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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Covardia do Alckmin, co-autoria do Haddad

Posted by Pax em 12/01/2015

As máfias e cartéis dos transportes públicos atuando livremente enquanto governador e prefeito fazem terror de estado contra quem reclama. Democracia?

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43 Respostas to “Covardia do Alckmin, co-autoria do Haddad”

  1. É uma lástima esse governo do PSDB em São Paulo. É uma lástima que faltando água, com esse nível de hostilidade, o Alckimin tenha sido reeleito com tanto voto. O povo de São Paulo é cego.

  2. Zbigniew said

    O despreparo da polícia é mais que evidente. Aceitam (ou aproveitam) as provocações dos black blocs e partem pra cima. Há muito que está instituição precisa ser repensada e refundada.

  3. Patriarca da Paciência said

    Marta vai se juntar com a Marina e vão criar o PRAMAMA !

  4. Pax said

    Não creio que seja “despreparo” o problema maior, caro Zbigniew.

    O problema é o comando, o uso, da PM.

    E aí é onde mora o sentido do título do post: covardia do governador com co-autoria do prefeito.

    E as máfias e cartéis nadando de braçadas…

  5. Guatambu said

    Pax e sua bronquinha da PM.

    Imagine onde estaria batendo os níveis de criminalidade se não fosse a PM que o Pax tanto odeia.

  6. Patriarca da Paciência said

    “Despreparo” mesmo eu acho é da Polícia Francesa, deixando que dois malucos entrem na redação e matem toda a cúpula de uma revista !

  7. Pax said

    Caro Guatambu

    Os níveis de criminalidade em SP (como em todo resto do país) estão alarmantes.

    Só que em SP não há deficit de contingente, nos outros estados há enormes deficits….

    Ou seja… tire suas conclusões.

  8. Pax said

    Mas o ponto ainda é outro. É o uso que Governador (com prefeito de co-autor) fazem da PM…

    protegendo, no fundo no fundo, o interessa das máfias e cartéis dos transportes.

    Ou não?

  9. Elias said

    O Prefeito de SP dá ordens à PM?

  10. Pax said

    mancomuna com o governador…. é co-autor da covardia…

    enquanto isso o cartel dos transportes em SP continua firme e forte, segundo o noticiário

    basta procurar no google

    em 2013 o discurso era um

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/106611/SP-e-Rio-querem-acabar-com-a-m%C3%A1fia-do-transporte.htm

    até os amigos do grande líder falavam disso

    http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2008/10/familia-kassab-mfia-do-transporte.html

    mas aí tudo muda, o PT muda, assume sua nova forma de “fazer política”

    e aí Haddad e Alckmin que tomavam champagne em Paris quando decidiram sentar o cacete em 2013, voltam a se reunir na barbárie…

    mas, claro, eu sou louco, de direita, só falo o que a Veja diz etc

    tá cada vez mais ridícula a posição de defesa do PT

  11. Zbigniew said

    O despreparo, Pax, já é um reflexo do uso político das PMs. A Globo veiculou (reverberando a Veja) uma reportagem sobre uma perseguição a um carro ocupado por pessoas comuns e que terminou com a morte de uma jovem. O despreparo dos oficiais era evidente. E este não é um caso raro.

    Em verdade as PMs são braços armados a serviço dos governantes e do Judiciário. Dá uma olhadinha nas assessorias de segurança de Tribunais estaduais, de governadorias e outros órgãos da República. Você não sabe como estas relações se perfazem. A moeda de troca são as relações de poder e os cargos comissionados nos gabinetes refrigerados destes locais. O interesse público vem bem depois.

    Não se pode desmerecer o esforço dos que formam a corporação e que procuram dar o melhor de si, inclusive dos comandantes que tentam profissionalizar da melhor maneira possível os seus subordinados, dentro dos limites salariais e de estímulo na carreira. Mas, hoje, em regra, não está funcionando a contento.

    Concordo que existem máfias. A dos transportes, dos postos de gasolina, dos estacionamentos, dos flanelinhas, e por aí vai. O Brasil é um verdadeiro cartel. E concordo que o PT, enquanto no poder, não está nem um pouco interessado em enfrentá-las, amarelando na hora do “pega pra capar” (mas quem estaria? Aponte um.). É só observarmos a atuação do governo federal em relação às agências reguladores, principalmente a de telecomunicações. Bateu no teto. Nisto a Marta tem suas razões.

