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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Jesus.com: o inacreditável crime de Eduardo Cunha

Posted by Pax em 17/10/2015

Se pudéssemos pensar numa canalhice sem tamanho, ainda maior que todas as praticadas na política brasileira, creio que não chegaríamos perto de imaginar a última descoberta sobre Eduardo Cunha.

Ele e sua mulher colocaram seus carros de luxo em nome da sua empresa Jesus.com

Não, não é uma brincadeira, não é uma pegadinha de um site sensacionalista. É verdade mesmo.

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48 Respostas to “Jesus.com: o inacreditável crime de Eduardo Cunha”

  1. Chesterton said

    Sem julgar o mérito, é uma frota modesta.

  2. Chesterton said

  3. Chesterton said

    Por sua vez, Dyelle Menezes, no site Contas Abertas, fez a seguinte comparação: apenas neste ano, R$ 277,3 bilhões estão autorizados no Orçamento para “juros e encargos da dívida”.

    Já o montante destinado ao Bolsa Família nos últimos 15 anos foi inferior a esse gasto com juros (somou R$ 221,7 bilhões).

    Quer dizer o seguinte: os portadores de títulos do governo, uns poucos milhões, recebem EM UM ANO mais do que ganham EM 15 ANOS 42 milhões de pessoas, a clientela do Bolsa Família, os pobres entre os pobres.

    Preciso desenhar que está havendo transferência de renda dos pobres para os ricos?

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/clovisrossi/2015/10/1695371-o-veneno-que-corroi-o-brasil.shtml

    chest- é o que venho dizendo há décadas (?!), se endividar com o agiota para distribuir esmolinhas sempre foi o programa do PT.

    disclaimer: o agiota sou eu- e todos poupadores, correntistas bancários.

  4. Chesterton said

    O prêmio a Deaton inclui um segundo recado sobre a atualidade brasileira: em entrevista a “El País”, o agora Nobel disse que “os programas de austeridade que muitos países padecem nos farão infelizes, talvez durante muitos anos”.

    chest- a felicidade,por ser uma questão do indivíduo, não pode ser parâmetro para a correta e racional condução das finanças públicas.

    Completou: “Essas políticas reduzem receita, recortam benefícios e destroem empregos”.

    chest- não, esses empregos não são reais, foram criados com dívida pública.

    Antes de prosseguir, uma observação: a culpa do baixo crescimento brasileiro não é da austeridade defendida pelo ministro Joaquim Levy, pela simples e boa razão que ela nem estava em vigor no ano passado, quando o crescimento já era esquelético, nem está em pleno funcionamento agora, quando se projeta uma baita recessão.

    chest- o jornalista se dá conta da bobagem que o outro diz.

    Feita a ressalva indispensável, vale o fato de que políticas como as que Dilma está tentando implementar “reduzem receita, recortam benefícios e destroem empregos”.

    chest- o jornalista não pode admitir que o autor diz bobagens, uma vez que vai de acordo com as bobagens que ele mesmo pensa. Dilma não está tentando nada, apenas tem que fechar as contas e não consegue.

    Se, em um futuro que não está no horizonte, a austeridade gerará o saneamento das contas públicas e, graças a este, levará ao paraíso, é outra história, que o Nobel de Economia não compra.

    chest- por imediatismo, sacrifica o médio-longo prazo

    Não compra porque a maioria de seus colegas erra ao tratar o com­por­ta­men­to do con­su­mi­dor “­mé­dio” como re­pre­sen­ta­ti­vo da va­rie­dade de com­por­ta­men­tos in­di­vi­dua­is.

    Não é assim, demonstrou Deaton, em parte do estudo que lhe valeu o Prêmio Nobel.

    É o mesmo que dizer que previsões em economia são precárias, posto que dependem de zilhões de comportamentos individuais.

    chest- pois é….

  5. Chesterton said

    Desculpe se em vez de uma carta pessoal escrevo-lhe na página de um jornal, tornando público o que tenho a lhe dizer. A razão disso é que o assunto que pretendo abordar nada tem de íntimo. Pelo contrário, diz respeito a todos nós. Trata-se de sua posição em face de tudo o que está acontecendo neste nosso país governado, há quase treze anos, pelo seu partido, o PT.

    Entendo que você, a certa altura da vida, tenha acreditado que Lula era um verdadeiro líder operário e que, como tal, conduziria os trabalhadores e o povo pobre na luta pela transformação da sociedade brasileira, a fim de torná-la menos injusta.

    Era natural que fizesse essa opção, uma vez que lutar contra a desigualdade sempre fez parte de seus princípios. E muita gente boa, antes de você, também pusera sua esperança neste novo partido que nascia para mudar o Brasil. Alguns dos mais notáveis intelectuais brasileiros fizeram a mesma escolha que você.

    É verdade também que, com o passar dos anos, essa convicção se desfez: Lula não era o que eles pensavam que fosse, e o seu partido não se manteve fiel ao que prometera. Mas você, não, você continua confiando em Lula e votando em todos aqueles que Lula indica, ainda que não os conheça ou, o que é pior, mesmo sabendo que não são nenhuma flor que se cheire.

    Sei que há petistas mais cegos que você, como aqueles que foram às ruas para tentar impedir a privatização da Telefônica, alegando que se tratava de uma traição ao povo brasileiro. Lembra-se? Pois bem, a privatização foi feita e, graças a ela, o faxineiro aqui do prédio tem telefone celular. Mas, quando alguém fala disso, você muda de assunto.

    Sei muito bem que política é coisa complicada. A pessoa defende determinada posição do seu partido, discute com os amigos, briga e, depois, aconteça o que acontecer, não dá o braço a torcer.

    E, às vezes, chega ao ponto de defender atitudes indefensáveis, mas que, por terem sido tomadas por Lula, você se sente na obrigação de justificar. Por exemplo, quando Lula abraçou Paulo Maluf, quando se aliou ao bispo Edir Macedo, fazendo do bispo Crivela ministro do seu governo e quando viaja à custas da Odebrecht.

    Não sei o que você diz a si mesmo quando, à noite, deita a cabeça no travesseiro. Como justificar o mensalão? Você poderia acreditar que Delúbio, tesoureiro do PT, tenha armado toda aquela patranha, sem nada dizer ao Lula, durante os churrascos que preparava para ele, todo domingo, na Granja do Torto. Tinha de acreditar, pois, do contrário, teria de admitir que Lula foi o verdadeiro mentor do mensalão.

