou não, está instalado o clima de terror jacobino. Até parece que isso vai mudar alguma coisa. Não vai, não. Tudo tende a piorar.

    O PT apelou ao TSE — e obteve uma liminar absurda — para tirar da Internet dois textos da consultoria Empiricus Research que o partido considera que lhe são negativos. O conjunto da obra é péssimo e indica que o PT não tem um compromisso inegociável com a liberdade de expressão. Não custa lembrar que essa é a legenda que definiu como um de seus principais objetivos o chamado “controle social da mídia”. Imaginem como seria a liberdade de expressão entregue a esses patriotas…

    Que coisa! O partido que, na década de 80, queria ser a encarnação da liberdade de expressão agora quer se manter no poder apelando à censura, ao terror e ao silêncio.

    Rômulo Arantes

  351. Patriarca da Paciência said

    Articulista da direita, após ler, ouvir atentamente e analisar os principais jornais e telejornais brasileiros, faz profundas considerações sobre política, economia e futebol: Ótimo parceiro da Daise.

  352. Patriarca da Paciência said

    Pois não é, Daise,

    o Lula mandou esse banqueirozinho de meia pataca demitir a funcionária e ele obedece igual a um cachorrinho treinado.

    Sabe por que, Daise ? Porque Lula é “o cara”. Lula tem liderança, tem comando e tem poder. E o tal banqueirozinho que não se meta mais a besta.

  353. Pax said

    Sim, segundo o primo, o candidato usava o aeroporto toda vez que ia para fazenda.

    Ele, e … sei lá, mais alguém?

    http://blogs.estadao.com.br/julia-duailibi/usou-ou-nao-usou-o-aeroporto-eis-a-questao/

    Meu Aeroporto, Minha Vida.

    É dose….

    Uma poeirada danada na cabeceira da pista.

  354. Pax said

    um dos motivos que o Brasil não pode ser considerado primeiro mundo?

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2014-07/maioria-dos-eleitores-tem-ensino-fundamental-incompleto-diz-tse-0

    a maioria dos 142.000.000 não tem nem a oitava séria completa na escola.

    nunca vai dar certo assim.

  355. Pax said

    Buenas…. talvez o caro Elias queira justificar isso:

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/ataque-de-israel-mata-palestinos-em-escola-da-onu.html

    20 explodidos, pedaços de carne pra todo lado, crianças, velhos etc… talvez alguns malucos do hamas no meio, talvez.

    se essa carnificina não gerar um punhado de malucos ainda maior do que já existia eu, sinceramente, ponho em dúvida.

    hoje a imagem de Israel, dos israelenses e dos israelitas está pior ou melhor?

  356. Pax said

    Nem sou eu, quem diz, é o próprio jornal israelense:

    Nossa derrota moral vai nos assombrar por muitos anos!

    http://www.haaretz.com/mobile/.premium-1.607550

  357. Guatambu said

    Um amigo teve uma ideia fantástica:

    Recusar 10% nas contas: dizer que vai doar para a campanha da Dilma.

    Não entregar mais esmolas: dizer que vai doar para a campanha da Dilma.

    Afinal, depois de tantos benefícios sociais, todos queremos que o PT continue no governo, então vamos unir esforços!

  358. Patriarca da Paciência said

    Mais vozes se levantam:

    “Texto de Marcelo Gruman intitulado “Não em meu nome” viraliza na internet e condena a tentativa de aniquilamento do povo palestino; “A sacralização do genocídio judaico permite ações que vemos atualmente na televisão, o esmagamento da população palestina em Gaza, transformada em campo de concentração, isolada do resto do mundo. Destruição da infraestrutura, de milhares de casas, a morte de centenas de civis, famílias destroçadas, crianças torturadas em interrogatórios ilegais conforme descrito por advogados israelenses”, diz ele; “Não, não são a exceção, não são o efeito colateral de uma guerra suja. São vítimas, sim, de práticas sociais genocidas, que visam, no final do processo, ao aniquilamento físico do grupo”
    (247)

    Ou seja, a direitona israelense é nazista mesmo, com todas as letras.

  359. Patriarca da Paciência said

    o texto acima é de um antropólogo judeu !

  360. Patriarca da Paciência said

    “O genocida Benjamin Netanyahu prossegue em seu morticínio impune contra o povo palestino; bombardeio israelense na noite de ontem matou 19 palestinos que se refugiavam numa escola e feriu outras 125 pessoas; criminoso de guerra, ele já foi repreendido pela ONU, pelo Brasil, por países do Mercosul mas ainda conta com o apoio dos Estados Unidos em seu banho de sangue”
    (247)

    Ou seja, Os Estados Unidos Maravilha continuam em sua “missão” de espalhar a “democracia” pelo mundo: Já destruíram o Iraque, a Líbia, a Nigéria, o Egito acordou a tempo e não se permitiu ser destruído e estão sendo coniventes, ou mesmo cúmplices, da destruição do povo palestino pelos nazistas judeus.

    Obama não passa de um fantoche nas mãos dos grandes capitalistas norte-americanos. Os Estados Unidos continuam a mesma plutocracia de sempre. Nunca será uma verdadeira democracia.

  361. Patriarca da Paciência said

    “A sacralização do genocídio judaico permite ações que vemos atualmente na televisão, o esmagamento da população palestina em Gaza, transformada em campo de concentração, isolada do resto do mundo. Destruição da infraestrutura, de milhares de casas, a morte de centenas de civis, famílias destroçadas, crianças torturadas em interrogatórios ilegais conforme descrito por advogados israelenses. Não, não são a exceção, não são o efeito colateral de uma guerra suja. São vítimas, sim, de práticas sociais genocidas, que visam, no final do processo, ao aniquilamento físico do grupo.

    Recuso-me a acumpliciar-me com esta agressão. O exército israelense não me representa, o governo ultranacionalista não me representa. Os assentados ilegalmente são meus inimigos.
    Eu, judeu brasileiro, digo: ACABEM COM A OCUPAÇÃO!!!”

    (*) Marcelo Gruman é antropólogo.

  362. Elias said

    Zbigniew
    Vamos por partes:

    Tu: “Quanto ao cinturão sanitário, obviamente que Israel tem suas razões, mas o efeito de encurralar um milhão de pessoas em alguns quilômetros quadrados em condições de subdesenvolvimento é um fator a mais para insuflar o radicalismo.”

    Eu: Israel não cria miséria entre os árabes. A miséria já era muita entre eles, e a riqueza existente pessimamente distribuída (como em um país que a gente conhece bem), antes de Israel existir. A má distribuição da riqueza entre os palestinos é a mesma que existe entre os egípcios, entre os jordanianos, etc. Israel apenas se protege disso. O muro que separa israelenses dos palestinos tem a mesma função das cercas, postos de vigilância e controle, helicópteros, patrulhas, etc., que separam os EUA dos mexicanos. Tem a mesma função daquela supercerca dupla eletrificada que a União Europeia fez pra impedir a entrada de africanos no continente. Certo?

    Tu: “Em relação ao Abas, provavelmente a situação dele é bem diferente da de Gurion que tinha margem de manobra e condições para empreender os seus objetivos, ainda que com grande risco de uma guerra civil…”

    Eu: Que “margem de manobra” Zbigniew? Ben Gurion tinha os dentes (se é que os tinha) e a coragem. Não tinha armas, não tinha aliados externos, não tinha “ajuda humanitária” do exterior. Tinha um monte de miseráveis que chegavam todos os dias, vindos da Europa, onde tinham sido espoliados de todos os seus bens (a maioria, aliás, tinha perdido também quase toda a família, nos matadouros nazistas). Tu chamas isso de “margem de manobra”? Isso é ignorar completamente as circunstâncias, Zbigniew.

    Ben Gurion pagou pra ver, e venceu, isso sim! Naquele momento, ele colocou em risco a existência do Estado recém criado, mas não se submeteu aos caprichos e interesses de uma federação de organizações criminosas (Irgum, Lehi, Stern, etc.). A guerra civil, Zbigniew, de fato aconteceu, e foi brutal. Durante vários dias a Haganah e a Palmach combateram abertamente contra o “exército paralelo”, que foi passado a fio de espada. A maior parte dos combatentes da Irgum, do Grupo Stern e da Lehi foi morta. Aí os sacanas meteram o rabo entre as pernas, e Gurion passou a ser acusado de “nazista”, “genocida”, “matador de judeus”, e daí pra baixo. Tenta ler a respeito. Existe farta literatura sobre o assunto.

    Foi muita coragem encarar uma dessas em 1948, no momento em que as pessoas de bem, em todoo mundo, ainda não haviam se recuperado da estupefação, do nojo e da indignação que o Holocausto provocou.

    Margem de manobra? Quem dera…

    Tu: Outrossim se os palestinos são representados nos fóruns internacionais pela ANP e esta que é reconhecida, deve se com eles que Israel deve tratar.

    Eu: Isso! Beleza! Agora, só falta combinar com os russos…

    Manda o Pax dizer ao Hamas que ele deve se submeter aos acordos fechados pela ANP. O Pax já foi lá, fazer isso? Não? Ah, bom… Talvez por isso o Hamas continue não dando a mínima pro que diz e faz a ANP…

    Zbigniew, são dois países, na prática. A ANP não apita nada em Gaza e o Hamas nem existe na Cisjordânia.

    Vê que o Hamas soltou os foguetes dele em cima de Israel, este fez chover o inferno em cima de Gaza e a Cisjordânia… Nem se mexeu, né? Ela protesta, se manifesta formalmente contra a matança de civis em Gaza. Advinha por quê…

    Na sincera, Zbigniew, se tem alguém que ficaria feliz com a completa destruição do Hamas, esse alguém atende pelo vulgo de ANP (que, a bem da verdade, é igual a OLP, né?).

    Tu: “Agora, alguns questionamentos: se o problema é a OLP e o Hamas, por que já não se eliminou essas instituições, uma vez que anacrônicas e se configuram como empecilhos para uma solução pacífica? Não seria de interesse comum a estabilização para a resolução dos problemas?”

    Eu: Mas era disso que eu estava falando, Zbigniew! Já que a OLP parece disposta a conversar, a quem caberia “eliminar” o Hamas? Israel é que tem de fazer isso? Se é assim, é o que ele está tentando fazer né? Só que, no caso, o verbo “eliminar” acaba tendo o sentido de “exterminar”… Como Ben Gurion fez com a Irgum, a Lehi e o Grupo Stern… E ninguém, entre os palestinos, tem a coragem de fazer com o Hamas…

    Tu: “Qual o interesse do Irã, em apoiando grupos radicais, destruir Israel? Questões puramente religiosas? Ainda existe espaço para este tipo de argumento sem que haja uma intervenção da comunidade internacional? Isso seria o mais puro absurdo! Sim, porque se a questão for de geopolítica, os EUA têm uma presença muito forte na região e são aliados de Israel.”

    Eu: Zbigniew, eu não consigo mais pensar com ingenuidade. É a idade, talvez… A religião pode funcionar como biombo pra enganar trouxa, mas o que está em jogo, mesmo, é aquilo que sempre foi destacado pelo velho John Reed: poder e dinheiro! O resto é lantejoula e purpurina… Os EUA passaram a apoiar Israel pra contrabalançar a URSS. Depois, o apoio foi mantido pra contrabalançar o Irã. Depois, o Iraque… E la nave va…

    Tu: “Enfim, não sei se realmente querem a paz, incluindo aqui o próprio Israel. Não na conjuntura atual. Pra mim tanto árabes como judeus estão, em última instância, esperando o momento certo para eliminar o outro. Afinal de contas, fazer guerra…”

    Eu: Mais uma vez, Zbigniew, tenta por as coisas numa conta corrente, com débito e crédito.

    Israel não tem interesse em guerra, porque custa caro e o risco é enorme. Israel venceu todas as guerras, de 1948 pra cá, e o inimigo tá aí… Se Israel perder uma única vez, se ferra! Deixa de existir. Vira pó.

    Te põe no lugar de qualquer israelense, e pensa: em tais circunstâncias, tu desejarias, mesmo, uma guerra? Não, né? Nem eles, Zbigniew. Eles são iguais a ti, a mim e a qualquer outra pessoa…

    Sabes qual era um dos componentes do desenho estratégico que a URSS fez pro Egito? Era o componente quantitativo.

    A URSS queria estabelecer uma guerra prolongada, porque sabia que Israel não segura a barra de uma guerra prolongada. Não tem estrutura populacional pra isso. O Egito poderia perder 10 mil homens, mortos ou aprisionados. Na semana seguinte, esse efetivo teria sido reposto. Do outro lado, se Israel perder 1.000 combatentes, será uma catástrofe. O país não tem como repor isso.

    Daí a tentativa, do lado árabe, de estabelecer uma guerra de desgaste. E a tentativa, do lado israelense, de evitar isso a qualquer custo (principalmente se o custo for pra conta do inimigo, né?).

    É por isso que as ações de guerra de Israel são sempre fulminantes, não raro desagradando a setores do próprio país. Agora mesmo, não falta, em Israel, quem esteja protestando contra as ações em Gaza, assim como não faltou quem protestasse, em 2006, contra as ações no Líbano (é bom não esquecer que Israel é uma democracia, e onde há democracia há pluralidade de opinião, né?).

    Pra Israel, de um lado, a sobrevivência do país está sempre condicionada à capacidade de empreender ações fulminantes contra o inimigo. De outro lado, essas ações fulminantes despertam a rejeição e a oposição de setores sinceros, assim como de outros, que apenas ganham a oportunidade de exercitar seu anti-semitismo, mascarando-o com a fantasia hipócrita de sentimentos humanitários.

    Objetivamente, Israel só tem a perder com a guerra. Ele perde mesmo quando ganha…

    Daí porque ele paga praticamente qualquer preço, se houver uma garantia mínima de paz. Quer um exemplo? A paz com o Egito…

  363. Elias said

    Da notícia que o Pax linkou, no comentário # 355:

    “A agência da Organização das Nações Unidas (ONU) que cuida de refugiados palestinos disse nesta terça-feira (29) que encontrou um esconderijo de foguetes em uma de suas escolas na Faixa de Gaza e deplorou aqueles que colocaram o material no local.”

    “O porta-voz da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina, Chris Gunness, condenou os responsáveis ​​por colocar civis em perigo armazenando os foguetes na escola, mas não culpou especificamente ninguém em particular.”

    “`Condenamos o grupo ou grupos que colocaram civis em perigo, escondendo essas munições em nossa escola. Esta é mais uma flagrante violação da neutralidade de nossas instalações. Apelamos a todas as partes em conflito que respeitem a inviolabilidade da propriedade da ONU`, disse Gunness em um comunicado.”

    Ou seja: os filhos da puta estocam armas e munições em escolas e mesquitas. Não avisam a ninguém que estão escondendo armas e munições em escolas e mesquitas. Deixam que crianças se refugiem em escolas que, na verdade, foram transformadas em depósitos de armas e munições.

    Aí, quando Israel explode essas escolas que, na realidade, são depósitos de armas e munições, os filhos da puta se enchem de razões…

    E o Pax ainda quer que eu justifique…

    Justificar o quê, seu doido? Eu quero mais é que os filhos da puta que estocam armas e munições em escolas e mesquitas sejam explodidos. Todos!

    Mas isso é difícil de acontecer, certo? Eles estão sempre e escondendo atrás de velhos, mulheres e crianças.