    Ainda está pra surgir uma geração que venha implodir tais estruturas. Não vislumbro nenhuma num horizonte próximo, infelizmente.

  12. Guatambu said

    Minhas conclusões, Pax?

    Eu estava ali do lado e vi bem o que aconteceu.

    Meia dúzia de manifestantes, como sempre, partem para a destruição, em detrimento de protestos pacíficos, e o resto vc já sabe o que acontece.

    De onde vivo e neste caso, não preciso de reportagens para me reportarem o que acontece.

    Parece que há uma dificuldade enorme de jornalistas documentarem o que acontece, parece que há uma dificuldade enorme de jornalistas, considerando o contingente protestante, focar no que foi positivo e no resto dos 98% que estavam ali realmente de boa vontade, preocupados com o aumento das tarifas cobradas.

    Se formos pensar em responsabilidade, a responsabilidade é totalmente do Haddad, claro. Em vez de buscar alternativas para um transporte público de qualidade dentro da própria alçada, os ônibus, ele gasta milhões em ciclofaixas que vivem às moscas.

    Quer mais do Haddad?

    Desde que o Haddad liberou o crack, digo, fez a cracolândia e começou a chamar viciados ladrões de pobres coitados, o negócio de droga ampliou a atuação, chegando às proximidades da Paulista. Bem ali, no entroncamento da Paulista com a Consolação e Dr. Arnaldo. Tem uma alça viária ali, com um terreno gigante com árvores, etc. Rapidamente aquilo se transformou em uma cracolândia 2, onde pessoas que passavam por ali eram assaltadas pelos vagabundos.

    Quem teve que resolver o problema? A PM, novamente, agora tem um carro da PM ali vigiando aquela praça. Aliás, uma pergunta: praças não são de responsabilidade da Polícia Civil? Onde está a Polícia Civil do Haddad?

    O Haddad é ótimo para criar problemas para os outros… péssimo para resolver o que é de responsabilidade dele.

    Esta é minha conclusão.

  13. Guatambu said

    Pensando bem, o Haddad segue o estereótipo do revolucionário original.

    Sob a bandeira da inovação e da mudança, inventa ideias mal explicadas que vendem fácil, e inova: problemas! Depois deixa para que outros resolvam os novos problemas… e os antigos.

  14. Guatambu said

    Mudando um pouco de assunto.

    Como o Lula é covarde, né?

    A galera sendo demitida e protestando e o Lula nem para apoiar os trabalhadores…

  15. Elias said

    Zbigniew,
    Esse tipo de ocorrência — PMs tratando brutalmente e até matando cidadãos inocentes — é tão antigo quanto a PM.

    Se o cara for negro, é sério candidato a defunto, ou, no mínimo, levar muita porrada. Há algumas décadas, o Djavan, já famoso em todo o Brasil, foi “confundido” com um marginal, por uma guarnição da PM paulista, Encheram o cara de porrada e o enfiaram numa cela, junto com um monte de bandido. A burrada vazou, a TV Globo botou a boca no trombone (era uma noite de domingo, com o “Fantástico” no ar…). Aí soltaram o Djavan, humilhado e espancado.

    E se não fosse o Djavan? E quando não é alguém famoso, como na maioria dos casos? A crônica policial brasileira empilha milhares de casos em que pessoas inocentes, geralmente jovens, perderam a vida por conta da truculência incompetente e facinorosa de policiais militares. Aqui em Belém, nada menos que 12 pessoas foram assassinadas em um único dia, por esquadrões da morte de PMs.

    Nenhuma dessas pessoas tinha antecedentes criminais. Foram mortas simplesmente porque eram pobres e estavam vivas.

    O modelo brasileiro (Polícia Militar para policiamento ostensivo e Polícia Civil para investigação científica) não deu certo. Custa caro, paga mal e funciona pessimamente.

    A “Polícia Científica” brasileira é uma piada. Há poucos anos, a instituição em que eu trabalhava foi vitimada por um arrombador de cofre. Aí chegou o cara da “Polícia Científica”, com uma lupa daquelas que a gente compra em papelaria, uma lata de talco vagabundo, um rolo de fita adesiva transparante larga e uma porção de placas de vidro. Sabe pra quê? Pra recolher impressões digitais. Ele fuçava com a lupa “Sherlock Holmes”. Encontrando vestígios de impressões digitais, borrifava com o talco vagabundo, soprava com a boca e pregava emcima a fita adesiva transparente. Daí tirava a fita e a pregava numa placa de vidro. Exatamente como se fazia há 100 anos.

