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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Vergonhosa aliança do Governo com Eduardo Cunha

Posted by Pax em 14/10/2015

Segundo analistas políticos, Eduardo Cunha e governo costuram aliança para salvarem suas cabeças.

É a toada do fim dos tempos. Este governo não para de afundar. A conta? Recessão, desemprego e uma animosidade das ruas represada e repreendida. Até quando não se sabe.

Três links que sustentam as duas frases acima:

Folha: Cunha sinaliza que pode rejeitar o principal pedido de impeachment

Globo: Se derrubo Dilma, no dia seguinte vocês me derrubam, diz Cunha à oposição

Josias de Souza: Cunha precisa de interrogatório, não de diálogo

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66 Respostas to “Vergonhosa aliança do Governo com Eduardo Cunha”

  1. Chesterton said

    as máfias se encontram cara a cara.

  2. Chesterton said

  3. Chesterton said

    E Lulinha, hein? Que bom se o MPF tivesse com todos os acusados a rapidez que tem com Eduardo Cunha!

    Incrível a pequena repercussão, quando se faz um juízo apenas comparativo, que teve a informação de que, em sua delação, Fernando Soares, o Fernando Baiano, confessou ter pagado despesas de R$ 2 milhões de Fábio Luiz da Silva, o Lulinha — aquele que Lulão já apelidou de seu “Ronaldinho” dos negócios.

    Por que um lobista envolvido com pagamentos de propina relativos a contratos na Petrobras arcaria com as despesas pessoais do filho do ex-presidente da República? A resposta é óbvia demais, não? Só é sustentado pelo esquema quem pode ser útil à estrutura criminosa — ou, ao menos, é um protegido de quem é útil a essa estrutura.

    Não deixa de ser fascinante verificar a desenvoltura com que a família Lula da Silva, do pai aos filhos, evoluiu financeiramente no ambiente da política, não é? Nesse sentido, vamos convir, os companheiros não inovaram, não é?

    Daqui já ouço a petezada a dizer que estão tentando, mais uma vez, envolver a família de Lula, que tudo não passa de uma tentativa de desmoralizá-lo e coisa e tal…

    Fiquemos atentos ao desdobramento que terá isso. Vamos ver com que celeridade atua a o Ministério Público Federal. Sempre que o escândalo do petrolão bate em Lula, o tempo parece se desenvolver num outro ritmo.

    O Brasil certamente sairia ganhando se o MP tivesse em relação a todos os políticos, muito especialmente os petistas, a celeridade que demonstrou no caso Eduardo Cunha.

    Por Reinaldo Azevedo

  4. Chesterton said

    Cadê o Elias e o Patriarca? Fugiram?

  5. Guatambu said

    Pax,

    Vc é uma pessoa inteligente e demorou mais de 4 anos para perceber que a Dilma era uma péssima gestora. Imagina a média brasileira…

  6. Chesterton said

    13/10/2015 às 05h00 11 BC admite que juro baixo causou inflação O Banco Central recalibrou o seu supermodelo de projeções econômicas, o Samba, e descobriu que ele próprio – o BC – foi responsável por uma boa parte das pressões inflacionárias de 2013 para cá, depois d

    http://www.valor.com.br/financas/4266616/bc-admite-que-juro-baixo-causou-inflacao

    chest- não brinca?

  7. Guatambu said

    Chest,

    6- isso não foi uma atitude planejada do BC, isso foi a influência política sobre o BC.

    Agora o BC faz mea culpa.

    Mais influência política.

    A Dilma está tentando livrar a barra dela de qualquer jeito pedindo para o BC assumir a culpa que foi dela… mas agora isso já não adianta mais, né?

    Até o Pax já entendeu que a culpada foi a Dilma!

  8. Guatambu said

    A crise hídrica de São Paulo alcança a mídia mundial.

    Alckmin é outro….

    http://www.businessinsider.com/the-biggest-city-in-the-western-hemisphere-is-running-out-of-water-2015-10

  9. Pedro said

    Falei lá atras no outro post…..Não sei se o Cunha cai. A Dilma não está governando um país, esta apenas apaziguando quadrilhas.

  10. Pedro said

    Sei que não tem nada a ver a com o post, mas vou desabafar assim mesmo.

    To chegando de uma prefeitura agora.

    Olha tá difícil engolir esta burocracia. Quase bati o pelego de um funcionário fdp.
    O sujeito fica criando dificuldades e depois tenta vender facilidades.
    Mandei “sifuder”, não vou entrar nesta.

    Sei lá, parece que está tudo corrompido. Que desânimo……

  11. Chesterton said

    o povo só entende quando ardem os fundilhos..

    Petrobras demite 511 pessoas em reformulação do setor de comunicação (FSP) 500 empregos

    Microsoft fecha fábrica na zona franca ( 1200 empregos)

    chest- votou 13? Agora aguenta.

