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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Impeachment segundo o STF

Posted by Pax em 19/12/2015

O governo ganhou fôlego extra nesse fim de ano. Michel Temer, segundo vários analistas, estava associado com a turma do impeachment depois de sofrer seus reveses e bolas nas costas na posição de vice-presidente. Agora parece que caiu desse cavalo mal encilhado.

A oposição contava com apoio popular e a manobra de Eduardo Cunha elegendo a chapa da oposição na comissão da especial que analisa o estabelecimento do processo de impeachment na Câmara.

O STF entendeu que não, as ruas não responderam da forma que a oposição queria e o quadro ficou favorável a Dilma. Que até trocou de ministro da fazenda tirando Joaquim Levy e colocando o desenvolvimentista Nelson Barbosa com a missão de animar uma economia absolutamente estagnada.

O projeto que já não deu certo será reforçado. O Estado como motor propulsor com um governo errático, incompetente e recheado de corruptos parece incapaz de animar quem quer investir no país, criar empregos e renda e sustentar o Estado de Bem Estar Social definido na Constituição.

A corte só tem em sua pauta a própria corte. Enquanto o dia dia do povo está cada vez mais difícil.

Supremo aprova ata de julgamento sobre rito do impeachment

Michèlle Canes – Repórter da Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou hoje (18), em sessão extraordinária, a ata da sessão de ontem (17), quando o tribunal definiu, provocado por uma ação do PCdoB, as principais regras do rito do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A ata será publicada ainda hoje no site do STF e amanhã (19), em edição extra do Diário de Justiça.

Antes de encerrar a última sessão do ano, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski fez um balanço das atividades. De acordo com os números, em 2015 o plenário da Corte julgou mais de 2,6 mil processos. Outros 82 foram finalizados no Plenário Virtual. As duas turmas analisaram 14.968 ações.

O advogado-Geral da União elogiou o trabalho dos ministros, lembrando que 2015 foi um ano de dificuldades. “A Corte se mostrou uma verdadeira guardiã da Constituição. “o STF enfrentou, neste ano de 2015, desafios que mostraram a qualidade do trabalho de nossos constituintes e a qualidade da Corte em manter de forma qualificada e superior a nossa Constituição”.

Em nome do Ministério Público (MP), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, destacou que, este ano, a democracia brasileira mostrou que está mais madura. “Em 2015 as instituições brasileiras foram chamadas a dizer por que aqui estavam. Todas elas disseram muito bem, fizeram seu papel de forma objetiva, precisa, eficiente, equilibrada e ponderada. Esse é o grande exemplo que, como chefe do MP brasileiro, tiro deste ano de 2015”.

Processo

No encerramento da sessão, o advogado-Geral da União, Luís Adams, reafirmou que a decisão da Corte garante estabilidade ao processo de impeachment. Em uma das decisões de ontem, a maioria dos ministros entendeu que a comissão deve ser formada por representantes indicados pelos líderes dos partidos, escolhidos por meio de chapa única.

Questionado sobre o que pode ocorrer caso a chapa para a comissão seja rejeitada, Adams informou que essa possibilidade “mostra a necessidade de os líderes refazerem a chapa. Se não há base de sustentabilidade para o processo, eles refazem a chapa”, acrescentou.

Com relação ao mesmo tema, o ministro Dias Toffoli lembrou que foi voto vencido. “Quem deve responder essa questão [da rejeição] são aqueles que votaram no sentido da necessidade de indicação dos líderes. Eu não votei dessa forma.”

Ontem, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), após afirmar que respeita e que vai cumprir a decisão do STF, demonstrou preocupação com a impossibilidade de candidaturas avulsas para disputar a comissão do impeachment. “Isso torna inócuos artigos regimentais da Casa. Eleição pressupõe aprovação. A pergunta que fica no ar é a seguinte: se o plenário rejeitar a chapa única como é que vai ficar? Vai ter comissão?”

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90 Respostas to “Impeachment segundo o STF”

  1. Pedro said

    http://m.congressoemfoco.uol.com.br/noticias/supremo-quebra-sigilos-de-renan-calheiros/

    Tava na hora também.
    Corra Renan que a federal vem aí….

  2. Patriarca da Paciência said

    Minha opinião é que todo o mal que as famigeradas “agências de classificação de risco” poderiam fazer ao Brasil, já fizeram.

    Tudo para elas é pouco. O Levy provocou recessão e desemprego, mas elas sempre querem mais e mais.

    Então, o que vier daqui para a frente é lucro !

    Então vamos tentar outro caminho.

    Para os chantagistas internacionais, apoiados pelos chantagistas nacionais, tudo é pouco – só interessa a rendição completa !

    Dilma se reconciliará com as base que a elegeram sua popularidade melhorará e , finalmente, o segundo mandato começará.

    O programa que ganhou a eleição presidencial é que deve governar.

    Estou apostando seriamente nessa possibilidade !

  3. Patriarca da Paciência said

    Eu sempre assisto a TV Senado e, uma coisa que aprendi, é respeitar o Renan Calheiros !

    O homem é de uma lucidez, de uma paciência e de uma tolerância muitíssimo acima das pessoas comuns.

    Renan deve ser o maior político já aparecido na política brasileira.

    Quando todos se engalfinham na mais estúpida disputa, lá está Renan para apaziguar, conciliar, procurar um caminho de acordo !

    É impressionante mesmo a capacidade do Renan de tolerar insultos e malcriações !

    Digo com toda a sinceridade do mundo – as virtudes de Renan Calheiros são bem superiores aos seus defeitos !

  4. Chesterton said

    Confesso que acreditava na revolução socialista como futuro da humanidade. Todos os meios estavam relacionados a esse fim.

    Confesso que não via o roubo necessariamente como um mal. Se o dinheiro fosse desviado em nome da causa, tudo bem. Roubar dos ricos (patrões) para dar aos pobres (esquerdistas) era aceitável. Nunca roubei nada, por não levar o mínimo jeito para a coisa, mas pensava assim.

    Confesso que não acreditava em Deus e, se Deus não existia, tudo era permitido, desde que contribuísse para a emancipação da humanidade.

    Confesso que não acreditava em fidelidade conjugal. Todas as regras morais eram mecanismos de controle impostos pela sociedade burguesa. Se tinha a chance de ser feliz com várias mulheres, por que não?

    Confesso que não gostava de empresários. Não aceitava a ideia de que uma empresa fosse criada para ser rentável. O lucro me parecia algo essencialmente imoral.

    Confesso que participei de vários linchamentos morais, um deles contra um amigo.

    Confesso que, se fosse necessário para o bem da revolução, trairia qualquer amigo.

    Participei de vários linchamentos morais, um deles contra um amigo


    Veja também
    O estudante que não é de esquerda (14 de dezembro de 2015)
    Os inimigos do Natal (11 de dezembro de 2015)
    Confesso que não acreditava em verdades absolutas. Portanto, a mentira inúmeras vezes era um dever.

    Confesso que morria de medo de ser desmascarado e humilhado em público. No fundo, eu me considerava uma farsa. E era.

    Confesso que odiava o povo. Afinal, se a revolução traria tantos benefícios, por que os pobres continuavam votando em candidatos “da direita”?

    Confesso que odiava especialmente os bem-sucedidos e gostaria de vê-los despojados de todos os confortos, luxos e facilidades. A inveja era meu oxigênio.

    Confesso que via todos os assassinos e marginais como vítimas da sociedade. Os verdadeiros heróis eram os bandidos.

    Confesso que vivia mergulhado em depressão, vício e rancor. O medo era meu principal companheiro.

    Confesso que a minhas únicas consolações eram a música e a literatura. Mas não conseguia encontrar a alegria nem mesmo nas obras-primas de Bach e Tolstoi.

    Confesso que a conquista do poder e o suposto “bem da coletividade” eram muito mais importantes do que o destino dos indivíduos. Minha vida era uma convenção coletiva sem fim.

    Confesso que não afastava a hipótese de eliminar fisicamente aqueles que se pusessem no caminho da revolução.

    Confesso que tinha medo de morrer, mas principalmente de sofrer.

    Então, um dia, aos 30 anos de idade, descobri que a minha alma era um cenário mais desolado que uma igreja destruída por um incêndio. Descobri que não fazia outra coisa a não ser mentir para mim mesmo e para todos aqueles que me amavam. Comecei a pedir perdão, começando por aquele amigo que hostilizei.

    E peço perdão até hoje. Isso inclui você, que lê esta crônica.

    http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/colunistas/paulo-briguet/confissoes-de-um-ex-esquerdista-598zouzea5a3uy4no5iqd151y?ref=aba-colunistas

  5. Chesterton said

    É, fazer o quê? Tá perdoado!

  6. Chesterton said

    AI6

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2015/12/1721037-fim-de-jogo.shtml

  7. Chesterton said

    O pessoal não perdoa….

  8. Patriarca da Paciência said

    Eu “se abro” de rir desses “desiludidos do paraíso socialista”.

    Babacas cretinos ! Então vocês acreditam em paraíso ?

    Desde que o mundo é mundo e, a humanidade começou a se arrastar por esse vale de lágrimas, que aparecem esses “desiludidos do paraíso socialista”.

    Eu nunca li um grande pensador, seja ele Platão, Marx, Spinoza ou qualquer outro grande gênio, que acreditasse em “paraíso socialista”.

    Já os cantores bregas, os literatos de 3ª categoria, os profetas enganadores do povo catadores de níqueis, os capitalistas interessados em vender seus produtos, esses sim, vivem falando em “paraíso socialista”.

    Ora façam-me o favor !.

    Vão chorar suas desilusões no ombro de Temer, ou do Eduardo Cunha !

    Eu acredito sim, que o modelo capitalista norte americano é totalmente inviável a longo prazo.

    E não serve de exemplo para ninguém.

    Seriam necessárias 06 Terras para que todos os habitantes do planeta desfrutassem de um consumo extravagante igual ao norte-americano.