    Custa crer como você consegue dormir em meio a tanta mentira. E pior é agora, no chamado petrolão, que é o mensalão multiplicado por dez, já que, enquanto naquele a falcatrua era de algumas dezenas de milhões de reais, neste chega a bilhões. E, mesmo assim, consegue dormir? Não é para sacanear, mas você ainda repete aquele lema em que o PT dizia ser “o partido que não rouba nem deixa roubar”?

    Quero crer que, pelo menos nisso, você se manca, porque as delações premiadas deixaram claro que ele não apenas deixa, como rouba também.

    E a Dilma, que Lula tirou do bolso do colete e fez presidente da República, sem que antes tivesse sido sequer vereadora? Não chego a considerá-la paspalhona, como a chamou Delfim Neto, embora, com sua arrogância, tenha arrastado o país à bancarrota em que se encontra agora. Essa situação crítica a obrigou a adotar um programa econômico que sempre rejeitou e combateu.

    Mas, ainda assim, tem o desplante de dizer que esta crise é apenas uma transição para a segunda etapa de seu plano de governo. Noutras palavras: a primeira etapa foi para levar o país à bancarrota e a segunda, agora, é para tentar salvá-lo. Ou seja, estava tudo planejado!

    Não me diga que acredita nisso, camarada

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2015/10/1695254-carta-aberta.shtml

    chest- http://static.ccm2.net/es.ccm.net/faq/images/Ud6krzOUaQiVrbx4IWkuzUrMD8vWr4qbG1wMtmWKQ94r7Doi6fybXXnACJoLFtKR-lol-s-.png

  6. Guatambu said

    Pax,

    E quanto ao resto dos nomes da Lava Jato?

    O Cunha tinha que sair já, assim como uma penca de nego que está com os nomes na lista. Mas, cadê o resto dos nomes, e o que Cunha fez de mais grave que o resto desse pessoal?

  7. Chesterton said

    Agora, a festa está acabando, assinala Rosa Cañete, coordenadora do estudo da Oxfam:

    “Estão muito ameaçados de cair abaixo da linha dos US$ 4 diários, porque, nesse período, não se desenvolveram as políticas necessárias para ter serviços públicos de educação e de saúde de qualidade, que poderiam proteger essas pessoas dos choques externos da economia”.

    chest- não, minha cara, não se desenvolveu o capitalismo e sim se desenvolveu a dependência do estado

  8. Chesterton said

    O estudo da Oxfam não trata apenas desse risco, mas também do obstáculo ao crescimento representado pela obscena desigualdade latino-americana (e o Brasil é, entre os países da região, um dos mais desiguais, se não o mais desigual).

    Na média latino-americana, a renda anual dos bilionários é 4.846 vezes superior à dos 20% mais pobres. O Brasil fica praticamente na média: um bilionário ganha 4.845,8 vezes mais que os 20% mais pobres.

    chest- não, minha cara, o problema não é a desigualdade, é a dependência. Mesmo se os bilionarios todos morressem do dia para a noite e suas fortunas fossem distribuídas por 200 milhões, a situação ficaria na mesma penúria. Não se alcança a prosperidade com políticas que penalizam os prósperos.

  9. Chesterton said

    Posto de outra forma: o que vai em UM ANO para os poucos milhões que detêm títulos públicos supera o que recebem do governo, DURANTE 15 ANOS, os 42 milhões de pobres entre os pobres, a clientela do Bolsa Família.

    É transferência de renda, sim, mas dos pobres para os ricos.

    chest- e tudo sob os auspícios do governo nacional socialista dos trabalhadores alemães….êpa, digo, trabalhadores do Brasil, o PT.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/clovisrossi/2015/10/1689229-de-volta-ao-pobre-passado.shtml

  10. Elias said

    “disclaimer: o agiota sou eu- e todos poupadores, correntistas bancários.”

    Mas que idiotice!!!

    Olha e não vê.

    Lê e não entende nada.

    Quanto ao Clóvis Rossi, que bom que agora ele já começa a se preocupar com o que se usa pra pagar a dívida pública.

    Até 2002, o Brasil torrava nada menos que 62% do seu orçamento, pra pagar a dívida pública.

    E diziam que isso era “responsabilidade fiscal”.

    Agora, que não mais do que 35% do mesmo orçamento são mobilizados pra pagar a dívida pública, o Clóvis Rossi se escandaliza com números absolutos, fingindo não ver as diferenças percentuais.

    E a manada adora…

    E a manada ainda acha que está ganhando alguma coisa.

    Manada, vocês, idiotas, precisam entender que há um abismo entre o custo da captação do dinheiro e o preço desse dinheiro no mercado.

    Entendeu, manada?

    Não?

    Vou dizer que outro modo: no Brasil, quando há escassez de carne, o preço sobe, mas não necessariamente para o produtor. Já quando há abundância de carne, o preço cai, mas não necessariamente para o consumidor.

    Entendeu agora, manada?

    Não?

    Esquece, então, gado bom…

    Eh, boi… Êêêê… Boi!

  11. Elias said

    “O Cunha tinha que sair já, assim como uma penca de nego que está com os nomes na lista. Mas, cadê o resto dos nomes, e o que Cunha fez de mais grave que o resto desse pessoal?” (Guatambu)

    Ora, Guata.

    O que o Eduardo Cunha fez de mais grave? Simples: ele foi apanhado com a boca na botija.

    Perdeu a grana que tinha na Suíça. Os suíços adoram isso: aceitam grana das mais sujas procedências; aí fazem um acordo qualquer por debaixo do pano, garfam a grana da bandidagem e ainda posam de honestos.

    E o pior (pro Eduardo), é que ele não pode nem chiar… Se chiar, vai acabar perdendo o que ele com certeza guardou em outros lugares (ele é esperto demais pra ter posto todos os ovos na mesma cesta…).

    De qualquer modo, ele cometeu uma grande besteira, ao violar a única lei que realmente vigora no Brasil.

    Ela tem um único artigo, que diz: “Bobeatus sunt, enrabatus est”.

  12. Elias said

    Por agora, passo a esperar que, finalmente, seja revelado o nome do carinha que foi à Suíça sacramentar a degola do Eduardo Cunha.

    Cedo ou tarde esse nome será conhecido.

    Em tempo, uma interpretação tupinambá da máxima romana que Eduardo Cunha desafiou, ensina: “macaco que muito pula, quer chumbo…”.

  13. Elias said

    Guatambu,

    Tu querias dados sobre cursos superiores particulares de má qualidade, cujo funcionamento foi suspenso, por causa do péssimo funcionamento?