  12. Chesterton said

    7- sim, entendo perfeitamente. Letácemuá. (L´état cést moi)

  13. Pax said

    Guatambu, #5

    Tem certeza que demorei 4 anos?

  14. Chesterton said

    A política econômica (ou a falta dela) de Dilma consiste em criar bolhas de crédito. Bolha, pirâmide da sorte, nada disso dácerto.

    Tem que fazer o que o Sacshida sugere:

    Abaixo seguem as medidas para o ajuste fiscal SEM AUMENTO DE IMPOSTOS. Ao final do texto dou uma única sugestão de aumento de impostos (mas mesmo nesse caso se refere mais a uma correção de isenção do que a um aumento propriamente dito).

    A. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA DESPESA

    Medida 1: Fim dos repasses do Tesouro para o BNDES.

    Medida 2: Substituir Investimento Público por Parcerias ou Concessões

    Medida 3: Acabar com a regra atual de reajuste do salário mínimo, e manter em 2016 o mesmo valor do salário mínimo que vigorou em 2015.

    Medida 4: Minimizar os custos decorrentes da Copa do Mundo de 2014.

    Medida 5: Minimizar os custos decorrentes de sediar as Olimpíadas de 2016.

    Medida 6: Projeto de Lei que aumente a idade mínima para aposentadoria para 67 anos tanto para homens quanto para mulheres.

    Medida 7: FIM da aposentadoria por tempo de serviço.

    Medida 8: Não elevação dos gastos com o bolsa família e implementação de uma regra compulsória de saída.

    Medida 9: Pente fino na necessidade de novos concursos públicos

    Medida 10: Congelamento dos Salários dos Servidores Públicos por um ano

    Medida 11: Forte redução com gastos de publicidade.

    Medida 12: Proibição do Banco do Brasil e da CEF de comprarem participação em bancos privados.

    Medida 13: Forte redução na quantidade de Ministérios.

    Medida 14: Imediata auditoria e cortes nos repasses para todas as ONG´s

    Medida 15: Revisão das Concessões de Indenização a Aposentadorias aos grupos denominados “Perseguidos Políticos”

    Medida 16: Regra para o “Restos a pagar”

    Medida 17: Redução nas despesas com saúde

    Medida 18: Redução dos gastos federais em educação

    Medida 19: Abandonar, pelos próximos 4 anos, os grandes projetos tais como o programa Minha Casa Minha Vida, ou o Minha Casa Melhor, ou o PAC

    B. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA RECEITA

    Medida 20: Suspensão de vários dos incentivos tributários setores específicos concedidos nos últimos anos

    Medida 21: Fim da Isenção de IR para LCI e LCA

    Medida 22: Grande processo de privatização de empresas públicas

    Medida 23: Ampla revisão da legislação ambiental

    Essas 23 medidas são capazes não apenas de ajustar o orçamento para 2016, mas são suficientes para reequilibrar a saúde fiscal do Estado brasileiro. NÃO é necessário aumentar impostos, precisamos de reformas estruturais e não de ajustes paliativos e transitórios. Mas Mansueto tem razão na sua dúvida: existe algum partido político pronto a defender esse ajuste? A ausência desse ajuste só pode ser corrigida por aumentos de impostos, então façam suas escolhas, não há saída fácil para o caos fiscal gerado pelo PT.

  15. Chesterton said

    Guatambu, o problema do Pax é a ideologia.

  16. Chesterton said

    http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/brasil/2015/10/13/interna_brasil,603407/cantareira-pode-operar-no-azul-ja-no-fim-do-ano-projeta-orgao-federal.shtml

  17. Guatambu said

    Pax,

    Fazendo uma retrospectiva no blog, se não me engano, vc passou o primeiro mandato elogiando o “animal político Dilma”.

    Mas se vc acha que não, quem sou eu, né?

  18. Pax said

    Creio que você se engana, Guatambu. Passei o primeiro mandato afirmando que Dilma era muito ruim como animal político.

    Mas… seja o que for. Se você acha que eu apoiei…

  19. Pax said

    Porque minha ideologia, Chesterton, velho, bom e rabugento Chesterton? Sou social democrata, meu sonho é que o Brasil pegue o rumo que os nórdicos tomaram, e olha que são bem diferentes.

    Estado forte, propriedade privada, livre iniciativa, liberdades, direitos civis, escola, saúde e segurança pública de primeira etc.

    Qual o problema nesse sonho, Chesterton?

  20. Guatambu said

    Pax,

    O problema é que para esse seu sonho, você só conta com ideólogos e mentirosos.

    Não tem ninguém com competência política somada a uma competência de gestão para fazer esse seu sonho funcionar.

  21. Guatambu said

    Vejam o resultado de fazer tudo às pressas:

    http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/10/14/foi-euforia-do-momento-diz-deputado-sobre-trem-bilionario-da-copa-em-mt.htm

    Somos governados por esse bando de descerebrados…

  22. Chesterton said

    Estado forte, propriedade privada, livre iniciativa, liberdades, direitos civis, escola, saúde e segurança pública de primeira etc.