    Já o modelo cubano é totalmente auto-sustentável e, toda a humanidade, dentro de tal modelo, poderia viver dentro de um razoável conforto.

    Então é isso aí, nesse nosso “Vale de Lágrimas”, chamado Planeta Terra, quem acredita em paraíso são apenas os capitalistas interessados em vender o máximo de produtos e os enganadores do povo, vendilhões da fé !

  9. Chesterton said

    Seriam necessárias 06 Terras para que todos os habitantes do planeta desfrutassem de um consumo extravagante igual ao norte-americano.

    chest- quem disse?

    Já o modelo cubano é totalmente auto-sustentável e, toda a humanidade, dentro de tal modelo, poderia viver dentro de um razoável conforto.

    chest- não é, vive de donativos de cubanos principalmente moradores dos EUA. De outra maneira morreriam de fome.

  10. Chesterton said

    http://oglobo.globo.com/economia/comissao-aprova-recomposicao-do-bolsa-familia-no-orcamento-de-2016-18312775

    chest- vai ter que cortar 10 bilhões do Bolsa Familia, quando não há empregos e quando os beneficiários já estão desacostumados a trabalhar.

  11. Chesterton said

    Pax, essa você vai gostar. Não tenho bola de cristal, mas na minha opinião 2 novidades que passaram desapercebidas pela imprensa tupiniquin (e até de fora) mostram que o petróleo pode deixar de ser a fonte de energia importante que é hoje. Não vai desaparecer, mas como a preocupação com a quantidade de esterco equino preocupava no passado não existe mais, ainda que existam cavalos aos montes, a preocupação com queima de petróleo mna atmosfera tenderá a cair a niveis insignificantes.

    http://oilpro.com/post/20994/official-us-oil-export-ban-has-been-repealed

    Não só porque as reservas aumentaram significativamente com o gas descoberto, mas tambem pelo valor estratégico que tinha, surpreende esta notícia.

    http://www.nationalreview.com/article/428780/climate-change-predictions

    E essa notícia é revolucionária, se funcionar, e parece que já há tecnologia para isso atualmente, o preço desta cairá dramaticamente.

    Bom, se isso acontecer, e mais cedo ou mais tarde acontecerá, energia não poluente, não radioativa e a baixo custo, adeus petroleiras, adeus histeria climática.

  12. Chesterton said

  13. Pax said

    Não sei se compartilho esse otimismo do seu comentário #11 acima, caro Chesterton, velho e rabugento Chesterton.

    Vejamos… acho que precisamos de mais um tempo para analisar o que foi pactuado em Paris.

  14. Chesteron said

    Paris foi inócuo. Irrelevante, vale nada. Soluções impossíveis para problemas inexistentes.

  15. Chesterton said

    Petista=vendido

    http://www.jornali9.com/noticias/denuncia/bomba-no-stf-ministro-novato-recebeu-r-2-milhao-do-governo-federal

  16. Chesterton said

    http://folhabrasiloficial.blogspot.com.br/2015/10/processo-sobre-indicios-de.html?m=1

    chest- mas há esperança.

  17. Chesterton said

    http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,vamos-ter-de-pedir-dinheiro-para-o-fmi–diz-monica-de-bolle,1812510

    +

    http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2015/09/bc-diz-que-brasil-pode-usar-reserva-internacional-para-conter-alta-do-dolar.html

    =

    estamos f.u.d.i.d.o.s

  18. Chesterton said

    http://exame.abril.com.br/economia/noticias/barbosa-e-matrix-reloaded-na-fazenda-diz-goldman-sachs

    chest- viramos motivo de troça.

  19. Elias said

    # 17

    EVOLUÇÃO DA DÍVIDA PÚBLICA LÍQUIDA BRASILEIRA E SUA RELAÇÃO COM O PIB:

    Em 2002: Dívida Pública Líquida: R$ 892,3 bilhões. PIB: R$ 1.491,2 bilhões. Dívida Pública Líquida sobre PIB: 59,8%

    Em 2006: Dívida Pública Líquida: R$ 1.120,0 bilhões. PIB: R$ 2.409,8 bilhões. Dívida Pública Líquida sobre PIB: 46,5%

    Em 2010: Dívida Pública Líquida: R$ 1.475,8 bilhões. PIB: R$ 3.886,8 bilhões. Dívida Pública Líquida sobre PIB: 38,0%

    Em 2014: Dívida Pública Líquida: R$ 1.883,1 bilhões. PIB: R$ 5.521,2 bilhões. Dívida Pública Líquida sobre PIB: 32,8%

    Em OUT/2015: Dívida Pública Líquida: R$ 1.972,5 bilhões. PIB: R$ 5.7688,6 bilhões. Dívida Pública Líquida sobre PIB: 34,2%

    Crescimento nominal da dívida pública líquida, de dezembro/2002 a outubro/2015: 121,1%

    Crescimento nominal do PIB, de dezembro de 2002 a outubro de 2015: 286,8%

    Razão entre crescimento do PIB/crescimento da dívida pública líquida: 2,4

    É… Antes, quando as coisas estavam sob controle e havia responsabilidade fiscal, a dívida pública líquida roía quase 60% do PIB. Aí veio a irresponsabilidade fiscal e a gastança, e o endividamento público líquido simplesmente explodiu: ele cresceu de 59,8% para pouco mais de 34%.

    Entendeu, Idi?

    Como já disse, esse teu novo pseudônimo é um elogio (pra bom entendedor meia palavra basta..)..

  20. Elias said

    Por outro lado…

    TAXA IMPLÍCITA DE JUROS, ACUMULADA EM 12 MESES:

    DEZ/2002: 15,5%

    DEZ/2006: 16,3%

    DEZ/2010: 14,9%

    DEZ/2014; 19,3%

    OUT/2015: 30,6%

    Um dia ainda vai aparecer um doido escrevendo uma tese sobre o que foi que a porra do PT viu na porra do Levy…

  21. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/12/1722056-equipe-economica-quer-definir-na-proxima-semana-medidas-para-2016.shtml

    “Na volta do Natal, no dia 28, a presidente [Dilma Rousseff] deve ter uma reunião com a equipe [econômica] e com os ministros do Palácio [do Planalto] para uniformizar a fala e preparar um conjunto de medidas que ela vai ter que apresentar ao Congresso no retorno”, disse Wagner em conversa com jornalistas nesta manhã.

    Uma das propostas será a reforma da Previdência, segundo o ministro. Ele, no entanto, afirmou que não pode detalhar ainda o que será apresentado porque o governo não definiu qual será o modelo adotado. “Todo mundo sabe que precisamos olhar para o futuro. Isso vai dar credibilidade para o governo se conseguirmos garantir que a Previdência, que é geradora de parte do desequilíbrio possa, daqui a 15 anos, ter um equilíbrio”, disse.

    Segundo o ministro, a presidente deverá otimizar de três a quatro eixos da economia para apresentar ao Congresso.

    Ele não deu detalhes sobre os eixos mas disse que poderão ser sobre, além da previdência, a simplificação tributária, livre negociação de questões trabalhistas entre empregador e empregadores, medidas de desburocratizações.

    chest- não diga.

  22. Chesterton said

    Vai ver o Levy impedia tudo isto. Agora sem o Levy, vai ficar mais fácil o aumento do tempo de contribuição para a aposentadoria, a reforma tributária e a livre negociação trabalhista….. (ai, ai, ai)

  23. Patriarca da Paciência said

    Elias,

    minha opinião é que o Levy tinha uma única função no governo – manter o Brasil em paz com as famigeradas “agências de classificação de risco”.

    Acontece que as famigeradas agências são tão chantagistas quanto o Cunha e tão traíras quanto o Temer.

    De nada adiantaram os “arrochos” do Levy e as famigeradas agências sempre querendo mais e mais.

    A Dilma vu que o único resultado obtido foi a impopularidade e a falta de apoio das bases.

    Então o negócio é governar com o programa que ganhou a eleição.

    O mal que eles poderiam fazer já o fizeram.

  24. Elias said

    Patriarca,
    Pra mim, a Dilma pagou um mico.

    Abanou o rabo pra direita, e se ferrou (ferrando ainda mais com o PT).

    Não ganhou apoio à direita e perdeu apoio à esquerda.

    O Levy não tinha nada a dizer e não disse nada. Aplicou a velha, escrota e remelenta cartilha liberal que não deu certo em lugar nenhum (inclusive no Brasil, há 51 anos, como agora, e muito mais e pior com Rui Barbosa).

    Os banqueiros não têm do que reclamar: inflação de 11%, juros de mais de 400%.

    Sempre me referi à dupla Dilma/Levy, porque ele não faria nada sem ela. Os dois cavaram, juntos, o buraco onde acabaram enfiando o país, e pelo qual ela corre o risco de sumir, também.

    Vamos ver se ainda tem conserto… E é bom que tenha, porque as alternativas — PMDB e/ou PSDB — são ainda piores.

  25. Chesterton said

    Dilma É o buraco. Mico quem pagou foi Levy.

  26. Chesterton said

    http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/uber-ja-vale-mais-que-petrobras-e-vale-somadas.html?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar

    Somadas, Petrobras e Vale, têm hoje um valor de mercado de US$ 39,6 bilhões (US$ 24,578 bilhões e US$ 15 078 bilhões, respectivamente).

    Menos que o Uber, aplicativo criado em 2009 em São Francisco e que vale US$ 51 bilhões.

  27. Chesterton said

    Dilma está sendo bombardeada muito além da conta.

    Me chamou a atenção o número de artigos em que pessoas que condenam o impeachment fazem questão de dizer que Dilma vem fazendo um governo péssimo e é irremediavelmente incompetente.

    Um momento.

    Gostaria de saber quais as razões concretas por trás dessa avaliação.

