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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Mercadante, Edinho e Aloysio investigados

Posted by Pax em 07/09/2015

A lista não para. Abrange toda paleta partidária brasileira.

Ministros e senador negam ter recebido doações irregulares da UTC

Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil

O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, divulgou nota hoje (6) para dizer que não tem conhecimento oficial da abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre ele. Informações divulgadas pela imprensa neste fim de semana indicam que o ministro do STF Teori Zavaski aceitou o pedido da Procuradoria-Geral da República para que Mercadante, o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, e o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) sejam investigados em relação a denúncias feitas em delação premiada pelo dono da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa. A assessoria de imprensa do STF não confirma a abertura do inquérito, que pode estar em sigilo.

O ministro da Casa Civil, no entanto, diz que não tem conhecimento sobre o teor da delação de Pessoa porque teve negado pelo STF, em junho, acesso ao documento. “Também não tenho conhecimento oficial de abertura de investigação pelo STF. O que há são informações veiculadas pela imprensa, cujo acesso aos dados sigilosos e à forma de divulgação não me cumpre julgar”, informa a nota.

Ele afirma ainda que esteve com Ricardo Pessoa uma única vez, a pedido do empreiteiro e diz que, na época, era ainda senador por São Paulo, em 2010. “Não há, portanto, qualquer relação com as apurações de fraude na Petrobras”, diz.

Segundo as informações divulgadas pela imprensa, na delação premiada, o empresário contou ter feito repasses para as campanhas eleitorais de Mercadante, Aloysio Nunes e da presidenta Dilma Rousseff, esta última por meio do então tesoureiro e atual ministro, Edinho Silva. O objetivo era obter privilégios na assinatura de contratos com a Petrobras.

“Segundo as notícias divulgadas pela imprensa, o senhor Ricardo Pessoa, em sua delação, teria afirmado que doou R$ 500 mil, sendo R$ 250 mil de forma legal e outros R$ 250 mil mediante recursos não contabilizados. Ora, essa tese é absolutamente insustentável, uma vez que são exatamente R$ 500 mil os valores declarados em 2010 e devidamente comprovados em prestação de contas à Justiça Eleitoral, inclusive já aprovada sem qualquer ressalva. Os dados, a propósito, são públicos e podem ser consultados por qualquer interessado”, afirma a nota.

Em seguida, o ministro detalha que uma doação da UTC, feita em 27 de agosto de 2010, no valor de R$ 250 mil, foi contabilizada e declarada ao Tribunal Superior Eleitoral e apresenta o número do recibo. Ele disponibiliza também o número do recibo eleitoral referente a outra doação, da Constran Construções, também no valor de R$ 250 mil, feita em 29 de julho de 2010.

“Como sempre, coloco-me à inteira disposição das autoridades competentes para prestar os devidos esclarecimentos e auxiliar em eventual processo investigatório. Tenho certeza de que todas as questões serão devidamente esclarecidas, pois mantenho minha confiança na condução dos trabalhos pelo Ministério Público Federal e Supremo Tribunal Federal”, conclui a nota do ministro.

Edinho Silva também se pronunciou por meio de sua assessoria. “[Sou] plenamente favorável que se apure todos os fatos e que todas as dúvidas sejam esclarecidas”. “Tenho a tranquilidade de quem agiu como coordenador financeiro da campanha presidencial de 2014 dentro da legalidade, as contas da campanha foram aprovadas por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral”, destaca em nota.

Em sua página no Facebook, o senador Aloysio Nunes Ferreira considerou “simplesmente absurda” a suposição de que ele, na condição de oposicionista ao governo, poderia interferir para favorecer negócios a Petrobras. “A investigação das contas da minha campanha ao Senado em 2010, pedida pelo dr. Janot [Rodrigo Janot, procurador-geral da República], representa um desvio do verdadeiro foco da Operação Lava Jato que, como todos sabem, é o conluio entre empresários, políticos e dirigentes da Petrobras”, disse. “Podem investigar à vontade, pois nada tenho a ver com essa sujeira. Mas que investiguem mesmo: que investiguem tudo e todos”, acrescenta.

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81 Respostas to “Mercadante, Edinho e Aloysio investigados”

  1. Daise 10.0 said

    Em primeiro lugar vamos saudar a mandioca, digo Pixuleca

  2. Daise 10.0 said

    CRIADOR E CRIATURA

  3. Daise 10.0 said

    ‘Se cometemos erros, e isso é possível, vamos superá-los’, diz Dilma

    Alguém acredita?

  4. Daise 10.0 said

    À esquerda está a saída
    VINICIUS MOTA
    SÃO PAULO – Como economistas, nossos desenvolvimentistas são sociólogos fracassados. Abraçaram um esquema primitivo da luta de classes e o difundem por aí.

    Joaquim Levy, na Fazenda, seria o capitão dos rentistas, essa franja riquíssima do país liderada pelos banqueiros e aliada de espoliadores estrangeiros. Tombini, no BC, teria sido sequestrado pela turma do juro alto.

    Nelson Barbosa, no Planejamento, representaria a vanguarda da maioria mal remediada e dos empresários compromissados com o Brasil. A crise teria como pano de fundo o assédio dos rentistas para anular os ganhos sociais da última década.

    Nesse candomblé da luta política, em que cada orixá tem o seu valor, caberia aos heróis do povo resistir ao avanço rentista e, depois, desfechar o contragolpe. A saída do impasse estaria à esquerda: baixar os juros na marra e iniciar nova expansão de gastos públicos. Ainda que a aritmética e os limites materiais sejam violados, o que impera é a vontade.

    A sociologia rudimentar dos desenvolvimentistas tem sido útil para um fragmento influente da elite. Justificou historicamente a captura do Estado por grupos interessados em barrar concorrentes e financiar ineficiências à custa do contribuinte.

    O ex-presidente Lula começa a enxergar uma solução na saída pela esquerda. Ele sabe que enveredar por esse caminho causará a explosão imediata da gestão Dilma, o que ofereceria ao PT três anos para tentar reconstruir-se no local mais confortável de figurar num período de recessão e tumulto político: a oposição.

    Tal desfecho ainda daria a Lula o discurso da “vítima de golpismo”, de quem tombou ao defender os pobres contra os ricos. O sacrifício de Dilma, desde que dentro desse roteiro, passa a ser cada vez mais vantajoso num cálculo frio e desapaixonado, como o ex-presidente sempre praticou.

    Os desenvolvimentistas, em suma, voltaram a ter a sua utilidade, embora continuem errados.

  5. Chesterton said

    essa é a MENTILMA

  6. Chesterton said

    À sombra de Pixuleco
    07/09/2015 – 04h00
    Ricardo Noblat

    Dos seus dois palácios, o Planalto, onde trabalha, e o Alvorada, onde mora, Dilma só sai para lugares a salvo de vaias e de manifestantes hostis.

    Por isso, quem cuida de sua segurança fez de um pedaço da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, um puxadinho do Planalto na tentativa de poupá-la, hoje, de constrangimentos durante o desfile militar de 7 de Setembro. Um puxadinho, não, um puxadão.

    É de se ver: foram selecionados com rigor os convidados que ocuparão palanques a certa distância do palanque reservado às autoridades máximas da República.

    Placas robustas de aço impedem o acesso do público à área do desfile das tropas.

