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Notícias da Corrupção, Desvios, Anomalias, Eleições e Meio Ambiente

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    Uma coletânea das notícias da corrupção, desvios, anomalias, eleições e meio ambiente que aparecem na mídia todos os dias a partir de agosto de 2008.
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Hidrelétrica em Angola, sobrinho da esposa e Odebrecht, mais um indiciamento de Lula

Posted by Pax em 06/10/2016

Lula mais uma vez indiciado por conta de contratos da Odebrecht.

De novo envolvendo familiares do ex-presidente.

PF indicia Lula em investigação sobre contratos da Odebrecht

Michèlle Canes e Elaine Patrícia Cruz – Repórteres da Agência Brasil

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suspeita de corrupção.

O ex-presidente teria usado sua influência para favorecer a construtora Odebrecht e recebido propina. O indiciamento foi feito com base na Operação Janus, deflagrada em maio deste ano e que investiga contratos relacionados à construtora e pessoas ligadas ao ex-presidente Lula.

Ontem (4), o Ministério Público Federal recebeu o relatório final da PF que trata da operação e o indiciamento. Agora, o documento será analisado pelos procuradores do MPF. Após a análise, se os procuradores concordem com os argumentos da PF, poderá ser oferecida denúncia à Justiça contra o ex-presidente. Se isso ocorrer, a Justiça decidirá se aceita ou não a denúncia.

Em nota, a Polícia Federal diz que “a empreiteira Odebrecht teria pago R$ 20 milhões à empresa Exergia (em valores atualizados chegaria a R$ 31 milhões). Esse pagamento ocorreu sem a devida prestação dos serviços de engenharia em empreendimentos de infraestrutura financiados pelo BNDES em Angola”.

Foram indiciados sete executivos da construtora e dois sócios da empresa Exergia.

Os indiciados poderão responder pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Na nota, a PF não detalha qual seria a participação de cada indiciado.

Instituto Lula

Em nota, o Instituto Lula diz que o ex-presidente sempre agiu dentro da lei e que suas contas e dos parentes foram investigadas, sem que nenhuma irregularidade tenha sido encontrada.

“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sua vida investigada há 40 anos, teve todas as suas contas e de seus familiares devassadas, seu sigilo bancário, fiscal e telefônico quebrado e não foi encontrada nenhuma irregularidade. Lula não ocupa mais nenhum cargo público desde 1º de janeiro de 2011, e sempre agiu dentro da lei antes, durante e depois de ocupar dois mandatos eleitos como presidente da República”, diz a nota.

O instituto critica que o indiciamento tenha sido informado à imprensa. “A defesa do ex-presidente irá analisar o documento da Polícia Federal, vazado para a imprensa e divulgado com sensacionalismo antes do acesso da defesa, porque essa prática deixa claro que não são processos sérios de investigação, e sim uma campanha de massacre midiático para produzir manchetes na imprensa e tentar destruir a imagem do ex-presidente mais popular da história do país”. (Continua na Agência Brasil…)

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93 Respostas to “Hidrelétrica em Angola, sobrinho da esposa e Odebrecht, mais um indiciamento de Lula”

  1. Pedro said

    A coisa só piora, mais uma pro Lula…..

    http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2016/10/06/stf-inclui-lula-no-inquerito-mae-da-lava-jato/

  2. Pedro said

    E o Temer tá pedindo pra não terminar o mandato.

    Do DC:

    “Novo ministro de Turismo foi indicado por Renan Calheiros

    É de Cororipe, interior das Alagoas, onde foi prefeito antes de ser deputado federal, indicado pelo ficha limpa e padrinho Renan Calheiros, o novo ministro de Turismo do Brasil, ficha-suja, Marx Beltrão. Não fala inglês, espanhol, francês e escorrega no português.

    Depois não querem que esta rapaziada vá pra rua pedir “Fora Temer”.”

  3. Pax said

    Bem, o PMDB do Temer é o quê mesmo?

    Renan, Sarney, Barbalho, Jucá etc.

    É isso aí o cerne da turma do Temer.

    Só tem uma coisa pior: Dilma.

    Pra gente ver a que ponto o PT chegou.

  4. Guatambu said

    Pax,

    É uma pena vc ter pagado pra ver.

    Avisamos que a Dilma seria uma péssima gestora.

    Vc chegou a comentar no Blog que tava gostando do “animal político” Dilma….

    Vai nos ouvir?

  5. Guatambu said

    Ah… já ia me esquecendo.

    Não saiu uma notícia de que o FHC também está sendo investigado pela “venda” de usinas hidrelétricas ou coisa assim?

    Agora acaba de uma vez por todas esse mimimi e chororo de que a justiça não está batendo em chico e francisco.

  6. Pax said

    FHC será investigado…

    — ou pra inglês ver

    — ou pra justificar a tal (im)parcialidade

    já prescreveu… é coisa de jogar dinheiro no lixo essa investigação.

    Melhor seria investigar o Aécio em Furnas.

    Cá nunca chorei pitanga e nunca chamei de golpe.

    Sim, Guatambu, eu os ouço e dou o braço a torcer. Dilma foi um desastre maior que eu esperava.

    Pior que ela só o Lula mesmo no sentido de destroçar o que costumávamos chamar de esquerda.

  7. Chesterton said

  8. Chesterton said

    https://jornalivre.com/2016/10/06/professora-de-extrema-esquerda-da-puc-ataca-pobres-pobre-de-direita-e-ingrato-e-mau-carater/

  9. Chesterton said

    https://jornalivre.com/2016/10/06/re-por-envolvimento-no-petrolao-gleisi-participa-de-ato-em-defesa-da-petrobras/

    chest- não sei se é para rir ou para chorar…

  10. Pax said

    mudando de saco pra mala, de sul pra norte….

    O Trump não é a cara de um grande republicano liberal?

    calma, Chesterton, calma…

    =)

    (não que a Hillary seja muito melhor… não mesmo, lá o páreo tá duro)

  11. Chesterton said

    Os republicanos querem se livrar do Trump de qualquer maneira.

  12. Chesterton said

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2211

    1. na Dinamarca, não apenas não existe salário mínimo imposto pelo governo, como também praticamente não há nenhuma indenização por demissão (nem por demissão sem justa causa).

    2. o empresário não paga absolutamente nada em termos de previdência social do empregado. Tudo fica por conta do próprio empregado

    3. a Dinamarca se caracteriza por uma tremendamente agressiva tributação sobre o consumo.

  13. Chesterton said

    4. A tributação sobre a renda, por sua vez, também não é muito solidária para com os mais pobres. Façamos uma comparação entre o Imposto de Renda de Pessoa Física da Dinamarca com o da Espanha: entre 3 mil e 19 mil euros, um dinamarquês paga 37,5% de IRPF, ao passo que um espanhol paga entre 19 e 24%. Entre 19 mil e 23 mil euros, um dinamarquês paga 43,5% de IRPF, ao passo que um espanhol paga 30%. E, a partir de 23 mil euros, um dinamarquês paga 59% de IRPF, ao passo que um espanhol paga 52%.
    Ou seja, é justamente nas faixas de renda mais baixa que ocorrem as maiores discrepâncias na Dinamarca.

    5.Por fim, o sistema previdenciário dinamarquês se baseia em uma pequena previdência pública complementada por um sistema previdenciário privado. A previdência pública chega a um máximo de 17% do salário médio do cidadão (o equivalente a 4 mil euros anuais na Espanha), e o cidadão só tem acesso a ela quando chegar aos 67 anos de idade e se houver contribuído por 40 anos. [N. do E.: no Brasil, esses valores são, respectivamente, 60 e 35 para os homens e 55 e 30 para as mulheres].

    Todo o resto da previdência dinamarquesa advém de fundos de pensão privados (alguns de contribuição obrigatória e outros de contribuição voluntária).

