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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Aberto processo de impeachment

Posted by Pax em 03/12/2015

Após fracassarem as negociatas, Eduardo Cunha, presidente da Câmara, anunciou que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff será aberto.

O PT não deveria ter entrado nesse jogo degradante. Entrou porque quis e saiu com todos os prejuízos imagináveis. Não só o processo está aberto como sua imagem – que agora quer salvar – está ainda mais desgastada.

As acusações do pedido são baseadas na Lei de Responsabilidade Fiscal e pedaladas que a presidente eventualmente teria assinado.

O PT parte para a revanche e promete apoiar o processo de cassação de Eduardo Cunha na Comissão de Ética da Câmara.

Dilma fez pronunciamento em que se diz indignada. Veja na Agência Brasil abaixo.

Dilma diz que recebeu com indignação abertura de processo de impeachment

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

Ao se manifestar sobre a aceitação do pedido de impeachment anunciado hoje pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a presidenta Dilma Rousseff disse há pouco, em pronunciamento no Palácio do Planalto, que recebeu a notícia com indignação, relembrando que seu mandato é exercido com base em escolha democrática pelo povo.

Segundo a presidenta, são “inconsequentes e inconsistentes” as ações contra ela. “Não paira contra mim nenhuma suspeita de desvio de dinheiro público. Não possuo conta no exterior. Nunca coagi e nem tentei coagir instituições em busca de satisfazer os meus interesses”, afirmou.

Ela rechaçou a possibilidade levantada pela imprensa de que poderia haver uma negociação por votos de membros da base governista no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, em favor da abertura de processo de cassação do presidente da Câmara, em troca do arquivamento dos pedidos de impeachment. “Eu jamais aceitaria ou concordaria com quaisquer tipos de barganha, muito menos aquelas que atentam contra o livre funcionamento das instituições democráticas do meu país, bloqueiam a Justiça ou ofendam os princípios morais e éticos que devem governar a vida pública.”

Em um discurso breve no Palácio do Planalto, na presença de vários ministros, Dilma pediu tranquilidade e confiança nas instituições públicas. “Não podemos deixar as conveniências e os interesses indefensáveis abalarem a democracia e a estabilidade de nosso país. Devemos ter tranquilidade e confiar nas nossas instituições e no Estado Democrático de Direito.

Por volta das 20h30, acompanhada de 11 ministros de seu governo, a presidenta entrou no Salão Leste do Palácio do Planalto, onde os jornalistas a aguardavam. Os ministros permaneceram ao lado de Dilma e não fizeram proncunciamento. Estavam com ela Jaques Wagner, da Casa Civil; Ricardo Berzoini, da Secretaria de Governo; José Eduardo Cardozo, da Justiça; Gilberto Kassab, das Cidades; Gilberto Occhi, da Integração Nacional; Aldo Rebelo, da Defesa; Armando Monteiro Neto, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Henrique Eduardo Alves, do Turismo; André Figueiredo, das Comunicações; Celso Pansera, da Ciência, Tecnologia e Inovação; além do Advogado-Geral da União, Luís Inácio Adams.

Veja o vídeo do pronunciamento no link .

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39 Respostas to “Aberto processo de impeachment”

  1. Chesterton said

    O PT não deveria ter entrado nesse jogo degradante.
    chest- o PT é a parte degradante do processo.

  2. Elias said

    É… O PT é a parte degradante.

    Antes do PT tudo no Brasil era ética e moralidade.

    E é mentiora que o Chester não é um idiota.

  3. Elias said

    Parece que agora a coisa vai.

    Era pura bobagem o PT e o governo ficarem sangrando à toa.

    Melhor partir pro confronto. Quem perder, perdeu. Quem ganhar vai pro algodão. (“Algodão”, no caso, é relativo. Pro PT, p.ex., ir pro algodão significa apenas não se ferrar de vez agora…).

    Se o governo houvesse feito uma boa articulação política, o PMDB inteiro já teria dasabado em cima do Eduardo Cunha, que, a esta altura da vida, estaria transformado em patê. Por não ter feito isso quando deveria, agora terá que correr atrás.

    Dilma vai, agora, provar do veneno da Marta Suplício, por obra de (des)graça de seus gatilheiros jurídicos, que atendem pelo nome de família Bicudo.

    Claro que eles os Bicudo estão fazendo o jogo da direita… Estão fazendo isso por amor à Lei de Responsabilidade Fiscal. Afinal, todos sabem que a gestão de Marta Suplício na Prefeitura de São Paulo foi um primor de responsabilidade fical.

    É bom que isso fique claro entre os leitores e comentaristas do PolíticAética: na Prefeitura de São Paulo, a Marta Suplício nunca deu pedaladas. E o Hélio Bicudo nunca justificou juridicamente as pedaladas da Marta Suplício.

    É mentira que isso nunca aconteceu.

  4. Elias said

    Vou demitir ete computador!