    O momento mais delicado será aquele quando Dilma atravessará em carro aberto um pedaço da pista. Aí reside o perigo de vaias.

    Deu-se um jeito para isolar eventuais manifestantes dos palanques oficiais. Se tudo sair como o previsto, não haverá risco de Pixuleco roubar a festa.

    Pixuleco é aquele boneco inflável gigante com a cara de Lula e a roupa de presidiário, a mais nova e bem-sucedida invenção dos que querem ver o ex-presidente na cadeia por envolvimento com a roubalheira na Petrobras – mas não só.

    Pixuleco é o segundo alvo a inspirar cuidados à segurança de Dilma. O primeiro são os malucos que prometem atentar contra a vida dela.

    Para Dilma e Lula, o impensável seria a presidente aparecer em alguma foto com Pixuleco, mesmo que longe dele.

    Em São Paulo, outro dia, Pixuleco ganhou a companhia de uma Dilma tamanho gigante e também vestida como presidiária.

    Infeliz do governante condenado a ser protegido dos seus governados.

    No caso de Dilma, isso tem a ver com a crise econômica, sim, a mais severa dos últimos 12 anos de reinado do PT. Tem mais a ver, porém, com o tremendo engodo que foi sua campanha.

    A crise poderia ser suportável se Dilma não tivesse mentido tanto para se reeleger. E se não continuasse a mentir até hoje.

    Dilma não tem gosto pela mentira. Se tivesse seria uma mentirosa contumaz. Ela apenas não tem compromisso com a verdade. Não é a mesma coisa, por suposto.

    Aprendeu a mentir para sobreviver ao ser presa e torturada durante a ditadura militar de 64. Não desaprendeu mais.

    Mentiu para não sair de onde está. Deu certo. Mente para tentar chegar ao fim do mandato. Está dando errado.

    Quem ainda sustenta o governo?

    O Bradesco, que sustenta seu ex-funcionário Joaquim Levy, Ministro da Fazenda; o PMDB de Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha, que leva jeito de que em breve deixará de sustentar; e a falta, por ora, de consenso político em torno da substituição de Dilma. Uma vez que o consenso seja alcançado, o resto será mais fácil.

    Para salvar-se do mensalão, Lula entregou a cabeça de José Dirceu, chefe da Casa Civil do seu governo.

    Dilma não quer entregar nenhuma cabeça para salvar a sua.

    O PT quer a de Levy, com o qual não tem a menor afinidade. O PMDB quer a cabeça de Aloizio Mercadante, chefe da Casa Civil do governo, e responsável pelo distanciamento entre a presidente e seu vice.

    A oposição quer a de Lula. Em troca dela, seria capaz de ajudar Dilma a governar se fosse o caso.

    Ocorre que Dilma, para dizer o mínimo, é uma pessoa mentalmente confusa. Sua palavra vale pouco ou quase nada.

    Pode ter sido uma boa tarefeira quando obedecia a ordens de Lula. Quando passou a ser obrigada a fazer escolhas e a dar ordens, é o que se vê.

    Pena de nós.

  7. Daise 10.0 said

    O nome da crise é PT

    Economia 07.09.15 14:33
    O Estadão, em editorial, registra que, em 2014, “as exportações brasileiras foram as que mais caíram (redução de 7%) entre as dos 30 maiores países do mundo, de acordo com a Organização Mundial do Comércio. Por isso, o País caiu três posições no ranking dos maiores exportadores, de 22.º para 25.º lugar. Em 2015, o resultado pode ser ainda pior, pois, nos sete primeiros meses do ano, o total exportado (de US$ 128,35 bilhões) foi 16,7% menor do que o de igual período de 2014 (US$ 154 bilhões). O comércio mundial não vai muito bem, mas o comércio exterior brasileiro vai muito mal”.

    A China passou a importar menos commodities, mas as exportações de manufaturados para os Estados Unidos poderiam compensar essa diminuição. Os governos petistas, contudo, se recusaram a estreitar as relações comerciais com os americanos e a indústria brasileira, sucateada, perdeu competitividade.

    O nome da crise é PT.



    DILMA : NÃO VEJO, NÃO ESCUTO E NÃO FALO ( com exceção do Blog do Planalto)

  8. Daise 10.0 said

    DILMA ESCUTANDO O GRITO DOS EXCLUÍDOS E TEMER VISLUMBRANDO O FUTURO

    OU

  9. Daise 10.0 said

    Eu juro dizer a verdade, somente a verdade, nada menas que a verdade…

  10. Chesterton said

    https://fbcdn-photos-f-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xtp1/v/t1.0-0/s480x480/11947587_1698540720379044_99977477365033253_n.jpg?oh=394d36f0a6b0db0f7292bacad6134798&oe=5673F482&__gda__=1449649003_73523851272e9f5b849c835b60a2d820

  11. Daise 10.0 said

    HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA: OS SÍMBOLOS QUE DERRUBARAM O PT

    SINGELOS E PERFEITOS…DERRUBARAM LULA E DILMA DA POLÍTICA NACIONAL!
    NÃO HÁ NADA Q POSSA APAGAR ESTAS IMAGENS DO CASAL 20.
    LULA PRESIDIÁRIO E DILMA MENTIROSA SÃO A SÍNTESE DA QUEDA.

  12. Elias said

    Articulistas da “grande” mídia nacional, apressadinhos, já dizendo que o BC perderia autonomia, caso o presidente da instituição perdesse o status de ministro.

    Só pra lembrar:

    Quem conferiu o status de ministro ao presidente do BC foi o Lula,com a Medida Provisória nº 207, de 2004, depois transformada em lei. O objetivo disso foi proporcionar foro privilegiado para o ocupante do cargo (Henrique Merelles, à época).

    Na ocasião, a oposição berrou contra, dizendo que, ao conferir status de ministro ao presidente do BC, Lula estava detonando com a autonomia da autoridade monetária, já que ministro é subordinado ao Presidente da República.

    Agora a mesma oposição diz o exato oposto: a perda do status de ministro é que retiraria a autonomia do presidente do BC.

    Em 2004, o caso foi parar no STF, por conta de 2 Ações Diretas de Inconstitucionalidade, ajuizadas pelo PFL (ADI nº 3289), e pelo PSDB (ADI nº 3290). Ambas levaram farelo no STF, com voto contrário até do Gilmar Mendes.

  13. Daise 10.0 said

  14. Daise 10.0 said

    Dilma estava viajando
    Vinicius Torres Freire (FSP)

    No fim da campanha eleitoral de 2014, o mundo era outro. Foi então que o governo percebeu a gravidade da crise, segundo Aloizio Mercadante contou à Folha, neste domingo.

    Antes disso, as notícias de crise e degradação econômicas eram “guerra psicológica”, como disse a presidente Dilma Rousseff em sua mensagem de fim de ano de 2013.

    “Estávamos numa intensa campanha presidencial, debatendo, viajando, fazendo e, quando você chegou no fim da campanha, o mundo era outro”, disse o ministro da Casa Civil. A queda rápida do preço das commodities “impactou muito as finanças públicas”.

    Foi o que disse Dilma Rousseff em entrevista que concedeu faz duas semanas. “Nós levamos muito susto. Nós não imaginávamos.

    Primeiro, que teria uma queda de arrecadação tão profunda. Ninguém imaginava.” Para a presidente, a crise ficou evidente em novembro.