    Claro que, com esse aparato “científico”, a investiogação policial só poderia dar, como de fato deu, em p… nenhuma. O arrombador acabou sendo preso porque modificamos nosso sistema de segurança e ele voltou à cena do crime. Tentou arrombar outra vez. Aí pegamos o péssimo e o entregamos à nossa valorosa e gloriosa polícia…

    Os IMLs brasileiros há décadas se converteram em imensos depósitos de peças que se deterioram e perdem totalmente sua utilidade, sem jamais teremsido periciadas.

    A informatização de arquivos (como o de armazenamento e análise de impressões digitais), é menos que um sonho.

    A integração das informações criminais não acontece nem mesmo no âmbito dos Estados, quanto mais entre estados (é comum, p.ex., que um indivíduo procurado pela polícia seja detido por uma infração de trânsito e liberado com uma simples multa…).

    Onde e quando a Polícia Científica não funciona, o interrogatório torna-se a principal ferramenta de investigação.

    E,onde e quando o interrogatório é a principal ferramenta de investigação… Porrada!

    No corpo policial cria-se a cultura da porrada. A noção de que o policial tem o direito de resolver tudo na base da porrada.

    Volta e meia, esse tipo de cultura tacanha vitima inocentes. Para o policial, isso é apenas uma “fatalidade” (palavra que eles carregam na ponta da língua). Um “acidente do trabalho”.

    A impunidade e a corrupção tipicamente brasileira completa o quadro. O aliciamento pelos cartéis de drogas agrava (a falida política anti-droga brasileira, que copia a falida política anti-droga americana,piora ainda mais, porque favorece o uso de policiais para “acerto de contas” entre diferentes quadrilhas do crime organizado).

    E daí por diante…

  16. Elias said

    Aliás, uma pergunta: praças não são de responsabilidade da Polícia Civil? Onde está a Polícia Civil do Haddad? (Guatambu)

    Não existe “Polícia Civil” do Haddad.

    A Polícia Civil é um órgão subordinado ao Governador do Estado, e sua função é realizar investigações criminais.

    O policiamento ostensivo, em todo o Estado,é missão institucional da Polícia Militar, também subordinada ao Governo do Estado.

    O município de São Paulo — como vários outros municípios brasileiros — tem a Guarda Municipal, que não é polícia, civil ou militar, com função meramente dissuasória (outro besteirol do sistema brasileiro de segurança pública). A GM não pode portar armas, não pode dispor de estrutura para detenção, não pode um porrilhão de outras coisas mais. As GMs têm a função de proporcionar segurança não armada para os próprios municipais (qualquer empresa de segurança armada pode mais que as GMs).

    Há quem defenda que as GMs sejam transformadas em “Polícias Municipais” ou “Polícias Metropolitanas”, conforme o caso, com missão de policiamento ostensivo, tal como a PM, e em caráter complementar.

    Os contrários a essa proposta, dizem que, se isso ocorrer, o sistema brasileiro de segurança pública vai ficar ainda mais pulverizado e anárquico, agravando a descoordenação e a desintegração que já existe, e que, de fato, torna ilusória qualquer expectativa de um mínimo de eficiência, agora ou no futuro.

    Concordo com a segunda posição.

    A meu pensar, PM e Polícia Civil deveriam ser extintas, fundidas numa única organização MODERNIZADA, com uma estrutura de coordenação de âmbito nacional e um sistema também nacional de armazenamento e consulta de dados.

    Supunhetamos: um sujeito comete um delito em Porto Alegre, é julgado, condenado e seus dados pessoais entram para o sistema. Se ele for apanhado cometendo uma infração de trânsito em Manaus, uma simples consulta ao computador da viatura manauara revelaria o histórico gaúcho do vagabundo.

    E assim por diante…

  17. Elias said

    Pax,
    Como bom neodireitopata, deves fazer o serviço completo.

    Diz que não só o Haddad é “co-autor”. Diz que é também culpa do Lula — que sabia de tudo e não disse nada — da Dilma…

    Enfim, currupacopapacopapaqueia a cantilena completa.

