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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Eletronuclear: presidente recebeu propina de 4,5 milhões

Posted by Pax em 28/07/2015

Segundo o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, o presidente da estatal recebeu R$ 4,5 milhões do consórcio formado pelas empresas Camargo Corrêa, UTC, Andrade Gutierrez, Odebrecht, EBE e Queiroz Galvão.

A pergunta que fica é: existe alguma esfera onde não haja tanta corrupção?

Presidente licenciado da Eletronuclear recebeu R$ 4,5 milhões de propina, diz PF

Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil

Alvo da 16ª fase da Operação Lava Jato, o diretor-presidente licenciado da Eletronuclear e vice-almirante da Marinha Othon Luiz Pinheiro da Silva, preso hoje (28) pela Polícia Federal (PF), recebeu cerca de R$ 4,5 milhões de propina do consórcio vencedor da licitação para a montagem da Usina Nuclear Angra 3, segundo o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal.

De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, o consórcio formado pela empresas Camargo Corrêa, UTC, Andrade Gutierrez, Odebrecht, EBE e Queiroz Galvão repassava recursos para empresas intermediárias, que repassavam a propina para Othon Luiz Pinheiro da Silva.

Segundo o procurador Athayde Ribeiro Costa, que integra a força-tarefa, o repasse de recurso ao então diretor-presidente da Eletronuclear ocorreu até dezembro do ano passado, nove meses depois de deflagrada a Lava Jato e após a prisão de vários empreiteiros.

“Há indícios de pagamento de propina por parte da Andrade Gutierrez em contratos desde 2009 para uma empresa de propriedade de Othon Luiz. Os elementos indicam que Othon Luiz recebeu R$ 4,5 milhões”, disse. “A corrupção no Brasil é endêmica e está espalhada por vários órgãos, em metástase”, acrescentou o procurador, comparando a corrupção ao momento em que o câncer se espalha por vários órgãos do corpo.

A 16ª fase da Lava Jato, batizada de Radioatividade, foi desencadeada a partir do depoimento do executivo da Camargo Corrêa Dalton Avancini, que assinou acordo de delação premiada com a Justiça Federal. Na delação, ele revelou a existência de um cartel nas contratações de obras da Angra 3 e chegou a citar Othon Luiz Silva como beneficiário de propinas.

Na ocasião, Silva negou ter participado ou conhecimento de qualquer irregularidade. Em nota à época, ele afirmou que jamais recebeu propina e que vive de sua aposentadoria da Marinha e de seus vencimentos como presidente da Eletronuclear. Ele se afastou do cargo em 29 de abril, após ser citado na Lava Jato.

“A palavra do colaborador não leva à prisão, mesmo que temporária. Fizemos o nosso trabalho e levantamos as confirmações”, explicou o procurador.

Também foi preso o presidente global da AG Energia, Flávio Barra, subsidiária da Andrade Gutierrez. Em nota, divulgada hoje, a Andrade Gutierrez informou que está acompanhando a 16ª fase da operação e destacou “que sempre esteve à disposição da Justiça”. Os advogados da empresa estão analisando a ação da PF para se pronunciar. A Eletronuclear informou que vai se pronunciar em nota sobre o caso.

Os presos temporários serão levados hoje para Curitiba, onde se concentram os processos da Lava Jato. De acordo com a PF, a previsão é que cheguem à capital paranaense por volta das 20h e já prestem depoimento amanhã (29).

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69 Respostas to “Eletronuclear: presidente recebeu propina de 4,5 milhões”

  1. Pedro said

    Pergunta difícil, Pax.
    …..

    Ontem :

    http://wp.clicrbs.com.br/moacirpereira/2015/07/27/operacao-trojan-irmao-do-senador-dario-berger-e-um-dos-alvos-da-policia-civil/?topo=67,2,18,,,77

    Hoje:

    O outro irmão do senador assumiu a presidência da Eletrosul, maior estatal do sul do país.

    ………

    A formação de quadrilha tá generalizada.

  2. Pax said

    Realmente caro Pedro,

    Pra todo lado que se olha tem quadrilha assaltando. Em todos os âmbitos, do municipal ao federal.

    O Brasil tá muito chato.

  3. Chesterton said

    Mais um vai pras picas, o BB está sendo vendido, e este agora?

    http://www.istoe.com.br/reportagens/429487_CAIXA+BANCOU+PEDALADAS+DURANTE+21+MESES+PARA+BANCAR+BENEFICIOS+SOCIAIS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

  4. Chesterton said

    Mas esse Nobel Prize winner não é um grande fdp?

    http://observador.pt/2015/07/20/krugman-diz-que-sobrestimou-competencia-do-governo-grego/

  5. DAISE 2.0 said

    O dobro do nada

    Dilma “bolada” …”Não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas, quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta”.

  6. Chesterton said

    Por: David Coimbra

    Lula acha que os governos do PT são criticados e que a popularidade de Dilma é de apenas 7% porque graças a ele, Lula, os pobres agora viajam de avião e comem em restaurantes.

    Sério, ele pensa isso.

    Sua frase, durante um discurso para 200 pessoas no ABC paulista, no fim de semana, foi a seguinte:

    “Eu ando de saco cheio. Tudo que é conquista social incomoda uma elite perversa neste país”.