    6. E, segundo o site Doing Business, nas economias escandinavas, você demora no máximo 6 dias para abrir um negócio (contra mais de 130 no Brasil); as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média (no Brasil chegam a 60% se a importação for via internet); o imposto de renda de pessoa jurídica é de 25% (34% no Brasil); o investimento estrangeiro é liberado (no Brasil, é cheio de restrições); os direitos de propriedade são absolutos (no Brasil, grupos terroristas invadem fazendas e a justiça os convida para negociar); e o mercado de trabalho é extremamente desregulamentado. Não apenas pode-se contratar sem burocracias, como também é possível demitir sem qualquer justificativa e sem qualquer custo. Não há uma CLT nos países nórdicos.]

    Sem as liberdades empreendedoriais citadas, e sem a pesada tributação que incide também sobre a renda e o consumo dos mais pobres, o sistema dinamarquês seria de impossível sustentação.

    Mas essas são características que os socialistas preferem esconder, pois não condizem com o seu modelo imaginário.

  14. Chesterton said

    Nova desculpa para o fracasso do experimento socialista de Diuma *(figa)…… os burgueses pararam de comprar para sabotar a economia… (ai,…..ai,…….ai…..)

  15. Pedro said

    Não sei se é “fracasso do experimento socialista”, ou a burocracia insana que assola o país.

    Vale a pena dar uma olhada no discurso do Nelson Marchesan, na Comissão de Trabalho, de administração e de serviço público:

  16. Chesterton said

    esta eleição norte-americana é a coisa mais divertida que aconteceu este ano….

  17. Pax said

    Acho que o Lula já tem mais indiciamento que sítios e triplex doados por empreiteiras.

    Tem que fazer as contas mas acho que já passou, sim.

    =)

  18. Chesterton said

    VAI A MAIS DE 50….

  19. Chesterton said

    http://www.implicante.org/noticias/caiado-ganha-no-stj-indenizacao-de-r-15-milhao-contra-fernando-morais-e-editora-planeta/

    chest- anal!

  20. Chesterton said

    O petista que quer mandar Moro para a fogueira

    Brasil 12.10.16 10:05
    O facinoroso Rogério Cezar de Cerqueira Leite, em seu artigo contra Sergio Moro, publicado pela Folha de S. Paulo, dizia:
    “A história tem muitos exemplos de justiceiros messiânicos como o juiz Sergio Moro e seus sequazes da Promotoria Pública.
    Dentre os exemplos se destaca o dominicano Girolamo Savonarola, representante tardio do puritanismo medieval…
    Imaginem só como Moro seria terrivelmente infeliz se não existisse corrupção para ser combatida. Todavia existe uma diferença essencial, apesar das muitas conformidades, entre o fanático dominicano e o juiz do Paraná – não há indícios de parcialidade nos registros históricos da exuberante vida de Savonarola…
    Essa convicção tem como consequência inexorável o postulado de que o plebeu que chega a status sociais elevados é um usurpador. Lula é um usurpador e, portanto, precisa ser caçado. O PT no poder está usurpando o legítimo poder da aristocracia, ou melhor, do PSDB…
    A corrupção é quase que apenas um pretexto. Moro não percebe, em seu esquema fanático, que a sua justiça não é muito mais que intolerância moralista…
    Savonarola foi queimado. Cuidado Moro, o destino dos moralistas fanáticos é a fogueira”.
    E o destino de Lula, Rogério Cezar de Cerqueira Leite, é a cadeia.

    Antagonista

  21. Chesterton said

    “Lamentável que um respeitado jornal como a Folha conceda espaço para a publicação de artigo como o ‘Desvendando Moro’, e mais ainda surpreendente que o autor do artigo seja membro do Conselho Editorial da publicação. Sem qualquer base empírica, o autor desfila estereótipos e rancor contra os trabalhos judiciais na assim denominada Operação Lava Jato, realizando equiparações inapropriadas com fanático religioso e chegando a sugerir atos de violência contra o ora magistrado. A essa altura, salvo por cegueira ideológica, parece claro que o objeto dos processos em curso consiste em crimes de corrupção e não de opinião. Embora críticas a qualquer autoridade pública sejam bem-vindas e ainda que seja importante manter um ambiente pluralista, a publicação de opiniões panfletárias-partidárias e que veiculam somente preconceito e rancor, sem qualquer base factual, deveriam ser evitadas, ainda mais por jornais com a tradição e a história da Folha.
    Sergio Fernando Moro, juiz federal (Curitiba – PR)”

  22. Pedro said

    MENTE BRILHANTE – Bill Gates – Fundador da Microsoft
    MENTE CRIATIVA – Steve Jobs – Fundador da Apple
    MENTE VISIONÁRIA – Mark Zuckerberg – Fundador do FaceBook
    MENTE EVOLUÍDA – Walt Disney – Fundador da Disney
    MENTE GENIAL – Larry Page – Fundador do Google
    MENTE PRA CARALHO – Lula – Fundador do PT

    Peguei da NET, só pode ser coisa do Chester….

  23. Pedro said

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/10/1822383-pf-investiga-r-12-bi-em-contratos-fraudados-no-governo-do-tocantins.shtml

    Taca-le pau PF

  24. Pax said

    O Sérgio Moro sentiu o golpe. A ponto de responder.

    Não concordo com o artigo do Rogério Cezar, mas também não acho que devemos eleger Moro como salvador da pátria sem questioná-lo.

    Eu gosto da Lava Jato.

    Assim como gosto dos direitos, do estado de direito.

    Não se pode pular a cerca.

    Ex.: aquela divulgação da conversa da Dilma com o Lula. Ali pulou a cerca geral.

    Se ficar dentro do cercado, taca-lhe pau, como diz o Pedro.

  25. Guatambu said

    A atitude é o que importa.

    O PSOL sempre defendeu o PT, e usou o PT para se alavancar em todas as oportunidades políticas que apareceram.

    O PT agora só apoia candidatos do PSOL em Belém e no Rio.

    O PSOL realmente tem o aliado que merece….

  26. Pedro said

    Pax, “taca-le pau”, é gíria regional.

    Também acho que o Moro não acerta todas, mas tá fazendo cada golaço.

    http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2016/10/13/moro-condena-ex-senador-gim-argello-a-19-anos-de-prisao.htm

  27. Chesterton said

    22- Tem muita gente com testa oleosa achando que é mente brilhante….

  28. Chesterton said

    24- a FSP se presta a cada papelão….

  29. Chesterton said

    aquela divulgação da conversa da Dilma com o Lula. Ali pulou a cerca geral.

    chest- interesse público legítimo. (vão TNC, esses petistas safados)

  30. Pax said

    Tem um turma aqui em SP, caipira, que usa outra com mesmo sentido: “soca a bota”.

    Também acho que o Moro faz gols, Pedro. Às vezes contra.

  31. Pax said

    Calma, Chesterton, calma…

    Vai ter Lava Jato pra todo mundo.

    Teus heróis poderão morrer de overdose.

    =)

  32. Pedro said

    #27 kkkkkk

    É vero.

  33. Pedro said

    Já se passaram alguns meses do país com um novo comandante.
    E o mundo percebeu a diferença.
    Onde antes havia desconfiança, agora prevalece o otimismo, onde antes havia certeza de que tudo estaria perdido, agora sabemos que existe uma chance.
    Já é possível notar também uma melhora em diversos setores.
    Estamos voltando a ser respeitados depois de anos de um trágico comando em nosso país.
    Enfim, temos um líder.
    Por isso eu digo:
    obrigado, Tite!

    :-)

  34. Pax said

    Apesar desse jogo com a Venezuela ter sido bem ruim. O pior deles. Eu achei. Mas foi lá e tava um campo que mais parecia um brejo.

    Tite tá mandando bala mesmo.