  18. Zbigniew said

    Elias,
    tudo tem relação com a estrutura de poderes no país.

    Lembro-me de um conhecido que trabalha num desses tribunais da vida. Ele me relatou que teve o celular roubado dentro da sua própria sala por trombadinhas que por ali passavam e resolveram adentrar no recinto para dar uma olhada.

    Sabe o que o oficial responsável pela segurança disse? Que estava ali para fazer a segurança do juízes! E ele tinha razão! Pelo menos pela lógica dos poderes da nossa República.

    Qual é a política de segurança que se tem quando olhamos para os nossos presídios, a ponto desses serem administrados por facções criminosas?! E o que o Estado na figura dos governadores fazem? Nada!

    Há pouco um Secretário de Estado pediu demissão quando foi veiculada uma matéria na televisão (pela Globo que é quem manda e desmanda) mostrando presos fazendo verdadeiras farras na prisão. A desculpa é sempre a superlotação.

    Não sei se o modelo militar e civil são tão incompatíveis assim. Acho que a questão é política e de gerenciamento. O nosso modelo é bem parecido com o Europeu, que tem, como exemplo, a Gendarmaria francesa e os Carabineri da Itália que atuam como força policial no âmbito civil. Acredito que lá funcionem bem melhor do que aqui. Deveríamos ter uma polícia civil nos moldes da polícia estadunindense.

    É como você falou, problemas de estrutura e gerenciamento, além, é claro, da corrupção. Corrigir este aparato vai demandar tempo, coragem e determinação de toda a sociedade. Ainda estamos longe disto, o que nos caracteriza como um país cujo povo ainda patina nos primórdios de uma cultura política mais democrática e cidadã.

  19. Patriarca da Paciência said

    O que a Marta Suplicy vai fazer na Globo?

    ser conselheira sexual na Fatima
    explicar como usar botox à Ana Maria Braga
    ser jurada no Faustão
    assumir o Entre Caspas na GloboNews
    cantar música francesa no The Voice Brasil
    tomar o lugar da Catanhêde na análise política
    ser consultora de moda da Claudia Raia
    (PHA)

  20. Patriarca da Paciência said

    A Marta pode também fundar o Partido Sexologista do Brasil
    Tornar-se uma aliada de ocasião do PSDB
    Chorar nas nascentes do Cantareira para ajudar o Alckmin
    Ou simplesmente relaxar e gozar !

    “Quando Marta endoideceu
    Pô-se na torre a sonhar
    Queria ser presidenta
    Mas só queria gozar”.

    É Marta, a vida é dura para quem é mole.

  21. Pax said

    reclamo do Kassab, da latifundiária Kátia Abreu, da corrupção do PT

    aí, pro Elias, o neopetista que precisa defender os seus, eu é que sou neodireitopata

    tá ficando mais feio que bater em mãe, Elias

    tem espelho por aí?

  22. Pax said

    Caro Guatambu…

    Lembrei de você e da nossa discussão sobre a PM de SP e seu uso…

    http://noticias.r7.com/sao-paulo/pm-bate-recorde-de-mortes-em-sp-e-nao-reduz-crimes-12012015

  23. Guatambu said

    Pax,

    Do meu ponto de vista, isso não muda nada.

    As informações são incompletas.

    1. Não há um gráfico sobre o número de policiais mortos em serviço ou não. A “violência” policial pode estar relacionada a isso… mas não há como comparar, porque não tem gráfico.

    2. O número de mortes sob intervenção policial aumentou. Só que sem dados mais precisos esse gráfico não quer dizer muita coisa. Se os bandidos estão mais bem armados e reagem mais, por exemplo.

    3. No entanto, o número de homicídios dolosos por policiais caiu. Interessante esse dado. Para mim isso corrobora com a minha tese acima de que não são os policiais que estão mais violentos, são os bandidos.

    Não acho que a atuação da PM é perfeita, longe disso, sempre há oportunidade para melhorar.

    No entanto, eu ainda acho que:

    1. Tem que ser assim, ou o índice de criminalidade em SP iria para níveis estratosféricos.
    2. Não temos comparação com outros estados. E tenho certeza de que outros estados estão muito piores que SP.
    3. Isso nem de longe pode justificar teses estapafúrdias como a desmilitarização da PM.

  24. Guatambu said

    “Não acho que a atuação da PM é perfeita, longe disso, sempre há oportunidade para melhorar.”