    São os heróis do Pax…

    Tudo bem. Talvez o Pax não mereça mais do que isso, mesmo…

  364. Patriarca da Paciência said

    Certa vez eu li uma declaração que Hitler teria feito: “Eu nunca tive, nem tenho, nada contra judeus. Apenas no nosso barco só há lugar para nós, alemães”.

    É mais um reforço na tese de que os israelenses adotaram métodos nazistas, ou seja, a direitona nada tem contra os palestinos, apenas não vê espaço que que eles permaneçam vivos.

  365. Pax said

    Meus heróis?

    Elias, que feio isso.

    Tava lendo o Haaretz agora e me deparo com essa deslavada mentira do caro Elias.

    A não ser que me aponte onde disse que os malucos do Hamas são heróis. Aí, sim, talvez esteja louco.

    Ou, caso o Elias não consiga nos apontar onde os chamei de heróis, talvez a gente veja como funciona a verdade de quem defende explodir crianças pra todos os lados. Não só as verdades como o marketing. Aliás tenho acompanhado um bocado essa guerra de marketing, de um lado o Hamas querendo mais e mais fotos e mais fotos — dos fatos — de crianças despedaçadas. De outro a turma que quer provar por a + b que explodir criança se faz necessário e que devemos apoiar.

    Pois sim…

    Por mim que colocassem todos num belo tribunal internacional e que respondessem por seus crimes.

  366. Patriarca da Paciência said

    https://www.brasil247.com/pt/247/mundo/148412/Antrop%C3%B3logo-judeu-denuncia-genoc%C3%ADdio-de-Netanyahu.htm

    …”Muito desta falsa equivalência é culpa dos próprios judeus da “diáspora”, que se alinham imediatamente aos ditames das políticas interna e externa israelense, acríticos, crentes de que tudo que parta do Knesset (o parlamento israelense) é “bom para os judeus”, amém. Muitos judeus diaspóricos se interessam mais pelo que acontece no Oriente Médio do que no seu cotidiano. Veja-se, por exemplo, o número ínfimo de cartas de leitores judeus em jornais de grande circulação, como O Globo, quando o assunto tratado é a corrupção ou violência endêmica em nosso país, em comparação às indefectíveis cartas de leitores judeus em defesa das ações militaristas israelenses nos territórios ocupados. Seria o complexo de gueto falando mais alto?

    Não preciso de Israel para ser judeu e não acredito que a existência no presente e no futuro de nós, judeus, dependa da existência de um Estado judeu, argumento utilizado por muitos que defendem a defesa militar israelense por quaisquer meios, que justificam o fim. Não aceito a justificativa de que o holocausto judaico na Segunda Guerra Mundial é o exemplo claro de que apenas um lar nacional única e exclusivamente judaico seja capaz de proteger a etnia da extinção…””

  367. Pedro said

    Agora há pouco, Hitler fez outra declaração:

    Patriarca, pare de colocar o meu nome em todos os assuntos! Eu não aguento mais. É Hitler isso, Hitler aquilo. Chega! Vá pegar no pé do Stalin, pelamordeus.”

  368. Pedro said

    Pelo menos os Judeus e Palestinos, tem algo em comum. Ambos apoiam o movimento:
    #naovaiterfim

  369. Elias said

    I
    “Certa vez eu li uma declaração que Hitler teria feito: `Eu nunca tive, nem tenho, nada contra judeus. Apenas no nosso barco só há lugar para nós, alemães` É mais um reforço na tese de que os israelenses adotaram métodos nazistas, ou seja, a direitona nada tem contra os palestinos, apenas não vê espaço que que eles permaneçam vivos.” (Patriarca)

    Estás pulando uma passagem, Patriarca. Não é a melhor maneira de debater. A não ser que queiras ficar igual ao Pax…

    Existem aspectos essenciais que tu estás fazendo questão de ignorar.

    Um deles é que Israel só atacou Gaza, depois que o Hamas disparou misseis (foi mais de um míssil, certo?) contra o território israelense.

    A OLP e a ANP não dispararam nenhum míssil contra Israel. Em contrapartida, Israel não está atacando a Cisjordânia, né Patriarca?

    Se tu não consegues ver nenhuma diferença entre essa conduta, e a conduta nazista, realmente nem vale a pena debater…

    De 1948 até aqui, nunca Israel tomou a iniciativa de fazer qualquer ataque aos palestinos sem que isso constituísse revide.

    Pelo contrário, todas as vezes que Israel atacou, foi em represália a ataques feitos anteriormente pelos palestinos ou pelo Hezbollah (que não é formado por palestinos).

    Tanto é que as críticas a Israel têm sempre como eixo a questão da “proporcionalidade”. Sempre se diz que a reação israelense é “desproporcional” à agressão que lhe deu causa.

    Um tanto diferente do que fizeram os nazistas, né Patriarca?

    Israel não age como se, no tal “barco” não houvesse lugar para palestinos. Tanto que não realiza nenhum ataque a Cisjordânia, habitada por palestinos… A menos que haja ataques a Israel a partir da Cisjordânia (o que muito raramente acontece).

    Um tanto diferente dos nazistas, né Patriarca?

    II
    “Não preciso de Israel para ser judeu…”

    Grande novidade… Acabou de inventar o ferro de engomar, o ventilador e a máquina de lavar roupa…

    A singularidade histórico-cultural judaica se manteve ao longo de milênios, sem a existência do país e em circunstâncias infinitamente mais adversas que a atual. Só um consumado paspalho imaginaria que a existência do Estado de Israel tem alguma coisa a ver com a permanência dessa singularidade na história.

    A porra desse antropólogo tá sendo mais ignorante do que o necessário…

    Ninguém — e não apenas ele — precisa de Israel pra ser, se sentir e se reivindicar judeu. Que bosteira! (mistura de besteira com bosta).

    O Estado de Israel não atende às necessidades e/ou conveniências de subsistência de uma etnia.

    O Estado de Israel atende a um projeto histórico e a um direito histórico… E concretiza uma conquista histórica da singularidade histórico-cultural judaica. Só isso.

    É tão difícil, assim, perceber e entender algo tão simples? Um antropólogo não consegue entender isso? Ou é a necessidade de parecer simpático que sobrepõe imundícies demagógicas ao que deveria ser um exercício de elementar raciocínio lógico?

  370. Elias said

    “…apenas um lar nacional única e exclusivamente judaico…”

    Aí o artista partiu pra vigarice pura e simples.

    O movimento sionista jamais condicionou a existência de “um lar nacional única e exclusivamente judaico”. Que, aliás, nem existe!

    A resolução da ONU da qual resultou a proclamação do Estado de Israel, de fato autorizou a criação de DOIS PAÍSES: um deles, de população MISTA, porém de maioria judaica (Israel); outro — aí sim! — de população exclusivamente árabe.

    Se é pra usar o termo “EXCLUSIVAMENTE”, ele se aplica ao país árabe, e não a Israel, diferentemente do que diz esse vigarista (ou, no mínimo, pobre-diabo ignorante, que desconhece a história de seu próprio povo, e, consequentemente, a sua própria).

    E Israel é um país etnicamente misto, embora com maioria judaica, tal como autorizado pela ONU. Os cidadãos israelenses de etnia árabe gozam de plenos direitos, participam do governo (um dos principais diplomatas israelense é de etnia palestina e de religião muçulmana), dispõem de partidos políticos e têm representação no Knesset.

    Quando o sujeito necessita falsificar a história — e falsificar tão grosseiramente, como faz esse pobre-diabo — pra tornar seus argumentos mais aceitáveis a quem já concorda com eles, é porque esses argumentos não prestam pra nada, mesmo…

  371. Elias said

    “`Nenhum país aceitaria foguetes chovendo sobre seus civis, e todos as partes e países têm a obrigação internacional de proteger civis`, disse nesta terça-feira, 22 de julho, em Tel Aviv, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.”

    “Ban, que veio a Israel como parte do esforço – juntamente com o secretário de Estado dos EUA John Kerry – para mediar um cessar-fogo, disse ao primeiro-ministro Netanyahu que a posição da ONU é clara: ´Condenamos fortemente os ataques do Hamas com foguetes, e estes devem parar imediatamente. Também condenamos o uso de residências, escolas, hospitais e outras instalações civis para fins militares´.”

    “O secretário-geral da ONU pediu a Israel ´máxima prudência” para evitar a morte de civis´”.

    O Brasil talvez aceitasse “foguetes chovendo sobre seus civis”, se o país fosse governado pelo Pax…

    Imagino o que esses civis fariam com o Pax, se e quando pusessem as mãos nele…

  372. Pax said

    3/4 dos 1300 mortos são CIVIS ! Crianças, velhos, homens e mulheres que não são responsáveis pelos foguetes errantes. Hoje mais uma escola da ONU bombardeada. Uma hora mentem que o hamas jogou o foguete na vertical, outra que os foguetes foram disparados das escolas atingidas… tá duro.

    Os caras são bons de pontaria e de mentiras. Profissionais qualificados.

  373. Pedro said

    TENSO….

    http://mais.uol.com.br/view/qcji1ffyt7fw/ronald-rios-presencia-bombardeio-na-faixa-de-gaza-04028D9A3470CC895326?types=A&

    E TRISTE

  374. Elias said

    O Secretário Geral da ONU foi lá, viu, e disse o que disse.

    Já o Pax, que nunca foi lá nem foi de lá, fica besteirando no sítio dele, e decidindo o que é e o que não é que ele quer que seja verdade.

    Isso já nem é mais obtusidade política. Isso parece mais problema médico….

    Tá vendo só, Patriarca? Tem que tomar cuidado, senão fica igualzinho ao Pax…

    Três quartos são civis, é Pax? E os 25% restantes, são militares? Tu sabes o posto deles? (Sendo palestino, só pode ser de sargento pra baixo… De oficial subalterno pra cima, fica todo mundo atrás da linha de frente… Alguns quilômetros atrás, de preferência. Se for possível alguns muitos e muitos e muitos quilômetros atrás da linha de frente, porque é necessário que as lideranças sejam preservadas, pra continuar tomando decisões estratégicas da mais alta relevância, como a de estocar armas e munições em escolas e mesquitas. A partir da próxima semana — quem sabe? — vão começar a estocar armas e explosivos em hospitais, maternidades, principalmente, orfanatos e casas de repouso para a terceira idade…

    Esses heróis do Fax são mesmo Poda…!!!).

  375. Daise said

    Em briga de jacu…nhambú não pia.Coisa de mulher de malandro.
    …….

    E pra relaxar, depois de assistir o video sugerido pelo Pedro – muito bom pois captou o triste clima da guerra, voltamos ao humor negro da política brasileira gentilmente nos proporcionado pela companheira dilma, aquela que coleciona ~152 mil (em várias caixas de sapato? ou talvez aquelas maletas pequenas com alça e de pilotos e comissárias de bordo nas cias. aéreas? Pra que? )

    Essa mulher nunca deixa de me surpreender quando não “monitorada pelo prompter do Santana”.

    Além do tema do video “Pérolas e…”repare nas “caras e bocas” e o excesso de “meu querido” ao responder aos repórteres que a visitaram no chá da tarde do Palácio.

  376. Daise said

    GOVERNO INCAPAZ: A CRISE INTERNACIONAL FERROU A GOVERNABILIDADE”

    E por isso ERRAMOS

    Demissão de analista do Santander é hipocrisia

    A três meses da eleição presidencial, o mercado financeiro vive o seguinte drama: metade da equipe de analistas está nervosa porque Dilma diz que a economia vai bem mas sabe que ela está mentindo e prepara ajustes para o caso de ser reeleita. A outra metade da equipe de analistas está nervosa porque Dilma diz que a economia vai bem e sabe que ela acredita mesmo nisso e não preparou nenhum ajuste.

    E Dilma está nervosa porque não sabe se diz que fará ajustes que ainda não preparou ou se prepara os ajustes e não diz. Ou vice-versa.

    Foi contra esse pano de fundo confuso que o Santander enviou aos seus correntistas endinheirados um boletim sustentando a tese segundo a qual o sucesso eleitoral de Dilma potencializará a deterioração da conjuntura econômica. A plateia não viu a cara do autor do texto. Mas o vazamento da análise fez dele —ou seria ela?— o fantasma mais execrado da República.

    O presidente do PT, Rui Falcão, chamou o desconhecido de terrorista. Lula vestiu saia no ectoplasma: “Essa moça não entende porra nenhuma do Brasil”. E endereçou um conselho para Emilio Botín, presidente mundial do Santander: “Ô, Botín, é o seguinte, meu querido: manter uma mulher dessa num cargo de chefia, sinceramente… Pode mandar embora. E dá o bônus dela pra mim, que eu sei como falo.”

    Dilma preferiu o timbre de ameaça. “É inaceitável”, ela disse. “É inadmissível”, vociferou. “Eu vou ter uma atitude bastante clara em relação ao banco.” Emparedado, o companheiro Botín veio à boca do palco para informar que o Santander teria enviado ao olho da rua a pessoa que redigiu o tal informe. Absteve-se de dar pseudônimo aos bois. A sinceridade do gesto é tão confiável quanto o catolicismo do banqueiro que se persígna ao passar pela porta de uma igreja.

    Sendo o percentual de admiração e bondade das casas bancárias e dos operadores do mercado muito reduzido, o melhor a fazer antes de sair por aí dando urros, patadas e destilando ódio contra um fantasma, é reparar no ridículo que permeia a cena. Ganha um cargo de direção no Santander e um troféu de ingenuidade quem acreditar que uma análise de conjuntura chegaria às mãos dos correntistas mais ricos de um dos maiores bancos do mundo com conteúdo alheio ao pensamento da casa.

    Admita-se, para efeito de raciocínio, que a análise anti-Dilma seja obra solitária de um fantasma com CPF e RG. Nessa hipótese, seu crime teria sido o de deitar sobre o papel raciocínios econômicos sussurrados por onze de cada dez analistas de mercado. Seu propósito não seria o de influir no vaivém das pesquisas, mas o de orientar os investimentos da clientela bem-posta do Santander. Uma caciquia que frequenta a tribo dos que conservam algo como R$ 2 trilhões investidos em fundos mútuos no Brasil —o grosso alocado em títulos da dívida pública.

    Essa gente não está interessada na opinião de Rui Falcão, de Lula ou de Dilma. Essa gente quer ganhar dinheiro. E os ganhos aumentam na proporção direta dos desacertos da política fiscal do governo. Funciona assim: o Tesouro gasta mais do que o fisco arrecada. Em vez de apertar o cinto, a Fazenda recorre à criatividade contábil.

    Para cobrir suas despesas, Brasília endivida-se até a raiz dos seus, dos meus, dos nossos cabelos. Não resta ao Banco Central senão elevar a taxa de juros. E ao Tesouro, pagar a remuneração necessária para se manter solvente. Em vez de investir na produção de copos e palitos de fósforos, a tribo dos fundos mútuos investe no papelório do governo. E o PIB definha.

    Nesse ambiente, a tempestade produzida pela análise do fantasma do Santander surte o mesmo efeito de um tablete de Alkaseltzer: é tempestade num copo d’água. O máximo que pode produzir é a migração para outros bancos dos clientes que se julgarem mal aconselhados.

    O que provoca a lipoaspiração dos índices de Dilma nas pesquisas não são as análises do mercado, mas os efeitos que a inflação exerce sobre a rotina dos assalariados e dos beneficiários do Bolsa Família. Esse pedaço do eleitorado está interessado no café com leite, não nos boletins do Santander. Num país inflacionário, seu principal problema é que sobra cada vez mais mês no fim da remuneração.