    Qual o problema nesse sonho, Chesterton?

    chest- estado forte E livre iniciativa numa mesma frase, não combina. E livre iniciativa com saude e escolas publicas, tambem não combina. E somos pobres, e estamos empobrecendo, essas benesses não cabem no orçamento apertado.
    Mas realmente isso não é má ideologia, é “pensamento mágico”.

  23. Chesterton said

    A peleja entre o moderno e o arcaico

    :: Os governos Lula-Dilma revigoraram o arcaísmo. Por Hubert Alquéres
    Não é de hoje o conflito entre o arcaico e o moderno, no Brasil. Essa peleja vem de longe, atravessou séculos, marcou todos os campos da sociedade brasileira. O país só avançou quando o novo conseguiu vencer o antigo, deslocando seus interesses incrustrados nos aparelhos do Estado.

    Por aí a oligarquia cafeeira foi deslocada e a República Velha soterrada. Por esse caminho o Brasil deu passos largos na direção de um país industrial e moderno, nos governos Getúlio Vargas e Juscelino Kubistchek.

    A história tem suas ironias. O golpe de 1964, um movimento de reação às reformas de base com o qual também se identificaram forças retrógadas do ponto de vista econômico e social, findou por promover uma “modernização conservadora”, dotando o Estado de um mínimo de racionalidade e capacidade de planejamento. Mas sem mudar a sua essência, de ser, ao mesmo tempo, o depositário de interesses patrimonialistas e corporativistas.

    A Constituição Cidadã, foi, sem dúvidas, outro grande marco no rumo da contemporaneidade. Consagrou direitos sociais, fixou um ordenamento democrático e criou as condições para o pleno exercício de instituições permanentes republicanas como o Ministério Público, a Polícia Federal, entre outras. Aquilo que foi plantado lá atrás, em 1988, hoje dá provas de sua eficácia e é embrião de um Estado moderno que tende a se afirmar, em contraposição ao Estado patrimonialista.

    A peleja entre o arcaico e o moderno não parou por aí.

    Nos meados dos anos 90 deslocou-se para a economia. Naquele momento, era preciso deixar para trás o vetusto da espiral inflacionária, modernizar e sanear o sistema financeiro, controlar o gasto público, implodir os cartórios, criar regras estáveis com vistas ao fortalecimento de uma economia aberta e de mercado.

    Esse foi um dos grandes méritos do governo Fernando Henrique Cardoso, muito embora, para promover o aggiornamento da economia, tenha sido obrigado a fazer aliança com o atraso, como ele mesmo afirmou sucessivas vezes. Mas o fez blindando determinadas áreas estratégicas, protegendo-as da prática predatórias, da voracidade dos aliados. Fez mais: deu enorme passo no rumo da modernidade, com a criação das agências reguladoras.

    A grande tarefa de seus sucessores seria dar prosseguimento a essa modernização. Isso não aconteceu.

    Nos governos Lula-Dilma houve o revigoramento do arcaísmo.

    Mecanismos permanentes de Estado, como as agências, perderam relevância, enquanto o governo de plantão se hipertrofiou. Centros de excelências como o Itamaraty viraram peças ornamentais, para não falar da instrumentalização de outros, como o que aconteceu no BNDES ou em empresas públicas como a Petrobrás. E a responsabilidade fiscal foi mandada às favas.

    A crise que vivemos é a crise de um acasalamento entre um projeto de poder com o velho patrimonialismo político e com o capitalismo parasitário acostumado a mamar nas tetas do Estado, altamente refratário ao risco e à livre concorrência.

    Registre-se: tão acostumados com a impunidade, os predadores do erário público agiram como se tivessem na era analógica, deixando impressões digitais por todos os lados. E as instituições de investigação estavam numa etapa bem superior, no topo da era digital, capacitada e qualificada para cumprirem, com galhardia, seu papel em um Estado de Direito. Vive-se, portanto, mais uma quadra importante no embate entre o arcaico e o moderno.

    O primeiro, ainda hegemônico, tem hoje dois grandes bunkers: o Executivo e o Legislativo. Esses não se renovaram, estão na contramão dos sentimentos da sociedade, que não aceita mais o modelo do toma-lá-dá-cá e a institucionalização do balcão de negócios.

    A rejeição é muito mais profunda. Há uma crise de representatividade cuja intensidade os partidos políticos ainda não dimensionaram.

    Pensar que o governo representa o arcaico e a oposição o moderno é doce ilusão. Ou então puro maniqueísmo. Afinal, nada mais arcaico do que o discurso da incoerência, do que alianças casuísticas contraditórias aos valores éticos.

    O velho ainda não morreu e o novo ainda não surgiu. Mas, felizmente, a forma ossificada de se fazer política, ou de se fazer negócios por parte de segmentos empresariais, esbarra na ação de instituições republicanas que apontam para um horizonte mais alentador.

