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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Delator afirma que Aécio também levou

Posted by Pax em 30/12/2015

Notícia da Folha de São Paulo de hoje diz que entregador de propinas usado por Alberto Youssef levou dinheiro para um diretor da UTC que disse ser dinheiro para Aécio Neves.

Quando os delatores afirmaram desvios envolvendo agentes políticos do PT houve uma gritaria que não deveriam ser considerados.

E agora?

Delator afirma que diretor de empresa levou R$ 300 mil a Aécio

RUBENS VALENTE – DE BRASÍLIA – Folha de São Paulo

Em delação premiada homologada pelo STF, Carlos Alexandre de Souza Rocha, entregador de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, afirmou que levou R$ 300 mil no segundo semestre de 2013 a um diretor da UTC Engenharia no Rio de Janeiro, que lhe disse que a soma iria ao senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Rocha, conhecido como Ceará, diz que conheceu Youssef em 2000 e, a partir de 2008, passou a fazer entregas de R$ 150 mil ou R$ 300 mil a vários políticos.

Ele disse que fez em 2013 “umas quatro entregas de dinheiro” a um diretor da UTC chamado Miranda, no Rio.

Também em depoimento, o diretor financeiro da UTC, Walmir Pinheiro Santana, confirmou que o diretor comercial da empreiteira no Rio chamava-se Antonio Carlos D’Agosto Miranda e que “guardava e entregava valores em dinheiro a pedido” dele ou de Ricardo Pessoa, dono da UTC.

Nem Pessoa, também delator na Lava Jato, nem Santana mencionaram repasses a Aécio em seus depoimentos. A assessoria do senador chamou a citação de Rocha de “absurda” (leia abaixo).

Em uma das entregas, que teria ocorrido entre setembro e outubro daquele ano, Rocha disse que Miranda “estava bastante ansioso” pelos R$ 300 mil. Rocha afirmou ter estranhado a ansiedade de Miranda e indagou o motivo.

O diretor teria reclamado que “não aguentava mais a pessoa” lhe “cobrando tanto”. Rocha disse que perguntou quem seria, e Miranda teria respondido “Aécio Neves”, sempre segundo o depoimento do delator.

“E o Aécio Neves não é da oposição?”, teria dito Rocha. O diretor da UTC teria respondido, na versão do delator: “Aqui a gente dá dinheiro pra todo mundo: situação, oposição, […] todo mundo”.

O comitê da campanha presidencial do tucano em 2014 recebeu R$ 4,5 milhões da UTC em doações declaradas à Justiça. A campanha de Dilma recebeu R$ 7,5 milhões. (continua na Folha de São Paulo…)

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251 Respostas to “Delator afirma que Aécio também levou”

  1. Chesterton said

    Cadeia neles, todos. Agora, lembre que o PT já inventou dossiês falsos.

  2. Chesterton said

    “A falsidade da acusação pode ser constatada também pela total ausência de lógica: o senador não exerce influência nas empresas do governo federal com as quais a empresa atuava e não era sequer candidato à época mencionada.

    chest- tá muito esquisito

  3. Chesterton said

    Dilma vendeu metade da Gaspetro para os japoneses da Mitsui a preço de banana. Mas, ela não disse, pouco mais de um ano atrás, quer era o Aécio Neves quem pretendia vender a Petrobras e suas subsidiárias?

  4. Chesterton said

    Há um ano a doutora Dilma assumiu seu segundo mandato e discursou no Congresso. Já não precisava propagar as lorotas típicas das campanhas eleitorais. Vencera a eleição e, com a escolha de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda, admitira a gravidade da crise econômica em que jogara o país.

    Quem relê esse discurso fica com a pior das sensações. Sai do pesadelo de 2015 com a impressão de que entrará em outro, o de 2016. Não só pelo agravamento da situação econômica, política e administrativa do país, mas pela percepção de que a doutora vive em outro mundo ou julga-se com poderes suficientes para oferecer à população uma vida de fantasias.

    Ela disse: “Em todos os anos do meu primeiro mandato, a inflação permaneceu abaixo do teto da meta e assim vai continuar”.

    Segundo as últimas projeções do mercado, ela fechará 2015 acima dos 10%, longe do teto de 6,5% e a maior taxa desde 2002. O estouro da meta era pedra cantada.

    “A taxa de desemprego está nos menores patamares já vivenciados na história de nosso país.”

    Ótimo, para discurso de despedida. O terceiro trimestre de 2015 fechou com a taxa de desemprego em 8,9%, a maior desde 2012, quando o IBGE começou a calculá-la com uma nova metodologia. Outra pedra cantada.

    “As mudanças que o país espera para os próximos quatro anos dependem muito da estabilidade e da credibilidade da economia.”

    No primeiro ano de seu novo mandato o Brasil perdeu o grau de investimento. Em janeiro havia o risco. Nos meses seguintes, o governo tornou o rebaixamento inevitável.

    Com a faixa no peito, repetiu platitudes: “Sei o quanto estou disposta a mobilizar todo o povo brasileiro nesse esforço para uma nova arrancada do nosso querido Brasil”.

    “Mais que ninguém sei que o Brasil precisa voltar a crescer.”

    As duas frases diziam nada, pois um país não cresce ou deixa de crescer por falta de disposição dos governantes. A disposição da doutora levou-a a uma arrancada, em marcha a ré. A economia encolheu em 2015 e encolherá de novo em 2016.

    “A luta que vimos empreendendo contra a corrupção e, principalmente, contra a impunidade, ganhará ainda mais força com o pacote de medidas que me comprometi durante a campanha, e me comprometo a submeter à apreciação do Congresso Nacional ainda neste primeiro semestre.”

    No segundo semestre ela baixou a Medida Provisória 703, refrescando a vida das empreiteiras apanhadas na Lava Jato. Favorecendo a impunidade, ela permite que as empresas voltem a receber contratos do governo sem que seja necessário admitirem “sua participação no ilícito”, como exigia a lei 12.846, assinada em agosto de 2013 por Dilma Rousseff.

    Quando a doutora tomou posse, ela sabia que o “nosso querido Brasil” estava patinando, longe de uma arrancada. Não precisava ter dito o que disse.

    Em outros momentos do seu discurso, fez gentilezas e promessas que devem tê-la levado ao arrependimento: “Sei que conto com o apoio do meu querido vice-presidente Michel Temer, parceiro de todas as horas”.

    Esqueça-se que “nosso lema será: Brasil, pátria educadora!”

    Dilma Rousseff concluiu seu discurso com uma nota poética: “Esta chave pode ser resumida num verso com sabor de oração: ‘O impossível se faz já; só os milagres ficam para depois'”.

    Entre o impossível e o milagre, deixou de fazer o possível.

    Gasperi

  5. Elias said

    Patriarca, # 87 do post anterior

    A política de progressivo aumento real do salário mínimo não foi iniciada pelo PT. Ao longo de todo o governo do FHC o salário mínimo teve aumento real.

    Hoje pode-se dizer que levar o salário mínimo brasileiro a um patamar decente, compatível com o porte da economia do país, deixou de ser política de governo. É, agora — ou, pelo menos, tem sido até aqui — política de ESTADO. Aquela que é praticada independentemente de qual a corrente política que esteja no governo.

    A evolução positiva do valor real do salário mínimo tem sido uma constante ao longo das últimas duas décadas. Mais ou menos intensamente, de acordo com a conjuntura. Mas, sempre com evolução positiva.

    Pelo menos isso…

  6. Elias said

    “Cadeia neles, todos. Agora, lembre que o PT já inventou dossiês falsos.” (Chester, doidim como sempre)

    Claro!

    A prestação de contas que o Aécio apresentou ao TSE, por exemplo, foi inventada pelo PT.

    A Odebrecht mantém um rigoroso controle do dinheiro que entra na empresa. Há o controle do dinheiro sujo e o controle do dinheiro limpo.

    O dinheiro sujo serviu para fazer doações ao PT.

    Já as doações ao Aécio saíram, todas, do fluxo de dinheiro limpo.

    Pra garantir que o dinheiro do Aécio é totalmente limpo, esse sempre passa por uma lavanderia.

  7. Elias said

    O Aécio é um cara direito, e não apenas de direita.

    E é mentira que ele não tem nenhum vínculo com o narcotráfico.

    Aquela história do avião cheio de pó, não tem nada a ver…

    Foi por isso que ele construiu aeroportos em terrenos da família… Pra acabar com esse falatório infundado, de coisas que Aécio nem sabe de onde vem (só quem sabe é o piloto, mas ele tem instruções pra não abrir o bico, até porque falar demais pode fazer mal à saúde da família dele, e ninguém quer que isso aconteça…).

    Sem esse papo de dizer que a história do avião do pó tem alguma coisa a ver com a história dos aeroportos do Aécio.

    Foi só coincidência…

  8. Elias said

    Segundo estudo encomendado pela Associação Comercial do Estado de São Paulo, os impostos efetivamente arrecadados em 2015 totalizam R$ 2,0 trilhões.

    Dá 34,5% em cima do PIB de R$ 5,8 trilhões.

    Vai piorar em 2016, com os aumentos das alíquotas dos impostos estaduais sobre combustíveis, energia elétrica e telefonia. A maioria dos Estados — São Paulo incluso — adotou essa medida ao final de 2015. O impacto vai se manifestar, mesmo, no próximo ano.

    Igualzinho ao que aconteceu no imediato pós-golpe militar de 1964, quando Octávio Gouveia de Bulhões fez a mesma coisa que Levy teimou fazer em 2015.

    A economia parou, a arrecadação despencou. Caiu a receita pública, mas não a despesa pública, porque esta é engessada por disposições constitucionais e legais.

    Pra sair do sufoco, Municípios, Estados e União acabam aumentando os impostos, pela criação de novos tributos ou o restabelecimento de tributos extintos (quando há apoio parlamentar para tão altas cavalarias), ou, ainda, simplesmente aumentando as alíquotas de tributos já existentes (pra isso não é necessário autorização legislativa).

    Resultado: ganha-se menos (por causa da recessão), e paga-se mais impostos.

    E o pior é que isso nem de longe garante a retomada do crescimento. Ao contrário, dificulta.

  9. Chesterton said

  10. Chesterton said

    http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/4490249/governo-paga-bilhoes-para-zerar-pedaladas-2015

    chest- privatizando e fazendo dívida…..anote-se aí.

  11. Patriarca da Paciência said

    Caro Elias,

    quando o FHC deixou o governo o Salário Mínimo equivalia a 86 dólares ! Foi um dos mais baixos Salário Mínimo de toda a história republicana !

    E a Dilma manter a política de valorização do Salário Mínimo, apesar de toda a “crise”, foi um ato de coragem.

    Também já foram anunciadas medidas para a manutenção de emprego e, inclusive, a taxa de novembro já foi de queda do desemprego.

    O Brasil tem 370 bilhões de dólares em reservas, então, essa história de que o país “corre risco” de ser mau pagador é pura piada de mau gosto.

    As famigeradas “agências de classificação de risco” já fizeram o estrago que poderiam fazer.

    Pax,

    Como eu comentei recentemente, “vai ter pimenta para o rabo de todo mundo”.

    O Renan Calheiros, que sempre sabe o que está dizendo, já fez uma advertência ao Aécio, “é por isso que está acontecendo o que está acontecendo”. Ou seja, você jogou merda no ventilador, espere receber uma chuva de merda.

    A “grande” imprensa teima em colocar em destaque apenas os políticos do PT indiciados, mas a grande maioria dos corruptos são de outros partidos.

    A última leva foi toda do PMDB. Agora, finalmente, está chegando no PSDB. PP e DEM são os campeões da corrupção.

  12. Patriarca da Paciência said

    Elias, 06

    Além do que, o dinheiro que vai para o PSDB antes faz um giro pelo Vaticano, para ser benzido pelo papa !

    Mas para quem acredita em papai noel, coelhinho da páscoa e Olavo de Carvalho, como o Chesterton, tudo é possível.

  13. Chesterton said

    http://folhacentrosul.com.br/brasil/8785/bolsa-familia-ja-consumiu-r-221-7-bilhoes-de-reais

  14. Chesterton said

    Legado petista

    http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2015/12/apos-73-anos-brasil-registra-no-rn-1-morte-por-febre-amarela-urbana.html

  15. Patriarca da Paciência said

    Elias,

    faz um bom tempo que esse policial publica vídeos e pede para ser ouvido pela Polícia Federal. É muito estranho que nunca tenha sido ouvido.

  16. Patriarca da Paciência said

    “Não é preciso acreditar em conspirações internacionais para entender as mudanças recentes no mercado do petróleo e as dificuldades enfrentadas pela Petrobras para consolidar a posição do Brasil como um grande produtor mundial, possibilidade aberta pela exploração do pré-sal”, afirma Paulo Moreira Leite, colunista do 247; ele cita um editorial da Folha de S. Paulo de segunda-feira 28 que diz que “a Opep busca derrubar o preço para expulsar do mercado competidores que têm utilizado novas tecnologias de custo mais elevado”; entre os alvos, é citado o caso dos produtores do xisto norte-americano, mas “caberia mencionar, na mesma condição, o pré-sal brasileiro, já que sua importância no mercado mundial é uma evidência de doer nos olhos”, constata o jornalista” (247)

    Eu sempre achei muito estranho essa queda dos preços do petróleo.
    Sempre achei que alguém estava manipulando, mas tinha dúvidas se Estados Unidos, para prejudicar Rússia e Venezuela ou OPEP.

    Parece que agora a coisa está ficando clara.

    E acredito que a OPEP não vai poder manter a manipulação por muito tempo e o petróleo voltará ao seu valor real.

    As ações da Petrobrás sobem e descem com os mesmos valores do preço do barril de petróleo. Já venho observando isso faz um bom tempo .

  17. Chesterton said

    Qual o preço real do petróleo?

  18. Chesterton said

  19. Chesterton said

  20. Chesterton said

    http://folhacentrosul.com.br/post-politica/9758/macri-decide-cortar-milhares-de-cargos-de-confianca-sindicatos-esquerdistas-protestam

    chest- vão ter que trabalhar.

  21. Chesterton said

    para o Patriarca entender que quem produz não é o Estado. E para entender que o talento empresarial com fins lucrativos é insubstituível.

    http://spotniks.com/nao-se-engane-taxar-os-ricos-nao-significa-que-eles-irao-pagar/

  22. Patriarca da Paciência said

    Tá, Chesterton,

    o Estado não produz nada, o Estado não influencia em nada, o Estado é um zero à esquerda.

    Então porque os direitobacas vivem reclamando dos presidentes ?

    Se os Estados não influenciam em nada, é pura bobagem reclamar deles !

  23. Chesterton said

    Meu caro, não diga besteira (como de costume). O estado influencia…para PIOR. Entendeu? Ele deve ser mínimo e não se meter na vida dos cidadãos honestos e trabalhadores.
    Será que você não consegue pensar um pouco?

  24. Chesterton said

    Será que a massa sairá às ruas para protestar contra o novo aumento de tarifas de ônibus, trens e Metrô em São Paulo?

    O alcaide petista Fernando “Radard” (o Multador e Pai do Trânsito Lento em São Paulo) conseguiu combinar com o governador tucano Geraldo Alckmin, e demais prefeitos da região metropolitana, que o aumento dos preços nos transportes ocorresse ao mesmo tempo, para diluir o desgaste político.

    Em 2013, quando os governos tentaram subir a passagem para R$ 3,20, o movimento do passe livre encheu as ruas de manifestantes.

    Será que o mesmo acontecerá a partir de 9 de janeiro, quando as tarifas sobem de R$ 3,50 para R$ 3,80 – reajuste de 8,6% (abaixo do IPCA de 10,72%)?

    Serrão

  25. Chesterton said

    Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
    Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net

    A “Revolução Brasileira” está em andamento. Pode ainda não ser na velocidade desejável. No entanto, os avanços da cidadania foram evidentes em 2015 e tendem a se ampliar em 2016. Os quatro poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário e Militar) sentem a crescente pressão legítima das pessoas de bem – que exigem mudanças urgentes, concretas e objetivas. A ditadura criminosa do Estado está com os dias contados. Chefões e chefonas, tremei!

    No Brasil, temos um problema genético e civilizatório a resolver. O Estado brasileiro foi fundado antes da sociedade e do mercado, ao contrário do que ocorreu na maioria das nações hoje desenvolvidas. Suas instituições, falidas e rompidas e corrompidas apenas reproduzem o esquema do crime organizado. Os quatro poderes operam em função deles mesmos e dos interesses de seus controladores.

    O modelo estatal (Capimunista Rentista) e o sistema político, impostos aos brasileiros pela classe política e suas oligarquias, são como um prédio condenado. Não adianta reformar. Tem de ser reinventado, reconstruído do zero, através de uma cívica Intervenção Constitucional. Sem esta faxina reconstrutora não há solução.

    Não se enganem os desavisados ou os descrentes. Em 2015 tivemos um despertar da sociedade que contaminou o insensível, corrupto e despreparado poder público brasileiro. Os integrantes do desgoverno do crime organizado estão acuados como ratos. Já sabem que sua fortuna, verdadeira pobreza moral construída na roubalheira, está ameaçada. A legítima pressão popular é a maior arma contra a bandidagem. Recordemos alguns fatos marcantes de 2015:
    1- A população invadiu Câmaras de Vereadores exigindo mais probidade nos gastos absurdos com salários e mordomias;
    2- As ruas foram tomadas, em diversas ocasiões, por milhões de manifestantes exigindo o fim de tanta corrupção;
    3- Um senador da Republica foi preso em pleno exercício do cargo, acusado de atos nada republicanos;
    4- Um banqueiro importantíssimo nas rodas do poder da Republica Brasileira também foi preso por suas atividades nada lícitas;
    5- O partido da Presidência da República, no poder a mais de uma década, tem decretadas as prisões do seu Tesoureiro, do seu Senador, do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, do ex-deputado federal Andre Vargas, e por aí vai;
    6- Os presidentes das principais empreiteiras do Brasil foram parar na cadeia;
    7- Ex-diretores da maior empresa do Brasil, a PETROBRAS foram presos acusados de corrupção;
    8- O Presidente da Câmara dos Deputados teve decretada busca e apreensão em suas residências particulares e oficiais;
    9- A Operação Lava Jato condenou grandes empreiteiros, lobistas, ex-deputados, doleiros e tecnocratas à prisão;
    10- Um ex-governador e ex-senador do PSDB de MG foi condenado por crimes financeiros e lavagem de dinheiro;
    11- O TCU apontou “finalmente” irregularidades nas contas do governo federal;
    12- O Congresso iniciou um processo de cassação de um presidente da república, aparentemente agora abortado pelos conchavos supremos da politicagem com o judiciário;
    13- O todo poderoso CARF (a Gestapo do Conselho de Recursos Fazendários) teve suas entranhas corruptas expostas para a sociedade, demonstrando que aos contribuintes mais abastados a lei pode ser mais flexível;
    14- Máfias e mais Máfias de fiscais – federais e estaduais – foram presas, soltas, presas novamente e denunciadas a Justiça;
    15- Pedófilos associados a máfias de fiscais da receita estadual do Paraná foram presos;
    16- Os “endeusados” Fundos de Pensão viraram “famigerados Fundos de Pensão”, principalmente em se tratando das estatais brasileiras, envolvidos em diversos negócios obscuros. E as apurações neste segmento só estão começando;
    17- Hospitais públicos sendo administrados por mafiosos que desviavam milhões e milhões de reais, em vez de usarem os recursos no tratamento da população;
    18- Prefeitos e vereadores, por todo o Brasil, foram presos em flagrante por desviarem dinheiro de merenda escolar, da construção de escolas, superfaturamento de obras e desvios de todo tipo;
    19- Um ex-Presidente da República fica parecendo um ex-presidiário de tantos depoimentos que tem de ficar dando para a polícia;
    20- Os “amigos íntimos” deste mesmo ex-presidente da república estão sendo presos por todo tipo de bandalheira. E já confessaram tudo em seus depoimentos;
    21- Outro ex-Presidente da República também é alvo oficial de investigação da Lava Jato, tendo também de comparecer à Polícia Federal para dar explicações…
    22- Etc… etc… etc… (faça a sua listinha e mande nos comentários)

    Ficaríamos horas listando toda a podridão que veio a tona neste ano de 2015.

    A sociedade brasileira já não aceita mais este estado de coisas. Cansou-se definitivamente.

    E a nossa sempre conivente mídia se viu obrigada a escancarar toda a corrupção que assola o setor público brasileiro. Os veículos foram confrontados pela população que usaram as novas tecnologias disponíveis para denunciar todo o tipo de injustiça, corrupção e desvio de recursos do setor público.

    Temos uma carga tributaria absurda que inibe o desenvolvimento do país e criminaliza os empresários. Retiram dos cidadãos os poucos meios que eles têm para sustentar sua família. A falta de segurança nas ruas das nossas cidades é similar àquela que se vê nas ruas de Paris durante atentados e os números de assassinatos no Brasil mais se parecem com os da Síria, do Iraque ou da Ucrânia, todos em guerra.

    Enquanto a pilhagem do dinheiro público continua, e cada escândalo na ordem de BILHÕES e mais BILHÕES desviados, os nossos velhinhos aposentados vêem suas minguadas aposentadorias encolherem de forma covarde e injusta sob os ridículos argumentos de que eles desequilibram as contas públicas.

    Enquanto assistimos o setor público brasileiro afundar em total corrupção, incompetência e bandidagem generalizada vemos nossos governantes preocupados com os aplicativos Telecom UBER ou Whatsapp.

    Felizmente, 2016 promete muito mais. Uma sociedade brasileira mobilizada e que exige que os rumos do Brasil sejam outros.

    Uma burocracia incompetente, aliada a uma oligarquia predatória, ambos corruptos e cruéis, não serão mais tolerados ditando os rumos deste maravilhoso Brasil.

    Este povo maravilhoso apóia e aplaude orgulhosamente o já famoso “Japonês da Federal”, símbolo emblemático daqueles que não aceitam mais este “velho Brasil”.

    O que falar do magistrado Sergio Moro que mal pode caminhar livremente pelas ruas sem ser ovacionado, aplaudido e parabenizado pela população, tão carente de boas referencias morais e de caráter.

    2015 é um ano a ser lembrado por todos nós e que será estudado intensamente daqui a várias décadas como o ano em que verdadeiramente o Gigante se cansou de ficar deitado em berço esplêndido. A Força da Cidadania despertou. Em 2016, ano de eleições municipais, a tendência é que a pressão não só continue, como também aumente.

    A “Revolução Brasileira” está em andamento… Muito em breve, os quatro poderes terão de se curvar às pressões e demandas dos cidadãos de bem e do Bem. A luta contra as “Gestapos” – os vários aparelhos repressivos estatais – promete ser intensa… “Jedis” se preparem, pois a batalha será nada fácil…

    chest- otimista?

  26. Chesterton said

    Sincericídio

    Opinião do filósofo e ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro sobre os riscos da campanha contra corrupção do governo:
    “Corrupção é diferente de percepção que se tem dela. Na ditadura as pessoas não podiam saber dos desvios. Tenho dúvida se não tinha tanta corrupção quanto agora. Ouve-se que nunca houve tanta corrupção quanto hoje e, ao mesmo tempo, que nunca teve tanta gente processada e condenada. Para isso, a Polícia Federal, que é um braço do Executivo, tem sido decisiva. O Executivo, se quisesse, bloqueava a ação da PF. Não bloqueou nem com Lula nem com Dilma. Eles municiaram a PF e hoje se tem maior percepção sobre a corrupção e menor tolerância. Mas não é um caminho sem volta. A Procuradoria-Geral da República pode ser neutralizada. Basta que se volte a nomear engavetadores para comandá-la, sem independência. No caso da Polícia Federal e do Ministério Público, é possível bloquear processos de investigação”.

    Projeto complicado

    Do mesmo Renato Janine Ribeiro, outra avaliação sincera que deve ter desagradado a petelândia:

    “O projeto do PT nunca foi de transferência de renda dos ricos para os pobres. Foi um projeto do ganha-ganha, para fazer com que os pobres auferissem mais os ganhos da expansão econômica, retirando muito pouco dos ricos. Os empresários tiveram grandes oportunidades de negócios e milhões de pessoas entraram no mercado de trabalho. O projeto do PT é absolutamente dependente do crescimento econômico. Se não tem crescimento, entra em séria crise, como a que estamos vivendo. Esse modelo não está funcionando. A outra possibilidade seria tirar de quem tem, mas para isso há resistência política extraordinária”.

  27. Chesterton said

    Alguem manda prender este delinquente intelectual?

  28. Patriarca da Paciência said

    Veja aí, Elias,

    se algum dia o FHC foi a favor de uma política de valorização do Salário Mínimo, agora ele é radicalmente contra:

    “Em entrevista ao “É Notícia”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que a atual fórmula do salário mínimo “tem que ser revista”. “Chegou um momento que você tem que olhar a produtividade. Quando o salário está muito acima da produtividade, cria problema”, declarou. Ele disse ainda que o candidato tucano nas eleições de 2014, Aécio Neves, foi contra (a revisão da fórmula) “porque estava na eleição, mas tem que ser revista”. Hoje, o salário mínimo é reajustado com base na inflação do ano anterior e no crescimento (PIB) de dois anos antes, o que normalmente garante um aumento acima da inflação.

    Na conversa com a jornaista Amanda Klein, Fernando Henrique afirmou ainda que as propostas recém-lançadas do PMDB estão na direção correta. Sobre o fim das despesas obrigatórias para saúde e educação, o ex-presidente disse que “não sabe se é o caso”, mas admitiu conversar sobre a ideia. “Não basta ter dinheiro, tem que ter competência”, ponderou. FHC falou sobre o Bolsa Família. Segundo ele, o programa de distribuição de renda é importante, mas é preciso criar portas de saída. E afirmou que o Bolsa Família, que hoje beneficia quase 14 milhões de famílias, deve diminuir com o tempo: “deve haver uma evolução das famílias”.

    Fernando Henrique Cardoso ainda subiu o tom de críticas sobre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O ex-presidente também foi cauteloso ao falar sobre a possibilidade de impeachment da atual presidente, Dilma Rousseff.

    O “É Notícia” vai ao ar na madrugada de segunda (9) para terça, à 0h30, na RedeTV!. “

  29. Chesterton said

    pra você, Patriarca, acabar o ano com mais iluminação cerebral

    http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1038/noticias/e-o-estado-piora-esta-diferenca

  30. Chesterton said

    Não é a primeira vez que leio notícias neste tom, e creio que, infelizmente, não será a última. Mas, posto que certas crendices econômicas seguem em voga em nosso país e que a imprensa especializada se preocupa em tão somente reverberar o que alguém diz a respeito, sem arriscar uma mínima análise crítica (a Exame é uma delas), o meu último artigo de 2015 será justamente para abordar a ideia simplória – e errada – de que aumentando o salário mínimo haverá mais dinheiro injetado na economia.

    Comecemos então pelo óbvio: se é credível a ideia de que, com uma simples canetada no final do ano, pouco mais de R$ 50 bilhões serão injetados na economia, por que injetar apenas isso? Por que não R$ 100 bilhões, R$ 200 bilhões ou mesmo R$ 1 trilhão (neste último caso o salário mínimo seria de mais de R$ 17 mil, maior que o rejeitado pelos suíços em 2014, de R$ 10 mil)? Afinal, esse dinheiro movimentaria os investimentos e, principalmente, o consumo, certo?

    A exceção de defensores de ideias como a de imprimir dinheiro para sair da crise, qualquer pessoa minimamente lúcida para palpitar sobre assuntos econômicos sabe que essa ideia não é (tão) simples assim. E, levando em conta o contexto de baixa produtividade, crise econômica e de estarmos caminhando para o fim de um “bônus demográfico”, aumentar o salário mínimo, na melhor das hipóteses, tende a ser tão efetivo quanto um placebo para um doente. Reitero: na melhor das hipóteses.

    Para termos uma noção de que o impacto de um aumento do salário mínimo pode gerar na economia – inclusive recomendo que vocês leiam o artigo de meu colega Arthur Rizzi sobre a adoção desse na Alemanha (o primeiro deste ano, diga-se) – vamos considerar duas variáveis: a massa salarial do(s) empregado(s) e sua produtividade (o quanto ele gera para a empresa, medido em unidades de produção ou mesmo monetárias por um período de tempo). Em uma visão micro, se os salários ao empregado aumentam e sua produtividade aumenta em uma proporção igual ou maior, temos a situação ideal: quem trabalha recebe mais, mas este acaba gerando mais receita e, por sua vez, mais lucros para a organização, compensando ou mesmo superando o aumento salarial. Ou seja, vale a pena manter o funcionário trabalhando.

    Entretanto, se há o aumento salarial, mas a produtividade do trabalhador não acompanha esse crescimento, isso significa aumento dos custos de produção. Em um primeiro momento isso pode não parecer um problema, uma vez que, na visão de alguns, caberia ao dono da empresa reduzir seus lucros. O porém e que uma empresa tem por meta não apenas lucrar, mas que seu lucro seja superior ao eventual retorno gerado por outro investimento qualquer (seja uma empresa de outro ramo ou mesmo uma aplicação financeira). Se isto não ocorre, este investimento qualquer torna-se mais atrativo que manter a empresa em modo business as usual. Como no Brasil um empregado custa quase dois (se levarmos em conta os encargos trabalhistas), o ajuste pela redução de mão-de-obra acaba sendo uma das primeiras medidas a serem tomadas nesta situação. Ou, numa forma menos pomposa, haverá desemprego. Eis, aí, o primeiro problema de achar que canetada injeta dinheiro na economia.