    Pois bem. Vai aí uma primeira lista, só dos “repetentes”, ou seja, daqueles que tiveram péssima avaliação, dispuseram de três anos pra melhorar e não melhoraram p… nenhuma, em razão do que foram proibidos de realizar exames vestibulares e também foram excluídos do FIES.

    UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO (UNICAP) – MATEMÁTICA (LICENCIATURA) – 965
    FACULDADES INTEGRADAS SOARES DE OLIVEIRA (FISO) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 4363
    FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS (FCHS) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 4663
    FACULDADE DE FILOSOFIA CIÊNCIAS E LETRAS SOUZA MARQUES (FFCLSM) – QUÍMICA (LICENCIATURA) – 5352
    FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE DUQUE DE CAXIAS (FFCLDC) – BIOLOGIA (LICENCIATURA) – 5795
    FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE DUQUE DE CAXIAS (FFCLDC) – MATEMÁTICA (LICENCIATURA) – 5796
    UNIVERSIDADE SANTA ÚRSULA (USU) – ARQUITETURA E URBANISMO – 6116
    PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS (PUC MINAS) ENGENHARIA (GRUPO I) – ENGENHARIA CIVIL -7494
    UNIVERSIDADE IBIRAPUERA (UNIB) – COMPUTAÇÃO (BACHARELADO) – 9543
    FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE ITAPETININGA (FFCLI) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 9685
    UNIVERSIDADE GUARULHOS (UNG) – ENGENHARIA (GRUPO I) – ENGENHARIA CIVIL – 9827
    UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL CATARINENSE (UNESC) 9900 ENGENHARIA (GRUPO I) – ENGENHARIA DE AGRIMENSURA
    FACULDADES INTEGRADAS DE CRUZEIRO (FIC) – TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA – 10302
    FACULDADE DE ENGENHARIA SÃO PAULO (FESP) – ENGENHARIA (GRUPO II) – ENGENHARIA ELETRÔNICA – 15071
    INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS (UNEB) – TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA – 16141
    FACULDADE INTERAÇÃO AMERICANA (FIA) – TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS – 17001
    FACULDADES INTEGRADAS DE VÁRZEA GRANDE (FIAVEC) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 17231
    FACULDADE DE PONTA PORÃ (FAP) – LETRAS (LICENCIATURA) – 18292
    FACULDADE PIO DÉCIMO (FPD) – ENGENHARIA (GRUPO II) – ENGENHARIA ELÉTRICA – 18950
    FACULDADES INTEGRADAS IPITANGA (UNIBAHIA) – ENGENHARIA (GRUPO VI) – ENGENHARIA DE PRODUÇÃO – 19737
    FACULDADE DE PEDAGOGIA (ANAEC) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 19756
    PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS (PUC GOIÁS) – ENGENHARIA (GRUPO IV) – ENGENHARIA DE ALIMENTOS – 19773
    FACULDADE MORUMBI SUL (FMS) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 19845
    FACULDADES INTEGRADAS DE FERNANDÓPOLIS (FIFE) ENGENHARIA (GRUPO IV) – ENGENHARIA DE ALIMENTOS – 19866
    UNIVERSIDADE SALVADOR (UNIFACS) – ENGENHARIA (GRUPO I) – ENGENHARIA CIVIL – 20033
    UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO (UMESP) – COMPUTAÇÃO (ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO) – 20050
    CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA (UNICEUB) – COMPUTAÇÃO (ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO) – 20067
    UNIVERSIDADE DE UBERABA (UNIUBE) COMPUTAÇÃO (ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO) – 20362
    INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS (ICSH) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 20573
    FACULDADE DE CALDAS NOVAS (UNICALDAS) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 20618
    UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS (UNIPAC) – COMPUTAÇÃO (BACHARELADO) – 20818
    CENTRO UNIVERSITÁRIO SANT´ANNA (UNISANT’ANNA) – COMPUTAÇÃO (BACHARELADO) – 21712
    CENTRO UNIVERSITÁRIO SANT´ANNA (UNISANT’ANNA) – COMPUTAÇÃO (ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO) – 21713
    FACULDADE PARAÍSO (FAP) – COMPUTAÇÃO (BACHARELADO) – 22013
    FACULDADES INTEGRADAS DE PARANAÍBA (FIPAR) – LETRAS (LICENCIATURA) – 29308
    UNIVERSIDADE SALVADOR (UNIFACS) – ENGENHARIA (GRUPO II) – ENGENHARIA ELETRÔNICA – 34262
    ÁREA1 – FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (ÁREA1) – ENGENHARIA (GRUPO II) – ENGENHARIA ELETRÔNICA – 36133
    FACULDADES INTEGRADAS DE PARANAÍBA (FIPAR) – LETRAS (LICENCIATURA) – 36395
    FACULDADES INTEGRADAS DE SÃO PAULO (FISP) – ENGENHARIA (GRUPO II) – ENGENHARIA MECATRÔNICA – 42180
    UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO (UNIBAN) – ENGENHARIA (GRUPO I) – ENGENHARIA CIVIL – 44517
    UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO (UNIBAN) – COMPUTAÇÃO (SISTEMAS DE INFORMAÇÃO) – 44650
    UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO (UNIBAN) – ENGENHARIA (GRUPO II) – ENGENHARIA DE CONTROLE E
    AUTOMAÇÃO – 44886
    FACULDADE HÉLIO ROCHA (FHR) – COMPUTAÇÃO (BACHARELADO) – 46287
    FACULDADE NOVO MILÊNIO (FNM) – ENGENHARIA (GRUPO II) – ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO – 47096
    FACULDADE ESTÁCIO COTIA – ESTÁCIO FAAC (IESC) – COMPUTAÇÃO (SISTEMAS DE INFORMAÇÃO) – 47601
    FACULDADE DE CARIACICA (FAC DE CARIACICA) – ENGENHARIA (GRUPO II) – ENGENHARIA ELÉTRICA -47902
    FACULDADE FORTIUM – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 48024
    INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ (IFPA) – BIOLOGIA (LICENCIATURA) – 48292
    FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE DUQUE DE CAXIAS (FFCLDC) – COMPUTAÇÃO (BACHARELADO) – 48802
    CENTRO UNIVERSITÁRIO PAULISTANO (UNIPAULISTANA) – COMPUTAÇÃO (SISTEMAS DE INFORMAÇÃO) – 48823
    INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTO ANDRÉ (IESA) – COMPUTAÇÃO (SISTEMAS DE INFORMAÇÃO) – 48825
    FACULDADE DE RONDÔNIA (FARO) – ENGENHARIA (GRUPO VIII) – ENGENHARIA FLORESTAL – 49069]
    ÁREA1 – FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (ÁREA1) – ENGENHARIA (GRUPO VI) – ENGENHARIA DE PRODUÇÃO – 49075
    INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO ALVORADA PLUS (ISEAP) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 49866
    CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO – ESTÁCIO UNIRADIAL (RADIAL) – TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS – 49979
    FACULDADE INTEGRAL DIFERENCIAL (FACID) – COMPUTAÇÃO (SISTEMAS DE INFORMAÇÃO) – 50981
    FACULDADE BIRIGUI (FABI) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 51543
    FACULDADES INTEGRADAS DE ARARAQUARA (FIAR) – ENGENHARIA (GRUPO II) – ENGENHARIA ELETRÔNICA – 53886
    CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO – ESTÁCIO UNIRADIAL (RADIAL) – TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS – 54137
    FACULDADE TÁHIRIH (FT) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 54220
    ÁREA1 – FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (ÁREA1) – COMPUTAÇÃO (ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO) – 55173
    FACULDADE REGIONAL DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE CANDEIAS (FAC) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA – 56352
    FACULDADE DO VALE DO ITAPECURÚ (FAI) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 56360
    CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO – ESTÁCIO UNIRADIAL (RADIAL) – TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL – 56780
    INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E ENSINO SUPERIOR DE SAMAMBAIA (IESA) – LETRAS (LICENCIATURA) -57455
    FACULDADES INTEGRADAS IPEP (FIPEP) – TECNOLOGIA EM GESTÃO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL – 60070
    UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ (UNESA) – TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES – 60314
    CENTRO UNIVERSITÁRIO FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ (CUFSA) – COMPUTAÇÃO (SISTEMAS DE INFORMAÇÃO) – 60743
    UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO (UNIBAN) – ARQUITETURA E URBANISMO – 63642
    CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE UBERABA (CESUBE) – ENGENHARIA (GRUPO I) – ENGENHARIA CIVIL – 64534
    FACULDADE CATHEDRAL (FACES) – BIOLOGIA (BACHARELADO) – 67559
    FACULDADE DE TECNOLOGIA IAPEC (IAPEC) – TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES – 69218
    FACULDADE SALESIANA DO NORDESTE (FASNE) – BIOLOGIA (LICENCIATURA) – 71437
    INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO ATENEU (ISEAT) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 74240
    INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO ELVIRA DAYRELL (ISEED) – MATEMÁTICA (LICENCIATURA) – 74276
    UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ (UNESA) – MATEMÁTICA (LICENCIATURA) – 74758
    CENTRO UNIVERSITÁRIO DE DESENVOLVIMENTO DO CENTRO-OESTE (UNIDESC) – BIOLOGIA (LICENCIATURA) – 79502
    CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS (FMU) – TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS – 80542
    UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ (UNESA) – TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES – 80570
    FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA FA (INTIPI) – TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES – 80982
    CENTRO UNIVERSITÁRIO PADRE ANCHIETA (UNIANCHIETA) – TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL – 88683
    UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO (UMESP) – TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES – 89000
    INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE BARRETOS (ISEB) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 100382
    FACULDADE RORAIMENSE DE ENSINO SUPERIOR (FARES) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 100534
    INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE FLORESTA (ISEF) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 105398
    UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS (UNIPAC) – PEDAGOGIA (LICENCIATURA) – 113821