    Como em tantas lendas e neuroses, essa história tem relação com parte da realidade. Mas o governo começou a estourar as suas contas, entre tantos estouros, em 2012.

    A receita de impostos do governo não crescia no primeiro semestre de 2014, em relação ao ano anterior. Ocorrera coisa parecida no primeiro semestre de 2013.

    O governo talvez tenha chutado que “vai dar tudo certo outra vez”. Não deu. Em novembro, quando a presidente voltavam da viagem da campanha eleitoral, a receita acumulada no ano cairia mais de 3% ante 2013.

    A receita não crescia até maio, mas os gastos cresciam já 4,8%, em termos reais, descontada a inflação; daí em diante, o governo pisaria no acelerador. Ao fim do ano passado, os gastos cresceriam 6,1%; a receita diminuiria 3,7%.

    O superavit primário caía de modo suspeito desde meados de 2012 (primário: receita menos despesa, afora gastos com juros). A partir de 2013, desceu ladeira abaixo, muito aquém do mínimo necessário para estabilizar o crescimento da dívida pública (então 2%, ao menos): baixou de 2% do PIB em janeiro de 2013 para 1% em meados de 2014.

    Isso nada tem a ver com preço de commodities, seca e Lava Jato, os bodes do apocalipse conjurados pelo governo para explicar a ruína.

    Também óbvio, a economia em marchinha forçada de Dilma 1 dava faz tempo sinais de iria explodir, como uma caldeira bufando.

    Note-se de passagem que o governo de moto próprio criara várias despesas novas, muitas delas permanentes.

    A economia estava inflacionada (IPCA em torno de 6% por anos, maquiado por tabelamento de preços de energia e desonerações de impostos).

    Isto é, viria alta de juros (mais déficit do governo). Matavam-se mais vacas leiteiras de impostos da indústria, que competia com preços de um mundo em deflação. O deficit externo cresceria de 2% do PIB para mais de 4% do PIB nos anos Dilma 1, o que por sua vez alimentaria a depreciação do real, mais lenha para a inflação e juros.

    Por fim, a própria redução do superávit primário em ambiente já de baixo crescimento induziria o aumento da dívida pública, outra pressão sobre as taxas de juros.

    Essa controvérsia parece apenas ter interesse histórico, acadêmico, talvez político e judicial (“pedaladas”).
    Só que não.
    Não faz dez dias, o governo estava tentado a voltar ao mundo da fantasia da sua lenda fiscal.

  15. Pedro said

    Êta, terça-feira deprê.

    Manchetes do UOL:

    “- Em Paris, Levy afirma que aumento do Imposto de Renda é uma possibilidade.

    – Temer vai propor aumento de tributo sobre gasolina para ajustar contas.

    – Diante da crise, governo admite corte no Minha Casa, Minha Vida. ”

    Só merda……….

  16. Pedro said

    Googlias li na pequena imprensa, quem disse que pularia fora, caso o presidente da instituição perdesse o status de ministro, foi o próprio presidente do BC.

  17. Daise 10.0 said

    Pedro

    O Badass sempre comeu mortadela koscher e arrotou perú ahlal com molho gravy de tucupi e jambu, acompanhado de farofa da serra. Crocante.
    Porém peru!

    Acabou a fase googlias. Minha opinião.
    É só um perusinho gordo, flácido e com validade vencida.
    Que vira e mexe se dedica abrigar com o chesterton…

    Enquanto isso a dilma dobrou a meta:

  18. Daise 10.0 said

    E pra animar a rapaziada com um pouquinho de humor…como Pedro gosta na sexta-feira.

  19. Daise 10.0 said

    NA MINHA OPINIÃO A CHARGE ACIMA SOBRE OS CD’S DO FABIO JR.
    REFLETE A REALIDADE DO GOVERNO DILMA.:

    É UMA PIADA DE PÉSSIMO E AMARGO GOSTO.

    ISOLEM O POVO NO DESFILE, DISCURSOS SÓ NA INTERNET…

    PIXULECOS E PIXULECAS EM PRAÇAS PÚBLICAS, DIA SIM OUTRO TAMBÉM! !!!

  20. Daise 10.0 said

    WILIAM WAACK DEFINITIVO:

    http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/a-lucidez-do-jornalista-william-waack-ilumina-o-video-de-3-minutos/#.Vem1dJh1-OM.email

  21. Daise 10.0 said

    WILLIAM WAACK DEFINITIVO:

  22. Chesterton said

  23. Chesterton said

  24. Daise 10.0 said

    JÁ NÃO SE DISCUTE “SE” …AGORA É “QUANDO”

  25. Daise 10.0 said

    HOMENAGEM AO PEDRO

    O QUE É UMA PONTE?

  26. Daise 10.0 said

  27. Chesterton said

    No, we can’t!
    09/09/2015 02h00

    Na semana passada, procurei mostrar que a recessão iniciada em meados do ano passado resulta da política econômica que vigorou com maior intensidade de 2011 a 2014.

    As consequências de expansão desmesurada do gasto, descaso com a inflação, controles de preços e intervenções no domínio econômico foram aceleração inflacionária, deficit externos crescentes, desarranjo de setores importantes e aumento considerável da dívida pública, sem, é bom deixar claro, conseguir acelerar o crescimento. Além disso, há razões para crer que, entre as heranças da experiência desastrada do período, se encontra também a impossibilidade de políticas anticíclicas.

    O nome, algo pomposo, representa medidas que poderiam atenuar, ou abreviar, a recessão. Em particular, uma queda de atividade, como a observada neste ano, poderia ser combatida com aumento do gasto e redução da taxa de juros, conforme defendido por alguns.

    Não se trata de nada incomum. Outros países o fizeram, por exemplo, em resposta à crise de 2008, e mesmo o Brasil optou por esse caminho naquele momento. Resta, porém, saber por que foi possível fazê-lo à época, mas não agora.

    A resposta é óbvia, mas, como parece haver quem ainda não tenha entendido a natureza do problema, o melhor é explicitá-la.

    Tome-se o caso do Brasil em 2008-2009. O país vinha de alguns anos de superavit primários superiores a 3% do PIB, que trouxeram a dívida pública de patamares próximos a 70% do PIB entre 2003-2005 para 55% do PIB às vésperas da crise.

    A inflação, que havia superado em média por 1,4 ponto percentual a meta no período 2003-2005, ficou ao redor daquela entre 2006 e 2008. Em resposta a esse desempenho, as expectativas de inflação quando o BC começou o processo de redução de juros em 2009 estavam apenas levemente acima de 4,5%, revelando uma credibilidade até então inédita quanto ao compromisso da instituição com o regime.

    Por fim, o balanço de pagamentos registrara superavit de US$ 45 bilhões entre 2003 e 2007 (média equivalente a 1,1% do PIB por ano), enquanto o BC acumulara perto de US$ 190 bilhões em reservas adicionais.

    Posto de outra forma, a sabedoria não foi reagir à recessão com o afrouxamento das políticas fiscal e monetária (assim como o uso de parte das reservas), mas sim ter preparado o terreno para isso, reduzindo a dívida, controlando a inflação, acumulando superavit externos e reservas.

    Agora, com inflação na casa de 9,5% (7,7% caso desconsideremos as tarifas públicas), não há espaço para reduzir a taxa de juros sem criar um problema mais sério à frente.