    Infelizmente, segurança pública é um dos pontos que eu acho que a privatização não é a saída.

    Então…

    Teremos que aguentar a ineficiência estatal para isso.

  25. Guatambu said

    Pax,

    Que tal falarmos da covardia do Governo Federal, que vai entubar a dívida do setor elétrico nos consumidores?

    Além de pagar impostos e as contas de luz, agora teremos que pagar pelo aumento e pela ineficiência criada por quem?

    Sim, pela Dilma e seu plano maravilhoso de energia de 2005.

    As metas do Estado não são orientar recursos a resolver problemas, as metas do Estado são captar recursos para justificar um Estado cada vez maior.

  26. DAISE 2.0 said

    Concordo integralmente com vc, Guatambu!

    Voltando ao problema central, nestipaiz:

    PT, A EVOLUÇÃO DO ATRASO

    “A única coisa que evoluiu no Brasil foi o atraso” (Levir Culpi)

    http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,pt-a-evolucao-do-atraso,1619049#

  27. Pax said

    Caro Guatambu,

    Podemos falar à vontade sobre as covardias que o PT atual vem praticando. São inúmeras. Setor elétrico é uma dessas.

    Direitos trabalhistas, aumento de impostos, roubalheira na BR etc etc.

    Tem pra todo gosto. O PT mudou de lado faz tempo.

    Enviada do meu iPhone

    >

  28. Elias said

    “Neopetista”, eu, Pax?

    Tu tá pirado mesmo, rapaz?

    Não tenho nada de “neo”… Sou filiado-fundador!

    Por isso mesmo, fico à vontade pra baixar o pau (EPA!) na petralhada, sem, necessariamente, ter que concordar com as babaquices neodireitopatas que tu escreves.

  29. Elias said

    “2. O número de mortes sob intervenção policial aumentou…. 3. No entanto, o número de homicídios dolosos por policiais caiu…” (Guatambu)

    Ninguém que tenha tido um mínimo de envolvimento com questões de segurança pública assina, consciente e de boa fé, embaixo de estatísticas com semelhantes conclusões.

    Quem dera que as coisas fossem tão simples, assim.

    Em primeiro lugar, porque uma imensa quantidade de homicídios simplesmente não é investigada.

    Hoje, o crime organizado está infiltrado no aparato policial até às entranhas. Policial civil ou militar contratado por traficante, é coisa que não falta. Alguém que tenha dúvida quanto a isso, não tem condições de manter 5 minutos de conversa séria sobre segurança pública.

    Pois bem: os policiais — civis e militares — são usados pelas quadrilhas para acerto de contas. Esses acertos podem se dar clandestinamente, ou em operações abertas.

    Quando o acerto é realizado numa operação aberta, o homicídio é computado como “óbito em intervenção policial”. A alegação invariável é de que o morto “reagiu”.

    Quando o acerto é realizado clandestinamente, o assassinato é contabilizado como “acerto de contas” entre marginais.

    No entanto, em ambos os casos, trata-se de homicídios cometidos por policiais, contratados por criminosos para esse fim.

    Uma das razões pelas quais o crime organizado contrata policiais, é, exatamente, a quase certeza de investigações superficiais, ou seja, da impunidade. No Brasil, é raríssimo que se investigue a fundo o assassinato de um bandido. A própria população parece não ter interesse nisso. O raciocínio mais comum è… “Menos um… Ótimo!”.

    Em regra, só há investigação mais rigorosa quando um policial desastrado faz besteira e mata um inoente. Alguém que não tem nada a ver com nada, e teve o azar de estar no lugar errado, na hora errada. Quando algo assim acontece, dá pra se entrever o que há por baixo do tapete. Às vezes…

    No quadro atual, não há nenhuma confiabilidade em qualquer estatística sobre mortes provocadas por policiais, dolosamente ou não.

    E assim será, enquanto for — como de fato é — altíssima, a ocorrência de assassinatos sem investigação, ou cuja investigação seja encerrada sumariamente, capitulada sob a alegação de se tratar de “acerto de contas” entre bandidos, oi coisa parecida.

