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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Operação Aletheia: Lula obrigado a depor

Posted by Pax em 04/03/2016

Os ânimos estão agitados demais para emitir opiniões. O blog fica com a notícia oficial, da Agência Brasil.

MPF e PF dizem que há indícios de Lula ter recebido vantagem de construtoras

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
O procurador da República, Carlos Fernando Lima, que integra a equipe de investigação da Operação Lava Jato, disse hoje (4) que há indícios de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o pagamento de vantagens, seja em dinheiro, presentes ou benfeitorias em imóveis das maiores empreiteiras investigadas na operação policial. A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira a 24ª fase da Lava Jato, com mandado de condução coercitiva para o ex-presidente Lula, que está sendo ouvido por agentes da PF no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

“As investigações são exatamente no sentido de comprovar ou não a participação do ex-presidente nas decisões de beneficiamento de partidos da base aliada. As investigações já vêm acumulando evidências que o principal beneficiário era o governo do PT, fica claro que os benefícios políticos colhidos foi de Lula e da atual presidenta [Dilma Rousseff]”, disse o procurador em entrevista à imprensa na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

Segundo o procurador, Lula recebeu cerca de R$ 20 milhões em doações para o Instituto Lula e cerca de R$ 10 milhões em palestras de empresas que também financiaram benfeitorias de um sítio em Atibaia e de um triplex no Guarujá. “Doações podem ser realizadas por diversos motivos, mas precisamos ver se isso tem motivação com as obras fraudulentas feitas pela Petrobras”, disse Lima.

As empresas Camargo Corrêa, Odebrecht, UTC, OAS, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez, segundo o procurador, pagaram 60% de todas as doações para o Instituto Lula e 47% dos valores das palestras para Lula entre 2011 e 2014.

“Não existe motivação plausível para o pagamento dessas vantagens”, disse o procurador. “As vantagens não precisam ser em dinheiro, não precisam ser ligadas ao ato. Mesmo após o exercício da presidência ainda podem estar sendo pagas vantagens ao ex-presidente Lula”.

De acordo com o procurador, a Polícia Federal (PF) investiga se Lula era quem liderava esquema de desvio de dinheiro da Petrobras para financiamento político e enriquecimento pessoal. Nas fases anteriores da investigação, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari, presos na Lava Jato, eram apontados pela polícia como os principais líderes do esquema de fraudes.

O Ministério Público e a Polícia Federal investigam ainda o pagamento de serviços, pelo Instituto Lula, que tem benefícios fiscais, à empresa G4, pertencente ao filho de Lula. De acordo com Lima, o instituto repassou mais de R$ 1 milhão para empresa por supostos serviços prestados. A polícia investiga se esses serviços foram realizados.

Mandado de condução coercitiva

O delegado Igor de Paula, da Polícia Federal, esclareceu que o pedido de condução coercitiva para Lula, feito pelo juiz federal Sérgio Moro, foi em função da segurança do ex-presidente e de seus familiares, já que se detectou uma mobilização de pessoas na tentativa de prejudicar a tomada do depoimento hoje. Lula está sendo ouvido desde as 8h, no escritório da Polícia Federal no Aeroporto de Congonhas. Segundo o delegado, é investigado ainda o vazamento de informações da quebra do sigilo bancário e fiscal de Lula.

Igor de Paula disse que não há pedido de prisão para Lula e para ex-primeira dama Marisa Letícia.

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96 Respostas to “Operação Aletheia: Lula obrigado a depor”

  1. Chesterton said

    Ainda assim, cadê o Elias?

  2. Chesterton said

    A Andrade Gutierrez está decidida a dar à Operação Lava Jato informações sobre pagamentos feitos à campanha de Dilma Rousseff por meio de caixa dois em 2014.

    Otavio Azevedo, executivo da empresa que já prestou depoimentos em acordo de delação premiada, teve nas últimas semanas um “comportamento errático”, de acordo com informações que já chegaram ao governo.

    Em alguns momentos, se mostrava disposto a nada dizer que comprometesse o atual mandato de Dilma. Em outros, se mostrava decidido a aprofundar a delação.

    Monica Bergamo

  3. Chesterton said

    Olha a mega manifestação petista na Pres Vargas…..vai ver tinha pouca mortadela.

  4. Patriarca da Paciência said

    247 – A primeira crítica contundente do Supremo Tribunal Federal à ação do juiz Sérgio Moro contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dentro da 24ª fase da operação Lava Jato veio do ministro Marco Aurélio Mello.

    “Condução coercitiva? O que é isso? Eu não compreendi. Só se conduz coercitivamente, ou, como se dizia antigamente, debaixo de vara, o cidadão de resiste e não comparece para depor. E o Lula não foi intimado”, afirmou Mello, segundo a colunista Mônica Bergamo.

    Marco Aurélio diz que é preciso “colocar os pingos nos ‘is'”. “Vamos consertar o Brasil. Mas não vamos atropelar. O atropelamento não conduz a coisa alguma. Só gera incerteza jurídica para todos os cidadãos. Amanhã constroem um paredão na praça dos Três Poderes”, afirmou.

    O magistrado criticou também o argumento utilizado por Moro para embasar a condução coercitiva de Lula, de que a medida seria para a própria segurança do ex-presidente. “Será que ele [Lula] queria essa proteção? Eu acredito que na verdade esse argumento foi dado para justificar um ato de força”, segue o magistrado. “Isso implica em retrocesso, e não em avanço.”

    O ministro do STF disse que o juiz Sérgio Moro “estabelece o critério dele, de plantão”, o que seria um risco. “Nós, magistrados, não somos legisladores, não somos justiceiros”. E ensina: “Não se avança atropelando regras básicas”.

  5. Patriarca da Paciência said

    247 – O ex-ministro da Justiça e secretário de Direitos Humanos durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, José Gregori, classificou como um “exagero” a condução coercitiva contra o ex-presidente Lula, cumprida nesta sexta-feira durante a 24ª fase da Operação Lava Jato.

    “Você (fazer) logo a condução coercitiva é um exagero. O que parece é que esse juiz (Sergio Moro) queria era prender o Lula. Não teve a ousadia de fazê-lo e saiu pela tangente”, declarou à BBC Brasil. Ele acrescentou desconhecer, “na nossa legislação, a figura da condução coercitiva sem que tenha havido antes a convocação”.

    Outro integrante do governo FHC, Walter Maierovitch, ex-secretário Nacional Antidrogas, também se manifestou contra o mandado de condução coercitiva. Maierovitch viu “desvio de legalidade” na decisão do juiz Sergio Moro.

    “Acho que buscas e apreensões são atividades normais em investigação. Agora, o que eu estranho, como jurista, é a condução coercitiva do Lula. É algo surpreendente e preocupante”, comentou. “Essa vergonha está acontecendo no país é uma coisa que precisa ser apurada, mas me preocupa quando tem um desvio de legalidade”, completou.

  6. Patriarca da Paciência said

    247 – “Um dos fundadores do PSDB, o ex-ministro da Fazenda no governo José Sarney Luis Carlos Bresser-Pereira criticou o mandado de condução coercitiva imposto nesta sexta-feira pela Operação Lava Jato contra o ex-presidente Lula. Para o economista, o gesto foi uma “arbitrariedade muito grande”, que mostra que a “Operação Lava Jato foi longe demais, está violando direitos fundamentais e causando grandes prejuízos ao País porque alimenta a crise”.

    “Inicialmente a Operação Lava Jato foi uma coisa muito boa porque começou a punir as pessoas envolvidas, políticos, funcionários da Petrobras, lobistas e empresários. De repente a gente percebe um conjunto de vazamentos para a imprensa, dos mais absurdos e violentos, e você se dá conta de que se prende preventivamente sem razão”, comentou, segundo reportagem do site da revista Brasileiros.

    “Agora se conduz coercitivamente um ex-presidente para depor, o tiraram de casa de madrugada, quando era perfeitamente possível dar um telefone para o ex-presidente dizendo que, se ele não fosse depor, o levariam à força”, completou o ex-ministro. Em sua avaliação, o argumento da força-tarefa da Lava Jato para conduzir coercitivamente Lula é uma “ilação espúria”, e o STF tem de intervir na operação.

    “Tem uma declaração da força-tarefa de que há sérios indícios de que o ex-presidente Lula foi um dos principais beneficiários da corrupção na Petrobras. Aí eu vou ler qual é o indício e é o apartamento no Guarujá e o sítio. Isso se chama ilação espúria. Qual é o indício de que houve benefícios a essas empresas que estão sendo investigadas? Isso é uma coisa ridícula. Eu conheço suficientemente de política para dizer que isso não faz o menor sentido. Eu conheço suficientemente as empresas que lidam com o governo e elas dão presente mesmo. Mas daí a dizer que isso é propina, isso é uma violência. O STF precisa intervir nessa operação”, atacou Bresser-Pereira.”

    Acho que dessa vez o Moro extrapolou todas as regras.

    Já está mais que na hora de dar um basta em tanta arrogância e prepotência.

  7. Patriarca da Paciência said

    Olha só isto, Chesterton:

  8. Pedro said

    Então o Instituto Lula recebia “doações” de empreiteiras emvolvidas na roubalheira da Petrobras, e depois o tal Instituto contratava empresas dos Lulinhas pra “serviços diversos”.
    É o Instituto Lulas felizes.