    Estão aí apenas as IES particulares “repetentes” que tiveram cursos suspensos por causa da péssima qualidade.

    Mas a lista completa tem mais dois “repetentes” do sistema federal de ensino: a Universidade de Federal de Roraima e o Instituto Federal de Educação do Maranhão (não sei se me escapou mais alguma).

    De qualquer modo, a desproporção é gritante, mesmo considerando-se que, no Brasil, a maior parte do Ensino Superior é proporcionado por instituições particulares. As IES públicas — federais, estaduais e municipais — representam menos da metade do total.

  14. Elias said

    Guatambu,

    Isso aí é só a ponta do iceberg…

    Num único ano, nada menos que 27 cursos de medicina tiveram seu funcionamento suspenso, por causa da má qualidade do ensino.

    Na verdade, não formavam médicos… Formavam picaretas. Boa parte dos quais está aí, exercendo a profissão, brincando de roleta russa com a vida alheia (e — quem sabe? — reclamando dos médicos que conseguiram sair do presídio da família Castro).

    Se tu quiseres mais dados, não faz cerimônia… Pede, e serás atendido.

    Pra que tu tenhas uma ideia, em 2013, salvo engano, nada menos que 250 cursos superiores do Brasil — públicos e particulares — ficaram com a cabeça no cepo e a guilhotina armada.

    O Cid Gomes e o Janine eram detestados pela canalha, por causa do rigor com que eles atuavam no sentido de combater a vigarice.

    O Janine era ainda mais detestado, porque, com ele, o pau que batia em Chico batia em Francisco. Ou seja, ele baixava a porrada TAMBÉM na vigarice das IES públicas.

    Com esse currículo, tinha que receber pé na bunda, né?

  15. Elias said

    Onde está escrito:

    “Num único ano, nada menos que 27 cursos de medicina tiveram seu funcionamento suspenso, por causa da má qualidade do ensino.”

    Leia-se:

    “Num único ano, nada menos que 27 cursos de medicina PARTICULARES tiveram seu funcionamento suspenso, por causa da má qualidade do ensino.”

  16. Chesterton said

  17. Chesterton said

    PESQUISA COMPROVA: Feios têm mais propensão a se tornarem esquerdistas

    É, isso mesmo que você leu. Pesquisadores de Stanford, uma das mais importantes universidades do mundo, descobriram que pessoas que se sentem “pouco atraentes” são mais propensas a apoiar movimentos contra a desigualdade social.

    A professora Margaret Neale e o doutorando Peter Belmi, responsáveis pela pesquisa, pediram aos seus alunos para autoavaliarem suas capacidades de atração física. Depois disso, os alunos foram convidados a assistirem um vídeo curto sobre o Occupy – aquele movimento que surgiu em 2011, em protesto contra a desigualdade econômica nos Estados Unidos.

    Resultado: a percepção da própria beleza física possui um efeito maior sobre a nossa mentalidade do que se suspeitava. Perguntados se doariam um bilhete de loteria de $50 para o movimento, aqueles que se viram menos atraentes foram duas vezes mais propensos a doarem. Os pesquisadores chegaram à conclusão que os alunos com auto-confiança sobre a sua aparência se viam como parte de uma classe social de elite e eram menos propensos a doarem a causas de desigualdade social.

