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Mensalão tucano: Eduardo Azeredo condenado a 20 anos

Posted by Pax em 17/12/2015

A fila do mensalão tucano, precursor do mensalão petista, andou. Eduardo Azeredo finalmente condenado a 20 anos de prisão.

Justiça condena ex-senador Eduardo Azeredo a 20 anos de prisão

Da Agência Brasil

A Justiça condenou o ex-senador Eduardo Azeredo, do PSDB de Minas Gerais, a 20 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. A sentença foi dada em primeira instância, hoje (16), pela juíza da 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Melissa Pinheiro Costa Lage.

Azeredo foi condenado por crimes cometidos durante a campanha eleitoral pela sua reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998. Eduardo Azeredo respondeu pelos crimes de peculato, ou seja, desvio de bens praticados contra a administração pública por servidor público, e de lavagem de dinheiro. O ex-senador também foi condenado ao pagamento de 1.904 dias-multa, cujo valor foi fixado em um salário mínimo vigente em 1998.

Pela sentença, a prisão será inicialmente em regime fechado. Ele ainda poderá recorrer da decisão. O processo contra Azeredo estava sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF) até março do ano passado, quando a Corte decidiu que a Ação Penal 536, conhecida como o processo do mensalão mineiro, seria julgada pela Justiça de Minas Gerais.

Eduardo Azeredo renunciou ao mandato parlamentar em fevereiro do ano passado, após o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentar as alegações finais no processo, última fase antes do julgamento, pedindo a condenação do ex-deputado a 22 anos de prisão.

Nas alegações finais, o procurador-geral disse que Azeredo atuou como “um maestro” no esquema, desviando recursos públicos em benefício próprio para financiar a campanha política. Janot ressaltou que a prática dos crimes só foi possível por meio de um esquema criminoso montado pelo publicitário Marcos Valério, condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão.

No documento enviado ao STF, Janot detalha como funcionava o esquema de desvios. Segundo ele, o então governador Eduardo Azeredo autorizava três empresas estatais – as companhias de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e Mineradora de Minas Gerais (Camig) e o Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) – a liberar o pagamento de patrocínios de R$ 3,5 milhões, em valores da época, para três eventos esportivos de motocross. A partir daí, o dinheiro passava pela agência de publicidade de Valério, por contas de empréstimos fraudulentos feitos no Banco Rural, e chegava à campanha do candidato.

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18 Respostas to “Mensalão tucano: Eduardo Azeredo condenado a 20 anos”

  1. Patriarca da Paciência said

    A canoa furada do “mordomo de filme de terror” começa a afundar de vez:

    247, com Agência Câmara – Acabou de ser confirmado pela Secretaria Geral da Mesa da Câmara dos Deputados que o deputado Leonardo Picciani (RJ) é o novo líder do PMDB na Casa.

    Picciani havia sido substituído pelo deputado Leonardo Quintão (MG), que assumiu a liderança do PMDB na última quarta-feira (9), após apresentar requerimento com 35 assinaturas, uma a mais do que o necessário para substituir o líder, uma vez que o partido conta com 66 parlamentares.

    Na manhã desta quinta-feira (17), Picciani apresentou lista com 36 assinaturas apoiando a sua liderança, incluindo os deputados Pedro Paulo, ex-secretário municipal de governo do Rio de Janeiro; e Marco Antônio Cabral, ex-secretário do Esporte e Lazer do Estado do Rio de Janeiro, que retornaram à Câmara por decisão do diretório estadual (RJ).

    Segundo Picciani, a volta dos dois deputados não foi para apoiar sua liderança, mas para defender a posição do partido no Rio de Janeiro, que é contrária ao impeachment da presidente Dilma Rousseff.

  2. Patriarca da Paciência said

    247 – O voto do ministro Luiz Edson Fachin sobre o rito do impeachment da presidente Dilma Rousseff sofreu duas divergências importantes no Supremo Tribunal Federal nesta tarde.

    A a primeira foi do ministro Luís Roberto Barroso, para quem o voto secreto na formação da comissão do impeachment pela Câmara, defendido por Fachin, foi uma decisão “deliberação unipessoal e discricionária” do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

    Ao comentar sobre a escolha dos membros da comissão, Barroso ressaltou que a Constituição e o Regimento da Câmara não permitem o voto secreto para compor o colegiado. “Vou ao Regimento interno da Câmara e quando vejo os dispositivos, nenhum deles menciona a possibilidade de votação secreta. Foi instituída por decisão unipessoal e discricionária do presidente da Câmara, porque quis. A vida democrática não se dá assim”, disse.