    Haja cara de pau…

  9. Chesterton said

    e esses energumenos ainda defendem ….cadeia para todos.

  10. Chesterton said

    tem 60 pessoas aí,Patriarca, mas alguns jornalistas. Lula que se prepare pois vai para prisão comum.

  11. Chesterton said

  12. Chesterton said

    A perda da razão
    O PT humilha sua militância ao forçá-la a sair em defesa do indefensável.

    05/03/2016 – 08h04
    Ricardo Noblat

    Delírio! Quer dizer que vivemos um golpe aplicado pela dobradinha Judiciário-Mídia?

    Quer dizer que é golpe uma operação policial autorizada pela Justiça?

    Quer dizer que Lula “foi sequestrado por Moro” só por ter sido levado para depor em local seguro na companhia de advogados dele?

    É mentira dizer que Lula sempre esteve à disposição da Justiça. Ele tem usado e abusado de todos os meios para escapar dela.

    Enquanto o PT bate na Justiça e na mídia, o que ocorre por aqui é reconhecido no mundo como exemplo de vitalidade democrata.

    Quando o PT se dará a chance de reconhecer seus graves erros e de tentar começar tudo de novo?

    O PT humilha sua militância ao forçá-la a sair em defesa do indefensável.

    Se empresas envolvidas em roubalheira entopem os bolsos de Lula com dinheiro e o presenteiam com reformas em imóveis, tal relação promíscua não merece ser investigada?

    Se qualquer um de nós pode ser convocado ou levado para depor por que Lula não? No que ele é melhor do que nós?

    Por que aumenta a cada dia o número dos brasileiros que dizem que não votarão de jeito nenhum em Lula em 2018? Serão uns tolos?

    Se Lula nada deve, nada deveria temer. Se for injustiçado, os brasileiros saberão reconhecer que foi e ficarão ao seu lado.

    Lula faz mais mal à esquerda brasileira do que ela quer admitir. Do que ela admitirá um dia.

    O PT perdeu a razão.

  13. Chesterton said

    e parece que o Patriarca perdeu a vergonha…(Elias está envergonhado).

  14. Chesterton said

    Bordel em pânico
    05/03/2016 – 01h20
    O ainda senador petista e ex-líder do governo, Delcídio do Amaral, escancarou a porta do bordel. Sua delação parcial expôs a orgia governamental, deixando claro que não há inocentes a bordo.

    As suspeitas que pesavam sobre Lula e Dilma já não são meras suspeitas. Ganharam materialidade na voz de alguém que privou da intimidade e da confiança de ambos, cumprindo missões que agora revela. A rigor, quem acompanha de perto as investigações – na imprensa, na polícia, no Congresso – não teve qualquer surpresa.

    Nenhum dos fatos arrolados era desconhecido. Muitos já haviam sido noticiados, com base em fontes que se mantinham anônimas. O impacto e a novidade ficam por conta de agora terem um informante que, longe de ser mero observador privilegiado, era um agente, cujo depoimento equivale a uma confissão, o que, no direito, é também chamada de rainha das provas.

    Seu papel, nesse processo, é semelhante ao de Roberto Jefferson no Mensalão. Com agravantes: era o líder do governo, a voz da presidente no Senado. Jefferson era personagem periférico no Mensalão, presidente de um partido da base, o PTB, que se queixava exatamente do tratamento secundário que recebia.

    Delcídio, não. Era, no Congresso, o próprio governo e também o elo entre Dilma e Lula, com os quais mantinha contatos quase diários. Ao abordar o filho de Nestor Cerveró, propor-lhe um plano de fuga e oferecer mesada – empreitada que o levou à cadeia -, Delcídio disse que cumpria missão a mando de Lula. Terá oportunidade de demonstrá-lo com mais dados.

    O argumento do governo, expresso pelo ex-ministro da Justiça e novo advogado geral da União, José Eduardo Cardoso, de que Delcídio não tem credibilidade e está apenas querendo se vingar, é frágil. Pior: burro. Primeiro: se não tem credibilidade, por que era líder do governo? Segundo: numa delação premiada – que, se falsa, aumenta a pena do réu -, não há espaço para leviandades.

    Colocar em dúvida a existência da delação de Delcídio dispensa comentários. Todos sabem que existe, carecendo apenas de homologação pelo STF – que, agora, diante do que já provocou, dificilmente a rejeitará. Se o fizer, aprofundará o seu descrédito.

    As revelações, seguidas pela condução coercitiva de Lula a um depoimento que se empenhava em evitar, sugerem que as manifestações do próximo dia 13 devem superar as anteriores.

    A militância do PT – ruidosa, agressiva, insensata – é numericamente inexpressiva. Não reflete nem de longe a sociedade brasileira. Consegue se fazer presente com agilidade, a qualquer dia ou hora, nos locais estratégicos, porque vive disso. Não trabalha em outra coisa. São profissionais do protesto.

    Mas as pesquisas demonstram reiteradamente que a imensa maioria da população – na escala dos 90% – exige que as investigações se aprofundem e justiça seja feita com rigor, seja lá quem esteja em pauta: Lula, Dilma ou o mais obscuro lobista.

    O PT alega que a Lava Jato estaria agindo politicamente. O que se dá é o contrário: os políticos do governo é que estão, há anos, agindo criminosamente, a ponto de transformar a análise política em criptografia policial. Não se trata de ideologia: crime não é de direita ou de esquerda – é crime. E o partido que o promove e oculta merece o título de organização criminosa, máfia em estado pleno.

    Prova disso é que, até aqui, o empenho do governo e de seu partido – Lula à frente – não foi o de se defender, mas o de evitar a Justiça, obstruindo-a e cancelando depoimentos, recorrendo aos mais diversos e sórdidos ardis processuais. Quem deve, teme.

    O argumento do líder do PT, José Guimarães, de que Lula jamais se recusou a depor – e que, portanto, a coerção não era necessária -, é falso. Na festa dos 36 anos do PT, Lula disse que não iria depor de maneira nenhuma. E acusou a Polícia Federal, a Justiça e a imprensa, dando palavras de ordem à militância.

    Tão espantoso quanto tudo isso é a reação frouxa, intimidada (quase solidária) da oposição, sobretudo do PSDB.

    A sociedade está mobilizada, há uma manifestação nacional prevista para daqui a uma semana, revelam-se denúncias gravíssimas de um ex-líder do governo – que, em circunstâncias normais imporiam a deposição da presidente – e a oposição age como quem tem dúvidas. Em vez de ir às ruas, fecha-se, intimidada, em gabinetes. O PT mobiliza seus diretórios e organizações que sustenta (CUT, MST, MTST, UNE etc.) com dinheiro público para que ocupem as ruas e promovam badernas. E a oposição faz o quê? Aguarda.

    O líder tucano Cássio Cunha Lima diz que “não vai sapatear sobre o governo”, mesmo sabendo que o governo, rodeado de indícios consistentes de que praticou crimes, não tem feito outra coisa sobre a sociedade. Com isso, apenas dá substância às insinuações do PT, de que tem também o que ocultar. Terá?

    O bordel está em pânico. A festa, ao que parece, acabou.

  15. Chesterton said

    O Brasil vive o seu momento mais crítico de teste das instituições e bases do que queremos ser no futuro.

    Vi um gráfico interessante que comparava a qualidade das instituições com a renda per capita de mais de cem países. A relação é absolutamente linear: quanto maior a qualidade institucional, maior a renda per capita. Simplesmente não há casos de países pobres com boas instituições. Tampouco há países ricos com más instituições.

    E, quando falamos de qualidade das instituições, talvez o principal item seja o combate à corrupção, em que Cingapura é um dos exemplos mais notáveis de sucesso.

    Nos anos 1960, essa cidade-nação era pobre, suja, perigosa e, assim como quase todos os países asiáticos, tomada pela corrupção.

    Em seu livro de memórias, Lee Kuan Yew –o líder que levou Cingapura do Terceiro para o Primeiro-Mundo– narra as mudanças institucionais que transformaram um país muito corrupto em uma das nações mais limpas do mundo. Abaixo alguns trechos:

    “Corrupção, nepotismo, propinas e suborno são um meio de vida na Ásia, e as pessoas as aceitam abertamente como parte de sua cultura e costumes. (…) A engenhosidade humana é infinita quando se trata de traduzir poder e arbítrio em ganhos pessoais (…) O problema é que um mínimo de poder nas mãos de homens que não conseguem viver do seu salário será sempre um convite à corrupção.”

    Lee acreditava que a única solução possível era combinar políticas do tipo “chicote e cenoura”.

    Investigações e punições exemplares (o chicote) foram feitas em Cingapura já nos anos 1960, resultando na prisão de centenas de pessoas.

    Mas, para manter altos níveis de probidade no setor público, ele achava fundamental fixar remunerações adequadas capazes de atrair os melhores talentos do mercado (a cenoura). Segundo ele, altos funcionários, juízes e políticos mal pagos já haviam arruinado muitos governos. Mas a necessidade de apoio popular faz com que governos eleitos insistam em pagar baixos salários para seus ministros, compensando-os com adicionais menos visíveis como moradias, automóveis, cartões de credito e outros. Para ele, isso estava conceitualmente errado.