    A série de cinco estudos realizados por Neale e Belmi, com participantes que incluíam homens e mulheres, tem importantes implicações para estudos sobre a desigualdade. Se você acredita que é atraente, tende a pensar que pertence a uma classe social mais elevada e acredita, portanto, que as hierarquias são uma forma legítima de organização de pessoas e grupos. A pesquisa também mostra que sentir-se feio ou bonito no fim importa mais à percepção de sua posição social do que sentir-se bondoso ou egoísta. Dois estudos testaram se a auto-percepção de outras duas características – empatia e integridade – fazia diferença na forma como as pessoas viam sua classe social. A resposta foi negativa.

    Essa é a primeira pesquisa a estabelecer uma conexão explícita entre a percepção de sua própria beleza física e classe social, e suas atitudes em relação à desigualdade. Você a confere clicando nesse link.

  18. Chesterton said

    Os pobres têm responsabilidade por sua condição, defende autor britânico

    POR RICARDO MIOTO

    Eis uma tese polêmica: em boa medida, os pobres merecem sua condição.

    Ela está no livro “A Vida na Sarjeta”, de Theodore Dalrymple, lançado no Brasil pela É Realizações. O prefácio é do professor de Stanford Thomas Sowell.

    O autor é um psiquiatra britânico que atendeu por vários anos pacientes de bairros pobres e penitenciárias na Inglaterra.

    Segundo ele, impera entre eles a vitimização.

    “Quando um desses homens me diz, para explicar o seu comportamento [com drogas ou no crime], que se deixa levar facilmente, pergunto-lhe se alguma vez se deixou levar pelo estudo da matemática ou do subjuntivo dos verbos franceses.”

    Nas escolas desses locais, os poucos alunos que se dedicam são vítimas de perseguições e agressões físicas. Há constrangimento geral para que todos “optem pelo fracasso”, inclusive pela adoção de vestuário e linguagem característicos do que Dalrymple chama de “subclasse”, que detonam qualquer potencial empregabilidade.

    Em outros termos, vocês não se ajudam, está dizendo o britânico.

    “Uma das terríveis fatalidades que podem recair sobre um ser humano é nascer inteligente e com sensibilidade em um bairro pobre inglês”, escreve Dalrymple. “Será longa a tortura.”

    Sowell, que é americano, lembra que, no seu país, algo parecido acontece nos guetos negros –os poucos jovens dedicados aos estudos, que almejam ascender à elite, são espancados por estarem “agindo como brancos”.

    Por lá, os intelectuais interpretam isso como uma reação ao racismo da sociedade. Mas como justificar então que a mesma coisa aconteça na Inglaterra, onde a maior parte dos pobres é branca?

    Tal desprezo ao estudo e ao trabalho seria recente, posterior ao Estado de bem-estar social, e causada pelo comodismo, escreve o britânico: “Afinal, sempre haverá comida suficiente, um teto sobre a cabeça e uma televisão para assistir, graças às subvenções do Estado.”

    Com o passar dos anos, sem nenhum conhecimento de ciência, arte ou literatura, só restará o tédio, a falta de sentido.

    “Na ausência de interesses ou carreira, logo a maternidade parece uma boa escolha; só depois fica claro o quanto é aprisionante, especialmente quando o pai –de modo previsível– desaparece.”

    Suas casas são imundas e descuidadas, defende Dalrymple, até porque são dadas sem nenhum encargo pelo Estado.

    Como o governo parte do princípio de que o miserável nunca tem responsabilidade por sua miséria, as moradias seriam distribuídas justamente aos mais vagabundos –quem, a duras penas, se dedica a conseguir um emprego e tem sucesso na empreitada perde prioridade com os assistentes sociais, o que só reforça o incentivo à passividade.

    EDUCAÇÃO

    Uma crítica importante que se pode fazer à tese de Dalrymple é que ele próprio admite que a miséria da educação pública tem um papel grande na vida que os pobres acabam levando.

    “Meu pai nasceu em um bairro pobre nos anos que antecederam a Primeira Guerra onde uma a cada oito crianças morria no primeiro ano de vida. Naqueles tempos, entretanto, quando algumas crianças londrinas iam à escola descalças, o círculo vicioso da pobreza ainda não havia sido descoberto”, escreve.

    “Dessa maneira, meu pai recebeu lições de latim, francês, alemão, matemática, ciências, literatura e história, como se fosse plenamente capaz de ingressar na corrente da civilização superior.”

    Dalrymple afirma que isso acabou, por ação da ideologia dos intelectuais, que passaram a defender que educar os jovens pobres para que ingressem na elite, cobrando empenho, seria uma forma de oprimi-los, não de salvá-los. Deveríamos simplesmente aceitar a cultura da “subclasse”, tão válida quando qualquer outra.

    “Encorajar as crianças a fugir da herança de infinitas novelas e música pop, pobreza, imundice e violência doméstica é, aos olhos de muitos professores, encorajar a traição à classe social. É algo conveniente, porque absolve o professor da responsabilidade tediosa de ensinar.”

    Dalrymple defende que aprender doí. Em outras palavras, ninguém gosta muito –quanto mais uma criança– de ter de se esforçar para entender elementos da gramática ou da aritmética. Mas será impossível sair da pobreza sem essas coisas…

    A partir dos anos 1960, surgiu na Inglaterra a noção de que a educação deveria “fazer sentido” no contexto social da criança e ser prazerosa a ela.

    Como o contexto social das crianças pobres é o analfabetismo funcional, elas acabaram confinadas à própria condição –“um fato óbvio para quem leu as tentativas lamentáveis de as pessoas da subclasse se comunicarem por escrito”.

    VIOLÊNCIA

    Por fim, chama a atenção como Dalrymple pinta um retrato de violência nas periferias. Os mesmos homens cujas dores crônicas nas costas lhes impedem, para sempre, de arranjar um emprego, recebendo aposentadorias por invalidez, não perdem uma briga de bar.

    Como no Brasil, alguns poucos moradores se refugiam nas igrejas –os “crentes”, tolerados pelos traficantes e bandidos de toda cepa, desde que fiquem na sua.

    “Marx estava certo ao dizer que a religião é o suspiro do oprimido, o ópio do povo. É claro, errou a identidade do opressor: na Inglaterra de hoje, não é o plutocrata envaidecido, é o vizinho traficante que ouve música nas alturas e bate com bastão de baisebol nos outros.”