    Assim, a suposta demissão de um analista-fantasma do Santander é mera hipocrisia. Se a moda pega, haverá desemprego em massa no mercado financeiro.
    Se Lula e o petismo querem mesmo socorrer Dilma, é melhor esquecer os fantasmas e usar o tempo vago para tentar convencê-la do seguinte: atribuir todos os desacertos econômicos à crise financeira internacional é o caminho mais longo entre o projeto reeleitoral e sua realização.

    JOSIAS

  377. Pax said

    O caro Elias nos deve apontar onde disse que os malucos do Hamas são meus heróis…

    Mas fica defendendo a carnificina.

    Como se houvesse justificativas palatáveis para as mesmas. Talvez três civis israelenses morando em terras invadidas.

    Continuo com minha firme opinião, apesar de muitos acharem absurda. Covarde e criminosa carnificina.

  378. Zbigniew said

    Elias, só pra constar,
    Ben Gurion teve q responder por crianças, mulheres e idosos a título de efeito colateral? Alguma escola, residência ou sinagoga foi atingida? Porque, pelos teus relatos, Ben Gurion investiu apenas contra criminosos. Neste caso não há como comparar as situações. Mas Israel não pode tutelar os palestinos, não é mesmo? Eles apenas tiveram o azar de estar ali, no lugar errado, na hora errada.

    O que vc trouxe para esse espaço explica muito da situação complexa q se configurou naquela região. Mas, de forma alguma, justifica a destruição de alvos civis e a morte de inocentes.

    Mesmo pela lógica da guerra há como se poupar vidas civis, principalmente quando uma das partes é muito mais poderosa q a outra, como acontece com Israel.

    Entretanto vc trouxe uma informação muito importante, para uma reflexão profunda. Os palestinos estão divididos, não têm como fazer prevalecer os moderados sobre os radicais e, portanto, ficam a mercê da reação da comunidade internacional e da ação desproporcional de seu maior inimigo.

  379. Daise said

    Z

    A pergunta chave nesta complexa situação, a meu ver, é tal da “proporcionalidade”.
    Qualquer país numa guerra quer matar mais guerreiros inimigos e salvar o maior número possível de seus próprios civis e “guerreiros”.
    E não atender a conceitos absurdos/abstratos de “proporcionalidade” criados para culpar o outro por sua crueldade e incompetência
    Se Israel tivesse atirado o mesmo número de mísseis que o Hamas atira contra Israel, há anos, Gaza já teria sido totalmente destruída.

    O que é revoltante é o Hamas usar escudos humanos (crianças,mulheres e velhos) para se transformar em vítimas para fazer PROPAGANDA ( sugiro investigar o verdadeiro significado da palavra. No Brasil o termo é usado erroneamente).

  380. Pax said

    Elias disse: A OLP e a ANP não dispararam nenhum míssil contra Israel. Em contrapartida, Israel não está atacando a Cisjordânia, né Patriarca?

    Eu respondo: é, não está atacando, só invadindo e tomando.

    Depois de Gaza, advinha onde será a próxima guerra? Quer dizer, guerra não é bem o termo a ser empregado.

    http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/gaza/11001631/UN-spokesman-breaks-down-talking-about-Gaza-child-deaths.html

  381. Patriarca da Paciência said

    “Pelo contrário, todas as vezes que Israel atacou, foi em represália a ataques feitos anteriormente pelos palestinos ou pelo Hezbollah (que não é formado por palestinos).

    Tanto é que as críticas a Israel têm sempre como eixo a questão da “proporcionalidade”. Sempre se diz que a reação israelense é “desproporcional” à agressão que lhe deu causa.

    Um tanto diferente do que fizeram os nazistas, né Patriarca?

    Israel não age como se, no tal “barco” não houvesse lugar para palestinos. Tanto que não realiza nenhum ataque a Cisjordânia, habitada por palestinos… A menos que haja ataques a Israel a partir da Cisjordânia (o que muito raramente acontece).

    Um tanto diferente dos nazistas, né Patriarca?”

    Caro Elias,

    O que eu acho mesmo é que você está profundamente ´possuído pelo “espírito de tribo”..

    ´É um sentimento muito comum quando nossos valores estão sendo postos às provas mais difíceis.

    Como disse aquele grande, enorme e impecável filósofo judeu, ateu, Spinoza: “Quando estamos apaixonados (no sentido de completamente focalizados) em algo, perdemos a noção de tudo que acontece em volta. Só percebemos o objeto da nossa paixão”.

    É por isso que existem as leis. Temos que fazer leis para nos conter, naqueles momentos em que estivermos completamente embriagados por nossos desejos e não reconhecermos os direitos dos “outros”.

    A “reação” de Israel não é apenas desproporcional, é desumana, injusta e intolerável para as pessoas que não estão possuídas pelos sentimentos que movem a direitona israelense e ainda são capazes de sentimentos humanitários.. Várias vozes relevantes de , mesmo dentro de Israel, já estão se manifestando.

  382. Zbigniew said

    Há uma história antes do Hamas.

  383. Guatambu said

    Sentimento de tribo!

    De contador a psicólogo e filósofo!

    Cadê o Pedro pra rir comigo?!

    kkkkkkkk

  384. Pax said

    Vocês riem, eu admiro. “Sentimento de tribo”, isso mesmo, gostei muito da figura de linguagem.

    Direito do caro Elias. Como é o meu de achar que ele vê com distorção, como boa parte dos israelitas e grande parte dos israelenses, a carnificina que se prolonga.

    Grande parte, sim. Caso contrário já teriam chutado a bunda do Bibi pra fora do governo. Não o fazem porque aprovam o que rola.

  385. Guatambu said

    Pax,

    Posso te propor uma tentativa de visão por outro ângulo?

    Vamos ver se a anedota nos ajuda a pensar de uma maneira diferente:

    Imagine que você tenha comprado um terreno no meio de uma favela.

    Nesse terreno você construiu uma boa casinha e sobrou espaço para um quintal, grande, com algumas árvores frutíferas.

    Para levar água e eletricidade até a sua casa, você acabou também levando um pouco de água e eletricidade para algumas casas das favelas.

    Moram na sua casa você, sua mulher e três filhos.

    Em um dado instante, a população da favela começa a ameaçar a sua existência, porque você “invadiu” a comunidade. Mas não invadiu, porque os papeis estão legais, no documento, você é dono de fato do local.

    Você até contratou alguns moradores para trabalhar na sua casa. e convive bem com muitos dos vizinhos.

    No entanto, um pequeno grupo de vizinhos, daqueles que dizem que você “invadiu” a comunidade, jogam pedras nos vidros da sua casa, pulam a cerca e roubam frutas de suas árvores.

    O que você faz?

    Você reclama com a polícia, e a polícia diz que não há o que fazer, porque você não consegue identificar o indivíduo responsável pelas pedras.

    E você reclama denovo, dizendo que não é um indivíduo, mas que é um grupo de indivíduos com uma liderança.

    Mas a polícia diz que não tem o que fazer, porque não há liderança clara. Você pode reclamar com o subprefeito… mas o subprefeito não manda nada na favela.

    E o que você faz?

    Primeiro você começa a construir muros mais altos para evitar os roubos e as pedras. E emite um aviso de que você passará a se defender.

    Depois, ao perceber que as pedras continuam (e já não são só mais pedras porque já estão mais sofisticados), você decide que os muros da sua casa estão muito perto da sua casa… aí você leva esses muros a uma distância maior, para manter as pessoas mais distantes da sua casa.

    A partir desse momento, o grupo da favela emite uma nota no jornal dizendo que você está oficialmente invadindo o terreno deles. E que eles vão atacar a sua casa até destrui-la.

    A polícia continua dizendo que não tem o que fazer.

    Você tem 3 filhos e mulher.

    Você vai sair para negociar com alguém que não se identifica? Para uma liderança que nunca chamou para negociar termo nenhum?

    Você vai se arriscar?

    De jeito nenhum. Você compra uma arma, que é a única coisa que te defende.

    E avisa.

    E quando aguém taca uma pedra na sua casa, você pega o seu morteiro e dispara na direção da pedra.

    Os muros são altos.

    Eles não sabem se a pedra atingiu a cabeça das suas crianças. Mas como você sempre foi precavido, você diz a elas onde ficar na sua casa para elas não serem atingidas.

    Eles são desorganizados, você devolve a pedra com um morteiro, e atinge uma escola da comunidade.

    Aí o país inteiro se revolta contigo.

    Mas desde a construção da sua casa até esse morteiro se passaram 20 anos.

    Ninguém mexeu um palito para te ajudar. Ninguém obrigou o grupo de pessoas a constituir uma liderança que negociasse contigo.

    O que eu quero dizer, Pax, é que tem erros de todos os lados.

    Não sejamos ingênuos de pensar que uma guerra deve ser realizada com princípios, porque nesse nível, já não há princípios há muito tempo.

  386. Patriarca da Paciência said

    É bem isso aí, caro Pax,

    Esses inocentes pensam que sabem tudo, quando na verdade são apenas sabedorrentes, como dizia um professor meu do ginásio !

    Imagina se um vizinho invadir um terreno teu, te dar o direito de se armar com um tanque supermoderno e ir e lá, destruir todas as propriedades do vizinho e ainda matar, não só o vizinho, como também a esposa, os filhos, os amigos e até os compatriotas.

    É bem coisa daqueles filmes C norte-americanos.

    Uma vez eu assisti um em que alguém sequestra a filha do mocinho e o cara simplesmente destrói a cidade inteira do sequestrador.

    Caramba !

    Isso é que é sentimento de justiça !

  387. Guatambu said

    Patriarca,

    Não é isso que dá o direito do MST invadir e destruir propriedades rurais?

  388. Pax said

    Caro Guatambu,

    Tua analogia me parece muito incorreta.

    Todos sabemos que na tal casa, você é quem vai tomando os terrenos da favela, um por um, os invadidos que chamaram a polícia e esta não fez nada.

    Não inverta a ordem das coisas que fica mais bonito…

  389. Pax said

    Ninguém mexeu um palito para te ajudar…. (Guatambu em sua analogia)

    Desde quando EUA, Europa etc é “ninguém”?

    Caramba, que distorção dos fatos!

  390. Patriarca da Paciência said

    “Não é isso que dá o direito do MST invadir e destruir propriedades rurais?”

    Tá, Guatambu,

    então me mostra aí uma estatística de quantos fazendeiros, mulheres de fazendeiros, filhos de fazendeiros, amigos de fazendeiros, vizinhos de fazendeiros, etc.etc.etc. o MST já matou.

    E você sabia que o governo FHC fez um levantamento de terras griladas no Brasil e chegou ao número equivalente a dois estados de São Paulo ? O suficiente para assentar todos os sem-terras do Brasil e ainda sobrar bastante. Mas alguém conseguiu barrar os processos e, até hoje, sequer se ouve falar mais nisso.

    Além do mais, como disse o Pax, foi e é Israel que fica invadindo terras dos outros.

  391. Guatambu said

    Pax,

    Agora estamos conversando.

    Quem garante que é essa a ordem das coisas?

  392. Pax said

    http://blogs.estadao.com.br/tutty/fim-do-mundo-news-23/

  393. Guatambu said

    Patriarca,

    Então agora quem morre mais tá mais certo?

    Significa então que precisamos matar a mesma quantidade de israelenses + 1 para que o mundo passe a acreditar que os israelenses são injustiçados?

  394. Elias said

    I
    “Várias vozes relevantes de , mesmo dentro de Israel, já estão se manifestando.” (Pax)

    Grande merda!

    Israel é uma democracia, Pax. Nas democracias existe a pluralidade de pensamento, e, no que respeita à política, essa pluralidade costuma ser exteriorizada.

    Em que pesem as guerras pela sobrevivência do Estado de Israel, lá não é proibido trabalhar politicamente pela extinção do país (no Brasil, p.ex., que é uma democracia, isso é crime, vulgarmente conhecido como “de lesa-Pátria”). Tu mesmo linkaste um vídeo onde um agitador político, numa rua de Tel Aviv, prega a extinção do Estado de Israel…

    Em Israel o que não falta é partido anti-sionista. Exemplos (de memória): 1 ) BALAD (Assembleia Nacional Democrática), árabe-israelense; 2) HADASH (Frente Democrática Paz e Igualdade), árabe-israelense; 3) TA´AL (Movimento Árabe pela Renovação), árabe; 4) RA´AM, ou MADA-RA´AM (Lista Árabe Unida), árabe, etc. (Em Israel, existem partidos árabes e pró-árabes. Em nenhum país árabe existe partido judeu. Deve ser questão de gosto…).

    Todos esses partidos dispõem de “vozes relevantes”, inclusive dentro do Knesset.

    Atualmente, aliás, uma das “vozes relevantes” mais qualificadas do Hadash é o jornalista e escritor Uri Avnery, que nasceu Helmut Ostermann, e foi, por muito tempo, sionista de extrema direita, membro da Irgum, participante de alguns crimes cometidos por essa organização, defensor da total ocupação militar de Gaza e da Cisjordânia, e de uma “guerra preventiva” para destruição do Egito e da Jordânia, sendo esta “assimilada” por Israel. Depois de velho, talvez arrependido de seus crimes, Avnery abandonou essas maluquices, passou para a esquerda, tornou-se anti-sionista e passou a criticar Israel a propósito do que quer que seja. Hoje, Avnery é um ícone internacional da esquerda. Eu compreendo o esforço dele em tentar apagar ou fazer esquecer a memória de seus crimes passados. Avnery deve ter a consciência pesada, e, no fim da linha, aproximando-se a hora de sua grande viagem, tenta se reconciliar consigo mesmo. De qualquer modo, é uma “voz relevante” do Hadash. Cada um tem a “voz relevante” que consegue ter…

    E, numa democracia, todas as vozes têm o direito de ser ouvidas, mesmo que sejam “vozes irrelevantes” (como a do Pax, p.ex., e a minha).

    Mas não me ligo muito na relevância da voz, Pax. Eu tento me concentrar na relevância do que diz a voz.

    II
    Sei que não adianta pedir, mas, tu, ou algum outro risonho aí, seriam capazes de informar quando foi que Israel tomou a iniciativa de atacar Gaza, Cisjordânia, Jordânia, Egito, Síria ou Líbano, sem ser, antes, atacado por estes ou a partir do território destes?

    É fácil, Pax. É só digitar o argumento em algum site de busca. Se isso aconteceu alguma vez, vai aparecer.

    Sabes quando vais fazer isso? Nunca!

    Pax, tu te tornaste um cara com consciência de rebanho. Tu te contentas em balir repetidamente aquilo que outros formulam, às vezes sem nem saber o que há de consistente no que tu reverberas.

    É só pegar uma caixa de comentários como esta, e ler acima, por amostragem. Tu só repetes o que entendes por ser o senso comum (mesmo quando esse não passe de um contra-senso).

    Exemplo: tu gritaste (baliste, tugiste e mugiste) que Israel estava bombardeando escolas em Gaza. Aí ficou esclarecido que essas escolas tinham sido transformadas em depósitos de armas e munições pelo Hamas… E que o Hamas, criminosamente, havia orientado crianças a que se “refugiassem” nesses locais, sabendo que eles seriam bombardeados (ou seja, o Hamas empurrou as crianças para a morte certa).

    Assim que isso foi noticiado (inclusive depois de checado e denunciado, pessoalmente, pelo Secretário Geral da ONU), paraste de falar nas escolas.