    Este artigo foi originalmente publicado no Blog do Noblat, em 14 out 15

  24. Chesterton said

    tão acostumados com a impunidade, os predadores do erário público agiram como se tivessem na era analógica

    chest- aí uma frase feliz.

  25. Chesterton said

    Pela Primeira Vez na História da Humanidade a Produção de um país cai 3% SEM ter ocorrido choque algum na economia!!!
    Crises econômicas acontecem desde que o mundo é mundo. Mas, pela primeira vez na história da humanidade a produção de um país cai 3% SEM ter ocorrido choque algum na economia!!! Essa é mais uma vitória de 13 anos de PT no poder.

    Na antiguidade crises econômicas estavam associadas a desastres naturais: secas, alagamentos, pragas agrícolas, terremotos, ou qualquer outra coisa do gênero. Mais recentemente, algumas crises estavam associadas a algum evento financeiro: crise da bolsa de valores de 1929, hiperinflação na Alemanha na década de 1920, crise subprime nos Estados Unidos em 2007. Ou ainda temos as crises associadas a choques negativos de oferta, tal como a crise de 1972-73 e 1979-80, associadas ao choque do petróleo. Tem-se também as crises geradas por guerras externas ou internas. Por fim, não podemos esquecer das crises geradas por mudanças bruscas no método de produção (tal como as crises geradas pelas políticas marxistas nos países do leste europeu e asiático).

    Mas, repito, pelo melhor de meu conhecimento, o Brasil é o primeiro país do mundo que entra numa crise SEM a ocorrência de choque algum. A produção no Brasil, medida pelo PIB, irá cair em 3% esse ano e, provavelmente, cairá novamente em mais de 1% no ano que vem. É a primeira vez na história que um país sofrerá tal decréscimo na produção sem que tenha ocorrido choque algum. A safra agrícola não quebrou, o preço do petróleo não disparou, não estamos em guerra alguma, em resumo, nosso PIB irá sofrer uma grande redução sem que tenha ocorrido qualquer choque negativo em nossa economia. Como será isso possível?

    A redução na produção no Brasil não é decorrência de choque algum. Pelo contrário, tal redução era plenamente previsível como decorrência das péssimas políticas fiscais e monetárias adotadas pelo governo petista. Nunca na história da humanidade isso foi possível. Nunca na história de um país a produção caiu tanto sem que ocorresse qualquer evento desfavorável. O PT foi o choque negativo da economia brasileira. Choque esse tão severo que fará com que nossa produção se retraia num volume superior aos das crises de 1930 e 1980.

    Da próxima vez, se você tiver que escolher entre: 1) a crise da bolsa de 1930; 2) a crise do Petróleo e da dívida externa de 1980; ou 3) a crise gerada pelo PT. Escolha, sem medo de errar, as opções 1 ou 2. Afinal, de acordo com os dados, o PT consegue ser pior do que qualquer crise.
    POSTADO POR ADOLFO SACHSIDA ÀS 22:06

  26. Pedro said

    Bom, depois do desânimo total com a “grande política brasileira”, imagina a decepção com a política local.

    Olho o noticiário internacional , e vejo que o tal Estado Islâmico crucificou um garoto de 12 anos, entre outras barbaridades.

    Que lerda. Vou dormir e tentar acordar na Pedrolândia .

  27. Pedro said

    Aí Pax, dá um desconto.

    Depois deste desabafo existencial, me deparo com a guitarra de David Gilmour neste clip.

    Acredito que fale sobre o melhor que a humanidade já conseguiu na macro-ciência (conquista espacial) , e na segunda metade do clip, demonstre o pior que a humanidade já produziu com a micro -ciência (ciência do átomo, chernobyl).

    Enfim, escolham a sua ideologia……..

  28. Pedro said

    Fica tranquilo Chester, vou conseguir a thumb dele pra vc… :-)

  29. Pax said

    Chesterton e Guatambu não acreditam em futuro.

    É o resultado do capitalismo liberal?

    Há futuro, sim.

    Coloca todo mundo em escola boa, espera duas gerações, uns 20 anos, e vê no que dá.

  30. Chesterton said

    Escola como a da PM?

    http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2015/08/1666631-cresce-no-brasil-o-numero-de-escolas-basicas-publicas-geridas-pela-pm.shtml

    É um bom caminho.

  31. Chesterton said

    mas a acusação de que não acredito no futuro é infundada, visto que tenho 3 filhos. Quantos filhos vocês tem?

  32. Pax said

    Não tenho filhos, Chesterton, você sabe disso. Gostaria de ter. Mas confesso que muitas vezes, vendo o mundo derreter, sentindo medo de andar às ruas, fico feliz por não tê-los.

