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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Paulo Bernardo: divisão de pixulecos

Posted by Pax em 21/10/2015

Faz tempo que o blog acompanha a “carreira” política de Paulo Bernardo.

Seu link com André Vargas puxa vários outros. E Paulo não cansa de ser notícia. Ruim.

Propina era dividida com ex-ministros, afirma delator – Folha de SP

FLÁVIO FERREIRA
ENVIADO A CURITIBA
MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO

Mais novo delator da Lava Jato, o advogado e ex-vereador petista Alexandre Romano disse em seus depoimentos que dividia propinas ligadas a contratos do Ministério do Planejamento com o ex-ministro Paulo Bernardo e com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari, entre 2010 e 2012. Os valores eram divididos em partes iguais, afirmou.

Depois de 2012, segundo Romano, o ex-ministro da Previdência Carlos Gabbas também passou a se beneficiar do esquema.

Investigadores da Lava Jato dizem que os desvios no Planejamento chegam a R$ 51 milhões desde 2010. Foi nesse ano que a pasta contratou, sem licitação, a empresa Consist para avaliar para bancos qual era a capacidade financeira de funcionários da pasta para tomarem empréstimos consignados. Na época, Bernardo era o ministro.

A Consist contratava escritórios de advocacia em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre e o valor que a empresa pagava a eles era repassado para petistas. Um e-mail apreendido pela Polícia Federal aponta que Paulo Bernardo indicava o que deveria ser feito com os recursos. Um motorista de Gleisi foi pago com dinheiro do esquema, segundo a PF.

Romano é considerado um personagem-chave para a apuração do caso porque ele era o responsável por receber recursos da Consist em São Paulo. O acordo foi fechado com a Procuradoria-Geral da República, em Brasília, porque Romano cita políticos em sua delação, como a senadora Gleisi Hoffmann.

O suposto esquema no Planejamento começou a ser investigado pela Operação Lava Jato, mas o Supremo decidiu mandar o inquérito para a Justiça Federal de São Paulo por entender que ele não tem conexão com a Petrobras.

Como tem foro privilegiado, Gleisi está sendo investigada pelo Supremo Tribunal Federal. Já o processo contra Paulo Bernardo, que não ocupa nenhum cargo desde que sua mulher perdeu a eleição para o governo do Paraná no ano passado, corre na Justiça Federal de São Paulo. (continua na Folha...)

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56 Respostas to “Paulo Bernardo: divisão de pixulecos”

  1. Chesterton said

    http://oglobo.globo.com/brasil/relator-da-cpi-da-petrobras-recebeu-quase-1-milhao-de-empresas-investigadas-na-lava-jato-15430381

    chest- o petralha, quer relatar a CPI quando é o primeiro a levar pichulecos.

  2. Chesterton said

    http://www.joselitomuller.com/lider-do-pt-propoe-descriminalizar-corrupcao/

    chest- vai rindo Joselito, vai rindo que logo essa porra vira lei.

  3. Chesterton said

    http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=42661553466

    chest- 36, 50 e? Setenta!!!!!!! Vai em cana desgraçada.

  4. Chesterton said

    http://renatofurtado.com/wp/2015/05/13/negros-escravizaram-portugueses-por-mais-de-741-anos/

    chest- para deixar o Pax politicamente incorreto

  5. Chesterton said

    http://www.implicante.org/blog/o-cerco-se-fechando-delator-promete-entregar-provas-do-envolvimento-de-lula-no-petrolao/

    Segundo Fernando Baiano, Lula recebeu, por pelo menos duas vezes, José Carlos Bumlai e João Carlos Ferraz para discutir os contratos que teriam resultado em pagamento de cerca de R$ 2 milhões para a nora do ex-presidente. Os encontros ocorreram no Instituto Lula ainda em 2011. A propina desse acordo era calculada em cima de 1% sobre os contratos de R$ 22 bilhões para a contratação de 28 navios-sonda. Parte dela irrigou o caixa do PT.

    Ainda na delação, Fernando Baiano se comprometeu a entregar a prova de que está falando a verdade. Ela deve vir da identificação da operação bancária do pagamento efetuado à nora de Lula.

    http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/baiano-disse-que-vai-apresentar-documentos-sobre-pagamentos-a-suposta-nora-de-lula/

  6. Chesterton said

    https://www.change.org/p/universidade-federal-do-rio-de-janeiro-ufrj-ufrj-deve-exonerar-mauro-iasi?recruiter=325369682&utm_source=share_petition&utm_medium=facebook&utm_campaign=share_page&utm_term=des-md-share_petition-custom_msg

    chest- já estava na hora.

  7. Chesterton said

    http://poderonline.ig.com.br/index.php/2015/10/21/em-resposta-ao-natal-sem-dilma-lider-do-governo-lanca-natal-com-cpmf/

    chest- estão de gozação.

  8. Pax said

    Ah, PT, que coisa né?

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/10/1697010-cpi-da-petrobras-isenta-congressistas-mas-pede-indiciamento-de-vaccari.shtml

    Mas… o PSDB também…

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,aecio-e-roberto-freire-dissuadiram-oposicao-a-emitir-nova-nota-contra-cunha,10000000488

    Com uma oposição dessas qualquer porcaria de governo (que é o caso) permanece mesmo, ora bolas.

  9. Elias said

    Guatambu,

    P.Q.P., cara!

    Tenho que transcrever o teu samba do comentarista doido:

    ==========================
    Elias,

    Resumindo o que vc está dizendo:

    O Estado financia todas as IES (a grande maioria), e investe em outras diretamente (uma parcela menor). Benefícios tributários estão restritos às fundações, até onde eu entendo, e que são uma parcela pequena das IES particulares brasileiras.

    O Estado define critérios para avaliar as condições de ensino de cada IES, deixando, portanto, o mercado de trabalho de lado. Gozado que o maior interesse das pessoas ingressarem em uma IES não é acadêmico, é justamente o mercado de trabalho, no entanto, essa estatística simplesmente não existe.

    O Estado avalia as IES, tanto públicas quanto particulares, e, segundo o seu comentário anterior, antes o MEC era indulgente com as públicas e o todo poderoso Janine resolveu ser “criterioso” com ambas.

    Ou seja, há uma dependência gigantesca do Estado brasileiro em relação ao ensino.

    No entanto, o ensino brasileiro continua muito ruim em relação ao mundo todo…

    E a sua conclusão é: melhor continuar com mais Estado.