    Nos anos 1990, Lee propôs uma fórmula de salários públicos altos que seriam vinculados ao crescimento da economia e à arrecadação fiscal e ainda respeitariam uma paridade de dois terços da remuneração equivalente no setor privado.

    Com isso, as remunerações poderiam aumentar ou diminuir, dependendo da situação da economia e do mercado de trabalho no setor privado. Ele também instaurou um sistema meritocrático que funciona não só no concurso de admissão como ao longo de toda a carreira do funcionário, incluindo o pagamento de bônus variáveis de até 50% do salário por desempenho. A meritocracia substituiu a isonomia no setor público.

    Lee foi altamente criticado por pagar elevados salários para os funcionários do governo. Mas hoje Cingapura é bem governada, limpa, verde, segura e tem a terceira maior renda per capita do mundo.

    No ano passado, Cingapura recebeu nota 8,5 na lista de 168 países que compõe o índice de “percepção de corrupção” da Transparência Internacional. É de longe o país mais avançado da Ásia nesse quesito e ocupa o 8º lugar do planeta.

    O Brasil recebeu nota 3,8 (76º lugar). Hoje temos uma chance histórica de redefinir o que queremos ser nessa área. Em algum momento da história, alguns países mudaram culturas e paradigmas na área institucional e, exatamente por isso, se tornaram os mais ricos do planeta.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcos-jank/2016/03/1746593-como-cingapura-venceu-a-corrupcao.shtml

  16. Chesterton said

  17. Chesterton said

  18. Chesterton said

  19. Chesterton said

    As pessoas ficam falando mal do Lula, mas, na verdade, ele só merece pena. É uma vida desgraçada a do ex-presidente petista. Está certo, dá dinheiro. Dá muito dinheiro. Dá dinheiro demais —R$ 30 milhões em palestras e doações ao Instituto Lula feitas por empreiteiras pilhadas assaltando a Petrobras, noves fora o salário e a aposentadoria do Estado. O excesso de liquidez é uma das misérias da ex-presidência petista.

    Outros seres humanos vivem com rendimentos exagerados. Mas o ex-presidente do PT é dependente do exorbitante. É como aquelas pessoas doentes que, não podendo respirar oxigênio, são isoladas numa bolha. Lula sofre com a insensibilidade do Sérgio Moro com o seu vício pela anormalidade.

    “[…] É forçoso reconhecer que se trata de valores altos para doações e palestras, o que, no contexto do esquema criminoso da Petrobras, gera dúvidas sobre a generosidade das empresas”, anotou o juiz da Lava Jato no despacho em que ordenou que Lula fosse retirado da bolha para ser interrogado no Brasil real.

    No interior da bolha petista vigora uma monarquia absolutista. Ali, o ex-presidente Luís Inácio autoproclamou-se Dom Lula 1º (e único), o venturoso. Isolado do meio ambiente exterior, respira exorbitância, sua substância vital. Faz isso como se nada tivesse sido descoberto sobre o que ele fez nos verões passados.

    Coisas estranhas sucedem com o ex-presidente no reino da bolha. Imóveis lhe caem no colo —um sítio do tamanho de 24 campos de futebol, um triplex à beira mar… Empreiteiras se oferecem para reformar as propriedades. Composta de gente incompreensiva, a força-tarefa da Lava Jato destila suspeição em documento oficial:

    “A suspeita é que os valores com que o ex-presidente foi agraciado constituem propinas pagas a título de contraprestação pelos favores ilícitos obtidos no esquema Petrobras. A vantagem não precisa ser dinheiro, não precisar estar diretamente ligada ao ato. Nós podemos verificar que mesmo após o exercício da Presidência podem estar sendo pagos ainda vantagens ao ex-presidente.”

    Arrancado “coercitivamente” do reino da bolha pela Política Federal, Dom Lula 1º (e único) se deparou nesta sexta-feira com a República, cuja proclamação ele passou a considerar um erro. Sobretudo depois que as instituições republicanas começaram a iluminar seus calcanhares de vidro, o sítio de vidro, o triplex de vidro, as palestras de vidro, o instituto de vidro, a biografia de vidro…

    Depois de interrogado, o ex-presidente petista foi liberado para retornar ao mundo da bolha. Disse que, por algumas horas, se sentiu como um “prisioneiro”. Horas depois, declarou ter sido “sequestrado” pela Polícia Federal. O soberano estava de volta ao seu abiente (i) natural.

    Uma claque de devotos realiza o trabalho humanitário, estimulando com urros e palavras de ordem um ex-presidente notoriamente despreparado para lidar com a realidade. A militância faz as vezes de qualquer mãe com seu filho problemático. Estimula-o a desfrutar de sua anormalidade.

    Meio choroso, Lula acenou com a hipótese de trocar a bolha pelo Planalto em 2018, se o doutor Moro deixar. “Cutucaram o cão com vara curta. Eu quero oferecer a vocês esse jovem de 70 anos de idade, com tesão de 30, corpo de atleta de 20 anos. Não tenho preguiça de acordar às 6h e dormir as 22h. A partir de hoje a única resposta à insolência e ofensa que fizeram a mim é ir pra rua e dizer: ‘Eu tô vivo e sou mais honesto que vocês’.”

    Alguma coisa subiu à cabeça do soberano petista. E não é nada que se pareça com sensatez. “Se quiseram matar a jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo, porque a jararaca está viva.”

    A jararaca é capaz de tudo, menos de dar explicações. Elitizada, declara-se perseguida pela “elite”. Quem não é devoto não consegue entender os efeitos que a prosperidade exerce sobre uma cobra criada no reino da bolha, respirando exorbitância.

    http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2016/03/05/lula-tornou-se-uma-jararaca-criada-numa-bolha/

  20. Chesterton said

    Parece que o Patriarca finalmente criou vergonha na cara….

  21. Chesterton said

    É uma pena que Lula ame apenas a si mesmo e não ao país, transformando uma parte significativa de nossa população em inimigos sobre quem açula seus cães.

    É uma pena que ninguém lhe diga, francamente, que o rei está nu – que sua habilidade de comunicação só funciona para dois segmentos: os que se renderam a essa nova forma de fanatismo criada por seu partido; e a parcela da população cuja ausência de educação é louvada como vantagem e não como vergonha.

    Sônia Zaghetto

  22. Pedro said

    Correm vários boatos na blogosfera sobre o desaparecimento do Googlias.
    – Uns dizem que ele está se preparando para ser o novo ministro da fazenda.
    – Outros dizem que ele cansou da violência no Brasil, se alistou no exército israelense e agora patrulha a Faixa de Gaza. Bem mais tranquilo.
    – O mais provável é que esteja pescando num belo rio do Pará. Entre um gole e outro, solta frases do tipo: Tanto idealismo, tantas reuniões, pra acabar dando nisso? Que lerda….vão tomar no tucupi do pato petralhada…o que fizeram com o nosso partido?

  23. Pedro said

    Continuando com divagações de um sábado a tarde sobre colegas de blog. (Não me venham com óbvias retaliações)

    O Pax um tanto desiludido com a esquerda latino americana, viajou pros pampas uruguaios, e está tentando negociar o sítio dele por outro que é vizinho do Mujica.
    Este sim, um sujeito honesto e digno de respeito.

  24. Pedro said

    Quanto ao Patriarca, ele não mora no Brasil.
    Mora na propaganda do governo, e nunca vai sair de lá…

  25. Pedro said

    http://noticias.r7.com/internacional/pivo-da-lava-jato-refinaria-de-pasadena-pega-fogo-e-deixa-3-feridos-05032016

    PT destruindo provas? :-)

  26. Chesterton said

    Mujica honesto…tá bom.

  27. Chesterton said

    J. R. Guzzo: Agonia moral

    Publicado na versão impressa de VEJA

    O ex-presidente Lula perdeu a batalha mais importante de sua vida. Tem pela frente, ainda, um demorado tiroteio nas altas, médias e baixas cortes da Justiça Penal brasileira. Mas não tem mais esperanças de sobreviver a uma doença para a qual não existe cura conhecida: a destruição de sua força moral. Trata-se do conjunto de atributos que realmente separa os homens, e mesmo as nações, em matéria de sucesso ou fracasso, e ao qual se costuma dar o nome genérico de caráter. Sabe-se desde sempre o que entra nesse conjunto. Entram aí o valor da palavra dada, a reputação, o respeito aos outros e a si próprio, a capacidade de transmitir confiança. É a força que faz uma pessoa falar e ser naturalmente acreditada. É a coragem para assumir responsabilidades, enfrentar momentos adversos, não abandonar os amigos em dificuldade. É o exercício da honestidade e da integridade comuns. Em suma, é o que na linguagem do dia a dia se chama de “vergonha na cara” ─ ou honra pessoal. Muito mais que fama, força ou riqueza, é o que realmente faz a diferença. Fará toda a diferença para Lula. Sua batalha está perdida porque ele perdeu o bem mais precioso que poderia ter ─ a força moral decisiva para tornar-se alguém que valha a pena como pessoa e como homem público.