    Mas o pior é a violência doméstica, onipresente. A maior parte das crianças não tem pai; os padastros se substituem com rapidez e normalmente batem nas mães.

    Muitas das pacientes de Dalrymple são vítimas seriais de agressão doméstica. Ele diz que são raríssimos os casos em que não era evidente que o sujeito era violento antes mesmo do relacionamento.

    Mesmo assim, tal comportamento é tolerado por elas, que repetidamente pedem para que ele não faça nenhum tipo de denúncia, porque afinal o agressor agora vai mudar…

    “A verdade é que a maioria (embora nem todas) das mulheres espancadas contribuíram para essa situação infeliz pela maneira como resolveram viver.”

    http://naovenhacomhistorinha.blogfolha.uol.com.br/2015/10/19/pobres/?cmpid=facefolha

  19. Elias said

    Da Empiricus, hoje:

    =======================
    “Jerome Booth é conhecido como um dos gestores globais que mais lucraram com a crise brasileira de 2002.

    Em entrevista à Bloomberg, ele desenha claros paralelos entre aquele passado e este presente.

    Na época, a maioria dos gringos achava que o Brasil quebraria.

    Os poucos que nadaram contra a corrente captaram praticamente todo o lucro embutido em gordos prêmios de risco.

    Booth cultiva um bordão astuto, pois também antifrágil:

    Todos os países são arriscados. A diferença é que, em países emergentes como o Brasil, o risco é evidente, e não oculto.

    Investidores ficam sobreamedontrados perante riscos evidentes e subamedontrados por riscos ocultos.

    Para Booth, a recuperação dos ativos brasileiros deve começar em questão de meses, não de anos.”
    =========================

    Se alguém ainda não entendeu,Jerome Booth estava falando principalmente — mas não apenas! — da Petrobras.

    Será…?

  20. Elias said

    “A série de cinco estudos realizados por Neale e Belmi, com participantes que incluíam homens e mulheres, tem importantes implicações para estudos sobre a desigualdade. Se você acredita que é atraente, tende a pensar que pertence a uma classe social mais elevada e acredita, portanto, que as hierarquias são uma forma legítima de organização de pessoas e grupos. ”

    Isso pode ser dramaticamente comprovado no Brasil.

    Tome-se como exemplo um aspecto da vida humana: digamos, saúde bucal.

    Agora, tome-se aleatoriamente 100 pessoas com idade entre 30 e 40 anos, residentes na Barra da Tijuca, contrapondo-se a 100 outras pessoas recrutadas aleatoriamente em qualquer favela carioca.

    Adivinhem só em qual dos dois grupos será maior a incidência de bocas banguelas, dentes entremelados e podres, etc…

    Conclusão: feios, desdentados, infestados de vermes e — por que não dizer? — pretos, ou quase pretos, ou quase-brancos quase pretos de tão feios, o que resta a essas pessoas?

    Serem pobres, claro!

    P.Q.P.! A direita é uma merda!

  21. Elias said

    “A verdade é que a maioria (embora nem todas) das mulheres espancadas contribuíram para essa situação infeliz pela maneira como resolveram viver.”

    Claro! Elas são culpadas.

    Assim como o autor da frase é diretamente culpado de facilitar o diagnóstico de TPA de certo e determinado comentarista do blog PolíticAética.

    É só provocar um pouco o paciente, que ele se impacienta, perde o controle e escancara a patologia que lhe corrói o cérebro.

    O pior é que isso não tem cura…

  22. Elias said

    “…a maioria (embora nem todas) das mulheres espancadas contribuíram…”

    Recomendo: “…a maioria… contribuiu…”

  23. Guatambu said

    Canadá.

    O candidato liberal venceu.

    Será que o mundo está mudando?

  24. Elias said

    ===================
    “Por fim, chama a atenção como Dalrymple pinta um retrato de violência nas periferias. Os mesmos homens cujas dores crônicas nas costas lhes impedem, para sempre, de arranjar um emprego, recebendo aposentadorias por invalidez, não perdem uma briga de bar.

    Como no Brasil, alguns poucos moradores se refugiam nas igrejas –os “crentes”, tolerados pelos traficantes e bandidos de toda cepa, desde que fiquem na sua.

    ´Marx estava certo ao dizer que a religião é o suspiro do oprimido, o ópio do povo. É claro, errou a identidade do opressor: na Inglaterra de hoje, não é o plutocrata envaidecido, é o vizinho traficante que ouve música nas alturas e bate com bastão de baisebol nos outros.´”
    ===================

    BRILHANTE!

    E a plutocracia, envaidecida ou não, não tem nada a ver com a própria existência das “periferias”…

    P.Q.P.! Por que esse filho de puta ainda não ganhou um Nobel?

    “Como no Brasil, alguns poucos moradores se refugiam nas igrejas –os “crentes”,…”

    “Como no Brasil”?

    “Poucos”?

    E a boneca ainda não aprendeu a contar?

  25. Elias said

    “Suas casas são imundas e descuidadas, defende Dalrymple, até porque são dadas sem nenhum encargo pelo Estado.”

    Claro! Se eles tivessem que pagar caríssimo pelas casas, elas seriam limpas e bonitas.

    Vamos à comprovação científica dessa tese, sem sair do Brasil.

    Vamos escolher, aleatoriamente, um apartamento qualquer de um prédio típico da Joaquim Nabuco às proximidades da Vieira Souto, no Rio.

    Agora, vamos comparar as condições de uso desse apartamento com as de um barraco do Jacarezinho, ou da Vila da Barca, em Belém.

    Em seguida, vamos ver quanto custou cada imóvel objeto da comparação.

    Os dados objetivos falam por si!

    Se o dono do barraco da Vila da Barca, ou do Jacarezinho, tivesse que pagar pelo seu teto o mesmo preço que foi pago pelo apartamento da Joaquim Nabuco, duvi-d-o-do que seus imóveis fossem assim, imundos e descuidados….

    É por isso que pobre é pobre, né mesmo?

  26. Guatambu said

    Elias,

    Mas vc explicou o óbvio: é papel do Estado zelar pela qualidade do ensino, posto que nossa constituição é social-democrata e defende isso.

    Eu não entendo por que o Estado tem tão poucas instituições, se é papel do Estado garantir a educação pública de qualidade à demanda existente…

    Olhando por outro ângulo, quando olhamos para a lista das 100 melhores faculdades, vemos o avanço de faculdades particulares e a saída da lista de faculdades públicas, particularmente entr as posições 50 e 100. Acrescentaria que as faculdades públicas tendem a ter muito mais tempo de existência que as particulares e que essa “demora” para que estas alcancem aquelas é natural. Faculdades também dependem de bons alunos, sem reputação elas não atraem bons alunos e, portanto, terão mais dificuldades nas avaliações realizadas pelo Min. Da Educação para a obtenção de boas notas.