    Caramba…
    ==========================

    Doido, doido, doido, doido!

  10. Guatambu said

    Pax,

    E a sua sugestão é ir pro PSOL? Aquele que um dos cérebros, da UFRJ, anda dizendo que tem que botar uma bala na cabeça de quem não concorda com a ideologia?

  11. Guatambu said

    Elias,

    Vc tem o dever de contra-argumentar! Be my guest!

  12. Elias said

    Lá vai, Guatambu:

    1 – O governo federal SUBVENCIONA as IES particulares de várias formas: (i) financiando a fundo perdido a instalação, ampliação,modernização, ou, ainda, o restabelecimento da capacidade instalada; (ii) financiando (agora sim!) programas de pesquisa e extensão universitária; (iii) estabelecendo para essas instituições, linhas de crédito a juros menores que os de mercado; (iv) financiando (outra vez, de novo) o pagamento de anuidades escolares (neste caso, o financiamento é concedido ao aluno, e não à IES), etc.

    2 – No Brasil, TODOS os estabelecimentos particulares de ensino — e em qualquer nível de ensino — gozam de imunidade fiscal, independentemente da forma jurídica em que sejam constituídos (no Brasil, a maior parte dos estabelecimentos escolares particulares está constituída sob a forma de sociedade civil, as S/Cs). Excluem-se da imunidade fiscal as atividades econômicas que, embora exercidas por essas instituições, sejam estranhas às finalidades de ensino, pesquisa e extensão.

    3 – O Estado avalia o desempenho das IES, no interesse de elevar o nível de qualidade da formação e também para aplicação de critérios de alocação de recursos. Não há sentido em se injetar recursos públicos em instituições públicas ou particulares que não estejam cumprindo satisfatoriamente a missão institucional de preparar adequadamente mão de obra de nível superior.

    4 – Eu nunca disse que o ensino brasileiro é muito ruim em relação ao mundo todo. Isso é doidice tua. Toda tua.

    5 – Eu me referi, especificamente, a uma comparação do ensino público brasileiro com o ensino público de Israel e da Coreia do Sul. Uma única universidade pública israelense, criada em 1948 (antes disso, o país nem existia…), já produziu mais de 5 prêmios Nobel, além de ter dado origem ao protocolo IP, à invenção do telefone celular, etc. Enquanto isso, o Brasil…Poderia citar o ensino público inglês, o francês, o dinamarquês, e o diabo a quatro. Preferi Israel e Coréia do Sul porque, na década de 1950, esses dois países estavam semi-destruídos, engatinhando, e,no entanto, superaram o Brasil com larga margem…

    6 – Mas o ensino superior brasileiro é o melhor da América Latina, sem a menor chance para o segundo colocado (e nem vem com o papo de Argentina, Chile, Uruguai ou, principalmente, Cuba, porque nenhum deles tem fôlego pra 15 minutos de jogo com o Brasil).

    7 – Dentro do Brasil, abstraindo-se a comparação com IES de outros países, as universidades públicas dão de goleada nas IES particulares, em termos de qualidade. Em todo o país, não existem mais do que 10 ou — num esforço de condescendência — 15 universidades particulares de boa qualidade. O resto — e esse “resto” é formado por várias centenas de IES particulares — deixa muito a desejar.

    8 – Não é “minha conclusão” continuar com mais Estado, caceta!

    9 – É o que os números dizem. Sem o Estado, o sistema educacional brasileiro simplesmente desaparece. A mais rica IES particular brasileira não se sustenta sem a subvenção estatal e a imunidade tributária.

    10 – Daí porque é burrice ou doidice extremada, propor que o Estado brasileiro gaste menos em educação.

    11 – O que o Brasil precisa é de ideias capazes de elevar a qualidade do ensino em todos os níveis, a fim de que o país passe a dispor de mão de obra mais bem preparada, e de uma população mais educada, com melhores condições de exercitar adequadamente seus direitos de cidadania.

    12 – É, um ocioso exercício de idiotice aplicada, supor que o aparelho produtivo brasileiro conseguirá atingir níveis de produtividade compatíveis com o ambiente de competitividade existente no planeta, contando com uma população doente, mal educada e mal preparada profissionalmente.

    13 – “Todo poderoso Janine” por que, cacilda! Tu fazes parte de alguma IES na qual o Janine meteu a trolha? Conta essa história direito, Guata.

    14 – O Janine nunca foi “todo poderoso” porra nenhuma! Pelo contrário: durante os 6 meses que ele passou no ministério, as verbas pro FIES foram reduzidas, o orçamento do ministério foi contingenciado, e o escambáu da Bahia! Sem grana, nenhum ministro é poderoso.

    15 – Agora, que outros ministros foram lenientes com IES particulares que, na prática, não estavam formando ninguém, lá isso foram. Cristóvam Buarque foi leniente. Mercadante foi leniente. Paulo Renato, nem se fala. Durante a gestão de Paulo Renato, houve IES particular despejando todos os anos fornadas de “médicos” no mercado de trabalho, quando — como depois se viu — não tinham condições de formar nem mesmo auxiliares de enfermagem. Hoje essa IES estão fechadas, mas os “médicos” que ela formou continuam por aí, enganando a população (e, provavelmente, reclamando dos médicos cubanos).

    16 – O que eu posso dizer do Janine é que ele não refrescou com essa gente.

    17 – Não fez mais do que a obrigação. Mas fez.

  13. Elias said

    Ao longo das últimas duas ou três décadas, o Brasil teve dois Ministros da Educação que não foram lenientes com a mediocridade de IES brasileiras, sejam elas públicas ou privadas.

    Esses dois ministros foram o Cid Gomes e o Janine.

    O Janine era um incômodo, porque cutucava com vara curta a bandalheira do funcionalismo público.

    A coisa mais fácil do mundo é funcionário público fazer greve, porque os dias parados não são descontados. É coisa de mamãe, quero mais.

    Nos dois meses que antecederam sua exoneração, Janine bateu de frente com o pessoal que quer dar aumento de remuneração para os servidores públicos.

    Janine disse, com todas as letras, que é imoral dar aumento real de salário para o funcionário público, no momento em que o trabalhador da empresa privada está perdendo seu emprego.

    Quem discorda disso?

    Tu, Guatambu?

  14. Elias said

    No assunto: os cargos de direção nos bancos públicos foram reduzidos em 40%.