    Parabéns pelos teus. Sei que vc ainda brinca de Forte Apache com eles… ;-)

  33. Guatambu said

    Pax,

    Depende do que vc chama escola de qualidade. Se vc acha que escola de qualidade é o ENEM do Haddad, ou a gestão meteórica do tão aclamado Janine…

    Sabe o que é mais interessante, se vc considerar a qualidade do ensino público, vai ver que o estado de São Paulo é bem melhor que no resto do Brasil inteiro, e que os professores estaduais aqui ganham mais que em outros estados, no entanto, vc odeia o Alckmin (assim como eu). Mas veja sua incoerência: se a sua visão de futuro está exclusivamente relacionada ao ensino, vc deveria adorar o PSDB.

    Quanto a mim não acreditar em futuro. Eu acredito sim, em um futuro liberal economicamente e socialmente. E o resto vem a reboque disso.

    A diferença é que o liberalismo depende menos de “gênios” para controlar tudo. Basta vc permitir que as coisas acontecem. No caso da social democracia vc precisa de uma máquina estatal caríssima e ineficiente para tentar gerenciar todas as variáveis sociais e econômicas…

  34. Pedro said

    Só rolo

    http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/10/assessor-da-secretaria-da-pesca-e-preso-no-df-pela-policia-federal.html

  35. Chesterton said

    fico feliz por não tê-los.

    chest- então você é que não acredita no futuro.

  36. Pax said

    mas o velho e bom Chesterton é rabugento mesmo, caramba!

    =)

  37. Pax said

    Qualidade do ensino em São Paulo, Guatambu? Cara, você mora mesmo aqui?

  38. Chesterton said

    Pode vir quente….rsrsrsrsr

    Cadê o Elias, surtou depois que viu que a realidade não combina com o que passa na cabeça dele?

  39. Chesterton said

  40. Chesterton said

    Chest- A piramide rui antes das previsões…

    Estados, municípios e o 13º salário
    Abaixo segue meu artigo publicado na Folha de São Paulo (no dia 30/09/2015).

    A crise fiscal é uma realidade. Jornais e analistas discorrem diariamente sobre o caos fiscal nas contas públicas brasileiras. Contudo, tal análise costuma ter seu foco na União. Poucos têm comentado sobre a situação fiscal de Estados e municípios.

    O Rio Grande do Sul está com dificuldades de pagar seus funcionários, Minas Gerais já avisou que não pagará determinados bônus de desempenho, e o Distrito Federal já anunciou cortes de despesas e aumentos de impostos importantes. E os demais? Como será que andam as finanças dos pequenos municípios, ou o caixa de alguns Estados?

    Existe um grande número de profissionais qualificados monitorando as contas da União. Boa parte dos desvios e incoerências são logo percebidos e denunciados. Contudo, isso não é verdade para outros entes federados. Ora, se a União com toda essa vigilância executou as famosas pedaladas fiscais, imagine o que Estados e municípios, muito menos vigiados, não fizeram.

    Em 2014, vários governadores e prefeitos tentaram a reeleição. Para tanto, muitos deles aumentaram consideravelmente os gastos públicos e aplicaram aos seus balanços a mesma ética contábil adotada pela União.

    Existe uma verdadeira caixa preta na contabilidade de Estados e municípios, muitos deles claramente insolventes a longo prazo. Desnecessário dizer que boa parte das cidades pequenas sobrevive apenas das transferências da União. Quedas nessas transferências são motivo de preocupação para eles. Com a arrecadação federal em queda, nuvens negras se formam no horizonte.

    Dados do Tesouro Nacional indicam uma piora nos indicadores fiscais de vários Estados. Por exemplo, na relação entre despesa corrente líquida (DCL) e receita corrente líquida (RCL), um indicador de vulnerabilidade fiscal.

    No Amapá, o índice saiu de 0,17 em abril de 2014 para 0,30 em abril de 2015 (uma piora de 73% em doze meses). Outros Estados seguiram o mesmo caminho. No Ceará, esse indicador piorou em 69% no mesmo período. São Paulo teve piora de 7,5%, Minas Gerais, de 7%, e Rio de Janeiro, de 14%, mostrando uma deterioração na situação fiscal medida por esse indicador.

    Claro que, para Estados pequenos e com poucas alternativas de financiamento, esse problema é mais sério.

    Para o município de São Paulo, com data base de abril de 2015, a despesa corrente líquida já é 81% superior à receita corrente líquida. Outros municípios paulistas também estão em situação delicada, como é o caso de Mauá com um DCL 15% maior que sua respectiva RCL, o que mostra bem o tamanho das dificuldades futuras.

    Outro detalhe pouco comentado refere-se à bomba-relógio dos fundos de pensão municipais e estaduais. Qual deles é realmente solvente? Qual deles necessitará de vultosas transferências públicas para manter seus pagamentos em dia?

    A hora da verdade se aproxima: em dezembro, vários Estados e municípios terão dificuldades para pagar o 13º salário a seus funcionários. O caos fiscal brasileiro é bem mais profundo e vai bem além da União: Estados, municípios, e várias empresas estatais também têm muitos ajustes a serem feitos.

    Adolfo

  41. Chesterton said

    Putz, acreditei nessa….