    Onde está ecrito: “Claro que eles os Bicudo estão fazendo o jogo da direita…”

    Leia-se: “Claro que eles, os Bicudo, NÃO estão fazendo o jogo da direita…”

    Claro que não estão. Todo mundo sabe que o Hélio Bicudo é loucamente apaixonado pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Ele mesmo já produziu dezenas de estudos sobre esse amor louco,. né mesmo?

    Alguém, sem ironia. dirá que foi justamente o contrário. Mas esse alguém só diz isso porque desconhece o que são as delícias de um amor louco que brota loucamente em idade provecta.

    Sabem aquela coisa que Roberto e Erasmo diziam do amor sem preconceito, que não sabe o que é direito…? Pois é… Por não saber o que é direito, esse amor louco leva os matusa loucamente pros braços da direita…

    Olhem só o Ferreira Gullar…

    Quando a família Castro (e o Che Guevara) assassinavam por atacado, Gullar fazia apaixonadas declarações de amor louco ao presídio, e, principalmente, aos donos do presídio.

    Exatamente agora, depois que o presídio da família Castro parou de matar seus opositores políticos, Ferreira Gullar descobriu que aquilo lá é uma ditadura sanguinária…

    Claro que isso nada tem a ver com as viagens à ilha, com os eventos da Casa das Américas, com as graciosas estadias na Europa, na maior BLT, que agora acabou. Não tem mais.

    Assim, como a louca paixão da família Bicudo pela Lei de Responsabilidade Fiscal nada tem a ver com a perda de uns trocadinhos ocorrida a partir do momento em que Dilma meteu o pé na bunda da Sra. Marta Suplício.

    Uma coisa nada tem a ver com a outra, entendem?

    É só o Brasil, com seu velho padrão de moralidade.

    Quanto mais as coisas mudam, mais ficam como sempre foram…

    E, aparentemente, sempre serão…

  5. Elias said

    Chester,

    Por que as universidades particulares do Brasil, cuja qualidade tu tanto elogiaste, nem aparecem no ranking do CWUR?

    Debater com tolos tem essa vantagem. Volta e meia, a gente faz com que eles mesmos se amordacem.

    Ê gado bom!

  6. Elias said

    O jurista Dalmo Dalari diz lembra que que o documento-bomba elaborado pela família Bicudo (com aval de Miguel Reale Jr) é tecnicamente inconsistente, porque não demonstra o dano ao erário provocado pelas pedaladas. E não demonstra porque esse dano jamais ocorreu. Foi, sim, uma manipulação contábil, que falsificou dados estatísticos, mas dela não resultou o saque indevido de um úinico centavo, dos cofres públicos.

    Fui pra íntegra do pedido de impeachment. Tem 65 páginas. Vou ver se tenho saco pra ler tudo hoje à noite. Por ora, li apenas as 15 páginas iniciais e as duas finais.

    As primeiras 15 páginas que já li são dedicadas à enrolação típica dos textos escritos por advogados. Pura flatulência.

    O último parágrafo da página 64 diz o seguinte:

    “Por certo, os documentos são suficientes a instruir o feito; porém, na eventualidade de a Câmara e o Senado entenderem pela necessidade de ouvir testemunhas, desde logo, arrolam-se aquelas cuja colaboração fora essencial para o desvendar de toda essa terrível situação, em especial: 1) Alberto Youssef; 2) Ricardo Pessoa; 3) o Representante do Ministério Público junto ao TCU, Dr. Júlio Marcelo de Oliveira; 4) o Auditor Fiscal Antônio Carlos Costa D’ Ávila Carvalho (Mat. 5715-0); e 5) o Auditor Fiscal Charles Santana de Castro (Mat. 9432-3).”.

    O que será que o doleiro Youssef sabe quanto aos procedimentos internos da Contabilidade Geral da União? Porra nenhuma, claro!

    Por que, então, o sacana do Bicudo diz que a colaboração de Youssef è “essencial para desvendar” as dúvidas sobre as pedaladas da Dilma?

    Pelo que vi até aqui, o documento é tecnicamente medíocre, o que é surpreendente, já que tem o selo de Hélio Bicudo… (Será que esse porra de fato participou da elaboração desse documento, ou deixou isso nas mãos de seus rebentos, emprestando somente a assinatura?).

    Nas 15 páginas iniciais, o documento tergiversa, desviando-se o tempo todo de seu objeto. O típico recurso ao “enchimento de linguiça”, de quem não tem muito a dizer sobre o que está dizendo. E tome de “lava jato”, e de citações de depoimentos de notórios marginais, sobre coisas que não se relacionam, nem direta nem indiretamente, sobre a razão que alegadamente fundamenta o pedido de impeachment. Bicudo reclama até do poder e da influência política que Lula continua tendo até hoje, como se fosse crime um político ter poder e influência política.

    Até onde li, o documento somente monta uma colcha de retalhos com notícias negativas sobre o governo (a quem jamais se poderá acusar de não dar motivos pra notícias negativas), publicadas na imprensa, a maioria sem nenhuma conexão sobre o procedimento contábil que, por suposto, fundamenta o pedido de impeachment.