    Supostamente, pra reduzir despesa com pessoal.

    Sabe o que eles fizeram? Aumentaram o salário dos diretores restantes,em 80%.

    E tudo ficou como dantes, no Quartel de Abrantes…

  15. Guatambu said

    Elias,

    Mas a conclusão é a mesma: mais Estado.

    No entanto, vc reconhece:

    O Brasil, em relação ao mundo é um país academicamente fraco. E se o Estado lidera o desenvolvimento da educação no país, como vc afirma, o Estado é incompetente, e não o particular.

    A América Latina como um todo é fraca, podemos tentar discutir se isso é resultado dos regimes militares ou se é o resultado desse negócio que eu já não sei se posso chamar de social-democracia-latina ou pseudo-socialismo-latino. Mas nem quero entrar nessa questão.

    Volto ao ponto: a forte presença do Estado na educação brasileira não contribuiu nada para melhorar a competitividade acadêmica do Brasil no mundo.

    O resto é detalhe.

    Se quer saber:

    1. Eu sou contra todos estes tipos de subvenção aos particulares. Isso cria dependência, sou contra dependência.

    2. “Não há sentido em se injetar recursos públicos em instituições públicas ou particulares que não estejam cumprindo satisfatoriamente a missão institucional de preparar adequadamente mão de obra de nível superior.”

    Pois bem, nunca vi nenhuma estatística dizendo: “de X% dos alunos formados no curso superior de Fonoaudiologia da faculdade pública XPTO, Y% foram empregados”

    Essa é a única informação relevante o suficiente para avaliar a adequação da mão-de-obra de nível superior: a empregabilidade do sujeito.

    Essa estatística não existe no Brasil… então, o que significa “estar preparado adequadamente”? Nada. O cara tem um currículo na mão que o MEC diz: “este sujeito está preparado adequadamente”, mas vai trabalhar com segurança, de taxista, de motorista do Uber, mesmo em um mercado com déficit de profissionais.

    3. “Sem o Estado, o sistema educacional brasileiro simplesmente desaparece.”

    Não! Sem o Estado não haveriam impostos, e sem impostos o sistema educacional seria muito mais dinâmico, isso sim!

    Vc mesmo reconhece isso: “A mais rica IES particular brasileira não se sustenta sem a subvenção estatal e a imunidade tributária.”

    E eu que sou doido? Explica melhor essa equação Elias! Estado é diferente de imposto? É possível existir Estado sem existir imposto?

    4. “Daí porque é burrice ou doidice extremada, propor que o Estado brasileiro gaste menos em educação.”

    Aponte onde eu disse que o Estado brasileiro tem que gastar menos com educação Elias! Vc não tá prestando atenção!! Eu disse que há uma dependência exagerada do Estado, assim como você… sou contra essa dependência. Aliás, eu acho que o Brasil tem que se decidir: ou migra tudo para público, ou para de gastar com isso de uma vez por todas, mas diminua impostos.

    Mas, como eu disse lá de saída: a constituição brasileira é social-democrata, e a segunda alternativa não existe. Então, em tese, o Estado deveria se responsabilizar por tudo. Opa, mas peraí, com o Estado se responsabilizando o Brasil é uma porcaria academicamente mundialmente… Ué… Que bosta de social-democracia hein?

    5. “É, um ocioso exercício de idiotice aplicada, supor que o aparelho produtivo brasileiro conseguirá atingir níveis de produtividade compatíveis com o ambiente de competitividade existente no planeta, contando com uma população doente, mal educada e mal preparada profissionalmente.”

    É a isso que se propõe o Estado.

    E o Estado tem falhado reiteradamente nessa missão. Mas sua proposta é: mais Estado…

    Então, Elias, não me venha com: “O que o Brasil precisa é de ideias capazes de elevar a qualidade do ensino em todos os níveis, a fim de que o país passe a dispor de mão de obra mais bem preparada”

    Isso é discurso que vc faz lá no diretório do PT, aqui não. Aqui vc argumenta.

    O Brasil não precisa de ideias, ideias existem aos montes por aqui.

    O Brasil precisa de:

    A- Liberdade. Que é uma coisa que o Estado brasileiro restringe ao máximo que pode, ou com excesso de regras, ou com excesso de burocracia, ou tirando de empreendedores por meio de impostos e privilegiando outros com as famosas subenções.

    B- Assumir riscos. O Estado brasileiro quer regular tudo, e, portanto, não assume riscos… ocorre que sem assumir riscos as coisas não funciona. Competir é assumir riscos, tornar o Brasil competitivo deveria incluir riscos educacionais e não só riscos econômicos.

    C- Querer competir. O Brasil não quer competir. Não quer abrir para o mercado porque os empresários não tem coragem de fazer isso, e toda vez que o Estado ameaça fazer isso, esses empresários correm para baixo da saia do Estado para defendê-los. Se não existe abertura para o mercado, imagina para outras ideas…. Aqui há um monopólio de ideologia vagabunda de esquerda, a exemplo desse cara da UFRJ do PSOL que eu postei naquele video.

    Aliás, uma pergunta Elias, esse cara e a Marilena Chauí são exemplos de professores de escolas públicas que você acredita que vão “trazer novas ideias” para que o brasileiro pratique a cidadania?! Porra!

    É “ensinando” esse tipo de ideologia que vc espera que o Brasil seja competitivo!? Porra 2 vezes!!

    6. Eu disse “todo poderoso” entre aspas, pra reforçar o tanto que esses Ministros de Educação não fizeram nada de concreto para melhorar o ensino. “Todo poderoso” porque teve um monte de petista, esquerdista, acadêmico e até um monte de amigo meu tucano, que nunca precisou trabalhar na vida, comemorando a presença desse cara lá no ministério.

    E esse cara não fez nada, exceto isso que vc disse que ele fez, e que ainda assim, significa mto pouco.

  16. Chesterton said

    Essa é a única informação relevante o suficiente para avaliar a adequação da mão-de-obra de nível superior: a empregabilidade do sujeito.

    chest- e tem um complicador, uma vez que a carga tributária se aproxima de 50%, onde é que o formado vai arruma emprego?

    (emprego= empresa…..empresa eficiente é privada…..emprego verdadeiramente produtivo – na empresa privada).

  17. Chesterton said

    Mas Guatambu, convencer um trotskista fantasiado de petista…não é mole não!
    Pregar no deserto é mais fácil.