    É estranho. Jurava que a elite amava Lula. Afinal, vejamos:

    1. Nunca na história deste país, os banqueiros obtiveram tantos lucros como nos governos do PT;

    2. A elite política, representada por Maluf, Sarney, Calheiros, Temer, entre outros, sempre esteve fechada com Lula. Um de seus aliados, Fernando Collor, inclusive, pôde montar uma linda coleção de carros de playboy durante as administrações petistas;

    3. Empresários emergentes, como Eike Batista, emergiram de vez graças a generosos empréstimos do BNDES, mesmo que depois tenham submergido;

    4. Há vários amigos próximos de Lula morando atualmente no Paraná, todos com sobrenomes famosos, como Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez. Um deles até o apelidou, carinhosamente, de “Brahma”.

    Esses é que são a elite do Brasil. A elite do Brasil mora em tríplex, como Lula. Roda em Maseratis, como Collor. Tem contas na Suíça, como Odebrecht. Assalariados, como eu e a maioria dos meus amigos, não pertencemos à elite. Mas Lula quer dizer que sim. Quer dizer que eu, filho de professora primária e neto de sapateiro, que sustento minha família com meu salário, amigo de aposentados que ganham mil reais por mês, de funcionários públicos que pagam aluguel, de jornalistas que andam de ônibus, Lula quer dizer que eu e toda essa gente que sofre com o desconto do Imposto de Renda, com a falta de água e de luz a cada chuva, com as ruas esburacadas, com os assaltos, com a educação deficiente, com os hospitais lotados e com o preço do tomate, Lula quer dizer que nós somos da elite?

    Não somos, Lula. E tampouco nos importamos, eu e todas, absolutamente todas as pessoas que conheço, com pobres que frequentem restaurantes ou aeroportos. Nos importamos é com um país em que os assalariados pagam imposto para ter segurança, saúde e educação públicas e, ao mesmo tempo, pagam por segurança, saúde e educação privadas. Nos importamos é com um país que coloca presos em masmorras medievais, um país em que 60 mil pessoas são assassinadas e outras 50 mil morrem em acidentes de trânsito a cada ano, um país em que são gastos bilhões para construção de estádios em lugares onde praticamente não existe futebol, um país que tem sua principal estatal sangrada em bilhões de dólares pela navalha da corrupção. É com isso que nos importamos, nós, que você chama de elite perversa. Nós, elite perversa? Não. Elite perversa são seus amigos magnatas que o levam para passear de jato fretado, são seus intelectuais apaniguados, seus jornalistas financiados, seus donos de blogs comprados, seus parlamentares cooptados. Você, Lula, e os parasitas dos trabalhadores do Brasil, vocês são a elite perversa.

  7. Chesterton said

    http://observador.pt/2015/07/28/varoufakis-na-mira-das-autoridades-gregas/

    chest-o grego vai acabar em cana….

  8. Pedro said

    David “deu nos dedos” do Lula.

  9. Chesterton said

    O PT comprou votos e não consegue pagar..

    O crescente mal-estar com o estado de coisas no Brasil tem levado as pessoas a perguntar: “como termina essa crise?” “O Brasil sai dessa?” “Quando acaba esse inferno?”

    No exterior, queixos caem com a velocidade da transição do hiperentusiasmo com o país ao atual desencantamento. Para os que comparam as nações por seus atributos de poder, prosperidade e prestígio, o Brasil deixou rapidamente o céu da euforia rumo ao inferno do desalento.

    Nos anais da triste história mundial de malogros endógenos, o Brasil não está sozinho –tampouco figura entre os casos mais graves.

    Apenas para ficar nos últimos cem anos, é fácil concluir que fracassos e desastres a acometer diferentes nações, em variadas escalas, resultam sobretudo da autossabotagem.

    O nacional-populismo é, há um século, o grande vilão da prosperidade corroída na Argentina.

    A ascensão do totalitarismo na Itália e na Alemanha nos anos 1920-30 não resultou de um vírus externo “plantado” naquelas sociedades, mas da adesão de povo e elite àqueles abjetos sistemas de poder.

    Quando o Japão militarista enxergou em possessões francesas, britânicas e holandesas escassamente protegidas no Pacífico uma “oportunidade dourada” para seu expansionismo, poucos japoneses levantaram-se em oposição.

    A Revolução Cultural na China paralisou o país por uma década e subtraiu-o de alguns de seus melhores talentos. Estratagema de demônios estrangeiros? Não, das profundezas da mente de Mao.

    A atual propulsão brasileira a caminho do inferno alimenta-se de cinco combustíveis.

    O primeiro: má gestão macroeconômica que, com a “Nova Matriz”, abalou alicerces da estabilidade monetária e fiscal e agora coloca o país às portas de perder o grau de investimento.

    O segundo: miopia na estratégia de inserção internacional, centrada no protecionismo comercial e na diplomacia “Sul-Sul”.

    Não trabalhamos para ingressar nas redes globais de valor e, com isso aumentar nossas exportações.

    Álvaro Fagundes e Renata Agostini mostram nesta Folha que, num ranking de 150 países compilado a partir do percentual do PIB representado por exportações, estamos à frente apenas de Afeganistão, Burundi, Sudão, República Centro-Africana e Kiribati.

    O terceiro: inoperância da economia política Estado-capitalista. Hipertrofiou-se a presença estatal como formadora da demanda, financiadora de setores privilegiados e instância empreendedora. E essa onipresença estatal deu-se, compreensivelmente, na ausência de urgentes reformas microeconômicas.

    O quarto: propinodutos nas estatais e seus efeitos colaterais –as terríveis e inevitáveis consequências paralisantes para a atividade econômica da guerra à cleptocracia.