  35. Chesterton said

    31, não tenho bandido de estimação como você, Pax….meu Lulla, minha Dilma…quem falava assim…

  36. Chesterton said

    http://noticiasmaradas.org/o-inverno-na-europa-sera-o-mais-frio-dos-ultimos-100-anos-preparem-se-para-a-sua-chegada/

    chest- aqui, Pax, cade o global warming….

  37. Pedro said

    Chester, já fiz esta pergunta em 2013, quando nevou no Cambirela, próximo a Floripa.
    A resposta é, o frio é por causa do aquecimento.
    Minha opinião: A humanidade tá fudendo com o meio ambiente, em vários aspectos.
    Mas é presunção dos vermes humanos dizer que podem controlar o clima na terra.
    Quem manda neste pedacinho da Via láctea é o sol, dono de 99% da matéria do sistema solar.

  38. Chesterton said

    Pedro, não brigue com termometros….

  39. Pedro said

    Chester, na pressa, não fui claro.
    Eu perguntei sobre o frio inédito, e a resposta dizendo que o frio é culpa do calor, foi dada por quem eu estava questionando.
    Não foi aqui neste blog.

  40. Pax said

    Chesterton, decida-se, uma hora você diz que não, outra diz que sim.

    Há mudanças ou não?

    Aquece ou não?

    CO2 influi ou não?

    É sim ou não cara. Binário mesmo, saca?

  41. Chesterton said

    Sim
    Sim, e depois esfria, ou não , mas depois aquece
    Não, é consequência.

  42. Guatambu said

    Pessoal,

    E espanta o Chester, que é uma pessoa racional, não pensar de maneira objetiva o aquecimento global.

    É possível medir a temperatura média anual da terra. Ela está aquecendo, ponto.

    Se isso é causado pela humanidade ou pelo sol, daí sem há controvérsias, muitas.

    No entanto, é o mesmo que fumar.

    Vc não necessariamente morre por conta do cigarro, no entanto, é idiota, e sabe que é idiota por fumar, porque o cigarro traz vários outros malefícios à saúde e à qualidade de vida, ainda que não necessariamente o leve a morte.

    Então não adianta querer discutir sobre termos ou não que buscar fontes mais limpas e alternativas de energia e/ou tentarmos minimizar a emissão de CO2.

  43. Chesterton said

    É possível medir a temperatura média anual da terra. Ela está aquecendo, ponto.

    chest- Guat, uma coisa que você precisa entender, uma só: a temperatura da terra não é fixa. Ela VARIA. Pode aquecer um século, pode esfriar um século, assim tem sido e assim será.

    O que o Pax quer ideologicamente informar é que o “cerumanu” é um mal que vai transformar a terra em misto quente. Existe uma guerra de informações, um terror para diminuir a quantidade de gente no planeta, que decorre do ódio que as pessoas de QI baixo tem das pessoas normais. Sim, os idiotas não estão nem aí para este discurso, só os normais caem na esparrela de ter poucos filhos.

    CO2 é vida, é comida de planta, quando o CO2 esteve alto, os dinossauros cresceram assustadoramente.

  44. Pax said

    Obrigado pelo idiota que me cabe, Chesterton.

    =)

  45. Chesterton said

    se te serve o chapéu…..

  46. Chesterton said

    http://www.collective-evolution.com/2016/01/06/researchers-predict-that-a-mini-ice-age-is-coming-very-soon/

    http://www.livescience.com/51597-maunder-minimum-mini-ice-age.html

    http://www.livescience.com/51597-maunder-minimum-mini-ice-age.html

    chest- vocês perderam o bonde, o novo terrorismo é este…

  47. Chesterton said

    https://www.skepticalscience.com/heading-into-new-little-ice-age-intermediate.htm

  48. Chesterton said

    Sensacional

  49. Chesterton said

    Hilario

  50. Chesterton said

    History

  51. Pax said

    Se teu filósofo é o Pondé, caro Chesterton (e o Olavão), aceito o chapéu, sim.

    =)

  52. Chesterton said

    meu filósofo…”ad hominem” da tua parte

  53. Pax said

    Né ad hominem não, é que eles são ruins mesmo.

  54. Chesterton said

    Pax, o que ele disse, ou escreveu, que é ruim? O texto, a fala, a opinião, a tese, não simplesmente dizer “ele é mau-mau”. Da para entender? Ou você enternde isto ou é ad hominem.

  55. Pedro said

    Inteligentinho fuma charuto enquanto grava um vídeo pra parecer inteligentao.

    :-)

  56. Chesterton said

    Sentiu o golpe, Pedro?

  57. Pax said

    Chesterton,

    Filósofos baratos, apelativos, esses vídeos acima do Pondé, precisa de mais alguma coisa?

    Você mesmo linkou as justificativas necessárias.

    Vai ler Espinoza, Santo Agostinho que seja, Kant, qualquer coisa boa. Mas isso aí é mais pândego que qualquer coisa que se possa chamar de filósofo.

    Dá licença Chesterton… a overdose desses teus heróis vai acabar contigo.

  58. Pedro said

    Nenhum pouco, Chester.

    Concordo com algumas coisas que ele disse.

    Mas é um “se achao”……

    …….
    Cadê o senso de humor?

  59. Pedro said

    É o Lula da filosofia. …

  60. Chesterton said

    58, ele é engraçadíssimo.

  61. Chesterton said

    Ta bom, Pax, meu herói

  62. Chesterton said

    Antonio Palocci está na cadeia. Há 11 anos, à frente do Ministério da Fazenda, ele apresentou a proposta de uma política fiscal contracíclica, que faria a curva do gasto público declinar (em relação ao PIB) nas fases de expansão econômica e crescer nas de recessão.
    “Despesa corrente é vida”, retrucou a então chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, crismando como “rudimentar” a ideia de ancorar a trajetória dos gastos na morfologia do ciclo econômico. A colisão no núcleo do governo Lula opunha a política à demagogia. A PEC do Teto, uma resposta ao triunfo da segunda, implica a restauração da primeira.
    A divergência entre as curvas do PIB e do gasto público começou no outono do regime militar, acentuando-se com o pacto da redemocratização. Desde 1980, as despesas aumentam, quase incessantemente, em ritmo mais acelerado que o do PIB. No início, financiou-se a cisão insustentável pela emissão de dinheiro, um expediente não negociado politicamente que desaguou na hiperinflação. Mais tarde, com o Plano Real, adotou-se a solução pactuada de ampliação da carga tributária. Finalmente, no primeiro mandato de Dilma, face à impossibilidade política de elevar ainda mais os impostos, o governo decidiu preservar as sacrossantas despesas pelo recurso a uma nova saída não negociada: o crescente endividamento público.
    A demagogia ganhou, então, uma auréola virtuosa, fantasiando-se como teoria: “Nova Matriz Econômica”. O reino da Cocanha, um mito de raízes medievais, é a terra de abundância e prazeres na qual nenhum desejo será interditado.
    Na Cocanha dilmista, a riqueza pública ilimitada propiciaria o atendimento simultâneo de todas as demandas. Podíamos elevar os proventos dos magistrados e aumentar o salário mínimo, erguer as arenas da Copa e construir hospitais, sustentar o crescimento inercial dos dispêndios previdenciários e ampliar os recursos destinados à Educação, garantir tanto o Bolsa-Empresário quanto o Bolsa-Família. A PEC do Teto surge do tardio reconhecimento de que a Cocanha só existe no mundo da utopia.
    A política substitui a politicagem quando termina a demagogia. Na disjunção entre uma e outra, nasce um elemento fundamental das democracias: o Orçamento. Sob o paradigma demagógico do endividamento sem limites, como sob a inflação descontrolada, a previsão orçamentária é uma peça ficcional, fabricada por atos rituais do Executivo e do Congresso.
    A PEC do Teto estabelece parâmetros políticos para a produção do Orçamento, impondo o debate sobre as prioridades nacionais. Se a riqueza não é infinita, precisamos escolher entre diversas demandas, atribuindo valor a cada uma delas. Política é isso: decidir, pacificamente, entre interesses legítimos conflitantes.
    Os inimigos da PEC recusam-se a abandonar o ninho quente da demagogia para levar seus argumentos à áspera praça da política. A discórdia de fundo repousa na forma como se define a sociedade. Os demagogos não enxergam a sociedade como uma comunidade contratual de indivíduos, mas como uma coleção de corporações demandantes -e prometem realizar as vontades delas todas, começando pelas mais articuladas e barulhentas.
    A virulenta reação à PEC do Teto evidencia a extensão da derrota sofrida pelos demagogos: eles não perdem uma batalha singular, mas o privilégio de borrar as regras do jogo político.
    Nada, na PEC do Teto, autoriza a conclusão de que serão cortados os recursos da Educação ou da Saúde. A PEC tão difamada apenas explicita o conflito distributivo, suprimindo a crença na infinitude de recursos. De agora em diante, a alocação dos gastos públicos dependerá do jogo político.
    No fim das contas, os demagogos que clamam contra a “PEC do fim do mundo” têm uma certa razão: a limitação dos gastos implode o reino da Cocanha, esse estranho mundo destinado a consumir-se na falência do Estado.