    Já o crescimento da dívida pública atingiu mais de 9% do PIB nos últimos 12 meses, sugerindo que sua dinâmica consegue ser pior do que a observada mesmo em economias com dívidas maiores.

    Isso fica transparente na evolução do prêmio de risco associado ao Brasil, que foi a 3,7% ao ano, contribuindo para aprofundar a recessão.

    Nesse contexto, só alguém sem a menor noção de funcionamento da economia e da história recente do país poderia sugerir aumento do endividamento como a solução para nossos males. Se isso bastasse, não estaríamos na situação complicada em que nos encontramos. Há risco que até o governo tenha sentido o tamanho da encrenca, mas certamente não os keynesianos de quermesse.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/alexandreschwartsman/2015/09/1679204-no-we-cant.shtml

  28. Chesterton said

  29. Chesterton said

  30. Pedro said

    # 25

    Realmente a Dilma é recordista mundial de discursos confusos.
    É agoniante escutar a Dilma falar……Gzuis!

    Se Garibaldi e sua tropa ainda estivessem por Laguna, certamente cortariam a cabeça da Dilma….

  31. Pedro said

    # 29

    Parece que os do blog já estão nessa.
    Sumiram todos…..

  32. Elias said

    Pedro,

    Tenho escasseado meus comentários por falta de tempo. Estou no cabo da enxada.

    De qualquer modo, pra teu governo, estou entre os primeiros petistas a romper com a Dilma. Acredito que a atual política econômica vai levar o país à falência, como fizeram Bob Fields e Octávio Gouveia de Bulhões, no imediato pós-1964.

    Também acho que essa política econômica foi um brutal erro de estratégia política da Dilma. Não resolve nada, não consegue nem mesmo aliviar nada, e ainda torna o governo absolutamente impopular, até porque os efeitos do fracasso desabam primeiro nas costas de quem tem pouco ou quase nada.

    É o melhor dos mundos para o PSDB, cuja estratégia política sempre foi baseada no “quanto pior, melhor”. Agora o pior está aí. Melhor pro PSDB.

    E pior pra Dilma, porque, se de um lado, a manutenção da atual política econômica é um prato cheio para a oposição; de outro, se ela tentar mudar, vai ser massacrada pelo pessoal que readquiriu a capacidade de influenciar a opinião pública, que não prima pela coerência (dia desses, vi um monte de beneficiários do “Bolsa-não-sei-o-quê”, dizendo pra TV, durante uma manifestação, que a causa da crise econômica são os gastos do governo federal).

    Dilma está sendo enterrada no buraco que ela mesma cavou (e não cansa de tornar mais fundo…).

    Azar dela!

  33. Elias said

    Dentro do PT, a coisa mais difícil é encontrar alguém que concorde com o que a Dilma está fazendo.

    Então, por que essas éguas não chiam?

    Simples: uns não chiam porque não querem perder seus cargos no governo; outros não chiam porque precisam do apoio do governo pra se reeleger ou se eleger.

    A meu pensar, ambos os grupos têm em mãos o célebre mico… A carta que faz perder o jogo.

    Azar deles!

  34. Elias said

    De minha parte,não faço parte de nenhum grupo.

    Por isso eu chio, onde e quando minha opinião tem alguma chance de ser ouvida ou lida.

    O que não significa compactuar com conspirações, feito o pessoal da Martha Suplicy, Bicudos & adjacências, nem se atirar nos braços da direita, apoiando o carreirismo aventureiro e peregrino de tipos como a Marina & quejandos.

    E nem vou falar do pessoal da roubalheira, porque esse rebotalho pelo menos está sendo investigado, desmascarado e humilhado publicamente…

  35. Elias said

    Aliás, de Paris, e por interpostas pessoas, Levy manda o recado: quer aumentar o imposto de renda (ele não cansa de dizer — sem dizer — que a estratégia econômica da qual os neo-libs, entre os quais, ele próprio, tanto falam, e tanto louvam, simplesmente não funcionou…).

    Ora, se a única estratégia que o governo tem é aumentar a arrecadação, aumentando impostos, o mais justo seria chamar pra debaixo do piano os únicos que têm bamburrado com a crise: os bancos,que nos últimos anos, têm empilhado recordes de lucro, sucessivamente.

    Levy faria isso?

    Se tentasse — o que ele não faria, nem em seus mais loucos sonhos — Levy cairia em menos de 24 horas.

    Quem realmente conta simplesmente diria: “…não foi pra isso que te pusemos e até aqui te mantivemos onde estavas…”.

    Mas isso jamais será necessário.

    Quem sai aos seus,não degenera.

  36. Daise 10.0 said

    Enquanto dilma continua perdida em seu labirinto…

    Lula lá, contra ‘remédios’

    Eliane Cantanhêde
    09 Setembro 2015 | 05h 00
    Não é mais só o vice Michel Temer quem anda dizendo umas verdades por aí, para quem quiser ouvir. O ex-presidente Lula também decidiu se libertar das amarras e sair falando não apenas o que pensa, mas principalmente o que convém à sua própria sobrevivência e a uma eventual candidatura. Dilma Rousseff que se cuide.
    Dilma já tinha dito que, talvez, quem sabe, demorou para perceber o tamanho do buraco da economia. Agora, longe da TV, para poupar seus ouvidos e sua alma de novos panelaços, ela usou as redes sociais no 7 de Setembro para assumir que “é possível” que tenha cometido erros e não descartou “remédios amargos”, como meter a tesoura em programas sociais.
    Lula não esperou muito para mostrar que, entre a sua criatura e os movimentos sociais que ainda lhe restam, prefere ficar com os segundos. Discursando ontem no Paraguai como se já estivesse em campanha no Brasil, condenou cortes nas áreas sociais, disse que, antes dele, “os pobres eram tratados como se fossem problema” e ensinou: “o pobre ajudou a salvar o Brasil”.
    É impressionante que Temer fale o que anda falando, mas é tão ou mais constrangedor Lula atacar a expectativa de cortes no Orçamento justamente num momento em esse é o grande nó de Dilma. Não se trata de opção: ela tem de cortar gastos e/ou aumentar receitas. Mas, segundo Lula, como quem não quer nada, “toda desculpa é que não tem dinheiro”. E deu nome aos bois, sem citar diretamente o saco de pancadas Joaquim Levy: “É muito difícil encontrar alguém da Fazenda e do Tesouro disposto a dar essa contribuição para ajudar aos que vêm de baixo”.
    O ex-presidente citou o Fome Zero, que não passou de uma ficção de marqueteiro, e bateu no peito pela política econômica centrada no crédito e no consumo, como se a verdadeira distribuição de renda se fizesse com fogões, geladeiras, carros novos e uma viagenzinha de vez em quando. Tudo isso é muito bom e é justo lutar para que todos tenham acesso, mas, com tantos recursos à mão, sua espetacular popularidade, o PT ainda vigoroso, uma imensa base aliada e a boa vontade dos bancos e do empresariado, Lula poderia ter sido estratégico. Redistribuição de renda não é com geladeiras e fogões, mas via saúde, educação, ciência, tecnologia, produtividade e competitividade.
    Combinar a emergência do Bolsa Família com a construção de um futuro seguro e generoso era o ideal, mas Lula não gastou um tico de gordura política e de popularidade para fazer o que era mais difícil. Preferiu o imediato, o conjuntural. Na política, agarrou-se aos Collor da vida e lavou as mãos para mensalão e petrolão. Na economia, trocou o estratégico pelo populismo. Dilma assumiu com o ego de Lula na lua, o País inebriado e ela mesma pronta para bater na mesa e impor suas próprias ideias na economia, na energia, na eletricidade, nos juros, no estatismo disfarçado, no velho nacionalismo retrógrado.
    Agora, com o barco afundando, Dilma diz que vai corrigir os erros do primeiro mandato, Temer lembra que é muito difícil uma presidente com 7% de aprovação concluir o mandato e Lula dá um empurrãozinho final, condenando em público o eixo da política econômica de Dilma, como se fosse o único político do País preocupado com a defesa dos “pobres”.
    Os movimentos que ainda dizem amém, insistem no vermelho e vão às ruas para derrubar Joaquim Levy foram dormir ontem orando pelo grande líder Lula e certamente mais indignados com a algoz Dilma. Ao falar como candidato, ao retomar o maniqueísmo do contra e a favor dos “pobres” e ao condenar o que Dilma é obrigada a fazer – recuperar as contas públicas, para o bem de todos, sobretudo dos pobres –, Lula está explodindo a sucessora.