  18. Guatambu said

    Chest,

    Eu não quero convencer ninguém de nada, só estou questionando, é uma maneira de questionar suas próprias convicções.

    Mas o nível argumentativo das respostas não tá bom…

  19. Chesterton said

    Argumentar é convencer, se a outra parte puder compreender.

  20. Chesterton said

    http://www.revoltabrasil.com.br/corrupcao-2/7434-com-boquinhas-secando-stedile-diz-que-dilma-precisa-mudar-as-burrices-que-vem-fazendo.html

    chest- até esse criminoso….

  21. Chesterton said

    Suécia próxima do colapso

    http://www.gatestoneinstitute.org/6697/sweden-collapse

  22. Chesterton said

    http://www.jeffjacoby.com/17996/no-bernie-sanders-scandinavia-is-not-a-socialist

    chest- Bernie Sanders é o Pax norte-americano.

  23. Pax said

    Olha, Chesterton, vi como enorme elogio. Obrigado.

  24. Pax said

    E o filhote do Lula enroscado mesmo né?

    http://oglobo.globo.com/brasil/filhos-de-lula-empresario-delatado-dividiram-escritorio-17844027

  25. Chesterton said

    23, aí o problema, o artigo mostra o quão furada é a comparação e a crença de que foi o socialismo que enriqueceu esses países.

  26. Chesterton said

    http://m.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/4361241/feixe-luz-que-existia-apagou-varejo-padece-dias-bancos-dizem

    chest- PT levou o país ao abismo.

  27. Chesterton said

    Pelo menos o pesoal reage

    http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2015/10/estudante-de-direito-perde-emprego-e-vende-chup-chup-em-sinal-no-es.html

  28. Elias said

    Guatambu,

    Vou por partes, como o esquartejador de Boston, até porque a malagueta tá braba!

    I
    “A América Latina como um todo é fraca, podemos tentar discutir se isso é resultado dos regimes militares ou se é o resultado desse negócio que eu já não sei se posso chamar de social-democracia-latina ou pseudo-socialismo-latino. Mas nem quero entrar nessa questão.”

    Nem eu. Mas não podemos esquecer que o Brasil faz parte da América Latina, né? O primeiro termo de comparação deve ser esse. E sendo esse, o Brasil está vários quilômetros à frente do resto.

    Sei que isso incomoda muitíssimo o pessoal com complexo de vira lata, mas fato é fato.

    II
    “Volto ao ponto: a forte presença do Estado na educação brasileira não contribuiu nada para melhorar a competitividade acadêmica do Brasil no mundo.”

    Tu estás acreditando na tua própria fantasia.

    No Brasil, o Estado é MINORITÁRIO na oferta de ensino. Em qualquer nível. Minoritário, Guatambu. Vou repetir, pra não esqueceres: no Brasil, o Estado é MINORITÁRIO na oferta de ensino.

    A oferta de ensino brasileira é majoritariamente PARTICULAR.

    Nos EUA, para citar um exemplo, até o Ensino Médio a oferta é mais de 80% estatal. A taxa sobe pra mais de 90% na Europa. Em Israel quase esbarra nos 100%. E assim por diante.

    Em quase todo o mundo, especialmente no mundo que conta, a oferta de ensino até o Nível Médio, é predominantemente estatal.

    O Brasil e grande parte da América Latina é que navega contra a corrente, com uma oferta de ensino predominantemente privada, nos níveis fundamental e médio.

    Mas o fato é que, assim como o ensino superior no Brasil não pode prescindir do Estado, de igual modo os níveis médio e fundamental não podem prescindir da oferta de ensino particular.

    A questão não é essa.

    A questão é: como elevar o nível de qualidade desse ensino, tanto nas escolas particulares quanto nas escolas públicas, já que, em ambos os tipos de escola, esse nível de qualidade é baixo?

  29. Elias said

    “E esse cara não fez nada, exceto isso que vc disse que ele fez, e que ainda assim, significa mto pouco.” (Guatambu)

    Também não sei de ninguém que tenha conseguido fazer o mesmo que ele fez, mesmo dispondo de mais recursos do que ele.

    Talvez tu houvesses infinitamente mais, em 6 meses e com recursos seguidamente reduzidos e/ou contingenciados (pelo nível de domínio do assunto, que tu estás demonstrando… Acho difícil!).

    Falar nisso, se é como dizes, o “todo poderoso” está totalmente disfuncional no debate… Né não?

  30. Elias said

    “O Brasil não precisa de ideias, ideias existem aos montes por aqui.” (Guatambu)

    É mesmo? Cadê essas ideias?

    Por que tem tão poucos brasileiros criando novas tecnologias ou novas metodologias de ensino?

    Por um tempão a CNI promoveu um certame nacional, chamado “Talento Brasileiro”. Objetivo? Premiar novas ideias, em tecnologias ou metodologias, em qualquer área do conhecimento direta ou indiretamente relacionada à produtividade industrial.

    Em muitos Estados, houve anos em que mal apareceram 2 concorrentes. Em outros, de quando em vez aparecia um candidato “Rei Momo” (Primeiro e Único).

    Talvez a CNI necessite da tua ajuda, pra informar onde estão escondidas essas tantas ideias que dizes que existem, e que, além de ti, ninguém mais sabe por onde andam.

    Enquanto isso, te coloca diante de um espelho e repete, pra ti mesmo: “O Brasil não precisa de ideias…”.

    Depois, tenta imaginar um alemão, ou um americano, ou um inglês…, etc, dizendo a mesma coisa.

    Pode ser que, assim, passes a ter uma vaga “ideia” do tamanho da bobagem que disseste…

    Daí responde rápido: o Ensino Médio brasileiro deve ser generalista, profissionalizante ou semi-profissionalizante?

    Explicita e justifica o(s) conceito(s) que tu escolheste (como tu dizes que há muitas ideias, por certo deves conhecer algumas e terás formado opinião sobre elas).

  31. Elias said

    “Mas Guatambu, convencer um trotskista fantasiado de petista…não é mole não!” (Chester, o/a Paulette Malhounête)

    Analfabeto político!

    É “trotskysta” (palavra derivada de Trotsky) e não “trotskista”.

    Não existe nenhum trotskysta entre os comentaristas deste blog.