    Hoje, vivendo acuado num prédio de escritórios do bairro paulistano do Ipiranga, com suas despesas pagas por magnatas, cercado não pela massa dos pobres que diz ter salvado, mas por negociantes de “marketing”, burocratas do PT, parasitas variados e uma armada de advogados que pouquíssimos brasileiros poderiam pagar, Lula está só. Do povo, nem sinal. O homem que tanto menosprezou os adversários falando de sua popularidade de 100% não pode ir a um campo de futebol ─ nem ao estádio do Corinthians, em Itaquera, cuja construção impôs para a Copa do Mundo de 2014, da qual não conseguiu assistir a um único jogo. Não pode ir jantar um frango com polenta em São Bernardo. Não pode ir a uma loja, comer um pastel de feira ou andar sem a proteção de um regimento de seguranças. Não pode ir ao infeliz sítio de Atibaia que tanto frequentou até faz pouco, e no qual empreiteiros amigos socaram uma fortuna em reformas ─ nem, menos ainda, a esse amaldiçoado tríplex do Guarujá. Não pode, no fim das contas, sair à rua ─ e, como se fosse um castigo, não pode gastar livremente no próprio país os milhões de reais que ganhou fazendo palestras para construtoras de obras públicas e outros colossos da elite empresarial brasileira. Que líder de massas é esse? Aos 70 anos de idade, Lula veio acabar metido na situação contrária à que Guimarães Rosa descreve num conto particularmente genial de sua vasta coleção de contos geniais, o Burrinho Pedrês. Como se lembram os leitores da história, o modesto burrinho sabia uma coisa mais importante que todas as outras, para quem, como ele, tinha sido sorteado com uma vida difícil ─ jamais entrava em lugar algum de onde não soubesse como sair depois. O ex-presidente entrou com tudo. Agora precisa sair, mas não sabe onde está a saída.

    É certo que Lula não será ajudado, nessa procura por um caminho capaz de tirá-lo do buraco, por nenhuma das manobras que vem utilizando há trinta anos para dar a volta em seus problemas. A causa verdadeira do colapso que vive hoje é o fato de ter entrado em estado de coma moral ─ e isso não se resolve chamando um gerente de propaganda para bolar comerciais de TV, da mesma forma que “imagem”, por mais esperteza que se empregue em sua criação, não substitui caráter. Também não adianta gastar dinheiro com advogados que passam o tempo armando chicanas processuais e outros truques destinados a impedir que se julgue o mérito real dos fatos alegados contra ele; isso pode funcionar como estratégia de fuga, mas não cria valores em cima dos quais se consiga construir uma reputação. Não é possível sair do lugar em que o ex-presidente se enfiou distribuindo camisetas vermelhas, fretando ônibus e pagando diárias, sempre com dinheiro público, a milícias que se apresentam como “movimentos sociais”. Dá errado, cada vez mais, continuar atirando em Fernando Henrique Cardoso ─ isso para ficar apenas no alvo que se tornou sua ideia fixa ─ na esperança de provar que “todo mundo é igual”; quanto mais tentam fazer a comparação, mais chocantes ficam as diferenças de conduta entre os dois. Enfim: tem-se tentado de tudo, e nada dá certo. Continuará assim, pois nada altera a pane central que existe nessa história: Lula não é o homem que diz ser. Também não é o que seus admiradores, de boa-fé ou por interesse, acham que seja.

    A desmontagem da estrutura ética do ex-presidente está sendo feita unicamente através de fatos, não de alegações; e são fatos que não precisam mais ser provados, pois todas as provas já foram exibidas e confirmadas. Mais: nenhum deles, até agora, foi apresentado ao público brasileiro pela oposição, que se limita a acompanhar sua divulgação na imprensa e fazer o mínimo possível de comentários.

    A derrota, enfim, não veio por causa de nenhuma batalha dessas que fazem tremer a terra ─ nada de Waterloo, ou de invasão da Normandia no Dia D. Tudo veio acabar em mesquinharia e pequenez, nas miudezas miseráveis da reforma de um sítio de segunda linha, nas 200 caixas de mudança da “transportadora Cinco Estrelas”, nos desvãos de uma arapuca imobiliária que lesou 3 000 famílias com um golpe na praça. Não houve a discutir, nessa demolição, uma única questão de princípio, filosofia política ou consciência ─ ficou tudo exclusivamente numa conversa de fim de feira sobre quem é o dono do tríplex na cooperativa falida, quem pagou a cozinha Kitchens, quem mora de graça na casa de quem. Mais que qualquer outra coisa, ficou uma palavra-guia, a palavra que não pode mais calar na biografia de Lula: empreiteira, empreiteira, empreiteira. É aí, na hora da verdade, que ele encontrou de fato sua perdição.

    Nada destruiu tanto a autoridade moral de Lula quanto seu convívio com as empreiteiras de obras brasileiras, durante e depois de seus dois mandatos. Nunca antes, em toda a história do Brasil, houve um presidente da República com tantos e tão íntimos amigos entre os empreiteiros. Alguém é capaz de citar outro? Em apenas quatro anos, de 2011 a 2014, momento em que a casa começou enfim a cair, Lula recebeu 27 milhões de reais para fazer palestras encomendadas pelos gigantes da construção pesada no país. Foi presenteado, também, com contribuições milionárias para sustentar as despesas do seu Instituto Lula ─ isso e mais viagens de jatinho, uma antena de celular a 100 metros do sítio que utiliza em Atibaia, e as obras de reforma nesse mesmo e malfadado sítio, que agora atormentam sua vida. Os presentes não vieram apenas das empreiteiras, certo, mas isso não melhora sua situação em nada ─ vieram de fontes mais sombrias ainda, como um consórcio de estaleiros que vivem de contratos com a Petrobras, o Banco BTG Pactual, um “centro de estudos” de Angola. Através da francesa GDF Suez, há traços até da inesquecível Astra Oil, que vendeu à Petrobras o ferro-velho da refinaria americana de Pasadena, algo tão parecido com uma negociata em estado puro, mas tão parecido, que até hoje não foi possível descobrir a diferença. Ganhar dinheiro fazendo palestras para essa gente está dentro da lei? Está. Está dentro da moral comum? Não está, e é aí que começa e acaba o problema. Um ex-presidente da República não pode, simplesmente não pode, aceitar dinheiro de empresas que dependem do Tesouro para sobreviver. É isso, e ponto final.

    Como seria possível confiar na imparcialidade, na palavra e na integridade de valores de alguém que anda em tais companhias, ainda mais quando se sabe da influência que exerce no governo que está aí? Lula recebeu dinheiro das empreiteiras porque foi presidente do Brasil por oito anos, e não por seus conhecimentos em matéria de viadutos, ferrovias e usinas hidrelétricas; ninguém lhe daria um tostão furado se tivesse sido apenas presidente de sindicato. Lula diz o tempo todo que só chegou ao comando da nação porque os pobres votaram nele. Mas não vê nenhum problema no ato de transformar em dinheiro vivo, agora, o apoio que recebeu dos humildes ─ a quem deve tudo, inclusive sua transformação em milionário. O ex-presidente, de tempos em tempos, diz que tem o direito de ser rico. Tem, mas não tem. Não pode botar no bolso, sem se desmoralizar, 27 milhões de reais de empreiteiros ─ nem ser seu amigo íntimo, prestar-lhes serviços, permitir que lhe paguem despesas, aceitar que sejam sócios de um dos seus filhos e sabe-se lá ainda o que mais. Um homem público como ele não pode, nessas coisas, ser igual aos demais cidadãos. Tem de abrir mão de uma porção de confortos; é o preço a pagar para manter inteira a sua moral. Se achar injusto, bastará deixar a vida pública; ninguém é obrigado a ser presidente da República.

    Lula acostumou-se a achar que tem direito a tudo, e não está sujeito a nada. Imaginou que pudesse ser o mais querido entre as empreiteiras ─ e que isso não iria lhe trazer problema algum. Achou que seus dois filhos pudessem ganhar milhões fazendo negócios com empresas que dependem do governo. Não viu nada de mais em meter-se com uma quadrilha que vendeu apartamentos na planta a bancários, roubou o dinheiro que recebeu deles e foi à falência sem entregar os prédios. Com exceção, claro, de um ou outro que foi concluído por uma empreiteira, mais uma, e reservado aos amigos ─ entre eles o que abriga o tríplex do Guarujá. O que Lula, que nem bancário é, estava fazendo no meio dessa gente? As histórias vão adiante e adiante; o que apareceu escrito aqui está muito longe de ser tudo. Mas é o suficiente. Este é um combate que claramente chegou ao fim.

  28. Pedro said

    Não é?
    Sei de nada contra ele.

  29. Chesterton said

    alfredo lucio saback soares de quadros – 5/3/2016 às 21:01
    fui militante ativo do pt, com gastos próprios para confecção de propaganda, com argumentos para tentar convencer que o lulla era melhor para o Brasil ( de 1980 à 2003 ). desde então tenho certeza que fui enganado , que efetivamente o lulla era um alcaguete da ditadura é que é o pior bandido que já existiu neste país.enquanto não vê-lo preso e condenado não me sentirei redimido. hoje quem defende esta quadrilha ou é bandido remunerado ou é idiota irrecuperável.