    Deve ter muito cuidado, porém. São dois os bonecos infláveis nas manifestações, o do Pixuleco Lula, vestido de presidiário, e o da Pixuleca Dilma, com nariz de Pinóquio.
    É improvável que um volte a voar e só o outro estoure.

  37. Chesterton said

    Já tem falta de ratos no navio petista……

  38. Daise 10.0 said

    O RATÃO COVARDE JÁ PREPARA A SALVAÇÃO DA SUA BIOGRAFIA!
    AGORA ELE SE JULGA O CAFETÃO DOS POBRES …

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/depois-de-ajudar-a-quebrar-o-brasil-lula-quer-espalhar-suas-jumentices-america-latina-afora-ou-o-cafetao-dos-pobres/

  39. Daise 10.0 said

    INCRÍVEL !

    O cafetão dos pobres da America Latina, que cobra comissionamento dos enrolados na LavaJato, está derrotado.

    veja esta foto! Alguem tem dúvida que lula ,o mito está morto?

  40. Daise 10.0 said

    LULA É O PIXULECO DO BRASIL!

    o pior presidente que o Brasil já teve!
    Um embusteiro bem falante que iludiu até os ingênuos socialistas.
    Moradores da Nova Oruega.
    A terra do nunca do Peter Pax. rsrsrs
    ele não cresce …

  41. Chesterton said

    Eu tenho fé, um dia Pax há de crescer.

  42. Chesterton said

    REBAIXAMENTO

    Perda do grau de investimento é culpa do governo Dilma
    POR MÍRIAM LEITÃO09/09/2015 20:58
    É a crônica de um rebaixamento anunciado. O governo brincou com os números fiscais do país, com pedaladas, truques, isenções de impostos distribuídos de forma desigual na cadeia produtiva, e gastos excessivos principalmente no ano passado, que foi de campanha eleitoral.

    Isso por si só já começou a nos colocar na rota do rebaixamento. Mas houve também a dificuldade política. Ela decorre da incapacidade de gerenciamento da crise e de condução da coalizão demonstrada pela presidente Dilma.

    As agências começaram a somar um e outro. Crise econômica e impasse político. Sem a coesão necessária para tomar medidas que resgatassem as contas públicas brasileiras do caminho em que entraram, e com números cada vez piores, o Brasil perdeu, pela mais influente das agências de risco, o que nos levou anos para conseguir.

    O país chegou ao grau de investimento no governo Lula, mas quem pavimentou esse caminho foi o governo Fernando Henrique. Parte fundamental desta caminhada foi a Lei de Responsabilidade Fiscal, a mesma que tem sido contornada pelo governo Dilma.

    chest- Dilma fez uma reunião com Eurico Miranda para discutir rebaixamento…..

  43. Chesterton said

    Governo não tem apoio para pedir aumento de imposto
    POR MERVAL PEREIRA09/09/2015 10:45
    As várias reuniões em Brasília para resolver um possível aumento de imposto mostram que o governo está perdido, sem saber o que fazer e não tem apoio do Congresso para nada. Não pode aumentar imposto nesta altura do campeonato com uma base aliada tão dividida e a popularidade tão baixa. Já há um movimento no Congresso para anular qualquer decreto do governo de aumento de imposto que não precise de autorização.
    Veja os comentários da Globonews:

    Chest- Dona Diuma (figa),sua presença não mais é desejada neste local, finja que vai cagar a desapareça.

  44. Chesterton said

    Se você fosse americano, investiria o seu dinheiro num país:

    a) cuja maior empresa foi quebrada por um esquema de corrupção comandado de dentro do governo?

    b) cuja partido da presidente já foi chamado por agentes da Justiça de organização criminosa?

    c) cuja presidente cometeu crime de improbidade administrativa e ainda assim hesitam em condená-la?

    d) cuja economia é comandada por patetas “desenvolvimentistas”?

    e) cujo Estado confisca quase 50% da riqueza nacional?

    f) cujo orçamento para 2016 já prevê um rombo de 30 bilhões de reais e contando?

    g) cujo parque industrial está sucateado?

    h) cuja inflação está chegando aos dois dígitos?

    i) cujo governo considera de classe média uma família de quatro pessoas com renda mensal de 1 500 reais?

    j) cuja infraestrutura é comparável à de um país africano miserável?

    k) cuja população tem um dos índices de educação mais baixos do planeta?

    l) cujas ruas são cenários de crimes espantosos?

    m) cuja saúde pública não consegue eliminar nem mesmo a lepra, uma doença da Antiguidade?

    Respondeu “sim”? Você jamais seria um americano.

    Antagonista

  45. Chesterton said

    Acabou de passar no jornal da EPTV, no sul de Minas: apenas em três cidades, Varginha, Poços de Caldas e Pouso Alegre, mais de 1200 empresas fecharam as portas nos últimos seis meses! É o Brasil descendo a ladeira!

  46. Elias said

    Da ADVFN:

    “O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, confirmou que o governo estuda elevar o Imposto de Renda sobre pessoas físicas para tapar o rombo no Orçamento do ano que vem. Segundo o ministro, o Brasil tem o menor imposto sobre renda dos países que compõem a OCDE (conjunto de 34 países que aceitam os princípios da democracia representativa e da economia de livre mercado).”

    Detalhes:

    1 – O Brasil não é membro da OCDE.

    2 – Na prática, o Levy já havia aumentado o imposto de renda quando não corrigiu monetariamente a tabela do IRRF, de 2014 para 2015. Só agora, em 2015, a tabela já deveria ter sido atualizada em quase 10%. O que ele está estudando, agora, é fazer o aumento do aumento do IR sobre pessoas físicas.

    3 – Já para os bancos… Sinal de que o governo acha que os bancos estão ganhando pouco, que as pessoas físicas estão ganhando muito, e — o que é pior! — que as pessoas físicas estão pagando menos impostos do que o Levy acha que devem pagar.

    4 – O Levy é o melhor cabo eleitoral que o PSDB já teve. Melhor do que ele, só o Osama Bin Laden pro Baby Bush!