    Já em uma visão macro, se a massa salarial dos empregados aumenta e o conjunto de produtos e serviços produzidos aumenta em proporção igual ou maior, entra em cena a lei de oferta e procura: se há mais produtos e serviços sendo ofertados para uma certa demanda de dinheiro, quem vende os primeiros terá que fazê-los a um preço inferior, posto que há diversas opções semelhantes capazes de atender essa demanda. Por outro lado, se essa massa salarial aumenta sem que haja um incremento proporcional nesta cesta de produtos e serviços, temos uma configuração na qual esta demanda poderá pagar mais caro, posto que as alternativas não são tão numerosas. Resumindo: inflação. Mais precisamente, inflação de demanda.

    Para complicar ainda mais, temos ainda a inflação de custos: o aumento do salário mínimo, a priori, implica em aumento dos custos de mão-de-obra (já explicado na visão micro), que, caso não seja totalmente solucionado por meio de cortes nos mesmos, acabará sendo convertido em repasses, ao menos parciais, para os preços. E, se analisarmos a fundo, as situações descritas tanto no parágrafo anterior como neste podem tanto se sobrepor como assumir estas duas formas de inflação.

    E dá para piorar mais um bocado: temos ainda a inflação inercial, conceito que tomou forma em nosso país a partir do regime militar e que, até hoje, afeta a vida do brasileiro. Basicamente, consiste no fato de que diversos reajustes de impostos, salários e preços ocorrem em função, total ou parcialmente, dos índices de inflação, levando à sua retroalimentação. A própria regra de reajuste do salário mínimo é um exemplo prático dessa indexação: o percentual de aumento é o somatório da variação do PIB do ano retrasado pela inflação do ano passado medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Para este ano, por exemplo, o INPC foi de 11,57% e o PIB, 0,1%. Logo, o reajuste do salário mínimo será de 11,67%. Sendo assim, o salário mínimo passará de R$ 788 para R$ 880, em valores redondos. Admitindo que o INPC esteja em um patamar próximo ao IPCA (geralmente está, não mais que 1 p.p. acima ou abaixo deste) e que as projeções tanto deste último como para o PIB deste ano se confirmem, o salário mínimo para 2017 não crescerá mais que 3%.

    Só por aí já dá para ter uma ideia de que o reajuste do salário mínimo, por mais animador que possa parecer, tem um efeito bastante ilusório na vida do trabalhador. Sobretudo agora, quando a economia cresce pouco e a inflação segue em patamares assustadoramente altos, os ganhos reais se aproximam de zero.

    E não acaba por aí: como o salário mínimo – e seus respectivos reajustes – determinam os reajustes de aposentadorias e pensões, entre outras coisas, isso pressionará ainda mais os gastos da previdência. Para o próximo ano, o novo salário mínimo vai gerar R$ 30,2 bi de despesas a mais para o governo. Como a próxima peça orçamentária prevê gastos de R$ 27,3 bi, haverá um rombo de R$ 2,9 bi. O Ministério do Planejamento não sabe como cobrir, mas qualquer pessoa que tenha noções básicas de macroeconomia sabe que governos, em geral, se financiam de três formas: cobrando impostos (nossa carga tributária é bastante elevada para um país emergente), se endividando (essa dívida precisará, mais tarde, ser paga por impostos), ou simplesmente imprimindo (ou melhor, “injetando”) dinheiro, esta última gerando inflação. Seja qual for a “solução”, nenhuma delas é boa para o país, sobretudo em um momento crítico para nossa economia, como muito bem ressaltado neste artigo da economista Renata Barreto.

    Depois de tudo isso que falei, alguém pode estar se perguntando: “Então você é a favor do fim do salário mínimo? Você é contra aumento de salário mínimo?”. A resposta a ambas as perguntas é não. Por razões pragmáticas defendo o fim de um parâmetro federal para o salário mínimo, deixando que estados e municípios tenham seus parâmetros próprios (o mesmo vale para as leis trabalhistas em si). Isso estimularia a competição e incentivaria medidas mais benéficas no sentido de aumentar os ganhos de produtividade, o que de fato ajudaria a incrementar a economia e, consequentemente, a renda dos trabalhadores. Mas como estruturar esta solução? Isso ficará como tema para um outro momento.

    Por ora, saiba que o governo não te dá algo sem antes planejar o que tirará de você logo mais. Ou mesmo antes disso.

    http://minutoprodutivo.com/economia/o-salario-minimo-e-o-placebo-do-dieese

  31. Chesterton said

    Guido Mantega foi um dos ministros da Fazenda que ficaram por mais tempo no cargo. O homem assumiu quando Lula era o presidente ainda, o que é sempre importante de lembrar. Nenhum país, nem mesmo a Nova Zelândia ou a Suíça, passaria impune por algo assim.

    A capacidade de estrago do ícone da escola “desenvolvimentista” é simplesmente incalculável. Os inflacionistas da Unicamp conseguiriam quebrar até um país desenvolvido; no Brasil, então, é natural que o cenário seja de destruição à lá Mad Max.

    Os economistas sérios e os investidores passaram a rir das previsões de Mantega, mas não deveriam. O problema com um Mantega ou uma Dilma da vida é que chegaram ao poder. Por isso é impossível ter pena de sua estupidez: pois ela custa muito caro a inocentes, principalmente para os mais pobres.

    Pois bem: Mantega, enquanto ajudava a inflar artificialmente a economia, preparando a bomba-relógio que iria explodir, dizia que nosso PIB cresceria 5% ao ano. Em 2015 ele deve cair quase 4%, um erro de “apenas” nove pontos percentuais. Não é para qualquer um. Um jumento poderia dar uma estimativa mais próxima da realidade.

    E em uma de suas últimas “profecias” antes de deixar o cargo, Mantega disse que iria quebrar a cara quem apostasse na alta do dólar com Dilma vencedora para um segundo mandato. Eis o que aconteceu, contrastando em duas imagens o “alerta” do “desenvolvimentista” e a realidade:

    O homem, quando erra (ou seja, o tempo todo), resolve errar por uma margem abismal. Não é algo que se faz do nada, sem esforço, sem décadas de preparação. Isso é coisa de quem teve a capacidade de análise econômica completamente destruída pela ideologia. É algo que só uma Unicamp da vida consegue.

    Já eu, economista “austríaco”, disse na mesma época de Mantega que, se Dilma ganhasse, era bom levar logo os filhos para a Disney, pois com o dólar acima de R$ 3 não seria nada fácil. Acabei subestimando a capacidade de estrago de Dilma, e o dólar realmente chegou logo a esse patamar, mas depois continuou em disparada e encostou em R$ 4.

    Um blog chapa-branca, daqueles bancados pelas estatais, chegou a me ridicularizar, falando que “o Pateta da direita” afirmava que não daria mais para visitar o Mickey se Dilma ganhasse. O tempo, amigo da razão e inimigo do petrolão, mostrou quem estava certo.

    Hoje, vivo nos Estados Unidos com minhas humildes economias dolarizadas, enquanto o típico eleitor do PT teve que dar mesmo adeus ao Pateta, à exceção dos ricos que mamam nas tetas estatais e visitam a Disney com o nosso dinheiro.

    Para uma previsão razoável, duas coisas são necessárias, ao menos: independência de julgamento e capacidade de análise. Economistas ligados ao PT não possuem nem uma coisa, nem outra. São dominados pelos interesses partidários, e lhes faltam os instrumentos adequados de análise, pois “aprenderam” economia em lugares como a Unicamp ou a UFRJ.

    Depois de todos esses erros grosseiros, não pense o leitor que essa gente aprendeu a lição, que está mais humilde, revendo seus pontos. Nada mais falso! Belluzzo, por exemplo, continua por aí, dando pitacos idiotas, como se não tivesse nada a ver com a lambança toda. E os inflacionistas continuam clamando por… mais gastos públicos, mais crédito público, menos juros, i.e., mais do veneno que nos trouxe até aqui, a esse estado terminal.

    Guido Mantega mesmo saiu da toca e se manifestou sobre a escolha de Nelson Barbosa, um deles, para o ministério da Fazenda. Disse que era “a pessoa certa” para tocar as medidas econômicas necessárias para reaquecer a atividade. Ou seja: não entenderam nada mesmo. E vão afundar ainda mais o Brasil.

    O “profeta” Mantega, o mesmo da previsão acima, diz que “agora vai”. Eu digo que “agora vai” sim, direto pro brejo. O leitor é livre para acreditar em quem quiser. Só não estará livre das consequências das novas trapalhadas “desenvolvimentistas”. Quem avisa, amigo é. Bye-bye, Mickey! E preparem-se para um pãozinho francês a preço de caviar…

    PS: Diante de todo esse estrago causado por essa turma, ainda tem gente que acha que uma hostilizada básica em locais públicos, umas simples vaias a esses que destruíram nosso país, são atitudes condenáveis de “intolerantes”? Já eu penso que é o mínimo que essa gente merece passar por tudo de ruim que fez ao Brasil. Quem tem boca vaia “desenvolvimentistas”!

    Rodrigo Constantino

    http://rodrigoconstantino.com/artigos/o-profeta-mantega-icone-da-escola-desenvolvimentista/

  32. Chesterton said

    Cinco cenários para a política em 2016 (do apocalíptico ao mais otimista)Como será 2016 (e os anos seguintes) se fracassarmos – ou se tivermos uma tremenda sorte
    Por: Leandro Narloch 29/12/2015 às 8:59

    Superpessimista
    Dilma cai, Temer assume em aliança com o PSDB. Na primeira tentativa de reforma fiscal e trabalhista, espalha-se pelo país uma onda de manifestações, ocupações de escolas e invasões de MST. Jovens ocupam o Palácio do Planalto por 80 dias. Ao reintegrar a posse, a polícia fere cinco estudantes, motivando protestos com mais de 10 milhões de pessoas pelo país. Acuado, Temer renuncia. Convocam-se novas eleições. Durante o discurso de posse, que coincide com a abertura das Olimpíadas, a presidente Luciana Genro cita Hugo Chávez. O ministro do Trabalho, Leonardo Sakamoto, eleva o salário mínimo para 8 mil reais e determina o confisco dos bens de empregadores denunciados por qualquer irregularidade trabalhista. O desemprego vai a 85%. “Classe C financia mudança para Miami em dez vezes no cartão”, dizem os jornais em dezembro. Uma votação online escolhe a música “O meu guri”, de Chico Buarque, o novo Hino Nacional.

    Pessimista
    Dilma fica. Leva o ajuste fiscal nas coxas, como em 2015. A Lava Jato não chega em Lula, que constrói a narrativa de ter passado a limpo pela investigação mais rigorosa da história deste país. Em 2017, o governo enfim dá um sinal claro de que está comprometido com o equilíbrio das contas. Vende os Correios, a participação da Infraero nos aeroportos e ações da Vale. Investidores acham que o pior já passou e voltam ao Brasil. O PIB sobe 3,8% entre julho de 2017 e de 2018; a popularidade de Dilma acompanha. Durante a campanha presidencial, alguém na internet reclama que nordestinos só votam no PT. O partido se aproveita do conflito. Ressentidos com os paulistas, nordestinos votam em peso no PT. Jaques Wagner ganha a eleição com uma vantagem de 4% sobre Aécio.

    Realista
    A permanência de Dilma custa ao país o retorno dos indicadores sociais aos níveis de 2002. Em 2018, Aécio ganha, mas sem maioria do Congresso, e ainda tendo que equilibrar as contas.

    Otimista
    Dilma cede à pressão do baixo clero do PT e abandona o ajuste fiscal. Nelson Barbosa pede para sair; Luiz Gonzaga Belluzzo assume o Ministério da Fazenda. Em março, com o dólar a 9 reais, Renan Calheiros abandona o governo e faz as pazes com Temer. Na véspera da votação do impeachment, Luciana Lóssio, ministra do TSE, sai de cima da investigação sobre a campanha de Dilma e Temer. Os dois têm o mandato cassado e Aécio assume. Armínio Fraga entra no Ministério da Fazenda, Gustavo Franco volta ao Banco Central. O índice Bovespa fecha o ano com valorização de 90%. José Serra se filia ao PSB e afirma que se será candidato à presidência em 2018. Sua meta é baixar a taxa de juros.
    Superotimista
    Para desviar a atenção da crise e do processo de impeachment, Dilma declara guerra à Inglaterra e invade as Falklands. Em resposta, o primeiro-ministro David Cameron bombardeia Brasília. Ninguém morre (a cidade havia sido evacuada), mas todos os edifícios de Niemeyer na capital são destruídos. O Brasil se rende em três dias. Enquanto isso, na Inglaterra, o Daily Mail descobre que Margaret Thatcher não morreu em 2013 – está viva, saudável e disposta a assumir o poder da nova colônia inglesa. Sob as ordens da Dama de Ferro, o Brasil privatiza até a Previdência Social. O Ministério da Educação aprova a base nacional curricular com apenas uma exigência: estudar inglês doze horas por semana. O Brasil adota a Union Jack, bandeira do Reino Unido, e em cinco anos supera Singapura como o melhor lugar do mundo para se fazer negócios.
    @lnarloch

  33. Chesterton said

    QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 2015
    SP, Paraná e Santa Catarina são os Estados mais competitivos. Atenção: estão livres dos cupins petistas.

    Novo ranking de competitividade dos Estados leva em conta 64 indicadores, entre eles infraestrutura, segurança pública e educação. Bom sinal: onde os cupins do PT estão fora do poder as regiões crescem (clique na imagem ao lado para ampliar):

    Quais estados brasileiros oferecem as melhores condições para fazer negócios? Quem são os administradores públicos capazes de melhorar, de fato, as condições de vida da população? Buscar respostas objetivas a tais questões é o propósito do Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com a consultoria Tendências e com a Economist Intelligence Unit (EIU), a divisão de pesquisas e análises do mesmo grupo que edita a revista inglesaThe Economist. No topo da lista, como em edições anteriores, aparece São Paulo. O estado, em relação ao restante do país, destaca-se pela oferta e pela qualidade de serviços públicos e privados, além da boa infraestrutura. Estados menores, entretanto, obtiveram boas colocações, deixando para trás grandes centros econômicos. São exemplos disso Paraná e Santa Catarina. Ambos alcançaram avaliações positivas em indicadores como solidez das finanças públicas e capacidade de investimento do governo, além de boas condições de desenvolvimento social de seus habitantes. Possuem predicados, portanto, para atrair novos negócios. Não é à toa que alguns dos mais destacados investimentos feitos nos últimos anos ocorreram nessas regiões. O dinheiro busca tranquilidade e certezas.

    Fazer rankings pode à primeira vista parecer uma empreitada banal, destinada somente a satisfazer a curiosidade. A comparação, entretanto, quando feita de forma metódica e criteriosa, fornece informações relevantes para avaliar países, estados ou cidades. Para os eleitores, trata-se de uma maneira de aferir a administração pública. Do ponto de vista dos empreendedores, serve de indicativo das potencialidades econômicas de cada região. “O objetivo da lista é gerar um saudável incômodo nos agentes públicos, para que não se acomodem e busquem melhorar os seus resultados”, afirma Adriano Pitoli, diretor da área de análise setorial da Tendências e coordenador técnico do estudo. O ranking foi construído com base apenas em informações públicas, divulgadas por fontes oficiais e de referência, e ponderado de acordo com critérios do grupo de pesquisa. Transformar todos os índices em uma só métrica, com intervalo de 0 a 100 pontos, é algo que o estudo fazia desde 2011, quando sua primeira edição foi divulgada. Neste ano a metodologia foi aperfeiçoada. A coleta e a análise dos dados nacionais passaram a ser responsabilidade da consultoria Tendências, enquanto a EIU ficou com a tarefa de prover números de outros países, para fazer comparações internacionais. Até o ano passado, eram analisados 26 indicadores em oito categorias. A análise agora leva em consideração 64 indicadores, em dez pilares: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação.

    Os resultados gerais revelam que a competitividade ainda está concentrada nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Contudo a avaliação dos resultados revela surpresas. Em infraestrutura, a Paraíba apareceu no terceiro lugar, à frente de Santa Catarina e Rio de Janeiro. A cobertura da rede elétrica e a qualidade do serviço são destaque tanto no estado paraibano quanto no Ceará e no Maranhão. Roraima e Acre ocupam a quarta e a quinta posições no ranking de segurança pública, com resultados acima da média nacional no número de homicídios em relação à população. Os dados estão disponíveis no site http://www.rankingdecompetitividade.org.br. Os exemplos mostram que a riqueza (ou a falta dela) não é necessariamente determinante para a boa qualidade do serviço. “Desejamos revelar bons administradores capazes de entregar resultados em diferentes áreas apesar do orçamento limitado”, afirma Pitoli.

    Com a mudança metodológica, não é possível comparar os resultados deste ano com os de edições passadas, para avaliar a evolução de cada estado. Mas alguns dados dão algumas pistas sobre o que ocorreu. Maranhão, Mato Grosso do Sul e Paraíba foram os que mais cresceram economicamente nos últimos anos. Nos estados nordestinos, entretanto, não houve avanço expressivo em áreas como saúde e educação. Dos três estados, somente Mato Grosso do Sul se des­tacou no índice que avalia a capacidade de investimento. O desafio, portanto, não é só enriquecer, mas gerir esses recursos de forma eficiente. Pelo estudo fica evidente que mesmo os estados mais bem avaliados estão distantes de países desenvolvidos. Em quase todos os 22 indicadores em que há dados equivalentes, como os de qualidade de rodovias, desigualdade de renda, saneamento e qualificação dos trabalhadores, a média brasileira está longe da obtida pelas nações avançadas. No indicador de coleta de esgoto, por exemplo, o Espírito Santo, o melhor estado brasileiro, não se compara ao México, país com o pior resultado da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No ranking geral, em uma escala de 0 a 100, o Brasil como um todo teria uma nota 37. Levando-se em conta que o melhor desempenho (o de São Paulo) alcançou 90 pontos e o pior (o de Alagoas), 25, a média brasileira seria de 49.

    ​​Existe um longo percurso, portanto, a percorrer. “Os indicadores podem parecer positivos para alguns estados, mas, quando olhamos para a perspectiva global, percebe-se que há espaço para incentivar a inovação e alcançar índices superiores”, afirma Luana Tavares, diretora executiva do CLP. O desafio aumentará em 2016, com os políticos focados em ações de curto prazo. A recessão profunda, que derrubou as receitas de estados com a cobrança de impostos, é uma agravante. Diz Luana: “Apesar disso, a competitividade tem de ser uma prioridade. Nenhum estado vai prosperar se não encontrar novas formas de desenvolvimento. Sem esse esforço de todas as unidades da federação, o país não terá sustentabilidade estrutural para crescer”.

  34. Chesterton said

    http://otambosi.blogspot.com.br/2015/12/sp-parana-e-santa-catarina-sao-os.html

  35. Chesterton said

    Sem ilusionismo
    01/01/2016 02h00

    Muita gente acredita que mudar o sistema previdenciário do país é uma forma de submissão do governo aos desejos inescrupulosos do mercado financeiro e dos fiscalistas de plantão. Ledo engano.

    Se uma despesa avança em velocidade incompatível com a receita usada para bancá-la, só há dois caminhos para corrigir a distorção: você gera mais dinheiro para financiar a festa ou pisa no freio do gasto.

    O orçamento de um governo é semelhante ao de uma pessoa comum. Se seu salário é de mil moedas e suas despesas bateram em mil e duzentas, está na hora de pedir aumento ou diminuir a lista de despesas. Não há mágica. O problema é que quando o assunto é Previdência, todo mundo espera a chegada do ilusionista.

    Governos só conseguem engordar o caixa cobrando mais impostos. Mas quem já paga tributos (muitos) não vê com bons olhos tal alternativa.

    Então, chegamos à segunda opção: a tesoura. “Mas como cortar despesas num país tão carente?”, ponderam alguns. “Como propor mais tempo de trabalho para quem está próximo de encostar a chuteira?”, questionam outros. O caminho do equilíbrio nunca foi uma via fácil.

    A discussão sobre a reforma previdenciária voltou ao palco sob a regência de Nelson Barbosa, que pode ser chamado de várias coisas, menos de amigo do capital especulativo.

    Ele pode não ser petista de raiz, mas acredita que no espectro político brasileiro atual coisa melhor não há.

    Ainda assim, Barbosa sabe que a população está envelhecendo e vivendo mais. E a turma da ativa é insuficiente para garantir o funcionamento da engrenagem. Não há mágico que consiga mudar essa realidade.

    Só o reajuste do salário mínimo neste ano novo que começa vai custar mais R$ 37,1 bilhões ao combalido cofre da Previdência Social.

    Se o sistema não mudar, ele vai pifar. Mas alterações dessa magnitude só acontecem em governos fortes e com amplo apoio, dois elementos em falta há muito tempo no país.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/renatoandrade/2016/01/1724876-sem-ilusionismo.shtml

  36. Pax said

    Excelente análise de um conhecido, o Bruno Cavas.

    http://www.quadradodosloucos.com.br/5106/podem-os-governos-progressistas-sobreviver-ao-proprio-sucesso/

    Feliz 2016 pra todos.

  37. Chesterton said

    http://fatoonline.com.br/conteudo/5052/dez-anos-apos-a-sua-criacao-hemobras-nao-produziu-uma-so-gota-de-hemoderivados

    chest- as delícias do estatismo.

  38. Chesterton said

    em vez de responsabilidade fiscal, vamos nos vender aos chineses

    http://www.oantagonista.com/posts/emprestimo-com-a-china?utm_content=buffer08158&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

  39. Patriarca da Paciência said

    E o chesterton, como sempre, colocando links de blogs lixo.
    Não leio nada mesmo disso.

  40. Chesterton said

    a verdade dói?

  41. Chesterton said

    Igualdade X liberdade
    02/01/2016 02h00

    SÃO PAULO – “Igualdade” se tornou a palavra de ordem deste início do século 21. Para os países pobres, a bandeira não é nova. Eles sempre tiveram no horizonte a meta de reduzir tanto com a desigualdade interna (entre milionários e miseráveis) como a externa (entre nações). Mas, desde a crise financeira de 2008-9, o mote alcançou também os países ricos, do que dão prova slogans como “We are the 99%” e o sucesso do livro de Thomas Piketty sobre a concentração de renda.

    Não há dúvida de que sociedades menos desiguais funcionam melhor. Elas tendem a ser mais ricas, mais educadas, menos violentas e por aí vai. O que é causa e o que é efeito pode ser difícil de determinar, mas está claro que a redução das desigualdades é algo a perseguir.

    É preciso, porém, resistir à tentação das interpretações unidimensionais. Uma das contradições básicas da política, que raramente é mencionada, é que liberdade e igualdade são incompatíveis. Se a sociedade é livre, as pessoas que se esforçarem mais acumularão mais bens e os transmitirão a quem desejarem, tipicamente os filhos. Mas, neste caso, a sociedade deixa de ser igualitária, pois não só alguns terão mais do que outros como também herdarão riquezas pelas quais não trabalharam.

    O paradoxo não tem solução. Cada sociedade precisa definir o “mix” de liberdade e igualdade que concederá a seus membros. Não podemos esquecer, porém, que a proporção escolhida tem implicações. Se a liberdade é total, cenários distópicos de concentração de renda tendendo ao infinito se tornam possíveis. Se a igualdade é plena, desaparecem os incentivos para produzir mais e, principalmente, para inovar.

    Considerando que foi o desenvolvimento científico que tirou a humanidade do estado de penúria material em que viveu na maior parte da história, penso que a liberdade deve ter prioridade. Não se mata a galinha dos ovos de ouro.

    helio@uol.com.br

  42. Chesterton said

    Pax, vamos ler seu artigo

    ….e Lula (Brasil) enfrentam as elites, …

    chest- o filme começou mal, Lula não só não as enfrentou, como alimentou e se incluiu entre os beneficiados.

    … que não adotaria as políticas neoliberais de “ajuste fiscal” que, de fato, adotou integralmente em 2015

    chest- adotou? Quantos funcionarios publico foram mandados para casa? Que papinho idiota.

    …Nos casos de Brasil e Argentina, a crise asiática de 1997 precipitou o desmoronamento da relativa estabilidade construída pelos governos neoliberais,

    chest- o neoliberalismo acabou então por fatores externos? interessante….

    à formação de circuitos econômicos virtuosos…

    chest- que se desfazem assim que o preço das comodities despenca, ora, ora. Pura magia do wishfull thinking.

    independentes do sucesso ou não da industrialização,

    chest- completamente dependentes, uma vez que em vez de industrializar, consumiu-se o capital com gadgets inuteis.

    em tendência de autonomização em relação às exportações.

    chest- sim, dinheiro dá em árvore. Aliás, aumentem os impostos. Quer dizer, aumentem as alíquotas, a arrecadação cai.

  43. Chesterton said

    No mais, está razoável.

  44. Chesterton said

    Farol argentino
    03/01/2016 02h00

    É na Argentina onde acontecem os eventos mais significativos para a América Latina nesta virada de ano, com potencial de impactar a região por muito tempo.

    Logo depois de sua posse, o governo do presidente Maurício Macri começou a tomar decisões importantes como a liberação das exportações e do câmbio e a eliminação de restrições à imprensa. Por sua vez, a agora oposição acusa Macri de ser antidemocrático e de tomar medidas que favorecem produtores agrícolas e grandes órgãos de mídia.

    Os governos Kirchner que antecederam Macri elevaram as despesas públicas muito além da capacidade de arrecadação e financiamento do país. O Banco Central, na mesma linha, não adequou a política monetária ao crescente gasto governamental. O resultado, previsível, foi o aumento da inflação.

    Mas esse grupo de pensamento estatizante que predominava na Argentina tende a analisar a economia basicamente focando nos seus efeitos imediatos, não nas suas causas. Com a alta da inflação, o governo Kirchner passou a divulgar índices de preços falsos enquanto proibia a divulgação de índices verdadeiros por economistas independentes. E ainda adotou medidas intervencionistas duras, como proibir a exportação de grãos para forçar os agricultores a venderem o produto no mercado interno a preço menor.

    O efeito foi desastroso. Os agricultores se recusaram a vender produtos abaixo dos custos, que subiam muito, enquanto a queda nas exportações gerou escassez de dólares na economia.

    A decisão de Macri foi não só liberar as exportações como também o mercado de câmbio. Isso gerou, naturalmente, uma forte desvalorização da moeda, o que estimula as exportações de grãos e também de produtos manufaturados, antes inviáveis pelo câmbio artificialmente controlado. E o mercado cambial agora já se estabiliza dentro da realidade do país.

    Essas são só algumas das medidas tomadas por Macri para permitir um melhor funcionamento da economia como um todo. A oposição kirchnerista, porém, adota a argumentação apaixonada de que as medidas são negativas, pois beneficiariam de imediato grandes produtores agrícolas e donos de jornais.

    A posição de Macri reflete a compreensão dominante em economias mais relevantes de que o governo não deve intervir para beneficiar um ou outro setor escolhido pela burocracia estatal, mas sim deixar que a economia funcione em base realista para crescer mais e gerar mais renda e emprego, o que, em última análise, beneficia a todos, particularmente os mais pobres.

    Os países latino-americanos devem acompanhar os desdobramentos argentinos com interesse e isenção, pois eles podem nos trazer muitas lições neste ano e nos próximos.

    chest- escrito por um ex-presidente do Brasil.

  45. Chesterton said

  46. Chesterton said

    PT quer superar ajuste com mais impostos e empréstimos da China
    Documento entregue por deputados ao governo traz pacote de medidas econômicas

    POR SÉRGIO ROXO 02/01/2016 7:00 / atualizado 02/01/2016 9:11

    SÃO PAULO — Para superar a pauta do ajuste fiscal, a bancada do PT na Câmara vai intensificar a pressão sobre a presidente Dilma Rousseff com o objetivo de que o governo adote um pacote de medidas na economia, como a reformulação da cobrança do imposto de renda com adoção de alíquota de até 40%, a tributação de lucros distribuídos por empresas a acionistas, além da busca de empréstimos na China.

    A troca do comando do ministério da Fazenda, com a saída de Joaquim Levy e a entrada de Nelson Barbosa, mais alinhado com o PT, deu esperança aos parlamentares de que as propostas possam ser atendidas. No começo da semana passada, um grupo de cinco deputados, que incluía o líder da sigla na Câmara, Sibá Machado (AC), entregou ao ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, um documento de 18 páginas com 14 medidas para combater a crise.

    A saída de Levy, considerado um representante do mercado, foi elogiada pelo PT e por movimentos que formam a base da legenda, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Mas a fala de Barbosa, ao tomar posse, de que seguiria a linha do seu antecessor gerou desconfiança. No começo da semana, o presidente do partido, Rui Falcão, alinhado ao movimento da bancada, cobrou, em um texto publicado na internet, a necessidade de Dilma adotar medidas ousadas na economia. O ex-presidente Lula também está afinado com os deputados. A avaliação é que o governo precisa ser pressionado para mudar a pauta.

    NOVAS FAIXAS DE IMPOSTO DE RENDA

    A maioria das propostas já vinha sendo defendida pelo partido e chegaram a constar da resolução aprovada no Congresso do PT, em Salvador, em junho. Mas, no documento entregue ao ministro da Casa Civil, as medidas foram detalhadas. A expectativa dos parlamentares é ter, já na primeira semana do ano, uma conversa sobre o assunto com Barbosa e com a própria Dilma.

    — O Jaques Wagner achou muito interessante e ficou de conversar com o Nelson (Barbosa), Valdir Simão (novo ministro do Planejamento) e com a presidente para promover uma reunião na semana que vem — afirmou o deputado Vicente Cândido (PT-SP), que coordena o grupo de parlamentares que elaborou o documento.