  30. Chesterton said

    espera para ver.

  31. Chesterton said

    http://ucho.info/situacao-de-lula-e-dilma-deve-piorar-com-o-escandalo-da-conexao-angola-alerta-a-imprensa-portuguesa

  32. Chesterton said

    Dilma pirou (e não é de hoje), por Ricardo Noblat
    No país da piada pronta (advinhe qual?), uma presidente da República é capaz de fazer um pronunciamento oficial de 10 minutos para responder, segundo ela, a “uma suposta delação”.
    Que falta lhe faz o marqueteiro João Santana!

  33. Pedro said

    Esperei e nada :-)

    Sei lá, VC pode discordar totalmente das idéias dele.

    Mas por tudo que li, ouvi e vi sobre ele, mostra um sujeito desapegado de bens materiais.

    Por exemplo: recentemente fez uma palestra em floripa, tipo as do Lula.
    Super concorrida, o que teve de gente querendo assistir dava pra fazer mais cinco.
    Totalmente ao contrário do Lula, ele não cobrou nada dos organizadores, muito menos de empreiteiras companheiras.

  34. Chesterton said

    Pedro, você lembra do filme Poderoso Chefão, quando ele aconselha o garoto “sempre pegue um pouquinho para você mesmo, porquequem não não quer nada, é porque quer tudo”

  35. Chesterton said

    Então , o preço desse assassino (sim um covarde assassino) é caro, diferente do vagabundo molusco.

  36. Pedro said

    Pois agora Chester.
    Não to sabendo de assassinato, mas também não sou advogado de defesa do Mujica.

    E também penso que não devo seguir conselhos de um chefão mafioso sobre honestidade.

  37. Chesterton said

    Você não precisa seguir o conselho para aprender como separar o bagrinho do candidato a peixão.

  38. Chesterton said

    http://www.taringa.net/posts/info/15777368/Pepe-Mujica-El-guerrillero-que-no-conocias.html

  39. Chesterton said

    ainda dá tempo de evitar isto

  40. Chesterton said

    Para Patriarca, sobre mercados, expecativas e capitalismo

    No Brasil, houve época em que parcela importante de economistas negava a importância das expectativas e a capacidade de aferi-las com precisão.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/henriquemeirelles/2016/03/1746775-expectativas-e-realidade.shtml

    Expectativas e realidade
    06/03/2016 02h00

    As perspectivas da Argentina até o ano passado eram muito ruins. Os índices de confiança dos empresários e dos consumidores no futuro do país eram baixos e se refletiam no baixo nível de investimentos.

    Com a eleição do presidente Macri, ocorreu uma mudança radical de expectativas, que passaram a ser positivas. Os índices de confiança subiram, e o risco argentino caiu fortemente. Hoje o país tem prêmio de risco menor que o do Brasil e, assim, paga juros internacionais menores que os nossos.

    No Brasil, houve época em que parcela importante de economistas negava a importância das expectativas e a capacidade de aferi-las com precisão. Acabaram reconhecendo seu papel crucial na economia, mas pensaram ser função do governo tentar manipulá-las para estimular artificialmente a atividade com proclamações irrealistas de que a inflação seria baixa e o crescimento, elevado.

    Essa linha de ação subestima a inteligência do investidor, do consumidor e do cidadão em geral, que têm várias fontes de informação para formar suas expectativas. Quando constatam que o otimismo das autoridades não se confirma, ficam mais desmoralizadas.

    Na Argentina, os primeiros atos do governo confirmaram as expectativas dos agentes econômicos. Macri logo tomou medidas concretas como o levantamento dos entraves à exportação e a negociação efetiva das dívidas do país que o impediam de acessar plenamente o mercado de crédito internacional.

    Ou seja, as expectativas positivas na Argentina com o governo não eram infundadas, mas resultado de avaliação racional sobre sua gestão, o que agora estimula um círculo virtuoso de expectativas e fatos.

    No Brasil, tivemos nos últimos anos queda acentuada e constante das expectativas e dos índices de confiança, que levaram à queda dos investimentos e da capacidade de oferta de bens e serviços. O resultado do PIB de 2015 referendou essas expectativas. O PIB recuou 3,8% em 2015, e a renda per capita caiu 4,6%.

    É muito importante entendermos essa dinâmica entre expectativas e fatos, que comprova a força das expectativas na economia de qualquer país. Quando os agentes econômicos perdem a confiança no empenho das autoridades em cumprirem o que prometem, os resultados ruins de políticas equivocadas acabam se intensificando -seja na atividade econômica, seja na inflação, para a qual essa relação expectativas-fatos é mais intuitiva.

    As expectativas, portanto, são fundamentais para o desenvolvimento econômico. Elas precisam ser baseadas na realidade e confirmadas pela ação dos governantes. Quando se promete o que não se realiza, por exemplo, o efeito é muito negativo, como vimos muitas vezes no Brasil.

  41. Chesterton said

    Ah,o autor, se você lembra, foi o real comandante do Brasil quando lula (que seu nome seja maldito) brincava de enganar os brasileiros.

  42. Chesterton said

    http://www.imprensaviva.com/2016/03/lula-pode-ter-roubado-objetos-do.html

  43. Chesterton said

    PT e seus dirigentes estruturaram uma organização criminosa

    POR JOSÉ PADILHA 06/03/2016 6:00
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    ‘Se um paciente inteligente rejeita uma sugestão de forma irracional, então a sua lógica imperfeita é evidência da existência de um forte motivo para a sua rejeição.” Sigmund Freud.

    Não resta a menor dúvida, para qualquer pessoa minimamente razoável, de que o Partido dos Trabalhadores e seus principais dirigentes — entre eles José Dirceu, Antônio Palocci, João Vaccari e Luiz Inácio Lula da Silva — estruturaram uma organização criminosa com o apoio de outras facções da política brasileira (facção se aplica melhor à nossa realidade do que partido) com o objetivo precípuo de se perpetuar no poder. Para tal, desviaram recursos de empresas estatais, de bancos públicos e de fundos de pensão, se associaram a grupos de empreiteiros mafiosos, utilizaram laranjas, marqueteiros e doleiros em larga escala, fraudaram o processo eleitoral com recursos provenientes de corrupção e fizeram políticas públicas totalmente irresponsáveis, levando o Brasil à bancarrota. Não resta dúvida também, como disse o capitão Nascimento em Tropa de Elite, que “quem rouba para o sistema também rouba para família”. Isto está claro e transparente — como a luz que incide na cobertura 164 A do único edifício pronto no condomínio Solaris.

    No entanto, ainda há quem tente negar a realidade revelada no processo do mensalão e nas provas e testemunhos das operações Lava-Jato e Zelotes. O que nos leva de volta a Sigmund Freud: por qual motivo há tanta relutância por parte da esquerda em encarar a realidade que lhes foi exposta ao longo dos últimos anos? A explicação é dupla. No caso da militância profissional, da UNE, da CUT e do MST, se aplica a máxima de Upton Sinclair, famoso escritor americano: “É difícil fazer com que alguém entenda algo quando o seu salário depende do não entendimento deste algo.”

    Mas o que dizer dos intelectuais e artistas que não recebem salários por sua “militância”? No caso deles, não se trata de grana, mas de uma questão psicoanalítica. Investiram as suas vidas e reputações em posições pró Lula e pró PT. Agora, não suportam reconhecer o erro que cometeram por uma questão de autoimagem. Freud e sua filha Anna chamaram este fenômeno de negação. Trata-se de uma defesa contra realidades externas que ameaçam o ego. Saber lidar com a negação me parece ser a questão básica para a sobrevivência da esquerda brasileira hoje. Se os pensadores de esquerda não tiverem a grandeza de reconhecer o erro que cometeram com Lula e com o PT, se comprarem a tentativa de Lula e do PT de incendiar o país para criar um ambiente irracional posto na vigência da razão não há saída, a esquerda brasileira vai afundar com eles. Lula e o PT se tornarão os arautos da destruição do pensamento marxista no Brasil.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/artigo-lula-freud-o-futuro-da-esquerda-18816013#ixzz429WRKpdN

  44. Pedro said

    https://fbcdn-video-d-a.akamaihd.net/hvideo-ak-xfl1/v/t42.1790-2/12831205_732611110208376_601187655_n.mp4?efg=eyJybHIiOjM4NywicmxhIjo1MTIsInZlbmNvZGVfdGFnIjoic3ZlX3NkIn0%3D&oh=61b4df4ec8b4fe763d0819c528bb4d82&oe=56DCA8A3&__gda__=1457306326_69bf4638c8ed95317ca377b225fd8ef0

    Nada como o humor na política….

  45. Chesterton said

    Perto disso o método Trump é coisa de amadores.

    Tenho uma adivinhação para você Pedro.

    Odeio essa palavra que começa com “pre” e termina com “to”…..

  46. Pedro said

    Mas o que é que vc tem contra o prefeito?

  47. Chesterton said

    Quase.

  48. Pedro said

    kkkkkk

    Tá bom, confesso que eu tenho um certo preconceito………contra gremistas. :-)

  49. Chesterton said

    Boa essa pegadinha, não é?

    O futuro do Brasil está ligado à queda de Dilma

    Economia 07.03.16 13:40
    A consultoria Eurasia melhorou a perspectiva de longo prazo do Brasil, de “negativa” para “neutra”.