    chest- “Despesa corrente é vida” …. pronto, fudeu.

  63. Chesterton said

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2016/10/1822997-pec-do-teto-surge-do-reconhecimento-de-que-cocanha-so-existe-na-utopia.shtml

  64. Chesterton said

    esse aqui é muito bom

  65. Chesterton said

    Um rombo de R$ 100 bilhões
    Economia 16.10.16 08:29
    O Globo informa que os estados pediram ao governo federal para serem incluídos na reforma da Previdência. Sem mudança nas regras para servidores públicos, o déficit dos regimes próprios estaduais, que alcançou R$ 64 bilhões no ano passado, chegará a R$ 101 bilhões em 2020 — um aumento de 57,4%.

    É um bomba atômica. Antagonista

    chest- o estado de bem estar social quebrou….virou mal estar geral.

  66. Chesterton said

    Herança imbecil
    O lulopetismo deixou uma geração acreditar que a democracia só vale se jogada pelo jogo do nós contra eles

    16/10/2016 – 11h06
    Thiago Mourão, O Globo

    Apior herança que o lulopetismo deixou para a minha geração foi a personificação da democracia em um líder popular criado por uma engenhosa e bilionária máquina de comunicação.

    A geração de meados dos anos 80 começou a ter alguma consciência política em torno dos 15 anos de idade, quando aconteceu uma guinada histórica na vida política do Brasil: Lula chegava à Presidência da República, depois de três duras eleições, com notoriedade mundial e credencial de ser o grande porta-voz das necessidades dos brasileiros necessitados.

    Crescemos vendo “programas sociais” serem ampliados, ouvindo que o Brasil era a grande promessa mundial, que fazíamos parte de uma geração testemunha de uma transformação inédita em terras tupiniquins.

    Fizeram-nos acreditar que sem Estado somos incapazes de criar arte, que qualquer coisa que carregue o nome “social” é bom, ignorando os mais de sete milhões de famintos, os mais de 12 milhões de desempregados e que apenas 8% da faixa etária trabalhadora compreendem e se expressam plenamente através das letras e dos números.

    Achamos lucro pecaminoso e a estabilidade de um emprego público ideal e atraente porque, afinal, o Estado, essa entidade grandiosa e onipresente e potente, é responsável por todos os nossos sucessos e fracassos — pessoais e sociais.

    Nos injetaram altas de doses de propagandas que o Fies era maravilhoso e nos blindaram do fato de que, sem qualidade de ensino e de emprego, o diploma torna-se enfeite na parede e o financiamento, um fardo que gruda nas costas de quase 47% dos estudantes que não conseguem pagar.

    Fizeram-nos acreditar que Fies e cotas eram suficientes e nos esconderam que os orçamentos das universidades federais têm tido contingenciamento desde 2014, resultando em um déficit (2015) de R$ 400 mi apenas em nove das 15 maiores do país. Também esconderam que as bolsas dos que insistiam em fazer ciência sempre atrasavam e que a burocracia para o avanço científico e tecnológico era monstruoso.

    Os que foram contra a eleição de Tancredo Neves contra os generais no Colégio Eleitoral, a Constituição de 88, o Plano Real, que pediram o impeachment para todos os presidentes desde a abertura democrática, que acharam que um presidente deveria cair porque privatizava demais querem nos convencer de que nunca estiveram no poder durante 13 anos e que crise é culpa de um governo tampão que assumiu por conta de crimes fiscais. Não assumem que Temer no poder é escolha do PT e seus eleitores desde 2010.

    Ganham força na retórica de que as contas públicas não têm problema, que corte orçamentário é maldade da elite golpista. Não assumem os golpes bilionários contra o Brasil, para mover essa máquina comunicativa.

    O lulopetismo deixou uma geração acreditar que a democracia só vale se jogada pelo jogo do nós contra eles e que qualquer pessoa ou fato que atinja as almas vivas mais caridosas do país, cujo roubo é filantrópico e altruísta, é um golpe contra a democracia.

  67. Chesterton said

    esta mulher é maluca

  68. Chesterton said

  69. Chesterton said

    O PT já não sabe o que fazer sobre seu estatuto: o artigo 231 diz que serão excluídos dos quadros do partidos aqueles condenados por “crime infamante ou por práticas administrativas ilícitas, com sentença transitada em julgado.” Após o mensalão, ninguém foi expulso do PT. Mas na Lava Jato a lista de potenciais expulsões cresceu a ponto de não ser possível ignorar: Dilma, os ex-ministros Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo e até o ex-presidente Lula podem ser expulsos do PT.
    Tchau, Dilma
    Dilma Rousseff, condenada por órgão colegiado (o Senado), teve o processo contra ela transitado em julgado. Pode ser expulsa do PT.
    Menos dois
    Os ex-ministros petistas da Fazenda Antonio Palocci e Guido Mantega, ambos presos pela Polícia Federal na Lava Jato, estão na “fila”.
    Corruptos de casa
    Os ex-tesoureiros do PT João Vaccari Neto, condenado e preso, e Delúbio Soares, condenado no mensalão, continuam filiados ao PT.
    Regras pra quê?
    O PT poupou os ex-presidentes condenados Dirceu e Genoino. Dirceu acabou pedindo para sair do PT. Genoino cumpriu pena e está filiado.

  70. Chesterton said

    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2535

    Nós não humanizamos o capitalismo; foi o capitalismo quem nos humanizou
    Graças à acumulação de capital, o trabalho infantil foi abolido e a jornada de trabalho, reduzida

    Sempre que há um feriado prolongado, várias pessoas dizem que foram os sindicatos e as intervenções do governo que “humanizaram o capitalismo” ao nos dar a jornada de trabalho de 8 horas, a semana de cinco dias de trabalho, a abolição do trabalho infantil e tudo mais.

    Infelizmente, essas pessoas inverteram as relações de causa e efeito.

    Não fomos nós que humanizamos o capitalismo; foi o capitalismo que nos humanizou. A riqueza produzida pelo capitalismo nos permitiu satisfazer nossas demandas humanitárias de maneiras que não eram nem sequer sonháveis em outras épocas, quando todos os seres humanos viviam, diariamente, no limiar da sobrevivência.

    Era absolutamente impossível trabalhar apenas 8 horas por dia, ter uma semana de trabalho de apenas 40 horas, e abrir mão do trabalho infantil quando as condições materiais que permitem esse luxo ainda não existiam. Ao contrário do que alguns gostam de imaginar, os trabalhadores não trabalhavam longas jornadas e as crianças não trabalhavam desde muito cedo porque os empregadores apontavam uma arma para suas cabeças. Igualmente, eles não trabalhavam tanto só porque gostavam de laborar por longas, duras e desconfortáveis horas.