    Dilma, a rigor, fez um mandato. Se os brasileiros não aprovassem seu desempenho ela não teria sido eleita. Isto é fato.

    chest- argumentum ad populum , mais ou menos como “coma bosta, um quyaquilhão de moscas não podem estar erradas.

    Para colocar em contexto, ela venceu em circunstâncias extraordinariamente adversas, o que dá ainda maior legitimidade à vitória.

    chest- ela roubou as eleições, cometeu crime eleitoral e espera-se que pague por isso.

    A imprensa fez tudo o que podia para sabotar sua candidatura. Aécio foi escandalosamente favorecido. A imprensa tratou-o como seu candidato.

    chest- alô Lua, aqui Terra, câmbio.

    Dilma foi, em todos os momentos da campanha, massacrada por jornais, revistas, telejornais. O caso da Petrobras veio para liquidá-la.

    chest- não foram os jornais ou jornalistas que roubaram e destruiram a Petrobras, foram os petistas, seus partidários, da mesma quadrilha.

    Aécio não foi associado sequer ao helicóptero cheio de cocaína de seu amigo do peito (e de clube) Perrela.

    chest- Aécio foi associado ao helicóptero, mas parece que nada tinha com o helicoptero

    O favorecimento criminoso da mídia a Aécio, neste episódio, pode ser avaliado diante das obsessivas menções, agora, a um “amigo de Lula”.

    Perrela, para a imprensa e só para ela, não era amigo de Aécio.

    Sequer o aeroporto privado que Aécio construiu com dinheiro público numa cidade mineira foi objeto de questionamento da imprensa.

    A Folha tocou no assunto, e logo caiu fora. Aparentemente, estava mais preocupada em fazer marketing – o do rabo que não está preso – do que jornalismo efetivamente.

    E a Globo fez uma palhaçada. Depois de ignorar o assunto, Bonner, em sua entrevista com Aécio, interpelou-o duramente sobre o aeroporto. De novo: depois de esconder o aeroporto.

    Aécio, se fosse mais esperto, poderia responder: “Ora, Bonner, se o assunto fosse importante, vocês teriam dado bem no Jornal Nacional.”

    Seria um ippon.

    Dilma viveu uma situação oposta. A obra magna da imprensa foi a capa da Veja na véspera da eleição.

    Baseada numa mentira acintosa, a de que um delator teria dito que Dilma e Lula sabiam de tudo no Petrolão, a capa foi maciçamente usada como propaganda política antipetista no maior colégio eleitoral do país, São Paulo.

    chest- êpa, Dilma não só sabia do petrolão, foi autora.

    O gangsterismo da Veja se comprovaria, algum tempo depois, quando foi publicado o real conteúdo da delação. Em nenhum instante o delator disse o que a Veja disse que ele disse.

    Pois bem.

    Com tudo isso, e sem ser uma debatedora com os dotes de Lula, Dilma venceu.

    O povo, portanto, a aprovou. Deu-lhe mais um mandato.

    E o que veio depois?

    chest- impeachment. Se fosse na Europa, cadeia. Se fosse no Japão, seppuku.

    Dilma nem assumira e se iniciou um descarado movimento para derrubá-la. A direita, sem pudor, repetiu o que fizera em 1954 e 1964: tentar tirar na marra um governante de caráter popular.

    Governar um país é difícil. Quando este país tem uma estrutura secularmente voltada para preservar privilégios e mamatas de uma pequena elite predadora, é ainda mais complicado.

    chest- papo furado, drenaram os cofres para comprar votos.

    Agora: quando você é sabotado a cada minuto, é simplesmente impossível. E Dilma vem sendo sabotada em regime de 24 horas por 7 dias. Não há feriado, não há dia santo, não há sábado e não há domingo.

    chest- não há dia que não apareça um crime do PT, uma delação premiada, uma revelação. Além do mais, o buraco é grande e Dilma não para de cavar.

    Se você olhar para trás, vai ver que até os números de votos foram postos em dúvida. Nem a direita venezuelana chegou a tal grau de abjeção.

    chest- maior golkpe de urna eletrônica que já se viu.

    Como, diante disso, avaliar Dilma? Quem faria melhor? Quem teria chance de fazer melhor?

    Ninguém.

    A “incompetência” é, ao lado da corrupção, uma antiga arma usada pelo plutocracia brasileira contra presidentes que ela não controla. Jango foi o tempo inteiro acusado de incompetente quando criavam contra ele dificuldades simplesmente intransponíveis.

    É a mesma história com Dilma.

    chest- Dilma cria suas agruras, nem vem bundão.

    A direita inviabiliza qualquer chance de você governar e depois acusa você de inepto.

    Não há limites para o descaramento. Aécio, para defender o impeachment, disse nestes dias que a instabilidade é enorme no Brasil.

    Ora, a instabilidade tem um nome: Aécio. Desde o primeiro dia ele se dedica a conspirar contra 54 milhões de votos.

    chest- Claro, Aécio deu as pedaladas.

    O mandato de Dilma é de quatro anos. E no entanto desde a primeira semana cobravam dela como se fosse a última.

    É golpe, é uma tentativa intolerável de destruir a democracia, falar em qualquer coisa que desconsidere que Dilma foi eleita para governar até 2018.

    chest- vade retro , capetinha.

    O momento de julgá-la – nas urnas – foi no final de 2014.

    Querer tirá-la no poder agora, e com os argumentos desumanamente falaciosos que estão sendo utilizados, é um crime de lesa pátria e lesa democracia.

    chest- ou é burro ou muito malicioso. Nem o PT te aguenta, esteatopigio.

  28. Chesterton said

  29. Chesterton said

    http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/cientistas-identificam-pela-primeira-vez-os-genes-da-inteligencia-18348516

    chest- será a inteligência puramente genética?

  30. Chesterton said

    http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2015/12/ate-os-desenvolvimentistas-rejeitam-nova-matriz-economica.html

    chest- ninguem mais leva um centímetro de fé na quadrilha.

  31. Chesterton said

    O fiasco retumbante do projeto que tinha o Estado no palco relegou o pensamento desenvolvimentista aos escombros. Com o Estado falido, seus apoiadores não apenas negam a política da nova matriz, como brigam entre si. Eles racharam em dois grupos, acusam-se de ter influenciado equivocadamente o Palácio do Planalto e disputam o título de quem leu melhor a obra do economista John Maynard Keynes – e, por isso, seria um “verdadeiro keynesiano”, e não um mero “desenvolvimentista” criador de matrizes. “A nova matriz está órfã”, disse Samuel Pessôa, professor do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, no Rio. “Não tem pai, mãe, avó, tio, primo, nem amigo. Tem horas que dizem que nem existiu.” O fracasso da criatura espantou seus padrinhos.

    …..

  32. Chesterton said

    http://folhacentrosul.com.br/brasil/8936/brasil-ja-registra-mais-de-10-milhoes-desempregados-e-as-projecoes-sao-pessimas

    chest- claro que é tudo culpa das oposições, de Aécio e dos jornalistas de direita.

  33. Patriarca da Paciência said

    Elias,

    não concordo mesmo. Caso a Dilma tivesse aplicado um programa de esquerda desde o início, o bombardeio da oposição seria ainda bem maior e, com alguns argumentos válidos, tipo, “a Dilma está governando apenas para os eleitores que a elegeram”.

    Agora todos viram que é exatamente o contrário – é a direita que quer que a Dilma governe apenas para os eleitores da oposição. O famigerado programa “Rumo ao Futuro” do PMDB, “Rumo ao Pesadelo, conforme o senador Requião, é um exemplo claríssimo. Como disse o próprio senador Requião, ali está, letra por letra, todo o programa do PSDB. E é a isso que o bebê chorão 2, vulgo Temer, reclama que a Dilma não adotou.

    Então ficou bem claro que a Dilma tentou fazer um governo de coalizão mas a oposição só aceita um programa integralmente da oposição. Entre as duas hipóteses, fica bem claro para o povo que deve ser adotado pelo governo o programa que ganhou a eleição, ou seja, um programa de esquerda.

    Então é isso aí. Acho que não havia outro caminho. A hora é agora mesmo.

  34. Chesterton said

    A ascensão e a queda de Joaquim Levy são prova eloquente de que até mesmo um ministro da Fazenda bem-intencionado e tecnicamente preparado está longe de ser suficiente para levar a cabo o ajuste requerido pela economia brasileira após anos de maus-tratos (dos quais Barbosa participou ativamente, mas deixemos isso de lado por um instante).

    Se sua trajetória à frente da Fazenda teve algum propósito, foi o de demonstrar que nenhum economista sério teria como aceitar o cargo em circunstâncias semelhantes.

    A verdade é que faltam condições objetivas para produzir o ajuste, que não se resume ao Orçamento do ano que vem nem às necessárias reformas fiscais (previdência e vinculações, por exemplo), mas se estende a temas como tributação, relações trabalhistas e integração comercial entre outros.

    Não há, para começar, convicção por parte da presidente, um tanto pelo seu parco entendimento do problema, outro tanto por uma ideologia profundamente enraizada. Sempre noto que este não é um governo novo; trata-se da continuação de um governo que em momento algum buscou avançar na direção da reforma.

    Pelo contrário, foi uma administração que, apesar de vários alertas a respeito, seguiu expandindo o gasto público (“gasto corrente é vida”), descuidou da inflação e, pior, produziu uma sequência de intervenções das mais desastradas da história do país: aumento de protecionismo, expansão desmesura- da de créditos para “campeões nacionais”, controle de preços, rebaixamento forçado das tarifas de energia e, não fosse o espaço restrito, a lista poderia seguir indefinidamente.

    Houvesse, porém, convicção, ainda assim faltariam as condições políticas para avançar qualquer agenda neste sentido. A base parlamentar do governo, que custa caríssimo para o país, na prática não passa de 200 deputados entre os 513, suficiente para barrar o impedimento da presidente, mas fica devendo no quesito reformas. Diga-se de passagem, aliás, essas reformas também não são particularmente queridas pelo partido do governo, o que reduz consideravelmente sua chance de aprovação.