    Na introdução, os petistas dizem que as medidas visam “aprofundar a justiça tributária, com a tributação dos setores privilegiados da sociedade, já que atualmente os impostos recaem sobre a classe média e os trabalhadores”.

    Para atingir esse objetivo, a principal proposta é a reformulação do imposto de renda. No lugar das quatro faixas de cobrança de hoje, com alíquotas de 7,5% a 27,5%, seriam criadas sete, com índices de 5% a 40%. Pela sugestão petista, o valor de isenção subiria de R$ 1,9 mil para R$ 3,4 mil e a alíquota máxima de 40% atingiria os salários superiores a R$ 108,5 mil por mês.

    Também entraria nesse pacote de “justiça tributária”, a cobrança de imposto de renda sobre lucros e dividendos distribuídos pelas empresas a seus acionistas e sobre a remessa de recursos ao exterior. Cândido afirma que essas medidas poderiam gerar uma arrecadação extra de, pelo menos, R$ 40 bilhões por ano.

    Apesar de o documento ser amplo, os deputados reconhecem que vão precisar priorizar os temas na negociação com o governo. Receberão o foco mais imediato as mudanças no imposto e outras duas medidas: a venda de papéis da dívida ativa para bancos privados e a busca de empréstimos na China.

    Há ainda no pacote medidas já encampadas pelo governo, como a volta da CPMF, a repatriação de recursos do exterior e a alteração da legislação para acordos de leniência com empresas envolvidas em casos de corrupção.

    A proposta que pode gerar mais recursos, segundo os petistas, é de venda da dívida ativa. A ideia é que os bancos comprem com desconto papéis da dívida e executem as cobranças. Os estados e as prefeituras também poderiam aderir ao programa e vender as suas dívidas.

    — A gente calcula que há entre R$ 800 bilhões a R$ 1 trilhão vendável. Isso resolveria os problemas de caixa da União, dos governos e das prefeituras — diz Vicente Cândido.

    Os deputados cobram ainda do governo a iniciativa de buscar acordos com as autoridades chinesas para viabilizar financiamentos dos bancos estatais locais, que poderiam repassar entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões para as empresas brasileiras.

    — Não podemos ter na economia só o olhar do setor financeiro. O setor produtivo não pode ficar de lado. A conta de 2015 foi muito dura. Essas propostas vão no sentido de abastecer o caixa do governo e garantir as questões sociais — avalia Sibá Machado.

    Para o economista Márcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, que tem auxiliado na fomulação das medidas, a recessão atual impede a continuidade do processo de distribuição de renda:

    — A proposta do PT é associada ao crescimento econômico. Com a recessão, não tem o que distribuir.

    AS 14 PROPOSTAS

    1) Vender papéis da dívida ativa da União para bancos e levantar recursos para obras

    2) Adotar sete faixas de alíquotas do Imposto de Renda — a mais alta de 40% para salários acima de R$ 108 mil mensais — e isenção para quem ganha até R$ 3.390

    3) Instituir imposto de renda sobre lucros e dividendos e remessa de recursos para o exterior

    4) Fim da possibilidade de empresas poderem abater do IR o valor pago como juros para os acionistas

    5) Aumentar o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) para propriedades improdutivas

    6) Mudar tributação sobre cigarros

    7) Criar um imposto sobre grandes fortunas

    8) Elevar imposto sobre heranças e doações

    9) Instituir imposto semelhante ao IPVA para jatinhos e helicópteros

    10) Legalizar jogos de azar

    11) Volta da CPMF (já encampada)

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    12) Alterar legislação para acordos de leniência (já encampada)

    13) Repatriação de recursos mantidos no exterior (já encampada)

    14) Captação de empréstimo na China para financiar empresas brasileiras

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/pt-quer-superar-ajuste-com-mais-impostos-emprestimos-da-china-18397060#ixzz3wDO4VRgD

  47. Chesterton said

    Cada um que aparece….

    http://www.diariodobrasil.org/ator-petista-propoe-que-brasileiros-facam-vaquinha-para-ajudar-dilma-cada-um-da-o-que-pode/

  48. Chesterton said

    http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/vote-na-enquete-ou-sugira-outra-opcao-depois-de-culpar-joaquim-levy-pelo-naufragio-economico-produzido-por-13-anos-de-governo-lulopetista-qual-destes-cargos-jaques-wagner-merece-acumular-com-a-che/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+augustonunes+%28Augusto+Nunes%29

  49. Chesterton said

    Por João Luiz Mauad, publicado pelo Instituto Liberal

    Depois de praticamente quebrar o país com suas estripulias econômicas, os parlamentares do partido, de uma ala, digamos, mais à esquerda, entregaram à presidente Dilma Rousseff um documento com 14 propostas cujo mote é tirar o Brasil da crise e “aprofundar a justiça tributária, com a tributação dos setores privilegiados da sociedade, já que atualmente os impostos recaem sobre a classe média e os trabalhadores”.

    Entre as propostas, há algumas claramente redundantes, pois são medidas ou já em andamento ou já encaminhadas pelo governo ao congresso, como a volta da CPMF, a regulamentação dos acordos de leniência e a repatriação de recursos. Provavelmente, foram colocadas ali para “encher linguiça”. Outras são de matar de rir, como aquela que prevê a venda de títulos da dívida pública para bancos, a fim de levantar recursos para obras – será que eles têm ideia de como funciona o mercado financeiro? Ou ainda a que sugere a captação de empréstimos na China, também para obras – como diria Mané Garrincha, só falta combinar com os russos, digo, com os chineses…

    Noves fora as redundâncias e as piadas, há algumas sugestões bastante preocupantes, as quais, caso adotadas, além de não resolverem qualquer um dos nossos problemas, levariam o país diretamente para o fundo do poço. São elas: a adoção de sete faixas de alíquotas do Imposto de Renda — a mais alta de 40% para salários acima de R$ 108 mil mensais — e isenção para quem ganha até R$ 3.390 (algo que certamente faria cair a arrecadação já num primeiro momento, mas essa é outra conversa); A instituição do imposto de renda sobre lucros e dividendos e remessa de recursos para o exterior; O fim da possibilidade de empresas poderem abater do IR o valor pago como juros aos acionistas; A criação do imposto sobre grandes fortunas e a elevação do imposto sobre heranças e doações.

    Coincidentemente, no mesmo dia, leio na FSP que a onda migratória dos ricos (e remediados) rumo a paragens onde sejam mais bem tratados pelo fisco e pelo ambiente de negócios já começou, mesmo antes dessa proposta estapafúrdia vir a público. Não é para menos. As incertezas são muitas e o que não falta são políticos esquerdistas (o PT à frente) fazendo de tudo para transformar o Brasil em mais uma republiqueta bolivariana.

    Propostas como essa da petezada são nitroglicerina pura para a já combalida economia tupiniquim. Ao contrário do que pensam Sibá Machado, Rui Falcão e outros vanguardistas do atraso, a história econômica sugere que baixos impostos sobre os ricos tendem incentivar o investimento e o crescimento, enquanto a alta taxação sobre eles costuma causar o efeito inverso. Com a economia francamente debilitada, amargando seguidos períodos de crescimento zero, inflação descontrolada, déficits e dívida crescentes, esta definitivamente não é uma boa hora para assustar os endinheirados com impostos extorsivos, elevação do gasto público e aumento da dívida, até porque, como bem demonstra a reportagem da FSP, esse pessoal tem um poder de mobilidade imenso.

    Em suas malas, além de roupas e objetos de uso pessoal, os expatriados pela ganância e falta de responsabilidade do governo levam junto muitos investimentos que deixarão de ser feitos em Pindorama, assim como uma enorme capacidade de consumo. Tudo somado, carregam para fora do país muitos empregos e vários pontos percentuais de crescimento do PIB.

    A ideia dos petistas não é nova nem tampouco inovadora. Já foi tentada por governos de esquerda no passado em muitos lugares. Como já escrevi alhures, no final dos anos 1970, alíquotas máximas do imposto de renda entre 60 e 90% não eram incomuns entre as economias avançadas da Europa e América do Norte. A estagnação econômica mundial daquela época, entretanto, fez com que o pêndulo da política retornasse às ideias liberais (pelo menos no campo da economia) e aos governos reduzidos.

    A tendência foi particularmente acentuada nos EUA e na Grã-Bretanha. Durante a administração de Ronald Reagan, por exemplo, as alíquotas máximas do imposto de renda caíram de 70% para 28%. Na Grã-Bretanha, Margaret Thatcher cortou a alíquota superior de 83% para 40%.

    Embora de forma menos ambiciosa, outras economias seguiram o exemplo. Em 1988, o Canadá reformou seu sistema fiscal, achatando a estrutura tributária e reduzindo as taxas de topo. A Alemanha aprovou uma reforma no mesmo ano, diminuindo as taxas marginais sobre os mais ricos. Até mesmo a Noruega, em 1992, acabou cortando drasticamente as taxas de topo, tanto de trabalho quanto de rendimentos de capital, de 58% para 28%.

    Os ricos costumam auferir renda de duas formas: com os lucros das empresas onde investem seus recursos e com os ganhos de capital. Não por acaso, os economistas recomendam que não se taxem os investimentos e o capital, pois essa tributação, além de distorcer os padrões de produção, mexe com a distribuição final de bens e serviços. Como o capital é a porta de entrada para o crescimento futuro, a tributação dos rendimentos de capital tende a reduzir investimentos e distorcer a produção ao longo do tempo.

    Impostos mais altos sobre os ricos estão longe de ser um almoço grátis, como pensam os próceres do petismo. Em curtíssimo prazo, eles podem até levantar a receita (embora isso não seja garantido), mas não sem um custo enorme em termos de eficiência e crescimento em longo prazo. Reformas que fechem gargalos, reduzam o gasto público e alarguem a base tributária seriam muito mais eficientes do que o aumento de alíquota para os ricos.

    Na verdade, o gesto dos radicais do PT não consegue convencer qualquer pessoa com um mínimo de discernimento e boa fé. É uma pena que esse discurso velhaco ainda tenha espaço nos dias de hoje. Ademais, um discurso que só serve mesmo para perpetuar uma política demagógica que nada mais tem a oferecer além da pura retórica.

  50. Chesterton said

    A genti nus si fuldiemos…

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/01/1724641-governo-acaba-com-bolsa-empresario-e-fica-com-divida-de-r-214-bilhoes.shtml

  51. Chesterton said

    mas cadê a Petezada?

    http://www.ft.com/fastft/2016/01/04/argentina-and-brazil-trading-places/

  52. Chesterton said

    o brasileiro pobre paga o preço da gastança desenfreada

    http://www.economist.com/news/leaders/21684779-disaster-looms-latin-americas-biggest-economy-brazils-fall?fsrc=scn/fb/te/pe/ed/brazilsfall

    mas ela quer gastar as reservas em dólar para outra rodada de “desenvolvimentismo”. O PT é uma pirâmide.

  53. Chesterton said

    A batata está assando…

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/clovisrossi/2016/01/1726040-brasil-da-um-basta-ao-bolivarianismo.shtml?cmpid=compfb

  54. Chesterton said

    Delator afirma que ex-ministro de Dilma e atual secretário de Haddad era sócio de Yousseff em laboratório

    Trata-se da empresa Labogen, usada para lavar dinheiro.

    É bombástico o depoimento de Carlos Alexandre de Souza Rocha, ex-funcionário de Alberto Yousseff. Ele, que justamente carregava valores para o doleiro, afirma que Alexandre Padilha (PT/SP) também era dono do Labogen, empresa utilizada para lavagem de dinheiro.

    Padilha foi Ministro da Saúde de Lula e Dilma Rousseff e autalmente é Secretário de Saúde de Fernando Haddad, em São Paulo. Ele concorreu ao Governo do Estado em 2014, ficando em terceiro lugar, mesmo após prometer que em sua gestão (sabe-se lá como) o Cantareira ficaria cheio d’água novamente.

    Deu no que deu. O Cantareira encheu mesmo sem Padilha – e ele agora é alvo de uma delação gravíssima.

  55. Chesterton said

    Ex-ministro de Dilma perdeu cargo porque ‘roubava só para si’, diz delatorFuncionário de Youssef afirmou à Lava Jato que ouviu do doleiro que Mário Negromonte era o ‘mais achacador’ dos políticos envolvidos no petrolão
    Por: Laryssa Borges, de Brasília04/01/2016 às 20:14 – Atualizado em 04/01/2016 às 20:14

    O delator da Lava Jato Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, afirmou em depoimento que o ex-deputado Mario Negromonte (PP) perdeu o cargo de ministro das Cidades no primeiro governo da presidente Dilma Rousseff porque estaria “roubando apenas para ele próprio”. Ceará foi descrito pela força-tarefa do petrolão como um dos responsáveis por distribuir propina a políticos a mando do doleiro Alberto Youssef. Ele afirmou à força-tarefa da Lava Jato que Youssef classificava Negromonte como o “mais achacador” dos políticos envolvidos no esquema. Ainda segundo ele, o ex-ministro cobrava propina insistentemente e teria perdido o cargo no primeiro escalão no governo petista porque não repassava a propina que, no esquema criminoso, deveria ser enviada a políticos do Partido Progressista.
    Segundo relato do delator, Negromonte teria recebido 5 milhões de reais em propina durante a campanha eleitoral de 2010. Repasses de dinheiro, conforme Ceará relatou ter ouvido de Youssef, eram feitos pelo próprio irmão do ex-ministro, Adarico Negromonte, inocentado pelo juiz Sergio Moro na Lava Jato, e por Rafael Ângulo Lopes, delator e carregador de propina do doleiro. Entre os destinatários que receberam propina das mãos de Ceará estão os ex-deputados federais João Pizzolatti (PP-SC), Pedro Correa (ex-PP-PE) e Luiz Argôlo (ex-PP-BA), todos investigados ou já condenados no escândalo do petrolão. Também recebeu propina, conforme Ceará, o filho do deputado federal Nelson Meurer (PP-PR).

  56. Chesterton said

  57. Chesterton said

    O ano da marmota
    06/01/2016 02h00
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    Comemoramos o Ano Novo com direito a queima de fogos e até um artigo especial da presidente da República, em que ela mais uma vez busca se eximir da culpa pelo seu lamentável desempenho, deixando, é claro, de admitir sua responsabilidade pelos inúmeros erros de política, bem como a arrogância com que desconsiderou qualquer crítica aos disparates do seu primeiro mandato.

    No entanto, sinto informar que, tal como no filme “Feitiço do Tempo” (“Groundhog Day”, no original em inglês), estamos ainda presos em 2015, de onde só sairemos se, da mesma forma que o protagonista, reconhecermos nossos erros e conseguirmos corrigi-los.

    A verdade é que muito se falou e pouco se fez a esse respeito. Do ponto de vista do ajuste fiscal, por exemplo, embora os gastos primários do governo federal, medidos a preços de novembro de 2015, tenham caído de janeiro a novembro (algo como R$ 27 bilhões, cortesia da inflação elevada), tanto a causa como a distribuição da queda não são bons presságios para o futuro.

    Com efeito, os gastos de capital caíram R$ 32 bilhões; já os gastos correntes subiram R$ 5 bilhões. Destes, os gastos previdenciários aumentaram R$ 7 bilhões, impulsionados pela elevação do salário mínimo pouco inferior a 9% em 2015.

    Isso sugere haver pouco espaço para cortes adicionais do investimento, enquanto os gastos correntes deverão seguir sua trajetória ascendente, em particular se, como esperado, a inflação deste ano for menor que a de 2015, enquanto o novo reajuste do salário mínimo já foi fixado em quase 12%.

    Posto de outra forma, o ajuste fiscal propriamente dito, isto é, a correção da persistente tendência de aumento do gasto público, ainda está para acontecer.

    Nesse sentido, a falta de convicção da presidente, estampada no seu artigo, é muito mais inquietante do que as tendências “desenvolvimentistas” do novo ministro da Fazenda, ainda que estas sejam bastante reais. Da mesma forma são preocupantes as pressões do seu partido para a retomada da experiência heterodoxa do primeiro mandato, defendida por economistas que ainda tentam nos convencer de que a nova matriz jamais existiu (a última desculpa é que se tratou de uma “tentativa de prolongar o ciclo de consumo e só”).

    Isto dito, se não houve progresso no campo fiscal, a situação consegue ser ainda pior no âmbito das reformas microeconômicas. Como bem notado por Marcos Lisboa e Zeina Latif em artigo recente, o país acumulou enormes distorções nos últimos anos, revertendo o progresso de décadas anteriores. Nada foi feito para corrigir essas distorções, boa parte das quais, diga-se de passagem, foi criada precisamente no período em que Nelson Barbosa desempenhava papel central na equipe econômica.

    Olhando à frente, não é preciso muito para nos persuadir de que são reduzidas as chances de avanço em qualquer uma das áreas acima. Para começar, não existe no governo, depois da saída de Joaquim Levy, quem as defenda à vera.

    Mais importante, porém, qualquer um que tenha lido a entrevista do ministro da Casa Civil deve ter notado que não há nenhuma outra prioridade por parte da atual administração que não seja evitar o impedimento da presidente.

    Nesse contexto, ninguém deverá se surpreender caso acordemos em 2017 com a exata sensação de estarmos ainda em 2015.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/alexandreschwartsman/2016/01/1726251-o-ano-da-marmota.shtml

  58. Chesterton said

    BC perde US$ 89,6 bi com venda de dólar no mercado futuro em 201516
    Da Agência Brasil 06/01/201614h09

  59. Chesterton said

    http://folhacentrosul.com.br/post-politica/9810/macri-abre-demissao-de-30-mil-comissionados-380-medicos-cubanos-e-ferra-comunistas-na-argentina

  60. Chesterton said

    caiu na boca do povo

  61. Chesterton said

  62. Chesterton said

  63. Pedro said

    Poha, começa o ano e é só noticia ruim….

  64. Chesterton said

  65. Chesterton said

    http://portalconservador.com/livros/Joseph-Douglass-Red-Cocaine-The-Drugging-of-America-and-the-West.pdf

  66. Chesterton said

    recebido via email

  67. Chesterton said

    Editorial do Estadão: Sujeito oculto

    Publicado no Estadão

    Na gramática do governo petista, o responsável pela imensa crise atual é oculto por elipse. A presidente Dilma Rousseff cometeu erros primários, mas nem ela nem seus auxiliares são capazes de vir a público e assumir, em primeira pessoa, a autoria do desastre que se revela a cada novo balanço da economia. Tome-se, por exemplo, uma recente entrevista do ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, na qual ele admitiu os “erros que foram cometidos em 2013 e 2014”. Não é preciso ser catedrático em análise sintática para perceber que a voz passiva serve para esconder o sujeito que senta na cadeira presidencial e que, por sua única e exclusiva responsabilidade, colocou o país na trilha do caos.

    Na entrevista, dada à Rádio Metrópole, de Salvador, Jaques Wagner fez um diagnóstico preciso dos problemas criados pela gestão temerária da economia no governo Dilma. O ministro listou, entre os “erros que foram cometidos”, a “desoneração exagerada” e os “programas de financiamento que foram feitos num volume muito maior do que a gente aguentava”. Embora tratados pelo petista como se fossem obras do acaso ou tivessem caído dos céus, essas medidas são parte da chamada “nova matriz econômica”, monstrengo que assegurará a Dilma um lugar de honra na galeria dos piores presidentes da história do Brasil.

    A tal matriz é obra do, por assim dizer, pensamento de Dilma, desde sempre convencida de que o Estado tem recursos infinitos e que, por essa razão, deve ser o grande responsável pelo desenvolvimento do país. Não há cofre público que baste para tamanha falta de juízo, como sabe qualquer estudante novato de economia, mas afinal não é possível discutir de forma racional com quem governa acreditando que basta “vontade” para que se realize a “justiça social”.

    Como a “nova matriz econômica” é fruto de ideologia, e não de planejamento sensato, seus graves reveses são tratados não como se fossem um problema do modelo em si, e sim como resultado de uma combinação de fatores externos, sabotagem da oposição e, claro, má sorte. Mesmo quando reconhecem os erros, Dilma e seus ministros tratam logo de dizer que o problema é sempre dos outros. “Eu sei que isso não consola, mas no mundo inteiro nós estamos vivendo uma fase de economia complicada”, disse o chefe da Casa Civil na entrevista.

    Quando resolveu dar um nome ao sujeito da crise, o ministro, previsivelmente, elegeu Joaquim Levy, visto pelos petistas como o verdugo dos pobres. Ministro da Fazenda, Levy foi o responsável por aplicar o “remédio que virou veneno”, que “mata o paciente”, disse Wagner. “O Levy tinha uma visão muito específica do livro-caixa, do cofre, então ele estava obcecado por aquilo ali”, opinou o ministro. “Aquilo ali”, enfatize-se, é o equilíbrio das contas públicas, sem o qual não é possível manter os programas sociais tão caros ao PT de Wagner.

    Mas a farsa do ajuste fiscal – que não foi feito na dimensão necessária porque Dilma nunca o bancou para valer – serve bem aos propósitos populistas dos petistas. “Já cortamos neste ano mais de R$ 130 bilhões, entre programas e despesas. Mas chega um ponto em que, se você cortar mais, vai matar o paciente”, disse Wagner. E ele foi didático: “Tem seca no Nordeste, tem enchente no Sul, tem zika vírus com microcefalia, tem que gastar dinheiro para combater o mosquito. Isso tudo é dinheiro, o que vou fazer? Vou dizer para o cara: ‘Amigo, você está com microcefalia, mas meu ajuste fiscal diz que não posso lhe dar dinheiro, morra’. Não pode ser assim”.

    Para os petistas, portanto, ajuste fiscal significa deixar morrer os doentes nos hospitais negando-lhes atendimento por economia de recursos, como se o dinheiro já não faltasse em razão justamente da irresponsabilidade dos governantes, a começar pela própria presidente Dilma Rousseff. Que ninguém se engane: a “autocrítica” malandra que Jaques Wagner ensaiou, calculada para dar a impressão de que vem aí uma nova fase no governo, nada mais foi do que um pretexto para reafirmar as mesmas crenças que empurraram o país para o abismo

  68. Chesterton said

  69. Chesterton said

    http://m.infomoney.com.br/mercados/noticia/4509425/joaquim-levy-sera-novo-diretor-financeiro-banco-mundial

  70. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2016/01/1727649-prova-de-fogo.shtml

    “O governo brasileiro confia que serão preservadas e respeitadas as atribuições e prerrogativas constitucionais da nova Assembleia Nacional venezuelana e de seus membros.” A nota do Itamaraty, precisa na linguagem e no tom, indica uma radical mudança de rumo do Brasil diante do regime chavista. É discutível se ela contribuirá para cercear a escalada autoritária de Caracas mas, certamente, oferece uma oportunidade histórica à esquerda brasileira. No passado, a esquerda europeia definiu sua natureza diante dos testes da URSS, da Hungria e da Tchecoslováquia. É esse o lugar que hoje ocupa a Venezuela, na América Latina.

    “O Podemos tem que esclarecer de uma vez se defende a democracia na Venezuela”, desafiou o jornal “El País” no 5 de janeiro. Há menos de três anos, Pablo Iglesias, que se tornaria o líder do novo partido de esquerda espanhol, celebrou o chavismo num ato convocado pela embaixada venezuelana em Madri. “Hugo Chávez era a democracia dos de baixo!”, exclamou Iglesias um mês após a morte do caudilho. Mais tarde, confrontado com as urnas, ele trocou de registro, substituindo as referências à “revolução bolivariana” pelo elogio do modelo social-democrata dos países nórdicos, mas seu partido votou contra a resolução do Parlamento Europeu que pede a libertação dos presos políticos venezuelanos.

    O Podemos não tem o direito de fingir que a história começa após a queda do Muro de Berlim –eis o sentido do repto do “El País”. Na Europa, os partidos social-democratas completaram seu aprendizado democrático no entre-guerras, como fruto da experiência do stalinismo soviético. Depois, as invasões da Hungria (1956) e da Tchecoslováquia (1968) cindiram o movimento comunista, originando o eurocomunismo dos partidos italiano e espanhol, que declararam adesão ao princípio da democracia.

    Na América Latina, por outro lado, a esquerda encontrou na Revolução Cubana um abrigo conveniente, isolando-se do debate de princípios que varria a Europa. Sob o teto de palha do castrismo, enfrentando regimes ditatoriais de direita, a esquerda latino-americana utilizou o antiamericanismo como um talismã capaz de silenciar os estrondos provenientes do Velho Mundo. Por aqui, magicamente, os intelectuais de esquerda conciliam a denúncia da ditadura de Pinochet com a apologia da ditadura de Castro. Mas a degradação autoritária da “revolução bolivariana” rompe o antigo encanto. Na hora do choque entre o regime chavista e a democracia representativa, as ruínas do século 20 amontoam-se diante de uma esquerda que teme olhar seu reflexo no espelho.

    O presidente da Assembleia Nacional (AN) ordenou a remoção das imagens de Chávez que adornavam o plenário. A Venezuela testa o princípio da pluralidade: o conceito de que a nação não pertence a um movimento político. A maioria da AN empossou os três deputados ilegalmente impugnados por um tribunal servil à vontade do regime. A Venezuela testa o princípio da independência dos poderes: o conceito de que as prerrogativas do Executivo devem ser limitadas pelas instituições democráticas. A AN prepara-se para votar uma lei de anistia, libertando os oposicionistas encarcerados pelo regime. A Venezuela testa o princípio da liberdade política: o conceito de que a divergência de opinião é um direito sagrado dos cidadãos.

    A prova de fogo ajudará a definir a natureza da esquerda brasileira. O PT nasceu da democracia, mas exibe uma alma dilacerada. De um lado, governou respeitando a Constituição e resistiu à tentação de buscar um terceiro mandato para Lula. De outro, acusa os críticos de representarem interesses estrangeiros, flerta com a censura e subordina as estatais aos interesses partidários. A nota do Itamaraty oferece ao partido a oportunidade de unificar intenção e gesto, jogando ao mar o lastro autoritário que o prende ao passado

  71. Chesterton said

  72. Patriarca da Paciência said

    “Quem acredita em crescimento infinito num planeta fisicamente finito ou é louco ou é economista” (David Attenborough),
    ou pode ser também o Chesterton, o Olavo de Carvalho, o reinaldo rolabosta etc.etc.etc.

  73. Chesterton said

    Esta é a base do governo petista, se você ainda não se deu conta. O PT é uma piramide, um Ponzi Scheme…e agora vem mais crédito sem lastro por aí. Vão criar uma bolha de crédito.

  74. Patriarca da Paciência said

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/01/1727684-pais-nao-deixara-de-ser-grande-por-alguns-anos-de-crise-diz-brasilianista.shtml

    Veja aí, Chesterton, uma boa análise da situação política atual na América Latina. Quase no fim da entrevista ele afirma:
    “O fim do “boom” das commodities está tornando difícil a situação dos partidos de esquerda na América Latina, não porque sejam de esquerda, mas porque estão no poder no momento.
    Partidos e alianças de direita e centro direita estão tirando vantagem, apresentando-se como oposição ao “status quo”.

    O petróleo era vendido a U$ 100,00 dólares o barril e, agora, é vendido a U$ 35,00 40,00. Minério de ferro se desvalorizou ainda mais. A Vale, privatizada, está em situação pior que a Petrobrás.

    Se o petróleo voltasse a U$ 100,00 o barril todos os problemas da Venezuela desapareceriam.

    O mesmo aconteceria com a Petrobrás. Os problemas diretos da Petrobrás são responsáveis pela queda de 2% do PIB brasileiro e, os indiretos, pela queda restante.

    Mas o mundo é isso aí mesmo. São os solavancos naturais da História. A América Latina, finalmente, atingiu o nível de países democráticos e haverá alternância de governos, conforme as insatisfações populares do momento, como já acontece na Inglaterra, Estados Unidos e vários países.

    É a evolução natural da sociedade.

    Os partidos de esquerda que estão perdendo agora, logo poderão voltar.

  75. Pedro said

    Gzuis, não sei se o nome do filme é “2015 o ano que não terminou”, ou, “2016 o ano que não começou”.

    Ainda bem que os hermanos “invadiram” Santa Catarina.
    Temos que aturar o transito, a chatice, o portunhol, mas os dólares são bem vindos.

  76. Pedro said

    O preço do petróleo cai e o valor dos combustíveis aumenta…… vai entender…..

    Acabei de falar com um amigo que está nos EUA.
    Fazendo as devidas conversões, a gasolina está custando lá, R$ 1,70 o litro.

    ………….

    Uhuuuuu
    O PETRÓLEO É NOSSO…..

  77. Pedro said

    Pax, chega de vadiagem, vamos trabalhar, daqui a pouco o MSB invade o blog…. :-)

  78. Chesterton said

    “O fim do “boom” das commodities está tornando difícil a situação dos partidos de esquerda na América Latina, não porque sejam de esquerda, mas porque estão no poder no momento.

    chest- não, Patriarca, não. As dificuldades da esquerda vem da ideia que o crescimento da economia se devia às políticas de estímulo ao consumo desenfreado, e não ao boom das commodities. Em vez de guardar uma grana preta para os anos de vacas magras, torraram populisticamente em busca de votos. Não existe mistério, quem tem grana guardada faz compra na “bacia das almas” , aproveitando a necessidade de liquidez dos incautos.

    E falei várias vezes estes anos, a moleza vai acabar, tem que guardar e investir em coisas produtivas, mas o brasileiro adora uma conversinha fiada. Bem feito, fodam-se todos os incautos.