    Ah, sim: em vez de “economia de livre mercado”, o redator da ADVFN deveria ter dito, apenas, “economia de mercado”. O “livre” é ocioso, até porque não existe mercado totalmente livre, salvo nas cabeças muito doidas dos fundamentalistas liberais, dos anarquistas e dos comunistas… No frigir dos ovos, quando sinceros (doidamente sinceros) esses três tipos de doidos são exatamente a mesma coisa…

  47. Chesterton said

    Por: David Coimbra
    09/09/2015 – 04h04min

    O “Caso Fábio Júnior” resume a política brasileira.

    Note: Fábio Júnior é um artista que nunca tinha sido ativo politicamente. Manifestou-se no domingo, enrolado numa bandeira nacional, durante um show. Deu sua opinião, de conteúdo mais ou menos consensual entre os brasileiros, e se excedeu na forma, ao criticar Lula e Dilma.

    Certo.

    Na mesma noite, poucas horas depois de sua manifestação, as redes sociais já estavam abastecidas com reproduções do seu discurso, festejando-o, sim, mas também atacando-o através de variados tópicos, matérias, notas e artigos. Levantou-se até o hipotético número de cirurgias plásticas a que ele se submeteu e de shows em que supostamente se apresentou bêbado ou drogado, entre outras insinuações acerca da sua conduta pessoal e competência profissional.

    É a fórmula que os governistas consagraram neste século, sempre que identificam um inimigo. Ideias não são debatidas; o autor das ideias, sim. A reputação é vilipendiada, e para isso os governistas se valem de uma rede formada por guerrilheiros virtuais e intelectuais cooptados, todos eles recebendo vantagens diretas ou indiretas do dinheiro público manuseado pelo governo. É uma manobra profissional. Defendeu o governo? Dê uma pesquisada. Em algum momento, ganhou um mimo pago com dinheiro público.

    Leia todas as últimas notícias de Zero Hora
    Leia todas as colunas de David Coimbra

    Mas quero voltar a Fábio Júnior. Quem é Fábio Júnior? Ele é a representação perfeita do brasileiro que não tinha paciência com política e que, agora, decidiu atuar.

    Essa massa de brasileiros, em geral pertencente à classe média, estava ocupada com seus afazeres. As cabeças das pessoas andavam ocupadas com o chefe chato, com as agruras do seu time de futebol, com as artes dos filhos e com eventuais cônjuges ou candidatos a. Política? Só na véspera da eleição. Enquanto isso, as instâncias do Estado foram sendo preenchidas pelo partido dono do poder.

    O PT encaminhou os recursos públicos para o atendimento de seus interesses. Criou uma casta de beneficiários. Não tome o mau exemplo; tome o bom: os aparentemente positivos investimentos na educação de nível superior. Universidades e faculdades foram criadas graças a programas federais. Essas faculdades estão tomadas de alunos mal formados por um ensino básico e fundamental deficiente. Importa ao governo que as escolas públicas que esses alunos frequentaram sejam ruins? Não. Importa que as faculdades para onde eles foram empurrados sirvam como ótimo negócio para seus proprietários e como bolsões de apoio ao partido.

    O governo do PT não trabalhou para o país; trabalhou para se eternizar no poder. Foi precisamente a constatação do uso desvirtuado da coisa pública que arrastou para a política um oceano de gente que não se interessava por esse tipo de assunto pastoso. Gente como Fábio Júnior, que fez uma manifestação singela, porque partiu de um homem singelo. Em certo momento, empolgado com a vibração da plateia com seu discurso, Fábio Júnior passou dos limites da boa educação. Mas até aí ele foi o que é: um homem simples, sem sofisticação ideológica. São essas pessoas simples e sem sofisticação ideológica que dizem algumas bobagens quando se manifestam contra o que acham errado, como aquelas que identificam na volta da ditadura a oposição ao governo do PT. É uma besteira: o PT não é o oposto da ditadura.

    São excessos naturais de pessoas que começaram agora a fazer política. Pessoas que, como Fábio Júnior, estavam quietas e que se viram impelidas a fazer política devido às ações do governo. Foi o PT quem pariu milhões de Fábios Júniors. Quem os pariu que os embale.

  48. Chesterton said

    Os solipsistas não acreditam na realidade objetiva. Para eles, tudo é uma questão de sensação, de pensamento interno. Os petistas, de forma bem menos sofisticada, parecem adeptos de um solipsismo tupiniquim. Para eles, não há nada parecido com um fato, a realidade independente de nossas crenças e desejos ou um conhecimento objetivo. Se eles acreditarem que o mundo é cor de rosa, rosado ele será!
    Foi assim que um conto de fadas (e bruxas) foi usado na campanha eleitoral de 2014. O PT sempre deu um papel de maior relevância para seu marqueteiro, algo similar ao que fez Hitler com Goebbels, já que uma mentira, contada mil vezes, torna-se uma “verdade”. O importante é o próprio PT “acreditar” na mentira, pois assim se torna mais convincente.
    Com base nessa mentalidade, Dilma, forçada a aceitar parcialmente a dura realidade após o pleito do estelionato eleitoral, chamou um economista com doutorado em Chicago para sua equipe. Mas eis o detalhe: Levy não estava lá para efetivamente cortar os gastos reais e tentar colocar a casa em ordem. Não! Isso seria algo muito realista para os solipsistas.
    O lance, como cansei de falar aqui, era uma vez mais as aparências, apenas as aparências. Levy traria a confiança do mercado. Os petistas achavam que bastava colocar o homem lá, como uma espécie de rainha da Inglaterra, para ludibriar os trouxas dos investidores. “Viram só? Temos um ortodoxo no comando da economia agora”, diriam os petistas. Tudo para inglês ver, já que o show (de horrores) continuava sob a liderança de Dilma.
    Pois bem: o solipsista pode fingir que a realidade objetiva não existe pelo tempo que quiser, mas não pode impedir os efeitos dela. Um solipsista pode, por exemplo, repetir ad nauseam que aquele vulcão que expele lava quente não existe de fato, que é tudo fruto de sua imaginação, e que se ao menos ele pensar que está em outro lugar, ou que a lava não é lava, mas doce de leite, tudo ficará bem. O resultado? Um solipsista derretido pela lava do vulcão.
    A crise não existe, ela é internacional, estamos numa travessia, tudo ficará bem depois, estamos “cortando” gastos do orçamento inflado, “acabamos” com as “pedaladas fiscais”, colocamos até um ortodoxo no “comando” da economia: os petistas podem repetir essas mentiras o quanto quiserem, elas não vão alterar a realidade. E o rebaixamento pela S&P foi para lembrá-los disso. Como escreveu Merval Pereira em sua coluna de hoje:
    A maior demonstração de que o Governo não tem um projeto realístico para sair da crise é a verdadeira algaravia em torno das soluções, sem que exista alguém para arbitrar nem um conjunto coerente de medidas que deem a sensação de que temos saída.
    Durante a campanha eleitoral, a presidente Dilma recusou-se a apresentar um programa para o segundo mandato que pretendia nas urnas, pois, afirmou, não seria um novo mandato, mas a continuação do primeiro e, portanto, não haveria novidades, apenas tocar em frente os programas existentes.
    Provavelmente por isso foi reeleita, pois através de uma falsa propaganda, prometia um mundo que já havia acabado há muito tempo, mas cujas conseqüências não haviam chegado ainda aos bolsos dos cidadãos.
    Iniciado o segundo mandato, já sabíamos que o ambiente econômico era completamente diferente daquele apresentado pela candidata Dilma, e que medidas “amargas” teriam que ser tomadas, justamente ao contrário do que ela dizia.
    Chamar um economista da escola de Chicago, conhecido pelo dom de saber cortar custos, não poderia ser a única solução mágica para uma “travessia” tão tumultuada como a que se avizinhava.
    O tal programa de governo que não apareceu na campanha eleitoral teria que surgir agora, incorporando os tais “remédios amargos”, mas também, medidas estruturais que permitissem ver uma luz no fim do túnel. E as medidas estruturais seriam necessariamente muito mais profundas do que simplesmente aumentar impostos ou apresentar reformas fundamentais como a da Previdência ou trabalhista.
    Reformas estruturais, corte sério nos gastos públicos, plano de governo, projeto para sair da crise, isso tudo é coisa de quem acredita na realidade objetiva, não de solipsistas. Manter o economista de Chicago no ministério da Fazenda nunca passou de um engodo, de uma farsa para inglês ver, de um truque de quem achava que basta simular algo para mudar o futuro.
    A farsa acabou. Os solipsistas já sentem o calor da lava no cangote, e por mais que neguem a realidade, que repitam para si mesmos que aquele bafo quente também é imaginário, fruto do seu pensamento, a negação não vai mudar a realidade. O problema, claro, é que esses solipsistas irresponsáveis arrastaram toda a nação para a beirada do vulcão, e agora será o país todo chamuscado. É o que dá negar a realidade por tempo demais…
    Rodrigo Constantino