    Esse diagnóstico não é, óbvio, exclusividade minha, mas uma visão suficientemente difundida para dissuadir economistas sérios quanto à possibilidade de avançar nesses temas. Estariam, como Joaquim, apenas emprestando seu prestígio a um governo, sofrendo um risco considerável de não recebê-lo de volta no fim do período.

    Restou, portanto, Barbosa, cujas traquinagens na formulação da chamada “Nova Matriz Econômica” são bem conhecidas. (A propósito, a “nova matriz” anda tão enjeitada que nem apoiadores e formuladores de primeira hora têm coragem de reconhecê-la, valentemente chamando-a agora de “tentativa de prolongar o ciclo de consumo e só”)

    É dele a afirmação em 2010: “A opção estratégica fundamental em apostar no crescimento ao invés de radicalizar a incerta proposta de ajuste fiscal contracionista, baseada nos cânones neoliberais, terminou sendo validada com base em resultados imediatos”.

    São palavras de triunfo de quem se acreditava dono da verdade, mas os resultados de hoje, recessão, inflação e desemprego, revelam sem sombra de dúvida quem tinha razão no debate.

    Nelson Barbosa não tem mesmo a menor importância.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/alexandreschwartsman/2015/12/1722300-barbooosa-ou-o-ministro-irrelevante.shtml

  35. Chesterton said

    Ao assinar a Medida Provisória que facilitou as operações das grandes empresas apanhadas em roubalheiras, a doutora Dilma abandonou a posição de neutralidade antipática que mantinha em relação à Lava Jato. Ela alterou uma lei de seu próprio governo e alistou-se na artilharia dos oligarcas que, pela primeira vez na história do país, estão ameaçados por um braço do Estado.

    O mimo permitirá que empreiteiras cujos diretores foram encarcerados negociem novos contratos e obras com a Viúva. No mais puro dilmês, ela disse que “devemos penalizar os CPFs (as pessoas físicas), os responsáveis pelos atos ilícitos. Não necessariamente penalização de CPFs significa a destruição dos CNPJs (as pessoas jurídicas). Aliás, acreditamos que não exige”. A frase de pouco nexo escamoteia o conceito de que as roubalheiras podem ter mais a ver com malfeitorias de pessoas do que de empresas.

    As roubalheiras não eram dos executivos, eram da oligarquia empresarial. Prova disso está no fato de que nenhuma empreiteira queixou-se de seus executivos.

    Os defensores do abrandamento dos acordos de leniência sustentam que a Lava Jato abala negócios, desemprega trabalhadores e inibe a economia. É um argumento parecido com aquele usado pelos defensores do tráfico negreiro no século 19, mas essa é outra discussão.

    Até hoje nenhuma grande empreiteira pediu desculpas à população pelas mentiras que repetiu tentando proteger-se da Lava Jato. O papa Francisco pediu desculpas pelos casos de pedofilia na Igreja. A Volkswagen desculpou-se pelas fraudes ambientais. Os oligarcas brasileiros mentiram para a população e nada.

    Fulanizando os casos das três maiores empreiteiras do país:

    A Odebrecht sustenta que nada fez de errado. Em outubro de 2014, Marcelo Odebrecht, disse o seguinte: “como diretor-presidente da Odebrecht S.A. venho a público manifestar minha indignação, e de toda a organização, com informações inverídicas veiculadas na imprensa, em prejuízo de nossa imagem”.

    Também em outubro de 2014, a Camargo Corrêa disse que não havia “qualquer procedência” nas acusações feitas pelo Tribunal de Contas da União a respeito de obras superfaturadas na refinaria Abreu e Lima. Um mês depois, a Lava Jato encarcerou seu então presidente (Dalton Avancini) e então vice (Eduardo Leite). Neste ano, ambos passaram a colaborar com o Estado e a Camargo Corrêa aceitou uma multa de R$ 700 milhões.

    A Andrade Gutierrez informou, em dezembro de 2014, que “todos os contratos da empresa com a Petrobras foram realizados dentro dos processos legais de contratação”. Seu presidente (Otavio Azevedo) vendera uma lancha a Fernando Baiano por R$ 1,5 milhão, mas tratava-se de uma operação de CPF para CPF. Em junho, Azevedo foi preso e, em novembro, a Andrade Gutierrez passou a colaborar com o Estado e aceitou uma multa de R$ 1 bilhão.

    Empresas desse tamanho não brincam com dinheiro. A teoria do CPF x CNPJ da doutora é empulhação. Se a Camargo Corrêa e a Andrade Gutierrez resolveram desembolsar R$ 1,7 bilhão, elas sabem que os delitos não foram cometidos por pessoas físicas.

    A colaboração da Camargo e da Andrade é uma boa notícia. Não se pede muito, apenas que peçam desculpas por terem mentido, pois foi exatamente a arrogância e o faço-porque-posso que arruinou seus CNPJs e levou seus marqueses para a cadeia.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/eliogaspari/2015/12/1722332-dilma-aderiu-aos-oligarcas.shtml

  36. Chesterton said

    Diz-se que o mercado teme –e o PT aplaude– a chegada ao Ministério da Fazenda de um titular adepto do “desenvolvimentismo”.

    Em suposto contraste com seu antecessor, da Escola de Chicago, o novo ministro poderia, pela força de sua filiação ideológica, contornar ajustes recessivos e irrigar a economia com crédito.

    Sua ótica “estruturalista” abrangeria atenuar o aperto fiscal e retomar o crescimento a partir de uma função empreendedora de bancos oficiais e companhias estatais.

    Tais medidas se dariam em contraponto à soberania do “deus-mercado” e a muitos dos princípios contidos na lista de diretrizes razoáveis que, desafortunadamente, recebeu a inconveniente denominação Consenso de Washington.

    A propósito, Gustavo Franco sabiamente sugere que, se tal conjunto de medidas formulado nos anos 1990 fosse chamado de Consenso de Aracaju, sua adoção em diferentes países da América Latina seria muito menos problemática.

    Um exame minimamente minucioso da experiência de crescimento de países que antigamente compunham o politicamente incorreto Terceiro Mundo, e em tempos mais recentes “mercados emergentes”, mostra que muitos rótulos postados são de tal forma superficiais ou generalistas que não carregam nenhum valor explicativo.

    Desenvolvimentistas teoricamente favorecem a presença de um Estado forte na economia. Ora, dá para pensar num país em que o Estado seja mais forte do que nos EUA?

    O robusto orçamento das forças armadas norte-americanas cria uma “montanha de demanda” por tecnologias inovadoras (o que nos anos 1980 John Kenneth Galbraith chamava de “keynesianismo militar”).

    Isso faz dos EUA “desenvolvimentistas”? Ou o rótulo não cabe, já que, nos EUA, praticamente inexistem empresas estatais?

    Países “neoliberais” são grandes receptores de IEDs (investimento estrangeiro direto). Permitem que mais famílias e empresas ocupem maior fatia da riqueza mediante um peso comparativamente pequeno de impostos. Apresentam um maior grau de internacionalização de sua economia.

    Seria assim a China –maior destino de investimento produtivo do mundo, onde a carga tributária representa tão somente 19% do PIB e cujas estruturas produtivas se encontram amplamente conectadas ao mundo– um país em grande medida “neoliberal”?

    A julgar pela trajetória de maior ou menor sucesso de nações que no início dos anos 1960 pertenciam ao campo “em desenvolvimento”, há apenas uma grande generalização que parece fazer sentido em termos de modelo de economia política.

    De um lado, uma estratégia de “nação comerciante” que prioriza mercados globais, austeridade fiscal e baixo endividamento externo, parcerias público privadas no estabelecimento de infraestrutura, custos de produção dimensionados de modo a prover competitividade às exportações e uma agressiva diplomacia comercial.

    De outro, uma abordagem que privilegia mercado consumidor interno e proteção paternalista de indústrias locais, além de combinar baixas taxas domésticas de poupança e desenvolvimento.

    Nesse contexto, Edgar Dosman, autor de uma extraordinária biografia do pai do estruturalismo (“Raúl Prebisch (1901-1986): a Construção da América Latina e do Terceiro Mundo”, editora Contraponto, 2011) chega a uma importante conclusão.

    Se Prebisch –santo padroeiro dos desenvolvimentistas– estivesse vivo hoje e buscasse identificar ao redor do mundo uma nação que mais fielmente se coadunasse com a aplicação de suas ideias, ele a encontraria na América Latina? Não, tal país seria a Coreia do Sul.

    O que vem por aí na gestão macroeconômica brasileira é desenvolvimentista? Ora, a bússola parece ser a necessidade do Planalto de não ser visto como “destruidor” de programas de alívio à pobreza, como o Bolsa Família. E, ao mesmo tempo, fazer com que se dê um “refresco” ao passivo de estados e municípios, o que supostamente fortalece a base política da presidente num momento em que ela precisa de todo apoio possível.

    Os possíveis “planos de voo” em termos de política econômica para um período pós-Levy não comportam muitas variações –a não ser realmente que o governo tenha uma brutal recaída intervencionista e decida implementar uma versão 2.0 da danosa “nova matriz econômica”, que causou tantos estragos ao país durante o primeiro mandato de Dilma.

    A “nova matriz” é desenvolvimentista? Não, ela é apenas irresponsavelmente errada. E o ajuste macroeconômico é neoliberal? Não, ele é simplesmente uma imposição do mais básico bom senso. Mas nada disso basta.

    Em bases mais sustentadas, a economia brasileira só vai realmente se recuperar quando abandonar superficialidades e mexer para valer em sua economia política.

    Ou seja, quando adotar um modelo (cujo rótulo pouco importa) menos baseado em consumo e mais alimentado por poupança e investimento; menos centrado no papel do governo e mais no da iniciativa privada; quando direcionar mais recursos à inovação e facilitar a vida dos empreendedores.