    O quinto: o pronunciado e lamentável deficit de liderança pública.

    Contudo, no atual caos brasileiro não há, de forma ampla, o mais perigoso dos alinhamentos malignos –e de que o século 20 está repleto de exemplos.

    As nações só descem realmente ao inferno quando elites plenamente complacentes com o poder dirigente operam no vácuo da falência múltipla de instituições.

    No Brasil, nem toda a elite é parasitária do poder de ocasião. E muitas instituições, da imprensa ao Judiciário, encontram-se em pleno vigor.

    Sartre dizia que o inferno são os outros. O Brasil não pode argumentar o mesmo. Suas agruras são majoritariamente fruto dos próprios pecados.

    Por isso, sua redenção –”sair dessa”– é algo que não depende do cenário internacional.

    Evitar o inferno deriva tão somente do funcionamento das instituições e do grau de patriotismo da parte mais iluminada da elite brasileira.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcostroyjo/2015/07/1661594-como-as-nacoes-vao-ao-inferno.shtml

  10. Chesterton said

    http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/refens-do-sendero-luminoso-sao-resgatados-no-peru-entre-eles-26-criancas

  11. Elias said

    Se a “revisão da meta” passar, isso significa que o governo vai AUMENTAR os gastos públicos, pra reativar o aparelho produtivo.

    Pra aprovar o decreto, o governo terá que partir para o mensalão legalizado pela LDO: engatar a liberação de dotações contingenciadas à liberação de emendas parlamentares, na mesma proporção.

    Aí, legal e devidamente subornado, o Congresso aprova a “revisão da meta”…

    No fim, é o reconhecimento do que se diz do Brasil desde sempre: o Estado está para o capitalismo brasileiro assim como o oxigênio está para a vida.

    Sem gasto público, a economia brasileira simplesmente trava as quatro rodas. Não anda (exceto na quitanda do Chester, que banca a geração da estonteante cifra de dois postos de trabalho…!!!!!!!!!!!!!).

    Ora, se era pra fazer isso, então pra que manter a porra do Levy brincando de economista inglês do Século XVIII?

    Se era pra fazer isso, por que desempregar um porrilhão de gente, ao longo dos sete meses em que o Levy se esmerou em tentar levar o país à falência?

    E o “mercado”? Ah, o “mercado” começa a respirar aliviado… Com a economia brasileira travada, as cotações na bolsa nacional só tendiam a crescer feito rabo de cavalo, no rumo do chão…

    Quando o trambolho começa a dar no bolso, a primeira coisa que os “liberais” brasileiros fazem é jogar o “liberalismo econômico” deles no lixo.

    Local apropriado, por falar nisso…

  12. Elias said

    “Sartre dizia que o inferno são os outros.”

    Sartre também dizia: “Um anticomunista é um cão!”

  13. Elias said

    O bicho papão que assombrou o sono dos “liberais” do “mercado” brasileiro, fazendo-os jogar seu “liberalismo econômico” no vaso e dar a descarga, foi o seguinte: Ibovespa despencando continuamente.

    Com a economia andando pra trás, não dava pra esperar nada muito diferente, né não?

    Aí não tem China, nem Grécia, nem… Os “outros”. Na hora do vamos ver, o que interessa é o lucro de quem compõe o índice. E quem compõe o índice está aqui.

    Quando a crise é mundial, as importações despencam, e o exportador de commodities é o primeiro a levar farelo… Ele só começa a se recuperar quando as importações são retomadas, ou seja, DEPOIS, que os importadores se recuperarem.

    Em português de botequim: quem vive de exportação de commodities é, sempre, o último que fala e o primeiro que apanha.

    Daí porque é sempre bom ter um mercado interno de bom tamanho funcionando…

    Só que a coisa complica quando o indigitado exportador de commodities tem, também, um capitalismo de mentirinha, super-ultra-extradependente do Estado…

  14. Elias said

    “Quando o Japão militarista enxergou em possessões francesas, britânicas e holandesas escassamente protegidas no Pacífico uma “oportunidade dourada” para seu expansionismo, poucos japoneses levantaram-se em oposição.”

    “Oportunidade dourada”?

    P.Q.P.!!!

    Vai entender de história assim na baixa da égua!!!

  15. Chesterton said

    Esquerdista falando em ética…tsc, tsc, tsc..

    http://www.infomoney.com.br/bloomberg/mercados/noticia/4185541/professor-harvard-agora-diz-que-venezuela-nao-conseguira-evitar-calote

  16. Chesterton said

    Para quem pretende se educar

    http://www.institutoliberal.org.br/biblioteca/classicos/

    http://www.institutoliberal.org.br/biblioteca/classicos/o-caminho-da-servidao-f-hayek/

  17. Guatambu said

    Elias,

    Quando vc diz gasto público vc quer dizer investimento, né?

    Pq de gasto público o Brasil está repleto… justamente daqueles que não se consegue eliminar.

  18. Guatambu said

    Elias,

    E esse capitalismo de mentirinha só existe porque os progressistas do Brasil, de progresso não manjam muito, né?