    Havia uma “ex” no Weblog: a Alba. Há um “ex” na Veja: o Reinaldo Azevedo. Que deixou de ser trotskysta na ideologia política, mas não no método de fazer política. É um trotskysta invertido, usando métodos e táticas trotskystas com propósitos supostamente opostos aos de Trotsky (nem sei se são opostos, mesmo…).

    De minha parte, e desde que me entendo por gente, sempre considerei Trotsky um péssimo caráter, oportunista e desonesto. A meu pensar, o fato dele ter morrido assassinado não o exonera do que fez no passado, nem torna seu modo de proceder mais aceitável. Se ele houvesse vencido a disputa de poder com Stalin, provavelmente teria sido um ditador igual ou pior.

  32. Elias said

    “Aliás, uma pergunta Elias, esse cara e a Marilena Chauí são exemplos de professores de escolas públicas que você acredita que vão “trazer novas ideias” para que o brasileiro pratique a cidadania?! Porra! ” (Guatambu)

    O que foi que eu disse que tem alguma coisa a ver com a porra da Marilena Chauí, porra?

    Ora porra, Guatambu!

    Teus argumentos parecem conversa de bêbado, porra!

    Eu disse que, neste momento, não há, no Brasil, IDEIAS capazes de contribuir para a elevação do nível de qualidade do ensino no Brasil, porra.

    Foi isso que eu disse, porra!

    E isso me inclui, inclui a porra da Marilena, a porra do Janine, a porra do Pax, e o cacete a quatro. Inclui até a ti, porra!

    Tu dizes que as ideias existem aos montes? Então mostra essas ideias, porra!

    A propósito de ideias, eu te perguntei se, na tua opinião, o ensino médio brasileiro deve ser generalista, semi-profissionalizante ou profissionalizante, explicitando e justificando o(s) conceito(s) escolhido(s), porra.

    Cadê a resposta, porra?

  33. Elias said

    “6. Eu disse “todo poderoso” entre aspas, pra reforçar o tanto que esses Ministros de Educação não fizeram nada de concreto para melhorar o ensino. “Todo poderoso” porque teve um monte de petista, esquerdista, acadêmico e até um monte de amigo meu tucano, que nunca precisou trabalhar na vida, comemorando a presença desse cara lá no ministério. ” (Guatambu)

    Quer dizer que… “Todo poderoso” porque teve um monte de petista, esquerdista, acadêmico e até um monte de amigo meu tucano, que nunca precisou trabalhar na vida, comemorando a presença desse cara lá no ministério. “?

    Porra…

  34. Chesterton said

    “O Chico Buarque… elogia Cuba, mas não quer morar em lá. No Brasil o Chico publica o livro que quer, faz a poesia que quer, canta a canção que quer, fala mal do governo – um cara que faz tudo isso não vai querer morar num país onde não se faz nada disso, né? Então é mentira. É a mesma coisa do esquerdismo. O cara não tem coragem de dizer que Cuba é uma ditadura. Era um sonho maravilhoso e não deu certo. Eu passei a minha vida quase toda sendo comunista, fui preso, mas voltei a pensar e vi que tava errado. O propósito de Cuba é o melhor e mais generoso possível: – querer a sociedade justa. Só que tá provado que o caminho não é esse e as pessoas não têm coragem de dizer. As pessoas vivem de mentira, é tudo hipocrisia, uma cretinice… Já pensou que não existe mais opinião? Tudo é preconceito. Qualquer opinião que contraria o que está estabelecido é preconceito”.
    Ferreira Gullar, em entrevista à revista piauiense Revestres, Jan/Fev 2014.

  35. Elias said

    Guatambu,

    O ensino está em crise, no mundo todo.

    Há um tempo atrás, assisti, no ManagemenTV, uma entrevista com um professor norte-americano, cujo nome não me ocorre agora, mas que virou uma celebridade porque o trabalho dele está provocando a fusão das áreas de vendas e de marketing numa boa parcela das grandes corporações americanas.

    Ele fez a seguinte provocação (vou reproduzir tentando usar as mesmas palavras dele): “Imaginem um sujeito que foi congelado há 50 anos e descongelado agora. Ele sai pelas ruas, pelas lojas, etc., e fica maravilhado com as pessoas, até crianças, usando smartphones, notebooks, e sei lá o que mais. Fica impressionado com as novas técnicas de construção civil, de engenharia de estradas, de purificação de água e tudo o mais. Até que ele resolve visitar a universidade onde ele se formou. Vai até à sala de aula e conclui: ´Aqui eu me reconheço… Olha lá a carteira onde eu sentava…´. Ele descobre que quase nada mudou, na instituição que, supostamente, existe pra desenvolver novos conhecimentos e disseminar o conhecimento já existente. Ele descobre que aquela instituição mal consegue assimilar e aplicar o conhecimento que se desenvolveu não graças a ela, mas apesar dela…”.

    Isso nos EUA…

    E tu, aqui, achando que o Brasil não precisa de ideias…

    Aí acima, eu citei Israel pelos motivos que já explicitei. Mas nunca é demais lembrar que a Hebraica é uma exceção.

    E que exceção!

  36. Elias said

    Mesmo um relógio parado marca a hora certa dias vezes ao dia.

    Finalmente o Ferreira Gullar disse algo aproveitável.

    Mas ele continua mentindo como um típico militante comunista, quando diz que, no pecebão, ele defendeu a criação do PT.

    Mentira do Ferreira Gullar!

    Na época da criação do PT, ele queria toda a esquerda apoiando o PMDB, porque essa era a estratégia do PCB.

    Ele até protagonizou, nas páginas do jornal “O Pasquim”, uma polêmica com o Henfil. O Gullar defendendo o apoio ao PMDB e o Henfil defendendo o voto no PT.

    Aliás, o Gullar baixava a porrada no anticomunismo petista (presente, sobretudo, no “PT Igreja”).

    Tirando essas recaídas comunistóides, bem fez o Gullar ao abandonar o comunismo e deixar de falar bem do presídio da família Castro.

    Antes tarde do que nunca…

  37. Chesterton said

    http://veja.abril.com.br/noticia/economia/caixa-economica-vai-abrir-capital-diz-dilma-rousseff/

    chest- liquidando tudo na bacia das almas

  38. Pax said

    PSOL Guatambu? Não.
    Rede Guatambu? Não.

    Agora uma aliança entre os dois poderia dar um bom samba. Sò que a turma do PSOL não aceita Marina, uma turma mais radical. O PSOL é um saco de gato. E tem uma turma chata pra canário.