    Para isso tudo, haverá de dizer adeus à visão autárquica de comércio e política industrial e costurar acordos internacionais que lhe permitam inserir-se de forma competitiva nas redes globais de produção.

    Ante a grande dose de sacrifício, visão e estratégia que tal inflexão de modelo implica, termos como “desenvolvimentista”, “neoliberal”, “progressista” não querem dizer absolutamente nada.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcostroyjo/2015/12/1722276-desenvolvimentismo-nao-existe.shtml

  37. Pedro said

    #33

    Alguém liga pro Pinel.
    O Patriarca só pode ter fugido de lá….

  38. Chesterton said

    O Banco Central calcula que a economia brasileira encolha 3,6% e a inflação chegue a 10,8% em 2015, de acordo com o relatório trimestral de inflação, divulgado nesta quarta-feira (23). A projeção é pior do que a divulgada no relatório anterior, em setembro, quando o BC falava em encolhimento de 2,7% da economia e inflação em 9,5%.

    Para o ano que vem, a projeção é de que a inflação chegue a 6,2%, pior do que a expectativa anterior, de 5,3%, mas ainda abaixo do teto da meta do governo.

    O objetivo do governo é manter a inflação em 4,5% ao ano, mas com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo (na prática, variando entre 2,5% e 6,5%).

    http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/12/23/bc.htm

  39. Chesterton said

    37, acho que foi o Elias que o tirou de lá……estava se sentindo muito só.

  40. Chesterton said

  41. Chesterton said

  42. Elias said

    “A ascensão e a queda de Joaquim Levy são prova eloquente de que até mesmo um ministro da Fazenda bem-intencionado e tecnicamente preparado está longe de ser suficiente para levar a cabo o ajuste requerido pela economia brasileira após anos de maus-tratos (dos quais Barbosa participou ativamente, mas deixemos isso de lado por um instante).”

    “Tecnicamente preparado?”
    Preparadíssimo! Em menos de 12 meses, conseguiu duplicar a inflação, triplicar o desemprego e fazer o PIB recuar em mais de 3%.

    “Maus tratos à economia”?
    Vários! Entre eles, o crescimento do PIB de 286,8% e a redução da dívida pública de 60% para 34% do PIB.

    Havia. também a redução da inflação dos 12% do FHC para menos de 4%, e a redução do desemprego. Mas aí apareceu a bosta do Levy com a “competência técnica” dele… Acabou cagando tudo, e levando as coisas pra onde a direita pateticamente patológica queria.

    O Levy foi ótimo em dar carniça e merda pras hienas da direita se banquetearem.

    Elas lamentam a saída do Levy, porque em matéria de merda, nada satisfaz a direita brasileira. Ela sempre quer mais…

  43. Elias said

    No Jus Brasil:
    ===========================
    “Na contramão de países como Brasil, Reino Unido e Turquia, a Suécia vai fechar quatro prisões por falta de prisioneiros. A Holanda também segue pelo mesmo caminho, e prisões já foram transformadas de prejuízo em lucro para a economia: uma delas virou um hotel de luxo. Em setembro, o Ministério da Justiça (da Holanda) anunciou o fechamento de oito presídios.”

    “A queda no número de presidiários na Suécia tem duas explicações principais: a diminuição no número de crimes e revisões judiciais que buscam penas alternativas. Duas prisões serão vendidas e outras duas emprestadas dentro do próprio governo. Essas poderão voltar a funcionar como presídios, caso seja necessário.”

    …………………………..

    Segundo o centro (Centro Internacional de Estudos das Prisões), o Brasil tem 253 presos para 100 mil habitantes, acima da Colômbia, com 181. Estados Unidos, cujo governo federal recentemente criou normas para afrouxar o encarceramento nos tribunais federais, continua o país mais aprisionado do mundo, com 743 detentos para cada 100 mil habitantes — bem acima da Rússia (568) e da China (122). Já na Holanda (94) e na Suécia (78) os números já são baixos, e, ao que tudo indica, podem ficar ainda menores.
    ============================

    Parece que a população carcerária do Brasil vem crescendo à taxa de 10% a cada 3 anos.

    E o PT está contribuindo fortemente para esse crescimento, não só promovendo a construção de novos estabelecimentos, mas também fornecendo, de suas próprias fileiras, população para os mesmos.

    Se os “cumpanhêro” me escutassem, bem que eu poderia lhes dar umas ideias sobre como fazer pra equalizar essa participação populacional, promovendo uma distribuição mais democrática entre as nossas valorosas agremiações partidárias, “et caterva”… Aliás, conviria democratizar entre os poderes, também…

  44. Chesterton said

    http://www.infomoney.com.br/carreira/emprego/noticia/4474942/desemprego-entre-chefes-familia-acelera-tem-alta-ano

    Desemprego entre chefes de família acelera e tem alta de 57% em um ano – InfoMoney
    Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/carreira/emprego/noticia/4474942/desemprego-entre-chefes-familia-acelera-tem-alta-ano

  45. Elias said

    “Desemprego entre chefes de família acelera e tem alta de 57% em um ano – InfoMoney.”

    Pois é… Isso não é pra qualquer um.

    É necessário ser “um ministro da Fazenda bem-intencionado e tecnicamente preparado”.

  46. Patriarca da Paciência said

    Pedro e Chesterton,

    Reinaldo Azevedo é o maior e mais inteligente jornalista do planeta Terra.
    Olavo de Carvalho é um grande filósofo.
    O PT é a origem de todo o mal e…
    Finalmente, o depoimento do Marcos Valério vai colocar o Lula na cadeia.

    Contentinhos ?

    Pois é !

  47. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/12/1722334-bndes-pede-a-falencia-imediata-de-empresas-de-bumlai-por-calote.shtml

    chest- follow the money

  48. Chesterton said

    http://clarinnewsbrasil.wix.com/news-and-current-pt#!Ministério-Público-de-Portugal-vai-entrar-com-pedido-de-extradição-de-Luiz-Inácio-LULA-da-Silva/cjds/5638baf70cf28330832a9859

    chest- será Lula extraditado?

  49. Chesterton said

    http://educacao.uol.com.br/noticias/2015/12/22/fapesp-corta-r-23-milhoes-em-bolsas-de-mestrado-e-doutorado.htm?cmpid=fb-uolnot

    chest- eleitores da Dilma se fueldem de verde e amarelo.

  50. Patriarca da Paciência said

    A tentativa do Eduardo Cunha de criar embaraços para o STF foi um completo fracasso. Enquanto esse sujeito não for preso vão continuar suas tentativas de golpe por toda a parte.

    “247 – O presidente do, Ricardo Lewandowski, chamou jornalistas para testemunharem sua reunião com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta quarta-feira 23. O encontro foi solicitado por Cunha e durou cerca de 30 minutos.

    O magistrado disse a Cunha que não há margem para dúvidas sobre a decisão da Corte que anulou a formação da comissão especial do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e ainda que não cabe ao Supremo responder questões em tese, sobre fatos que ainda não ocorreram.

    Cunha disse que a Câmara pretende entrar com embargos de declaração à decisão do impeachment pelo STF no primeiro dia de fevereiro. Lewandowski respondeu que a oposição de embargos antes da publicação do acórdão do impeachment pode ser intempestiva.

    O gesto de Lewandowski lembra o então presidente Itamar Franco no início da década de 90, quando abriu para a imprensa uma audiência sua com o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), que dizia querer apresentar uma denúncia contra seu governo. Por fim, as denúncias eram recortes de jornais, cujo dono era o próprio ACM. E a imprensa tudo acompanhou.

    Leia mais na reportagem da Agência Brasil:

    Lewandowski: não há margem para dúvidas em decisão do STF sobre impeachment

    André Richter – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, disse hoje (23) ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que não há margem para dúvidas sobre a decisão da Corte que anulou a formação da comissão especial do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Lewandowski também esclareceu a Cunha que não cabe ao Supremo responder questões em tese, sobre fatos que ainda não ocorreram.

    O presidente do Supremo recebeu Cunha e mais quatro deputados para uma audiência que foi solicitada pelo presidente da Câmara. O encontro durou cerca de 30 minutos. A reunião foi aberta aos jornalistas. Cunha solicitou a reunião para pedir que os ministros acelerem a publicação do acórdão, o documento final sobre o julgamento, e esclareçam, principalmente, como a Casa deve agir se a comissão única para formação da comissão do impeachment for rejeitada na eleição pelo plenário

    Após a reunião, Cunha disse que vai aguardar decisão do Supremo sobre as suas dúvidas para prosseguir com o processo de impeachment. O presidente também confirmou que vai entrar com recurso na Corte para esclarecer a decisão do plenário.

    Na semana passada, por 6 votos a 5, a Corte entendeu que a comissão deve ser formada por representantes indicados pelos líderes dos partidos, escolhidos por meio de chapa única, e não por meio de chapa avulsa.”

  51. Chesterton said

    Petistas dizem que Barbosa tem até janeiro para mostrar a que veio na Fazenda
    POR PAINEL
    Prazo de validade Embora seja visto como “um dos nossos” pelo PT, Nelson Barbosa terá pouco tempo de lua de mel com o partido do governo. Petistas afirmam que, em janeiro, cobrarão do novo ministro da Fazenda “alguma novidade” para reanimar a economia. Caso Barbosa não entregue a encomenda, a pressão será pública. Integrantes da legenda e do Instituto Lula se queixam de que o Palácio do Planalto ainda não deixou claro o que Dilma Rousseff pretende fazer em 2016 para ressuscitar o PIB.

    Errou rude – Petistas reprovaram a fala de Barbosa sobre a reforma da Previdência na sua estreia como ministro. “Tem de sinalizar para o nosso povo, não contra nós. É um erro achar que ele vai agradar ao mercado”, diz um veterano da sigla.

    chest- vocês querem mais, mais gastança, e mais boquinhas livres…..é hilário! Com que grana?