    É a velha técnica de sempre: aquilo que não interessa politicamente ao boi de cabeceira, o rebanho não tuge nem muge…

    Que coisa triste, Pax…

    E tu achas engraçado?

    Tudo bem, porra! As hienas também riem…

  395. Patriarca da Paciência said

    Elias,

    meus comentários estão tão parecidos assim com os comentários do Pax?. Ou será que são os comentários do Pax que estão parecidos com os meus? . Acho que é porque, quando há concordância sobre determinado assuntos, as pessoas falam a mesma linguagem. Quem falou sobre vozes relevantes foi eu. E também acho que é você que está totalmente dominado pelo sentimento de rebanho, ou melhor, de tribo. talvez uma das “doze tribos de Israel”.

  396. Patriarca da Paciência said

    “Então agora quem morre mais tá mais certo?”

    Guatambu,

    acho que você “não está falando coisa com coisa”. Gentileza tentar captar o sentido dos meus comentários.

  397. Guatambu said

    Elias,

    E quem tá rindo sou eu! Mas não rio da tragédia que anda por aquelas bandas, rio da necessidade de vitória do argumento sobre qualquer razão.

    Então acalme-se, você, pela sua experiência devia saber que não vai resolver o problema de ignorância no mundo.

    Deveria sentir-se feliz por tentar minimizar a sua!

    Meu posicionamento segue:

    Nessa história de Israel X As tribos da palestina, quem pensa mais como tribo, são justamente os palestinos.

    Eles que são rachados, reunidos ao redor de facções terroristas que não se conversam

    Eles não definem uma autoridade legítima para negociar

    Eles nem sequer usam o alvará que já possuem para fundar o seu próprio país

    Enquanto não houver um líder legítimo que seja capaz de se responsabilizar pelos acordos e segurar o Hamas e, do outro lado o Hezbolah, Israel tem mais é que se defender mesmo.

    Não se negocia com terroristas.

    O resto é guerra, como qualquer outra, e guerra necessariamente implica em baixas civis, infelizmente. A humanidade foi forjada por esse tipo de maluquice.

    Se o Pax, ou o Patriarca, estão tristes por perceber que nem toda a humanidade é tão evoluída quanto eles gostariam, é uma pena pra eles… eles devem sofrer mais do que o necessário.

  398. Guatambu said

    Patriarca,

    Eu sou obrigado a ler e interpretar, no máximo, de acordo com as normas gramaticais.

    Se vc é poeta, favor, apresentar a sua escola literária para que eu consiga fazer a interpretação de acordo com o seu contexto literário.

  399. Patriarca da Paciência said

    “Se o Pax, ou o Patriarca, estão tristes por perceber que nem toda a humanidade é tão evoluída quanto eles gostariam, é uma pena pra eles… eles devem sofrer mais do que o necessário.”

    Guatambu,

    sabia que este também é o argumento que alguns descendentes de alemães, aqui no Brasil, usam para justificar o nazismo ?

    Eu, sinceramente, considero o povo alemão, pela menos a grande maioria, como evoluído, bem intencionado, organizado, trabalhador etc.etc.etc. Em suma, a Alemanha sempre esteve no topo da civilização da Europa. Como pode, surgir no meio desse povo, uma coisa tão estapafúrdia, grosseira, de ideologia ridícula etc.etc.etc. como o nazismo ?

    Para mim foi justamente o tal “sentimento de rebanho”.

    O povo alemão se viu acuado pelo desemprego, crise econômica, humilhações etc.etc.etc. e partiu para o tudo ou nada, na base, do “o que é bom para o rebanho é bom para todos nós”. E passou a acreditar nas coisas mais ilógicas, desde que “fossem úteis à causa”..

    Então é isso aí, sinceramente, eu não vejo diferença entre o Israel de hoje e a Alemanha nazista.

  400. Guatambu said

    Patriarca,

    E a ideia não se aplica às organizações terroristas palestinas?

    A questão é que, para definirmos quem é o atacante e quem é o defensor, teríamos que definir quem atirou a primeira pedra. Só que nessa disputa não existe pedra, são comportamentos que um povo não aceitou do outro.

    No entanto, podemos ver do ponto de vista de esforço para se colocar um ponto final.

    Até onde eu entendi, houve sempre muito mais esforço por parte de Israel nesse sentido que dos palestinos.

  401. Patriarca da Paciência said

    Uma boa notícia, confirmando a tese de que “não há mal que sempre dure”.

    Agora é oficial: a aposentadoria de Joaquim Barbosa do Supremo Tribunal Federal está publicada no Diário Oficial da União, no decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro José Eduardo Cardozo; sua gestão foi marcada por abusos, agressões a colegas, jornalistas, advogados, entidades da magistratura e, sobretudo, a direitos de defesa assegurados pela Constituição Federal; depois de cumprir um papel lamentável à frente da suprema corte, ele poderá desfrutar a aposentadoria em Miami, num imóvel registrado em nome de uma offshore; nesta sexta-feira, Ricardo Lewandowski será eleito presidente do STF, que poderá, enfim, restaurar a sua dignidade.
    (247)

  402. Elias said

    Foi mesmo, Patriarca!

    Eu me confundeu-se…

    É que o Pax é que tem a mania de dizer “olha o que o jornal israelense disse…”, “um amigo meu, que é petista, acha que o PT…”.

    Ora porra! Eu quero é ver o Pax construir um raciocínio e chegar a uma conclusão que seja dele. Essa mania de papel carbono do Pax dá no saco!

    Além do mais, eu adoro espicaçar gente como o Pax, que vive tentando se manter na média, fazendo média, jogando pra galera…

    “Sentimento de tribo”? Do ponto de vista literal, qual é a novidade? Na origem, de acordo com a tradição, o povo judeu não passa de uma tribo (um “tribão”, resultante da fusão de duas tribos: Judá e Rubem….).

    Além do mais, para quem tem valores, e orienta a própria vida a partir deles, não é novidade ter esses valores submetidos à prova. Essa é a regra. Exceção é quando os valores não são questionados ou postos à prova. Isso sim, é novidade.

    Pra mim, seria muito mais simples e cômodo dar uma de “bonzinho”, e fazer coro à hipocrisia pseudo-humanitária dos que fazem críticas a Israel. Como tu sabes, sou um cara de esquerda. A maior parte das pessoas com quem eu convivo é de esquerda. Tenho amigos de infância que são judeus e de esquerda. E que não economizam críticas a Israel.

    Essas pessoas, de quem eu gosto em proporções amazônicas, ficam profundamente chateadas comigo, por causa do posicionamento político que adoto em relação a Israel. E eu fico triste de vê-los chateados comigo.

    Meu posicionamento não é nada confortável. De um lado, abomino a direita e as organizações de direita, sejam elas brasileiras, israelenses ou venezuelanas. De outro, fui lá, vi, ouvi, refleti e firmei uma posição.

    Resultado: antipatizo com a direita e fico antipatizado pela esquerda.

    É terrível ver Israel destruindo Gaza, agora, assim como foi terrível ver Israel quase destruir o Líbano, em 2006. Mas não dá pra compactuar com a covardia e a irresponsabilidade dos palestinos de Gaza, agora, assim como não deu pra compactuar com a covardia e a irresponsabilidade dos libaneses, em 2006.

    Não dá pra compactuar com o pessoal que permite que o Hamas faça chover foguetes sobre Israel, e depois ficar dizendo: “Não fomos nós, foi o Hamas…”, assim como o governo libanês e os libaneses diziam “Foi o Hezbollah. Não temos nada com isso.”.

    Vi e ouvi um palestino dizer algo mais ou menos assim: “Eles (Israel e o Hamas) que se explodam! Não tô nem aí… Não quero saber de onde o foguete é lançado, nem onde ele cai ou quem ele mata. Tô me lixando pra isso.”. Fiquei espantado quando saquei que essa era a opinião dominante, já que, afinal de contas, os foguetes levam consigo, supostamente, os cartões de visita deles… Tem outros mais que não gostam, não aprovam, mas têm medo de confrontar o Hamas. Preferem fazer de conta que não estão vendo ou que não é com eles…

    Essa pretensa indiferença, fingida ou não, a meu ver, acaba significando um cheque em branco pro Hamas… Que acaba amentando a aposta. Agora, ele chegou ao absurdo de estocar armas e munições em escolas, e, depois, direcionar crianças para que se “abrigassem” nessas escolas.

    É cômodo, a gente passar a conta pra Israel, por ter explodido escolas. Mas, e as pessoas que colocaram armas e munições nas escolas, não têm responsabilidade nenhuma? As pessoas que direcionaram crianças para que se “abrigassem” nessas escolas, sabendo que esses estabelecimentos seriam bombardeados, não têm responsabilidade nenhuma? As pessoas que não retiraram as crianças de dentro das escolas, quando saiu o aviso de que as escolas seriam bombardeadas, não têm responsabilidade nenhuma? E os país dessas crianças que foram usadas dessa forma abjeta, não têm responsabilidade nenhuma? Os parentes, amigos e vizinhos dessas crianças, não têm responsabilidade nenhuma, não se sentem obrigados a fazer nada com relação a quem usou as crianças como bucha de canhão? Quer dizer, então, que o Hamas pode continuar a fazer isso, numa boa?

    Como te disse, Patriarca, meu posicionamento não me é nada confortável. E nem me disporia a mantê-lo, se não estivesse firmemente convencido de que ele é consistente com a História, por mais antipático e duro que ele possa parecer a alguns, no presente e no futuro imediato.

    Num sentido mais paroquial, esse posicionamento só me deixa mal com a minha “tribo”.

    Ou seja, é o exato oposto do que tu e o Pax disseram de mim.

    O “sentimento de tribo”, no sentido em que vocês usaram a expressão, não é o caminho que me conduz. Se me conduzisse, certamente que seria em outra direção… Certamente que mais cômoda, porém, a meu pensar, absolutamente calhorda.

  403. Elias said

    Patriarca,
    Acabei de receber, por e-mail, a página do DOU com a aposentadoria do JB.

    Pra mim, isso significa que o PSDB tá achando difícil derrotar a Dilma.

    Aí os tucanos pressionaram o JB pra antecipar a aposentadoria (a rigor, ele só deveria se aposentar em 2015), porque pretendem usá-lo como cabo eleitoral.

    Com o Aécio se enrolando em escândalos, a coisa promete… Vai ser cocozada voando pra tudo que é lado!

    Estou curioso pra ver o que o saco de maldades tem pro Barbosão, mas acho que, se esse saco for aberto, será depois das eleições (se não abrirem o saco, o Dirceu vai ficar pau da vida…).

  404. Elias said

    “Então é isso aí, sinceramente, eu não vejo diferença entre o Israel de hoje e a Alemanha nazista.” (Patriarca)

    É… Se ignorarmos que os nazistas proibiram toda e qualquer organização ou manifestação política de oposição a eles, enquanto que Israel respeita rigorosamente a oposição e os direitos da oposição. Se não dermos a mínima para o fato de que, em Israel, é possível se fazer manifestações públicas reivindicando a extinção do Estado de Israel. Se ignorarmos que, em troca da paz, Israel entregou aos antigos inimigos, sem nenhuma compensação financeira, áreas que ele havia conquistado e desenvolveu, transformando territórios estéreis em regiões produtivas… Se ignorarmos isso e outras coisas mais, realmente não veremos diferenças entre Israel e a Alemanha nazista.

    Com jeitinho, ignorando certas coisas, também não veremos muitas diferenças entre a Bolívia e a Dinamarca…

    Basta ignorar umas coisinhas…

  405. Elias said

    “E quem tá rindo sou eu!” (Guatambu)

    E foi pra ti que eu mandei o “…algum outro risonho, aí…”.

    No mais, estou sempre calmo, como aquele negão guarda de trânsito, ao abordar um turista sueco, recém chegado (e recém barbeirado, com um automóvel recém alugado), tentando dizer de onde ele tinha acabado de chegar: “Tudo bem doutor: o problema é a infração de trânsito que o senhor cometeu. Mas em sei que o senhor stacalmo e eu também stôcalmo…”.

  406. Guatambu said

    Então por que a violência gratuita?

  407. Pax said

    Caro Guatambu, em #391

    Pax,

    Agora estamos conversando.

    Quem garante que é essa a ordem das coisas?

    A História, caro Guatambu, a História.

    Além da História, caro Guarambu, as inúmeras resoluções da ONU simplesmente desprezadas por Israel.

    —-

    O caro Elias quer que eu escreva da minha própria lavra, as opiniões?

    Que belo argumento.

    O caro Elias tá confundindo a tal pica de aço do mestre de obras a torto e a direito. Sei lá que tanto esse tal mestre de obras afeta o cara.

    Quem copia ideias (quase sempre do mesmo titio) é o velho e bom Chesterton, o rabugento.

    Cá, que me conste, a enorme maioria dos comentários e opiniões que faço, caro Elias do grande mestre de obras, são meus mesmos.

    Mas é claro que o caro Elias está sempre calmo. Freud sempre disse que a função do orgasmo era essa. O que um grande mestre de obras não é capaz!

    =)

  408. Pedro said

    Agora sim…….. todo mundo calminho.

    Vamos a segunda parte do debate, a parte propositiva:

    Como é que se resolve esta encrenca?

    Ou não tem solução mesmo?
    Vamos deixar a turma do Bar Mitzvah e do Barhamas se matando.Até que achem um novo pergaminho, do tempo em que Moisés perdeu a Bússola, dizendo que na verdade, a terra prometida, fica lá pros lados do Piauí.

  409. Pax said

    http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2014/07/31/funcionario-da-onu-cai-em-choro-ao-falar-na-tv-sobre-palestinos-em-gaza-veja.htm

  410. Pax said

    Caro Pedro,

    Me parece que uma solução seria colocar tropas internacionais entre os malucos.

    Tomar boa parte das terras invadidas por Israel, determinar um território Palestino contíguo (tem famílias que não podem se ver porque os check points fazem um inferno essa atividade), abrir os caminhos para os palestinos e bens poderem chegar (nem pescar os caras podem).

    E colocar um tribunal para julgar os crimes de guerra.

    Só que…

    Os EUA lambem o saco de Israel, idem ibidem para a União Européia. Lembem o saco por conta do poder econômico e, também, porque vendem armas para Israel, o maior mercado do mundo é o da guerra.

    O que rola é que esse apoio todo está em questão. Não há genocício que não seja criticado por muitos. E esses caras uma hora precisam de votos…

    A comunidade internacional que se revolta, do meu círculo de amizade 95% critica o governo de Israel nesse momento, e isso pode acabar tendo algum impacto.

    Se é que vai sobrar alguma criança com braços e pernas antes que se chegue a qualquer acordo.

    Pelo visto acho que não…

    As tropas internacionais deveriam sentar fogo em quem quer que desobedecesse a paz imposta.

  411. Daise said

    INTERVALO PARA RIR DAS BOBAGENS DE NOSSA PRESIDANTA

    Dilma na sabatina da CNI: a doutora em preço de gás diz que 13 menos 4 é igual a 7, viaja da Ucrânia para o Japão em menos de um minuto, confunde usina nuclear com furacão e submerge num tsunami

    Na Ucrânia pagam 13 dólares o… o milhão de BTU. Mas.. 4 pra 13 dá sete.. pagam… quanto é que paga? Depois do furacão.. (Uma alma caridosa na plateia corrige a maluquice aritmética: NOVE!). Aliás 4 pra 13 dá 9.. eu tô pensando no furacão Ka.. o furacão não.. em Fugujima (sic)… Como é que chama.. no Japão.. O tsunami…

    Assista:

    http://www.youtube.com/watch?v=ebcyKOh4-yM

  412. Pedro said

    Pax #410, Ok, temos uma proposta.