  19. Elias said

    Guatambu,

    I
    Se será, realmente, gasto em investimento, é o que veremos…

    De 1994 a 2001, FHC esteve envolvido em 4 planos econômicos: (1) o Programa de Ação Imediata (em março de 1994), como ministro do Itamar Franco, (2) o Plano Real (em junho de 1994, como candidato à Presidência da República); (3) o “Plano Real II” (em junho de 1995, como Presidente da República); (4) o Programa de Estabilidade Macroeconômica (quase uma novela, de dezembro de 1998 a agosto e 2001, também como Presidente da República). O tempo todo ele prometeu cortar custeio e aumentar o investimento. Uma das justificativas do Programa Nacional de Desestatização (vulgo “privatização”), foi, exatamente, e nas palavras de FHC (ainda no PAI): promover o “equacionamento dos desequilíbrios financeiros do setor público”.

    No fim de tudo, o custeio não foi cortado e o investimento não aumentou (nem mesmo em geração de energia elétrica, do que resultou um baita apagão). O homem propõe e o destino dispõe. FHC acabou torrando a grana toda no pagamento de dívidas, até porque não conseguiu receber quase nada dos US$ 40 bilhões de dívidas vencidas dos Estados e Municípios junto à União (sente o drama: FHC se virando pra cortar US$ 6 bilhões de despesa no Orçamento Geral da União, ao mesmo tempo em que Estados e Municípios deviam US$ 40 bilhões, já vencidos, à União, e não pagavam).

    E olha que FHC conseguiu que o Congresso aprovasse: (1) a desvinculação das receitas da União por 2 anos — 1994 e 1995 (Fundo Social de Emergência – FSE, aprovado pela Emenda Constitucional de Revisão nº 1, de 1.3.1994); (2) a criação de novos impostos (como foi o caso do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira – IPMF, ainda em 1993); (3) o restabelecimento da CPMF, etc.

    Além disso, FHC elevou as alíquotas da COFINS e do IOF, suspendeu o crédito presumido do IPI, aumentou a alíquota da CSL para 12% (antes ele havia reduzido a CSL das instituições financeiras para 8%, mas acabou tendo que voltar atrás). E uma extensa lista de etc. O “Programa de Estabilidade Macroeconômica” nada mais foi que uma imensa operação tapa-buraco nas finanças públicas, ao longo de um extenso período: de dezembro/1998 a agosto/2001.

    Mesmo assim, não deu pra segurar o custeio em níveis civilizados, nem pra elevar o investimento, mesmo em setores críticos, que estavam levando farelo, como é o caso da geração de energia.

    Com um ambiente político extremamente favorável, a coisa deu no que deu. No ambiente atual, eu é que não aposto em nada…

    II
    As causas do capitalismo de mentirinha, cronicamente dependente do Estado (e que não é monopólio do Brasil, muito pelo contrário…), são muitas, e não cabem nesse reducionismo tolo, de “progressistas” vs “não progressistas” (até porque a coisa não passa por aí, né?).

    Aliás, tanto entre os capitalistas que dependem do Estado brasileiro, quanto entre os que não dependem (muito), existem “progressistas” e “não progressistas” (independentemente do critério que se use pra pregar esse rótulo na testa de cada um…).

  20. Pax said

    Lá vão Dilma e Levy enterrando o país.

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/07/desemprego-em-sp-sobe-pelo-quinto-mes-seguido-aponta-dieese.html

    impressionante…

    que se lasquem, depois de lascarem o povo.

    cipó vai, mas volta.

  21. Chesterton said

    essa é para você Pax

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1206

  22. Chesterton said

    nem finge
    http://www.folhapolitica.org/2014/08/sesi-paga-salarios-milionarios-nora-e.html

  23. DAISE 2.0 said

    O churrasco da Ilha Fiscal
    29/07/2015 – 10h02
    Ricardo Noblat

    A ministra Kátia Abreu (PMDB-TO), da Agricultura, tem um problema: a presidente Dilma Rousseff conferiu-se a tarefa de providenciar carne para um churrasco que ela oferecerá na próxima semana no Palácio da Alvorada para cerca de 320 parlamentares.

    O Alvorada não estoca tanta carne. Para compras de vulto, é obrigado a fazer licitação.

    Naturalmente, Kátia não sacará de suas economias para comprar a carne. Um quilo de carne de primeira está pela hora da morte.

    Só lhe restará apelar para o desprendimento de grandes frigoríficos. Ao que tudo indica, o setor ainda não foi contaminado pela má vontade nacional em relação a Dilma.

  24. Chesterton said

    Apesar de a economia estar em retração, o Banco Central elevou a taxa básica de juros, que está agora nos estratosféricos 14,25%. Dá-lhe, Tombini:

    O Banco Central (BC) elevou a taxa básica de juros em 0,50 ponto porcentual nesta quarta-feira, para 14,25% ao ano, em linha com as expectativas do mercado. A decisão, sem viés, foi unânime. Em comunicado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou que “avaliando o cenário macroeconômico, as perspectivas para a inflação e o atual balanço de riscos”, decidiu elevar a taxa Selic. BT

  25. Chesterton said

    Mário Goes o dono das empresas, Rio Marine Óleo e Gás, e da Mago Consultoria, aceitou o acordo de delação premiada e desta forma tenta reduzir sua pena. O empresário está preso sob a acusação de repasse de propina para as construtoras Andrade Gutierrez e Odebrechet. Nesta quinta-feira (30) ele será ouvido pelo juiz federal Sérgio Moro.
    De acordo com as investigações da Polícia Federal, Goes recebeu das empreiteiras a quantia de R$ 220 milhões entre os anos de 2003 e 2014. O valor seria referente ao pagamento de contratos falsos de prestação de serviços da consultoria. O delator recebeu da Andrade Gutierrez e da Odebrecht, R$ 6,4 milhões durante cinco anos, de 2004 a 2009.
    Nos dois depoimentos, um no dia 23 de maio e outro no dia 17 de julho, o empresário chorou. Pediu pela prisão domiciliar e alegou estar com a saúde debilitada.
    Agora a Operação Lava Jato já conta com 19 delatores. O MPF já declarou que negocia em sigilo mais seis acordos de delação premiada. Do site Diário do Poder

  26. Chesterton said

    http://coturnonoturno.blogspot.com.br/2015/07/maria-do-rosario-levou-r-145-mil-de.html

  27. Guatambu said

    Elias,

    I

    Se não tem como cortar custeio e o governo não pode parar de investir, e não tirar de algum lugar o déficit público só aumenta.