    Barroso argumentou ainda que não pode haver chapa avulsa na comissão especial que dará parecer pela continuidade ou não do processo de impeachment. Para ele, os membros do colegiado precisam ser indicados pelos líderes dos partidos, sem candidaturas avulsas. “A indicação tem que ser pelos líderes. Você não pode ter o representante de um partido numa comissão eleito pelo plenário. Há uma indicação textual de indicação pelos líderes. Não pode haver votação no plenário se a indicação é pelo líder”, afirmou.

    Barroso também votou para permitir ao Senado a possibilidade de recusar a abertura efetiva do processo contra a presidente, mesmo após autorização pela Câmara. “A Câmara dá uma autorização ao Senado, não uma determinação. Estou votando no sentido de que o papel da Câmara é de mera autorização de recebimento da acusação e de que no Senado existe papel de recebimento da denúncia, decisão de pronúncia e decisão de condenação”, afirmou Barroso.

    “Seria indigno a um órgão de estatura constitucional funcionar como carimbador de papéis”, afirmou.

    Zavascki concorda

    O ministro Teori Zavascki disse que suas preocupações com o voto do relator Fachin são as mesmas do ministro Barroso; Teori afirma entender que a Câmara apenas autoriza a instauração do processo de impeachment, e ao Senado cabe processar e julgar, diferente do que votou Fachin.

    ministro Celso de Mello enfatizou que não se pode deixar de reconhecer ao Senado a possibilidade de “deliberar pela extinção do processo”. Pelos sinais que já deram no plenário, Marco Aurélio, Cármen Lúcia e Rosa Weber também deverão pelo voto aberto para comissão.

    Rosa Weber

    Em seu voto, a ministra acompanhou a divergência iniciada pelo ministro Luís Roberto Barroso. Rosa Weber afirma que a Câmara “abre a porta” para o ingresso do processo. Ela apenas autoriza a instauração. Ao Senado, cabe o processamento do impeachment.

    A ministra votou pelo voto aberto para eleição da comissão do impeachment.

    Acompanhe a votação ao vivo pela TV Justiça.

    O ministro Fux também está acompanhando o ministro Barroso.

    No final das contas apenas o previsível voto de Gilmar Mendes parece que acompanhará o voto patético do Fachin !

  3. Chesterton said

    http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2015/12/suspeito-de-ter-cometido-crime-de-racismo-presta-depoimento.html

    chest- racismo, coisa de negro? Sim, inclusive contra outros negros.

  4. Patriarca da Paciência said

    Pois é, Pax,

    inclusive a Polícia Federal, finalmente, está investigando “causos” de 1997.

    A pimenta chegou no rabo do PMDB e, agora, também no rabo do PSDB.

    vai ter pimenta para o rabo de todo mundo !

  5. Patriarca da Paciência said

    O deplorável Toffoli também acompanhou o patético voto do Fachin.

  6. Zbigniew said

    Tenho a esperança de que o Brasil esteja começando a, realmente, mudar em alguma coisa.

    Duas notícias: o STF ter derrubado o entendimento do Fachin sobre o rito do impeachment; e um tucano (apesar de 17 anos desde a primeira notícia) ter sido condenado a alguma coisa.

    Talvez a fraqueza da Dilma, de alguma forma, esteja beneficiando o surgimento desses novos ventos. Será?

    Mais uma vez a bola está nas mãos do governo. Os movimentos pró-legalidade estão alinhados e, por hora, fazem um contraponto de peso aos golpistas. O jogo voltou ao zero a zero. Por enquanto.

    Temo a inapetência da Presidente, que, apesar de honrada e honesta (nos dizeres do Ciro, e, acredito também), é de uma incompetência política e de uma miopia de governo impressionantes. Precisa se cercar de homens e mulheres de coragem para quebrar a lógica de poder, que, em primeiro lugar, procura sempre agradar o mercado e manter as relações espúrias derivadas do presidencialismo de coalizão a qualquer custo. Adiantou alguma coisa?

    Temo também por decisões como a do Zavascki que adiou para fevereiro a situação do pilantra Cunha. Mas esse já está com os dias contados.

    A oportunidade é única para a Dilma começar a mudar a história do seu governo e, quem sabe, do sistema político brasileiro. Entretanto, hoje, não acredito na Presidente como estadista a altura de tamanho desafio. Espero que ela nos surpreenda.

  7. Chesterton said

    Z-Big….o Brasil na mão de Renan Calheiros e Dilma………breeeeeeejooooooo!!!!

    Surpresas com Dilma? Dilma tem uma característica: nada aprende.

  8. Chesterton said

    Só para lembrar: aquele que o procurador-geral de Dilma quer derrubar é investigado em três inquéritos; Renan, o esbirro da presidente, em seis…

    chest- RA

  9. Chesterton said

    http://oglobo.globo.com/economia/jaques-wagner-cotado-para-assumir-ministerio-da-fazenda-18326275?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar

    O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, passou a integrar a lista dos cotados para assumir o Ministério da Fazenda no lugar de Joaquim Levy, que deve deixar o cargo a qualquer momento. Em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira, Wagner confirmou, em tom de brincadeira, que seu nome tem circulado, ao lado de outros, como possível substituto de Levy.