  52. Chesterton said

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/12/arrecadacao-federal-tem-queda-de-173-em-novembro-diz-receita.html

    A arrecadação federal somou R$ 95,46 bilhões em novembro, queda de 17,29% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foi arrecadado um total de R$ 104,47 bilhões. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (23) pela Secretaria da Receita Federal.

    Em todo o ano de 2015, até novembro, a arrecadação soma R$ 1,1 trilhão. Na comparação com o mesmo período de 2014 (R$ 1,07 trilhão), há um aumento nominal de 2,5% no valor arrecadado.
    Se descontada a inflação, porém, há uma queda real de 5,76%. Os valores considerados no balanço incluem impostos e contribuições federais, além de “demais receitas.”
    Se considerados apenas os meses de novembro, a arrecadação em 2015 teve o pior resultado desde 2008, quando foram apurados R$ 88 bilhões. Já o volume de janeiro a novembro é o mais baixo desde 2010.
    Em outubro, a arredadação teve o pior valor para meses de outubro desde 2009, quando chegou a R$ 103,35 bilhões.. O governo arrecadou, em impostos e contribuições federais, além das “demais receitas”, R$ 103,53 bilhões – uma queda real de 11,33% sobre o mesmo mês de 2014.

    chest- isso, isso, aumenta a alíquota, aumento os impostos, e a arrecadação cai. A curva de Laffer é….curva. Ela sobe e….desce.

  53. Chesterton said

  54. Chesterton said

    O mais bonito é que em 2016 os sindicatos vão querer repor as perdas impostas por Diuma (figa) em 2015. Que vai ter que imprimir dinheiro e fazer novas dívidas, INFLAÇÂO! Que fode com os pobres. Que votam na desgraçada.

  55. Chesterton said

    Economista peruano diz que em 2016 no Brasil será o ano do consumismo..
    -con su mismo carro
    con su mismo sapato
    con su mismo casaco
    con su mismo trabalho…se tiver muita sorte.

  56. Chesterton said

  57. Chesterton said

  58. Chesterton said

    http://cbn.globoradio.globo.com/default.htm?url=/rio-de-janeiro/2015/12/22/PEZAO-AFIRMA-QUE-PRECISA-DE-R-300-MILHOES-PARA-REABRIR-HOSPITAIS-DO-RJ.htm

    Pezão afirma que precisa de R$ 300 milhões para reabrir hospitais do RJ

    Unidades estaduais estão recusando pacientes e redirecionando doentes para hospitais municipais. Governador estima que apenas R$ 1 bilhão iria normalizar o atendimento. Secretário de Saúde vai deixar o cargo no fim de 2016.

    chest- sorry, o PT roubou.

  59. Chesterton said

    problema recorrente….

    http://sensacionalista.uol.com.br/2015/08/25/dilma-diz-que-demorou-para-perceber-a-crise-porque-so-lia-carta-capital-e-revista-forum/

  60. Patriarca da Paciência said

    Uma aulinha gratuita para o Chesterton. E vou acrescentar mais um sedativo para as as suas insanidades – Hitler era de esquerda.

    Aí o reacinha acha que o Nazismo é de esquerda só porque o seu astrólogo com o fundamental incompleto disse que é.

    “Alguns conceitos.
    O debate “nazismo de esquerda” desperta várias considerações.Vou tentar ser objetivo.
    01) argumento do nome – O partido nazista se chamava Partido Nacional Socialista. Acreditar que o nome contenha a essência de tudo é nominalismo ingênuo. A ARENA do regime militar tinha a palavra “Renovadora” no nome. Seu objetivo era impedir a renovação. O PSDB tem a social democracia no nome. Lênin chamou seu grupo de bolcheviques (bolchevo = maioria). Eram minoria na hora da divisão. A Inquisição tinha por lema “misericórdia e justiça”. O nome pode disfarçar o seu contrário, como no Ministério da Verdade do 1984 de Orwell. Nem todo Filipe ama cavalos, apesar do seu nome dizer isto em grego. Nem toda menina chamada Bela é o que o nome expressa. Nem toda Angélica é virgem. Nem todo Leandro (homem leão) tem juba… Confundir nome com a coisa em si é fundir significado com significante. Usando linguagem mais avançada: o signo é aleatório.
    02) O nome Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Alemão: Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei – abreviado NSDAP) já procurava cooptar os trabalhadores nos anos difíceis do pós Grande Guerra. Era uma tentativa de se opor aos socialistas e comunistas. É similar ao método de Getúlio Vargas que “estatizou” a data da esquerda, o Primeiro de Maio e fundou, ao final do Estado Novo, o PTB.
    03) Hitler inaugurou o sistema de campos de concentração com militantes de esquerda, acusados do incêndio do Parlamento alemão. Seu livro Minha luta é um combate ao socialismo de modelo soviético que ele identifica com o Judaísmo.
    04) No “saco de gatos” do partido nazista existia, sim, gente mais à esquerda do que o ditador. As SA (Sturmabteilung ) de Ernst Röhm são um exemplo. O massacre da sua liderança , em 1934 (Noite dos Longos Punhais) , é uma luta nazista para unificar a posição ideológica em torno do pensamento de extrema-direita de Hitler.
    05) Para não ampliar demais. Defesa do Estado não é de direita ou de esquerda. Há liberais capitalistas que, baseados, em Adam Smith e outros, defendem o encolhimento do Estado. Há anarquistas de extrema esquerda que pregam o fim do Estado. Há leninistas que queriam o Estado Total. Há fascistas que querem o Estado Total. Se ampliar o Estado for de esquerda, o general Médici e o general Geisel são militantes de esquerda. o Estado Totalitário (URSS, Alemanha Nazista, Itália Fascista etc) pode ser de esquerda ou de direita.”

    Original em: https://www.facebook.com/prof.leandrokarnal/posts/1662677627307936

  61. Patriarca da Paciência said

    Para o Chesterton matar a saudade do seu guru e mentor:

  62. Pax said

    Feliz Natal pra quem é e pra quem não é de festas também. Pra todos.

    =)

  63. Zbigniew said

    Não passei aqui antes mas, feliz natal(atrasado) ao Pax e demais, e que o espírito de concórdia e união nos guie nesse ano de 2016.

  64. Pedro said

    Pois é, atrasadao também.
    Bom natal a todos.

    E como diz o grande filósofo Barrichello:

    Feliz 2014

  65. Pedro said

    Só pode ser coisa do Chester……
    http://sensacionalista.uol.com.br/2015/12/25/indulto-de-natal-a-petistas-deixa-cadeias-vazias/

  66. Patriarca da Paciência said

    De minha parte desejo um ótimo e FELIZ ANO NOVO para todos.

    Acho que por essas bandas ninguém mais acredita em papai noel ou coelhinho da páscoa, com exceção do Chesterton !

  67. Chesterton said

    Patriarca, Feliz Natal e feliz Ano Novo. Você, como ateu-marxista-petista, não acredita na mensagem do Natal mas segue o calendário gregoriano. Você é dominado pela Igreja católica Apostólica Romana e nem se dá conta disso. Só vai nas festinhas pra comer bolo sem pagar.

    Que tenham tido Um excelente Natal todos os demais (Elias excluído porque é judeu) e um próspero Ano de 2016 (coisa que a Dilma promete estragar).

  68. Chesterton said

  69. Patriarca da Paciência said

    “De um lado, números decretando o pior resultado em vendas nos shoppings brasileiros no Natal dos últimos 10 anos, com a queda de 1%; do outro, um acréscimo de 26% no comércio online. De acordo com números da E-Bit/Buscapé, o desempenho das vendas na internet no Natal e na Black Friday (final de novembro) ultrapassaram a projeção anterior, que esperava um avanço de 22%.

    As categorias mais procuradas foram eletrodomésticos, moda e acessórios e telefonia e celulares. Em quantidade de pedidos, o crescimento foi de 16%, em relação ao mesmo período do ano anterior; considerando o valor médio das compra, que ficou em R$ 420,08, o aumento foi de 8,4%.”

    http://www.jb.com.br/economia/noticias/2015/12/27/vendas-na-internet-aumentam-26-no-periodo-de-natal/

    Já os jornalões e telejornalões falam apenas que as vendas nos shopings caíram 1% !

    É a tremenda imparcialidade de “grande” mídia !

    Chesterton,

    O Lula já declarou várias vezes que, “em política, não há irmãs de caridade.”

    Eu venho escrevendo, desde que comecei a comentar em blogs, que não acredito em políticos imaculados nema aqui, nem na China, muitos menos na Europa ou Estados Unidos e mesmo em todo o Universo. Para mim política é uma coisa totalmente incompatível com imacularidade. Tenho repetido ´também que São Francisco de Assis, ou mesmo o papa Francisco, seriam péssimos presidentes.

    O que não dá para engolir é a hipocrisia de um Fernando Henrique Cardoso, ou de um Aécio Neves, posando de imaculados, quando são apenas mulheres de puteiros se fingindo de virgens !

    Paulo Francis foi praticamente assassinado à distância, como disse Hélio Costa, por denunciar corrupção na Petrobrás durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

    Aécio Neves, um “meritocrata” que sempre viveu de mamatas, um “democrata” arrogante e autoritário, vive aí falando em “mar de lama”, um sujeito que fez os seus estudos universitários ganhando bolsa mordomia, recebendo salário de assessor parlamentar sem nunca ter pisado no emprego, vivendo nas prais do Leblon !

    Então é isso aí. Ninguém é santo, mas o PT ainda é, disparado, o melhor partido político já surgido no Brasil.

  70. Chesterton said

  71. Elias said

    Patriarca # 60

    Faltou dizer que o antiestatismo é um sentimento que liberais e marxistas compartilham.

    Os marxistas consideram o Estado um instrumento de dominação de classe. Uma ferramenta que determinadas classes sociais usam para exercer sua ditadura sobre as demais.