    Sabemos que o Brasil não é autossuficiente em termos de capital, ou seja, depende de capital estrangeiro para financiar investimentos e crescimento.

    Mas fico pensando em um fundo que queira investir no Brasil e olhe para essa situação: o Brasil não gera superávit, não controla custos, e se deixar de investir, aí é que não pagam mesmo. Qual seria a tese de investimento pra esses caras?

    Por outro lado, o governo pode fazer o que?

    Custeio não pode cortar… ou não consegue… ainda mais na situação que o governo se encontra.

    Endividar-se tanto a ponto do problema passar para o investidor (como acontece com a Grécia)?

    Esperar o mercado externo? Não parece fazer sentido.

    Apostar em criação de emprego parece ser um tiro no escuro.

    E aí, como faz?

    II

    Quais são os motivos do capitalismo de mentirinha então?

  28. Guatambu said

    Paralelo a isso…

    O Brasil se esforçou tanto para alcançar exposição internacional e agora está achando ruim.

    Qualquer notícia ruim é “contra-atacada” pelos governistas.

    Vide a demissão do jornalista que disse (corretamente) que Lula gostava de tomar uns drinks

    Vide a demissão da analista que disse (corretamente) que as previsões econômicas do grupo focus estavam erradas

    Vide notícias ruins publicadas pela The Economist e pelo Financial Times

    Vide rebaixamentos pela S&P e Moody´s

    Agora mais um: a “Rio 2016” está sendo altamente criticada pela mídia internacional pelo risco que as águas contaminadas do Rio de Janeiro podem causar aos atletas.

    http://www.businessinsider.com/rios-filth-is-already-spoiling-the-2016-summer-olympics-2015-7

    Esse é o custo da exposição.

    Impressionante é que todos sabiam do imenso teto de vidro do Brasil, e como sempre todo mundo fez vista grossa.

    Será que eles achavam que o Brasil resolveria o problema com “o jeitinho brasileiro”?

    O Brasil está cada vez mais na marca do pênalti… e a política externa brasileira é fraca pra quem interessa. Tudo o que ela sabe fazer é proselitismo e puxa-saquismo de Venezuelas, Bolívias, etc… Provavelmente estes são muito mais importantes que Alemanhas, Estados Unidos, etc…

    Ai ai.. que preguiça.

  29. Pax said

    Próximos capítulos da Lava Jato:

    1 – a lista de Janot dos políticos envolvidos. Prometida pra sexta.

    2 – A acusação dos advogados de Julio Camargo que Eduardo Cunha e outros estão intimidando o delator.

    Seguimos na melhor telenovela da dramaturgia brasileira dos últimos tempos.

    Sem que esteja fazendo juízo de valor. Só dizendo da novela mesmo.

  30. Elias said

    Guatambu,
    Existem porrilhões de obras de autores brasileiros e estrangeiros, explicando as causas do capitalismo de mentirinha, rótulo que define a extrema dependência do capitalismo periférico em relação ao Estado.

    Se quiseres mesmo saber, pega uns dois ou três livros, de preferência com opiniões conflitantes, e tira as tuas próprias conclusões, como eu fiz.

    Pra ilustrar: quando o governo militar quis dar início ao Programa Grande Carajás, o PGC, o maior investimento industrial feito na América Latina durante a segunda metade do Século XX, ele procurou sócios estrangeiros. Norte-americanos pularam fora. Idem alemães, noruegueses, suecos, ingleses e o cacete a quatro! Depois de muita procura, o governo militar acabou se acertando com os japoneses.

    Sabes qual foi a condição que os japoneses impuseram? Eles disseram que só meteriam a cara no PGC se o sócio deles fosse… O Estado brasileiro.

    Foi então que o governo pegou a Vale (que já existia, em MG), turbinou a empresa e…

  31. Elias said

    Falar em Vale, disse a ADVFN:

    “A Vale (VALE5) voltou a lucrar no segundo trimestre de 2015 (2T15). No período, a companhia registrou lucro líquido de R$ 5,14 bilhões, contra um prejuízo de R$ 9,53 bilhões no trimestre anterior, e crescimento de 61,4% na comparação anual. Segundo a companhia, a melhora no lucro deveu-se, principalmente, ao efeito não-caixa dos resultados financeiros da apreciação do Real contra o Dólar. O trimestre também foi marcado por uma redução substancial em custos e por progresso na execução da carteira de projetos segundo a companhia.”

  32. Elias said

    Para advogados:

    I
    Se ficar evidente que Eduardo Cunha e outros estão intimidando o delator, cabe preventiva?