    Aliás, eu nunca soube dos critérios do MEC para avaliar a qualidade de ensino de uma faculdade. E pelo jeito, o MEC não faz a menor questão de dizer. Só emite o resultado em um ranking. Gozado que dois dos critérios mais objetivos, que poderiam ser: a % de alunos que se foram e vão trabalhar em sua área de atuação; e o salário inicial desses profissionais não são considerados como critérios….

  27. Elias said

    Agora, falta o corolário.

    A analogia entre pobres e ratos…

    Afinal, ambos se reproduzem aos montes, vivem na sujeira, contaminam, com sua imundície, o espaço em que vivem…

    Qual o problema?

    Se o cara é idiota o bastante pra acreditar que o correntista do Itaú se beneficia do juro de mais de 200% a.a. no varejo, por que não seria idiota o suficiente pra não perceber quando está diante de uma transcrição grosseira do ideário nazista, na qual o componente racial foi substituído por um componente social?

  28. Guatambu said

    Pax,

    É esse o partido que vc apoia?

    É essa a ideologia partidária que vc apoia?

    É essa a sua “solução à esquerda?

    Poxa vida.. queria saber em que medida isso é diferente da ditadura militar que vc tanto odeia….

  29. Chesterton said

    http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2015/10/20/dilma-prepara-anuncio-de-rombo-de-ate-r-50-bilhoes-nas-contas-de-2015/

    chest- roubo de 50 bilhões !!!!! Vai ter festa na casa do Elias hoje.

  30. Chesterton said

    rombo, roubo, dá quase no mesmo

  31. Chesterton said

    Porque Dilma não imprime logo mais 50 bi de reais e distribui para o povo de helicóptero para que aumente o consumo e em seguida a arrecadação e portanto a felicidade geral da nação?

  32. Chesterton said

    Se o dono do barraco da Vila da Barca, ou do Jacarezinho, tivesse que pagar pelo seu teto o mesmo preço que foi pago pelo apartamento da Joaquim Nabuco, duvi-d-o-do que seus imóveis fossem assim, imundos e descuidados….

    chest- meu Deus do céu, chamem a carrocinha….ôpa, digo , o Samu.

  33. Chesterton said

    Elias, 19, isso é notícia velha.

  34. Elias said

    “Se o dono do barraco da Vila da Barca, ou do Jacarezinho, tivesse que pagar pelo seu teto o mesmo preço que foi pago pelo apartamento da Joaquim Nabuco, duvi-d-o-do que seus imóveis fossem assim, imundos e descuidados….”

    “chest- meu Deus do céu, chamem a carrocinha….ôpa, digo , o Samu.”

    Huá! Huá! Huá! Huá! Huá!

    Pede ajuda pra faxineira do teu prédio. Pede pra ela ler e, depois, desenhar pra ti. Mas diz pra ela desenhar bem devagar…

    Huá! Huá! Huá! Huá! Huá!

  35. Elias said

    O Chester descobriu um jeito de acabar com a miséria.

    Simples: basta fazer cirurgias plásticas nos mendigos, sem tetos e demais miseráveis do país.

    Aí eles vão se tornar pessoas bonitas — ou, no mínimo, menos feias — e logo-logo deixarão de ser pobres.

    Melhor, ainda, a proposta do Chester pra acabar com o déficit habitacional e, de quebra, embelezar as cidades brasileiras.

    Basta cobrar dos pobretões e miseráveis um preço bem alto pelos seus barracos, unidades sanitárias.

    Vendo a valorização dos seus imóveis, os favelados e refavelados brasileiros começarão a investir pesado em obras de reforma, ampliação, embelezamento, paisagismo, etc., e logo o país ficará coberto de belas residências…

    Taí…

    Vai ver que, se forem feitas lobotomias na manada direitopata, ela vai deixar de ser imbecil…

  36. Elias said

    “Elias, Mas vc explicou o óbvio: é papel do Estado zelar pela qualidade do ensino, posto que nossa constituição é social-democrata e defende isso.”

    “Eu não entendo por que o Estado tem tão poucas instituições, se é papel do Estado garantir a educação pública de qualidade à demanda existente…” (Guatambu)

    I
    Não é tão óbvio assim, Guatambu.

    O que eu demonstrei no meu comentário, com informações absolutamente fidedignas e amplamente veiculadas na imprensa brasileira, é que a maior parte das IES penalizadas por má qualidade de ensino é PARTICULAR, e não pública.

    Foi isso que eu demonstrei, no meu comentário.

    Tanto não é tão óbvio assim, que acabaste dizendo o que disseste.

    Não se trata, assim, de dizer que tal ou qual tarefa é função do Estado. Estou me referindo ao RESULTADO dessa tarefa. Ou seja, dos dois blocos, qual o de melhor desempenho.

    II
    O Estado tem poucas instituições de ensino superior porque sempre investiu pouco em ensino superior. O Lula, p.ex., investiu em ensino superior quase dez vezes mais que a soma dos três presidentes anteriores.

    Queres checar? Compara quantas universidades públicas o governo Lula criou, com a soma das universidades públicas criadas pelo FHC, pelo Itamar/Collor, pelo Sarney e pelo Figueiredo.

    III
    No ranking nacional das 50 melhores, as universidades públicas dão de goleada, na mais absoluta desproporção, posto que são minoria na formação da oferta global.

    Em outras palavras: menor quantidade, porem melhor qualidade (mas é bom lembrar que essa qualidade é titica, se comparada com a qualidade do ensino público de Israel e da Coréia do Sul, pra ficar em apenas dois exemplos).

    Já no ranking das 10 melhores, as IES particulares ganham evidência. Claro! Pra isso, basta que existam 6 ou 7 universidades particulares de alto nível, o que não chega a causar espanto, em se tratando de uma das 10 maiores economias do mundo, e em um país que tem uma das maiores populações do planeta.

    Daí porque a medida mais representativa do universo examinado tem que pegar uma escala maior: 50 melhores, 100 melhores… Por aí. E, nessa escala, as IES particulares levam farelo adoidado.

    IV
    Os critérios do MEC são do total conhecimento de todas as IES brasileiras, tanto públicas quanto privadas.

    Há uma escala de pontuação, que pondera adequação das instalações físicas, tecnologia, qualificação do pessoal docente, provas de conhecimento dos discentes, produção em pesquisa e extensão, etc.