    Segundo os marxistas, no capitalismo há a ditadura das classes burguesas sobre as classes proletárias. No socialismo (que os marxistas consideram uma fase de transição entre o capitalismo e o comunismo), há a ditadura do proletariado sobre as classes burguesas.

    Ainda segundo os marxistas, somente no comunismo, com a destruição do Estado, do conceito de nacionalidade e das classes sociais, é que haverá a verdadeira democracia. Já que não haverá mais classes sociais, não mais poderá haver a ditadura de uma classe sobre as outras.

    O que há no horizonte marxista é a mesma ilusão delirante que há no horizonte liberal: a ilusão maluca de que, um dia, a sociedade humana poderá prescindir da existência do Estado.

    A diferença básica entre liberais e marxistas, é que os liberais acreditam que o fim do Estado ocorrerá por um processo EVOLUTIVO, i.é., como consequência natural e inevitável do desenvolvimento capitalista. Já os marxistas acreditam que não há contradição entre EVOLUÇÃO e REVOLUÇÃO. Para eles a revolução faz parte do processo evolutivo. Por determinações históricas, a evolução eventualmente pode acontecer por meio de processos revolucionários, com a consequente violência revolucionária (citam como exemplo a “revolução burguesa”, que se instalou de diferentes formas na França, na Inglaterra, na Alemanha, nos EUA, etc.).

    Na verdade, e no limite, liberais e marxistas são farinhas estragadas do mesmo saco…

    É bom nunca perder de vista que “as 3 fontes e as 3 partes constitutivas do marxismo”, são: (a) o humanismo francês; (b) a filosofia clássica alemã; e (c) a economia liberal inglesa.

  72. Chesterton said

    O pessoal já está me desejando Feliz 2017…parece que as esperanças de um ano quem vem razoável já foram por água abaixo…….

  73. Chesterton said

    Elias, você copiou errado, não economia liberal inglesa, mas economia política inglesa.

  74. Chesterton said

    http://www.istoe.com.br/reportagens/443690_APOS+TROCA+NA+FAZENDA+LULA+COBRA+ACOES+CONCRETAS+PARA+RETOMADA+DO+CRESCIMENTO

    chest- ninguem se entende….

  75. Chesterton said

    xiiiiii

    http://www.oantagonista.com/posts/exclusivo-otavio-azevedo-entregou-dilma-rousseff

  76. Elias said

    Patriarca # 69

    Em 2015, a produção industrial brasileira caiu 10% em relação a 2014. O PIB recuou 3%.

    Só há uma palavra pra definir isso: recessão!

    É necessário esmiuçar muito mais as compras do Natal 2015, pra entender o que elas significam no âmbito macroeconômico.

    Por exemplo: as camadas de renda alta e média-alta, têm mecanismos de defesa contra a recessão e a inflação. Uma parcela significativa dessas camadas ainda não foram afetadas pela recessão ou pelo desemprego. Menos, ainda, pela inflação. Essa parcela só será afetada se a situação se agravar para muito além do que chegou até aqui.

    Os segmentos comerciais direcionados a essa parcela da população não têm sentido muito o impacto da crise econômica (é o meu caso). Dia desses, eu vi um mapa analisando o comportamento do setor automobilístico. O segmento mai impactado pela crise é o de carros populares. Os carros de luxo e de alto luxo, continuam vendendo tão bem quanto antes da crise.

    Isso dá a medida do equívoco de raciocínio a que as pessoas podem ser conduzidas, quando começam a refletir em cima de volumes médios.

    Como ilustração, pensa num dia de chuva em que, por acaso, três indivíduos procuram abrigo debaixo de uma mesma marquise: um deles é o Dr. Pernosticão Roubão, advogado, lobista, corruptor e ladrão em Brasília, casado em segundas núpcias, 2 filhos, com renda de R$ 200,0 mil por mês; o outro é o Zé Mané Fedido e Mal Pego, gari de uma terceirizadora da prefeitura, casado, 5 filhos, com renda mensal de R$ 2,8 mil; já o terceiro é o Fernando da Conceição Ferrado, guardador de carros na via pública, amigado pela terceira vez, 4 filhos e renda mensal de R$ 1,5 mil, quando as coisas vão bem.

    Renda “per capita” debaixo da marquise: R$ 68,1 mil.

    Esse progresso social todo não dá à dona encrenca do Zé Mané o direito de sonhar com uma plastiquinha maneira, que pencasse o que nela despenca, né?

    Do mesmo modo, a tribo do Nando Ferrado não se vê participando daquele cruzeiro novo-rico cucaracha, saindo de Miami em direção ao Caribe, com show de Roberto Carlos a bordo (ele chega ao navio de helicóptero). Depois, volta pra Miami, da uma esticadinha a Orlando e volta pro Brasil como saiu: de avião.

    Infelizmente, a renda “per capita” não garante isso…

    Assim como o valor da venda média não diz nada. Um único mercedese que o Pernosticão Roubão dê à sua teúda e manteúda, engole milhares de compras com que Zés Manés fedidos e mal pegos e Nandos ferrados mal conseguem sonhar, com suas escassas e suadas merrecas…

  77. Elias said

    “Elias, você copiou errado, não economia liberal inglesa, mas economia política inglesa.” (Chester, errado como sempre).

    “Economia política inglesa” e “economia liberal inglesa” são exatamente a mesma merda…

    O mais correto é dizer “economia liberal inglesa”, porque Marx se baseou, especificamente, na formulação LIBERAL, de onde ele garfou a TEORIA DO VALOR, pra ficar só num exemplo.

    Quem primeiro afirmou que o valor de um bem é trabalho cristalizado não foi Marx. Foram os economistas liberais…

    Tenta outra Chester…

  78. Elias said

    Outra denominação para uma das 3 fontes do marxismo: “economia clássica inglesa”.

    Destaque especial para as obras de Adam Smith e David Ricardo.

    Quando me referi às “3 fontes e as 3 partes constitutivas do marxismo”, coloquei entre aspas, porque esse é o título de um livro de Lenin, sobre o assunto.

    Lenin considerava Marx um “continuador” do trabalho investigativo e Adam Smith e David Ricardo.

    O Chester teria mais êxito (e me daria mais trabalho), se, em vez de questionar o termo “economia liberal inglesa”, ele questionasse a expressão “humanismo francês”.

    É que Marx usou o termo “humanismo francês”, enquanto que Lenin, n´As 3 fontes…”, usou “socialismo francês”.

    Eu preferi a primeira formulação, porque me dá mais espaço pra ironia: o “humanismo francês” deu na guilhotina do Terror, assim como a “república socialista dos sovietes” deu em Stalin…

  79. Elias said

    A “Exame.com” noticia dificuldades dos governadores em pagar o 13º salário.

    É aquilo que eu disse desde o início do ano, quando o Levy começou com a maluquice do “ajuste fiscal”: com a recessão, a receita pública despencaria (como de fato despencou); já a despesa se manteria, porque a despesa pública brasileira é engessada por disposições constitucionais e legais. No fim, tudo acabaria em aumento de impostos.

    No RS, o 13º só vai ser pago em 2016. E parcelado! O governador prometeu juros de 25%.

    Num monte de Estados (RS também está nessa), as Assembleias Legislativas estão autorizando que o 13º seja pago por meio de empréstimo bancário. Os juros serão pagos pelos Estados, em 2016.

    É a “pedalada fiscal” da Dilma, sendo institucionalizada por leis estaduais…

    Em SP, Alckmin tomou outro atalho: aumentou de 18% pra 20% o ICMS sobre cerveja e de 25% pra 30% sobre o cigarro. Com isso, ele pagou o 13º de 2015 e, de quebra, arranjou uma receitinha a mais pra quebrar o galho daqui pra frente, principalmente 2016, que é ano eleitoral e de vacas magras (a pior combinação que um político pode ter).

    Pernambuco foi pelo mesmo diapasão, aumentando a alíquota sobre combustíveis e sobre energia elétrica.

    Combustíveis, energia elétrica e telefonia são os cavalos de batalha das administrações estaduais. Raro é o ano em que as alíquotas sobre esses serviços não aumentam pelo menos umas duas ou três vezes.

    É o caminho mais rápido e fácil pra elevação da receita tributária estadual. A máquina arrecadadora/fiscalizadora não precisa se tornar mais eficiente. O ICMS sobre combustível é recolhido na distribuição, em regime de substituição tributária. O ICMS sobre energia elétrica é recolhido por um único fornecedor em cada Estado. A tributação sobre telefonia é semi-centralizada em pouquíssimos fornecedores. A coisa se resume assim: ou é monopólio (energia elétrica), ou é oligopólio (combustíveis e telefonia).

    Se e quando um dia a população acordar, veremos qual a contribuição desse singelo expediente à formação da carga tributária.

    Estou falando da carga tributária efetiva… Aquela que de fato é recolhida (e não aquele cálculo fajuto, que atende pela alcunha de “carga tributária nominal”, e inclui coisas como o IPTU, que não é ou quase não é recolhido na maioria dos municípios brasileiros.

    No fim, tudo acaba em aumento de impostos…

    E a boiada pseudoliberal ainda passou o ano abanando o rabo pro Levy.

    Retardoidos!

  80. Chesterton said

    http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=46705531044

    chest- o precipício.

  81. Chesterton said

    http://folhacentrosul.com.br/post-politica/9739/delatores-dizem-que-dilma-exigiu-r-100-milhoes-para-a-campanha-de-2014

    chest- ah gatunagem….

  82. Chesterton said

    http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=46741290938

    chest- é de cair na risada….

  83. Chesterton said

    http://folhabrasil.org/maria-do-rosario-propoe-que-familias-de-bem-recebam-detentos-em-suas-casas/

    chest- não é possível, deve ser falso.