  30. DAISE 2.0 said

  31. DAISE 2.0 said

    O primeiro lugar é do Brasil

    13.01.2015
    Das 50 cidades mais violentas do mundo, 16 ficam no Brasil.

    O dado consta de um relatório elaborado pelo grupo City Mayors. No ranking geral, Maceió aparece em 5° lugar, com 80 homicídios por 100 mil habitantes, e Fortaleza vem logo atrás, em 7° lugar, com 73 homicídios por 100 mil habitantes.
    O segundo país com maior número de cidades violentas é o México, mas não devemos nos preocupar excessivamente com isso, pois ele permanece muito distante do Brasil, com apenas 9 cidades no ranking. De fato, nessa área ninguém é páreo para nós.

    http://www.citymayors.com/security/latin-american-murder-cities.html

  32. Guatambu said

    Elias,

    Não disse que concordava com as estatísticas.

    Mas, se o Pax quer debater sobre as estatísticas que ele mesmo apresenta, ele deveria ser mais crítico com os próprios números.

    No mais, concordo contigo, a estatística sobre mortes na PM deve ser muito distorcida.

  33. DAISE 2.0 said

    A teia no além-mar

    Um fio da teia do mensalão foi esticado na outra margem do Atlântico: ex-presidente da PT Telecom está sob investigação por uma obscura transação que levou ao escândalo

    Parece que foi ontem. E já faz uma década. No sábado, 14 de maio de 2005, “Veja” expôs em vídeo o chefe de um departamento dos Correios relatando detalhes da corrupção na empresa estatal com envolvimento de políticos.

    Começava a ser revelado o mensalão, operação político-empresarial montada no governo Lula para financiar a “maior base parlamentar do Ocidente”, na definição do ex-chefe da Casa Civil José Dirceu. Vinte e seis pessoas foram condenadas, em quadrilha, por corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes variadas. Denunciado como “chefe”, Dirceu cumpre sentença em regime semiaberto. Seu “operador”, Marcos Valério, amarga a perspectiva de envelhecer na cadeia.

    Na sexta-feira passada, um fio da teia do mensalão foi esticado na outra margem do Atlântico. A Procuradoria de Portugal anunciou inquérito contra Miguel Horta e Costa, ex-presidente da PT Telecom, atualmente conselheiro do Banco Espírito Santo de Investimentos. Ele esteve no centro de uma obscura transação que detonou o caso do mensalão.

    Em outubro de 2004, Dirceu o encaminhou a uma conversa com Lula. Na época, o deputado Roberto Jefferson cobrava US$ 10 milhões supostamente prometidos em troca do apoio parlamentar do PTB ao governo. Segundo Jefferson, Dirceu o orientou a receber o dinheiro da PT Telecom, em Portugal. Dirceu nega.

    Na segunda-feira, 24 de janeiro de 2005, o tesoureiro do PTB, Emerson Palmieri, viajou a Lisboa na companhia de Valério. O operador do mensalão foi recebido por Horta e Costa, que o encaminhou a António Mexia, na época ministro português de Obras. Palmieri, tesoureiro do PTB, retornou sem o dinheiro. Semanas depois, houve a ruptura: Jefferson contou parte do que sabia na tribuna da Câmara.

    Passaram-se sete anos. Em setembro de 2012 Valério deu sua versão, em depoimento: Lula e o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, haviam acertado com Horta e Costa, no Palácio do Planalto, que a PT Telecom pagaria ao PTB. O dinheiro sairia de um fornecedor da empresa portuguesa instalado em Macau, na China. Em contrapartida, o governo repassaria parte da reserva de US$ 800 milhões do Instituto de Resseguros do Brasil para o Banco Espírito Santo. Nave-mãe do grupo português acionista da PT Telecom/Oi, o banco faliu recentemente.

    Não se conhecem detalhes do inquérito português sobre a participação de Horta e Costa no mensalão. Sabe-se que, na sexta-feira, ele saiu do Departamento Central de Investigação, em Lisboa, como investigado. Sabe-se, também, que essa teia luso-brasileira é alvo de outros inquéritos.

    Em Curitiba avança um deles sobre o circuito de lavagem das propinas pagas em negócios da Petrobras realizados na África — especialmente em Angola. Há outro, em Brasília, sobre R$ 700 milhões em contratos governamentais com a suíça Octapharma para compra de derivados de sangue humano. Até o mês passado, o representante da Octapharma no Brasil era José Sócrates, ex-primeiro ministro português. Ele está no presídio de Évora, em Lisboa, sob acusações de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude fiscal. Sócrates escreveu uma dissertação acadêmica sobre tortura (“A Confiança no mundo”). Ele mesmo comprou quase todas as 12 edições. O prefácio é assinado por um amigo, Lula.