    Uma vez pontuada, a IES é comunicada, abrindo-se prazo para impugnação da classificação.

    A depender da colocação de cada curso da IES, na avaliação final, aquelas de desempenho insatisfatório recebem um prazo para recuperação.

    Esgotado o prazo, nova avaliação é realizada. Se o desempenho continuar insatisfatório (daí o uso da expressão “repetente”), a IES fica proibida de matricular novos alunos no curso “reprovado”. Abre-se novo prazo para recuperação.

    Ao final do novo prazo, outra avaliação é realizada. Persistindo o desempenho insatisfatório, o curso é suspenso. Fica proibido de funcionar.

    V
    Pra mim, é motivo de espanto que tu, sendo pessoa interessada em política educacional, não conheças os critérios do Ministério da Educação pra avaliar o desempenho das IES.

    Agora há pouco, bati um papo do alguns jovens estudantes do Ensino Médio. Todos eles têm uma noção bastante clara de como é feita essa avaliação. Pelo que sei, os estudantes de Ensino Médio costumam acompanhar com interesse essas avaliações, porque elas interferem na escolha do curso superior.

    Numa lista de comentários daqui do Políticaética, há algum tempo atrás, eu me referi ao documento “Competitividade Industrial: uma estratégia para o Brasil”, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria, a CNI.

    Uma das propostas desse documento era a adoção, pelo governo brasileiro, de critérios de avaliação do ensino superior no país, não só com o propósito de definir quais os cursos que merecem continuar em funcionamento, como também para definir que instituições devem ou não receber subvenções do Governo Federal (todas as IES particulares são subvencionadas pelo governo, além de gozarem da mais ampla imunidade tributária).

    O que o Ministério da Educação faz, atualmente, em grande medida, é colocar em prática as proposições da CNI.

  37. Chesterton said

  38. Guatambu said

    Elias,

    Resumindo o que vc está dizendo:

    O Estado financia todas as IES (a grande maioria), e investe em outras diretamente (uma parcela menor). Benefícios tributários estão restritos às fundações, até onde eu entendo, e que são uma parcela pequena das IES particulares brasileiras.

    O Estado define critérios para avaliar as condições de ensino de cada IES, deixando, portanto, o mercado de trabalho de lado. Gozado que o maior interesse das pessoas ingressarem em uma IES não é acadêmico, é justamente o mercado de trabalho, no entanto, essa estatística simplesmente não existe.

    O Estado avalia as IES, tanto públicas quanto particulares, e, segundo o seu comentário anterior, antes o MEC era indulgente com as públicas e o todo poderoso Janine resolveu ser “criterioso” com ambas.

    Ou seja, há uma dependência gigantesca do Estado brasileiro em relação ao ensino.

    No entanto, o ensino brasileiro continua muito ruim em relação ao mundo todo…

    E a sua conclusão é: melhor continuar com mais Estado.

    Caramba…

  39. Guatambu said

    Elias,

    onde está: “Ou seja, há uma dependência gigantesca do Estado brasileiro em relação ao ensino.”

    Leia: “Ou seja, há uma dependência gigantesca do ensino em relação ao Estado brasileiro”

  40. Chesterton said

    38, se deu errado, dobra a verba, é a máxima do serviço publico. Os estatistas não admitem que há um erro de origem, pois deixariam de ser estatistas.

  41. Chesterton said

    Criam um exército de dependentes, que não sabem se virar sem bolsa, e agora quero ver como vão avisar aos tontos que acabou a verba.

    É absolutamente hilário, uma comédia.

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/10/1696182-relator-do-orcamento-de-2016-propoe-corte-de-35-no-bolsa-familia.shtml

  42. Chesterton said

    resultado das idéias do Elias

  43. Chesterton said

    Alguns intelectuais ficam “angustiadinhos”: “Ah… eu tinha um sonho… que se esfumou…” — choram os militantes imaginários, e nada fazem. A covardia intelectual é grande. Há o medo de ser chamado de reacionário ou careta. Continuam ativos os três tipos exemplares de “radicais”: os radicais de cervejaria, os radicais de enfermaria e os radicais de estrebaria. Os frívolos, os burros e os loucos. Uns bebem e falam em revolução; outros zurram e os terceiros alucinam.

    Acham que a complexidade é um complô contra eles, acham a circularidade inevitável da vida uma armação do neoliberalismo internacional. Para eles, “administrar” é visto como ato menor, até meio reacionário, pois administrar é manter, preservar — coisa de capitalistas.

    A. Jabor

  44. Chesterton said

    rindo muito

    Fazenda pressiona governo a defender idade mínima para aposentadoria
    20/10/2015 02h00

    O Ministério da Fazenda aumentou a pressão para que o governo Dilma Rousseff assuma a defesa da adoção da idade mínima para que os brasileiros possam se aposentar. O ministro Ricardo Berzoini, da Secretaria de Governo, participa das conversas com a equipe de Joaquim Levy.

    RUÍDO
    As negociações caminhavam bem até a semana passada, quando aumentaram os rumores de que Joaquim Levy poderia deixar o cargo por causa das críticas, entre outros, do PT e de Lula.

    FOGO BRANDO
    A discussão deve entrar em banho-maria pelo menos até a votação dos vetos da pauta-bomba no Congresso e da tentativa de aprovação do pacote fiscal que prevê a criação da CPMF. A Fazenda acredita, no entanto, que a sinalização de que Dilma apoiará a idade mínima é fundamental para sinalizar o compromisso de longo prazo do país com a responsabilidade fiscal.

    FOGO ALTO
    Fixar uma idade mínima, por outro lado, é considerada medida destinada a incendiar os movimentos sociais, frontalmente contrários à ideia.

    Monica Bergamota

  45. Chesterton said

    Na coluna acima, Meirelles critica a solução fiscal via aumento de impostos, “que reduz o crescimento” e, portanto, a arrecadação.

    chest- do estadão, esse é o nosso presidente quando Lulla era a primeira-dama….

  46. Chesterton said

    http://ucho.info/gleisi-surta-e-tenta-emplacar-o-marido-desempregado-no-lugar-de-joaquim-levy-ministro-da-fazenda

  47. Chesterton said

    http://www.implicante.org/noticias/contra-erro-do-bilhete-mensal-haddad-tira-recursos-de-mananciais-habitacao-e-drenagem/

    chet- e então,Pax,merece um post

  48. Pax said

    novo post, de novo o Paulo Bernardo e sua amada esposa….

    dividindo uns pixulecos

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