    http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/economia/os-solipsistas-pt-acreditou-que-tudo-era-uma-questao-de-crenca-interna-nao-de-realidade-objetiva/

  49. Chesterton said

    http://sensacionalista.uol.com.br/2015/09/09/novos-impostos-dilma-propoe-tirar-um-rim-de-recem-nascidos/

  50. Chesterton said

    Tanto o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), como o do Senado, Renan Calheiros (AL), afirmaram que o Congresso não é culpado pelo rebaixamento do Brasil. Como se sabe, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s cassou do país o selo de bom pagador.

    Eles têm razão, não é? Que culpa tem o Congresso? Ainda que o pacote fiscal de Joaquim Levy tivesse sido aprovado na sua forma original, o Orçamento de 2016, sem cortes, conteria déficit. Até porque se dá como certo que ele é bem maior do que os R$ 30,5 bilhões admitidos.

    Oh, claro, claro! Câmara e Senado criaram algumas dificuldades para o governo de turno. Mas nenhuma delas tem peso no Orçamento de 2016. Não ainda. Podem vir a ter no futuro — mas o futuro sempre é negociável.

    Quem acabou com o equilíbrio fiscal foram os governos petistas, muito especialmente o de Dilma. Quem levou o país para o buraco foram aqueles que viam a despesa subir percentualmente mais do que a receita, de forma contínua, e nada fizeram. A culpa pelo fato de o Brasil ter perdido o selo de bom pagador está com aqueles que, ao constatar a falência de um modelo, resolveram lhe dar sobrevida aumentando ainda mais as despesas e tomando medidas que fizeram cair a receita.

    Quem decidiu baixar os juros na porrada para incentivar o consumo quado a inflação já estava substancialmente acima do centro da meta? Quem decidiu fazer uma política agressiva de desonerações, o que levou à queda de receita? Quem, para citar um caso, torrou, só em 2014, quase R$ 14 bilhões com o programa Fies, valor correspondente a tudo o que se havia consumido na área em quatro anos? Afinal, Dilma precisava vencer as eleições, não é isso? E, segundo Lula, mais vale a assistência social do que investimento em infraestrutura — como se fossem coisas opostas ou permutáveis.

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

  51. Daise 10.0 said

    PREPARANDO O IMPEACHMENT…

  52. Daise 10.0 said

    O petrolão chega ao Planalto

  53. Daise 10.0 said

    Baiano fecha delação

    Brasil 10.09.15 18:22
    Fernando Baiano fechou acordo de delação com a PGR para entregar detalhes da compra de Pasadena que envolve diretamente Dilma Rousseff, então presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

    O novo delator também se comprometeu a oferecer provas de envolvimento no petrolão dos peemedebistas Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Henrique Alves e do petista Delcídio Amaral.
    O.A.

  54. Chesterton said

    “gasto corrente é vida”

    chest-quem disse isto em 2005?

  55. Elias said

    E mais:

    “A agência de classificação de risco S&P rebaixou a nota de crédito da dívida do Brasil em um nível, para BB+, retirando o chamado grau de investimento do País, conquistado há sete anos atrás. A nota reflete a primeira na escala de grau especulativo da agência e mantém a perspectiva negativa com a agravação da crise política e dificuldade do Governo em balancear o Orçamento. Joaquim Levy, ministro da Fazenda, afirmou que o Governo e Congresso precisam avaliar a situação com responsabilidade, exigindo o sacrifício de todos, inclusive da população.”

    Levy continua em plena campanha pró-PSDB.

    “Exigindo o sacrifício de todos,inclusive da população”?

    Ora porra, até aqui, a população não fez outra coisa, senão sacrifício…

    Falar nisso, será que o Levy considera os banqueiros parte da população?

    Porque não parece…

    No mais os redatores neocon seguem com os ilusionismos verbais de sempre, que eles acham que ninguém percebe.

    Quando se referem à conquista do “grau de investimento”, dizem apenas que isso aconteceu “há sete anos atrás”, evitando qualquer referência a Lula e a Mantega… Até porque isso contraria o discurso da “gastança”, né não?

  56. Elias said

    No comentário anterior, o texto aspeado é do noticiário da ADVFN.

  57. Chesterton said

    coisa de gângsters mesmo.

  58. Chesterton said

    “Me assusta muito a visão de todos aqueles que, ao primeiro sintoma de uma crise, começam falar em ajuste. Ajuste significa corte de salários, corte de emprego, significa voltar ao patamar de miséria que você estava [antes] para poder recuperar a economia. A mim, não agrada. Todas as experiências de ajuste que foram feitas levaram os países à perda de postos de trabalho e ao empobrecimento da população”

    Lula, hoje, em Buenos Aires, jogando a culpa da recessão, desemprego, inflação, nas costas de Dilma Rousseff. Abandona o governo e livra a sua cara para 2018. Vai fazer oposição, afastando Dilma do PT.
    POSTADO POR O EDITOR Coturno

  59. Chesterton said

    Não é que tenha dado tudo errado com o seu governo. Em certa medida, deu tudo certíssimo, segundo, ao menos, a matemática entranhada nas coisas. As despesas cresciam sistematicamente acima da receita. Quando o binômio supervalorização das commodities/modelo ancorado no consumo evidenciou que não era sustentável, a partir de meados de 2012, ela resolveu alimentá-lo com medidas adicionais que… aumentaram as despesas e diminuíram a receita! As tarifas públicas foram represadas para conter a inflação, estimulada pelos anabolizantes injetados na economia. E o país quebrou. CQD. Como queríamos demonstrar.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/reinaldoazevedo/2015/09/1680280-riobaldo-do-adeus.shtml

  60. Chesterton said

    As besteiras agora só se voltam contra quem as comete. Como a presidente Dilma, uma renitente praticante.