  42. Guatambu said

    Pax,

    Vc qualidade em ensino público em algum lugar aqui no Brasil?

    Faz quanto tempo que o ensino público do Brasil é ruim?

    Faz quanto tempo que o Brasil é social-democrata?

    Faça as contas, Pax, e vc verá que esse seu sonho de social-democracia, por aqui, anda regredindo.

    Mas, se vc ignorar o mundo e considerar o ensino dentro do territorio nacional, vai ver que o melhor ensino público do país ainda é em SP.

    Ah, importante notar: cada vez mais faculdades públicas perdem para faculdades privadas em todas as áreas… Mais um indício de que o liberalismo pode ser uma opção mais fácil que tentar fazer os Janines e Alckmins cuidar da educação.

  43. Chesterton said

    A maior parte das pedaladas fiscais não foi feita para beneficiar os pobres, mas sim os muito ricos através dos subsídios para as grandes empresas no Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do BNDES. No Banco do Brasil, os atrasos são dos empréstimos para empresas do agronegócio. Nesses dois bancos se concentra a maior parte da dívida.

    O grande empresariado bateu palmas e fez fila para pegar recursos do PSI. O programa gerou essa dívida de R$ 24,5 bilhões acumulada com o BNDES. Mas o custo não é só esse. O PSI é com taxa supersubsidiada. Mas todos os empréstimos do BNDES são com taxas mais baixas do que as que o Tesouro paga. Foram transferidos para o banco, para que ele emprestasse, outros R$ 500 bilhões. Sobre essa dinheirama há custos que continuarão pesando no bolso do contribuinte nos próximos anos, talvez décadas.

    As despesas do Tesouro para carregar a dívida contraída para transferir recursos para o BNDES ou as contas da equalização de taxas de juros provam que a política econômica do PT se destinou aos mais ricos. O discurso demagógico de pedalada feita para favorecer os pobres é desmentido pelos fatos. O gasto com as grandes empresas foi infinitamente maior do que com os programas de transferência de renda.

    Os governos do ex-presidente Lula e da presidente Dilma adotaram políticas criadas pelo governo militar. Tudo foi refeito: política de escolha de grupos vencedores, dinheiro barato financiado com os impostos do resto da população, fechamento da economia para reduzir a competição, regulação tendenciosa que beneficiava alguns em detrimento de outros. Na economia, nada foi mais parecido com o governo militar do que os governos do PT.

    Agora, Lula e Dilma estão usando mais uma vez o discurso populista para justificar o fato de o governo ter desrespeitado a Lei de Responsabilidade Fiscal, com o argumento de que o fizeram para atender aos pobres. Os números mostram o contrário. Das pedaladas de R$ 40 bilhões, R$ 6 bilhões foram de atrasos à Caixa Econômica para o pagamento de programas como Bolsa Família. A maior parte da dívida é com programas do bolsa empresário.

    O governo Dilma prejudicou também os mais pobres quando foi leniente com a inflação. Deixou que a taxa ficasse tempo demais perto do teto da meta e segurou artificialmente os preços administrados para elevá-los após as eleições. O resultado foi inflação perto de 10%, queda do poder de compra das famílias brasileiras e encolhimento das vendas.

    A inflação sempre atingirá mais diretamente os mais pobres, por isso a primeira política social é manter a taxa sob controle. A estabilização foi um poderoso instrumento de inclusão e permitiu que políticas sociais tivessem resultado, aumentando o movimento de retirada de brasileiros da pobreza. Quando o governo permite uma taxa que chega a este nível calamitoso de agora — com o PIB encolhendo 3% — a consequência direta é retirar renda da população, principalmente dos mais pobres.

    Por ação, através dos programas de subsídio às grandes empresas, e por omissão, ao deixar a inflação subir, o governo está fazendo o oposto do que deveria fazer. Está usando mais recursos públicos para os ricos; tirando renda dos mais pobres através da inflação.

    Por isso, a conversa do ex-presidente Lula e a nota do Planalto são mais do que demagógicas. São falsas. As pedaladas não foram feitas para pagar os beneficiários do Bolsa Família porque faltou dinheiro. Como já disse aqui, outros programas tiveram, em 2014, por razões eleitorais, um aumento súbito, que foi revogado no ano seguinte. Mas, além disso, os números mostram a quem se destina a maior parte dos subsídios e subvenções pagos pelo Tesouro: às grandes empresas.

    A ilusão de que o PT pudesse fazer o ajuste fiscal, corrigindo os erros que cometeu, já se desfez. Os gritos de “fora Levy” na reunião da CUT mostram que não há o que o ministro da Fazenda possa fazer. O partido não aceita ajuda para corrigir a bagunça que fez porque não acredita em responsabilidade fiscal. Foi por isso que a lei foi ferida tantas vezes nos últimos anos. Na opinião emitida por Lula na CUT, o país deve continuar desajustado. Faltou dizer quem paga a conta da desordem petista na economia.