    Aliás tem uma boataria que Haddad está de saída do PT.

    Que estuda ir para o PSB ou Rede. Mas ele mesmo negou ontem, acho que sim, no twitter. Me disseram alhures, não confirmei.

    O PT está esvaziando geral, isso é fato.

    Ainda não nos quadros no Congresso, mas o apoio com certeza. Bem geral. Tenho acompanhado.

    Essa turma toda está órfã.

  39. Pax said

    Achei fácil no mestre google

    a notícia

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,haddad-cogita-deixar-o-pt-e-rede-vira-opcao,10000000601

    o desmentido

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,haddad-nega-possibilidade-de-sair-do-pt,10000000609

    onde há fumaça há fogo?

    creio que sim, mas isso é só achismo meu

  40. Chesterton said

    Haddad…..os paulistas não mereciam isto….

  41. Pax said

    Haddad é um bom prefeito Chesterton. Acredite.

  42. Chesterton said

    Pax, em geral a realidade não concorda com você, mas deixa para lá.

  43. Chesterton said

    Os brasileiros que estão autorizados por Lula a chamar o PT de ladrão estão chegando a Brasília, acampando em frente ao Congresso Nacional

    24/10/2015 – 08h01
    Guilherme Fiuza, O Globo

    Quem roubou não pode chamar o PT de ladrão, disse Luiz Inácio da Silva. Ou seja: ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão, mas ladrão que xinga ladrão vai se ver com Lula. Até que enfim, uma medida moralizadora. O PT quer ser respeitado ao menos pelos bandidos — o que dentro da cadeia é uma coisa importante.

    E por falar em bandido, roubo e cadeia, o delator Fernando Baiano disse que deu R$ 2 milhões do petrolão à nora de Lula. Enquanto isso, retorna à pátria (e à Papuda) Henrique Pizzolato, um dos heróis petistas do mensalão. As obras completas dos companheiros nestes 13 anos são realmente impressionantes. Se o governo do PT fosse um filme, seria o “Sindicato dos ladrões” — com todo o respeito. O mais curioso é como o Brasil se harmonizou bem com esse projeto criminoso de poder, na definição do ministro Celso de Mello (que não roubou, então pode dizer que o PT é ladrão).

    Pizzolato esfaqueou o Banco do Brasil, Baiano esfolou a Petrobras — e esses são apenas dois agentes do maior sistema de corrupção da história, regido pelo PT de dentro do Palácio do Planalto. Agora tirem as crianças da sala para a notícia estarrecedora: o PT continua dentro do palácio.

    Como escreveu Fernando Gabeira, o Brasil desmoralizou a instituição do batom na cueca. A mancha veio da lavanderia, o batom era progressista e a cueca era do bem. O ministro Gilmar Mendes disse que Dilma não precisa de um Fiat Elba como o de Collor para cair. Claro que não. Ela pode cair pedalando — o que seria inclusive menos poluente. As pedaladas fiscais que o TCU já condenou são crime de responsabilidade, e constituem uma fração do tal projeto criminoso — que não é feito só de mensalões e pixulecos, mas também de fraudes contábeis para maquiar o rombo.

    Não deixem as crianças ouvirem: essa orgia companheira acaba de render ao Brasil o selo de país caloteiro. Agora sejam fortes: as pedaladas continuaram este ano, depois de flagradas e desmascaradas, e pelo menos uma das centrais de tramoias do petrolão continuou ativa depois da revelação do escândalo. Deu para entender? O PT é o cupim do Estado brasileiro, e não dá para pedir a ele: senhor cupim, por favor, poderia parar de devorar a mobília até 2018? O Brasil está esperando que os cupins passem a se alimentar de vento estocado e façam o ajuste fiscal.

    Dilma Rousseff declarou na Finlândia que este governo não está envolvido com corrupção. É verdade. A corrupção, coitada, é que está envolvida com este governo. De cabo a rabo. A Lava-Jato já apresentou as evidências de que a própria reeleição de Dilma se alimentou do petrolão — e Vaccari, o ex-tesoureiro do PT, está preso por causa disso. Mas o governo promete tapar o rombo, e lá estão os brasileiros com os braços estendidos para a seringa da nova CPMF, ou bolsa cupim. Contando, ninguém acredita.

    Nesse meio tempo, num lugar muito distante da Finlândia, o Banco Central informa que desistiu de cumprir a meta fiscal. Note bem: não foi uma frase de Mercadante, Mantega ou outra das nossas autoridades de picadeiro. O Banco Central do Brasil, espremido entre a inflação e a recessão, teve que largar no chão a arma da política monetária: simplesmente não há o que fazer para respeitar a meta fiscal em 2016. Dilma reagiu: pediu à sua equipe econômica para flexibilizar a meta fiscal. Nessa linha, poderia aproveitar e pedir para flexibilizar o Código Penal. Seria mais eficaz neste momento.

    O governo parou. Dilma, a representante legal (sic) do projeto criminoso de poder, está morando de favor no palácio. Conta com a blindagem do STF aparelhado, do companheiro procurador Janot e de um bando de inocentes úteis que doam suas reputações em troca de uma fantasia progressista cafona (alguns perderam a inocência na tabela dos pixulecos). Quem pode descupinizar o palácio é o Congresso Nacional. O pedido de impeachment está nas mãos do presidente da Câmara, que um Brasil abobado transformou em inimigo público número um — porque aqui quem assalta com estrelinha no peito é herói. Eduardo Cunha pode ser cassado, condenado ou execrado, só não pode roubar a cena daqueles que roubaram o país inteiro.

    Os brasileiros que estão autorizados por Lula a chamar o PT de ladrão estão chegando a Brasília, acampando em frente ao Congresso Nacional. Quando deputados e senadores estiverem devidamente cercados pela multidão, brotará num passe de mágica sua responsabilidade cívica. Aí os nobres representantes do povo farão, altivamente, a descupinização do palácio — sem traumas, em nome da lei. O resto é com a polícia.

  44. Chesterton said

    http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/cultura/estado-islamico-promete-exterminar-os-judeus-nao-vai-sobrar-um-em-israel/

    chest- de novo?

  45. Chesterton said

  46. Chesterton said

    Chest- é de rolar de rir

  47. Chesterton said

    Parem de nos ajudar: como a esquerda atrapalha os negros a terem sucesso.