    Também tenho uma. Quem sabe a Dilma como mediadora, de improviso………, huum, deixa pra lá.

    Teremos outras? Aguardemos……

    …….

    #407, Vai ver, este “sentimento de tribo” ,surgiu, depois que o Googlias começou brincar de forte apache com o Chesterton. :-)

  413. Guatambu said

    Pax,

    Sei não…

    Do Wikipedia:

    On 15 May 1947, the General Assembly of the newly formed United Nations resolved that a committee, United Nations Special Committee on Palestine (UNSCOP), be created “to prepare for consideration at the next regular session of the Assembly a report on the question of Palestine”.[78] In the Report of the Committee dated 3 September 1947 to the UN General Assembly,[79] the majority of the Committee in Chapter VI proposed a plan to replace the British Mandate with “an independent Arab State, an independent Jewish State, and the City of Jerusalem … the last to be under an International Trusteeship System”.[80] On 29 November 1947, the General Assembly adopted a resolution recommending the adoption and implementation of the Plan of Partition with Economic Union as Resolution 181 (II).[81] The Plan attached to the resolution was essentially that proposed by the majority of the Committee in the Report of 3 September 1947.

    The Jewish Agency, which was the recognized representative of the Jewish community, accepted the plan, but the Arab League and Arab Higher Committee of Palestine rejected it.[82] On 1 December 1947, the Arab Higher Committee proclaimed a three-day strike, and Arab bands began attacking Jewish targets.[83] The Jews were initially on the defensive as civil war broke out, but gradually moved onto the offensive.[84] The Palestinian Arab economy collapsed and 250,000 Palestinian-Arabs fled or were expelled.[85]

    On 14 May 1948, the day before the expiration of the British Mandate, David Ben-Gurion, the head of the Jewish Agency, declared “the establishment of a Jewish state in Eretz-Israel, to be known as the State of Israel”.[86][87] The only reference in the text of the Declaration to the borders of the new state is the use of the term, Eretz-Israel.[88]

    The following day, the armies of four Arab countries—Egypt, Syria, Transjordan and Iraq—entered what had been British Mandatory Palestine, launching the 1948 Arab–Israeli War;[89][90] Saudi Arabia sent a military contingent to operate under Egyptian command; Yemen declared war but did not take military action.[91] In the introduction to the cablegram[92] from the Secretary-General of the League of Arab States to the UN Secretary-General of 15 May 1948, the Arab League gave reasons for its intervention.

    E a história segue a partir daí.

    A ideia sempre foi terem 2 Estados.

    Os palestinos não quiseram.

    Eles começaram uma guerra e perderam seus territórios.

    Depois os palestinos perderam o prazo de estabelecimento de um estado.

    E quando se deram conta, um estrago maior para o seu povo havia sido feito, pelas próprias más decisões que tomaram.

    Podemos dizer que os israelenses foram oportunistas? SIM!

    Podemos dizer que a ONU, ao definir peremptoriamente 2 estados na região, foi tendenciosa? SIM!

    A recusa do plano poderia ter sido proposta, formalizada, discutida na ONU. Mas não! A recusa do plano foi a declaração de guerra!

    E agora é Israel que tem que negociar?

    Peraí, né Pax?

  414. Pedro said

    Guatambu, qual o problema de Israel Negociar?
    Em qualquer negócio, os judeus sempre saem ganhando.

    Exemplo de como eles são espertos.
    Lembra do assunto: O Brasil é exportador de frango para os Árabes. Por isso tem a tendencia de ficar, diplomaticamente contra Israel.

    O que os judeus fazem? Isto:

    http://www.plasson.com.br/pt/empresa

    Colocam uma empresa pra vender insumos para os produtores de frango do Brasil.

    To falando, este povo tem bala na agulha, em todos os sentidos.

  415. Elias said

    “A História, caro Guatambu, a História.” (Pax)

    Que história, doidim?

    E cadê que tu disseste quando foi que Israel atacou Gaza, ou Cisjordânia, ou Jordânia, ou Egito, ou Síria ou Líbano, sem antes, ter sido atacado?

    O que é que a tua “história” diz disso, doidim?

  416. Pax said

    http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Assentamentos_israelenses

  417. Pax said

    Na TV agora passando a eficiência do exército israelense. Mandam um tiro de obus. Esperam as ambulâncias chegarem e mandam outro.

    Matam mais com menos tiros.

    Aprenderam com os tertoristas.

    Já que o papo é exterminar, nada como aumentar a eficiência. Ainda mais que as crianças sempre correm pra ver as cenas com ambulâncias,

    É disso que estamos tratando, afinal.

  418. Daise said

    CESSAR FOGO! PARA RIR…

    SUPLICY ESCOLHE SEMPRE SER RIDÍCULO

    Vinte e quatro anos de mandato, e finalmente os paulistas descobriram uma função para o senador Eduardo Suplicy (PT): carregar Alexandre Padilha nos ombros. Como vocês viram, durante uma caminhada ontem, em São Paulo, o senador, aos 73 anos, carregou nos ombros o candidato ao governo de São Paulo. Demonstrou, sem dúvida, que muque o antigo lutador de boxe ainda tem. Que serventia tem isso para o Estado que ele representa no Senado? Ninguém até agora descobriu. Ele é dado, assim, a práticas inusitadas: canta rap no Senado, veste cueca por cima do terno, vai dormir em acampamento de sem-terra… Caso não se reeleja, tem uma carreira promissora no mundo do entretenimento.

    Romulo Arantes

  419. Pax said

    Terra Arrasada: Telecomunicações

    Sob intenso tiroteio as vítimas das comunicações brasileiras não encontram mais abrigo. São corpos despedaçados lançados aos leões sedentos de sangue.

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-07/decisao-isenta-empresas-cumprir-obrigacoes-que-favorecem-consumidores

    (um pequeno exemplo: caseiro usa um telefone fixo daqui, nosso. Pagamos a assinatura que lhe garante um bom pacote de ligações fixo-fixo. Ele paga o que consome a mais, suas ligações fora do pacote. Este mês a conta veio de modo que lhe tirou o de comer. Até agora não cobrei, não acho que fazer uma família com pai, mãe e duas filhas mereçam esse tratamento. Fui ver com ele. Boa parte da conta ligações para celulares da região, da família da esposa. Ao invés de ligarem para fixo (dentro do pacote que eu pago) ligam pros celulares. Metade do extrapolado – por volta de R$ 200,00 – por essa demanda “criada”, “inventada”. Propaganda toda hora, ligue, é baratinho etc e as vítimas caem. A outra parte, a outra metade do extrapolado, ligações interurbanas para celular, para Bahia. Para a família do caseiro. Perguntei porque ele não ligava pelo fixo. A resposta é simples, direta, e mostra a canalhice geral: “porque lá onde eles moram não tem telefone fixo, só celular”. As operadoras se fartam com os mais pobres. O ministro das Comunicações? O Paulo Bernardo? Ora, sei lá, pergunte pro André Vargas. A Anatel? Ora, sei lá, perguntem pro Paulo Bernardo). Terra arrasada.

  420. Guatambu said

    Pedro,

    Se Israel achar que deve, quem sou eu pra julgar… mas sinceramente, acho que negociar com terroristas é legitimar um poder perigoso demais.

  421. Guatambu said

    Enquanto nós estamos discutindo Israel e Palestina, a água não está batendo na bunda do Alckmin… deve ser por isso que o maledetto não faz nada.

  422. Pax said

    Ontem apareceu o embaixador de Israel nos EUA declarando que 2/3 dos israelenses vivem dentro de bunkers…

    Não existe outra palavra para definir o que ele disse melhor que: MENTIRA.

    Deslavada mentira.

    Ontem apareceu o porta voz do exército de israel (vou escrever em minúscula mesmo) dizendo que “estão averiguando” o caso de mandar um petardo de obus num mercado cheio de gente querendo comprar o que comer neste inferno que virou Gaxa, atrair ambulâncias e pessoas que foram ao socorro dos feridos e aí vem um segundo ainda mais potente causando ao total 17 mortos e dezenas de feridos.

    Algo como nossas polícias que alegam que as mortes de inocentes por aí são “confronto” com meliantes e que vão apurar melhor.

    Tá duro. Tá doloroso demais. Tá covarde demais. Tá mentiroso demais. Tá inaceitável demais.

    Carnificina cruel. Estão varrendo do mapa tudo que se move por lá, mentindo e mentindo.

    Espero estar vivo e um dia ver essa Bibi e seus comandantes no banco dos réus por seus crimes. Não são crimes de guerra. Aquilo não é uma guerra.

  423. Elias said

    Pax # 416

    Esse é o teu exemplo de “história”?

    Então Israel tem que devolver as colinas de Golan pra Síria?

    Pax, és um pândego!

    Que tal os EUA devolverem o Texas, o Novo México, a Califórnia e o Arizona para o México?

    A Síria perdeu as colinas de Golan na “Guerra dos 6 Dias”, DEPOIS que as tropas sírias bombardearam Israel, a partir das colinas de Golan (e invadiram Israel, né mesmo?).

    Aí as tropas israelenses tomaram Golan, na porrada! Os sírios debandaram ou se entregaram sem luta (por ironia, algumas guarnições de tanques israelenses pintaram na carcaça destes a expressão “Expresso para Damasco”…

    Houve divisões sírias inteiras, que foram quase que totalmente capturadas sem luta. Os caras simplesmente se entregaram. Tinham sido deixados às feras pelos seus comandantes, que fugiram. Aliás, alguns oficiais sírios jamais apareceram no campo de batalha: comandavam suas tropas à distância, naquilo que, na caserna, chama-se “PCR” (Posto de Comando Recuado)… Mais apropriadamente: Para Covardes e Relapsos.

    Na guerra do Yom Kippur, Golan teve que ser reconquistada, desta vez com muita luta e muita perda de vida, não graças aos sírios, mas devido ao heroísmo de uma divisão jordaniana, de primeiríssima linha, que, infelizmente, acabou sendo destroçada pelas tropas israelenses. Poucos anos antes, essa mesma divisão tinha segurado a barra da Jordânia, repelindo uma invasão síria que pretendia depor o rei jordaniano e instalar no país uma ditadura pró-Síria. Essa divisão — treinada pela Inglaterra — merecia destino melhor, do que ser esmagada defendendo aqueles que tentaram invadir e subjugar seu país…

    Agora, o Pax acha que Israel deve devolver Golan à Síria.

    Sei… Depois de ter vencido 3 guerras, Israel deve devolver Golan aos sírios, para que estes possam ter uma base de lançamento de mísseis sobre o território israelense…

    Quem sabe, a Síria poderia arrendar Golan ao Hezbollah, né não?

    Arrendar, não, porque custa dinheiro! Israel devolveria Golan à Síria, e esta celebraria com o Hezbollah um contrato de cessão territorial em regime de comodato, sem ônus para as partes.

    Concordo, desde que o Hezbollah construa um picadeiro para o Pax se apresentar 3 vezes ao dia, com chapéu de cone, nariz de bola, cara pintada de vermelho e branco, sapatão e macacão grandão, quadriculado… “Hoje tem marmelada? Hoje tem goiabada?….”

    Só não é engraçado, porque é completamente idiota…

  424. Pax said

    De novo o caro Elias usando falácias argumentativas.

    Onde disse que Israel deve devolver Golan? Que os EUA devem devolver o Texas?

    Aponte para não ficar tão explícita a falácia dos argumentos.

    Engraçado que são os mesmíssimos argumentos de uma turma conhecida.

    Uns chegam ao cúmulo de dizer que devemos devolver o Brasil aos índios.

    Enquanto explodem mais algumas crianças….

    Enviada do meu iPhone

    >

  425. Pax said

    confesso que ficaria envergonhado, caso vestisse camisa 13

    http://noticias.r7.com/brasil/com-a-presenca-de-dilma-templo-de-salomao-e-inaugurado-em-sao-paulo-01082014

  426. Elias said

    “De novo o caro Elias usando falácias argumentativas. Onde disse que Israel deve devolver Golan? Que os EUA devem devolver o Texas? Aponte para não ficar tão explícita a falácia dos argumentos.” (Pax)

    A alusão ao Texas, Arizona, etc., foi feita sob a forma de PERGUNTA (tanto que, ao fim, tem um ponto de interrogação, certo?), para estabelecer uma analogia. O mundo está cheio de exemplos de territórios que, por obra e graça de operações de guerra, passaram de um país para outro.

    Ficam os avisos, Pax:

    AVISO 1: sempre que tu encontrares um ponto de interrogação (este aqui: ?), ao final de uma frase, trata-se de uma INTERROGAÇÃO, uma PERGUNTA, e não de uma AFIRMAÇÃO.

    AVISO 2: uma INTERROGAÇÃO ou PERGUNTA, é, sempre, o exato oposto de uma AFIRMAÇÃO. (Se for preciso explicar o que significa “exato oposto”, é só dizer…).

    Mais um exemplo? A região de Atacama, que era da Bolívia (e, um pedacinho, do Peru). O Chile meteu a porrada nos dois — Peru e Bolívia — e ficou com Atacama até hoje, no caso, pra ficar com os imensos depósitos de guano, que vem a ser merda de pássaro solidificada ao longo de milhares de anos, e que dava um bom dinheiro na Europa, onde era (e ainda é) usado como adubo de alta qualidade.

    Daí o ressentimento que os bolivianos cultivam, ainda hoje, contra o Chile (e contra a Argentina, que traiu a Bolívia; na hora do vamos ver, apoiou o Chile). Daí, também, o xodó que os bolivianos têm pelos brasileiros: o Brasil garfou o Acre, que era da Bolívia, mas indenizou (graças aos esforços do Barão do Rio Branco, então Ministro das Relações Exteriores do Brasil (governo de Rodrigues Alves), e de seu principal operador político, o paraense Enéas Martins, que também bateu martelo nas discussões de fronteiras com o Peru e a Colômbia. O Barão dizia que, nas questões territoriais, o negócio era ficar com as terras, sem se preocupar muito com economia de dinheiro. Sua palavras: “Dinheiro a gente repõe. Terra não”. Ele tinha razão: poucos anos depois de pagar pelo Acre, o Brasil recuperou toda a grana que investiu (na indenização e na malfadada ferrovia Madeira-Mamoré), só com a venda de látex extraído do Acre…

    A guerra que opôs Chile, de um lado, e Peru e Bolívia, de outro, é historicamente conhecida como “Guerra do Pacífico”. Digita no Google, que deve ter alguma coisa lá…

    Porra, Pax!

    Se tu consideras ilegais os assentamentos judeus em Golan e na Cisjordânia, segue-se, por dedução lógica, que defendes a devolução dos respectivos territórios.

    Se não é isso, caceta, então explica o que tu queres dizer com essa conversa de bêbado.

    De cara, vou te dizer pra tirares teu cavalo doido da chuva, com relação a Golan. Jamais será devolvido a Síria, até porque, com a Síria, ninguém garante nada. Sai um ditador, entra outro. A coisa pega internamente, ele resolve desviar a atenção pra fora, e… Tome porrada em cima de Israel, de cima de uma belíssima plataforma natural de lançamento.