    Se cabe, como será isso, se Eduardo Cunha tem foro privilegiado (STF), e a Lava Jato tramita na Justiça Federal regionalizada, ou seja, em outra instância, aliás incompetente para julgar o acusado?

    II
    No mensalão, réus que não exerciam, não mais exerciam e até que nunca exerceram, mandato eletivo no plano federal, ou seja, réus que não tinham foro privilegiado, foram julgados pelo STF, como se todos fossem exercentes de cargo eletivo no plano federal. Isso para evitar o desmembramento do processo.

    Agora, no Lava Jato, a recíproca é verdadeira?

    Não? Por que não?

    III
    Judiciário brasileiro é isso…

  33. Guatambu said

    Elias,

    Acho que a resposta sobre o capitalismo de mentirinha está na soma dos seus comentários #30 e #32.

    Começando pelo #32: fazer negócio depende da segurança jurídica do país. O Brasil nunca se provou consistente em relação a isso.

    Se não há segurança jurídica, como confiar em sócios, pares, associados, empresários?

    Sem poder confiar no que é privado, como criar mecanismos privados de financiamento, como project finance, por exemplo?

    Resultado: quem quer investir no Brasil se vê forçado a “convidar” o Estado de sócio. Porque se o Estado não se mostra “confiável”, pelo menos a justiça emana do Estado… e aí que se tiver que salvar o investimento, em um ambiente de insegurança jurídica, basta distribuir uma grana para alguns políticos que o imbróglio se resolve…

    Certo?

  34. Elias said

    Tendo sido Eduardo Cunha acusado do que foi, e sendo — como de fato é — a Justiça Federal incompetente para julgá-lo, posto que o pilantra tem foro privilegiado, a parte do processo em que o meliante figura como polo passivo, já não deveria ter sido encaminhada ao STF?

    E, em vista do que foi dito acima, que, por sinal, é fartamente sabido, até pela revista Veja (que há poucas semanas, celebrou Eduardo Cunha em sua capa, como um dos heróis favoritos da Editora Abril), não poderia o STF requerer e/ou avocar?

    O STF perdeu o poder de requerer e/ou avocar?

    Ou será o STF não sabe mais como fazer pra requerer e/ou avocar?

    Ou, ainda, mexeram na Constituição e nem avisaram pra gente?

    Definitivamente, o Brasil não é pra amadores…

  35. Guatambu said

    Vale.

    Alguma coisa os caras fizeram direito.

  36. Elias said

    “Começando pelo #32: fazer negócio depende da segurança jurídica do país. O Brasil nunca se provou consistente em relação a isso.” (Guatambu)

    Cara, tu não sabes do que estás falando…

    Nada tem mais “segurança jurídica” no país do que o investimento estrangeiro. Vai estudar a legislação do Imposto de Renda, das ZPEs, do mercado financeiro…

    Só tem filé!

    Se fosse esse o problema, isso JAMAIS seria resolvido com a simples presença do Estado como sócio. Ficaria pior, aliás…

    É só colocar a cabeça pra pensar. Com o Estado sócio — e majoritário! — num ambiente de insegurança jurídica, para o capital externo privado, entrar no lance seria o mesmo que sapatear de salto alto numa corda bamba…

    E bêbado, feito o Chester quando está sóbrio!

    O buraco é mais embaixo, Guatambu…

  37. Elias said

    “Vale. Alguma coisa os caras fizeram direito.” (Guatambu)

    Huá! Huá! Huá! Huá! Huá!

    Viste como tu não és do ramo?

  38. Elias said

    “Resultado: quem quer investir no Brasil se vê forçado a “convidar” o Estado de sócio. Porque se o Estado não se mostra “confiável”, pelo menos a justiça emana do Estado…” (Guatambu)

    Interessante o raciocínio…

    Se bem que ele escapa à minha capacidade de entendimento.

    Eu, cá com meus botões, continuo achando que, se alguém não se mostra “confiável”, a última coisa a se fazer é convidar esse alguém para ser nosso sócio.

  39. Zbigniew said

    Elias,

    #32, tentando responder…

    O PMDB é um sócio importante do Judiciário e que, há décadas, age nestes bastidores. E o PT? Qual o contraponto a esta sociedade? Nenhum. Aceitou ser defenestrado por respeito a um tal republicanismo, mesmo coabitando com certas práticas, digamos, nada republicanas. Não dá pra acender uma vela para deus e outra para o diabo. Não dá certo.

    Já presenciei processo arquivado e transitado ser desarquivado e “re-julgado” a pedido do partido.
    Acredite!

  40. Elias said

    Zbigniew # 39

    Nem tenha dúvida, como acredito…

    E minha avaliação passa por aí, mesmo: “republicanismo” meia sola, hipócrita e suicida…

    Falar nisso:

    Juros do cheque especial: 241,3% a.a. Juros do cartão: 372% a.a.

    Como esperado, a Selic passou dos 14%. Copom, ontem…

    Isso mostra a imensa capacidade do Levy, de cumprir metas (e até antecipar o cumprimento…).

    Imagina que, há uns dois meses, os muito pessimistas diziam que a Selic chegaria aos 14% no final do ano. Levy demonstrou que não precisou desse tempo todo. Chegou lá antes do final de julho.

    A próxima meta do Levy é alcançar e superar a inflação do FHC em 2002, ou seja 12%.

    As pessoas que ainda duvidam da capacidade do Levy, acham que ele só conseguirá levar a inflação pra 12% no ano que vem. Pelo que ele já demonstrou até aqui, nem me surpreenderia se ele atingisse essa merca ainda em 2015.