    Aparentemente, o documento que Bicudo assinou se esforça por direcionar o processo pra carnavalização típica dos processos políticos brasileiros. Um monte de gente vai falar um monte de merda que não tem nada a ver com o objeto do processo. Depois, deputados e senadores vão tomar uma decisão “política”, depondo ou não a Dilma.

    Claro que o depoimento de Youssef nada contribuirá para o esclarecimento das pedaladas. Contribuirá para o circo. Para a carnavalização.

    A meu pensar, está aberta a porta pra mais uma mega-negociata. A compra de votos pelo FHC pra passar a emenda da reeleição vai parecer pequenas causas, diante do que parece que vai acontecer agora.

  7. Pedro said

    Este é o Googlias velho de blog,,,,,,,, :-)

    Só ele e mais uns 10 vão ler o pedido na íntegra.

    ….

    “Um monte de gente vai falar um monte de merda que não tem nada a ver com o objeto do processo.”

    Na veia.

    Os que mais vão falar merda são a Dilma e o Cunha.

  8. Guatambu said

    Elias,

    Concordo contigo.

    O anuncio do impeachment deve excitar todos os chupins da máquina pública a níveis estratosféricos… e o nosso dinheiro novamente será usado para acomodar interesses de grupos políticos…

  9. Chesterton said

    O PMDB é um parasita, uma giardia, uma tenia, mas o PT, ah, o PT é um HIV….

  10. Elias said

    I
    Li a íntegra da “denúncia” Bicuda.

    É uma bicuda, mesmo.

    Em nenhum momento ele demonstra o dano ao Erário provocado pela pedalada.

    O único jurista de peso que diz concordar com o documento é o Yves Gandra, vinculadíssimo ao PSDB. Ele diz que o documento “tem fundamento jurídico”, mas não diz quais são esses fundamentos nem onde eles podem ser encontrados no texto Bicudo. Na hora do vamos ver, Gandra fica falando no mensalão, na Lava Jato & afins, que não constituem objeto da denúncia, embora o documento Bicudo a todo momento se ferira a esses episódios, como se eles e não as pedaladas fiscais fundamentassem a denúncia.

    E Gandra é enfático ao dizer que o julgamento será “político” e não “jurídico”. Ele próprio, Gandra, defende o julgamento “político”. Ora, se o fundamento do processo é jurídico, o mínimo que um jurista de respeito deveria fazer seria defender um julgamento técnico, ou seja, jurídico. Afinal, a pedalada fiscal provocou ou não prejuízo ao Erário? Ela é ou não motivo pra depor um Presidente da República?

    Num julgamento “jurídico”, caso o Congresso entenda que a tal pedalada é motivo pra depor um Presidente da República, mesmo não tendo causado prejuízo ao Erário, isso firmará jurisprudência. Daqui por diante, todo Presidente da República, Governador ou Prefeito que fizer o mesmo terá que ser deposto. Além do mais, será necessário explicar por que FHC e dezenas de prefeitos e governadores — do PSDB e do PMDB, inclusive — não foram depostos pela mesma razão, já que a legislação é exatamente a mesma.

    Se o julgamento for “político” a coisa se resumirá numa negociata, da qual resultará, se for para um lado, um cínico golpe de Estado ao estilo da “Lei de Autorização” de Hitler; se for para o outro lado, uma cínica compra de votos ao estilo de FHC no episódio da “constitucionalização” da reeleição, com vigência a partir do próprio mandato que ele estava exercendo (foi como mudar as regras do futebol, em benefício de uma das equipes, aos 15 minutos do 2º tempo…).

    II
    Soube ontem que nem o filho do Hélio Bicudo concorda com o documento. Ele diz que o pai está sendo manipulado. Cantei essa pedra de cara… E insisto: Marta Suplício está na moita, manejando os cordéis. Briga de madames: Marta vs Dilma.

    III
    A esta altura do campeonato, o PSDB está farejando o ar.

    O único lance que interessa aos tucanos é derrubar a Dilma e convocar novas eleições.

    Se o Vice Presidente assumir, é claro que ele será candidatíssimo em 2018, comandando a máquina governamental e a maior máquina política do país: o PMDB.

    Nesse caso, as chances tucanas seriam ainda menores do que numa disputa com o PT.

    Aí, para as aves bicudas, o golpe em cima da Dilma seria apenas uma monumental e catarrenta cuspida pro alto…

    A coisa promete…

  11. Elias said

    O PT é um HIV.

    E a direita brasileira é o soropositivo.

  12. Elias said

    Já disse que vou demitir um computador.