    Eu até gostaria de ver uma tentativa com a Síria, desde que os escudos humanos fossem os milhares de papagaios que, ao redor do mundo, currupacopapacopapaqueiam essa cantilena pseudo-pacifista.

    Vocês todos seriam ajuntados num balaio só, e seriam colocados bem no centro dos alvos dos mísseis sírios. Se nunca acontecesse nada, beleza! Seria a paz, enfim. Se acontecesse, pelo menos o mundo ficaria livre dos papagaios e de seu eterno, estéril, chatérrimo, burro e emburrecente currupacopapacopapaquear…

    Pax… Dá o pé, dá…

  427. Daise said

    PUTZ

    >> Vocês todos seriam ajuntados num balaio só, e seriam colocados bem no centro dos alvos dos mísseis sírios. Se nunca acontecesse nada, beleza! Seria a paz, enfim. Se acontecesse, pelo menos o mundo ficaria livre dos papagaios e de seu eterno, estéril, chatérrimo, burro e emburrecente currupacopapacopapaquear…

    Pax…Dá o pé, dá…>>

    L O L.

  428. Daise said

    Hehehe

    LOL O Pax…achou o seu “Reinaldo Azevedo” particular (e cada vez fica mais “arara”)
    O Elias rsrsrs
    (e talvez comece a raciocinar fora do bando. É difícil)

    Mas o livre arbítrio é essencial.
    Chega de papagaiadas e julgamentos bando- ideológicos.

  429. Patriarca da Paciência said

    Quem diria que os próprios judeus terminariam por justificar o holocausto ?

    É bem isto que está acontecendo.

    Se os judeus tem o “direito” de fazerem o que estão fazendo com os palestinos, os alemães também tinham o todo “direito” de fazer o que fizeram com os judeus.

  430. Pax said

    Exército de Israel avisou que ia bombardear, para as pessoas saírem de suas casas…

    Correram para a escola da ONU em Jabaliya…

    E aí?

    Aí o exército de Israel bombardeia a escola.

    http://www.theguardian.com/world/2014/jul/30/gaza-un-school-shelling-jabaliya

    Que beleza. Que coragem desse exército israelense. Os caras são bons no que fazem.

    E a imprensa americana, repetida ad nauseam para que todos entrem no mantra: “Jamais vamos perdoar os palestinos por nos fazerem matar suas crianças”.

    Ora bolas, a imprensa americana…

    http://www.theguardian.com/commentisfree/2014/jul/31/american-media-israel-bias-netanyahu

    Em alguns trechos

    1 – o ministro da economia, do mais poderoso partido da direita de Israel: “Farei tudo que posso com meu poder para que os Palestinos nunca tenham um Estado”.

    2 – outro: “Eu quero o máximo de terras com o mínimo de palestinos”.

    leiam por aí, tá explícito

    http://www.jpost.com/Diplomacy-and-Politics/Netanyahu-fires-Deputy-Defense-Minister-Danon-who-was-highly-critical-of-Gaza-strategy-362930

    é muita mentira, uma atrás da outra.

  431. Pax said

    Nem sabia que o Alckmin paga por seguidores no Facebook, imaginem só, nem vem do PT que também usa seus truquinhos, veio mesmo do Skaf.

    Pior que as opções em São Paulo são as do Rio, Crivella, Garotinho e Pezão.

    a política brasileira chegou ao fundo do poço?

    creio que não.

    agora em Paraty, tava lendo notícias da Flip, ao lado do aeroporto dos jatinhos dos magnatas, duas favelas,

    uma do PCC e outra o Comando Vermelho do Rio invadiu

    essa será a nova política nacional

    na verdade já é

    é que uns andam disfarçados, colarinho branco

    ou outros só cheiram o branco mesmo e vestem suas milícias oficiais

  432. Patriarca da Paciência said

    E o rola-bosta Demétrio Magnoli, assim como o reinaldo rola-bosta:
    , “nega o “uso abusivo” do termo “genocídio” para classificar os ataques de Israel contra a Faixa de Gaza, segundo ele, com o propósito de “identificar Israel ao nazismo”, e chama de “antissemita polido” os que têm feito críticas aos bombardeios que já deixaram mais de 1,4 mil mortos do lado dos palestinos” (247).

    Tudo “Não passa de camuflagem do ódio aos judeus”, afirma..

    Agora me digam, quem está interessado em sentir “ódio gratuito” pelos judeus ?

    Alguém se sente bem em viver contaminado por ódio, um dos sentimentos mais nocivos que existe, em todos os sentidos ?

    E o rola-bosta descobre também que o antissemitismo é uma “doença”.

    Agora me digam aí, existe alguma culpa em alguém ser doente ?

    Os argumentos da “ação” do Bibi não apresentam a mínima das mínimas consistências.

    Agora me digam aí, onde está o “direito” de Israel, diante do sequestro e morte de três pessoas, de simplesmente destruir várias cidades, assassinar milhares de pessoas, ferir e deixar sem abrigo perto de um milhão de pessoas ?

    Só mesmo lógica de louco.

  433. Pax said

    o que a religião faz…

    com seus pastores

    que hoje todo mundo vai lamber o saco

  434. Patriarca da Paciência said

    Já pensou se quando os bolivianos se apossaram da refinaria da Petrobrás, as forças armadas do Brasil invadissem a Bolívia, matassem milhares de bolivianos, destruíssem várias cidades, etc.etc .etc. ?

    Isto foi o que a direitona brasileira “exigiu” do Lula .

    Mas qual foi o procedimento do Lula ?

    Não, gente, eu não sou igual ao Bush. Eu não vou sair por aí destruindo países. Vamos sentar em volta de uma mesa e negociar. Certamente encontraremos alguma solução.

    A Bolívia, em relação ao Brasil, equivale o mesmo que Palestina em relação a Israel.

    Foi a Bolívia que “agrediu” o Brasil, logo, todo a direitona e, principalmente o PIG, ficariam ao lado de Lula em tal “procedimento”.

    Mas o Lula se negou a seguir os ditames do PIG. Lula preferiu seguir sua consciência e não angariar as benesses do PIG.

    E estamos aí, em paz com nossos vizinhos e a Bolívia não foi destruída.

  435. Patriarca da Paciência said

    Era uma vez uma vítima, do bem, não raro rica, bonita, aristocrata e que não trabalha, violentada por uma pessoa do mal, pobre, feia e comum. A trama se desenrola com a chegada de um herói, sempre galante, que salva a princesa do mal, roubando (sic) seu coração. E todos vivem felizes para sempre. O enredo dos contos de fadas é banal, cativante e canalha. Arregimenta um modo de compreender o mundo que, depois, na vida adulta, continua a fazer vítimas. De todos os lados. Boa parte da população esperando um salvador para viver feliz para sempre. Para tanto, os malfeitores devem ser expulsos, enxovalhados e presos. Para sempre. O viveram felizes para sempre exclui quem não compactua com a felicidade dos detentores da narrativa.

    Nesse contexto, além das agências de controle, na sua missão de garantir o status quo e os privilégios, nos últimos tempos um protagonista mais soft exerce a missão do entretenimento com a adesão matreira ao modelo de exclusão: certa parcela da mídia. O programas escorre-sangue, na aparência buscam informar, mas no fundo, legitimam a estrutura e faturam. O crime virou produto a ser vendido e consumido por uma população ávida por entretenimento. E os produtos podem ser desde monstros atrozes como policiais (confira aqui). Todos podem ser tragados pela máquina de produzir medo e pânico. A distinção entre medo e pânico é fundamental. Enquanto no medo ficamos em alerta, no pânico a razão não participa e assumimos a lógica do extermínio, do inimigo. Esquecem que estes meios não estão trabalhando com personagens de filme ou novela, mas sim, produzindo efeitos reais, criando estigmas em pessoas que jamais serão esquecidos. Por isso deixamos de ter a mídia acompanhando os julgamentos, mas fazendo o julgamento preliminar, sem garantias, nem contraditório. Dito diretamente: deixaram de se limitar a informar, e sim, passaram a tomar partido, investigar por conta própria, julgar e condenar, sem respeitar o princípio do contraditório, dando voz a parte contrária.

    Através dessa curiosidade do público, os meios de comunicação se aproveitam para bombardear os noticiários com espetáculos circense-criminais tão apenas para alcançar maiores índices de audiência[i]. Este jornalismo espetáculo tem exercido um poder de construção da realidade, criando pessoas incapazes de contestar, garantindo assim sua “verdade absoluta”. Essa ampla divulgação e o superdimensionamento de fatos episódicos e excepcionais sobre os crimes escolhidos pela mídia, conforme expõe Salo de Carvalho[ii] acabam por aumentar a vontade de punir que caracteriza o punitivismo contemporâneo.

    Então, para legitimar estas ações, os meios de comunicação criam ideias de que “todo bandido deve morrer”, de que “temos que aumentar as penas dos crimes”, “criar leis mais rígidas”, “instituir a pena de morte”, ou quem sabe, “jogar uma bomba nas favelas”. Este discurso dos meios de comunicação legitima um punitivismo (populista) excessivo e a exclusão social, como se essas atitudes fossem a única forma de devolver a imaginária paz que, ademais, nunca houve.

    Neste momento é que entra em cena a atuação do denominado “Sistema Penal Subterrâneo”, pelo qual, conforme Eugenio Raúl Zaffaroni[iii] trata-se do poder punitivo que exerce atividades ilícitas, ou seja, “que institucionaliza a pena de morte (execuções sem processo), desaparecimentos, torturas, sequestros, roubos, saques, tráfico de drogas, exploração de jogo, da prostituição, etc.” que, embora negado, tem sua existência reconhecida em todos os sistemas penais. Aliás, alimenta-se dele. É um círculo vicioso.

    Este inimigo, por ser considerado ameaça, faz com que o estereótipo deva ser exterminado e, por via de consequência, tolera como necessária qualquer ação ilícita por estas agências policiais, na modalidade imaginária da legítima defesa, sem importar a magnitude do dano que foi provocado ao “inimigo”[iv] Mas o que me importo? Afinal, eu não sou o inimigo. Até quando veremos o espetáculo do crime da nossa poltrona e ganhando calorias? Um dia a coisa vira e se as garantias democráticas não mais existirem, em nome da necessidade, por uma falsa informação, como de você ser pedófilo – caso de uma dona no litoral paulista – espero que tenhas a sorte de conseguir fugir. A fofoca não poderia ter sido com você? Daí a importância do Processo Penal e da presunção de inocência de todos. Mas nos achamos, ingenuamente, sempre longe do risco.

    Certo é que esta seleção deveria seguir padrões éticos e profissionais, mas, no entanto, a mídia tem se interessado apenas nos altos índices de audiência, utilizando-se do uso do sensacionalismo através do sangue, sexo e crime, fatos estes que fascinam. E melhor se forem ‘bárbaros’, por não envolverem disputa, pois ao invés de dividir – todos querem Justiça! – formarão consenso sobre a pena, e interessar à população jogada na inautenticidade do a gente, podendo ocasionar mobilizações em prol do único remédio conhecido – por eles – para conter a ‘chaga do crime’: cadeia neles!, se possível linchamento em praça pública, com hora marcada, fogueira, enxofre, muito sangue e patrocinadores a peso de ouro, retomando-se o suplício do corpo dos condenados[v].

    Assim, satisfazendo o desejo do povo por “pão e circo”, fazem crescer o medo e a insegurança em razão da “desinformação” trazida por estes meios de comunicação. Esta avalanche de informações, conforme Merton e Lazarsfeld, chega a criar uma “disfunção narcotizante”[vi], qual tira a energia dos telespectadores e fazem com que a participação ativa que tinham na sociedade se transforme apenas em um mero conhecimento passivo, ou seja, segurando o controle e babando, sem agir, na poltrona de sua casa em frente à televisão. Assim, os meios de comunicação expõem de forma indevida a imagem os acusados, criando um grande espetáculo em torno do fato ocorrido, gerando assim uma reprovação social. Desta forma, os acusados são rotulados e estigmatizados pela sociedade[vii].

    Para finalizarmos, nos limites que nos propomos, cabe dizer, com Noam Chomsky, que a propaganda criminal fabrica consenso e produzir o efeito conduzir “massas estúpidas para um mundo em que serão incapazes de compreender nada por si mesmas.”[viii] A sensação de (in)segurança é percebida por diversos fatores, especialmente o ambiente e pelas coordenadas simbólicas, no caso, manipuladas pela mídia escorre-sangue. A sensação é fomentada ou garantida por dois fatores em sincronia: mídia e mercado[ix]. Nenhuma novidade. Mas há uma lógica por detrás de tudo isso, na medida em que tornam a realidade um lugar perigoso para sujeitos sem um herói protetor que, em nome da salvação das vítimas, pode tudo, sem regras, nem limites. O rebanho domesticado e desconcertado, como diz Chomsky, espera avidamente por seu salvador.

    O conto de fadas em que tudo termina bem e felizes para sempre é uma alegoria infantil, gregária ao mundo adulto, fomentadora da extrema audiência e sedução que os programas se apresentam atualmente. Com a ilusão necessária e simplificações ingênuas, boa parte sorri com a prisão de qualquer um que ameace a instável paz inventada pelas agências de segurança, até a próxima edição do mesmo programa, no qual novos personagens precisam ser fabricados para o show da manipulação possa continuar. Sorria, vale a pena se distrair com o medo permanente. Ele evita que você pense. Mas você é livre para se entorpecer, embora critique outros usuários de drogas. Como diz Flávio Kothe: “Tudo se faz para que ninguém saia do seu estado de engano. Quem tem ‘juízo” continua mergulhado nas sombras da écran, de boca aberta esperando as promessas de um programa após o outro, dia após dia, noite após noite, feito um zumbi, vegetando ao deus-dará até completar a sua morte.”[x]

    Alexandre Morais da Rosa é Doutor em Direito, Professor Universitário (UFSC e UNIVALI) e Juiz de Direito.

    Diego Augusto Bayer é doutorando em Direito Penal pela Universidad de Buenos Aires. Professor de Penal e Processo Penal na Católica de Santa Catarina. Organizador e um dos autores da obra Controvérsias Criminais: Estudos de Direito Penal, Processo Penal e Criminologia. (Estudos em homenagem ao Prof. Dr. Eugenio Raúl Zaffaroni). Advogado Criminalista.

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  436. Patriarca da Paciência said

    Comentário 433,

    caro Pax,

    pela aparência dos apresentadores, esse vídeo deve ser bem antigo. Como que uma prova incontestável dessa, cabal, real e concreta, até hoje, não produziu nenhum efeito ?

    Será que é por interferência dos “antigos profetas” ?

    Realmente “há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia.”

  437. Patriarca da Paciência said

  438. Elias said

    “A Bolívia, em relação ao Brasil, equivale o mesmo que Palestina em relação a Israel. Foi a Bolívia que “agrediu” o Brasil, logo, todo a direitona e, principalmente o PIG, ficariam ao lado de Lula em tal “procedimento”.” (Patriarca)

    Patriarca, que loucura é essa?

    Esse tipo de doidice-muito-doida-e-inconsequente é monopólio do Pax…

    Brasileiros invadiram o território boliviano. Em vez de procurar os caminhos devidos, a Bolívia resolveu sair pro pau. Aí os caras reagiram, e meteram a porrada nos bolivianos… A Bolívia insistiu em resolver a questão à bala. O próprio presidente boliviano, que era general, assumiu o comando das tropas miguelitas e partiu pro ataque aos brasileiros. Estes uma vez mais baixaram a porrada nos nossos irmãos miguelitos, aí incluído o presidente miguelito, que meteu o rabo entre as pernas e voltou pra La Paz, a capital miguelita, derrotado, humilhado e lambendo as feridas.