    Eles, assim como nós, teriam preferido trabalhar menos, ganhar mais, e usufruir melhores condições de trabalho. No entanto, quando o capital — ferramentas tecnológicas, maquinários de alta produção, e de meios de transporte rápidos e eficientes — é escasso, a produtividade é baixa. Sendo a produtividade baixa, os salários inevitavelmente também serão baixos. Sendo assim, para se alimentar toda uma família, serão necessárias várias horas de trabalho e muito mais pessoas trabalhando.

    Cuidando de si próprio

    Como Ludwig Von Mises nunca se cansou de repetir, foi a acumulação de capital o que tornou o trabalho mais produtivo.

    Capital é tudo aquilo que aumenta a produtividade e, em última instância, o padrão de vida de uma sociedade. Capital são todos os fatores de produção — como ferramentas, maquinários, edificações, meios de transporte etc. — que tornam o trabalho humano mais eficiente e produtivo.

    Capital, em termos físicos, são os ativos físicos das empresas e indústrias. São as instalações, os maquinários, os estoques e os equipamentos de escritório de uma fábrica ou de uma empresa qualquer.

    Trabalhar menos e produzir mais é o resultado direto da acumulação de capital. Assim como um trator multiplica enormemente a produção agrícola em relação a uma enxada, o uso de máquinas e equipamentos modernos multiplica enormemente a produtividade dos trabalhadores — e, consequentemente, seus salários e sua qualidade de vida.

    Foi a acumulação de capital ocorrida ao longo dos séculos o que permitiu que os trabalhadores produzissem mais com menos horas de trabalho. Em decorrência disso, eles passaram a poder alimentar a si próprios e a seus familiares — bem como educar seus filhos — ao mesmo tempo em que trabalhavam menos horas.

    Nos países ricos, em que os trabalhadores possuem uma grande quantidade de maquinários e bens de capital tecnológicos à sua disposição, tais trabalhadores tendem a ser mais produtivos. Sendo assim, eles podem se dar ao luxo de trabalhar menos horas. Já nos países ainda em desenvolvimento, que não usufruem de bens de capital abundantes e de qualidade para seus trabalhadores — o que faz com que eles sejam menos produtivos —, não há alternativa senão trabalhar mais para produzir o mesmo tanto que um trabalhador de um país desenvolvido.

    Os salários dos trabalhadores dependem de sua produtividade e do valor daquilo que produzem para os consumidores. Quando trabalhadores têm mais e melhores bens de capital com os quais trabalhar, sua mão-de-obra se torna mais produtiva. E quando os consumidores demandam aquilo que eles produzem, seus salários, por causa da maior produtividade, podem aumentar.

    Quando os proprietários do capital — isto é, os donos dos meios de produção — têm de concorrer pela mão-de-obra, eles têm de oferecer maiores salários para atrair essa mão-de-obra mais produtiva, retirando-a de seus concorrentes. A consequência é que mais e melhores bens de capital levam a maiores salários, e isso permite que mais famílias possam sobreviver sem ter de colocar seus filhos para trabalhar, e que mais trabalhadores e empresas possam reduzir as horas de trabalho e a jornada semanal.

    E todo esse processo já estava a pleno vigor antes de qualquer tipo de sindicalização ou de regulamentações governamentais sobre a jornada de trabalho. A linha de tendência de queda nas horas de trabalho não foi alterada quando sindicalizações e regulamentações governamentais começaram a aparecer.

  71. Chesterton said

    Venezuela alcançou uma mortalidade infantil de 18.6 bebês a cada mil, ultrapassando a Síria, país destruída pela guerra civil, que tem um índice de 15.4.
    Ou seja, nem mesmo uma guerra brutal mata mais que o socialismo.
    Mas tem uma mar de idiotas que ainda defendem essa porcaria.

  72. Pax said

    Um novo PT? Muito cá entre nós, se eu participasse da suruba política brasileira e “residisse” em algum outro partido, pensaria 10.000 vezes antes de pular dentro desse barco.

    Faz um tempo que a ala majoritária que manda e desmanda no PT virou um núcleo poderoso e intocável. Agora que não só é tocável como boa parte desse grupo está na cadeia, sei lá…

    Da FOLHA DE SP ….

    “Sob ameaça de deixar PT, descontentes dão ultimato ao partido
    CATIA SEABRA
    Reunidos nesta segunda-feira (17), cerca de 40 parlamentares petistas, em sua maioria deputados federais, decidiram divulgar um manifesto em que cobrarão a antecipação das eleições internas do partido. Intitulando-se “Muda PT”, o grupo exigirá a realização de um encontro partidário no mês de dezembro para convocação de um congresso da sigla.
    Esse foi o único consenso de uma reunião que consumiu a manhã e invadiu a tarde. Temendo o peso da marca do PT nas próximas eleições, os parlamentares admitiram até a criação de uma nova sigla, o que permitiria uma saída coletiva.
    Como a fundação de uma legenda exige tempo, o grupo decidiu se dedicar, por enquanto, à criação de uma frente ampla, que nasceria da fusão do PT com outros partidos.
    A nova frente seria uma última tentativa para que permaneçam no PT sem sofrer o desgaste da sigla. Na reunião, no entanto, alguns parlamentares reconheceram a dificuldade de atrair legendas interessadas em uma fusão com o partido.
    Frustrada essa coalizão partidária, restaria a alternativa de fundar um partido ou deixar o PT. Anfitrião do almoço, o deputado federal Décio Lima (SC) explica que uma fusão seria mais prática do que a criação de uma nova legenda. Sua opinião, porém, não é majoritária no grupo.
    Emissários do movimento deverão conversar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula ainda esta semana. Os parlamentares convocaram uma nova reunião para o dia 3 de dezembro.
    Segundo participantes do encontro, esse seria um prazo fixado pelos descontentes antes de dar início à criação da nova sigla.
    Décio Lima conta que tem conversado informalmente com integrantes de outros partidos, como o PDT, PC do B, PT do B e até PMDB. Mas a discussão é embrionária.
    “Quando falo em frente ampla, falo em uma organização tática vinculada ao processo eleitoral de 2018”, disse o anfitrião, explicando que caberá a seus integrantes “espírito de grandeza” para escolher o melhor candidato em 2018.
    Participante do encontro, o ex-ministro Pepe Vargas (RS) nega, porém, que seja um ultimato: “não tem esse caráter”, afirmou. “A gente discute cada coisa a seu tempo.”
    Além de Pepe Vargas, a reunião incluiu nomes como o da ex-ministra Maria do Rosário (RS), o vice-presidente do PT Paulo Teixeira e a deputada Moema Gramacho (BA).
    Integrantes desse movimento enfrentam dificuldades para encontrar um destino fora do PT, já que uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) impede que partidos recém-criados tenham direito a fundo partidário e tempo de TV antes das eleições de 2018. Daí, a ideia de fusão com uma siglas já existentes.
    A partir de agora, os petistas procurarão oficialmente potenciais coligados, como o PT do B.
    “Temos até 2018 para decidir. O importante é criar uma nova esquerda, sem corporativismo”, defende o deputado Silvio Costa (PT do B – PE), que acompanha os movimentos do grupo petista.
    O movimento dos parlamentares colide com a opinião de participantes da reunião que também integram o “Muda PT”. Na tarde de segunda-feira, a tendência Articulação de Esquerda divulgou uma nota afirmando que “não consta entre os consensos debatidos na referida reunião a saída do PT ou outra proposta desta natureza”.
    FSP 17.10.2016″

  73. Chesterton said

    http://mts.org.br/noticiasrelacionadas/vitoria-para-os-judeus-e-cristaos-unesco-pede-perdao-a-israel-e-retira-a-perversa-resolucao-arabe-sobre-jerusalem

  74. Guatambu said

    Pax,

    Não tem nada a ver com política há tempos… sinto te informar.