    No # 10, o que deveria estar escrito é o seguinte:

    “O único jurista de peso que diz concordar com o documento é o Yves Gandra, vinculadíssimo ao PSDB. Ele diz que o documento “tem fundamento jurídico”, mas não diz quais é esses fundamento nem onde ele pode ser encontrado no texto Bicudo. Na hora do vamos ver, Gandra fica falando no mensalão, na Lava Jato & afins, que não constituem objeto da denúncia, embora o documento Bicudo a todo momento se refira a esses episódios, como se eles, e não as pedaladas fiscais, fundamentassem a denúncia.”

  13. Elias said

    I
    “esses” fundamento?

    Menas, cumpanhêru… Menas…

    Putz!

    II
    “Ninguém consegue acreditar que o Brasil foi de uma posição tão sólida, há três ou quatro anos, a esse extraordinário conjunto de escândalos, paralisia política, colapso econômico e financeiro. É simplesmente espantoso”, (Riordan Roett, cientista político e professor da Universidade John Hopkins/Washington, citado no BBC Brasil.

    De fato, poucas vezes se viu uma condução política tão desastrada… E desastrosa!

  14. Chesterton said

    https://jlcoreiro.wordpress.com/2015/12/04/por-que-limitar-a-divida-da-uniao-valor-economico-04122015/

  15. Chesterton said

    http://infovzla.net/nacionales/se-acercasu-final-militares-venezolanos-se-pronuncian-en-contra-de-maduro/

  16. Pax said

    Um excelente texto do Pedro Doria sobre o Impeachment…

    View story at Medium.com

    sugiro mesmo sua leitura

  17. Chesterton said

    O PT é a origem de todo mal e Mulla é seu pastor

    Reconstrução

    Uma quadrilha que ocupou o Estado está sendo desbaratada, e esse fato, em si mesmo, já é um recomeço

    Um amigo me diz que o país está acabando. Respondo que não, está recomeçando. Não vou morar em Portugal, como ameaçam fazer tantos desiludidos. Vou ficar no Brasil e espero ver o soerguimento deste país.

    O pior já passou, o tempo da impostura, dos falsos heróis, quando o senador petista Delcídio Amaral, que já está preso, presidia a CPI do Mensalão. Quando o deputado petista André Vargas, que já cumpre pena de prisão por roubo, cerrava o punho “revolucionário”, afrontando o ministro Joaquim Barbosa, expropriando, em flagrante desrespeito à memória do país, o gesto de resistência dos que lutaram contra a ditadura.

    Uma quadrilha que ocupou o Estado está sendo desbaratada, e esse fato, em si mesmo, já é um recomeço. Os tempos duros que estamos vivendo, com a economia destruída, a Petrobras à beira do abismo, as empresas corroídas pela promiscuidade corrupta com o governo, o desemprego e a violência crescendo nas cidades, são o preço que pagamos por ter, uma maioria de brasileiros, acreditado durante anos que o Partido dos Trabalhadores, nascido de nobres ideais, não poderia abrigar uma quadrilha. Caiu a máscara, já não é possível negar essa evidência. O partido que defendia os interesses dos trabalhadores acabou por objetivamente voltar-se contra eles, destruindo a economia e fazendo milhões de desempregados, como resultado da corrupção em que mergulhou e da gestão irresponsável da política econômica. O PT deixa uma legião de órfãos entre pessoas decentes que confiaram nele e foram ludibriadas.

    Não podemos continuar sentindo como se a lama que se espalhou pelo país nos corresse nas veias. Para se reconstruir como nação, o Brasil precisa fazer o inventário de seus ativos que sobreviveram à debacle econômica e moral, voltar a acreditar em si mesmo, em sua sociedade, acreditar em suas instituições. Esses ativos existem e são valiosos.

    Uma Justiça que funciona e pune lideranças do mundo político e empresarial é um ativo excepcional de que poucos países podem se orgulhar. Um tentacular sistema de corrupção que o PT, desde a era Lula, instalou como método de governo está sendo desmontado e deslegitimado pela Operação Lava-Jato. O Supremo Tribunal Federal tem confirmado, pela sequência de decisões contrárias às manobras de obstrução da Justiça, o respeito e a confiabilidade que já conquistara no julgamento do mensalão. O STF representa uma segurança contra o arbítrio do poder e do dinheiro.

    Temos uma imprensa livre, competente e investigativa, que sempre se insurgiu contra as tentativas de implantação de um “controle social da mídia”, nefasto desígnio de calar os jornalistas. A sociedade brasileira sabe muito bem se informar, debate exaustivamente as notícias que recebe e ainda as põe à prova de outras versões que as redes sociais, com a autonomia e diversidade que lhes são próprias, produzem e difundem.

    O Brasil tem uma população honesta, esmagadoramente majoritária, que ganha o seu sustento com trabalho e busca um bem merecido horizonte de melhoria de vida. É ela que aponta a corrupção como o maior problema do país, antes da saúde, da educação e da violência, como revela a pesquisa Datafolha. Acerta em cheio, porque é a corrupção que rouba os recursos da saúde e da educação e que alimenta a violência.