    Certa vez, disse que o filme “Vidas Secas” mostrava o drama dos nordestinos que saíam “do Nordeste para o Brasil”. De outra, situou no Rio a Baixada Santista. Classificou a mandioca como “uma das maiores conquistas do país”. No mesmo discurso, criou uma nova espécie humana: a “mulher sapiens”. E sempre foi distraída, não? Na campanha para sua primeira eleição, em 2010, seus assessores ousaram confundi-la com Norma Bengell numa foto da Passeata dos 100 mil, em 1968, e Dilma achou muito natural; depois, inventaram-lhe um doutorado em ciências econômicas pela Unicamp, e ela também não protestou.

    Outro dia, justo ao ser acusada de praticar “pedaladas” para falsificar os números da economia, Dilma começou a pedalar de verdade, deixando-se fotografar andando de bicicleta em Brasília. Que festa seria Stanislaw entre nós!

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2015/09/1680264-a-volta-do-febeapa.shtml

  61. Chesterton said

    Ministros, deputados e senadores do PT já consideram não apenas possível mas provável que a presidente Dilma Rousseff seja afastada do governo num processo de impeachment ainda neste ano. O clima é de abatimento.

    RITO
    Pelo monitoramento do PT, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), rejeitará pedidos de impedimento, inclusive o de Helio Bicudo. Deputados da Frente Pró-Impeachment, com 280 votos, recorreriam ao plenário e, com maioria simples, votariam pela admissibilidade do impeachment, primeiro passo para o afastamento de um presidente.

    HISTÓRIA
    Um senador do PT observa que foi a partir da aprovação da admissibilidade do impeachment de Fernando Collor que “as pessoas começaram a acreditar e tomaram as ruas do país” para derrubá-lo do poder, em 1992. O mesmo poderia acontecer com Dilma Rousseff.

    EMPURRÃO
    Nesse clima de pressão máxima, o impeachment seria então apreciado na Câmara. Como o voto é aberto, até mesmo parlamentares de oposição que são contra o afastamento se veriam forçados a votar a favor.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2015/09/1680059-ministros-de-dilma-ja-acham-que-impeachment-e-provavel.shtml

  62. Guatambu said

    O Lula continua falando bobagem…. como sempre.

    Deve ser muito desagradável para ele ver a candidata dele cair ladeira abaixo, e como consequência, ele ter que abrir mão do cargo de presidente do BIRD ou do Banco Mundial para ter que disputar as eleições em 2018 novamente!

    Huá huá huá!!!!

    Deve ser muito ruim o Lula ter que se rebaixar….

  63. Chesterton said

    O ponto é que temos uma fatia pequena da população efetivamente trabalhando e produzindo riqueza para o país, em detrimento de uma outra fatia bem maior que não trabalha e é sustentada pela fatia economicamente ativa.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/carodinheiro/2015/09/1679383-quem-trabalha-acaba-sustentando-muito-mais-que-a-propria-familia.shtml

  64. Chesterton said

    Jô Soares acha que pagamos poucos impostos; eu acho que Jô Soares recebe dinheiro demais dos nossos impostosComentários do apresentador demonstram que sempre é possível a pessoa se afundar mais

    http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/cultura/jo-soares-acha-que-pagamos-poucos-impostos-eu-acho-que-jo-soares-recebe-dinheiro-demais-dos-nossos-impostos/

  65. Elias said

    “O ponto é que temos uma fatia pequena da população efetivamente trabalhando…

    E, pela quantidade de vezes que comparece,copiando e colando coisas que outros fazem, definitivamente o Chester não faz parte da parcela que efetivamente trabalha….

  66. Chesterton said

    Elias, produtividade e eficiência, entre um paciente e outro, postagens. Claro que o PT não sabe como fazer, é de se esperar, mas você deveria saber.

    E mais, se aumentar o imposto, repasso para a clientela facilmente.

    Agora me diz, como você se sente? Sim, sabendo que a inveja e o ressentimento da esquerda causam mais e mais desgraças para seus próprios eleitores e que há gente imune a essas políticas, confesse que você fica ….”putinho”.

  67. Chesterton said

    Por exemplo, antes do seu comentário fiz uma consulta e um exame que só eu tenho e não conto pra você qual é. Só faturando. Agora estou esperando que o PC faça o laudo (sim, tudo digital), e ainda, não emprego técnico algum, pois é tudo automático. Por causa disso, posso colocar o preço do exame bem abaixo do mercado, com uma qualidade infinitamente superior.
    Vou lá ver como ficou.

  68. Chesterton said

    Pronto , fiz alguns ajustes e já estou zipando o arquivo para mandar via internet para o colega solicitante. (ISso quando não mando alguma cosia pelo “Zapzap”.

    Amazing!

  69. Chesterton said

    Pronto, chegou lá. Mais um caso resolvido, caro Watson.

  70. Chesterton said

    Por burrice ou má-fé, os esquerdistas agora alegam que o rebaixamento do Brasil decorre do “ajuste fiscal”. Mentira. Não houve ajuste algum e, exatamente por isso, o país perdeu seu grau de investimento.

    http://www.implicante.org/blog/o-rebaixamento-do-brasil-e-a-patetice-da-esquerda/

  71. Daise 10.0 said

    LULA LÁ!

    Lava-Jato: PF pede autorização ao Supremo para ouvir depoimento de Lula
    Ex-presidente diz que ainda não foi comunicado. Relatório diz que ele pode ter sido beneficiado por corrupção na Petrobras.

    O pedido da Polícia Federal para ouvir Lula integra o Inquérito 3979, que envolve vários parlamentares. Isso explica porque a solicitação foi feita ao STF e não à Justiça de primeira instância. Por causa do foro privilegiado, o juiz relator é Teori Zavascki.

    O ministro só decidirá se ouve Lula ou não após parecer de Rodrigo Janot.

  72. Chesterton said

    http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2015/09/agora-e-oficial-lula-esta-sendo.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+BlogDoAluizioAmorim+(BLOG+DO+ALUIZIO+AMORIM)

    chest- Lulla em cana

  73. Chesterton said

  74. Daise 10.0 said

  75. Daise 10.0 said

    Gregório Duvivier para chefe da Casa Civil. Ou: Duvivier, a cinegrafista húngara
    Postado:Fri, 11 Sep 2015 18:17:15 +0000
    Como vocês sabem, não contesto humoristas — nem humor a favor, uma categoria inventada na Alemanha nazista.
    Mas não posso deixar de reconhecer que Gregório Duvivier, desta vez, foi fundo na arte dos “clowns”.
    Nunca antes da história “destepais” a expressão “porta dos fundos” tinha assumido tal significado.
    Dilma está precisando de um novo piadista na Casa Civil. Já achou. Ah, sim: ele está fazendo essas graças aos portugueses.

    Duvivier é a nossa cinegrafista húngara. Chuta e passa rasteira em quem não está afinado com o discuso oficial.
    R.A.

  76. Pax said

    novo post…

  77. Pax said

    que simpatia de jornalista…

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/09/1680385-nao-sou-racista-diz-cinegrafista-hungara-flagrada-chutando-refugiados.shtml

  78. Pax said

    tomara que um dia seja devidamente processada e punida essa moça

  79. Chesterton said

    tomara que o EI, que não chuta,mas degola, seja banido da terra.

  80. Chesterton said

    http://www.cmjornal.xl.pt/domingo/detalhe/socrates__lula_coincidencias_entre_amigos.html

  81. Chesterton said

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/lula_convence_socrates_no_negocio_da_pt.html

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