    O otimismo está ligado à queda de Dilma Rousseff.

    Até a semana passada, a Eurasia considerava que a chance de afastamento de Dilma Rousseff era de apenas 40%. Agora passou a ser de 55%.

    Isso é visto, claro, como uma notícia extremamente animadora.

  50. Pedro said

    Boa.
    ……
    É, já deu pro jararaco e pra mosquita.

    Encheu o saco……

  51. Chesterton said

  52. Chesterton said

    http://pensabrasil.com/stf-acaba-de-publicar-acordao-e-dilma-se-complica-impeachment-foi-aceito/

  53. Chesterton said

    http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2016/03/delacao-premiada-de-ex-vereador-do-pt-deve-complicar-senadora-do-parana.html

  54. Chesterton said

    Prioridade para o rito de impeachment

    Brasil 07.03.16 13:28
    Com a publicação do acórdão do STF sobre o rito do impeachment, o tribunal não tem mais desculpas para adiar a análise dos recursos de Eduardo Cunha contra a intromissão indevida do STF.

    Os ministros do STF não podem deixar para as calendas um assunto que emperra o funcionamento do parlamento e do país.

  55. Pedro said

    # 51

    Tão batendo cabeça…..

  56. Chesterton said

    MANDANTE E BENEFICIÁRIO

    Brasil 04.03.16 07:58
    O MP acusa Lula de ser mandante e beneficiário do petrolão.

    É um dia de glória para o Brasil.

    chest- pronto, finalmente o óbvio.

  57. Chesterton said

    O governo acabou! Resta determinar como se dará o seu fim! A experiência petista está terminando na delegacia!

    http://noblat.oglobo.globo.com/geral/noticia/2016/03/cassacao-e-impeachment.html

  58. Chesterton said

    Marcelinho pao e vinho vai abrir a boca, Lulla na cadeia.

  59. Chesterton said

    Lula não poderá se candidatar em 2018

    Brasil 07.03.16 07:11
    A Folha de S. Paulo deu uma manchete malandra dizendo a Lava Jato “cogita abrir ação que impediria candidatura de Lula em 2018”.

    A reportagem explica que “o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ser alvo de ação civil de improbidade administrativa na Operação Lava Jato, que tem como uma das punições a proibição de disputar eleições”.

    A manchete malandra insinua que o objetivo da Lava Jato é impedir a candidatura de Lula. Mas não é nada disso. Lula, nos próximos meses, não deve ser condenado apenas por improbidade administrativa, e sim por corrupção passiva, corrupção ativa, obstrução de justiça e lavagem de dinheiro.

    Em 2018, se não houver um golpe para melar a Lava Jato, ele não poderá se candidatar porque estará preso.

    Antagonista

  60. Elias said

    Tô aqui, Chester… Estava no cabo da enxada.

    Patriarca,
    A manchete da FSP, citada pelo Chester, mostra com a mais absoluta clareza os objetivos do juiz Moro.

    Ele quer, porque quer, impedir a candidatura do Lula em 2018.

    O Moro é o novo cabo eleitoral da direita, dentro do Judiciário. O anterior, o Barbosa, já foi descartado. Aliás, o ex-carnavalesco do STF tá puto da vida com o FHC, por este ter dito que Barbosa não tem condições de ser presidente do Brasil (gente como o FHC não se conforma em ver gente como o Barbosa usando a entrada social…).

    Li a íntegra do despacho do Moro. Em nenhum momento ele justifica legalmente a condução coercitiva do Lula. E não justifica porque é impossível justificar. A condução coercitiva só se aplica quando, se esgota o prazo fixado na intimação, sem que o intimado compareça para prestar declaração. Aí, sim: faz-se o cabra comparecer à força…

    Não era o caso, né não?

    Em seu despacho, Moro diz que a condução coercitiva visava garantir a segurança do Lula.

    Ora,.se fosse essa a intenção, o Moro deveria providenciar não uma condução coercitiva, e sim uma ESCOLTA. Condução coercitiva não se presta a dar segurança a quem quer que seja. Condução coercitiva existe para forçar o comparecimento do intimado recalcitrante. Até um muar como o Chester não teria dificuldade em entender isso.

    Além do mais, em qualquer país civilizado, ninguém é obrigado a depor contra si mesmo. Tanto que, no Brasil, agora, como em outros países há muito tempo, o delinquentes costumam ser premiados quando depõem contra si mesmos, desde que, além disso, entreguem também a cabeça de seus cúmplices. É o acordo de leniência, vulgarmente chamado de delação premiada, celebrado por livre e espontânea vontade do delator (que, em troca, recebe favores penais).

    Estando a investigação numa fase em que não se produziu nenhuma prova (quando há prova, formaliza-se a acusação, e o acusado que se defenda, se puder…), nem é produtivo ouvir o suspeito, até porque ele pode exercer o direito do silêncio, respondendo ao seu bel prazer apenas às perguntas que ele quiser responder.

    O que eles queriam que o Lula fizesse? Que ele chegasse lá e dissesse: “É o seguinte, cambada de incompetentes: vou dar a vocês as provas que vocês não conseguiram reunir contra mim. Em troca, vou bimbar as mulheres de vocês, que, pelo jeito, são todas mal fodidas…”?

    Claro que não, né? O que eles queriam era humilhar o Lula. Submetê-lo ao constrangimento de ser conduzido à força para depor, mesmo à custa de uma ilegalidade. Porque isso desgasta politicamente.

    Que o PSDB queira isso é perfeitamente compreensível. Agora, o que um juiz federal tem a ver com isso.

    Nada! A menos que ele tenha se tornado um cabo eleitoral da oposição…

    Por mim, ele pode ser o que quiser. Acho mesmo que as excelências judiciais fascinadas por holofotes deveriam desfilar nuas no Carnaval, com um espanador de pena de pavão enfiado no rabo… Problema das excelências. Não tenho nada com isso.

    Agora, quando o cidadão Moro, exercente do cargo de guardião da lei, atendendo suas convicções e inclinações político-partidárias, pode se conduzir fora da lei, então qualquer cidadão, pela mesma razão, também pode, né mesmo?

  61. Elias said

    O segundo comentário sumiu. Vou reescrevê-lo.

    O auto designado cabo leitoral da direita deu um passo e tanto…

    Luiz Flávio Gomes, ex-promotor, ex-juiz federal e atual professor de Direito Constitucional, acha que, se Moro & caterva não produzirem provas contundentes contra o Lula, eles podem ter disparado tiros de canhão contra os próprios pés.

    Com a habilidade política e o carisma que ele tem, Lula pode usar a carnavalização do Moro pra se fortalecer politicamente. Luiz Flávio Gomes acredita mesmo que, se Moro vacilar, Lula pode se tornar eleitoralmente imbatível em 2018.

    Daí o esforço midiático pra demonstrar que Lula é culpado porque não pode ser inocente, mesmo que não haja provas de sua culpa.

    Isso tudo deve mexer com o sono do Serra…

  62. Elias said

    Até, agora, a meu pensar, o lance político mais inteligente foi feito pelo Serra.

    Ele emplacou a lei do Brasil sem calças e de quatro, pronto pra receber o que as petroleiras quiserem enfiar… E sem óleo pra lubrificar!

    Para as petroleiras, quem melhor do que Serra, pra fazer com que essa lei entre em vigor na prática (com o Lula, no mínimo a lei entreguista do Serra receberia um embargo de gaveta…).

    Vai daí que o Serra já garantiu apoio internacional e financiamento pra sua campanha, se ele for candidato em 2018.

    Com uma só canetada ele meteu Aécio e Alckmin na sacola, e, de quebra, aumentou a largura do abismo entre o que resta do PT e a Dilma…

    Lance de mestre, agora sim, à altura das cobras criadas do PSDB…

  63. Guatambu said

    Durante todo o período do PT, este partido usou a justiça como meio para justificar seus fins.

    Agora a sociedade resolveu usar a justiça da mesma forma, com sinal contrário contra o PT….

    …. e o PT não gosta.

    Pode não ser certo, mas é justo.

  64. Elias said

    “Pode não ser certo, mas é justo.”
    PQP!

  65. Chesterton said

    Elias realmente perdeu a vergonha na cara….

  66. Chesterton said

    Guatambu, não é necessário relativismo moral para colocar ladrão na cadeia.

  67. Elias said

    “Durante todo o período do PT, este partido usou a justiça como meio para justificar seus fins.”

    Calharo!

    O que seria usar “a justiça como meio pra justificar seus fins”?

    Tem gente fumando coisa estragada…

  68. Guatambu said

    Por que ninguém prende MST? – justiça social

    Por que ninguém prende MTST? – justiça social

    Por que ninguém prende os viciados da cracolândia? – justiça social

    Por que inventam histórias estapafúrdias para justificar cotas raciais? – justiça social

    É a relativização da justiça.

    O PT abusou disso e desse termo: justiça social. Como se a justiça social estivesse acima da justiça comum.

    O Moro pode até estar relativizando, como o Elias diz, o que é a condução coercitiva.

    Mas tudo bem, os fins justificam os meios.