    Temos uma opinião pública alerta, que está cobrando o fim do escândalo que é um Eduardo Cunha estertorando na presidência da Câmara de Deputados. Que se mobilizou exigindo que o Senado autorizasse a prisão do líder do governo na Casa. Sem a corrente de opinião que se formou nas redes sociais e interpelou o Senado, talvez os senadores não tivessem, quanto mais não seja por autoproteção, ousado autorizar a prisão de um colega, quiçá de um cúmplice. A vitalidade da opinião pública não está deixando o Congresso fazer o que bem entende. A posição da sociedade será decisiva nos desdobramentos do pedido de impeachment da presidente Dilma.

    No momento dramático que estamos atravessando, o mais determinante ativo do Brasil, presente em todas as pesquisas de opinião, é imaterial, é a vontade de virar essa página da nossa história. É a indignação, a revolta, um querer coletivo, que cresce a cada dia e que não vai parar. Nesse querer coletivo vai amadurecer e dele emergir uma nova geração de lideranças, cujo denominador comum é a consciência aguda do drama social brasileiro, o amor à liberdade e o respeito inegociável à democracia. Esse é o perfil dos que, apoiando-se em nossos ativos, empreenderão, na política e na sociedade, a reconstrução do país.

    Rosiska Darcy de Oliveira é escritora

    rosiska.darcy@uol.com.br

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/reconstrucao-18225518#ixzz3tSgWCy2E
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  18. Chesterton said

    Cunha foi escolhido porque seus pares enxergaram nele os talentos adequados para lidar com o Planalto.

    chest- na mosca

    O Orçamento federal é uma lei, não uma escolha.

    chest- na mosca

    Se, às portas do sexto ano de sua presidência, o Brasil enfrenta a pior recessão desde os anos 1980, bem, só há uma pessoa responsável.

    chest- na mosca

    Todos os indícios levam a crer que Dilma é pessoalmente honesta. Seu governo não é.

    chest- Dilma é revolucionária, tem umamissão, não precisa de bens em seu nome nem de dinheiro, tem financiadores ricos.

    Não há golpe.

    chest- na mosca

    Os antipetistas têm asco da ideia de que um partido de esquerda possa ter chegado ao governo.

    chest- que bobagem, PMDB e PSDB são de esquerda e não causam tanto asco.

    Sobra apenas a realidade. A realidade é que recessões têm alto custo cobrado em empregos e esperanças. Recessões geram pobreza, pioram vidas. Corrupção também. O preço pago pela corrupção é em escolas, hospitais, inépcia administrativa.

    chest- a verdade é que governos não conservadores, governos revolucionários, governos peredulários sempre lavam ao caminho da bancarrota.

    No fim, sobra o seguinte: o PT fez pela esquerda o que a Ditadura Militar fez pela direita. Um estrago retumbante de imagem.

    chest- esquece de dizer que assim foi pelo estatismo, que tanto um quanto outro praticaram. Foram coletivistas, relegaram o indivíduo a segundo plano.

  19. Chesterton said

    Lulla ensina como derrubar Dilma

    http://ar-ar.an.fb.me/MovimentoContraCorrupcao/videos/vb.254329351346007/808062455972691/?type=3&permPage=1

  20. Chesterton said

    Pois é… Nesta sexta, veio a público o conteúdo da delação premiada de Ricardo Pessoa, dono da Constran e da UTC. Está tudo lá — inclusive por que Edinho está sendo investigado e não poderia ser ministro.
    Pessoa contou que, além da conta corrente mantida para abastecer o partido com o dinheiro da corrupção — e quem cuidava dessa área era João Vaccari Neto —, o partido queria um extra de R$ 10 milhões.
    Quem cuidou do assunto? Edinho. Foram três reuniões. Numa delas, o agora ministro lembrou a Pessoa: “O senhor tem obras no governo e na Petrobras, então o senhor tem que contribuir. O senhor quer continuar tendo?”.
    Pessoa diz que nem entendeu como ameaça, ora vejam… Ele só compreendeu que, na vigência do segundo mandato de Dilma, a sem-vergonhice continuaria. Combinou R$ 10 milhões, que seriam doados por dentro, com registro. Repassou R$ 7,5 milhões e foi preso antes de pagar o resto.
    Pessoa contou mais. O pagamento foi acertado num restaurante árabe da rua Haddock Lobo, em São Paulo. Quem pegou o cheque foi Manoel de Araújo Sobrinho, que era, pasmem!, gerente macrorregional da Região Sudoeste da Presidência da República, cargo da Secretaria de Relações Institucionais”.
    Muito bem! E para onde foi Araújo Sobrinho quando Edinho virou ministro? Ora, tornou-se seu chefe de gabinete. Caiu depois que a delação de Pessoa veio a público. Entenderam? Caiu o chefe de gabinete, mas Edinho ficou.
    Outras lambanças
    Em seu depoimento, Pessoa revelou que doou R$ 2,4 milhões à campanha de Lula de 2006 pelo caixa dois. Também costumava presentar o petista com cortes de tecido (R$ 2,5 mil cada) e cachaça da Reserva UTC. Entendo.
    A conta corrente corrupção abasteceu também a campanha de Fernando Haddad em 2012 — R$ 2,6 milhões, pelo caixa dois. Transferiu o dinheiro a pedido de Vaccari. E foi adiante.
    Disse ter doado R$ 150 mil ao deputado Júlio Delgado (PSB-MG) para evitar uma convocação pela CPI da Petrobras. A Paulinho da Força (SD-SP), deu outro tanto para que trabalhadores ligados à Força Sindical não criassem dificuldades na Hidrelétrica São Manoel. E disse ter pagado mesada de R$ 50 mil ao advogado Tiago Cedraz, filho de Aroldo Cedraz, presidente do TCU, para ter informações privilegiadas sobre o tribunal.
    Amigão de Dilma
    Pessoa afirmou também que Valter Cardeal, amigão do peito de Dilma e então diretor-geral da Eletrobras, pleiteou um desconto de 10% na construção da usina nuclear de Angra 3. As empresas do consórcio acabaram fazendo por 6%.
    Os outros 4%, conta Pessoa, Cardeal pediu que fossem repassados na forma de doações eleitorais. Na transcrição da delação, lê-se: “Pelo que Ricardo Pessoa tem conhecimento, Valter Luis Cardeal é pessoa próxima da senhora presidenta da República, Dilma Rousseff”.
    É, meus caros, não deixa de ser surpreendente que Dilma corra o risco de ser impichada apenas pelos crimes fiscais que cometeu, também eles crimes de responsabilidade.
    Ela deveria considerar isso uma sorte.