  84. Elias said

    # 82
    “…Segundo os dados mais recentes do Banco Central (BC), referentes a outubro, a dívida bruta está em R$ 3,813 trilhões, ou 66,1% do PIB – a maior da série histórica iniciada em dezembro de 2006.”

    Vigaristas!

    Os dados “mais recentes do Banco Central (BC), referentes a outubro”, dizem o seguinte:

    Dívida Pública BRUTA do “Governo Geral”: R$ 3.813,9 BILHÕES (ou R$ 3,81 trilhões).

    Obs.:
    Dívida Pública Bruta é um conceito que envolve as dívidas internas e externas, sem contar os créditos do país.
    “Governo Geral” é um conceito que envolve os governos municipais, estaduais e federal.

    Ou seja: a Dívida Pública Bruta de R$ 3,8 trilhões. é o conjunto da dívida pública BRUTA da União, dos Estados e dos Municípios,

    O acompanhamento desse volume se dá desde sempre, e não a partir de dezembro de 2006. Antes mesmo de existir o Banco Central do Brasil (ou seja, na época em que o Banco do Brasil desempenhava, TAMBÉM, o papel de Autoridade Monetária), esse acompanhamento já existia.

    O que aconteceu foi que, em JANEIRO/2008, houve uma mudança metodológica na computação das contas referentes ao endividamento interno e externo, ajustando-se aos procedimentos adotados nos EUA e na Europa. Essa nova metodologia foi aplicada retroativamente a partir de DEZEMBRO de 2006. Desde então, o BC divulga os volumes calculados SEGUNDO AS DUAS METODOLOGIAS: a vigente até dezembro de 2007 e a adotada a partir de janeiro de 2008 (porém demonstrada desde dezembro de 2006).

    Eis uma demonstração de como evoluiu a relação percentual entre a Dívida Pública BRUTA do governo geral, segundo a metodologia adotada até DEZ/2007:

    Em dez/2001: 67,3%
    Em dez/2002: 76,0%
    Em dez/2006: 64,6%
    Em dez/2010: 62,4%
    Em dez/2014: 64,5%
    Em out/2015: 70,3%

    Como se vê, com Levy a coisa piorou substancialmente, mas ainda bem abaixo dos escandalosos 76,0% do FHC.

    Agora, a mesma relação entre a dívida pública BRUTA e o PIB, segundo a metodologia adotada a partir de janeiro de 2008, porém aplicada desde dezembro de 2006:

    Em dez/2006: 55,5%
    Em dez/2010: 51,0%
    Em dez/2014: 58,9%
    Em out/2015: 66,1%

    O analista vigarista pegou os dados da série que favorece o propósito pré-estabelecido, de demonstrar que o país desliza rumo ao caos. Claro que ele jamais usaria a série mais ampla, porque ela permite uma comparação com o desempenho de FHC, quando a situação do Brasil era muito pior, e essas mesmas baratas leprosas diziam que estava tudo bem.

    Mesmo assim, mesmo pegando a série mais “favorável” á análise vigarista, o analista vigarista faz questão de pegar apenas a DÍVIDA BRUTA. É como, na análise de uma empresa, o “analista” pegar apenas o PASSIVO, sem levar em conta o ATIVO.

    Pra ele levar em consideração as contas a pagar e a as contas a receber, ele teria que estabelecer a comparação da DÍVIDA LÍQUIDA, com o PIB, exposta no mesmo quadro de onde ele tirou os dados da dívida bruta.

    Sabem porque ele não fez isso? Porque o resultado é o seguinte:

    Evolução da relação entre a DÍVIDA PÚBLICA LÍQUIDA DO BRASIL e o PIB:

    Em dez/2002: 59,8%
    Em dez/2006: 46,5%
    Em dez/2010: 38,0%
    Em dez/2014: 34,1%
    Em out/2015: 34,2%

    Essas informações podem ser facilmente obtidas no site do BC/Séries Temporais/Tabelas Especiais.

    Se tem uma coisa em que os governos petistas dão de goleada em qualquer governo antecessor, de 1889 pra cá, essa coisa é o endividamento público. Com o PT, a situação do Brasil ficou infinitamente melhor.

    De dezembro de 2002 o endividamento líquido cresceu 121,1%. Só que, no mesmo período, o PIB cresceu 286,8%, ou seja, 2,4 vezes o crescimento da dívida líquida. O Brasil cresceu mais do que se endividou, ao contrário do que acontecia nos tempos do FHC,.quando se endividava mais do que crescia.

    Bando de vigaristas!

  85. Elias said

    Por que é importante atentar para o significado de conceitos como “governo geral” (isso numa análise HONESTA e tecnicamente consistente).

    Dívida externa BRUTA em OUT/2015:

    Estados: R$ 111,3 bilhões
    Municípios: R$ 11,9 bilhões

    SUBSOMA (Estados + Municípios): R$ 123,2 bilhões

    União: R$ 136,6 bilhões

    SOMA (Governo Geral): R$ 259,8 bilhões

    Aí o “analista” de merda vê escrito “governo geral” e pensa que se trata do governo federal. Joga isso num jornal, e um idiota acaba copiando e colando no blog do Pax. E daí pra frente (ou seja, pra trás…).

    É a clássica direitorréia….

  86. Elias said

    Para obtenção dos dados do BC sobre endividamento interno e externo:

    Site do BC/Economia e Finanças/Séries Temporais/Tabelas Especiais

  87. Patriarca da Paciência said

    Veja aí, Elias, a Dilma já começou a praticar o programa das esquerdas:

    247 – Apesar da crise econômica, a presidente Dilma Rousseff manteve a política de reajustes reais do salário mínimo e fixou em 11,1% o aumento do piso salarial no País.

    A partir de sexta-feira, 1º de janeiro de 2016, o salário mínimo no Brasil passará dos atuais R$ 788 para R$ 880,00. O decreto será publicado na edição desta quarta-feira 30 do Diário Oficial da União.

    O valor também é superior às previsões iniciais do Palácio do Planalto, que trabalhou com uma estimativa inicial de R$ 865,50 quando enviou a proposta de Orçamento de 2016 ao Congresso Nacional.

    Quando o Congresso aprovou, no último dia 17, a previsão era de R$ 870,99. Mais de 40 milhões de trabalhadores recebem o piso nacional, por isso o salário mínimo tem forte impacto na economia.

  88. Chesterton said

    E a previdência………. e a inflação…..que vem aí…

    http://www.hojeemdia.com.br/noticias/deficit-da-previdencia-vai-a-r-120-bilh-es-em-2016-1.346634

  89. Pax said

    novo post… esses delatores….

    quando é pro lado de quem interessa vale, senão não vale?

  90. Chesterton said

    Normalmente deixaria para minha última coluna de 2015 alguma reflexão sobre o ano que passou, ou algo sobre o que virá, mas, como a usina de más ideias não parece —diferentemente de tantas outras— estar em férias coletivas, não tenho alternativa que não examinar mais uma bobagem em gestação. Há, segundo Fernando Rodrigues, estudos por parte da equipe econômica para elevar a meta de inflação dos atuais 4,5% para 5,5%.

    O motivo não poderia ser menos nobre. O BC já havia deixado claro na ata do Copom do final de novembro (e reiterado a mensagem no Relatório Trimestral de Inflação divulgado na semana passada) que, muito embora tenha (mais uma vez) adiado a convergência da inflação para a meta para 2017, “adotará as medidas necessárias (…) [para] trazer a inflação o mais próximo possível de 4,5% em 2016, circunscrevendo-a aos limites estabelecidos pelo CMN (…)”. Em outras palavras, não quer permitir que a inflação ultrapasse novamente o limite superior do intervalo em torno da meta, 6,5%.

    Dado, porém, que as expectativas para 2016 já se encontram em quase 7% (o Banco Central projeta pouco mais que 6%, mas seu histórico de previsões não sugere que devamos acreditar nisto), entre as “medidas necessárias” se encontra muito provavelmente novo ciclo de elevação da taxa de juros, a se iniciar em janeiro.

    Assim, ao elevar a meta de 4,5% para 5,5%, o limite superior passaria de 6,5% para 7,5%, esperteza que, de acordo com os idealizadores da proposta, tiraria do BC o ônus de subir a taxa Selic.

    Como se costuma dizer, todo problema complexo tem uma solução simples e, obviamente, errada.

    A proposta implicitamente pressupõe que as expectativas dos agentes econômicos se manteriam inalteradas, mesmo após o anúncio de nova informação, isto é, que, mesmo sabendo que o BC passaria a perseguir um alvo distinto (e, para deixar claro, o alvo a que me refiro não é a meta, mas seu limite superior), as pessoas passivamente ignorariam esta valiosa informação ao negociarem seus salários ou definirem seus preços.

    Posto de outra forma, a ideia de que se pode evitar o aumento de juros por meio da elevação da meta para a inflação se baseia na noção que pessoas são incapazes de entender o que está ocorrendo. Não chega a ser surpreendente, pois vem do mesmo tipo de “economista” que acredita que indivíduos têm que ser tratados como crianças, tutelados pelo “papai Estado”.

    A adoção de tal medida, porém, levará justamente ao contrário do esperado pelos autores da proposta. As expectativas de inflação (e não apenas para 2016) irão subir refletindo a nova informação.

    Por causa disso, salários e preços subirão mais do que fariam caso a meta tivesse sido mantida, acelerando adicionalmente a inflação e o BC será obrigado a elevar ainda mais a taxa de juros (ou a aceitar inflação mais alta). Um caso clássico de tiro que saiu pela culatra, apenas mais um entre tantos que tivemos o privilégio de testemunhar nos últimos anos.

    O regime de metas para a inflação está em vigor desde 1999, tempo mais do que bastante para que o entendimento acerca de seu funcionamento já estivesse suficientemente difundido de forma a evitar que propostas como esta viessem à luz do sol. Mas não: erradicar o analfabetismo econômico é tarefa que não cessa.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/alexandreschwartsman/2015/12/1724245-espertezas.shtml

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