    O Elias que confirme, ele deve ter saído em boa hora do partido.

    Tem a ver com dinheiro.

    Não é que a ideologia do partido mudou, é que o dinheiro acabou.

    Pensa Pax: se seu objetivo fosse ganhar dinheiro com política, vc ficaria num partido em que a competição por poder é acirradíssima e que, em cima disso, tem poucas chances de se eleger em qualquer lugar?

    Hoje, com algumas exceções, partidos políticos não são mais do que um amontoado de siglas.

    Se vc estivesse querendo dinheiro: por que permaneceria no mesmo partido?

  75. Pax said

    O Elias saiu do PT? De onde você tem essa informação Guatambu?

  76. Pax said

    E o Chesterton nega o aquecimento…. pois sim.

    http://g1.globo.com/natureza/noticia/mes-passado-foi-o-setembro-mais-quente-em-136-anos-diz-a-nasa.ghtml

  77. Chesterton said

    https://jornalivre.com/2016/10/17/petista-frei-betto-confessa-partido-falhou-ao-nao-censurar-a-midia/

    CHEST= grandessíssimo filhadaputltcha

  78. Chesterton said

    Pax, 76,você leu isto>

    “Nós continuamos a destacar que, enquanto rankings mensais são de interesse jornalístico, eles não são tão importantes como as tendências a longo prazo”.

  79. Chesterton said

    Nenhum imposto é neutro; qualquer imposto sempre afetará os mais pobres

    Em praticamente todos os países do mundo há um constante apelo para se tributar mais a renda dos mais ricos e utilizar essa receita adicional para fazer a “justiça social”, promovendo uma ampla “distribuição de renda”.

    O problema de se tributar os ricos, bem como todas as consequências econômicas negativas deste fato, já foram muito bem explicitadas neste artigo, de modo que o objetivo aqui será outro. O objetivo será explicar por que qualquer tipo de imposto, mesmo aquele voltado exclusivamente para as rendas mais altas, sempre acabará inevitavelmente sendo repassado aos mais pobres, de um jeito ou de outro.

    Em todo o debate ideológico acerca do capitalismo, há duas visões opostas que curiosamente partem do mesmo princípio: tanto os detratores do capitalismo quanto seus defensores dizem se tratar de um sistema puramente individualista, em que cada um age por conta própria, pensando exclusivamente no seu bem. Seus detratores condenam essa exortação à independência; já os defensores glorificam-na. Porém, nenhum dessas posições parece apreciar a verdadeira natureza do capitalismo, e o problema é que ambas essas concepções erradas estão hoje bastante difundidas.

    Há de fato um aspecto em que as pessoas realmente tentam ser as mais independentes possíveis: elas querem evitar pagar impostos. Todas as discussões a respeito de carga tributária e a respeito de quem — isto é, qual classe social — deve arcar com a maior parte do fardo tributário demonstram um total desconhecimento sobre como o mercado funciona. A esquerda sempre defendeu que os ricos sejam mais tributados, para que eles deem sua “contribuição justa” à sociedade. Já a direita costuma reagir dizendo que os mais ricos — tanto os indivíduos quanto as empresas — já respondem pela maior parte da receita tributária do governo, que a camada mais rica da população paga o mesmo volume de impostos que todo o restante da população combinada, e que boa parte da população não paga nada de imposto de renda. A esquerda então reage dizendo que a desigualdade permanece constante ou, em alguns casos, segue aumentando. Os ricos estão ficando mais ricos, e isso supostamente é ruim, pois precisamos de maior igualdade para atingir a justiça social. E por aí vai.

    Não irei aqui entrar na (i)moralidade de se defender a espoliação da propriedade alheia; o enfoque será puramente econômico. O problema em todo esse debate popular sobre impostos é que ele não leva em conta que os esforços para se evitar o pagamento de impostos vão muito além dessa pendenga sobre quais seriam as alíquotas de impostos “justas” e sobre quem deve pagar mais. Os esforços para se evitar o pagamento de impostos se estendem para todo o mercado.

    Se, por exemplo, a alíquota do imposto de renda que incide sobre as rendas mais altas fosse elevada em 20%, os trabalhadores de renda mais alta reagiriam a isso negociando um aumento salarial. (Dado que a esquerda quer muita gente pagando mais imposto, então creio ser correto dizer que ela defende maior imposto justamente sobre pessoas mais produtivas; caso contrário, seria na prática impossível elevar impostos permanentemente. Logo, por se tratar de pessoas produtivas, não é incorreto dizer que elas têm poder de barganha junto a seus empregadores). Se essas pessoas conseguirem um aumento salarial de, por exemplo, 10%, isso significa que praticamente metade do aumento de 20% da carga tributária foi repassada aos seus empregadores.

    Essa maior alíquota do imposto de renda reduziu os salários líquidos; o consequente aumento nos salários elevou os salários brutos. Neste ponto, a exata divisão do fardo tributário entre empregados e empregadores vai depender do relativo poder de barganha entre eles no mercado de trabalho. O que interessa é que os empregados de maior renda irão repassar uma parte, se não a maior parte, de qualquer aumento em seu imposto de renda para seus empregadores.

    Consequentemente, estes empregadores irão contratar menos empregados — ou tentarão contratar oferecendo salários bem menores, algo difícil —, e irão tentar repassar esse aumento havido nos custos trabalhistas para os consumidores, na forma de preços maiores. Esse aumento, no entanto, vai depender do relativo poder de barganha entre o vendedor e seus clientes, bem como do nível de concorrência no mercado. Os empresários irão repassar estes maiores custos aos consumidores até o ponto em que possam elevar preços sem sofrer uma relativamente grande perda no volume de vendas. Desta forma, os consumidores que ainda continuarem comprando a estes preços maiores estarão pagando parte do aumento na carga tributária que supostamente deveria afetar apenas os “ricos”.

    Logo, vê-se que a direita está errada ao alegar que os mais pobres não pagam imposto de renda. Além de absolutamente toda a população pagar os impostos indiretos que estão embutidos nos preços dos bens e serviços, a classe média e os pobres também acabam pagando parte daquele aumento do imposto de renda que visava a atacar apenas os ricos. A esquerda, por sua vez, também está errada ao crer que todo o fardo de uma elevação de impostos pode ser confinada exclusivamente aos “ricos”. A classe média e os pobres sempre acabarão pagando por um aumento de impostos sobre os ricos através dos maiores preços dos bens e serviços. Qualquer aumento no imposto de renda da camada mais rica da população — seja o 1% mais rico ou os 5% mais ricos — irá acabar por elevar os impostos que toda a população paga indiretamente.

    É possível contra-argumentar dizendo que o repasse para os preços desse aumento no imposto de renda seria muito pequeno. Talvez apenas uma pequena porcentagem da elevação do imposto de renda, o qual foi repassado aos empregadores, seria repassada aos consumidores na forma de preços maiores. No entanto, caso isso ocorra, o efeito de longo prazo será ainda pior. Se os empregadores tiverem de arcar com uma elevação marginal dos custos trabalhistas sem uma correspondente elevação marginal de sua receita, suas margens de lucro diminuirão. Redução nos lucros significa menos investimentos. E menos investimentos inibem um maior crescimento econômico. Um menor crescimento econômico significa menores aumentos nos salários e na renda de toda a população. Os efeitos dos impostos sobre o crescimento econômico, portanto, são bem mais indiretos do que se imagina.