    blogRA

  21. Chesterton said

    a piada está pronta

    http://www.joselitomuller.com/governo-muda-criterio-de-homicidio-e-brasil-se-torna-pais-mais-seguro-do-mundo/

  22. Pax said

    PMDB e PSDB de esquerda Chesterton?

    mas onde andas e o que andas fumando por aí?

  23. Chesterton said

    Ah são. De cara.

  24. Chesterton said

    http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/2015/12/05/3586-no-recife-dilma-comete-novas-gafes-ao-falar-sobre-zika?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo

    RECIFE – A presidente Dilma Rousseff cometeu novas gafes ao tratar do combate ao mosquito Aedes aegypti após participar de reunião sobre o tema no Recife (PE) neste sábado. Dilma afirmou que seria uma variante do mosquito que transmitiria o vírus zika, apontado como responsável pelo aumento dos casos de microcefalia. A presidente disse ainda que o ovo do mosquito já continha o vírus.

    – Ele (o mosquito) provoca, além da dengue, a chicungunha e ele tem uma variante que transmite o vírus que se chama vírus da zika por causa de uma floresta – disse a presidente. – Precisamos nos mobilizar para evitar os processos de reprodução do mosquito, porque o mosquito transmite essa doença porque ele coloca o ovo e esse ovo tem o vírus que vai transmitir a doença – afirmou ela, em outro momento da entrevista.

    O Aedes aegypti transmite dengue, a febre chicungunha e o vírus da zika. O mesmo mosquito transmite as três doenças, não havendo nenhuma variante nova. O mosquito vira vetor de uma delas após picar uma pessoa doente, não sendo verdade que o ovo posto por ele já contenha o zika.

    Ao falar do tema nesta sexta-feira a presidente já tinha chamado o mosquito de vírus e o zika de vetor. Disse ainda que o vírus provocaria “mudança genética” em crianças, fetos e recém-nascidos. Não há comprovação de científica de que isso ocorra, assim como ainda não está claro para os especialistas qual a relação exata entre o zika e a microcefalia.

  25. Chesterton said

    http://www.diariodobrasil.org/deputado-do-pt-nao-sabia-que-estava-sendo-filmado-e-confessou-dilma-usou-os-correios-na-campanha-de-2014/#

  26. Patriarca da Paciência said

    Elias, eu também acho que agora vai.

    Já há uma articulação do Ciro Gomes e Flávio Dino, “Golpe Nunca Mais” defendendo justamente o mandato de Dilma´ e a reconciliação do governo Dilma com as bases sociais.

    A meta é reconhecer as falhas do governos Dilma mas defender a legalidade acima de tudo e partir para um governo realmente de esquerda.

    Finalmente o governo vai sair da dependência com o PMDB.

    Como disse o velho Machado de Assis: ” Ao vencedor, as batatas”.

    Ainda acho que o único problema continua sendo a inflação.

    Qual seria a alternativa para a Economia, fora dos “remédios clássicos” preconizados pelos manuais ?

  27. Pedro said

    A frase deste governo é outra:

    “Ao vencedor, as mamatas”……

  28. Chesterton said

    Patriarca retorna com a conhecida falta de inspiração.

    “Ainda acho que o único problema continua sendo a inflação.”

    chest- não consigo parar de rir.