    Chavez tomou o poder depois que o petroleo chegou a estar custando 14 dólares o barril, a gasolina era tão barata que cheguei a comprar um avião para ir ao trabalho. AVGAS a 80 centavos de dólares, 200 litros de gasolina a 160 reais Hoje está em +- 1200 reais. Grande tempo, voltando de MG pela Barra da Tijuca com o sol se pondo…grandes lembranças.

    O que Chaves fez com a Megasena do barril a 120 dólares? Investiu em algo que preste? Não. O que a Dilma fez? O que Lulla fez? Nada, porra nenhuma. Gastou em estádios, jogou dinheiro fora na África e encheu os bolsos. Provavelmenter vai passar uma temporada na cadeia. E o povo que o elegeu? Está sifuldendo, porque viveu como se rico fosse.

    E eu? Rico que sou, vivo como se pobre fosse, só capitalizando a espera de oportunidades. Esta diferença de mentalidade está na origem das desigualdades economicas, e , como você disse, são parte dos solavancos da história.

    Eu trato de aproveitar os solavancos para ir para cima, enquanto os incautos vão em geral para baixo.

  79. Chesterton said

    Subir juros é coisa da “direita”?

    http://oglobo.globo.com/economia/bc-tem-apoio-de-dilma-barbosa-para-subir-juros-18447080

  80. Chesterton said

    — Ela sabe que inflação é mortal — concluiu uma fonte palaciana, que aposta que a decisão do Copom não será unânime.

    chest- essa idiota demora muito para aprender.

  81. Chesterton said

    http://oglobo.globo.com/brasil/medicos-recusam-empregos-oferecidos-por-prefeituras-estados-18443465

    chest- olha, Patriarca, mais um colapso sistêmico.

  82. Pedro said

    “Chavez tomou o poder depois que o petroleo chegou a estar custando 14 dólares o barril, a gasolina era tão barata que cheguei a comprar um avião para ir ao trabalho. AVGAS a 80 centavos de dólares, 200 litros de gasolina a 160 reais Hoje está em +- 1200 reais. Grande tempo, voltando de MG pela Barra da Tijuca com o sol se pondo…grandes lembranças.”

    Mas que loucura é esta Chester?

    Vc tinha um avião, abastecia na Venezuela, trabalhava em MG e morava na Barra da Tijuca?

    (Acho que a Perdigão botou anabolizante demais na comida do “frangão”)…. :-)

  83. Chesterton said

    hahahahaha

  84. Chesterton said

    o mesmo preço do barril que me permitia voar, trouxe problemas para a economia venezuelana antes de Chaves. Mas sim, a AVGAS vinha de navio refinada para Santos (só não sei se da Venezuela, pois o petróleo deles é meio pesado), e sim , trabalhava em MG e morava na Barra da Tijuca.

  85. Chesterton said

  86. Chesterton said

    http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/cultura/a-esquerda-esta-ligada-ao-crime-por-toda-parte/

  87. Patriarca da Paciência said

    Embora reconhecendo que é totalmente inútil explicar para o Chester a diferença entre focinho de porco e tomada, vou praticar um pouco de estoicismo.

    Obras do PT:

    Transposição do Rio São Francisco, idealizada por D. Pedro II, aguardou que houvesse um governo do PT para que fosse realizada e ficará por séculos e séculos !

    Ferrovia Transnordestina, obra de grande alcance social, também ficará por séculos.

    Hidrelétrica de Belo Monte, também ficará por séculos e séculos.

    Multiplicação de universitários, também de grande alcance social, marcará o Brasil para sempre.

    Erradicação da pobreza extrema, que tanto envergonhava o Brasil, trouxe respeitabilidade a nosso país perante o mundo.

    PROUNI, ENEN, Mais Médicos, Minha Casa Minha Vida, e inúmeros outros programas que ´ transformarão o Brasil para sempre e que permanecerão.

    Em pouco mais de 12 anos o PT realizou aquilo que ficou esperando por 500 anos.

    Se houver alternância de poder no Brasil, será por pouco tempo.

    Logo o PT retornará, pois nunca um partido realizou tanto !

  88. Patriarca da Paciência said

    Chester,

    a Vale, privatizada, ou piratizada pelo FHC, anda bem pior que a Petrobrás. Quem anda roubando a Vale ?

  89. Chesterton said

    PT realizou…..você tem problema com a matemática. A infraestrutura brasileira é dos tempos dos militares. Belo Monte x Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú, mais umas 10 de porte menor.

    A Vale teve seu presidente demitido pela Dilma , Roger Agnelli foi demitido e aí…..

    http://imprensalivre.blogspot.com.br/2015/12/mulher-de-delcidio-do-amaral-garante.html

  90. Chesterton said

    Aldemir Bendine, o presidente da Petrobras, caiu na Lava Jato.

    As mensagens da OAS, interceptadas pela PF, sugerem que ele, quando ainda presidia o Banco do Brasil, negociou com Léo Pinheiro a compra de debêntures da empreiteira.

    Em outubro de 2014, Léo Pinheiro enviou a seguinte mensagem a outro dirigente da OAS:

    “O Dida marcou às 18h30. Terei de ir com ‘ACMP’, pois temos a nova debênture, que é vital”.

    Segundo o Estadão, a Procuradoria-Geral da República acusa a OAS de pagar propina a Eduardo Cunha a fim de que bancos públicos e fundos de pensão estatais comprassem suas debêntures.

    O Banco do Brasil de Aldemir Bendine, o Dida, faria parte desse mesmo esquema.

    chest- esse aqui comparece de vez em quando na empresa em que é presidente…para desespero do preço das ações do Elias.

  91. Chesterton said

    Viva a intolerância!
    Dezoito motivos para você exercitar sua capacidade de tolerância com o governo brasileiro

    Por: David Coimbra

    Passei um pacote de dias no Brasil. Pouco, mas o suficiente para comprovar como certas pessoas estão preocupadas com a intolerância. “Mais tolerância”, pedem. “Ai, quanta intolerância”. É bonito clamar por tolerância. É como clamar pela bondade ou pela paz.

    Já eu estou orgulhoso dessa intolerância do Brasil. Finalmente! Aqui, nos Estados Unidos, o sistema funciona devido à intolerância. Quem infringe a lei é punido. Ponto. Está estabelecida a igualdade.

    No Brasil, a tolerância histórica estabelece a desigualdade histórica. Há sempre justificativa para a tolerância. Ou o sujeito é coitadinho demais ou poderoso demais para ser punido. Ou se tem pena ou medo dele.

    O longo braço da lei, no Brasil, não é tão longo. Só alcança aquela que esperneia entre os coitadinhos e os poderosos — a classe média, tão odiada pelos governistas. Os poderosos, como o ministro corrupto ou o nababo assassino, esses estão muito acima do braço da lei (ou estavam), porque têm recursos para se defender. Os coitadinhos, como o punguista da Praça XV ou o menor que apunhala o médico, esses estão muito abaixo da lei. Não ficam na cadeia, são quase inimputáveis.

    Sente medo da lei apenas quem tem algo a perder com as penas da lei. Só os infelizes assalariados, tristes contribuintes que, além de financiar com seus impostos um governo ineficiente, ouvem desse mesmo governo que são a pérfida elite branca. E que são intolerantes, quando reclamam.

    Os governistas, tão intolerantes com a classe média e com a oposição, agora precisam desesperadamente da tolerância para existir. Seja tolerante, recomendam. Tolere um governo que:

    1. Soma 21 ministros denunciados, investigados ou presos por corrupção. Vinte e um ministros! Deve ser algum tipo de recorde.

    2. Leva, com sua presidente, 900 pessoas em comitiva para um evento em Paris. Novecentas! Deve ser outro recorde.

    3. Causou um rombo de R$ 120 bilhões nas finanças públicas.

    4. Mentiu na campanha eleitoral. O que foi admitido pelo próprio Pai Lula.

    5. Inchou a folha do Estado com a contratação de 235 mil funcionários, isso só os concursados.

    6. Corroeu de corrupção a maior empresa da América Latina, a Petrobras.

    7. É suspeito de ter promovido corrupção nos Correios e Telégrafos, na Eletrobras e nos fundos de pensão.

    8. É suspeito de praticar corrupção ao captar recursos para campanhas.

    9. Fez acordos com as ditaduras mais espúrias do mundo.

    10. Usou o BNDES para financiar empresários amigos, como Eike e Odebrecht.

    11. Gastou bilhões de dólares para construir quatro estádios onde praticamente não há futebol.

    12. Está investindo outros bilhões para patrocinar uma Olimpíada numa cidade em que os hospitais estão falidos.

    13. Falhou no controle sanitário e permitiu epidemias.

    14. Tem o seu líder no Senado preso.

    15. Tem dois tesoureiros do seu principal partido presos.

    16. Tem o ex-presidente do seu principal partido preso.

    17. Faz uma proposta ideológica de mudança no currículo escolar, acabando com o estudo da história antiga e medieval, e eliminando o estudo dos clássicos da literatura ocidental.

    18. Conduz a economia de maneira que a inflação chegue a dois dígitos, que o dólar estoure os R$ 4, que mais de 1 milhão de pessoas percam seus empregos e que empresas comecem a demitir e a falir.

    Um governo com tal desempenho precisa, sim, e muito, de tolerância.

    Seus bajuladores precisam de tolerância.

    Nenhum outro povo toleraria. Só os tolerantes brasileiros.

    Sejam, pois, intolerantes, brasileiros! Não deem trégua a eles! Não acreditem nessa conversa de que todos são iguais na desonestidade! Não acreditem que o prejuízo de vocês é o benefício dos pobres! Não acreditem que, saindo um ruim, entrará outro pior! Chega, basta e fora! Viva a nova intolerância brasileira!

  92. Chesterton said

  93. Chesterton said

  94. Chesterton said

    http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/4513104/nestor-cervero-liga-lula-emprestimo-investigado-lava-jato

    cargo em troca de resolver empréstimo fraudulento……..hummmm

  95. Chesterton said

    Ai, ai… Pobre petelândia! Mal teve tempo de comemorar, e uma nova bomba estoura no quintal dos vermelhos de raiva, mas nunca de vergonha. Na edição de ontem, o jornal Valor Econômico publicou a informação de que, em sua delação premiada, Nestor Cerveró resolvera implicar o governo FHC. Já chego lá. Os companheiros soltaram rojão. O foguetório durou pouco. A Folha informa nesta terça que o mesmo Cerveró afirmou, em seu depoimento, que o então presidente Lula só lhe deu um cargo, em 2009, na BR Distribuidora porque ele, Cerveró, contribuíra para resolver uma questão envolvendo um empréstimo fraudulento, mais um, para o PT.
    E como é que a questão foi resolvida? Ora, com dinheiro público, é claro! Atenção! É a segunda vez que o nome de Lula aparece envolvido nessa operação. E, ora vejam, não há nem mesmo um inquérito em que ele conste como investigado. São os mistérios da Operação Lava-Jato.

    Relembro. Em 2004, o braço financeiro do Grupo Schahin emprestou R$ 12 milhões ao pecuarista José Carlos Bumlai, amigão de Lula. O homem era apenas laranja da operação. O dinheiro, na verdade, era destinado ao PT — parte dessa grana, pelo menos R$ 6 milhões, seria para o pagamento de chantagistas, que ameaçavam envolver Lula e Gilberto Carvalho no assassinato de Celso Daniel.
    Muito bem! Em 2006, essa dívida já andava na casa dos R$ 60 milhões. Como pagar? Simples: o então diretor da área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, confessa que ele viabilizou um contrato para que o Grupo Schahin passasse a administrar o navio-sonda Vitória 10.000, da Petrobras. Valor da transação: US$ 1,6 bilhão. E o banco esqueceu a dívida, que, então, na prática, foi paga pela Petrobras.
    Só para lembrar: os diretores do Grupo Schahin já admitiram que o dinheiro era para o PT, não para Bumlai, e que a dívida nunca foi paga — ou melhor: foi, mas por intermédio do contrato com a Petrobras. Bumlai já admitiu que serviu de laranja e que parte daqueles R$ 12 milhões foi enviada ao PT de Santo André. Agora sabemos que Cerveró também confirma que o contrato do navio-sonda foi usado para saldar a pendência. Só o PT continua a negar a tramoia.
    Em seu depoimento, Cerveró, que foi diretor da área Internacional da Petrobras entre 2003 e 2008, admite que Lula lhe ficou muito grato por ter viabilizado a operação do navio-sonda, o que lhe teria rendido também o apreço do PT. Em 2008, o então presidente decidiu indicá-lo para a diretoria financeira da BR Distribuidora, onde entrou em 2009. Atenção! Ele só se tornou o titular absoluto do cargo, o diretor pra valer, a partir de 2011, já no governo… Dilma Rousseff. Permaneceu na função até março de 2014, quando estourou a Operação Lava-Jato. Lembre-se: àquela altura, Cerveró já tinha em seu currículo a desastrada compra da refinaria de Pasadena. É asqueroso.
    Há mais: o depoimento de Cerveró coincide, no detalhe, com o de Fernando Baiano. Este já havia afirmado que se mobilizara para tentar manter o outro na diretoria Internacional, mas que isso se mostrava impossível. Bumlai, o amigão de Lula, então lhe telefonou de Brasília afirmando que havia conversado com o então presidente e que este lhe assegurara que Cerveró seria beneficiado com o cargo na BR Distribuidora. E ele foi.

    RA

  96. Chesterton said

    http://m.folha.uol.com.br/poder/2016/01/1728423-delacao-de-cervero-liga-lula-a-emprestimo-sob-investigacao.shtml?mobile

  97. Patriarca da Paciência said

    “Preso em Curitiba, Pedro Corrêa, que foi presidente nacional do PP e terminou condenado à prisão tanto no ‘mensalão’ como no chamado ‘petrolão’, diz ter contado tudo o que sabe desde que foi eleito deputado pela primeira vez, em 1978, pela Arena; segundo o colunista Ancelmo Gois, as histórias passam pela reeleição do ex-presidente tucano FHC, em referência ao escândalo de 1997; votos dos parlamentares foram negociados por R$ 200 mil para aprovar a emenda constitucional que permitia a reeleição; Pedro Corrêa também prometeu delatar o senador Aécio Neves (PSDB-MG), já citado na Lava Jato por dois delatores, o doleiro Alberto Youssef e o entregador de propinas ‘Ceará'” (247)

    Como eu já havia comentado antes, “vai sobrar pimenta para o rabo de todo mundo”.

    Cerveró delatou também que o governo FHC recebeu 100 milhões de dólares na compra da refinaria argentina.

    Bem feito para o tagarela de 84 anos que não sabe se dar ao respeito.

    O jornalista, de direita, Paula Francis, já havia denunciado corrupção na Petrobrás em 1996 e “foi assassinado à distância” (Hélio Costa).

    Aécio cada vez pior, FHC idem, Beto Hitler péssimo, onde fica o PSDB ?

  98. Chesterton said

  99. Patriarca da Paciência said

    O que deixa o Chester contente ?

    O PT é a origem de todo o mal.
    O Olavo de Carvalho é um grande filósofo.
    O Reinaldo Azevedo é o maior e mais inteligente jornalista do planeta Terra.

    Contentinho, Chesterton ?

  100. Chesterton said

    Patty, o que me deixaria realmente contente seria ver o Lulla na cadeia.

  101. Chesterton said

    Na semana passada, a edição americana da revista “Foreign Affairs” publicou um artigo do pesquisador Roberto Simon, da Universidade Harvard, sobre os maiores erros da diplomacia da presidente Dilma.

    Para Simon, o pior da política externa dilmista foram o desmantelamento orçamentário do Itamaraty, o desengajamento de questões internacionais e o envolvimento de instituições financeiras públicas para a viabilização de operações duvidosas em outros países.

    As críticas têm fundamento. A presidente nunca escondeu seu desprezo pela diplomacia, e hoje sabemos mais sobre os reais beneficiários –econômicos e políticos– das operações internacionais das grandes empreiteiras brasileiras na África e na América Latina. Tem muita coisa para criticar.

    Mas, no Brasil, já há uma diferença de percepção. A imprensa aqui parece ter dado trégua às críticas. Na semana passada, li pelo menos três matérias elogiosas à atuação do Itamaraty, apesar das circunstâncias tão desfavoráveis sob as quais opera.

    O auge dos elogios deu-se há alguns dias, quando o governo soltou uma nota em termos firmes sobre a situação na Venezuela.

    Isso tem razão de ser e reflete uma mudança autoral na política externa. Não é novidade para ninguém que, desde Lula, as relações com os chamados governos de esquerda da América Latina, entre os quais Caracas, La Paz e Havana, vinham sendo desenhadas no Palácio do Planalto, por ideólogos.

    Sabe-se, hoje, das razões inconfessáveis para que a política externa com algumas capitais estrangeiras fosse sequestrada do Itamaraty.

    Agora que essa onda de governos populistas se enfraqueceu, que grande parte dos beneficiários dos esquemas ilícitos está atrás das grades e a presidente se encontra preocupada em salvar a própria pele, a diplomacia brasileira volta, aos poucos, às mãos de quem tem conhecimento específico para conduzi-la.

    O Itamaraty segue enfrentando falta de recursos, mas, num quadro político adverso a seus predadores, readquire autocontrole. O escopo ainda é limitado, mas já se nota a diferença, como no caso das relações com os Estados Unidos, com o México e com a própria Venezuela.

    Quando, no âmbito do governo federal, não diplomatas começaram a ter influência crescente na elaboração da política externa, o argumento era democratizar e enriquecer o debate sobre o tema. Deu no que deu.

    Em uma sociedade democrática, atores não estatais influenciam a elaboração da política externa. Isso é normal e desejável. No âmbito do governo, entretanto, existe definição de competências. Age-se em colegiado, mas quem tem a capacidade legal e técnica na execução das relações internacionais é o Itamaraty. Os demais órgãos são apenas acessórios.

    Imagine se o Itamaraty resolvesse definir e executar a política do Ministério da Educação ou da Saúde, por exemplo. Cada um no seu quadrado.

    Que lição fica disso? Que o governo deve ser profissionalizado, porque a profissionalização dificulta o aparelhamento e a má utilização política.

    No governo Dilma, o Brasil adquiriu a imagem de caloteiro ausente da cena internacional, e esse é um legado com o qual futuros governos terão de lidar.

    No caso da Venezuela, o Itamaraty, com o pouco que lhe resta, foi chamado a varrer os destroços. Parece que tem feito um bom trabalho. É para isso que ele existe.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/alexandrevidalporto/2016/01/1728344-e-para-isso-que-ele-existe.shtml

  102. Patriarca da Paciência said

    “Jornal de Otavio Frias comenta a declaração do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de que o governo FHC teria se beneficiado de US$ 100 milhões em propinas decorrentes da compra de uma empresa argentina pela petrolífera, e recentes acusações contra Aécio Neves (PSDB-MG); “Nada, a esta altura do escândalo, é implausível. Ainda que o PT, tudo indica, tenha amplificado a exploração dos recursos públicos com a típica voracidade dos neófitos, poucos estariam dispostos –haja vista o caso do mensalão mineiro– a pôr a mão no fogo por seus antecessores no poder”(247)

    Veja aí, Chesterton,

    O Lula até pode ser preso… mas, ao que tudo indica, o FHC e o Aécio estão mais perto do xilindró !

  103. Patriarca da Paciência said

    Como eu sempre tenho comentado, vai ter pimenta para o rabo de todo mundo, inclusive para o Pedro Simon !

  104. Patriarca da Paciência said

    Vejam que interessante. As coisas funcionam exatamente ao contrário do que dizem e pregam os capitalistas. O Estado é que gera e financia tudo e o setor privado fica com os lucros:

  105. Patriarca da Paciência said

    Hipocrisia, cinismo e cara de pau desse idoso que deveria se dar ao respeito:

  106. Chesterton said

    http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/2016/01/janot-diz-ao-stf-que-lula-deu-ascendencia-collor-na-br-distribuidora.html

  107. Chesterton said

    e aí….quebra a Petrobras que tem que ser vendida aos pedaços na bacia das almas…PRIVATARIA!

    http://painel.blogfolha.uol.com.br/2016/01/13/endividada-e-sem-poder-contar-com-dinheiro-do-governo-petrobras-coloca-fatia-na-braskem-a-venda/

  108. Chesterton said

    http://oglobo.globo.com/economia/2016/01/12/2270-com-6-valor-de-uma-acao-da-petrobras-da-pra-comprar?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo

    chest- PT e seu socialismo destroem valor.

  109. Chesterton said

    O conteúdo da delação do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró deixou em alerta o Palácio do Planalto, que teme a influência das denúncias no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, em curso na Câmara dos Deputados desde o final de dezembro de 2015.
    Cerveró, ex-diretor da área Internacional da Petrobras, declarou à Procuradoria-Geral da República ter ouvido do senador Fernando Collor (PTB-AL) menção à presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, em setembro de 2013, Collor afirmou que suas negociações para indicar cargos de chefia na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras haviam sido conduzidas diretamente por Dilma.

    Em depoimento prestado no dia 7 de dezembro de 2015, Cerveró relatou os bastidores das indicações para cargos estratégicos na Petrobras, principalmente na BR Distribuidora, apontada pelos investigadores como “cota” pessoal do ex-presidente Collor (1990-1992).

    Cerveró citou duas vezes a presidente. “Fernando Collor de Mello disse que havia falado com a presidente da República, Dilma Rousseff, a qual teria dito que estavam à disposição de Fernando Collor de Mello a presidência e todas as diretorias da BR Distribuidora. Collor de Mello disse que não tinha interesse em mexer na presidência, e nas diretorias da BR Distribuidora de indicação do PT”, declarou o ex-diretor, condenado na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro.

    Cerveró disse ter ouvido o relato de Collor sobre suposto encontro com Dilma durante uma reunião em Brasília, que teria ocorrido, segundo o delator, em setembro de 2013. Na ocasião, Cerveró estava empenhado em se manter no cargo de diretor Financeiro e Serviços da BR Distribuidora – subsidiária da Petrobras –, que assumiu após deixar a área Internacional da estatal petrolífera. Ele disse que Pedro Paulo Leoni o chamou para uma reunião com Collor na Casa da Dinda, residência do ex-presidente.

    Segundo o ex-diretor, Collor disse na reunião “que não tinha interesse em mexer na presidência e nas diretorias da BR Distribuidora”. Cerveró afirmou que tais nomes eram indicação do PT – presidente José de Lima Andrade Neto; diretor de Mercado Consumidor Andurte de Barros Duarte Filho e ele próprio, como diretor Financeiro e de Serviços.

    O ex-diretor da Petrobrás afirmou que “ironicamente agradeceu” a Collor por ter sido mantido na BR e citou um ex-ministro de Collor na Presidência, o empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, o PP. “Depois, (Pedro Paulo Leoni) disse ao declarante que Fernando Collor havia ficado chateado com a ironia do declarante, uma vez que pareceu que o declarante estava duvidando de que Fernando Collor de Mello havia falado com Dilma Rousseff. Nessa ocasião, o declarante percebeu que Fernando Collor realmente tinha o controle de toda a BR Distribuidora.” Cerveró disse que, então, entendeu a força de Collor na BR. “Nessa ocasião o declarante percebeu que Fernando Collor de Mello realmente tinha o controle de toda a BR Distribuidora”, afirmou. “Fernando Collor de Mello e Pedro Paulo Leoni Ramos mantiveram o declarante no cargo para que não atrapalhasse os negócios conduzidos por ambos na BR Distribuidora; que esses negócios eram principalmente a base de distribuição de combustíveis de Rondonópolis/MT e o armazém de produtos químicos de Macaé/RJ.”

    A defesa de Collor refutou as acusações e considerou “falsas” as alegações de que ele “tenha usado de influência política para obter favores ou exercer qualquer outro tipo de pressão sobre diretores ou funcionários da BR Distribuidora a fim de satisfazer interesses próprios ou de terceiros”.O Planalto afirmou que não comentaria a menção a Dilma, assim como a assessoria de imprensa de Pedro Paulo Leoni. (AE)

    Diario do Poder

  110. Patriarca da Paciência said

    E a Vale ? Privatizada, ou piratizada pelo FHC, está em situação pior que a Petrobrás.,

    Quem está financiando a espetaculosa queda do Petróleo uma hora vai ter que pagar a conta.

    A própria Miria Leitoa falou no telejornal da Globo, hoje pela manha, que num futuro próximo o petróleo vai se valorizar novamente.
    A Petrobrás estará bem preparada para o novo “boom” do petróleo.

  111. Chesterton said

    http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/o-maior-erro-foi-n%C3%A3o-ter-visto-que-a-crise-era-t%C3%A3o-grande-afirma-dilma/ar-AAgu4tN?li=AAggXC1&ocid=iehp

    chest- pena que ela não lia o que eu escrevi aqui….

  112. Chesterton said

    chest- cada enxadada uma minhoca.

    A contratação do Estaleiro Rio Grande foi operacionalizada pela Rio Bravo Investimentos S.A. DTVM, terceirizada da Petrobras. Eu (Claudio) publiquei na ISTOÉ o contrato do estaleiro da WTorre, que leva a assinatura de Dilma Rousseff.

    Dilma assinou como testemunha no lugar de Lula. Pela Petrobras, interveniente, assinou Renato Duque. Um dos fundadores da Rio Bravo Investimentos S.A. DTVM é Luciano Lewandowski, irmão de Ricardo, o presidente do Supremo.

    http://www.oantagonista.com/posts/dilma-tambem-e-wtorre

  113. Pedro said

    http://sensacionalista.uol.com.br/2016/01/13/empresas-de-onibus-vao-dar-acoes-da-petrobras-de-troco/

  114. Patriarca da Paciência said

    D30 |ISHS IBOVES
    BOVA11.SA
    +0,19% 37,82
    Petrobras
    PETR4.SA
    -0,57% 5,24
    D30 |VALE PNA
    VALE5.SA
    -0,71% 6,99
    D30 |CETIP ON
    CTIP3.SA
    +0,96% 37,92
    D30 |QUALICORP O
    QUAL3.SA
    +0,28% 14,09 ( O Globo, 14/01/2016)

    Não faz muito tempo a ação da Vale era negociada por aproximadamente R$ 20,00.

    Se a Vale é privatizada, quem anda roubando a Vale ?

  115. Chesterton said

    SUSPEITA É QUE DELCÍDIO AGIU A MANDO DE LULA
    Uma das hipóteses ainda não descartadas, na investigação do crime de obstrução de Justiça, pelo qual o senador Delcídio Amaral (PT-MS) foi preso, é que o líder do governo Dilma no Senado pode ter agido a mando do ex-presidente Lula, na tentativa de silenciar o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, que negociava acordo de delação premiada na Lava Jato. A informação é de fonte com acesso às acusações.

    INTERESSE DE LULA
    O silêncio de Nestor Cerveró não interessava apenas a Delcídio, como revela o depoimento do ex-diretor implicando Lula na gatunagem.

    NEOLULISTA
    Falastrão, Delcídio exagerava sobre sua ligação a Lula e ao Planalto. Mas isso mudou quando ele virou líder do governo Dilma no Senado.

    SUSPEITA REFORÇADA
    Delcídio marcara sua reunião semanal com Lula para o dia seguinte à prisão, reforçando a suspeita de que agia a mando do ex-presidente.

    O PRÊMIO DE LULA
    Lula não queria Cerveró contando que sua diretoria na BR Distribuidora foi um prêmio pela negociata que fez com Bumlai e o Grupo Schahin.

  116. Pedro said

    Depoimento do Dr Luciano Pires do RS:

    E agora nasce o neto da presidente SOCIALISTA do Brasil no Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre, unidade de saúde elitista, utilizada pela elite branca opressora, capitalista, neoliberal e além de a nossa grande líder vermelha utilizar o dinheiro do país para vir com o seu avião presidencial até aqui para conhecer a neta, um gasto descabido: fecha 4 leitos da ala mais privativa do Moinhos, onde as diárias chegam a R$ 10.000,00 e impedem a livre circulação de médicos e funcionários do hospital. Esses são os socialistas brasileiros! E nós, sina de gado, continuamos de cabeça baixa, costeando o alambrado! Hipocrisia e mentira é pouco pra qualificar essa gente!
    Bem diferente foi o nascimento do príncipe do Império Britânico. Sem estardalhaço e sem fechar leitos ou alas, a princesa utilizou um hospital público, teve parto normal e foi pra casa em menos de 24 horas.
    Um antigo ditado gaudério, muito repetido pelo meu saudoso sogro, vaticina muito apropriadamente: ” a pulga mais gorda dá no cachorro mais magro”

  117. Chesterton said

    r
    sérgio malbergier
    É consultor de comunicação. Foi editor de ‘Dinheiro’ e ‘Mundo’ e correspondente da Folha. Escreve às quintas.
    Ipea culpa capitalismo pela corrupção
    14/01/2016 10h56

    Minha frase preferida sobre a classe média é da filósofa petista Marilena Chauí: “Eu odeio a classe média. A classe média é o atraso de vida. A classe média é estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista. A classe média é uma abominação política, porque ela é fascista, uma abominação ética, porque ela é violenta, e ela é uma abominação cognitiva, porque ela é ignorante”. Era 2013, e Chauí dizia para Lula e plateia, então sorridentes, que não gostava de a classe pobre ascendente ser chamada de nova classe média pois esta seria inimiga do povo. Está no YouTube.