    Economias de mercado são sistemas complexos nos quais os interesses de todos os indivíduos estão entrelaçados. Qualquer esforço para alterar os resultados gerados pela livre concorrência no mercado irá gerar consequências inesperadas e indesejadas. O conceito de justiça social é, por si só, algo indefinido e arbitrário. No entanto, mesmo se todos nós de alguma forma concordássemos com uma ideia de redistribuição “socialmente justa”, simplesmente não haveria como estruturar a carga tributária (ou os gastos do governo) de maneira a alcançar este objetivo. A imposição de novos impostos altera preços e salários de maneiras impossíveis de serem previstas e difíceis de serem mensuradas mesmo após o fato já consumado.

    Esquerda e direita parecem ter definitivamente abraçado o mito de que o estado é perfeitamente capaz de restringir os efeitos da tributação a apenas uma determinada classe de pessoas. Embora não seja possível mensurar qual é realmente a verdadeira carga tributária que incide sobre cada pessoa, é perfeitamente possível entender que a real carga tributária é significativamente distinta daquela que havia sido planejada. Pessoas de alta renda não pagam tanto quanto as alíquotas oficiais sugerem. O mercado difunde o fardo tributário de uma maneira bem mais equitativa do que as pessoas imaginam. Tentativas de “fazer os ricos pagarem sua fatia justa” irão apenas aumentar o fardo tributário mutuamente compartilhado por todos, por meio de uma maior tributação indireta e oculta. Por outro lado, os benefícios de reduções de impostos são também mais amplamente compartilhados do que as pessoas imaginam.

    Há duas lições a serem tiradas disso tudo. A primeira é que nenhum de nós é realmente “independente” e está genuinamente “por conta própria”, pois a economia de mercado é um sistema social. A segunda é que políticos não são capazes de utilizar impostos para alcançar objetivos específicos como uma “renda justa”, pois a economia de mercado é extraordinariamente complexa e ajustável. E os políticos são qualquer coisa, menos oniscientes. Uma autoridade onisciente e onipotente até poderia impor alguma noção de justiça social; no entanto, a nossa realidade é que a justiça social é algo arbitrário e não exequível na prática. Estas duas lições possuem implicações profundas e extremamente importantes.

    Felizmente, há uma solução fácil para o problema da carga tributária. Dado que os benefícios do corte de impostos são também difundidos entre todos, qualquer corte no orçamento do governo que possibilite redução de impostos já seria um enorme “avanço social”. Todos nós pagamos impostos desnecessariamente altos. Todos nós podemos pagar muito menos.

  80. Guatambu said

    Pax,

    Até onde eu entendi, o Elias está muito mais como um conselheiro interno agora do que como um participante ativo.

    Sair mesmo, de fato, ele não vai sair, mesmo com o PT tendo se provado muito mais sujo que vários outros partidos…

    Mas você vê como são as coisas Pax.

    Eu e o Chest vivíamos falando que esquerda só funciona com o dinheiro dos outros, e que uma hora a conta chega.

    Chegou.

    Agora tem esse video na internet do Fernando Haddad pedindo contribuição para pagar a campanha dele. Ele tá devendo!

    Huá huá huá!!!

    É muito fácil fazer socialismo com o dinheiro dos outros… sorte a sua, Pax, que vc pulou fora desse barco bem cedinho, senão eu ia ser o primeiro a exigir que você fosse lá fazer uma doação pessoal para salvá-lo, afinal, coerência de propósito, certo? Se vc é fã do sujeito, tem que meter a mão no bolso.

  81. Chesterton said

    Saudades da esquerda

    A esquerda está se tornando reacionária no Brasil contemporâneo

    O primeiro cargo político do ex-premiê Shimon Peres, em princípios dos anos 1940, foi como secretário da No’Al, o braço jovem dos Trabalhistas Sionistas, afiliado à Internacional Socialista. Israel, com suas fazendas comunitárias, nasceu como uma outra visão do socialismo, alternativa ao projeto soviético. A relação da esquerda com o judaísmo é de sangue. Marx era judeu. Trotsky, idem. E, até finais do século passado, era muito comum encontrar judeus em posições de destaque na juventude dos partidos de esquerda brasileiros.

    Hoje é raríssimo.

    O sentimento anti-israelense se tornou regra e flerta abertamente com o antissemitismo. A agressiva nota de uma facção do PSOL contra Peres é só a mostra mais recente.

    Este não é o único sinal de que a esquerda está se tornando reacionária no Brasil contemporâneo. Basta ver a obsessão com a estatização do petróleo. Vento já representa 7% de nossa matriz energética. No Reino Unido, energia solar ultrapassou a gerada por carvão. O parlamento alemão estuda banir o uso de motores a combustão de diesel ou gasolina a partir de 2030.

    O petróleo está acabando, mas esqueceram de avisá-los. O Petróleo é Nosso consegue levar gente às ruas como se Getúlio ainda vagasse pelo Catete. É uma visão geopolítica que congelou nos anos 1950.

    Capturada por demagogos fisiológicos, a direita nunca ofereceu uma ideia de Brasil movida a debates intensos que capturasse a imaginação de um sólido grupo de eleitores. Isso pode estar mudando, mas não dá para dizer se é apenas um soluço. Com a esquerda é diferente. Ela já ofereceu uma ideia de Brasil, já mexeu com a imaginação de muita gente. Mas o PT se perdeu na corrupção e no fisiologismo; o PSOL precisa descobrir que o século XX acabou; e a Rede, coitada. A Rede, apesar da tentativa de trazer o programa da esquerda para o hoje, cai no pior estereótipo do seu flanco político. Aquele da turma que debate, debate e não consegue decidir nada.

    Isto é um problema. O Brasil permanece muito cruel com quem nasce fora da elite. A função da esquerda é lembrar constantemente que o bode continua no meio da sala. Porque ele continua.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/saudades-da-esquerda-20311950#ixzz4NXgOJ8o0

    chest- PD é foda, continua querendo comer alguma hippiezinha. Desde quando a esaquerda nunca foi antisemítica? E a ideia que a esquerda teve que mexeu com a imaginação do coitado do brasileiro foi justamente ideias semelhantes a estataização do petroleo, caramba. O bode? O bode é o estado que empobrece o cidadão e não permite que ele saia da miseria.

  82. Chesterton said

    Cana no Cunha.

  83. Chesterton said

    http://www.oantagonista.com/posts/prisao-de-cunha-desmoraliza-de-vez-as-mentiras-do-pt

  84. Chesterton said

    48 min ·
    Cunha, o Golpista, foi preso por Moro, o Golpista, que é financiado pela CIA. Sem dúvida esse foi o maior golpe na inteligência e na integridade moral de um esquerdista.

  85. Pax said

    Já tem post sobre a prisão do Cunha.

    Temer e Lula devem estar com o Cunha na mão…

  86. Chesterton said

    a Dilma não?

  87. Pax said

    Acho que não, Chesterton.

    Acho…

  88. Chesterton said

    POR QUE A ESQUERDA ENVEREDOU PELO CRIME: UMA ANÁLISE.
    por Augusto de Franco – ex-dirigente do PT. Artigo publicado em 20.10.2016

    O que está acontecendo com o PT não é um fenômeno isolado. Aconteceu com vários grupos da esquerda autocrática depois da queda do muro de Berlim. Sobretudo na América Latina, em que muitos dirigentes de organizações ditas revolucionárias enveredaram para o crime.

    Conheci vários desses militantes que viraram bandidos. Daniel Ortega, da Frente Sandinista, hoje presidente da Nicarágua, foi um deles. Me lembro como se fosse hoje. Ele foi convidado de honra no I Congresso do PT (que coordenei), no final de 1991. Chegando lá, no Hotel Pampa, em São Bernardo, Daniel pediu logo ao tesoureiro do PT à época, se não podia arranjar umas prostitutas. Esse Daniel e seu irmão Humberto, eram teleguiados de Fidel, que lhes passava pitos, aos berros. Reuniões decisivas para o futuro da chamada revolução sandinista foram realizadas em Havana, sob o comando de Fidel. E enquanto as bases Petistas da Igreja idolatravam por aqui os sandinistas como expoentes de uma nova espiritualidade dos pobres, esses bandidos assaltavam patrimônio público (inclusive passavam para seus nomes propriedades imóveis) do Estado nicaraguense.