    Mirian

  44. Elias said

    Retornando de viagem.

    I
    A essa altura, o pessoal daqui já deve ter entendido qual a jogada do Eduardo Cunha, ao rejeitar o pedido de impeachment. Se não entendeu é porque não se informou, mesmo depois da limitar do STF…

    Brasil não é pra amadores… E Eduardo Cunha é um profissional, no pior sentido do termo.

    II
    “A. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA DESPESA”

    “Medida 1: Fim dos repasses do Tesouro para o BNDES.”

    Huá! Huá! Huá! Huá! Huá! Huá!

    III
    “A. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA DESPESA”

    “Medida 16: Regra para o “Restos a pagar”

    Já existe, babaca! Só pode deixar “Restos a Pagar” se igualmente deixar saldo financeiro livre, em valor igual ou superior (Lei Complementar 101, vulgarmente conhecida como “Lei de Responsabilidade Fiscal”).

    O problema é que ninguém cumpre essa lei, e deixa o “restos a pagar de gaveta”. Simplesmente não é contabilizado e aparece no ano seguinte como DEA (Despesa do Exercício Anterior).

    Vai daí que a única maneira de extinguir com o “restos a pagar de gaveta” é proibir o DEA. Só que isso cria outro problemão, para o qual, a única solução é… Restabelecer o DEA!

    CONCLUSÃO: Burrice recorrente no país dos bacharéis, é tentar resolver problema cultural, de valor social, por meio de leis. Especialmente quando é materialmente impossível aplicar a coerção legal. E lei sem poder coercitivo nada mais é do que simples proposição moral. Belas palavras (quando belas), mas sem sentido prático.

  45. Elias said

    “Ah, importante notar: cada vez mais faculdades públicas perdem para faculdades privadas em todas as áreas…” (Chester)

    Vigarista! Mentiroso!

    Mesmo na tua área, medicina, que é uma área híper-carente de novos profissionais, isso não é verdade.

    Nos últimos anos foram FECHADOS vários cursos de medicina em instituições particulares, por absoluta falta de qualidade do ensino. Aliás, absoluta inadequação das instalações físicas.

    Verdadeiras arapucas pra tomar dinheiro dos incautos e colocar no mercado de trabalho “profissionais” absolutamente desqualificados para o exercício de uma profissão em que um erro profissional pode acarretar a morte da vítima.

    Mais de 95% dos projetos de pesquisa registrados no CNPQ são de IES públicas… Que respondem por menos da metade das IES existentes no Brasil.

    Mentiroso!

  46. Elias said

    O Adolf (Heil!) esqueceu de citar os Estados e Municípios governados pela oposição.

    Estão todos ferrados! Sem exceção.

    Nesses Estados e Municípios, a despesa de pessoal já ultrapassou o limite prudencial estabelecido pela LC 101 (LRF).

    Ou seja: não podem mais promover concursos públicos.

    Mas estão promovendo…

    Claro que o Adolf (Heil!) não vai escrever uma linha sobre isso… Se não, perde a sinecura…

  47. Elias said

    “Não tenho filhos, Chesterton, você sabe disso. Gostaria de ter.” (Pax)

    A vida é assim mesmo, pequeno Gafanhoto… Nem tudo é como tu queres que seja. Existem algumas restrições de ordem biológica.

    Sugiro deixar a tarefa de ter filhos para tua mulher.

    Aí as chances aumentam…

  48. Elias said

    ================================
    “A. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA DESPESA”

    “Medida 17: Redução nas despesas com saúde”
    ================================

    Claro!

    De uma população pobre e doente, só pode resultar um país rico, saudável e poderoso…

    Idiota!

  49. Elias said

    Mais 2 perguntas pro Chester e os gurus dele:

    “1 – COMO O DÉFICIT PÚBLICO INFLUI NO DECRÉSCIMO DAS VENDAS DE VEÍCULOS, MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS?”

    “2 – COMO O DÉFICIT PÚBLICO INFLUI NO DECRÉSCIMO DAS VENDAS DA INDÚSTRIA NAVAL?”

  50. Elias said

    =================================
    “A. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA DESPESA”

    “Medida 18: Redução dos gastos federais em educação.”
    =================================

    Idiota!

    Não sabe nem o endereço do Brasil.

    Sem os gastos federais em educação as escolas privadas — notadamente as universidades privadas — simplesmente desaparecem.

    Quem o babaca “medideiro” pensa (ele pensa que pensa) que bancou a infraestrutura das universidades particulares brasileiras?

    O babaquinha pensa que foi o capital privado?

    Tolinho…

    Sugiro que ele pergunte à mamãezinha dele, se ela acreditava quando alguém sussurrava no ouvidinho dela: “É só a cabecinha, bem…”.

    Se ela acreditava, ele tem a quem puxar…

    Caso contrário, é bom procurar ajuda: quem sai aos seus não degenera!

    Olhaí o caso do Chester…!