  48. Guatambu said

    Elias,

    I:

    “O primeiro termo de comparação deve ser esse. E sendo esse, o Brasil está vários quilômetros à frente do resto.” (Elias)

    Vc acha mesmo? Eu acho que o Chile está mais adiantado. Acho que talvez até o México esteja mais adiantado.

    Mas eu não sou especialista, vc é. Quais são suas fontes, Elias?

    ————————————————————————————–

    II:

    Não acredito. Qual a fonte que diz que há mais vagas particulares que públicas em relação ao ensino médio?

    ————————————————————————————-

    III (acho que vc perdeu a conta durante sua argumentação):

    “A questão é: como elevar o nível de qualidade desse ensino, tanto nas escolas particulares quanto nas escolas públicas, já que, em ambos os tipos de escola, esse nível de qualidade é baixo?” (Elias)

    Vc me pede ideias Elias, pois bem:

    Primeiro: ” o Ensino Médio brasileiro deve ser generalista, profissionalizante ou semi-profissionalizante”

    Eu não sei, o que significa cada um desses? Diga para mim: eu preciso primeiro me enquadrar em um desses para depois ter ideias, ou eu posso ter as minhas ideias e depois vc pode decidir em qual eu me encaixo melhor?

    Se vc acredita que eu primeiro preciso decidir em quais desses eu preciso me enquadrar para depois argumentar, acho que vc começou mal. Vc me pede para quebrar paradigmas, e de saída me põe dentro de um… assim não dá!

    Segundo:

    Uma coisa eu tenho certeza absoluta Elias: a resposta definitivamente não está no ENEM.

    Vc viu o nível das questões da prova? E da redação?

    No resto do mundo desenvolvido, existem matérias sobre pensamento crítico.

    Enquanto no resto do mundo as escolas ensinam os alunos a serem críticos, no Brasil ensinamos ideologia, fingindo que defender a ideologia A ou B é ser crítico.

    Qual a chance disso dar certo Elias?

    As ideias, estou somando ideias de educadores com quem conversei, mais algumas ideias minhas:

    0. Antes de começar, uma premissa. No Brasil há um mercado relativamente desenvolvido em diversos setores e indústrias. Não há necessidade de orientar a educação a isso, o mercado tem condições de puxar a educação para abastecê-lo.

    1. Desregulamentação.

    As faculdades particulares e mesmo as públicas poderiam alterar a quantidade de vagas nos seus cursos, dependendo do que encontram de demanda no mercado.

    O maior indicador de efetividade de uma faculdade é o resultado da empregabilidade de seus ex-alunos. Este indicador sim, acompanhado MUITO, mas MUITO de perto, seja pelo Estado, seja pela imprensa, seja por associações de alunos, etc.

    A clareza de quais faculdades são melhores para empregar seus alunos leva a uma concorrência saudável entre as mesmas, que leva à necessidade de revisar o currículo para se adequar à demanda de MERCADO, e não à demanda do MEC.

    A mesma concorrência levará à necessidade de se destacar, que puxará parcerias e fundos para pesquisa e desenvolvimento tecnológico, que podem ser financiados pela própria indústria, sem interferência do Estado.

    A revisão curricular das faculdades exigirá naturalmente uma revisão dos processos seletivos para que o aluno de ensino médio seja aceito no ensino superior.

    Extinção do ENEM e de provas em nível nacional, a menos que as IES de nível superior se organizem e queiram unificar o seu processo seletivo… este é outro ponto interessante de controle: quantos alunos entram (sinal de preparação), quantos alunos não entram. Isso gera estatísticas interessantes para que os ensinos médios se desenvolvam e para que o mercado reconheça a qualidade das escolas de ensino médio.

    2. Ensino médio sofrerá impacto dessa mudança, à medida em que deverá educar alunos para satisfazer as necessidades levantadas no processo seletivo para o ensino superior.

    O ensino médio quebrado em 2. Podemos até manter o mesmo número de anos: entre 5a. e 9a. série para ensino médio e 3 anos que podemos dar qualquer nome, mas seria um pré-vestibular, orientando os alunos dentro das matérias necessárias para complementar sua educação para fazer a prova de entrada para a faculdade que deseja.

    Assim, instituições de ensino médio também podem optar por se especializarem em determinadas matérias, ou adotarem foco para determinados tipos de carreira profissional.

    Aqui o aluno deixa de ter nota para “passar de ano”. Ele escolhe se passa ou não de ano. O que ele recebe é um feedback da instituição de ensino (não precisa ser a que ele está matriculado, pode ser qualquer uma, dando a liberdade de ele realizar múltiplas provas para poder se auto-avalar) para dizer: olha amigo, você está bom e pode seguir adiante; ou, é melhor estudar mais senão você não vai conseguir acompanhar o próximo ano.

    3. Ensino médio – 5a. a 9a. série:

    Aqui as matérias podem se tornar obrigatórias: como matemática, português, pensamento crítico (que no frigir dos ovos é uma mistura dessas 2) e inglês; geografia, história, bioquímica e projetos.

    Onde, as 4 primeiras são obrigatórias mesmo e ao final de cada ano os alunos podem fazer uma prova, que pode até ser nacional que avalia o nível de alfabetização dos alunos. O aluno sai conhecendo o seu grau de alfabetização, ele sabe se ele está bom, mediano e em quais áreas que ele precisa melhorar.

    As demais: geografia, história, bioquímica e projetos, o objetivo deixa de ser enfiar na cabeça do aluno textos, decorebas, qual a pluviometria do planalto central do Brasil… Mas muito mais instigar o aluno a se interessar por essas matérias, mostrar o tanto que é importante e o que isso pode contribuir, na prática, para eles no futuro.

    Provas são apenas um feedback de aprendizado do aluno, que dizem se o método de estudo do aluno está adequado. Do tipo: olha, aluno, você pode usar a internet para saber mais, o professor te apresentou alguns links e parece que você não viu todos. Você podia participar do grupo de debate do tema, mas não participou, etc. Isso seria prioritário sobre se ele domina ou não determinado tema.

    A matéria projetos é importante porque alunos tem que saber planejar, reunirem-se, estudar e desenvolver por si mesmos. Isso impacta o resto da vida deles. A vida é um grande projeto, além disso, supre a necessidade de liberar o aluno que goste de artes para fazer projetos artísticos, alunos que gostem de projetos sociais para fazê-lo, alunos que gostam de literatura, física, etc…

    4. Ensino fundamental:

    Restringe-se a português e matemática e inglês e introdução ao pensamento crítico.