    O mesmo ocorreu com gente da Frente Farabundo Marti de Libertação Nacional de El Salvador, que também está no governo. Aconteceu com o Mir (e com o Mir Militar) chileno, com alguns Tupamaros, com as FARC colombianas e, é claro, com a nova leva de bolivarianos, que não tinham tanta tradição de esquerda, como Chávez, Maduro e Cabello (mas aí já estamos falando de delinquentes da pior espécie, que inclusive chefiam o narcotráfico na região) e como Rafael Correa e Evo Morales. Bem, para resumir, aconteceu com boa parte das organizações e pessoas que frequentam as reuniões do Foro de São Paulo (fundado, não por acaso, um ano depois da queda do muro – e eu estava presente na reunião de fundação, no Hotel Danúbio).

    Não dando certo a revolução pela insurreição, pelo foquismo ou pela guerra popular prolongada, essa galera chegou à conclusão de que seria preciso fazer a revolução pela corrupção. Bastaria adotar a via eleitoral contra a democracia e depois assaltar o Estado para financiar um esquema de poder de longo prazo. O plano era simples: conquistar hegemonia sobre a sociedade a partir do Estado aparelhado pelo partido. O objetivo era claro: chegar ao governo pela via eleitoral, tomar o poder e nunca mais sair do governo. Para isso, entretanto, era necessário, além do tradicional caixa 2, fazer um caixa 3, encarregado de custear ações legais e ilegais, ostensivas e clandestinas, para controlar as instituições, comprar aliados, remover ou neutralizar obstáculos…

    Afinal, pensaram eles: as elites não fizeram sempre assim? Para jogar o jogo duro do poder não se pode ter escrúpulos. Foi essa a conclusão de Lula, Dirceu e dos dirigentes Petistas que tomaram o mesmo caminho. É claro que, como ninguém é de ferro e como não se pode amarrar a boca do boi que debulha, alguma compensação em vida esses bravos revolucionários mereciam ter. E foi assim que enriqueceram, abriram contas secretas no exterior para guardar os frutos dos seus crimes, adquiriram bens móveis e imóveis em nome próprio ou de terceiros e foram levando a vida numa boa enquanto o paraíso comunista não chegava.

    O ano de 1989 foi decisivo para essa degeneração política e moral da esquerda. Mas o que aconteceu não foi um resultado do somatório de desvios individuais. Não! Eles viram que seria muito difícil conquistar o mundo e assumir o comando de seus próprios países, contrapondo um bloco a outro bloco. O bloco dito comunista se desfez. A União Soviética derreteu em 1991. Ruiu tudo. E agora? Bem, agora – pensaram eles – seria necessário ter uma nova estratégia. E eis que surgiu uma ideologia pervertida, baseada numa fusão escrota de maquiavelismo (realpolitik exacerbada) com Gramscismo. Eles, como operadores políticos, conduziriam a realpolitik sem o menor pudor, enquanto que pediriam ajuda aos universitários para dar tratos à bola do Gramscismo (e reproduzir mais militantes nas madrassas em que se transformaram as universidades).

    No Brasil, porém, parece que erraram no timing. Precisariam de mais uns três ou quatro anos para ter tudo dominado, dos tribunais superiores, passando pelo Congresso, pelo movimento sindical e pelos fundos de pensão, pelos (falsos) movimentos sociais que atuam como correias de transmissão do partido, pela academia colonizada, pelas ONGs que se transformaram em organizações neo-governamentais, por uma blogosfera suja financiada com dinheiro de estatais e por grandes empresas (com destaque para as empreiteiras, atraídas pela promessa de lucros incessantes quase eternos se estivessem aliadas a um sólido projeto de poder de longo prazo).

    Não deu tempo. O plano foi descoberto antes que as instituições fossem completamente degeneradas. E chegamos então a este agosto de 2015, ano em que alguns desses dirigentes vão começar a assistir, de seus camarotes na prisão, o desmoronamento do esquema maléfico que urdiram.

    NOTA: Me afastei do PT no final de 1993. Portanto, há mais de 20 anos. Até aquela época não era muito visível a estratégia da “revolução pela corrupção” que descrevi acima, nem mesmo para vários dirigentes nacionais do PT que, como eu, não pertenciam à corrente majoritária de Lula e Dirceu. Mas desde aquela época não acredito mais em partidos.

    Augusto de Franco

  89. Chesterton said

    http://cultura.estadao.com.br/blogs/estado-da-arte/roger-scruton-sobre-slavoj-zizek-o-principe-palhaco-da-revolucao-parte-1/

  90. Joao Luiz Pereira Tavares said

    E enquanto isso aqui no sul… Requião…

    ¡Requião é inteligentinho, sem dúvida!

    Vá a casa de seus amigos professores da Universidade. Das HUMANAS. Encontre no restaurante seus colegas artistas, músicos moderninhos cancioneiros, amigas atrizinhas de teatro… Marque uma janta… Com os INTELECTUAIZINHOS…

    Você, com grande chance estará diante de in-te-li-gen-tinhos!!
    Eis:
OS INTELIGENTINHOS do PE-TIS-MO, DA SOCIEDADE CIVIL — estudantes, professores universitários, jornalistas, cineastas, artistas, blogueiros, cantorzinhos tipo Chico BUARQUE etc.

    Nesse JANTAR DE INTELIGENTINHOS faça o seguinte:

    «Chegue num jantar de inteligentinhos e, por exemplo, defenda a LAVA-JATO ou o IMPEACHMENT. Haha. Você vai VER o que vai acontecer com você, né? Vão olhar TORTO pra você achando que, de repente, você é dono de um banco, alguém assim! E não alguém que trabalha duro para sobreviver e, por isso, SEMPRE desconfia de quem não o faz.»

    Dino, no Maranhão É inteligentinho…

  91. Joao Luiz Pereira Tavares said

    Fé em deusa «Coração Valente» [rsssss]:

    SANTA FEMININA. Eis:

    Os petistas seguem uma religião de fé e dogma. Acreditam em deusa: a divindade brega deles cujo nome é a «Coração Valente©» de João Santana [santa criada pelo bilionário — virgem que jamais cometeu nenhum desvio. O bilionário Santana agora está preso pelo MORO. Moro esse que a religião ensina que é uma intidade do Mal… rsss] era uma deusa gorda.

    Tem variados dogmas que aprendem em blogs de fé (uma espécie de “igrejinha”) e repetem ad infinitum: «fascista»; «foi golpe»; «20 milhões da pobreza»; «Estados Unidos, o Império»; «sem crime de responsabilidade»; «Pronatec»; «é gópi, é gópi, é gópi»; «casa grande e senzala»; «mídia hegemônica» [uma espécie de demoninho ou capetinha muito, mas muito perigoso para a religião]; «PiG»; «mídia velha”; «fora temer» [mantra cantado]; esse dogma aqui DE TODOS é dos melhores: «LUZ para todos» [rssss] etc. etc. etc. etc. etc.

  92. Patriarca da Paciência said

  93. RaymondBix said

    In addition to appreciate, concern, value, for you to continue a marriage sexual is essential. Numerous nowadays request that Supplement “S” that is proposed for taking when weekly or perhaps day-to-day to take care of the imminence and also friendship one of the husband or wife. The effectiveness of togetherness becomes boosted by simply objective relationship. The increasing differences among wedded couple of become moderate with all the material enjoy. It is important to help the feelings associated with partners intended for a wholesome sex life. We’ve got a number of ideas to talk about-. legal erection pills.

    Relax then delay out of secondaries

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    Stay in a sexologist

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