    Como o governo sabe que é difícil encontrar pessoas no mercado financeiro que estejam dispostas a assumir a missão, as principais apostas estão em nomes de dentro do próprio governo. O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, figura entre os preferidos da ala petista do governo, por seu perfil desenvolvimentista.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/jaques-wagner-cotado-para-assumir-ministerio-da-fazenda-18326275#ixzz3ugi8ffiY
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    chest- inflação de 22%, façam suas apostas.

  10. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/02/1588704-venezuela-prende-juiz-que-condenou-traficante-que-seria-proximo-a-governo.shtml

    chest- nosso futuro? Ou é presente?

  11. Chesterton said

    A ideologia de Dilma é incompatível com a estabilidade monetária e fiscal. Não foram apenas seis decretos de crédito suplementar. Foi toda a política implantada por ela. O Brasil perdeu o selo de bom pagador pelo qual lutou durante anos nos governos Fernando Henrique e no primeiro mandato de Lula. A vitória foi conquistada passo a passo. A perda é também o resultado de erros repetidos. Eles começaram no final do período Lula, mas ganharam vulto na administração Dilma.

    http://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/raiz-da-crise.html?utm_source=Facebook

    cheswt- essa mulher (diuma-figa) é maluca e ainda fica dando ouvidos a keynesianos de botequim…..

  12. Chesterton said

    O novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, está na lista de pessoas que podem ser punidas pelo TCU (Tribunal de Contas da União) no caso das chamadas “pedaladas fiscais”. O tribunal considerou ilegais os atrasos dos repasses da União para quitar benefícios sociais e subsídios pagos por bancos públicos em 2013 e 2014.

    Ao menos 17 servidores, entre eles Barbosa e o ex-ministro Guido Mantega, podem responder por atos de improbidade e crime contra as finanças. A ação pode resultar em perda do cargo e inabilitação por oito anos para exercício de função pública, em caso de condenação. Em 2012, o Ministério da Fazenda publicou duas portarias na tentativa de institucionalizar o atraso no repasse de recursos para os bancos públicos. Os normativos diziam que o governo poderia adiar em dois anos, pelo menos, o pagamento de dívidas com o BNDES. Eles foram assinados por Mantega e Barbosa (na época número 2 da Fazenda, que estava como ministro interino).

    No início de dezembro, o TCU negou recurso do governo que tentava reverter a decisão do órgão de abril deste ano. A decisão de abril fundamentou parecer pela rejeição das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff, decisão tomada pelo TCU meses depois.

    Com a decisão deste mês, o ministro José Múcio ficou livre concluir o processo original das chamadas pedaladas, que só deve ser votado em 2016.(Folha)

    chest- vai durar?

  13. Chesterton said

  14. Patriarca da Paciência said

    Caro Zbigniew,

    eu acho que agora a Dilma está no caminho certo.

    Também considero a Dilma fraca em habilidade política, mas agora tem um político bem hábil na Casa Civil.

    Levy foi uma aposta totalmente fracassada. Seu papel seria de manter o Brasil de bem com as famigeradas “agências de classificação de risco”. Implantou uma política de juros altos e recessão que, apenas, desgastou a presidente e provocou desemprego. De que adianta “arrochar” os gastos e desviar tudo para pagamento de juros ? É uma política suicida. Se a arrecadação cai cada vez mais, nunca acontecerá o tal “equilíbrio”.

    Então é isso aí, vamos manter as contas saudáveis, mas também o país tem crescer para melhorar a arrecadação.

    A melhor coisa que aconteceu foi o rompimento do PT com o famigerado Cunha.

    A país passou a perceber claramente quem está interessado em fazer boa política e quem está interessado em apenas atingir o poder a qualquer preço, tornando possível a reconciliação de Dilma com as base que a elegeram..

    Dilma ganhou as eleições mas estava governando com o programa da oposição, o que só lhe trouxe desgaste.

    As incontáveis concessões aos adversários só acarretaram mais exigências e mais chantagens.

    Finalmente vai começar o segundo mandato da presidente Dilma.

  15. Chesterton said

    Dilma só tem uma saída, vender patrimonio. Na baixa. Na “bacia das almas”.

  16. Pedro said

    Azeredo preso por causa do mensalão.

    Ueh, ninguém vai gritar….Azeredo guerreiro, herói do povo brasileiro? :-)

  17. Pax said

    novo post — parece que Michel Temer caiu do cavalo mal encilhado…

    o Brasil pode ser acusado de tudo, menos de monotinia

    com essa classe política que temos o bagulho não para

  18. Chesterton said

    Ei, essa frase é minha!

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