    Só estranha o PT e os petistas, que abusaram do mesmo expediente, não gostarem.

  69. Chesterton said

    Guatambu, Moro está só testando. Viu que o PT não tem mais ninguem para defendê-lo a não ser com mortaNdela. A prisão de Lulla está próxima, Marcos Valerio vai abrir o bico (foi currado por 8) e finalmente vamos elucidar os crimes contra Celso Daniel e o Toninho.

  70. Chesterton said

    Justiça social, como já expliquei aqui, não existe. se ela é diferente de JUSTIÇA é por definição injustiça. É parte da guerra cultural perdida para as esquerdas, novilingua pura. Moro está somente aplicando a lei. Está desfazendo o nó semântico.

  71. Pedro said

    O multinha hein!

    http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2016/03/08/sergio-moro-impoe-multa-a-executivos-da-odebrecht-e-a-renato-duque.htm

  72. Chesterton said

    Parlamentares do PT voltaram a defender que a presidente Dilma Rousseff convide Lula para ser ministro.

    Ela e o ex-presidente vão se encontrar logo mais em Brasília.

    A nomeação do petista para um cargo executivo daria a ele direito ao foro privilegiado. Com isso, o ex-presidente poderia ser julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que passaria a supervisionar também as investigações sobre ele. Elas hoje estão sob a jurisdição do juiz Sergio Moro.

    Segundo um deputado ouvido pela Folha, a ideia já tinha sido defendida no ano passado, mas Lula rejeitou a possibilidade de forma enfática.

    O mesmo parlamentar diz que a proposta voltou a ser defendida por parte da bancada do PT, mas dificilmente Lula concordaria com ela. “Ainda mais agora. Ficaria parecendo que ele quer simplesmente escapar da Lava Jato”, afirma o deputado.

    monicabergamo

  73. Chesterton said

    Advogado de Lula preocupado em virar alvo de Moro

    Brasil 08.03.16 17:52
    Roberto Teixeira pode passar da condição de advogado de Lula para investigado na Operação Aletheia. Na representação do MPF que fundamentou a operação da sexta-feira passada, constam fortes indícios de que Teixeira atuou na ocultação da titularidade de Lula na compra do sítio de Atibaia.

    Preocupado em virar alvo da Lava Jato, Teixeira protocolou mais cedo na Justiça Federal em Curitiba, por meio de seus advogados, pedido de certidão de eventuais processos, procedimentos ou incidentes vinculados à Operação Aletheia ou não, mesmo sob sigilo, que envolvam seu nome.

  74. Elias said

    “Por que ninguém prende os viciados da cracolândia? – justiça social” (Guatambu)

    Quem disse isso? O Alckimim? (Em mim não! Em ti!).

    Tecnicamente, o consumo de droga não constitui crime.

    O que caracteriza crime é o dano que o indivíduo — por ação ou omissão, isoladamente ou em grupo, intencionalmente ou por negligência, imperícia ou imprudência — causa a outrem, pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado.

    O ferrado que se se vicia em droga está causando dano a quem? A ele mesmo, não a outrem. Logo, do ponto de vista estritamente técnico, ele é tão criminoso quanto um suicida ou um viciado em cigarro.

    A criminalização do uso de droga foi um lance de politicagem acontecida nos EUA, aproveitando o ocorrido com um jovem universitário, que morreu de overdose quando festejava a assinatura de um contrato milionário com um time de basquete (ou futebol americano, sei lá…). Especulando com a decorrente comoção pública, um bando de congressistas politiqueiros da gringolândia tornou crime o uso de drogas.

    Aí a macacada do resto do mundo foi, aos poucos, imitando a matriz. Como sempre…

    Até então, porcarias como a cocaína e a heroína eram vendidas nas farmácias…

    A Inglaterra fez guerra à China, porque o governo imperial chinês proibiu o consumo do ópio, que era um dos principais produtos que a Inglaterra vendia à China (pra compensar o déficit comercial provocado pelas importações inglesas de seda, chá e porcelana da China). O governo inglês considerou que a proibição do consumo do ópio era uma violação à liberdade de empreender e ao princípio do livre comércio. Daí as “Guerras do Ópio” (foram duas). Derrotada, a China foi obrigada a permitir a livre comercialização do ópio em seu território, por traficantes ingleses (principalmente) e norte-americanos (de quebra, perdeu Hong Kong para os ingleses — o que acabou sendo uma boa pra Hong Kong — e teve que prorrogar a ocupação de Macau pelos portugueses).

    Atualmente, os países que estão obtendo os maiores êxitos no combate às drogas não adotam a criminalização. Portugal é um exemplo.

    Inversamente, os países que adotam a criminalização — como os EUA e o Brasil — só colecionam derrotas na luta contra as drogas.

    Acontece que o combate às drogas se tornou um negócio quase tão lucrativo quanto o próprio tráfico, seja no âmbito da legalidade, seja quanto ao que corre no paralelo, por debaixo do pano. Logo…

    Prender o ferrado que se vicia? Bobagem! Os presídios brasileiros são “locus” privilegiados da comercialização e do consumo de drogas. Lá, o viciado deixa de ser simplesmente viciado, e entra para a estrutura do crime organizado. Quando ingressa no crime organizado ele entra para o esquema da condicional. Quando volta pra rua, já é nessa condição.

    Jogar o viciado num presídio serve apenas pra isso. Pra facilitar o recrutamento de novos membros das gangues.

  75. Chesterton said

    http://noblat.oglobo.globo.com/meus-textos/noticia/2016/03/e-o-jatinho-hein.html

    Lula promete percorrer o país para denunciar a violência da Lava-Jato contra ele e cabalar votos para tentar se eleger presidente em 2018.

    Para isso só exige duas coisas: que paguem suas despesas, e que lhe arranjem um jatinho. De avião comercial, não voa.

    Primeiro porque não gosta. É desconfortável. Segundo porque teme ser hostilizado por passageiros.

    A pergunta que teima em ser feita: quem pagou o jatinho que ele usou para desembarcar, ontem, em Brasília?

    Foi a mesma pessoa que pagará pelo jatinho que o levará, hoje, de volta a São Paulo?

    O site Antagonista descobriu que até os peixes que povoam o lago do sítio de Atibaia foram doados por um amigo de Lula para que ele os pesque.

    Como Yemanjá, Lula vive de oferendas.

  76. Chesterton said

    Mudando de assunto, Elias?

  77. Chesterton said

    Agora é oficial: em 2015 o país registrou a maior queda do PIB (3,8%) desde 1990, quando o Plano Collor fez o produto encolher 4,3%, e completou dois anos de retração da renda por habitante.

    Não fosse isso ruim o suficiente, as perspectivas são de contração semelhante em 2016, levando a renda para valores próximos aos registrados em 2008. “Oito anos em três” poderia ser o slogan do governo, caso, claro, seus marqueteiros não estivessem na cadeia…

    É óbvio, exceto para os exilados da realidade, que esse desempenho não pode ser atribuído a forças externas. Países mais abertos ao comércio do que o Brasil e com exposição semelhante (ou maior) às commodities sofrem desaceleração de crescimento, não recessões bíblicas, o que sugere participação pequena de fatores internacionais no nosso desastre épico.

    Este decorre de dois desenvolvimentos essencialmente domésticos: um erro crasso de política econômica, ampliado pela incapacidade do mundo político de achar formas para corrigi-lo.

    O erro foi tratar a desaceleração do crescimento pós-2010 como resultante da “falta de demanda”, quando se tratava de um constrangimento da capacidade de produção, expresso em gargalos no mercado de trabalho e infraestrutura, entre outros.

    Houve estímulo à demanda pela expansão do gasto público, assim como incentivos ao crédito por meio dos bancos federais, cuja contrapartida foi o aumento do endividamento do governo sem resposta do crescimento.

    Por outro lado, o aumento da demanda no contexto de uma economia que enfrentava restrições de oferta teve consequências esperadas: aceleração da inflação, contida apenas pelo controle de preços públicos, e maior desequilíbrio externo, traduzido no salto do deficit em conta-corrente de US$ 75 bilhões em 2011 para US$ 105 bilhões em 2014. Já o controle de preços foi catastrófico para a Petrobras, assim como para os setores sucroalcooleiro e energético.

    Esses desenvolvimentos –dívida, inflação, deficit externos– eram (e alguns ainda são) insustentáveis, principalmente no campo dos gastos públicos, agravados pelo crescimento da despesa previdenciária. A queda do investimento, que vem desde 2013, e a recessão iniciada em meados de 2014 são testemunhas e consequências da precariedade daquela política. Foi nesse contexto que ocorreu a reeleição, um dos maiores estelionatos eleitorais da história do país.

    Tornou-se assim extraordinariamente difícil para a administração corrigir os rumos da política econômica: como explicar para a população que enfrentávamos uma crise séria, e não o paraíso da propaganda eleitoral? Como pedir ao Congresso, retrato dessa mesma sociedade, que adote medidas que o próprio partido do governo se recusa a apoiar?

    A incapacidade do mundo político de corrigir os problemas fiscais eleva o risco de a dívida se tornar impagável, agravando ainda mais o colapso do investimento (25% abaixo do pico) e do consumo, principais responsáveis pela forte queda do produto e do emprego, que realimenta a baixa popularidade do governo e, num círculo vicioso, reduz a probabilidade de reforma.