    Preconceito de classe semelhante apareceu na Folha de domingo, na imperdível entrevista da “Ilustríssima” com o sociólogo Jessé Souza, presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Souza criou a tese de que a classe média é tola, capacha dos ricos e que vai às ruas indignada seletivamente pela corrupção estatal porque é enganada pela grande imprensa em conluio com a elite financeira mundial para manter o controle das riquezas planetárias —ou pelo menos foi isso o que eu entendi do que ele falou.

    Para Souza, a culpa da corrupção é do capitalismo, não dos corruptos e dos corruptores (alô Lava Jato, prendam o capitalismo!).

    Para Souza, a classe média é forçada a pagar impostos escorchantes para financiar o custo da dívida pública que favorece sobretudo essa elite demoníaca. “O pagamento de juros para essa meia dúzia e seus colegas estrangeiros —o único aspecto que ninguém nem sequer pensa em cortar em ocasiões de crise— compromete, por exemplo, o investimento em educação e saúde de qualidade para todos”, diz ele. E prossegue: “Dilma tentou comprar essa briga no Brasil, enfrentando o grande capital especulativo. Hoje fica claro que esse pessoal não a perdoou pela ousadia”.

    Souza ignora o fato de que toda a tal elite financeira defende a redução da dívida pública e criticou veementemente sua expansão sob Dilma (justificada por ela como necessária para sustentar emprego e avanços sociais). E sugere que estaremos melhor se não pagarmos os juros da dívida.

    O mais incrível não é o que Jessé Souza propõe, mas o fato de ele ser presidente do Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada, que até alguns anos atrás era um dos mais respeitados institutos de pesquisa socioeconômica do país.

    O Ipea, órgão do governo federal, começou a descer a ladeira antes do Brasil, mas já era um alerta —como muitos que não foram ouvidos ou, mais comum, foram ouvidos e nada se fez. Conhecido como uma instituição profissional de alta qualidade, o instituto mudou com a nomeação em 2007 do professor de Economia da Unicamp e militante petista Marcio Pochmann. O aparelhamento foi crescente, assim como as críticas. Nas vésperas das eleições de 2014, o Ipea chegou a suspender a divulgação de pesquisa que mostrava aumento da miséria no país, provocando protestos (corajosos) do próprio diretor da área. Quando os números foram divulgados, em novembro, logo depois da reeleição de Dilma, o Brasil soube que pela primeira vez em uma década o número de brasileiros em condição de extrema pobreza tinha voltado a subir.

    Para Souza, é tudo culpa dessa elite que quer o mal de todos e engana a todos num conluio universal do qual o Brasil precisa se libertar.

    Souza pensa exatamente como pensavam os “progressistas” de séculos anteriores, o que não o impede de se autoproclamar inovador e renovador. Mas ele é somente mais uma tentativa de desviar a culpa dos crimes e dos fracassos desse governo e dessa visão de mundo reacionária e conservadora.

  118. Chesterton said

    A pulga mais gorda dá no cachorro mais magro…muito boa essa.

  119. Patriarca da Paciência said

    O Chesterton depois de beber umas e outras:

  120. Chesterton said

    http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/lula-entregou-os-cofres-da-br-distribuidora-ao-mesmo-collor-que-acusou-de-ladrao-e-debil-mental/

    chest- tudo combinado….

  121. Patriarca da Paciência said

    O vídeo do Chesterton fazendo a dancinha do cachorro sumiu e reapareceu. O que houve ? O Pax não gostou do vídeo ou o Chesterton já está com esse poder todo aqui no blog ? Por vias das dúvidas, vou colocar novamente:

  122. Chesterton said

    Fiz uma pergunta que me angustiava: perguntei por que eles tinham permitido ou participado da venda dos meus ancestrais para o Brasil. O tradutor conferiu duas vezes se eu queria mesmo fazer aquela pergunta e disse que o assunto era muito sensível. Eu insisti.

    Ficou um silêncio total na sala. Então o rei cochichou no ouvido de um conselheiro, que me disse que ele pedia desculpas, mas que o assunto era muito delicado e só poderia me responder no dia seguinte. O tema da escravidão é um tabu no continente africano, porque é evidente que houve um conluio da elite africana com a europeia para que o processo durasse tanto tempo e alcançasse tanta gente.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2016-01-14/na-africa-indaguei-ao-rei-da-minha-etnia-por-que-nos-venderam-como-escravos.html

  123. Patriarca da Paciência said

    “Para completar, Joseph Goebbels, o poderoso ministro da Propaganda alemão, teria pedido a Frits Strengholt, chefe da MGM no país, que se divorciasse de sua mulher judia. Ele atendeu o pedido e, segundo Urwand, há evidências de que a ex-esposa foi para um campo de concentração.

    O mais espantoso é que não só as esposas, mas muitos dos próprios dirigentes dos estúdios eram judeus. “Assim como outras empresas americanas, os estúdios colocaram os lucros acima dos princípios”, afirma Urwand. “Mas Hollywood não era uma distribuidora de mercadorias, era uma fornecedora de ideias e cultura. Eles tinham a chance de mostrar ao mundo o que estava acontecendo. E aqui o termo `colaboração¿ adquire seu significado mais completo.” Jonathan Wiesen lembra que toda empresa sabia que o que se passava era uma guerra racial. “Esperamos que elas tivessem dito `não¿ para trabalhar para a guerra? Provavelmente sim, apesar de eu não conseguir imaginar isso acontecendo.” Tudo o que se sucedeu foi possível, em boa parte, graças aos esforços financeiros de quem via a guerra como um grande negócio, nos dois lados do Atlântico. E o que mais instiga os especialistas é que provavelmente há dados ocultos. E que, possivelmente, ainda existam muitos arranha-céus imponentes com uma velha suástica escondida em seus arquivos.”

    http://super.abril.com.br/historia/os-aliados-ocultos-de-hitler?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super

    Viu aí, Chesterton,

    não foram apenas os reis africanos que colaboraram com os seus opressores.

  124. Chesterton said

    O estágio da negação
    16/01/2016 02h00
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    “Sobre a Morte e o Morrer”, da psiquiatra Elisabeth Kubler-Ross, publicado em 1969, expõe a teoria dos cinco estágios do luto. Kubler-Ross não pensava no luto político, mas os contorcionismos dos “intelectuais orgânicos” do lulopetismo sugerem paralelos viáveis. A entrevista concedida por Jessé Souza, presidente do Ipea, à “Ilustríssima” (10.jan) indica que, confrontada com o falecimento de seu projeto político e econômico, a maioria da esquerda brasileira percorre o estágio inicial: negação.

    Jessé declara guerra à corrente principal das ciências sociais brasileiras, acusando Sérgio Buarque de Hollanda (“o pai desse liberalismo colonizado brasileiro”), Raymundo Faoro e Roberto DaMatta de fabricar as ferramentas ideológicas destinadas a “demonizar o Estado” e “permitir a privatização de todas as áreas da sociedade”. O “Estado Mínimo” só existe nos sonhos de verão de ínfimas seitas ultraliberais. Já o “Estado Máximo”, objeto de adoração de Jessé, constitui a nossa tradição moderna, de Getúlio Vargas a Lula, com escala em Ernesto Geisel. Há 36 anos, a crítica de esquerda ao capitalismo de Estado foi uma das fontes da fundação do PT. Hoje, num movimento regressivo, os intelectuais do lulopetismo dedicam-se a apagar os vestígios daquela crítica.

    A regressão é uma negação. No 13º ano de poder lulopetista, sob uma epidemia de dengue, face à inauguração de uma Olimpíada que terá como palco as águas cariocas infestadas de poluição, numa metrópole cuja saúde pública entrou em colapso, Jessé enxerga no “Estado Máximo” um instrumento de redenção dos pobres. O Estado geiseliano, dizia a esquerda que juntou-se ao PT, servia para canalizar recursos públicos ao grande empresariado nacional e internacional. A aventura lulopetista no BNDES e na Petrobras é uma nova prova do que já se sabia, acrescida de lições suplementares: nosso capitalismo de Estado obedece, também, aos interesses da alta burocracia estatal e da elite política que comanda o Executivo e o Congresso. Para ter razão, Jessé precisaria abolir os 13 últimos anos de nossa história: a experiência de poder do partido ao qual presta sua consultoria teórica.

    “A corrupção é endêmica ao capitalismo”, proclama Jessé, para dissolver a corrupção presente na corrupção universal, absolvendo o “Estado Máximo” cujas engrenagens propiciaram a aliança entre o PT e o grande capital privado. Quando, finalmente, algumas figuras de proa do petismo reconhecem que o partido “se lambuzou” no governo, Jessé retruca com a senha formulada pelos intelectuais petistas nos tempos do mensalão: a alegada perseguição da “mídia conservadora” contra os “governos populares”. O estágio da negação confunde-se, muitas vezes, com o seguinte, que é o da raiva, ensina Kubler-Ross. Circulando entre um e outro, os intelectuais do PT atrasam a marcha do partido rumo ao estágio final, da aceitação, uma dádiva que não está ao alcance de todos.

    O empreendimento da negação atinge um cume paroxístico no diagnóstico sobre o triste outono do modelo lulopetista. Segundo Jessé, a crise em curso decorre da reação do “grande capital especulativo” contra o governo Dilma, que tentou “comprar a briga” contra a “grossa corrupção” universal do capitalismo. “Hoje, fica claro que esse pessoal não a perdoou pela ousadia”, conclui o personagem que denuncia a “tolice pré-fabricada entre nós”. As altas finanças lucraram desmesuradamente na era lulopetista e, na hora aguda da crise, o Bradesco ofereceu a Dilma um ministro da Fazenda. Mas, no estágio da negação, o paciente bloqueia o mundo dos fatos, racionalizando suas próprias emoções.

    No fundo, o presidente do Ipea toma emprestado o discurso de Nicolás Maduro, que atribui a implosão do modelo chavista a uma “guerra econômica” promovida pelas elites nacionais e estrangeiras. É Caracas, na “Ilustríssima”.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2016/01/1730052-o-estagio-da-negacao.shtml

  125. Patriarca da Paciência said

    É realmente espantoso. A Vale foi privatizada ainda no governo FHC, pelo cartilha dos “liberais”, deveria estar em ótimas condições. Perdeu mais valor que a Petrobrás, a qual foi atacada de maneira sistemática e predatória pela oposição brasileira. E aí, gente, quem são os corruptos que afundaram a Vale ?

    “Quando Murilo Ferreira assumiu o comando da Vale, há cinco anos, as ações da companhia eram cotadas a mais de 50 reais; no pregão desta sexta-feira, fecharam a R$ 7,29; ou seja: desde que ele chegou, a queda foi de 85%; boa parte dessa retração, evidentemente, se deve à desaceleração chinesa e ao tombo das commodities, mas a Vale está entre as mineradoras com pior desempenho no mundo, até porque somou ao rol de más notícias o desastre ambiental em Mariana (MG), que foi o maior acidente ecológico da história do País; no mercado, analistas preveem que a empresa poderá apresentar prejuízo superior a R$ 20 bilhões em 2015, corroendo também o patrimônio da Previ, maior acionista da mineradora; os resultados são tão ruins que já se discute um substituto para Murilo Ferreira no Planalto” (247)

    Chesterton,

    Quem são os corruptos que afundaram a Vale ?

  126. Chesterton said

    http://www.conversaafiada.com.br/economia/2011/04/05/presidenta-escalou-novo-presidente-da-vale-ha-um-mes

  127. Chesterton said

    http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,aumento-do-desemprego-deve-piorar-distribuicao-de-renda,10000007271

    chest- PT ferrando o povo.

  128. Chesterton said

    Os EUA já tem uma data apropriada para o caso Petrobras: Dia de Ação de Graça.

  129. Chesterton said

    chest- essa é para o Pax.

  130. Chesterton said

    o tamanho do buraco deixado pelo PT para os pobres pagarem é enorme.

    http://drunkeynesian.blogspot.com.br/2015/12/o-tamanho-do-buraco-na-economia.html

  131. Chesterton said

  132. Pedro said

    125 x 126

    kkkkkk

    Podia ter ficado sem essa Patriarca.

  133. Pedro said

    A agonia continua…..

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/01/1730530-sem-perspectiva-de-reacao-acoes-da-petrobras-viram-aposta-de-risco.shtml

  134. Chesterton said

    Patriarca é caso perdido.

    A revista Isto É desta semana traz uma bomba contra o governo de Dilma Rousseff. Não é qualquer denúncia sobre qualquer ministro, mas sim algo DOCUMENTADO e envolvendo a principal figura da atual gestão: Jaques Wagner, Ministro-Chefe da Casa Civil (não por acaso, cargo já ocupado por José Dirceu, Antonio Palocci, Erenice Guerra e a própria Dilma…).

    O “primeiro ministro” de Dilma já teve seu nome citado quando surgiram conversas no celular de Leo Pinheiro (ex-presidente da OAS). Agora, há também vínculo com Ricardo Pessoa (UTC), com direito a vinhos caríssimos servindo de presente ao então “caro governador”. Caro, sem dúvida.

    Segundo a denúncia exposta na Isto É, há quilos de documentos colocando Jaques Wagner no olho do furacão. Para Dilma, um dilema inquietante: precisará demiti-lo para mostrar isenção e não explodir ainda mais seu governo; mas, se fizer isso, tudo desmorona ainda mais politicamente.

    Nossa sugestão: não apenas o demita como também demita a si própria, Dilma. Já passou da hora. Facilite as coisas para todos.

    etnacilpmi

  135. Chesterton said

    privatizar é uma coisa, doar na bacia das almas, é bem diferente.

    http://www.correio24horas.com.br/single-economia/noticia/petrobras-vai-colocar-a-transpetro-a-venda-em-busca-de-alivio-no-caixa/?cHash=2e5cb8070868ab7eb5348c55254099fc

  136. Chesterton said

    Além disso, a estatal negou a intenção de recorrer ao Tesouro para engordar o caixa e previu novas demissões. …..

    chest- recorrer ao tesouro……putz, aí é tirar diretamente do bolso do contribuinte.

  137. Chesterton said

    http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/maduro-e-denunciado-em-tribunal-internacional-por-crimes-contra-a-humanidade

    chest- e a Dilma e o Patriarca o aplaudem.

  138. Chesterton said

    http://www.opovo.com.br/app/politica/2013/06/07/noticiaspoliticas,3070613/camara-aprova-reducao-do-salario-de-professores-de-juazeiro-do-norte.shtml

    chest- os próprios eleitores da “Jilma” se foldendio.

  139. Chesterton said

    Pode dar certo?

  140. Chesterton said

    Olha o sapo barbudo, vai acabar em cana

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/01/1730668-campanha-de-lula-recebeu-ate-r-50-mi-de-propina-de-angola-diz-cervero.shtml?cmpid=compfb

  141. Patriarca da Paciência said

    Eu sempre desconfiei que o Chesterton é a mesma besta desvairada.

    Se não são as mesmas pessoas, são irmãos espirituais.

  142. Guatambu said

    Há 1 ano eu falava sobre a Grécia aqui… falei bastante, debatemos muito sobre a temerária agenda dos keynesianos Alexis Tsiripas e seu ministro das finanças: Yanis Varoufakis estavam adotando diante da crise do endividamento.

    Resultado: os gregos continuam sofrendo, sem ver uma solução possível para a própria miséria.

    À exceção de alguns políticos, que vivem como reis convencendo os cidadãos que o melhor a fazer é “enfrentar”…

    Eu trouxe o tema à baila porque acreditava que devêssemos aprender com o que outros países estão passando.

    Pergunta: o Brasil aprendeu alguma coisa?

    Não… claro.

    Agora surge essa notícia: http://www.businessinsider.com/brazil-is-the-new-greece-2016-1

    “O Brasil é a nova Grécia”

    E agora?! Agora vai ser difícil resgatar a confiança internacional, dentro de um modelo perdulário implementado pelo governo do PT em seus 14 anos de mandato…

    Agora, meus amigos, agora aguentem!

  143. Chesterton said

    guêêênta….

  144. Chesterton said

    Temos que examinar esta vaca.

  145. Elias said

    “O Brasil é a nova Grécia” (Guata)

    É sim!

    Tirando o fato de que a dívida pública líquida da Grécia é maior que o PIB, enquanto que no Brasil ela não chega a 35% (60% nos anos FHCistas)… Tirando esse detalhe insignificante, Brasil e Grécia têm tudo a ver.

    Começa pelo idioma…

  146. Elias said

    O Eduardo Cunha ingressou no STF com um pedido de paralisação da investigação sobre o envolvimento dele na Lava Jato.

    Não, crianças… Ele não alega inocência.

    Ele alega, apenas, que, como presidente da Câmara Federal (ou seja, o terceiro na linha sucessória da Presidência da República), ele só pode ser responsabilizado juridicamente processado por ilícitos que ele porventura cometa no exercício do cargo.

    Provavelmente é a mesma alegação que ele vai usar nos autos do outro processo que corre contra ele: o da conta bancária na Suíça.

    O STF tem o ano todo da graça de 2016, pra se manifestar sobre o pedido. E até 31 de dezembro deste ano, barata voa…

    Basta que EC se mantenha no cargo.

    Também, se ele não se mantiver, vai se esborrachar…

  147. Elias said

    De minha parte, não acredito que o Aécio tenha alguma coisa a ver com a Lava Jato.

    Todo mundo sabe que a Odebrecht, a Andrade Gutierrez, etc, mantinham uma rigorosa segregação entre as diferentes categorias de dinheiro que entravam na empresa.

    Tinha o dinheiro limpo e o dinheiro sujo.

    As contribuições ao PT saíam do dinheiro sujo. Pro Aécio, só ia o que se tirava do dinheiro limpo…

    Desde já proclamo minha absoluta e inabalável confiança na inocência do Aécio.

    Aliás, insisto: também acredito piamente que Aécio não tem nenhum envolvimento com o narcotráfico.

    Aquela história daquele avião cheio de pó não tem nada a ver com os aeroportos que ele construiu em propriedades particulares, usando recursos públicos.

    Uma coisa não tem nada a ver com a outra…

  148. Guatambu said

    Elias,

    Coincidentemente a notícia que diz “o Brasil é a nova Grécia” (e não eu, como vc afirma), fala exatamente sobre a incapacidade de reduzir custos do Governo Federal, que você bateu bastante também na tecla, ponto em que concordamos.

    O ponto em que divergimos é que eu acho que isso é oriundo de uma mania besta de acreditar que o Estado e só o Estado deve controlar tudo na economia… como o Brasil tem cada vez mais feito e terminado por ter piores resultados.

    E você acha que tudo bem fazer isso…

  149. Elias said

    Guata,

    Uma coisa é barafunda. Outra coisa é furabunda.

    Reduzir custos do governo federal é uma coisa. Outra é colocar um sinal de igualdade com a Grécia, que vende o café da manhã pra pagar o almoço.

    A dívida pública líquida do Brasil, hoje, não chega a 35% do PIB. Quando o PT assumiu, era de 60%.

    Quando o PT assumiu, o pagamento da dívida pública consumia mais de 60% da despesa do governo federal. Hoje, é pouco mais de 34%.

    Observa que a Lei de Responsabilidade Fiscal foi toda estruturada em função da capacidade de pagar a dívida. Todas as limitações foram direcionadas a isso: superávit primário, limites de endividamento, da concessão de garantias, da celebração de operações de crédito (inclusive por antecipação de receitas), tudo isso fixado com base na receita corrente líquida (ou seja, excluída a receita previdenciária e as deduções para o Fundef (depois Fundeb), etc.

    Por que isso? Porque, até 2002, o Brasil estava à beira do inadimplemento. FHC chegou a gastar 62% da despesa só com o pagamento da dívida. Restava 48% pra manter a máquina, fazer investimentos, etc. Não surpreende que FHC não tenha construído hidrelétricas, nem pontes, nem estradas, nem hospitais, nem quase porra nenhuma. O investimento dele equivalia a 2% da despesa total (hoje é mais que o dobro disso).

    Praticamente não dá pra comparar o Brasil de hoje com o de 2002. Pior, ainda, é comparar o Brasil de hoje com a Grécia. A economia brasileira mudou de escala. Está em outro pelotão. Outro nível. Ainda ontem, a imprensa publicou uma entrevista de um dirigente do FMI, a qual ele declarou que, enquanto a economia brasileira não se recuperar, a economia mundial também não se recupera, já que uma porrada de países depende do Brasil para prosperar.

    A Grécia, com todo o respeito, é uma economia de rodapé. É menor do que uma porrada de Estados brasileiros.

    É outro papo.

    Até entendo o complexo de vira-lata. Por muito tempo, essa era uma maneira de se mostrar “crítico” e “inteligente”.

    Hoje não. Hoje precisa estudar mais, se informar mais…

    P.S.: Não entende isso que escrevi como uma manifestação da mais leve sombra de simpatia pela atual política econômica da Dilma, notadamente a política suicida do Joaquim Levy.

  150. Elias said

    Google Notícias:

    ==================
    “O vice-presidente Michel Temer tem reconhecido a interlocutores que teria se precipitado ao enviar uma carta de desabafo à presidente Dilma Rousseff no início de dezembro, poucos dias após a abertura do processo de impeachment da petista na Câmara. Na opinião de auxiliares, o peemedebista dá sinais de que reconhece que a forma como escreveu alguns trechos do texto foi equivocada.”
    ==================

    Dentre as babaquices da carta que ele enviou a Dilma (cuja íntegra ele fez questão de alardear aos 4 ventos, como se fosse uma obra prima da estratégia política), Temer destaca aquele ponto em que ele se queixa de não ter sido convidado para a reunião com o vice dos EUA (como se isso contemplasse algum interesse público, a ponto de merecer figurar na carta em que o vice presidente oficializa seu rompimento com a presidente).

    Só agora ele sacou que poderia ter dito que Dilma estava se rebaixando: presidente se reúne com presidente. Vice com vice.

    Se bem que, quando o/a presidente de um país reúne com o vice de outro (ainda mais se o “outro” for os EUA), ele (ou ela) está dizendo, claramente, que seu (dele/a) próprio vice é irrelevante. A menos que o vice esteja doente, isso equivale dizer: “Esquece aquele babaca!”.

    De qualquer modo, com sua carta,Temer acabou dividindo o partido e esvaziando a si mesmo. Agora mesmo, em 2016, o pessoal que depende mais do governo federal nas municipais, sabe que não adianta pedir nada ao Temer. Ele é carta fora do baralho. Se não conseguirem aplicar o golpe na Dilma, ele vai ficar assim até 2018.

    Impressionante como alguém com a experiência e o cacife do Temer, consegue cometer bobagens paquidérmicas, tendo tido tempo de sobra pra refletir sobre elas…

    Resultado: agora, pro PMDB ter alguma chance nas presidenciais de 2018, terá que contar com a saída de Serra do PSDB. Ou, então, vai ter que se contentar, mais uma vez, com o papel de coadjuvante.

    Se não tivesse feito a burrice que fez, Temer ganharia musculatura nas municipais de 2016. (Até porque o PT vai levar farelo. Na maior parte dos casos, o PT vai se esconder sob as saias do PMDB ou do PSOL).

    Tinha tudo pra entrar triunfalmente em 2018, ou como forte candidato, ou como eleitor qualificado.

    Vai acabar não sendo nem uma coisa, nem outra.

  151. Elias said

    “O ponto em que divergimos é que eu acho que isso é oriundo de uma mania besta de acreditar que o Estado e só o Estado deve controlar tudo na economia… como o Brasil tem cada vez mais feito e terminado por ter piores resultados.” (Guatambu)

    Eu jamais disse nada parecido.

    O que eu tenho dito é que o Estado está para o capitalismo brasileiro assim como o oxigênio está para a vida.

    Mas não defendo isso. Apenas constato.

    Há uma enorme diferença entre CONSTATAR uma coisa, e CONCORDAR com ela.

    Para essa situação, muito contribui a iniciativa privada brasileira, que tem muito de privada e quase nada de iniciativa.

  152. Elias said

    E, Guatambu,

    Até o fim do governo FHC, o governo federal gastava a maior parte do que arrecadava com o pagamento da dívida. O investimento representava apenas 2% da despesa total (inversões financeiras levavam outros 2%).

    Hoje, o investimento dobrou: representa 4% da despesa total (inversões continuam levando 2%, o que leva as aplicações totais para 6% da despesa).

    O ideal, teria sido levar o investimento para algo próximo de 10% do gasto total. Em vez disso, o governo federal preferiu aumentar as “outras despesas correntes”, que saltaram de 25% da despesa para mais de 42%.

    “Outras despesas correntes” impactam imediatamente no nível de vida das pessoas mais pobres. Mas isso não emancipa, porque eterniza a dependência em relação ao Estado. Por causa disso, a despesa pública também se mantém inabalavelmente alta.

    Já o investimento emancipa, porque gera emprego.

    A melhor maneira de reduzir o gasto público é aplicar o máximo de receita pública em investimentos. Ao gerar emprego e renda, o investimento torna as pessoas gradualmente menos dependentes do Estado. É assim que, também gradualmente, alguns serviços do Estado vão se tornando desnecessários. Isso acaba repercutindo sobre as necessidades de arrecadação, etc., etc., etc.

    Isso é o que há de comum entre as diferentes estratégias econômicas que produziram bons resultados, nos EUA, na Europa, e, agora, na China, na Africa do Sul…

  153. Elias said

    Como de hábito, a OAB acaba de outorgar o já famoso e tradicional “selo de qualidade” que a instituição concede aos melhores cursos de Direito do país.

    Nesta versão mais recente, a OAB avaliou 1.071 cursos de Direito de todo o país. Somente 139 receberam o selo de qualidade.

    Dos 139 cursos que passaram pelo exigente crivo da OAB, 78 (56,1%) são de instituições públicas, e 61 (43,9%) de instituições privadas.

    No conjunto dos 1071 cursos analisados, 118 (9,4%) são de instituições públicas, e 953 (90,6%) de instituições privadas.

    Vale dizer, as instituições públicas tiveram 77,2% de seus cursos aprovados pela OAB. Já entre os cursos de instituições privadas, apenas 6,3% conseguiram ser aprovados.

    Dito de outra forma: as instituições públicas respondem por 9,4% da oferta e por 56,1% dos melhores resultados. Já as instituições privadas detêm 90,6% da oferta, mas produzem apenas 43,9% dos melhores resultados.

    Tá pior do que os 7 x 1 que a seleção brasileira pegou da alemã…

    Que vexame…

  154. Chesterton said

    Silêncio quebrado
    20/01/2016 02h00
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    BRASÍLIA – Em tempos bicudos, tradições podem ser quebradas, dando lugar a ações inusitadas. Alexandre Tombini resolveu fazer esse movimento ontem sem sutilezas.

    Uma hora depois de o FMI divulgar relatório com projeções lastimáveis –mas óbvias– sobre o desempenho da economia brasileira, o presidente do Banco Central dilmista publicou um “comentário” sobre as contas feitas em Washington.

    A decisão já valeria um debate sobre sua (ir)relevância, mas ganhou ainda mais destaque por acontecer no dia em que a diretoria do BC começaria, horas mais tarde, sua primeira reunião de 2016 para definir se dará mais uma paulada no juro.

    Existe uma regra de ouro, definida e seguida pelo próprio Banco Central, que determina silêncio dos diretores às vésperas desses encontros.

    Tombini resolveu deixar de lado a tradição e gritar, para todo mundo ouvir, que as coisas podem seguir um caminho diferente do que ele mesmo e seus colegas de diretoria vinham sugerindo há semanas.

    Pelas contas do FMI, o Brasil vai amargar um tombo de 3,5% neste ano, ficará estagnado no próximo e só voltará a crescer em 2018. O presidente do BC avaliou como “significativas” as estimativas e achou, por bem, explicar que esse tipo de informação “relevante” é analisada na hora de definir para onde vai o juro.

    A reação do mercado financeiro foi imediata. No lugar de uma alta mais forte da Selic, passou a estimar um avanço mais suave ou até a manutenção da taxa no atual patamar.

    As críticas também vieram a jato. Depois de toda reclamação do PT e de parte do governo sobre o que vinha sendo dito, a indicação de mudança de rumo jogou por terra o resto de credibilidade detida por Tombini.

    Subir o juro como era indicado garantiria ao presidente do BC a pecha de amigo da recessão. Se a decisão desta quarta-feira seguir o “novo caminho”, Tombini consolidará a imagem de leniente com a inflação e sem controle sobre sua própria cadeira.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/renatoandrade/2016/01/1731334-silencio-quebrado.shtml

  155. Chesterton said

    Na ratoeira
    20/01/2016 02h00
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    Uma crítica comum à aplicação do regime de metas para a inflação no Brasil refere-se à “insistência no ano-calendário”, isto é, à necessidade de atingir a meta no final de um ano, em vez de se concentrar em períodos mais longos, faltando-lhe “paciência”. Sempre que vejo esse comentário me ponho a pensar: em que planeta vive quem afirma tal atrocidade?

    Não é sequer necessário lem- brar que o BC não entrega a inflação na meta desde 2009; basta notar que há cerca de um ano o BC prometeu convergência para o final de 2016, prazo devidamente prorrogado para 2017. Ano-calendário onde, cara-pálida?

    Isto dito, elevar o prazo de convergência da inflação à meta não é necessariamente errado, mas, se há benefícios nessa estratégia, há também custos, e a decisão requer que ambos sejam considerados, posição que geralmente escapa ao pessoal do espaço sideral.

    Digamos, por exemplo, que, dado um desvio muito significativo da inflação, o BC decida esticar o período de convergência de um ano para três. Para facilitar, suponhamos que a inflação inicial seja 9%, a meta, 3%, e que o BC decida reduzir a inflação em 2% a cada ano. Assim, o objetivo no primeiro ano seria 7%, caindo para 5% no segundo e, finalmente, 3%.