  29. Chesterton said

    Parem de acreditar em escola pública de qualidadeEm vez de gastar tanto com escolas públicas e professores ausentes, é melhor transferir o dinheiro direto para os pais e deixá-los escolher a escola particular que preferem
    Por: Leandro Narloch 07/12/2015 às 13:34

    O mais intrigante na ocupação das escolas em São Paulo não é o personalismo dos manifestantes e de seus apoiadores – que se alvoroçaram contra uma proposta de separação de estudantes por faixa etária, mas ficaram bem quietinhos quando Dilma cortou o orçamento do Fies, do Pronatec e do ProUni.
    O pior é a crença cega em “escolas públicas de qualidade”. Eles estão há um século rezando e fazendo procissões para que a Escola Pública de Qualidade desça dos Céus à Terra. Há um século seus pedidos dão em nada. No entanto, como seguidores de uma seita fanática, não largam a fé.
    Pois deveriam. Escolas públicas, para darem certo, exigem boas pessoas. Políticos, professores e diretores que pensem apenas no bem comum, e não nos seus próprios interesses.
    Se uma política pública exige que as pessoas se comportem como santos, pode acreditar: não vai dar certo. As pessoas até são naturalmente benevolentes, mas não são madres-teresas em tempo integral. O desenho de uma política precisa se basear em pessoas reais, não em seres imaginários.
    No sistema atual, o cidadão que recebe o serviço não pode deixar de pagar por ele ou procurar uma escola concorrente caso esteja insatisfeito. Os contribuintes são obrigados a pagar pelo serviço mesmo que não gostem dele ou não o utilizem.
    Já os professores e diretores são remunerados por uma entidade distante – o Estado – e não pelos clientes diretos. Sabem que não terão prejuízo se faltarem dezenas de vezes por ano ou se os pais ficarem insatisfeitos. Não têm incentivo para inovar, cortar custos, pensar em produtos diferentes. Podem se dar ao luxo de fazer greves que duram um, dois, três meses. Se um aluno desistir de ir à escola, isso é até uma boa notícia para o diretor, que terá um problema a menos com que se preocupar.
    E os políticos que coordenam o serviço não precisam melhorar o sistema – apenas fazer parecer, a cada quatro anos, durante a campanha eleitoral, que deram um jeito nas escolas. Ou falar banalidades na televisão que toquem o público mais que as banalidades dos candidatos concorrentes. É como se o síndico do prédio fosse encarregado da educação dos filhos dos moradores. Uma loucura.
    Com incentivos assim, não dar certo é a regra. As notícias de jornal não deveriam tratar de escolas que decepcionaram, mas dos raros casos em que o desempenho é satisfatório. O mistério é descobrir por que algumas escolas públicas funcionam, e não o contrário.
    Os manifestantes que ocuparam as escolas parecem acreditar que conseguirão convencer todos os políticos, professores e diretores a agir apenas pelo bem comum. Embriagados pelo protagonismo, gastam a voz em discursos morais sobre a importância da educação e da necessidade de “cada um fazer a sua parte”, e outros clichês.
    Desculpem cortar o barato, mas já passou da hora de desistir de escola pública de qualidade. Se dependermos apenas de incentivos morais, e não de incentivos financeiros, não vai dar certo. Não adianta mudar os políticos. Não adianta gastar ainda mais em educação. É preciso mudar os incentivos.
    Em vez de gastar tanto em escolas ineficientes e professores que mais faltam do que aparecem, é melhor transferir o dinheiro diretamente para a família de alunos pobres, em forma de vales, ou pelo menos passar as escolas para gestores privados.
    Os pais (e não uma autoridade) decidem qual linha pedagógica preferem e qual escola escolherão para os filhos. As escolas passam a responder aos pais – e a concorrer entre si por estudantes.
    Já é assim em muitos países. Nos Estados Unidos, as escolas charter (escolas tocadas por ONGs ou associações comunitárias e bancadas com dinheiro público) têm notas acima da média até mesmo quando estão em áreas pobres, que historicamente decepcionam nos índices de escolaridade. Há 180 escolas assim em Nova York; 6 mil nos Estados Unidos.
    Um estudo da Universidade Stanford mostra que 53% dos alunos de escolas charter são pobres, contra 48% de escolas públicas; e 29% são negros, contra 16% em escolas públicas. Estudantes negros estudando em escolas charter leem, em média, 29 dias a mais por ano e estudam matemática 36 dias por ano a mais que estudantes de escolas públicas tradicionais.
    Esse modelo não é novidade no Brasil. O governo de Goiás já está criando um sistema de escolas charter. O ProUni não é nada mais que privatização da educação: em vez queimar dinheiro em universidades públicas perdulárias que param em greve quase todo ano, melhor financiar bolsas de estudo em faculdades privadas.
    Essas alternativas não são uma solução livre de falhas. É preciso evitar a “falácia do nirvana”, segundo a qual há uma solução perfeita para todos os problemas do mundo. No Chile, o sistema de voucher nem sempre incentiva a concorrência entre escolas, porque os pais muitas vezes preferem escolas mais próximas de casa que as melhores da cidade. E não se pode descartar a possibilidade de corrupção entre os políticos e os gestores privados.
    Além disso, o sistema privado é diverso. Como hotéis ou marcas de biscoitos, há escolas e faculdades privadas excelentes e picaretas. As melhores universidades do mundo (Harvard, Oxford, Cambridge, Yale, Stanford) são entidades privadas que ganham uma boa dose de recursos públicos. Assim como uma penca de “uniesquinas” de baixa qualidade.
    Mesmo assim, o sistema está está léguas à frente do padrão tradicional de escolas públicas. Como podem receber doações privadas, as escolas charter americanas se esforçam para manter a reputação e evitar reclamações. Algo que jamais passaria pela cabeça da maioria dos diretores de escolas públicas brasileiras.
    @lnarloch

