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Eduardo Cunha na Lava Jato: propina de R$ 10 milhões

Posted by Pax em 16/07/2015

Acusado de várias irregularidades, o presidente da Câmara agora aparece na Lava Jato.

Cunha cobrou propina de 10 milhões de dólares, diz delator da Lava Jato – via El País

Em depoimento à Justiça, Julio Camargo acusou Cunha de cobrar para facilitar contrato

Às vésperas de completar seu primeiro semestre à frente da Câmara dos Deputados, o presidente da casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi acusado de ter cobrado 10 milhões de dólares em propina. Em depoimento à Justiça Federal, o consultor Julio Camargo, um dos primeiros delatores da Lava Jato, afirmou que o peemedebista exigiu o pagamento como forma de viabilizar um contrato de navios-sonda da Petrobras. As informações são do jornal O Globo. (continua no site El País)

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13 Respostas to “Eduardo Cunha na Lava Jato: propina de R$ 10 milhões”

  1. DAISE 2.0 said

    Vamos começar pelo começo:

    Depoimento de Julio Camargo à Justiça (Eduardo Cunha)

    .https://www.youtube.com/watch?v=sWMNAKyzTs4

    .https://www.youtube.com/watch?v=AQv_72GozBM

    O primeiro é bomba contra Eduardo Cunha, mas o segundo também é importante.

  2. Pedro said

    Presidente com a campanha pra lá de suspeita.
    Presidente da câmara denunciado.
    Presidente do senado denunciado.
    Ex-presidente enrolado.

    Sabe lá onde isto vai dar.
    Pode acontecer tudo, inclusive nada.

    Vem pizza gigante por aí?
    Ou o mingau de todos vai azedar?

    Façam suas apostas……..

  3. Guatambu said

    Aposto na pizza.

    Mas, mesmo triste por ter que comer pizza, tem o lado feliz da história: o Lula, que era cotado para virar presidente de algum desses bancos internacionais, não lembro se era o BIRD ou o Banco Mundial, passou longe…

    E ver o Eduardo Cunha com a bundinha na parede e o resto também é divertidíssimo.

    Essa bomba tem que explodir, tem que virar aquele chumbo trocado digno do fim do filme Infiltrados do Scorcese.

  4. Pedro said

    Filmaço do Scorcese.

    Acho que no filme brasileiro, a gente é que morre no final. =(

  5. Pax said

    que se vayan todos !

  6. Guatambu said

    Acho engraçado que o Kotscho acha que não vai ser bom pra ninguém.

    O que faz o Kotscho pensar que ele me representa quando ele fala isso?

  7. Chesterton said

    tá tudo mucho engraçado….

    http://www.joselitomuller.com/odebrecht-ganha-licitacao-para-construir-prisao-que-abrigara-lula/

  8. Chesterton said

    briga boa

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/07/1656905-doleiro-diz-estar-sendo-intimidado-por-pau-mandado-de-eduardo-cunha.shtml

  9. DAISE 2.0 said

    FARINHA DO MESMO SACO

  10. DAISE 2.0 said

  11. DAISE 2.0 said

    OPS…

    artigo pra leitura sobre o Brasil e a Grécia

    A Grécia é aqui
    19/07/2015 02h00

    SAMUEL PESsOA
    Segundo reportagem de Toni Sciarretta publicada neste jornal na semana passada, o Brasil está longe da situação da Grécia. De fato, do ponto de vista de liquidez, o governo grego na prática quebrou, como afirmou o repórter.

    Antes de qualquer comparação, é importante frisar que o bem-estar na Grécia é superior ao brasileiro por qualquer critério. Depois de seguidos anos de crise profunda,
    o PIB per capita grego é 60% maior do que o nosso e a desigualdade
    é menor.

    Do ponto de vista fiscal, a Grécia apresentou no ano passado superavit primário pouco maior do que zero, melhor, portanto, do que nosso deficit de 0,6% do PIB.

    O grande problema por lá é o enorme endividamento do setor público, de 180% do PIB, ante nosso endividamento bem menor, de 65%.

    No entanto, o custo de rolagem da dívida pública por aqui é bem maior. Além disso, certamente, se houver um esforço de reformas que reduzam os problemas do setor público grego, haverá espaço de negociação para reduzir muito os juros pagos pelo governo do país.

    Ou seja, o fato de a Grécia ser um pequeno país de uma união monetária -o PIB grego é da ordem de 2% do PIB da zona do euro- torna o tamanho do problema muito menor do que o nosso. Estamos isolados e teremos que encontrar por nós mesmos uma solução para nosso desequilíbrio fiscal estrutural. Se a Grécia fizer a lição de casa que a união monetária exige, será resgatada.

    Segundo dados da OCDE, em 2011 o gasto público grego com aposentadorias e pensões era de 14,5% do PIB, não muito maior do que os 12% que gastamos. A situação é ainda pior, pois temos pouco menos de 10% da população acima de 60 anos, enquanto a Grécia tem 20%. Ou seja, nosso gasto previdenciário relativamente à pirâmide populacional já é muito maior do que o grego!

    Diferentemente de nós, a Grécia abriu mão desse instrumento quando decidiu se juntar à zona do euro. Mas é sempre importante lembrar que ajuste de desequilíbrio fiscal por meio de forte desvalorização do câmbio produz aceleração inflacionária e corte dos salários, aposentadorias e pensões.

    Exatamente por esse motivo o primeiro-ministro grego, após ter tido a autorização dos cidadãos para não fazer novo acordo, o que ia gerar insolvência e no limite saída da união monetária e a recriação da dracma, decidiu assinar acordo ainda mais duro do que o anterior. Considerou que o impacto social da inflação e da desorganização da economia -consequência da recriação da moeda grega- representa custo ainda maior do que aceitar as condições da “troica” (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e FMI).

    Um tema que tem sido pouco observado é a diferença de comportamento entre aposentados e funcionários públicos, mais favoráveis a um acordo com a “troica”, e estudantes e jovens, mais vocais contra as medidas de austeridade e, por consequência, mais desejosos de uma saída da Grécia do euro e da recriação da moeda grega.

    Os jovens e os estudantes são os mais afetados pelo desemprego, custo maior da estratégia de ajustamento dentro da união monetária. Os servidores públicos e os aposentados perderiam mais em uma eventual saída do euro, pois seus salários e aposentadorias seriam fortemente reduzidos com a recriação da dracma.

    Já no Brasil, se nada for feito, caminharemos para crise fiscal profunda e os resultados sociais por aqui serão ainda piores do que aqueles enfrentados pela população grega nos últimos anos.

  12. DAISE 2.0 said

  13. DAISE 2.0 said

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