    Por trás (epa!!!) desse negócio todo, estava o governo do Amazonas, que, discretamente, enquanto fazia cara de paisagem, abastecia os brasileiros do Acre com armas, munição, suprimentos em geral e grana. Estávamos no “boom” borracheiro, e o Amazonas era um dos estados mais ricos do Brasil. Logo depois do Pará. A renda média no Pará e no Amazonas era mais alta que nos EUA, na França, na Inglaterra… Então, dinheiro era coisa que não faltava… Já o pessoal do Acre era formado, predominantemente, por nordestinos, que tinham vindo pra Amazônia para o tudo ou nada. Se aparecesse na frente deles o próprio diabo, armado de metralhadora, eles enfrentariam a porra do Anhanga armados de canivete e baladeira… Imagina se eles iram amarelar pros miguelitos bolivianos… E, sem dinheiro, esse pessoal já era o que era, imagina com…

    Cansados de pegar porrada, os bolivianos resolveram conversar. E, aí, puderam desfrutar da generosidade do vizinho grandalhão, que, a bem da verdade, está sempre cheio de amor pra dar… É só o vizinhozinho miguelitinho se colocar em posição (epa!epa!epa!!!) de receber. Foram pagos, e muito bem pagos. Se os generais miguelitos meteram a mão e ficaram com a maior parte da grana, isso é problema miguelito, com o qual não temos nada a ver… Temos nossos próprios ladrões com que nos preocupar, e, a bem pensar, não nos faria mal nem falta se exportássemos alguns milhares deses ladrões para as pátrias miguelitas que nos circundam.

    Foi por aí, viu Patriarca?

    O Brasil garfou, sim, mas pagou, e muito bem pago. Quem garfou sem pagar foram os miguelitos chilenos, que, por falar nisso, contaram com a traição dos miguelitos argentinos argentinos, e também dos miguelitos peruanos, os quais abriram gentilmente as pernas pros miguelitos chilenos, mais do que o necessário e mais cedo que o compreensível. Enfim, eles, que são miguelitos, que se entendam… Ou se desentendam, se estuprem e se matem… Pra mim, tanto faz!

    Mas, já que tu disseste o que disseste, me ocorreu que os palestinos bem que poderiam se cansar de levar porrada, e partir pra conversar.

    Tenho certeza de que eles se sairiam melhor.

  439. Elias said

    “Já pensou se quando os bolivianos se apossaram da refinaria da Petrobrás, as forças armadas do Brasil invadissem a Bolívia, matassem milhares de bolivianos, destruíssem várias cidades, etc.etc .etc.?” (Patriarca)

    É… Mas, se em vez de “se apossar” (eles indenizaram, viu Patriarca?) da refinaria, os bolivianos tivessem disparado uns mísseis em cima do Brasil… E, se pelo menos um míssil miguelito caísse perto da tua casa…

  440. Patriarca da Paciência said

    Caro Elias,

    esse caso da refinaria da Petrobrás é bem recente e todos se lembram do que os jornalões e, principalmente, os rola-bostas da ativa, andavam falando: ” O Brasil está se agachando para o cocaleiro”. “Cocaleiro humilha o Brasil”. “Um país grande como o Brasil não deve ser curvar à vontade de um cocaleiro”. “O Brasil deve reagir com “energia”. etc.etc.etc.

    O PIG martelou meses nessas “grandes teses”. E o Lula resistiu bravamente e disse literalmente, “Eu não vou fazer como o Bush, sair por aí destruindo países”.

    E o Brasil negociou com a Bolívia e todos estamos em paz.

    E foi por isso que a Bolívia indenizou o Brasil.

    Conforme mapa, já postado aqui, Israel está simplesmente se apossando de toda a Cisjordânia e não está indenizando nada. Praticamente por toda a Cisjordânia já há “colônias judaicas”.

    Você acha que isso é “gesto amistoso”?

    E o Brasil ficou com o Acre sim, mas naquele tempo e, ainda hoje, o Acre é apenas uma grande floresta.

    Morreram ali apenas as pessoas que estavam em combate.

    E o Brasil fez tratado e indenizou a Bolívia.

    Então, mesmo naquela época, o Brasil teve um procedimento correto.

    Já Israel, bem, Israel não se encaixa em qualquer parâmetro, por mínimo que seja, de Justiça.

    É uma total loucura coletiva, igual ao nazismo.

  441. Patriarca da Paciência said

    Aecioporto, depois de pousar no aeroporto viracopos:

  442. Pax said

    O candidato se enrola cada vez mais, muita poeira na pista do aeroporto… agora tá dizendo que MG se deu bem em cima do titio?

    Caramba.

  443. Daise said

    Fax e seus óculos psicodélicos…
    parece que ele sente o cheiro de “poeira” de longe rsrsrss

  444. Daise said

    Maracutaia na CPMI da Petrobras ( capa da Veja)
    e o blog passará batido kkkkk

  445. Daise said

    SESI (SBC) emprega nora e amigos sindicaleiros do lula.E até mulher do JP Cunha.
    Meneghelli recebe 60 mil por mes… e carros de representação. ( capa da Época)

    Fax está com o nariz em outras bandas (em Fugugima ??? como diria diuma?)

    O ASSUNTO NÃO SERÁ COMENTADO.

  446. Patriarca da Paciência said

  447. Pax said

    tem muita poeira na cabeceira das pistas…

    E jornalistas fazendo o que a grande mídia se recusa a fazer, seu trabalho investigativo

    ligando alhos com bugalhos

    http://blogdojuca.uol.com.br/2014/08/o-encontro-de-dois-escandalos/

    O encontro de dois escândalos – Juca Kfouri 02/08/2014 21:16

    Liga uma carreira de pistas entre o aeroporto, o primo, e o tal helicóptero empoeirado.

  448. Patriarca da Paciência said

    Será que o FHC não sabe nada mesmo a respeito da vida do aecioporto ?

    Ou então, aonde o FHC estava com a cabeça quando ofereceu apoio total à candidatura do dito cujo ?

    Os amigos do FHC devem estar se perguntando, “aonde será que o FHC foi amarrar a égua dele?”

  449. Patriarca da Paciência said

    Alguma coisa boa para alegrar o Domingo:

  450. Patriarca da Paciência said

  451. Patriarca da Paciência said

    “PSDB USA VEJA PARA ENTRAR COM AÇÃO CONTRA DILMA
    Decisão foi confirmada, neste domingo, pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), vice na chapa de Aécio Neves (PSDB-MG); o motivo da denúncia é a suposta trama para enfraquecer a CPI da Petrobras, denunciada pela revista Veja; “É impossível que ela não soubesse o que estava se armando este crime contra uma instituição da República”, disse Aloysio Nunes, ao fazer campanha com Aécio em São José dos Campos (SP); ou seja, depois da ação movida pela campanha de Dilma contra Aécio pelo uso do aeroporto de Cláudio (MG), o PSDB responde na mesma moeda, partindo de uma denúncia de Veja”
    (247)

    Ainda não caiu a ficha do cara de cavalo.

    Ele pensa que ainda pode contar com os inestimáveis serviços do Barbosão.

    Acorda, Alice, Barbosão já se aposentou. Vai pra Miami, curtir se apartamento comprado de modo heterodoxo.

    Gilmar agora “é uma voz que clama do deserto.”

    Ninguém mais o ouve.

    Logo, excelência cara de cavalo, as “denúncias” da “óia”, via inestimáveis contribuições de Carlinho Cachoeira e Policarpo, não repercutem mais nada, a na ser nos jornalões.

  452. Patriarca da Paciência said

  453. Patriarca da Paciência said

    “É impossível que ela não soubesse o que estava se armando este crime contra uma instituição da República”, disse Aloysio cara de cavalo Nunes, ao fazer campanha com Aecioporto.

    Pois não é, o cara de cavalo acha que a teoria do domínio do Barbosão ainda continua valendo.

    Ou será que ele está contando com a “prova” jurídica-quântica do notável e promissor filósofo juridiquês-quântico, Ayres Britto.?

    Além do mais, o problema todo é porque os diretores da Petrobrás ficaram sabendo sobre quais assuntos seriam questionados ?

    Isto é alguma crime ? CPI sob “segredo de justiça”?

    Só mesmo dentro do crânio do cara de cavalo.

  454. Daise said

    SENILIDADE AVANÇADA?

    Parece que o camarada Patriarca da P. anda um pouco exaltado….agitado, nervoso e agressivo.
    Olha no espelho e sai xingando todo mundo…rola-bosta, cara de cavalo, augusto boçal nunes.

    tsk,tsk,tsk deve ser senilidade avançada.Sei lá não sou médica.

    SESI: O SOCIALISMO SOCIAL DA INDUSTRIA DO PT

    Falta ainda xingar o SESI pt, o ninho dos apaniguados de Lula, que empregou até a própria nora pra receber sem trabalhar. Putz!
    Sem falar em madame J.P Cunha e Meneghelli , o chefão da “empresa familiar de lula” recebendo grana estatal!

    Socialismo e bons salários pra família e amigos sindicaleiros

  455. Daise said

    PROPAGANDA ENGANOSA: O PT TÁ VENDENDO UM PRODUTO VENCIDO

    O povo do GRANDE ABC já sabe:

    http://www.dgabc.com.br/Noticia/783581/dilma-e-aecio-em-empate-tecnico?referencia=destaque-titulo-editoria

    PUTZ O PT DERROTADO EM CASA…

  456. Pax said

    Porquê este blog não usa informações da revista Veja?

    Ora, porque o editor da revista coordena a campanha de comunicação da campanha de Aécio.

    Seria como usar o site do PT como fonte de informações para os desvios de conduta do PSDB ou as estripulias do Aécio. Ou usar o PHA como fonte, ou vários outros blogueiros à situação.

    Este blog tem uma declaração clara, desde agosto de 2008. Está em “Sobre o Blog” uma das páginas deste site. E diz:

    Também são evitadas notícias de sites e blogs extremados, pelos mesmos motivos acima. As preferências são para notícias vinculadas nos grandes jornais e entidades respeitadas pela sociedade brasileira.

    Isso quer dizer que todas as notícias que Veja publica são falsas?

    Não, significa que Veja não é fonte para esse blog, simples assim.

    Ou vocês imaginam Veja fazendo investigação sobre os aeroportos da família? Sobre o primo preso por conta de compra de sentenças para traficantes de cocaína?

    Há notícias que falam disso, não foi o blog quem criou, vieram da Folha / Uol, de jornalistas conhecidos como Juca Kfouri.

    Então, favor não insistir. Revista com credibilidade perto da altura dos ânus das cobras, não é fonte para o blog.

  457. Pax said

    Manchete do site G1.Globo.com de agora de manhã quando vi.

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/08/crianca-palestina-morre-em-gaza-apos-ataque-aereo-durante-tregua.html

    E outra:

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/08/chefe-da-onu-diz-que-novo-ataque-escola-em-gaza-e-ato-criminoso.html

    Então tá…

  458. Patriarca da Paciência said

    “Esta loucura deve parar”, enfatizou o secretário-geral em um comunicado lido por seu porta-voz, no qual pede a Israel e ao Hamas que terminem com os combates e negociem um acordo de paz no Cairo.
    “As forças de defesa de Israel são repetidamente informadas sobre a localização destes lugares”, disse, sem atribuir explicitamente a responsabilidade do ataque em Rafah a um lado ou outro.
    Do segundo link acima, postado pelo Pax,

    As desculpas esfarrapadas de Israel não resistem à mínima análise.

    Israel está em plena loucura coletiva, igualzinho à Alemanha nazista.

    Já começaram a pipocar comentários antissemitas por todos os lados, basta ver as caixas do 247.

    É aquilo que eu falava – Israel vai acabar por fornecer uma justificativa moral para o antissemitismo.

  459. Patriarca da Paciência said

    O Brasil é o país mais seguro para os investimentos japoneses, fora da Ásia, para os próximos três anos.(Avaliação do banco japonês para o desenvolvimento).
    E aí, onde é que estão os prognósticos pessimistas?

  460. Elias said

    “…Israel está simplesmente se apossando de toda a Cisjordânia e não está indenizando nada. Praticamente por toda a Cisjordânia já há ´colônias judaicas´.” (Patriarca)

    Isso não é verdade, Patriarca. Pega fotografias aéreas do Google, que tu vais entender.

    Em boa parte de sua extensão, a fronteira da Cisjordânia com Israel já está separada pelo muro. Em outras áreas bastante extensas, em vez do muro, existem cercas de tela metálica, patrulhadas dia e noite de ambos os lados.

    Não dá pra ficar “invadindo” a área, assim, sem mais aquela. A fronteira Cisjordânia/Israel está quase que totalmente militarizada… Dos dois lados.

    Nessas áreas, a controvérsia se dá com base em acusações segundo as quais, ao fazer o muro, Israel teria avançado em áreas que já estavam em poder dos palestinos (acho que em boa parte dos casos a acusação é procedente, mas pelo que eu vi, as pessoas prejudicadas foram indenizadas).

    Nem mesmo quando da ocupação militar israelense (depois da “Guerra dos 6 Dias”), houve instalação de colônias judaicas por toda a Cisjordânia. As colônias foram instaladas em locais próximos da fronteira, porque, assim, fica mais fácil protegê-las de ataques inimigos. Por essa época, os ataques eram feitos principalmente pelos egípcios e, em segundo lugar pelos jordanianos — os palestinos eram cidadãos da Jordânia, a quem pertencia a Cisjordânia. (Israel não tomou a Cisjordânia dos palestinos. Tomou da Jordânia, cujo território era formado por duas grandes regiões: a Jordânia e a Cisjordânia, razão pela qual o nome original do país era Transjordânia).

    Colônias judaicas “por toda a Cisjordânia” não existiram nem mesmo depois que a Jordânia expulsou os palestinos da Cisjordânia, na matança que ficou conhecida como “Setembro Negro”, sob a alegação de que, se ela não fizesse isso, os palestinos iam acabar destruindo o país. Foi aí que eles foram para o Líbano, dar uma imensa contribuição para a quase destruição do país, que acabou expulsando-os de lá, também. (Desse tipo de coisa quase ninguém fala, né não?)

    Isso do lado da Cisjordânia, que fica a leste de Israel.

    Em Gaza, que fica a oeste de Israel, o caso foi diferente. Gaza não era dos palestinos nem da Jordânia. Era do Egito, com quem, aliás, Gaza faz fronteira, agora.

    Israel ocupou militarmente Gaza também durante a “Guerra dos 6 Dias”. Foi por ali que a maior parte das tropas egípcias ficou cercada, e se entregou sem luta.