  30. Patriarca da Paciência said

    “O PT é a origem de todo o mal”. (Repetido por Chesterton centenas de vezes)

    Isto é um raciocínio tão primário que eu acho impossível ter saída da cabeça de uma pessoa formada em medicina.

    Como que uma pessoa pode se formar em medicina e continuar tão primitivo desse jeito ?

    É um verdadeiro mistério.

  31. Chesterton said

    O número que talvez melhor explique a derrota do chavismo no verdadeiro plebiscito que foi o pleito parlamentar de domingo (6) surge de um estudo do sociólogo Luis Pedro España (Universidade Católica Andrés Bello): o número de lares em situação de pobreza na Venezuela passou de 48,4% em 2014 para 73% este ano.

    Em número de pessoas não é diferente: de 52,6% de pobres passou-se a 76%.

    É natural, ante essa involução, que a maioria de venezuelanos tenha abandonado o governo que dizia representá-los. Afinal, sua monumental incompetência não conseguiu protegê-los.

    É eloquente que uma pesquisa do “Venebarómetro” às vésperas da votação tenha mostrado que o grupo que mais esperava melhorias no país, com as eleições, era justamente o dos chavistas: 67,7% diziam acreditar que a situação do país melhoraria após a votação.

    Como todas as pesquisas indicavam folgada vantagem da oposição –de resto confirmada nas urnas– dá para interpretar que nem os chavistas acreditavam na versão oficial de que a crise era culpa da “guerra econômica” supostamente movida pela oposição.

    Derrotado no plebiscito, o presidente Nicolás Maduro fica sem chão para insistir na tese de “guerra econômica” e, ainda por cima, sem o controle da única instituição, a Assembleia Nacional, que escapa ao torniquete chavista.

    O segundo homem do bolivarianismo, Diosdado Cabello, fica sem a presidência da Assembleia Nacional, da qual abusava despudoradamente.

    É cedo ainda para saber como o chavismo reagirá à perda da invencibilidade eleitoral (antes, perdera apenas um plebiscito, cujo resultado logo reverteu).

    Maduro é tosco demais para tirar do resultado a lição de que seu modelo supostamente socialista do século 21 é tão fracassado como o foi o do século 20.

    Clovis Rossi

  32. Patriarca da Paciência said

    Especialmente para o Chesterton, professor Clovis de Barros:

  33. Chesterton said

    Tente algomais interessante;

  34. Pedro said

    Pois é, o xadrez político esta sendo jogado.

    Agora é esperar o Googlias ler a íntegra da carta do Temer, só pra conferir se temos razão em chama-lo de Mimimichel Temer…. :-)

  35. Patriarca da Paciência said

    Temer demonstrou ser claramente um sujeito vaidoso, carente e extremamente egoísta. Em nenhum momento se preocupou com os brasileiros ou com o Brasil.
    Além do mais, está “extremamente carente”.
    Ele que vá procurar outro ombro para chorar, ora bolas !
    O fato é que não tem as mínimas condições de ser um presidente da República.

  36. Guatambu said

    Pedro,

    hahahahahhahahah!!!!!!

  37. Chesterton said

    http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/2015/12/delcidio-contrata-advogado-especialista-em-delacao-premiada.html

    Será que ele vai entregar o José Dirceu e o Vaccari?

  38. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/11/1704915-semiarido-cearense-tem-escolas-publicas-com-nivel-de-paises-ricos.shtml?cmpid=compfb

    As escolas são bem conservadas, mas sem luxo. A base das aulas é o tradicional lousas-carteiras-apostilas-livros.

    “Nossa preocupação é com o arroz com feijão bem feito, sem pedagogês que não dá resultado”, afirma o prefeito da cidade, Veveu Arruda (PT).

    chest- quem disse que eu não elogio um petista de vez em quando? Giz -papel-lápis.

  39. Pax said

    Cunha manobrou, o governo chiou, o STF parou.

    Novo post.

    Bem-vindo de volta, caro Patriarca.

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