  34. DAISE 2.0 said

  35. DAISE 2.0 said

    Dilma se coloca no seu lugar

    Brasil 13.01.2015

    Dilma Rousseff tomou posse e a TV Gazeta teve picos de audiência com um programa culinário. Dilma Rousseff não foi a Paris, para a marcha pela liberdade de expressão e contra o terrorismo, e ninguém lá sentiu falta. Dilma Rousseff não vai a Davos, para o Fórum Econômico Mundial, e ninguém lá notará a sua ausência.

    Onde mais ela faria diferença, se não na Bolívia de Evo Morales? Não é por ideologia que Dilma Rousseff resolveu prestigiar a terceira posse de Morales. É também para aumentar um pouco a autoestima.
    O lugar dela é mesmo na Bolívia.

  36. DAISE 2.0 said

    O BEM-BOLADO NA CULTURA

    Eles produzem; outros patrocinam, fazem propaganda — e quem paga são as criancinhas pobres

    O Antagonista teve acesso à lista mais recente de projetos culturais aprovados pelo governo federal, para captar recursos via Lei Rouanet, com as respectivas quantias máximas autorizadas. Isso significa que os produtores podem bater à porta de pessoas físicas, empresas privadas e estatais, para pedir esse dinheiro via renúncia fiscal. Ou seja, o que as pessoas e empresas se dispuserem a dar é integralmente abatido do imposto de renda delas. Ou seja, as criancinhas pobres do Brasil pagam. E elas podem, ainda, fazer propaganda de si mesmas na condição de patrocinadores, como se o dinheiro dado fosse delas. Não é. É das criancinhas pobres do Brasil.

    Há até empresas especializadas em fazer a ponte entre uns e outros.
    Uma delas anuncia-se assim: “Aprovamos — Lei Rouanet: Pague em 12x! Nossa sede é em Brasília, ao lado do Ministério da Cultura, o que confere agilidade à aprovação.” Despachante cultural: uma contribuição brasileira ao mundo. Despachante cultural pago no crediário: outra contribuição brasileira ao mundo.

    É bom para todos os envolvidos (menos para as criancinhas pobres do Brasil), também porque, não raro, parte do que produtores captam é devolvido por baixo do pano para patrocinadores, no caixa dois. Não raro, ainda, do valor devolvido é deduzida uma “comissão” para tais produtores. Um bem-bolado, enfim, para usar uma expressão ao gosto do ex-ministro Antonio Palocci, em circunstâncias nada culturais.

    A lista de projetos aprovados é, evidentemente, extensa. Não publicaremos todos, mas somente alguns, em diversos posts no decorrer desta semana.

    O critério principal são as altas quantias aprovadas, mas, como antagonistas que somos, nos sentimos livres para adotar outro critério a qualquer momento. Ah, sim, que fique claro: não há nenhum indício de que há maracutaias no que vai listado abaixo. A nossa intenção, como “odiojornalistas” (a definição é da “amorsecretária” Ivana Bentes), é mostrar o preço a diversidade cultural brasileira.

    Os projetos elencados aqui são apenas de Artes Cénicas, uma das categorias do Ministério da Cultura:

    1) Peer Gyant (deve ser Peer Gynt, a peça de Ibsen): captação autorizada de R$ 2.062.240.00

    2) Zaratustra: captação autorizada de R$ 1.152.200,00

    3) A Luz na Piazza: captação autorizada de R$ 4.623.850,00

    4) A fabulosa cozinha de Pierre: captação autorizada de fabulosos R$ 939.860,00

    5) Sistema único (Campo de Batalha): captação autorizada de R$ 1.578.400,00

    6) Em Cena (nome provisório): captação autorizada de nada provisórios R$ 8.955.200,00

    7) Sambra, cem anos de samba: captação autorizada de R$ 3.982.500,00

    8) Chatô, o rei do Brasil (depois do filme de ficção, literalmente, de Guilherme Fontes, fazemos votos de que a peça entre em cartaz, só não nos convidem para ver): captação autorizada de R$ 4.832.076,61

    9) Prêmio Reverência (ao que consta para artistas de musicais): captação autorizada de R$ 3.059.903,50

    10) Plano Anual de Atividades Alfa (não é um encontro de ufologistas, mas a programação do Teatro Alfa, em SP): captação autorizada de R$ 7.102.588,37

    Para finalizar este post, escolhemos um projeto para homenagear especialmente Ivana Bentes. Trata-se de Espetáculo Circense RAÇA — Diversidade cultural brasileira, autorizado a captar R$ 3.045.400,00.