    Uma coluna egípcia se deslocava em direção à Gaza. Lá chegando, essa coluna inflectiria para o leste, com o objetivo de estabelecer contato com outra coluna, egípcio/jordaniana, que se deslocaria para o oeste, cruzando a Cisjordânia. As duas colunas estavam fazendo um movimento de pinças. Se e quando as duas colunas se encontrassem, Israel estaria dividido ao meio…

    Só que deu tudo errado pra eles. Depois de neutralizar as baterias egípcias que os soviéticos haviam instalado ao longo do Canal de Suez, e de destruir quase que completamente a aviação nasserista, Israel desembarcou tropas por trás da coluna egípcia. Ao mesmo tempo, fechou o caminho dessa coluna pela frente, tomando Gaza. Cercados no deserto, sem suprimentos básicos — água e comida, p.ex. — os egípcios fizeram xixi pra trás praticamente sem luta. Israel teve mais trabalho socorrendo esse pessoal do que lutando com ele. Pega na web um fac símile de jornal da época. Existem toneladas de fotos documentando o acontecimento…

    Aí Gaza ficou totalmente sob ocupação de Israel durante um porradal de tempo. Lá foram implantados vários projetos agrícolas, e Gaza se tornou grande produtora e exportadora de cítricos “in natura” e industrializados, e de hortaliças. O domínio era israelense, mas com uma população palestina de bom tamanho, que lá se instalou, vinda do Líbano, da Cisjordânia, da casa do cacete…

    Nas negociações de paz com o Egito, este não quis receber Gaza de volta (advinha por quê…).

    Quando houve a possibilidade de firmar um acordo de paz, Israel entregou Gaza totalmente aos palestinos. Alguns colonos judeus ainda tentaram resistir a isso, mas foram retirados à força pelo exército israelense. Gaza foi totalmente desocupada e entregue aos palestinos.

    Dizia-se que isso era condição para que os palestinos concordassem em estabelecer conversações de paz. Que tão logo Israel entregasse Gaza a eles, seria constituída uma comissão de representantes que discutiria a paz com Israel. Que as conversações de paz seriam realizadas em Paris ou em Washington, ou na casa do cacete, e blá, blá, blá…

    Foi assim que Israel deu Gaza aos palestinos, com todos os investimentos que o país fizera lá, durante a ocupação.

    Nem está correto dizer que Israel “devolveu” Gaza aos palestinos., até porque estes eram cidadãos da Jordânia, e não do Egito, a quem Gaza pertencia. (Antes de pertencer ao Egito, Gaza pertencia ao Império Turco. Antes de pertencer ao Império Turco, Gaza pertencia ao Império Romano. Antes de pertencer ao Império Romano, Gaza pertencia ao Egito, sob a dinastia ptolomaica, implantada por Alexandre da Macedônia. Antes de pertencer ao Egito…).

    Pra que a nossa discussão não enverede pelas doideiras do Pax, é melhor que a gente não se desvie muito da realidade. Assim sendo:

    1 – Israel jamais implantou colônias ou assentamentos “por toda a Cisjordânia”.

    2 – Quem expulsou os palestinos da Cisjordânia não foi Israel, mas a Jordânia. (Tu nunca disseste isso; estou só lembrando, porque, volta e meia, tem gente falando em “expulsão”, etc. e tal).

    3 – Israel jamais ocupou totalmente a Cisjordânia.

    4 – Israel ocupou totalmente Gaza, que era do Egito.

    5 – Israel desocupou Gaza totalmente, e a entregou aos palestinos, atendendo à suposta condição para o estabelecimento de conversações de paz…

  461. Zbigniew said

    Falando em desproporcionalidade, vejam esta afirmação:

    ““1608% de lucro! Em seis anos! Um fundo hedge americano cobra o obsceno ágio e força o Estado argentino a ficar de joelhos. Ajudado pela Justiça americana. Eis um exemplo acabado de poder no sistema capitalista”.
    Jacob Augstein (http://www.spiegel.de/politik/deutschland/hedgefonds-paul-singer-zwingt-argentinien-zur-zahlung-a-978916.html) por intermédio de http://jornalggn.com.br/blog/frederico-fuellgraf/paul-singer-o-abutre-da-argentina-execrado-globalmente

    Quais os poderes que se movem para extorquir toda uma nação? Parecem utilizar do mesmo fundo argumentativo que induz à lógica dos senhores da guerra israelenses em trucidar crianças, mulheres e idosos nos escombros de Gaza a título de estarem em guerra e de se defenderem (seus interesses, claro!).

    Eles trucidam, as bombas são deles, são eles que miram, mas a culpa é única e exclusivamente do Hamas e dos azarentos dos palestinos que teimam em estar ali!

    Os abutres utilizam de lógica semelhante: miram nos países que darão o maior retorno, especulam, inflam artificialmente os valores, não geram qualquer tipo de riqueza, trucidam com esforços de estabilização e regularização de contas, mas a culpa é exclusivamente do Estado e seus burocratas estúpidos e corruptos. Quem já se viu, não terem dinheiro para honrar com seus compromissos!!!

    Há um lógica perversa neste mundo. Uma lógica que faz tábula rasa de valores humanos, atrelando-os a valores financeiros e de cálculos de “guerra”, aliás, atrelando não, eliminando-os frente a tais valores, com se esses fossem absolutos e jamais pudessem sofrer moderações porque o mercado e o capitalismo não perdoam vacilos, imperfeições, que são humanas, ainda que por essas imperfeições o mercado tenha que ter pedido arrego e buscado na estatização o fôlego para não entrar totalmente em colapso. Em suma, tal lógica só vale para o “espertos” que comandam o sistema de especulação, longe dos regulamentos, derrubados para maximizar os lucros dessa raça insana.

    Insanidade é o traço característico desses dois sistemas, onde um mata num átimo, e outro aos poucos, por todas as formas de sortilégios, em honra aos únicos deuses que reconhecem: o dinheiro e o poder.

  462. Patriarca da Paciência said

    Caro Elias,

    abra esse link que o Pax colocou no comentário 416. É da wikipédia, portando, nada tem a ver com partidarismos:

    http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Assentamentos_israelenses

  463. Pax said

    1 – Israel jamais implantou colônias ou assentamentos “por toda a Cisjordânia”. (caro Elias, acima, em 460).

    É fato. Está fazendo aos poucos. Dentro em breve essa afirmação acima será falsa.

    Sem mais, despeço-me deste assunto pelo momento.

    Sugiro, modo de desanuviar a mente, este vídeo abaixo:

    povo lindo, cubano, versão inacreditável

    Espero que cubanos não virem os próximos palestinos, vivendo sob bombardeios em campos de refugiados que não podem se defender.

    Em bloqueio econômico já vivem há décadas.

    Gosto do governo cubano? Não e sim. Com certeza odeio a ditadura que mata opositores.

    Mas admiro a medicina, a educação, os programas de governo nestas áreas. Públicos.

    Não trocaria a ditadura da corrupção brasileira pela ditadura ditadura cubana.

    Aqui ainda dá pra votar e tirar corruptos do poder, por mais difícil que possa parecer, mas ainda dá, sim.

  464. Patriarca da Paciência said

    “A profecia de Hannah Arendt de que Israel degeneraria em uma Esparta realizou-se há muito. Mas, o que acontece quando Esparta vai deixando de ser Esparta e vai deixando de assustar?

    Muitos israelenses – e muitos de seus apoiadores – nos apresentam a sua Esparta como uma necessidade da auto-preservação: um Davi cercado por um Golias de muitas cabeças. Essa tese mereceria maior crédito se Israel não nos provasse, dia após dia, por mais de sete décadas, por ações – e por palavras que cada vez mais escapam entre as cortinas de fumaça da encenação da paz – que o seu projeto é de ocupação e domínio permanente sobre qualquer pedaço de terra que se pudesse candidatar a ser um Estado palestino, e ao gradual esvaziamento desses espaços da população palestina originária. Simplesmente, para não falar de mais nada, não há explicação plausível para os assentamentos na Cisjordânia e em torno de Jerusalém, que já abrigam perto de 700.000 colonos, que não seja essa apropriação e essa expulsão.”
    (Por Salem H. Nasser, Carta Capital).

    Juro que eu desconhecia totalmente a profecia de Hannah Arendt, de que Israel degeneraria em uma Esparta, quando escrevi aqui no blog a respeito dos “bravos” guerreiros espartanos, que, além de combaterem os “inimigos” , de tempos em tempos, praticavam a “eliminação” do “excesso” de camponeses, para que estes não viessem a ficar fortes.

    Acho que Israel atingiu mesmo o fundo do poço.

    Ou muda o o mundo inteiro ficará contra ele.

  465. Elias said

    Patriarca,
    Já abri o link, e o ridicularizei em outro comentário, me referindo a Golan.

    Como não tem nada a ver com partidarismos? Só tem, Patriarca!

    Pra início de conversa, o texto dá a Cisjordânia como área “sob ocupação militar israelense”.

    A Cisjordânia esteve sob ocupação militar israelense, Patriarca. Deixou de estar há muito tempo.

    O ocupação militar do território do vencido, pelas tropas do vencedor é inevitável em caso de guerra. Se os árabes houvessem vencido a “Guerra dos 6 Dias”, teriam ocupado militarmente Israel. Como perderam, tiveram invadida e ocupada militarmente uma parte de seus territórios.

    Há muito tempo as tropas israelenses se retiraram da Cisjordânia, que, hoje, é — ou, pelo menos, deveria ser — governada pela Autoridade Nacional Palestina. Boa parte da fronteira entre Cisjordânia e Israel é delimitada por um muro ou uma cerca dupla de tela metálica, e só um doido pode afirmar que as tropas israelenses se movem pelo “lado de lá” da cerca ou do muro.

    São fantasiosas aquelas manchas plotadas no mapa da região, supostamente representando assentamentos judaicos.

    É o seguinte, Patriarca: do ponto de vista físico, há só um muro ridículo ou uma cerca metálica igualmente ridícula entre Israel e a Cisjordânia. Já do ponto de vista econômico e social, há um abismo entre esses dois.

    A Cisjordânia é uma área paupérrima, parecida com as favelas ou os bairros muito pobres do Brasil. Água encanada de péssima qualidade (quando ela existe), lixo nas ruas, ausência ou insuficiência de esgoto sanitário, insegurança, risco de assalto e um extenso etc.

    Israel é o extremo oposto de tudo isso.

    Um israelense que resolva se instalar na Cisjordânia, a quilômetros de distância da fronteira com Israel, terá, no máximo, umas 12 horas de vida… Se é que ele vai viver tanto, assim…

    O que eu sei que existem na Cisjordânia, são comunidades de judeus ortodoxos, que se opõem à existência do Estado de Israel. É um pessoal que espera o Messias, e que acha que apenas o Messias pode restabelecer Israel e reconstruir o Templo. Esses grupos religiosos consideram que a simples existência atual de Israel é uma blasfêmia… Uma grave ofensa à vontade de Deus. Eles não estão na Cisjordânia como israelenses, mas como “judeus na Diáspora”. Acreditam que os judeus foram colocados na Diáspora por decreto divino, e que apenas uma decisão divina pode alterar isso.

    Considerar essas comunidades judaicas como “forças de ocupação” de Israel é mais do que uma sacanagem. É vigarice, pura e simples. Essas comunidades judaicas são aliadas dos árabes, que as utilizam o tempo todo na propaganda anti-Israel.

    Em tempo: esse tipo de comunidade judaica existe também no Irã, onde, aliás, é muito apreciada pelos aiatolás… Nos comícios aiatolinos, os ataques mais virulentos a Israel costumam ser feitos por representantes dessas ortodoxias judaicas, especialmente convidados para esse fim. A galera delira, quando ouve esse pessoal…

    Agora, só falta os vigaristas dizerem que o Irã também está sob ocupação parcial de assentamentos judaicos.

  466. Elias said

    Patriarca,
    E por falar em proporcionalidade…

    NA “Guerra dos 6 Dias”, Israel perdeu em torno de 20 aviões. Já a Síria e o Egito tiveram mais de 400 aviões destruídos por Israel. Um troço completamente desproporcional: mais de 20 aviões sírios e egípcios para cada avião israelense!

    Absurdo!

    Em terra, a coisa não foi melhor. Aproximadamente 30 mil soldados israelenses aprisionaram mais de 80 mil soldados egípcios, em menos de 4 dias de guerra. Um negócio completamente desproporcional…

  467. Pax said

    Nesse caso foi guerra, exércitos contra exércitos… agora? Mais parece exercício de tiro ao alvo. Só de crianças mais de 300. Será que os atiradores ganham bônus porque são menores?

  468. Pax said

    telegrama interceptado pelo wikileaks… os EUA reconhecendo que Israel mantém Gaza num estágio quase de crise humanitária

    e depois acusam os palestinos de tudo que for, inventam um bocado de mentiras – por exemplo, vários túneis servem mesmo para passar mantimentos, medicamentos, às vezes cimento e ferro (proibidos por Israel) etc – e … miram nas crianças e fazem tiro ao alvo.

    triste, é neste ponto que Bibi Nethaniahu e sua coalizão chegaram.

  469. Patriarca da Paciência said

    “O sucesso de Barbosa, como relator da Ação Penal 470, o chamado mensalão, lustrou a imagem externa do ministro. Mas junto à elite da comunidade jurídica foi motivo apenas de desconsolo”, diz o jornalista Marcio Chaer, editor do portal Consultor Jurídico, em artigo sobre os bastidores da saída repentina de Joaquim Barbosa do Supremo Tribunal Federal
    4 DE AGOSTO DE 2014 ÀS 19:12

    Em uma noite calorenta de Brasília em maio de 2005, um jornalista pôs-se a dar conselhos a Joaquim Barbosa, então ministro do Supremo Tribunal Federal. Nos seus dois primeiros anos na corte, Joca, como o chamam os mais próximos, mostrava-se perdido nas funções. Ele ouviu que precisava encontrar seu espaço no tribunal. Mostrar a que veio.

    Por essa época, cada voto era um suplício. Até a leitura da decisão, preparada pela assessoria, a coisa ia bem. Mas quando chegava a hora dos costumeiros questionamentos dos demais ministros ao relator, complicava. Atônito, sem respostas, ele se punha a reler o voto — que não contemplava a informação solicitada. Uma nova pergunta se seguia de nova leitura do voto.

    Até que um ou outro colega mais paciente, ou menos cruel, passou a vir em seu socorro. “Vossa Excelência, então, quanto à preliminar suscitada, acolhe os embargos, certo?” Ao que Joaquim murmurava algo em sentido positivo. Outro completava: “Quanto ao mérito, o relator considera prejudicado o pedido, é isso?”. Com uma variação ou outra, os votos iam sendo acochambrados até se dar formato a uma decisão inteligível ou minimamente satisfatória.

    Naquela noite de maio, quando se sugeriu a Barbosa divulgar melhor sua produção técnica, outro ministro ouviu parte da conversa. Em outra roda, da qual participavam cinco colegas dele, o assunto virou piada. “Olha o que ouvi agora: sugeriram ao Joaquim mostrar sua contribuição técnica no Supremo”. E todos caíram na risada.

    A pelo menos um amigo, Joaquim Barbosa confessou sua vontade de abandonar o tribunal. Mas foi aconselhado a desafiar e “peitar” a estrutura. No campo do Direito ele não tinha como se destacar, estava claro. Mas poderia puxar os colegas para outro ringue em que eles não tivessem como superá-lo.

    No livro Como a picaretagem conquistou o mundo, o jornalista britânico Francis Wheen analisa a receita da construção de personagens que, com largas doses de demagogia e populismo chegaram a altos cargos, como a presidência dos Estados Unidos ou ao cargo de primeiro-ministro do Reino Unido. Em uma das resenhas dessa obra, o crítico Rafael Rodrigues cita o teatrólogo Nelson Rodrigues, que disse que esses personagens tomaram o lugar dos melhores a tal ponto que se criou “uma situação realmente trágica: ou o sujeito se submete ao idiota ou o idiota o extermina”.

    É claro que J