    Mantendo as coisas simples, vamos também supor que as expectativas de inflação se ajustem a essa trajetória. Assim, a expectativa para o primeiro ano seria o equivalente a 2/3 da inflação passada (6%) e 1/3 da meta (1%), isto é, 7%.

    Já se o BC decidisse por um período de convergência de seis anos (1% por ano), ainda supondo credibilidade, as expectativas seriam 5/6 da inflação passada (7,5%) e 1/6 da meta (0,5%), isto é, 8%.

    Assim, quanto mais extenso for o período de convergência, tanto maior será o peso dado à inflação passada na formação de expectativas, ou seja, mais indexada se torna a economia.

    Concretamente, esse processo deve ser uma das razões (se não a principal) para a resistência crescente da inflação à queda. Quanto mais os reajustes de salários e preços se baseiam na inflação passada, mais persistente se torna a inflação e mais custosa, do ponto de vista de desemprego e queda do produto, passa a ser sua redução.

    Isso coloca o BC diante de um dilema. Caso tente reverter o processo, optando pela convergência mais rápida, terá de pagar um custo, em termos de atividade econômica, maior do que pagaria se mantivesse a estratégia de queda lenta da inflação, a menos que consiga convencer a todos de que, como a convergência será rápida, não será mais necessário reajustar preços e salários com base na inflação passada.

    Por outro lado, agentes sabem que o BC, dado seu passado, se preocupa com os custos da desinflação e estaria propenso, de forma oportunista, a estender o período de convergência mesmo se todos passassem a crer que a inflação cairia rapidamente.

    Nesse caso, simplesmente não acreditariam em promessas de convergência rápida e seguiriam reajustando preços e salários com base na inflação passada.

    Incapaz, portanto, de se comprometer com a queda rápida da inflação, só resta ao BC seguir com a estratégia gradualista. Isso torna o combate mais difícil hoje do que era no passado e será ainda mais complicado quanto mais demorarmos em tratá-lo.

    O BC se colocou na ratoeira e não faz ideia de como escapar dela.

    @alexschwartsman

  156. Chesterton said

  157. Chesterton said

    http://www.oantagonista.com/posts/cristina-vai-para-a-papuda

    “Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da igreja católica, nem dentro da igreja evangélica. Pode ter igual, mas eu duvido.”

    Não parou por aí. Lula ainda achou por bem provocar os investigadores da Lava Jato.

  158. Chesterton said

    Ação da Petrobras não paga nem mais um litro de gasolina

    Os papéis da estatal atingiram R$ 4,31, enquanto a gasolina era encontrada por até R$ 4,79

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/acao-da-petrobras-nao-paga-nem-mais-um-litro-de-gasolina-18511200#ixzz3xopUDurN

  159. Chesterton said

    http://www.folhapolitica.org/2016/01/vou-processar-todo-mundo-diz-lula.html

    chestt- tá nervosa a bicha….

  160. Chesterton said

    “Dilma é muito mais esquerda do que eu. Sou liberal”, diz o falastrão Lula.

  161. Chesterton said

    http://www.valor.com.br/politica/4402146/dilma-e-muito-mais-de-esquerda-do-que-eu-afirma-lula

  162. Chesterton said

    Lula afirmou também que, desde que deixou a Presidência, tornou-se “mais esquerda”, por conta dos livros que tem lido.

    Pronto, começou a mentir, desde quando essa besta sabe ler?

  163. Chesterton said

    Pronto, agora vai!

    http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/01/dilma-convida-ator-wagner-moura-para-integrar-conselhao.html

  164. Chesterton said

  165. Elias said

    “Uma crítica comum à aplicação do regime de metas para a inflação no Brasil refere-se à “insistência no ano-calendário”, blá, blá, blá, blá,blá, blá,blá, blá,blá, blá,blá, blá,blá, blá, (Alex Schwartsman, copiado e colado pelo Chester, o mestre da exumação de cadáveres pseudointelectuais)

    Até parece que o único — ou o mais importante fator — para o combate à inflação é a “confiança”. E o diabo é que, quando os caras falam em “confiança”, estão se referindo à “confiança do mercado financeiro”, exatamente o setor parasitário da economia; aquele que não produz nem lâmpada queimada, não faz investimento direto nem injeta dinheiro nas empresas. Apenas vampiriza, num cassino paralelo, os bons resultados que o setor produtivo consegue gerar. A cretinice é tal que, nas análises dos bate-paus jornalísticos, a expressão “mercado financeiro” deu origem à expressão “mercado”, numa tentativa de atribuir ao todo os interesses de uma parte.

    O BC não alcançou as metas inflacionárias desde 2009. E daí?

    Mesmo assim, a inflação foi menor, muito menor, que a inflação herdada de FHC. Além do mais, o Brasil cresceu mais, muito mais, do que crescia antes do PT assumir o poder. E a dívida pública líquida em relação ao PIB ficou menor, muito menor, do que era quando o PT assumiu o poder. Isso é o que interessa.

    Problemas econômicos são resolvidos atuando-se do lado REAL da economia: investindo mais, trabalhando mais, produzindo mais, vendendo mais, lucrando mais, gerando mais empregos, consumindo mais. É assim que se vai pra frente e se fica rico.

    A “confiança” do mercado financeiro anda sempre atrás disso. Quando a política do lado REAL da economia começa a dar bons resultados, o mercado financeiro abana o rabo…

    Como parasita que é, o mercado financeiro sabe que se o hospedeiro morrer, ele morre também.

    O BC é parte importante da estratégia econômica. Mas não é a única, nem mesmo a parte mais importante. Há muito mais em jogo do que o simples controle monetário…

  166. Elias said

    Quem diria? Saiu da gaveta o início do começo do princípio do primeiro passo para a reforma do Judiciário.

    Dilma sancionou o novo Código de Processo Civil, que já estará vigorando em março.

    A “segurança jurídica”, um dos pilares das críticas mais ácidas — e pertinentes! — às estruturas brasileiras, praticamente perdeu sua razão de ser.

    Pena que a coisa vai parar por aí, ao que parece…

  167. Guatambu said

    Elias,

    Se vc diz que o governo do PT aumentou de 2% para 4% os investimentos públicos, mas aumentou de 25% para 42% as despesas públicas, sabendo que isso não é bom, por que defender esse partido?

    Pela falta de outros partidos?

    Poutzzzzz….

  168. Guatambu said

    A Petrobras, se continuar desse jeito, vai desferir o golpe de misericórdia sobre o PT: terá que ser vendida.

  169. Chesterton said

    ” Não há verdade fiscal, tudo foi embaralhado, se faz de tudo para esconder o problema, que nasceu da impericia, arrogancia, da negligencia e tudo o mais”

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/01/1731740-precisamos-de-uma-comissao-da-verdade-fiscal-diz-ex-secretario-da-receita.shtml

  170. Chesterton said

    Vender a Petrobras? Vende para o Elias, ele paga bem.

  171. Elias said

    “Se vc diz que o governo do PT aumentou de 2% para 4% os investimentos públicos, mas aumentou de 25% para 42% as despesas públicas, sabendo que isso não é bom, por que defender esse partido?” (Guatambu)[

    Não sou eu que digo. São os balanços do governo, facilmente acessíveis a qualquer cidadão alfabetizado que diz se interessar pelo assunto. Não considero respeitável a opinião de quem não procura saber e transforma o não saber em argumento. Ignorância não é argumento, nem é boa estratégia participar de um debate se fingindo de idiota.

    E estás esquecendo (propositadamente?) os dados mais importantes: (i) os gastos com a dívida pública reduziram de mais de 60% para menor de 35% da despesa pública federal (isso porque a dívida pública líquida caiu de mais de 60% do PIB para menos de 35%); (ii) de 2003 a 2014, o PIB cresceu mais de 280%, contra um crescimento de 120% da dívida pública líquida.

    Se for muito difícil pra ti raciocinar em termos macroeconômicos, imagina a tua economia familiar. Num dado momento, mais de 60% do que tu ganhas, são absorvidos pelo pagamento de dívidas. Num outro momento, tendo aumentado a tua renda em 280%, passaste a gastar apenas 35% dela no pagamento da dívida. Qual o melhor momento, na tua opinião?

    Agora, por motivos que nada têm a ver com isso, tu tens razão. Eu só “defendo” o PT, porque, infelizmente, ele ainda é o melhor partido do país. Se houvesse algum melhor que ele, eu já teria abandonado o barco há muito tempo.

    Observa agora: qual foi o único partido a se posicionar em relação à SELIC? Qual foi o único partido que peitou o governo, e fez com que este recuasse em sua decisão de aumentar a taxa? Qual foi o único partido a se posicionar ao lado dos setores produtivos, contra o mercado financeiro?

    Foi o PT, Guatambu! Só ele. Os demais, de esquerda e de direita, ficaram, todos, com o rabinho preso rés à virilha dos banqueiros. PMDB e PSDB fizeram cara de paisagem…

    Não custava nada um desses filhos da p… pegar o microfone da Câmara ou do Senado, e fazer uma declaração mínima, de uns três minutos, contra o aumento da SELIC, porque isso significaria agravar a recessão e o desemprego.

    Alguém mais fez isso? Não. Só o PT.

    Então…

  172. Elias said

    Globo Economia

    =======================
    Até o início desta semana, os economistas dos bancos acreditavam que o BC teria uma postura bem mais mais agressiva, elevando a taxa Selic para 14,75% ao ano. Para embasar suas apostas, levavam em conta o duro recado do BC, do começo deste mês, de que adotaria “as medidas necessárias de forma a assegurar o cumprimento dos objetivos do regime de metas [de inflação]” e que isso seria feito “independentemente do contorno das demais políticas” (como aquela relacionada com os gastos públicos, por exemplo).

    Essa percepção do mercado de uma alta de 0,5 ponto percentual nos juros se alterou nesta terça-feira (19), quando o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, rompeu o tradicional silêncio que antecede os encontros do Copom para dizer, por meio de nota à imprensa, que considerou “significativas” as revisões das projeções de crescimento em 2016 e 2017 do FMIpara o Brasil [para baixo] e acrescentou que estas informações seriam “consideradas nas decisões do colegiado”.

    O mercado entendeu a declaração como uma forma de sinalizar uma alta menor dos juros, ou até mesmo a manutenção no atual patamar de 14,25% ao ano, e não poupou críticas ao BC. “Jabuti não sobe em árvore. Porque o BC ia comentar uma atualização das projeções do FMI? Tudo bem. Piorou, até mais do que o consenso do mercado, mas não tão mais. É muito ruim, mas que a gente já conhecia. Imagino que o Tombini também”, disse o economista Alexandre Schwartsman, que passou a apostar em Selic estável ou uma alta menor, de 0,25 ponto percentual nesta quarta-feira.
    =======================

    E aí está aquilo que verdadeiramente move o Alex Schwartsman.

    Ele, e um porradal de “economistas bancários”, apostaram na SELIC esbarrando nos 15%. Os bancos que acreditaram neles e casaram suas fichas nessa avaliação, contavam ganhar alguns bilhões a mais com isso.

    Não ganharam!

    E Schwartsman & caterva ficaram com cara de tacho! Perderam credibilidade. Quem apostou na avaliação deles, se ferrou (não que tenha perdido dinheiro, mas deixou de ganhar o que achou que ganharia).

    Daí porque Schwartsman está puto dentro das calças! O que ele deve ter perdido em comissões não terá sido pouco…

    Mas o negócio é não perder a pose. Como costumam fazer todos os analistas financeiros, sempre que a realidade contraria a análise deles, a culpa é sempre da realidade, que teima em ficar errada, contrariando a análise deles.

  173. Elias said

    Bem que eu gostaria de poder comprar um porrilhão de ações do Petrossauro por R$ 5,00 a unidade.

  174. Chesterton said

    A inflação venezuelana passa dos 100% anuais, a despeito da recessão profunda. O ministro da Economia é o sociólogo Luis Salas, para quem “a inflação não existe na vida real” –a alta dos preços seria uma arma usada por capitalistas em uma “guerra econômica” contra o governo. (FSP)

    chest- não sei se é para rir ou para chorar.

  175. Chesterton said

    173- Seria uma boa, não é mesmo. Para quem pagou 22 reais (se vira meu caro)

  176. Chesterton said

    No Brasil, o ex-ministro Guido Mantega cunhou o termo “guerra cambial” para descrever as desvalorizações das moedas dos países desenvolvidos, que reagiam ao impacto da crise internacional. Tal leitura dos acontecimentos justificou políticas para enfraquecer o real e assim impulsionar exportações.

    Na época subordinado a Mantega, o hoje titular da Fazenda, Nelson Barbosa, denunciava “terrorismo fiscal” nas primeiras reações negativas ao afrouxamento do controle dos gastos públicos destinado a inflar o consumo e o investimento.

    Com as contas a caminho do vermelho, economia parada e preços em alta, Dilma Rousseff, na TV, chamou de “guerra psicológica” a desconfiança manifestada por “alguns setores” nos rumos do Brasil.

    Governos de esquerda deveriam nomear diplomatas para negociar um acordo de paz com os mercados. Afinal, até Estados Unidos e Irã conseguiram se entender.

    chest- que bela sacaneada

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gustavopatu/2016/01/1731755-emergencia-terror-e-guerra.shtml

  177. Chesterton said

    A volta dos que não foram

    A velha “nova matriz econômica” voltou. Isso já era indisfarçável —mas deu para disfarçar um pouco ou fingimos não ver, como é mais comum no Brasil— quando um dos formuladores e executores da velha nova matriz, Nelson Barbosa, foi nomeado ministro da Fazenda. Barbosa assumiu beijando a cruz ortodoxa, mesmo que ninguém na igreja acreditasse nele. Agora, com a decisão de ontem do Banco Central, não resta dúvida. Ela voltou.

    O “novo” Nelson Barbosa voou para Davos para tentar tranquilizar capitães, barões e tubarões da economia mundial de sua conversão no mesmo dia em que o BC, diante de uma inflação acima de 10%, rasgava a fantasia da autonomia e jogava a toalha da política monetária. Uma dupla e segunda rendição à velha nova matriz.

    O horror interminável de 2015 era atenuado um pouco apenas pelas previsões de que em 2016 a recessão seria menor e a economia poderia crescer um pouquinho a partir dos últimos meses do ano. Agora previsões já passam de queda de 3% do PIB neste ano, o dólar dispara, o mundo lá fora fica muito mais complicado e a confiança dos agentes econômicos na condução econômica e política do país sai do volume morto para o volume negativo.

    Com Barbosa no lugar de Levy na Fazenda e o velho Tombini no lugar do novo Tombini no BC pode-se esperar de tudo e o seu contrário, mas, principalmente, mais da mesma receita perdulária e inconsequente que nos jogou nesse abismo. Por isso, vai ser difícil convencer investidores e credores em Davos ou em São Paulo —aqueles poucos que ainda estão interessados.

    Mesmo que improvável, pareceu que Dilma, com Levy, rumava para alguma austeridade e alguma previsibilidade econômica, essencial para qualquer estabilização.

    Agora embaçou de vez. E ainda tem Lula, que entre ameaças a jornalistas e proclamações de honestidade, ainda diz coisas como: “Em algum momento se acreditou que fazendo um discurso para o mercado ia melhorar, não conseguimos ganhar uma pessoa do mercado. E perdemos a nossa gente. A Dilma tem um desafio agora. Em algum momento nesse mês vão ter que anunciar alguma coisa, até para explicar por que o Levy saiu, o que vai mudar”.

    Lula e o PT vivem de discurso. E já decidiram que para sobreviver e ganhar votos neste ano eleitoral precisam, novamente, gastar nosso dinheiro, mesmo que não o tenhamos. Afinal, é o PT que está em jogo. E o PT, para eles, é maior que o Brasil, mais honesto que o Brasil, mais solidário que o Brasil, e a culpa é dos outros.

    Nessa conjuntura, Dilma fica ainda mais fraca e o país, mais desgovernado, mais desnorteado, mais comprometido com o fracasso e o retrocesso.

    A única coisa que vai para frente, como disse o juiz, é a Lava Jato. Pelo menos algum alento.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergiomalbergier/2016/01/1731874-a-volta-dos-que-nao-foram.shtml

  178. Guatambu said

    Isso é verdade.

    O PT é um partido tão “do povo” que popularizou os preços das ações da Petrobras.

    Huá huá huá!!!

  179. Guatambu said

    Elias,

    Tem variáveis que o governo controla, e variáveis que o governo não controla.

    Um exemplo bastante comum: acreditar que o governo “emprega”.

    O governo não emprega nada. No máximo, ele distribui cargos de confiança (isso o PT fez a rodo) e abre concursos públicos (que o PT também fez a rodo). Neste segundo caso, é empregar.

    Para todo o resto dos empregos, quem emprega é um particular.

    O que o governo controla, efetivamente em relação ao emprego?

    – quanto um empregador paga de taxa de juros para se financiar
    – quanto um empregador paga de encargos trabalhistas
    – quanto um empregador sofre com a burocracia para abrir um negócio
    – quanto um empregador paga de impostos

    Desse pedaço da equação que impacta diretamente resultado de um negócio, o empregador, que é um particular e não o governo, entender que há lucro, ele vai expandir seu negócio, e portanto, contratar, gerando mais empregos.

    O governo emprega? Não!

    Mas essa expressão foi usada malandramente por 100% dos políticos para tentar convencer a sociedade de que eles são os responsáveis pelo emprego, enquanto os reais empregadores são vilões que só querem a “mais valia” do trabalhador.

    Pois bem, vamos extrapolar esse raciocínio, que é óbvio, mas você parece esquecer propositadamente, para esse seu outro raciocínio de que o Brasil cresceu 280%.

    Um país não cresce porque o governo quer. Não por decreto. Um país cresce pq o governo controla algumas variáveis que permitem que o país cresça ou não.

    Qual é o setor que mais contribui para o PIB no brasil? O de serviços, com mais de 55%. O governo executa algum serviço? Não! Então não é o governo que cresce o PIB, é o particular, o empregador.

    Foi o PT que fez o PIB crescer? Não!

    A afirmação mais correta é que o PIB do Brasil cresceu 280% apesar do governo do PT, e não por conta do governo do PT.

    Da mesma forma: o aumento e redução de dívida do país depende de caixa para pagá-la.

    O governo não reduz dívida por decreto.

    Como é que sobra caixa? Impostos.

    Mas quem paga imposto? O particular.

    Quem reduziu a dívida do país? O governo?

    Não… o particular.

    Mas como? Porque o governo aumentou os impostos!

    E o que o governo fez com tudo isso que o particular?

    Aumentou de 2% para 4% os investimentos…. o resto foi aumento de despesas de 25% para 42%.

    Ahhh Elias…

  180. Elias said

    A arrecadação federal caiu pra R$ 1,22 trilhão em 2015. Com a correção monetária chega a R$ 1,27 trilhão. A mesma de 2010, atualizada.

    Cantei essa pedra desde janeiro do ano passado. Como a maior parte dos gastos públicos é “amarrada” em disposições legais e/ou constitucionais, o governo só pode segurar os chamados “gastos discricionários”. Acontece que são esses gastos que estimulam o setor produtivo. Quando o governo tranca os cofres o setor produtivo para, principalmente se o mercado externo reduz as compras no Brasil.

    Resultado: recessão. Se há menos vendas, é claro que há menos recolhimento de impostos.

    E o problema do déficit público piora, em vez de melhorar com o corte de despesa. No frigir dos ovos, tudo acaba com um brutal aumento de impostos.

    Aconteceu em 2015 o mesmo que aconteceu no imediato pós-1964, com Octávio Gouveia de Bulhões. Ao tentar segurar os gastos públicos de qualquer maneira, Bulhões mergulhou o país numa braba recessão. Houve inquietação nos quartéis. Castelo Branco teve que mandar pro pijama dois generais 4 estrelas em comando de exércitos (Amaury Kruel, comandante do II Exército e Justino Bastos, comandante do III Exército). No fim, pra sair da recessão, os militares tiveram que aumentar impostos e superaquecer os gastos públicos (principalmente com um mega-projeto de habitação, saneamento e urbanismo, via BNH).

    Neste momento, o que se vê, como resultados da “política levítica”? (1) A recessão se agravou. (2) A arrecadação despencou. (3) O déficit público não recuou. (4) A inflação, idem. (5) O desemprego aumentou.

    E os impostos? Bem, até aqui, o governo já aumentou a tributação sobre bancos, carros, cerveja, cosméticos, destilados, empréstimos, exportações de manufaturados, gasolina, importações de manufaturados, refrigerantes, receitas financeiras das empresas, taxas de fiscalização de serviços públicos, vinhos e vários mais.

    E ainda tem doido sincero achando que o Levy deveria continuar destruindo o país… (a oposição não conta, porque ela usa a tática do quanto pior, melhor…).

  181. Elias said

    Guatambu,

    Lê o que tu escreves, com um mínimo de atenção, e tenta perceber o monte de besteiras que estás dizendo.

    Parece análise de estudante secundarista, bêbado e com sono…

    Imagina a construção de uma hidrelétrica, com recursos públicos.

    O que acontece em decorrência disso? Aumento na demanda de aço, cimento, etc. Aumento na oferta de emprego na construção civil, na siderurgia, na indústria de minerais não ferrosos, da indústria de equipamentos pesados, etc.

    Onde se dá esse aumento de oferta de postos de trabalho? Na iniciativa privada, claro! Quem provocou isso? O investimento público!

    É tão difícil entender algo tão óbvio?

    Mesmo agora, no momento em que a contenção do gasto público colocou o setor produtivo de joelhos?

  182. Elias said

    “Um país não cresce porque o governo quer. Não por decreto.” (Guatambu)

    Quem tá falando em decreto, rapaz?

    Eu estou falando em investimento. INVESTIMENTO, Guatambu!

  183. Elias said

    “A afirmação mais correta é que o PIB do Brasil cresceu 280% apesar do governo do PT, e não por conta do governo do PT.” (Guatambu)

    É mesmo? Então porque o particular não continua crescendo, produzindo, empregando e, o que é melhor, lucrando?

    Cansou de lucrar? Quer dar um tempo na relação com a produção? Foi traído pela produção, virou corno e caiu na vida, entregando-se à bebida e arrastando os chifres na calçada?

    Para, Guatambu! Com um pequeno esforço, tu podes fazer melhor do que isso.

  184. Elias said

    “Aumentou de 2% para 4% os investimentos…. o resto foi aumento de despesas de 25% para 42%. Ahhh Elias…” (Guatambu)

    Sem vigarice, Guatambu! Esse é o departamento do Chester.

    Nos meus comentários, eu CRITICO os governos petistas (Lula e Dilma), por terem aumentado brutalmente as “outras despesas correntes”, de 25% para 42% da despesa.

    Nos meus comentários, eu defendo que os investimentos deveriam aumentando de 2% para 10% (o que implica dizer, pra quem sabe fazer conta, que as ODCs deveriam ter aumentado em 9 pontos percentuais, e não 17, como de fato ocorreu).

    Mesmo assim, caceta, os 4% do PT são O DOBRO dos 2% do FHC, que não investiu porra nenhuma, não construiu hidrelétricas, não melhorou o sistema de distribuição de energia elétrica (DAÍ OS APAGÕES, NÉ?), não fez transposição de rios, etc., e ainda deixou o país com uma inflação de 12% ao ano, com uma dívida pública líquida equivalente a 60% do PIB e com a despesa da dívida abocanhando 60% da despesa total.

    É preciso ser muito burro, ou ser muito desonesto no debate pra não perceber que, estruturalmente — e mesmo com toda a crise econômica mundial — a situação do Brasil, hoje, ainda é infinitamente melhor do que era, quando o PT assumiu o governo.

    No segundo semestre de 2002, FHC contraiu um empréstimo externo pra fechar as contas daquele ano. O empréstimo só foi liberado depois que o Lula, já virtualmente eleito, divulgou uma declaração dizendo que honraria os compromissos assumidos pelo FHC.

    Acontece, caceta, que esse empréstimo era ilegal!

    Pela Lei de Responsabilidade Fiscal que ele mesmo patrocinou e sancionou, FHC ficou passível de pena de reclusão. A LRF proíbe, expressamente, que, no último ano de mandato, e a partir de 6 meses antes da eleição, os governantes celebrem operações de crédito, internas ou externas.

  185. Chesterton said

    179, límpido e cristalino pensamento.

  186. Chesterton said

    site do Reinaldão

    E o governo Dilma continua a produzir proselitismo de quinta categoria contra o Estado de Israel. Nesta quarta, foi a vez de Marco Aurélio Garcia — assessor especial da Presidência — dizer as suas bobagens sobre a decisão do governo de negar o “agrément” a Dani Dayan, indicado pelo premiê Benymin Netanyahu para ser embaixador no Brasil.
    Segundo o Rei do Tártaro, Israel “deu um passo em falso” ao escolher Dayan. E por quê? O homem explica: “Eu não sei bem qual foi a intenção de Israel naquele momento de indicar esse funcionário. Ele tem posições muito marcadas em dois temas caríssimos para a política externa brasileira e para a política internacional, que são os assentamentos (judeus na Cisjordânia) e o fato de que o sr. Dayan se opõe à formação de um estado palestino”.
    Para espanto da lógica, o Marco Aurélio que se pronuncia nesses termos é o mesmo que afirma isto: “A ideologia sempre está presente na política externa, mas, quando ela contamina efetivamente uma definição de política internacional que significar equilíbrio, respeito e compreensão, não dá certo.”
    Publicidade

    Segundo entendi, quando o indicado concorda coma ideologia de Marco Aurélio, estamos diante de um cara bacana; quando não concorda, então não. Digam-me: todos os embaixadores que estão no Brasil encarnam políticas com os quais o país concorda? Pensemos em Cuba, Sudão, Venezuela… O que lhes parece?
    A política externa brasileira se tornou asquerosa nesses anos de petismo. O governo que se nega a dar o “agrément” a Dayan é o mesmo que apoia, obstinadamente, ditaduras mundo afora.
    Não há mais disfarce. Essa hostilidade do Brasil é direcionada, exclusiva, específica. Já não dá mais pra dizer que se trata apenas de restrições ao governo de turno daquele país. Parece que os companheiros não gostam mesmo é de Israel.

  187. Guatambu said

    Elias,

    E pq eu não posso imaginar uma construção de uma hidrelétrica com financiamento privado?

    Não posso porque:

    – a taxa de juros para se financiar é alta demais…
    – o empregador paga um abuso de encargos trabalhistas
    – o empregador sofre com a burocracia para estruturar um negócio desses
    – o empregador paga um abuso de impostos

    Resultado: não há estímulo para que o particular faça isso e o governo tem que fazer, claro, para justificar mais burocracia, mais encargos, mais impostos e mais governo.

    Se o governo fizesse o mínimo necessário e oferecesse condições decentes para empreendimentos vultosos, estes ocorreriam sem a necessidade de financiamento público e a mesma quantidade de estímulo a outros setores, como vc descreveu aconteceria.

    Inclusive, aconteceria a preços muito mais factíveis à população geral, que se beneficiaria tanto da energia elétrica mais barata quanto de insumos produzidos com essa energia elétrica mais barata.

    Por que?

    Porque com condições favoráveis a oferta de empresários querendo empreender seria muito mais alta, as margens mais baixas e os preços finais muito melhores.

  188. Guatambu said

    Elias,

    Então por que não deixar o particular investir?

    O governo tem que parar de tentar investir… mesmo porque não consegue!

    Como vc mesmo diz: 4% do PIB não é nada. Para cada 1% de investimento a mais, temos 8,5% a mais de despesas… isso é ridículo! O mercado privado é muito mais eficiente que isso…

    Quer dizer… seria… se o governo deixasse…

    Por isso que eu digo que a pior bolsa que o governo tem é a bolsa empresário, com o BNDES e todas as políticas de incentivos a setores produtivos, que só aumentam a dependência de empresários ao governo, em vez de livrá-los desse mal de uma vez por todas.

  189. Guatambu said

    Elias,

    Isso é algo que infelizmente não podemos medir, mas…

    Se pudéssemos medir o grau de interferência no governo em cada setor e cada indústria, eu tenho a sensação de que aqueles setores onde o governo põe menos a mão são o setores que mais se desenvolvem.

    Um exemplo singelo, mas que já está sendo ameaçado pelo governo, são as empresas de softwares e aplicativos, tanto as de desenvolvimento quanto as de serviços.

  190. Chesterton said

    o problema é ideológico, Guatambu, vem da infância.

  191. Chesterton said

    http://sensacionalista.uol.com.br/2016/01/21/lula-diz-que-ninguem-e-mais-honesto-que-ele-e-e-o-novo-colunista-do-sensacionalista/

  192. Chesterton said

    “Agora quer passe livre para todo mundo. Então é melhor eleger um mágico em outubro, porque prefeito não vai dar conta disso”, afirmou Haddad durante uma visita ao bairro de Santo Amaro, na Zona Sul.

    chest- eu não consigo parar de rir….descobriu agora o animal que não existe almoço grátis?