    Os onze projetos somam mais de 41 MILHÕES DE REAIS. Entenderam por que existe um Ministério da Cultura?

  37. Pax said

    Caro Guatambu,

    Não produzo números estatísticos policiais…. simples assim.

    Eu reproduzo notícias e debato sobre elas.

    Isto está na declaração deste blog desde seu nascedouro, em agosto de 2008.

  38. Guatambu said

    Pax,

    Eu sei disso. Só que você reproduziu com o intuito de defender um ponto de vista: o de que a violência policial no estado de SP é muito alta e cresce.

    Ok, eu contra-argumentei com base nos próprios dados estatísticos que você trouxe, mesmo sabendo que dados estatísticos da polícia são inválidos. Essa invalidez dos dados estatísticos foi explicada pelo Elias.

    Como vc não foi crítico com os dados que escolheu reproduzir, tomou 2 vezes.

  39. Jose Mario HRP said

    Poxa Pax, que post tendencioso, clube militar deixa marcas nesse anti petismo mesmo!

  40. Jose Mario HRP said

    17 tem que dar mais IBOPE?

    Pois é…….2300 jovens negros mortos e ou estuprados e o ocidente nem aí!!!!!!

    http://www.brasildefato.com.br/node/30992

  41. Pax said

    #PinoquiAlckmin

  42. Pax said

    a PM desse cidadão acima é mesmo destrambelhada, saca só

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/01/1574258-em-rede-social-pm-de-sp-compara-black-blocs-a-faccao-criminosa.shtml

  43. Elias said

    Sobre o comentário 36:

    1 – É bom lembrar que a “Lei Rouanet” é criatura do governo FHC.

    2- Essa lei reproduz leis que já existiam — e continuam existindo — em quase todos os Estados e também em boa parte dos municípios brasileiros.

    3 – Leis semelhantes existem em rigorosamente todos os países civilizados.

    4 – O Ministério da Cultura não financia projetos enquadrados na Lei Rouanet. Ele apenas credencia o projeto a captar recursos junto à iniciativa privada, garantindo a esta considerar o patrocínio como despesa dedutível, observado o limite que o enquadramento legal estabelecer.

    5 – Antes da Lei Rouanet, não havia critérios objetivos nem limites para patrocínio cultural. Uma empresa dava patrocínio, digamos, de R$ 100 mil, e fazia o artista ou produtor assinar recibo no valor de R$ 800 mil, contabilizando este último como despesa dedutível.

    6 – A Lei Rouanet acabou com a farra, ao estabelecer critérios e limites. Basta que o projeto se enquadre nios critérios OBJETIVOS da lei, que ele recebe o certificado.

    7 – O “despachante cultural” é um sobproduto disso, assim como os “escritórios de projetos” e “empresas de consultoria”, especialistas em elaborar e acompanhar a tramitação de projetos para obtenção de financiamentos em bancos e agências financiadoras, públicas ou particulares, no Brasil e no Exterior. No caso da LeiRouanet, uma das razões disso é o fato de que o artista brasileiro costuma dizer, quase que com orgulho, que ele não sabe fazer nem a declaração de renda dele, quanto mais elaborar um projeto de captação de recursos.

    8 – Por fim, o principal “detalhe” que o “gabaritado analista” transcrito pela Daise ignora ou finge ignorar: o enquadramento na Lei Rouanet não garante a captação dos recursos. Ele apenas AUTORIZA a captação, até o limite que estabelece. O fato de um projeto ter autorização para captar até R$ 1 milhão, não significa que ele vai captar esse valor. De posse do certificado, o dono do projeto vai à luta, atrás de quem esteja disposto a financiá-lo. Se ele vai encontrar ou não esses Mecenas, é outro papo…

    No afã de ser oposição, o “analista” da Daise acabou fazendo oposição a uma das boas coisas feitas pela atual oposição, quando ela era governo.

    Analista desastrado…

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