    Com um pouco mais de trabalho, e muita competência, Levy pode até encolher o PIB em pelo menos 2,5%. Na esteira, o desemprego poderá chegar a uns 15%, ou até mais.

    Aí, sim: com juros na estratosfera, inflação em alta, PIB encolhendo e desemprego aumentando, estará completo o brilhante programa de “ajustes” da dupla Dilma/Levy.

    Todo mundo sabe que é assim que um país progride: produzindo menos e aumentando o desemprego e os preços.

    É a Parábola do Frango de Jacareí tamanho família, ao vivo, em cores…

  41. Elias said

    Ah, sim…

    Dilma também vetou a atualização das aposentadorias pela mesma taxa de atualização do salário mínimo.

    Minhas efusivas recomendações à Sra. mãe dela…

  42. Guatambu said

    Elias,

    Não sei mesmo do que eu estou falando! Por isso perguntei pra você!

    Quando digo segurança jurídica, me refiro à segurança em relação às responsabilidades entre os sócios privados participantes de um empreendimento.

    Eu conheci pelo menos 3 histórias de gringos investidores que chegam com dinheiro pra investir no Brasil e volta pra casa sem dinheiro e sendo processado pelo sócio. (setores de biodiesel, cana-de-açúcar e energia)

    Daí o raciocínio: não dá pra trabalhar exclusivamente com empresas privadas porque a justiça é complicada e, mesmo com advogados acontecem essas bizarrices.

    O Estado é melhor que isso? A princípio não, porque se tem alguém que tem poder é o Estado. Mas, se o poder pode ser comprado, aí fica mais fácil, né? Ainda mais quando você trata com um ente cujo dinheiro não é dele, é de um monte de gente que não tem como controlar o que é feito com esse dinheiro.

  43. Elias said

    Dilma liberou R$ 1,0 bilhão de restos a pagar de emendas parlamentares/2014.

    Primeiro passo para aprovação da “revisão das metas”.

    Falar nisso, RP de emendas parlamentares é a “despesa discricionária” por excelência… Aquela que o Levy disse que ia cortar…

  44. Guatambu said

    Isso é que é bater cabeça.

    Eles não estão se entendendo de jeito nenhum…

  45. Elias said

    “Eu conheci pelo menos 3 histórias de gringos investidores que chegam com dinheiro pra investir no Brasil e volta pra casa sem dinheiro e sendo processado pelo sócio. (setores de biodiesel, cana-de-açúcar e energia). Daí o raciocínio: não dá pra trabalhar exclusivamente com empresas privadas porque a justiça é complicada e, mesmo com advogados acontecem essas bizarrices.” (Guatambu)

    Passa uns meses nos EUA — procurando se manter razoavelmente informado sobre o assunto — e verás o que é uma indústria milionária de processos judiciais…

    Lá já houve até processo de viúva de fumante que morreu de câncer, ganhando uma baba da Britsh & American Tobacco… Segundo a viúva, a fabricante de cigarros era culpada pela morte do marido…

    Sócio que processa sócio nada tem a ver com “segurança jurídica”, no sentido econômico do termo.

    No sentido econômico, “segurança jurídica” tem a ver com estabilidade das regras sobre tributação, remessa de lucros ao país de origem, liberdade para empreender… Esse tipo de coisa.

    No Brasil, o que havia era obstáculos à liberdade de empreendimento. Os últimos obstáculos foram removidos durante o governo Geisel, ainda nos anos 1970. A “liberdade de empreender” no Brasil passou a ser mais ampla que nos EUA.

    Nos EUA, por exemplo, até bem recentemente o particular não podia produzir energia elétrica. Isso acabou sendo bandeira de luta dos “naturebas”, que venceram a parada. Hoje, o particular já pode produzir energia elétrica nos EUA. No Brasil, sempre pôde.

  46. Elias said

    E a coisa não vai parar na liberação dos RPs de emendas parlamentares.

    De acordo com Eliseu Padilha, do PMDB, nas próximas 2 semanas Dilma vai distribuir 200 cargos de terceiro escalão, em 8 Estados, e 10 de segundo, em Brasília.

  47. Pax said

    Dilma anda distribuindo mais que economizando.

    Só no lombo do povo que sobra o relho.

    Ano que vem, sei não…. quantas prefeituras o PT fará?

    Quer dizer, agosto é longo e vem antes.

    Problema é que quem tá chamando pra rua é o PSDB. Mas desacreditado que pastor ex-gay.

  48. Chesterton said

    bote e….rebote….

  49. Chesterton said

    http://www.amazon.com/ENVY-A-Theory-Social-Behaviour/dp/0865970645

  50. Guatambu said

    Elias,

    Mas lá nos EUA, todo mundo processa todo mundo porque o sistema é minimamente eficiente. A jurisprudência funciona e os resultados jurídicos são mais previsíveis.

    E aqui?

    Você mesmo vive reclamando da inconsistência com que juízes seja de qual nível for, emitem pareceres, conduzem processos, etc, à margem da jurisprudência, inclusive da legalidade em relação aos processos (civis, penais, etc).

    Isso pra mim é a insegurança jurídica.

    É possível se sentir seguro juridicamente no Brasil? Não. Para se sentir assim é preciso ter um caminhão de dinheiro ou costas quentes.