    O prefeito também criticou o posicionamento da imprensa que o questiona sobre essa possibilidade. “’Você não vai dar passe livre pra todo mundo? (questiona a imprensa)’. Dá vontade de perguntar como você tem a coragem de me fazer uma pergunta dessa. Passe livre pra todo mundo custa todo o IPTU da cidade. Eu precisaria pegar todo o IPTU da cidade, tirar da Educação, tirar da saúde, tirar da cultura”, argumentou.

    chest- promete, promete e agora reclama LOL

    O prefeito ironizou a possibilidade o pedido do passe livre para todos. “Tem tanta coisa que podia vir na frente, podia ser almoço grátis, jantar grátis, ida pra Disney grátis. Começa a ficar uma conversa que você não sabe aonde vai dar”, disse.

    chest- espera aí que eu caí da cadeira……

  193. Chesterton said

    http://www.implicante.org/noticias/sabe-o-surto-de-dengue-e-microcefalia-dilma-cortou-60-da-verba-do-combate-ao-aedes-aegypti/

  194. Chesterton said

    Com opiniões fortes, o economista Gustavo Franco abre a série Perenidade, que discutirá o que pode impedir ou favorecer um futuro duradouro

    Nesta entrevista, Gustavo Franco explica por que o Brasil vive o que chama de “capitalismo pela metade, que produz um sucesso pela metade ou um meio fracasso”. Ex-presidente do Banco Central, integrante da equipe que implementou o Plano Real, atual estrategista-chefe da Rio Bravo Investimentos e presidente do Instituto Millenium, Gustavo Franco abre a série Perenidade, que trará ao longo deste ano reflexões e propostas para garantir vida longa às empresas. Suas declarações mais contundentes mostram o espírito capitalista por ele defendido. Em uma delas, diz: “é o egoísmo que move o mundo, o desejo de crescer e enriquecer”. Em outra, dispara: “nosso problema é a falta de canibalismo entre empresas, sobretudo do mesmo ramo”. E a confiança no País aparece ao declarar: “o capitalismo brasileiro são os empresários brasileiros. E felizmente é assim, pois é nos empresários que está o potencial de inovação e progresso”.

    “Se a lógica do sistema é a de obter uma boquinha, um privilégio, uma reserva de mercado, não se deve esperar dos empresários, e também dos sindicatos, nada diferente de usar seu tempo e seus recursos para obter benesses. Isso ainda é muito forte no Brasil”.

    O senhor declarou em artigo no site do Instituto Millenium, citando uma frase do ex-Presidente Fernando Henrique, que “o Brasil não gosta do sistema capitalista. Os congressistas, jornalistas e universitários não gostam do capitalismo.”

    O “anticapitalismo” brasileiro tem uma longa história, bem capturada pela imagem do antropólogo Roberto Da Matta: a casa e a rua. A “casa” é a sociedade cordial, corporativista e organizada em torno de relações pessoais e afetivas, enquanto a rua é o terreno da impessoalidade, da competição, da meritocracia e da igualdade diante das leis. A “rua” é que se deseja para os inimigos da “casa”. A lei e a democracia são flexíveis na “casa” e não na “rua”. Mas é na rua que as coisas acontecem, a rua é o capitalismo, e a “casa” é o patrimonialismo.

    Como romper com essa cultura?

    O paradigma da “casa” se vê ameaçado pela democracia de massa e pela abertura, e também pela inovação tecnológica e a internet. A modernização exige que todos tenham que ir para a “rua”, pois este é o território do mercado, onde a competição é a regra do jogo. O governo não deve resistir a isso, mas facilitar a inovação e a modernização.

    Com o retrocesso econômico, o que seria mais indicado: retomar decisões e continuar reformas, ou partir para um choque de capitalismo? Quais são as possibilidades?

    Há uma imensa agenda de melhoria no “ambiente de negócios”, que é como o Banco Mundial designa a organização institucional da economia. Os problemas são conhecidos, e nada do que os relatórios do Banco Mundial dizem sobre as nossas leis tributárias e trabalhistas nos surpreende. Ocorre que, apenas de tempos em tempos aparece alguma liderança política simpática à mudança. A última foi Fernando Henrique, e seu impulso reformador tinha muito que ver com os pavores gerados pela hiperinflação.

    O que é essencial para melhorar o ambiente de negócios?

    Existem vários exemplos. Um deles é a liberdade de contratar relações de trabalho de forma diferente ao previsto na CLT. Por que proibir se as partes querem? Por que pessoas e empresas são obrigadas a pagar um sindicato, muitos dos quais só existem para receber o imposto sindical? E por que as pessoas não podem dispor da sua poupança entregue ao FGTS a fim de investir em outros mecanismos melhores de previdência?

    Qual a responsabilidade do empresário diante de capitalismo ‘pela metade’, que o senhor declara existir no País? Como tornar o empresário responsável pelo capitalismo ‘inteiro’, que o senhor defende?

    O empresário não deixará sua “zona de conforto” por sua própria iniciativa, todos gostam de uma vida tranquila. É ótimo ficar na “casa”, livre das ameaças da “rua”. O governo é que deve criar a tensão criativa por meio de processos que gerem competição, e que aumentem o desafio da concorrência. Os empresários, e indivíduos de forma geral, funcionam na base de decisões racionais em torno de incentivos: se não existe competição, a preguiça prevalece. Ninguém vai investir em fazer mais com menos (ou seja, aumentar sua produtividade) se não estiver diante de um desafio.

    Mas não existem empresários que criam a própria tensão criativa?

    Os empresários podem fazer muita coisa no seu quintal se existem os incentivos corretos. Exceto em casos muito especiais ninguém se dá ao trabalho de ganhar dinheiro com muito esforço se pode ganhar um pouco menos com pouquíssimo esforço. Quando as oportunidades se abrem, todavia, aparecem os melhores empresários, os que sentem os ventos da história.

    Nos bastidores, o empresário brasileiro defende a sonegação (afinal, a carga tributária é alta, os recursos são mal aplicados, etc). Como romper com essa “verdade”?

    Vamos romper no dia em que passarmos a adotar a máxima segundo a qual não existe “dinheiro público”, apenas dinheiro de quem paga imposto. O dinheiro dos impostos é um dinheiro suado, de quem trabalha, e são esses os que deveriam ter voz mais relevante no modo como o dinheiro de seus impostos é utilizado. Como é hoje, fica parecendo que o “dinheiro público não tem dono, e que existe uma viúva rica que pode pagar todas as contas.

    Nem sempre os empresários conhecem o básico, como o ciclo financeiro. Isso compromete o capitalismo ‘inteiro’?

    Quando não existe concorrência, ninguém precisa fazer conta, nem tratar bem o cliente.

    Processos, metas também costumam estar fora do radar. Isso torna o capitalismo mais sujeito à busca de “privilégios”?

    Se a lógica do sistema é a de obter uma boquinha, um privilégio, uma reserva de mercado, não se deve esperar dos empresários, e também dos sindicatos, nada diferente de usar seu tempo e seus recursos para obter benesses. Isso ainda é muito forte no Brasil.

    Relacionamentos ‘canibais’ entre empresas e seus fornecedores geram um capitalismo menos denso, ou isso faz parte do jogo?

    Esse “canibalismo” é do jogo, e deve haver instituições (como o CADE) que tratem dos “excessos” e do exercício indevido de poder de mercado. Nosso problema, entretanto, não é esse, mas o de falta de “canibalismo”, sobretudo no plano horizontal (entre empresas do mesmo ramo). A grande quebra de paradigma deve ser a abertura, que beneficia sobretudo o consumidor, um personagem que raramente aparece nas cogitações das políticas públicas.

    Por que é tão difícil para o empresário abrir o capital, atrair fundos de investimento ou partir para uma fusão?

    Não é tão difícil, é apenas caro e inútil, na maior parte dos casos. Seria bom se o mercado de capitais oferecesse capital barato às empresas, mas infelizmente não é isso o que temos. O dinheiro do mercado de capitais é tão caro quanto o dos bancos, que é muito caro, e a culpa é do Tesouro Nacional, que paga juros altíssimos para rolar sua dívida e assim faz o dinheiro ficar caro para todo mundo.

    “Não acredito em capitalismo solidário, nem em nada dessas coisas. As pessoas e empresas vão produzir melhor se for do interesse delas. Fora isso o que existe é uma engenharia social malsucedida. Nenhum outro sistema sobreviveu até hoje, só o capitalista”.

    Até que ponto o empresário é responsável pela baixa produtividade de sua empresa?

    O empresário sabe como conseguir mais produtividade, não será o economista nem o burocrata que vai lhe ensinar. O ponto é que ninguém vai se dar ao trabalho (inclusive porque não é pouco trabalho) se não houver necessidade (criada pela concorrência). São muitas as fórmulas, mas sempre há esforço e risco. E ninguém vai fazer este investimento por amor à causa da eficiência, mas porque precisa.

    Com a alta do consumo nos últimos anos, o varejista alimentar sentiu necessidade de buscar maior produtividade. O aumento do consumo não teve esse aspecto favorável?

    O consumo e o investimento devem caminhar juntos, ou seja, o crescimento das vendas deve vir junto com o crescimento da capacidade de produzir. São os empresários que governam a sincronia entre esses movimentos, e há casos tanto de capacidade ociosa, quanto de excesso de consumo. As políticas de governo devem ajudar este movimento coordenado emitindo sinais consistentes.

    O empresário pode mudar o capitalismo brasileiro?

    O empresário é o capitalismo brasileiro, estamos tratando do mesmo personagem. Marx dizia que o capital não é um saco de dinheiro, nem uma fábrica, mas uma relação social. O capitalismo brasileiro são os seus empresários, e felizmente é assim, pois é nos empresários que está o potencial de inovação e progresso. O jogo está dado, os papéis distribuídos, e o que não está funcionando é o Estado, capturado por uma quadrilha.

    O CEO da rede americana Whole Foods comentou que os empresários são vistos como gananciosos. E disse que é preciso mudar ‘essa narrativa’. O senhor concorda?

    Não há outra história, não acredito em capitalismo solidário, nem nada dessas coisas. As pessoas e empresas vão produzir melhor se for de interesse para elas. É o egoísmo que move o mundo, o desejo de crescer e enriquecer, e a associação entre este desejo, o esforço e o sucesso. Fora disso, o que existe é uma engenharia social malsucedida.

    O Brasil pode pular para o capitalismo ‘inteiro’? Ou isso tudo é só uma maneira de “mudar a narrativa”?

    A narrativa que conta é a da prosperidade, com o sucesso não dá para discutir. O que temos no Brasil é uma ideologia do atraso, de preservação do status quo, uma sociologia da boquinha, da corrupção e do privilégio. Isso pode funcionar como “narrativa política”, o que é uma lástima.

    Abstraindo um pouco do cenário atual, como o senhor vê a evolução do capitalismo no Brasil? Dá pra ter esperança?

    Sou um otimista a médio prazo, pois não consigo ver uma nação tão jovem e vibrante se deixar enganar por tanto tempo. Estivemos experimentando vários tipos de ilusões, e esse idealismo nos levou a uma situação horrível, tanto no plano ético, quanto no tocante ao desempenho econômico. Vamos aprender a lição e fazer certo na próxima vez.

    Como as empresas podem garantir perenidade, diante desse cenário mais animador?

    Às vezes, trata-se apenas de prender a respiração enquanto a onda passa. É o que tem sido feito: aguardar a turbulência passar, não tentar nenhum movimento arriscado em condições tão difíceis.

    http://www.sm.com.br/detalhe/o-brasil-nao-gosta-do-capitalismo

  195. Chesterton said

    http://veja.abril.com.br/multimidia/video/lula-ja-e-caso-de-psiquiatria-e-nao-de-politica

    chest- pobre andar de avião…. ai, ai, ai…nem sapatos tem, nem emprego tem…

  196. Elias said

    “E pq eu não posso imaginar uma construção de uma hidrelétrica com financiamento privado?” (Guatambu)

    Não precisas imaginar, Guatambu.

    Das duas mega-hidrelétricas que estão sendo concluídas no Rio Madeira — Santo Antônio e Jirau — apenas uma é bancada com recursos públicos (em parceria com sócios particulares, ou seja, economia mista). A outra é totalmente privada.

    Ao contrário do que ocorria nos EUA, onde só nos anos 1970 foi liberada a geração de energia por particulares, no Brasil isso sempre foi permitido. Se tu quiseres meter a cara pra construir uma hidrelétrica, não tem problema. É só ter per$onalidade $uficientemente forte…

    Mas não era disso que eu estava falando, caceta!

    Tu disseste, com tua cabeça de estudante secundarista, que o Estado não gera emprego. Eu estou tentando te mostrar que sim, e como, já que tua cabeça de secundarista ainda não sacou que, quando o Estado brasileiro parou de investir, a economia trancou as pernas e não abre de jeito nenhum.

    Eu estava falando de como o investimento público gera valor agregado no setor privado. Eu me referi a uma hidrelétrica, como poderia ter dito “uma ponte”, “uma estrada”, “um viaduto”, “uma transposição de rio”, “um conjunto de prédios residenciais”; “um sistema de saneamento, com esgoto sanitário e ETE”, etc., etc., etc., etc.

    Entendeste agora, secundarista?

    Voltando ao assunto hidrelétrica, são poucos os grupos privados que se dispõem a investir em hidrelétricas, porque é um projeto de longa maturação. Tem que investir e gastar muito durante um porrilhão de anos, até que se tire o primeiro centavo de receita, e aguardar outro porrilhão de anos até que essa receita se eleve a ponto de dar lucro (as hidrelétricas são postas a funcionar de modo gradual, ao longo de anos, e mesmo quando completas, não funcionam o tempo todo com força total, já que dependem do regime das águas, que, na estiagem, estabelece a “potência firme”, sempre abaixo da “potência total”.

    Mas, se tu tiveres dinheiro pra investir em hidrelétricas, fica sabendo que é um setor incentivadíssimo. Consegues dinheiro no BNDES a leite de pato, e, quando começares a gerar energia elétrica, não recolherás tributos indiretos (só é tributada na distribuição), e, ainda por cima, terás direito a reduções pra lá de camaradas no Imposto de Renda.

    Coisa de “mamãe, quero mais!”.

    Deixa a imaginação pra lá e mete os peitos, rapaz!

  197. Elias said

    “Como vc mesmo diz: 4% do PIB não é nada. Para cada 1% de investimento a mais, temos 8,5% a mais de despesas… isso é ridículo! O mercado privado é muito mais eficiente que isso…” (Guatambu)

    Secundarista, eu nunca disse que “4% do PIB não é nada”.

    Aliás, eu nunca nem disse “4% do PIB”.

    Eu disse 4% da DESPESA PÚBLICA FEDERAL, Guatambu, que é um volume muito menor que o PIB.

    PIB é outra coisa Guatambu. Se tu queres ser levado a sério, pelo menos aprende a ler.

    O que eu relacionei ao PIB não foi o investimento. Foi a DÍVIDA PÚBLICA LÍQUIDA. E, quanto a esta, eu não falei 4% e sim 34%.

    Caceta! Parece que estou debatendo com um doido bêbado…

    E um investimento de 4% da DESPESA TOTAL é coisa pra caramba, Guatambu.

    No setor energético, p.ex., deu pra dar conta de quatro mega-hidrelétricas, mais a integração de toda a rede de distribuição num país de dimensões continentais, como o Brasil. A travessia do Rio Amazonas com um linhão que leva energia elétrica de Tucuruí, no Pará, até Manaus/AM, implicou a construção de sete torres metálicas cada uma delas maior do que a Torre Eiffel, de modo que, mesmo durante as enchentes, um transatlântico passa folgadamente por baixo do linhão.

    Em 8 anos, o “apedeuta” Luís Inácio Lula da Silva construiu e colocou em funcionamento mais universidades do que todos os presidentes anteriores, somados, todos significativamente mais letrados que ele, desde novembro de 1889 até dezembro de 2002. Lula mais que duplicou a rede federal de ensino superior.

    E assim por diante.

    Apenas — insisto em dizer — se houvesse intensificado ainda mais o investimento, como era a proposta original do PT, levando-o para 10% DA DESPESA PÚBLICA FEDERAL, ou seja, 6 pontos percentuais acima da média de fato praticada, a situação hoje seria bem outra, e melhor.

    Isso não tira o mérito dele ter DUPLICADO o investimento, em comparação a FHC, Itamar, Collor, Sarney, Figueiredo…

  198. Elias said

    “Se pudéssemos medir o grau de interferência no governo em cada setor e cada indústria, eu tenho a sensação de que aqueles setores onde o governo põe menos a mão são o setores que mais se desenvolvem. Um exemplo singelo, mas que já está sendo ameaçado pelo governo, são as empresas de softwares e aplicativos, tanto as de desenvolvimento quanto as de serviços.”

    Interfere como, caceta?

    Ao contrário, rapaz: vários setores da indústria brasileira, só sobreviveram enquanto foram incentivados pelo Estado. Quando o Estado tirou o guarda-chuva, esses setores sumiram. Evaporaram!

    Um exemplo? Eletrodomésticos.

    O Brasil tinha uma indústria de refrigeradores (Ibesa, que fabricava as geladeiras Gelomatic e Climax; a Consul, a Prosdócimo, etc.), de televisores (Colorado, Empire, Sharp, etc.), todos de boa qualidade e “aggiornados” com a tecnologia praticada no resto do mundo.

    Sem o guarda-chuva estatal, esse setor sumiu por inteiro. Hoje o Brasil consome porcaria importada, a maior parte fabricada na China.

    Posso citar vários outros casos.

    O da indústria brasileira de calçados, por exemplo.

    Guatambu, tu és igual ao Chester. Ficas repetindo baboseiras ideológicas que outras pessoas — não tu — formularam. Quando tentas trazer esses “raciocínios” para o mundo das coisas reais, torna-se claro que tu não conheces o teu país. Não sabes o que ele tem, nem como funciona, nem o que acontece ou o que aconteceu com ele.

    Os caras do setor indústria, ao contrário do que tu pensas que pensas, clamam por mais “interferência” do Estado para protegê-los.

    Software? O Brasil participa da revolução tecnológica como importador de bugiganga eletrônica.

    A Índia, com aquele idioma e escrita complicados, que nem os próprios nacionais entendem, produz e exporta mais software em língua inglesa do que o Brasil é capaz de sonhar. E isso nada tem a ver com impostos, até porque os impostos na Índia são muito mais altos que no Brasil, e, aqui, na maior parte dos casos, as exportações são desoneradas (só em 2015, com o Levy, é que as exportações DE MANUFATURADOS perderam parte dos privilégios fiscais).

    Contra outra, Guatambu (mas, primeiro, tenta descobrir o endereço do Brasil…).

  199. Pax said

    Braço direito do Alckmin e presidente da Assembléia Legislativa de SP tirando doce da boca das crianças.

    O governo vai colocar a PM sentando o cacete nos caras?

    http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/presidente-tucano-da-assembleia-de-sp-e-chefe-de-gabinete-da-casa-de-civil-de-alckmin-sao-citados-em-corrupcao-na-merenda/

  200. Elias said

    Agora, até a porra do Gustavo Franco reclama dos juros altos.

    No meio de um mar de vigarices, ele também pergunta: “E por que as pessoas não podem dispor da sua poupança entregue ao FGTS a fim de investir em outros mecanismos melhores de previdência?”

    É mesmo, vigarista?

    E por que tu, vigarista, não baixaste os juros quando estavas lá?

    E por que agora, vigarista, te mantiveste ao lado dos banqueiros, querendo uma taxa Selic mais alta?

    E por que, quando estavas no governo, vigarista, foste contra a adoção da capitalização na previdência, e apoiaste a permanência do regime de repartição, que, na prática, não passa de um “esquema Ponzi”, uma pirâmide financeira tipificada como delito penal, se praticada por particular?

    E por que tu, vigarista, quando estavas no governo, ajudaste a travar o projeto de lei que transfere os recursos do SAT para um sistema mutual, como se faz na Europa desde o século XIX?

    E por que, quando estavas no governo, vigarista, fizeste tudo pra segurar o FGTS nas mãos do governo, alegando que, se o FGTS fosse liberado para seus legítimos proprietários (os titulares das contas vinculadas), para compra de imóvel usado, p.ex., o governo (FHC) ficaria sem recursos para investir e teria que pedir dinheiro ao mercado, aumentando a dívida mobiliária (só no governo Lula o FGTS foi liberado para compra de móvel usado…)?

    Mas numa coisa Gustavo Franco está quase certo: o domínio do Estado brasileiro por uma quadrilha de malfeitores. Pra ele ficar totalmente certo, basta colocar no plural: quadrilhas.

    Por sinal, o Gustado Franco faz parte de uma dessas quadrilhas. A dele, faturou os tubos privatizando a Vale para um testa de ferro a serviço do Bradesco, que, por ser o condutor do leilão (para o quê foi pago a peso de ouro pela quadrilha do Gustavo Franco), não poderia participar do leilão como comprador

    A mesma quadrilha do Gustavo Franco também faturou os tubos ao permitir que a Alcoa usasse seus direitos de lavra de bauxita pra integralizar seu ingresso no capital acionário da Vale, um mês antes desse direito de lavra expirar, quando um leilão convocado 30 dias depois, garantiria para o Tesouro Nacional uma receita de várias centenas de milhões de dólares.

    A quadrilha do Gustavo Franco ainda produziria seu golpe mais brilhante: o da compra de votos para aprovar a emenda da reeleição, que colocou FHC na cena do crime, já que ele se tornou o principal beneficiário direto da medida (o correto seria tornar reelegível o sucessor de FHC; não ele…).

    O fato da quadrilha de Gustavo Franco estar impune até agora, não a torna menos criminosa que as demais. Muito pelo contrário…

    Vigarista! Pilantra!

  201. Chesterton said

    https://www.washingtonpost.com/opinions/the-laffer-curve-at-40-still-looks-good/2014/12/26/4cded164-853d-11e4-a702-fa31ff4ae98e_story.html

  202. Chesterton said

    Pax, joga esse fdp na mesma cela do Lula.

  203. Chesterton said

    Tenho um paciente muito parecido com o Elias, petista fanático que sempre gostou de comprar PETR4. Ontem me confessou, comprou uma montanha de PETR4 a 8 reais………agora fica choramingando pelos cantos…..

  204. Chesterton said

    http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/%E2%80%98n%C3%A3o-tem-uma-viva-alma-mais-honesta-do-que-eu%E2%80%99-afirma-lula/ar-BBorOv4?li=AAggXC1

    chest- alguem leva pro Pinel?

  205. Chesterton said

    Até tiraram o transtornado do programa do PT……

  206. Pax said

    que se vayan todos, caro Chesterton

  207. Chesterton said

    Está dificil, agora um contador aposentado chorando pelo mal que os petistas fizeram à Petrobras…

  208. Chesterton said

    e esta besta, tal qual o Elias, achava tudo ótimo..

    http://www.diariodocentrodomundo.com.br/quem-apostou-contra-a-petrobras-perdeu-dinheiro-merecidamente-por-paulo-nogueira/

  209. Patriarca da Paciência said

    “Os preços de barris de petróleo registram fortes altas nesta sexta-feira (22), seguindo o movimento ascendente da véspera influenciado pelo incêndio em terminal produtor da Líbia e também com as declarações do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, que indicou possibilidade de novas medidas de estímulo ao mercado nos próximos meses. A commodity conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 30, depois de ter ficado abaixo de US$ 28 nesta semana, preço que não era visto desde 2003.

    O Citigroup declarou que o petróleo pode ser “o negócio do ano” em 2016, se resistir ao aumento das exportações iranianas.”

    http://www.jb.com.br/economia/noticias/2016/01/22/petroleo-se-recupera-e-ultrapassa-us-30-nesta-sexta-feira/

    Petrobrás fechou em alta. Bolsa fechou em alta etc.etc.etc.

    Não só isso, bolsas no mundo todo fecharam em alta.

    Parece que é o tal inverno, que chegou um pouco atrasado, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, mas chegou !

    Mas o desvairado do Chesterton, que não enxerga um palmo à frente do nariz, fica martelando que “o PT é a origem de todo o mal”.

    Responde aí, Chesterton, o fato da Vale ter perdido ainda “mais valor de mercado” que a Petrobrás também é culpa da Dilma ?

    Quá, quá, quá, és mesmo hilário !

  210. Patriarca da Paciência said

    Eu acho uma coisa espantosa que um médico diga uma coisa tão estapafúrdia como esta; ” O PT é a origem de todo o mal”.

    Nem uma classe de escola de primeiro grau acredita numa bobagem dessa.

    Igual só aquela “descoberta” do Olavo de Carvalho de que, ” a verdadeira intenção de Isaac Newton ao desenvolver e publicar a Teoria da Gravitação Universal foi destruir o Cristianismo Trinitário”.

    “Descoberta” esta que o chesterton apresentou com orgulho aqui blog do Pax com o comentário, “este é o Olavão”.

  211. Chesterton said

  212. Chesterton said

  213. Chesterton said

    Agora que o Elias se fuldieu com ações a 22 reais, e meu amigo com ações a 8 reais , realmente da vontade de comprar.

  214. Chesterton said

  215. Chesterton said

    O ex-presidente nasceu desprovido do sentimento da honra, nunca rimou com seriedade, inspira tanta confiança quanto um hipnotizador de circo mambembe, desconfia que escrúpulo é nome de inseto, é mais parcial que torcida organizada, mente como Dilma Rousseff, é tão virtuoso quanto Rosemary Noronha e acha que decência é coisa de otário. Para o homem que liderou a execução do projeto criminoso de poder, o único pecado mortal é perder eleição. A eternidade no poder é o fim que justifica todos os meios ─ do furto do cofrinho da bisavó à venda da mãe em suaves prestações.

    http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/

  216. Chesterton said

  217. Chesterton said

    Diante da Grande Depressão e do túnel da deflação, John Keynes explicou que o remédio estava numa ativa intervenção estatal, produzindo demanda por meio de políticas monetárias e fiscais expansionistas. Os keynesianismos de araque do PT e seus arredores traduziram perversamente a lição, concluindo que a geração estatal de demanda é uma varinha mágica capaz de provocar o desenvolvimento econômico. Por isso, falam sem parar em “vontade política” mas jamais em competitividade e produtividade. O Banco Central (BC) tem um rumo, ao contrário do que se imagina. Ele alinhou a política monetária às crenças ideológicas do PT, restaurando nossa crônica inflação inercial.

    Durante anos, os keynesianos de araque clamaram por um pouco mais de inflação. O BC não entrega a inflação na meta desde 2009. No primeiro mandato de Dilma, obedecendo ao comando do Planalto, Alexandre Tombini promoveu cortes arbitrários da Selic que, associados às iniciativas populistas de controle de preços administrados (combustíveis e energia) e à farra de financiamentos do BNDES aos “empresários companheiros”, dissolveram os pilares da estabilidade macroeconômica e, de quebra, minaram a credibilidade do BC. A inflação de dois dígitos, elemento quase surreal na paisagem de uma aguda depressão, é o fruto da aplicação de uma tese. Na dúvida, basta olhar para sul e norte: Argentina e Venezuela.

    A agulha da bússola do BC perdeu sua precisão ideológica na dramática inauguração do segundo mandato de Dilma, sob o impacto da convocação de Joaquim Levy e da proclamação do ajuste fiscal. Tombini anunciou, então, que pressionaria a inflação a ajustar-se à meta no horizonte de 2016 para, depois, adiar o compromisso até o final de 2017. O sucesso da campanha lulopetista contra Levy, que deflagrou o movimento de pressão sobre Tombini, recolocou a agulha no rumo anterior. O presidente do BC, que preza seu cargo acima de tudo, trocou de registro num intervalo de semanas, usando o pretexto ridículo da revisão de projeções do FMI para renunciar abruptamente à sinalização de aperto nos juros.

    Impulsionada pelos caos fiscal e pela deterioração das expectativas, a inflação já parece imune ao nível da taxa de juros. Nesse quadro, elevar a Selic produziria apenas maior retração na atividade econômica, agravando o cenário fiscal. Havia, portanto, motivos consistentes para interromper a marcha do aperto monetário, como se fez. Contudo, a reviravolta discursiva de Tombini tem implicações num terreno diferente: depois dela, a palavra do BC vale menos que uma ação da Petrobras. Isso significa que os keynesianos de araque triunfaram. De novo, como nos tempos gloriosos de Guido Mantega, a fixação da taxa Selic passa a depender da “luta política” –ou, mais precisamente, da “vontade política” do governo.

    Dos três pilares da estabilidade legados pelo Plano Real, dois já caíram por terra. As escaladas do deficit e da dívida tragaram o equilíbrio fiscal. A desmoralização do BC destruiu a política de metas de inflação. Sobrou o câmbio flutuante que, sem o apoio dos demais pilares, opera quase exclusivamente como termômetro do grau de degradação geral da economia. A disparada do dólar veicula mensagens agourentas sobre o Brasil. Além da certeza numa extensa depressão, ela indica que já não é seguro descartar a hipótese de uma destrutiva fuga de capitais.

    Quanto pior, pior. Sitiado pelo descrédito político, acossado pela sucessão de revelações da Lava Jato, acuado por um insensato pedido de impeachment, o governo cede mais terreno aos ideólogos que nada aprenderam com as experiências da Argentina e da Venezuela. As condições objetivas impedem um retorno à economia do crédito, do subsídio e da dívida. Mas, do ponto de vista deles, sempre restará o caminho do desvario: controles de capitais, câmbio e preços.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2016/01/1732722-o-rumo-do-bc.shtml

  218. Chesterton said

    Retrato de um ex-petista quando jovem

    Enquanto muitos debutavam com festas galantes e dignas das colunas sociais do jornal, eu estudava todas as tardes na biblioteca municipal. Além dos temas de pesquisa do colégio, outro tema começava a figurar entre os preferidos na hora de fuçar as estantes velhas. Era a política.
    E a transformação foi rápida. O primeiro livro que ganhei foi o Manifesto do Partido Comunista. E como não poderia deixar de ser, vieram juntos os idealismos, as revoltas e questionamentos tão dignos da juventude que quer mudar o mundo.