    A atual crise resulta precisamente da realimentação perversa da política para economia e vice-versa. O ano passado foi lamentável, mas preparem-se porque, sem romper esse círculo, o pior ainda está por vir.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/alexandreschwartsman/2016/03/1747820-oito-anos-em-tres.shtml

  78. Elias said

    Mudando de assunto, Elias? (Chester0

    Adondeque, anta?

    Estou aguardando que alguém diga alguma coisa que valha a pena meter o pau (oba!!!).

  79. Elias said

    “Agora é oficial: em 2015 o país registrou a maior queda do PIB (3,8%) desde 1990, quando o Plano Collor fez o produto encolher 4,3%, e completou dois anos de retração da renda por habitante.” (Alexandre Schwartsman)

    Só faltou dizer que isso aconteceu com o Levy fazendo exatamente o que o Schwartsman dizia querer que fosse feito…

    Me faz lembrar o Joelmir Beting, nos tempos da inflação galopante (pelo andar da carruagem, logo a gente volta pra lá…).

    Num dia, ele era contra a correção monetária, porque — dizia Joelmir — ela automaticamente contratava para o futuro a inflação do passado.

    Noutro dia ele era a favor da correção monetária, porque — dizia Joelmir — ela apenas media a depreciação monetária, e não se curava a febre quebrando o termômetro.

    Schwartsman é assim: é contra, desde criancinha, tudo o que ele, desde criancinha, era a favor, quando dá errado.

    Saco!

  80. Elias said

    “Por outro lado, o aumento da demanda no contexto de uma economia que enfrentava restrições de oferta…” (Schwartsman)

    Drogado!

    Se a porra do PIB anda pra trás, não há restrição de oferta!

    Os pátios das montadoras e os salões das revendedoras estão lotados de carros que não conseguem vender.

    As lojas estão falindo e fechando porque não conseguem vender.

    O setor secundário reduziu a produção em quase 10%.

    Como é que esse vigarista fala em “restrição de oferta”?

    Quando há “restrição de oferta”, a inflação dispara com o PIB positivo (é a característica básica da “inflação de demanda”, ou seja, quando o mercado está demandando mais do que ele pode produzir).

    Só que, quando há inflação de demanda (ou restrição de oferta), as empresas não quebram. Pelo contrário, lucram horrores, porque o ganho inflacionário vai para o caixa delas. Há excesso de liquidez nas empresas, a ciranda financeira explode, e o lucro extra-operacional fica proporcionalmente maior na formação do resultado final. Os varejistas passam a oferecer grandes descontos para vendas à vista, porque, o que deixam de ganhar na venda, é mais do que compensado com o que ganham nas aplicações financeiras (daí a explosão da ciranda).

    É isso que permite que as empresas sobrevivam confortavelmente por muito anos, e lucrando bastante, mesmo com a inflação nas alturas. Quem é brasileiro, tem mais de 50, e não é um asno consumado, sabe como é isso, por experiência própria.

    Nada a ver com o momento atual, em que a inflação sobe com o PIB involuindo (e, consequentemente), com as empresas falindo.

  81. Chesterton said

    Elias, o longo prazo (Keynes) chegou….e você está vivo!

  82. Pedro said

    Acho que o PT está desviando até os comentários. :-)

    Teste

  83. Pax said

    Lula ministro da Dilma.

    Essa turma não tem mais o que inventar?

  84. Pax said

    Pedro, não tem comentário nenhum teu bloqueado. Só tem daquela Daise/Carlão etc que eu bloqueei mesmo.

  85. Chesterton said

    profeta

  86. Chesterton said

  87. Chesterton said

    EXCLUSIVO: CASSIO CONSERINO DENUNCIA LULA

    Brasil 09.03.16 18:47
    O promotor Cassio Conserino acaba de protocolar na Justiça de São Paulo a denúncia contra Lula, Marisa e Lulinha por ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro.

    É isso mesmo que você leu. Lula foi oficialmente denunciado pela força-tarefa do MP de São Paulo.

  88. Chesterton said

    Brasil 09.03.16 16:38
    A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão – até hoje mantido sob sigilo – no número 139 da rua Gonçalo Pedrosa. Descobriu que o endereço era usado pelo Instituto Lula para esconder documentos fundamentais para a investigação…

  89. Chesterton said

    É de vomitar outra vez
    Brasil 09.03.16 16:21
    Lula e Paulo Okamotto escondendo “presentes” no Espaço Celso Daniel.

    Celso Daniel.

    É de vomitar outra vez.

  90. Chesterton said

    “Se vira aí, Lula, enquanto eu me viro aqui”

    Brasil 09.03.16 15:44
    O Globo registra que Renan Calheiros entregou um exemplar da Constituição a Lula.

    Leiam o que o senador disse ao jornal:

    “A (entrega da) Constituição foi para significar, simbolizar esse momento importante, em que precisamos garantir a Constituição, o Estado Democrático de Direito, a liberdade de expressão, a presunção de inocência e o devido processo legal. A entrega significou que as investigações precisam avançar, mas no devido processo legal. Há uma Constituição do Estado Democrático de Direito que precisa ser respeitada. Ninguém pode ser contra investigação. A diferença da investigação é daqueles que têm o que dizer e daqueles que não têm o que dizer.”

    Como Sergio Moro não ultrapassou os limites da Constituição e do Estado Democrático de Direito ao investigar Lula e determinar a sua condução coercitiva, podemos interpretar o gesto como um recado de Renan:

    “Se vira aí, Lula, enquanto eu me viro aqui.”

  91. Chesterton said

    LULA ESCONDEU PRESENTES NO SINDICATO DOS METALÚRGICOS
    Brasil 09.03.16 16:13
    No dia da Operação Alethea, O Antagonista noticiou que Paulo Okamotto havia retirado os “presentes” de Lula do galpão da Granero, pago pela OAS, e enviado a local desconhecido…

  92. Chesterton said

    Lavando a cozinha

    Brasil 08.03.16 06:22
    A cozinha do sítio de Lula foi paga pela OAS.

    Os leitores de O Antagonista já sabiam disso.

    Mas agora o fato foi confirmado pelo laranja de Lula, Fernando Bittar, em seu depoimento à PF, obtido pela Folha de S. Paulo.

    A nota fiscal daquela cozinha, como também sabem nossos leitores, foi emitida pela Kitchens em nome do próprio Fernando Bittar.

    Na prática, ele confessou ter ajudado a ocultar a origem do dinheiro sujo usado para repassar uma benesse a Lula.

    Uma benesse de 200 mil reais, paga por uma empreiteira condenada pela Lava Jato.

    O nome disso é lavagem de dinheiro.

  93. Chesterton said

    LAVA JATO PEGOU DOCUMENTOS DA REFORMA DO APÊ DE LULINHA

    Brasil 09.03.16 15:16
    Na busca e apreensão no apartamento de Moema, habitado por Lulinha e Renata, a Polícia Federal obteve provas que vão complicar a vida do casal.

    Além de celulares e notebooks, foram recolhidos cadernos de anotações e agendas, boletos de condomínio, IPTU e “um conjunto de documentos relativos à reforma do imóvel”.

    O Antagonista revelou aqui que o apartamento 231 do edifício Hemisphere Ibirapuera, registrado em nome de Jonas Suassuna, foi totalmente reformado por Lulinha e Renata.

    Sabe os R$ 2 milhões repassados por José Carlos Bumlai a uma nora de Lula?

  94. Chesterton said

    Tudo do Anatagonista, esta porra de país só dará certo com Lula , Luleco e Lulina na cadeia.

  95. Chesterton said

    10 de Março de 2016
    Dilma faz nova grosseira a presidente português
    O professor de Direito Marcelo Rebelo de Sousa, que derrotou os socialistas nas urnas, tomou posse como presidente de Portugal sem receber do governo do Brasil a saudação recomendada pela relação fraternal entre os dois países. Não mereceu nem mesmo cumprimentos protocolares devidos a qualquer novo governante. Dilma adiciona aos seus conhecidos caracteres antipáticos, mais este: a falta de educação.

    É visível o declínio de Lula: nunca na história deste País senadores saíram de uma reunião antes dele. Lula reclamou: “Parece um monte de passarinhos numa árvore; um a um vai saindo até ficar só a árvore”.

    Bronca no articulador
    Lula também reclamou do Líder do Governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE), por ter sido o último a chegar ao café da manhã. E foi ele quem articulou a reunião, apelando à presença dos senadores.

    Sem testemunha
    Desolado, Lula disse a senadores que não conta com a testemunha da sua versão da compra do sítio. É que, segundo ele, Jacó Bittar, amigo e sindicalista, foi quem deu o dinheiro do negócio ao filho Fernando Bittar (sócio de Lulinha). Mas Jacó estaria com alzheimer avançado.

    Marisa está mal
    Após contar sua versão sobre o apartamento do Guarujá e o sítio de Atibaia, durante o café da manhã, um senador perguntou a Lula como está sua mulher, Marisa. Ele olhou para baixo e respondeu: “Está mal”.
    diario do poder

  96. Pax said

    Lula é, de novo, protagonista do novo post.

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