  51. Chesterton said

    Já sei, já sei, Elias, tem que ter muito deficit publico para estimular a fome das pessoas que assim vão comer mais e logo os agricultores vão comprar mais implementos agrícolas!!!

    (meu Deus, o neo Keynesiano de buteco voltou)

  52. Elias said

    E aí?

    Ninguém comentou mais sobre a rejeição, pelo Eduardo Cunha, da proposta de impeachment?

    Foi jogada com o governo ou com o PSDB?

    Só porque foi com o PSDB, virou procedimento decente?

    Não é mais “aliança espúria”, um livrando a cabeça do outro?

  53. Elias said

    “Já sei, já sei, Elias, tem que ter muito deficit publico para estimular a fome das pessoas que assim vão comer mais e logo os agricultores vão comprar mais implementos agrícolas!!!” (Chester, o Idi)

    Não bundão!

    Eu fiz duas perguntas objetivas:

    “1 – COMO O DÉFICIT PÚBLICO INFLUI NO DECRÉSCIMO DAS VENDAS DE VEÍCULOS, MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS?”

    “2 – COMO O DÉFICIT PÚBLICO INFLUI NO DECRÉSCIMO DAS VENDAS DA INDÚSTRIA NAVAL?”

    Se tu sabes como responder, responde (e podes procurar quem tu queiras, pra te ajudar).

    Se não sabes, admite que não sabes.

  54. Elias said

    =======================
    “A. REDUÇÃO DO TAMANHO DO ESTADO NA ECONOMIA: LADO DA DESPESA”

    “Medida 19: Abandonar, pelos próximos 4 anos, os grandes projetos tais como o programa Minha Casa Minha Vida, ou o Minha Casa Melhor, ou o PAC.”
    =======================

    Isso!

    Vai lá na FIESP e defende essa proposta, aos berros!

    Principalmente na sala do Sinduscon.

    Melhor: vai na sede do Sinduscon agitar essa proposta.

    Depois faz o mesmo na frente da sede da Votorantim…

    Idiota!

    Não sabe nem o endereço do Brasil, e acha que tem a solução…

    Deveria ser motorista de táxi. Esses caras, sim, são os melhores prefeitos, os melhores treinadores de futebol, os melhores ministros da economia…

    Só não conseguem ser motoristas de táxi razoáveis…

    Daquele tipo que dirige calado…

  55. Elias said

    Chester,

    É só a cabeciinha…

  56. Guatambu said

    Elias,

    #45, que fez a afirmação que vc acusa de vigarice e de mentira fui eu, e não o Chester.

    Mentiroso… tudo bem. Mostre seus dados e a fonte.

    Obs: Veja bem a frase: “Ah, importante notar: cada vez mais faculdades públicas perdem para faculdades privadas em todas as áreas…”

    Cada vez mais.

    Eu sei que entre as melhores faculdades tendem a ser melhores. E deveriam, certo?

    Afinal, é para isso que pagamos muito, mas muito imposto!

    Mas infelizmente para o social-democrata desavisado, como o Pax, as faculdades particulares estão avançando no ranking.

  57. Guatambu said

    Elias,

    Aliás, vc tem certeza de que sabe do que estamos debatendo, eu e o Pax?

    Não quer dar a chance de ele contra-argumentar não? Achei que ele fosse capaz de argumentar por si mesmo…

  58. Pedro said

    Pra amenizar a sexta:

    “A moça deixa o balé do Faustão, sai pelada na revista.
    A outra é eliminada do BBB, sai pelada na revista
    A outra sai de A Fazenda, sai pelada na revista.
    É só por isso que eu sou contra a saída da Dilma!”

  59. Chesterton said

    58- boa

    “1 – COMO O DÉFICIT PÚBLICO INFLUI NO DECRÉSCIMO DAS VENDAS DE VEÍCULOS, MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS?”

    chest- Está certo Grande Lider Elias, mostre-nos a luz, ilumine com sua sabedoria as trevas de nossa ignorância: como o déficit público influi no decxréscimo….enfim, você sabe.

  60. Chesterton said

    56 Guatambu, eu falei que ele tinha surtado quando se deu conta de que a realidade não combina com as idéias que passam pela cabeça dele. Aí teria que internar, mas como o Movimento da Luta Antimanicomial fechou todos os hospícios, tiveram que soltar o Elias Maluco.

  61. Chesterton said

  62. Chesterton said

  63. Chesterton said

    recebido

    “A Lua é muito mais importante que o Sol, porque ela aparece à noite quando está escuro e clareia tudo. Já o Sol aparece de dia quando tudo está claro, ou seja, não tem função nenhuma.”
    (Dilma Rousseff)

    chest- não posso acreditar

  64. Chesterton said

    então Elias Maluco, qual a relação do déficit publico e a venda de implementos agricolas?

  65. Pax said

    novo post sobre os carros da Jesus.com

    é inacreditável não?

  66. Chesterton said

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