    Com a influência paterna, veio o primeiro ídolo: Lula. O sindicalista pernambucano, com um dedo ausente, que perdia todas as eleições. Entrei para o PT jovem, com direito a estrelinha no peito e carteirinha de filiado, que quando chegou foi motivo de orgulho. Consegui, com 15 anos de idade, levar mais dois membros da família a seguir o mesmo caminho.

    Os estudos continuavam firmes. Lênin, Trotsky, Stalin, os utópicos, Rosa Luxemburgo, as obras do companheiro Marx e de seu fiel escudeiro Engels. Me lembro de um caderno, enorme, mais de trezentas folhas, com todas as anotações de meus estudos incipientes sobre o comunismo.

    Veio o ano de 2002, ano de eleições. Uma sensação pairava no ar. Uma esperança diferente, de que o Brasil enfim encontraria um rumo. A campanha havia chegado com força.

    Passava as tardes em comitês de campanha, distribuindo santinhos de candidatos estaduais e fazendo a cabeça dos mais próximos. Passeatas, subindo em cima de trios elétricos, fazendo o L da vitória. Eu me sentia importante, sendo parte de um momento decisivo de nossa história. Até mesmo comecei um grupo de jovens socialistas, com reuniões e grupos de estudo.

    Vieram as eleições. Primeiro turno, segundo turno. Expectativa grande. E um sonho se tornava realidade. No dia 27 de outubro de 2002, Luiz Inácio Lula da Silva era eleito presidente da república, em votação recorde, aclamado pelo povo.

    Nesse mesmo dia, o Brasil foi condenado a ser governado pela mais rasteira escória política que existe no país.

    Paulo Francis, morto em 1997, já sabia. Enéas Carneiro já sabia. Ronaldo Caiado já sabia.

    Eu não sabia.

  219. Chesterton said

    http://minutoprodutivo.com/author/daykerson

  220. Pedro said

    Chester # 213

    Maluco da pracinha conta seu drama: “Vendi dólares para comprar ações da Petrobras”

    Quem vê o maluco da pracinha no pacato bairro de Coelho das Neves mal pode imaginar que ali está um ex-investidor. Ele passa os dias andando de um lado para o outro e dizendo “Por que? Por que?”, em diferentes entonações, entre gargalhadas. Folclórico, o mendigo chamado de Billy tem raros momentos de lucidez. E nessas horas ele se lembra do que o levou a essa situação.

    “Eu tinha um bom dinheiro em dólares mas a moeda não estava passando de R$ 2. Aí eu resolvi vender tudo e comprar ações da Petrobras. Por que? Por que? Por que? “, disse ele, pouco antes de sair correndo e cantar o hino do Vasco.

    :-)))

    by sensacionalista :

  221. Pedro said

    Feriado em Sampaulo, e o preguiçoso da Pax nada de trabalhar no blog.

  222. Chesterton said

    220, o personagem foi inspirado em alguem que conhecemos bem.

    221 Pax, deprimido com a depressão econômica e com a eleição da Argentina, Portugal….

    (não, apagar fogo com querosene não é uma questão de vontade política)

  223. Elias said

    Chester, no comentário 218…

    É teu o texto do “ex-petista quando jovem” ?

    Então tu subias “em cima” de trios elétricos?

    Lá chegando, tu rebolavas? Fazias a dança da garrafinha?

    E a turma, lá, subia “em cima” de ti? Tu ficavas de quatro ou de bruços?

    Conta essa história direito, seu sacana! É dessa época que vem o teu hábito de fazer o beijo francês com outro cara… Esse papo de “divulgar a cultura francesa” é pura enrolação!

  224. Elias said

    Patriarca,
    O preço do barril do petróleo só vai se recuperar quando a crise mundial começar a ser revertida. Aí a produção de carros volta a crescer e, com ela, a demanda por petróleo.

    Coisa pra mais uns dois anos, no mínimo. Até lá, quem for quebre que se podre…

    No mais, foi o que tu já disseste: os analistas do “mercado” apostaram que a Vale perderia menos que a Petrobras, porque o minério de ferro brasileiro é o melhor do mundo, enquanto que o petróleo nacional ´de terceira, pra dizer o mínimo. Assim, teoricamente, num momento de depressão da demanda, o produto de melhor qualidade teria mais chance de segurar o preço.

    Deu o contrário da “teoria”. E não acho que a explicação seja tão complicada. Com a crise, a demanda por aço despencou, mas o consumo de combustíveis nem tanto… Este último não aumenta como antes, mas também não despenca no curto prazo, porque os veículos já existentes continuam rodando, né?

  225. Pedro said

    Assim fica difícil…..

  226. Chesterton said

    223….219!

  227. Chesterton said

    o petróleo está mais barato que o “barril” usado para estocá-lo, mais barato que água mineral, e parece que vai continuar caindo.

  228. Chesterton said

  229. Chesterton said

    Antes de dialogar com terceiros, Dilma precisa ter uma boa conversa com o espelho. Se a troca de ideias com seu reflexo for sincera, a presidente talvez se convença de duas coisas essenciais: 1) Sua credibilidade evaporou porque a reeleição foi obtida numa campanha baseada na empulhação; 2) Seu governo descolou-se da realidade quando se apaixonou pelas teses segundo as quais a crise é internacional e a ruína econômica, por “transitória”, será superada rapidamente no Brasil.

    http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2016/01/25/dilma-precisa-dialogar-primeiro-com-o-espelho/

  230. Elias said

    E, Patriarca,

    A maior parte das pessoas que diz que comprou ações da Petrobras, mente.

    Os pequenos e médios investidores não aplicam diretamente nas empresas. Eles aplicam em fundos, geralmente administrados por carteiras especializadas. E os fundos jamais colocam todos os ovos numa única cesta. Eles aplicam em “cestas”, que contêm várias opções de investimento,

    Um pequeno ou médio investidor que se mete a fazer aplicações diretas no mercado de ações — entrando no jogo de compra e venda — é um completo idiota. Por isso mesmo, tem vida curta. Ele não tem, p.ex., acesso aos mecanismos de mercado pra se desfazer dos papéis em vias de “micar”, antes que o “mico” se aprofunde. Acaba se ferrando.

    Para os pequenos e médios investidores, a aplicação direta é mais viável nos lançamentos de ações. Pelo menos, foi assim comigo. As minhas da Vale (que vendi há alguns anos, com um bom ganho, devidamente tributado e declarado no IR), da Petrobras e do Banco do Brasil, foram compradas em lançamentos, com pagamento a prazo.

    Isso foi há mais de 30 anos, e, com os rendimentos, já tirei o investimento e passei pro azul há muito tempo… Renderam muito mais que um apartamento comprado na mesma época. Mantenho os títulos múltiplos guardados num banco, porque sei que ainda vão dar bom caldo…

    Comprar ações como investimento é uma coisa. Operar na compra e venda de ações, como mercadoria, é outra coisa. É algo completamente diferente.

    Mas que o fato dessa porra ter despencado como despencou, é uma grande merda, lá isso é…

  231. Chesterton said

    UTILIDADE PÚBLICA.

    COM MUITA ALEGRIA TENHO A GRATA SATISFAÇÃO DE REPASSAR
    À PRESIDENTE E A TODOS OS BRASILEIROS, ESSE ESCLARECIMENTO
    QUE FOGE AO ALCANCE DE CERTAS PESSOAS LIMITADAS.

    ATÉ QUE ENFIM ALGUÉM CORRIGIU ISSO
    (aula de português)

    Uma belíssima aula de português!
    Foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta.
    A presidenta foi estudanta? Existe a palavra: PRESIDENTA?
    Que tal colocarmos um “BASTA” no assunto?

    Miriam Rita Moro Mine – Universidade Federal do Paraná.
    No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.
    Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante…
    Qual é o particípio ativo do verbo ser?
    O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.

    Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
    Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha.
    Diz-se: capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.

    Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
    “A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta”.

    Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse essa informação.
    DE HOJE EM DIANTE SÓ PUXA SACO IGNORANTE DIRÁ: PRESIDENTA

  232. Chesterton said

    Hora de parar de culpar o capitalismo e aceitar que o que não deu certo foi você.

    View story at Medium.com

  233. Chesterton said

    http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dirceu-decide-falar-na-lava-jato-o-ze-esta-pronto-para-responder-tudo

    chest- será que o Elias ficou preocupado?

  234. Chesterton said

    aperta aqui, Patriarca.

    https://www.change.org/p/stf-mpf-oab-abaixo-assinado-sou-a-favor-do-juiz-sergio-moro-e-da-opera%C3%A7%C3%A3o-lava-jato/u/15099378?recruiter=377971072

  235. Chesterton said

    O presidencialismo não funciona sem presidente, diz Delfim Exclusivo para assinantesPara ler a matéria completa faça seu login ou cadastre-se O ex-ministro e ex-deputado Antonio Delfim Netto vê apenas uma saída para o governo da presidente Dilma Rousseff e para o país, cuja economia está mergulhada na recessão. “Ou a presidente assume a responsabil

    Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link http://www.valor.com.br/brasil/4408066/o-presidencialismo-nao-funciona-sem-presidente-diz-delfim ou as ferramentas oferecidas na página.

  236. Chesterton said

    Até o Aécio fala na “bacia das almas”

    O mercado do petróleo está passando por um momento de colapso nos preços. Os cerca de US$ 150/barril cotados em meados de 2008 estão cada vez mais próximos dos US$ 20/barril.
    E como está a Petrobras neste cenário? Muito mal.

    Vítima de uma gestão temerária e irresponsável, a companhia entra no ciclo de baixa bem pior do que outras petrolíferas. Enquanto as ações da Petrobras, entre dezembro e janeiro, caíram 31,6%%, as da Shell e da Exxon caíram 19,5% e 6,1%. Entre 2010 e 2016, durante o governo da presidente Dilma, a queda livre das ações da Petrobras foi de 82%.

    A perda de valor não se explica somente pela redução dos preços internacionais. A esta altura, fica difícil separar o que foi incompetência e corrupção do populismo com o manejo dos preços da gasolina e do diesel para fins eleitorais. A política de usar a empresa como se fosse um cheque especial fez com que ela tenha que enfrentar este momento difícil com uma dívida superior a R$ 500 bilhões, a maior entre todas as petroleiras do mundo.

    Tudo isso está levando a Petrobras a tomar decisões amargas, antes sempre negadas pelo governo.

    A primeira é o corte nos investimentos, como o que veio logo após as eleições, em fevereiro de 2015, de 40%. Depois 20%, no biênio 2015/ 2016. E, agora, uma redução dos investimentos no Plano de Negócios 2015-2019 de mais 24%, gerando uma drástica revisão das metas para 2020.

    A segunda decisão é a venda de ativos.

    Seria cômico, se não fosse trágico, constatar que o governo que sempre acusou de forma oportunista seus adversários de quererem privatizar a empresa promove agora a maior venda de ativos da história da Petrobras. E o faz, sem visão estratégica, única e exclusivamente para fazer caixa e diminuir seu endividamento, negociando o patrimônio da companhia na bacia das almas.

    Acrescente-se a tudo isso a produção futura do pré-sal também comprometida, não só pelo viés de baixa dos preços, mas pela total deterioração financeira da companhia.

    Quando o barril estava acima dos US$ 100, por motivos políticos e ideológicos, o governo cometeu um crime contra gerações futuras de brasileiros ao deixar de realizar leilões e instituir o modelo de partilha.
    E ainda amargaremos, por um bom tempo, os preços da gasolina e do diesel na bomba bem superiores aos do mercado internacional. Hoje, o triplo do mercado americano.

    O caminho para recuperação da Petrobras e seu papel no desenvolvimento nacional não é simples, mas possível. Um bom começo é a discussão no Congresso da proposta do senador José Serra, que propõe mudanças importantes no modelo da partilha, acabando com obrigatoriedades que hoje engessam o bom funcionamento da empresa

  237. Elias said

    Fiquei sabendo há pouco que o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Fernando Capez (PSDB), está implicado no escândalo da fraude na compra de merenda escolar.

    A bandalheira, investigada pela “Operação Alba Branca”, tem origem no governo do Estado de São Paulo e envolve 22 prefeituras paulistas. Até aqui 7 pessoas tiveram prisão decretada. Uma está foragida e 3 já apelaram para o acordo de leniência, em troca da delação de cúmplices.

    Foi então que Fernando Capez passou a fazer parte do rolo, associado à figura nada recomendável do “Moita” (Luiz Roberto dos Santos), ex-assessor do Chefe da Casa Civil de Alckmin. Segundo os delatores, a propina na compra de merenda escolar pelo governo Alckmin chega a 25% do valor de cada operação.

    É mesmo uma pena ver alguém como Fernando Capez misturado a essa escória… Independentemente de preferência partidária, Capez é — ou, pelo menos, era — respeitadíssimo, por sua contribuição à ciência do Direito. Um mestre da doutrina, sempre presente em citações, nos textos de pareceres, notas técnicas e afins, em todo o país.

    Entrou para política partidária e, infelizmente, aconteceu o pior…

  238. Elias said

    AULA DE PORTUGUÊS (Chester # 231 – Miriam Rita Moro Mine – Universidade Federal do Paraná.)

    Miriam Mine quase foi bem. Quase…

    Realmente, “presidenta” é um chute no saco!

    Mas Miriam também errou.

    PRIMEIRA BATERIA, não se conceitua mais o “gerundivo” ou “particípio ativo” como uma FORMA NOMINAL DERIVADA DE UM VERBO.

    Era assim originalmente. Atualmente, não mais. Há um porrilhão de “gerundivos” que não são derivados de verbos.

    Exemplos? Lá vão eles: doutorando (derivado de doutor); vestibulando (derivado de vestibular); mestrando (derivado de mestre), etc.

    SEGUNDA BATERIA: nas derivações de VERBOS forma-se o “gerundivo” (ou “particípio ativo”) usando-se os sufixos “ante”, “ente” ou “inte”, conforme os verbos sejam da 1ª, 2ª ou 3ª conjugação.

    Exemplos: Estudar: estudANTE. Escrever: escrevENTE. Pedir: pedINTE.

    Porém, o gerundivo de “presidir” é presiDENTE, e não presidINTE. Por quê?

    Porque a palavra original era “presedere”, que, por corruptela, passou a ser pronunciada “presidire”, depois “presidir”. O gerundivo manteve a raiz original.

    Foi isso, fessora… E não o que a senhora. disse.

    Por nada. Precisando, não se acanhe…

    PS.:
    ATENÇÃO CHESTER! Neste comentário eu escrevi várias vezes GERUNDIVO. Não confundir com GERÚNDIO.

    Gerúndio é forma VERBAL. É a ação sendo praticada continuamente (escrevendo, p.ex.).

    Gerundivo é forma NOMINAL, não necessariamente derivada de verbo. Quando derivada de verbo, o gerundivo designa QUEM pratica a ação (ex.: escrevente).

  239. Elias said

    “Quando o barril estava acima dos US$ 100, por motivos políticos e ideológicos, o governo cometeu um crime contra gerações futuras de brasileiros ao deixar de realizar leilões e instituir o modelo de partilha. E ainda amargaremos, por um bom tempo, os preços da gasolina e do diesel na bomba bem superiores aos do mercado internacional. Hoje, o triplo do mercado americano.” (Alguém cujo texto o Chester copiou e colou, mas não creditou autoria)

    Se o governo houvesse feito leilões, isso não faria com que o petróleo brasileiro fosse extraído a um preço mais baixo. O preço seria o contratual, e ninguém poderia obrigar a empresa privada a vender petróleo ao governo por um preço abaixo do custo de produção (pra poder acompanhar a queda do preço no mercado internacional), até porque isso seria ilegal e inconstitucional. É cláusula pétrea: o benefício do erário não pode se dar a custa do prejuízo do cidadão.

    Até o reino mineral sabe porque a gasolina brasileira é cara e porque o Brasil vende gasolina ao Paraguai a um preço menor do que o do mercado interno.

    Gasolina não é o único derivado de petróleo que o Brasil consome em larga escala. Para extrair outros derivados (p.ex.: nafta, GLP, etc,), é necessário processar um volume tal de petróleo, que implica a produção de gasolina numa escala bastante acima da capacidade de consumo do país. Esse excedente é exportado, e, como a quase totalidade dos exportáveis brasileiros, o preço cobrado por ele é desonerado de impostos vigentes para o mercado interno.

    Sabe quando o Brasil terá combustíveis a preços iguais ao do mercado americano? No dia em que a economia brasileira for tão grande quanto a americana. Aí os juros brasileiros também serão tão baixos quanto os juros americanos. Tudo isso por causa da porra de uma lei chamada “lei da oferta e da demanda”. Brigar com ela não é fácil…
    ============================

    “O caminho para recuperação da Petrobras e seu papel no desenvolvimento nacional não é simples, mas possível. Um bom começo é a discussão no Congresso da proposta do senador José Serra, que propõe mudanças importantes no modelo da partilha, acabando com obrigatoriedades que hoje engessam o bom funcionamento da empresa.” (Alguém cujo texto o Chester copiou e colou, mas não creditou autoria)

    Não foram as “obrigatoriedades” que deram prejuízos à Petrobras. A produção de petróleo no Brasil é cara, e só se torna um bom negócio quando o preço internacional sobe. Quando o preço internacional despenca, a produção brasileira de petróleo não tem competitividade.

    E a produção de petróleo no Brasil é cara, porque o petróleo brasileiro é de má qualidade. É “pesado”. Pouco produtivo.

    Não tem “modelo de partilha” que mude isso (a maioria dos leitores desse porra nem sabem o que ele quer dizer com “modelo de partilha”).

  240. Elias said

    “Seria cômico, se não fosse trágico…”. (Alguém cujo texto o Chester copiou e colou, mas não creditou autoria)

    Esse pessoal tem que parar de ser tão original: “seria cômico se não fosse trágico”? Ora, “cachorro que late n´água late em terra”, “jacaré no seco anda”, “paca, tatu, cutia não” e “caminho de paca tatu caminha dentro”.

  241. Elias said

    “Seria cômico, se não fosse trágico, constatar que o governo que sempre acusou de forma oportunista seus adversários de quererem privatizar a empresa promove agora a maior venda de ativos da história da Petrobras. E o faz, sem visão estratégica, única e exclusivamente para fazer caixa e diminuir seu endividamento, negociando o patrimônio da companhia na bacia das almas.” (Alguém cujo texto o Chester copiou e colou, mas não creditou autoria)

    A privatização acontece quando a maioria do capital votante é transferida a particulares, já que isso implica a transferência do poder decisório.

    Como qualquer indivíduo dotado de capacidade intelectual mediana pode facilmente perceber, a venda de ativos, sem alteração da composição do capital societário, não pode ser considerada uma privatização.

    Nem mesmo a venda de ações ORDINÁRIAS pertencentes ao Estado pode ser chamada de privatização, caso dela não resulte a alteração da proporcionalidade societária.

    Não tem nada de cômico, nem de trágico. A venda de ativos para redução do endividamento aumenta a rentabilidade do capital próprio, ou seja, contribui para aumentar o valor patrimonial das ações.

    Quem não vê isso nunca administrou nem mercearia…

    Putz!

  242. Guatambu said

    Elias,

    “Mas, se tu tiveres dinheiro pra investir em hidrelétricas, fica sabendo que é um setor incentivadíssimo. Consegues dinheiro no BNDES a leite de pato, e, quando começares a gerar energia elétrica, não recolherás tributos indiretos (só é tributada na distribuição), e, ainda por cima, terás direito a reduções pra lá de camaradas no Imposto de Renda.” (Elias)

    Ok, isso eu também incluo no que chamo de intervenção Estatal.

    Empresários não precisam de incentivos, empresários precisam de liberdade. Uma coisa é diferente da outra, e pelo jeito é isso que vc insiste em não entender.

    “Eu estava falando de como o investimento público gera valor agregado no setor privado.”

    Sim Elias! Estava! Explica pra mim como um aumento de 2% para 4% da despesa total em investimentos, versus o aumento de 25% para 42% da despesa total em outras despesas é eficiente.

    Compara com o setor privado. Vc é empresário Elias! Aumenta seus investimentos e suas despesas nessa mesma proporção pra ver o que acontece com sua empresa.

    Agora voltemos ao raciocínio. O governo só investe ou gasta porque alguém deu dinheiro pra ele. Quem deu dinheiro pro governo? Os empresários.

    Então estamos falando de um investimento público X investimento privado, cuja origem do dinheiro é a mesma: o bolso do empresário, porque é esse, no frigir dos ovos, que gera riqueza.

    Sem gerar riqueza não há sequer impostos. Sem riqueza, portanto, não há emprego.

    Então, Elias, responda: quem emprega? O Estado, que gasta mais do que ganha? Ou o empresário, que gera riqueza através de investimentos eficientes?

    Pense no que vc disse Elias: investimento público gera valor agregado no setor privado. Claro! Em termos absolutos é claro que gera, em termos relativos não! Os investimentos públicos são uma porcaria ineficiente.

    Deixassem os empresários livres para investir. Não estou falando de incentivos, estou falando de liberdade, o país seria muito mais eficiente e muito diferente do que é hoje.

    Mas… temos um problema: o excesso de governo.

  243. Guatambu said

    Elias,

    Vc está completamente por fora do que tem sido construído em termos de software aqui no Brasil…

    Mas sabe o que é o mais interessante?

    Veja o Uber, por exemplo. Enquanto não tinha governo envolvido, o Uber estava fazendo uma revolução no trânsito de São Paulo.

    De repente isso chama a atenção do Haddad e dos sanguessugas estatais.

    Agora estão querendo fazer um motorista do Uber pagar taxas, alvarás, certificações, blablablás, a título de “fiscalização”.

    Fiscalização pra que?! Nunca houve nenhuma reclamação sobre roubo, furto, assédio, qualquer coisa com os motoristas do Uber em SP.

    Até pq se tivesse ocorrido qualquer coisa nesse sentido, a imprensa marrom ficaria sabendo na hora e botaria a boca no trombone!

    Mas nada disso aconteceu. São carros bons, novos, motoristas educados, com água, balas, ar-condicionado, não cobram o transporte de bagagem, entre outras coisas.

    Versus o que? Um setor totalmente violentado pela presença estatal, o de taxis: onde se cobram alvarás, licenças, certificações, etc etc.

    O taxista se mata para conseguir um carrinho rapa-chulé, tem que andar com esse mesmo carrinho por 10 anos pra conseguir sobreviver e comprar outro carrinho.

    Vc entra num taxi em SP e se sente mal: os motoristas são ruins, mal educados, os carros caindo aos pedaços, cheiro ruim, não tem uma água, o cara briga contigo pra fazer o caminho que ele quer, e não o que o Waze diz, muitas vezes o cara nem tem Waze porque não consegue pagar por um plano de internet bom no celular.

    É culpa do taxista, que é ruim?!

    Eu não acho. É culpa do estado que resolveu interferir mais do que devia nisso.

    Agora as TVs a Cabo estão reclamando do Netflix.

    Bem feito, o Estado regula tanto e enche tanto o saco das TVs a Cabo, que tudo aquilo que era programa bom foi substituído por merdas de programas. Só porque aqui no Brasil, alguma lei de incentivo à cultura, sei lá o que, obriga os canais internacionais a terem produções brasileiras.

    Porra! Intervenção Estatal dá nisso: merdas de programas e um monte de propaganda que ninguém aguenta!

    Eu pago 19,90 por mês no Netflix e divido a assinatura 4 pessoas, em qualquer lugar do Brasil. Para ver filmes, séries, tudo. Sem as malditas propagandas. Material muito bom, e que tende a ficar muito melhor!

    Sabe pq?! Pq não tem Estado dizendo o que esse negócio tem que fazer!

  244. Guatambu said

    Elias,

    Precisou de algum incentivo Estatal pra existir o Uber?

    E o Netflix?

    Ah… mas isso são produções norte-americanas.

    Pois bem, aqui no Brasil temos: Take.net, Getninjas, MercadoLivre, Vagas.com, buscapé, viaja.net e um porrilhão de outras empresas de aplicativos e serviços digitais que são excelentes.

    Todas elas criadas sem um puto furado do governo.

    Mas o governo já estuda como botar algum tipo de imposto, fora os naturais, que essas empresas terão que pagar…. claro…

  245. Pax said

    Novo post. Com minhas desculpas pela ausência.

  246. Chesterton said

    Guata, e o governo já vai ferrar o comercia eletrônico interestadual….logo vai cobrar impostos sobre o ar que respiramos ( e eu dando idéia)

  247. Elias said

    “Empresários não precisam de incentivos,” (Guatambu)

    É mesmo? Vai dizer isso pra Vale, que não paga ICMS.

    Vai dizer isso pra Globo, pro SBT, pra Rede Bandeirantes, pra Editora Abril, pra Folha de São Paulo, pro Estadão, etc., que não pagam Imposto de Renda, nem Cofins, nem CSL, nem ISS…

    Vai dizer isso pra indústria automobilística, que tem reduções de IPI e ICMS.

    Vai dizer isso pra pra todas as empresas que operam em ZPEs, que não pagam ICMS, têm redução de Imposto de Renda e CSL, e não necessitam internalizar totalmente as receitas no exterior.

    Vai dizer isso pras siderúrgicas, que têm redução de ICMS e IR.

    Vai dizer isso pra indústria de vestuário paulista, que tem redução de ICMS e IR (aliás, todo o comércio do Bom Retiro também tem, o que gera uma sacanagem só na hora da venda por atacado… os caras logo perguntam se a pessoa quer nota fiscal “cheia”…).

    Guatambu, tu não sabes nem onde fica o Brasil…

    “Liberdade” é? Alguém já te impediu de abrir um negócio no Brasil?

    Que negócio, Guatambu?

    Lambança… E otarice!

    Que tal tu começares também a responder o que eu te pergunto?

  248. Elias said

    “Bem feito, o Estado regula tanto e enche tanto o saco das TVs a Cabo, que tudo aquilo que era programa bom foi substituído por merdas de programas. ” (Guatambu)

    Que coisa mais idiota tu estás dizendo, Guatambu…

    Quer dizer que há excesso de “regulação” na TV a cabo? Que regulação é essa, Guatambu? E o que é que ela tem a ver com a qualidade da programação?

    Se queres ter um mínimo de respeito intelectual, deixa de argumentar com retórica, e começa a exemplificar.

    Retórica sem exemplificação é idiotice. É coisa de rebanho. Manada.

  249. Elias said

    Guatambu,

    MercadoLivre, Vagas.com, buscapé, viaja.net, etc, não fazem porra nenhuma para o desenvolvimento da informática.

    Essas empresas são, apenas, USUÁRIAS, e não desenvolvedoras, de tecnologias.

    Eu mencionei a Índia, porque ela já se tornou uma das principais DESENVOLVEDORAS de softwares do planeta. Ela exporta software para o mundo todo, inclusive para o Brasil.

    De novo tu estás confundindo pato no tucupi com entupir o cu do pato.

  250. Elias said

    Pro Uber pode não ter necessitado incentivo.

    Agora, em vez do Uber, tenta construir uma hidrelétrica sem incentivo.

    Ou tenta estabelecer, sem incentivo, um projeto de mineração que vá desde a extração da bauxita até a usinagem de lingotes de alumínio, passando pela alumina.

    Ou melhor: nem tenta! Pega a tua brilhante ideia de como fazer isso, e vende pra Vale. Ou pra Alcan. Ou pra Alcoa.

    Qualquer uma delas te paga o equivalente a várias mega senas por essa ideia Guatambu.

    Vais ficar miliardário (ou, então, vão te meter numa camisa de força, o que eu acho mais provável).

  251. Elias said

    “Eu estava falando de como o investimento público gera valor agregado no setor privado.” “Sim Elias! Estava! Explica pra mim como um aumento de 2% para 4% da despesa total em investimentos, versus o aumento de 25% para 42% da despesa total em outras despesas é eficiente.” (Guatambu)

    Tu adoras bancar o idiota, Guatambu.

    Então, vou passar a te tratar como um idiota.

    Em primeiro lugar, EU NUNCA DISSE que aplicar 4% da despesa em investimento é uma gestão eficiente.

    EU SEMPRE DISSE que esse percentual deveria ser, no mínimo, 10%. E que as ODCs deveriam ficar, no máximo, em 33%.

    EU DISSE, TAMBÉM, que, 4%, é O DOBRO do que FHC investiu. Durante os dois mandatos do FHC, o investimento nunca passou de 2% da despesa total. E que o gasto com a dívida pública, que era de mais de 60% da despesa total nos tempos do FHC, passaram a ser menos de 34% nos tempos lulopetistas.

    Se tu não consegues entender o que os outros escrevem, pede a ajuda da faxineira do teu prédio. Ou do ascensorista.

    Em segundo lugar, um investimento de 4% do valor total da despesa, significa uma aplicação de aproximadamente R$ 40,0 bilhões por ano, a preços de 2016. Se tu achas que mais de R$ 40 bilhões injetados na economia não produzem nenhum efeito macro, então ultrapassaste o limite da idiotia…

    Em terceiro lugar, se achas que aplicar só 4% da despesa em investimento é pouco pra ser uma gestão eficiente, então é porque queres mais. Nesse caso, é bom que saibas que mais investimento estatal significa mais Estado na economia… Que é o que tu dizes não querer, certo?

    Em outras palavras: faz o papel de doido à vontade, mas, pelo menos, faz o papel de doido com um mínimo de coerência.

    Mas pode ser que queiras menos investimento estatal.

    Então, faz o seguinte: pega um megafone, e vai defender isso na calçada da FIESP.

    Vamos ver, depois, em quantos minutos a turma da FIESP mandou alguém pra te encher os cornos de porrada…

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