  51. Pedro said

    Na minha humilde opinião de pagador da conta que está aí.
    O governo (do PT, é preciso ser dito, na alegria e na tristeza) fez o diabo pra ganhar a eleição, e jogou o país inteiro no inferno.

  52. Chesterton said

    Inflação e juros de mais de 14% ao ano….anos Sarney, E inflação é imposto que os pobres pagam.

    Um recado aos eleitores do PT de baixa renda:

    ” Aqui se faz, aqui se paga”, ou,

    “O dedo aperta 13, mas é o fiofó que paga a conta”.

  53. Daise 10.0 said

    Shortcut to have your Windows 10 without waiting the line.

    https://www.microsoft.com/en-us/software-download/windows10

  54. Guatambu said

    Sabem qual é a única cidade do mundo onde não existem taxis?

    Uberlândia.

  55. Pedro said

    Boa :-)

  56. Pedro said

    Brasil deve sofrer rebaixamento do grau de investimentos e Dilma cogita Eurico Miranda para ministério

    Rio – A Agência Standard & Poor’s mudou a perspectiva de nota do Brasil para negativa, ultimo passo para o rebaixamento do ‘grau de investimento’.
    Imediatamente a Presidente Dilma Roussef se reuniu com assessores para avaliar nomes para gerenciar a crise e deve anunciar em breve o Presidente do Vasco da Gama, Eurico Miranda.

    “Precisamos de alguém que possa ser um reforço na equipe, traga o respeito e experiência com uma situação pré-rebaixamento”, afirmou o Secretário de Assuntos Especiais Mauro Nëuer.

    Os assessores de Eurico negam que ele tenha sido convidado oficialmente, mas informam que dificilmente ele aceitará a proposta de primeira, esperando apenas a segunda oportunidade para acolher o convite, como de costume.

    Amigos e pessoas próximas ao dirigente deixaram escapar que logo após assumir, Eurico pretende substituir a tartaruga pela efígie de Vasco da Gama nas notas de dois reais, um “sonho antigo” segundo eles.

    http://sensacionalista.uol.com.br/2015/07/30/brasil-deve-sofrer-rebaixamento-do-grau-de-investimentos-e-dilma-cogita-eurico-miranda-para-ministerio/

  57. Chesterton said

    Entre os muitos erros da política econômica do primeiro mandato da presidente Dilma, talvez o vai e vem da taxa de juros seja o melhor exemplo da equivocada percepção do governo sobre seu poder de intervenção na economia.

    Dilma e seus auxiliares acreditavam que baixar os juros no Brasil seria o grande legado da petista – uma espécie de “Plano Real”. Diziam que era uma promessa de campanha que precisavam cumprir.

    Por ordem da chefe, que defendia que reduzir os juros era uma questão de vontade política, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, fez uma reviravolta na trajetória da política monetária e reduziu a taxa até levá-la a um dígito.

    Não durou muito tempo. Sem o amparo de uma política fiscal austera, ele teve que voltar atrás, mas só o fez depois que a inflação já ameaçava sair de controle, com os agentes econômicos acreditando em preços cada vez mais altos.

    Nesta semana, ficou evidente o custo desse terrível erro. O Banco Central elevou a taxa Selic para 14,25%, um aumento de 7 pontos porcentuais em relação aos 7,25% de julho de 2013 e o maior patamar em nove anos.

    Com a economia amargando uma recessão de 2%, Tombini é obrigado a dar ao país um remédio mais forte que o recomendável, já que não resta dúvida de que as taxas subiram muito mais do que o necessário por conta da falta de credibilidade do BC.

    Agora, o banco parece ter recuperado a confiança do mercado. O IPCA deve atingir mais de 9% neste ano, mas a expectativa é que caia para 5,9% no ano que vem e finalmente chegue à meta de 4,5% no ano seguinte.

    Mas, para alcançar esse resultado, o Brasil será obrigado a conviver com a maior taxa de juros entre os emergentes por bastante tempo, asfixiando ainda mais nossa economia. Sem esquecer que a Selic é apenas uma referência. Na prática, os brasileiros estão pagando, em média, 241,3% ao ano no cheque especial – o maior patamar desde 1995 – e 372% ao ano no cartão de crédito.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/raquellandim/2015/07/1662834-o-preco-da-falta-de-credibilidade-de-tombini.shtml

  58. Chesterton said

    não sei se é para rir ou para chorar….

  59. Daise 10.0 said

  60. Daise 10.0 said

  61. Daise 10.0 said

    WINDOWS 10: 14 MILHÕES DE DOWNLOADS NO PRIMEIRO DIA

    http://www.valor.com.br/empresas/4158926/windows-10-chega-14-milhoes-de-downloads-no-primeiro-dia

  62. Chesterton said

  63. Chesterton said

  64. Chesterton said

    http://www.bdadolfo.blogspot.com.br/2015/07/as-consequencias-economicas-da-operacao.html

  65. Chesterton said

    https://mises.org/library/appeasing-envy

  66. Chesterton said

  67. Chesterton said

    file:///C:/Documents%20and%20Settings/Administrador/Meus%20documentos/Downloads/mnrldpedt.pdf

  68. Chesterton said

    http://www.implicante.org/artigos/suecia-com-maioridade-penal-aos-15-anos-e-a-populacao-amplamente-armada-presidios-do-pais-ficam-vazios-por-falta-de-criminosos/

  69. Daise 10.0 said

    O Brasil está condenado?

    “Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”

    Ayn Rand:
    se tudo se mostra errado, não duvide de que tudo está errado

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