    Aqui os alunos são avaliados e o feedback é dado aos pais, e os pais decidem se as crianças vão para a próxima série ou não.

    Esse é outro ponto que o MEC pode ficar em cima: saber se dado o feedback, positivo ou negativo, os pais estão conscientes do desenvolvimento dos filhos e contribuindo na educação, ou se os pais estão fazendo os filhos mudarem de série sem saber as matérias e delegando o trabalho de educar somente ao Estado.

    Eu sei que tem uma série de perguntas que devem surgir. Mas, vc me pediu ideias, ei-las.

    Já são 4 que teriam um impacto significativo na qualidade do ensino, que podem fazer muita diferença na qualidade do ensino.

    ——————————————————————————————————

    IV:

    “O ensino está em crise, no mundo todo.”

    Eu concordo parcialmente: o ensino no mundo todo está passando por uma demanda por transformação mais drástica.

    Minha hipótese: há mais informação do que o nosso cérebro consegue capturar.

    Fiz há algum tempo um trabalho com a Fundação Dom Cabral. Vi uma apresentação de um professor que visitou diversas instituições de ensino superior de ponta em diversos países do mundo: EUA, Inglaterra, França, Rússia, China.

    As salas de aula são cada vez mais abertas, e cada vez mais focadas no debate, adaptadas para que os alunos busquem informação de qualquer fonte via internet.

    Por enquanto essa é a solução que está mais avançada para esse tema, mas ainda assim, eu vejo que falta mais.

    Por exemplo, internacionalmente há uma discussão enorme sobre a publicação e confidencialidade de informações e de artigos científicos. O mundo científico, principalmente da área de biológicas sofre com um relativo monopólio de publicações como a revista Nature e Science. Segundo os acadêmicos, publicar artigos abertos (grátis) fora destas revistas pode resultar em uma penalização para a carreira.

    Ainda assim há um movimento na internet para livrar esse monopólio. Como por exemplo o PLOS, inteiramente baseado em Open Acess, que é importantíssimo para o conhecimento e debate acadêmico.

    https://www.plos.org/

    Segundo os acadêmicos com quem conversei, as áreas de física, química e matemática já estão mais abertas (Open Acess), por exemplo, é possível acessar gratuitamente o repositório de artigos da Universidade de Cornell aqui:

    http://arxiv.org/

    Outro ponto é a integração entre acadêmicos: fui pesquisar e descobri que não há uma rede social de acadêmicos que seja boa para trocar informações sobre pesquisas realizadas. Há uma rede chamada Mendeley, que ainda está se desenvolvendo, principalmente por conta de sua ferramenta de citação científica, que é um protocolo muito levado à sério em qualquer parte do mundo.

    Isso para ensino superior e pesquisa científica, né?

    Mas vemos diversos exemplos de inovação nos sistemas de ensino da Suíça, Finlândia, Suécia, etc, no que diz respeito ao ensino médio.

  49. Guatambu said

    Elias,

    Além disso, aqui segue alguns exemplos de iniciativa para melhorar a educação aqui no Brasil.

    Tenho vários amigos que estão tentando desenvolver plataformas educativas em cima de jogos, a serem distribuídos como apps para iOS e Android.

    Eles não se interessam em discutir isso com o MEC porque há muita dificuldade de contato, influência, demora para as respostas. Preferem a praticidade de buscar investimento privado e quem sabe, se a iniciativa for bem aceita pela população, o Estado resolva tentar adotar a tecnologia….

    Alguns aplicativos que eu conheço, e que realmente ajudam:

    http://www.gutennews.com.br/sobre.html

    http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/blog-redacao/google-lanca-aplicativo-que-conecta-alunos-e-professores-337673-1.asp

    A Artemísia é uma encubadora que avalia inúmeros projetos educacionais, já estive com eles, e os projetos são os mais diferentes possíveis.

    http://artemisia.org.br/conteudo/artemisia/nossos-resultados.aspx

    Agora me pergunta se o MEC vai atrás da Artemísia para conversar, já que o Brasil é tão carente de ideias, por que o MEC não corre atras?

  50. Pax said

    Não esquecer do exemplo da Coreia do Sul como um caso em Educação a ser estudado.

  51. Guatambu said

    Porra…

    Encubadora não!!! Incubadora!

  52. Guatambu said

    E se eu pegar as minhas ideias e levar lá no MEC, será que alguma coisa vai acontecer?

    Provavelmente não.

    Pq chegando lá tem um monte de catedrático que tem pós-doutorado na rebimboca da parafuseta, mas que não entende lhufas de gestão tentando fazer…. gestão!

    Provavelmente minhas ideias devem ter vários furos, mas nem sequer há forum para discutir isso e refiná-las. Qual é o incentivo que eu tenho para contribuir?

    Eu nunca ouvi falar nesse negócio do CNI que o Elias falou. Pelo jeito a divulgação do negócio foi bastante restrita…

    Senão acho que eu teria montado uma apresentação e levado lá, só pra ver o que ia acontecer.

  53. Pax said

    Lula saiu do seu segundo governo com 83% de aprovação. Hoje 55% dos eleitores não votariam nele nem a pau. Os outros também não estão bem na foto, mas a caída de Lula é impressionante.

    http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,lula-perde–ninguem-ganha,1785882

    O cara que poderia ter almejado a secretaria geral da ONU, a presidência do Banco Mundial etc, hoje tá é com medo de ser preso, as coisas estão chegando perto

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/10/1698530-com-prisoes-pf-deflagra-mais-uma-etapa-da-operacao-zelotes.shtml

    nunca vi uma coisa dessas, um desastre desse tamanho, muito patrocinado pela ganância e outro tanto pelo poste que colocou em seu lugar

  54. Pedro said

    Já dizia o Millôr, lá em 2005: Lula é um fronteiriço.

    Entrevista profética.

    http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,confira-uma-das-ultimas-entrevistas-de-millor-fernandes-para-o-estadao,854482

  55. Chesterton said

    O cara que poderia ter almejado a secretaria geral da ONU, a presidência do Banco Mundial etc, hoje tá é com medo de ser preso, as coisas estão chegando perto

    nunca vi uma coisa dessas, um desastre desse tamanho, muito patrocinado pela ganância e outro tanto pelo poste que colocou em seu lugar

    chest- eu não disse?

  56. Chesterton said

    54…

    Millor tb disse.

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